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ÁREA DE PROJECTO - 12ºCT1 – Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro


Área Curricular Não Disciplinar: Área de Projecto Professora Orientadora: Eugénia Pinto Grupo: Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro Turma: 12ºCT1 Ano Lectivo: 2010/2011


Capa……………………………………...………………1 Página de rosto………………………………………2/3 Índice…………………………………….……………………….……4/5 Grupo…………………………………………………….……………6/9 Introdução…………………………………………………….……10/11 Percurso efectuado……………………………………………...…12/17 1ª Pesquisa……………………………………………………14 1ª Planificação……………………………………………15/17 Planificação do projecto………………………………...………...18/23 Logótipo…………………………………………...………………..24/27 Escolhido…………………………………………………..…25 Esboços………………………………………………...…26/27 Reflexão……………………………………………......................…28/29 Culturas……………………………………………...……………...30/53 Pesquisa Liliana…………………………………….....…32/35 Pesquisa Maria Inês………………………………......…36/43 Pesquisa Mariana………………………………...……...44/53 Informação…………………………………………….................…54/55 Blog……………………………………………...………………......56/59 Inquéritos……………………………………………...……………60/61 Facebook……………………………………...………….…………62/63 Dia das Culturas…………………………….................…………..64/73 Fotos da Preparação…………………………......……...66/69 Fotos da Venda…………………………......……............70/73


Cartaz……………………………………………...……74/77 Diários de Bordo……………………………...……….78/109 1º Período…………………......……...........79/103 2º Período…………………......…….........104/109 Relatórios………………………………………......…110/111 Actas………………………………………......………112/115 Avaliação Intermédia…………....………………..…116/129 1º Período…………………......…….........118/123 2º Período…………………......…….........124/129 Aprendizagens…………………………………….....130/133 Contra-Capa……………………………………….....134/135


O meu nome é Mariana Ribeiro, tenho 17 anos e sou de Alverca. Frequento a turma CT1 do 12º ano na Escola Secundária Gago Coutinho. Sou uma rapariga observadora, simpática e amiga do meu amigo. Dou valor à simplicidade e à honestidade das pessoas. Sou teimosa, o que não considero um defeito. Sou esquisita mas fácil de agradar. Nunca esqueço mas não guardo remorsos. Não exprimo facilmente os meus sentimentos. Gosto da minha família, gosto dos meus amigos, gosto de música, de cinema, de animais, do Verão, de praia, de dormir, de sair, de viajar, etc.


Olá sou a Liliana Marques, tenho 17 anos e estudo na Escola Secundária de Gago Coutinho. Estou no curso de Ciências e Tecnologia no ano 12º da turma Ct1. Sou uma rapariga de poucas palavras, prefiro observar e tirar as minhas próprias conclusões. Gosto de todas as pessoas que gostam de mim, gosto de desporto, música e de todo o tipo de séries ou filmes de investigação.


Chamo-me Maria Inês. Não gosto de distinguir defeitos de qualidades, prefiro falar, apenas, em características pois são elas que constroem uma personalidade. Gosto de desenhar, para mim é a melhor forma de me expressar – é, como digo, escrever uma história sem letras. Arte é criação. É deixar os outros entrarem no nosso universo, por breves instantes. Gosto muito de liberdade, de multidões e de barulho. Sou desorganizada. Sou distraída. Muito desarrumada. Empenho-me no que gosto. Funciono bem sob pressão. Não gosto de rotular sentimentos, gosto de dar-lhes o valor que merecem. Sou transparente, não sei disfarçar estados de espírito. Luto pela minha qualidade de vida. Sou insistente e contra o comodismo! Sei aceitar um “não”, apenas não o faço quando sei que há uma resposta melhor.


Somos um grupo de alunas da turma 1 do curso de Ciências e Tecnologias, da Escola Secundária de Gago Coutinho, o qual se formou no inicio deste ano lectivo com o intuito de desenvolver, ao longo do mesmo, um trabalho no âmbito da área curricular não disciplinar de Área de Projecto. O grupo já sofreu alterações, nomeadamente no que toca à saída e entrada de elementos, e encontrou também dificuldades na selecção do tema.

Escolhendo abordar então “O Mundo Multicultural”, o

portefólio

evidencia o desenvolvimento do nosso projecto.


O tema aqui tratado é

.

Mas o percurso que deu origem a esta decisão não foi fácil! Primeiramente, a nossa ideia passava por abordar “As energias renováveis”, tema que, rapidamente, deixámos de parte pois não conseguia interligar as nossas áreas profissionais… Depois disto, interessámo-nos pela investigação dos “Recordes do Guinness” mas, após uma mais profunda reflexão, e com orientações da professora Eugénia Pinto, compreendemos que o assunto não empreendia as características necessárias para podermos criar um projecto viável.

Assim, seguem em anexo as pesquisas feitas sobre o primeiro tema em que apostámos, e apresentamos também a planificação que havíamos já feito relativamente ao segundo.


ANEXO 1: pesquisa - 21/Set/2010

As energias renováveis são fontes inesgotáveis de energia obtidas da Natureza que nos rodeia, como o Sol ou o Vento. Estas energias podem ser: • Energia Solar A energia do Sol pode ser convertida em electricidade ou em calor, como por exemplo os painéis solares foto voltaicos ou térmicos para aquecimento do ambiente ou de água; • Energia Eólica A energia dos ventos que pode ser convertida em electricidade através de turbinas eólicas ou aerogeradores; • Energia Hídrica A energia da água dos rios, das marés e das ondas que podem ser convertidas em energia eléctrica, como por exemplo as barragens; • Energia Geotérmica A energia da terra pode ser convertida em calor para aquecimento do ambiente ou da água; A integração de energias renováveis nos edifícios é um desafio para o qual o objectivo é conceber um edifício eficiente que permita a incorporação de um sistema que capte a energia e a transforme numa fonte de energia que seja útil para o edifício. Na realidade a colocação de, por exemplo, painéis solares na cobertura do edifício não é por si só uma medida eficiente de energia, pois se não tivermos em conta a eficiência do edifício esta pode nem ser suficiente para comportar a energia, por exemplo, da iluminação quanto mais do resto dos sistemas. Daí a importância da integração dos sistemas de energias renováveis em edifícios eficientemente energéticos que até esse ponto esgotaram todas as possíveis estratégias de design passivo na sua concepção ou que na sua reabilitação foram tidas em conta medidas de reabilitação energética e de eficiência energética. Os incentivos à utilização de energias renováveis e o grande interesse que este assunto levantou nestes últimos anos deve-se principalmente à consciencialização da possível escassez dos recursos fósseis (como o petróleo) e da necessidade de redução das emissões de gases nocivos para a atmosfera, os GEE (Gases de efeito de estufa). Este interesse devese em parte aos objectivos da União Europeia, do Protocolo de Quioto e das preocupações com as alterações climáticas. A utilização das energias renováveis, como por exemplo os painéis solares térmicos e foto voltaicos, para a produção de calor e de energia eléctrica a partir do aproveitamento da energia solar, é uma forma para a qual Portugal dispõe de recursos de grande abundância, comparando a disponibilidade de horas de Sol por ano com outros países da União Europeia. No entanto, estes devem ser tidos como complementos à arquitectura dos edifícios que não devem descurar o aproveitamento de estratégias de design passivo, como o uso da orientação solar, da ventilação natural, da inércia térmica e do sombreamento, entre outras. Estas estratégias são uma solução bastante vantajosa devido ás condições climatéricas favoráveis para a obtenção de uma maior sustentabilidade nos edifícios em Portugal. A promoção da Eficiência Energética e a utilização de energias renováveis em edifícios tem sido feita pela revisão e aplicação de Regulamentos, como o RCCTE e o RSECE, e pela aprovação da criação de um Sistema de Certificação Energética, visando a redução dos consumos de energia e correspondentes emissões de CO2. Pois o sector dos edifícios nos consumos médios anuais de energia em Portugal representam, de acordo com dados do início da década de 2000 da DGE, cerca de 22% do consumo em energia final do país, onde nas grandes cidades este número sobe para 36%. Estes números têm vindo a aumentar cerca de 3,7% no sector residencial e 7,1% no sector dos serviços.


Escola Secundária Gago Coutinho Ano Lectivo 2010/2011

12ºCT1

Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro, Ricardo Ramos


Escola Secundária Gago Coutinho

Planificação do Projecto Professor Responsável: Eugénia Pinto Grupo: Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro, Ricardo Ramos Ano Lectivo: 2010/2011 Turma: 12ºCT1 1- Problema a tratar: Acontecimentos e capacidades, dos seres vivos, fora do comum O que vamos fazer? Recolher alguns records do Guinness que se relacionem com as nossas áreas profissionais e explorá-los mais a fundo. 2- Escolha de problemas Dentro do nosso trabalho, podemos considerar os seguintes sub-temas: - Música - Animais - Corpo Humano - Nutrição O trabalho será então dividido por estas quatro vertentes, uma vez que cada uma delas corresponde aos interesses profissionais de cada um dos elementos do grupo. Portanto, seleccionaremos records relacionados com estes temas, os quais pretendemos desenvolver – esta exploração passará pela investigação aprofundada relativamente aos pontos escolhidos, de modo a encontrar também os motivos que expliquem cada um dos records atingidos. 3- Preparação e planeamento  Cada elemento se responsabilizará, principalmente, pelo seu sub-tema, uma vez que a área envolvida corresponde aos seus interesses e, em princípio, as suas capacidades individuais estarão então mais direccionadas a esse ponto;  Apesar desta separação, temos certamente o objectivo de realizar um trabalho conjunto - o qual poderá enriquecer a nossa cultura, uma vez que aprenderemos mais em relação às áreas que podem até não ser da nossa preferência;  Para a selecção dos records, recorreremos ao livro “Records do Guinness”;


Faremos também recurso frequente à Internet e outros materiais (possivelmente manuais e enciclopédias) que nos facultem a explicação pretendida para o que desejamos aprofundar; Pretendemos também uma parte mais lúdica, realizando uma tentativa de record inexistente, nem que este seja apenas a representação de uma possível escolha.

4- Avaliação intermédia  Temos trabalhado bem em grupo, segundo o que cada um de nós, e em uniformidade, consideramos. Isto porque as tarefas a que nos propusemos têm sido efectuadas – pesquisas de informação, investigação individual, etc…  Os prazos de entrega determinados têm sido cumpridos pelo grupo, nomeadamente no que diz respeito ao envio de actas, diário de bordo, recolhas individuais.  A principal dificuldade com a qual nos temos deparado é efectivamente a escolha de um tema definitivo; Isto pois os elementos do grupo apresentam, relativamente, gostos e preferências profissionais bastante distintas, o que está a dificultar a nossa tarefa. Estamos, portanto, a tentar interligar os diferentes interesses, de modo a seleccionar um tema geral apropriado e mais completo. 5- Preparação da apresentação pública O nosso trabalho necessitará de um suporte material – um powerpoint que possa acompanhar o nosso discurso com imagens alusivas e algum texto preciso. De resto, a parte principal será a comunicação oral, a explicitação do que investigámos. 6- Apresentação O público-alvo da apresentação será, certamente, a nossa turma e outras da escola. Esperamos conseguir, como objectivo, despertar a atenção dos espectadores, e satisfazer a sua curiosidade ao apresentar o projecto. 7- Avaliação final Ficaremos satisfeitos com o trabalho? Estamos a fazer os possíveis para explorar o tema de forma interessante. Mas, na verdade, temos ainda o objectivo de encontrar um assunto mais completo para incorporar ou substituir este. Quais os aspectos positivos deste trabalho? Tratar um assunto que é do conhecimento geral de todos, mas expô-lo de uma maneira não habitual; Desvendar algo novo.


Segue-se então a planificação actualizada do nosso projecto, a qual foi apresentada à turma no dia 2 de Novembro de 2010


Planificação do Projecto A disciplina de Área de Projecto tem como objectivo fomentar o trabalho em equipa, dispondo, para tal, das capacidades individuais de cada um dos elementos dos grupos formados. Temos elaborado pesquisa sobre diversos assuntos e, efectivamente, deparámo-nos com algumas dificuldades na escolha de um tema de interesse comum aos quatro. Tínhamos em mente a exploração da temática “Recordes do Guinness” porém, após conversamos com a professora sobre esta proposta, entendemos que não responderia a todos os parâmetros necessários para a elaboração de um projecto ao longo de todo o ano. É deste modo que reformulámos a planificação que já havia sido entregue e apresentamos então as novas ideias. 1- Problema principal a tratar: “O Mundo Multicultural” 1.1- Que pontos iremos focar? Pegando neste conteúdo, iremos focar então os seguintes pontos:  A diversidade de culturas na formação da sociedade;  Culturas na escola;  A importância da diferença – respeito pela máxima “todos diferentes, todos iguais”;  As diferentes culturas existentes – selecção de algumas, para explorar o que as torna distintas;  “As Quatro Liberdades”: modelo adoptado pelos aliados já durante a 2ª Guerra Mundial; implica a liberdade da palavra e da expressão, de religião, por necessidades e da vida livre de medo;  Os Jogos Olímpicos vistos como unificação dos povos – criam um sentimento de pertença a uma humanidade comum, na qual os valores de igualdade, solidariedade, tolerância e justiça tendem a ganhar um sentido global;  A Convenção dos Direitos Humanos – adoptada pela


ONU em 1948, não constitui uma obrigação legal, é sim vista como um ideal comum a todos os povos e nações. 2- Divisão de subtemas 2.1- Como nos vamos organizar? Dentro do nosso trabalho, podemos considerar os seguintes subtemas: - Música (Ricardo Ramos) - Animais (Mariana Ribeiro) - Corpo Humano/ Investigação Criminal (Liliana Marques) - Nutrição (Maria Inês Ribeiro) O trabalho será então dividido por estas quatro vertentes, uma vez que cada uma delas corresponde aos interesses profissionais de cada um dos elementos do grupo. Portanto, seleccionaremos culturas do mundo que se relacionem, cada uma delas, com os subtemas apresentados e faremos a sua exploração de acordo então com as áreas profissionais respectivas. A

par

desta distribuição

individual,

o

nosso

projecto

tem um intuito geral de tocar em assuntos universais como o direito à diferença e o direito ao respeito por ser diferente – estes conceitos estão, ou, pelo menos, deveriam estar, presentes em todas as culturas em torno do globo, pelo que a investigação e elaboração de todos os restantes subtemas serão da responsabilidade de, conjuntamente, todos os elementos do grupo. 3- Preparação e planeamento Cada elemento se responsabilizará, principalmente, pelo seu subtema, uma vez que a área envolvida corresponde aos seus interesses e, à partida, as suas capacidades individuais estarão então mais direccionadas a esse ponto. Apesar desta separação, temos certamente o objectivo de realizar um trabalho conjunto - o qual poderá enriquecer a nossa instrução, uma vez que aprenderemos mais em relação às áreas que podem até não ser da nossa preferência. 3.1- O que vamos fazer? Quais as actividades propostas? - Como sondagem, efectuaremos um breve questionário


sobre as diferentes culturas existentes na escola e na vida quotidiana, que nos auxilie à elaboração de estatísticas para apresentar e também à reflexão quanto ao sentido das palavras igualdade, tolerância e xenofobia. - Aprofundar todas as questões referidas no ponto 1., realizando, no final, uma apresentação em powerpoint que explicite sucintamente as nossas investigações. - Como trabalho final, este relacionado fortemente com a Convenção dos Direitos Humanos, pretendemos também realizar um filme que ilustre um direito representativo de cada uma das vertentes de uma vida humana. Nota: Deixamos em aberto a possibilidade de acrescentar ao plano outras actividades que surjam, ao longo do ano lectivo, no contexto das pesquisas que serão efectuadas. 3.2- De que recursos vamos necessitar? Para a pesquisa de informação, faremos recurso frequente à Internet e outros materiais (possivelmente manuais e enciclopédias) que nos facultem a explicação pretendida para o que desejamos investigar. Relativamente à elaboração do vídeo ilustrativo, necessitaremos de câmara de vídeo e, posteriormente, de material informático e ferramentas de edição de multimédia para a sua finalização. 3.3- Orçamentos: Não é possível, para já, efectuar uma previsão de orçamentos para o projecto. Em principio, os recursos materiais e humanos necessários à elaboração do trabalho serão de fácil acesso e não requererão custos elevados. 4-

Avaliação intermédia

A principal dificuldade com a qual nos temos deparado é efectivamente a escolha de um tema definitivo; Isto pois os elementos do grupo apresentam, relativamente, gostos e preferências profissionais bastante distintas, o que está a dificultar a nossa tarefa. Portanto, tentámos interligar os diferentes interesses, de modo a seleccionar um tema geral apropriado e completo. Isto demorou, talvez até tempo de mais, mas consideramos importante que, numa equipa, todos os elementos gostem do trabalho que estão a fazer. Estamos


agora satisfeitos com a temática que seleccionamos pois esta, para além de ser do agrado de todos, consegue puxar pelas nossas áreas profissionais. Apesar destas contrariedades, até à data, o grupo tem funcionado bem, cumprido os prazos de entrega estabelecidos. Já fizemos a distribuição de tarefas relativamente à redacção e entrega dos diários de bordo individuais para este primeiro período. No que toca ao projecto proposto, temos feito pesquisa em relação às culturas, de modo a seleccionar aquelas que possam ser as mais interessantes para se abordar. Ter um plano do projecto é, sem dúvida, muito importante para poder avançar trabalho a partir de agora. 5- Competências a desenvolver pelo grupo: - Através do diálogo em grupo e da discussão de ideias, é expandida a capacidade comunicativa e expositiva dos próprios pontos de vista do individuo, melhorando a sua capacidade de debater, com os outros, assuntos da actualidade em que se insere. - Aprofundaremos o nosso sentido ético individual, passando este progresso pela amplificação do sentido individual de cidadania – os conceitos de respeito, tolerância e igualdade estão permanentemente presentes na temática que decidimos abordar. - Cada elemento do grupo poderá expandir os seus conhecimentos em relação a culturas que se liguem à área profissional do seu interesse e, uma vez que “o saber não ocupa lugar”, aprenderá mais acerca das preferências dos colegas. 6- Preparação da apresentação pública Consoante o referido no ponto 3.1., o nosso necessitará de um suporte material – um powerpoint que possa acompanhar discurso com imagens alusivas e algum texto Ademais, a parte principal será a comunicação explicitação do que investigámos. O referido elaborar será para apresentar conjuntamente informação a transmitir.

trabalho o nosso preciso. oral, a vídeo a com a


7- Objectivos O público-alvo da nossa apresentação será a turma 12ºCT1, na qual nos integramos, e, certamente outras pertencentes à escola. Com a divulgação do nosso trabalho final pretendemos:  Mostrar a diversidade cultural patente numa sociedade;  Compreender que cada povo tem costumes e tradições únicos – porém, apesar das diferenças, são todas as culturas que, no seu conjunto, formam o mundo em que vivemos;  Esclarecer a importância da diversidade – “Todos diferentes, todos iguais”;  A relevância da Convenção dos Direitos Humanos como um ideal comum para a vida conjunta. 8- Avaliação final Ficaremos satisfeitos com o trabalho? Pretendemos explorar o tema de forma curiosa e completa, dando resposta aos assuntos indicados em 1.1., assim como a possíveis outras questões que venham a surgir. Se conseguirmos, até ao final do ano, cumprir os prazos estabelecidos e realizar todas as tarefas a que nos propusermos, estaremos, certamente, satisfeitos.


Após encontrarmos um tema, e visto que o grupo estava satisfeito com a escolha, pudemos prosseguir o trabalho!

O próximo passo foi então a escolha do logótipo a utilizar. A aluna Maria Inês Ribeiro esboçou três propostas, as quais foram desenvolvidas de acordo com as orientações dos outros elementos. Assim, por unanimidade, o grupo escolheu a imagem apresentada de seguida. (Seguem ainda, nos anexos 2 e 3, os restantes desenhos.)


Log贸tipo escolhido


ANEXO 2: desenho 2 (utilizado para o blog) - 10/Nov/2010


ANEXO 3: desenho 3 - 10/Nov/2010


Novembro 2010

O aluno Ricardo Ramos, que fazia parte do grupo, teve de abandonar a matrícula do 12º ano, pelo que o grupo ficou composto apenas por três elementos! Compreendemos que seria, a partir daqui, necessária uma maior organização da nossa parte – somos assim o grupo mais pequeno (em quantidade!) da turma. A primeira decisão que tomámos referiu à distribuição de subtemas nas “Culturas”. A Mariana, que ficara de pesquisar sobre animais, ficou então encarregue do subtema anteriormente dedicado ao Ricardo: a música, que é também uma área pela qual a aluna se interessa. Isto também porque a cultura do Hinduísmo, escolhida pela Maria Inês, vai muito de encontro à questão dos animais e não nos queremos, claramente, repetir.


“Uncertain” – Renate Dartois


Existem diversas culturas em volta do globo – cada uma delas com costumes e tradições próprias!

O nosso trabalho implicou então a pesquisa sobre três culturas, tal que cada elemento do grupo escolheu a sua de acordo com a área profissional que ambiciona.

Em anexo são apresentados os documentos originais e as conclusões que, a partir destes, tiveram origem.


ANEXO 4: pesquisa (Liliana) - 09/Nov/2010

Padaung ou Kayan Lahwi Mulher padaung com anéis de pescoço Um dos maiores tesouros de todo o país é seu povo. E nesse aspecto Mianmar, é especialmente rico e diversificado, levando em conta todas as minorias étnicas. Padaung ou Kayan Lahwi é uma comunidade indígena de Kayans, que habita as regiões montanhosas no sudeste de Mianmar e oeste da Tailândia, sendo um subgrupo dos Karens vermelhos (Karenni), que é uma etnia do povo karen, são conhecidas por “mulheres-girafa”. O grande interesse mundial neste grupo é pela prática do alongamento do pescoço. Este costume é o mais raro e é uma estranha expressão de beleza feminina, o número de anéis está directamente relacionado com o status e respeito dentro da estrutura familiar. As mulheres da tribo, em sinal de beleza, desde jovens, usam anéis de cobre no pescoço. Quanto mais alto o pescoço mais bela é a mulher. Apesar do que se pensa, as mulheres não morrem se os anéis forem retirados (elas costumam fazer isso para se lavar), mas a musculatura do pescoço é enfraquecida. No passado as meninas Padaung colocavam anéis apartir de 5 anos de idade.A data escolhida para este ritual


era definida pelo Pagé através da leitura dos horóscopos.O pescoço da menina era untado com pomadas e massageado por horas,revestido depois com protetores almofadados para só então encaixarem os anéis geralmente de bronze ou ouro ,evitando assim o máximo que podiam de dor para as meninas. Depois de dias a proteção acolchoada era removida. A cada dois anos era acrescentado mais um anel,ate a 3º idade uma mulher Padaung pode ter o pescoço esticado até 25cm. Além do pescoço com anéis de ouro, bronze ou prata enfeitam os braços e as pernas das mulheres de Kayah isso torna-as mais bonitas e femininas. Existe outra hipótese sobre a colocação desses anéis a fim de torná-las indesejáveis aos comerciantes de escravos. “Crimes” como o adultério são punidos com a eliminação dos anéis condenando a mulher a ficar deitada para sempre com o risco de quebrar o pescoço se tentar levantar. ~

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A pesquisa apresentada refere-se ao subtema “Corpo Humano”, pelo que foi do encargo da Liliana Marques. Após a investigação, a aluna concluiu que:

“Para nós ocidentais a prática desta cultura de colocar anéis no pescoço das mulheres pode ser vista como uma agressão ao corpo, mas para o povo Karen é próprio conceito de beleza e status social. Na minha opinião a prática desta cultura não faz sentido, visto que todas as mulheres ao colocarem estes anéis, estão sujeitas a morrer, uma vez que com o passar dos anos vão sendo colocados mais anéis, fazendo o pescoço aumentar o seu tamanho. Eu pergunto-me: Será que vale a pena passar por isto só para se ser/parecer mais bonita? Mas como todos sabemos existe uma grande diversidade de culturas na nossa sociedade por isso devemos respeitar estas pequenas grandes diferenças.“


ANEXO 5.1: pesquisa (Mª Inês) - 07/Nov/2010

Os diversos sabores da Índia Conhecida mundialmente, a culinária indiana é extremamente diversificada, pois sofreu influência de diversos povos que passaram pelo país. Ao chegarem à Índia, estas culturas não só modificavam a paisagem, trazendo novas plantas, novos frutos, novas sementes, como também introduziam novas ideias e novas religiões. As marcas dessa extraordinária diversidade cultural acabam reflectindo-se também na cozinha.

Gastronomia e religião Além disso, a culinária indiana costuma ser estreitamente associada à religiosidade, pois existem muitos rituais ligados às refeições feitas pelas famílias do local. No hinduísmo, por exemplo, o ato de cozinhar é feito como uma oração e antes de ser consumido, o alimento é oferecido em comunhão aos deuses, geralmente em um altar doméstico, com devoção e amor.


Cereais, legumes e especiarias Apesar de toda a diversidade encontrada na cozinha indiana, que também sofre influência do meio ambiente e suas transformações, é possível definir algumas características comuns dos alimentos consumidos no país. Sem pensar nas especificidades ligadas aos tabus, a base da refeição é sempre constituída de cereais – tais como arroz, trigo, milho, painço, cevada, de acordo com a região, legumes secos, como o dhal (uma espécie de sopa feita de lentilhas e feijões de diversas cores), além de outros legumes, picles e chutneys, e as imprescindíveis especiarias. A eles se juntam, dependendo da cultura e da região, pratos com peixe, carneiro, galinha e, sempre, iogurte e queijo de coalho fresco. Todos temperados com especiarias, que agem sobre o gosto, mas também têm funções medicinais conhecidas há bastante tempo, como atestam textos muito antigos.

Origem: http://especial.caminhodasindias.globo.com/culinaria/200 9/02/20/os-diversos-sabores-da-india/


ANEXO 5.2: pesquisa (Mª Inês) - 09/Nov/2010 Culinária Indiana como acto de devoção

A mais antiga e tradicional cultura do mundo revela a arte da cozinha um método de elevação espiritual. O ato de cozinhar, é feito com uma oração antes de ser consumido, o alimento é oferecido em comunhão ao Supremo, geralmente em um altar doméstico, com devoção e amor. Após essa oferenda, o alimento torna-se "prasadam" (sagrado). Só então será compartilhado por todos. O primeiro a se alimentar é o marido depois que o marido acabar é que suas mulheres poderiam se alimentar (seguindo a tradição). A dieta indiana geralmente é vegetariana, pois uma parte da população considera carne de qualquer animal sagrada. Uma curiosidade da Índia é o costume de comer com as mãos, mas apenas com a mão direita. Segundo a milenar medicina Ayurvédica, a digestão dos alimentos não começa na boca em contacto com as enzimas presentes na saliva, conforme aprendemos no ocidente, mas sim quando entra em contacto com as pontas dos dedos. É aí que a energia subtil presente nos alimentos é "absorvida", isto é, entra em harmonia com nossas energias e dá início a todo um processo de ressonância e absorção. Existe uma maneira certa e elegante de apreender o alimento com as pontas dos dedos, formando "mudras", gestos simbólicos de significados místicos, muito utilizados nas filosofias budistas e hinduístas.


Algumas especialidades da Índia: _ Tandoori: frango, carne ou peixe temperados com ervas aromáticas e assados em forno de barro; _ chutney de coco; _ sambar com idli ou o masala dosa: feitos com arroz fermentado e lentilhas; _ raitas : iogurte com pepinos e ingredientes importantes da cozinha do sul da Índia. Bebidas típicas da Índia: _ chai um tipo de chá; _ café que é a segunda bebida mais popular; _ nimbu pani : limonada; _ lassi: feita com mistura de iogurte com água, sal e especiarias; _ badam dood: leite com nozes e cardamomo; _ chaach: feito com coalhada/iogurte; _ sharbat: suco de frutas e pétalas de flores; _ fenny: tipo de licor; _ bhang e cerveja indiana.

Origem: http://viajandopelomundodasculturas.blogspot.com/2009/ 06/mais-antiga-e-tradicional-cultura-do.html


ANEXO 5.3: pesquisa (Mª Inês) - 09/Nov/2010 O Hinduísmo: O hinduísmo é uma das religiões mais antigas do mundo, engloba as mais antigas crenças religiosas. A visão hindu de vida após a morte é a ideia de reencarnação. A ideia de que a vida na Terra é parte de um ciclo eterno de nascimentos, mortes e renascimentos compõem o capítulo dessa religião. Toda pessoa reencarna cada vez que morre. Contudo, se levar uma vida voltada para o bem a risca ela pode libertarse dessa cadeia cíclica. Diferentemente de outras religiões, o hinduísmo não tem fundador, credo fixo, nem organização de espécie alguma. Para todos os hindus a suprema autoridade são os quatro Vedas: Rig-Veda, Sama-Veda, Yojur-Veda e Atharva-Veda. Crenças: O nascimento e a morte seriam uma mudança de cenário para a alma. A alma nunca se modifica, é a essência intacta do ser. Apenas a roupa que ela está usando (o escafandro) é quem morre e, após depois da morte, ela recebe um novo corpo para habitar na existência material. Quando a alma, após muitos nascimentos dentro desta existência material, entra em contacto com um santo verdadeiro (Sad-Guru), ela pode desenvolver a fé no caminho da auto-realização e começar seu retorno ao mundo transcendental de Deus. Lá, a alma poderá viver em


plena eternidade. Chama-se de Vaikuntha este plano. As crenças e cultos de antigas populações do vale do rio Indo e dos Arianos formaram as bases do Hinduísmo. Os rituais se compões de dois elementos principais: a meditação e contemplação. A alimentação vegetariana é um dos elementos fundamentais do Hinduísmo, como todo alimento deve primeiramente ser oferecido aos deuses ele não pode ser impuro (morte/sangue). As preces são como cânticos, denominam-se de mantras.

em

sânscrito,

que

As escrituras: As escrituras hindus se dividem em Sruti (aquilo que é ouvido) e Smrti (aquilo que é lembrado). A literatura Sruti é constituída pelos Vedas, que por sua vez é constituído pelo Rig Veda, Yajur Veda, Sama Veda e Atharva Veda. E cada um dos Vedas é dividido em Samhitá, Brahmana, Aranyaka e Upanishad. Já o Smrti é composto de Shastras, Puranas, Itihasas, Agamas e Darshanas.

Origem: http://pt.shvoong.com/humanities/1802659-hinduismo/


A pesquisa presente tem como temática “Nutrição”, e é relativa, por opção, à cultura indiana. É, portanto, da responsabilidade da Maria Inês Ribeiro. Assim esta afere que:

“ Findado o ensino secundário, ambiciono ingressar no curso de Dietética e Nutrição do ESTESL. Portanto, fazendo todo o sentido, para este trabalho propus-me a investigar os factores nutricionais de uma cultura, tal que escolhi a alimentação indiana no geral (dentro da qual, o Hinduísmo). Escolhi o Hinduísmo por ser mais que uma religião: é, de facto, um estado de espírito. Apesar de me considerar ateia, não escondo o fascínio que o Hinduísmo faz florescer em mim ao englobar fortes e antiquíssimas crenças religiosas. O Hinduísmo justifica a vida após a morte com a ideia de reencarnação e imortalidade da alma. Este é um dos assuntos que, apesar da impossibilidade de uma resposta concreta, suscita à minha reflexão. Por tudo isto, esta cultura é do meu interesse e decidi então investigar mais sobre ela, para poder explanar a vertente nutricional.


Com as pesquisas que tenho vindo a realizar, aprendi que a culinária na Índia foi influenciada pelos diversos povos que passavam pelo país e deixaram o seu contributo em variados aspectos da vida social. Apesar da diversidade encontrada na alimentação indiana, são inegáveis alguns traços específicos como, por exemplo, as especiarias usadas, as quais surtem o seu efeito no paladar das confecções mas também se relacionam com antigas lendas medicinais. É uma culinária muito ligada á religiosidade: no Hinduísmo, em particular, o alimento é oferecido, em comunhão, aos deuses. Por isso a alimentação é vegetariana, porque o alimento oferecido aos deuses não pode ter origens impuras. Só depois da oração e da oferenda do alimento, é que este pode ser então consumido pois tornara-se sagrado. Há o costume de comer com as mãos: nós, ocidentais, aprendemos desde sempre que a digestão começa na boca, quando a saliva opera sobre os alimentos, mas segundo medicina milenar, a digestão inicia-se quando a comida contacta com a ponta dos dedos, sendo a sua energia absorvida nesse momento. Todas estas particularidades do Hinduísmo comprovam que foi realmente uma boa escolha para investigação neste trabalho. É uma cultura distinta, muito diferente da ocidental, mas merecendo, de igual modo, o meu respeito. “


ANEXO 6: pesquisa (Mariana) - 09/Nov/2010

Bandeira

Brasão

Lema Out of many, one people ("A partir de muitos, um só povo").

Hino nacional

Gentílico

Jamaica, Land We Love ("Jamaica, Terra que Amamos") http://www.youtube.com /watch?v=Gi4A8AJ9QBM

Jamaicano(a)


Capital

Kingston 17°59′N 76°48′W

Língua oficial

Inglês

Governo

Monarquia constitucional

Independência do Reino Unido

Declarada a 6 de Agosto de 1962

Área - Total - Água (%)

10.991 km² (166.º) 1,5

População - Estimativa de 2005 - Densidade

2 651 000[1] hab. (138.º) 252 hab./km² (49.º)

Moeda

Dólar jamaicano (JMD)

Fuso horário

(UTC-5)


A Jamaica é uma nação insular localizada no mar das Caraíbas (mar do Caribe), extensa 234 km de leste a oeste e 80 km de norte a sul. Situa-se a cerca 145 km ao sul de Cuba e a 190 km a oeste da ilha de Hispaniola (onde se localizam o Haiti e a Dominicana. É o terceiro país anglófono mais populoso das Américas, superada apenas pelos Estados Unidos e Canadá. Sua capital e maior cidade é Kingston. Religião      

Sem filiação 41% Protestantes 34% Rastafári/espírita 10% Católicos 10% Sem religião 4% Outras 1%

Cultura A cultura jamaicana é caracterizada pelo sincretismo resultante da mistura dos vários povos que habitam a ilha desde os primórdios de sua descoberta pelos espanhóis, no século XVII. Aos nativos aruaques (aruwak) juntaram-se os latinos espanhóis, os negros africanos, os ingleses, que dominaram a ilha, posteriormente imigrantes que para lá se transferiram após a extinção do regime escravista. Destes, os imigrantes hindus são os mais notáveis pela influência que exerceram sobre vários aspectos do comportamento


local, em especial, no âmbito da religião. Isto porque as coisas que dizem respeito à religiosidade despertam profundo interesse naquela comunidade, essencialmente mística apesar de oficialmente ser maioritariamente anglicana. O anglicanismo da ilha não pôde evitar a miscigenação das ideias e a teologia do jamaicano médio abriga tradições variadas que vão do cristianismo aos rituais tradicionais africanos, como o Vodoo, por exemplo. Religião e música são os elementos culturais mais emblemáticos da Jamaica. O país é berço do Rastafarianismo e da “Reggae music”, duas expressões de subjectividade identitária que são intimamente ligadas. A religião Rastafari representa uma reacção original local contra os padrões de espiritualidade impostos pela religião europeia. A população negra jamaicana é descendente de levas de escravos que foram aprisionados em diferentes regiões da África, mas sobretudo, a maioria pertencia a culturas refinadas do norte do continente que floresceram em países como Sudão, Somália e Etiópia. Nestas regiões, as populações negras do século XVII, há muitas gerações tinham contacto com crenças variadas. As mais importantes eram: judaísmo, islamismo e cristianismo ortodoxo. Estes povos negros falavam línguas "exóticas" como o árabe e o aramaico, além das línguas africanas ioruba e kwa. Estas diferentes linhas de pensamento aparecem nas Congregações Rastafari que se inclinam mais ou menos para o Cristianismo Ortodoxo, adoptam mandamentos do Antigo Testamento (judaico) e costumes evidentemente islâmicos. A Proibição de cortar os “dreadlocks”, cabelos trançados, e a barba, é uma influência judaica, como consta no Antigo Testamento, (Levitico 19:27). Algumas congregações prescrevem conduta e indumentária femininas de inspiração muçulmana e as


"liturgias" ou encontros místicos, incluem performances com tambores que resgatam ritmos africanos. O uso dos tambores em ofícios religiosos chegou a ser adotado por Igrejas Cristãs Jamaicanas de orientação Ortodoxa. Essa percussão está na raiz da criação do género de música denominado reggae-raiz, que combina a cadência hipnótica dos tambores com harmonias simples e arranjos que utilizam guitarras e outros instrumentos com sonoridades do blues e do rock norte-americano. Além da música e da religião, a cena cultural da Jamaica completa-se com a coexistência harmónica de produtos industriais com artesanais. Roupas e acessórios coloridos e objectos de arte em madeira são combinados com o plástico e o alumínio da pós-modernidade. Música da Jamaica A Jamaica é o berço de muitos gêneros musicais populares, o mais conhecido deles é o reggae, mas também inclui dancehall, ska, rocksteady, dub music, entre outros. A cultura musical da Jamaica é uma fusão de elementos provenientes dos Estados Unidos da América com o rhythm and blues, o rock and roll e o soul, da África e das ilhas vizinhas Caraíbas. A música da Jamaica tornou-se popular em grande parte do mundo. Inicialmente na década de 60, o ska, o rocksteady e o skinhead reggae foram populares no Reino Unido, principalmente entre mods e skinheads. Na década de 70, o reggae roots começou a se tornar especialmente popular, através da fama internacional de Bob Marley. A música jamaicana teve também um efeito sobre o desenvolvimento musical de outros países, tais como a prática de toasting, que foi levada à cidade de Nova Iorque


e tornou-se o rapping, um dos quatro elementos da cultura hip hop. Estilos britânicos como o lover's rock e a jungle music também são originários da música jamaicana. Géneros musicais da Jamaica  Mento (http://www.youtube.com/watch?v=bqVW9Sx31-M) O mento foi gravado na Jamaica na década de 1950, devido aos esforços do Stanley Motta, que observou as semelhanças entre a música folclórica jamaicana e o calipso de Trinidad, que foi, actualmente, encontrar audiências internacionais. Enquanto o mento nunca encontrou um grande público internacional como tinha o calipso, algumas dessas gravações, tais como as de Count Lasher, Lord Composer e George Moxey, são agora amplamente respeitadas como lendárias na música jamaicana. Embora tenha sido largamente suplantado por sucessores como o reggae e o dub, o mento ainda é realizado, gravado e lançado internacionalmente por intérpretes tradicionalistas como o Jolly Boys.  Ska(http://www.youtube.com/watch?v=j0BNeEHiab c; http://www.youtube.com/watch?v=TAL1VTfffOo ) Ska é um gênero musical que teve origem na Jamaica no final da década de 50, combinando elementos caribenhos como o mento, o calipso e estadunidenses como o jazz, jump blues e rhythm and blues.


Foi o precursor do rocksteady e do reggae. As suas letras trazem sinais de insatisfação, abordando temas como marginalidade, discriminação, vida dura da classe trabalhadora, e acima de tudo a diversão em harmonia.  Rocksteady (http://www.youtube.com/watch?v=1kthwkH7k-0) Rocksteady é um estilo musical proveniente da Jamaica dos anos 60, sendo próximo ao reggae e ao ska. Era muito apreciado pelos rude boys. Rocksteady era um estilo de música popular jamaicana que se diferenciava do ska nos anos 60. Nos seus termos mais simples, rocksteady é como o ska com metade da velocidade, com o trombone substituído pelo piano e pelo baixo proeminente. As letras desse estilo são mais voltadas a temas sociais, com maior consciência política. Há um foco maior em harmonias, particularmente nos trios como: The Heptones, The Gaylads, The Dominoes, The Aces e The Wailers. Outras figuras principais incluem Alton Ellis e Ken Boothe.Com as suas composições relacionadas à batida e ao protesto social, a música serviu como um precursor ao reggae.  Reggae (http://www.youtube.com/watch?v=ffCmFDzaYyQ) O Reggae é um género musical desenvolvido originalmente na Jamaica no fim da década de 1960. Embora às vezes seja usado num sentido mais amplo para se referir à maior parte dos tipos de música jamaicana, o termo reggae indica mais especificamente


um tipo particular de música que se originou do desenvolvimento do ska e do rocksteady. O reggae baseia-se num estilo rítmico caracterizado pela acentuação no tempo fraco, conhecido como skank. O estilo normalmente é mais lento que o ska porém mais rápido que o rocksteady, e seus compassos normalmente são acentuados na segunda e na quarta batida, com a guitarra base servindo ou para enfatizar a terceira batida, ou para segurar o acorde da segunda até que o quarto seja tocado. É principalmente essa "terceira batida", sua velocidade e o uso de linhas de baixo complexas que diferencia o reggae do rocksteady, embora estilos posteriores tenham incorporado estas inovações de maneira independente.  Skinhead-reggae (http://www.youtube.com/watch?v=KMhGN9_gqv U) Skinhead reggae, também conhecido por early reggae foi o nome dado à música feita pelas primeiras bandas de reggae, género musical muito popular na subcultura da classe trabalhadora inglesa no final dos anos 60, principalmente entre os mods e os skinheads.  Dub (http://www.youtube.com/watch?v=IJhSMc1Knx4) O dub surgiu na Jamaica no final da década de 1960. Inicialmente era apenas uma forma de remix de músicas reggae, nos quais se retirava grande parte dos vocais e se valorizavam o baixo e a bateria. Muitas


vezes também se incluía efeitos sonoros como tiros, sons de animais, sirenes de polícia, etc. Hoje em dia o dub é considerado um estilo musical, não mais mera forma de remix.


A pesquisa presente, sobre o género musical vigente na Jamaica, foi então da responsabilidade da Mariana Ribeiro, que conclui:

“ A Jamaica é um país que me interesso em conhecer, não só pelo seu clima e pelo gosto que tenho pela música reggae mas também pelo facto de ser o país do “rei” da música reggae, Bob Marley. Com esta pesquisa, concluí que os jamaicanos têm um estilo de vida muito diferente do nosso. Os habitantes da Jamaica levam a vida de uma forma mais descontraída mas têm mais dificuldades a nível económico em relação aos ocidentais. “


Para o diรกlogo e o desenvolvimento


A 21 de Maio é comemorado em mais de 100 países o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2001, mesmo ano em que foi feita a Declaração Universal da Unesco sobre a Diversidade Cultural. Em 2005, a Assembleia Geral da Organização adoptou a Convenção sobre a Protecção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais.


No primeiro período, a dia 14 de Novembro de 2010, “inaugurámos” o blog de grupo! Este espaço permite, a qualquer leitor, acompanhar o desenvolvimento do nosso trabalho através dos posts que aqui colocamos.


Aspecto do blog, em Novembro/2010


Aspecto do blog, em Março/2011

Ao longo do segundo período apostámos mais no blog. Através deste espaço podemos facilmente partilhar informação com o público.


Endereรงo: http://omundomulticultural.blogspot.com/


No início do segundo período, concluímos os inquéritos que colocámos então a diversas turmas da escola. Aferindo o género, idade e nacionalidade dos inquiridos, e mediante a análise dos dados, pudemos averiguar a quantidade de alunos da escola que tem antecedentes de outras raças, que tem família no estrangeiro e se costuma ir visitá-la ou não, que se acha racista, que considera importante ou não a existência de diferentes culturas numa sociedade e ainda quais as culturas que despertam maior interesse no corpo estudantil. Ora, o tratamento dos dados provenientes das questões referidas serviu e servir-nos-á como um guia para direccionar o projecto de acordo com o público a que o mesmo se destina. Já fizemos, inclusive, uso dessa finalidade, nomeadamente na escolha de culturas para pesquisar e partilhar no blog – seleccionámos as votadas como mais interessantes.


Endereรงo: http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100001964403986


Neste segundo período o grupo criou uma página no Facebook. Muitos grupos, no âmbito de área de projecto, inclusive na nossa turma, possuem uma e decidimos que complementaria também o nosso projecto. Através desta rede social, sentimo-nos mais próximas do público e, de uma forma mais fácil, podem ser-nos colocadas questões em relação ao trabalho. Os posts que partilhamos são de variados tipos: parte deles são reforço das informações do blog, pois o Facebook é um meio mais activo e rápido; outros são imagens, vídeos ou músicas que transmitam a nossa mensagem. As pessoas que temos adicionadas têm colaborado com o trabalho, comentando as novidades do mural. Isto é gratificante para o grupo, pois vemos que estamos a conseguir cumprir os nossos objectivos e manter o público interessado no nosso projecto.


O Dia do Mundo Multicultural na escola ocorreu a 10 de Março do corrente ano de 2011 que foi numa quinta-feira, o primeiro dia de aulas após a interrupção lectiva do carnaval. Este dia, planificado pelo grupo, submetido ao parecer da professora orientadora Eugénia Pinto e, ademais, aprovado pela Direcção da escola, consistiu na venda de pulseiras, brincos, terérés, rastas e bolos – tendo então o objectivo de angariar fundos monetários para futuras despesas do projecto.


Os produtos vendidos foram todos caseiros e artesanais, tendo sido feitos pelo grupo com a ajuda de algumas pessoas. Apresentamos de seguida algumas fotos relativas ao dia da preparação e à exposição na escola.


Confecção do bolo de chocolate.


Confecção do bolo de canela.

Confecção do bolo de laranja.


Confecção do bolo de laranja.

Aspecto do bolo de laranja.


Aspecto do bolo de iogurte.

Decoração dos bolos de canela.


Algumas pulseiras vendidas

Alguns brincos que vendemos.


A banca‌


Um dos elementos de avaliação postos, a todos os grupos, para o segundo período, é então a elaboração de um cartaz ilustrativo que transmita a ideia fundamental do projecto. Depois de analisarmos os documentos referentes à criação de um cartaz, as ideias foram surgindo e começámos a assentá-las de forma organizada! Para esta etapa, pretendemos então uma interacção entre todos os colegas da turma.


Assim sendo, na sessão de dia 23 de Março, montámos na sala de aula um género de “estúdio” para podermos fotografar os colegas. A nossa meta será conseguir juntar partes do rosto de diferentes pessoas, criando então um só rosto – este cartaz ilustrará a máxima “Todos diferentes, todos iguais” e incitará à união dos povos.

Nas páginas seguintes deixamos algumas das fotos resultantes da referida sessão, não tendo as mesmas sido alvo de quaisquer alterações digitais.


Raquel Gil Teresa Oliveira Miguel Galego Ana Pedro Martim Norte Jo達o Pereira Ducamar Mancabo Catarina Sarabando Ana Laranjeira Laura Pires


Uma forma de controlar e dar a conhecer o trabalho efectuado é a redacção de Diários de Bordo.

Em O relação grupo decidiu ao 1ºPeriodo, que, em o grupo cada datou período, as sessões dataria aasdecorrer sessões ee distribuiria distribuiu então assim as mesmas tarefas.pelos elementos. Apresentamos, de seguida, a proposta: as São,calendarização de seguida, apresentadas calendarizações.


1º Período

Nomes

Período de Tempo

Mariana Ribeiro

5/19 Out.

Liliana Marques

20 Out./ 3 Nov.

Maria Inês Ribeiro

9/23 Nov.

Seguem-se, em anexo, os Diários de Bordo, de grupo (anexo 6), e os individuais (anexos 7, 8 e 9), relativos então ao primeiro período


ANEXO 7: DB grupo - enviado a 19/Out/2010

Diário nº1

Liliana Marques, Mª Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro, Ricardo Ramos

12ºCT1


Diário de bordo

Elementos do grupo: Liliana Marques nº15, Maria Inês Ribeiro nº16, Mariana Ribeiro nº18 e Ricardo Ramos nº26 Período de tempo: de 14 a 29 de Setembro de 2010 Local: salas C1 (Terças) e B17 (Quartas) Horário: Terças-feiras (dias 14 e 28), a sessão decorreu das 10h às 11.30h e Quartasfeiras (dias 15 e 29), a mesma se realizou entre as 11.45h e as 13.15h

Tarefas desempenhadas: Durante este período foram leccionadas quatro aulas. Na primeira sessão, estando as mesas juntas, reunimo-nos na sala de aula e cada um de nós fez uma breve apresentação à turma, referindo as disciplinas específicas que escolhera, e revelando também quais os seus interesses e projectos futuros, de modo a que pudéssemos ficar a conhecer-nos um pouco melhor. A professora da disciplina, Eugénia Pinto, também falou de si mesma, fazendo, ademais, alusão ao que é a Área de Projecto. Na sessão seguinte juntamo-nos aleatoriamente por grupos e discutimos ideias entre os elementos, e também entre os diferentes grupos, de acordo com os gostos de cada um – este diálogo teve como objectivo a partilha de opiniões e o registo de temáticas que despertam a curiosidade dos alunos. A nossa mesa fez-se então constituir pelas alunas Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro e Tatiana Fernandes, sendo que, na nossa conversa, revelámos umas às outras algumas das nossas ideias e convicções pessoais, assim como as nossas escolhas e preferências, e ainda o que esperávamos da disciplina de Área de Projecto e do tipo de trabalho que nela viremos a desenvolver. Os grupos aleatórios acabaram por se manter devido a termos encontrado preferências comuns. É de salientar que a aluna Tatiana Fernandes, inicialmente integrada na turma, anulou a matrícula das disciplinas do 12º ano, tendo então abandonado o mesmo, ao passo que o aluno Ricardo Ramos, ao comparecer apenas na segunda semana de aulas, ficou, assim, como elemento constituinte do grupo.


Na sessão seguinte, a professora fez referência às competências e etapas necessárias, ao longo do ano lectivo, para o sucesso na disciplina, assim como os tipos de projecto a apresentar (diários de bordo, portefólio, etc…). O nosso grupo realizou recolha de informação, usando como recurso a internet, na aula, tendo sido a referida pesquisa feita sobre energias renováveis, reciclagem de materiais e outras questões ambientais da actualidade, a qual enviámos à professora via e-mail. Ficou ademais combinado entre os grupos e a professora que investigaríamos sobre a área profissional em que pretendemos prosseguir os nossos estudos. Assim sendo, a aluna Liliana Marques enviou a referida pesquisa, no seu caso, feita sobre investigação criminal, a aluna Maria Inês Ribeiro elaborou a sua sobre dietética e nutrição, enquanto que os alunos Mariana Ribeiro e Ricardo Ramos revelam ainda alguma indecisão quanto ao seu futuro profissional. A realização das pesquisas teve o intuito de dar a conhecer à professora, de modo mais aprofundado, os objectivos futuros de cada um dos elementos do grupo, distinguindo então os seus gostos e capacidades, de modo a poder posteriormente interligá-los na procura de um assunto que seja do interesse de todos os envolvidos. Já na quarta sessão, dia 29 de Setembro, a turma reuniu-se na sala de aula com o intuito de a professora orientadora da disciplina, Eugénia Pinto, fazer então chegar algumas indicações aos alunos, sendo estas referentes aos trabalhos a realizar, nomeadamente, diário de bordo (a elaborar individualmente) e portefólio de grupo, entre outros. Ficou também acordado que os elementos presentes redigiriam uma acta descritiva da referida sessão, a qual deveria ser enviada á professora via email, para posterior avaliação e correcção. Todos os alunos da turma inscritos na disciplina estiveram presentes nesta sessão, com excepção da aluna Maria Inês Ribeiro.

Reflexão crítica sobre o trabalho realizado: As referidas quatro sessões da disciplina permitiram que cada um dos alunos ficasse a conhecer a turma, sabendo mais sobre a personalidade de cada um dos colegas – o que é de grande importância, visto que realizaremos um projecto de desenvolvimento contínuo para o qual serão necessárias empregar diferentes capacidades de diferentes elementos. Esta partilha foi ainda mais aprofundada após os grupos serem formados, através da exposição de ideias e pontos de vista pessoais entre os elementos. Pudemos assim encontrar interesses comuns que, futuramente, impulsionarão à escolha de um tema para o projecto a desenvolver ao longo do ano lectivo. Foi-nos também possível esclarecer o que é a disciplina de Área de Projecto, tendo sido revelados os parâmetros destinados à avaliação – entendemos então que a disciplina promove a interacção entre o conhecimento, a iniciativa e as diferentes personalidades, dando então lugar à criatividade e apresentação de ideias, as quais possibilitam o desenvolvimento das capacidades de autonomia e organização. Neste período de tempo, as sessões ajudaram-nos realmente a reter os objectivos fundamentais da disciplina, de modo a podermos orientar o nosso trabalho.


Comentário geral

Descrevem pormenorizadamente e com rigor as actividades realizadas. Utilizam linguagem muito clara e sintética. A reflexão que apresentam denota competências de um nível muito satisfatório. No futuro preocupem-se em ilustrar com imagens adequadas de forma a não apresentarem só texto e a melhorar ainda mais a estrutura apresentada.

Classificação: 18 valores

Prof(a) : Eugénia Pinto


ANEXO 8: DB individual: Mariana - enviado a 25/Out/2010 Escola Secundรกria Gago Coutinho Ano Lectivo 2009/2010 รrea de Projecto 12ยบCT1


Diário de bordo número 2 Elementos do grupo: Liliana Marques nº15, Maria Inês Ribeiro nº16, Mariana Ribeiro nº18 e Ricardo Ramos nº26 Data: 6 de Outubro de 2010 (Quarta-feira) Local: sala B17 Horário: das 11.45h às 13.15h

Tarefas desempenhadas: Como referido no anterior diário de bordo, o grupo ainda não tinha uma ideia para o projecto com interesse comum a todos os elementos. No dia 6 de Outubro, o grupo teve uma reunião a qual tinha como objectivo chegar então a um tema de trabalho para o ano lectivo. A aluna Liliana Marques, elemento pertencente ao grupo, deu a ideia de realizarmos um recorde inexistente no livro dos “Recordes do Guiness” na escola em que todos os alunos interessados pudessem participar, assim como explorar alguns dos records já efectuados. Os restantes elementos do grupo, Maria Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro e Ricardo Ramos concordaram com a ideia e assim chegamos a um tema que agradou a todos: “Recordes do Guiness”.

Elementos do grupo: Liliana Marques nº15, Maria Inês Ribeiro nº16, Mariana Ribeiro nº18 e Ricardo Ramos nº26


Data: 12 de Outubro de 2010 (Terça-feira) Local: sala C1 Horário: 10.00h às 11.30h

Tarefas desempenhadas: A professora propôs a realização de um diário de bordo de grupo relativo ao período de tempo entre 14 a 29 de Setembro de 2010. Na sessão de dia 12 de Outubro de 2010 a aula foi dispensada aos grupos para a elaboração e/ou continuação desse mesmo diário de bordo. Visto que o nosso diário estava pouco elaborado, iniciamos o trabalho como deve de ser. Adiantamos muito trabalho na aula mas, como não o conseguimos acabar, ficou acordado entre os elementos acabá-lo em casa e enviá-lo então via e-mail na data proposta pela professora, ainda não decidida.

Elementos do grupo: Liliana Marques nº15, Maria Inês Ribeiro nº16, Mariana Ribeiro nº18 e Ricardo Ramos nº26 Data: 13 de Outubro de 2010 (Quarta-feira) Local: sala B17 Horário: das 11.45h às 13.15h

Tarefas desempenhadas: Na sessão de 13 de Outubro de 2010, o grupo teve uma reunião com a professora, tendo esta como objectivo perceber qual os interesses de cada elemento do grupo. Este diálogo entre nós e a professora teve a finalidade de arranjar um tema definitivo para o grupo. Primeiro de tudo, expusemos a nossa ideia dos “Recordes do Guiness”, explicando quais eram as actividades pretendidas e as nossas ideias em relação ao tema. A professora, depois de nos ouvir, comentou a nossa escolha, mencionando alguns senãos e propôs que fizéssemos uma pesquisa individual em que conseguíssemos ligar pontos comuns entre recordes já existentes e os nossos interesses profissionais para o futuro. De seguida, a professora questionou os elementos do grupo um a um sobre quais as actividades que fazemos e gostamos, assim como a profissão que pretendemos para o futuro. As alunas Maria Inês Ribeiro e Liliana Marques, visto que já tinham mencionado quais os seus interesses, não foram alvo de tantas questões. A aluna Mariana Ribeiro mostrou-se interessada em animais com a pretensão de no futuro seguir medicina veterinária. O aluno Ricardo Ramos, estando mais indeciso com quais as suas ambições profissionais, foi alvo de mais perguntas feitas pela professora, mostrando-se então interessado em música e desporto.


Nesta mesma aula também ficou combinado que os alunos teriam que entregar os seus diários de bordo de grupo até ao domingo seguinte.

Elementos do grupo: Liliana Marques nº15, Maria Inês Ribeiro nº16, Mariana Ribeiro nº18 e Ricardo Ramos nº26 Data: 19 de Outubro de 2010 (Quarta-feira) Local: sala B17 Horário: das 11.45h às 13.15h

Tarefas desempenhadas: Na aula de 19 de Outubro de 2010, a professora iniciou a aula referindo que já tinha corrigido algumas actas e mandado estas avaliadas para o e-mail dos alunos. Dado que houve alguns mal-entendidos ao enviar a correcção das actas, os alunos abriram os e-mails para confirmar se estava tudo bem. A aluna Maria Inês Ribeiro falou com a professora sobre o facto de ter faltado à aula da reunião sobre a qual os alunos tinham que fazer a acta proposta anteriormente. Ficou combinado que posteriormente a aluna redigiria uma acta relativa a uma outra reunião. O nosso grupo fez a datação das aulas referentes a este 1º Período - vinte aulas no total - distribuindo assim quatro aulas por cada um, ficando este responsável pelos registos das sessões relativas a cada período de tempo, elaborando assim, individualmente, um diário de bordo. Esta calendarização foi enviada à professora via e-mail.

Reflexão crítica sobre o trabalho realizado: As referidas quatro sessões da disciplina permitiram que ficássemos a conhecer melhor os interesses profissionais e gostos dos nossos colegas o que é bastante importante para que consigamos chegar a ideias comuns entre nós. Pudemos assim encontrar interesses que, impulsionaram a escolha de um tema para o projecto a desenvolver ao longo do ano lectivo. Durante este período fizemos actividades em grupo e os elementos do grupo estão-se a adaptar bem ao trabalho em equipa. Para além disto, começamos a interagir mais com a professora o que foi muito importante para que as nossas ideias começassem a surgir.


Comentários:

O teu diário de bordo está bem apresentada e ilustrado mas no futuro deverá estar em consonância com o tema escolhido e o nome do grupo. A descrição que apresentas demonstra o trabalho efectuado pelo grupo nessas sessões mas deves ter sempre a preocupação em explicitar bem o que cada um fez na sessão e fora da sessão. Revela rigor relativamente ao que foi observado por mim. A forma como te expressas é clara, objectiva e cuidada pelo que deves continuar a investir neste campo para melhorar mais. Relativamente à reflexão que fazes do trabalho desenvolvido pelo grupo revela competências de um nível satisfatório mas deves trabalhar mais este aspecto de forma a fazeres uma análise mais aprofundada.

Classificação: 16,6 valores Prof(a) Eugénia Pinto


ANEXO 9: DB individual - Liliana - enviado a 09/Nov/2010

Diário De Bordo nº3 Elaborado por: Liliana Marques nº15

Grupo: Liliana Marques, Mª Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro, Ricardo Ramos

12ºCT1


Elementos do grupo: Liliana Marques nº15, Maria Inês Ribeiro nº16, Mariana Ribeiro nº18 e Ricardo Ramos nº26 Período de tempo: de 20 de Outubro a 3 de Novembro 2010 Local: salas C1 (Terças) e B17 (Quartas) Horário: Terças-feiras (dias 26 e 2), a sessão decorreu das 10h às 11.30h e Quartas-feiras (dias 20, 27 e 3), a mesma se realizou entre as 11.45h e as 13.15h.

Tarefas desempenhadas: Durante este período foram realizadas cinco sessões. Na primeira sessão, estando as mesas juntas e os respectivos grupos, iniciou-se a elaboração da planificação de trabalho (planificação do projecto). Na sessão seguinte, todos os grupos continuaram a preparar a planificação do projecto, com a ajuda da professora, Eugénia Pinto, que estava sempre disponivel para quaisquer dúvidas que podessem surgir. Na sessão seguinte, alguns dos grupos concluiram a planificação de trabalho. A nossa mesa constituida pelas (o) alunas (o) Liliana Marques, Mª Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro e Ricardo Ramos, nesta mesma sessão, encontrou um tema definitivo „Mundo Multicultural‟, concluindo assim a planificação do projecto. Na sessão seguinte, iniciou-se a apresentação das planificações dos projectos. Para escolher a ordem de apresentação dos grupos procedeu-se a um sorteio. A ordem que calhou no sorteio foi a seguinte: primeiro o grupo „Tartaruga, dá-lhe rumo‟, de seguida o grupo „Mundo Multicultural‟, depois o grupo „Cidade do Futuro‟, em seguida „Olhar Verde‟ e por fim o grupo „Heartbeats‟. Nesta mesma sessão apresentaram três grupos. O primeiro grupo a apresentar foi o grupo „ Tartaruga, dá-lhe rumo‟ constituido pelas alunas(o) Sara Romão, Jael Coehn, Raquel Gil, Teresa Oliveira e Miguel Galego. Este grupo tem como principal objectivo tentar arranjar fundos, bens materiais ou monetários, para enviar para uma ou mais instituições. O segundo grupo a apresentar foi o meu grupo „Mundo Multicultural‟ , que é constituido pelas alunas(o) Liliana Marques, Mª Inês Ribeiro, Mariana Ribeiro e Ricardo Ramos e temos como pincipal objectivo mostrar a diversidade cultural patente numa sociedade, fazendo todos compreender que cada povo tem costumes e tradições únicos.


O terceiro grupo a apresentar foi „Cidade do Futuro‟, constituido pelos alunos Ricardo Passos, Ricardo Baptista, Ricardo Lima, Daniel Gonçalo e Ducamar Mancabo, este grupo tem como principal objectivo idealizar a cidade do futuro baseando-se principalmente na saúde, no ambiente, na segurança, nas energias e na biologia. Na sessão seguinte, os restantes dois grupos em falta apresentaram as suas planificaçoes de trabalho. Pela mesma ordem do sorteio da sessão anterior, deu-se inicio á apresentação do grupo “Olhar verde” constituido pelas alunas (o) Ana Lanranjeira ,Ana Pedro, Carolina Guedes, Catarina Cardoso, Mariana Bernardo e Diogo Pires, este grupo tem como principal objectivo criar um modelo de rio e cidade ideal, através de análises e investigação de campo. E por fim, a apresentação do grupo “Heartbeats”, constituido pelas (os) alunas (os) Laura Garrido, Ricardo Dionisio, Patricia Moura, João Pereira e Martim Norte, este grupo tem como principal objectivo estudar os benefícios e malefícios do desporto, consoante a medida em que for utilizado.

Reflexão crítica sobre o trabalho realizado: As referidas cinco sessões da disciplina permitiram que cada um dos alunos e respectivos grupos ficassem a par de todos os objectivos dos trabalhos apresentados. Com a elaboração da planificação do projecto , todos os grupos desenvolveram capacidades de autonomia e organização para desenvolverem, com sucesso, o trabalho que será feito ao longo do ano lectivo.


Comentário geral:

A apresentação do DB poderá ser mais criativa. A descrição que fazes das 3 primeiras sessões são pouco pormenorizadas pelo que se fica a saber muito pouco do que vocês fizeram nestas sessões. A análise que fazes revela algumas dificuldades pelo que deves empenhar-te em desenvolver as ideias de forma contextualizada de forma a que manifeste uma opinião sobre o trabalho que o vosso grupo está a desenvolver. Preocupa-te em apresentar uma linguagem mais cuidada.

Classificação: 13 valores

Prof(a) Eugénia Pinto


ANEXO 10: DB individual - Maria Inês - Novembro 2010

Escola Secundária de Gago Coutinho

“O Mundo Multicultural” Diário de Bordo nº4 Área Curricular: Área de Projecto Professora: Eugénia Pinto Turma: 12ºCT1

Liliana Marques, Maria Inês, Mariana Ribeiro

Novembro 2010


Introdução O presente documento descreve o trabalho realizado pelo grupo, constituído pelas alunas Liliana Marques, Maria Inês Ribeiro e Mariana Ribeiro, do 12ºCT1, durante o período de tempo que engloba as sessões desde o dia 09 de Novembro até ao dia 23 deste mesmo mês. No referido documento, é ainda apresentada uma reflexão sobre o desenvolvimento do projecto, para que possamos analisar as tarefas realizadas e o nosso empenho em relação às mesmas, identificando os aspectos mais e menos positivos do trabalho. O mesmo diário de bordo, sendo a nível individual, foi então redigido por mim, Maria Inês Fernandes Miguel Ribeiro, aluna número dezasseis da turma.


Sessão: 09/Novembro/2010, Terça-Feira Horário: 10h-11h30 Local: Sala C1

Tarefas desempenhadas: Na sessão deste dia nove, o grupo, entre os elementos, dividiu tarefas: eu, que já havia falado com os colegas quanto à necessidade da criação de um logótipo, trouxe de casa três esboços de possíveis logótipos e apresentei-lhes assim a ideia, tendo então o grupo concordado em levá-la avante. Assim, nesta referida sessão, fiquei encarregue de desenvolver os desenhos, enquanto que os outros elementos, Liliana Marques, Mariana Ribeiro e Ricardo Ramos, que estava ainda presente, fazendo recurso à Internet, tentavam decidir as culturas do seu interesse sobre as quais investigarão neste projecto. A professora orientadora, Eugénia Pinto, ao reparar que eu estava a desenhar, veio ao meu encontro, perguntando o objectivo daquelas gravuras. Conversando, revelei-lhe assim o meu gosto pelo desenho e a proposta de ser então eu a esboçar o logótipo do grupo. A professora achou isto uma boa ideia, questionando-me depois acerca das aptidões informáticas dos elementos do grupo... Desconhecendo eu que algum de nós se destacasse nessa área, referi o facto de eu ser administradora de um blog pessoal, pelo que fiquei então responsável por criar o blog do grupo e, deste modo, ir aferindo acerca do desenvolvimento do projecto. Durante esta conversa com a professora, esclareci ainda algumas dúvidas que tinha relativamente à redacção da acta e também outras referentes à linguagem apropriada para se adoptar no diário de bordo. No final da aula, mostrei então os desenhos aos elementos do grupo, os quais deram algumas sugestões de cor e pormenores a acrescentar no desenvolvimento dos mesmos que, ademais, não estavam ainda terminados. Concretamente, a aluna Liliana Marques expôs-nos a ideia de acrescentar um globo a um dos desenhos, de


forma a representar então as diferentes culturas existentes em todo o Mundo, e eu, concordando realmente com essa alteração, decidi-me a concretizá-la. Os colegas disseram-me então que, auxiliados pela pesquisa na internet, haviam decidido as culturas que, a cada um, pertenceriam, tal que a Liliana ficaria encarregue da cultura Kayan Lahwi, a Mariana do Hinduísmo e o Ricardo abordaria assim a cultura jamaicana. Descobriram ainda a existência do Museu Mundial da Cultura (em Gotemburg, na Suécia), bem como a comemoração, a 21 de Maio, do Dia Mundial da Diversidade Cultural, para o diálogo e o desenvolvimento. Estas novas informações interessaram-nos imenso para enquadrar o planeamento de futuras actividades, sendo que ficámos de pensar sobre estas, para decidir o que fazer.


Sessão: 10/Novembro/2010, Quarta-Feira Horário: 11h45-13h15 Local: Sala B17 Tarefas desempenhadas: Tendo eu terminado os desenhos que começara, na anterior sessão, trouxe-os para a sala de aula, neste dia 10 de Novembro, para que os colegas do grupo pudessem vê-los. Assim, foi por unanimidade que decidimos que o desenho número um, apresentado de seguida, seria o logótipo do grupo, identificando-o em futuros trabalhos. O desenho dois, sendo também do agrado de todos os elementos, foi seleccionado para ser “a cara” do blog. Relativamente ao terceiro, representando também o tema do “Mundo Multicultural” que escolhemos, ficará guardado para possíveis utilizações.

Desenho 2

Desenho 3

Desenho 1


Consoante o que ficara já combinado, nesta sessão a professora Eugénia Pinto reuniu com cada grupo a modos de reflectirmos sobre a apresentação das planificações, concretizada nos dias 2 e 3 do mês corrente. Fizemos assim a autoavaliação do nosso grupo, falando também a nível individual e lamentando, em nome de todo o grupo, não ter elaborado um suporte em PowerPoint, como fizeram os restantes, mas a verdade é que a falta de tempo limitou a preparação da nossa exposição oral. Havíamos feito a mudança para o tema actual muito em cima da hora, tal que tínhamos até já formulada uma planificação sobre a investigação dos “Records do Guiness”, pelo que foi-nos mesmo impossível desenvolver a apresentação de uma melhor forma. Compreendi que, para futuros trabalhos, o grupo tem de estar mais unido e conseguir dividir melhor as tarefas. O grupo, após debater entre si, comunicou à professora Eugénia Pinto que pensava fazer uma pequena alteração relativamente à planificação do projecto: inicialmente, havíamos planeado terminar o projecto com a realização de um vídeo ilustrativo dos Direitos Humanos, porém, reformulando a ideia, decidimos então fazer o mesmo no 2º período, deixando para último lugar uma mostra de culturas a desenvolver nas proximidades do Dia Mundial da Diversidade Cultural, 21 de Maio. Juntando a esta reformulação, o grupo definiu o que fazer em relação ao primeiro período: começando por desenvolver os tópicos relativos precisamente à diversidade cultural e à importância das diferentes culturas na formação de uma sociedade. Acordámos então a elaboração de um inquérito na escola para realização de estatísticas as quais, antes de tudo, servirão para direccionar os objectivos do nosso trabalho à população escolar. Ainda nesta sessão, apontámos em papel as perguntas com interesse para serem colocadas às diferentes turmas.

Sessão: 16/Novembro/2010, Terça-Feira Horário: 10h-11h30 Local: Sala C1 Tarefas desempenhadas: O grupo iniciou a sessão acedendo ao e-mail da Liliana Marques, uma vez que a professora Eugénia Pinto tinha já corrigido e classificado o diário de bordo individual da aluna e estávamos, claramente, curiosas para vê-lo. Consultámos também a calendarização relativa aos diários de bordo, visto que eu tinha dúvidas quanto à data de finalização das sessões que me haviam sido entregues. Estando já o blog criado e, ademais, inaugurado a dia 14 de Novembro, estivemos a vê-lo na sala de aula e decidimos acrescentar uma aplicação ao mesmo: relativa à ideia da realização do questionário na escola, colocámos no blog a pergunta “Consideras-te uma pessoa racista?” para que os leitores online possam também contribuir para esta análise. Relativamente ainda ao questionário, estivemos a passar o mesmo para Word, de modo a poder dá-lo a conhecer à professora e, mais tarde, imprimi-lo.


Falando com a professora Eugénia Pinto, pudemos, ao nível de turma, esclarecer algumas dúvidas referentes à elaboração do portefólio digital e dos relatórios a apresentar, nomeadamente em relação a aspectos mencionados nos critérios de avaliação. Ainda em relação ao blog, a professora Eugénia Pinto, ao passar pela nossa mesa de trabalho, viu que o site estava então aberto no ecrã e mostramos-lhe assim como ia o seu desenvolvimento, ainda que, no momento, bastante embrionário pois havia sido inaugurado há apenas dois dias. A professora disse gostar da combinação de cores que o blog apresentava e pediu-nos o link para poder aceder ao mesmo. Os colegas que passavam e viam, mostram-se também interessados, o que nos deixou, obviamente, contentes com o trabalho efectuado.

Sessão: 17/Novembro/2010, Quarta-Feira Horário: 11h45-13h15 Local: Sala B17 Tarefas desempenhadas: O grupo iniciou esta sessão de dia 17 rectificando alguns pormenores do inquérito que elaboráramos nas passadas sessões, ficando de enviar o mesmo à professora Eugénia Pinto, para que pudesse então analisar o documento. Debatendo entre si, o grupo verificou que existiam algumas dúvidas em relação a fundos monetários precisos para a concretização do projecto e pedimos assim à professora que nos ajudasse a esclarecer esses aspectos, tendo-nos explicado que a escola não oferece quaisquer ajudas monetárias porque, afinal de contas, o projecto é nosso. Isto fez todo o sentido para mim e decidimos então pôr mãos à obra: foi deste modo que a Mariana ficou responsável pela angariação de patrocínios, encarregando-se assim de enviar e-mails a algumas entidades, nomeadamente a UNESCO, a Benetton e etc… Ficámos deste modo à espera que as referidas empresas respondessem ao nosso pedido, contribuindo com o que esteja à sua disponibilidade. Falando ainda com a professora, esclarecemos algumas dúvidas que persistiam em relação ao portefólio. Eu, pessoalmente, não havia entendido em que consistiria a datação dos elementos recolhidos ou a justificação da sua escolha, tendo então a professora explicitado o objectivo desses mesmos itens. A professora facultou à turma relatórios de anos anteriores que, passando os mesmos por todos os grupos, possibilitaram-nos a análise da sua estrutura e fizeram-nos compreender os objectivos a cumprir na elaboração de um documento deste tipo.


Sessão: 23/Novembro/2010, Terça-Feira Horário: 10h-11h30 Local: Sala C1

Tarefas desempenhadas: A data prevista para entrega do portefólio digital estava planeada para dia 24, ou seja, no dia seguinte à sessão descrita. Porém, uma vez que nessa tal quartafeira se realizaria uma greve geral no país e não teríamos então aulas, o prazo foi alargado por mais uma semana. Deste modo, a sessão deste dia 23 foi dispendida no desenvolvimento do portefólio. Estava já composta a estrutura principal do referido documento, com as pesquisas devidamente anexadas e a outra documentação necessária. Contudo, faltavam algumas rectificações e também definir certos pormenores, nomeadamente em relação ao design. Eu, Maria Inês, tendo aprendido a fazer um catálogo digital, levei um pequeno exemplo para a aula, para que as minhas colegas, Liliana e Mariana, pudessem ver como ficaria o nosso trabalho. Nesta sessão, tomámos conhecimento de que os restantes grupos estavam a elaborar os seus portefólios em formato PowerPoint. Nós achámos que este modelo de revista seria original. A professora Eugénia, ao ver que pretendíamos fazer assim o portefólio, questionou-nos quanto ao funcionamento do mesmo, em comparação com o formato adoptado pelos outros grupos. Mostrámos então que é fácil visualizar um portefólio digital em forma de revista, e, como a professora se mostrou interessada neste formato, fiquei de lhe indicar os passos necessários para a criação de um documento deste género.


Reflexão sobre o trabalho realizado Este período de tempo, cujas sessões foram, neste diário de bordo, descritas, fez com que o trabalho evoluísse bastante! De inicio encarámos imensas dificuldades na escolha de um tema que agradasse a todos os elementos e pudesse, também, relacionar os nossos interesses profissionais. Confesso que a superação deste desafio foi, para mim, um grande alívio. A partir do momento em que, após decidirmos abordar o “Mundo Multicultural”, pudemos planificar o projecto, tudo se tornou mais claro, direccionando os nossos objectivos a pontos mais específicos. A escolha das culturas a desenvolver foi um outro aspecto que me fez sentir que o projecto tem, realmente, tudo para poder avançar. A criação do logótipo foi uma das fases do trabalho que eu poderei, claramente, destacar. Área de Projecto é uma área curricular que tem como um dos objectivos explanar as capacidades individuais de cada elemento dos diferentes grupos, visando a construção de um trabalho comum – o facto de ter desenhado para este trabalho permitiu usar o meu gosto pelo desenho para poder criar algo da necessidade do grupo. Digo o mesmo em relação ao blog: gostando imenso de design gráfico, foi uma óptima experiência criar um blog de grupo e, tendo eu ficado como responsável do mesmo, posso não só aplicar as minhas capacidades na área como também desenvolver as mesmas, aprendendo sempre mais com este projecto. São, certamente, aspectos positivos que desenvolverão a minha formação. São realmente notórios os avanços do trabalho: o facto de procurarmos patrocínios é também, na minha opinião, prova disso. A elaboração de um inquérito para propor às turmas também auxiliou imenso na definição de objectivos concretos para este primeiro período. Juntando a isto, refiro que a averiguação da existência do Museu da Cultura, e da comemoração do Dia Mundial da Diversidade Cultural, enriqueceram as nossas expectativas futuras pois estas novas informações fizeramnos enquadrar o projecto nos limites apropriados, tendo o grupo aferido datas mais precisas para a concretização das fases planificadas. Contudo, a auto-avaliação realizada após a semana de apresentações fez-me pensar… Entendi realmente que, para futuras exposições orais, o grupo tem que dividir bem as tarefas, de modo a que todos os elementos participem activamente na partilha de ideias com o resto da turma e demonstrem assim mais união. Um ponto que devo também destacar é a oportunidade que a professora orientadora, Eugénia Pinto, nos deu de analisar relatórios feitos por alunos de anos anteriores. Fiquei, sem dúvida, elucidada quanto à forma como deve ser estruturado um relatório e a organização de conteúdos no mesmo. Refiro este facto uma vez que, sendo a elaboração de relatórios um dos elementos de avaliação, é de todo benéfico para os alunos poderem ver exemplos de relatórios antes de redigirmos os próprios.


Por fim, tenho a salientar a elaboração do portefólio digital, que o grupo acordou em realizar sob a forma de revista. Eu já tinha ouvido falar acerca deste formato portanto, na altura de tratar dos portefólios, investiguei sobre o assunto e alcancei o site www.issuu.com. E foi através deste serviço que, após algumas tentativas, aprendi como se fazia um portefólio neste formato. Foi sem dúvida um desafio aprender, e também desenvolver o projecto de uma forma diferente das dos outros grupos. Mas considero a experiência bem concretizada: pelo menos o grupo ficou satisfeito com o resultado final e eu, pessoalmente, como acho que “o saber não ocupa lugar”, gostei de poder acrescentar esta aprendizagem à pessoa que sou.

Comentários gerais Ao ler o teu diário de bordo fica-se com uma ideia bastante clara das actividades desenvolvidas pelo grupo durante esse período. Nele está o rigor, o pormenor da descrição das actividades, o cuidado na linguagem, a criatividade. Aspectos fundamentais num diário de bordo a par de outros que também estão contemplados, nomeadamente a reflexão crítica. A análise que fazes do trabalho desenvolvido revela competências de um elevado nível pelo que é importante que continues a empenhar-te no desenvolvimento de capacidades que este projecto te vai permitir. Classificação: 19,6 valores Prof(a) Eugénia Pinto


2º Período

Nomes

Período de Tempo

Liliana Marques

Mês de Janeiro

Mariana Ribeiro

Mês de Fevereiro

Maria Inês Ribeiro

Mês de Março

Segue-se, em anexo, o Diário de Bordo individual (anexos 10) relativo então ao segundo período


Diário nº5

‘MUNDO MULTICULTURAL’

Liliana Marques, Mª Inês Ribeiro e Mariana Ribeiro 12ºCt1

ANEXO 11: DB individual - Liliana - Janeiro 2011


Elementos do grupo: Liliana Marques nº15, Maria Inês Ribeiro nº16, Mariana Ribeiro nº18 Período de tempo: de 4 de Janeiro a 26 de Janeiro de 2011 Local: salas C1 (Terças-feiras) e B17 (Quartas-feiras) Horário: Terças-feiras (dias 4, 11, 18 e 25), a sessão decorreu das 10h às 11.30h e Quartas-feiras (dias 5, 12, 19 e 26), a mesma se realizou entre as 11.45h e as 13.15h

Tarefas desempenhadas: Durante este período de tempo foram leccionadas oito aulas. Na primeira sessão, toda a turma se reuniu na sala de aula. Esta união da turma em volta de uma mesa, teve como objectivo tirar conclusões sobre como correu o primeiro período. A professora levantou duas questões, sendo a primeira: - Se a disciplina de área de projecto nos tira tempo às outras disciplinas; A segunda questão levantada foi: - Se a disciplina de área de projecto desenvolve ou não as nossas capacidades. Postas estas questões, iniciou-se o debate, sendo dada a palavra a todos os alunos que quisessem falar. Em seguida, a professora entregou, a cada grupo, um documento de avaliação do trabalho desenvolvido no primeiro período, esse documento referia a nossa evolução como grupo, avaliação individual e em termos de interacção com a turma. No fim do documento estava a avaliação quantitativa do logótipo, blog e do portfólio. Depois a professora reuniu-se com cada grupo, individualmente. Com a professora falámos sobre os aspectos a melhorar, não havia dúvidas por parte do nosso grupo porque estava tudo explicito na folha. Depois da pequena conversa com a professora, o nosso grupo aproveitou o resto da aula para calendarizar as sessões a decorrer neste segundo período. Assim, dividimos os meses pelos elementos do grupo, de modo a que cada uma de nós ficasse responsável pela redacção de um diário de bordo. Elaborámos um documento com a referida informação, o qual enviámos por mail á professora. Na segunda sessão, o nosso grupo dirigiu-se á reprografia para tirar fotocópias do inquérito que foi feito por nós no primeiro período.


Em seguida dirigimo-nos ao bloco A, á vitrina dos horários, para procurarmos as salas das turmas que, inicialmente, escolhemos para responderem ao nosso inquérito. Fomos ás salas das turmas, 12ºCt3; 12ºTd; 12º Se e 12ºLh. As turmas reagiram bem e mostraram-se bastante interessadas no tema trado no questionário. Depois, voltamos para a sala e deparamo-nos com um envelope da UNESCO. A UNESCO respondeu ao pedido que foi feito no primeiro período. Neste envelope vinham livros, revistas e panfletos que irão contribuir para o nosso trabalho.

Na terceira sessão, os alunos fizeram a sua planificação de trabalho na respectiva sessão. Como ainda tínhamos inquéritos suficientes, fizemos o inquérito á nossa turma, todos os alunos responderam e mostraram interesse. O nosso grupo começou a analisar os inquéritos feitos na sessão anterior. Fizemos a contagem das diferentes respostas de modo a podermos, depois, fazer as estatísticas. Analisamos, nomeadamente: idade; sexo; nacionalidade; antecedentes de outras raças; familiares no estrangeiro; se costuma visitar os familiares. Durante a análise dos inquéritos, o grupo reparou e discutiu o facto de haver muitas respostas nulas, respostas simples como, a idade e a nacionalidade, encontravam-se em branco. Falámos também sobre a necessidade de actualizar o blog, sendo que iremos discutir o que iremos lá colocar, na sessão seguinte. No sábado a Mariana Ribeiro fez o facebook e o mail do grupo, e nesta sessão falamos sobre o que futuramente iremos lá postar, como o logótipo, link do blog e informações sobre o decorrer do trabalho. Na quarta sessão, mais uma vez, os alunos tiveram a sessão para planificarem o seu próprio plano e trabalho. Nesta sessão o nosso grupo continuo e concluiu a analise dos inquéritos, nomeadamente: o que encontram de diferente em outras culturas, relativamente aos nossos hábitos; se considera uma pessoa racista; se acha importante haver diferentes culturas na sociedade, e por fim; tens alguma cultura que te interesse e sobre a qual gostasses de saber mais.


Durante a análise dos inquéritos o grupo falou em colocar no vídeo e no PowerPoint (que irá ser apresentado no 3ºperiodo) algumas das respostas dadas pelos inqueridos, pois havia muitas respostas engraçadas mas que sensibilizam as pessoas. Na quinta sessão, o grupo decidiu que ia aproveitar para actualizar o blog. Fizemos um post, onde falávamos em duas culturas, estas culturas, segundo os inquéritos feitos e analisados em sessões anteriores, são as que mais intrigam os alunos e sobre as quais eles querem saber mais informações. Escrevemos sobre a cultura japonesa e a cultura egípcia. Sobre a cultura japonesa, escrevemos sobre as comidas típicas, vestuário e mostrámos, como curiosidades, algumas palavras japonesas descendentes de palavras portuguesas. Da cultura egípcia, escrevemos sobre a cultura no geral, apontando alguns dos seus hábitos e costumes. No post, também indicámos um site bastante completo que encontrámos durante a nossa pesquisa na internet.

Na sexta sessão a aluna Maria Inês, elemento do nosso grupo, não esteve presente. Os restantes elementos, Liliana Marques e Mariana Ribeiro, trabalharam no blog e no facebook. Procurámos informações sobre a exposição exponoivos que, ocorreu na fil de Lisboa de sete a nove de Janeiro de 2011. Achamos bastante interessante este acontecimento e decidimos partilhar com os nossos seguidores. Na sétima sessão a professora iniciou a sessão questionando os grupos quanto aos trabalhos até ao momento. Assim, um elemento de cada grupo revelou á turma o desenvolvimento do seu projecto. Nós, nomeadamente a aluna Maria Inês, falou acerca dos inquéritos feitos a algumas turmas da escola, bem como a sua finalização e análise dos resultados. Precisamente através dessa análise, pudemos constatar as culturas que mais interessam aos alunos e seleccionar algumas para abordar e postar no blog, mostrando informações que temos vindo a adquirir com o desenvolvimento das pesquisas. Durante o resto da sessão fizemos pesquisas sobre as maravilhas do mundo e eventos culturais. Na oitava sessão, o grupo concordou em elaborar um cartaz, sobre as culturas pelas quais os elementos do grupo se interessam, nomeadamente a cultura Indu, Padaung e Jamaicana. O grupo já tem as pesquisas elaboradas, as quais integram o portfólio, portanto,


combinámos, na próxima sessão trazer o material já recolhido e mais algumas imagens alusivas aos assuntos em questão. Averiguamos também a necessidade de procurar preços de gráficas possíveis para a posterior impressão do nosso trabalho. Em seguida, a professora foi á nossa mesa para termos uma conversa sobre o dia de apresentação do nosso projecto á escola. A professora explicou-nos que o projecto de apresentação á escola deveria ter uma grande dimensão e que teria que ser bem planificado e bem preparado para que este dia possa ter sucesso.

Reflexão crítica sobre o trabalho realizado: As referidas oito sessões da disciplina permitiram que os três elementos do grupo percebessem, através da análise dos questionários feitos a algumas turmas da escola, o impacto que o tema do nosso projecto tem para os restantes alunos. Também através da análise dos questionários, vimos as culturas que os alunos mais se interrogam, enriquecendo assim o nosso blog e facebook com informações úteis sobre estas.

O facto de termos criado e apostado mais no nosso facebook, mantendo a informação sempre actualizada, permitiu a expansão do projecto e deu a possibilidade de todos poderem acompanhar o nosso projecto. Estamos a tentar planear as etapas no tempo, nomeadamente a apresentação do projecto à escola, pelo que temos pensado em organizar uma amostra de culturas, o cartaz ilustrativo, os bolos chineses, entre outros. Permitiu também que o grupo, através das pesquisas feitas, ficasse a conhecer mais e melhor as culturas do nosso mundo. O projecto está sempre em desenvolvimento, sem nunca nos esquecermos dos nossos objectivos finais.

Comentários Ao ler o teu diário de bordo confirma-se uma evolução notória em relação ao primeiro por isso mesmo acho que compreendeste a mensagem Classificação: Bom (16,5 valores) Prof(a) Eugénia Pinto


A elaboração de um relatório de final de período faz parte da avaliação em Área de Projecto. O mesmo deve referir e descrever o desenvolvimento do projecto, sendo fundamental salientar os aspectos positivos e negativos que ele implica.


Os relatórios encontram-se anexados ao presente portefólio, na pasta respectiva, devido à impossibilidade de incluir formato pdf neste documento.


Um dos elementos a avaliar em Área de Projecto é a elaboração, individual, de Actas.

As actas pretendidas são referentes a sessões, tal que os alunos são atempadamente avisados de que terão de redigir a acta relativamente a uma data específica.


Seguem então em anexo (anexos 9 e 10) as actas, já avaliadas, que os elementos do grupo fizeram até ao momento.


ANEXO 14: Acta nº1 (sessão de 29/Set/2010) - Mariana

Acta número um Aos vinte e nove dias do mês de Setembro de dois mil e dez, reuniu-se na sala número 17 do bloco B, a turma de décimo ano de Ciências e Tecnologias um (CT1) numa aula de Área de Projecto leccionada pela professora Maria Eugenia Pinto. Compareceram os alunos da turma de CT1 à excepção da aluna Maria Inês Ribeiro, numero dezasseis. A aula teve a seguinte ordem de trabalhos: - Discussão da planificação do 1º Período; - Como se elabora uma acta. No cumprimento do primeiro ponto da ordem de trabalhos, a professora Maria Eugenia Pinto, deu a conhecer os projectos e actividades (diários de bordo, portefólios, relatórios, etc.) que cada grupo e /ou aluno irão realizar relativamente ao primeiro período na disciplina de Área de Projecto. Discutiu-se, ordeiramente, entre alunos e professora as datas referentes a realização, entrega e apresentação de trabalhos. Os alunos expuseram as suas opiniões sendo que em algumas situações, não havendo ideias comuns entre os presentes, recorreu-se à votação. Relativamente ao segundo ponto da ordem de trabalhos apresentada, a professora indicou aos alunos de como se realiza uma acta, propondo que individualmente, cada aluno realizasse uma, com o prazo de cinco dias sendo a entrega feita via email. Nada mais havendo a trata, deu-se por encerrada a reunião, da qual foi lavrada a seguinte acta que depois de aprovada será assinada por mim, Mariana Ribeiro, número dezoito, aluna da turma de décimo segundo ano de Ciências e Tecnologias (CT1) e pela professora Maria Eugenia Pinto, presentes na reunião.

Classificação: 11,3 valores Prof(a): Eugénia Pinto


ANEXO 15: Acta nº1 (sessão de 29/Set/2010) - Liliana

Acta número um Aos vinte e nove dias do mês de Setembro de dois mil e dez, reuniu-se na sala número 17 do bloco B, a turma do décimo segundo de Ciências E Tecnologias numa aula de Área de Projecto leccionada pela professora Maria Eugenia Pinto. Compareceram todos os alunos da turma CT1 à excepção da aluna Maria Inês Ribeiro. A aula teve a seguinte ordem de trabalhos: - Como se elabora uma acta; - Discussão da planificação do 1º Período. A aula iniciou-se com a distribuição de exemplos de actas, para uma melhor compreenção da elaboração desta, e da distribuição da planificação das sessões do 1ºPeriodo da disciplina de Área de Projecto. Em seguida a turma, juntamente com a professora Maria Eugénia, foram discutidas as datas da realização das sessões, entrega dos relatórios e entrega do portofólio. Nada mais havendo a tratar nesta aula, pelo menos com carácter relevante para ser mencionado nesta acta, deu-se por terminada a sessão.

Classificação: não satisfaz Prof. Eugénia Pinto Liliana Marques Azevedo Nº15


Apresentamos então avaliações intermédias em relação ao trabalho, que expõem as dificuldades que nos foram surgindo, encaradas a nível individual, bem como a reflexão que fazemos sobre os problemas e a sua superação.


1º Período Data da Redacção: Novembro 2010


“ De inicio a maior dificuldade que o grupo teve foi a compreensão dos conteúdos da disciplina, uma vez que esta é nova para nós. Tivemos que perceber como se faz uma acta, um diário de bordo, um portfólio e um relatório, mas durante as sessões e com a ajuda da professora Eugénia Pinto, fomos entendendo. Uma grande dificuldade foi encontrada na escolha de um tema de interesse comum aos quatro, mas com o passar das sessões e depois de nos conhecermos melhor conseguimos encontrar um tema definitivo. Na distribuição individual de trabalhos também tivemos algumas dificuldades, uma vez que perdemos um elemento do grupo, Ricardo Ramos, e somos apenas três a realizar um projecto destas dimensões. Uma grande dúvida que nos surgiu, e foi rapidamente esclarecida com a Professora Eugénia Pinto, foi a de que o trabalho iria necessitar de fundos finançeiros e teriamos que arranjar patrocinios.

Por: Liliana Marques


Por: Maria Inês Ribeiro

No começo deste décimo segundo ano, deparámo-nos então com

uma área curricular nova para todos: Área de Projecto. Ora, desde logo, o primeiro desafio foi compreender os conteúdos e competências requeridas para o decurso do ano lectivo. Se, de inicio, isto nos causou alguma confusão, passadas algumas sessões, e tendo a professora Eugénia Pinto facultado alguns documentos esclarecedores, entendemos os elementos a avaliar à medida que o trabalho avançasse. Reunidos os grupos de trabalho, pudemos iniciar o debate em relação aos nossos interesses. A grande dificuldade que nos surgiu foi, sem dúvida, a escolha de um tema a desenvolver. E isto porque as áreas profissionais, que cada um dos elementos projecta para o seu futuro, divergem muito entre si e, apesar das tentativas que fizemos (nomeadamente a exploração de “Energias Renováveis” e “Recordes do Guinness”), os temas em que pegámos revelavam-se insuficientes para dimensionar um projecto de longa duração. O assunto preocupava-nos, até porque se aproximava a data de entrega da planificação do projecto… O problema foi sendo superado através do diálogo entre os elementos do grupo, sob a orientação da professora Eugénia, e, já em cima da hora, decidimo-nos a investigar o tema “O Mundo Multicultural”, uma vez que este é do interesse de todos e, ademais, interliga as nossas áreas profissionais. Foi muito importante para o grupo conseguir ultrapassar esta dificuldade. A partir do momento em que nos decidimos e pudemos então apresentar o plano, considerámos muito mais motivador o desenvolvimento do trabalho.


“No inicio do ano, o grupo teve dificuldade ao nível da escolha de um tema para a realização do projecto para o ano lectivo com interesse comum aos quatro elementos do grupo. Também tivemos que aprender a realizar novas actividades como as actas, diários de bordo, portefólios e relatórios mas em relação a isso penso que os elementos do grupo não tiveram grandes dificuldades em compreender como se fazem. Em relação à distribuição de trabalho entre os alunos pertencentes ao grupo, tivemos um pequeno problema visto que o aluno Ricardo Ramos sairá da turma e isso irá dar-nos mais trabalho pois só somos três elementos mas com motivação e força de vontade tudo se consegue..

Por: Mariana Ribeiro


2º Período Data da Redacção: Abril 2011


Por: Liliana Marques

Em comparação com o primeiro período, este

segundo foi muito mais produtivo e interessante, uma vez que a maior parte do trabalho foi prático e não em base escrita. Com a elaboração do trabalho fora das aulas, para toda a escola, o grupo mostrou muito mais interesse e vontade em levar o projecto até ao fim. Eu também fiquei muito motivada, porque percebi que é possível fazer do nosso projecto mais que um trabalho obrigatório nesta área curricular. Podendo assim afirmar que estou muito satisfeita, acho que não podia ter escolhido outras pessoas para trabalhar, damo-nos bem, dentro e fora da sala de aula, e funcionamos muito bem em grupo sem nunca termos discussões. Na minha opinião, apesar de termos perdido um elemento do grupo, o trabalho realizado neste segundo período foi bastante bom e conseguimos concretizar com sucesso tudo o que tínhamos planeado fazer.


Neste segundo período, sinto que o projecto teve

realmente “espaço” para avançar! Foi uma altura bastante autónoma, em que pudemos direccionar as actividades da forma como achámos mais adequado. Fizemos inquéritos, preparámos o “Dia das Culturas” no recinto escolar e, mais recentemente, temos apostado num cartaz ilustrativo para o projecto, dando então a conhecer a nossa mensagem. Desenvolvemos as capacidades individuais, dentro do grupo, e isso é realmente notório nas prestações escrita e oral dos elementos do grupo. Em relação aos outros grupos, a relação que temos fomentado é, tem dúvida, boa! Há imenso interesse no projecto alheio e isso é bom para que a união enquanto turma possa crescer. Espero que, daqui em diante, o grupo continue sólido e unido como se tem demonstrado até aqui.

Por: Maria Inês Ribeiro


Por: Mariana Ribeiro

“Ao longo deste segundo período, o grupo realizou um bom trabalho, concretizando os seus objectivos. Apesar de sermos o grupo mais pequeno, e por isso com um maior peso em relação ao trabalho, conseguimos ultrapassar todas as nossas dificuldades com a ajuda umas das outras. Relativamente às actividades realizadas, penso que o grupo conseguiu dar o melhor de si. Empenhamo-nos bastante no nosso trabalho, principalmente na actividade intermédia realizada neste segundo período. Foi um desafio superado com o qual aprendi que, para que possamos chegar aos nossos objectivos em equipa, é muito importante a compreensão e o auxílio entre o grupo. Fiquei também a conhecer novas competências e talentos no grupo visto que realizamos pulseiras totalmente feitas a mão, assim como os bolos caseiros que ficaram bastante apetitosos para inexperientes em cozinha como confessamos ser. Sinto-me totalmente satisfeita com o grupo e com o nosso trabalho ao longo do ano. Entre nós existe uma relação bastante boa pelo que, até ao momento, temo-nos

entendido muito bem e sem conflitos.


Área de Projecto é uma área curricular que puxa pelas nossas capacidades individuais, expandindo também os nossos conhecimentos até novos horizontes, uma vez que o trabalho a realizar engloba diversificadas fases.


Assim, decidimos acrescentar este separador ao nosso portef贸lio, onde descrevemos as aprendizagens que concretiz谩mos com o decurso do trabalho.


1- Como fazer um portefólio? O nosso portefólio é realizado em forma de revista digital. Para isso, usei o serviço:

www.issuu.com

Acedendo ao site, criei a minha conta de utilizador, em poucos passos simples. Desta feita, tinha então a “My Library” disponível para carregar ficheiros. A criação de uma revista digital é bastante fácil: Basta ter o documento completamente pronto, em formato WORD ou PDF, e o serviço converte-o para o formato pretendido, escolhendo apenas algumas características técnicas e de formatação. Não foi difícil aprender a fazer isto e, por unanimidade, o grupo achou original apresentar assim o nosso portefólio!

Por: Maria Inês Ribeiro

Por: Maria Inês Ribeiro



port de ap 2