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HIPERPORTFÓLIO CURSO PROINFO - 100 HORAS PROFESSOR FORMADOR: FÁBIO MICHELLE THAIS MORESCHI TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ENSINANDO E APRENDENDO COM A TIC´S

Unidade 1: Tecnologia na sociedade, na vida e na escola ATIVIDADE 1 COMO SOU COMO PROFESSOR E APRENDIZ? Primeiro tivemos como subsídio as seguintes leituras: a entrevista de Antônio Nóvoa e o texto de Maria Umbelina Caiafa Salgado, “Formação de Professores: um grande desafio”. Através desta atividade pude fazer um “flashback” dos meus primeiros passos como aprendiz e da importância da minha mãe nesta trajetória educacional. Fórum – Tema: “Conhecendo a turma” Complementando a atividade anterior deixamos um comentário para um colega, destacando os aspectos que mais nos chamaram a atenção. Foi interessante comparar o nosso texto com o dos colegas, em alguns se destacou a fundamentação teórica em outros traços bem pessoais, como em minha produção.

ATIVIDADE 2


Diário de Bordo – Registrando a própria reflexão Para este primeiro registro no diário, fizemos a reflexão e o registro de alguns aspectos sobre o uso da tecnologia nos processos de ensino e aprendizagem acerca dos textos "Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da terceira idade" de José Armando Valente e "As Sereias do Ensino Eletrônico" de Paulo Blikstein e Marcelo Knorich Zuffo. Uma informação que considerei bastante interessante foram as predisposições de aprendizagem (caçador-ativo, receptor-ativo, profissional-capaz e caçador-ativo) e que cabe à escola orientar os alunos para estas ocorram ao longo da vida. Abaixo segue a reflexão que deixei no item diário de bordo.

O texto ‘Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da terceira idade’ de José Armando Valente aborda várias questões interessantes. Uma delas são as predisposições para a aprendizagem, que ocorrem de forma natural na infância e na velhice, mas que, no entanto, ocorrem com menos intensidade no período escolar, graças ao tradicional método de ensino escolar. Cabe a nós, educadores, despertarmos esta predisposição através de projetos de interesse dos aprendizes. E não só a vontade de aprender como também a de ensinar, que embora seja nata de nós, seres humanos, muitas vezes não temos consciência desta capacidade. Para que esta capacidade seja despertada é necessário que a tendência à predisposição receptor-ativo deixe de ser a prioritária. O aluno deve também desenvolver outras como: a predisposição de aprendizagem continuada ao longo da vida. Seguindo a idéia de Valente de que “as pessoas deveriam aprender a buscar informação, aprender como usá-la e, assim, apropriarem-se dessa experiência, convertendo-a em algo pessoal”. Mas não basta a predisposição de aprendizagem é necessário um ambiente favorável e uma pessoa (agente de aprendizagem) que o auxilie a apreender determinado conhecimento. Considerar que os alunos apresentam diferentes formas de aprender é muito importante, pois para uma aprendizagem efetiva é preciso conhecer o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo dos aprendizes. Só desta maneira as instituições atenderão às novas exigências do mercado. Já no texto “As sereias do ensino eletrônico”, os autores Blikstein e Zuffo, mostram que “não basta introduzir tecnologias – é fundamental pensar em como elas são disponibilizadas, como seu uso pode efetivamente desafiar as estruturas existentes em vez de reforçá-las”. Nenhuma tecnologia garante um ensino de qualidade se for mal empregado. As inovações como “a internet são mais valiosas para a educação como matéria-


prima de construção do que como mídia”. A chave para o conhecimento está na descoberta de que podemos criar e colocar em prática nossas idéias, além disso, devemos acabar com esta cultura de recebimento do conhecimento pronto, pois assim geraremos indivíduos preguiçosos e sem preparação para a vida. Confesso que tenho receio na aplicação desta tecnologia, pois ser mediador acaba sendo uma tarefa bastante complexa e que exige muito empenho, mas isto não significa que não a queira. A escola e as pessoas que a dirigem acabam aplicando a estas novas tecnologias os mesmos regulamentos e proibições do ensino tradicional, o que gera ainda maior insegurança, o que gera ainda maior insegurança no uso dos mesmos. Mas como todo processo educacional é lento, espero que com o tempo, estes novos métodos estejam tão incorporados que já não causem a mesma atitude rígida.“

ATIVIDADE 3 Fórum – Educação e Tecnologia Primeiramente assistimos à entrevista do Prof. Dr. Ladislau Dowbor sobre Educação e Tecnologia e discutimos sobre uma de suas idéias, mais especificamente a respeito do seguinte trecho: "[...] É necessário repensar a escola e a educação no sentido mais amplo. A escola deve ser menos lecionadora e mais organizadora de conhecimento, articuladora dos diversos espaços do conhecimento." (Dowbor, L., 2001). Registramos a nossa opinião e comentamos as contribuições dos colegas:

“Complementando a ideia do profº Dr. Ladislau de "repensar a escola", também podemos citar um trecho do texto ‘Tecnologias trazem o mundo para a escola’ de Beth Almeida, em que ela diz que nas salas de aula do futuro haverá expansão do espaço e do tempo e que além disso os equipamentos estarão disponíveis em qualquer lugar e sem horários fixos. A prova da junção "educação e tecnologia" estar funcionando é o aumento de alunos à procura de cursos a distância, já que a maior parte dos estudantes trabalha e necessita de um horário mais flexível. Além disso, atualmente, mesmo aqueles que já concluíram os estudos, também necessitam estar em constante atualização, daí o interesse em encontrar o conhecimento em outros espaços que não seja a escola, como por exemplo, biblioteca, livraria,...”


“É como diz a frase: ‘Não devemos dar o peixe e sim ensinar a pescar.´ Precisamos mostrar ao aluno de que maneira ele irá atualizar o conhecimento que possui para que não se torne obsoleto. Neste caso, a tecnologia deve se tornar uma grande aliada na apreensão de novos conhecimentos.”

ATIVIDADE 4 TECNOLOGIAS NA ESCOLA Para esta atividade fizemos o levantamento das tecnologias presentes na escola e de sua utilização. Foi bastante interessante, pois antes achava que as tecnologias (tudo que evolui) só se limitavam às digitais, porém muitas vezes, estas não estão disponíveis e portanto devemos encontrar outras que ajudam a enriquecer o ambiente de aprendizagem. Organizei as informações em slides no Power Point. Postei o trabalho na biblioteca e também tive a oportunidade de apresentar-me ao grupo.

ATIVIDADE 5 SUGESTÕES DE AULA Nesta atividade pudemos conhecer, através do “Portal do Professor”, uma experiência didática com o uso de recursos tecnológicos envolvendo conteúdos curriculares. Dentre as sugestões de aula, escolhi uma focando uma atividade de matemática aplicada na Educação Infantil. Analisamos o exemplo, destacando pontos das estratégias de aula, da avaliação e do uso de recursos que considera relevante do ponto de vista da aprendizagem do aluno e que possam tornar-se referência para sua prática pedagógica. Para organizar as informações mais relevantes no plano de aula, elaboramos um fichamento contendo o nome do programa, áreas do conhecimento e envolvidas breve descrição com uma síntese expressando opinião. Além disso, pudemos acessar as atividades elaboradas pelos colegas, disponíveis no acervo da Biblioteca do Material do Aluno, para conhecer suas reflexões e relatos.

ATIVIDADE 6


Diário de Bordo – Registrando a própria reflexão Primeiro assistimos a um breve vídeo: Olhando para uma prática do professor com o uso da tecnologia e observamos como os recursos estão sendo utilizados na prática pedagógica. Depois disso, fiz o seguinte registro no diário: “O vídeo da atividade 6 nos mostra que é possível usar a tecnologia em favor da aprendizagem. Atualmente, todos necessitam conhecer e utilizar os novos recursos tecnológicos independente da idade ou localidade em que nos encontramos. Pois, o não uso destes avanços significa estar totalmente alheio a esta realidade digital.” ATIVIDADE 7 PESQUISANDO PROJETOS Para o cumprimento desta proposta de atividade, fizemos uma pesquisa envolvendo uma experiência de trabalho por projeto, realizada no contexto da escola. Consideramos algumas características do projeto: tema, conteúdos curriculares envolvidos, números de alunos e professores participantes, tecnologias e mídias utilizadas, duração, atitudes dos alunos, entre outros. Organizamos, documentamos as informações pesquisadas e elaboramos uma análise sobre os dados pesquisados, usando o editor de textos. Assim como nas atividades anteriores também pudemos acessar, no acervo da Biblioteca, as atividades elaboradas pelos colegas, a fim de conhecer suas reflexões e relatos.

ATIVIDADE 8 DIVULGAÇÃO DA PESQUISA Nesta etapa, os resultados e a análise das pesquisas sobre “trabalho por projetos” foram divulgados entre os participantes da turma. Organizei a apresentação destes dados em 3 slides no Power Point. Esta apresentação foi divulgada em sala, porém por razões de saúde não pude comparecer neste dia.

Unidade 2: Internet hipertexto e hipermídia


ATIVIDADE 2.1 COISAS IMPORTANTES E SIGNIFICATIVAS NAVEGAÇÃO EM HIPERTEXTO Fórum - Experiência de navegar Começamos navegando pelos hipertextos disponíveis no CD e depois pela Internet conectada. Durante a navegação fizemos anotações para depois relembrar e fazer o registro no fórum, abordando o sentimento e nossas descobertas com a experiência adquirida ao navegar livremente na Internet. Depois desta navegação, fizemos a leitura do poema NAVEGAÇÃO À DERIVA, de Marcus Vinicius. Após isso, fizemos o registro no fórum:

“Adoro navegar à deriva, pois são justamente nestas navegações que descubro as coisas mais interessantes. O novo sempre nos atrai e quando nos deparamos com um tema que nos interessa, mas que nunca podíamos imaginar que encontraríamos na internet é algo fascinante. Talvez muito mais do que a pesquisa de um determinado tema que já temos um conhecimento prévio.” Um exemplo disso é um blog que se chama Oficina de criatividade e que dispõe de reciclagem e artesanato a fim de auxiliar o trabalho das professoras de Educação Infantil.”

ATIVIDADE 2.2 B O QUE É HIPERTEXTO? A proposta desta atividade foi começar a navegação pela página da Wikipédia (enciclopédia colaborativa construída por seus usuários) que apresenta o verbete “Hipertexto”. Ao terminar a navegação, elaboramos uma conceituação sobre hipertexto em um pequeno texto (250 a 300 palavras), no Word, composto de colagem de colaborações, retiradas da leitura que fizemos, juntamente com nosso comentário. Abaixo de cada trecho, inserimos o endereço da página de onde retiramos o texto. Após isso, nosso texto foi publicado na Biblioteca do Aluno. ATIVIDADE 2.3 Fórum – Conhecendo e comentando trabalho dos colegas


Compartilhamos parte de nossa produção sobre hipertexto da atividade anterior com os colegas, e dessa forma eles puderam fazer um comentário sobre o nosso trabalho. Em contrapartida, escolhemos dois trabalhos de colegas que nos pareceu interessante para dizer o que nos chamou a atenção. Segue abaixo a minha contribuição:

“Trabalhar com hipertexto leva o aluno a produção de textos e traz como vantagens a construção do conhecimento de forma dinâmica e inserindo o aluno e o processo educativo no mundo digital.’ O hipertexto proporciona ao aluno a possibilidade de construção do conhecimento de forma ativa, pois mostra que não há uma verdade absoluta e sim “retalhos” que precisam ser unidos pelo leitor a fim de que a leitura de uma informação faça algum sentido e desta forma seja colocada em prática. Desconstruindo assim, um grande equívoco da educação que é supervalorizar a memorização.”

ATIVIDADE 2.4

Criando um portfólio em hipertexto, o meu hiperportfólio Nesta atividade criamos um documento hipertextual, um hiperdocumento que será usado por nós e acessado por nossos colegas ao longo de todo o curso daqui por diante. Cada atividade do hiperportfólio contém link para o trabalho produzido (exceto fórum e diário de bordo) e comentário sobre nossa produção. Para que todos possam ter acesso a essas nossas produções, foi necessária, a inserção dos documentos no Google Docs. “Acredito que a elaboração deste portfólio foi um exercício como o de montar um grande quebra-cabeça... e que proporciona satisfação à medida que as peças vão se encaixando.”

ATIVIDADE 2.5A PLANEJANDO UMA ATIVIDADE COM HIPERTEXTO OU INTERNET Para o planejamento desta atividade a ser aplicada em sala de aula, formamos grupos, realizei o trabalho com a profª Aline e a profª Fabíola. O fato de trabalharmos todas na Escola Tibério, facilitou bastante na hora de discutirmos o projeto.


Fizemos uma pesquisa no Portal do Professor e gostamos muito de um plano de aula cujo tema era “Bullying”. Após a pesquisa, modificamos alguns pontos do plano de acordo com a realidade dos alunos. Para finalizar, descrevemos a atividade no Word e enviamos para a Biblioteca Material do aluno. Infelizmente não conseguimos fazer uma parceria com os colegas das demais disciplinas por uma questão de tempo. ATIVIDADE 2.5B ENRIQUECENDO O PLANEJAMENTO Nesta atividade, fizemos a leitura do plano de aula dos colegas através da consulta disponível no Material do aluno. Depois, nossa tarefa foi postar no fórum nosso comentário a fim de sugestionar e opinar sobre os trabalhos realizados em grupo. Opinei sobre o plano de aula das professoras: Elsa Cobello da Silva, Isabel Cristina Pezzotta Gonçalves e Nadir Farias da Silveira, cujo objetivo era utilizar-se dos recursos tecnológicos para promover interação entre duas séries da mesma unidade escolar em períodos distintos, através de atividades desafiadoras (adivinhas, enigmas e problemas de lógica). Segue abaixo a postagem: “Achei bastante interessante a interação entre os alunos através de adivinhas proposta pelo grupo ‘Paulo Ricardo’. Como sugestão para cada série e/ou grupo poderia ser estipulado um tema para a adivinha por ex.: animais, frutas,...” O Projeto proposto pelo meu grupo foi bastante comentado e recebemos muitas sugestões para o desenvolvimento do mesmo. Rendeu até um relato de uma professora que sofreu com o “Bullying”. Segue abaixo o comentário da professora Norilda:

“Olá, Aline Fabíola e Michele eu adorei o tema do projeto de vocês BULLYING. Fui vitima de vários tipos de BULLYING na escola. Quando cheguei da Bahia em 1971, os alunos riam muito de mim na escola. A professora elogiava o meu desempenho em sala, no recreio e na saída da escola os meninos chutavam-me cuspiam em mim e diziam: onde já se viu baiano inteligente? Também judiavam por eu ser muito magra e outros tipos de preconceitos que é impossível relatar aqui. Por isso fico sempre atenta em minha sala e trabalho incessantemente esta questão.


Quanto ao projeto de vocês acrescentaria uma PESQUISA com alunos e famílias vocês descobrirão variados tipos de BULLYING. Parabéns para as três Beijos!!!” ATIVIDADE 2.6 Execução da atividade planejada A semana de aplicação da atividade sobre “Bullying” foi bastante atribulada para mim: 2 dias de atestado, finalização da Olimpíada de Língua Portuguesa, excursão, reunião de pais e reforma da escola. Esta experiência foi nova para mim, já que nunca havia trabalhado antes com este tema em sala e além disso foi a primeira vez que fiz parceria com um professor de informática (profº Alexandre). Porém mesmo com os contratempos, gostei bastante de trabalhar o tema principalmente em razão do interesse despertado nos alunos. ATIVIDADE 2.7 Registro digital da experiência (utilizando o Google Docs) Foi muito interessante fazer este relato em grupo, trocamos várias ideias a respeito da aplicação das atividades em diferentes salas. Procuramos na medida do possível responder a todos os questionamentos sugeridos na página do São Roque Ligado. Juntas também pensamos em como este tema poderia ser trabalhado em outras disciplinas, o que acabou nos revelando inúmeras possibilidades. Além disso, percebemos o quanto os hiperlinks enriqueceram nosso relato.

ATIVIDADE 2.8 Preparando a sua apresentação Para esta atividade, optamos pela apresentação de slides no “PowerPoint”. Resumimos o nosso relato e inserimos fotos dos alunos em cada etapa do projeto.


ATIVIDADE 2.9 Inserção das atividades realizadas no hiperportfólio Esta é a segunda vez em que incluímos nosso relato sobre as atividades desenvolvidas. No primeiro momento, fiquei mais receosa na hora de expor a minha opinião. Optei por relatos mais formais, porém neste segundo momento sinto-me com maior liberdade em colocar minhas impressões. ATIVIDADE 2.10 Momento de socialização/ Etapa presencial/ Apresentação dos trabalhos

A socialização dos grupos foi bastante produtiva, pois cada um escolheu um tema: Reciclagem, Animais, PAE, Evolução da Terra,... e trabalhou com os recursos tecnológicos de forma diferente. Nossa apresentação foi complementada com uma pasta com algumas produções realizadas pelos alunos, assim como uma cartolina contendo uma história em quadrinhos.

UNIDADE 3: Prática pedagógica e mídias digitais

ATIVIDADE 3.1 Diário de bordo - Bloco do passo – Saltos no tempo Esta forma de ensinar conceitos de música é muito original e interessante. Fiz a seguinte anotação no diário de bordo:

“O Profº Lucas defende a importância do trabalho com profissionais distintos e com diversas vivências musicais, pois seu método, além de desenvolver esta habilidade, trata-se de uma ferramenta para construir conhecimento, portanto serve de ponte para a conexão com o mundo. Assim também podemos fazer um paralelo com os nossos alunos que formam salas heterogêneas, já que cada um possui um conhecimento. E embora tenham recebido (muitas vezes) as mesmas condições de aprendizagem, apresentam facilidade em uma determinada forma de aprender. Em suma, para trabalhar a tecnologia em grupo na sala de aula é mais produtivo que cada


integrante seja incumbido de uma tarefa abrangendo as inúmeras mídias existentes. Obviamente que todos estarão reunidos com apenas uma meta (adquirir conhecimento) e assim o objetivo estipulado pelo docente poderá ser alcançado. Desse modo, cada aluno compreenderá que será parte fundamental para o sucesso do aprendizado. Ao final, as experiências poderão ser trocadas, fazendo com que a escola se aproxime um pouco mais da realidade vivida fora de suas paredes.”

ATIVIDADE 3.2 Repositório de Mídias Antes desta atividade já tinha em mente o tema “Variações Linguísticas”, porém ao preencher este quadro de respostas pude entrar em contato com vários gêneros disponíveis na internet que nem ao menos sabia que existiam. Dessa forma, o assunto se enriqueceu ainda mais.

ATIVIDADE 3.3 Analisando os sites visitados Todos os sites referentes às diferentes mídias (sobretudo rádio e cinema) são um recurso a mais para trabalharmos com elas. Gostei especialmente do site www.cineduc.org.br, pois lá encontrei a indicação de alguns filmes brasileiros para trabalho em sala de aula como “Vida de menina”, “Houve uma vez dois verões” e “Cinema Aspirinas e Urubus”. Inclusive já trabalhei com um dos filmes relacionados no site: “Narradores de Javé” e é excelente.

ATIVIDADE 3.4 Análise de produto midiático -TV Esta atividade despertou bastante a minha curiosidade em saber sobre uma série que eu adoro “Os Simpsons”. Ao fazer a pesquisa na internet, descobri várias opiniões a respeito deste programa e pude refletir sobre muitas questões antes ocultas para mim. Certamente, este desenho tem um caráter bastante crítico e revela aquilo que muitos gostariam de expor.


ATIVIDADE 3.5 Seminário virtual Nesta atividade houve interação, embora os temas tenham sido divididos em grupos aleatórios. O tema do meu grupo foi Rádio. Apesar da pouca experiência com esta tecnologia procurei ler bastante sobre o tema para poder contribuir no fórum. Segue a minha contribuição: “Pesquisei vários artigos na internet e aqui vai o resumo do que compreendi. Para desenvolver o projeto “Rádio na escola”, é necessário seguir algumas etapas: 1º Selecionar os assuntos abordados de forma que esteja próxima da realidade da escola e venha de encontro aos anseios de sua clientela. Esta escolha deverá ser bastante democrática. 2º É bastante interessante trabalhar rádio na escola, pois podemos delegar tarefas diferentes a cada aluno ou grupo, fazendo com que todos participem e até os mais inibidos acabem com a timidez. Ao selecionar as informações, os alunos também aprendem a ser mais críticos quanto às notícias veiculadas pelos meios de comunicação. Além disso, aprenderá a trabalhar com pontos de vista diferentes o que é muito importante para sua formação. 3º Com a escolha das informações os alunos poderão definir qual será o estilo do programa: crítico, humorístico,... e poderão testar seu formato para saber se agradará o público. Além disso, há a possibilidade de ter uma urna onde os ouvintes terão a oportunidade de escrever críticas e sugestões. 4º Ao final, serão feitas as mudanças cabíveis. E o professor reforçará a ideia de que as diferenças de cultura e sotaque deverão ser respeitados. As linguagens devem ser conhecidas tanto por professores quanto por alunos, fazendo com que estes saibam ler e produzir textos com imagens e sonoridade. A leitura e a produção desses textos conduzirão o aluno à compreensão das linguagens jornalística, levando-o a distinguir e compreender o discurso simbólico. Os meios de comunicação podem possibilitar ao aluno compartilhar democraticamente com outros colegas o saber elaborado e novos conhecimentos. Ao trabalhar com as novas tecnologias da comunicação, a escola estará promovendo: a) a democratização da comunicação (os alunos tornam-se sujeitos ativos de sua própria comunicação porque a conhecem):


b) a familiarização do aluno com as linguagens específicas de cada veiculo da comunicação social, provocando a compreensão da realidade; c) o intercâmbio de informação e comunicação, ampliando o conhecimento cultural e pedagógico dos alunos; d) a desmitificação das mídias; e) o conhecimento de mensagens elaboradas (através da edição) e em estado bruto, envolvendo os interesses das empresas de comunicação quanto aos aspectos políticos, econômicos, sociais e ideológicos, os quais interferem na divulgação da informação (leitura crítica) (ASSUMPÇÃO, 1999).”

ATIVIDADE 3.6 Criação do Movie maker Nesta atividade não houve postagem no “Material do Aluno”, pois fizemos a criação de vídeo no “Movie Maker”. O trabalho se iniciou no curso com as explicações do professor Fábio mostrando o uso de cada ferramenta e encerramos em casa.

ATIVIDADE 3.7 Movie Make no youtube O programa Movie Maker apresenta várias ferramentas de criação de vídeos. A maioria dos meus colegas optou pela escolha de montagem de imagens de acordo com a letra de músicas conhecidas. Procurei criar um vídeo sobre um conteúdo presente na minha área de atuação: Propaganda. Adorei fazer a montagem das telas, foi uma experiência gratificante ver o vídeo colocado no Youtube. ATIVIDADE 3.8 Publicação no site Portal do Professor


Nesta atividade um dos integrantes do grupo postou o registro da experiência do projeto (“Bullying”) desenvolvido com os alunos na atividade 2.7 (Unidade 2)

UNIDADE 4: Currículo, projetos e tecnologia ATIVIDADE 4.1 Pensando sobre as possíveis mudanças Para refletirmos sobre este assunto partimos das seguintes questões: * Será que usando computadores e Internet nas atividades curriculares faremos as mesmas coisas que fazíamos antes? * Será que haverá mudanças em nossa atuação docente? O que mudará na aprendizagem do aluno? * Que novos aspectos vão requerer maior atenção de nossa parte? * Poderemos criar novas estratégias que potencializem a aprendizagem de nossos alunos? ATIVIDADE 4.2 Fórum – “Possibilidades de contribuições das tecnologias” Neste fórum, discutimos sobre as características das tecnologias de informação e comunicação que podem trazer significativas contribuições ao integrá-las à prática pedagógica. Além disso, fizemos comentários a respeito da opinião dos colegas. Segue abaixo a minha contribuição:

“O uso da tecnologia, como apoio, possibilitará a modernização deste nosso modelo de aula vigente (já obsoleto). Até agora as tecnologias tem apenas ‘ilustrado’ nossas aulas, porém, é necessário uma maior inovação. Segundo Moran, "Confinar 40 alunos de educação básica todas as manhãs ou tardes com aulas de 50 minutos sucessivas é anacrônico, contraproducente e mostra de extrema incompetência institucional". Os horários deveriam ser


mais flexíveis, a fim de evitar o tédio e o cansaço desnecessários de alunos e professores diante da rotina escolar. Com os recursos tecnológicos, as atividades poderiam ser mais diversificadas, inclusive com tarefas à distância. Em suma, a escola deve seguir o dinamismo da sociedade do século XXI para que os alunos vejam sentido nos conhecimentos adquiridos nesta instituição.” “Adoro usar a tecnologia e sempre tento me colocar no lugar do aluno na hora de utilizá-la. Mas ainda me sinto um pouco frustrada com o modelo de aula que nos é cobrado. É necessário uma mudança em todo sistema educacional para o uso de recursos como computador, rádio, DVD, datashow, que deverão estar inseridos diariamente em nossas aulas. Sendo assim, diante da realidade, o que mais me fascina é o oferecimento de cursos a distância, cuja base estrutural é tecnológica.”

ATIVIDADE 4.3 Socializando uma experiência com projeto em sala de aula Elaborei um texto descritivo no Word, destacando aspectos relacionados aos conteúdos curriculares trabalhados e aos recursos tecnológicos do Projeto “Bullying” trabalhado na unidade II. Para isso, respondi as seguintes questões: · Quais os conceitos, atitudes e procedimentos mobilizados e/ou desenvolvidos pelos alunos? · Como os conteúdos trabalhados se integram ao currículo das disciplinas envolvidas? · Quais as contribuições das tecnologias e mídias utilizadas ao desenvolvimento da atividade?

ATIVIDADE 4.4 Conceitos, Currículo e TIC


Depois da leitura dos artigos ( Desafios e possibilidades da integração de tecnologias ao currículo e Pedagogia de projetos: fundamentos e implicações ) indicados neste módulo, buscamos responder às seguintes questões: O que é currículo? * Quais as contribuições das tecnologias ao desenvolvimento do currículo? * Como integrar efetivamente as tecnologias ao desenvolvimento do currículo? * Como desenvolver projetos no âmbito do currículo?

ATIVIDADE 4.5 Conclusão do portfólio O curso de 100 horas foi finalizado e através deste portfólio pudemos registrar cada atividade realizada e conceitos aprendidos. Foi bastante gratificante seu término, pois é a concretização de mais uma etapa deste curso.


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