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Um Ciclo em cordas, 33 peças para violão

Caderno I (dos prelúdios) I-XII Caderno II (das peças líricas) I-IX Caderno III (das peças abstratas) I-VI Caderno IV (das texturas) I-VI

Marcus Siqueira


Instruções gerais: 1) Quando a partitura indicar "il più legato possibile", o violonista deverá tocar o mais legato possível, deixando soar ao máximo as cordas soltas e as presas. As peças que trazem tal solicitação foram escritas a partir da ressonância natural do violão, portanto, o legato extremo não deve prejudicar a fluência técnico-musical do intérprete. Para os prelúdios I e IV esta indicação prevalece. Para os prelúdios VI, VI VII e IX, IX o intérprete poderá "se permitir" não ligar algumas passagens em prol do solfejo em questão, garantindo assim, a fluência das alturas e durações. 2) Deve-se respeitar todas as indicações de harmônicos, harmônicos com mão direita, cordas soltas e presas; para as demais notas fica a cargo do intérprete escolher o colorido. 3) Andamentos que não possuem indicação metronômica específica devem obedecer a um critério pessoal do intérprete. 4) Para as indicações "Il più presto possibile", sugerimos que o intérprete se arrisque ao máximo; por mais que algumas notas saiam prejudicadas ou até mesmo "perdidas" (o que seria uma pena), ganharíamos muito em gestos e contrastes, desta forma, arrisque-se! 5) Todos os acordes sem indicações de "harpejado" devem ser tocados em "plaquê". 6) As indicações de "ligaduras de frase" sugerem possibilidades que legato extremo seja aplicado. 7) Utilizamo-nos de três tipos de fermatas: a comum (tradicional), a curta (triangular) e a longa (quadrada). Para todos os casos, lembramos que sua utilização deve favorecer o fraseado (solfejo) escolhido e não apenas "parar" o som. 8) Quanto ao vibrato: as indicações existentes são obrigatórias, quanto ao resto da peça, "vibre" livremente. Para o prelúdio VIII, VIII que é para ser tocada somente na sexta corda, variações de alturas são sugeridas com ligaduras seguidas de flexas que apontam a direção da alteração da altura no âmbito de 1/4 de tom do som base. Para as notas indicadas com flexas, para cima ou para baixo (prelúdios II, II VI, VI VII e VIII), VIII deve-se tocar a altura em questão já com o som alterado em 1/4 de tom acima do diapasão. Sugerimos para esta peça a utilização de uma pressão sobre a corda que varie do ponto netro para a esquerda - o que elevaria a afinação - e do ponto netro para a direita - o que abaixaria a afinação. Entendemos que o ponto netro seja o pressão natural do dedo da mão esquerda sobre a corda sem qualquer pressão à direita ou à esquerda do som tocado. 9) Quando o modo de ataque não estiver indicado (metálico, sul pont., dolce, sul tasto, frontal, diagonal, com apoio, sem apoio, stacato, portato, martelato, etc ...); fica a cargo do intérprete escolher as diferentes nuanças de timbre; apenas solicitamos ao intérprete que não se utilize de pizzicatos (simples ou Bartók) como forma de colorir as peças. 10) As indicações de rubato s sugerem que o intérprete busque um solfejo mais livre e menos monótono no campo das durações. Os prelúdios X e XII, especialmente, exigem do intérprete um cuidado especial neste solfejo "livre".


Instruções específicas: Caderno I Prelúdio I A indicação "tempos internos variáveis" propõe ao intérprete uma espécie de rubado sistemático que impossibilita uma linearidade de solfejo rítmico e, ao mesmo tempo, propõe um solfejo melódico particularizado. Prelúdio II O intérprete deveria, ao máximo, solfejar o que está escrito, buscando a precisão de um robô (computador) até que todas as alturas e durações estejam aquilatadas de forma a não se "pensar" na métrica dos gestos propostos. A partir daí, o músico deverá dizer tais gestos numa nova estrutura interna de solfejo, podendo tocar "con rubato" algumas passagens mais penosas. Prelúdio III Trata-se de um Coral para violão onde é responsabilidade do violonista saber dosar os pesos e timbres de cada dedo sobre um acorde, linhas ou polifonias propostas. Prelúdio IV Peça polifônica que exige do intérprete aquele legato extremo comentado nas Instruções Gerais (intem I). Prelúdio V As cordas soltas do violão dão o tom da escuta desta peca, portanto, uma vez tocada a corda solta - também para os harmônicos naturais - o violonistas deverá cuidar para que os dedos da mão esquerda não interrompa a queda natural da ressonância das cordas soltas e harmônicos naturais. Prelúdio VI Misturar ao máximo as diferentes cores das notas repetidas, cuidando para que os destemperamentos escritos soem, de fato, presentes na escuta. Delírio e fantasia compõem este prelúdio-improviso. Os compassos que estivem entre o sinal [ ] devem ser improvisados livremente pelo intérprete. Improviso de durações e jogos de cores sobre as alturas contidas nete sinal. Prelúdio VII Atentem para as fermatas, virgulas, quartos de tons por glissandos de pressões diagonais sobre as cordas (à direita ou à esquerda), e muito colorido livre para a mão direita.


Prelúdio VIII Esta é a primeira parte da seqüência de peças sobre uma corda. As instruções contidas no item 8) das Instruções Gerais, são fundamentais para a compreensão da execução desta peca. As indicações "Il piu presto possibile" sugerem ao intérprete um desafio rumo a um gesto alcançado ou a um erro indesejável, sendo que na segunda indicação, existe um gesto não comum no repertório violonístico que é tocar a nota fá grave com o dedo da mão direita pressionando a nota e com a mão esquerda dedilhar a nota, fazendo-a soar um som dolce - por estar no meio do braço do violão o ataque da corda - e na seqüência, percutir com a mesma mão esquerda a nota sol na XV casa sonoramente, e na seqüência a mão direita, saindo da nota fá pressionada, executa o pizzicato Bartók com toda a intensidade indicada na partitura. Prelúdio IX Depois do ritornelo, onde aparecem um sinal oval com cruz preso às hastes dos bordões mi e lá, deve-se percutir a mão direita sobre as cordas de modo a produzir um som peculiar em meio às alturas velozes. O gráfico que é apresentado antes do ritornelo sugere ao músico que este produza uma espécie de rasgueado irregular sobre as alturas indicadas. Prelúdios X e XI Os solfejos destes prelúdios se dão a partir das indicações de andamentos, bem como da disposição visual da partitura - quando mais distantes as alturas se encontrarem, o intérprete deverá alargar o tempo entre uma altura e outra; e, por outro lado, quando mais próximas as alturas tiverem, isto significará que, proporcionalmente, deverá acontecer um contraste subtil de pulso interno. As notas que estão escritas com losango, representam harmônicos artificiais. Sempre que estiver indicado uma ligadura que sai de alguma altura, isto significará que o som deverá soar o quanto for possível. A utilização das fermatas (curta, normal e longa) se faz no intuito de direcionar o perfil do solfejo desejado. Prelúdio XII Trata-se de um WAH-WAH de guitarra elétrica escrito para o violão. Para se chegar a esse efeito, que na partitura está indicado (provisoriamente com uma linha seguida de bolas abertas e com X dentro), o violonista deverá pressionar o tampo do violão com o antebraço, descoberto de tecidos de blusas quaisquer - bem próximo à parte superior junto ao cavalete - de modo a conseguir uma variação de intensidade audível em tempo variável de tal forma que esta oscilação simule o efeito do pedal WAH-WAH da guitarra. Estes efeitos sempre acontecem após o ataque de um acorde, rasqueado, harpejos, notas percurtidas com a mão esquerda (indicadas com um "+ " abaixo ou acima da cabeça da nota), e devem sempre causar este efeito de som oscilante em tempo variável. Outra novidade é a indicação da velocidade dos acordes harpejados. Note que abaixo do sinal tradicional de harpejo estão postos sinais de trêmulo - às vezes um tracinho (colcheia), dois tracinhos (semicolcheia), três tracinhos (fusas); desta forma, o harpejo de polegar sobre as seis cordas, em alguns casos será controlado.


Um ciclo em cordas, (4 Cadernos) para violão

Caderno I (dos prelúdios)

q = 60 (circa) - tempos internos variáveis *

œo b œ

m.d.

V

Ao querido amigo e mestre Teodomiro Goulart

b œo œ  b œ œo b œ œo       m.d.

bœ œ   quasi f il più legato possibile

 o o o o oœ n œ œœ b œœ b œœ œ wwo V bœ o o œ J     œ  

(prelúdio I)

Marcus Siqueira

b œo n œ m.d. œo b œ 

m.d.

    C6  œ bœ bœ  bœ œ bœ œ bœ o

5

3

m.d.

b œ n œo œo  œ   n œœ o

m.d. o o œo œ œ œœ    

U, U œ b œ n œ œ b œ nœ œ œ œ nœ o o 5

œo

m.d.

Meno mosso con rubato

o b œ n  œ œ b œ  m.d. œo b œ œo b œ œo  œ bœ œ œ oœ n œo o o o œ œ V bœ nœ œ œo 7     7     7  5  m.d. 5 5 5 5 œ U 3 œ b œ œ œ n œ œo o œo œœ œœ œ b œœ œo œ œ j V œ œ b œ b oœ . # œ œ n œ œ # œ n œ œœ o œ ˙  b œ  œ J J π  5 3   U tempo primo    5 C6 œ œ w b œ n œ b œ  œ  b œ n œ w j œ œ b œ b œ .m.d. b œœ œ n œœ œ nœ œ œ œ b œ n œ o b b œ œ œ o o bœ œ œ œ o bœ œ V bœ b œ b œ n œ n œ œ œo . œo œo œ  bœ o o o o 5 3 3 7 7 f     o  5 œ œo œo œ œœo ˙ ˙ œ b œ b œ n œ b ˙ V b œ b œ n œ b œ n œ bœ ˙o œ œo   œo 3 m.d. m.d.   j6:4 5  j 3:2  m.d. j  j  œ œœ ‰ œ j 5  j b œ n œ . o œj œ b œo œ  œ o œ . œ b œ . o o o œ obœœ œnœœ www œœo o # œo œ n œo .œ œ œo œ  o œ bœ bœ V bœ œ bœ ˙ Nœ b œ n œ œo b œ b n œœ n œ o œ œ w o œ o œ    3  5     5   5   m.d. œo b œ n œ œ œ ˙ . b œ œœ b œ o o œ œ b œ n œ VR b œ n œ wo  bœ m.d.

C6

œ

j œ

m.d.


6

(prelúdio II)

q = 60 (circa)

10

 3 n œ n œ # œ # œ ‰ ‰ ®≈ b œ ® ≈ n œ b œ n œ ‰ ≈ ‰ ‰ n œ n œ b œ n œ V nœ bœ nœ bœ bœ nœ nœ bœ nœ nœ bœ nœ bœ. nœ bœ ≈ ‰ bœ 3 œ ƒ (non legato, sempre)  nœ bœnœnœ . b œ. . n œ 3 n œ b œ . 3 3 n œ. ≈ b œ ≈ 3 ≈Œ ®≈® ≈ ≈ ®‰ ®≈ ≈ V n œb œ b œ n œb œ nœ bœ n œ. b œ b œ. n œ. # œ b œ n œ b œ n œ n œ b œ n œ nœ nœ bœ b œn œ 3

7

V

b ˘œ b ˘œ n˘œ n œ bUœ ® ® ®

3

b äœ

3

ä bœ äb œ ä U n œ b œ n œ ≈ ‰.Œ bœ n œ n œ b œ n œ. b œ n œ. b œ. n œ. b œ. b œ. b œ n œ. n œ n œ ≈Œ . . nœ bœ nœ nœ bœ nœ 3

7

3

bmœ b œ b œ n œ . œ œ œ œ .

Meno mosso: declamando 3

V

nœ f

3

(espressivo)

vib.

nœ œ

bœ nœ J ‰ 3

U

nœ œ

nmœ b œ œ œ . œ J

bMœ . œ

3

5

9 n œ. n œ n œ 4 n œ.

 Nœ 3 o b œ Ujœ œ j œb œ n œ œ œ n œ 9 n œ n œ # œ o ≈ ≈ ‰ ≈ ®≈ b œ ® ≈ ≈ n œ b œ . V 4 #œ nœ œ #œ œ œ œœ œ œ˙ b œn œ n œ n œb œn œ. œ œ œ n œ b œ b œ nœ nœ ƒ 3 3

Tempo primo

legato

. n œ. . . . n œ b œ b œ b œ n œ n œ n œ M bœ . nœ bœ ‰ ≈ V bœ ≈ nœ . . ® ® bœ nœ bœ ® ≈ ≈ œ #œ â nœ . nœ œ œ â 5 3 5

bœ nœ bœ nœ nœ bœ bœ bœ nœ nœ bœ ≈ nœ bœ ≈ bœ nœ ≈ nœ nœ nœ nmœ  w b œ n œ b œ ≈ ≈ ≈ ≈® ≈ nœ V #œ 3 j nœ

rall.

3

U


7

(prelúdio III) q = 50 (circa)

V

    b wo ww b w ƒ

 bw b ww w F

bU w b ww Nw F

 w b # ww w p

 o Œ ‰ j b œ b ˙ œœ ˙˙˙ œ. œj œ # œ .œ J œ b œ n œ œ œœ . . bœ b˙ . V bœ. . bœ œ n œ. œ. # œ ˙. 3 f 5 œ b œ œ œ # œ œ œ pizz. V œ. b œ. œ. œ. b œ. 3 F molto cantabile

  3 œ œ œ bœ b œ n˙ bœ #œ b ˙˙ b œœ œ J bœ œ w

3

V

œ

œ

œ

5

œ œ œ œ

3

˙˙ V˙ ˙

b b ˙˙ .. b b ˙˙ ..

ww w #œ œ P

œ. ˙.

˙ ˙ ˙ ˙

œ b œœ œ

œ. œ œœ .. b # œœ œ. bœ

b b www w

3

œœ œ œ

œ bœ bœ n˙

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œ b b œœ n œœ n œ bb ˙˙ bœ œ 3˙ :2˙

n ˙˙˙ ˙

b ˙˙ .. ˙. b˙.

U

b bn ˙˙˙ n˙

  o 3  b œ ˙ b ˙ ˙ œ b œ œ Œ œ b œ # œ ‰ j ww b œ n ˙ œ b n ww œ . œJ ˙ œ ≈ b œ n œ œ b œ j œ # œ œ. b œ . V wœ ˙ b . œ b ˙ . . J b œ œ b b ˙˙ œœ b w œ. . bœ. #œ nw bœ œ nœ œ œ #œ ˙ w . P 5

3

3

œ U

5

3

U

˙

ord.

œ bœ  bb œœ œ ˙˙ # œœ n œœ œ œœœ

˙˙

5


8

(prelúdio IV) q = 70 (circa)

nœ bœ nœ nœ nœ nœ nœ bœ o nœ bœ nœ nœ nœ nœ nœ #œ nœ #œ bœ bœ nœ nœ # œ b œ nœ nœ bœ V n œo #œ nœ nœ nœ    7      6     5      6      F il più legato possibile #œ nœ n œo # œ n œ n œ     o o nœ bœ o nœ #œ bœ nœ nœ nœ bœ œ nœ nœ oœ nœ V #œ nœ #œ 6      œ   5   5    p P quasi al niente 7 o n œ b œ n œ n œ b œ œ b œ #œ bœ nœ bœ nœ nœ nœ #œ n œo  n œ b œ n œ V nœ # œ # œ b œ n œo o nœ bœ nœ #w    7     5           f q = 50 (circa) con rubato bUœ 3 n œ     nœ n œ nœ nœ n œ b œ n œo n œ n b œœ nn œœ n n œœ # œ n œ bb œœ n n œœ nœ bœ nœ nœ nœ n œ V nœ nœ nœ nœ n œ nœ #œ nœ n œ 3 n œ b œ 3 5 f π dolce 5 F P r 5:4œ

5

nœ nœ #œ nœ n œ n œo # œ n œo n œ n œ n œ b œ n n œœ b n œœ # œ œ n œ n œ b œ o n œo n œ V nœ #œ n œ n œo n œ n œ b n œœ n œ n œ n œ n œ n œ n n œœ ˙˙ # œ o o bœ 3 nœ œ œ œ F Uo # œ b œ n œ nUœo n œ n œ o n œ b œ nœ n œ b œ n œo n œo o b œ n œ n œ # œ b œ n œ n œ n œo n œ n œo n œ # œ n œ o bœ V n œo nœ #œ nœ nœ 6   5 7:4 3   6  5 3 5  n œo nœ nœ #œ nœ n œ n œ b œ nœ nœ nœ n œ nœ n œ nœ V n œ n œ n œ n œ b n œœ ˙˙ n œ b œ b œ n œ  nœ #œ œ nœ  nœ nœ  w n œ b œ  b œ n œ n œ n œ o n œ ww # œ n n œœ n œ n œœ o nœ nœ nœ n œ n o n œ n œ n œ V nœ nœ nœ nœ nœ nœ nœ nœ o bœ o 5 o  6 rall. r 5:4œ

6

j œ


9

(prelúdio V) q = 40 (circa)

Con rubato

U  5 ‰ œ œ œ œ Œ o œo œ œ œo  5 U bœ nœ œ œ œ. œ VÓ bœ w o o p

œo œo œ

molto cantabile

V

œo œ

œ œ F U

 

nœ o nœ nœ bœ V o n œo n œ œ n œ o œo œ œ ˙. J F o œœ

 œo œ

V π V

 #œ f

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œ

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  œ œ œ œo

 # œo œ

œ J

U #œ

P

œo

 m.d.m.d. œ m.d.m.d. œ o oo œo œ œo œ œ œ œo o œ  œ

 œo œo

œ

œ Uœ bœ o œo œ œ b œ n œ #œ #œ 5

 œœ

sul tasto dolce

7:6œ

U ˙

 œ.

 π

U œ

sul tasto (vibrato)

ggg W W gg W W ggg W W f

J

m.d.       m.d.   m.d. m.d.  m.d. U    bœ nœ bœ nœ nœ bœ nœ bœ n œ n œ b œ b œ n œ b œ o n œo nœ #œ o œo # œ n œ n œo n œ o o

ƒ  3 œo

œ

 œo

m.d.

 œo œ

œ œo 

7:6œ

œo 

œ

œ o œ œo œ oœ   

œ œ o œ   œ œ m.d. œ œo o œ n n œœ .. o n œ o o o o œ œ œ o œ b œ n œ œ b b n œœœ ... nœ œ œ œ œ b œ œ œo # œ œo o nœ. 6      7:8    7

j œ

U

œ œo   ww www w Ï

o


10 (prelúdio VI)

Etéreo, delirante (molto legato) q = 70 (circa)

o o o o o V œ œ œ œ œ œ . œ œ œ œ œ œ œ  œ . 5 5 5   5  ∏

[

> >œ o >œ œ o . >œ o œ œ œ œ œ œ œ œ œo . Vœ 5  5   5  5 3 oœ >œ œo œ >œ œ œ œo œ œ œ œ œ V o o  3   5  

> >œ o œ œ œ œ œ. Vœ 5  5

[

œ œo œ œ 3

3

œ œ œo œ 

œ œo œ œ œo  œ œ œo .  œ 5 5  5   π

]

5  > o o œ œ  œ œ œ œ œ œo . œ 5  5 p

5  > > > o o œ œ  œ œ œ œ œ œo . œ œ œ œo œ œ œo .  œ 5 5 5 5  F

 œ œo œ œo œ œ . œo œ œo œ œo œ œ œo . 5 5 5 5

œ œo  œ œ 3 

œ œo  œ 5

o œ œ œ . œ œ œ œ >œ œ œo >œ œ œ œo œ œo œ œo œ >œo œo œ œo . œ œ œ >œo œ œo œo œ >œ œ œ œ o œ V o œ œ œ  5  5 5   5   7   6  7   f >œ # >œ >œ > >œ b >œ > 5 œ œ 5 œo œo œ o œ œo œo œo o œo >œ œo œ œo œ . œo œ o o œo œo œ œ œ œ œo o œo œ œo œ œo œ œ œ œ œ œ œ V o o œ œ œo œ œo œ  5  7  œ   7   7 7  7 >œ # >œ >œ œo œ œo œ œo œo œo o o œ œ œo . œ œ> œo . œ œ œo œo œo # œ œo œ œo œ œo œ œo œ œ n œ œo œo œ V œ 5   6  7 œ 7  5  7 f 6

]


11

V œo V œo V œo p

#œ o œ œ œ œo œo 5   œ œ # œ o o o o >o œ œ œ œ œ o o œ o œ œ œo œ œ œ œ . œ œ # œ œo œ œ n œo œ œoœo œ œo œ œ o o> œo œ 6   œ 6 7 7   3 5 5 5 5  5  3  œ œ œ œ œo # œ o œ œo œ œ œ œ œ œo œo œ œo # œ œ œo . œ œo œo œ œo œ œo . œ > > >  > >   5 F   5 5  m.d. 5 5 5 5 3 5 œ œ œ œ œo œ . œ œ œ œ œ œ .  œ œ œ œ œ œ œ œ . œ œ œ œ œ œ œ o  o  o o o >o o > o  o  o  o 5

[

]

  7  5  m.d.  5 oœ œ o  o o œ œ œo . œ œ # œ œo œ œo œo œo œ œ œo œo œ œ œ œo œo . œo œo # œ o œ œo œ œ œo œ o œ Vœ œ > > > > œ œ œo 5 7 5 ∏ F  6 ƒ b œ 5  œ 5 5 œ 5  5 5 5   o o o œ œ V œ œo . œ œ œ œ œo œ œ . œ œ œ œ œ œ œ œo œ œ . œ œ # œ œo n œ œ # œ . œ œ o œo œ œ o œo . > > 5 > o > o o o o 5 3 5  5  >œ >œ œ m.d. œ œo œ œo . œ œo œo V œ # œ œo œ œ œ  5  5 3

 5  > > o  5  o o o œ œ o o # œ n œ œ . œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ V o #œ œ o œ œo œ œo  5   7  œ 5

il più presto possibile

V

# œ n œo œo ƒ

œ œo

 œ

 œo œ œo œ # œ # œ n œ o o

> #œ o œ œ œ œo œ œo œ o œ œo o œ o œo Uœ œ œ V œ œ œ o o> œ 6   œ o  6 tempo primo 5

œo œ

m.d.

U œ

>œ œ œ o o œ > œ œ œo œ œ 3 3  5  P  5   7 # >œ n >œ bœ bœ œo œ œ œo œ œo œo œo o o œo œ œ œ o o œ > o œo o œ œ  7 6   bœ œ œo œo œ œo œo œ b œ n œ o o œ + œo œ b w œo œo œ œ œ  π 5


12 (prelúdio VII)

o #Uœo . œ œ œo œ œ # œ œo   7 m.d. 

Lento - Abstrato (con rubato et legato) m.d.

  U  U œo œ œo 6 V4 œ ˙ œ o F (espressivo) œ  œo b œ œo œ 6 J nœ V 4 J bœ œ

m.d.

 j n œo

5

o œ V 44  F

œ 6

 , U ˘ 4 j # œJ œ N œo  œ 4 ˙o

œo

œo

Nœ o 

1/4

L.V.

L.V.

5

L.V.

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ƒ U

n œ.

3

œo

o # U œ œ 

#Uœo

i œ iU i b œ  œ œ œ œ œ œ œ #œ ˙ œ J œ J œ π ƒ

j j ‰ ‰œ N œ bœ œ o o # œ o n œ œ bœ nœ nœ nœ 5 J œ

#œ U œ  œo œo o o U˙ ˙o ˙o  # œ œ J nœ j o œo V J bœ œ  œ œo œ  œ n œ œ  5 

Ó

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1/4

U ˘ U œ. bœ ® Œ nœ

m.d.

˙ 

o œo w o œ o ‚  o œ œo œ n œo # œ œ # œ Œ œ œo o # œ œ o   6

o œ m.d. b œ œ b œ o b œ7 œ m.d. n œ b œ n œo n œ b œ œ b œ œo œ b œ œ V #œ 6 œ ‰

4

4

 # ˙o

harm. art.

3:2œ

U

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# œo

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4

3

U

#w w

nœ #œ U b œ 34 . . œ b œ ® ‰ œ # œ œj œ oœ . π. o P ƒ n >œ Ï dolce

46

4 4


13

(prelúdio VIII) (una corda -  ) parte I Molto lento (Declamando)

V

V

U

U

bœ p

nœ P j œ

nœ F

V

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œ f

o

f

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Ï

 >œ ƒ

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U

#œ F

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j œ >

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U

j bœ fl

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Î

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j œ >

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1/4

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j nœ >

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œ+

 nœ >

4

,

il più presto possibile

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14 (prelúdio IX)

Il più presto possibile, poco rubato (legato possibile)

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Sonoro!

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( 2 volta

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15

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(prelúdio X) Vagante (molto legato)

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Molto Cantabile (recitativo)

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16

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(prelúdio XI)

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Adagio con rubato et etéreo

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17

(prelúdio XII)

rasgueado (3 seg.)

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rasgueado (8 seg.)

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dolce

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L.V.

(7 seg.)

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(polpa do polegar)

bœ nœ nœ 

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(3 seg.)

(1 seg.)

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(3 seg.)

rasgueado (4 seg.)

(2 seg.)

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(1 seg.)

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(dedo 1)

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6

Andante Cantabile

6

rall.

rasgueado (8 seg.)

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Ciclos em Cordas