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O PERCURSO E SEUS MEIOS NA MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA ANALÓGICA

M.B.


O PERCURSO E SEUS MEIOS NA MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA ANALÓGICA


DIA / NOITE 1

E, àquela tarde, enquanto ainda era de ritmo o estar no mundo, insistiam em passar ao meu lado paisagens altas./ Qualquer um que estivesse na minha posição móvel não saberia como compreender tantos céus - não fossem pelos reflexos das janelas e águas que, vez ou outra, acabavam por aparecer. / Detinha-me então; e este tempo me trazia qualquer prazer bem simples./ Era um descansar do balanço natural de estar em contato tão direto com aquilo que movia. Mover simples, diário. O balanço que eu respeitava como meu naquele dia em que me perdi./ Quando d´eu lá, tinha uma quase noite.


Nikon F80 Fevereiro/Abril 2011 Porto, Portugal.

o percurso e seus meios na minha primeira experiência analógica  

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