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Governança cooperativa Esta expressão deriva de governança corporativa, recentemente incorporada ao vocabulário gerencial – e a Credicitrus foi uma das primeiras cooperativas de crédito do país a aderir a esse moderno conceito, que é definido como o sistema

UM EXEMPLO DA FORÇA DO COOPERATIVISMO DE CRÉDITO

por meio do qual as sociedades empresariais são dirigidas e monitoradas. Isso envolve os relacionamentos (e as decisões daí decorrentes) entre acionistas/cotistas, de um lado, conselho de administração e diretoria, de outro, e auditoria e conselho fiscal, de um terceiro lado, com um objetivo bem claro: aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para sua perenidade. No caso de uma cooperativa, esse objetivo traduz-se, primeiro, no seu fortalecimento patrimonial e, conseqüentemente, no aumento de sua capacidade de prestação de serviços; depois, no estímulo aos cooperados para que invistam em sua cooperativa; finalmente, no aumento de sua longevidade e de sua sustentabilidade – a qual também está relacionada a outros fatores, como se verá mais adiante.

Controles internos A governança cooperativa apóia-se no conjunto de normas e procedimentos, os chamados controles internos, que orientam todas as ações empreendidas pela equipe profissional da Credicitrus, em todos os níveis. É um dos instrumentos fundamentais para a qualidade da gestão, impedindo que haja desvios em qualquer processo. A Credicitrus foi uma das pioneiras na elaboração desses controles internos, que incluem manuais para todas as suas atividades e as alçadas dos integrantes de sua equipe – o que explica por que o gerente de uma filial, por exemplo, necessita de autorização superior para liberar empréstimos de valor mais elevado. Esses controles, conforme explica a gerente administrativo da cooperativa, Maria Madalena Fernandes Rocha, “não devem basear-se apenas nas necessidades e peculiariades da cooperativa, mas também devem levar em conta as regras definidas pelo Banco Central para o sistema financeiro nacional e os demais dispositivos legais que regem o funcionamento das cooperativas de crédito em nosso país”. Esse conjunto de controles,

CREDICITRUS

que é periodicamente atualizado, culminou com a elaboração do Código de Ética e Compromisso de Conduta Administrativa e Funcional, que foi assinado por todos os funcionários da cooperativa.

Transparência Outro fator considerado essencial na governança cooperativa é a transparência, por meio da comunicação aberta e regular entre os integrantes da equipe, da diretoria executiva ao nível com menor responsabilidade, e a prestação de contas sistemática aos cooperados, que é feita principalmente na Assembléia Geral Ordinária que é realizada sempre no primeiro trimestre, para apresentação dos resultados do exercício anterior. Além disso, são mantidos outros meios como o portal www.credicitrus.com.br, o boletim CLIC – Canal Livre de Informações aos Cooperados e as reuniões de integração, durante as quais os cooperados têm acesso direto aos diretores e gerentes para externar livremente suas opiniões, manifestar necessidades que gostariam de ver atendidas e esclarecer todas as suas dúvidas. “Não há segredos em uma cooperativa”, costumava salientar Leopoldo Pinto Uchôa.

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Livro "Credicitrus - Um exemplo da força do cooperativismo de crédito  

Livro de comemoração dos 25 anos da Credicitrus.

Livro "Credicitrus - Um exemplo da força do cooperativismo de crédito  

Livro de comemoração dos 25 anos da Credicitrus.

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