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Tempos de sacrifício Essa equipe trabalhava no hoje chamado PAC 01 (Posto de Atendimento Cooperativo nº 1), que estava instalado dentro da loja de insumos da Coopercitrus em Bebedouro, ocupando a parte da frente dessa unidade, junto à entrada. Era com-

UM EXEMPLO DA FORÇA DO COOPERATIVISMO DE CRÉDITO

posta, no térreo, por uma saleta para atendimento aos cooperados e um caixa e, no mezanino, pela contabilidade, pelo setor de informática e pela sala da diretoria. Siguetoci Matusita lembra: “A área era simples e o calor muito forte, sem contar o cheiro de defensivos com o qual demorei a me acostumar. Incomodava principalmente às segundas-feiras, quando retornávamos ao trabalho. Mas depois nos acostumamos.” Maria Madalena Fernandes Rocha lembra em particular do calor quase insuportável que fez em 30 de julho de 1995. Como contadora da cooperativa, trabalhava no mezanino. Ligou para Nehemias Alves de Lima, na sede da Coopercitrus, no centro de Bebedouro, para certificar-se da temperatura. “Sr. Nehemias, está muito quente aqui. Estamos com 38º C.” E ele respondeu: “Deve ser verdade mesmo, porque aqui na praça está 35º C.” As dependências utilizadas pela Credicitrus exigiam enorme sacrifício. Por isso, afirma: “Não é força de expressão dizer que chegamos aonde chegamos à custa de muito suor”.

CREDICITRUS

Na foto, parte da equipe que atuou nas primeiras instalações da Credicitrus: em primeiro plano, ao computador, Marcelo Martins; em seguida, Persia Miotti e Rossana Costa Maestro; e à direita, ao fundo, Maria Madalena Fernandes Rocha e Luís Fernando Falcoski

Na foto extraída de um vídeo institucional produzido em 1992, Siguetoci Matusita, então gerente geral da Credicitrus, atende o cooperado José Agostinho Perri, um dos fundadores da cooperativa

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Livro "Credicitrus - Um exemplo da força do cooperativismo de crédito  

Livro de comemoração dos 25 anos da Credicitrus.

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