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“SOLA FIDE', “SOLA SCRIPTURAE”, “SOLUS CRISTUS”

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Fundamentado nas verdades bíblicas

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Cremos: 1- Na inspiração plena das Sagradas Escrituras nas línguas originais, preservadas com exatidão e infalibilidade como Palavra de Deus, a única autoridade em matéria de fé e prática. 2- Na existência e personalidade sobrenatural de um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo. 3- Na divindade do Senhor Jesus Cristo, assim como a sua humanidade, que se fez em tudo semelhante ao homem, todavia sem pecado. 4- Na concepção sobrenatural pelo Espírito Santo e no nascimento virginal do nosso Senhor Jesus Cristo. 5- Na sua morte vicária e expiatória, em que Ele deu sua vida vertendo seu imaculado sangue para salvar o pecador, por efeito unicamente da soberana graça através da fé e não por obras; e na sua ressurreição no mesmo corpo em que foi crucificado. 6- Na vinda pessoal, corporal e iminente de Jesus Cristo, para buscar a sua Igreja, e na Sua segunda vinda com poder e grande glória para estabelecer seu reinado, cumprindo, assim, as promessas feitas ao seu povo. 7- Na salvação do homem efetuada única e exclusivamente pela soberana graça de Deus, através da fé, não por meio de obras, sendo que todos os homens são pecadores perdidos carecendo da graça e glória de Deus. 8- Na necessidade de manter a pureza da igreja, tanto na doutrina como na prática, julgando todas as coisas pela Bíblia e por ela sendo julgado. 9- No batismo com o Espírito Santos no momento que o pecador recebe a Jesus Cristo como seu único e todo suficiente Salvador pessoal; e, que os dons do Espírito Santo concedidos à Igreja, precisam ser compreendidos à luz de todo o Novo Testamento e da história da Igreja de Cristo. 10- Na necessidade de manter um louvor reverente que consulte o caráter e a dignidade do nosso Deus e Pai revelado em Cristo Jesus, o Senhor. 11- Na separação Bíblica de todo aquele que nega a fé e se compromete com o erro, e a apostasia. 12- Na prática da fidelidade à fé, e no compromisso diário de anunciá-la a toda criatura.

Geral: sadoutrina@gmail.com Editor: marcosafmartins@ig.com.br

Sã Doutrina é marca registrada no CRTD de Vitória da Conquista sob nº 81, Livro B-1 (apresentado para registro e apontado sob nº 34.076).

Revista SÃ DOUTRINA A/C Marcos A. F. Martins Praça Gerson Sales, 42 - 1º andar Bairro Alton Maron CEP: 45045-020 - Vit. da Conquista-BA Fone: (77) 8807-0109 www.sadoutrina.cjb.net

Impressão GRÁFICA LASERSET

Direção de arte/Diagramação JAIME PORTELA DE VERÇOSA JR.

Revisão JOSÉ INFANTE NETO

Jornalista Responsável RUBENS JESUS SAMPAIO

Conselho Teológico PR. JOSÉ PEREIRA DA SILVA PR. DAVID THOMPSON PR. CALVIN GARDNER

Conselho Editorial JOSÉ INFANTE NETO

Editor-Chefe MARCOS ANTÔNIO FREIRE MARTINS

23 Indicações Bibliográficas

É VEDADA A UTILIZAÇÃO, REPRODUÇÃO OU APROPRIAÇÃO DOS TEXTOS, FOTOS E CRIAÇÕES SEM A AUTORIZAÇÃO POR ESCRITO DOS TITULARES DOS DIREITOS AUTORAIS.

AS OPINIÕES EMITIDAS EM ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A POSIÇÃO DA REVISTA.

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20 A Fé Tipo Código de Barras

Foi Freud quem disse...

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14 Profetas e Profecias Israel e Igreja

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10 Sinais da Volta de Cristo Cristo, A Razão das Profecias

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03

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Razão Para Crer

A Importância das Profecias

Editorial

Revista Apologético-Cristã Bimestral Ano 5 Nov/Dez 2005 nº 04


Que Deus nos abençoe.

Suplicamos aos irmãos amantes da sã doutrina que nos apóiem nesse empreendimento, tanto com a sua colaboração financeira como com a venda e divulgação da revista nas igrejas e juntos à comunidade cristã. Cremos que essa será a nossa contribuição na guerra contra o erro e a apostasia dos últimos dias, aguardando a volta de Cristo como "... igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível" (Ef 5:27).

A Revista Sã Doutrina volta ao cenário público com os mesmos embaraços de antes. Foram quase quatro anos de letargia devido a dificuldades financeiras, que nos levaram a suspender a sua edição e publicar o Jornal A Resposta Fiel (posteriormente chamado de Sã Doutrina), também com publicação ora suspensa. Dessa vez, tivemos que fazer diversos ajustes para manter a sua regularidade, evitando, assim, a extinção desse veículo de literatura fundamentalista.

Vale a pena envidar esforços também para alertar contra as falsas denominações "evangélicas" e seus "pastores" (melhor dizendo, cães), que "...com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples" (cf. Rm 16:18). A ordem é pela separação absoluta dos tais, conforme está escrito em Romanos 16:17 (final): "...desviai-vos deles". Eles são parte do cumprimento das profecias, por isso não podemos nos deixar enganar por suas suaves palavras, como se de Deus procedessem.

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Relativamente à nossa época, é bem verdade que não sabemos o dia exato em que se cumprirão os eventos escatológicos, porquanto Ele mesmo disse: "Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder" (At 1:7). Mas Deus nos deu os sinais proféticos, pelos quais temos uma bússola que nos norteia e uma candeia que "alumia em lugar escuro" (cf. 2 Pe 1:19), "porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido" (Rm 10:11).

Traçando um paralelo com a época de Jesus, somos alertados para estarmos atentos aos sinais dos tempos, para que não sejamos pegos de surpresa. Cristo veio ao mundo exatamente na época estabelecidas nas profecias. Se tivessem sido atenciosos, os judeus teriam esperado e reconhecido o Messias, pois, nesse sentido, as profecias bíblicas foram exatas quanto ao momento da Sua primeira vinda (v. Dn 9:19 e ss).

nossa era está marcada por uma dualidade sem precedentes: de um lado, o crescimento constante da apostasia, da imoralidade, dos erros teológico-doutrinários, da descrença e da chamada pseudociência (da qual a teoria da evolução é a sua maior expoente); do outro, o desenvolvimento dos sinais e o cumprimento de diversas profecias bíblicas, dentre as quais as que estão diretamente relacionadas com a volta de Jesus e com Israel. Enquanto a primeira cega os homens para que não creiam no evangelho de Cristo, a segunda traz luz aos salvos, para que estejam preparados.

A

Editorial

A nossa intenção não é trazer ao leitor um tratado de escatologia ou mesmo um catálogo exaustivo das profecias dos nossos tempos, mas demonstrar a inerrância da palavra de Deus, alertando para os sinais dos tempos e para a exatidão da Palavra profética. “Uma [...] comunidade está perfeita-mente justificada, psicologicamente” a proibir o comportamento sexual de crianças, “pois não haverá perspectiva de refrear os apetites sexuais dos adultos, se a base para tanto não tiver sido preparada na infância”. “Obrigações morais” com relação à sexualidade devem ser aprendidas “no período da confirmação [religiosa]”. “Achar que a psicanálise busca qualquer cura para as desordens neuróticas, dando livre vazão à sexualidade, é um equívoco sério, que só pode ser desculpado a partir da ignorância. Quando conscientizamos as pessoas dos seus desejos sexuais reprimidos, por meio da análise, isso, pelo contrário, lhes permite ter domínio sobre eles mesmos, coisa que a repressão prévia era incapaz de conseguir. Seria mais certeiro dizer que a análise liberta o neurótico das cadeias da sexualidade”. “No declínio das civilizações antigas, o amor ficou destituído de valor e a vida, vazia”. Estas citações do famoso médico austríaco Sigmund Freud (1856-1939), fundador da psicanálise, encontram-se no capítulo Sexo: A busca de prazer seria o nosso único propósito? do livro Deus em Questão C. S. Lewis e Freud (p. 139), escrito pelo psiquiatra Armand M. Nicholi Jr., professor da Escola de Medicina de Harvard (286 páginas, Editora Ultimato, agosto de 2005). São tão desconhecidos e surpreendentes estes pronunciamentos que o autor faz o seguinte comentário: “Muitas vezes é difícil imaginar como Freud tenha se tornado símbolo internacional da liberdade sexual” (p. 262). A maioria dos biógrafos de Freud concorda que ele não teve experiências sexuais antes de se casar aos 30 anos. Um deles, Ernest Jones, “descrevia Freud como 'peculiarmente monogâmico', argumentando que ele permaneceu fiel por todo o seu casamento” (p. 160).

Foi Freud quem disse...

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Hoje estamos vendo, tão claramente como o brilho do sol, os fatos escatológicos da era cristã. Eis aqui, agora, dois fatos principais que já não se podem ignorar, nem descartar: O terror na terra e os gemidos no sol. Não seria um bom sinal, para quem se importa com a Bíblia, ignorá-los. Estes fenômenos são de uma simultaneidade impressionante, atestando as infalíveis predições escatológicas do Livro de Deus.

Autor: Pr. Gérson Rocha

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Indicações Bibliográficas


(*) O Autor é Pr. Assistente da PIB Vila da Penha. Contatos wf6@ig.com.br

querem... A realidade da vida espiritual no Reino de Jesus é uma realidade interior, associada ao Pai que está “em secreto”. Não que a genuína presença do Reino em um salvo possa realmente estar oculta. Não pode de forma nenhuma, como também não pode se ocultar a sua ausência. Nossa consciência, como salvo, estará sempre a nos dizer que devemos obedecer aos mandamentos de Deus. Neste aspecto João afirma: “e nisto sabemos que o conhecemos: se guardamos os seus mandamentos” (1 Jo 2.3). Portanto, quem conhece a Deus obedece aos seus mandamentos, sua fé é real em todos os aspectos de sua vida, e não apenas um mero código de barras.

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Saiba como: email: marcosafmartins@ig.com.br celular: (77) 8807.0109

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unicamente a Deus (1 Co 6.20). Nosso relacionamento com as outras pessoas está transformado. Queremos ser melhores maridos, melhores esposas, pais, irmãos, vizinhos... Em suma, pode-se resumir dizendo que a nossa maior vontade é nos tornar-mos cada vez mais parecido com a imagem do nosso Mestre Jesus. Conclusão A verdade é que a fé salvadora, “o crer no Senhor Jesus” (At 4,12) é muito mais do que apenas acreditar nele. Essa fé jamais será um mero código de barras, porque ser salvo é ser revestido de um novo homem “... que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade” (Ef 4:24). Na prática, é esforçar-me ao máximo, para aprender com Jesus, a viver a minha vida da mesma maneira que Jesus viveria se estivesse em meu lugar. Observe que isso muito diferente de querer viver a vida de Jesus, ou mesmo de querer ser Jesus, como alguns equivocadamente o

A Fé Tipo Código de Barras

Se os profetas deveriam ser observados no VT eqüitativamente à lei, de igual modo passou a ser obrigatória à Igreja observar os Apóstolos (ou o NT) em pé de igualdade com as profecias (VT). Nós, a Igreja de Cristo, estamos "edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a

OS APÓSTOLOS COLOCADOS EM PÉ DE IGUALDADE COM OS PROFETAS COMO PROVA DA CANONICIDADE DO NOVO TESTAMENTO

povo ao arrependimento e à obediência à Palavra de Deus. A conseqüência pela desobediência à lei e aos profetas foi-lhes deveras danosa: "Assim andaram os filhos de Israel em todos os pecados que Jeroboão tinha feito; nunca se apartaram deles; Até que o SENHOR tirou a Israel de diante da sua presença, como falara pelo ministério de todos os seus servos, os profetas; assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje" (vs. 22 e 23). De tal modo, a conseqüência para a Igreja do Senhor, se não observar os Seus mandamentos e os profetas, será extremamente nociva.

(Isaías 46:12)

longe da justiça"

coração, os que estais

"Ouvi-me, ó duros de

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As vezes em que os profetas são citados na Bíblia em concomitância com a lei nos informam a canonicidade e a autenticidade dos livros do Velho Testamento e, ao mesmo tempo, revelam a obrigatoriedade da observância tanto da lei quanto dos profetas. A advertência feita por Deus ao povo de Israel e de Judá em 2 Reis 17:13 (2ª parte) prova esse paralelismo: "Convertei-vos de vossos maus caminhos, e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, conforme toda a lei que ordenei a vossos pais e que eu vos enviei pelo ministério de meus servos, os profetas" (v. tb. Dn 9:10; At. 24:14; Mt. 7:12 e 22:40; Lc 16:16; etc.). Israel havia rejeitado aos profetas (v. 14) e descumpria a lei (v. 15), porquanto eles (os profetas) asseveravam veementemente o pecado, censurando-o, e conclamavam o

OS PROFETAS COLOCADOS EM PÉ DE IGUALDADE COM A LEI COMO PROVA DA AUTENTICIDADE DAS PROFECIAS

cristianismo bíblico é a única religião mundial que pode olhar para o futuro e conhecer, com extrema segurança, as coisas que estão para acontecer. Deus estabeleceu as profecias "como uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações" (2ª Pedro 1:19, 2ª parte). As profecias propiciam não somente segurança, mas também arrependimento, perseverança, motivação, coragem, fé e muito mais. Não foi em vão que Jesus se reportou diversas vezes aos profetas para confrontar os judeus, para comprovar a sua missão e para alertar aos seus discípulos. Não foi igualmente à toa que os apóstolos invocaram as profecias para levar as boas novas da salvação e para ensinar à Igreja.

O

A Importância das Profecias M. Martins


Rasgando o negro manto do futuro, as profecias, quando bem interpretadas, constituem-se em uma fonte de luz para os que a observam. As fortes implicações da falta de cuidado com as Escrituras proféticas podem ser traduzidas na resposta de Jesus aos judeus incrédulos em João 5:39: "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam". Jesus veio em nome do Pai e eles não O aceitaram com a mesma facilidade com que aceitarão outro que vier em seu próprio nome (v. 43). Se estivermos atentos a elas, as profecias nos conduzirão a uma melhor compreensão do significado da história, do destino da humanidade, dos sinais dos tempos, da inspiração plena da Bíblia, além de nos fornecer uma sólida expectativa do futuro, o que n��o é encontrado em nenhum outro livro "sagrado". Eis porque se torna até pecado não atentar aos profetas, preparandonos para as coisas vindouras. Que possamos ser semelhantes às cinco virgens prudentes, que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo preparadas, levando azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas, e, chegando o esposo, entraram com ele para as bodas (Mt 25:1-13). Portanto, como o Apóstolo Paulo, sirvamos "...ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas" (Atos 24:14).

A IMPORTÂNCIA DAS PROFECIAS

anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade". Quem é como o nosso Deus, justo e Salvador, que revela ao seu povo santo as verdades que estão para acontecer e conclama o ímpio ao arrependimento? Grande é em sabedoria e ciência e nada há que escape ao seu conhecimento.

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Diariamente, somos bombardeados por inúmeros ataques à nossa fé, tanto pelos meios de comunicação de massa como por palavras de incrédulos usados por Satanás. Mas, ainda que o veredicto dos céticos seja em prol da rejeição da Bíblia, nós "...temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos... Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo" (2ª Pedro 1:19, 1ª parte, e 21). A verdade é que as profecias são as mais contundentes e irrefutáveis provas da veracidade da Bíblia e de sua origem divina. Todo e qualquer argumento ateísta se torna abertamente falacioso quando confrontado com o cumprimento das profecias. "...sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso..." (Romanos 3:4). Nesse diapasão, lemos em Isaías 46:910: "Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que

AS PROFECIAS COMO PROVA INTERNA DA ORIGEM DIVINA DA BÍBLIA

principal pedra da esquina" (Efésios 2:20). Tal fato nos remete não somente à obrigatoriedade da observância do Novo Testamento, mas também à sua canonicidade. Jesus prometeu o Espírito da Verdade, pelo qual os apóstolos seriam dotados de autoridade para anunciar as verdades neotestamentárias (João 16:12-15). Paulo, na primeira carta aos tessalonicenses, deu graças a Deus porque os crentes haviam recebido a pregação dos Apóstolos "não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como palavra de Deus, a qual também opera em vós, os que crestes" (2:13). E o Apóstolo Pedro, por sua vez, aponta para as epístolas de Paulo como sendo sabedoria que lhe foi dada da parte de Deus (2 Pedro 3:15).

A Importância das Profecias III. Será Que Deus Realmente Não Muda a Nossa Conduta? Neste aspecto a Bíblia é categórica ao afirmar que um verdadeiro salvo é uma nova pessoa; alguém que tem uma vida nova vinda de Deus. “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2Co 5.17). Observe que a grande diferença é que a vida interior do salvo é transformada e feita de novo. Isso nunca ocorre com alguém que simplesmente se pareça com um salvo, mas não é. Portanto, a verdadeira mudança ocorre em nosso interior e afeta toda a nossa vida. É exatamente isso que Ezequiel queria dizer: “também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. Ainda porei dentro vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis as minhas ordenanças e, e as observeis” (Ez 36.26-27)(grifos meus). De fato, essa mudança afeta até os nossos corpos, pois se antes usávamos nossas línguas para fofocas e maledicências, agora a usamos para glorificar a Deus. “Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois os membros de Cristo, e os farei membros de uma meretriz? De modo nenhum” (1Co 8.15). Assim sendo, nossos corpos que antes eram usados para propósitos pecaminosos, agora são usados para fazer o que é bom e agradável a Deus. Nosso culto também se torna novo, antes, se “adorar” a Deus era sinônimo de divertimento e apenas satisfação pessoal. Agora nosso culto é ajudado pelo Espírito Santo, adoramos em espírito e em verdade, conforme preceituado pelo próprio Senhor (Jo 4.33). Neste sentido, somos convocados a adorar a Deus nos seus termos, (estabelecidos em sua Sagrada Escritura) e não em nossos próprios termos baseados em nossa criatividade. Nessa perspectiva, o salvo quer fazer tudo, de modo a agradar e glorificar

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2 Declarar, essa palavra está em moda atualmente em nossos cultos, principalmente nos “corecos”, digo corinhos que são repetidos, repetidos infinita vezes, mas cujas letras que não dizem nada... - 3 Christianity Today, 24 de setembro de 1990. p.17 - 4 THIELICKE, H. The Trouble with the Church: A Call for Renewal. New York, Harper and Row, 1965. p.3

principalmente as necessidades espirituais) sem nos preparar para viver a vida como cidadão do seu Reino? Ou seria possível acreditar que a salvação só diz respeito à morte e o além? Ou ainda, será que ser salvo nada tem a ver com o tipo de pessoas que somos? A separação entre fé e vida tem perturbado muitos que se mantêm presos as suas idéias de que para ser salvo, basta, 2 apenas, “declarar” que creu em Jesus, sem a necessidade de uma verdadeira mudança interior. Mudança que o Novo Testamento chama de regeneração. A grande pergunta é, acho eu, se Deus realmente estabeleceria um acerto do tipo código de barras? O fato problemático nessa idéia é que somos nós que corremos perigo: perigo de perder a plenitude de vida que nos é oferecida através do Evangelho aqui e agora... Há 15 anos uma importante revista cristã comentou em editorial os rumores de que certo líder de uma determinada denominação havia renunciado por falta 3 moral . Os rumores se confirmaram, mas a revista explicando sua decisão de não publicar o caso, afirmou que esses fatos eram comuns e até numerosos, e que portanto só publicaria quando o líder fosse uma pessoa de grande destaque. Helmut Thielicke destaca que muitas vezes nos perguntamos se as celebridades que anunciam produtos, comidas, e roupas, se realmente elas consomem o que estão vendendo? Ele afirma ainda que esta questão é muito mais relevante para aqueles que falam em nome de Cristo. Se faltas morais estão tão difundidas entre nós, então algo está errado. Talvez não estejamos comendo aquilo que anunciamos. Se isso acontece em nosso meio, o mais provável é 4 que o que estamos “vendendo” é irrelevante para nossa vida real e, portanto não tenha o poder de mudar o nosso dia a dia.

A Fé Tipo Código de Barras


Wilson Franklim

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II. Será Que Deus Estabeleceria Uma Salvação Tipo Código de Barras? Será que Deus estabeleceria para nós, os salvos, um plano que contornasse apenas as terríveis necessidades da nossa vida na terra e deixasse o caráter humano inalterado? Será que ficaríamos desamparados, sujeitos a todas as dificuldades (emocionais, intelectuais, sociais e

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1 WILLARD, D. A Conspiração Divina. São Paulo, Mundo Cristão, 2001. p.57.

I. A Fé, Tipo Código de Barras Nos supermercados, cada produto recebe um código de barras específico que o identifica em gênero, quantidade, qualidade... Logo, na hora do pagamento, o leitor ótico, do caixa, irá ler apenas o código de barras. O fato problemático é que pouco importa o conteúdo que está dentro daquela embalagem, ou mesmo, se o código de barra está no produto trocado, porque o scanner (o olho eletrônico) da máquina irá ler apenas o código de barras. Desta maneira, se o código de barras do iogurte está sobre um vidro de veneno, o veneno será iogurte, pelo menos para o scanner.

ntre nós, os chamados evangélicos, têm uma máxima: somos pecadores salvos. Em outras palavras, é o que dizia, em parte, um adesivo de carro nos EUA: “Os evangélicos não são perfeitos, só perdoados”. Será que ser cristão é só isso? A graciosa dádiva da vida eterna no Reino de Deus é só isso? É verdade que os cristãos não são perfeitos, e que sempre haverá uma forte necessidade de santificação. Mas existe uma grande diferença entre não ser perfeito e ser “só perdoado”... Neste artigo pretendo mostrar que a fé salvadora vai muito além de um simples dizer “eu aceitei Jesus”, “agora sou evangélico”... Mas, envolve uma mudança radical em todo o modo de vida de uma pessoa. É importante notar, que não estou defendendo uma salvação pelas obras, antes ao contrário, quero demonstrar que a conseqüência natural de um salvo são as boas obras evidenciadas em sua vida (Ef 2.8-10).

A teologia das quinquilharias evangélicas diz que há algo no crente que funciona como um código de barras. Nessa perspectiva, dentre uma infinidade de coisas, pode-se destacar: 1º. Ser membro de uma determinada igreja; 2º. Participar de um ritual; 3º. Dar uma generosa oferta financeira para receber bênçãos; 4º. Uma decisão pessoal de aceitar um credo; 5º. Uma decisão de passar para uma igreja “poderosa que dá liberdade” ao Espírito para agir na igreja (como se Deus dependesse da autorização de alguém para agir em sua própria casa)... Na míope visão dessa teologia, “um momento de concordância mental com um credo”, ou mesmo “a decisão de entrar para uma igreja poderosa”, faz com que Deus “scaneie” o fato e logo jorra perdão. “É como se uma medida de justiça passasse da conta de Cristo para a nossa conta no céu e todas as nossas dívidas estariam pagas. E assim somos 1 'salvos'” . Desta forma, acredita-se na ilusão de que se cumprindo este ou aquele ritual pode-se impressionar a Deus, da mesma forma que o código de barras impressiona o scanner. Assim sendo, se uma pessoa disser que “aceitou” a Jesus, ou se “filiou-se” a determinada igreja, a sua salvação já estará garantida, independente da maneira como tal pessoa conduzirá a sua vida...

A FÉ TIPO CÓDIGO DE BARRAS

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Entretanto, por ser a profecia única na Bíblia, ela é única para Cristo. Profecia nenhuma narrou a vinda de Buda, Maomé, Zoroastro, Confúcio, Joseph Smith, Mary Baker Eddy, os populares gurus hindus que têm invadido o Ocidente, ou qualquer outro líder religioso, todos eles sem as credenciais

A profecia, pois, desempenha um papel vital ao revelar o propósito de Deus para a humanidade. Ela também fornece uma prova inteiramente segura na identificação do verdadeiro Messias de Deus, ou Cristo, e desmascara o impostor de Satanás, o anticristo, de maneira que ninguém que observar a Palavra de Deus venha a ser por ele enganado.

Há muitas provas importantes para a profecia bíblica. A primeira de todas, o cumprimento da profecia estabeleceu prova irrefutável da existência do próprio Deus que inspirou os profetas. Pelos importantes eventos da história mundial, profetizados centenas e mesmo milhares de anos antes de acontecerem, o Deus da Bíblia prova ser o único Deus verdadeiro, Criador do Universo e da humanidade, o Senhor da História - e que a Bíblia é a Sua Palavra infalível, dada a fim de comunicar os seus propósitos e meio de salvação a todos os que crerem. Aqui está uma prova tão simples que uma criança pode entender e tão profunda que os maiores gênios não podem refutar.

PROFECIA - A GRANDE PROVA

Mórmon, ou quaisquer outros escritos das religiões mundiais. Esse fato isolado já provê um inegável selo de aprovação divina sobre a fé judaico-cristã, que falta em todas as outras crenças. O perfeito registro do cumprimento da profecia bíblica é suficiente para autenticar a Bíblia, diferentemente de todos os outros escritos, como a única e inerrante Palavra de Deus.

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Cerca de 30% da Bíblia são dedicados à profecia. Esse fato confirma a importância do que tem se tornado um assunto negligenciado. Em contraste marcante, a profecia está completamente ausente no Corão, nos Vedas hindus, no Baghavad Gita, no Ramayana, nas palavras de Buda e Confúcio, no Livro de

Dois importantes assuntos da profecia estendem-se consistentemente por toda a Escritura: (1) Israel; (2) O Messias que vem para Israel e através de Israel para o mundo como Salvador de toda a humanidade. Ao redor destes dois temas centrais quase todas as demais profecias se desenrolam e encontram o seu significado, seja o Arrebatamento da Igreja, o Anticristo, seu governo e religião vindouros, o Armagedom, a Segunda Vinda de Cristo, ou qualquer outra ocorrência profética. A Bíblia é absolutamente única na apresentação dessas profecias, as quais ela registra com detalhes específicos, começando há mais de 3.000 anos.

A profecia bíblica é a chave para se entender tanto o passado quanto o futuro. Embora aos céticos essa talvez pareça uma pretensão absurda, ela é facilmente comprovada. Pelo fato de ter se cumprido a maior parte das profecias registradas na Bíblia, fica “ muito simples determinar se essas profecias são ou não confiáveis.

embrai-vos das coisas passadas da antigüidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antigüidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade" (Isaías 46.9-10).

Dave Hunt

CRER

Razão Para


5. Deus os admoestou que onde quer que vagassem, os judeus seriam "pasmo, provérbio e motejo entre todos os povos" (Deuteronômio 28.37; 2 Crônicas 7.20; Jeremias 29.18; 44.8, etc.). Incrivelmente isso tem se tornado realidade a respeito dos judeus através de toda a história, exatamente como a

4. Deus declarou que o seu povo seria espalhado "entre todos os povos, de uma até à outra extremidade da terra" (Deuteronômio 28.64; comp. 1 Reis 9.7; Neemias 1.8; Amós 9.9; Zacarias 7.14, etc.). E assim aconteceu. O "judeu errante" é encontrado em toda parte. A precisão com que essas profecias aconteceram exclusivamente aos judeus se tornou marcante, porque segue cumprimento após cumprimento até que a existência de Deus através do trato com o Seu povo escolhido se torne irrefutável.

Até este ponto, a história nada tem de especial. Outros povos acreditaram que uma certa área geográfica era a sua "terra prometida" e depois de entrarem nela foram posteriormente expulsos pelos inimigos. Porém, as próximas seis profecias e o seu cumprimento são absolutamente únicos na história dos judeus. A ocorrência desses eventos, exatamente como foram profetizados, jamais pode ter acontecido por acaso.

3. Quando os judeus entraram na Terra Prometida, Deus os advertiu que, se eles praticassem a idolatria e imoralidade dos habitantes primitivos, os quais Ele havia destruído por praticarem o mal (Deuteronômio 9.4), Ele os lançaria também para longe (Deuteronômio 28.63; 1 Reis 9.7 e 2 Crônicas 7.20, etc.). Que isso aconteceu é, também, inegável pela história.

2. É um fato histórico Deus ter trazido esse "povo escolhido" (Êxodo 7.4-8; Deuteronômio 7.6; 14.2, etc.) à Terra Prometida; uma surpreendente história de milagres por si só.

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1. Deus prometeu uma terra e fronteira claramente definidas (Gênesis 15.18-21) a Abraão (Gênesis 12.1; 13.15; 15.7, etc.) e renovou tal promessa a Isaque, filho de Abraão (Gênesis 26.3-5), ao seu neto Jacó (Gênesis 28.13) e aos seus descendentes para sempre (Levítico 25.46; Josué 14.9, etc.).

Embora muito do que os profetas predisseram para Israel ainda seja para o futuro, nove profecias importantes envolvendo detalhes específicos e verificáveis já se cumpriram, exatamente como fora previsto séculos antes.

O POVO ESCOLHIDO - SUA TERRA E DESTINO

Visto que estes dois importantes itens da profecia bíblica, Israel e o Messias, são tratados em alguns dos meus livros, principalmente em "Quanto Tempo Nos Resta?", vamos resumi-los aqui rapidamente. Em Isaías 43.10, o Deus de Israel declara que os judeus são Suas testemunhas para o mundo do qual Ele é Deus. Tal é o caso, apesar de 30% dos israelitas hoje afirmarem ser ateus e a maior parte dos judeus do mundo inteiro jamais pensarem em dizer que Deus existe. Mesmo assim eles são testemunhas da existência dEle, tanto para si mesmos como para o mundo, por causa do espantoso cumprimento exato na história daquilo que Deus falou que iria acontecer a esse povo especial.

que distinguem Jesus Cristo. Entretanto, há mais de 300 profecias do Velho Testamento que identificam o Messias de Israel. Séculos antes de Sua vinda, os profetas hebreus estabeleceram critérios específicos que deveriam ser preenchidos pelo Messias. O cumprimento destas profecias nos mínimos detalhes da vida, morte e ressurreição de Jesus de Nazaré demonstram indiscutivelmente ser Ele o prometido por Deus, o verdadeiro e único Salvador.

Razão Para Crer

A maior glória seria, ser tão amada

Pr.Vítor Ferreira e Silva. a 1 Igreja B. B. Vitória da Conquista, Ba.

Rm. 11.33-36.

“Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a Ele para que lhe seja restituído? Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amem!”"

pelo Senhor, que mesmo traindo vezes por vezes, ainda assim ser alvo do amor de Deus? Ou seria ser tão amado por Jesus Cristo que, em seu amor, com seu sangue, sacrifício e morte, providenciou para que a Igreja jamais perca a sua pureza?

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amor?

Qual a maior glória? Qual o maior

Israel - Israel tem a glória de ser a esposa de YHWH, uma esposa tão amada, que mesmo tendo sido infiel, YHWH a ama tanto que escolheu perdoa-la e recebe-la de volta. Igreja - A Igreja tem a glória de ser a noiva de Cristo, uma noiva tão amada que o Senhor Jesus Cristo escolheu derramar seu sangue para santificá-la e fazer dela sempre pura e purificada.

2. Igreja - Ef. 1.3, abençoado com todas bênçãos espirituais. 3. Israel - Zc. 8.23, instrumento de Deus para a salvação dos homens no futuro. 4. Igreja - 1 Tm. 3.15, instrumento de Deus para a salvação dos homens no presente. 5. Israel - Zc. 2.8, menina dos olhos de Deus. 6. Igreja - 1 Co. 6.15, corpo de Jesus Cristo. 7. Israel - Is. 49.15, jamais será esquecido. 8. Igreja - Hb. 13.5, jamais será abandonada. 9. Israel - Israel é a glória de YHWH e YHWH é a Glória de Israel. 10. Igreja - A Igreja é a glória de Cristo e Cristo é a Glória da Igreja.

1. Israel - Rm. 9.4,5 pertence-lhes a adoção, a glória, as alianças, a legislação, o culto, as promessas, os patriarcas, e dele descende o Próprio Cristo.

ISRAEL E IGREJA - PRIVILÉGIOS

pertence às coisas mais excelentes. No entanto será que dá para diminuir o privilégio de Israel? A título de resumo, observe:

Israel e Igreja


Diante das Semelhanças e Contrastes, fica uma pergunta: de quem é maior glória? De quem é o maior privilégio? É claro que à Igreja, conforme Hebreus,

5 - Aliança: A de Israel é a Abraamica; A da Igreja é a Nova Aliança. 6 - Templo: Israel possui um templo; A Igreja é o templo. 7 - Trato divino: Com Israel é coletivo; Com a Igreja é individual. 8 - Ministério: Israel é centrípeto, as nações se voltam para ele; A Igreja é centrífuga, ela se volta às nações. 9 - Revelação: Israel é vista desde Abraão; A Igreja foi um mistério. 10 - Paternidade: De Israel, Deus é Pai da nação; Da Igreja, Deus é Pai do indivíduo. 11 - Cristo: Para Israel, Ele é Messias, Emanuel e Rei; Para a Igreja, Ele é Salvador, Senhor e Cabeça. 12 - O Espírito Santo: Israel, Ele vinha por algum tempo em alguns; Igreja, Ele vem a todos, permanentemente. 14 - Princípio Governante: Israel, a Lei; Igreja, a Graça. 15 - Capacitação divina: Israel, nenhuma; Igreja, Dons do Espírito. 16 - Volta de Cristo: Israel, todo o olho o verá; Igreja, somente os salvos perceberão, e irão ao seu encontro nos ares. 17 - Posição: Israel, servo; Igreja, membro da família. 18 - Sacerdócio: Israel tinha um sacerdócio: A Igreja é um sacerdócio. 19 - Relação com o Senhor: Israel é a esposa infiel de Jeová; A Igreja é a noiva pura de Cristo. 20 - Julgamento: Israel será julgado na terra; A Igreja será julgada no céu. 21 - Eternidade: Israel, espírito dos justos aperfeiçoados na nova terra; Igreja, igreja dos primogênitos nos novos céus. 22 - Líder: Israel, Moisés; Igreja, Cristo. 23 - Quanto à raiz: Israel, ramo natural; Igreja, ramo enxertado.

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1 - Revelação Bíblica: Israel escreveu quatro quintos; Igreja escreveu um quinto. 2 - Bênçãos: Israel, possui as terrestres: Igreja, possui as celestes. 3 - Descendência: Israel, é descendência física de Abraão: Igreja, é descendência espiritual. 4 - Cabeça: De Israel, Abraão; Da Igreja, Cristo.

Israel e Igreja Contrastes (em parte extraído do Manual de Escatologia)

1 - Israel, o povo de Deus, Ex. 6.7; Igreja, o povo de Deus, 1 Pe. 2.9. 2 - Israel, povo eleito, Rm. 9.11; 11.5,7; Igreja, povo eleito, 2 Pe. 1.10. 3 - Testemunhas de Deus na terra: Israel, Is. 43.10; Igreja, At. 1.8. 4 - Sacerdotes: Israel, Ex. 19.5; Igreja, 1 Pe. 2.9. 5 - Descendência de Abraão: Israel, João 8.33; Igreja, Gl. 3.29. 6 - Servido por anjos: Israel, At. 7.35; Igreja, hb. 1.14 7 - Ligados à mesma raiz: Israel e Igreja, Rm. 11.16-24.

ISRAEL E IGREJA - SEMELHANÇAS

povo. As Escrituras fazem muitas profecias quanto ao futuro. A maior parte dela tem Israel como alvo, envolvendo aspectos políticos, econômicos, raciais e territoriais, a ponto de Israel ser chamado, na teologia escatológica da hermenêutica literal, de relógio profético do mundo, pois as profecias do Velho Testamento estão em peso relacionadas a Israel. Não admitir ou não entender essa distinção, induzirá o estudioso honesto das Escrituras a uma confusão no que diz respeito à maior parte do Velho Testamento e a grandes porções do Novo Testamento, como Mateus 24-25, Rm. 9-11, Ap. 7, 12, 14, entre outros textos.

Israel e Igreja

Deus declarou que apesar de tais perseguições e massacres periódicos,

Preservação e Renascimento

O Concílio (católico romano) de Viena (1311) proibiu qualquer transação entre cristãos e judeus. O Concílio de Zamora (1313) estabeleceu que se proibissem aos cristãos de se associarem aos judeus... E levou as autoridades seculares (como a igreja havia há muito estabelecido em Roma e nos estados papais) a confinar os judeus em quarteirões separados (guetos) e compeli-los a usar um distintivo (antes havia sido um chapéu amarelo) e assegurar sua freqüência aos sermões para que se convertessem.[3]

máximo. Hitler, que permaneceu católico até o fim, afirmaria que estava apenas seguindo o exemplo dos católicos e dos luteranos em concluir o que a igreja havia começado. O anti-semitismo fazia parte do catolicismo, do qual Martim Lutero jamais se libertou. Ele advogava que se incendiassem as casas dos judeus, dando-lhes a alternativa de se converterem ou ficarem sem a língua.[1] Quando os judeus de Roma foram libertados de seus guetos pelo exército italiano em 1870, sua liberdade finalmente pôs fim a cerca de 1.500 anos de inimaginável humilhação e degradação nas mãos dos que afirmavam ser os vigários de Cristo. Papa nenhum odiou os judeus mais do que Paulo IV (1555-1559), cuja crueldade foi além da imaginação humana. O historiador católico Peter de Rosa confessa que uma inteira "sucessão de papas reforçou os antigos preconceitos contra os judeus, tratando-os como leprosos, indignos da proteção da lei. Pio VII (1800-1823) foi sucedido por Leão XII, Pio VIII, Gregório XVI e Pio IX (1846-1878) - todos eles discípulos de Paulo IV.[2] O historiador Will Durant nos lembra de que Hitler teve bons precedentes para a suas sanções contra os judeus:

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Os papas católicos romanos foram os primeiros a fomentar o anti-semitismo ao

Vergonhosamente, muitos que afirmaram ser cristãos e, portanto, seguidores de Cristo, que era um judeu, estavam na primeira fila da perseguição e extermínio dos judeus. Havendo ganho completa cidadania no Império Romano pagão, em 212 d.C., sob o Édito de Caracalla, os judeus se tornaram cidadãos de segunda classe e objeto de incrível perseguição depois que o Imperador Constantino supostamente se tornou cristão. A partir daí, foram os que se chamavam cristãos que se tornaram mais cruéis com os judeus do que os pagãos jamais haviam sido.

6. Seria perseguido e assassinado como nenhum outro povo na face da terra, fato que a história atesta com eloqüente testemunho, pois foi exatamente o que aconteceu aos judeus, século após século, onde quer que fossem encontrados. O registro histórico de nenhum outro grupo étnico ou nacional de pessoas contém algo que ao menos se aproxime do pesadelo de terror, humilhação e destruição que os judeus têm suportado na história, pelas mãos dos povos entre os quais foram espalhados.

Além do mais, os profetas declararam que esse povo espalhado não apenas seria difamado, denegrido e discriminado, mas:

HISTÓRIA DE PERSEGUIÇÃO

geração presente pode muito bem constatar. A maledicência, o desprezo, as piadas, o ódio violento chamado anti-semitismo, não apenas entre os muçulmanos, mas até mesmo entre os que se chamam cristãos, é um fato único e persistente na história peculiar do povo judeu. Mesmo hoje, apesar da freqüente memória do Holocausto de Hitler, que chocou e envergonhou o mundo inteiro como um desafio à lógica e à consciência, o antisemitismo está vivo e recrudesce em todo o mundo.

Razão Para Crer


Jerusalém é uma pequenina cidade sem importância comercial ou localização estratégica. Mesmo assim, os olhos do mundo

A Bíblia diz que quando Deus determinou guardar o Seu povo escolhido separado para si próprio (Êxodo 33.16; Levítico 20.26, etc.), Ele o fez porque

8. Os traria de volta à sua terra nos últimos dias (Jeremias 30.10; 31.8-12; Ezequiel 36.24,35-38, etc.), antes da segunda

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Israel ocupa 1/6 de 1% da área de terra que os árabes possuem. Os árabes têm o petróleo, a riqueza e a influência mundial que tais recursos aparentemente inesgotáveis proporcionam. Não apenas o pedacinho de terra de Israel é dificilmente perceptível no mapa-múndi, como também lhe faltam todas as coisas essenciais para que se torne o centro das preocupações de todo o mundo. Entretanto, desafiando o bom-senso, Israel é o foco da atenção mundial, exatamente como foi profetizado.

Nenhuma Explicação Normal

9. Deus declarou que nos últimos dias, antes da segunda vinda do Messias, Jerusalém se tornaria "um cálice de tontear... uma pedra pesada para todos os povos" (Zacarias 12.2-3). Quando Zacarias fez esta profecia, há 2.500 anos, Jerusalém permanecia em ruínas e cheia de animais selvagens. A profecia de Zacarias parecia uma grande loucura, mesmo após o renascimento de Israel em 1948. Pois hoje, exatamente como foi profetizado, um mundo de quase 6 bilhões de pessoas tem os seus olhos voltados para Jerusalém, temendo que a próxima Guerra Mundial, se explodir, seja travada sobre essa pequenina cidade. Que incrível cumprimento da profecia!

Deixar de se misturar em casamentos não fazia sentido. A absorção por aqueles entre os quais viviam pareceria inevitável, de modo que poucos sinais dos judeus como povo distinto deveriam permanecer até hoje. Afinal, esses desprezíveis exilados foram espalhados por todos os cantos da terra por 2.500 anos, desde a destruição de Jerusalém por Nabucodonosor em 586 a.C. Poderia a "tradição" ser tão forte sem uma fé real em Deus?

Contra todas as previsões, os judeus permaneceram um povo distinto, depois de todos esses séculos. Este fato é um fenômeno sem paralelo na história e absolutamente peculiar aos judeus. Para a maioria dos judeus que viviam na Europa, a lei da igreja tornava impossível o casamento misto sem a conversão ao catolicismo romano. Aqui mais uma vez a igreja católica desempenhou um papel infame. Durante séculos era pecado mortal, sob a jurisdição dos papas, o casamento entre judeus e cristãos, evitando-se os casamentos mistos mesmo entre os que o desejassem.

vinda do Messias. Essa profecia e promessa há tanto esperada foi cumprida com o renascimento de Israel em sua Terra Prometida. Isso aconteceu em 1948, quase 1.900 anos após a Diáspora final, na destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., pelos exércitos romanos liderados por Tito. Essa restauração de uma nação, depois de 25 séculos, é absolutamente espantosa, um fenômeno sem paralelo na história de qualquer outro povo e inexplicável por meios naturais e muito menos pelo acaso. Mais notável é que

7. Ele não permitiria que o Seu povo fosse destruído, mas o preservaria como um grupo étnico e nacional identificável (Jeremias 30.11; 31.35-37, etc.). Os judeus teriam toda razão de se misturarem através de casamentos [com os gentios], de mudarem seus nomes e de esconderem sua identidade de qualquer maneira possível, a fim de escaparem à perseguição. Por que preservaram sua linha sangüínea, se não possuíam uma terra própria, se a maioria não cria literalmente na Bíblia, e se a identificação racial só lhes trazia as mais cruéis desvantagens?

Razão Para Crer

T

É de grande importância essa distinção, dentre outros, por dois fatores: 1 - A fim de se evitar um antisemitismo teológico e histórico: É sabido, por qualquer que tenha estudado algo sobre os judeus em seus dois mil anos de diáspora (dispersão), que eles foram grandemente perseguidos e oprimidos, não só no sentido moral, mas principalmente no sentido físico. Eles foram espoliados, torturados, ultrajados, expulsos de suas cidades, e mortos. Se a violência por si só não nos chama ao espanto, perceber que os judeus sofreram necessariamente nos países que a si mesmo identificavam como cristãos, gera uma interrogação que precisa ser respondida. Justificar-se com o argumento de que o

ISRAEL E IGREJA - DISTINÇÃO

ambém há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres. Uma é a glória do Sol, e outra, a glória da Lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferença de esplendor”. 1 Co. 15.40,41. No texto citado, o apóstolo faz uso das diferenças entre os astros, para ensinar sobre os novos corpos dos que serão ressurretos. O objetivo era defender a ressurreição, e mostrar parte da grande glória que está reservada aos que crêem. Gostaria de fazer uso da linha de pensamento do apóstolo, no que concerne à distinção entre glória e glória, não no sentido de contrastar algo do presente com algo da eternidade, mas de contrastar e comparar dois atos soberanos de Deus, que se deram na época temporal e se estenderão até ao futuro eterno.

2 - É importante para uma escatologia saudável: entender a distinção entre Israel e Igreja, é admitir que Deus, apesar de no momento não estar usando Israel para anunciar Seu Nome, tem um plano para esse

cristianismo que praticava tais crueldades era o que se professava católico, é um argumento desonesto, pois se havia algo em que os reformadores Calvino e Lutero não protestavam, era do anti-semitismo. Tanto que a Alemanha nazista era de formação luterana, e o próprio Hitler afirmava estar terminando o que os cristãos haviam começado. O início desse anti-semitismo cristão deu-se com Orígenes, quando ele encabeçou uma linha de interpretação das Escrituras que tinha como princípio a alegoria, a idéia de que o texto sagrado não deve ser tomado em seu sentido literal, mas deve ser espiritualizado. Com essa forma de hermenêutica, surgiram algumas doutrinas que só poderiam ter vida através da interpretação alegórica, como a doutrina da substituição. Nesse ensino, o Israel do passado foi substituído pela Igreja do presente, suas promessas agora pertenceriam à Igreja. Isso quer dizer que quando as Escrituras dizem que o povo de Israel é a menina dos olhos de Deus, e quem nele tocar será punido pelo Senhor, os cristãos não precisam temer o versículo, apenas entender que Israel foi substituído pela Igreja. Assim, Israel podia ser perseguido e massacrado por aqueles que diziam crer no Deus de Israel, sem que isso fosse um problema; teriam até mesmo um ótimo pretexto, acusando-os de deicidas, pela crucificação de Cristo. A distinção entre esses dois povos através dos quais Deus escolheu mostrar seu amor ao mundo nos protegerá desse primeiro e grande erro.

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Semelhanças, Contrastes e Privilégios

ISRAEL E IGREJA


LIVRO

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Bibliografia Online Bible, versão 7.00 Strong's Concordância da Bíblia A Bíblia Sagrada, A Sociedade Trinitariana do Brasil, 1/94

Ao que pode ser dito do futuro que não concerne ao reino de Deus ou à salvação, não deve ser dado importância (Mat. 6:31-34). Podemos perguntar quando escutamos uma profecia hoje: isto tem concordância com as Escrituras? Isto me ajuda obedecer melhor a Palavra de Deus? Se a resposta for negativa, não devemos dar nenhuma atenção à ela.

Profetas e Profecias

1. Wi l l D u r a n t , T h e S t o r y o f Civilization, vol. VI, The Reformation (Simon and Schuster, Inc., 1950), p. 727. 2. Peter de Rosa, Vicars of Christ: The Dark Side of the Papacy (Crown Publishing, Inc., 1988), p. 194. 3. Durant, op. cit., vol. VI, p. 729. Extraído do livro "A Mulher Montada na Besta" - Volume 1

Notas

Com espantosa precisão a Bíblia identifica Jerusalém e Roma como os pontos focais dos eventos profetizados para os últimos dias. Ambas vão ter sua parte no julgamento de Deus. Exige-se pouco mais do que atenção casual sobre as notícias diárias para se reconhecer a precisão da profecia. Também aí, no que a Bíblia diz sobre Roma e a Cidade do Vaticano, temos evidências adicionais de que esse Livro é a Palavra de Deus. (extraído do livro "A Woman Rides the Beast", tradução de Mary Schultze)

Passaram-se 2.000 anos de tensão e antagonismo entre Roma e Jerusalém. Durante quase 46 anos após o renascimento de Israel em 1948, o Vaticano se recusou a reconhecer esse país. Essa animosidade não foi apagada pela recente abertura que o Vaticano executou apenas como expediente para se aproximar de Israel. Roma quer exercer influência sobre o futuro de Jerusalém, que ela ainda insiste em tornar uma cidade internacional sobre a qual Israel não tenha mais direito do que qualquer outra nação.

Roma. Elas são divergentes, têm sido inimigas desde a época dos césares e notavelmente continuam rivais pela supremacia espiritual ainda hoje. A Roma católica reivindica ser a "Cidade Eterna" e a "Cidade Santa", títulos que a Bíblia deu a Jerusalém. Roma também afirma que é a "Nova Jerusalém", provocando um conflito direto com as promessas de Deus concernentes à verdadeira Cidade de Davi.

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Com espantosa precisão a Bíblia não menciona Damasco, Cairo, Londres ou Paris como centro da ação dos últimos dias, mas apenas duas cidades específicas: Jerusalém e

Existem profecias adicionais concernentes a Israel e Jerusalém que se referem aos últimos dias, as quais ainda aguardam futuro cumprimento. Entretanto, podemos estar certos, baseados nas profecias que já se cumpriram, que estas também se realizarão em um futuro não muito distante. O tempo mais aterrador de destruição para os judeus e também para toda a população mundial ainda está por vir. Ele se chama "tempo de angústia para Jacó" (Jeremias 30.7).

As profecias acima delineadas (para não citar inúmeras outras), têm sido assunto de conhecimento público nas páginas da Escritura e têm estado disponíveis para exame cuidadoso durante séculos. Que elas tenham se cumprido com detalhes não pode ser obra do acaso, sendo, na verdade, a prova evidente da existência do Deus que inspirou a Bíblia, provando a autenticidade e inerrância desse Livro. Em vista de tal clara e admirável evidência, somente podemos supor benevolentemente que nenhum agnóstico ou ateu tenha se atrevido a ler as profecias bíblicas e as tenha checado pessoalmente com a história e os eventos atuais.

inteiro estão sobre ela mais do que sobre qualquer outra cidade. Jerusalém tornou-se realmente uma "pedra pesada" ao redor do pescoço de todas as nações do mundo, o problema mais irritante e instável que as Nações Unidas enfrentam hoje. E não há explicação lógica para isso. O que os profetas hebreus declararam há milhares de anos e que parecia absolutamente irreal em seu tempo está se cumprindo hoje. Essa é apenas uma parte da evidência de que os "últimos dias" profetizados estão chegando para nós, e que a nossa geração, provavelmente, verá o restante da profecia cumprida.

Razão Para Crer


motos,epidemias e fome em vários lugares..."(Lc 21:25 e 11). Sobre sinais no sol, a queda de hidrogênio e a subida do hélio faz com que esta estrela tenha uma temperatura cada vez mais elevada. A conseqüência é vista no aquecimento dos oceanos. As tragédias mundiais são inevitáveis.Furacões, Tsunamis, Tornados, Terremotos e tantos outros flagelos estão cada vem mais freqüentes e avassaladores. O Centro Nacional de Pesquisas Geológicas dos EUA afirma que, entre 2000 a 2005, "já aconteceram nada menos que 157.282 terremotos, que vão desde abalos sísmicos pequenos a grandes catástrofes". Nunca se viu tantos terremotos como nos dias atuais. A Revista ISTO É (26/10/05) traz uma reportagem intitulada A NATUREZA SE REBELA. Diz o seguinte: "Furação - Também conhecidos como ciclones tropicais (na Índia) e tufões (na Ásia), são grandes tempestades com ventos de pelo menos 120 quilômetros por hora. A sua energia é proveniente da alta temperatura da superfície oceânica. Entre 1974 e 2004, a temperatura média dos oceanos subiu 0,5 ºC. O número de furacões se manteve constante nos últimos 35 anos, mas sua intensidade aumentou. Desde 1990, quase dobrou o total de furacões furiosos, das categorias 4 e 5, como Wilma, Rita e Katrina. Pela primeira vez em 52 anos, desde que se começou a batizar os furacões a partir de uma lista de 21 nomes femininos e masculinos, poderá ser preciso recorrer ao alfabeto grego,caso haja um novo furacão depois do Wilma (já apareceu o Alpha - Obs. Minha).

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O DESCONTROLE DA NATUREZA. Não é preciso alongar-se sobre o assunto. Vamos lembrar, em primeiro lugar, as palavras de Jesus: "Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; na terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas...Haverá grandes terre-

situação que bem define o mundo nos dias de hoje é,sem dúvida alguma, a PERPLEXIDADE. O mundo está espantado, assustado e tomado por um estado de perplexão. A imprensa, em seus principais órgãos de informação, veicula as notícias mundiais dando conta de que o planeta agoniza. A palavra "apocalipse" não está mais restrita aos púlpitos. É manchete diária,tanto na escrita como na "telinha". Afinal, o que está acontecendo? Profetas, apóstolos e o próprio Jesus Cristo predisseram tais dias de perplexidade. Paulo apóstolo, escrevendo a Timóteo, apontou para o nosso tempo dizendo: "Sabe, porém, isto: Nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis"(2 Tm 3:1).É exatamente o que está acontecendo, estamos caminhando para o grande dia da Volta de Jesus Cristo. Primeiro acontecerá o arrebatamento da igreja fiel e a manifestação do anticristo. Depois, passado os sete anos da Grande tribulação, então dar-se-á a volta de Jesus para inaugurar o seu reino milenar, destruindo, com o aflato de sua boca, o "homem da iniquidade". Vamos destacar dois grandes sinais que precederiam a volta do Senhor. Analisando-os à luz das Escrituras e, ao mesmo tempo, compreendendo a perplexidade desta geração sem esperança.

A

DA VOLTA DE CRISTO

SINAIS

O que profetiza sem autoridade de Deus é um falso profeta e devia ser morto (Deut 18:20). De outra maneira, devemos dar maior respeito para os profetas de Deus (I Crôn 16:22; Heb 13:7,17). Deus pode provar o Seu povo enviando profetas que mentem (Deut 13:1-3; I Reis 12:2,23). Nem tudo que vem com sinais tem a aprovação de Deus: Saul, I Sam 28:115; Religiosos, Mat. 7:22; Mat. 24:24; Balaão, II Ped 2:15; Judas 1:11 (Num 22; 31:16). Jesus já nos avisou da presença dos falsos profetas (Mat. 7:15; 24:11). Por não virem de Deus todos os espíritos, nós devemos proválos para saber quais os que vêm dEle (I João 4:1-6).

Cuidados com a profecia

Deus ainda fala ao Seu povo. A revelação completa de Deus pela qual Deus fala ao Seu povo é a Bíblia. Deus fala a nós, nestes últimos dias, pelo Filho (Heb 1:1) e é a Escritura que testifica de Cristo (João 5:39; 20:31). O Espírito Santo é presente hoje no mundo e, especialmente, no crente (I Cor 6:19; II Cor 6:16; Atos 8:16) e é Ele que testifica de Cristo ensinando o povo de Deus pela Bíblia (João 14:26; 15:26; 16:7-10; I Cor 2:12,13). O Velho Testamento por escrito, no tempo de Jesus, já era bem suficiente (Lucas 16:31; 24:27). Imagine o que temos com o Espírito Santo ministrando a nós o cânon completo, os 66 livros do Velho e do Novo Testamento (I Cor 2:13; 13:12; Heb 4:12)!

Como Deus fala a nós hoje?

diferença também no fato que, hoje, as mulheres devem estar caladas na igreja (I Cor 14:34-37; I Tim 2:11,12; I Ped 3:4).

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A profecia, como foi operada no Velho Testamento, continuou só até João (Lucas 16:16). A profecia, como foi ocasionada no Novo Testamento, seria temporária até que “o que era perfeito” viesse: a Palavra de Deus por escrito, inteira e completa (I Cor 13:8-13; Apoc 22:18,19). A Palavra de Deus exorta e edifica até os dias de hoje, do mesmo jeito que a profecia exortava e edificava nos tempos antigos (I Cor 14:1-4; Efés 2:20; 4:11-16). Hoje temos tanto o Espírito Santo quanto a Palavra de Deus por escrito. Agora o Espírito Santo testifica de Cristo pelas Escrituras (João 5:39). Hoje, sabemos pelas Escrituras tudo o que foi profetizado (Rom 1:2). Há uma

Continua a profecia hoje?

que, na era apostólica, o ofício de “profeta” já não era igual ao do Velho Testamento. OBS: Na Bíblia, a palavra “profeta” pode referir-se a um profeta de Deus, a um falso profeta, a um profeta pagão, a um homem ou à uma mulher. A palavra “profeta” em grego ou hebraico é usada umas 457 vezes na Bíblia. A palavra “profetisa” é usada 8 vezes (Míriam, Êx. 15:20; Débora, Juízes 4:4; Hulda, II Reis 22:14; a falsa profetisa Noadia, Neemias 6:14; a esposa de Isaías, Isaías 8:3; a mulher que se diz profetisa, Jezabel, Apoc 2:20; Ana, Lucas 2:36. Também há o caso de quatro virgens, filhas de Filipe, o evangelista, profetizando em Atos 21:9; cf. Joel 2:28). No Novo Testamento, a palavra “profeta” pode referir-se também aos apóstolos ou doutores (Atos 13:1; 15:32). Note a proximidade das duas palavras, apóstolos e doutores, nestes versículos: Atos 13:1; I Cor 12:28,29; Efésios 4:11; II Ped 2:1, pois parecem que as duas palavras referem-se ao mesmo ofício.

Profetas e Profecias


O

Os profetas do Velho Testamento eram antigamente conhecidos pelo nome de videntes (I Sam 9:9; I Crôn 9:29). O nome “vidente” vem de uma palavra que significa ver, perceber ou olhar. Este nome indica que a obra principal dos profetas do Velho Testamento era de consultar ao SENHOR pelo povo (II Reis 3:11). Na era apostólica, a obra principal era de falar da Palavra de Deus e ensinar dela (Efés 4:1116; I Cor 2:2-10). Olhando os usos da palavra “profeta” podemos observar que das 66 vezes que essa palavra é usada no Novo Testamento, só 4 delas referem-se aos profetas propriamente do Novo Testamento (Atos 13:6; 21:10; I Cor 14:37; Tito 1:12). Da palavra no plural, “profetas”, no Novo Testamento, há 87 usos, mas só 11 referem-se a profetas da era Neo Testamentária (Atos 11:27; 13:1; 15:32; 12:28,29: I Cor 14:29,32; Efés 2:20; 3:5; 4:11; I João 4:1). Os outros usos das palavras “profeta” e “profetas” no Novo Testamento referem-se aos profetas do Velho Testamento ou ao Messias, Jesus Cristo. Tudo isso vem mostrar

Qual é a diferença entre os profetas do Velho Testamento dos do Novo Testamento?

ungido (Jer 1:5) e é assim que os do Novo Testamento, que tinham essa denominação, foram chamados (Atos 13:1-5; Efés 4:11). É como o sacerdócio, “ninguém toma para si esta honra” (Heb 5:4). Os profetas que são de Deus, falam o que Deus ordena, e só isso (Deut 18:18-22; I Cor 2:2; II Tim 4:2). A prova que os profetas são verdadeiramente de Deus ou não é pelo cumprimento de todas (100%) as suas profecias (Jer 28:9). Quem só tem parte das suas profecias cumpridas evidentemente não é de Deus.

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Para alguém ser profeta de Deus, Deus tem que o ordenar e o ungir como profeta (Deut 18:15). Isaías foi assim chamado e consagrado (Isaías 6), Jeremias foi assim

Quais são as qualificações de um profeta?

Deus não tem outro propósito senão o de ser glorificado em Cristo (Romanos 1:1-5, “O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras”; Heb 1:1; I Ped 1:10). A lei e os profetas dependem dos dois mandamentos maiores todo o tempo: amar a Deus sobre tudo o que se tem, e amar o seu próximo (Mat. 22:40). Se não há nada maior do que estes dois mandamentos; se toda a lei e os profetas dependem destes e se, pelos profetas, Deus antes prometeu o Seu Filho, podemos saber, de uma maneira ou de outra, que a profecia divina vai cuidar do reino de Deus em Cristo e da salvação dos pecadores por Ele.

De que se Compõem as Profecias Divinas?

s profetas no Velho Testamento tiveram uma grande participação na obra de Deus no mundo. À profecia é dada destaque no Novo Testamento também. Algo de tanta importância durante os dias da Bíblia, pode parar de existir hoje? A obra de Deus na vida dos crentes pode ser tão completa sem a obra de profecia? De que se compõem as profecias? Há tanta coisa que se passa por profecia nas igrejas, será que tudo vem de Deus? Quais são as qualificações para que alguém seja um profeta? Os profetas do Novo Testamento tinham uma obra igual aos do Velho Testamento? Devemos estar atentos para perigos quando tratamos o assunto: profecia? E por fim, como é que Deus fala conosco hoje?

Hebreus 4:12

Profetas e Profecias

Pr. José Infante Jr.

Maranata!

sensualismo ou tara disfarçada - fotografando um grupo dos "sem roupas". É feita uma convocação pela imprensa e, por incrível que pareça, homens e mulheres de todas as idades (menos criança) tiram a roupa com a maior facilidade e se deixam fotografar a "céu aberto". É o fim, sumiu a vergonha. E a verdade? Também sumiu. Isaias fala sobre o assunto no seu livro (Is. 59:14,15). Sumiu da família. Sumiu do governo. É quase nada o número de estadistas. Sobejam políticos mentirosos. Nada viram e de nada sabem. A verdade sumiu, também, de muitos púlpitos. O evangelho está sendo adaptado ao modus vivendi do homem. Sem renúncia. Sem abnegação. Santidade é uma opção e não ação do Espírito. É o fim, será que há dúvidas sobre o assunto? Este assunto é vasto. Muito palpitante. Não dá para poucas linhas. Procurei condensá-lo ao máximo. Quero concluí-lo com dois avisos de Jesus e a bendita solução à inquietação do homem. Um aviso aos salvos: "É na vossa perseverança que ganhareis as vossas almas.Então se verá o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória. Exultai...pois a vossa redenção se aproxima"(Lc.21:19,27 e 28). Um aviso aos não salvos: "Afundam-se as nações na cova que fizeram, no laço que esconderam prendeu-se-lhes o pé. Os perversos serão lançados no inferno"(Sl 9:15 e 17). A solução: um convite de Amor explicitado em João 3:16.

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O SUMIÇO DOS VALORES. Estamos diante de uma sociedade corrompida. Não há mais valores. Geração da anarquia e do "ficar com". É falta de Deus. Sumiu o respeito a Deus. O salmista escreveu: "Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam abominação; já não há quem faça o bem..todos se extraviaram e juntamente se corromperam: não há quem faça o bem"(Sl 14:1,3a). O sumiço do respeito a Deus é evidenciado numa geração má, perversa e adúltera. Profanação dos valores sagrados. Violência febril.Crianças sem infância entregues a si mesmas. Triste situação. Prefácio da Grande Tribulação. Também sumiu a vergonha. Jeremias afirma que o povo "já não mais sabe o que é envergonhar-se"(Jr 6:15 a 17). Não é mais anormal casais do mesmo sexo namorando às claras. Paulo bem vaticinou sobre os tais. "Homens que mudaram a verdade de Deus em mentira. Mudaram o uso natural do relacionamento por outra aberração: homem com homem e mulher com mulher". E o que falar da foto dos "pelados"? Aparece um fotógrafo pretextando ARTE - mas é tudo

2005 deve bater o recorde como o ano mais quente e com a pior temporada de tempestades violentas"(fonte citada). Não é preciso dizer mais nada. Somente lembrar o que disse Jesus: "Ora, ao começarem estas cousas a suceder,exultai e erguei as vossas cabeças; porque a vossa redenção se aproxima"(Lc 21:28). A cada dia,diante das notícias na mídia, é visível o cumprimento da palavra profética. É grande a perplexidade que envolve o mundo. "O fim vem! O fim vem!

Sinais da Volta de Cristo


C

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om o nascimento, ministério, sofrimento e morte de Jesus Cristo, muitas profecias do Velho Testamento se cumpriram. Uma das maiores maravilhas sobre o nosso Senhor Jesus Cristo é saber que toda a sua vida, desde o princípio, estava dentro dos propósitos de Deus. O que nos faz crer na Bíblia como a Palavra de Deus é o fato de podermos comprovar sua veracidade através dela mesma. A Bíblia é um livro que não precisa de outro para comprovar sua autenticidade. Ela mesma se interpreta. Um exemplo disso é a vida e ministério de Cristo. Quando Ele disse: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim” (Apocalipse 20:6), já afirmava que antes de tudo existir Ele já estava presente. Todas as coisas foram feitas por Ele (Jo 1:1-3). Algumas pessoas afirmam ter muita dificuldade em ler e entender o Velho Testamento devido a sua complexidade. Porém, não há como entender os propósitos de Deus sem fazer antes uma retrospectiva da história bíblica desde o início da criação. Cristo está presente em toda a Bíblia, desde Gênesis a Apocalipse (Salmo 40:7; Hebreus 10:7). Quando o primeiro casal pecou lá e s t a v a D e u s e m s e u g r a n d e a m o r, providenciando a salvação através de Seu Filho, que viria para destruir as obras de Satanás. O apóstolo Paulo fala dessa profecia quando afirma que a morte foi tragada na vitória de nosso Senhor Jesus, quando esmagou a cabeça da serpente (Gênesis 3:15; I Coríntios 15:54-55). O Velho Testamento também afirma que esse Salvador viria de um nascimento virginal, para provar que sua vinda não seria por vontade humana, mas divina. O profeta Isaías (9:6), inspirado por Deus fala sobre

como seu nascimento se daria, e os evangelistas Mateus e Lucas confirmam, registrando cuidadosamente sobre como se deu esse nascimento (Mateus 1:21-23; Lucas 1:31-35). Miquéias também profetiza dizendo que ele nasceria em Belém (Miquéias 5:2), o que se cumpre através de um decreto de César Augusto, que obrigava que todos os judeus se alistassem em seu lugar de origem (Lucas 2:1). O Velho Testamento também dá detalhes sobre como seria o seu ministério. O próprio Deus, através do grande profeta Moisés, afirma que levantaria um profeta como o fora Moisés, que falaria tudo quanto Ele lhe ordenasse, com autoridade para ser ouvido e respeitado, com grandes conseqüências para quem o rejeitasse (Deuteronômio 18:15, 18-19). Seu ministério não seria “glamourioso”, mas humilde, aceito inicialmente pelos “pobres, e aleijados, e mancos e cegos” (Lucas 14:21). Quanto à humildade de seu ministério, já havia também profetizado Zacarias, ao afirmar que o grande rei entraria em Jerusalém, que é Sião, montado num jumentinho (9:9); profecia esta cumprida 520 anos mais tarde, quando Jesus entrou na cidade de Jerusalém, aclamado pelos seus discípulos como o bendito Filho de Davi, vindo em nome do Senhor. (Mateus 21:4-9). Não há como negar que Cristo está presente em todo o Velho Testamento. Todas as provas estão diante de nós através desses versículos citados e muito outros. Mas nada se compara com as maravilhosas profecias sobre seu sofrimento e morte, principalmente as profecias proferidas pelo Salmista e pelo profeta Isaías. Antevendo sua morte Isaías afirma que ele estava desfigurado pelo sofrimento. Foi condenado e sentenciado à morte com os transgressores, mesmo não tendo Ele nenhum pecado (53:12). O salmista

CRISTO, A RAZÃO DAS PROFECIAS

Cumprimento em João 19:18 João 19:36 Marcos 15:1 Mateus 27:46 Mateus 27:39-44 Mateus 27:39-44 João 19:18 Mateus 27:36 Mateus 27:35 Lucas 23:46 João 19:32, 33, 36 Marcos 14:56 Lucas 23:49 João 13:18 Mateus 27:28-29

Profecia Salmo 69:21 Salmo 109:25 Isaías 50:6 Isaías 53:3 Isaías 53:5,6,10 Isaías 53:7 Isaías 53:7 Isaías 53:8 Isaías 53:9 Isaías 53:12 Daniel 9:26 Amós 8:9 Zacarias 11:13 Zacarias 12:10 Zacarias 13:7

Cumprimento em Mateus 27:34 Mateus 27:39 Mateus 26:67 João 1:11 Romanos 5:6,8 Mateus 27:13-14 Mateus 26:62-63 Marcos 15:1-25 Mateus 27:57-60 Marcos 15:27-28 Mateus 26:24 Mateus 27:45 Mateus 27:9 João 19:34 Marcos 14:27, 50

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Profecia Gênesis 3:15 Êxodo 12:46 Salmo 2:2 Salmo 22:1 Salmo 22:6 Salmo 22:7-8 Salmo 22:16 Salmo 22:17 Salmo 22:18 Salmo 31:5 Salmo 34:20 Salmo 35:11 Salmo 38:11 Salmo 41:9 Salmo 69:19

Pr. José Pereira da Silva

profetiza sobre a morte de cruz, quando afirma que seus pés e mãos foram traspassados (22:16). E além do grande sofrimento físico de Jesus, sobre Ele pesava a rejeição do próprio Pai, que o desamparou naquela hora horrenda; de seu povo, que o desprezava ali na cruz, e até de seus amigos que fugiram assustados, com medo de serem identificados como seus seguidores. Judas, o traidor, é chamado de amigo, mas foi aquele que levantou contra Jesus o seu calcanhar. Como se não bastasse todo o desprezo diante de tanto sofrimento, os infiéis ainda lançavam sorte sobre suas vestes (Salmo 22:1, 7-8, 18; 41:9; Zacarias 13:7). Porém, nada disso teria sido válido se nos propósitos de Deus não estivesse a ressurreição de Cristo. O apóstolo Paulo diz que nossa fé seria vã (I Coríntios 15:1), e o sábio Jó afirmou que, apesar de todo o seu sofrimento ele descansava no seu Redentor que “vive, e que por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19:25). A ressurreição, como um fato profético, cumpriu-se na Pessoa de Cristo, consumando assim a obra de Salvação. Como esses santos homens de Deus, do Velho Testamento, saberiam que todas essas coisas iriam acontecer se não fosse pelo sopro direto de Deus, inspirando-os a falar sobre aquilo que aconteceria muito tempo depois? Conforme nos é registrado pelos Evangelistas e confirmado pelo Apóstolo Paulo, todas essas profecias foram cumpridas cabalmente na Pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo. Como não crer nessas verdades tão profundas? Ainda há muitas profecias relacionadas a Cristo e sua vinda que não foram cumpridas. Porém, como a Bíblia nos afirma, “até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mateus 5:18).

Cristo, a razão das profecias


REVISTA SÃ DOUTRINA Nº 04