Page 1

MANUAL DO PROFESSOR 2010

Manual do Professor – 2010

1


MANUAL DO PROFESSOR 2010 MENSAGEM DA DIREÇÃO Prezados Amigos Professores, Iniciamos 2010 felizes pelos grandes desafios que cumprimos com alegria e competência em 2009, e por podermos contar com a presença de cada um de vocês em nossa equipe. Durante todo o ano de 2009 estivemos planejando e executando trabalhos magníficos para que o CECAP seja, em 2010, ainda mais, a escola feita para a nossa comunidade e principalmente para nossos alunos. Orgulhamo-nos imensamente de termos a oportunidade de trabalhar com pessoas tão especiais como vocês. Sermos dignos de compartilhar a educação dos nossos alunos é uma grande responsabilidade, tanto para os pais, que permitem, quanto para nós professores, que os acolhemos, e por isso, mais uma vez, agradecemos a presença de cada um de vocês em nossa equipe e temos assim a certeza de que nossos alunos estarão sendo cuidados por uma equipe muito capaz, competente e principalmente comprometida com o passado, o presente e o futuro de nossos alunos. Vocês professores, por meio deste manual, terão acesso às informações referentes ao funcionamento da Escola, ao processo educacional, às formas de atendimento, às normas, aos calendários-letivos de eventos e de provas, além de procedimentos em situações do dia-a-dia escolar. Assim sendo, solicitamos a sua leitura cuidadosa. Para esclarecimentos em caso de qualquer dúvida, nossa Equipe de Liderança estará sempre disponível para atendê-los. Sejam bem-vindos ao CECAP 2010! A Direção.

Manual do Professor – 2010

2


MANUAL DO PROFESSOR 2010 FILOSOFIA EDUCACIONAL PRINCÍPIOS QUE EMBASAM A FILOSOFIA EDUCACIONAL DO CECAP Educar para Felicidade e Integração Deus criou o homem para ser feliz. Portanto, o principal objetivo do educador deve ser educar para a felicidade. Acreditamos que o homem, para ser feliz, precisa amar e ser amado, aceitar o outro e ser aceito por ele, valorizar e expressar sentimentos, respeitar e ser respeitado, sentir-se útil, integrado, valorizado, solidário, correto, confiável, íntegro, participante, pertencente ao grupo com o qual convive. Educar para Responsabilidade e Autonomia O homem deve ser preparado para perceber sua responsabilidade pessoal e social, compreendendo que suas ações individuais se refletem nos outros; deve entender o trabalho como fator de crescimento emocional e intelectual, como meio de aquisição de recursos para garantir, com dignidade, a vida das pessoas, e como meio de melhorar a qualidade de vida da sociedade. Deve ter autonomia e independência que garantam o equilíbrio psicológico decorrente do bem estar pessoal e que assegurem uma capacidade de análise dos conhecimentos e uma elaboração pessoal de novos conhecimentos, por um esforço de superação dos seus limites, na busca do máximo de produção intelectual que possa obter. Educar para Criticidade e Competência Almejamos contribuir para a formação de um homem que seja reflexivo, capaz de solucionar problemas, de tomar decisões, de trabalhar em equipe. Que entenda a necessidade do questionamento, o valor da crítica consequente, da verdade, o poder da ação, a alegria da descoberta. Que saiba compreender o valor da atividade intelectual no aprimoramento do desenvolvimento, organizar e compreender sua própria experiência, definindo, a partir dela, metas e programas, avaliar os resultados das ações e relacionar os dados de forma a obter novas soluções e desenvolver formas efetivas de comunicação, expressando e discutindo, com clareza, processos e resultados de sua própria experiência. OBJETIVO Oportunizar aos alunos desenvolvimento integral nos campos: •

Afetivo e comportamental, para que formem um autoconceito positivo e estabeleçam sua escala de valores de tal forma que lhes seja possível uma convivência feliz no meio social. • Cognitivo e científico, para dotá-los de conhecimentos e de capacidade de utilização de diferentes linguagens – verbal, matemática, gráfica, plástica, corporal, etc. – para expressar e comunicar suas idéias, interpretações e usufruir das produções culturais; • Psicomotor ou das habilidades, desenvolvendo suas habilidades motoras, artísticas e técnicas. Manual do Professor – 2010

3


MANUAL DO PROFESSOR 2010 PRESSUPOSTOS Epistemológicos • • • • •

O conhecimento se constrói através da participação ativa do sujeito (aluno), da reflexão e da interação do mesmo com o objeto do conhecimento. A aprendizagem se dá a partir da experiência vivenciada por quem aprende, e não da memorização dos relatos que quem ensina; O aluno deve vivenciar os fatos, observar, experimentar, pesquisar, interrogar, debater e concluir, para que realmente aprenda e possa aproveitar os conhecimentos adquiridos para construir novos conhecimentos; O aluno deve contar com o professor que o apóia e direciona, mas que, de maneira alguma pode substituir o seu trabalho pessoal; É preciso suscitar, no aluno, a atenção, a reflexão, a pesquisa, a experimentação, enfim, todas as operações necessárias à construção do conhecimento.

Didático-Pedagógicos A capacidade de aprender é a expressão máxima da competência e da autonomia cognitiva: •

A escola deve oportunizar a integração dos conhecimentos em função da integridade dos sujeitos e de sua compreensão e atuação na sociedade; • A interação entre professor-aluno-conhecimento é fator determinante do processo ensino-aprendizagem; • O professor deve apoiar, orientar e direcionar o trabalho dos alunos, agindo como facilitador, desafiando, estimulando, sendo o catalisador da interação do aluno com o conhecimento; • O aluno deve envolver-se no processo, encarando desafios, refletindo, buscando soluções, registrando-as e aplicando-as na construção de novos conhecimentos. O QUE O ALUNO DEVE APRENDER O CECAP se caracteriza por ser uma escola que não abre mão de desenvolver com seus alunos os conteúdos que a sociedade, tradicionalmente, considera importantes à formação dos seus cidadãos, e que embasam a construção e a aquisição das habilidades e competências necessárias. Assim, consideramos a escola como órgão oficial da apropriação, transmissão e desenvolvimento do saber, que é patrimônio inalienável da humanidade. Outra característica do CECAP é tratar-se de uma escola avançada em sua linha metodológica, e na utilização da mais moderna tecnologia educacional. Embasados em nossas crenças quanto aos objetivos da educação, os valores a serem desenvolvidos, os conteúdos a serem trabalhados e ao modo como se processa a aprendizagem, elaboramos e executamos nossa proposta pedagógica, ministrando um Manual do Professor – 2010

4


MANUAL DO PROFESSOR 2010 ensino dinâmico, envolvendo a participação dos alunos em atividades e oportunidades diversificadas, com utilização de grande variedade de recursos, técnicas, materiais e instrumentos pedagógicos que mantém o aluno sempre motivado a interrogar, descobrir, estudar e criar. No contato permanente com materiais concretos, no enfoque lúdico das atividades, nos debates e questionamentos, pesquisas e experimentos é que se vai desenvolvendo a programação. METODOLOGIA DE ENSINO Conceito Entende-se por metodologia do processo ensino-aprendizagem a forma e a prática na consecução dos objetivos educacionais e dos princípios pedagógicos. O CECAP assume a opção por uma metodologia de ensino instrumentalizadora do método científico (lógico-dedutivo), de modo que o aluno, ao construir seu conhecimento, saiba relacioná-lo, compará-lo e articulá-lo aos conhecimentos anteriormente adquiridos, de tal modo que, a cada nova construção, ampliem-se os meios para aquisição de novos conhecimentos. É o aluno quem constrói, passo a passo, o seu conhecimento, devendo contar, para isso, com o professor, que o apóia, direciona, mas que de maneira alguma pode substituir o trabalho pessoal do aluno. É preciso, ainda, suscitar no aluno a atenção, a reflexão, a pesquisa, a experimentação, enfim, todas as operações necessárias a essa construção. DIRETRIZES METODOLÓGICAS a)

Efetuar a ação didático-pedagógica, de forma a garantir a concretização dos objetivos educacionais pelos alunos;

b)

Contextualizar os procedimentos didáticos partindo sempre de uma situação real, vivenciada pelo aluno, relatada ou provocada pelo professor, ou de um texto significativo, para daí desenvolver o conteúdo disciplinar, sempre dando ao aluno a percepção e a convicção da utilidade e da aplicabilidade daquilo que é estudado;

c)

Interdisciplinaridade, envolvendo a maior diversidade de enfoques possível, interrelacionando os conteúdos disciplinares e explorando com o maior aproveitamento possível as situações estudadas;

d)

Diversidade de materiais e técnicas didáticas, privilegiando-se as técnicas grupais, a participação efetiva do aluno e o enfoque lúdico;

e)

Conduzir o processo ensino-aprendizagem, evitando a improvisação, a rotina, a repetição e a má seleção de temas, a monotonia das atividades, o perder do tempo;

f)

Executar os cronogramas de ensino de forma sistemática, evitando atropelos e repetições desnecessárias;

g)

Controlar, revisar e redefinir, quando necessário, qualquer técnica ou instrumento didático considerado inadequado;

Manual do Professor – 2010

5


MANUAL DO PROFESSOR 2010 h)

Avaliar, permanentemente, o desempenho dos alunos para diagnosticar e solucionar, a tempo, os problemas de aprendizagem, evitando a subjetividade avaliativa.

RECURSOS HUMANOS O ponto essencial do CECAP é trabalhar com profissionais identificados com a sua filosofia e metodologia e com elevado espírito científico, de equipe e sobretudo de educador. Para tanto, o ingresso do profissional na Escola se dá mediante rigoroso processo de seleção após o que o novo integrante da equipe é submetido a treinamentos sistemáticos. Objetivando garantir o êxito do processo ensino-aprendizagem, proporcionar um acompanhamento individualizado ao aluno e um atendimento adequado à família, os órgãos componentes da estrutura organizacional da Escola trabalham harmoniosa e integradamente. Na estrutura, o ponto convergente de todos os esforços da equipe é o corpo docente, em torno do qual todos os setores se organizam. Isto porque os órgãos técnicos e administrativos só têm razão de existir na medida em que promovam o trabalho docente e, desta forma, contribuam para o atingimento do objetivo maior da Escola, qual seja, a formação do nosso aluno. PERFIL DO PROFESSOR O professor como mediador entre o aluno e o conhecimento, deve ser um profissional formador, reflexivo, consciente da importância do seu papel, comprometido com o processo educativo, integrado ao mundo de hoje, responsável socialmente pela formação do cidadão e, principalmente, um eterno aprendiz, aquele que busca “inovar e inovar-se”. Tendo em vista o fato de que o comportamento do aluno sofre grande influência da postura do educador, faz-se necessário explicitar o perfil do professor: • • • •

Integridade Física e Mental; Conhecimento científico da matéria; Cultura geral atualizada; Domínio do conteúdo a ser ministrado.

Preparo Didático-Pedagógico •

Ter visão do processo educativo em seu conjunto, correlacionado com os demais professores, disciplinas e órgãos de apoio. • Empregar métodos e técnicas operacionais adequados e atuais, buscando a independência do aluno em relação ao Professor. • Saber o “quê”, o “porquê” e o “como” ensinar. • Tornar o ensino interessante e atrativo. Maturidade Afetiva • • •

Auto-estima. Honestidade. Capacidade de adaptação.

Manual do Professor – 2010

6


MANUAL DO PROFESSOR 2010 • • • • • • •

Bom relacionamento com o próximo. Equilíbrio emocional: calma, sinceridade e coerência. Disposição de “mais dar” do que “receber”. Entusiasmo e otimismo. Segurança na realização do trabalho. Imparcialidade. Aceitação dos limites próprios e do próximo.

Senso de Responsabilidade e Dever • • • • • •

Assiduidade. Pontualidade. Dedicação. Organização. Disciplina. Cumprimento de normas.

Identificação com a Filosofia e a Política Desenvolvida pela Escola • • •

Participar de toda a ação educativa da Escola. Colaborar com a equipe e com a Escola. Saber usar a palavra no momento oportuno criticando e/ou discordando, sempre com o objetivo de colaborar para a melhoria do processo ensinoaprendizagem.

COMPETE AO PROFESSOR 1) 2)

Zelar pela formação integral dos alunos. Elaborar e executar a programação referente à regência de classe e atividades afins. 3) Cumprir horários, cronogramas e o Calendário Escolar. 4) Desenvolver nos alunos o hábito de estudo e a organização pessoal. 5) Avaliar o desempenho global dos alunos. 6) Colaborar com o corpo diretivo, colegas e funcionários, na consecução dos objetivos maiores da Instituição. 7) Participar de conselhos de classes, reuniões, treinamentos, planejamentos, atividades sócio-cultural-esportivas e de outras atividades, sempre que convocado. 8) Zelar pelo bom uso, conservação e manutenção das instalações, equipamentos e material da escola. 9) Cumprir e fazer cumprir as decisões da Direção e das Coordenações .

NORMAS DE CONDUTA DO PROFESSOR 1) Manter com os colegas e funcionários espírito de colaboração e camaradagem. 2) Manter a ordem e a disciplina dos alunos, evitando que o aluno fique rotulado pelos colegas como indisciplinado, habituando-se ao fato. 3) Manter tom de voz agradável. Manual do Professor – 2010

7


MANUAL DO PROFESSOR 2010 4) Manter em dia a escrituração escolar nos diários de classe e no PlugEscola, retratando fielmente as ocorrências e/ou informações prestadas à coordenação. 5) Manter-se atualizado participando e propondo a formação de grupos de estudo com os colegas de trabalho. 6) Avisar com antecedência, quando não puder cumprir seu horário de trabalho. 7) Evitar atrasos. Caso isto aconteça com frequência proceder-se-á à aplicação de sanções. 8) Apresentar-se uniformizado. 9) Levar o material didático necessário ao dirigir-se à sala da aula, evitando abandonar a turma ou mandar aluno para buscar o material na sala dos professores. 10) Ser cordial com todos no ambiente de trabalho. 11) Durante sua aula, somente em casos de extrema necessidade, encaminhar o aluno a um dos setores da escola. 12) Elaborar os cronogramas de aulas, planejamentos de aula, instrumentos de avaliação e outros documentos solicitados pela Coordenação Pedagógica ou pela Direção, nas épocas devidas. 13) Guardar absoluto sigilo dos instrumentos de avaliação, quando elaborados. 14) Atuar para que os alunos cumpram seus deveres e proibições de acordo com o Manual da Família. 15) Cooperar na manutenção e conservação do patrimônio da Escola, cuidando para que os alunos não danifiquem móveis ou o imóvel. 16) Solicitar, previamente, à Coordenação Pedagógica, o uso de espaços físicos específicos (laboratórios, auditório, biblioteca, etc.) ou de qualquer recurso material a ser utilizado em suas aulas. 17) Surgindo um problema de caráter pessoal ou de relacionamento com colega, comunicar ao coordenador, para que o ocorrido se esclareça, evitando, assim, desdobramentos desagradáveis. 18) Apresentar atestado médico, quando faltar por motivo de saúde. 19) Evitar consulta médica durante o período de trabalho. Quando for imprescindível, marcá-la, preferencialmente, nas últimas horas do expediente, ou retornar à Escola, após a consulta, se esta ocorrer nos primeiros horários. 20) Incentivar e orientar o uso da agenda. 21) Ao deixar a sala de aula, no último horário do turno ou antes do recreio, limpar o quadro, apagar as luzes e desligar o ar refrigerado. 22) Nos horários destinados à coordenação pedagógica o professor deverá se dirigir à sala da coordenação, munido do material necessário (planejamento, provas, trabalhos, pauta dos assuntos a serem discutidos, etc.). PROIBIÇÕES 1) Fazer qualquer tipo de campanha com a finalidade de arrecadar donativos, sem a prévia autorização da Direção. 2) Ministrar, ou indicar professores de aulas particulares para os alunos da Escola. 3) Atender, durante o expediente, a pessoas estranhas, bem como telefonemas, salvo casos de urgência. 4) Fumar em sala de aula, pátio, banheiros e corredores; os que fumam poderão fazêlo exclusivamente no intervalo, no estacionamento de professores. Manual do Professor – 2010

8


MANUAL DO PROFESSOR 2010 5) Trazer, usar e distribuir materiais na escola que não estejam diretamente relacionados com o programa de ensino. 6) Comprar ou vender produtos dentro da Escola (jóias, roupas, etc.). 7) Contar piadas ou histórias com fundo ofensivo à moral e aos bons costumes bem como usar termos de baixo calão. 8) Utilizar o tempo de aula para correção de provas e cadernos. 9) Deixar objetos espalhados na sala dos professores ou pincéis, giz e apagador em sala de aula. 10) Usar termos inadequados ou linguagem agressiva ao chamar a atenção do aluno. 11) Demonstrar preferência por um aluno em detrimento de outros. 12) Ao retirar o aluno da sala de aula, fazer comentário depreciativo sobre o assunto, perante os alunos ou com qualquer pessoa que esteja presente. 13) Conceder entrada atrasada e saída antecipada dos alunos, sem prévia autorização escrita da Coordenação. 14) Dispensar, de sua aula, alunos para irem à secretaria, almoxarifado, recepção, cantina, telefonar, etc. 15) Enviar aluno para buscar material na sala dos professores e coordenação. 16) Deixar a turma sozinha, sob qualquer hipótese, durante sua aula. 17) Considerar a matéria dada, cancelar ou deixar de proceder à correção da tarefa, sob alegação de indisciplina dos alunos, falta de material ou outros motivos. 18) Permitir vaias e apelidos em sala de aula. 19) Dirigir-se à sala dos professores em intervalos de aulas a não ser no horário de recreio. 20) Fazer campanha política, assim como demonstrar preferência por determinado candidato, dentro da escola. 21) Propiciar regalias aos filhos de outros funcionários da Escola, bem como, por outro lado, fazer exigências extras, mais rigorosas, aos mesmos. 22) Solicitar ou permitir aos seus filhos determinadas regalias, tais como: entrar na sala dos professores, procurá-lo na sala onde estiver ministrando aulas ou, ainda, exigir dos demais professores tratamento especial, diferenciado, para os seus filhos, como por exemplo, a antecipação do resultado de provas e trabalhos ou postergação da entrega de trabalhos ou tarefas de casa. 23) Utilizar celular, MP3, MP4, BIP, Pagers, etc. , durante as aulas. SANÇÕES APLICÁVEIS AO PROFESSOR O professor que incorrer em falta prevista neste Manual, ou conduzir-se de forma contrária aos interesse do estabelecimento, estará sujeito às seguintes penalidades, aplicáveis conforme a gravidade do caso: • • • • •

Advertência oral da coordenação; Advertência oral da Direção; Advertência escrita da coordenação e Direção; Suspensão; Demissão.

Manual do Professor – 2010

9


MANUAL DO PROFESSOR 2010 PROFESSOR CONSELHEIRO OU REGENTE Levando-se em conta a realidade do dia-a-dia do professor e do aluno nas aulas e, principalmente, o compromisso da Escola em tratar o aluno não apenas como aprendiz, mas também como pessoa, o principal papel do professor regente de turma consiste em proporcionar, desenvolver e preservar uma dimensão humanística no processo ensinoaprendizagem. Tratar o aluno como pessoa significa estar preocupado em atender suas necessidades básicas, quais sejam: - de sentir-se único; - de sentir-se pertencente a um grupo; - de sentir-se participativo e produtivo; - de sentir-se independente e auto-suficiente; - de confiar. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR CONSELHEIRO OU REGENTE 1- Divulgar o regimento da Escola, enfatizando os seguintes aspectos: • •

organização geral da Escola (quem é quem, onde e quando) sistema de avaliação (aprovação por média, calendário de provas, as provas propriamente ditas, nota livre, a importância da tarefa de casa no sistema de avaliação, etc). • normas disciplinares.

2- Observar os alunos e proceder à distribuição de lugares, registrando-a e mantendo-a atualizada no espelho de classe, remanejando-os quando necessário. 3- Traçar o perfil da turma mediante observação direta, contato com os demais professores, acompanhamento dos registros feitos no Diário de Classe e consulta à Coordenação Pedagógica. 4- Fornecer dados da turma aos diferentes setores da Escola, sempre que solicitado. 5- Expor, discutir, buscar soluções para os problemas de turma junto à Coordenação Pedagógica, na área das respectivas competências, propondo alternativas de solução. 6- Colaborar na organização e execução de eventos promovidos pela Escola, orientando, incentivando e acompanhando, quando necessário, a sua turma. 7- Promover em conjunto com a Coordenação a eleição do representante da turma. 8- Manter contato com o representante da turma. 9- Orientar e incentivar a turma quanto ao uso de livros e cadernos, à organização do horário e às demais condições de estudo, de forma a levá-la a adquirir hábitos de estudo.

Manual do Professor – 2010

10


MANUAL DO PROFESSOR 2010 10- Orientar, incentivar e verificar o uso da agenda. 11- Orientar especificamente alunos com dificuldades, sejam elas de relacionamento ou de comportamento, encaminhando-os, quando necessário, à Coordenação Pedagógica para atendimento específico e previamente agendado. 12- Manter integração permanente com a Coordenação, para que haja um fluxo atualizado de informações. RELACIONAMENTO COM O CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Dada a importância da unidade de ação dos professores e a variedade de problemas que transcendem o âmbito da sala de aula, faz-se necessário um estreito relacionamento entre o Corpo Docente e o Corpo Diretivo e Técnico-Administrativo, identificado a seguir: Direção Pedagógica É responsável pela programação, acompanhamento e avaliação das atividades da coordenação pedagógica com o objetivo de desenvolver e aprimorar a qualidade do processo pedagógico da Escola. Responsável pela coordenação da elaboração e da execução do Projeto Pedagógico. Coordenação Pedagógica É o serviço que orienta o aluno no aspecto social, afetivo e comportamental, cooperando para o seu desenvolvimento integral. Faz, também, a ligação entre a família e a escola, atendendo aos pais e, quando necessário, a especialistas. É o serviço que orienta, acompanha e avalia o trabalho desenvolvido pelos professores garantindo o alcance dos objetivos e a qualidade do processo pedagógico. Atua com os professores, assessorando-os no planejamento didático e na elaboração dos instrumentos de avaliação e proporcionando a eles todo o suporte técnico, a fim de garantir a qualidade do processo ensino aprendizagem que ocorre no CECAP. AOS DIRETORES COMPETE: 1- Definir diretrizes gerais de planejamento e organização do estabelecimento, em consonância com a Secretaria do Estado da Educação. 2- Decidir as prioridades a serem atendidas pelo estabelecimento; 3- Decidir as medidas administrativas e pedagógicas a serem adotadas para a organização e funcionamento do estabelecimento; 4- Manter o entrosamento entre alunos, pais, professores e funcionários do estabelecimento, procurando orientar, acompanhar, controlar e avaliar o desempenho profissional do professor.

Manual do Professor – 2010

11


MANUAL DO PROFESSOR 2010 AOS COORDENADORES PEDAGÓGICOS COMPETE: 12345-

Estimular a manutenção de um clima favorável ao processo educativo; Participar da retroalimentação do currículo e do material didático-pedagógico; Elaborar o horário das aulas; Proceder à distribuição das aulas e à indicação dos regentes das turmas; Analisar, emitir parecer, planejar e acompanhar, juntamente com a Secretaria, a operacionalização das adaptações de estudos, decorrentes do recebimentos de transferência de alunos; 6- Planejar e acompanhar a realização da recuperação paralela dos alunos, comparando os resultados do seu aproveitamento ao final de cada bimestre; 7- Prestar assistência técnico-pedagógica aos professores, mediante: • contato sistemático com o professor em sala de aula; • realização de palestras, trocas de experiências, ciclos de estudos, demonstrações de métodos e técnicas de ensino; 8- Colaborar com a Direção no processo de avaliação do desempenho do professor; 9- Organizar e manter atualizado um quadro geral de controle das atividades pedagógicas, contendo: • cronograma de aula; • calendário de provas e avaliações; • avisos gerais; 10- Acompanhar, avaliar e reforçar o processo ensino-aprendizagem, procedendo a: • acompanhamento da execução dos cronogramas de ensino e de atividades, • revisão das provas e instrumentos utilizados na avaliação, • análise dos gráficos de aproveitamento do aluno em termos quantitativos e qualitativos, • revisão da metodologia adotada, • adequação do material didático; 11- Elaborar cronogramas para recuperação, reposição de aulas, reforço, etc. , considerando: • carga horária anual. • freqüência do professor, • dispensa de aula, • pessoal disponível, • necessidades da turma, • solicitações; 12- Organizar e coordenar as reuniões do Conselho de Classe, obedecendo aos dispositivos do Regimento Escolar e estabelecendo objetivos e critérios coerentes com a realidade, mediante: • listagem dos alunos com rendimento escolar insuficiente ou com comportamento inadequado, • comunicação aos professores e Diretores do horário e data dessas reuniões, previstas ou não em calendário, Manual do Professor – 2010

12


MANUAL DO PROFESSOR 2010 •

análise das situações problemáticas e sugestões alternativas para solução das mesmas;

13- Supervisionar o trabalho do professor, em relação: • às aulas: As aulas devem ser permanentemente supervisionadas. Os principais indicadores considerados na supervisão são: − a verificação, correção e avaliação das tarefas de casa; − a introdução à aula, considerando a apresentação do assunto, a motivação do mesmo e o esquema de desenvolvimento; − os métodos utilizados no desenvolvimento do tema: exposição, trabalho em grupo, estudo dirigido, pesquisa, exercícios, etc. ; − domínio científico e clareza por parte do professor ; − principais recursos e formas de utilizá-los ; − comprovação relativa à assimilação por parte do aluno ; − estilo de autoridade, controle de turma e atendimento às solicitações dos alunos; − motivação do professor na sala de aula ; − comportamento geral do professor: apresentação, voz, vocabulário, temperamento, criatividade e originalidade. •

ao cronograma de atividades:

De uma maneira formal, a Coordenação deve acompanhar, semanalmente, o desenvolvimento da programação didática relativa a cada professor e disciplina em particular. Através desse acompanhamento, fica evidenciado se a programação transcorre normalmente, atrasada, muito atrasada, adiantada ou se já terminou. Com esses dados, proceder uma análise e diagnóstico, juntamente com o professor, e determinar as medidas que devem ser adotadas para garantir o cumprimento das metas propostas e a qualidade de ensino. •

ao diário de classe:

O Diário de Classe é outro controle de execução, particularmente relacionado com os aspectos legais do ensino: aulas dadas, freqüência, anotações, etc, . 14- Providenciar a organização e os recursos físicos necessários à realização de tarefas específicas, considerando: • a utilização racional do espaço físico, • segurança e preservação dos recursos disponíveis (microfone, som, bolas, salas, materiais audiovisuais, laboratórios, e seus equipamentos, biblioteca, etc.). 15- Colaborar na obtenção de um clima favorável ao entrosamento de alunos, professores e demais funcionários da Escola, com vistas à prevenção de desajustamentos; 16- Investigar causas de comportamento divergente individual ou grupal, tanto no corpo discente como docente quando necessário, e fornecer alternativa de solução;

Manual do Professor – 2010

13


MANUAL DO PROFESSOR 2010 17- Acompanhar o aluno quanto ao aproveitamento escolar, ao comportamento em relação a normas e ordens, à assiduidade, à adaptação à Escola e à Classe, 18- Atuar, como consultor, junto aos professores, no sentido de: • assisti-los na compreensão dos alunos como indivíduos com valores e necessidades pessoais diferentes das do professor e até das dos seus colegas, • auxiliá-los na identificação das dificuldades de aprendizagem dos seus alunos e suas causas, • ajudá-los na escolha de medidas a serem adotadas e de atividades a serem desenvolvidas, que atendam às necessidades particulares dos alunos, • auxiliá-los na compreensão, identificação e utilização da dinâmica social de sua (s) turma (s), 19- Manter contato com a família, objetivando, além do intercâmbio de informações sobre os alunos: • inteirar a família no que se refere ao aproveitamento escolar e comportamento dos filhos, • auxiliar os pais: − na compreensão do desenvolvimento, necessidades e dificuldades de seus filhos, − no entendimento da dinâmica do seu relacionamento com seus filhos, − quanto ao tratamento a ser dado ao educando; • Promover, para os pais, de acordo com as possibilidades, palestras, reuniões e encontros de esclarecimento; 20- Assistir os professores e os Diretores no exame dos resultados das atividades curriculares, em relação ao desenvolvimento do educando; 21- Auxiliar o aluno, através de sondagens, a identificar suas aptidões, com vista às possibilidades profissionais futuras; 22- Oferecer aos alunos informações de caráter profissional; 23- Atender atrasos e saídas antecipadas dos alunos; 24- Colaborar em campanhas educativas e assistenciais, promovidas estabelecimento e fora dele;

no âmbito

do

25- Manter fluxo permanente de comunicação entre os elementos envolvidos na tarefa educacional do estabelecimento e deste com a comunidade; 26- Colaborar nas atividades e comemorações cívicas, sociais, desportivas e culturais da Escola; 27- Criar mecanismos dinâmicos de controle disciplinar, observando: • uso do uniforme, • entrada e saída no horário de aulas e recreio, • movimentação dos alunos ( passeios e visitas), • atividades do recreio e o uso de banheiros; Manual do Professor – 2010

14


MANUAL DO PROFESSOR 2010 •

entradas e saídas nas atividades extraclasses;

28- Orientar os alunos na conservação e limpeza das dependências da Escola; 29- Atender aos alunos com problemas disciplinares ocorridos em sala, em pátio e atividades extras, tomando medidas para a solução das ocorrências dentro da sua área de ação; 30- Orientar os alunos quanto à observância das disposições regimentais no ambiente escolar; dar apoio e prestar colaboração aos alunos quando perceber algum tipo de necessidade. QUANTO À AÇÃO PEDAGÓGICA DO PROFESSOR AULAS: Todas as aulas devem ser meticulosamente preparadas. A preparação de aula implica na definição do conteúdo programático e a determinação dos recursos técnicos de ensino a serem utilizados. As técnicas de ensino devem ser escolhidas de acordo com a realidade específica da Escola, o assunto a ser trabalhado, a importância e a extensão do mesmo, o nível de profundidade que se pretende atingir e a disponibilidade de recursos existentes. No desenvolvimento operacional da parte didática, o professor deve: 1) 2) 3) 4)

5) 6)

7) 8)

Proceder à chamada e controlar as tarefas de casa; Verificar, corrigir e avaliar as tarefas de casa ; Introduzir o conteúdo a desenvolver; Desenvolver as atividades motivacionais sobre o tema, tais como: importância, atualidades, experiências pessoais relativas, repercussão na vida prática, vantagens do seu estudo, fotos ou ilustrações, promoções de concursos, etc.; Apresentar o esquema do assunto a tratar; Desenvolver atividades de aprendizagem. Estas constituem-se no núcleo do ensino. Principalmente sobre estas incide a opção da estratégia adotada, determinando a sua eficiência e respectivos resultados; Verificar, a eficiência imediata das atividades de aprendizagem e, se for o caso, replanejá-las; Atribuir tarefas de casa, através das quais promovemos, sistematicamente, o hábito de estudo em todas as aulas ministradas em cada turma.

AULAS DE INFORMÁTICA: Todos os professores, independentemente da série ou disciplina, nas quais leciona, devem planejar aulas que utilizem o laboratório de informática. Essas aulas serão previamente aprovadas pela coordenação pedagógica. Cada professor deve planejar, no mínimo, duas aulas de informática por bimestre. Manual do Professor – 2010

15


MANUAL DO PROFESSOR 2010 As aulas de informática devem ser planejadas como enriquecimento ao conteúdo que está sendo dado em sala de aula. Cabe à coordenação solicitar monitor para essas aulas, bem como solicitar a reserva do laboratório e equipamentos necessários. AULAS NO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS: Os professores de Ciências, bem como os de outras disciplinas que possam desenvolver atividade no laboratório de Ciências, devem planejar, no mínimo, duas aulas bimestrais nesse laboratório. Essas aulas serão previamente aprovadas pela coordenação pedagógica. As aulas de laboratório devem ser planejadas como enriquecimento ao conteúdo e prática do que está sendo dado em sala de aula. Cabe à coordenação solicitar, quando necessário, monitor para essas aulas, bem como solicitar a reserva do laboratório, materiais e equipamentos necessários. QUANTO AO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO FAMÍLIA - ESCOLA I. Comunicação dos Pais à Escola Na agenda, os pais deverão justificar as faltas ou atrasos e comunicar as necessidades do aluno. As saídas antecipadas devem ser autorizadas por escrito na agenda, assinadas pelo responsável com horário e quem irá tirar o aluno da escola; relembramos que as saídas antes do horário devem ser em menor número possível, pois conteúdos e explicações perdidas só são recuperadas parcialmente e isso prejudica o aluno. O professor somente deve autorizar a saída após orientação da coordenação. O e-mail de cada professor deverá ser disponibilizado aos pais e alunos para que a comunicação seja facilitada. II. Comunicação do Professor aos Pais Os professores registrarão na agenda os fatos que deverão ser comunicados aos pais: aviso de 2ª chamada ; faltas de tarefas; uniforme e/ou material; passeios dos alunos; baixo rendimento; desinteresse; etc. Estas comunicações deverão vir assinadas pelos pais na aula seguinte. Caso não haja assinatura, o professor registrará o ocorrido no "Diário de Classe" e avisará à Coordenação. Os avisos também deverão ser lançados nos livros de deveres de casa para que a coordenação possa lançá-los no PlugEscola ou encaminhá-los através de e-mail.

Manual do Professor – 2010

16


MANUAL DO PROFESSOR 2010 QUANTO AO HORÁRIO DE AULAS I. As mudanças de horário de aulas, por mínimas que sejam, só poderão ser feitas pela Coordenação Pedagógica. Esta só efetuará a mudança de horário solicitada pelo professor, quando possível e se houver tempo hábil para avisar a todos os alunos. O professor deverá cumprir o horário em vigor, até que seja possível a alteração. II. O professor deverá cumprir rigorosamente o horário de entrada e saída das aulas. O professor deverá pegar todos os Diários de Classe do turno 5 MINUTOS ANTES DO HORÁRIO DE ENTRADA da 1ª aula e deslocar-se até sua turma, logo após tocar o 1o sinal. QUANTO ÀS ENTRADAS E SAÍDAS DE AULAS I. O professor, ao entrar na sala e após o 2o sinal, deverá fechar a porta e não permitir a entrada de alunos retardatários, exceto quando expressamente autorizados pela Coordenação. II. Nas saídas para o recreio e término de período, o professor será o último a se retirar, apagando o quadro e a luz, desligando o ar refrigerado e trancando a porta, mesmo nos dias de chuva. III. O aluno não poderá permanecer mesmo nos dias de chuva.

na sala sem a

presença do

professor,

ORIENTAÇÕES QUANTO A ENTRADA E SAÍDA DOS ALUNOS Tendo em vista o melhor funcionamento das atividades escolares, a organização interna e a segurança de nossos alunos, o controle de entrada e saída da escola obedecerá às seguintes determinações: 1. O aluno só poderá entrar e sair da escola, mediante autorização da família. No caso dos alunos da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental Menor , os alunos deverão estar acompanhados dos pais ou responsáveis. 2. O aluno que precisar ser liberado durante período de aula deve apresentar a autorização de saída individual, já com o visto da coordenadora, que confirmará à portaria o fato em questão. 3. Pais, familiares e visitantes ao entrarem na escola devem receber o crachá de visitante, que será recolhido pelo responsável no momento da saída. 4. As pessoas acima citadas devem ser encaminhadas primeiramente à recepção, onde receberão informações e serão conduzidas ao setor de seu interesse.

Manual do Professor – 2010

17


MANUAL DO PROFESSOR 2010 QUANTO AO DIÁRIO DE CLASSE A fim de sistematizar o uso e padronizar a escrituração do Diário de Classe, obedecer às exigências legais e racionalizar o trabalho da Secretaria, devem ser observadas as normas constantes dos ítens a seguir.

QUANTO AO USO DE DIÁRIO DE CLASSE I.

Responsabilizar-se por pegar e deixar sempre o Diário de Classe no local apropriado (arquivos de Coordenação Pedagógica).

II. Atender prontamente às observações que são deixadas, através de bilhetes, no Diário de Classe. III. Usar caneta preta ou azul para a escrituração do Diário de Classe, salvo notas vermelhas. IV. Nunca atrasar ou adiantar lançamentos de comparecimento, faltas e/ou registro da matéria. V. Não rasurar as anotações do Diário de Classe. VI. Não retirar da escola, em hipótese alguma, o Diário de Classe. VII. Efetuar, no máximo, mensalmente, todos os lançamentos do diário de classe no Sistema Plugescola. VIII.

Manter atualizado o registro das aulas dadas.

QUANTO AO CONTROLE DE FREQUÊNCIA I.

Manter o controle de frequência atualizado no Plugescola.

II. Verificar, no calendário escolar, quais são os dias considerados letivos. III. Fazer a chamada no início de cada aula, independentemente de o aluno ter estado na aula anterior, lançando ( F ) para o faltoso e ( • ) para o presente. IV. Lançar, diariamente, o assunto ministrado, obedecendo ao seguinte critério: a) dia de aula dada; b) matéria lecionada.

Manual do Professor – 2010

18


MANUAL DO PROFESSOR 2010 QUANTO À APLICAÇÃO DAS SANÇÕES AOS ALUNOS I.

Quando o professor perceber que, apesar de orientado, advertido (verbalmente) e repreendido, o aluno continua tendo dificuldades no relacionamento com os colegas ou com o próprio professor, na apresentação das tarefas e/ou no cumprimento das normas disciplinares, deverá solicitar atendimento do aluno pela Coordenação, fora do horário de aulas.

II. Após advertido verbalmente, o aluno reincidente repreensão.

na

falta estará sujeito a

III. Para retirar o aluno da sala, por indisciplina, no caso de o professor não ter dado conta de solucionar em sala, o professor deverá impreterivelmente, marcar a tarefa a ser realizada na sala de estudos, de forma a ocupar o tempo em que o aluno ficar fora da sala. Atenção - Só deve ser usado este recurso em último caso. Lembre-se de que o professor, ao encaminhar o aluno para outra pessoa resolver o problema de disciplina, está se declarando incompetente, e perdendo ponto no conceito dos alunos. É sempre mais indicado que o próprio professor converse em particular com o aluno, fora do horário de aula, antes de passar o problema à coordenação. IV. Esgotado o recurso de retirada de sala, e havendo reincidência na falta, retirar o aluno da sala e solicitar agravamento da punição. V. Em hipótese alguma, a punição imposta pelo professor poderá ultrapassar o limite de suas aulas. SANÇÕES APLICÁVEIS AO ALUNO 1. A infração a qualquer dos deveres e a transgressão das proibições sujeitam o aluno, conforme a gravidade da falta, às seguintes penalidades: - Advertência Oral (Coordenação); - Advertência por escrito (Coordenação); - Afastamento temporário de determinada(s) aula(s) (Coordenação); - Afastamento temporário da sala de aula por 1 dia – Suspensão (Direção); - Afastamento temporário da sala de aula por 3 dias – Suspensão (Direção); - Transferência de turma ou de turno (Direção); - Transferência consensual, mediante anuência dos pais (Direção); - Encaminhamento educativo – Transferência (Direção). 2. O aluno excluído da sala ou de qualquer espaço da Escola por conduta inconveniente será encaminhado à Coordenação que aplicará as sanções previstas nas três primeiras alíneas acima descritas, e será encaminhado à biblioteca, onde realizará tarefas predeterminadas. 3. O afastamento temporário da sala de aula será determinado pela Direção. 4. Considerada a gravidade da infração, poderão ser ultrapassadas uma ou mais etapas previstas.

Manual do Professor – 2010

19


MANUAL DO PROFESSOR 2010 5. O encaminhamento educativo (caminho para transferência compulsória) será utilizado como medida extrema, uma vez esgotados os recursos pedagógicos. 6. As sanções aplicadas aos alunos serão comunicadas aos pais ou responsáveis e registradas em suas respectivas fichas. Observação: São consideradas faltas ou ocorrências disciplinares graves, dentre outras: brigas, brincadeiras de mau gosto com conseqüências imprevisíveis, gazeta de aula, desacato à autoridade, reincidência na indisciplina, desrespeito à integridade física ou moral, dano ao patrimônio da escola, saída não autorizada. QUANTO À EDUCAÇÃO FÍSICA A)

JUSTIFICATIVA DE FALTAS OU DISPENSA Anotar no Diário de Classe explicando o porquê da justificativa (J); Observações: 1)

Os alunos dispensados por atestado médico ou por cursarem em academias deverão ter frequência, fazer relatório de observação e um trabalho final. Devem ser lançadas as notas normalmente. 2) Permitir a utilização dos banheiros e dos bebedouros somente no início ou no final de aula. 3) Permitir a participação dos alunos na aula de Educação Física somente quando uniformizados. Caso alguém esteja sem uniforme deverá ser encaminhado à Coordenação com o registro da ocorrência.

QUANTO ÀS TAREFAS DE CASA I) O professor de cada disciplina deverá passar a tarefa de casa para os alunos diariamente; II) A tarefa de casa deverá ser sempre passada por escrito, no quadro, exigindo-se anotação pelo aluno na agenda; III) Na tarefa o professor deve considerar: • o grau de dificuldade dos exercícios; • a qualidade e não a quantidade dos mesmos; • a relevância na fixação da aprendizagem; IV) O professor deverá, obrigatoriamente, no início de cada aula, verificar se o aluno fez ou não a tarefa e, principalmente, corrigi-la para não desvalorizá-la;

Manual do Professor – 2010

20


MANUAL DO PROFESSOR 2010 V) O professor deverá exigir, quando a tarefa for feita no caderno, que o seja na parte do caderno reservada à disciplina e seja apresentada com ordem e capricho; VI) A reincidência da falta de apresentação de tarefas deve ser comunicada aos pais, via Coordenação e anotação no Livro de Deveres de Casa. VII) Todas as tarefas de casa, trabalhos ou estudos dirigidos deverão ser anotados no Livro de Deveres de Casa a ser encaminhado ao final das aulas à Coordenação. PARCERIA FAMÍLIA-ESCOLA Esta parceria, baseada na cooperação, no respeito e na confiança, é imprescindível para o sucesso da educação das nossas crianças e jovens, uma vez que nossos objetivos são comuns: a formação do caráter, a construção de conhecimentos e a auto-realização de cada um deles. Para tanto, solicitamos a cooperação da Família no acompanhamento sistemático da vida escolar dos alunos, orientando-se para: • O conhecimento detalhado do conteúdo do Manual da Família e da leitura pormenorizada dos comunicados e das correspondências encaminhadas pela escola; • A necessidade do cumprimento pelo aluno das normas estabelecidas; • A presença contínua do aluno em todas as aulas, justificando por escrito as faltas que porventura ocorram; • Evitar a marcação de consultas médicas ou viagens, bem como chegadas tardias ou saídas antecipadas nos períodos de aula; • Incentivar a formação de hábito de estudo, como é o caso da realização diária das tarefas de casa; • A análise das avaliações realizadas e a verificação bimestral do boletim escolar; • Encaminhar o aluno para as aulas de recuperação quando for o caso; • Manter seus endereços atualizados facilitando a comunicação Escola-Família; • Participar de reuniões, comemorações e eventos da Escola. REPRESENTANTES DE TURMA Com o objetivo de melhorar o relacionamento entre os alunos da turma e facilitar o relacionamento desta com os professores e os demais serviços da Escola, serão eleitos os alunos representantes de turma do 4º ano do Ensino Fundamental em diante, com as atribuições de: I)

Ser elemento de ligação da turma com o regente e os serviços da Escola;

II) Quando preciso, participar de reuniões solicitadas pela Coordenação; III) Informar a turma sobre assuntos tratados nas reuniões com a Coordenação; IV) Proporcionar à turma um ambiente de amizade e união; Manual do Professor – 2010

21


MANUAL DO PROFESSOR 2010 V) Acompanhar os colegas nas dificuldades apresentadas (aprendizagem, disciplinas, faltas, caso de doença), juntamente com o regente e a Coordenação. VI) Ajudar os colegas novos com dificuldades de adaptação no colégio.

Manual do Professor – 2010

22

Manula do professor  

manual do professor do cecap

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you