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NESTA EDIÇÃO

Dezembro / 2012 • Edição 147 Gurgel Fim de um sonho Animais Porco-espinho Cozinha Curiosidades Hobby Auto Modelismo Opinião Dama de Ferro? Pedreiros Faça contrato Viagra Pense duas vezes Entrevista Helena Burafaldi

Quem ama, educa! Há razões, nem sempre evitáveis, para que um jovem se deixe seduzir pelo uso de entorpecentes. Mas a família pode ajudar, e muito • Pág. 18


EDITORIAL

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O

O que é isso, companheiro?

Campeão não tem partido político e sempre está a cobrar ações de quem está no poder. Um grupo do PSDB vem governando o Estado de São Paulo há tempo. Em 2006 anunciou que nossa região ganharia um Corredor Metropolitano cujos investimentos ascenderiam a 154 milhões de reais. O tempo passou e não se completou tal projeto e hoje, 2012, a obra está feita em apenas 50% do previsto chegando parcialmente até Sumaré, faltando Nova Odessa, Americana e Santa Bárbara d’Oeste. Há pouco, por jornais, a assessoria do deputado federal Vanderlei Macris envia comunicado com fotografia e tudo, informando que agora a obra vai ser concluída - mas serão necessários mais 180 milhões... Essas contas estão certas? - Para iniciar a obra, o governo (PSDB) informou detalhadamente o roteiro por onde passaria o Corredor, houvera audiências públicas, o povo de Sumaré se levantou protestando em não permitir que a Avenida Rebouças virasse corredor, em Nova Odessa as autoridades não falavam coisa com coisa e uma reportagem de O Campeão antevendo o que seria da Ampélio Gazzetta caso a mesma virasse corredor levou os moradores à Câmara Municipal e conseguiu aprovação de Lei proibindo tal corredor na Ampélio Gazzetta. Este veículo não é contra quaisquer partidos, mas esses 154 milhões emprestados pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)

foram geridos pelo governo que ainda aí está. Evidente que o político de plantão conta com amnésia da população imaginando que o povo esquece seus devaneios administrativos. Para Nova Odessa, esses 154 milhões que nosso deputado agora chama de primeira fase certamente contemplava desapropriações paralela à linha férrea para não entupir de vez o trânsito da cidade que virou fuga de pedágio. Mas como desapropriar e fazer um trajeto sério que não prejudique a cidade ali no futuro, se esse dinheiro sumiu no ralo antes de completar o tal corredor que nem construiu terminal em Sumaré? Deputados paulistas preferem Miami e Paris (Folha de São Paulo) - O Sr. Macris é um grande deputado federal que até se destaca em Brasília. Na vitoriosa carreira, contra ele pesou apenas uma constrangedora inclusão no escândalo das passagens aéreas em que se nominou os usuários e parlamentares como ele e Fernando Gabera que foram listados por cederem passagens aéreas pagas com dinheiro público. Em 2009, Gabeira admitiu o uso indevido da sua cota parlamentar de passagens aéreas, possibilitando que terceiros, cujos nomes não foram divulgados, viajassem utilizando o dinheiro público. O próprio deputado admitiu que este escândalo poderia significar sua morte política, tendo inclusive cogitado abandonar a carreira pública, mudando de opinião logo em seguida.

Mas como esse país é movido a escândalos diários, a vida continua, e para os tucanos donos do destino do dinheiro público, é tão fácil usar o verbo para justificar o injustificável como o exemplo do terminal de Americana que foi construído sem o corredor estar pronto e agora o deputado diz candidamente que será destruído para se fazer outro... Que festa! A verba para esse corredor está sobrando? Nova Odessa viveu dias de cão ao fecharam por três dias a ponte da Vila Azenha no Rio Quilombo, para se estender a malha de esgoto - mostra de que a cidade já superou o limite de concentração viária. Acreditamos que para ser sacado aquele empréstimo de 154 milhões, o orçamento de 2006 para esse corredor (ou sorvedouro?), certamente contemplava desapropriações como em Nova Odessa que só possui duas saturadas vias de entrada e saída da cidade. Não estamos aqui apontando o ilustre deputado como responsável pela evaporação daquela verba de 154 milhões e essa festa de preparação para se abocanhar mais 180 milhões... Notórias são as cortinas de fumaça quando políticos vão à mídia vender alguma ideia. Sabem que não poder levar tudo, mas provocam... É conhecido o jogo político de se colocar o bode na sala e negociar. Para nós, simples mortais, esse negócio de se precisar de mais 180 milhões para completar essa obra é catinga demais para um bode só.

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OPINIÃO

Cristina, a nossa “Dama de Ferro?” “Se meus críticos me vissem andando sobre as águas do rio Tâmisa, diriam que é porque eu não sei nadar”. A tirada espirituosa de Margaret Thatcher nos dá uma dimensão das dificuldades que a poderosa primeira-ministra enfrentou ao governar o Reino Unido com mão de ferro. Governou com pulso firme até 1990, ganhando o apelido de “Dama de Ferro”, por suas posturas inflexíveis. Conseguiu bons indicadores econômicos, com o controle da inflação e a valorização da moeda.

A

futura prefeita de Sumaré também precisará agir com mão de ferro se quiser colocar a cidade no lugar que merece. Evdente que irá ficar com o balaio ainda mais furado por ter de acomodar comopromissos políticos de campanha - nosso mal... Mesmo antes de tomar posse, a futura prefeita já se pronunciou que irá prorrogar a anistia à contribuintes inandimplentes, indicando que a equipe de transição teve acesso a números que devem ter arrepiado a futura alcaide... Que fazer? Quem não está gostando nada disso é a maioria silenciosa que paga religiosamente em dia seus compromissos, enquanto o poder público passa a mão na cabeça do relapso que não paga suas obrigações - É justo? Segundo o secretário municipal de finanças, há quase 30 mil inadimplentes que somam 71 milhões de reais e a anistia poderá representar desconto de 40 milhões que deixariam de entrar no caixa da prefeitura. Certamente observa-se aqui o famoso fator transição: José Antônio Bacchin, como vice-prefeito de Luiz Alfredo Dalben, venceu a eleição e ao assumir, teve de fazer um périplo pelos setores formadores de opinião pública pedindo trégua para poder acertar o atrasado 13.º salário de funcionários e outras dívidas. Numa exposição na sede do Rotary Clube, em gráficos arrepiantes demonstrava o buraco

Cristina Carrara

Margaret Thatcher

negro em que se encontrava o caixa da prefeitura e sobretudo estarreceu os presentes com a demonstração detalhada do que significava os precatórios que sorviam os créditos de Sumaré antes de chegarem aos cofres da prefeitura. Deve estar sendo constrangedor a futura prefeita já divergir da coerência defendida pelo vereador Décio Marmirolli, do mesmo partido. As denúncias de que faltam insumos básicos no novo pronto socorro do Macarenko é uma longa novela de desprezo ao munícipe. A futura administradora prometeu em campanha que isso acabará. Assim, como a toda administração que começa, dá-se um período de carência ao novo administrador para que ele sinalize o caminho que está tomando com a máquina municipal. Marmirolli foi reeleito várias vezes exatamente pela coerência de princípios, e a maioria silenciosa da população aplaude

princípios coerentes de cidadania. Cabe aqui uma analogia dos inadimplentes para com a prefeitura com nota recente na imprensa de que as pessoas deixam de votar pelo simples fato da multa de R$ 3,51 ser irrisória. Em países de primeiro mundo a educação é feita a partir do bolso. Lá, a maioria silenciosa exige que se puna os relapsos. Da nova prefeita, espera-se que no futuro não tenha que se submeter a tais constrangimentos que certamente ferem seus princípios, conforme pessoas idôneas que a conhecem de perto. Ao vereador Marmirolli, poderia caber missão moralizadora apresentando a plenário projeto de Lei que estipule algo como 500% ou mais, em aumento na multa para inadimplentes aos cofres municipais. O mau gestor do dinheiro púplico e o inadimplente são co-responsáveis pela penúria da cidade.

Lastimável Nesse início de dezembro, a prorrogação de prazo para recolhimento de impostos em Sumaré, defendida por Cristina Carrara mesmo antes de assumir o posto como nova prefeita da cidade provocou críticas do atual grupo que governa a cidade. Alinhavando os acontecimentos, veio a público a informação de que o funcionalismo municipal estava ameaçando fazer greve por atraso de pagamento... “Se a nova prefeita dá mais prazo, para quê pagar agora?” - poderia raciocinar o inadimplente. Se os devedores não pagam agora, como a prefeitura irá pagar os funcionários? Queira Deus que o final de mandato de Cristina Carraro como prefeita de Sumaré não se encerre como o atual, que chega ao fim tão melancolicamente.

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SAÚDE

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Boas razões para pensar duas vezes antes de tomar Viagra Uma jornalista americana, Judith Newman, resolveu fazer um minucioso dossiê dos prós e contras de se tomar remédios para disfunção erétil. Como parte do estudo pretendido fazer era empírica, ela teve de recorrer à ajuda do marido, que se submeteu ao uso do Viagra para chegar a algumas conclusões. Baseada neste caso e em entrevistas com casais e especialistas, Judith traçou um rico perfil do impacto social destes medicamentos.

A

reação imediata do marido da jornalista, que nunca havia precisado de Viagra, foi de medo: e se ele não conseguisse mais voltar a ter ereções sem o remédio quando parasse de usar? Judith assegurou que se tratava de uma lenda, já que o uso do Viagra não implica em dependência. Isso de fato acabou não acontecendo: uma semana depois de interromper o uso, o esposo dela já havia recuperado o antigo ritmo sexual, segundo ela. Ponto para o comprimido. Mas nem tudo são flores. Para começar, a própria bula do remédio já especifica que pode haver dores de cabeça e do estômago. A principal raiz do problema que Judith levantou, no entanto, é sobre avaliar causas e efeitos do uso dos medicamentos (além do Viagra, os mais famosos no mercado são Levitra e Cialis, e juntos eles

compões uma indústria que movimenta mais de um bilhão de dólares) para os casais. O medicamento pode ser mais nocivo para a saúde do que se imagina. As interferências em vasos sanguíneos já o tornam contra-indicado para quem tem problemas cardíacos. Existem outras coisas, além do comprimido, que podem alargar os vasos. Entre elas, está a nitroglicerina (remédio perigoso, ministrado em doses ínfimas), mas também coisas comuns, como bronzeamento ao sol e bebidas. Alcoólatras precisam ter cuidado redobrado antes de se aventurar com Viagra. A título de conhecimento, uma descrição básica sobre o funcionamento do medicamento. O pênis atinge a ereção através do aporte de sangue nos vasos sanguíneos que o compõem. Com a idade ou algum problema de disfunção, estes vasos tendem a se estreitar (a rigor, todos os vasos sanguíneos do corpo se estreitam, não apenas os do pênis), o que dificulta a ereção. Tudo o que as pílulas fazem é inibir a enzima responsável por esse estreitamento, de modo que a dilatação dos vasos ocorre mais facilmente e dura mais tempo. Além disso, o remédio também diminui o “descanso” entre um orgasmo e outro. Isso, por si só, já pode implicar em um problema, porque nem sempre a mulher (que afinal também sofre mudanças no corpo com a idade) “acompanha” o novo ritmo sexual do homem. Médicos ressaltam que o uso do Viagra deve ser tomado em comum acordo entre o casal, porque a mulher pode simplesmente não desejar mais sexo. Existe, de fato, uma “obrigação social” de que o homem tome uma providência caso não esteja atingindo ereções. Mesmo que a mulher deseje o sexo, as mudanças corporais posteriores à menopausa podem ser um problema. A diminuição da lubrificação vaginal, por exemplo, pode tornar o sexo in-

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tenso – que não seria obtido por um homem da mesma idade em condições naturais – muito mais dolorido. As mulheres mais velhas, de maneira geral, querem vinte, no máximo trinta minutos de relação sexual, e não uma maratona de duas horas. Além do desconforto, podem haver problemas ainda mais graves, tais como feridas na vagina e exposição direta a DSTs. Falando em desejo sexual, existe outro mito a ser derrubado: o Viagra não aumenta a libido do homem. A jornalista cita um caso engraçado de um casal americano. Insatisfeito com seu “baixo aproveitamento”, o marido foi ao médico, que lhe receitou Viagra. Apesar de ter seguido à risca a orientação de tomar a pílula uma hora antes, ela não funcionou. O motivo? Durante esta uma hora, ele ficou assistindo um jogo de baseball enquanto ela esperava ansiosa, no quarto. A lição disso é que o Viagra deve ser tomado apenas se houver desejo, e pode ser prejudicial quando não houver. Em busca de se adequar ao poder de fogo recém-adquirido pelo marido, algumas esposas recorrem a algumas práticas onde a medicina ainda tem pouca experiência, tais como a reconstituição vaginal, além de implantes de silicone e outras cirurgias plásticas. Se ela não fizer isso, segundo alguns psicólogos, aumentam as chances de a mulher ficar com auto-estima piorada e temer que o homem busque experiências extraconjugais que possam satisfazê-lo. A jornalista afirma não estar desaconselhando ninguém a considerar o uso do Viagra. Afinal segundo ela, estudos recentes indicam que o homem pode acabar com a depressão graças ao Viagra. Isso porque os remédios antidepressivos inibem a ereção, e o Viagra restaura essa função. Voltando a ter vida sexual satisfatória, o homem pode simplesmente abandonar a depressão de forma “natural”. Entre 15% e 25% dos homens na faixa dos sessenta precisa de Viagra, e essa taxa fica em 5% para homens em seus quarenta anos. O que Judith Newman aconselha é que não haja hipocrisia: qualquer mentira que vise disfarçar a situação real é considerada nociva. Se a mulher acha que precisa de lubrificante para tornar o sexo mais confortável, deve comprá-lo, se ela prefere apenas cinco minutos de sexo ao invés de uma hora, deve dizê-lo. A pílula da ereção, em resumo, deve ser tomada quando for “honesta”. Fonte: http://hypescience.com


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GERAL

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Cadela perde briga com porco-espinho

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o reino animal sempre houve a eterna luta pela sobrevivência e cada ser desenvolveu suas armas de defesa. Ali tudo é natural e para o bicho homem, espantoso! Uma cadela chamada Bella ficou com 500 espinhos cravados pelo corpo após brigar com um porco-espinho na cidade norte-americana de Norman, em Oklahoma. O animal da raça bulldog chegou ao Centro de Emergência Animal com a face completamente machucada. As informações são da emissora de televisão “News 9”.

Em Mato Grosso do Sul, Pit bull ataca porco espinho e fica ferido

U Bella tinha espinhos em várias partes do corpo (Reprodução: Facebook)

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O Pit Bull passou por cirurgia para retirar os espinhos em uma clínica (Foto: Maikon Leal/Coxim Agora)

m cão da raça pit bull ficou ferido em uma briga com um porco espinho, na cidade de Coxim, no Mato Grosso do Sul. O cachorro teve mais de 1000 espinhos cravados pelo seu rosto, patas e dentro da boca enquanto atacava o animal em uma oficina, a 243 km da capital Campo Grande. Encontrado pelo seu dono no início da manhã, o pit bull foi encaminhado para uma clínica onde recebeu atendimento. De acordo com os veterinários, o cão recebeu anestesia e passou por um procedimento de duas horas para retirar os espinhos, cada um com até 10 cm. O cão é mantido no local para impedir a entrada de ladrões e outros animais. Ele ficou na clínica veterinária por três dias para tratar os ferimentos e impedir uma futura infecção.

Na luta contra o pit bull, o porco-espinho não resistiu aos ferimentos.


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Coração de mãe Não há mais bela música do que o ruído da maçaneta da porta quando o meu filho volta para casa; Volta da rua, da vasta noite da madrugada de estranhas vozes. E o ruído da maçaneta, e o bater da porta que suave se fecha, me acalma! E o tilintar inconfundível do molho de chaves, é um suave acalanto, uma suave cantiga de ninar. Só assim, o meu coração se aqueta e pode afinal dormir e descansar!

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H

REFLEXÃO

Você abraça com facilidade?

á vezes que não nos atrevemos a dizer o que sentimos, seja por timidez ou porque os sentimentos nos avassalam; nesses casos pode-se contar com o idioma dos abraços. Os abraços, além de nos fazerem sentir bem, empregam-se para aliviar a dor, a depressão e a ansiedade. Provocam alterações fisiológicas positivas em quem toca e em quem é tocado. Aumenta a vontade de viver aos enfermos. É importante saber que: os abraços são necessários para o desenvolvimento, manter-se são e para crescer como pessoa.

enfermidades; Auto-valorização - Através do abraço podemos transmitir uma mensagem de reconhecimento do valor e excelência de cada indivíduo.

O que nos dá um abraço? Proteção - O sentir-se protegido é importante para todos, mas é o mais para as crianças e mais velhos, que frequentemente dependem do amor de quem os rodeia; Segurança - Todos necessitamos de nos sentirmos seguros. Se não o conseguimos, atuamos de forma ineficaz e as nossas relações interpessoais declinam; Confiança - A confiança faz-nos avançar quando o medo se impõe ao nosso desejo de participar com entusiasmo em algum desafio da vida; Força - Quando transferimos a nossa energia

com um abraço, as nossas próprias forças aumentam; Saúde - O contato físico e o abraço partilham uma energia vital capaz de sanar ou aliviar

A foto ao lado, de um artigo das “Seleções”, que se chama “O abraço salvador” relata um episódio da vida de duas gêmeas, cujos primeiros dias foram passados em suas respectivas incubadoras, sendo que para uma delas não havia esperança de que sobrevivesse. A enfermeira chefe da unidade, contra todas as regras existentes, decidiu juntar as duas irmãs, e aquilo que aconteceu foi verdadeiramente espantoso e comovente: a bebê que se encontrava bem, abraçou a sua irmãzinha moribunda, conseguindo, com o calor do seu corpo, o milagre de lhe regular a temperatura e pulso, o que permitiu estabilizar o ritmo cardíaco da sua gêmea... Aqui fica este testemunho da importância de um abraço e do bem que este pode fazer... Já abraçaste alguém hoje? Um abraço faz e diz muitíssimo; abraça o teu amigo, abraça os teus entes queridos, abraça as tuas crianças, abraça o teu animal de estimação… Abraça-os a todos!


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ENTREVISTA

A origem

Trajes para:

Maria Helena Pinto Barufaldi é uma artista plástica que possui seu ateliê no centro de Nova Odessa. Por mais de 20 anos, inúmeras pessoas se aperfeiçoaram em seus diversos cursos de pintura, escultura, fotografia, etc. Se na capital existe uma famosa escola de artes, pelo nível dos cursos, O Campeão tem segurança em afirmar que a Helena Artes é a autêntica Escola Panamericana da região, com muito orgulho!

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O Campeão – Senhora Helena, viemos aqui lhe vender um espaço publicitário e acabamos comprando uma história fantástica! Como se deu o início da Comunidade Geriátrica? HELENA - Tínhamos uma nossa conhecida, idosa portadora do Mal de Alzheimer, precisava de um abrigo e tivemos muita dificuldade porque aqui em Nova Odessa não existia nenhuma entidade. Coincidentemente, havia uma amiga que estava também passando por esse tipo de problema, então a intimamos a participar desse projeto.

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Maria Helena Pinto Barufaldi, artista plástica

– Registrando a entidade: onde começar? HELENA - A entidade começou aqui na nossa loja. O registro foi feito em nosso endereço, convidamos algumas pessoas para fazerem parte da diretoria, por necessidade de oficializarmos o projeto. Por sorte, Deus nos enviou as pessoas certas, que se importavam com o próximo! Por mais de 8 anos a Geriátrica utilizou o nosso endereço. Foram feitos mutirões, festas, eventos, chás, tirando dinheiro da bolsa, intimando os amigos.

mas não cobre todas as despesas, por isso precisamos de doações.

Hoje, a Geriátrica possui uma grande estrutura. Como a construíram? HELENA - Com a ajuda de voluntários, entidades e empresas que abraçaram nosso projeto. Conseguimos da prefeitura a doação de um terreno de 11 mil m². Um engenheiro fantástico doou todo o projeto. Só faltava construir... Realizávamos cada vez mais eventos. Abrimos picadas a facão, pois em Nova Odessa não havia e ainda não há entidades sem fins lucrativos que cuidam de idosos. Na geriátrica não existe credo, nem raça, se a pessoa precisa, ela terá o atendimento. Lógico que existe a política de quem pode pagar, paga por aqueles que não podem. A prefeitura nos concede uma verba,

– A senhora pode citar algumas dessas empresas? HELENA - Não gostaria de citar nomes, pois cada ajuda é única. Já teve quem nos doou chalé - e o fez por amor -, uma entidade nos doou a renda total de uma das Festas das Nações e todas as outras entendidas filantrópicas da cidade fizeram eventos e doaram para a Geriátrica. Isso nos coloca como entidade idônea. Nesses anos, pessoas passaram pela nossa diretoria e fizeram diferença, destaque-se Dietrich Reibel, que quando fundamos a Geriátrica, ele como vice-prefeito na época, questionou a nossa capacidade de empreender uma entidade tão complexa. Pouco tempo depois, ele já fazia parte da diretoria e nos acompanhava em to-

– Vocês possuem barracas na Feira das Nações? HELENA - Sim, desde o início. Fizemos eventos grandiosos e tivemos ajuda de uma empresa que nos apadrinhou, permitindo assim a reforma, pintura e construção de uma nova enfermaria. Hoje temos várias empresas que nos ajudam, mas ainda precisamos de colaboradores.


da Casa Geriátrica dos os eventos para arrecadar fundos em prol da Geriátrica. – É a típica escrita usada pela sociedade: questionando, avaliando e aprovando. E hoje, como é a Geriátrica? HELENA - Hoje, a Geriátrica é uma entidade que precisa de doações e voluntários. Vemos a Geriátrica passando por dificuldades financeiras, dificuldade para fechar folha de pagamento... A entidade precisa de uma equipe de profissionais capacitados para o trabalho e todos eles são registrados, pois a entidade é uma empresa. – Mesmo porque o interno é muito especial, não é? HELENA - Sim, eles precisam de atendimento diferenciado. O remédio precisa ser dado na hora certa. O atendimento tem que ser durante as 24 horas. Temos que ter enfermeira padrão. O espaço é grande e precisa de limpeza. Tudo isso gera gastos e todo dinheiro arrecadado com doações, eventos, chá, o Porco no Rolete, entre outros, não é o suficiente para cobrir esses gastos. – Vocês buscam recursos fora de Nova Odessa? HELENA - Sem dúvida! Hoje, a entidade consegue arrecadar fundos por conhecimento ou por indicação. Por exemplo, há alguém que possui um parente que trabalha em um departamento administrativo de uma grande empresa, então ele nos recomenda e então as portas se abrem. – Quando vocês iniciaram a Geriátrica, não existia o Estatuto do Idoso... HELENA - Quando fundamos a entidade não existiam essas leis. Há 20 anos, não havia esse imenso número de idosos como hoje, o Brasil era um país jovem. A mulher não trabalhava fora, então ela podia cuidar da mãe, do pai, do sogro ou da sogra. Hoje nossa realidade é diferente, o idoso precisa de atendimento 24 horas, precisa de espaço adaptado porque não enxerga bem, ele cai, ele se queima, está perdendo a coordenação motora... – Por que pararam o sistema de Creche para idosos? HELENA - Por conta de problemas de mão de obra e estrutural. Assim, paramos de trabalhar

como creche para idosos. Dávamos aula de artesanato, de música, crochê, bordados. Então cada um doava um pouco do seu tempo para ensinar essas pessoas que passavam determinado período na entidade, isso não acontece hoje em dia, mas acredito que brevemente conseguiremos implantar a creche novamente. – E atenderia maior número de pessoas, não? HELENA - Sim, atende maior número de pessoas e não corta o vínculo com a família, pois não existe o risco do idoso ser deixado na entidade e nunca mais receber visita da família. Sra. Helena, O Campeão ficou encantado em conhecer seu trabalho como cidadã. A Casa Geriátrica é grandioso legado, e não é toda cidade que possui algo igual, com a qualidade de serviço ali oferecido. Muito obrigado. HELENA - Foi um prazer.

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China quer mais universidades com curso de português. Atualmente, o país asiático tem 15 universidades com esse curso e planeja chegar a 30 “nos próximos anos”. A informação foi dada pela vice-reitora da Universidade de Lisboa, que esteve na China e conversou com o vice-ministro chinês da Educação, Hao Ping. Segundo ela, “quem fala

português tem emprego garantido” na China por causa da escassez de profissionais com essa habilidade. A professora afirma ainda, que em contrapartida a China quer expandir o ensino de seu idioma oficial em países de língua portuguesa.

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A arte da vida consiste em fazer da vida uma arte. Sua vida depende de muitas coisas, mas antes de tudo ela depende de você.

HELIOGÁBALO FOI UM DOS IMPERADORES que resu-

me as causas do declínio e queda do império romano. Na sua posse, em 219 d.C., surgiu coberto de seda vermelha, lábios pintados de carmim profundo e sobrancelhas de azul fosforescente. Ostentava um colar de pérolas e braceletes de esmeraldas nos pulsos e tornozelos. Tudo isso aos 14 anos de idade. Suas festas e banquetes ficaram famosos na antiguidade por conta de seu passatempo favorito: esconder pequenas surpresas para os comensais. Assim, jóias, brilhantes, esmeraldas ou pepitas de ouro eram colocados em vários pratos, como presentes dos deuses aos convidados. Porém, alguns poucos Heliogábalo pratos também continham venenos, de tal maneira que, vez ou outra, um convidado simplesmente (des)falecia sobre a mesa, vitimado pela brincadeira. A insanidade do monarca chegou a tal ponto que sua avó, Julia Mesa, impotente ante suas barbáries, mandou assassiná-lo.

A arte do prazer da comida motivou gênios como Leonardo da Vinci, inventor de vários acessórios de cozinha, como o célebre “Leonardo” para esmagar alho, regras de etiqueta à mesa, para além de novas receitas. Percursor da nouvelle cuisine, Da Vinci fundou com outro sócio o restaurante “A Marca das Três Rãs” em Florença. A gastronomia despertou curiosas sensibilidades em músicos como Rossini e em escritores portugueses e estrangeiros. Camilo Castelo Branco era avesso a descrições mas não resistiu a descrever um saboroso caldo verde, enquanto que Eça de Queirós tem inúmeras menções a restaurantes nas suas obras. O culto dos prazeres da mesa chegou ao ponto de fazer com que os aficcionados se juntassem em associações gastronômicas como a belga “Ordre des Agathopédes” em 1585, a francesa “Confrérie de la Jubilation” ou o português “Clube dos Makavenkos” em 1884.  O tempo passou e muito se seguimentou a gastronomia, um ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e, em geral, todos os aspectos culturais a ela associados. Um gastrônomo (gourmet, em francês) pode ser um(a) cozinheiro(a), mas pode igualmente ser uma pessoa que se preocupa com o refinamento da alimentação, incluindo não só a forma como os alimentos são preparados, mas também como são apresentados, por exemplo, o vestuário e a música ou dança que acompanham as refeições. 

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Era uma época onde obter leite e ovos era muito caro e difícil, então alguém teve a ideia de fazer um doce a partir do leite condensado. Ficou nacionalmente conhecido por esse nome em 1945, quando as senhoras do comitê eleitoral do Brigadeiro Eduardo Gomes (campanha para a Presidência da República) faziam o doce e o distribuíam nos comícios e reuniões junto com o bordão de campanha: vote no Brigadeiro, ele é bonito e é solteiro... Na época, não se passavam as bolinhas em confeito, eram apenas enroladas e servidas. O brigadeiro não ganhou a eleição contra Eurico Gaspar Dutra, mas o nome do docinho ficou para sempre. Hoje, qual festa de aniversário em Sumaré ou Nova Odessa não se serve o inconfundível brigadeiro? Base: gula.com.br


O trivial e delicioso bolinho de arroz Ingredientes: 2 xícaras de Arroz Integral cozido; 1 Ovo; 50g de Queijo; ½ xícara de Cenoura ralada; ½ xícara de Trigo; 1 Banana caturras amassada; 2 colheres de Salsa picada; Sal; Pimenta; Óleo para frita.

Modo de preparo: Coloque todos os ingredientes numa vasilha e mexa bem. Com o auxílio de uma colher pingue porções de massa numa frigideira com óleo quente. Frite até dourar.

Mojito de Maracujá

Ingredientes: • 1 dose rum prata (50 ml) • 2 bailarinas (15 gr) de açúcar • 1 dose (10 ml) de limão espremido • 8 folhas de hortelã (sendo 3 unidades para decoração) • 1 ramo de hortelã (8 folhas) • 2 doses (100 ml) de açúcar com gás • 1 gomo (10 ml) de limão • 1/2 unidade (60 ml) de maracujá • 5 pedras de gelo

Modo de preparo: 1 - Macerar no copo a hortelã e uma pitada de açúcar para soltar o aroma das folhas. Depois despejar o suco de limão, o maracujá, e colocar o restante de açúcar. Macerar novamente. Adicionar o Rum. 2 - Use uma colher para misturar bem. 3 - Coloque gelo e complete com água com gás. Volte a mexer para levemente distribuir a hortelã no copo. 4 - O Mojito de Maracujá está pronto para servir. Receita de Vinicius de Melo - chef de bares da Cervejaria Devassa Crédito da foto: Alexander Landau


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DROGAS

Quem ama, educa!

Q

Há razões, nem sempre evitáveis, para que um jovem se deixe seduzir pelo uso de entorpecentes. Mas a família pode ajudar, e muito. (Lola Felix)

uem é feliz não usa drogas.” A tese, defendida pelo psiquiatra Içami Tiba em seu livro, Juventude & Drogas - Anjos Caídos, mostra aos pais que o perigo nem sempre vem de fora. Na maior parte das vezes, segundo o especialista, ele se encontra dentro da pessoa que desenvolve o vício, disfarçado de carências que, muitas vezes, pais poderiam suprir. Não existe maneira de uma família se blindar contra a ameaça. Tiba, no entanto, acredita que é possível desmistificar o problema. “É preciso exigir responsabilidades dos filhos. As drogas não seduzem tão facilmente as pessoas que são cobradas”, diz o psiquiatra. Para Tiba, infelizmente os pais andam errando bastante na educação dos filhos. Confundem amor com permissividade. Aquela que o psiquiatra chama de ‘geração asa e pescoço’ deseja dar aos rebentos só o ‘peito e a coxa’. Querem fazer a compensação das necessidades que tiveram por meio das crianças. “Os pais estão criando os filhos para que usem drogas”, polemiza. Amar o filho incondicionalmente - e não só quando ele tira uma nota boa na escola - é importante, mas não é suficiente. O que importa, para o psiquiatra, é educar. Afinal, as dificuldades vividas pela ‘geração asa e pescoço’ também os tornaram mais fortes para o mundo. Uma boa educação pode tornar a ameaça menos provável, mas quem educa bem não pode se descuidar. Outras variáveis estão envolvidas “

amor”, diz ele. Se o problema sempre encontra uma fresta pela qual pode se infiltrar, o jeito é reconfigurar as relações familiares, para que os pais não sejam os últimos a saber. Isso, segundo Tiba, é possível por meio da cidadania familiar. Nesse conceito de organização doméstica, ninguém faz em casa o que não pode fazer fora dela.

Isolamento e solidão

Dr. Içami Tiba é pop. Está entre os mais requisitados psicopedagogos do país. Em se tratando de psicologia educacional, é o profissional predileto da mídia – leia-se televisão (Rede Vida, todas as quintas-feiras às 21h00) e frequentemente é convidado para participar de programas. Içami Tiba assina 12 livros, somando mais de meio milhão de exemplares vendidos.

na sedução: circunstância, curiosidade, falta de auto-estima, vontade de permanecer a um grupo. Longe da cocaína há um mês e meio, Fernando Demarque, 26 anos, sempre considerou bom o relacionamento com a família. Acha que seu primeiro contato com as drogas, aos 17 anos, foi motivado por curiosidade e desejo de receber aprovação dos amigos. “Nunca me faltou

Muitos pais acham que os transtornos familiares chegam ao fim assim que conseguem alimentar e educar os filhos. Como Tiba coloca em seu livro, mais do que falhas na educação, o consumo de drogas pode refletir uma série de insatisfações existenciais do jovem. Professor do departamento de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dartiu Xavier acredita que é o isolamento - e não as baladas noturnas - o sinal mais comum de que um jovem se tornou um ‘anjo caído’. “Ele deixa de ter amigos”, diz o psiquiatra. Xavier acredita que o tratamento do problema não pode ser imposto ao adolescente e que a solução do problema passa por estratégias que motivam o reconhecimento do vício. Cooperação, para Tiba, é algo que um viciado em drogas não tem condições de oferecer. “Ele não consegue pensar da maneira correta e isso é um sintoma da própria doença provocada pelas drogas”, defende. A unanimidade entre os especialistas é que os pais devem estar presentes durante o tratamento. A melhor combinação para tratar o vício pode ter terapia, medicamentos e grupos de ajuda mas, se incluir os pais, funciona melhor ainda. Jornal da Tarde, em 20/05/2007 Içami Tiba, incansável, toda sua experiência é passada para seus livros. Já publicou 26 obras, que, somadas, ultrapassaram quatro milhões de exemplares vendidos.


Doe-se para o bem do próximo Em apenas 15 minutos e com 450ml de sangue, é possível ajudar a salvar até três vidas

“Doar sangue é um ato de amor e solidariedade ao próximo. É com ele que o indivíduo exerce a sua cidadania”. É com essa frase que a assistente social do Hemonúcleo de Bauru, Valéria F. Nunes Coltri define a importância da doação de sangue. Valéria lembra que os homens estão aptos para doar a cada dois meses, não podendo ultrapassar quatro doações por ano. Já as mulheres podem fazer a doação de sangue a cada três meses, não podendo doar mais do que três vezes num período de doze meses. A assistente social diz que a doação é simples e não requer qualquer preparação específica. “O candidato deverá estar alimentado, possuir boa saúde, ter entre 18 e 60 anos e pesar mais de 50kg. Além disso, é importante dormir bem na noite anterior à doação”. Antes da utilização, o sangue passa por vários testes sorológicos, onde são investigas doenças como sífilis, chagas, hepatite B e C e a presença dos vírus HIV (Aids) e HTLV, somente após a liberação da sorologia é que o sangue poderá ser utilizado.

Coleta o ano todo De acordo com Valéria, a doação de sangue sofre quedas durante alguns períodos do ano, como nos meses de frio ou durante algum evento, como a recente Copa do Mundo, o Carnaval e na época de férias. “A doação de sangue infelizmente depende de muitas épocas. Em épocas de férias escolares, o número de voluntários diminui, pois temos muitos doadores estudantes que moram fora e retornam para sua cidade de origem. A época do frio também atrapalha, pois as pessoas costumam desenvolver estados gripais, onde a doação não pode ser feita. A vacinação contra as gripes também é um motivo de diminuição de doadores. Sangues com fatores RH negativos (A negativo, B negativo, AB negativo e O negativo) são os mais difíceis de ter em estoque, segundo a profissional que reitera: “a doação é totalmente segura, pois o material de coleta é descartável”.


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H

HOBBY

Velozes, furiosos, radicais!

obby Modelismo! Uma palavra incomum para muitos, mais muito presente no dia a dia de pessoas que buscam uma válvula de escape para o stress e a correria do dia a dia. O Hobby modelismo é a arte de reproduzir em pequena escala, aviões, carros, motos, trens, helicópteros, cenários e tudo mais do que está à nossa volta! Alguns já são tidos como esporte, como ao exemplo os automodelos, que hoje em dia já promovem eventos importantes em nosso país, como o Campeonato Paulista, Campeonato Brasileiro, e até Mundiais. O hobby modelismo por rádio controle, se divide em quatro modalidades: Automodelismo, On-Road e Off-Road, Aeromodelismo, Helimodelismo, Nautimodelismo Hoje com a abertura do mercado para o seguimento, muitas pessoas começaram a praticar algum tipo de hobby ou colecionismo. Mas com rádio controlados sem dúvida são os que mais se destacam entre os mais leigos. Com automodelos que chegam a atingir velocidades superiores a 120 km não é difícil saber porque! Sendo assim vale lembrar que hobby modelismo, não é brinquedo, e que a idade indicada para iniciar é a partir de 12 anos desde que a criança seja acompanhada por um maior responsável, regra que muitas vezes é ignorada e podem causar acidentes e ou ferimentos desnecessários. Porém é um ótimo meio para unir pais e filhos, uma vez praticados com segurança e em lugares adequados. E se tratando de lugares adequados, hoje existem muitos deles espalhados por todo país, destinados a todas as modalidades.

Toda tribo tem suas diversões. Entretanto, o hobby modelista leva a sério seu fio-terra... As disputas são levadas a sério e algumas equipes são até patrocinadas. Além de não correr os riscos do automobilismo, o custo é infinitamente menor.

Dica Caso queira iniciar em algum hobby, procure na sua cidade, algum clube e ou comunidade que pratique a modalidade desejada, e se possível converse bastante com quem já tem mais experiência, procure, lojas especializadas e profissionais que possam lhe orientar a adquirir o que você precisa para iniciar no hobby sem passar por nenhuma decepção e acabar

desanimando nem mesmo antes de ter se tornado um hobby modelista! Assim, basta começar o quanto antes e aproveitar o que o hobby modelismo tem de melhor: a diversão! O modelismo em Sumaré possui grande número de adeptos que se reúnem semanlmente para saudáveis rachas. Para participar basta procurar o Rogério, da Keep Kross, localizada na Av. Rebouças, 2108, no centro de Sumaré

Automodelismo radiocontrolado O automodelismo radiocontrolado é verdadeiramente empolgante já que a velocidade dos automodelos pode chegar aos 130 km/h. Como no automobilismo, os modelos permitem a preparação do chassis, do motor, a escolha dos pneus, dos acessórios e ajuste do carro. Tudo com o objetivo de fazer com que o carro ande na ponta. Quando se pilota um automodelo a sensação que se tem é de estar pilotando um carro de verdade, mas com uma grande vantagem: não se corre riscos e custo se ter um automodelo competitivo é infinitamente menor que participar de qualquer categoria do automobilismo. No transmissor o piloto tem o controle do acelerador,

do freio e da direção. Alguns automodelos possuem também chave de ignição no transmissor. As marchas são trocadas automaticamente. É um esporte praticado por crianças e adultos. Os autos possuem sistema de embreagem, freios (alguns chegam a ter freios tecnologia ABS), amortecedores, enfim, tudo que um auto de verdade tem. Os automodelos elétricos possuem uma bateria, fazem pouco barulho e sujam pouco. O automodelista que optar por este modelo deve ter sempre junto mais de uma bateria, pois estas tem uma autonomia aproximada de 15 minutos. É interessante ter também um carregador rápido

capaz de carregar a bateria do automodelo na bateria de 12 volts do automóvel. Os automodelos mais difundidos no Brasil são os movidos a combustão. Fazem barulho, soltam fumaça e costumam correr mais e são mais reais. Existem alguns campeonatos estaduais de automodelismo e também o campeonato brasileiro de automodelismo, tanto “on” quanto “off-road”. Mas quem for iniciar não deve se preocupar com isso. O início se dá com os “pegas”, ou seja, automodelistas se reúnem nos finais de semana em uma pista e vão realizar pequenas provas, umas mais organizadas, outras menos (simples “pegas”).


Profissional versus Marreteiro Dr. Fernando, famoso dentista de Uberaba radicado em Nova Odessa, está passando por um inferno astral desde que confiou a um pedreiro a missão de erguer sua nova construção na Av. Carlos Botelho, em Nova Odessa. Iniciar construção ou reforma, a melhor maneira de evitar taquicardias e outras decepções, seria se programar e entrar na fila para ser atendido por um bom profissional. A esse, nunca lhe falta serviço enquanto que o marreteiro sempre está disponível pois geralmente não termina o combinado - pois sempre é dispensado antes. Nunca está na obra, faz serviço porco ou simplesmente some depois de levar dinheiro além do combinado... Compensa procurar um bom profissional sabendo referências. Do contrário, é dor de cabeça na certa! Quem nunca contratou os serviços de um pedreiro, eletricista ou encanador e teve problemas posteriores com os resultados pode se considerar uma pessoa privilegiada. Mas o que muita gente não sabe é que é possível diminuir os possíveis transtornos firmando um contrato formal com o prestador de serviços. “Nesses casos são feitos acertos boca a boca, o que impede uma cobrança oficial dos resultados, que nem sempre são os esperados”, afirma Paulo Sobreira, advogado especialista em direito contratual. Para evitar situações desse tipo, o advogado recomenda a elaboração de um contrato de serviço que defina os direitos e deveres de ambas as partes e registre tudo o que foi acordado. Sobreira sugere que nesse contrato conste o endereço do prestador de serviço; o va-

Os contratos de reformas geralmente são feitos boca a boca, dificultando a cobrança de resultados, já que não há nenhum acordo formal entre as partes

lor estipulado da obra; quando e como será feito o pagamento (à vista ou parcelado); a multa por quebra de contrato, equivalente a 10% do valor combinado; o detalhamento do tipo de serviço que será prestado e os nomes de quem vai executá-los.

“Tem muita gente que paga antecipadamente pelo serviço e o contratado desaparece. Por isso, é essencial estipular o valor e, principalmente, como ele será pago”, explica o especialista. Segundo o advogado, é fundamental que o contrato contenha uma cláusula na qual sejam registrados os nomes dos envolvidos na obra, já que geralmente um ajudante vai junto. Esse item deve estipular que a presença de terceiros precisa ser notificada com antecedência e aprovada pelo contratante. Além desses detalhes, para ter mais legitimidade, o contrato deve conter o nome completo e o RG de duas testemunhas. Também é possível vincular a última parte do pagamento à entrega do serviço e à limpeza do imóvel. Uma cláusula assim é útil pois muitos prestadores de serviços não arrumam o local após o trabalho, deixando restos de fios, respingos de tintas no chão e em ferragens e entulho. Assim, o morador evita dores de cabeça com a eventual sujeira deixada pelos prestadores de serviços.

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O Americano Preston Tucker e o engenheiro brasileiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel jamais se conheceram. Apesar disso, eles tinham muitas coisas em comum. A começar pelo espírito empreendedor e pela paixão por carros. Tucker teve sua saga filmada por Francis Coppola em Tucker - Um Homem e seu Sonho e morreu em 1956 sem viabilizar, em escala comercial, o Tucker Torpedo. Já Gurgel conseguiu a proeza de construir um carro 100% brasileiro. Da pequena fábrica da Gurgel Motores S.A., situada em Rio Claro (SP), saíram milhares de modelos como o jipe Carajás, o buggy X-12TR, o furgão X15, o utilitário Xavante, o elétrico Itaipu e o compacto BR-800, o primeiro automóvel a se beneficiar da lei de incentivo ao carro popular. Eles foram vendidos para cerca de 40 países. Apesar disso, Gurgel viu seu sonho desmoronar no início da década de 1990, exatamente quando estava no auge. Na época, ele chegou a estrelar uma campanha de televisão com o mote “Se Henry Ford o convidasse para ser seu sócio, você não aceitaria?” A ideia era garantir aos compradores de ações o direito de reverter parte do capital para a aquisição da primeira fornada de BR-800. Foi um sucesso. Oito mil pessoas subscreveram as ações, número expressivo para o tamanho da montadora. A Gurgel S.A., contudo, não aguentou a pressão. Parou de produzir em 1994 e faliu em 1996. Gurgel morreu, aos 83 anos, em São Paulo, em decorrência de complicações ligadas ao mal de Alzheimer. Apesar de a fábrica de Rio Claro não produzir um carro sequer há 14 anos, a grife ainda faz parte do dia-adia de muitos brasileiros. Uma pesquisa no site de buscas Google ajuda a compreender a grandiosidade da obra do engenheiro formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. São nada menos que 1,85 milhão de citações e 230 clubes dedicados à marca, espalhados de norte a sul do Brasil. O prestígio amealhado junto a uma legião de consumidores nos 27 anos de existência da Gurgel Motores servia de combustível para o empreendedor. “Enquanto teve forças e lucidez, ele tentou buscar meios para reerguer o negócio”, conta Maria Cristina do Amaral Gurgel, filha do fundador da Gurgel. Segundo ela, o empresário jamais se acomodou com a aposentadoria for-

Em 1991 o BR-800 passou por aperfeiçoamentos no desenho, interior e transmissão, passando-se a BR-Supermini. Mas a empresa já não estava bem

çada. No período 1996-2000 ele manteve uma rotina de encontros quase diários com possíveis fornecedores e investidores. Também mandou projetos propondo sociedade a investidores estrangeiros. Só parou em 2000, quando, devido à evolução da doença, ele se desconectou da realidade.

Pioneirismo Em 1981, Gurgel lançou o Itaipú, uma van elétrica. Para sua recarga bastava conectá-la a uma tomada doméstica, mas o desempenho era fraco (vazia não superava os 70 km/h). O carro acabou um fracasso de vendas e foi descontinuado no ano seguinte, mas a empresa continuou desenvolvendo protótipos elétricos, sem nunca chegar a um economicamente viável. Era um conceito que hoje todas as montadoras procuram desenvolver. Gurgel sempre foi cético com relação ao Pro-álcool, achava que terras férteis deveriam produzir alimentos e que não fazia sentido subsidiar álcool enquanto o Brasil exportava gasolina barata. Para ele, a energia do futuro era a elétrica, e sempre pesquisou essa tecnologia, desde o princípio.

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de um sonho brasileiro generosos espaços pois ele representava o ideário do brasileiro médico, contador, do frentista… O brasileiro enxergava nele o intrépido que não agia nos tapetes vermelhos de Brasília, sua luta para construir uma montadora nacional despertava o nacionalismo latente que há em cada um de nós. Mas o idealista Gurgel despertava muita inveja e era temido pelo cartel das montadoras aqui instaladas.

Inimigos poderosos Muito requisitado pela mídia, era uma ferramenta que Gurgel utilizava para alavancar a marca. Mas ele metralhava constantemente o Proálcool. Ora, em termos de Brasil, quem sempre financiou as grandes campanhas políticas? Acertou quem lembrou dos usineiros! Campanhas eleitorais custam caro e quem está

financeiramente. Nesse tempo, o Governo isenta todos os carros com motor menor que 1000cm³ do IPI (numa espécie de traição à Gurgel).

O apogeu e a queda da Gurgel são frutos praticamente do mesmo fenômeno. Para ser competitivo, o empresário baseou sua produção integralmente no que existia no mercado. O motor era o mesmo que equipava os carros da Volkswagen. A carroceria era feita de um composto que misturava fibra de vidro e aço, batizado de plasteel. Acessórios como lanternas e faróis eram idênticos aos usados pelas demais montadoras. Com isso, ele conseguiu fabricar carros relativamente baratos, com baixo custo de manutenção e ampla oferta de peças. Atributos suficientes para que os concorrentes enxergassem nele uma ameaça. O acirramento da concorrência, desencadeado com a abertura do mercado, em 1990, fez com que o suprimento de motores fosse cortado. Gurgel respondeu desenvolvendo e fabricando o próprio motor. A verticalização da produção aliada aos desembolsos para construção de uma fábrica no Ceará, que não saiu do papel, ajudaram a abreviar a estrada do engenheiro no segmento automotivo. Sua Gurgel S.A. deixou um rastro de R$ 280 milhões em dívidas. Daqui de nossa pacata Nova Odessa, revivemos em memória aquela trajetória de simpatia que irradiava onde Gurgel fosse, a mídia dava-lhe

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no poder não tem o mínimo interesse em tirar o pé de lá - e fazem pactos sinistros até com inimigos! Gurgel conviveu com a União Democrática Ruralista, entidade acentuadamente conservadora que visava defender os interesses dos produtores rurais contra projetos de reforma agrária e medidas mais ostensivas de proteção ao meio ambiente. Os usineiros tinham tanta influência sobre os caciques de Brasília que jamais pagavam os empréstimos governamentais para a lavoura. Os ruralistas tinham maioria no Congresso Nacional e o governo sempre sofreu em negociações com aquele grande grupo. Se João Amaral Gurgel percebesse a força dos usineiros e constituísse um lobby permanente em Brasília, a história da Gurgel poderia ser bem diferente e o Brasil provavelmente teria uma montadora 100% nacional.

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