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Distribuição Gratuita

Ano 6 / Edição nº 38 / 2013 / 2014

ESPECIAL

ARQUITETOS E ENGENHEIROS 1


18 22 Março/2014 ANHEMBI - SP terça a sexta das 11h às 20h sábado das 9h às 17h

A MAIOR REDE DE INOVAÇÕES DA CONSTRUÇÃO CIVIL COMEÇA AQUI. Em sua 20ª edição, a FEICON BATIMAT traz várias referências para você. São mais de 1.000 grandes marcas, em 5 dias de exposição, com apresentação dos últimos lançamentos para os seus projetos. E ainda, conferência com os principais profissionais do setor sobre importantes temas do mercado. Um ambiente ideal para fazer ótimos negócios e networking.

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Apoio Institucional:

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www.fe i co n .co m . b r Organização e Promoção:

Proibida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados. Evento exclusivo e gratuito para profissionais do setor que fizerem o seu pré-credenciamento por meio do site ou apresentarem o convite do evento no local. Caso contrário, será cobrada a entrada no valor de R$ 55,00 no balcão de atendimento. Estudantes podem visitar a exposição com o credenciamento de grupos organizados com no mínimo de 15 pessoas e monitorado por um coordenador do curso relacionado ao tema do evento: Arquitetura, Engenharia, Design de Interiores, Administração e Economia. As vagas são limitadas. O estudante que comparecer ao evento sem um grupo organizado terá um custo de R$ 20,00 para acesso individual.


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SANGUE NOVO

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esta última edição do ano, e através do grande arquiteto Paulo Mendes da Rocha, que ilustra nossa capa, fazemos uma homenagem aos profissionais de arquitetura e engenharia. Alguns têm atuação mais longa no mercado, outros são mais jovens, começaram há pouco, mas não com menos talento e disposição para moldar a cidade e região, deixando-as cada vez melhor! VITRINE traz incríveis produtos para automação residencial, mostrando que a tecnologia chegou para ficar nas residências contemporâneas, facilitando a vida dos usuários. Importante, sobretudo, para a implantação dessa tecnologia, um projeto elétrico inicial e bem feito, é fundamental para quem vai construir. Confira em PAPO DE OBRA. Solange Cálio nos mostra um pouco, em ENTREVISTA, porque é uma das arquitetas mais requisitadas do interior e o arquiteto Roberto Magalhães, em REFORMA, nos presenteia com um bonito projeto à beira da represa. Como estamos em época de arrumar a casa, dicas de pintura são bem vindas. Veja em ESPECIAL como não errar na hora de repintar o imóvel. E em CONFORTO, veja alguns lançamentos lindos de materiais de iluminação. Final de ano é tempo, entre outras coisas, de confraternizações, balanços internos, de arrumação da casa. Começaremos 2014 com nova roupagem, novas colunas, sangue novo. Tudo isso em busca de uma revista cada vez melhor e com cada vez mais credibilidade! Feliz Natal.

Denise Farina Diretora Editorial

denisefarina@obrasedicas.com.br

Dezembro - Janeiro / 2013 Nº 38 - Ano 6 São José do Rio Preto - SP Foto: Doni Batista

Diretor-Geral: Donizeti Batista Diretora Editorial: Arquiteta Denise Farina Executivo de Vendas: Rodrigo Rocha Jornalista responsável: Cris Oliveira - Mtb 35.158 Projeto Gráfico/Editoração: Marcelo Arede Estágiaria: Bruna Lubre Sugestões: redacao@obrasedicas.com.br Had Captações e Propaganda Ltda-ME 17 3033-3030 - 3353-2556 revistaobrasedicas@hotmail.com contato@obrasedicas.com.br www.obrasedicas.com.br revistaobras&dicas

Distribuição Gratuita. Dirigida a profissionais da área e obras de S. J. do Rio Preto e região.

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DÚVIDAS

Fotos: Divulgação

Gerenciamento de obras

É possível administrar a própria obra com o auxílio de um mestre de obras, pedreiros e serventes? Quais medidas legais são necessárias? Para executar uma obra sem a contratação de uma construtora, será necessária a assessoria dos seguintes profissionais, cada um a seu tempo: um advogado, um arquiteto ou um engenheiro e um contador. O advogado ajudará no processo de contratação de pessoas e serviços para a construção pretendida. Para contratar o mestre de obras será necessário, no mínimo, um contrato que descreva com objetividade as obrigações que ele terá, sua remuneração, a forma de pagamento, etc. Os pedreiros e serventes desenvolvem atividades mais genéricas e a administração de vários contratos pode dar bastante trabalho. Uma solução é fazer um termo simplificado de contratação estabelecendo as atividades a remuneração e o período pretendido. Mesmo que a contratação ocorra por empreitada com o mestre, sendo este o fornecedor e responsável pela mão de obra, os riscos persistirão. Portanto, o apoio jurídico em um assunto tão complexo é muito importante, porque a prestação de serviços temporários pode gerar vínculos e obrigações trabalhistas. Para serem efetivos, os contratos devem ser detalhados e adequados a cada tipo de profissional ou serviço contratado para a obra. Também devem ser emitidos os recibos correspondentes à cada contratação. Os encargos sociais e legais devem ser pagos e os comprovantes arquivados de forma organizada. O apoio de um engenheiro ou de um arquiteto também é indispensável. O profissional cuidará dos projetos necessários à obra (projeto arquitetônico, de fundações, estrutural e de instalações) e de seus orçamentos detalhados.

Bolor no forro do banheiro Existem tintas ou acabamentos que impeçam sua formação? Como evitar que ele apareça com tanta frequência? Existem tintas formuladas com fungicidas que dificultam o desenvolvimento do mofo/bolor. Todavia, o teor do veneno não pode ser muito grande, já que tem certa toxidez, o que leva à necessidade de repinturas relativamente frequentes. Para evitar o bolor, além das constantes repinturas, pode-se recorrer a limpezas periódicas do forro com água sanitária bem diluída, além de promover a máxima ventilação do ambiente.

Bolhas na pintura Por que elas aparecem depois de um tempo? Essas bolhas têm sempre uma relação com a aderência da tinta à superfície. As causas podem ser a aplicação de massa corrida em áreas sujeitas ao contato com a água (principalmente se elas forem de má qualidade), pintura sobre superfície com presença de pó ou, ainda, repintura sobre tinta muito antiga ou de qualidade inferior. Para corrigir o problema, a parte afetada deve ser removida (raspada e lixada). E se a massa corrida foi usada em áreas molháveis, ela precisa ser totalmente eliminada. Em seguida, vem uma demão de fundo preparador de paredes diluído em 10% de água limpa. Após a secagem, é só fazer o acabamento, utilizando-se massa corrida e massa acrílica, respectivamente, interna e externamente. Envie suas dúvidas para: contato@obrasedicas.com.br 8


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ESPECIAL Fotos: divulgação

Projeto elétrico bem feito garante segurança e conforto

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ada vez mais nosso cotidiano é cercado por tecnologias, e para que funcionem é preciso energia, na grande maioria das vezes, elétrica. Mas nem sempre basta ter o equipamento e ligá-lo na tomada, é preciso que essa rede funcione perfeitamente, para que nosso conforto venha acompanhado de segurança. Ninguém quer levar um choque elétrico, ver o disjuntor desarmar, ou pior, ser vítima de curto-circuito. Tudo isso pode colocar sua vida em risco, causando queimaduras ou até mortes. Um projeto elétrico é o conjunto de obrigações normatizadas que garantem a segurança e a economia de energia, mas muitas vezes, ao invés de contratar um profissional, as pessoas preferem chamar o vizinho, ou um conhecido, que é acostumado a fazer pequenos reparos ou mesmo a troca completa de fiações, nos seus momentos de folga. Nada de economizar quando o assunto é a segurança e comodidade da sua família. Até porque, sendo bem executado, o projeto irá gerar economia de energia. O profissional mais indicado para fazê-lo é o engenheiro eletricista, ou um técnico com formação e conhecimento do setor. Antes de iniciar as instalações, peça que o profissional responsável apresente a ART - Anotação de Responsabilidade Técnica, que é a garantia de que é habilitado para a função. No momento de elaborar um projeto, determine quantas tomadas cada cômodo deve ter, onde elas estarão e os pontos de luz necessários. Os aparelhos eletrônicos também devem constar na sua planta, isso evitará a necessidade de quebrar paredes e redimensionar potências, posteriormente. Além de o projeto elétrico ser importante em momentos de construção e reforma, ele também é indicado para imóveis antigos, que nunca passaram por reestruturação. Em qualquer um dos casos, fale com um profissional de sua 10

confiança, que estará apto a orientá-lo sobre a necessidade de uma revisão das instalações elétricas. Outra situação comum é investir em um determinado projeto, e depois de alguns anos aumentar consideravelmente a quantidade de equipamentos elétricos instalados. Nesses casos, também é necessário atenção e adequações, sempre com a orientação de um profissional.


Dicas úteis para a segurança e eficiência de sua instalação elétrica - adapte o dimensionamento dos condutos elétricos da residência às suas demandas; - reinstale o cabeamento inseguro das construções antigas para prevenir acidentes e ganhar eficiência energética; - nunca aumente o valor do disjuntor ou fusível sem trocar a fiação; - os circuitos para iluminação e tomadas devem ser separados; - instale um bom sistema de aterramento e proteção contra choques, e use o fio terra dos aparelhos; - evite a utilização dos chamados benjamins ou “Ts”, que podem causar sobrecarga nas instalações. Para resolver o problema, instale mais tomadas, respeitando o limite dos fios; e - recorra sempre aos serviços de um profissional qualificado e habilitado.

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ESTRUTURA

Projeto estrutural garante a funcionalidade e durabilidade da piscina O projeto estrutural da piscina é muito importante para a construção da mesma. Ele varia de acordo com o tipo de piscina e terreno em que será construída ou instalada. Após uma análise do terreno, o projeto indicará a estrutura necessária para suportar a carga e as movimentações sísmicas. “Toda piscina sofre efeitos sobre seus componentes relativos ao volume de água, pressão externa exercida pela terra, ora com muita ou pouca umidade, intempéries, efeitos de ‘diafragma’ por motivo de deslocamentos da água, e principalmente pela sua durabilidade e profundidade”, explica Norton Bacarissa, engenheiro civil especializado em cálculo estrutural. Se o projeto não for feito corretamente, podem existir dois problemas graves: trincas na laje de fundo e paredes laterais; e execução mal

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feita e utilização de produtos hidráulicos inadequados para tal função. “Em piscinas de vinil, o risco de vazamento é menor, pois o bolsão de vinil, por ser flexível, estanca a água mesmo que apareçam fissuras na alvenaria, porém uma estrutura construída diferente do projeto, pode acarretar vazamentos hidráulicos e também ceder piso e paredes da piscina. Nas de alvenaria, o risco é bem maior. Se a estrutura não for construída seguindo o projeto estrutural pode ocorrer vazamentos na impermeabilização da mesma, o que é quase impossível eliminar por se tratar de um problema estrutural, na maioria dos casos que acontecem, a única solução é revestir com o bolsão de vinil para sanar o problema”, ressalta João Paulo Albuquerque Junior, da Acqua Rio Piscinas.


Personalizado

Os projetos estruturais devem ser personalizados, pois em cada caso deve seguir especificações de acordo com o projeto arquitetônico, acabamento e profundidade. “As estruturas das piscinas de vinil e de alvenaria são totalmente diferentes. Na primeira é construída o que chamamos de alvenaria leve, pois o que vai estancar a água é o bolsão de vinil. Na piscina de alvenaria (azulejo,pastilha) o elemento que estanca a água é a impermeabilização, neste caso a alvenaria não pode apresentar nenhum tipo de fissura, trincos ou rachaduras, portanto a estrutura tem que ser bem mais resistente, motivo que onera bastante o preço da mesma em relação ao vinil”, esclarece João Paulo. “É importantíssimo a execução perfeita das tubulações hidráulicas, com materiais de alta qualidade e impermeabilização externa e interna. Em minha vivência profissional, já vi piscinas serem executadas sem o devido cuidado com a impermeabilização externa, que por efeito de pressão negativa provoca a soltura do acabamento interno e, muitas vezes, contamina a água”, completa Norton.

Alvenaria ou vinil?

João Paulo pontua que “a piscina de azulejo/alvenaria requer quase três vezes o valor de investimento de uma piscina de vinil. Dessa forma, com o mesmo valor que se gastaria em uma piscina de azulejo, pode se investir em aquecimento para a piscina, automação, iluminação e móveis.” Para o engenheiro, além de se levar em consideração o lado financeiro, é necessário avaliar o grau de uso do local. “Se for uma família que recebe sempre vários amigos e assim por diante, é claro que deverá ser em alvenaria e bem executada”, finaliza Norton.

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TENDÊNCIAS

Iluminação inteligente e bonita LED, luminárias e automação são tendências

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er um bom projeto de iluminação é o que vai garantir o conforto visual para cada ambiente. “Quando elaborado com excelência, com as lâmpadas adequadas a cada ambiente, possibilita maior resultado não só na iluminação, mas também na valorização dos demais acabamentos e mobiliários. Além de valorizar o imóvel diminui custos de compras erradas, como lâmpadas nos tons não indicados, iluminação além do necessário, entre outras coisas. É fundamental salientar que quando falamos em iluminação, ela deve atender as necessidades e particularidades dos moradores do imóvel”, ressalta Mariluci Talassio, gerente da Luzco Iluminação. “Todos os ambientes pedem uma iluminação específica para seu uso tais como leitura, lazer, contemplação, entretenimento”, completa Gabriela Cattozatto Pereira, da NR Lustres e Decorações. “Em qualquer ambiente que existir falta de iluminação adequada, pode causar desconforto e até mesmo problemas de saúde e acuidade visual, por isso um bom planejamento luminotecnico faz parte de todo processo do projeto arquitetônico. Para isso são consideradas as particularidades de cada ambiente, as atividades exercidas ali, sem se esquecer da incidência de luz natural. Um exemplo disso são as pessoas com mais idade que necessitam de um pacote maior de luz no ambiente, então cada

LEDS C4 Via Light 18

caso tem que ser analisado e calculado”, explica Carla Cocenza, gerente comercial da Via Light. E para garantir sua funcionalidade e economia, o mercado oferece uma série de opções que atendem os mais variados gostos e necessidades. As novidades têm se renovado continuamente e as tendências surgem para melhor atender o consumidor. “Hoje a iluminação indireta é muito utilizada, pelo resultado aconchegante que proporciona. Podem, ou não, ser dimerizáveis e aplicadas em teto e parede. As fitas LED aplicadas em sancas invertidas, rebaixos de gesso e espelhos também são uma tendência, pois valorizam e decoram. Mas é preciso tomar cuidado ao especificar, para não comprometer ambientes que precisam de iluminação direta”, ensina Mariluci. “A confortabilidade do ambiente é, hoje, o princípio para qualquer projeto, aliado a um consumo que obedeça as principais normas de sustentabilidade. Isso atualmente é oferecido pelas lâmpadas de LED, que possuem alto rendimento de iluminação e baixo consumo de energia. As luminárias tiveram algumas mudanças para acompanhar o crescimento tecnológico, mas são bastante usadas”, pontua Gabriela. As luminárias também estão presentes em bons projetos de iluminação, estando disponíveis em diversos tamanhos, cores e formatos. Sua função é proteger a lâmpada, além de


orientar a direção e quantidade de luz no ambiente. Elas podem ser encontradas em design cada vez mais arrojados, assinadas por profissionais brasileiros e estrangeiros. LED As lâmpadas de LED têm conquistado cada vez mais espaço no mercado, se tornando mais acessíveis economicamente. Outra vantagem é não transmitirem calor, além de consumirem até 70% menos energia elétrica. E caso não seja possível investir no LED em todos os espaços, os profissionais indicam seu uso pelo menos nos pontos que serão mais utilizados. “O sistema LED é uma tecnologia com algum tempo de mercado e a tendência é melhorar cada vez mais, tanto na qualidade quanto na eficiência luminosa”, acredita Gabriela. “Essa tecnologia está suprindo as necessidades dos profissionais que trabalham com arquitetura, porém ainda existe muito desconhecimento em relação ao seu uso e aplicação, por isso é importante procurar orientação e informação de quem está por dentro desta tecnologia para que o cliente e o profissional de arquitetura não tenham surpresas”, conclui Carla. Automação O segmento de automação tem evoluído no sentido da sustentabilidade e da comodidade. Com automação é possível dimerizar lâmpadas incandescentes, de LED e fluorescentes. A dimerização permite aumentar a vida útil da lâmpada e diminuir o consumo de energia, sem que a luminosidade do ambiente seja prejudicada. “No sentido da comodidade, a automação permite a criação de cenas para atuar em diversos circuitos com um só botão. É possível ter um interruptor na suíte ou na porta de saída para apagar todas as luzes da casa. Se ainda ficar na dúvida se apagou as luzes depois que saiu, você pode desligá-las usando seu celular ou tablet, desde que tenha acesso à internet”, pontua Mariluci. “A possibilidade de usar o conforto da personalização de cenários e redução de custos de energia, dimmers, sensores de presença, termostatos, entre outros componentes eletrônicos, visam facilitar o uso, cujo objetivo maior é proporcionar conforto ao usuário, simplificando a vida das pessoas com muita praticidade”, finaliza Carla.

Pendente Acord NR Lustres

Arandela Lais Luzco

Abajur Mantra Donna NR Lustres

Pendente Luna Luzco 19


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PAINEL DE NEGÓCIOS

Fotos: Doni Batista

Acqua Rio Há 15 anos refrescando Rio Preto

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mbora estejamos na época do ano onde as temperaturas são mais altas, em São José do Rio Preto o sol e calor são constantes, e buscar uma piscina para se refrescar deixou de ser um luxo e virou uma necessidade de bem-estar. Por essa e outras a Acqua Rio abriu suas portas na cidade, há 15 anos, e hoje são três lojas para atender clientes de toda região. “A Acqua Rio acompanhou as grandes mudanças tecnológicas, é reconhecidamente sinônimo de qualidade e credibilidade,visando a satisfação plena e permanente dos nossos clientes. Estamos atentos as exigências do mercado, oferecendo as mais recentes novidades em equipamentos, além dos mais modernos produtos químicos para tratamento de água. Sempre com dedicação, qualidade,respeito e profissionalismo”, destaca o proprietário da empresa, João Paulo Albuquerque Júnior, ao falar sobre o segredo do sucesso. O reconhecimento vem também dos parceiros comerciais. Faz oito anos que a Acqua Rio recebe o titulo de “Revenda Gold” da multinacional Sibrape/Pentair maior fabricante de piscinas do mundo. “Além de oferecer uma piscina com qualidade e conforto, temos outra grande preocupação a segurança. Somos a única empresa de São Jose do Rio Preto e região que segue todas as recomendações da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e a ANAPP (Associação Nacional dos Fabricantes Construtores de Piscinas e Afins), dimensionando corretamente toda a parte operacional da piscina (hidráulica e dispositivos), eliminando assim o risco de acidentescom banhistas presos em ralos e dispositivos mal dimensionados. Enquanto a maioria das empresas instala apenas um ralo de fundo nas piscinas, nós instalamos no mínimo dois, aumentando a quantidade quando necessário, por motivo de instalação de motobombas com vazões maiores”, ressalta João Paulo. A Acqua Rio, assim como muitas outras empresas, começou com muito sacrifício, e aos poucos, sempre comprometida com seus clientes, foi conquistando reconhecimento no mercado, capacitando seus profissionais e buscando todas as ultimas tendências, com objetivo de atender cada vez melhor.

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ESPECIAL Fotos: divulgação

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Dê um colorido à sua casa É

cada vez mais comum as pessoas escolherem o fim de ano para renovar a pintura de suas moradias. Isso porque desejam que ela esteja bonita para receber amigos e parentes, que geralmente escolhem essa época festiva para se confraternizarem e a renovação de pintura ou revestimentos dão um charme especial aos imóveis. Além disso, coincidentemente, é nesta época que chega o 13º salário, e o dinheiro extra transforma o desejo em realidade. Embora exista essa tendência natural, o melhor período para renovar a pintura é os meses em que a ocorrência de chuvas menor, mais especificamente entre abril e outubro. “Isso porque o revestimento com texturas, em época de chuva, traz consigo vários problemas técnicos como desplacamento (a textura ou grafiato não adere às paredes úmidas) e bolor (a umidade retida na parede é vedada pela textura que é hidrorrepelente)”, explica Silvio Luiz Matarazo Pelicer, gerente comercial da Silcolor. Fazer a renovação dos ambientes é uma oportunidade para mudar o visual, e investir em novas cores e texturas. Se tiver dúvidas, a melhor saída é consultar um profissional da área e pedir orientações. “As cores devem ser escolhidas de acordo com a proposta do ambiente (se vai passar uma sensação de aconchego, calor, se deve aumentar ou diminuir o ambiente). Para áreas internas tintas acrílicas, e nas áreas externas é recomendado o uso de textura de boa qualidade e resistente à chuva e sol”, ensina José Venâncio Lisboa Júnior, representante comercial na área de construção civil. Hoje no mercado estão disponíveis diversos tipos de tintas, um específico para cada gosto e necessidade de acabamento. As tintas acrílicas, látex e as texturas, normalmente são utilizadas em paredes internas, externas e em fachadas. A PVA é mais apropriada para pintura de forro, e as laváveis para quem tem crianças em casa. Para pintar metal e madeira a dica é investir em esmaltes ou vernizes. Além disso, é possível va-

riar também o acabamento que pode ser fosco (é o que melhor disfarça imperfeições das paredes), acetinado (o mais fácil de limpar) ou brilhante. Antes de contratar a mão de obra, é importante unir a qualidade e competência do profissional, com o preço que considerar justo. Atualmente, o metro quadrado pode variar de R$ 12 até R$ 50. “As tecnologias empregadas no uso de tintas evoluíram muito com o passar dos anos, e faz-se necessário a contratação de um bom profissional para a aplicação dos materiais, pois, de nada adianta um bom produto se for mal aplicado, resultando em manchas, perda de eficiência e, consequentemente, baixa qualidade estética”, conclui Júnior. Impermeabilização Tão importante quanto renovar as cores é cuidar para que a impermeabilização esteja correta. Caso contrário, dentro de pouco tempo as manchas serão inevitáveis. Fique atento para que o reboco não apresente infiltração, as áreas devem estar regulares e aplicar duas demãos de impermeabilizante é um cuidado a mais. Como o problema pode ser maior, e resultar em grandes infiltrações e até danos estruturais futuros, é fundamental que um profissional avalie as áreas que apresentam essas características. “Orientamos nossos clientes a revisar as impermeabilizações, sanar as infiltrações, eliminar problemas de umidade e fungos, impermeabilizar floreiras, calafetar rodapés, calhas e rufos. O ideal é fazer todos esses procedimentos com a parede firme, seca, sem poeira, graxa, gordura, sabão e mofo, conforme norma ABNT NBR 11702 de Abril de 1992. Orientamos usar fungicida sanitizante para neutralizar as bactérias oriundas da areia e estabilizá-las, e fundo preparador de paredes à base d’água para aglutinar as partículas soltas da parede”, finaliza Silvio. 27


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PROJETO FABIANO PRADO

Residência em São José do Rio Preto -SP

Desafios para pouco terreno

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O 1 - Fachada frontal 2 - Fachada lateral 3 - Vista lateral

projeto foi desenvolvido a partir de um terreno delimitado em pequenas dimens천es. O maior desafio foi realizar o desejo do cliente dentro destas dimens천es, conciliando ao mesmo tempo conforto, funcionalidade e o aspecto contempor창neo da obra.

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1 - HALL DE ENTRADA 2 - SALA DE TV/ JANTAR 3 - CIRCULAÇÃO INTERNA 4 - DORMITÓRIO 5 - BANHO SOCIAL 6 - DORMITÓRIO 02 7 - DORMITÓRIO SUITE 8 - BANHO SUITE 9 - COZINHA 10 - ÁREA DE SERVIÇO 11 - ÁREA DE LAZER / PISCINA 12 CIRCULAÇÃO LATERAL 13 - GARAGEM 14 - PAISAGISMO Elevação frontal

Elevação Lateral

DADOS DA OBRA

ÁREA DO TERRENO 218,39 m² ÁREA DE CONSTRUÇÃO 79,66 m² ARQUITETURA Fabiano Prado

Planta baixa 32


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Corrimão e Parapeito Aço Inox, Alumínio, Aço Carbono (Ferro), Modelos Clássicos, Modernos e Barras de Apoio para Acessibilidade Kit de barras de apoio de para banheiro

Corrimão em Aço Inox (Plaza Aveninda Shopping)

Corrimão em Aço Inox com Gradil

Corrimão Duplo em Aço Inox e Vidro (Caixa Econômica Federal)

Corrimão em Aço Inox com Vidro

Corrimão da Rampa de Acessibilidade com Gradil em Aço Inox (Ford-Caminho)

Parapeito em Aço Inox e Vidro com Detalhes Clássicos

Corrimão em Alumínio com Pintura e Vidro (CNA - Escola de Inglês)

Parapeito em Alumínio com Pintura e Vidro

Av. Sólon da Silva Varginha, 1495 | Vila Novaes |CEP. 15054-200 | São José do Rio Preto | (17) 3223-4389 / 3225-3483 / 3221-5135 - Vendas www.lasoldasespeciais.com.br | www.lacorrimao.com.br | lacorrimao@hotmail.com

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VITRINE

Música por toda a casa

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a varanda à piscina, da cozinha ao banheiro, aproveite seus momentos com o que há de melhor e mais prático para sonorização ambiente.

SOM AMBIENTE SEM FIOS A base envia o som sem fios para caixas de som no teto: ideal para sonorizar áreas em que não foi previsto cabeamento para som ambiente.

CAIXAS DE SOM OUTDOOR Que tal sonorizar o jardim e integrar as caixas de som com o paisagismo? Potentes, discretas e ainda podem ficar expostas ao tempo: proteção UV e vedação contra umidade.

AMPLIFICADOR DE PAREDE Todas as músicas em um só lugar. Use o pendrive, SD Card ou o MP3 player. E mais: aponte o controle remoto para o painel e controle os equipamentos do home.

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Fotos: Divulgação

CAIXAS EMBUTIDAS NO TETO Embora estejam em paralelo ao chão, seu falante está voltado para o sofá. Com ângulo fixo ou motorizadas, estas caixas podem ser usadas no home ou no som ambiente.

SOUNDBAR: UMA CAIXA QUE VALE POR CINCO Indicada para quartos ou pequenos ambientes, a soundbar simula áudio multicanal a partir de uma única unidade. Pode ser instalada no rack ou sobreposta na parede.

Multiroom

O pai relaxa com jazz no escritório. A mãe pode ouvir uma estação de rádio na suíte máster. As crianças ouvem CD no living. Com um sistema multiroom, todos ouvem o que querem e quando querem. As fontes de áudio e o volume podem ser controlados por tablet ou painéis de parede de cada ambiente.

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ENTREVISTA

Paixão pela arquitetura 40

Foto: Heloísa Mattos


Solange Cálio Por CRIS OLIVEIRA

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ara mim, o espaço muda a vida das pessoas. A ideia de poder proporcionar situações e sensações através do espaço, na vida das pessoas, me fascina.” E por pensar e sentir dessa maneira, Solange Cálio escolheu a arquitetura. Ela se formou em 1989, na Universidade Makenzie. Iniciou sua carreira em São Paulo, onde atuava em parceria com uma amiga. Na sequência atuou um ano em parceria com o arquiteto Paulo Cesar Pereira, já em São José do Rio Preto. Depois foi trabalhar na construtora que sua família tinha aqui na cidade, onde ficou por 08 anos. E finalmente abriu seu próprio escritório, em 1999. Hoje, Solange atua desenvolvendo projetos de arquitetura para residências, espaços comerciais, prédios, lojas e interiores. Nesta edição da Obras&Dicas, ela contou uma pouco mais sobre sua paixão pela arquitetura. Acompanhe. Obras & Dicas - Arquitetura e engenharia têm sido carreiras muito procuradas. No vestibular da Unicamp, o curso de arquitetura só foi menos procurado do que o de medicina. A que atribui essa tendência? Solange Cálio - Acredito que os jovens, através da facilidade de obter informações, estão mais conscientes da necessidade de melhorar nossas cidades, e do papel que os novos profissionais podem desempenhar nessa função. Apenas a maior conscientização e participação dos novos arquitetos que estão vindo, poderá melhor o caos urbano que vivemos. Todos os segmentos têm bons e maus profissionais. Na sua área de atuação, o que você define como um bom e como um mau profissional?

Um bom profissional, em qualquer área, é aquele que vai fundo na pesquisa e na dedicação ao trabalho e isso não é diferente na arquitetura. Penso, muitas vezes, que os jovens podem estar totalmente iludidos com a profissão de arquiteto, pois existe muito glamour em volta deste profissional e sabemos que, na verdade, não é assim. O profissional precisa saber entender o desejo do cliente, respeitar o orçamento que ele tem, conhecer tecnicamente como os matérias funcionam, unir tudo isso com criatividade e proporção, para desenvolver algo que fará parte da paisagem da cidade, onde este trabalho está sendo feito. Temos muita responsabilidade na construção, seja do que for pequeno ou grande, tem que fazer parte do local onde está inserido. O mau arquiteto pensa apenas nele e na fama que o trabalho pode proporcionar. Um bom profissional, em primeiro lugar, respeita o cliente, seu partido de trabalho e tem ética. Trabalha com honestidade, clareza, e busca sempre estar atualizado, através de cursos, palestras, livros e revistas. Através do uso da internet, todos tem acesso à informação e as novidades, mas a diferença é o que fazer com toda essa informação. Um mau profissional é o oposto do anterior. Isso talvez aconteça devido à grande quantidade de cursos de arquitetura, onde o novo profissional sai sem conhecimento da profissão. Depois de se reunir com o cliente, e passar dias desenvolvendo a criatividade para compor um projeto, qual a sensação de, ao apresentá-lo, o cliente dizer que não gostou de nada, e que não era aquilo que queria? Após a primeira reunião, desenvolvemos um projeto baseado no briefing do cliente. Ele não

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gostar de nada, nunca aconteceu e acho difícil acontecer, uma vez que tentamos explorar e conhecer todas as necessidades trazidas pelo cliente e sua família. É natural a necessidade de algumas modificações, após a primeira apresentação, uma vez que, até para o próprio cliente, a proposta solicitada, colocada no papel, é diferente. Alguns ajustes sempre são necessários. Muitas vezes, por falta de conhecimento, as pessoas projetam coisas que na prática não dariam certo. Tem algum pedido estranho ou exótico que já recebeu? O pedido mais absurdo foi de uma família em São Paulo, que o casal tinha três filhos praticamente adultos, que praticavam ralis junto com

o pai. Adoravam dar churrascos e a casa estava sempre cheia de jovens. Eles bebiam demais e a mãe pediu para colocar um mictório no jardim pois ficava mais perto da área dos churrascos. Por sorte não fui eu que desenvolvi o projeto de paisagismo. O responsável foi um grande arquiteto da capital, Luciano Fiasqui, que na verdade achou a ideia demais e criou um painel de vidro que caia água direto, e assim os jovens podiam urinar neste local, com água corrente. Mas o projeto não foi executado. Acho que o cliente pensou melhor. Hoje a arquitetura se faz com técnica e criatividade. No seu cotidiano profissional, como alia essas duas coisas? Procuro sempre estar bem informada sobre as novidades, novos materiais no mercado, sempre aliando a função e forma. A técnica dá estrutura para se poder criar, trazer as ideias para o mundo da realidade e da execução. 42

Sua equipe colabora bastante para o sucesso do seu trabalho. Fale um pouco sobre como ela é composta e na maneira como atua junto aos projetos. Nossa equipe é composta de dez profissionais, divididos em três grupos: arquitetura, arquitetura de interiores e obras. Através de reuniões diárias trocamos ideias e desenvolvemos os projetos, sempre em conjunto, buscando referências e atualizando as informações. Esse é um requisito básico para os profissionais do meu escritório, estar atualizado, trazer novidades, buscar tendências através de livros, internet, visita a exposições e, o principal, se envolver no trabalho e entender o que se esta fazendo, não fazer mecanicamente. O mercado tem crescido muito no interior, quando falamos de arquitetura e decoração. Podemos dizer que hoje, para se ter o bom resultado de uma obra, é possível encontrar todos os produtos e itens no interior? O sucesso de uma obra não esta nos materiais colocados, mas sim no primor de execução na harmonia da mistura dos materiais. Uma boa obra de arquitetura não precisa de acabamentos caros, novos de lançamentos, precisa de conceito e proporção. Quando falamos em tendências da arquitetura, o que você destaca como algo que jamais cairá em desuso? Penso que temos que tomar muito cuidado quando falamos de arquitetura e tendência. Para mim parece coisa de moda, não gosto. Você tem que considerar muita coisa quando desenvolve um projeto para uma pessoa, que não tem nada a ver com tendências. Por exemplo: qual o terreno, se é plano ou inclinado, aonde ele fica; local quente ou frio; num condomínio; na rua; de frente para o mar. Como as pessoas que vão morar na casa vivem de verdade, o que elas desejam, e assim a arquitetura vai se tornando honesta, verdadeira. Se o material que vou usar neste projeto esta sendo usado, isso fica irrelevante. Uma arquitetura limpa primando pela funcionalidade do projeto, preservando a beleza estética. Morando num país tropical, a primeira coisa que temos que considerar é a posição do sol, o uso de vãos generosos, que privilegiam a luz natural, a integração da área externa com o interno da casa, o uso de materiais simples e práticos, como a madeira, tijolo, palha e aço vão dando personalidade a casa.


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REFORMA Fotos depois: Donizeti Batista

Roberto Magalhães Arquitetura

A represa como paisagem O

projeto de reforma de uma casa antiga à beira da represa municipal em Rio Preto, desenvolvido pelo arquiteto Roberto Magalhães, foi norteado pela circundante naturuza. Solicitada por uma empresa de implantes hospitalares, a reforma transformou radicalmente a edificação e trouxe uma paisagem privilegiada para o ambiente de trabalho.

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CAPA

Ginásio do Clube Atlético Paulistano / Paulo Mendes da Rocha e João De Gennaro

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Fábula de um Arquiteto A arquitetura como construir portas, de abrir; ou como construir o aberto; construir, não como ilhar e prender, nem construir como fechar secretos; construir portas abertas, em portas; casas exclusivamente portas e tecto. O arquiteto: o que abre para o homem (tudo se sanearia desde casas abertas) portas por-onde, jamais portas-contra; por onde, livres: ar luz razão certa. Até que, tantos livres o amedrontando, renegou dar a viver no claro e aberto. Onde vãos de abrir, ele foi amurando opacos de fechar; onde vidro, concreto; até fechar o homem: na capela útero, com confortos de matriz, outra vez feto. João Cabral de Melo Neto

ESPECIAL

11 e 15 de dezembro

DIA DO ARQUITETO E DO ENGENHEIRO

Paulo Mendes da Rocha, arquiteto da geração modernista e o segundo brasileiro (o outro foi Niemeyer), a ganhar o prêmio Pritsker, máximo da arquitetura, em 2006 e o prêmio Mies van der Rohe para a América Latina, com o projeto da reforma da Pinacoteca do Estado, que ilustra nossa capa. Com seus projetos polêmicos, onde o concreto armado aparente e as estruturas racionais sustentam grandes espaços abertos, Mendes da Rocha é nosso escolhido deste ano para, através dele, homenagear todas as gerações de arquitetos e engenheiros, que à sua maneira, transformam e moldam nossa região. Acompanhe nas páginas seguintes um pouco do trabalho de alguns desses profissionais. 49


Br arquitetura Rua Martinho Gonçalves 2214 Boa vista - São José do Rio Preto (17) 3222-1151 / 3353-1141 contato@braarq.com.br www.braarq.com.br 50

Ana Cláudia Rossi


Cordova e Gazeta Rua Albuquerque Pessoa, 390 - Sala 112 Jd. Europa - São José do Rio Preto 17 3216-5786 contato@cordovaegazeta.com.br www.cordovaegazeta.com.br

Ligia Cordova Denise Gazeta

Daniela Abudi Rua Martinho Gonçalves 2214 Boa Vista 17 3235-8872 daniela@danielaabudi.com.br

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Danielle Fazzini Av. Nossa Senhora da Paz 1940 , Sala 02 3011-2582 / 99628-2530 dani_fazzini@hotmail.com

Miguel Egidio Vetorasso Av. Miguel Damha, 1380 Jd. Vista Alegre - SĂŁo JosĂŠ do Rio Preto 17 3224 - 7070 vetorassoengenharia@gmail.com

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Denise Farina Av Sebastião Tavares da Silva, 1201 - sala 13 Vista Alegre - São José do Rio Preto 17 3353-2557 | 99637-0075 denisefarina@denisefarina.com.br www.denisefarina.com.br 53


Projeto de ampliação do Hospital Austa

Flávia Bonadio R. Saldanha Marinho, 2815 - Sala 12 Centro - São José do Rio Preto 17 3364-5009 - 99111-5021 arqflaviabonadio@terra.com.br www.flaviabonadio.com.br

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In Ark Arquitetura Av. Sebastião Tavares da Silva, 1201 -Sl. 04 Vista Alegre - São José do Rio Preto 17 3304-8133 - 99143-8060 - 99176-1414 inark@uol.com.br - www.inark.com.br

Rafaela Longo

Ricardo Schoch 55


Isabela Galeazzi Av. Vera Cruz 686, Sala 21 - Pq. Estoril 3022-3070 / 3364-0291 / 99101-0971 isagaleazzi@hotmail.com

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Kedson Barbero Rua Francisco Inácio de Carvalho , 370 - sala 114 Santa Cruz - São José do Rio Preto 17 3222-5421 99114-0045 kedson@riopreto.com.br

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Marcelo Vitor Alves Rua Antonio do Amaral Vieira, 38 Santa Cruz - SĂŁo JosĂŠ do Rio Preto 17 3222-2674 mva.engenharia@bol.com.br

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MS Arquitetura Rua Independencia, 2640 Centro - SĂŁo JosĂŠ do Rio Preto 17 3232 - 4509 ms@msarquitetura.com.br

Marcelo Campos e Susi Zaniboni 59


Nilton Augusto de Souza Rua Calixto Fauaz, 827 Jd. Nazareth - São José do Rio Preto 17 3014-4857 niltonsz7@hotmail.com

Sidney Simões Filho | João Pedro Simões R. Capitão José Maria, 165 Jd. Europa - São José do Rio Preto (17) 99108-0066 | 99136-4798 arqtosidney@hotmail.com

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NOVAORA Arquitetura Rua XV de Novembro 3171, sala 62 Centro - São José do Rio Preto luciana@novaora.com.br andre@novaora.com.br www.novaora.com.br 17 3235 5165 61


Paulo Bispo Rua Padre Anchieta, 418 Vila Ercília - São José do Rio Preto 17 3238-3813 | 99701-0702 bispoarq@hotmail.com

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Renata Cristina Domarco Servo Rua XV de Novembro, 3171 -Mezanino. Centro - SĂŁo JosĂŠ do Rio Preto (17) 3214-3505 rdarqui@terra.com.br

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APOIO:

17 3215-5215 3221-6265 - 98134-9936

17 4009-1900 Gilson Buosi Imóveis 17 99218-1586 gilsonbuosi@hotmail.com

Rivaldo Schiavinatto | Eliabi Santana Rua Renato Cecato, 51 Jd. Moyses M. Haddad - São José do Rio Preto 17 3033-7727 - 99116-8179 - 99106-0267 rivaldo@rivaldo.eng.br www.rivaldo.eng.br 65


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CRÔNICA

Espelho, espelho meu Por Denise Farina Arquiteta e urbanista

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rquitetos são difíceis. De gênio e de marcar hora. Arquitetos ganham fortunas e vivem no glamour. Arquitetos só trabalham no ar condicionado. E são capazes de desenvolver um projeto em 10 minutos. Arquitetos são convencidos e frescos. Arquitetos se acham deuses. Entre outras declarações descabidas da mesma espécie, ouvi uma vez de um conhecido o seguinte relato: a empresa em que ele trabalhava, ligada ao setor da construção civil, estudava um presente para dar aos arquitetos no final do ano e a conclusão a que eles chegaram foi de que a melhor escolha seria um espelho, para que cada um pudesse se admirar, alimentando ainda mais seu ego... Brincadeira provocadora de sorrisos amarelos e comentário desnecessário à parte, o fato é que os arquitetos enfrentam esse quase bullying, há anos. E eu fiquei pensando no porquê, já que, na minha cabeça, profissão que brinca de ser deus é outra... mas enfim... Cinco anos estudando matérias ligadas à sociologia, filosofia, matemática, fotografia, estética, história, arte, sistemas estruturais, planejamento urbano, ergonomia, entre tantas mais que garantem a esses profissionais ter uma cultura geral e um conhecimento específico para intervir espacialmente. Dias e, muitas vezes, noites de dedicação e suor (e não só

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enquanto estudantes), para elaborar projetos de acordo com critérios de estética, conforto e funcionalidade. E enfim paciência, muita paciência, para entender o cliente, largar sua inspiração inovadora de lado e elaborar projetos a partir de fotos de Casa Cláudia e afins... Porque a maioria inepta pensa que o arquiteto é um fazedor de rabiscos, “assinador” de plantas, inimigo público número um do orçamento da obra. Que deixá-lo colocar uma placa com seu nome se tornará uma “vitrine” para seu trabalho. Ou pior, confundí-lo com um pediatra e ligar no domingo, achando que sua obra é criança doente. Aliás, eles tentam descansar aos domingos, vejam só! Nesse dia 15, em que comemoramos o dia do arquiteto, é bom lembrar que esses profissionais ralam duro, são inspirados, competentes para intervir no ambiente, enriquecê-lo, delineá-lo. Que a maioria é remunerada de forma inversamente proporcional ao talento de colocar um sonho em prática; que são capazes de fazer com que a edificação, moldada em ferro e concreto se torne leve, para ser vivida. Assim é a boa arquitetura: quando se dá liberdade e confiança, o arquiteto faz o seu melhor, intriga e fascina. Talvez por isso, o filósofo Schopenhauer disse que arquitetura é música congelada. Pois então, o arquiteto faz projetos não para se enxergar, mas para se sentir. E não são deuses... ou melhor, são quase.


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Revista obras e dicas 38 especial arquitetos  
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