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Exposição única de vacas dia 25 de dezembro de 2012 EM SÃO PAULO

http://www.cowparade.com.br/

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Guy Bourdin......................Pg. 4

JR Duran............................Pg. 5

Robert Capa.......................Pg. 6

Bob Welfenson....................Pg. 7

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Guy Bourdin: Tudo o que você tem que saber Ele influencia nomes imaginário pra lá de erótico. e uma das autoras do como David LaChapelle, As páginas pra Bourdin livro “A Message For Nick Knight e David Lynch. eram duplas, recheadas de You” Até Madonna se rendeu a sua sexualidade e violência, (sobre o universo linguagem e foi processada fugindo do óbvio nas criativo do artista e sua pelo herdeiro Samuel por parceria profissional copiar fotos do pai em com a modelo Nicolle seu clipe “Hollywood”, Meyer, também autode 2004. ra da publicação) – Contemporâneo a singularidade do Enquanto todos os de Helmut Newton, trabalho dele está “na Guy Bourdin é menos anúncios são iguais, ele composição, cores, jogo pop que o colega mas explora o olhar através de real e irreal, mistério e muito mais cult. surrealismo: “Enquanto de uma fechadura O fotógrafo e todos os anúncios são ilustrador francês iguais, ele explora o n asceu em 1928, em olhar através de uma Paris, e foi abandonafechadura”. do pela mãe um ano Guy Bourdin se depois. Viveu no Setornou referência em negal, recrutado pelo publicidade através dos exército francês, onde cenas cotidianas. anúncios da marca de sapatos começou a ter aulas de Como desenhista, tinha Charles Jourdan, pra quem fotografia. total liberdade para criar. contribuiu durante 14 Voltando a Paris, virou Pensava exatamente no anos. pupilo de ninguém menos peso de cada elemento e Sua identidade é tão do que Man Ray e logo fazia inúmeros rascunhos forte que é impossível foi escalado pela “Vogue“ antes de fotografar. Para alguém ter passado pelos francesa para rechear as Shelly Verthime, es- anos 70 sem notar suas páginas da revista com seu pecialista no artista – campanhas.

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Surrealismo registrado com luz Bourdin passou boa parte de sua juventude vivendo o pós-guerra em Paris. Em 1954, entrou para a Vogue francesa, onde trabalhou por mais de 30 anos. Nos anos 1970, o fotógrafo já aparecia nas páginas das principais revistas de moda do mundo.

Trabalhou também para a Harper´s Bazaar e fotografou campanhas publicitárias para as marcas Chanel, Issey Miyake, Emanuel Ungaro, Gianni Versace, Loewe, Pentax e para a loja de departamentos Bloomingdale´s.


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Biografia Jr. Duran Josep Ruaix Duran, conhecido como J.R. Duran, (Barcelona, 22 de julho de 1952) é um fotógrafo brasileiro nascido na Espanha. No Brasil desde 1970 e com estúdio montado em São Paulo, a partir de 1979, começou a fotografar para revistas de moda como Vogue e Elle Brasil . Ao mesmo tempo começou a trabalhar para agências de publicidade como DPZ, McCann, Thompson, Talent para clientes como Johnson & Johnson, General Motors, Volkswagen, Souza

Cruz, British American Tobacco e outros. Em 1984 realizou sua primeira exposição, Beijos Roubados, na Galeria Paulo Figueiredo, em São Paulo. Ganhou sete prêmios Abril de Jornalismo. Foi capa da edição nacional da Veja em janeiro de 1988, com o ti-

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tulo O Mago das Lentes. Tem ensaios a respeito de seu trabalhos publicados nas revistas Forum (alemã), Zoom (edições francesa, italiana e japonesa), Man (espanhola) e Photo (francesa). Em 1989 mudou-se para os Estados Unidos, onde trabalhou para Harper’s Bazaar USA, Elle (edições francesa, inglesa, italiana e espanhola), Mademoiselle, Glamour, Tatler, Vogue (alemã), assim como para agências de publicidade como Grey Advertising, Saatchi &

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Saatchi, DDB e outras. Em 1994 realizou sua segunda exposição, Passageiro Distante, na Galeria São Paulo. Em 1995 voltou a viver no Brasil. Publicou os livros As melhores fotos e 18 Fotos. Em 2000 lançou o romance Lisboa. No Brasil, realizou

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campanhas para Intelig, cigarro Charm, cerveja Kaiser, Embratel, Telesp, Banco do Brasil, cigarro Free, Antarctica, Martini, Motorola, Lojas Riachuelo, Credicard, Hering, Banco Real, Banco do Brasil, Banco Itaú, Telefonica, Sadia, McCafé. No mesmo ano inaugurou a exposição de fotografias JRDURAN, no Museu de Arte Brasileira da FAAP. Atualmente reside em São Paulo.


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mais famosa foto (“A morte do soldado legalista”), a Guerra Civil Chinesa e a II Guerra Mundial com lentes normais, o que fez com que ele se tornasse um dos mais importantes fotógrafos europeus do século XX. Capa morreu na Guerra da Indochina, em 25 de maio de 1954, ao pisar sobre uma mina terrestre. Seu corpo foi encontrado com as pernas dilaceradas. A câmera permanecia entre suas mãos.

Guerra, luz e sombras de Robert Capa

A sua carreira de fotógrafo começa no fim do ano de 1931, uma vez que aparece a fotografar Leon Trótski, no meio de múltiplas dificuldades, durante um congresso em Copenhaga. O aparecimento do nazismo e a religião judaica de Robert fazem com que em 1932 ele tenha que deixar Berlim, dirigindo-se para Viena e depois, Paris. Em 1934 encontra Gerda Taro, e no ano seguinte ambos criam o personagem Robert Capa, repórter mítico de nacionalidade estado-unidense, pelo que André Friedmann se declara associado a Gerda Taro, sua primeira namorada, também fotógrafa-produtora. O nome de Robert Capa de repente fica célebre e, logo que se descobre que ele se serve de um pseudônimo, a notoridade do repórter está assegurada. Em 1936, Capa e Gerda Taro partem em reportagem para o meio da Guerra Civil em Espanha, onde Gerda encontra a morte no ano seguinte. Em Junho de 1944 participa no desembarque da Normandia, o Dia D. Depois da guerra, com David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger, funda a Agência Magnum (constituída oficialmente em 1947). Nos primeiros tempos, ocupa-se na organização da estrutura, partindo em seguida para o “terreno”. Robert Capa fotografou a Guerra Civil Espanhola, onde tirou a sua 6


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B O B

Iniciou a carreira ao 16 anos como assistente de fotografia na Editora Abril onde permaneceu por quatro anos. Em 1974, passou a trabalhar como free-lancer, fazendo algumas revistas técnicas da Editora Abril, como Químicos e Derivados, Máquinas e Metais. As fotos eram de empresários – o famoso boneco, na linguagem jornalística. Em 1978, montou seu primeiro estúdio e estudou Ciências Sociais. Em 1982 mudou-se para Nova Iorque, trabalhou como assistente do fotógrafo norte-americano Bill King. De volta ao Brasil, sua carreira tomou novo rumo e, a partir de 1985, começou

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a fazer editoriais para diversas revistas. A consagração como fotógrafo veio após a exposição Jardim da Luz, em 1996, no Museu de Arte de São Paulo. Foi responsável por vários ensaios para a Playboy e diversas capas e editoriais de moda. Em 2004 realizou a exposição Antifachada - Encadernação Dourada no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado, e suas fotos passam a pertencer a diversas coleções, museus e instituições de arte. MAB - FAAP Atualmente é considerado por muitos como um dos maiores fotógrafos da América Latina. Bob Wolfenson fotografou dezenas de

top models, fez muitas campanhas publicitarias importantes apesar de ser essencialmente um artista. Atualmente Bob Wolfenson é co-editor da revista da qual ele mesmo é co-criador, a S/N (lê-se Sem Número).


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Projeto experimental Impacta Indesign M1  

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