Issuu on Google+

CSI Informa

Informativo Semestral da CSI Cargo Logística | ANO V - N.º 07 - Julho/2013

ISO 14001 e OHSAS 18001:

o time CSI Cargo assume o desafio de criar o Sistema de Gestão Integrado.

CSI Cargo em ação! Bem estar do colaborador é foco de ações desenvolvidas na Volkswagen Página 6

CSI Cargo em ação! Novos mercados passam a integrar a estratégia da área comercial Página 9


2

Palavra do Presidente Novos desafios vêm por aí

Andrés Ceballos, Diretor-presidente da CSI Cargo

Nesses primeiros seis meses de 2013 pude perceber o esforço de todos para a padronização dos nossos serviços em todas as plantas que visitei. As operações estão com a cara da CSI Cargo e isso é muito importante para que nosso trabalho atinja um alto índice de qualidade. As ações desenvolvidas pela Unicargo têm sido importantes nesse processo. Tanto os gestores quanto os demais colaboradores estão recebendo as mesmas informações, os mesmos treinamentos e, com isso, estamos criando um padrão de gestão na CSI Cargo. Espero que o comprometimento visto nesses últimos meses permaneça, pois somente assim conquistaremos objetivos ainda maiores. Outro projeto que irá depender do engajamento de todos é a certificação na ISO 14001 e na OHSAS 18001 nas plantas da Renault, Volkswagen e São Marcos, que juntamente com a ISO 9001 irá criar o Sistema de Gestão Integrado da CSI Cargo. Além de estarmos alinhados com o mercado, queremos garantir um ambiente de trabalho mais seguro e saudável, sem deixar de lado a preservação do meio ambiente. É um desafio arrojado, mas com o apoio de todos teremos sucesso, assim como tivemos na conquista da ISO 9001 em novembro passado na planta da Iveco. Como já comentei em outras edições do CSI Informa, o planejamento estratégico vem trazendo resultados positivos em nossas operações, um deles na questão orçamentária. Em um mercado competitivo como vivemos, saber administrar custos e recursos é fundamental e hoje percebemos o esforço que os gerentes vêm fazendo há um ano nesse sentido. Em termos comerciais, passamos esse primeiro semestre consolidando os ganhos do último ano e nos preparando para alcançar novos mercados. A área comercial está desenvolvendo vários estudos para que possamos diversificar os segmentos que atendemos. Os desafios nesse segundo semestre são inúmeros, mas tenho convicção de que serão cumpridos de forma competente. Vamos trabalhar duro para tornar a CSI Cargo uma empresa referência, e que todos tenham orgulho de vestir essa camisa. Um forte abraço.

Expediente CSI Informa é uma publicação semestral da CSI Cargo Logística – Tel. (41) 3381-2300 – www.grupocargo.com Coordenação: Claudio Cortez e Anderson Barth – Projeto Gráfico e Redação: Manalais Comunicação Ltda · Tel. (41) 3244-7510 Jornalista responsável: Maria Carolina Scherner – DRT 9782/PR – Fotografia: Estúdio Clicketz – Tiragem: 4.000 exemplares @CSI_Cargo www.facebook.com/CSICargo


3

Conexão Argentina Centro de Distribuição da Quilmes recebe visita de congressistas O Centro de Distribuição da Quilmes em Córdoba recebeu no final de 2012 um grupo de 40 pessoas do VII Congresso Latinoamericano de Logística, produzido pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Nacional de Córdoba. Representantes dos setores industriais e de serviços, consultores e alunos de diversos países foram recebidos pela equipe de higiene e segurança da planta, juntamente com a área de segurança patrimonial. O grupo, que então foi dividido em dois, pôde conhecer todos os processos na área de depósito e distribuição de bebidas. Para finalizar, os visitantes receberam presentes do Grupo Cargo e da Quilmes.

Operação na Quilmes se torna exemplo de redução no índice de absenteísmo Em 2012, a planta da Quilmes em que o Grupo Cargo atua na cidade de Córdoba possuía um alto número de absenteísmo. Nesse ano, o desafio era reduzí-lo. A taxa que era de 16,2% em 2012 caiu para 5,23% em fevereiro deste ano, graças ao trabalho do time. A área de recursos humanos em parceria com gerentes, coordenadores, supervisores e as áreas de higiene e segurança e saúde ocupacional desenvolveu um projeto para redução do nível de absenteísmo. Hoje, o número é motivo de comemoração, pois revela a responsabilidade de todos em contribuir para o sucesso da empresa.


4

Por dentro da CSI Eu e a CSI Cargo

Fui contratada pela CSI Cargo para trabalhar na planta da Iveco em Sete Lagoas (MG) no mês de janeiro como auxiliar logística. Após pouco tempo de empresa me inscrevi para participar de um recrutamento interno para a vaga de operador de empilhadeira. Eu já tinha feito o curso na área antes de ser contratada e aproveitei essa oportunidade para ser promovida. Estou

muito feliz com o que conquistei na empresa nesse pouco tempo e nas oportunidades que a CSI Cargo me ofereceu. Hoje sou a única operadora mulher na planta e pretendo iniciar um curso de graduação na área de logística para me especializar.

Comecei a trabalhar na CSI Cargo em 2004 como operador multifuncional na planta da Volkswagen e passei pelas funções de operador de rebocador e de sistemas. Em 2007, recebi o convite para ocupar o cargo de líder de operações e já passei por nove áreas até chegar na atual, a de treinamento. Todos os locais por onde passei me fizeram enxergar a necessidade de capacitação operacional e assim nasceu o projeto de sala de treinamento na planta. Nada disso seria possível

sem o apoio da liderança. Na CSI vivenciei grandes desafios que me deram oportunidade de ter boas experiências e me tornar um bom profissional. Gostaria de levar o projeto da sala de treinamento às outras plantas em que a CSI Cargo atua para que os colaboradores tenham também a oportunidade de aprender e crescer dentro da empresa.

Eu trabalho na planta da Renault em São José dos Pinhais (PR) desde o ano de 1999, quando a operação logística era realizada por outras empresas. Nesse período passei de auxiliar de apoio logístico a líder de operações. Quando a CSI Cargo iniciou o trabalho na planta no ano de 2007, fui contratado e hoje estou como supervisor de operações. A CSI é uma empresa que dá muitas oportunidades por meio de treinamento e recrutamentos internos, incentivando todos a

crescerem. Há poucas semanas fui transferido para a área de performance e estou recebendo todo apoio necessário para atuar nessa nova função. Um dos momentos mais marcantes da minha história na empresa foi quando assumi o cargo de coordenador, gerenciando uma equipe de 80 colaboradores. A carga de responsabilidade é muito grande, mas considero uma superação pessoal importante.

Daniele Florêncio Xavier

Operadora de empilhadeira

Everaldo Gonçalves Mota Líder de operações

José Wilson Romanin

Supervisor de operações


5

Segurança Pequenas atitudes que podem ajudar na prevenção de acidentes Todos os dias ao sair de casa é preciso verificar se há carros na pista, olhar para os lados antes de atravessar, ficar atento ao descer do ônibus e tantas outras ações simples e que fazem parte da nossa rotina para garantir a segurança e bem estar. No ambiente de trabalho isso não é diferente. O SESMT trabalha diariamente no combate à condições inseguras encontradas no ambiente fabril, assim como na tratativa de atos inseguros que ocorrem a fim de evitar danos pessoais com funcionários e terceiros, além de prejuízos materiais. Graças ao grande número de atividades envolvidas nas operações logísticas, há grandes alterações no ambiente, e é preciso estar atento a estas mudanças, pois mesmo pequenos desvios podem gerar acidentes graves, como explica o engenheiro de segurança do trabalho Rodrigo Fontana. “Estamos em constante conversa com nossos clientes para apresentar melhorias que promovam um ambiente de trabalho mais seguro. Mas, algumas regras básicas podem ser seguidas para evitar acidentes, como informar alguma anomalia no ambiente, embalagens danificadas, irregularidades na linha, entre outras condições”, afirma.

Estamos em constante conversa com nossos clientes para apresentar melhorias que promovam um ambiente de trabalho mais seguro.

Outro fator importante é o treinamento e a orientação dos colaboradores. Não há dúvidas que o trabalho de conscientização sobre as atividades e seus riscos evita desvios em procedimentos, e consequentemente, erros operacionais e acidentes. Exemplo disto é a manutenção de equipamentos verificada em rotas diárias, que precisam sempre estar funcionando corretamente para um bom desenvolvimento das atividades. “O maior patrimônio da CSI Cargo são os seus colaboradores. Por isso, zelamos pela segurança e bem estar de todos, contando com o apoio de cada um em agir de forma segura”, complementa Fontana.

Rodrigo Fontana Engenheiro de segurança do trabalho


6 $

CSI Cargo em ação! Bem estar do colaborador é foco de ações desenvolvidas na Volkswagen Uma das grandes metas da liderança da CSI Cargo na planta Volkswagen para este ano é a de colocar em prática a gestão de pessoas com foco no bem estar do colaborador. No primeiro semestre algumas ações tomaram forma e já estão dando resultados positivos graças a união de todo o time. Desde o final de 2012, os colaboradores podem desfrutar de três ambientes de descanso (nas áreas de montagem, armação e A.I.). Eles podem ser utilizados nas trocas de turno e horários de refeições e contam com bancos, revistas e jornais para leituras em um espaço tematizado de praia, um meio de fugir do ambiente de produção.

Osmair Gaideski e Gilberto dos Santos

“Como o projeto deu resultado e todos os colaboradores aderiram, decidimos colocar máquinas de café nesses espaços. Cada um recebe fichas com uma média de duas doses por dia para uso da máquina, caso não haja faltas no mês”, explica o gerente de operações da planta, Osmair Gaideski. Além disso, os colaboradores que não apresentam faltas durante um ano de trabalho estão recebendo um voucher para levarem a família a um restaurante. Nas células em que há a menor taxa de absenteísmo também é feita uma confraternização com salgados e a entrega de presentes como chocolates. Para deixar o ambiente mais descontraído, foram colocadas caixas de som para que os colaboradores pudessem ouvir músicas durante o horário de trabalho. Os aniversariantes do mês também são divulgados, juntamente com informações do Canal RH, e o sistema também serve para alertar aos líderes que compareçam às células de trabalho quando preciso. “Todos nossos 700 colaboradores estão trabalhando mais motivados e engajados. Esse resultado já é visível em nossa taxa de absenteísmo, que vem diminuindo a cada mês. Queremos que cada um trabalhe de forma mais descontraída, claro, sem deixar as responsabilidades de lado”, explica o gerente.


7 $

CSI Cargo em ação! Outro importante projeto desenvolvido nesse ano foi a criação da sala de treinamento, onde os colaboradores são capacitados de forma teórica e prática para as atividades que realizarão. Todo novo colaborador passa cerca de quatro dias no local antes de iniciar o trabalho em sua célula. O projeto, coordenado pelo líder de operações Everaldo Mota, também englobará nos próximos meses a reciclagem dos colaboradores que já estão em operação. “Nosso desafio é mais do que treinar, é fazer com que cada um compreenda a importância de seu trabalho e de ser um profissional que possa refletir de forma positiva para o sucesso de nossas operações e também do seu próprio crescimento”, conta. As ações foram pensadas em conjunto com todas as áreas atuantes na planta por meio de um espaço aberto para diálogo cultivado diariamente, como afirma o analista de planejamento Gilberto dos Santos. “Todos os colaboradores estão se sentindo parte desse processo de mudança e isso é essencial para o sucesso dos trabalhos. Há mais espaço para apresentar ideias e discutir formas de melhorar nosso bem estar e os processos operacionais”.

Sidnei Eich Gerente de logística Volkswagen

Visão de cliente Nos últimos meses, os novos projetos desenvolvidos pela CSI Cargo na planta vêm chamando a atenção da administração da Volkswagen, que está tomando como exemplo para projetos em outras plantas do país. Para o gerente de logística em São José dos Pinhais, Sidnei Eich, a parceria duradoura com a CSI é fruto desses e tantos outros trabalhos desenvolvidos há pelo menos dez anos que trazem resultados positivos para a montadora. “Em todos esses anos houve uma evolução significativa na relação entre fornecedor e cliente. A CSI percebeu nossas demandas, se adaptou, e desenvolve atividades voltadas a isso. Graças a essas ações temos uma nota na auditoria VDA conceito A, o que é visto em poucas unidades da Volkswagen no mundo na área de logística”. O gerente ainda comenta o trabalho desenvolvido nos últimos meses. “Todas as ações que estão sendo feitas nos últimos meses em prol do bem estar do colaborador demonstram a preocupação da CSI. As pessoas em nosso trabalho são o que há de mais importante e pensar nelas é algo muito simples, mas que traz um retorno incrível. Tenho certeza de que a empresa está no caminho certo”, afirma.


8 $

CSI Cargo em ação! Área de transportes sai na frente e implanta novo sistema para emissão do CT-e Alguns passos à frente da nova legislação do transporte rodoviário promulgada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que passa a valer no mês de agosto, a área de transportes implantou um novo sistema para a impressão do Conhecimento de Transporte Eletrônico de Cargas, o CT-e, que substituirá o uso de formulário contínuo, documento necessário para a realização do transporte rodoviário no país. O novo sistema, fornecido pela empresa Datamex, apresenta um layout mais robusto e seguro. Seu acesso será remoto por meio da web e a comunicação com outros sistemas será feita pelo webservice, ferramenta onde as atualizações de informações ocorrem on-line diretamente de um servidor locado no fornecedor do sistema. “Tanto a CSI Cargo quanto o cliente poderão acompanhar e atualizar as informações sobre a carga e o trajeto realizado de qualquer lugar por meio de um portal. Isso trará um ganho importante em facilidade de comunicação”, afirma o analista de transporte, David Gomes. Com o uso do conhecimento eletrônico (CT–e), o setor irá otimizar o tempo que até então era gasto para o preenchimento do formulário contínuo. “Com esse novo sistema, podemos emitir o conhecimento de transporte de forma mais fácil e eficaz, utilizando o arquivo XML da NF-e (nota fiscal eletrônica), que após ser processado no Datamex é transmitido para a Secretaria da Fazenda Estadual para ser validado,

e retorna como a autorização para imprimir este arquivo, que então passa a ser o conhecimento de transporte eletrônico. A empresa que não se adequar à nova legislação não poderá mais transportar no país”, explica Wellington da Silva, assistente de transporte. O Datamex também será utilizado em parceria com uma ferramenta de pagamento eletrônico que substituirá a atual carta frete, o Rodocred. Com ele, o motorista receberá um cartão com o valor do frete que foi negociado e que poderá ser utilizado nos postos de combustíveis credenciados para abastecimento do veículo, refeição ou até mesmo saque de parte do dinheiro que foi repassado. Além disso, o sistema fará o cálculo da rota e dos valores a serem gastos com pedágio, emitindo um ticket. “Com o uso do cartão Rodocred é mais fácil o processo de negociação com o motorista, já que muitos preferem cobrar a mais pelo transporte quando se utiliza a carta frete. Além disso, nossa equipe não precisa mais acessar a internet e procurar os valores do pedágio, o sistema faz esse cálculo e toda vez que o caminhão passar pelos postos fica registrado a data e horário. Só temos a ganhar com o novo programa. Além de ser um sistema eficaz, um dos principais benefícios foi a redução significativa de 67% dos custos em relação ao programa utilizado anteriormente”, afirma o supervisor geral de transportes, Julio Cesar Dias.

Wellington da Silva, David Gomes e Julio Cesar Dias


9 $

CSI Cargo em ação! Novos mercados passam a integrar a estratégia da área comercial

Claudio Cortez Diretor de logística e comercial

Para acompanhar o crescimento do segmento de logística no país, a área comercial da CSI Cargo passa por um momento de reestruturação com foco na conquista de novos clientes e da diversificação de mercado. O primeiro passo foi a realocação da área para uma sala com nova estrutura. Já de forma organizacional, o comercial passa a ser composto por quatro setores: market intelligence, prospecção, gerenciamento de projetos e acompanhamento de contratos. A primeira célula é responsável por fomentar a área de prospecção para trazer informações para o gerenciamento de projetos, que desenvolve a proposta a ser apresentada ao possível cliente. Caso o retorno seja positivo, a célula de gerenciamento de projetos realiza a implementação desse trabalho e entrega ao gerente de contrato. A partir de então, o comercial fica responsável por acompanhar a operação para verificar se tudo está sendo realizado conforme planejado e desenvolver planos de ação caso não esteja de acordo. “Esse processo já está sendo aplicado no MPR da Renault em Jundiaí, onde esse ano conquistamos 100% da operação no local”, afirma o diretor de logística e comercial, Claudio Cortez. Segundo o diretor, um importante projeto que está sendo desenvolvido pela equipe de market intelligence é a pesquisa setorial para

identificar o panorama de supply chain no país. Com isso, será criado um planejamento estratégico voltado para o crescimento da CSI Cargo nos próximos anos. “Vamos identificar a concorrência e estudar nossos atuais e potenciais clientes para analisar novas atuações e demandas do mercado. Além disso, estamos analisando os indicadores econômicos brasileiros dos últimos anos e quais são as previsões de crescimento, da América Latina e de outros países que temos interesse em desenvolver negócios. Em relação aos nossos atuais clientes estamos analisando se existe a oportunidade de oferecer algum tipo de serviço logístico que possibilite bons índices de rentabilidade para a empresa”. Outros dois estudos já finalizados pelo comercial envolvem o panorama do setor automotivo no Brasil, que já está em fase de prospecção de potenciais clientes e para o retorno de novos negócios no segmento de armazenagem que está em contato com mais de 100 empresas para possíveis projetos. Um terceiro projeto desenvolvido pela área está focado em transporte inbound para empresas do segmento automotivo. “O que estamos propondo para os clientes é fazer um estudo da cadeia de transporte do negócio para apresentar a melhor solução logística sem nenhum custo. Fica a critério da empresa comprar o serviço da CSI Cargo ou de outro operador logístico”, explica Cortez. Em busca da diversificação de negócios, outros projetos estão sendo desenvolvidos, inclusive para a criação de produtos, e a possibilidade de investimento em um complexo logístico que contemplaria os modais ferroviário e rodoviário, além de um espaço para armazenagem de contêineres e veículos.


10 $

CSI Cargo em ação! Boletim de Ocorrência passa a ser eletrônico na planta Volkswagen Desde o mês de abril, o time da área de recebimento de carga na planta da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) passou a utilizar o formato eletrônico do Boletim de Ocorrência (B.O.), que nada mais é do que o registro de anomalias verificadas na chegada de materiais à fábrica. Até então, o processo era feito por meio do preenchimento manual de um formulário padrão, que depois era digitado em um sistema para que a Volkswagen pudesse fazer o débito para o fornecedor. “Com o passar do tempo, o cliente começou a solicitar para nossa equipe fotos para evidenciar as irregularidades. Além do formulário, o colaborador precisava fazer a imagem e enviar via e-mail, o que gerava um tempo maior. Além disso, havia certa demora para que o material fosse digitado no sistema e, por algumas vezes, com alguns erros. Por isso, surgiu a ideia da criação do sistema”, explica o analista de planejamento da planta, Tiago José Fiaukovski. O desenvolvimento do sistema teve início no mês de setembro e contou com a integração das áreas de operações, planejamento e T.I. O programa é acessado via tablet e as informações e fotos, uma vez publicadas, chegam em tempo real a área responsável da Volkswagen. Todos os colaboradores que necessitam utilizar a ferramenta pas-

Tiago José Fiaukovski Analista de planejamento

saram por um treinamento. O projeto ainda não foi implantado em toda planta, porém, já há testes em outros clientes para que o B.O. Eletrônico se torne um sistema corporativo. “A Volkswagen está satisfeita com o sistema, já que pode verificar a qualquer momento todas as informações necessárias. Em conjunto estamos estudando de quanto será a redução de gastos, além de mensurar quanto cada fornecedor traz de prejuízo para a empresa”, conclui Fiaukovski.


11 $

CSI Cargo em ação!

Universidade Corporativa da CSI Cargo

Colaboradores participam de treinamento no Método Tempo Movimento Um grupo de 18 colaboradores da CSI Cargo, atuantes na área de planejamento e operações em várias plantas, participaram nas últimas semanas de um treinamento sobre o Método Tempo Movimento, aplicado pelo Instituto MTM do Brasil. A metodologia serve de base para cálculos de recursos de operações e é utilizado em todo mundo. Com o MTM é possível calcular o tempo das atividades e todos os recursos necessários para elas serem cumpridas, sejam pessoas e/ou máquinas, de forma precisa, evitando assim custos desnecessários e erros de operação. O investimento no treinamento busca padronizar as operações realizadas pela CSI Cargo por meio de um método reconhecido pelos atuais e futuros clientes. “Nós queremos ser reconhecidos no mercado como uma empresa com inteligência logística, e para isso necessitamos do conhecimento dos planejadores logísticos”, explica o supervisor de planejamento corporativo, Anderson Barth. A capacitação, que faz parte do eixo de treinamento logístico da Unicargo, foi dividida em três módulos de conhecimento geral da metodologia e do seu uso em operações logísticas. O próximo passo para a disseminação do conhecimento é a compra de um software que auxiliará nos cálculos de recursos, trazendo uma assertividade ainda maior nos dados obtidos. “A possibilidade de um erro em operações já existentes é praticamente zero”, afirma Barth. O método também contribuirá para o cálculo de recursos de novas operações. “No comercial conseguiremos mensurar a quantidade correta de mão de obra e equipamentos para um novo projeto, o que é importantíssimo

para que uma operação inicie conforme o planejado”, diz o analista de planejamento logístico, Elias Andrade. Os participantes do treinamento também apontaram como pontos positivos a rapidez nos cálculos que o novo método trará, além de uma comunicação facilitada junto ao cliente com dados confiáveis. “A conversa com meu gerente ficará mais franca com o apoio do método, além de agregar uma nova experiência para o meu currículo”, afirma o analista de planejamento na planta Iveco, Augusto Mahé. Para o analista de planejamento na Renault, Thiago José Emiliano, o treinamento contribuirá para que o seu trabalho seja realizado com mais êxito. “Ao investir numa capacitação como essa, a CSI Cargo está nos valorizando como pessoas e colaboradores. Me sinto muito mais capacitado para atuar em minha função”, afirma. O colega de planta de Thiago, o analista de planejamento Ediel Clamoroska, aponta a chegada da metodologia em um momento de busca de melhorias na operação. “Estamos focados no desenvolvimento de performance e o MTM tem relação direta com os resultados que queremos alcançar”. Na planta da Volkswagen, o analista de planejamento Bruno Siqueira Kudla afirma que o cálculo de recursos poderá ser planejado e mais ágil. “Até então utilizávamos o sistema de cronoanálise, ou seja, cronometrávamos os tempos de cada ação para calcularmos o número de colaboradores necessários. O processo que era manual ficará muito mais seguro e rápido. Nosso tempo de resposta aos questionamentos do cliente será um grande diferencial”.


12

Capa ISO 14001 e OHSAS 18001 Time CSI Cargo em busca das novas certificações para criação do Sistema de Gestão Integrado A CSI Cargo está se preparando para um novo desafio, além da manutenção da ISO 9001, a busca pela certificação em ISO 14001 (Meio Ambiente) e OHSAS 18001 (Saúde e Segurança no Trabalho) nas plantas Renault, Volkswagen e escritório administrativo em São Marcos. Para isso, um projeto arrojado foi desenhado tendo peça chave o apoio de todos para que as ações necessárias sejam cumpridas com sucesso. A CSI Cargo é uma empresa voltada para o futuro e que pensa, acima de tudo, no bem estar de seus colaboradores e na preservação do meio ambiente. A OHSAS 18001 (em inglês Occupational Health & Safety Assessment Series) e a ISO 14001 são normas internacionais que estabelecem as premissas de gestão para um ambiente de trabalho seguro e da preservação do meio ambiente, respectivamente. Assim como no processo de certificação da ISO 9001, a empresa passará, durante o mês de novembro, por uma auditoria com duração de onze dias, executada pela Fundação Vanzolini. “As três certificações são compatíveis e com isso teremos um Sistema de Gestão Integrado (SGI) na CSI Cargo com foco em qualidade, saúde e segurança do trabalho e meio ambiente. Nós iremos além do discurso de que estamos preocupados com essas questões e investiremos na concretização dessas normas”, explica o gerente de qualidade, Andrés Cáceres. As áreas de qualidade e SESMT, juntas a um time multidisciplinar de colaboradores estão realizando levantamentos, acompanhando cronogramas, capacitações e campanhas

para que todos os requisitos necessários sejam cumpridos. “Mesmo com uma equipe que está a frente do trabalho, é preciso pensar na gestão participativa que esse projeto exige por parte dos colaboradores. É um caminho longo a ser percorrido que trará uma grande evolução para a CSI e precisaremos do apoio de todos para além de implementar, manter essas certificações ao longo dos anos”, afirma o supervisor de qualidade, Jakson Schemin.

ISO 14001 Estabelece as diretrizes para a implan-

tação de um Sistema de Gestão Ambiental efetivo baseado em uma série de requisitos que buscam o equilíbrio entre a produtividade e a rentabilidade de um negócio com a sustentabilidade. Por meio da certificação é possível identificar aspectos do trabalho que podem impactar o meio ambiente e fornecer ferramentas para prevenir, ou mesmo minimizar estas situações. “A ISO 14001 é muito mais do que destinar corretamente um resíduo, mas fazer o acompanhamento desse processo, fornecer estrutura e evidenciar as ações que foram feitas não somente dentro do ambiente de trabalho, mas externamente. Passaremos a fazer um forte acompanhamento das licenças ambientais e dos danos que podemos gerar ao meio ambiente”, explica Schemin. Muitas empresas, inclusive em plantas nas quais a CSI Cargo atua, já possuem essa certificação, que é vista como uma necessidade do mercado para o crescimento dos negócios da forma mais sustentável possível. “É mais do que uma norma, é uma responsabilidade que temos com a preservação do meio ambiente”, aponta Cáceres.

OHSAS 18001 Certificação em saúde e segurança

ocupacional que permitirá um controle e conhecimento maior de todos os riscos associados a operações normais e anormais durante o trabalho e apresentará os caminhos para a melhoria do ambiente de trabalho. Segundo a gerente de Recursos Humanos, Silvina Don, a OHSAS 18001 também é uma forma de autenticar procedimentos que a CSI Cargo já adota no sentido de melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Fazem parte do programa de gestão da norma as cam-

Jakson Schemin e Andrés Cáceres


13

Capa

panhas de segurança e de saúde ocupacional, avaliações de potenciais riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes em suas funções. Estas ações visam também garantir o uso de EPIs (equipamento de proteção individual) adequados para cada função de forma individualizada, instalação e manutenção de EPCs (equipamento de proteção coletiva), acompanhamento e monitoramento da aptidão funcional médica, além da capacitação e habilitação de profissionais para atividades específicas. “Mais do que normas, a certificação avaliará a cultura de segurança implantada nos nossos conceitos fundamentais, em nossa forma de pensar em segurança e deixar de ser um

Todos devem contribuir para a magia da transformação Nas próximas semanas todos os colaboradores das plantas envolvidas no processo de certificação da ISO 14001 e OHSAS 18001 terão mais informações por meio de uma campanha que será conduzida pelo RH e Qualidade. Todo esse processo é um reflexo do amadurecimento da CSI Cargo, que busca obter novos resultados e pensa todos os dias no que é melhor para o desenvolvimento de seus colaboradores em um ambiente com qualidade de vida e em operações que preservem o meio ambiente. É preciso pensar de forma segura e saudável, agir de forma sustentável e ir além: apresentar novas ideias e disseminar o conhecimento entre os colegas. “Ter orgulho de ser CSI Cargo é transformar nossa empresa melhor com as nossas ações, por mais simples que sejam. Se cada um fizer sua parte, conquistaremos mais esse grande objetivo”, conclui Silvina.

A marca do Sistema de Gestão Integrado Com o sucesso das auditorias de certificação em novembro, a CSI Cargo passará a ter um Sistema de Gestão Integrado, a união entre a ISO 9001 (Qualidade), 14001 (Meio Ambiente) e OHSAS 18001 (Saúde e Segurança Ocupacional). Para isso, uma marca do sistema foi criada. Em forma de triângulo, representando algo que não tem fim, há três cores que identificam cada um dos certificados. O verde para a ISO 14001, o laranja para a OHSAS 18001 e o amarelo para a ISO 9001.

expectador desse processo e passar a ter atitudes seguras no seu dia a dia. Além disso, é papel de cada um apoiar os colegas de trabalho a seguirem os mesmos requisitos, que são pensados especialmente para que ao final do expediente todos possam ir bem para suas casas”, afirma a gerente. O processo de certificação na 18001 também terá como benefício a consolidação dos processos realizados e a busca pela redução de acidentes e doenças ocupacionais. “O que hoje pensamos como normas, daqui há alguns anos serão conceitos intrínsecos em nós, resultando num ambiente de trabalho muito mais seguro e saudável”, afirma o engenheiro de segurança do trabalho, Rodrigo Ribas.

Silvina Don Gerente de Recursos Humanos


14 $

CSI Cargo em ação! Controladoria começa a divulgar informações com mais rapidez graças a novo sistema

Juliana Aparecida de Lima Controller

A área de controladoria da CSI Cargo passou a utilizar no início do ano um novo sistema para análise gerencial de apuração de resultados e controle de custos da empresa, o Business Intelligence (B.I.). O programa trouxe mais agilidade e segurança aos dados gerenciados pela área. Segundo a controller Juliana Aparecida de Lima, o processo de implantação da nova ferramenta teve início em dezembro, após o desenvolvimento do planejamento estratégico da empresa. Atualmente, a CSI Cargo apresenta 80 centros de custos ativos, cada um deles com um orçamento e análise mensal dos custos e da receita. “Até então fazíamos todo o controle por meio de planilhas, o que demandava cerca de 20 dias para conseguirmos fornecer todas as informações aos gestores para que eles pudessem analisar os dados do mês anterior. Com o sistema é possível ter uma análise diária das informações contábeis e financeiras, o que contribui muito para a tomada mais rápida de decisão de cada gestor”, explica Juliana. O B.I. apresenta integração com o sistema contábil, que por sua vez apresenta interface com o sistema da folha de pagamento, fiscal e compras, o que facilita para a consolidação dos dados. A diferença de tempo para fechar os resultados da folha de pagamento, por exemplo, que era de cerca de sete dias úteis, com a integração sistêmica caiu para apenas meio dia. Todas as plantas em que a CSI Cargo atua já apresentam o sistema e cada gestor possui um login e senha de usuário para acesso. “Nosso principal ganho é visivelmente o tempo. Outro ponto positivo com essa agilidade é a motivação maior dos gestores em fazer a consulta desses dados para pensar em novas ações, que ficou muito mais prática”, afirma a controller. O próximo passo da área de controladoria é publicar no sistema os dados dos últimos quatro anos para que seja possível comparar via sistema essas informações com as atuais.


15

Conquistas Operação na Renault é reestruturada com a criação de novos armazéns A planta da Renault em São José dos Pinhais (PR) iniciou no ano passado o projeto “60 veículos por hora” para o aumento de produção e entrada de novos modelos na linha de montagem. Com isso, as áreas de atuação da CSI Cargo estão passando por modificações e se estenderão para novos prédios, o que necessita da reestruturação dos fluxos logísticos. A primeira mudança ocorreu no prédio da linha de montagem entre os meses de dezembro e janeiro. O então estoque de peças foi realocado para um armazém novo, que conta com 26 mil m². O mesmo processo está sendo feito no prédio da fábrica de motores e da área de carroceria. A implantação tem previsão de finalização para o mês de outubro. “Para as mudanças na linha de montagem dos veículos foi feita uma parada na produção no mês de novembro. No período de transição estávamos envolvidos na produção de cerca de 800 carros. Hoje, esse número passou para mais de mil veículos. Os fluxos e equipes tiveram que ser redimensionados. Todo esse processo levou cerca de dois meses e meio para atingir um nível de qualidade aceitável”, explica o gerente de operações, Marcelo Alves. Aliado a essas mudanças, uma equipe composta pelas áreas de planejamento, operações e Sesmt iniciou um projeto com foco na performance da operação e bem estar

Kleber Antunes, Marcelo Alves e Jackson de Souza

dos colaboradores nas plantas. “Estamos trabalhando para qualificar o pessoal e estabelecer um diálogo aberto com todos. Investimos em comunicação relacionada à segurança e housekeeping para oferecermos mais qualidade na realização das operações”, afirma o supervisor geral de operação, Jackson de Souza. Segundo Alves, a busca pela performance é essencial para que a equipe consiga absorver o aumento de produção de cerca de 20% com a entrada de novos carros na linha de montagem, mantendo o mesmo número de equipamentos e colaboradores. Outro investimento voltado aos colaboradores foi a criação dos espaços de descanso, seguindo o mesmo projeto desenvolvido na planta da Volkswagen. Para o supervisor geral de planejamento logístico, Kleber Antunes, os recursos em prol do time da CSI Cargo na Renault serão permanentes e a gestão de pessoas estará presente. “Nossos líderes estão mais engajados com a conquista de autonomia no ponto de vista de custos e resultados, além de darem espaço para que os colaboradores apresentem suas ideias de melhorias. Isso está sendo essencial para continuarmos fazendo um trabalho de qualidade nesse processo de transição pelo qual a Renault está passando”, afirma.


16

Área a área Suporte e ferramentas para manter a CSI Cargo sempre à frente

Nelson Baron

Em um mundo cada dia mais conectado é impossível imaginar nossa vida sem o uso da informática. Dentro das empresas, a importância do uso de novas tecnologias é a garantia para bons resultados das operações, e por isso, a área de T.I. ganha um papel essencial nesse processo.


17

Área a área Na CSI Cargo, o setor é composto por duas equipes, num total de 20 profissionais, divididos entre as áreas de suporte técnico e desenvolvimento, esta também chamada de fábrica de software. O time de suporte, composto por 35% desse número, controla mais de 500 dispositivos desde computadores a softwares distribuídos por todas as plantas onde a CSI atua. A equipe de desenvolvimento busca criar sistemas específicos para operação logística global da CSI e, em alguns casos, na operação do cliente. “O time de suporte está espalhado nas plantas em que atuamos, já a fábrica de software está situada em São Marcos. Nosso objetivo é otimizar as operações com o uso de sistemas e garantir que todos os equipamentos e programas estejam funcionando corretamente para que a operação não pare”, explica o gerente da área, Nelson Baron, que faz parte do time da CSI Cargo há 11 anos. O suporte está preparado para atender situações com vários níveis de complexidade, desde a configuração de um e-mail até a abertura de um equipamento para a solução de um problema, e, principalmente, para atuar emergencialmente. “Na Volkswagen, por exemplo, se há uma impressora de sequenciamento que para de funcionar, nossa equipe tem poucos minutos para resolver o problema a fim de não impactar na linha de montagem”. O atendimento, além de local, é feito por meio de um sistema disponível em que o colaborador abre um chamado. Com ele é possível mensurar quais são os principais problemas ocorridos e qual o tempo de resposta da T.I. para cada caso. A área de desenvolvimento trabalha por meio de prioridade e demanda das plantas. Mais de 20 softwares já foram desenvolvidos em setores como de gate, controle de peças

críticas, sequenciamento, inventários, treinamento, controle de estoque, outbound, entre outros. A CSI ainda utiliza licenças adquiridas de programas e de softwares disponibilizados nas operações pelos clientes. Nesses casos o foco da T.I. está em criar uma interface entre sistemas para gerar o fluxo correto de informações. Um dos grandes desafios oriundos do crescimento do uso da informática, a segurança da informação, também é trabalhada pela área de T.I. da CSI Cargo. Baron afirma que cada departamento apresenta acessos específicos a pastas e cada colaborador um usuário diferenciado para evitar o vazamento de dados, além de firewall e outras ferramentas para manter a informação segura. Atualmente a empresa passa por um processo de migração para uso de plataformas móveis. 35% dos equipamentos utilizados na CSI são compostos por tablets e notebooks, em 2010 esse número era de apenas 15%. “O maior desafio é fornecer informação para a pessoa onde ela estiver e criar um padrão de equipamentos e de ferramentas de desenvolvimento a serem utilizadas”, explica o gerente. Os projetos de softwares em desenvolvimento são a segunda versão do programa outbound utilizado para controle do pátio comercial da planta da CNH em Curitiba (PR), que passará a unificar as informações das outras duas plantas em que a CSI Cargo atua, em Sorocaba e Cotia, no estado de São Paulo; e o portal de controle de tempo de rota de rebocadores e empilhadeiras no reabastecimento de linha e busca de peças no depósito na planta da Volkswagen. “Buscamos acima de tudo trazer agilidade para as operações fornecendo informações precisas no momento certo”, conclui Baron.

Nosso objetivo é otimizar as operações com o uso de sistemas e garantir que todos equipamentos e programas estejam funcionando corretamente para que a operação não pare.


18

Qualidade de Vida Tabagismo: doença que tem cura

Com o uso de medicamento a taxa de cura chega a mais de 80%. Dr. Hércules Mendes Médico do trabalho

O tabagismo é a doença evitável mais comum em todo mundo. O prejuízo ao organismo de quem fuma é comprovado pelos médicos, mas com o esforço pessoal e apoio clínico é possível se livrar do vício. Dados levantados pela área de medicina do trabalho da CSI Cargo apontam que segundo o Ministério da Saúde os cigarros contém cerca de 4.720 substâncias tóxicas, sendo uma delas, a nicotina, responsável pela dependência. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, o tabagismo é o responsável por cerca de 30% das mortes de câncer no Brasil (90% delas pelo pulmão), 25% das mortes por doença coronariana, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica e 25% das mortes por derrame cerebral. As doenças ocasionadas pelo consumo de tabaco matam 3 milhões de pessoas no mundo anualmente, com uma projeção estimada de óbitos em torno de 10 milhões até o ano 2020 - das quais 7 milhões ocorrerão nos países em desenvolvimento. No Brasil o número de mortes é de 290 mil ao ano. O médico do trabalho Dr. Hércules Mendes aponta que o tabagismo mata mais que a soma

das mortes por AIDS, cocaína, heroína, álcool, suicídios e acidentes de trânsito. A proporção de fumantes no país é de 23,9% da população, sendo a região Sul com maior proporção de dependentes, cerca de 45%. Para se livrar do vício o tratamento médico e psicológico é decisivo. O plano médico oferecido aos colaboradores da CSI Cargo, por meio do Paraná Clínicas, apresenta um programa de tratamento específico da dependência. “Com o uso de medicamento a taxa de cura chega a mais de 80%. O mais importante é que com o esforço da pessoa em querer se livrar desse vício o resultado é muito positivo”, explica o médico.


19

Lado B Especialista em levar sabor à mesa Quem conhece o analista de planejamento, Gilberto dos Santos, da planta Volkswagen, não imagina que durante algumas noites a sua atividade é outra, e pode-se dizer das mais saborosas. Desde o ano de 2006, Gil se interessou pela culinária ao trabalhar na administração de um restaurante. “Meu amigo que era chef no restaurante pediu para levarmos algumas ostras para preparar em casa. Eu não era cozinheiro na época e não sabia nem como fazer. Peguei o molho que era produzido lá, fizemos na casa dele para mais quatro pessoas e acabou ficando muito gostoso. Aos poucos os pedidos foram crescendo até que decidi me especializar”. O então chef Gil iniciou o curso no Centro Europeu e trabalha desde então em eventos com a especialidade em frutos do mar. “Além de dar um bom retorno financeiro, acabou se tornando um hobby para mim. Meu carro chefe são as ostras gratinadas e uma

Gilberto dos Santos e sua especialidade culinária

em especial que gosto de fazer com vodka e alguns outros segredos que o chef não pode revelar”, brinca. As receitas com o uso de ostras foram criadas por ele mesmo e as mais pedidas são a com o molho do chef e de espinafre com molho branco. O sonho de Gilberto é ir para o Chile conhecer a culinária local voltada para os frutos do mar.

Divirta-se Filmes para se divertir e refletir Filmes são sempre uma maneira descontraída de levar a reflexão sobre temas importantes do nosso dia a dia. No último Dia da Pipoca, desenvolvido pelo RH com um grupo de colaboradores, foram apresentadas duas obras que retratam o trabalho em equipe e a discriminação. A Onda (2009) é um filme alemão dirigido por Dennis Gansel que mostra a história de uma escola na Alemanha onde os alunos precisam escolher entre duas disciplinas eletivas, uma que trata sobre anarquia e outra sobre autocracia. O professor Rainer Wenger dá aulas sobre anarquia contra sua vontade, quando decide exemplificar aos estudantes como formar um governo fascista em sala de aula. Os alunos dão o nome de “A Onda” ao movimento que foge dos controles do professor. Em Gattaca (1997) é mostrado um futuro no qual os seres humanos são criados geneticamente em laboratório e as pessoas concebidas geneticamente são consideradas “inválidas”. Vincent Freeman, concebido de forma natural consegue um lugar de destaque na corporação em que trabalha escondendo sua verdadeira origem. Mas um misterioso assassinato pode colocar a verdade à tona.



CSI Informa 7