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na redução dos custos florestais, eliminando problemas decorrentes da irrigação”, explica.

IRRIGAÇÃO

Operando em áreas com necessidade de irrigação, Rodrigo Zagonel, gerente de silvicultura e viveiro na Fibria ES/BA, explica que os maiores gargalos do molhamento são referentes à captação e reposição dos equipamentos. “Planejar bem esta atividade poderá gerar ganhos operacionais significativos. Variáveis importantes incluem: identificação dos locais de captação; potência das bombas de captação e transferência da água entre pipas; plano de abastecimento dos equipamentos; micro planejamento operacional; e mapas de risco de molhamento”, detalha. Em determinadas situações, é vantajoso para as empresas de base florestal empregar serviços terceirizados para a operação de irrigação. A JFI Silvicultura é uma dessas prestadoras de serviço, com trabalhos extensos realizados no MS. De acordo com Eduardo Perina, gerente operacional na JFI, a média anual no estado gira em torno de 2,6 irrigações, atingindo picos de quatro irrigações de agosto a novembro, época em que os gargalos da irrigação em grande escala se tornam mais evidentes na região.

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B. FOREST

B. Forest | Edição 35  

B.Forest - A revista eletrônica do setor florestal | Edição 35 | ano 04 | Agosto 2017

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