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DOIS

Revistas malaparadois

Dicas de Viagens & Lifestyle em um único site! www.malaparadois.com

Edição Nº 21 - Dezembro 2015 | Ano II

ESTÁ NA MODA, O

PORTO

SINÔNIMO DE BOA COMIDA, GENTE SIMPÁTICA E UMA BELEZA INCOMPARÁVEL. POR VERA RIBEIRO ESTRADA FORA

Lifestyle Daqui pra lá... De lá pra cá.

O Parque da Cidade

Os Edifícios: A Jóia da Coroa

Por que ir?

O que ver na cidade do Porto

Pelo mundo

O ícone: Café Majestic


Quem Somos? Edi Marques, Administrador especializado em Gestão Pública e Flávia Ghelli, Advogada especializada em Direito Tributário. Somos aventureiros, desbravadores, curiosos, apaixonados pela emoção de viajar! Adoramos cultura, histórias e conhecer locais e povos diferentes. Casados desde 2006, mas amigos desde 1996, somos dois brasileiros que amam viajar. Sempre que conseguimos escapar do trabalho arrumamos um jeito de fazer as malas e embarcar em uma nova aventura pelo mundo.

Staff: Editor Chefe - Edi Marques Redatora - Flávia Ghelli Colunista - Celso Rossi, Amanda Fontenele e Ana Patrícia Expediente: Diagramação - ESM Produções Para anunciar: Arte Final - MG www.malaparadois.com +55 21 998271073 - malaparadois@gmail.com Tiragem: Livre para download

Administradores dos canais malaparadois, que envolvem várias redes sociais e mídias digitais resolvemos em 2013 lançar o website malaparadois, onde começamos a contar nossas histórias de viagens e dar dicas com um único propósito: Divulgar a emoção de viajar! Hoje o malaparadois.com possui mais de 8000 fotos, dicas de mais de 60 cidades, especiais, várias revistas sobre o tema, um blog e conta ainda com apoio e colaboração de vários blogueiros e do Chef Celso Rossi na Seção Gastronomia. Todas as informações no malaparadois são gratuitas, pois acreditamos que a emoção de viajar deve ser compartilhada sempre. Pois... "Às vezes o que falta para alguém viajar é uma boa dica e uma boa história"


DOIS


Nesta Edição

DOIS

ESTÁ NA MODA, O

PORTO

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16

18

O Porto

Travel Tips

Tour

Programe-se

A Invicta anda nas bocas do mundo, por Vera Ribeiro.

O Douro... Um verdadeiro cartão postal.

Como chegar e circular na cidade

A Sé Catedral.

Colunistas 36 A Grécia do seu jeito Amanda Fontenele Nos rastros de Zeus O deus dos deuses!

40 De carro pela Itália

Ana Patricia Itinerário de sete dias de carro na região de Apúlia - “a chamada Califórnia do Sul”

46 Gastronomia

Chef Celso Rossi Francesinha a moda do Porto.


Ao leitor No Porto e Norte nasceu Portugal e a rica herança cultural da região não deixam ignoradas tão nobres e antigas origens. É conhecido pelo vinho que de lá parte para todo o mundo, mas também pela Escola de Arquitetura, onde saíram os nomes de Álvaro Siza Vieira e Souto de Moura, ambos Prêmios Pritzker. E ainda por um patrimônio que sabe combinar a antiguidade de igrejas e monumentos, como a Sé ou a Igreja de S. Francisco, com a contemporaneidade de edifícios marcantes como a Casa da Música, o Museu de Serralves e outros. O Rio Douro atravessa a região. Entra em Portugal apertado entre as ravinas e montanhas do interior para percorrer toda a paisagem do Patrimônio Mundial onde se cultivam os vinhos do Porto e do Douro. Ali se cruzam o vinho que segue até às Caves de Gaia e os cruzeiros que visitam a região. E por falar em Gaia... É bem pertinho do Porto, basta atravessar a ponte Luis I. Vera Ribeiro, administradora do Blog Estrada Fora traz essa maravilha do norte português: O Porto! Ainda nesta edição passaremos pelas lendas da Grécia, uma estória de Amanda Fontenele; Ana Patrícia traz um itinerário de sete dias de carro na região de Apúlia - “a chamada Califórnia do Sul” e o Chef Celso Rossi apresenta a Francesinha, uma tradição da Invicta! Aproveitem a leitura!!! Flávia Ghelli - CEO malaparadois

DOIS


O PORTO


DOIS

Está na moda, o Porto. Moram no meu coração, a cidade e as gentes. Que me recebem de braços abertos, todos os meses. A mim e às centenas de turistas, que calcorreiam, diariamente, as ruas do Centro Históricos e da Ribeira, classificadas como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1996. Que há muito para ver e fotografar, para que a memória não se apague. As ruas. O casario. Os monumentos. O rio. O Douro. Que corre, tranquilamente, ao encontro do Oceano Atlântico. Por Vera Ribeiro, Jornalista & CEO Estrada Fora (www.nmeumundo.blogspot.com)


É comum o vagar do rio aos rabelos. Balançam ao sabor da corrente, junto às margens. Des tuídos do seu papel principal, o transporte do vinho, resta-lhes subir e descer o rio carregados de turistas. E, carregados saem também os cruzeiros do Cais de Gaia em direção ao Alto Douro Vinhateiro, considerado Património da Humanidade, desde 2001. Que lhe hei-de mostrar, atempadamente.


DOIS Voltemos à Ribeira. Que postal da cidade se fez. O bairro e a ponte D. Luís I, obra de Gustavo Eiffel. Há estórias de amor na ponte sabiam? São às centenas os cadeados. As chaves, guarda-as o rio. E, há também meninos. Os meninos do rio. É assim que lhes ouço chamar. A razão é simples. Trágica, por vezes. Os meninos a raram-se à água a par r do tabuleiro inferior da ponte, para júbilo dos estrangeiros. É da Ribeira que par mos à descoberta da Invicta. Invicta?, pergunta, o caríssimo leitor. É histórica a explicação. Remonta ao século XIX, o episódio que deu origem ao cognome “mui nobre e leal cidade Invicta”. São palavras de D. Pedro. Proferiu-as por ocasião do levantamento do cerco à cidade pelos absolu stas, liderados por D. Miguel, durante a revolução liberal que opôs absolu stas e liberais. Em troca da lealdade ofereceu D. Pedro o coração à cidade.


Partamos! Que se faz tarde. E são muitas as histórias que a cidade tem para contar, caso optemos por seguir em direção ao centro histórico. Podem contar-se os passos da Praça da Ribeira à Casa do Infante D. Henrique. O homem que deu a conhecer novos mundos ao mundo. O comandante da armada que par u à conquista de Ceuta. E da grande epopeia lusitana, os descobrimentos. Por tais feitos lhe prestou a cidade homenagem. E construída foi uma grande praça. A Praça Infante D. Henrique. E uma grande estátua, no centro da praça. É dali que o Infante que indica o caminho. E, na Praça, ainda, emoldurando-a encontramos o Palácio da Bolsa, sede a Associação Comercial do Porto. O edi cio, ao es lo neoclássico, remonta a 1842, as atenções rouba-as o salão árabe. E o Mercado Ferreira Borges, recentemente transformado num elegante bar com música ao vivo. Mas, caminhemos que daqui ao coração da baixa portuense há muitos mais mo vos de interesse. A começar pela Rua das Flores, uma das mais movimentadas da cidade. Vou explicar-lhe porquê, daqui a pouco. A rua leva-nos à Estação de São Bento. Já ouviu, o caríssimo leitor, falar da Estação de São Bento? E do seus painéis de azulejos? Já lhe mostro!


DOIS Da Estação de São Bento avisto Sé Catedral do Porto. Empresta o nome ao bairro, que se estende aos seus pés. Mais um dos bairros picos da cidade. E por falar em bairros picos, lembraram-me as Fontainhas. E o São João, a grande festa da cidade, que se realiza, anualmente, a 23 de Junho. Chegámos ao coração da cidade! Estamos a escassos metros da histórica Avenida dos Aliados e da Rua mais comercial do Porto, Santa Catarina. Caro leitor, confesso-me confusa. Sem saber por onde começar. Recomendo-lhe, seriamente, uma visita. Na Avenida, que é feita de História e pormenores, as fachadas pedem atenção. A começar pelo Palácio da Cardosas, recuperado e transformado num luxuoso hotel, onde pode pernoitar, se assim o entender. No rés-do-chão do hotel encontra algumas lojas de marcas conceituadas e um restaurante, elegante. Nas traseiras uma praça, a Praça das Cardosas, onde se realiza, ocasionalmente, um Urban Market. Assenta bem à Avenida o provérbio “todos os caminhos vão dar a Roma”. Que é aqui que se chega. E daqui


que se parte. Subimos a Santa Catarina, fazemos umas compras e tomamos um café no Majes c ou subimos aos Clérigos. E nos Clérigos há tanto para fazer, entre pe scar passear, ou visitar alguns monumentos, como a Torre dos Clérigos, obra de Nicolau Nasoni. A zona dos Clérigos ou Galerias é uma zona de diversão noturna, com bares modernos e sofis cados e comércio de luxo. É aqui que encontra aquela que foi considerada umas das mais belas livrarias do mundo, a Livraria Lello & Irmão. E é daqui que parte à descoberta da Rota do Român co. Os Jardins do Palácio de Cristal, são o ex-libris da rota. E, por falar jardins não me podem esquecer Serralves, tranquilo. O Botânico, inspirador. E o Parque da Cidade, perfeito para passeios pedestres. Passeios que podem muito bem terminar na Foz. No Edi cio Transparente, mesmo em frente ao mar.


DOIS Ah, o Porto. O meu Porto é lindo de morrer. Nos úl mos anos a cidade tem arrecadado prémios e dis nções a nível internacional. Foi Capital da Cultura em 2001 e eleita como melhor des no europeu em 2013 e 2104. Mo vos não faltam, e ainda há tanto para contar e mostrar. Que o Porto não é feito só de História. Prova-o a casa da Música, belíssimo exemplar da arquitetura moderna que pode apreciar na Avenida da Boavista. E da Boavista siga em direção à rotunda do Castelo do Queijo. Estacione o carro, se for o caso. Entre no Sea Life, se ver crianças. E depois decida, siga na direção de Matosinhos ou da Foz do Douro. Vá por mim, faça os dois sen dos, a pé. São perto de quatro, os quilómetros que ligam a Cantareira a Matosinhos. A Cantareira é uma das zonas mais caras da cidade. É aqui que vive a famosa jornalista espanhola, Sara Carbonero. E digo-lhe mais se entrar no Chalé Suiço, no Jardim do Passeio Alegre ou na Mercearia do Miguel, na Foz Velha é bem provável que se cruzem. Sente-se confuso, amigo leitor? Falo-lhe de um passeio à beira-mar, com dois sen dos.


Travel Tips Post Card

O DOURO

Um verdadeiro cart達o postal da Cidade do Porto!


DOIS


Tour

Como chegar e circular na cidade A cidade do Porto localiza-se na região Norte de Portugal. É servida pelo Aeroporto Francisco Sá Carneiro, que fica a cerca de 20 km do centro da cidade. Pelo novíssimo Terminal de Cruzeiros de Leixões. E ainda por duas estações de caminho-de-ferro: Campanhã e São Bento. A Estação de Campanhã liga a Invicta ao resto do país através do Alfa Pendular e do Intercidades, comboios de alta velocidade, que circulam de hora a hora. A Estação de São Bento, localizada no centro da cidade, serve percursos regionais e urbanos. Estão asseguradas ligações frequentes entre as duas estações. A cidade é ainda servida por uma excelente rede de transportes públicos: autocarros e metro. A linha do metro é extensa e altamente eficaz, servindo inclusive o Aeroporto, Matosinhos, Gaia, Vila do Conde, Gondomar e a Póvoa de Varzim. Existem ainda autocarros panorâmicos. Elétricos. Tuk-Tuks. Segway. Bicicletas. E Barcos Rabelos, ao serviço do turismo.


DOIS


Programe-se


DOIS

SÉ CATEDRAL DO PORTO

A Sé, berço da cidade, é um dos monumentos mais an gos do país e ponto de passagem obrigatória para quem visita a cidade. A construção, de es lo românico-gó co remonta aos séculos XII e XIII. Sofreu algumas alterações e influências barrocas, nos séculos XVII e XVIII, mas ainda conserva os traços de uma igreja fortaleza com ameias. Está localizada no ponto mais alto do Morro da Sé, donde o bairro, ao qual empresta o nome, se estende até à zona ribeirinha. Do Terreiro avista-se toda a zona histórica. O rio. E as caves do vinho do Porto, em Gaia.


Lifestyle PARQUE DA CIDADE

É o maior parque urbano, em Portugal. Foi inaugurado em 1993 e é obra do arquiteto paisagista Sidónio Pardal. Fica entre a Avenida da Boavista e a Circunvalação. A frente marí ma, na Foz, inaugurada em 2002, é umas das entradas principais do Parque. No Parque existem 4 grandes lagos. Podem observar-se espécies como a Garça-Real, o Pato-Real, o Galeirão-Comum, a Galinha-De Agua e a GarçaBoleira Caminhar. Correr. Andar de bicicleta. Jogar à bola. Passear. Ler. Piquenicar. Brincar, aqui tudo é possível. Existem mais de 10 km de trilhos. Campos de futebol. Muita, muita relva para os mais pequenos brincarem à vontade. E para estender as toalhas. O parque da cidade é uma excelente opção para programas familiares. A merenda não é obrigatória. Há onde comer no Parque e na saída da Foz. E há também onde ir e o que ver ali à volta.


DOIS


Pelo mundo CAFÉ MAJESTIC

“O mais deslumbrante café da nação e um dos mais bonitos do mundo”, as palavras não são minhas mas considero-as ajustadíssimas à descrição do Majes c. O café, da autoria do arquiteto João Queiroz, é luxuoso, in mista e histórico. “Conta a História da cidade; do Porto dos anos vinte, das tertúlias polí cas e do debate de ideias. O Porto da "Bélle Époque", dos escritores e dos ar stas. Situado na rua de Santa Catarina, avenida pedonal de comércio e passeio da sociedade de então e de agora, ilumina o passeio com a sua decoração Arte Nova. Lá dentro, inala-se o perfume dos bancos aveludados e das madeiras envernizadas, confundindo-se os cinco sen dos nos tetos de gesso decorado e abundante espelharia em cristal flamengo. Mármore e metal ligam-se com requinte inigualável. Nas traseiras a natureza espreita através do jardim de Inverno, que liga a rua de Santa Catarina à rua de Passos Manuel. Que tal começar dia, com um delicioso pequeno-almoço à Majes c imbuído de História? Ou terminar a tarde à volta de uma chávena de chá, às cinco como manda a tradição inglesa? Nota: Normalmente há fila de espera, atente nos horários.


DOIS


Daqui pra lá...

OS EDÍFICIOS

A parte o notável conjunto arquitetónico da Avenida dos Aliados, em granito, e os monumentos de que lhe falei, anteriormente, amigo leitor, é impera vo que visite:

Joia da Coroa

Flores à varanda. Que é de ferro forjado, verde. Man veram a fachada do edi cio. Que foi casa de uma das maiores ourivesarias da Península Ibérica. A Aliança. E que é, hoje, Monumento Nacional. O letreiro con nua lá, por cima da porta blindada, para que a memória não se apague. E não apaga. Prolonga-se no interior do edi cio, transformado em Galerias. Entremos! Abrem-se as portas. Abriu-as o porteiro. Engalanado. São poucos os que se encontram por aí trajando tal elegância. Nas roupas. E nos modos. Rasga um sorriso. E oferece-nos uma mesa no salão de chá, que ocupa o rés-do-chão. O Nunca é Tarde. Recusámos. Temos encontro marcado na Joia de Coroa Excellence, no primeiro andar, com a proprietária do Joia da Coroa, Jeannine Monteiro. Ofereceu-nos um chá acompanhado de scones. E da história do edi cio. Que começa no serviço de louça que traz à mesa. Restaurou-o peça a peça; tal como restaurou os tetos, onde foram colocadas folhas de ouro, uma a uma, emoldurando o branco e o rosa suave ; tal como restaurou o mobiliário ao es lo Belle Époque. É feita de pormenores. E de História, a casa. Que já foi do ouro. Abriram-nos as portas do tempo. Sem aviso prévio. A Mezzanine debruça-se sobre o rés-do-chão, a par r da varanda. Que é de oiro, também. Emolduram-na as vitrinas, que pertenciam à


De lá pra cá.

DOIS an ga joalharia. Cumprem o seu papel original, algumas, ainda. O acesso faz-se através de um elevador de portas de correr, também ele herança da Aliança, ou de uma escada de madeira. E estendida está a passadeira vermelha. Nos restantes andares há Bou ques de moda. Tem ares de Paris, o edi cio. Que fica n Rua das Flores. Inspiraram-no as Galerias La Faye e.


Por que ir? O QUE VISITAR NA CIDADE DO PORTO TORRE DOS CLÉRIGOS

A Torre Sineira e a sua igreja foram construídas entre 1754 e 1763, pelo famoso arquiteto Nicolau Nasoni. Com 75 metros de altura foi, durante muitos anos, o edi cio mais alto de Portugal. Classificada desde 1910 como monumento nacional, é um dos ex-libris da cidade. E um dos melhores miradouros, se ver fôlego para subir os 240 degraus que conduzem á varanda que se debruça sobre a cidade. IGREJA DE SÃO FRANCISCO Localizada na zona ribeirinha, a escassos metros da Alfândega, a Igreja de São Francisco data do século XIV. É um belíssimo exemplar de arquitetura religiosa ao es lo gó co e barroco, ricamente decorada com talha dourada.

PALÁCIO DA BOLSA Construído no século XIX, o edi cio ao es lo neoclássico, que alberga a Sede da Associação Comercial do Porto, é um dos monumentos mais visitado da cidade. No seu interior, além do Pá o das Nações e do Salão Árabe sobressaem o mobiliário, os estuques decora vos, o detalhe dos soalhos marchetados e embu dos, os brasões e representações heráldicas, as esculturas, as telas e os frescos dos grandes mestres portugueses. Recomendo, vivamente.


DOIS IGREJA DA LAPA É Órgão de Tubos, peça adquirida em 1995, e a Capela-mor onde está guardado a cinco chaves o coração de D. Pedro que nos roubam atenção. A História da Igreja escreve-se ao longo dos séculos. O templo foi construído em homenagem a Nossa Senhora da Lapa. CADEIA DA RELAÇÃO Foi aqui que esteve encarcerado Camilo Castelo Branco, autor de o Amor de Perdição. Remonta a 1755. O edifico albergava o Tribunal da Relação e o estabelecimento prisional. Actualmente, encontram-se aqui as instalações do Centro Português de Fotografia.

ESTAÇÃO DE SÃO BENTO

A Estação de São Bento, localizada no coração da zona histórica do Porto, foi construída no início do século XX, no preciso local onde exis u o Convento de S. Bento de Avé-Maria. O edifico, imponente, inspirado no es lo arquitetónico parisiense, do século XIX, com o seu telhado de mansarda, estrutura de ferro fundido e frontaria de pedra, projetado pelo arquiteto Marques da Silva, foi considerado um dos mais belos do mundo, pela edição online da Travel Leisures.

TERMINAL DE CRUZEIROS DE LEIXÕES Entre o céu e o mar, a rosa branca, como lhe chamam por aqui. É o novíssimo Terminal de Cruzeiros de Leixões, desenhado pelo arquiteto Luís Pedro Silva, e abre oficialmente ao público em 2016. Mas, já há Cruzeiros de grandes dimensões a fazer escala no Terminal. O Terminal está reves do por um milhão de azulejos de cerâmica, brancos, que refletem várias cores consoante a posição de incidência do Sol ao longo do dia e do ano. O acesso aos pisos superiores, onde estão instalados o Parque de Ciência e Tecnologia do Mar da Universidade do Porto e a plataforma de embarque e desembarque, faz-se através de uma longa varanda sobre o mar. A cobertura transparente reflete o azul céu directamente no "pedaço de mar" que há no rés-do-chão. A plataforma de embarque e desembarque tem duas frentes, uma para o oceano e outra para o Porto de Leixões. Foram inves dos 50 milhões de euros, e esta é uma das mais luxuosas portas de entrada para a cidade do Porto.


IGREJA DO CARMO E IGREJA DAS CARMELITAS Ficam na zona dos Clérigos, em frente à Universidade do Porto na Praça dos Leões. Remontam aos séculos XVI e XVII. Nas construções, adjacentes, ao es lo barroco e rococó destaca-se a talha dourada que reveste as capelas laterais e o altar- mor. São consideradas Monumento Nacional desde Maio de 2013. IGREJA DE SANTA CLARA O edi cio de origem gó ca data do século XV, fazia parte do an go Mosteiro de Santa Clara. O seu interior, ao es lo Barroco Joanino, é um dos mais belos exemplares da arte da talha dourado do barroco joanino. MURALHA FERNANDINA Cresceu a par-e-passo com a cidade. Permite uma vista deslumbrante, mas é muitas vezes ofuscada pela ponte D. Luís, que fica ali ao lado. As muralhas foram mandadas construir pelo rei D. Afonso IV, em 1336, uma vez que a an ga cerca medieval se estava a tornar demasiado pequena para as proporções que a cidade tomava. Tinham vários portões e pos gos. O pos go do carvão, na zona da Ribeira, local por onde entrava o combus vel que abastecia a cidade, é um dos úl mos testemunhos. Há museus para todos, na Invicta. MUSEU DA MISERICÓRDIA Propriedade da Santa Casa da Misericórdia, o museu reúne uma vasta coleção de arte sacra, incluindo o famoso Fons Vitae do século XVIII. (Rua das Flores) MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE SERRALVES Projetado por Siza Vieira e emoldurado pelo Parque de Serralves, pertence à Fundação de Serralves. Acolhe exposições temporárias, espetáculos performa vos, dança e música. (Rua D. João de Castro) MUSEU FUTEBOL CLUBE DO PORTO É considerado um dos melhores museus do

mundo, no que respeita à temá ca do futebol. Localizese na casa do Dragão, conta a História do clube e reúne todos os troféus conquistados pelo FCP. (Estádio do Dragão) WORLD OF DISCOVERIES Pedagógico. Intera vo. E diver do. Pensado para as famílias. Abriu ao público em 2014. Fica no Porto, na zona ribeirinha, mesmo em frente à Alfândega. Ocupa uma área de cinco mil metros quadrados, onde outrora foram construídas três das naus da armada de Vasco da Gama. É um local com História, por herança. E é a História de Portugal que tem para contar, o museu. A História da Epopeia Lusitana: os Descobrimentos. Sejam bem-vindos ao The World of Discoveries. E à aventura que mudou o mundo. A viagem faz-se em uma hora, e começa pela mão do Infante, obviamente.


DOIS AS RUAS Passear pelas ruas é descobrir a cidade e a sua História, gravada na calçada portuguesa calcorreada, diariamente, por milhares de turistas. O centro histórico é cons tuído por um emaranhado de ruelas estreitas emolduradas pelo casario pico dos bairros portuenses. E que ora desembocam em Santa Catarina, a rua mais comercial da Invicta, ou na Avenida dos Aliados, a principal artéria da baixa portuense, conhecida pelo seu notável conjunto arquitetónico, ora nos conduzem ao rio. Há lojas de recordações giríssimas. Casas de tapas & vinhos. Bares de Gin. Casas de chá. Mercearias. Há tudo e mais alguma coisa. A cidade reinventou-se. Os edi cios foram restaurados, mas man veram-se as fachadas originais; o tradicional e o moderno convivem paredes-meias. E entre tantas ruelas há uma que está na moda. É das Flores, a rua. Fazem jus ao nome, as varandas. Ves das a rigor. As lojas. Que das flores o são também. É a Mercearia das Flores. A Retrosaria das Flores. A Chocolataria das Flores. E até o hotel. O Flores Village Hotel & Spa. O trânsito de veículos foi interdito. Os edi cios foram restaurados. E a Rua das Flores, a escassos metros da Estação de São Bento, transformou-se numa das ruas mais movimentadas da baixa portuense. É ponto de passagem obrigatório para quem visita a cidade. E, eu mostro-lhe porquê. O QUE É QUE A RUA TEM? Um hotel de quatro estrelas com vista para o centro histórico da Invicta. À sua disposição quartos duplos e suítes. Um SPA. Piscina e jardim interior. Apresento-lhe o Flores Village Hotel & Spa. Uma obra de Nicolau Nasoni. A Igreja da Misericórdia, que data do século XVIII. Um museu também ele da Misericórdia, propriedade da Santa Casa da Misericórdia do Porto. O museu reúne uma vasta coleção de arte, incluindo o famoso Fons Vitae, do século XVIII. E ainda mais um museu. Que é das Marionetas. Um edi cio belíssimo. Histórico. E requintado. A Ourivesaria Aliança foi transformada em Galeria, mas não perdeu o charme. A fachada é a original. No interior governam os doirados. E os cristais. No rés-do-chão há um salão de chá e no primeiro andar uma mezzanine. No primeiro piso, o Jóia da Coroa, serve em louça de época, e está emoldurado pelas vitrinas da an ga ourivesaria. Nos restantes pisos encontramos Bou ques de Moda. A Mercearia das Flores, onde podemos degustar e comprar produtos regionais e biológicos. Pão. Queijos. Mel. Compotas. Enchidos. Bolachas artesanais. E vinhos, entre muitas outras coisas. E a Porto de Baião. Mais uma loja de produtos tradicionais portugueses. Restaurantes: Com muito bom aspeto. E para todos os gostos. Sugiro o À Parte. Que além de restaurante funciona como bar. A cozinha apresenta-nos sabores mediterrânicos de inspiração oriental. E pode tomar um copo noite dentro. Ou um chá, conforme lhe apetecer. Chocolatarias: A Equador, sobejamente conhecida. E a Chocolataria das Flores. Há chocolates. Brownies. Bolachas. E marmeladas. Para lá da loja, há uma cafetaria. Aproveite! Cai sempre bem uma chávena de chá ou de chocolate quente. Uma fa a de bolo caseiro ou um scone. Uma loja de artesanato português. A Memórias. As peças evocam a cultura portuguesa. Entrar na loja é viajar no tempo. E uma retrosaria. A Retrosaria das Flores, adivinhava-se. Que também ela permite uma viagem no tempo. Há matérias-primas para costura. Tricot. Tecelagem. Fiação. Workshops. E oficinas. Tem alma a rua. Renovada. E arranjada. Tem alma o comércio. Arrojado. E moderno. Mas, que viagens no tempo permite. Têm alma, as gentes.


LIVRARIA LELLO & IRMÃO É considerada uma das mais belas livrarias do mundo. Inspirou a imaginária livraria Hogwarts, da saga Harry Po er. É sabido que autora, que viveu no Porto algum tempo, visitava frequentemente a Lello. E recebe milhares de turistas, anualmente. Que entram e saem de máquinas me punho, seduzidos pelo edi cio. A fachada em Arte Nova com apontamentos neogó cos não passa despercebida, ali ao lado do Passeio dos Clérigos, na Rua das Carmelitas. No seu interior a escadaria vermelha em espiral e os vitrais roubavam tantas vezes a atenção aos cerca de 120 mil livros que, atualmente, as entradas são pagas. (o valor é dedu vel na compra de um livro). CASA DA MÚSICA É a principal sala de concertos da cidade e o seu principal obje vo é a divulgação musical. Foi projetada por ocasião do Porto Capital Europeia da Cultura, pela mão do arquiteto holandês, Rem Kolhaas. É um ícone da arquitetura contemporânea na cidade.

PARQUE DA FUNDAÇÃO SERRALVES

Uma casa. Cor-de-rosa. Um belíssimo exemplar da Arte Déco, dos anos 30. Um Museu de Arte Contemporânea, projetado por Siza Vieira. De linhas retas. Longitudinais. Uma casa de chá. Que parece uma casa de bonecas. Jardins. Uma mata. E uma quinta. Apresento-lhe a Fundação Serralves. Apaixonou-me o Parque. É muito verde! Rasgado pelos tons doirados nesta altura do ano, prenúncio da chegada do Outono. Sarapintado, aqui e ali pelo vermelho e amarelo, das úl mas rosas. Parece despojado de vida, o roseiral. Devolver-lhe-á, a Primavera, ainda longínqua. Ali ao lado, na Casa de Chá a azáfama é grande. Domingo é dia de brunch. O tal pequeno-almoço almoçarado que virou moda. Combina doces, salgados e nesta casa, chá, obviamente. A carta é variadíssima. Reflete a paixão da proprietária pela bebida de origem Chinesa. E serve-se com pompa e circunstância às 16 horas. Há quem prefira piquenicar. As famílias, principalmente. Que o Parque é delas. E tem espaços muito agradáveis para estender a toalha e para as crianças brincarem à vontade. O Parque é um enorme manto verde, que se estende por 18 hectares, com cerca de 200 espécies autóctones e exó cas. Recortam-no as extensas alamedas de árvores de grande porte. Pinheiros. Eucaliptos. Liquidambares. Castanheiros. Faias. Os caminhos de terra ba da. As escadarias, toscas. Que parecem obra da própria natureza. A varanda que se debruça sobre o Bosque do Lago. Român co, secretos são os recantos. Os canteiros das aromá cas. Repletos de cor. As estufas, onde vivem as espécies mais frágeis. E a cerca de madeira que contorna a quinta.


DOIS Mas, desengane-se, o verde estende-se quinta adentro pra camente até aos estábulos. Verdes são os prados onde os bois, os cavalos e os burros pastam. Belíssimo é o jardim. Que parece engalanado a cada visita. Que esta não foi a primeira nem há-de ser a úl ma. Ao Domingo de manhã a entrada é gratuita, tanto no Parque como no Museu. JARDIM BOTÂNICO “A verdura das árvores ardia O vermelho das rosas transbordava Alucinado cada ser subia Num tumulto em que tudo germinava.” Sophia de Mello Breyner Andersen Conhecerá, o amigo leitor, Sophia? A poe sa e autora da Fada Oriana, do Rapaz de Bronze, da Menina do Mar e de tantos outros contos infan s. A que propósito vem a pergunta, não é descabida descanse. O Jardim Botânico do Porto, an ga propriedade da família Andersen, inspirou muitas das obras da escritora. E, não é di cil perceber porquê. ROTA DO ROMÂNTICO: OS JARDINS DO PALÁCIO DE CRISTAL SÃO O EX-LIBRIS, ENTRE! Integrada na rota do român co, a Rua de Entre Quintas fica nas traseiras do Palácio de Cristal, que lhe empresta todo aquele verde. Todo aquele ambiente bucólico que se prolonga na an ga Quinta da Macieirinha, si ada na referida rua. A casa de campo que remonta a finais do século XVIII foi adquirida pela autarquia e conver da no Museu Român co do Porto. No seu interior foi recriado o ambiente de uma casa da alta burguesia tripeira de oitocentos e preservada a memória de Carlos Alberto de Sabóia, rei da Sardenha. Figura român ca que a Invicta recebeu com o coração e que acabou por falecer nesta casa. A História da rua não se resume à casa de campo e ao seu famoso inquilino. O nome deve-o à localização. A rua fica entre a Quinta da Macieirinha e a Quinta do Meio ou Casa Tait onde se completa a rota do român co. A casa pertenceu a William Tait, negociante de vinho do Porto e estudioso de fauna e flora. Ainda conserva traços ingleses no que toca aos espaços interiores e às espécies que encontramos nos jardins. Há rosas de toda a espécie. Majestosas coleções de rosas. Camélias e um liriodendrum tulipifera.


JARDIM DO PASSEIO ALEGRE Lembro-me da tarde em que fomos ao Jardim do Passeio Alegre, pela primeira vez. Era uma das úl mas de Agosto. O vento dera tréguas, o que é pouco comum à beira-mar, mesmo em dias de calor. Que do Jardim já se avista o mar. E já se sente a brisa, tantas vezes agreste. O Jardim do Passeio Alegre, na Foz do Douro, data do século XIX. Não há margem para equívocos quanto à "porta de entrada", os dois obeliscos, obra de Nicolau Nasoni, rasgam a alameda que recorta o jardim, lugar tranquilo por natureza. Fomos passear, é coisa que nos apraz. Mas, havia gente à conversa. Gente a namorar o rio. E o mar. Crianças brincando. Que no jardim há um minigolfe. E uma grande azáfama à volta do Chalé Suísso, construção octogonal, de traçado român co [século XVIII], transformada em casa de chá e ponto de encontro das gentes endinheiradas da Foz. Deixámos o chá, para outro dia. Impunha-se o passeio, demorado, como devem ser os passeios. Que, pormenores, há-os em toda a parte. Escapam aos mais distraídos, tantas vezes. Mas, não aos que o vagar oferecem à descoberta. O Jardim não é exceção; conserva no seu inteiro elementos arquitetónicos e naturais ricos o suficiente para nos demorarem, como o Coreto, o Chafariz e a Fonte.

AVENIDA BRASIL & FOZ É um passeio à beira-mar plantado. Emoldurado pelo verde do arvoredo e pelo azul do mar, em dias tranquilos. Que pede caminhadas ao fim da tarde; umas tapas noite dentro numa das muitas esplanadas. E que esconde uma das maravilhas da Foz do Douro, o Bar da Praia da Luz. O trilho é curto. E român co por natureza. A luz fosca. Há uma mesa de madeira. Um candeeiro e duas cadeiras. Apenas duas, propositadamente. À volta árvores frondosas, de grande porte. E para completar o terraço superior está fechado. Mas dali não se vê o mar. É preciso descer a escadaria e escolher uma das muitas espreguiçadeiras de lona branca, que se debruçam sobre as águas. Não há recantos secretos. A esplanada é ampla e estende-se areal adentro. Mas o ambiente con nua in mista. Aconchegado pelo chocolate quente, que repousa sobre a mesa. As praias são rochosas- Há quem estenda a toalha entre os pedregulhos. Mas não há necessidade, tanto em Leça da Palmeira como em Gaia encontra extensos areais bordejados por excelentes bares de praia desde o luxuoso L' Kodac ao rús co Bar da Praia Azul, que tem as melhores sandes de presunto da cidade.


DOIS BIRD WATCHING A Reserva Natural Local do Estuário do Douro, área protegida desde 2007. Estende-se da Baía de São Paio até à Praia do Cabedelo, em Gaia. São 20 hectares de área preservada, na margem sul do rio Douro, a escassos quilómetros da Afurada, em Gaia. Garça-real. Garça branca portuguesa. Gaivota-d'asa-escura- Gaivota-argêntea. Maçarico-das-rochas. Guincho-comum. Corvo-marinho-de-faces-brancas. Rolado-mar. Guarda-rios. Pilrito-das-praias. Maçarico-de-bico-direito são algumas das espécies que podem ser observadas. A Baía de São Paio é um local privilegiado para o bird watching. No primeiro domingo de cada mês, durante a manhã, há técnicos a fazerem observação de aves selvagens. Pode-se juntar-se ao grupo. Ver e fotografar. É proibido circular fora dos passadiços e/ou perturbar a fauna local. Os passadiços dão acesso aos observatórios. Os observatórios possuem janelinhas indiscretas. Não perturbe e mantenha-se atento há muito que ver aqui. Podem ser observadas espécies migratórias e limícolas. A melhor época para o bird watching compreende os meses entre Setembro e Maio.

CAVES DO VINHO DO PORTO

O vinho é a imagem de marca da cidade além-fronteiras. As quintas ficam o Douro e os armazéns dos grandes produtores no centro histórico de Gaia, do outro lado do rio. E dizem que é dali que se tem a melhor vista sobre a Invicta. Amigo leitor, não me atrevo a recomendar-lhe apenas uma das Caves do Vinho do Porto. E, explico-lhe porquê; cada edi cio representa uma marca de vinhos, logo há diferenças no produto. Cada marca tem uma História e um ambiente próprios. As caves Burmester, debruçadas sobre o Douro, são as únicas que se encontram localizadas na zona classificada como Património da UNESCO.


ONDE DORMIR

A cidade do Porto está dotada de excelentes infraestruturas hoteleiras. A procura aumenta exponencialmente por ocasião do Réveillon e dos festejos de São João, uma das maiores festas populares a nível nacional. O Réveillon celebra-se na mí ca Avenida dos Aliados. INTERCONTINENTAL PALÁCIO DAS CARDOSAS Fica na Avenida dos Aliados num edi cio, totalmente remodelado, que data do século XVIII. No rés-do-chão há lojas de marcas luxuosas e um restaurante o Astória. FLORES VILLAGE HOTEL E SPA Situado no centro da cidade, num edi cio do seculo XVIII totalmente reabilitado, este hotel de 4 estrelas dispõe de quartos e apartamentos sendo uma excelente solução para quem visita a cidade. E ainda de um jardim interior de um SPA e de uma piscina. PREMIUM PORTO DOWNTOWN Localizado no centro histórico da cidade este moderno hotel de 4 estrelas, dispõe de terraço para banhos de sol e vista panorâmica sobre a cidade. HF IPANEMA PARK Hotel de 5 estrelas, localizado na zona da Boavista, apresenta piscina exterior e um bar no úl mo piso com vista para o Porto e para o Douro. HOTEL DA CARRIS PORTO RIBEIRA Localizado na Ribeira do Porto num edi cio histórico remodelado com vista para o Douro, este hotel de 4 estrelas é uma excelente opção devido a sua localização.


DOIS

MatĂŠria: Vera Ribeiro, Jornalista & CEO Estrada Fora www.nmeumundo.blogspot.com Fotos: Telmo Oliveira


A Grécia do seu jeito

Nos rastros de J

á pensou em car no lugar

em que, conforme a mitologia, foi a origem de Zeus, o deus dos deuses? Ou mesmo encontrar neve na maior ilha grega? Tudo isso acontece no planalto de Lasíthi, conhecido pelos pitorescos moinhos de vento, que lhe deram destaque como um dos primeiros parques eólicos da Europa e que, continua despertando o interesse de gregos, turistas e arqueólogos. Distante cerca de 55 km a sudeste de Heraklion, com altitude entre 850 e 1.000 metros, admirar a paisagem do planalto de Lasíthi nos faz esquecer por alguns instantes que estamos cercados pelo mar de Creta, principalmente se o passeio for durante o inverno, quando o cenário ca coberto de neve. Programação típica que os gregos fazem por um dia.

Zeus


C

DOIS

onsiderada uma das zonas

mais férteis da ilha, a economia é baseada na agricultura, no artesanato e no turismo, recebendo milhares de visitantes durante todo o ano, principalmente nos meses de Abril até Setembro, época adequada para conhecer a Dikteon Andron ou Caverna de Psychro, que segundo a mitologia grega foi lá que Rhea se escondeu da fúria de Saturno e gerou Zeus. Com importância internacional, várias escavações internas foram realizadas por arqueólogos gregos e estrangeiros, que obtiveram como resultado: objetos dos Períodos Neolítico, Minoico, Arcaico, Clássico e Helenístico. Demonstrações do uso contínuo por seres humanos, principalmente para ns religiosos. Dikteon Andron tem impressionantes formações de estalactites e estalagmites, além ser um verdadeiro deleite para a imaginação de quem aprecia mitos. A caverna ca acima da aldeia de Psychro, em uma altitude aproximada de 1.025 metros. Há duas formas de acesso: através da intensa subida a pé, por cerca de 15 minutos, um trajeto cansativo, mas que nos conforta com a esplêndida vista panorâmica. E, outra opção é fazer o percurso amontado em burros ou mulas. Caso queira fazer alguma refeição após o passeio escolha uma das inúmeras tavernas nos vilarejos do planalto. Todas são tradicionais e bem recomendadas, mais uma forma de comprovar o estilo autêntico da culinária cretense. Amanda Fontenele, Administradora do site "A Grécia do seu jeito..." é colunista do malaparadois e trará informações, dicas, fotos e muita história todos os meses sobre este país milenar e maravilhoso que é a Grécia. www.agreciadoseujeito.com


UNIQUE APARTMENTS Short Term Rentals Bem vindos ao Unique Design Apart ments, a melhor forma de se sentir em casa e o ponto de partida ideal para descobrir a apaixonante cidade de Lisboa. www.uniqueapartments.pt

O nosso conjunto de apartamentos está localizado num elegante edifício pombalino no centro Histórico de Lisboa a apenas 100 metros de distância do Terreiro do Paço/Praça do Comercio e com vista para a famosa e visualmente apelativa Rua Augusta, a mais emblemática, cosmopolita e cénica rua da baixa lisboeta. Estes apartamentos foram idealizados de acordo com os princípios do Feng Shui com o objectivo de obter a harmonia dos espaços, proporcionando o máximo bem estar e conforto aos nossos hóspedes. Experiências UNIQUE Sinta a História da cidade de Lisboa, os Unique Design Apartments oferecem uma decoração temática que se encontra associada às ruas da baixa Pombalina e seus respectivos ofícios, assim como um vasto conjunto de comodidades e serviços que tornam os Apartamentos Unique na sua verdadeira casa em Lisboa.

Tlm: +351 934 852 578 info@uniqueapartments.pt Rua de São Julião, nº 116, Lisboa


2º Piso - Decoração Fanqueiros: Apartamento T1 de 70 m2 com um quarto com cama de casal king size, sala de estar com sofá cama de casal e área de refeições, cozinha equipada e casa de banho. Máximo: 4 pessoas Apresenta uma temática ligada aos ateliers de costura e design de moda destacando-se pelas suas cores vibrantes. Existem estilos que precisam de poucas palavras bastando um simples olhar, isto acontece quando os valores urbanos e românticos são sintonizados com a decoração para torna-la apaixonante. Descubra e aproveite pois é amor à primeira vista.

DOIS

3º Piso – Decoração Sapateiros: Apartamento T1 de 70 m2 com um quarto com duas camas individuais, sala de estar com sofá cama de casal e área de refeições cozinha equipada e casa de banho. Máximo: 4 pessoas Apresenta-se com uma temática ligada às oficinas dos sapateiros e às fábricas de produção de calçado. De cores sóbrias e com elementos de design industrial esta proposta estabelece uma linha cronológica entre o design do passado ate á produção mais contemporânea. Viaje nesta proposta

4º Piso – Decoração Correeiros: Apartamento T1 de 70 m2 com varanda em torno de todo o apartamento com um quarto, sala de estar com sofá cama de casal, e área de refeições, cozinha equipada e casa de banho. Máximo: 4 pessoas O seu tema está ligado ao oficio de trabalhar o couro. Esta é uma proposta clássica e requintada conjugando a elegância, sobriedade e conforto da decoração com a deslumbrante visão da luz e envolvente exterior numa simbiose perfeita. Deixe-se seduzir. 5º Piso – Decoração Douradores: Apartamento de aproximadamente 60 m2 em open space com kitchnette, cama de casal king-size, sofá cama individual, área de refeições e casa de banho. Máximo: 3 pessoas Estúdio-penthouse onde o bom gosto clássico divide as luzes da ribalta com o conforto e luxo dos nossos tempos Ideal para casais este é um apartamento onde a fantasia não tem limites e onde Tejo e um bom companheiro penetrando por entre o Arco Triunfal da rua augusta Sinta o Amor no ar e desfrute de momentos de paixão para mais tarde recordar.


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Viajando de carro na Itália

Itinerário de sete dias de carro na região de Apúlia “a chamada Califórnia do Sul” A Apúlia é uma região muito grande, se calcularmos os mais de 400 km de extensão, é natural que o deslocamento seja um pouco longo e explorar a região inteira em uma semana é quase impossível. Por isso é necessário deixar para trás algumas coisas. Este itinerário foi idealizado para um período de viagem de sete dias e, para tornar o percurso mais ágil, o faremos de carro.

Esta viagem nos permite descobrir uma das regiões mais fascinantes, a região dos trulli monumentais, das grutas subterrâneas, dos castelos medievais fredericanos, dos corais mergulhados no mar Adriático e das delicadas praias douradas que desaguam no mar Jônico. Enfim, desvendar desde o exacerbado barroco de Lecce até as simplórias criptas bizantinas. Este itinerário é dedicado a quem não se contenta em uma zona apenas de Apúlia, mas gostaria de um aproveitamento mais global. O tempo mínimo para dedicar a este roteiro, para desfrutar todos os cantos, é de uma semana – suficiente para percorrer os vários destinos que sugerimos, para visitar os monumentos em termos gerais, para apreciar a vista e almoçar nos restaurantes típicos – com o devido respeito que merece a gastronomia apuliense.


DOIS Afinal, o que estamos esperando? Vamos começar com o nosso tour de carro em Apúlia. 1) Primeiro dia - chegada ao aeroporto de Bari, locação do automóvel e visita à cidade de Bari – grutas de Castellana e Alberobello. O nosso itinerário parte de Bari, dentre todos os demais, o mais simples, pois vamos alugar o carro no próprio aeroporto da cidade. No primeiro dia o roteiro prevê um passeio que vai de Bari a Alberobello, por 75 quilômetros, parando em Bari no período da manhã. A cidade de Bari merece uma visita principalmente pelo seu centro histórico que, nos últimos anos, foi revitalizado. Também não dá para deixar de visitar as senhoras que fazem as massas “orecchiette” pelas ruas da cidade, além de admirar a Basílica de São Nicolau e comer uma focaccia sob o castelo. A viagem segue para Alberobello, percorrendo devagarinho a longa avenida da praia e, por volta de meio-dia e meia, é possível fazer um lanchinho nas vielas de Monopoli, debaixo da sombra fresca e azul que vem das antigas casas revestidas de cal. Mais tarde, seguimos para Castellana a tempo de descer até as profundezas das grutas. Para ver o pôr do sol escolhemos Alberobello, pelo mirante de Aia Piccola, chegando a tempo de assistir ao espetáculo do sol que incendeia o céu por de trás das cúpulas cinza dos trulli sobre as colinas de Monti. Depois teremos o jantar e o pernoite.

2) Segundo dia - Alberobello e visita ao Valle dell'Itria. A segunda parada será feita pela manhã, a fim de escapar do calor escaldante da tarde. Iremos percorrer 46 quilômetros a partir de Alberobello e depois retornamos a tempo para o almoço. Será um passeio na região dos trulli, onde veremos desde os trulli branquinhos aos bem coloridos, dos simples aos conjuntos habitacionais. Alberobello é uma verdadeira cidade “cartão postal”, os trulli foram em sua maioria restaurados, suas pedras estão limpas e branquinhas. O caminho a seguir é o que nos leva a Selva di Fasano e depois para Fasano – um lindo terraço em Murgia com vista para o mar Adriático. Logo após, vamos em direção a Locorotondo e Martina Franca, cidadezinha barroca do século XVIII, para então subir novamente a Alberobello através do encantador Valle d'ltria. O Valle d'ltria está localizado no coração de Apúlia, trata-se de um vale fértil que se estende até o norte do município de Bari, entre Brindisi e Taranto (mais precisamente de Putignano a Ostuni). É caracterizado por uma vegetação florida, contém uma grande quantidade de olivais, dos quais se obtém um dos mais prestigiados azeites italianos. Outros atributos do Valle d'Itria são os trulli, as inúmeras e acolhedoras fazendas e os vinhedos de onde conseguimos os vinhos brancos mais renomados.


3) Terceiro dia - partida de Alberobello a Ostuni e Lecce. Agora o trajeto é de 108 quilômetros. Neste terceiro dia partimos de Alberobello, claro, até Ostuni – uma das mais características cidades apulienses, imersa entre a limpeza de suas ruas e suas paredes brancas. Denominada a “cidade branca”, Ostuni é um dos vilarejos mais belos de Apúlia, fica em cima de uma colina com vista para o mar – é mesmo um sonho! Tão linda que se analisássemos bem merecia um pouco mais de tempo. Seria aconselhável deixar o carro na praça central e subir a pé, durante o horário mais fresco da manhã, em direção à parte antiga e mais alta da área residencial, até chegar à Catedral. Ostuni fica a trinta e três quilômetros de Brindisi. De Brindisi a Lecce são apenas 40 quilômetros, quase todos retilíneos, que dá para percorrer em meia hora. Nós faremos uma parada em Lecce, na chamada “Florença do Sul”. Essa cidade incrível e encantadora é um dos lugares para se visitar em Apúlia, pelo menos uma vez na vida. Ostentando vários exemplos de arquitetura e obras de arte do período Barroco, Lecce também pode ser definida por excelência como a “cidade barroca”. Ela possui um centro histórico maravilhoso, inúmeras igrejas e praças como a de Santa Maria della Provvidenza, a admirável Piazzetta dell'Addolorata e a Basilica di Santa Croce. Uma das peculiaridades de Lecce é a sua pedra típica, exatamente: sua pedra, foi utilizada durante os séculos para construir grande parte dos prédios do centro histórico. Além disso, Lecce é destino indiscutível para os amantes da boa comida, saboreando os deliciosos pratos típicos, como o "rustico leccese". Após termos degustado um ótimo jantar, podemos repousar para estar recarregados para a manhã seguinte, e prontos para partir para a quarta etapa do nosso tour.

4) O quarto dia - iremos de Lecce a Santa Maria di Leuca. Iremos atravessar a costa adriática, um longo penhasco com pequenas e agradáveis marinhas. O panorama proporciona uma vista linda para o mar, mas que também pode ser muito estreito e congestionado. Após termos visitado o castelo e a catedral de Otranto, e também de fazer uma pausa em Porto Badisco (onde, segundo a lenda, Eneas teria desembarcado), seguimos por volta do meio dia para a gruta Zinzulusa, um pouco antes de Castro Marina. Otranto, linda cidade na costa adriática de Salento, é conhecida pelo seu antigo e encantador vilarejo. A estrutura urbanística da cidadezinha, na verdade, é original. Trata-se de um intercalado de trilhas, um labirinto de vielas, curvas e ruas sem saída. Na extrema ponta da Itália, surge um santuário no qual, conforme a crença popular, se não vai ainda vivo precisa voltar quando morto, para então merecer o paraíso. É o santuário que recorda a passagem de São Pedro, que teria feito uma parada ali quando vinha da Galileia.


DOIS 6) O sexto dia - visita à cidade de Taranto. Para a sexta fase de nossa viagem sugerimos o interior da cidade de Taranto – seguindo a pé para visitar o Museu Arqueológico (de grande interesse está a ala de joalheria grega) e também um passeio no labirinto de vielas na parte antiga da cidade – desde a via Cariati (característico mercado de crustáceos) até a catedral. No fim de tarde, se quiser, você pode até fazer um passeio de carro beirando o Mar Piccolo (ou senão ir até a ponta de San Vito, ao sul de Taranto) para o espetacular por do sol nas ilhas Cheradi. 7) O sétimo dia - partida de Taranto para retornar a Bari.

5) O quinto dia - partida de Santa Maria di Leuca, Gallipoli, chegada a Taranto. A quinta parte é também a mais longa, pois deveremos percorrer 150 quilômetros. Sairemos de Santa Maria di Leuca até Taranto, onde se prevê uma pausa em Gallipoli (que é imperdível, principalmente a parte antiga da cidade). Gallipoli, adorável cidadezinha do município de Lecce, sempre conquistando turistas e visitantes de qualquer parte do mundo. Não é por acaso que seu nome, de origem grega, significa “cidade bela” e também não por acaso, durante os séculos foi definida como a “pérola do Jônico”. Nas tortuosas vias e labirintos dá para ouvir os sons e as vozes da vida cotidiana – que é bem devagar, se comparada ao ritmo mediterrâneo. Em qualquer canto há algo surpreendente: uma edícula, testemunhos de religiosidade popular, uma porta escondida, uma janelinha inesperada, uma igrejinha... Aqui faremos uma parada maior, não apenas pela beleza, mas também pela qualidade e pelo frescor do peixe que se pode provar. Depois de Gallipoli, iremos percorrer um trecho de costa entre Nardò e Manduria (cidade que por si só já é uma joia, infelizmente esquecida) no Sul da Itália. A seguir retornamos pela costa para os últimos 40 quilômetros, até chegar a Taranto, onde faremos o jantar e depois iremos dormir.

A sétima e última etapa nos leva de Taranto a Bari. São 90 quilômetros de estrada boa, porém de tráfego intenso, pois é por esta rota que circulam os utilitários que ligam as indústrias de Taranto e Bari (e é esta estrada que dá acesso à nova rodovia para Canosa). Portanto, recomendamos muita atenção, principalmente quando passar Massafra. Em Massafra faremos uma pausa para visitar as criptas bizantinas abertas nas laterais da “gravino” durante os séculos X e XVI, e que fazem da cidadezinha a mais importante concentração de cavernas apulienses. Poderíamos também fazer outra parada em Gioia del Colle para visitar o lindo castelo, construído (assim como todos aqueles do sul da Itália) pelo imperador Frederico II. Depois disso, nosso tour acaba e retornamos ao aeroporto. Deixamos o carro na locadora e voltamos à vida de todos os dias, mas sem dúvidas com um novo entusiasmo, com energias positivas e agradáveis recordações.


Conclusão Apúlia, principalmente quando se viaja de carro, pode parecer infinita – afinal é a região mais longa da Itália. Ensolarada e cheia de vida e tradições milenares (mas não apenas), esta é Apúlia. Terra sugestiva, onde a natureza virgem das ilhas Tremite se encontra com a espiritualidade de San Giovanni Rotondo, e o encanto barroco do centro histórico de Lecce intercala com o misterioso símbolo do Castel del Monte. Sem falar dos trulli de Alberobello e a vista do litoral de Salento. Uma viagem em sinergia com a diversão e a cultura, no coração de uma região surpreendente e dinâmica. Qual é a chave do sucesso? Além das longas costas apulienses com suas praias e encostas, a arte urbanística, o acervo arqueológico dos povos que ali habitavam antigamente, a atratividade dos produtos enogastronômicos e o turismo de negócios (devido à Fiera del Levante di Bari e das inúmeras feiras especializadas que ocorrem durante o ano).

Como Chegar De avião Pela sua posição geográfica (na extremidade sudeste da Itália), Apúlia possui várias infraestruturas aeroportuárias que permitem ligação a outros locais, tanto nacionais como internacionais. De maneira especial, nos últimos anos, graças ao aumento do número de turistas na região, foram feitas melhorias nas opções de locomoção para Apúlia. No momento, são três os aeroportos presentes na região que podem ser utilizados para voos diretos, pertencentes à Sociedade de Aeroportos de Apúlia. Os aeroportos estão dispostos de maneira estratégica pelo território e conseguem cobrir de forma significativa todos os municípios apulienses – facilitando, neste sentido, as conexões aéreas tanto pelo turismo comercial quanto para o recreativo. Pelo Aeroporto de Bari, por exemplo, é possível ter acesso a toda zona central da região. Já o Aeroporto de Foggia é dedicado às conexões pela zona norte de Apúlia. Por fim, pelo Aeroporto de Brindisi (ou de Salento) é possível ter acesso aos principais centros localizados no interior da área geográfica da península salentina.


DOIS

Ana Patricia, ítalo-brasileira, vive há 12 anos na Itália, formada em Scienze del turismo pela Universidade da Calábria, com mestrado em Turismo Cultural, única guia de turismo em língua portuguesa da Calábria, administradora dos site Touristico.It e Viajando para a Calabria.


Gastronomia Com o Chef Celso Rossi

DOIS

Francesinha a moda do Porto Ingredientes

Molho:  1 cerveja  1 caldo de carne  2 folhas de louro  1 c.s. de margarina  1 cálice de Brandy ou Porto  1 c.s. de maizena  2 c.s. de polpa de tomate  1/2 copo ( +- 1dl ) de leite  piri-piri q.b. ou seja molho de pimenta vermelha.  Para as Francesinhas:  2 fatias de pão de forma  fiambre q.b. ou seja, presunto  queijo mussarela q.b.  salsichas q.b.  carne assada ou bife q.b.

Como fazer

Preparação do molho: Dissolver bem a maizena com o leite juntar os restantes ingredientes e com a varinha mágica triturar, levar ao lume até ferver e engrossar um pouco mexendo para não pegar. Preparação das Francesinhas: Fazer um sanduiche com os ingredientes, da seguinte forma: no prato coloca-se uma fatia de pao de forma, por cima 1 fatia de queijo+ 1 de presunto+o bife frito/grelhado+ 1 salsicha cortada ao meio na vertical+ 1 fatia de queijo e por último 1 fatia de pao de forma. Cobrir com 4 fatias de queijo queijo , pondo cada fatia na lateral do sanduiche, cobrindo todo ele. Colocar no centro de um prato e regar com o molho, e levar ao forno a gratinar. OBS: pode ser servido com batatas fritas ao redor do prato. esta receita é pra uma pessoa.

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DOIS

O BACALHAU DO REI tem cardápio variado com 18 tipos de prato de bacalhau em porções executivas (individuais) ou para duas pessoas, além de diversas opções em peixes, carnes e petiscos, sobremesas e bebidas. Os dois ambientes disponíveis na casa também permitem sua escolha entre o conforto do ar condicionado no salão principal e a informalidade da varanda. Rua Marquês de São Vicente, 11 - Gávea - Rio de Janeiro - (21) 2239-8945 / 3489-8646


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DOIS

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DOIS


DOIS

Burguês Hamburgueria Bar e Restaurante Americano Rua Aricuri, 1357 Loja, Campo Grande, Rio de Janeiro Horário de funcionamento: Ter-Sab 18h-00h | Dom 16h-00h


DOIS

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Edição Nº 21 - Dezembro 2015 | Ano II

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Porto: A Ínvicta!!! Uma deslumbrante viagem à cidade ínvicta! Matéria de Vera Ribeiro www.malaparadois.com - Dicas de Viagens & Lifetyle em...

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