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ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO SINDUSCON NOR-PR


EDITORIAL ATENDIMENTO AO LEITOR

COMISSÃO EDITORIAL

Diretor Executivo: Valdemar Junior Diretora: Patricia Hyromi Assakawa Gerente: Sonia Maria Financeiro: Helisson Souza

REDAÇÃO

Direção Geral: Pedro Marcolino Diretor de Arte: Francis Weslen Diretor de Criação: Nilson Fernandes Diretor de redação: Alan Maschio Jornalista: Alan Maschio - MTB 10.766 Fotografia: Mileny Melo

PRODUÇÃO GRÁFICA

Criação Capa: Nilson Fernandes Layout e Diagramação: Francis Weslen Publicidades: Francis Weslen, Mike Uda e Nilson Fernandes Revisão de Texto: Patricia Hyromi Assakawa, Alan Maschio e Nilson Fernandes Impressão e acabamento: Gráfica Regente

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Coordenadora: contato@majestadepropaganda.com.br Atendimento: Carla Marcolino e Francis Weslen Telefone: 44 3041-3333 / 44 3041-3999 Pela Internet: Francis Weslen E-mail: web@majestadepropaganda.com.br

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Agência: Majestade Propaganda Telefone: 44 3041-3333 / 44 3041-3999 E-mail: contato@majestadepropaganda. com.br

ADMINISTRAÇÃO Carla Marcolino

IMPRESSÃO

Tiragem: 5000 exemplares Distribuição: Nacional Periodicidade: Anual Título: Revista Sinduscon A revista SINDUSCON NOR-PR. A Majestade propaganda não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios de terceiros.

Coordenador: Francis Weslen

PRODUÇÃO E EVENTOS

Organizadora do evento: CR Eventos Renata Diogo Cobertura Fotográfica: Mileny Melo Produção de Vídeo: VTA Produções

www.fsc.org FSC® C107461

A marca da gestão florestal responsável

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PALAVRA DO PRESIDENTE A CONSTRUÇÃO CIVIL

O Brasil vivencia um novo momento com aumento significativo das atividades da construção civil. Após anos de dificuldades e até há pouco tempo andando de lado, o setor apresenta-se como um dos protagonistas do atual ciclo de desenvolvimento do País. O segmento possui uma grande cadeia produtiva, um elevado contingente de mão de obra empregado e extraordinária capacidade de geração e distribuição de renda, proporcionando qualidade de vida à população. Ainda neste contexto, fortalecido pelo otimismo, o setor parece ter encontrado o caminho do crescimento, mas ainda padece pelas limitações impostas pela falta de infraestrutura, carga tributária elevada, extensa burocracia, legislação trabalhista inadequada e altas taxas de juros reais. É es-sencial rompermos com o passado e criarmos as condições necessárias para que a indústria da construção, que vive uma oportunidade histórica, possa continuar avançando, apoiando e impulsionando o desenvolvimento do Brasil. Sem dúvida o setor conseguiu vencer importantes desafios. Entretanto, a vitória não é definitiva. Neste novo ciclo de crescimento da construção civil, temos uma agenda socioeconômica e devemos estar conscientes de nosso papel estratégico - a busca pela sustentabilidade. A gestão ambiental, a gestão da qualidade, a responsabilidade social empresarial e a preocupação com a saúde e bem estar de funcionários são quatro quesitos analisados no Prêmio SINDUSCON NOR-PR 2011, que visam a racionalização dos processos com a busca incessante pela qualidade das obras, redução de consumo de recursos naturais e conseqüente minimização de geração de resíduos, preocupação com a qualidade de vida de nossos colaboradores e a incorporação de considerações socioambientais nos procedimentos decisórios. Estes são os fundamentos para uma construção sustentável e a garantia de resultados positivos social e economicamente falando. São ações como estas, que vão muito além da retórica e consolidam na prática uma nova era da indústria da construção desenvolvida por este sindicato, que indicam estarmos no caminho de sucesso. Foram duas décadas procurando, com o empenho de cada diretoria, servir como referência para as atividades do setor, solidificando as bases para um crescimento firme e sustentado. Assim, comemoramos 20 anos de existência do SINDUSCON NOR-PR. O esforço desta e de todas as diretorias que nos

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MAURO CARVALHO DUARTE JUNIOR

PRESIDENTE DO SINDUSCON NOR-PR

antecederam, sempre foi no sentido de dinamizar o setor da construção civil e toda a sua cadeia, oferecendo informações de qualidade e representatividade em todas as esferas, permitindo que as empresas persigam, com o conhecimento necessário, o caminho da produtividade e excelência. É mais do que justo comemorarmos juntos os nossos 20 anos.

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ÍNDICE 08 ENTREVISTA - Qual o papel da FIEP no prêmio 10 ENTREVISTA COM PREFEITO 12 20 ANOS SINDUSCON NOR-PR 16 PRÊMIO FORNECEDORES

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CONHEÇA TUDO SOBRE OS CAMPEÕES DO PRÊMIO SINDUSCON NOR-PR FORNECEDORES 2011 18 Atlas 20 Compmag 22 Concrebras 24 Continental Sul 26 Eletrofio 28 Gran-Norte 30 Komafer 32 Paranafer 34 Canção 36 Revtex 38 Sistrel 40 Somassa 44 PRÊMIO SINDUSCON NOR-PR 2011 46 ENTREVISTA COM O PRESIDENTE DA CBIC

12 SINDUSCON NOR-PR COMPLETA 20 ANOS DE TRABALHO

COMO O SINDICATO MUDOU A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DE SEUS COLABORADORES

48 MURAL DOS EX-PRESIDENTES 50 SECONCI NOR-PR


QUAL A IMPORTÂNCIA DO PRÊMIO? UM RECONHECIMENTO À EFICIENCIA E AOS SERVIÇOS DE QUALIDADE

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PRÊMIANDO QUEM VALORIZA O PROGRESSO QUAIS FORAM OS GANHADORES DO PRÊMIO SINDUSCON NOR-PR DE 2011

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SECONCI NOR-PR CUIDANDO DE QUEM COLABORA COM O PROGRESSO

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ENTREVISTA QUAL O PAPEL DA FIEP NO PRÊMIO

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Nós, da Federação das Indústrias do Paraná, acreditamos que todo empreendedor precisa de um porto seguro, para onde possa levar suas reivindicações e necessidades, além de se unir a outros empresários na busca por soluções que sustentem e potencializem seus negócios. A FIEP, por sua estrutura e representatividade, sem dúvida exerce essa função para o setor industrial paranaense. Mas a força da Fiep nada mais é do que a união de esforços de todos os seus sindicatos filiados. Nesse sentido, o SINDUSCON NOR-PR, ao longo de sua história, desempenha papel de destaque. Primeiro, pelo simples fato de representar, em uma região pujante e com altos índices de crescimento, o setor que mais gera empregos na indústria do Paraná. Segundo, pelo investimento feito na melhoria dos produtos e serviços oferecidos aos seus associados. Exemplo disso é a recente inauguração da sede própria do SECONCI NOR-PR, que vai ampliar o atendimento na área de saúde para os funcionários das empresas associadas ao sindicato. Investimentos como a criação do Seconci, que contribuem para o aumento da produtividade dos trabalhadores e, consequentemente, das empresas, são fundamentais para

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NOVO CENTRO DE MARINGÁ

VISTA NOTURNA

a sustentabilidade de nossos sindicatos, pois funcionam como o principal meio para a atração de novos associados. Em nossa gestão na FIEP, colocamos o fortalecimento de

nossos sindicatos industriais como prioridade absoluta. Queremos que as entidades sindicais funcionem como um verdadeiro elo entre as indústrias e a FIEP, participando de forma ativa na definição de estratégias que fortaleçam todas as cadeias produtivas presentes no Paraná. Mais do que isso, vamos incentivar a atuação dos sindicatos como protagonistas em suas regiões, para que se tornem agentes motivadores de políticas e ações de desenvolvimento do setor industrial local. Estamos certos que, dentro dessa missão, temos no Sinduscon Noroeste, com seus 20 anos de bons serviços prestados à indústria da Construção Civil da região, um importante parceiro para o desenvolvimento econômico de nosso estado.

EDSON CAMPAGNOLO PRESIDENTE DA FIEP

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SINDUSCON NOR-PR E PREFEITURA MUNICIPAL DE MARINGÁ TRABALHO EM CONJUNTO AQUECE MERCADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL SILVIO BARROS PREFEITO DE MARINGÁ

O setor de construção civil é talvez o segmento econômico mais movimentado de Maringá. Na sua avaliação, como o SINDUSCON NOR-PR ajuda no desenvolvimento da cidade? As obras são um indicador importante de vitalidade e de confiança na cidade. Obras normalmente demoram de 1 a 3 anos e duram muito tempo. O fato de existirem investidores dispostos a acreditar no potencial de mercado da cidade é muito importante para seu desenvolvimento econômico e social. O diálogo do poder público com a indústria da construção civil é fácil? É possível estabelecer parcerias com o SINDUSCON NOR-PR? Sempre tivemos canal de comunicação direto e aberto com o SINDUSCON NOR-PR, que no caso de Maringá pelo menos, é bastante representativo do setor. Temos feito várias parcerias que inclusive extrapolam o horizonte das obras, alcançando objetivos cívicos e de responsabilidade social. A prefeitura tem um programa para agilizar a liberação de projetos. Qual o público alvo deste programa? É possível usar este projeto como uma espécie de incentivo para o setor de construção civil? Numa primeira etapa, projetos de construção e reforma de unidades residenciais unifamiliares, mas a intenção

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é aprender e preparar nosso pessoal para irmos muito mais longe e, quem sabe, oferecer este novo conceito a todo tipo de obra que seja aplicável. Entendemos que desburocratizando e agilizando, estamos promovendo sim um estímulo à construção civil. Maringá sempre se destaca positivamente quando o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulga balanços de geração de empregos. A cidade figura sempre entre as recordistas de criação de vagas. Qual a importância do setor de construção civil para a composição deste índice? A considerar o volume de obras que a cidade vem realizando e a constante demanda por mais trabalhadores, acredito que o setor deve ser responsável por uma parcela significativa deste índice. Como a administração municipal tem trabalhado para ajudar na capacitação de mão de obra, uma das maiores demandas do setor? Temos tentado abrir programas de capacitação, mas é preciso reconhecer que o setor não tem tempo para esperar, portanto penso que deveríamos pensar na possibilidade de apoiarmos programas de treinamento do próprio Sinduscon, ou de empresas específicas, dentro do próprio canteiro de obras.

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CIDADE DE MARINGÁ

VISTA AÉREA

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SINDUSCON NOR-PR COMPLETA 20 ANOS DE TRABALHO COMO O SINDICATO MUDOU A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DE SEUS COLABORADORES 12

Com pouco mais de 40 anos de emancipação política, a Maringá do começo da década de 90 já dava mostras de que, em breve, se transformaria em referência no desenvolvimento da indústria da construção civil. Afinal, como poderia uma cidade tão nova, quando comparada a muitos outros municípios paranaenses e do interior paulista, já estar em estágio tão grande de desenvolvimento? A resposta era simples: empreendedorismo, iniciativa e investimento.

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No entanto, o rápido crescimento também criava problemas: havia (como ainda há) muita dificuldade para a formação de mão de obra, e a informalidade ameaçava a segurança física dos operários e jurídica das empresas. À época, o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) funcionava em Curitiba, mantendo delegacias regionais nas principais cidades do norte paranaense: Maringá e Londrina. Apesar da representatividade, a distância da capital criava uma série de dificuldades para as empresas do Noroeste. “Nossa região sempre teve dificuldades e necessidades diferentes das empresas de

Curitiba”, lembra Vildes Tardivo, então um dos empresários do setor que esperavam por uma atuação mais próxima do sindicato na região. “As negociações trabalhistas, por exemplo, eram todas feitas em Curitiba, em um cenário completamente diferente do nosso”, completa. Pois foi diante dessas dificuldades - e do crescimento explosivo do setor no começo da década de 90 – que os 15 empresários filiados à delegacia do SINDUSCON NORPR em Maringá decidiram criar uma representação própria, que garantisse voz às demandas da nossa região. Surgia assim, em 14 de dezembro de 1992, o SINDUSCON NOR-PR. O momento não poderia ser mais oportuno: afinal, a década que se seguia registraria um crescimento médio de 8% ao ano na participação do setor de construção civil na composição do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. De acordo com dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), o setor passaria a empregar, nos anos subsequentes, entre mil e 1,5 mil serventes de obras, carpinteiros e profissionais armadores de estruturas de concreto armado a cada 12 meses. Não há informações sobre investimentos específicos do setor em Maringá, mas a estimativa para o País era de que a construção civil colocaria

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pelo menos R$ 100 bilhões por ano no segmento. Diante de todo esse crescimento, a importância do SINDUSCON NOR-PR só se reforçou. O crescimento de Maringá pôde ser feito de forma ordenada, graças a parcerias com o poder público, que agora sim, ouvia de perto das demandas do setor; a informalidade, um mal sempre combatido pelos empresários do ramo, começou a apresentar sinais claros de queda; e o setor passou a representar não só os mais de 700 atuais filiados, como também toda a comunidade ligada à cadeia produtiva da construção civil. Claro: o sindicato também criou ferramentas para facilitar o trabalho dos empresários do Noroeste. Entre as mais importantes, destaca-se a instituição do Custo Unitário Básico (CUB) específico para a região. Até então, o indicador, usado para disciplinar o mercado de incorporação imobiliária, tinha os valores de Curitiba como referência. O apoio aos trabalhadores do ramo também ganhou reforço. O mais recente é a criação do Serviço Social do SINDUSCON NOR-PR – o SECONCI NOR-PR. O serviço atende gratuitamente os operários e familiares da indústria da construção civil por meio de apoio em saúde com médicos e dentistas, além de realizar exames e consultas. O SECONCI NOR-PR, já nasceu grande, pois atende 5 mil associados. O crescimento exponencial do número de filiados (de 15 para mais de 700), comprovou a necessidade da criação do SINDUSCON NOR-PR. O Sindicato representa empresas de Maringá, Cianorte, Campo Mourão, Umuarama e Paranavaí, além de outros 104 municípios de todo o Noroeste. Representantes do setor fazem-se presentes em todas as esferas de governo, com a participação em conselhos, federações e comissões. “Hoje, o SINDUSCON NOR-PR está diretamente ligado ao crescimento e desenvolvimento das cidades nas quais temos empresas filiadas. Contribuímos não só com a segurança e crescimento dos nossos trabalhadores e filiados, como também com o das cidades onde nos fazemos presentes, inclusive contribuindo na elaboração de leis”, afirma o atual presidente, Mauro Carvalho Duarte Jr. Esses são apenas alguns dos motivos para que seja comemorado efusivamente o aniversário de 20 anos do SINDUSCON NOR-PR. No dia 14 de dezembro de 2011, entramos no ano do 20º aniversário; ano que deve ser marcado por um crescimento do setor em pelo menos 10%, somente em Maringá. Podemos, desde já, começar a festejar.

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QUAL A IMPORTÂNCIA DO PRÊMIO? UM RECONHECIMENTO À EFICIENCIA E AOS SERVIÇOS DE QUALIDADE Pelo menos duas características são comuns a todos os vencedores do Prêmio Fornecedores SINDUSCON NOR-PR 2011, no primeiro ano de realização do reconhecimento para esta categoria: em absolutamente todas as entrevistas realizadas para a produção do conteúdo deste encarte especial, ficou evidente a preocupação com o cumprimento de prazos e com a necessidade de inovar sempre. As duas características são facilmente explicáveis. Os empresários do segmento de construção civil sabem bem o que um eventual atraso na entrega de um material pode provocar: além dos evidentes prejuízos com a perda de tempo e com trabalhadores parados, a insatisfação do cliente ao ver que a obra não será entregue no prazo é sempre evitável. A preocupação com a necessidade constante de inovação, por outro lado, tem origens um pouco menos “práticas”. Esse é um vetor de identificação do segmento, uma espécie de marca que deixa claro que a inquietação e a iniciativa fazem parte do dia a dia de quem trabalha

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no ramo. Quem tiver a oportunidade de ler as próximas páginas desta revista vai perceber claramente qual o fio condutor do trabalho dos profissionais premiados pelo Sinduscon pela primeira vez este ano. O compromisso é sempre o de atender da melhor forma possível, com o menor prazo e com a maior qualidade disponível. E para reconhecer todo esse esforço, o Sinduscon criou o Prêmio Fornecedores. A ideia é dar valor aos empresários do segmento que investem no desenvolvimento dos seus negócios; dar valor às empresas de destaque no ramo. Com o prêmio, o SINDUSCON NOR-PR mostra ao mercado quem são os maiores parceiros do setor. Eis a seguir o infográfico com as categorias e seus ganhadores.

CATEGORIA Bloco Cerâmico Aço Reto ou Corte e Dobra Concreto Usinado Argamassa Intermediária Lajes Compensados Material Elétrico Material Hidraulico Elevadores Instalador de Gesso Plano Esquadrias de Alumínio Textura e Grafiato Portas de Madeira Mármores e Granitos Serralheria

EMPRESA Blocos Inajá Paranafer Concrebras Somassa Sistrel CompMag Eletrofio Komafer Atlas Schindler GessoTeto JM Esquadrias Revtex Portas e Batentes Canção Gran-Norte Continental Sul

NA FOTO: Mauro Carvalho Duarte Junior (Presidente do SINDUSCON NOR-PR), Patricia Andersen Salamão (Atlas Schindler), Viviane Grazieli Breda (Blocos Inajá), João Antonio Cardoso Jr (Sistrel), Jair Ribeiro da Silva (Paranafer), Luiz Cenerini (Concrebras), Charles Kwiatkowskyj (Somassa), Odilon Cardoso (Gran-Norte), José Maria V. P. P. Soares (VicePresidente do SINDUSCON NOR-PR), Marcos Belato (GessoTeto), Elucir Roque Kerber (Revtex), João Alberto Forlan (Eletrofio), Rodrigo Fernando Crozatti dos Santos (Komafer), Ovande Cordeiro Boeno Jr (CompMag), João Luiz Mascarin (Portas e Batentes Canção), Lauro Bonani Junior (Continental Sul), José Maria de Azevedo (JM esquadrias).

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ATLAS SCHINDLER COMEMORA MAIS UM PRÊMIO EM ANO DE SUCESSO A EMPRESA CONSOLIDA SEUS MAIS RECENTES LANÇAMENTOS E COMEMORA IMPORTANTES NEGÓCIOS FECHADOS A Elevadores Atlas Schindler, referência no mercado de elevadores, escadas e esteiras rolantes, vive uma excelente fase no mercado brasileiro. Aproveitando o crescimento do país, se fortalece em todas as suas linhas de negócio e é, cada vez mais, reconhecida por seu trabalho. Uma prova disto são os mais recentes prêmios recebidos pela companhia, entre eles, o Prêmio Sinduscon-NOR como a melhor empresa de elevadores. A companhia, que sempre foi pioneira na introdução de novas tecnologias no país, como a biometria, o elevador sem casa de máquinas e o sistema de gerenciamento de tráfego com chamada antecipada, comemora a excelente aceitação do mercado e a consolidação da linha Schindler. Após quase 3 anos de seu lançamento, a segunda geração de elevadores sem casa de máquinas atende a projetos residenciais e comerciais de médio porte. Para os edifícios comerciais de alto tráfego, o Schindler 7000 é a mais nova opção da empresa. Presente em grandes edifícios do mundo, como a Torre Espacio, em Madri, Torre Mayor, na Cidade do México, International Commerce Center, em Hong Kong, e Plaza 66, em Shangai, agora chega no mercado brasileiro, apresentando excelente conforto, aliado à alta velocidade e performance. No segmento de modernização de equipamentos, o grande destaque da empresa é o Miconic 10, sistema de gerenciamento inteligente de chamadas, que diminui as paradas intermediárias, agilizando o acesso aos andares e economizando energia em até 40%. Esta troca de tecnologia permite o transporte de até 30% mais usuários com o mesmo número de elevadores. No setor de manutenção, a empresa continua sendo referência do mercado brasileiro, com seus mais de 150 postos de atendimento espalhados estrategicamente em todo o país e seus 2500 técnicos altamente treinados e capacitados. A Atlas Schindler está adotando um novo sistema de comunicação para seus técnicos de manutenção. Eles estão aposentando os métodos de cadastramento das informações através de papéis e passaram a usar computadores de mão (PDA). Com ele, os técnicos têm acesso on-line às informações necessárias para

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a realização da manutenção de elevadores, escadas e esteiras rolantes otimizando ainda mais o tempo de atendimento. Resultado de um trabalho com foco no cliente e nos processos em todas as suas divisões, a Atlas Schindler recebeu recentemente vários prêmios importantes na área de negócios. Neste ano, foi eleita a melhor empresa na categoria Bens de Capital, pela terceira vez consecutiva, na edição Melhores e Maiores de 2010 da Revista Exame. Outros destaques são os 16 prêmios “Pini” recebidos pela companhia nos últimos 16 anos. Considerado o share of mind da construção civil brasileira, a empresa é vencedora na categoria elevadores e agora, também, na categoria escadas e esteiras rolantes. Eleita pelos profissionais da área, este prêmio indica anualmente as empresas que se destacaram na oferta de produtos, sistemas e tecnologias para os segmentos de engenharia civil, construção e arquitetura. Já na área de recursos humanos, a empresa em 2011 foi considerada uma das 150 melhores empresas para se trabalhar segundo o Anuário Você S/A Exame.

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ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E PRAZOS RAPIDA NA ENTREGA E URGÊNCIA NO ATENDIMENTO AO CLIENTE Quem trabalha no setor de construção civil sabe que, infelizmente, uma característica é bem comum em canteiros de obras: os pedidos de produtos, sejam eles quais forem, sempre são feitos em cima da hora, com o máximo de urgência possível. Pois o que seria um fator que dificultaria o trabalho de muitos fornecedores do segmento serviu para que a CompMag se transformasse em referência em venda de compensados, plastificados e OSB tapumes. A agilidade na entrega é a marca da CompMag. Característica que Ovande Bueno Júnior, um dos sócios da empresa, faz questão de destacar. “Muitos pedidos são feitos pelo cliente somente quando ele descobre que o produto que ele precisa já acabou na construção. Isso exige rapidez e atenção no atendimento. É o que nós fazemos”, garante Júnior. A qualidade nos serviços de venda, por sinal, tem se mostrado de grande eficiência, já que a empresa nasceu em 1990 e, somente dois anos depois, já mudava-se para um novo endereço, que permitiria a expansão dos negócios. O crescimento da empresa comprova-se com números: a CompMag – propriedade de Júnior em sociedade com José Álvaro Góes Filho e João Miguel Maia Neto - integra

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uma rede de 20 lojas do Grupo MadCompen, o segundo maior grupo do Brasil no segmento. As lojas estão instaladas no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. “E estamos preparando a instalação de mais uma loja no Paraná”, afirma Júnior, mantendo em segredo qual cidade será contemplada. Hoje a CompMag não atende só o ramo de construção civil - o que, por sinal, foi o que lhe conferiu o Prêmio Fornecedores SINDUSCON NOR-PR 2011 na categoria “Compensados”. A empresa também oferece uma linha completa de produtos para a indústria moveleira, além de serviços de planejamento arquitetônico. Um dos diferenciais da CompMag é o Centro de Design, uma equipe de profissionais que desenvolve plantas baixas e perspectivas de projetos, para a visualização mais precisa dos resultados finais da aplicação dos produtos. A empresa ainda coloca à disposição dos clientes o Centro de Serviços, o que assegura economia e precisão no processo de produção e acabamento, com a programação de corte informatizada, corte reto de chapas, colocação de fitas de borda e perfuração para colocação de ferragens e assessórios.

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CONSTRUÇÃO CIVIL CIA DE CIMENTO ITAMBÉ INVESTE PARA ATENDER CRESCIMENTO DE MERCADO A Companhia de Cimento Itambé, uma das principais indústrias do Sul do país, atua na produção de cimento desde 1976. Com capacidade instalada de 1,5 milhão de toneladas/ano, hoje é um importante fornecedor de cimentos Portland e especiais para obras de grande porte e consumidores técnicos. As vendas de cimento vêm sendo impulsionadas pelo desempenho do setor de construção civil, sobretudo pelos imóveis residenciais, estimulados pelo aumento da oferta de crédito. Assim, investimentos na ordem de R$ 375,1 milhões estão sendo realizados desde 2008 pela empresa para a expansão da capacidade produtiva da companhia para 2,8 milhões de toneladas de cimento ao ano. A forte geração de caixa nos últimos anos e o financiamento de R$ 161 milhões viabilizarão os investimentos para a necessária expansão da capacidade de produção de cimento e concreto com níveis baixos de endividamento e risco. Em 2010, 73% dos investimentos da Itambé foram concentrados na expansão da capacidade produtiva de cimento e 11% no aprimoramento tecnológico e operacional. O conjunto das obras que integram a expansão da capacidade produtiva da Itambé compreende a nova estação de britagem (Britador II), a nova linha de produção de clínquer (Linha III) e a nova moagem de cimento (Moinho IV). A nova moagem entrou em operação em 2010, resultado de R$ 42 milhões em investimentos. Para 2011, a estimativa é de que a inversão na Linha III alcance R$ 223 milhões, totalizando até a inauguração, prevista para o primeiro semestre de 2012, cerca de

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R$ 316 milhões. Após a inauguração da nova linha de produção, a capacidade instalada da Itambé irá aumentar 80%, o que possibilitará a fabricação de 2,8 milhões de toneladas de cimento ao ano. A gestão da qualidade envolve todas as etapas de atividade da Companhia. CONCREBRAS A Concrebras possui atualmente 12 filiais e 15 centrais localizadas no Paraná e em Santa Catarina. A empresa investe pesadamente na modernização das filiais na frota de equipamentos e na capacitação dos seus funcionários, com o objetivo de manter a excelência na prestação de serviços de concretagens. Todas as Filiais da Concrebras possuem certificação ISO 9001:2008 de todos os seus processos, desde a escolha dos fornecedores até a conclusão da prestação dos serviços de concretagem. O norte do Paraná tem uma participação relevante no negócio da companhia. A Concrebras está presente no fornecimento dos serviços de concretagem nas principais cidades da região, Londrina e Maringá. A Concrebras foi recentemente escolhida por empresários da região como a melhor empresa do segmento de concreto dosado em central, segundo pesquisa realizada pelo SINDUSCON NOR-PR. Com o objetivo de atender ao crescimento do mercado, a empresa está implementando várias melhorias pra 2012. “Investimos em novos equipamentos e no aumento da capacidade de produção nas centrais, o que beneficiará o atendimento aos clientes”, afirma Luiz Cenerini, gerente do núcleo Maringá da Concrebras. ONDE ENCONTRAR www.cimentoitambe.com.br www.concrebras.com.br

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TRABALHO EM CONJUNTO COM A FUNCIONALIDADE E O DESIGN SOLUÇÕES FUNCIONAIS E ARQUITETÔNICAS SÃO A MARCA DA CONTINENTAL SUL. TUDO ISSO, CLARO, DESENVOLVIDO EM UM AMBIENTE DE ÉTICA COMUM A EMPRESAS FAMILIARES

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Pelo menos duas grandes novidades do mercado de construção civil foram introduzidas no segmento graças ao pioneirismo da Continental Sul Metalúrgica. Uma delas é a porta de enrolar automatizada – na aparência, é a mesma que vemos comumente nas entradas de pequenos comércios ou garagens. No entanto, o diferencial do produto apresentado ao mercado pela Continental Sul é que o serviço de abre e fecha é feito por motores, ao simples toque de um botão. Além de poupar tempo e energia de quem usa sistemas assim, a automação permite que esse tipo de porta seja usado em vãos muito maiores do que os comuns, onde se usam as portas convencionais. “Automatizada, uma porta de enrolar pode ser instalada em vãos de até 12 metros, enquanto a porta convencional não pode ser usada em espaços maiores do que três metros”, explica Lauro Bonani Júnior, um dos atuais proprietários da empresa. A outra novidade também trazida pela Continental Sul são as coberturas de policarbonato. Introduzidas no setor de construção civil em 1993, essas coberturas se transformaram rapidamente em uma opção mais viável para obras que normalmente usariam vidro, acrílicos ou lona em cobertura de áreas. Arquitetonicamente falando, as vantagens do uso da cobertura de policarbonato são inúmeras. O produto, normalmente usado em áreas onde é necessária iluminação natural, oferece mais resistência do que o vidro ou o acrílico; pode ser dobrado, o que permite o uso em coberturas curvas; e é mais leve, facilitando o trabalho e permitindo ganho de tempo. Assim como a Continental Sul, os produtos estão consolidados no altamente competitivo mercado de construção civil. Lauro Jr. tem como clientes pessoas físicas e jurídicas de todas as partes do País. Clientes que ajudaram a marca a vencer o Prêmio Fornecedores SINDUSCON NOR-PR 2011 na categoria “Serralheria”. Mas apesar do sucesso da porta de enrolar automatizada e da cobertura de policarbonato, não foram esses os serviços que consolidaram a marca Continental Sul no segmento. A empresa fundada pelo pai de Lauro Jr. tem história no ramo: foi criada em 1974, em um ambiente de ética e respeito comum a companhias familiares. Junto com o irmão Paulo Roberto Bonani, Lauro Jr. administra a Continental Sul cuidando de vários valores prezados pela marca. Entre eles estão a busca constante pela qualidade e a responsabilidade extrema com o cumprimento de prazos. Afinal, quem é construtor ou trabalha no ramo sabe o quanto esse item é importante.

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Grades, Portões, Escadas, Portas de Enrolar Automatizadas, Mezanino, Estruturas Metálicas, Estruturas com Policarbonato e Corrimão.

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DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA PRAZOS SEMPRE EM DIA, COMPROMISSO COM O CUMPRIMENTO DE METAS E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS. TRABALHAR COM EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS EXIGE TUDO ISSO. E A ELETROFIO OFERECE. Uma coincidência marca a relação da fornecedora de materiais elétricos Eletrofio com o SINDUSCON NOR-PR: a empresa e o sindicato estão no ano de comemoração de 20 anos de existência. Claro que cada história tem suas peculiaridades. A da Eletrofio surgiu graças a João Alberto Forlan, um administrador de empresas que trabalhou 16 anos na Companhia Paranaense de Energia (Copel), até que decidiu montar o próprio negócio. Em 1985, então, ele comprou uma loja de materiais elétricos em Umuarama. Os negócios iam bem, e Forlan ouviu falar de uma loja do mesmo segmento que estava sendo vendida em Maringá. O agora empresário não pensou duas vezes: adquiriu o novo empreendimento e, em junho de 1992, fundou a Eletrofio. Os 16 anos na Copel deram à Forlan experiência suficiente para que ele entendesse qual a maior necessidade de quem decide trabalhar no segmento de materiais elétricos: conhecimento técnico. “O ramo é cheio de especificações e detalhes que muitas vezes envolvem questões de segurança”, explica

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Furlan. “Por isso sei que ter conhecimento técnico é fundamental nesse setor.” A aplicação da sabedoria do empresário é vista já na chegada à Eletrofio. A equipe de vendas para construtoras é formada por pessoal altamente qualificado, inclusive engenheiros. A Eletrofio também oferece aos clientes os serviços de manutenção em redes “vivas” (ativas), tudo segundo as normas de segurança estabelecidas pela Copel. E as exigências com os fornecedores são igualmente rigorosas. Forlan garante: não hesita quando tem que devolver lotes de materiais que não são entregues dentro das especificações encomendadas. Tudo isso vem acompanhado, obviamente, de extrema responsabilidade no cumprimento de prazos, o que Forlan considera inclusive uma questão ética. “Aqui, o que se promete, se cumpre. Todo o nosso trabalho é baseado na sinceridade”, garante. São essas algumas das características que fizeram da Eletrofio a vencedora do Prêmio Fornecedores Sinduscon-NOR 2011. Não por menos, a empresa atende construtoras, loteadoras e prefeituras em todo o Estado. Entre os clientes está a própria Prefeitura de Maringá, para a qual a Eletrofio providenciou o rebaixamento de metade da iluminação pública das vias da cidade. Cianorte e Paranavaí também são exemplos de municípios com uma lista de serviços prestados pela Eletrofio. Forlan também atende pequenos construtores e, para isso, já diversificou os negócios: a loja da Avenida Colombo, em Maringá, ganhou a divisão “Eletrofio Iluminada”, revenda especializada em materiais elétricos para acabamento.

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AMBIENTE EM 1º LUGAR PIONEIRISMO EM EQUIPAMENTOS E RESPEITO AO AMBIENTE FIZERAM DA GRAN NORTE A MAIOR EMPRESA DE MARMORARIA DO NOROESTE DO ESTADO Os irmãos Edson Pereira Cardoso, José Odilon Cardoso e Adelcio Pereira Cardoso já trabalhavam no ramo de marmoraria desde meados da década de 70. Já no final dos anos 80, os irmãos Cardoso e o primo José de Almeida se reuniram para então montar uma marmoraria própria. Em maio de 1990, nascia a Marmoraria GranNorte. A empresa cresceu de forma sólida e, atualmente, é a maior da região em fornecimento e colocação de mármores e granitos nacionais e importados. Mas na opinião de Odilon, o diferencial que fez da empresa a vencedora no Prêmio Fornecedores SINDUSCON NOR-PR na categoria é a preocupação com o meio ambiente - a característica que marca a atuação da Marmoraria Gran-Norte no segmento. Absolutamente todo o lixo produzido pela empresa é separado e entregue em cooperativas de reciclagem de Maringá. A GranNorte foi a primeira empresa do noroeste do Estado a utilizar máquinas de acabamento úmido. Estes equipamentos eliminam toda a poeira produzida pelos sistemas tradicionais, dando assim um acabamento

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melhor no material e garantindo a saúde dos nossos colaboradores. Com a aquisição de dois geradores de ar comprimido superpotentes, a empresa conta com 80% da produção movida por equipamentos pneumáticos, como todas as politrizes manuais, uma poliborda automática e uma serra-ponte de ultima geração. Esta, por sinal, é a terceira serra-ponte montada no Estado do Paraná e a primeira e única em Maringá. A água usada nos trabalhos de corte e acabamento é filtrada e reaproveitada, o que faz com que o descarte final da GranNorte seja praticamente zero. “Não há despejo em galerias pluviais, rede de esgoto ou na própria rua”, diz Odilon. No plano social, a GranNorte acaba de fechar um contrato com uma das melhores operadoras de planos de saúde do mercado, garantindo assim maior segurança e confiança por parte dos colaboradores. Além do orgulho pelo recebimento do prêmio, os diretores mostram otimismo com relação aos negócios. A consolidação da Marmoraria Gran Norte vai garantir à empresa, que hoje conta com 30 colaboradores, uma expansão em 2012. Os fornecedores da GranNorte acreditam que o Prêmio SINDUSCON NOR-PR seja um reconhecimento de todas as construtoras, clientes e profissionais do setor, como engenheiros, arquitetos e decoradores, parceiros de 20 anos de trabalho.

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Seu bom gosto pede uma marmoraria completa. Qualidade, pontualidade e esmero no acabamento. Tudo com o melhor custo.

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EXPERIÊNCIA QUE FAZ DIFERENÇA NO GANHO DE TEMPO BATENTES SELADOS E MONTADOS; PRODUTOS QUE, JUNTAMENTE COM A EXPERIÊNCIA LEVARAM A CANÇÃO À RÁPIDA ASCENSÃO NO MERCADO A rápida ascensão da Canção Portas e Batentes explica-se, em parte, pela experiência que João Luiz Mascarin, Marcelo Vessoni e Aníbal Alexandre Vessoni já acumulavam no segmento de construção civil quando resolveram fundar a empresa, em 2008. Da vivência anterior, os empresários trouxeram o ensinamento de que o segmento de portas e batentes é de grande concorrência na região de Maringá e que, justamente por isso, os construtores sabem o que é trabalhar com qualidade. Os três não deixaram por menos: além de tem à disposição do setor toda a linha de produtos de trabalho com portas, a Canção passou a oferecer um bom diferencial: batentes montados e selados. “É um produto que garante ganho de tempo e praticidade para o construtor”, garante João Luiz.

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“Quando o batente chega montado em um canteiro de obras, basta chumbá-lo. Não há perda de tempo com a montagem”, completa, lembrando ainda que as peças vendidas pela Canção tem acabamento aprimorado com relação às concorrentes e vão seladas para as obras, o que garante que a madeira não será danificada durante o trabalho. Graças ao grande portfólio de produtos em batentes montados e selados Canção, a empresa obteve uma consolidação tranquila e rápida no mercado. A prova disso é que em pouco mais de três anos, a Canção Portas e Batentes foi reconhecida pelo setor como a melhor no ramo na região de Maringá, vencendo o Prêmio Fornecedores SINDUSCON NOR-PR 2011 na categoria.

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APROVADA PELO PÚBLICO MAIS EXIGENTE: OS PINTORES

Além de texturas e grafiatos, os produtos que fizeram da Revtex a vencedora do Prêmio Fornecedores SINDUSCON NORPR 2011 na categoria, a empresa oferece uma gama de facilidades. Uma loja especializada em produtos para ações com tinta simplifica a vida de quem tem uma construção pela frente. A Revtex também oferece um sistema tintométrico com mais de mil cores, permitindo ao cliente escolher a combinação que mais lhe agrade, de imediato. A empresa também tem um site interativo (www.revtex.com. br), no qual os clientes encontram um simulador de cores e todas as informações sobre produtos e a empresa. E a

A EMPRESA QUE SE CONSOLIDOU NO MERCADO DE TEXTURAS E GRAFIATOS GANHANDO A CONFIANÇA DOS PINTORES. HOJE, ATENDE ATÉ A CORPORAÇÕES COM AÇÕES NA BOLSA Elucir Roque Kerber, engenheiro agrônomo por formação, trabalhava no Mato Grosso quando resolveu mudar de vida. Ele mudou-se para Maringá em 2003 e fundou a Revtex, com a ajuda da esposa, Clarinei Salete Kerber. A empresa construiu a reputação em um meio altamente qualificado no que se refere à formação de opinião: as tintas, massas PVA e acrílicas, texturas e grafiatos caíram no gosto dos pintores. “Estes são os profissionais que balizam a qualidade de uma tinta ou de uma massa. Se nós conseguimos agradálos, é porque nossos produtos realmente têm qualidade”, afirma Roque. Hoje, a Revtex atende desde pequenos construtores até empresas com ações na Bolsa de Valores. A Revtex vende os produtos diretamente ao consumidor final. Isso reduz os preços em cerca de 10%. Em uma construção onde são usados volumes gigantescos de material, a economia ganha proporções ainda maiores. Mas não é só na confiança das grandes empresas que a Revtex se baseia para confiar nos produtos que fabrica. Os pequenos construtores são uma referência neste aspecto. “Com o crescimento do potencial de consumo da classe C, ficou evidente que se destacam no mercado os produtos que aliam qualidade com preços competitivos. Não por coincidência, a consolidação da Revtex veio junto com a ascensão dessa classe”, afirma Roque.

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novidade da Revtex é a parceria com a Sherwin Willians. Tudo isso é realizado dentro dos padrões de crescimento organizado previsto por Roque para a Revtex, graças principalmente ao investimento para implantação de um moderno sistema gerencial. São ações que estão somadas aos cursos e treinamentos dados aos colaboradores e aos programas de orientação sobre uso racional de material e de equipamentos de segurança oferecidos a pintores. Além das vantagens oferecidas na área industrial, a Revtex tem um sistema de tratamento de efluentes, minimizando o impacto ambiental. “Toda a água que usamos no processo de produção é tratada antes de ser entregue ao sistema de saneamento”, explica Roque. Todas essas características posicionaram a Revtex entre as melhores marcas de pintura regional. Com a dedicação da família e dos colaboradores, a Revtex comprovou que é possível oferecer produtos de qualidade a preço justo.

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CUIDAR DO SEU MAIOR INVESTIMENTO FAZ PARTE DO NOSO TRABALHO VOCÊ SABE QUAIS SÃO AS MELHORES MANEIRAS DE SE ESCOLHER A LAJE A SER USADA NA SUA CONSTRUÇÃO? UMA É FAZER UMA ANÁLISE LABORATORIAL. A OUTRA É PROCURAR O SELO SISTREL

Escolher entre lajes de fabricantes diferentes é uma tarefa relativamente complicada, já que, sem uma análise mais técnica do material, não é possível dizer se uma peça oferece mais qualidade do que a outra. Bom... A tarefa, na realidade, só é realmente complicada se o construtor não conseguir identificar o fabricante. Isso porque o setor funciona lastreado fortemente no conceito de credibilidade. Conceito conhecido e difundido no segmento pela Sistrel. A empresa atua no ramo em Maringá há quatro anos, mas se instalou na cidade amparada pela confiança que a Trellis Lajes já havia conquistado do consumidor. Explica-se: a Trellis Lajes nasceu em Maringá, em 1997. Desde então, os engenheiros João Antônio Cardoso Júnior e Margareth Aparecida Sobrinho Cardoso (esposa de João), trabalharam arduamente para a consolidação da empresa no setor. Em 2008, a Lajes Sistrel, empresa paulista do mesmo segmento, realizou pesquisas de mercado e identificou Maringá como uma das cidades do País com grande

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potencial de expansão em construção civil, juntamente com as capitais Florianópolis (SC), Curitiba (PR) e Campo Grande (MS). Com essa pesquisa em mãos, os diretores da Sistrel propuseram a incorporação à Trellis. Nascia dali a empresa que, três anos depois, venceria o Prêmio Fornecedores SINDUSCON NOR-PR 2011. A conquista é fruto de muito trabalho, o que não chega a configurar novidade para os diretores da Sistrel. Hoje, João trabalha em parceria com José André Barra, responsável administrativo da empresa, e com o engenheiro Silvio César do Amaral, o responsável comercial. Juntamente com Margareth, os três conduzem a Sistrel Maringá em um modelo de trabalho calcado na credibilidade, controle de qualidade rigoroso e inovação. Entre as novidades introduzidas no mercado pela empresa estão a vigota treliçada, o painel treliçado e a cortina de contenção treliçada. A Sistrel, por meio da Trellis Lajes, é uma das primeiras do Paraná a utilizar a nova tecnologia. “Essa laje permite que a utilização prática de uma peça corresponda exatamente ao modelo matemático proposto no projeto de uma construção”, explica Silvio. As inovações, por sinal, são uma constante. A busca por novos produtos é diária, o que se explica pela sintonia que os diretores da empresa têm com o mercado. “Nós não vendemos produtos; vendemos soluções para nossos clientes”, afirma André. Além disso, o atendimento ao público é feito por uma equipe altamente qualificada, formada por engenheiros e técnicos do setor. Prova da confiança do consumidor nos produtos da Sistrel está no fato de que a empresa já vendeu mais de 1 milhão de metros quadrados em materiais, desde a sua instalação em Maringá. Graças a isso, a capacidade de produção da empresa foi expandida. Há três meses, foi inaugurada uma nova planta industrial, na qual a Sistrel investiu cerca de R$ 500 mil. O valor é cerca de 10 vezes maior do que o normalmente aplicado em uma fábrica convencional de lajes. “Essa diferença se explica no fato de que nossa linha de produção cumpre todas as normas técnicas e de segurança para a fabricação de lajes”, explica João. “O controle laboratorial que fazemos de nossos produtos comprova isso”, completa.

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OBSESSÃO POR INOVAÇÃO PIONEIRISMO É ADJETIVO COMUM QUANDO SE FALA DA SOMASSA Charles Kwiatkowskyj é um obcecado por tecnologia. Pesquisa, estuda e investe em tudo o que acredita que possa melhorar os processos produtivos da Somassa – Argamassa e Concreto Usinado, empresa que fundou e dirige há 12 anos. Quando começou no negócio, Charles vinha de uma experiência de 16 anos de trabalhos em construtoras. Isso lhe conferiu conhecimento suficiente para saber que os principais anseios dos clientes do setor são o primor pela qualidade dos produtos utilizados em obras e a pontualidade na entrega do material. Com essas informações em mãos, o empresário foi à luta. Ele implantou um sistema de produção de argamassa que, até onde se sabe, não encontra similares no Paraná: para a mistura de areia, cal e aditivos, os componentes da argamassa, a Somassa dispõe de um catalisador – um reator químico que economiza nada menos do que 16% de água em relação ao processo comum. Além dos óbvios benefícios ao ambiente, o catalisador permite que a argamassa precise de menos tempo na mistura inicial. Essa característica permite que as betoneiras para o transporte do material sejam ligadas por menos tempo, gerando também economia de óleo diesel. Resultado: menos impacto ambiental e nova economia, dessa vez de combustível, na ordem de 3%. Charles adora contar a história de como teve a ideia de usar o catalisador na Somassa. “Foi uma gestação”, brinca.

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“No ano passado, fui a uma feira do setor em São Paulo. Lá, tive contato com construtores alemães, que me falaram do uso de reatores químicos para a produção de argamassa. Como não havia literatura em Português disponível sobre o tema, pesquisei o assunto em materiais escritos em Alemão. Nove meses depois (daí a brincadeira com a ‘gestação’), o meu catalisador estava em funcionamento.” Mas o catalisador não é o único exemplo de tecnologia investida na Somassa. A empresa tem um sistema informatizado de pesagem de componentes, o monitoramento dos processos é feito com o apoio de câmeras, e até a comunicação com os motoristas dos caminhões é feita com a ajuda de rádiosamadores – também conhecidos como “HTs”. Para isso, Charles tem inclusive uma repetidora de sinais de rádio homologada pela Anatel. O próximo investimento, segundo Charles, é a instalação de um laboratório próprio para análise da qualidade da argamassa. O serviço, que atualmente é terceirizado, deve ganhar ainda mais importância em 2012, já que o Brasil deve adotar novas normas de avaliação de desempenho do setor. Além de agilizar o processo de liberação do produto para o cliente, um laboratório próprio vai permitir à Somassa cuidar mais de perto da qualidade do que produz. Claro, todos os recursos utilizados pela Somassa trazem não somente benefícios para a qualidade da argamassa. O ganho de tempo também é marca dos trabalhos de Charles. Isso permite à empresa tratar dos compromissos com extremo rigor. Charles, inclusive, reforça que a pontualidade é uma das grandes qualidades da Somassa. “Sabemos que uma das maiores agonias de um construtor é ver os funcionários parados, não podendo trabalhar por não disporem de materiais de construção em mãos. Isso configura prejuízo. Por isso levamos a pontualidade muito a sério”, explica o empresário. Além da produção de argamassa, a Somassa trabalha com concreto usinado, em um sistema de locação de usinas móveis. São três unidades, e hoje, todas estão em funcionamento. Duas delas no Paraná, e uma em Goiás. As usinas móveis de concreto são outro ponto que reforça a preocupação da Somassa com o ganho de tempo. Enquanto um trabalho normal de enchimento de uma laje com 60 m³ demoraria até dois dias, uma usina da Somassa permite que uma construtora faça o mesmo trabalho em 3 horas. Não por menos, essas são somente algumas das características que fizeram da Somassa a vencedora do Prêmio Fornecedores Sinduscon-NOR 2011, na categoria “Argamassa Intermediária”.

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PRÊMIANDO QUEM VALORIZA O PROGRESSO QUAIS FORAM OS GANHADORES DO PRÊMIO SINDUSCON NOR-PR DE 2011 Promovido pela segunda vez em 2011, o Prêmio SINDUSCON NOR-PR é um reconhecimento do segmento de construção civil às empresas que investiram, apoiaram e acreditaram no crescimento do setor durante o ano.

Não é coincidência que todos os vencedores desta edição têm certificados de qualidade no trabalho, como o ISO 9001 e o PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat). Não por menos, no segundo ano de promoção do prêmio, a construtora que conquistou o 1º lugar é a mesma de 2010: a PLAENGE.

NA FOTO: Makihiro Matsubara (Presidente do SECONCI NOR-PR), Wilson Tomio Yabiku (Design Engenharia), José Armando Quirino dos Santos (Catamarã), Leonardo Fabian (Plaenge) e Mauro Carvalho Duarte Junior (Presidente SINDUSCON NOR-PR).

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PLAENGE A Plaenge foi fundada há 41 anos, mas somente há 3 atua em Maringá. “A equipe é nova, formada por pessoas de Maringá, que em muito pouco tempo já incorporaram o espírito de trabalho da Plaenge e mostraram grande valor”, afirma Leonardo Fabian, gerente regional da construtora. Os empreendimentos, no entanto, já ganharam destaque. Leonardo Fabian cita, por exemplo, o Plaza Maior, edifício de alto padrão, trabalhado no conceito de condomínio-clube, com área de lazer completa para os moradores. Outra obra de amplitude tocada pela Plaenge é a ampliação da planta industrial da fábrica da Coca-Cola em Maringá. O complexo vai se transformar em um dos maiores centros de distribuição do refrigerante no Estado e uma das dez maiores fábricas do País depois de ser duplicado, o que deve ser feito em apenas 10 meses. Mas falar de empreendimentos inovadores quando se trata de uma grande construtora não chega a configurar uma grande novidade para o setor. O gerente regional da Plaenge, por outro lado, destaca principalmente a forma como o trabalho é realizado como diferencial para que a empresa fosse, mais uma vez, vencedora do Prêmio SINDUSCON NOR-PR 2011. O Grupo Plaenge foi o primeiro grupo de engenharia brasileiro a elaborar um Código de Conduta e Ética para a área da construção civil. Criado em 2002, o Código de Conduta e Ética completa agora 10 anos. É um documento com diretrizes que orientam os colaboradores quanto às posturas e atitudes na empresa.

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“O Código de Conduta e Ética é uma espécie de bússola de princípios, que indica o ‘norte’ para as atitudes de toda a equipe e traduz a essência de nossa gestão. Temos orgulho em ser pioneiros na elaboração desta ferramenta”, afirma o diretor da Plaenge, Alexandre Fabian. “O prêmio é resultado de um trabalho desenvolvido pela Plaenge desde a sua fundação. Alguns princípios sempre nos nortearam. Entre eles estão a qualidade no atendimento e a preocupação com a satisfação dos nossos clientes”, afirma Leonardo Fabian. “Por outro lado, nos preocupamos sempre em promover o desenvolvimento dos nossos colaboradores junto com o da empresa”, completa.

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CATAMARÃ Estabelecida no mercado maringaense há 22 anos, a Catamarã foi a 2ª colocada no Prêmio SINDUSCON NOR-PR 2011. A construtora tem destaque não só em empreendimentos focados em moradias – como os lofts do Planetarium – como também em obras públicas, na construção de quadras esportivas e associações, além de infraestrutura – como redes de saneamento. A filosofia de trabalho foi implementada em família:

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José Armando Quirino dos Santos administra a empresa em companhia da mulher, Marcela, e dos filhos Rodrigo e Marcelo. O resultado disso é o compromisso da Catamarã com os clientes. Em mais de duas décadas de atuação, a construtora nunca deixou de cumprir metas de entrega de obras. Tudo isso, segundo os donos da empresa, é realizado graças a características como a oferta constante de treinamento a funcionários e o controle rigoroso de produção. A implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade foi natural dentro da empresa. A busca pelas inovações, respeito humano, sustentabilidade e responsabilidade social sempre esteve intrínseca na filosofia da Catamarã. Esta conscientização é compartilhada pelos colaboradores, que conhecem a importância de respeitar o meio ambiente e de se promover ações sociais. A Catamarã busca constantemente melhorias de processos, o que pode ser facilmente constatado em obras planejadas e organizadas, garantindo a entrega e a qualidade. “Trabalhamos todos os dias na busca por melhorar nossos processos técnicos, ferramentas e equipamentos”, conta Rodrigo dos Santos. “Além disso, temos firmados compromissos oficiais com questões de responsabilidade social e ambiental, como o Pacto Global, proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU)”, completa, citando o projeto da ONU que prega a ética no trato com o trabalhador e o engajamento no combate à corrupção.

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DESIGN Completando o pódio de vencedores do Prêmio SINDUSCON NOR-PR 2011 vem a Design, construtora igualmente tradicional, estabelecida em Maringá desde 1975. Edifícios como Milennium Tower, Terraços de Galdí e Icon Residences marcam a presença da empresa na cida-

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de. Todos esses empreendimentos, por sinal, seguem à risca a política de realização de projetos diferenciados, aliando design inovador com sistemas construtivos e equipamentos modernos. Wilson Tomio Yabiku, responsável pela Design, explica: “O sistema construtivo já é definido nos projetos, visando racionalidade de tempo e de esforço físico dos trabalhadores, com redução drástica de resíduos sólidos, aumento da produtividade e de qualidade.” Outra característica importante dos trabalhos da Design é a relação humanística com os projetos. Wilson Yabiku define bem o que é essa relação quando fala da filosofia de trabalho da construtora. “A construção do lar, onde com sua família você viverá os bons momentos de sua vida, é o sonho mais nobre e justo do homem. É o alicerce onde se apoia todo o seu entusiasmo e dedicação ao trabalho. Portanto, construir exige não só a maior das responsabilidades, mas muita experiência e conhecimento técnico.” E os destaques não ficam somente por conta do serviço realizado pela Design no canteiro de obras. O Departamento de RH e Responsabilidade Social da empresa promove palestras e orientações periódicas aos funcionários. Os engenheiros são incentivados constantemente a participar de cursos, palestras técnicas e feiras. E o pessoal de obra é avaliado e selecionado para cursos de especialização em áreas específicas, como elétrica e hidráulica.

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PAULO SAFADY SIMÃO PRESIDENTE DA CBIC

ENTREVISTA PAULO SAFADY SIMÃO FALA SOBRE A CONSTRUÇÃO CIVIL Qual a importância do estabelecimento dos sindicatos da construção civil para a indústria? Os sindicatos da construção são organismos fundamentais para o amadurecimento e para o avanço do nosso setor e do próprio país. Eles são organismos legítimos que têm atuado junto aos governos e aos diferentes organismos da sociedade, no sentido de construir políticas públicas que contribuam com a superação de gargalos e obstáculos que o Brasil ainda enfrenta, como: déficit habitacional (que atinge particularmente as populações mais pobres) ou a carência de infraestrutura (em especial nas áreas de mobilidade urbana e geração de energia) e que prejudicam o desenvolvimento sócio-econômico do país. São as ações dos Sinduscons que têm permitido avanços tecnológicos da indústria da construção, bem como o aumento da nossa produtividade, competitividade e qualidade. A região de Maringá tem uma das maiores taxas de construção e um dos mais altos índices de valorização do metro quadrado no País. Qual é a atenção que a CBIC dedica a essa região? A atuação da CBIC é desenvolvida sempre em âmbito nacional, por meio de ações junto ao Congresso Nacional, ao Poder Executivo e aos organismos de controle. São ações que buscam melhorar o ambiente de negócios para a construção e o mercado imobiliário brasileiro, ampliar a nossa

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competitividade, promover o desenvolvimento tecnológico da nossa indústria, entre outros objetivos. Dentre os inúmeros projetos desenvolvidos pela CBIC podemos destacar: a defesa pela aprovação da Lei 10.931/2004, considerada como um marco para o desenvolvimento do mercado imobiliário brasileiro; as negociações com o Governo Federal que resultaram no Programa Minha Casa, Minha Vida, e a defesa pela desoneração da Folha de Pagamento das empresas. Como a CBIC avalia as especulações de que o mercado de construção civil estaria passando por uma “bolha econômica”, em função da valorização dos imóveis no País? Equivocadamente tem havido bastante confusão quanto ao que realmente seja uma “bolha imobiliária”. O Brasil vive um momento de aquecimento da construção com um número recorde de lançamentos de novos empreendimentos e uma alta no preço dos imóveis. Mas esse aquecimento não pode jamais ser confundido com uma “bolha”, ou mesmo com um “boom”. A alta dos preços dos imóveis está fundada no crescimento da demanda, resultado da maior oportunidade de crédito, da ampliação dos prazos, da redução das taxas de juros e das facilidades oferecidas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida. Naturalmente, o mercado - que estava há mais de duas décadas praticamente estagnado - adaptou-se a essa nova realidade. O Brasil vive um momento completamente diferente daquele vivido pelos Estados Unidos no momento da explosão da “bolha” do crédito. Há uma série de condições na nossa economia que nos permitem afirmar que essa ameaça ainda está longe de chegar ao país. O principal motivo que nos permite fazer

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essa afirmação é o fato de que o crédito imobiliário no Brasil, mesmo com toda a expansão verificada nos últimos anos, ainda corresponde a apenas 4,4% do PIB. Uma realidade totalmente diversa daquela verificada em outras economias, como a dos Estados Unidos – onde o crédito imobiliário correspondia, no início da crise, a aproximadamente 65% do PIB –, da Espanha (cerca de 60% do PIB), da França (cerca de 40%) ou da Alemanha (cerca de 37%). Outro argumento que contrapõe as especulações do risco de bolha imobiliária é o fato de que, no Brasil, o valor dos financiamentos, em média, fica no limite de 60% a 75% do valor do imóvel. Além disso, o país aperfeiçoou os instrumentos de concessão de crédito (alienação fiduciária e patrimônio de afetação) e desenvolveu mecanismos que asseguram que o interessado em adquirir o imóvel não poderá comprometer mais que 30% da sua renda com o pagamento do bem. Essa regra do mercado imobiliário brasileiro confere confiabilidade ao sistema, que está – deste modo – bastante protegido do risco de um “calote” coletivo. Risco absolutamente improvável hoje, já que o índice de inadimplência tem caído consideravelmente, na contramão do incremento do crédito. Dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) mostram uma queda desse índice de 29,87% em 2004 para 6,38% de inadimplência em maio deste ano. Quanto ao aumento de preços, podemos afirmar que ele tem ocorrido dentro do campo real da economia e deve-se, principalmente, a dois fatores: o crescimento da demanda e a alta dos preços dos terrenos nos grandes centros urbanos. Ao contrário do que ocorre no fenômeno da formação de bolhas de preços, quando esse crescimento não tem nenhuma justificativa plausível senão a especulação. Somente o setor de construção responde por mais de 60% da cadeia produtiva do segmento. Como proteger e fortalecer esse setor, que gera tantos empregos e movimenta a economia de forma tão importante? O nosso setor vem crescendo de modo inédito nos últimos quatros anos, graças, principalmente, à estabilidade da economia brasileira e aos mecanismos que foram criados pelo governo e que trouxeram segurança jurídica ao mercado imobiliário. Além dessas medidas, é fundamental que o Governo Federal torne perene o programa de construção de moradias de interesse social que, além de solucionar o grave problema do déficit habitacional brasileiro, ajudam a manter o setor e a própria economia do país aquecida. Uma importante medida para fortalecer o setor seria a desoneração da folha de pagamento das empresas. A redução de impostos já se mostrou eficiente para aquecer o mercado automobilístico e mesmo o da construção civil, com a baixa do IPI sobre o cimento. É uma ferramenta

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viável? Com o aquecimento do setor, como ficam os riscos de inflação ou de supervalorização de mão de obra? A CBIC defende que a medida mais importante para estimular o setor da construção é a desoneração da Folha de Pagamento das Empresas. Essa medida estimularia o crescimento do número de empregos formais na nossa indústria. A carga tributária sobre a folha de pagamento no Brasil chega a 130% do valor dos salários. Como os sindicatos e a CBIC podem ajudar as empresas do setor a administrar esse ônus? Na verdade, o que pesa sobre a Folha de Pagamento das empresas não são exatamente os tributos, mas os encargos trabalhistas. A média dos encargos está na ordem de 135%. Isso sem considerar os benefícios estabelecidos nas convenções coletivas de trabalho e que variam de estado para estado. O que as entidades representativas do setor, como Sindicatos, podem fazer é apresentar aos deputados e senadores dos seus estados os argumentos que justificam a redução desses encargos. A CBIC já vem desenvolvendo esse diálogo que passa também pela defesa da livre negociação e pela introdução de uma lógica de remuneração que contemple a qualidade e a produtividade do trabalhador. Diante do déficit habitacional no País, a sociedade tem consciência da importância também social do trabalho da indústria da construção civil? Não tenho dúvidas disso. O trabalho que a CBIC e um conjunto de organizações da sociedade civil desenvolveu a partir de 2007, com o Programa Moradia Digna, é uma prova disso. O nosso esforço era no sentido de colocar o problema do déficit habitacional na pauta política do país. Acreditamos que esse objetivo foi alcançado plenamente. Hoje o Programa Minha Casa, Minha Vida se impôs como um dos mais importantes do país e tem sido responsável por uma intensa formalização do nosso setor, pelos números recordes de novos empregos gerados, além de contribuir com o desenvolvimento da economia brasileira. Basta observar o destaque que o tema da moradia ocupou durante a última campanha eleitoral para a Presidência da República para perceber que a população tem hoje muita clareza sobre esse tema. Prêmios como os promovidos pelo Sinduscon podem ajudar as indústrias a difundir a importância do segmento para a economia de uma região? Sim. Os prêmios ajudam a dar visibilidade às boas ações e são um dos melhores recursos de que nós dispomos para difundir as boas práticas.

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MURAL DOS EX-PRESIDENTES

CONHEÇA QUEM FEZ PARTE DO SINDUSCON NOR-PR NOS ULTIMOS 20 ANOS VILDES TARDIVO GESTÃO: 1992/1993 FRASE DO PRESIDENTE: “O Sinduscon-NOR deu voz ao setor em a uma região com necessidades e dificuldades diferentes das de Curitiba. Obviamente, isso ajudou muito a impulsionar o crescimento da indústria da construção civil em cidades como Maringá, Paranavaí, Cianorte, Umuarama e Campo Mourão”.

3 9 9 1 / 1992 CLÁUDIO BIDÓIA GESTÃO: 1994/1995

1994/1995

FRASE DO PRESIDENTE: “É fácil observar que o Sinduscon-NOR é hoje um sindicato forte, consolidado, com cada vez mais empresas associadas. A criação de uma entidade específica para representar os interesses do setor na nossa região estreitou as relações com os poderes públicos. As diferenças do nosso Estado são melhor respeitadas”.

PAULO SÉRGIO MAGALHÃES SILVA GESTÃO: 1996/1997 FRASE DO PRESIDENTE: “A criação do Sinduscon-NOR trouxe inúmeros benefícios à comunidade de engenheiros. Os principais são as ações conjuntas de desenvolvimento técnico e de mercado e a melhoria da interação com o sindicato laboral, por meio do apoio em formação de mão de obra, assistência médica, combate à informalidade e aumento da segurança no trabalho”.

1996/1997

1998/1999 2006/2007

ADOLFO COCHIA JR. GESTÃO: 1998/1999 - 2006/2007

FRASE DO PRESIDENTE: “A atuação do Sinduscon-NOR é de importância valiosíssima principalmente nas convenções trabalhistas, com características diferentes em cada ponto do Estado, e no combate à informalidade, levando muita informação sobre o assunto ao segmento. Além de tudo isso, o Sinduscon-NOR promoveu um salto na união das empresas da região de Maringá”.

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OSWALDO NEVES DA LUZ GESTÃO: 2000/2001

2000/2001

FRASE DO PRESIDENTE: “O Sinduscon-NOR promove a integração do setor de produção da construção civil, otimizando os processos produtivos. Tudo isso, claro, com os devidos cuidados no que se refere a segurança no trabalho e respeito com o colaborador”.

ROBERTO PETRUCCI JR. GESTÃO: 2002/2003

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FRASE DO PRESIDENTE: “Hoje o Sinduscon-NOR não é mais uma instituição que trabalha somente para seus sindicalizados. O Sinduscon atende a anseios de toda a comunidade, extensivos à cadeia produtiva do setor, além de se preocupar com a consolidação de ideias de desenvolvimento sustentável”.

2004/2005 FERNANDO ANTONIO MAIA CAMARGO GESTÃO: 2004/2005

FRASE DO PRESIDENTE: “O Sinduscon-NOR configura a diferença, o espírito de união das empresas do setor no Noroeste do Paraná, o que as torna competitivas e atuantes”.

MARCOS MAURO PENA DE ARAÚJO FILHO GESTÃO: 2008/2010

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FRASE DO PRESIDENTE: “A importância do sindicato é agregar empresas com um objetivo comum, unir e agregar esforços para que estas empresas atinjam o seu objetivo comum, que é o de promover o desenvolvimento da construção civil na região”.

EDIÇÃO COMEMORATIVA DE 20 ANOS

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SECONCI NOR-PR CUIDANDO DE QUEM COLABORA COM O PROGRESSO O mercado formal de trabalhadores da indústria da construção civil da região de Maringá reúne cerca de 6 mil funcionários. Não é preciso usar muita ênfase para destacar a importância deste grupo no bom andamento do setor: a mão de obra é a máquina que mantém o ramo em movimento. Pensando no bem estar destes servidores, o SINDUSCON NOR-PR criou o Serviço Social da Indústria da Construção Civil - o Seconci Noroeste. A ideia surgiu há pouco mais de 3 anos. À época, o sindicato já oferecia um serviço de oferta de consultas, em parceria com o Sindicato da Habitação e Condomínios de Maringá (Secovi). “O serviço de então, chamado Sindimed, prestava atendimento médico primário aos trabalhadores, mas seguíamos pressionados para oferecer mais opções de cuidados com a saúde ocupacional e de segurança no trabalho”, explica o presidente do SECONCI NOR-PR,

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Makihiro Matsubara. Estatutariamente, o SECONCI NORPR nasceu em 2009. De lá até agosto de 2011, o Sinduscon trabalhou na contratação de profissionais de saúde, estabelecimento de convênios e na busca de uma sede física para o novo serviço. Hoje o Seconci funciona nas instalações do Sesi Maringá, oferecendo um amplo leque de serviços primários de saúde aos trabalhadores da construção civil. “Temos atendimento com consultas em várias especialidades, como ortopedia e pneumologia, além da oferta de cursos e treinamentos para segurança no trabalho, exames ocupacionais e encaminhamento para cirurgias”, explica Makihiro. Todos os serviços são oferecidos a custo zero para os trabalhadores. O Seconci é integralmente bancado pelos empresários da construção civil. E oferecendo benefícios deste tipo para os empregados, os construtores não estão só reduzindo os impactos econômicos da eventual falta de um funcionário por problemas de saúde. A oferta de treinamento em segurança no trabalho e o apoio em saúde – inclusive ginecológico, já que a participação feminina no setor cresce a cada dia – implica também redução de custos trabalhistas. O Seconci tem funcionamento e aplicação muito simples: depois de procurar o SINDUSCON NOR-PR, os empresários interessados em oferecer o serviço aos trabalhadores só precisam cadastrar os servidores registrados. Cada um ganha uma carteirinha, que serve como protocolo inicial para atendimento. As consultas, que podem ser agendadas diretamente na sede do Seconci, nunca atrasam, e ainda provocaram um impacto social de grande relevância, já que estes 5 mil trabalhadores praticamente não precisam mais procurar pelo sistema público de saúde, desafogando as esferas governamentais na região. “Tivemos uma excelente receptividade entre os trabalhadores”, afirma Makihiro. “E o aumento da demanda comprova isso”. Empresários e trabalhadores interessados em obter mais informações sobre o Seconci podem procurar diretamente a sede da entidade, na Rua Antônio Carniel, 499. O telefone é o (44) 3023 7999.

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Revista Sinduscon NOR-PR 2011