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inactivos (69,4 mil) serem inferiores aos fluxos registados no sentido contrário de passagem para a inactividade por parte de activos empregados (109,4 mil) ou de desempregados desencorajados ou indisponíveis (52,3 mil). Ainda que menores, são também estimados com sinal negativo os saldos do balanceamento do Emprego Total e do segmento Emprego Estruturado. Estes saldos são explicados, do lado da oferta por: •

Passagem da vida activa para a inactividade por parte de activos empregados e a correspondente libertação de postos de trabalho para oferta no mercado de emprego (EMINA).

Criação líquida de emprego devida ao crescimento económico (CLE), nula ou de valores muito reduzidos

Existência no final do ano de ofertas de emprego no mercado a que não corresponderam colocações, transitando para o ano seguinte (PTNT) (registos no IEFP). E do lado da procura por:

Procura de emprego por parte dos estudantes na transição inicial da educação/formação para a vida activa.

Procura de emprego por parte de outros inactivos que readquiriram condições de disponibilidade ou de encorajamento para voltar ao emprego.

Desempregados que ao longo do ano encontraram colocação passando à situação de emprego.

O emprego estruturado é assumido como o segmento do emprego total dos trabalhadores por conta de outrem no emprego total. Os algoritmos com as estimativas relativas a 2009 e 2010 são apresentados nas Figuras 10 e 11, respectivamente.

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Necessidades de mão-de-obra imigrante em Portugal  

Relatório Final

Necessidades de mão-de-obra imigrante em Portugal  

Relatório Final

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