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PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 30 de março de 2012

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37 sborges@correiodopovo.com.br

Você cresce ouvindo o mesmo discurso: saia do Ensino Médio, estude para o vestibular, faça uma faculdade, concorra a vagas nas empresas da sua área e... ponto final! Está engatilhada sua carreira profissional para o resto da vida, certo? Depende. Nem todo mundo resolve seguir esse roteiro – e nem se sente à vontade com ele. Muitas vezes, o melhor é tentar descobrir no amadurecimento durante a faculdade ou, até mesmo, no dia a dia, o que você se sente à vontade em fazer, para dar um destino coerente com seu perfil para sua carreira. Como foi a escolha da estudante de Publicidade e Propaganda da PUCRS Staniara Kniphoff, que, com apenas 18 anos, já toca seu próprio negócio. A iniciativa começou cedo. Aos 13 anos ela já estava vendendo ingressos para festas, “eu saía bastante e então pensei: se eu sempre levava muitos amigos e conhecia bastante gente, por que não conseguir, ao menos, o meu ingresso de graça? Fui atrás de uma produtora e eles me ofereceram, além do meu isento, comissão por venda e eu comecei a adorar isso!”, conta. Daí foi um pulo para a estudante identificar sua veia empreendedora. Da venda de ingressos, passou para pacotes de viagens estudantis, o que lhe rendia também os destinos de graça, como Bariloche e Porto Seguro. Tudo isso até dar aquele estalo, o estalo de criar e vender seu negócio, tomar a frente. Foi assim que nasceu seu primeiro site. Na prática, é uma ideia bem simples: a Staniara traz mercadoria de lugares mais baratos e revende por aqui com telentrega e preço abaixo do encontrado no Brasil. Para divulgar, ela investiu só o suor nas redes sociais, inventou uma logomarca e pronto. “Na primeira compra eu pedi R$ 200 pra minha mãe emprestado, vendi R$ 500, devolvi os R$ 200 e fiquei com o restante.” Hoje, um ano depois, ela já tem um estoque considerável, permitindo que tenha capital de giro. A iniciativa da jovem é só um indicativo do perfil que falou mais alto. A necessidade de tocar sua ideia, ter a independência financeira cedo e não depender de ninguém, “eu não conseguiria ficar em um emprego onde, se eu trabalhasse pouco ou bastante, recebesse um salário fixo no final do mês”, diz. Mas ter essa pressão no dia a

Talento sem regras

Pedro Revillion

Susi Borges

As gurias de futuro pensado: Staniara Kniphoff, Juliana Lago e Helena de Oliveira já definiram o caminho que irá trilhar suas carreiras depois da faculdade

dia não é regra, e nem significa que quem não se enxerga tendo seu próprio negócio não goste de desafio ou curta rotina. Existem muitas outras características que podem preencher esse espaço em cargos no funcionalismo público, por exemplo. A Helena de Oliveira e a Juliana Lago também fazem Publicidade, como a Stalinara, mas defendem opiniões bem diferentes quando o assunto é carreira. Uma quer a estabilidade do concursado, a outra prefere o de-

safio de empresas privadas. Em agosto do ano passado, Helena, que está no quinto semestre, fez seu primeiro teste, em um concurso do Banco do Brasil, e já começou a estudar para outro, cuja prova é no final de abril, “a estabilidade que o funcionalismo público proporciona, nenhum outro emprego dá. Você está segura para o resto da vida, mesmo que seus planos não sejam permanecer por um longo tempo no emprego”, defende.

No caso da Juliana, a pilha é outra. Ela quer ver seu esforço valorizado em uma grande empresa, ideia que ela amadureceu em um intercâmbio na Itália. “Crescimento em uma empresa privada é baseado na meritocracia, além de manter um padrão que não é alterado quando muda o governo”, avalia. Independente da opinião de cada uma, as meninas já identificaram o caminho a seguir na carreira e tudo de caso pensado, levantando a bandeira de uma

ideia fundamentada em experiências. Esse se torna o ponto mais esclarecedor, pois conhecendo todas as possibilidades de conduzir um destino profissional é que se revelam algumas aptidões até então ocultas. Na próxima página, o psicanalista Robson Pereira, em um bate-papo com o Mais Preza, deu uns toques de como você pode reconhecer alguns sinais do seu perfil profissional. Confira!

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Sexta-feira, 30 de março de 2012

É a minha cara! Arquivo Pessoal/CP

Já decidi! “Nossa economia está aquecida e em constante crescimento. Isso faz com que alguns setores do mercado se tornem carentes devido à grande demanda e à desatualização de algumas empresas mais antigas. O que eu fiz foi procurar um segmento com o qual me identificasse e que não exigisse grandes investimentos iniciais. Em alguns meses, já consegui igualar o que ganhava antes, só que agora com a minha própria empresa.” Maurício Portela, 27 anos, publicitário, largou o emprego fixo para abrir sua própria agência

Arquivo Pessoal/CP

Quem opta por ter seu negócio gosta de desafio. Os que preferem ser empregados curtem estabilidade e rotina. Afirmações falsas. Bem falsas. De acordo com o psicanalista Robson Pereira, não necessariamente um empreendedor deve ser uma pessoa que coloque o desafio em primeira instância em sua vida. Muitas outras carreiras requerem ousadia, mesmo parecendo, à primeira vista, rotineiras. “Um jovem que faz concurso na área jurídica pode atuar na área pública em situações de bastante movimentação. Não são lugares que se possa chamar de ‘confortáveis’. Por que não considerar que o ideal de carreira dentro de uma empresa requer criatividade?”, esclarece o psicanalista. Vale destacar que, quando se fala em empreendedor, os que optam por freelancer como atividade principal, de certa forma, também entram nessa esfera. São pessoas que, aparentemente, demonstram mais tranquilidade e prezam pela independência do home office, o que não implica em falta de compromisso. “Muitas vezes, nesses casos, o nervosismo e a preocupação aparecem de forma diferente, as tarefas são diferentes, mas isso não os faz menos responsáveis pelo seu trabalho”, explica. E, para quem ainda está na universidade, muita calma, pois esse é o lugar ideal para se identificar um perfil profissional, segundo Pereira. A reunião da escolha inicial do curso e o ambiente universitário têm muito a dizer. É nesse estágio que o amadurecimento começa a dar sinais de qual o caminho mais condizente com você, ou seja, que é a sua cara!

“Ser funcionário público garante estabilidade e diversos direitos trabalhistas conquistados e que ninguém nos tira. Mesmo achando que ganho mal como policial civil, nem de longe eu iria ganhar um salário inicial como advogado, mesmo com carteira da OAB.” Felipe Guedes Só, 29 anos, policial civil, está se preparando para se tornar promotor público

´ O Bairrista na Famecos O Bairrista, nosso querido colunista, vai palestrar na Famecos. Dentro de uma programação especial da faculdade, a Calourada, o responsável pelo periódico mais importante do mundo vai, além de falar sobre o projeto desenvolvido, participar de um debate sobre o fenômeno do bairrismo na mídia gaúcha. A conversa rola na sala Arena da faculdade, é gratuita e aberta ao público. Mais informações: (51) 9736-9681. A função será no dia 12 de abril, às 19h.

Com que roupa? A Feevale está preparando uma série de palestras voltadas pro pessoal que curte moda, cinema ou – melhor ainda – que curte os dois! O curso “Interpretando Filmes com o Olhar da Moda”, que acontece de 17 a 26 de abril na própria universidade, vai usar a análise de filmes como forma de estudar a história dos looks. Para saber mais, ligue (51) 3586-8800. Divulgação/CP

Alma de artista O pessoal que curte teatro já pode se inscrever na tradicional “Oficina Dramatúrgica” do Theatro São Pedro. A gurizada interessada no curso, que se inicia no dia 19 de abril e segue até o mês de dezembro, deve encaminhar uma carta de intenções pro e-mail comunicacao@teatrosaopedro.com.br. Esse texto, em que o interessado deve dizer por que quer participar da oficina, será lido pela diretora de teatro Graça Nunes, que vai escolher as melhores explicações. Boa sorte!

Engordando o currículo Tá a fim de aprimorar seus conhecimentos sobre informática e, de quebra, engordar o currículo de graça? Então se liga nos workshops gratuitos que o Senac 24 Horas está promovendo. Assuntos como tratamento de fotos profissionais, Excel com dashboard, apresentação de slides e Illustrator serão

tratados nos encontros que acontecem durante o mês de abril. Além de aprimorar seus conhecimentos, você pode (olha que lindo!) ajudar, porque, durante as aulas, a unidade vai arrecadar doações de alimentos não perecíveis. Mais um motivo pra participar, né?! Informações: (51) 3366-0520.

Guilherme Alf

galf@correiodopovo.com.br

Nem todos sabem tudo! Talvez eu nem seja um deles, mas preciso dividir com vocês um sentimento que vem me incomodando há horas. Como um jovem da geração Y, eu sou um grande consumidor das redes sociais. Inclusive, algumas edições atrás eu escrevi sobre como todo mundo regula todo mundo nas “timelines” da vida. Todos, bem ou mal, estão com “o poder da palavra” nas mãos. E isso pode ser perigoso. Os grandes veículos de massa, como jornal, televisão, rádio ou revistas, têm um filtro, uma diretriz, uma direção. A liberdade de escrever o que vem à cabeça e de compartilhar com milhares de pessoas, que a Internet nos possibilita, me encanta e me assusta. Devemos preservar os formadores de opinião. Se todos disserem tudo sobre qualquer assunto, como vamos nos guiar? Bem verdade que estamos passando por uma transformação na história da comunicação. Ainda não sabemos todos os efeitos e as causas do que é publicado na rede. A cada dia, sabemos que as empresas e as pessoas (na vida pessoal) têm ficado mais atentas (e ligadas) ao comportamento de todos nas redes sociais. O que tem me tirado do sério são as extensas opiniões de gente leiga sobre os mais aleatórios assuntos. Todos têm se achado no direito de julgar, interpretar e sentenciar alguns fatos. Vamos com calma pessoal. Precisamos nos informar muito bem antes de nos posicionarmos. Tive um exemplo clássico disso no meu Facebook, semana passada. Vou reproduzir o post: “Sobre o caso Thor (filho do Eike Batista). Por que o brasileiro (de uma maneira geral) tem mania de achar que gente rica e filha de gente famosa é sempre culpada? E se ele não for? Ok, talvez seja, mas por ser filho do Eike Batista, ele não pode ser automaticamente culpado. Gente pobre e sem grana também faz coisa errada no trânsito. Mania idiota que a gente tem de julgar todo mundo. Ele pode (e se for deve pagar por isso – embora eu saiba que não vá, pela impunidade trouxa do nosso país) ser o culpado, mas, primeiro, precisamos ter certeza pra julgar.” Em 10 minutos muita, gente saiu comentando e descendo a lenha no post. Dizendo que eu estava defendendo o rapaz, que era um absurdo, que isso, que aquilo. Notem que não fiz nenhum julgamento, não me acho apto. Não sou perito, muito menos tive acesso a informações mais concretas. Emiti minha opinião sobre o julgamento de todos, que é o que eu discordo. Julgar não é uma novidade, compartilhar é. Precisamos ter mais cuidado. Precisamos saber valorizar quem realmente tem propriedade para falar de um assunto. (Cabe salientar que, no balanço final do post, tive mais gente que concordou do que me interpretou errado. Ou seja, há esperança). Este caminho que a comunicação está tomando, ao natural, ainda é desconhecido. Podem me chamar de conservador, mas acho muito perigoso essa liberdade desenfreada. Não digo isso por trabalhar em um veículo, mas sim por entender que comunicação é uma profissão. Estudamos e nos preparamos para isso. Já imaginaram se todos pudessem ir a um tribunal e julgar? Ou então se eu pudesse entrar numa sala de cirurgia com mais amigos virtuais e operar alguém? Falamos! Esse texto foi originalmente publicado no blog de Guilherme Alf (guilhermealf.com.br) e o seu conteúdo é de responsabilidade do autor.


3 por Susi Borges @susiborges

Soda Pop/Divulgação/CP

dos campeões

Que tal uma festinha com cara de lanchonete, onde, lá pelas 5h da manhã, quando todo mundo tiver achando que o festerê tá no final, começa a rolar aquele cafezão com direito a muitos burgers, cachorrinho e pizza? Se você curtiu, já desmarca tudo o que tinha pra hoje e se joga pro Cabaret (Independência, 590), na mais nova festa da casa, a Soda Pop. E a inspiração não é só no café, pensa aí em banquetas vermelhas, xadrez preto e branco, milk-shakes, jukebox, tudo embalado pelo melhor da música pop, do clássico à nova era. O repertório fica por conta de Babi Mattivy, a dupla The Crayons Sisterhood e a gata Julia Franz. Ah, e tá vendo a fotinho aí do lado? É só pra lembrar que ainda vão rolar fotos polaroids que os convidados poderão levar como recordação pra casa. Top! Ingressos a R$ 20 até a 1h e R$ 25 após este horário.

O melhor colunista do Rio Grande. E do mundo também! Vinícius Roratto

Café da manhã

O Bairrista

Divulgação/CP

Praticando o desapego

Mudança no clima: sai o veranico de maio, entra o invernico de março

Luana Caetano/Divulgação/CP

Coisa linda é o desapego né, gurias? Então vamos lá, mão no bolso porque vem economia por aí. Um bando de amigas descoladas que chegaram ao limite de seus closets e defendem o aproveitamento das suas peças, convida aquelas que querem dar um brilho no armário sem altos investimentos, pro Brick de Desapegos. Serão centenas de roupas e acessórios com precinho lá embaixo, num ambiente bacana de um estúdio na Cidade Baixa, com bares, petiscos e uma trilha sonora sob medida. Aproveita que é a primeira edição e corre lá, a partir das 16h deste domingo, na José do Patrocínio, 1218.

MEDParty

A tradicional festa de recepção para os bixos de medicina, a MEDParty, rola amanhã na AMRIGS (Av. Ipiranga, 5311). No line up estão a banda Constelação e os DJs Mark Correa e Duka. Os ingressos antecipados por R$ 25 podem ser encontrados no Subway da Goethe, na Oriente Produções (Av. Pernambuco, 2370) e na SP Produções ( João Telles, 542). Na hora da festa os ingressos custam R$ 50. Calouros de 2011/2 e 2012/1 são isentos. Mais informações pelo telefone (51) 3014-2024 ou pelo e-mail du@amrigs.org.br

White Party A terceira e última edição do projeto Lust rola amanhã com a festa White Party, na Casa Vetro (Veríssimo de Amaral, 150). Durante o projeto, a casa tinha sua decoração transformada para cada festa, criando ambientes únicos e de puro luxo. Os DJs Pic Schmitz, Edo Krause e Sandro Horta ficam responsáveis pelos sets. Os ingressos do primeiro lote custam R$ 50 (feminino) e R$ 70 (masculino) à venda na Faro (Padre Chagas, 32).

Espaço Guadalupe no Bom Fim

Já ouviu falar do Espaço Guadalupe (Fernandes Vieira, 502)? Pois o café/restaurante, é ideal para um bate-papo (até recebe exposições), tem uma decoração toda especial e já está se preparando para o seu primeiro inverno. Até amanhã, das 18h à meianoite, o chef boliviano Checho Gonzales estará por lá para servir pratos especiais para o frio, encorpados com sabores ibericos, cozidos ao vinho tinto e fortes temperos. Reservas ou informações pelo telefone (51) 3208-1002.

Durante os meses de verão, o que mais se ouvia pelas ruas da República eram pessoas exaustas pedindo pelo frio o mais rápido possível. E, como Paixão Côrtes é gaúcho, ele – o frio – chegou mais cedo. O tão falado veranico de maio acabou sendo escanteado. Agora, o invernico de março é quem dá as cartas. “Foram tantos pedidos que as nuvens acabaram se deslocando rapidamente, formando uma massa de ar polar que está cobrindo toda a República Rio-Grandense”, explica o meteorologista do Grupo Bairrista, André Rieu. E ai de quem reclamar do frio. De acordo com a psicóloga Martha Andradas, o frio que faz não é forte o suficiente para deixar o gaúcho encarangado. “Essa é a abstinência do inverno. Até que os viventes se acostumem novamente às baixas temperaturas leva um tempinho. Mas, se reclamar muito do frio, aí é brasileiro”, concluiu.

Especialista afirma: trânsito lento em PoA é causado pelas pessoas admirando a cidade Um estudo realizado pelo especialista em trânsito, o italiano Giuseppe Meazza, comprova que os problemas de tráfico de Porto Alegre não são culpa da prefeitura. De acordo com Giuseppe, a lentidão nas vias de maior movimentação é causada pelos próprios condutores. “Os motoristas se distraem com os monumentos, com a beleza das mulheres, com a limpeza das ruas e acabam deixando o trânsito lento. A prefeitura está isenta de qualquer culpa quanto a este fenômeno”, explicou Meazza. Uma consulta feita com motoristas comprovou que o fator de complicação no tráfego de Porto Alegre não são as manifestações

de grevistas ou o mau estado das ruas. O taxista Paulo Gouveia revela que anda lento nos atendimentos e acaba ganhando mais nas corridas, mas que a lentidão não é para enganar o cliente. “A gente anda devagar para contemplar as belezas de Porto Alegre”, explicou Gouveia. O estudo feito por Giuseppe explica também que o mesmo fenômeno acontece em quase todas as cidades da República Rio-Grandense, mas que não vê o mesmo comportamento em cidades importantes ao redor do mundo, como Tóquio, Milão, Nova Iorque e São Paulo. “Lá não tem o que olhar e é por isso o trânsito funciona bem”, encerrou Meazza.

Internet com cautela A Internet gaúcha, a melhor e mais rápida do mundo, tem muitos personagens. No Twitter então, tem milhares. Mas um deles se destaca entre a multidão. O mestre @ JuarezRoth, perfil fake do treinador Celso Roth, faz sucesso entre seus 13 mil seguidores pregando cautela e rendendo homenagens aos maiores volantes truncados da história do futebol gaúcho. O cauteloso – como é denominado por ele mesmo – vez em quando revela sua aptidão ao mundo dos negócios. Foi o que aconteceu quando quis lançar a 5ive, empresa concorrente da 9nine, de Ronaldo Fenômeno. Na 5ive, apenas volantes e treinadores retranqueiros teriam sua carreira gerida por Juarez e o contrato de publicidade com Inter e Grêmio mudaria o nome dos estádios. A Arena do Grêmio receberia o nome de Juarez Arena e o Beira-Rio passaria a se chamar Beira-Roth. Sigam o gênio. O Bairrista é uma coluna de humor com conteúdo do portal “obairrista.com”, que é uma enganação, um portal de mentira, totalmente fictício. Se tu, tua empresa, ou teu CTG se sentirem ofendidos ou difamados por qualquer conteúdo inventado pelos nossos gênios gaudérios, entre em contato imediatamente pelo e-mail editor@obairrista.com.


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A Laudir Piccoli e Diego Bertolini-

Eduardo Nipper

Caroline Angeroff / Divulgação/CP

Caroline Angeroff / Divulgação/CP

Caroline Angeroff / Divulgação/CP

Festa do Conde, agito produzido pela Dig Prod e que rolou no dia 10, no Farina Park Hotel em Bento Gonçalves, reuniu muita gente bonita. Sob o comando de um time feminino de DJs e muito espumante, a festa reuniu mais de 1,2 mil pessoas. E os preparativos começaram cedo. Antes do evento principal, uma sunset party aqueceu os ânimos e encheu as taças para a balada. Já à noite, show de luzes, performances na pista principal e muita animação! A gente passou por lá e trouxe algumas fotos da galera Mais Preza da noite!

Nicole Baldwin

Entrevista: Stereosound

Bruno Peres/Divulgação/CP

O som que

vem da alma

Os guris da Stereo: Felipe (guitarra), JJ (vocal), Zebra (bateria) e Davilexx (baixo)

Imagine que você não é do tipo de pessoa que gosta de um estilo de música só. Que é supereclético e ouve rock, groove, surf music, samba, reggae e funk. Agora imagine se você pudesse curtir todos esses sons juntos, ouvindo um só álbum ou indo a um só show. Ia ser legal, né? Se a resposta for “sim, ia ser muito legas!” você tem que conhecer a Stereosound! A banda surgiu no final de 2006 com a junção de amigos e

amigos de amigos que, logo ao se conhecerem, perceberam de cara que aquele encontro ia resultar em alguma coisa muito boa. Segundo eles, a química rolou forte desde o primeiro ensaio. Esses guris de Porto Alegre, que têm como lema fazer som com a alma, estão finalizando o primeiro álbum da banda, e o vocalista JJ fala pra gente sobre esse CD de 17 faixas que é inspirado no clima dos anos 90 e estreia agora em abril.

Caroline Angeroff / Divulgação/CP

Sexta-feira, 30 de março de 2012

André Chaves e Camila Vargas

De onde veio essa ideia de fazer um som com tanta mistura de estilos? As influências de cada componente foram se agregando aos poucos até a banda construir uma identidade bastante própria. Essa salada de influências que somos faz com que a gente não curta rótulos e, por isso, procuramos expandir cada vez mais a nossa criatividade nas composições. Quais são as novidades que o pessoal pode esperar desse álbum? Desta vez a Stereosound traz a novidade de ter todos os instrumentos gravados ao vivo. Achamos que essa é a melhor forma de passar a vibe da banda. Tentamos ao máximo captar o que somos pra que as pessoas sintam a nossa essência e se identifiquem. O Nômade será muito especial também porque tem todo um conceito dos anos 90, que era uma época em que gravar álbuns inteiros e completos era comum. Hoje em dia as bandas costumam só gravar singles e coisas rápidas pra girar na Internet. A gente quis resgatar essa essência gravando com calma e de forma detalhada. Ficamos um ano trabalhando nesse CD. A influência de estilos musicais da época, quando nos criamos musicalmente, também está bastante presente no álbum. Vocês estão gravando uma série de vídeos, é isso? Será um DVD? Na realidade acompanhamos todas as gravações do CD com uma câmera de vídeo na mão. Desse material, temos a ideia de fazer um documentário do disco e dos bastidores da produção do álbum. Além disso, nos próximos dias estaremos lançando nosso primeiro clipe, da música “Será que Isso É Samba?”. Na sequência ainda vamos lançar um vídeo-teaser com imagens das gravações, mostrando algumas das novas músicas que estarão no Nômade. Pra finalizar, vamos gravar um material inédito pra Internet, com a gente tocando o disco na íntegra, ao vivo, em um estúdio. O pessoal que curte a gente vai ter que tomar fôlego, porque vão surgir nos próximos dias álbum, clipe e vídeos novos da Stereosound. O mês de abril será inesquecível!

Mais Preza - 29-03  

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