Page 1

Do sertanejo ao pagode maispreza@correiodopovo.com.br

Editora: Susi Borges

Já imaginou Michel Teló, Thiaguinho, Sorriso Maroto e Gusttavo Lima juntos, em um só dia, num só show? É o que vai acontecer em Porto Alegre no dia19/9 no Arena Pop, que rola no estacionamento da Fiergs. Os ingressos custam de R$ 45 a R$ 300 e já estão à venda. Mais informações no site hte.com.br.

Entrevero Funk em Gramado

Semana que vem todos os caminhos levarão à Serra gaúcha. Uma das festas que irão movimentar Gramado será o Entrevero del Funk, promovido pela revista Void, dia 18. A função começa às 16h, com pocket show da Comunidade Nin-Jitsu. Os ingressos já estão à venda. Passa lá no facebook/revistavoid para saber mais!

O look do dia

do celular

Você já andou pelas ruas e viu alguém falando por meio de um celular-porco? Ou, quem sabe, pegou alguém tirando foto no Parcão com um Game Boy em vez de câmera fotográfica? Calma, as pessoas não enlouqueceram – ainda. Só estão usando uma capinha um pouco diferente para o “brinquedinho” de quem tem mais de 20 anos, o iPhone (aquele smartphone que manda e-mail, tem acesso à Internet, tira foto, tem joguinho e, claro, recebe e faz ligações). As capinhas dos celulares, também chamadas de case, sempre existiram, mas agora adquiriram status de companheiras indispensáveis, tipo bolsa. As duas amigas publicitárias, Fernanda Amaral, 27, e Sophia Catalogne, 26, se divertem com os acessórios que importam de sites da China, há mais de um ano. Sophia começou o vício de leve, comprando apenas uma com o formato de anjo. Hoje, ela já possui mais de 15 cases, todos muito irreverentes: de porquinho, coelhinho, a imitações de claquete de cinema e até um à prova d’água. “Eu comprei o primeiro mais para proteger o aparelho, mas depois acabei usando para me divertir mesmo”, conta.

Pa u l o N u n e s

Objetos de luxo Ainda tá achando que capinha de celular é frescura? Pois saiba que aos poucos esse acessório está virando objeto de luxo. Já existem empresas que trabalham com um material especial, que não descasca ou desbota, com os mesmos produtos utilizados nos capacetes da Nasa. Já pensou? Agora resta esperar para saber qual será a próxima febre de quem não desgruda de seu smartphone por nada nesse mundo!

Fernanda e suas capinhas: coruja, fita-cassete, anjinho, até camiseta para o celular. Exemplo de quando o estilo supera até mesmo a praticidade

Look do Dia - A publicitária geralmente seleciona a capinha como quem escolhe a roupa do dia. Se ela vai ter uma rotina mais puxada, a eleita é uma tipo jeans e camiseta, mais básica e prática, que não incomode na bolsa. Caso o dia esteja mais leve e role um happy hour com os amigos, ela opta por uma capinha mais divertida. Já Fernanda, apesar de ter na coleção cases de coruja, fita cassete e

até camisetinha que “veste” o celular, ainda não superou o recorde da amiga, pois não aguenta a longa espera da entrega dos sites chineses. “Você paga até $ 2 por uma capinha, o que é muito legal, mas às vezes leva até três meses para chegar, e eu não aguento”, brinca. Quando reclamam da demora com o site, elas chegam até a receber algumas repetidas que logo viram presentes para os amigos.

Descubra qual a sua tribo (pela capa do celular) Básicas: são as mais simples, pretinhas, transparentes, no máximo tem alguma estampa mais discreta, sem muita extravagância. A galera que usa esse tipo é da turma low profile.

Animal Lovers: esse tipo é 8 ou 80. Você ama ou odeia. Tem de porco, coruja, até de coelho com rabinho. Quem gosta desse estilo tá nem aí para a opinião dos outros, não é mesmo?

Hipster: todas que remetem a alguma coisa que já não existe mais: pode ser câmera fotográfica analógica, minigame dos anos 80, imitação de telefone da avó...

Nerds: são capinhas com referência à fantasia, séries de ficção, quadrinhos. De Stars Wars a Power Rangers, passando pelos heróis da Marvel, Game of Thrones e até Pokémon.

Autoestima higher: não satisfeitos em só postar autorretrato no Instagram, a galera dessa tribo ainda tem na capinha a própria foto! Né, Justin?

Hey! Você já parou para pensar o que ensinou para o seu pai? A redação aqui do Mais Preza sim. Por isso, invertemos os papéis e fomos atrás de uma galera com essa pergunta. Quer saber a resposta? Tá lá no blog: maispreza.com.br @maispreza /maispreza

Faça você mesmo Além de importar capinhas do outro lado do mundo, tem um outro jeito de se ter um smartphone original: mandar personalizar. Já existem empresas que trabalham com a customização, em que o cliente pode mandar colocar a imagem que quiser. Vale foto do cachorro, do namorado, e até de si mesmo. A estudante de Artes Visuais da Ufrgs, Patrícia Guter-

Guilherme Alf

galf@correiodopovo.com.br

Apito profissional No último domingo, o Grêmio foi beneficiado com a arbitragem. Na semana passada, tinha sido prejudicado. Na última quarta, o rolo foi no jogo do Colorado. O baixo nível dos juízes e auxiliares brasileiros é gritante e isso tem uma explicação simples: eles não são profissionais. Confesso a vocês que não tenho este dado exato, mas diria que 80% dos árbitros que apitam no Brasil têm outras atividades extra-apito. Concluo, que o que ganha um “profissional” para trabalhar numa partida que envolve tanto dinheiro não é o suficiente para ele exercer exclusivamente esta função. Aí está o ponto. Vejam quantas pessoas são envolvidas no “negócio” futebol (nem vou entrar no ponto da paixão que tem em jogo), quantos milhões, quantas marcas e o cara que tem o poder de mudar um jogo na mão ganha mal, é despreparado, não tem uma formação correta. Uma conta rápida: com 50 juízes acho que o quadro está bem servido para as séries A e B. Se cada juiz ganhar R$ 20 mil teremos um custo mensal de R$ 1 milhão por mês. Amigos, esse dinheiro não é inviável perto do que o futebol se permite. É questão de prioridade. Com um salário desses, tu pode cobrar, tu pode demitir, tu vai ter fila de profissional querendo se qualificar para ter este cargo. Sei que não é simples, mas tem que ter um jeito, como está não pode mais ficar.

res, 20, selecionou as melhores fotos da sua formatura do Ensino Médio e pagou R$ 129 por uma capinha totalmente personalizada. “Eu tenho outras duas mais básicas, só com ilustrações, mas essa é a que faz mais sucesso”, conta Patrícia, que por estudar Artes, já pensa na possibilidade de mandar confeccionar uma com o desenho de sua autoria.

Merchan - O empresário Cassiano Villar, 25, teve uma ideia mais ousada. Se dá para expressar a personalidade no case do smartphone, por que não também fazer um merchandising? Ele mandou imprimir na sua capinha miniflyers de algumas festas que já produziu, como se fosse um portfólio (currículo com amostra de trabalhos). “Eu ando com o celular para cima e para baixo, estou sempre com ele na mão, achei que utilizando uma capa com a divulgação das minhas festas ia fazer um marketing espontâneo”, explica.

MAIS PREZA 10-08  

Edição 10/08 do Mais Preza

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you