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POLÍTICA | PÁG.04

QUINTA-FEIRA | 01 DE DEZEMBRO DE 2016 Ano XIII | ED. 754

Jornalista Responsável: Danilo Meira

POLÍTICA | PÁG.05

Vereadores de Ribeirão Pires dão nota 5,5 ao próprio trabalho Após a realização da última sessão ordinária, a reportagem do Mais Notícias pediu para que vereadores de Ribeirão Pires fizessem uma análise da atual legislatura. E, após a análise, chegaram a uma nota 5,5, apontando algumas falhas como a não instalação da CEI da Saúde.

ESPECIAL | PÁG.12

Diogo Manera: Kiko irá gerir a cidade com sabedoria

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MAIS SAÚDE | PÁG.10

APRAESPI luta conta congelamento de recursos

CIDADE | PÁG.07

Genéricos: opção segura para cuidar da saúde

CIDADE | PÁG.09

Kits grátis de TV Digital são distribuídos em Ribeirão

Alunos da ETEC desenvolvem sistema para auxiliar leitura por deficientes visuais


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OPINIÕES

01 | dezembro | 2016

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O dia em que a Terra parou Há uma conhecida canção de Raul Seixas com o mesmo nome que batiza este artigo que fala de um dia em que o eu poético teve um sonho com todos os habitantes da Terra resolvendo não sair de casa, parando todos os serviços e, consequentemente a vida humana, uma canção que faz uma releitura com o uso da licença poética do filme clássico de 1951 (batizado da mesma forma) que reporta uma invasão alienígena a Terra. Esta semana, por alguns minutos, a Terra parou após o grave acidente aéreo que vitimou 76 pessoas na Colômbia, entre

ARTIGO |

elas, quase toda a delegação da Chapecoense, pequeno time da cidade de Chapecó (SC) que, pela primeira vez em sua história, chegava a decisão de uma competição internacional, a Copa Sulamericana. O fato ocorreu na madrugada brasileira e pegou a todos de surpresa. Chocante por todo o contexto de envolver um clube de futebol, esporte que mexe com os corações de 100% da população mundial (afinal, quem não o admira faz questão de dizer para todos que é uma pessoa que não o acompanha) e também um grupo de atletas que estava

unido por um sonho que se desfez em segundos ante a força da natureza e do imponderável. Não tardaram as manifestações de solidariedade advindas de todos os cantos, até mesmo de rivais. Clubes e atletas de todo o planeta, assim como pessoas comuns, manifestaram seu pesar pelo ocorrido. Até mesmo o Atlético Nacional, equipe colombiana que seria a rival na grande final,

abriu mão do título (que, pela regra pura e simples teria direito já que não tinha adversário por motivos óbvios) em prol do espírito esportivo e da lembrança a esses atletas que, em sua maioria, eram lutadores em prol de um futuro melhor. A Terra parou. Mas por um propósito. Mais uma vez, o futebol mostrou o porquê de despertar tantas paixões. O porquê de ser muito mais do que um esporte.

Definitivamente, não é só futebol. É algo muito maior

Mostrou que, mesmo em uma época tão individualista, ainda é capaz de fazer, ao menos por um instante, a sociedade parar de pensar no próprio umbigo, pare de pensar em si e mostrar que ainda é possível viver em sociedade, que é possível não matar porque o próximo usa uma camisa de cor diferente, que é possível não desfazer parcerias de anos porque a orientação política do amigo é distinta. Hoje, como anteontem, nada disso importava, mas sim a dor de famílias que se despedaçaram, dos sonhos que terminaram, dos pais que perderam seus filhos, dos torcedores que

perderam seus ídolos, do país que parou de ser mesquinho e chorou por uma causa maior. Em alguns dias, será apenas uma triste página virada da história, como foram os acidentes que levaram o time do Brasil de Pelotas, os Mamonas Assassinas, Buddy Holly, Richie Valens e Big Bopper ou as vítimas dos aviões da TAM. Mas, para a maioria das pessoas, também vai ficar no coração o sentimento de que a vida pode sem melhor sem que seja preciso uma tragédia para despertá-las. Definitivamente, não é só futebol. É algo muito maior.

Por Antonio Carlos Carvalho - Gazeta

O inferno está em festa Quando você ouve a palavra “paredão” logo vem à mente o “Big Brother”, programa de TV da Vênus Platinada, a popular TV Globo, quando da votação para eliminação de um dos candidatos ao prêmio máximo da atração televisiva, no caso R$ 1,5 milhão aproximadamente. Mas, neste espaço, quero falar de “el paredón”, o original, aquele que deu origem ao termo, para onde eram enviados os opositores ao regime de Fidel Castro condenados a execução por fuzila-

mento. Este era um dos principais métodos usados pelo sanguinário tirano Fidel Alejandro Castro Ruz (o mesmo pelo qual esquerdistas de plantão ficam “babando ovo” enaltecendo um governo ditatorial), um político que manteve o povo cubano isolado do mundo, sem imprensa livre, internet ou bens de consumo modernos – isso para não falar da proibição para deixar o país – e ainda assim tido como um grande líder. Esse senhor fez do

PUBLICAÇÃO SEMANAL DE MAIS NOTÍCIAS EMPRESA JORNALÍSTICA LTDA. CNPJ: 05.531.420/0001-18 email: redacao@maisnoticias.inf.br comercial@maisnoticias.inf.br Rua Olímpia Catta Preta, 194 • 1 Andar, Sala 2 • CEP 09424-100 • Centro • Ribeirão Pires • SP • Fone: 4828-7570

sangue oposicionista combustível para a manutenção de seu próprio poder. Para se ter uma noção, segundo documentos oficiais, ao menos 3.820 cidadãos cubanos foram a “el paredón” e número esse que, segundo fontes extraoficiais, chega a 17.000. Os mesmos dados oficiais contabilizam 800 mortos dentre os que tentaram deixar o país, porém os números reais podem passar de 2.000 e nada menos do que 20.000 presos políticos amargaram as torturas mais cruéis nas prisões

de Cuba só nos anos 60. Querem mais? Em 1962, no auge da Guerra Fria, Fidel (que era apadrinhado pela União Soviética, atual Rússia), quase levou o mundo à Terceira Guerra Mundial ao permitir que seus aliados instalassem mísseis com ogivas atômicas na ilha – devidamente apontadas para os inimigos do Comunismo. O cúmulo da irresponsabilidade. Recentemente, com o esfacelamento soviético, Cuba entrou uma espiral descendente que nem o

JORNALISTA RESPONSÁVEL: DANILO MEIRA Mtb: 43.013 REPORTAGEM: GRAZIELA NUNES

petróleo de Chavez, nem os bilhões investidos pelo BNDES sob a tutela de Lula e Dilma conseguiram frear. Agora, a solução de seu sucessor e octogenário irmão Raúl Castro, que tem capitaneado a abertura do país nos últimos anos, é rasgar o livro de regras do falecido Fidel e “abrir as pernas” para os Estados Unidos na tentativa de salvar os dedos, haja vista que os anéis já se foram há tempos. Vai tarde, Fidel. O mundo não precisa de gente como você!

DEPARTAMENTO COMERCIAL: SIDNEI MATOZO ADMINISTRAÇÃO: ELISETE HELENA PIMENTA

DIAGRAMAÇÃO, E ARTE FINALISTA: GUSTAVO SANTINELLI DESIGNER GRÁFICO: RAUL CARLOS DE CARVALHO

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RESUMO

Bar do Leitão promove encontro de violeiros

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FOTO MAIS

#ForçaChape

No próximo sábado (03), das 10h às 16h, o Bar do Leitão irá promover um grande show com Andrezinho dos Teclados e convidados, que irão interpretar grandes sucessos da música nacional. O Bar do Leitão fica na Rua Brasília, 28, Santa Luzia ao lado da Eletropaulo.

Como não poderia deixar de ser, todos ficamos tristes pelo acidente aéreo que vitimou toda a equipe da Chapecoense na Colômbia. Deixamos aqui a nossa homenagem e condolências às famílias que perderam seus entes queridos.

TAPAS E BEIJOS

CONSEG Itinerante chega a Ouro Fino Por motivos de força maior, a reunião ordinária do CONSEG (Conselho Comunitário de Segurança) que seria realizada na próxima quarta-feira (07) foi adiada para o próximo dia 13/12, quando será realizado o CONSEG Itinerante, na Avenida Alto da Serra, 655, Ouro Fino, a partir das 19h. A reunião, que contará com autoridades policiais, é aberta a todos.

Nos deputados federais que se aproveitam de comoção nacional para votar projetos as escondidas.

Nos alunos da ETEC Ribeirão Pires que desenvolveram um sistema que auxilia a leitura para deficientes visuais.

FALOU E DISSE “Na calada da noite, as 10 medidas contra a corrupção foram rasgadas” Deltan Dallagnol, promotor do MP e integrante da Lava Jato

“Caso essa proposta seja sancionada, a Força Tarefa irá renunciar coletivamente” Carlos Fernando Santos de Lima, procurador do MPF

METEOROLOGIA Quinta-Feira Sexta-Feira Sábado Domingo

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Mínima

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CUBINHO | Mario Mastrotti

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Prob. Chuva

40% 60% 75% 80%

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POLÍTICA

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ALÉM DO MAIS Tá sabendo legal... Durante a sessão da Câmara da última terça-feira, um dos vereadores que usava a tribuna mostrou que “sabe tudo” de leis. Em alto e bom som, afirmou que caso o prefeito eleito Kiko Teixeira não assuma o Paço Municipal quem assumiria seria o segundo colocado nas eleições. Imediatamente, uma munícipe inconformada resolveu colocar os pingos no is e relembrou o desinformado edil de que (desde 2015) a lei estabelece a realização de novas eleições em caso de vacância do vencedor. Vereador, tá sabendo legal, hein? O portão e o poste No último final de semana, a notícia de que um portão foi removido de uma recém-inaugurada escola em Ouro Fino chocou a muitos. Mas o fato poderia ter acontecido não fosse um episódio, assim por dizer, de má educação por parte de um dos integrantes do governo. Segundo consta, o serralheiro tentou por inúmeras vezes entrar em contato para receber o montante até que, cansado de não obter resposta, resolveu recolher o material para o qual havia sido pago. Já pensou se a moda pega? Era capaz de termos postes recolhidos na cidade... Sobrevivente? Dentre a equipe de Saulo Benevides que está na prefeitura, poucos (para não dizer ninguém) deve ficar para a próxima gestão. E, em meio ao turbilhão de rumores, informações de bastidores, dão conta de que o único nome do governo Saulo que pode vir a ser convidado a integrar a

equipe de Kiko Teixeira é Nelsinho do Fórum, que teve atuação elogiada nas diversas funções que ocupou. Ele, contudo, não confirma se foi ou não sondado a participar do próximo governo. Mal informado O cara queria ser jornalista e não conseguiu, resolveu ser “blogueiro”. Daí, sem supervisão de um profissional qualificado, sai publicando qualquer bobagem, que outros ainda menos qualificados repercutem, e cria-se uma rede de fofocas sem a menor correlação com a verdade dos fatos. Aí a rádio peão, a rádio cabelereira, a rádio feira e a rádio boteco, entram no circuito. Resultado: toda a palhaçada acaba servindo ao propósito de alguém que, bem quietinho, se limita a alimentar a indústria de fofocas nos bastidores. O que o cara talvez não saiba é que está servindo de “massa de manobra” enquanto a “fonte” reza para ver o que diz virar realidade. Cadê vocês? Alguém ainda lembra dos nomes “Ponto Alto”, “Serrano” e “Repórter ABC”? Caso você não lembre, é o nome de três “jornais” que circulam no período eleitoral, cada qual a soldo de uma candidatura. Terminada a campanha, acaba o financiamento e o que acontece? O veículo sai de circulação, não sem antes deixar um rastro de descrédito e desconfiança que acaba respingando na imprensa séria e comprometida com os fatos. Quem sabe eles não reapareçam daqui a dois ou quatro anos, não é mesmo?

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Diogo Manera: Kiko terá a sabedoria e a experiência necessárias para tocar Ribeirão Por Danilo Meira

Diogo Manera foi um dos apoiadores de Kiko Teixeira

Diogo Manera, assessor parlamentar, também foi um dos nomes que apoiaram o prefeito eleito Kiko Teixeira (PSB) na vitoriosa disputa das eleições deste ano. Atuando na política da cidade há mais de uma década, falou ao Mais Notícias sobre o porquê de tê-lo apoiado e também sobre as perspectivas para a nova gestão. Mais Notícias – Diogo, você foi um dos apoiadores de primeira hora de Kiko. Fale sobre o porquê desta escolha. Diogo Manera – Acompanho o Kiko dede 2012, quando ainda era prefeito de Rio Grande da Serra. Desde aquela época o via como sumidade no ABC, pelo perfil como

gestor público. Em 2014, ele saiu candidato a deputado e teve uma aceitação muito grande por parte da população. Em meados de janeiro de 2015, eu, o Gabriel, ele e o Eduardo nos reunimos e analisamos que o perfil de Kiko agradava a população, um novo, mas testado e aprovado. A partir daquele momento, encampei o projeto e ajudei na formação do grupo, que se consolidou como o maior da cidade de Ribeirão Pires. MN – Qual o grande diferencial de Kiko Teixeira? DM – A política está desgastada em nível nacional e, por conta disso, era possível sentir o anseio da população em querer

o novo, sentimento esse que foi ampliado pelos desmandos da atual administração. A cidade tem ruas esburacadas, limpeza urbana largada, saúde pública em caos. Tudo isso foi revoltando o munícipe. Kiko tem currículo é um gestor público importante no ABC, no Estado e no país. É uma pessoa capacitada, preparada, com larga experiência em cargos eletivos, enfim, tem uma bagagem positiva. Foi uma escolha feita um ano e meio atrás que, ao final, não foi só minha, mas de 17 mil eleitores da cidade. MN – Em sua opinião, quais serão as prioridades do início da gestão Kiko? DM – Kiko sempre frisa que administrar é priorizar

e isso o que ele fará. Acredito que o início da gestão será justamente priorizando as áreas básicas da cidade, principalmente na Saúde, limpeza urbana, segurança pública e educação, setores que serão as prioridades iniciais. É um momento difícil, mas certamente a equipe, que será composta por pessoas capacitadas e técnicas, terá a sabedoria para tocar Ribeirão Pires. Temos que lembrar que ele toma posse no dia 1º de janeiro de 2017, quando já haverá pessoas buscando atendimento médico, por exemplo. A Saúde não para. Por isso, o trabalho vai ter início imediato. MN – O que a população de Ribeirão Pires pode esperar do prefeito eleito Kiko Teixeira? DM – O trânsito que Kiko tem com prefeitos vizinhos de cidades com mais estrutura, vai ajudar o início de mandato, abrindo portas, até porque pode ser que Ribeirão Pires precise de ajuda. Já as demandas administrativas são infinitas, mas o orçamento não. Por isso será necessário trabalho aliado a muita experiência. O início será muito complicado, já que além das dificuldades naturais de um início de governo, há a crise nacional, além da falta de uma transição. Enfim, a população quer ser ouvida, atendida, quer esclarecimentos e terá um prefeito a par das situações, acessível, que estará nas ruas da cidade, mostrando bons projetos e, acima de tudo, capacidade para gerir Ribeirão Pires.


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POLÍTICA

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Vereadores dão nota 5,5 para a atuação desta legislatura Por Danilo Meira

Entre os principais assuntos, o debate entre os edis foi o mais citado

Nesta terça-feira (29), a última sessão ordinária da Câmara foi marcada por despedidas, agradecimentos e elogios por parte dos vereadores, uma vez que, após 4 anos de legislatura, nove vereadores se despedirão. A equipe de reportagem do Mais Notícias conversou com alguns dos vereadores para fazer uma análise

dos trabalhos realizados nos últimos quatro anos e também responder a uma pergunta: que nota você daria para esta legislatura? A análise feita pelos vereadores que estão de saída é de que faltou mais organização por parte do Executivo, que muitas vezes mandava projetos de urgência para aprovação

de última hora, principalmente quando o assunto tratado era remanejamento de verbas. Renato Foresto (PT) criticou a “falta de planejamento do executivo, que gastou mais do que foi arrecadado”. Já Gabriel Roncon (PTB) comentou que o executivo “falhou em deixar as coisas transparentes para os edis”.

Outro assunto abordado pelos entrevistados foi a participação da população durante as sessões. A vereadora Diva do Posto (PR) explica que o comparecimento dos munícipes durante as sessões fez muitos vereadores repensarem suas atitudes: “eu pelo menos sentia muita falta, porque você olhava para o público e só tinha assessor e imprensa. Agora com a população chamando a atenção, acaba impondo a sua vontade, coisa que antes não acontecia”. Ainda no tópico “participação popular”, Foresto afirma que sempre manteve seu gabinete aberto para os movimentos sociais, “eu chamei audiências públicas, teve a do Shopping e da Fábrica de Sal, com as pessoas com-

parecendo em peso. Tinha gente para fora porque não cabia aqui no plenário”. Já Silvino Castro (PRB) ressalta que, para a democracia ser válida, é necessária a participação e a cobrança vinda do povo. “Nós estamos aqui para representar a população e não podemos aceitar qualquer coisa que vá prejudicar essas pessoas. Espero que o povo cobre mais, venha cada vez mais às sessões”, afirmou. Perguntado sobre o que fará de diferente no próximo mandato, Silvino respondeu que o plano é fiscalizar mais as ações do executivo e se aproximar do secretariado, enquanto o vereador Banha (PPS) destaca que é importante “realizar as consultas populares, para melhorar a

qualidade de vida de todas as pessoas”. Nota baixa – Por fim, perguntamos aos edis que nota dariam para a atuação do legislativo nos últimos quatro anos e, entre eles, a média foi de 5,5. Para Renato Foresto essa nota é correta pois “não foi aprovada a CEI (Comissão Especial de Inquérito) da Saúde e faltou coragem por parte dos vereadores em peitar mais o Executivo”. O vereador Adriano (PMDB), em tribuna, fez uma análise de sua gestão e acabou, indiretamente, por endossar a nota final. Fazendo mea culpa, afirmou que “faltou ser mais incisivo” em sua atuação e mais participação. O vereador ainda destaca Renato como o vereador mais atuante dessa gestão.


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CIDADE

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Kit para TV digital grátis é distribuído a beneficiários de programas sociais em Ribeirão Pires Por Danilo Meira

Distribuição é feita mediante cadastro prévio

No próximo dia 29 de março, a Grande São Paulo, região que inclui Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, não contará mais com o sinal analógico de televisão. Com isso, os televisores mais antigos, como os de tubo, projetados e de LED de primeira geração, não irão mais receber os sinais de TV aberta no formato antigo,

já que a transmissão será 100% digital. O novo formato, além de transmitir imagens em HD (alta definição) também evita os velhos chiados e ruídos, além de possibilitar recursos interativos, como a consulta da previsão do tempo e de notas adicionais sobre programas, por exemplo. Há alguns anos, todos os

televisores vendidos no Brasil contam com o Conversor Digital, sistema integrado que decodifica a imagem em HD para o público. Contudo, muitos ainda contam com televisores antigos. O último levantamento do IBGE, do ano passado, apontava que 54,5% dos lares brasileiros (34,5 milhões de domicílios) ainda contam com a boa e velha TV de tubo. Na região sudeste, são 47% dos lares. Cabe ressaltar que 58% dos lares brasileiros contam apenas com um televisor. A mudança se fez necessária não só por conta da nova tecnologia, mas também porque a frequência hoje usada pela TV analógica será utilizada para as redes de telefonia celular 4G, que poderão assim ser ampliadas no país. Por isso, as operadoras Algar Telecom, Claro, TIM e Vivo, que irão utilizar o espectro, constituíram a EAD (Entidade Administradora de Processo

de Redistribuição e Digitalização de Canais TV e RTV), instituição que tem como missão garantir que a população tenha acesso à TV Digital. Como parte disso, ela está oferecendo kits conversores grátis para as famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e Tarifa Social de Energia, compostos por um sintonizador, cabos e antenas, além de orientação para que o cidadão faça a adaptação em sua residência. Para receber o kit, a família, além de ser cadastrada nos programas, deve agendar a retirada. Para isso, deve entrar em contato pelo telefone 147 ou ainda entrar no site sejadigital.com.br. Após o agendamento, o cidadão pode comparecer aos pontos de distribuição que, em Ribeirão Pires, está sendo realizada na Agência dos Correios localizada no Centro.

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Defesa Civil realiza Operação Verão Seguro A Defesa Civil de Ribeirão Pires realizou ontem (30), uma palestra sobre a Operação Verão Seguro tem como objetivo alertar a população sobre deslizamentos de terra, descarte incorreto de lixo, remoção de terra, corte de árvores e queda de raios. Muitas vezes por conta de construções irregulares e descarte incorreto de lixo, podem levar a deslizamentos de terras e causar transtornos e até acidentes mais graves. De acordo com a agente da Defesa Civil, Dilza Marimoto, a população também tem que fazer a sua parte, “se ver algo de estranho próximo a sua comunidade, acione a defesa civil para que nós podemos fazer a fiscali-

zação e tomar as medidas necessárias”. O comandante da Defesa Civil, Miguel Luís, afirma que a prevenção é a melhor opção, pois pode evitar de ter mais problemas no futuro. “Só esse ano já foram feitas mais de 3 mil medidas preventivas”, explica o Comandante e ainda ressalta que o trabalho da defesa civil é um trabalho feito em parceria com as secretarias de Meio Ambiente, Infraestrutura, Habitação e Educação. A Operação Verão Seguro começa a partir de hoje (1) e vai até o dia 15 de abril e, caso a Defesa Civil precise ser acionada em caso de anormalidades, o telefone é 199. (G.N.)

Rio Grande da Serra forma alunos de cursos profissionalizantes Quatro novas turmas de panificadores e assistentes administrativos estarão prontas para o mercado de trabalho, no próximo dia 03 de dezembro, quando chega ao fim as aulas de mais um grupo de alunos do PEQ - Programa Estadual de Qualificação Profissional. Promovidos pela Secretaria Estadual das Relações do Trabalho (SERT), com a coordenação da

Associação de Promoção do Desenvolvimento Local (APDL), em parceria com a Prefeitura de Rio Grande da Serra, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turístico, os cursos do PEQ têm por objetivo qualificar o candidato para aumentar suas chances de inserção no mercado de trabalho e são direcionados, prioritariamente, para quem está desempregado.

Os cursos disponibilizados pelo PEQ, como Assistente Administrativo e Padeiro, oferecem um auxílio-bolsa aos participantes. De acordo com Roseli, os alunos contam com lanche, material didático e com um auxílio-bolsa. Porém, para ter direito a esta ajuda, o participante não pode receber seguro-desemprego, nem benefícios da Previdência Social. De acordo com a Ge-

rente de Desenvolvimento Econômico e Turístico de Rio Grande da Serra, Roseli Souza, houve uma grande procura pelos cursos por meio do Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) da cidade. “Foram 470 pessoas interessadas ao todo, sendo que os 120 primeiros inscritos preencheram as vagas ofertadas para formação destas quatro turmas”, concluiu. (D.R.)

Operação irá prevenir acidentes comuns do verão


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CIDADE

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Alunos da ETEC desenvolvem sistema para auxiliar leitura por deficientes visuais Por Danilo Meira

Os alunos Thiago, Feliph, Lucas e Thiago, ao lado da professora Cintia Pinho

Um grupo de alunos do 3º ano do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio da ETEC Maria Cristina

Medeiros, em Ribeirão Pires, desenvolveu um sistema revolucionário, batizado por eles de CodeMagoo. Com ele, é

possível fazer a leitura em áudio de textos publicados em jornais, livros e revistas provendo assim aos deficientes visuais o

direito a leitura. Por meio de um QR Code (Código de barras tridimensional) e o sistema Google Talkback, que faz a conversão de textos em áudios, presente em todos os celulares que rodam Android, os textos podem ser lidos automaticamente, permitindo assim a acessibilidade. Os alunos, que fizeram o trabalho de conclusão de curso sob supervisão da professora Cintia Pinho e têm 17 anos, tem como objetivo prover autonomia aos deficientes visuais: “esta iniciativa complementa as já existentes, como os livros em Braille, que são de difícil confecção”, explicou a professora. “Uma impressão em braile convencional sai em torno de R$ 2 por folha. Com o QR Code nas páginas, o custo é o mes-

mo da impressão convencional”, completou o aluno Lucas Schnr. O aluno Feliph Murillo explicou que o objetivo é “introduzir os deficientes visuais no ambiente escolar. Nos baseamos em outras iniciativas, mas, junto com a professora, decidimos fazer uso do celular”. A ideia é que o sistema CodeMagoo também ajude na alfabetização de crianças e também para ajudar outros públicos, como idosos que têm dificuldades para ler as bulas dos remédios que, não raro, tem letras de tamanho diminuto, bem como cardápios em bares e restaurantes, além de materiais de estudo, jornais e revistas. “É um processo rápido, de fácil produção. Para converter 70 páginas no sistema, dura cerca de 3 horas”, completou Feliph.

“Sempre tentamos incentivar o social, o ambiental, procurando passar a eles a questão do profissional consciente. Claro que o objetivo de um empreendedor é ter lucro, mas sempre com responsabilidade”, concluiu a professora. O projeto já tem ganho reconhecimento. Prova disso é que o projeto ficou entre os 15 melhores do estado no Desafio Inova, do Centro Paula Souza e também na ESEG, faculdade de Santo André, além do 2º lugar na feira da Unicamp, motivo de orgulho para o grupo que, além de Feliph e Lucas, também conta com Thiago Schnr, Thiago de Luka e Giovani Raposeiro. Os interessados em saber mais sobre o projeto ou em colaborar com o grupo podem acessar o site codemagoo.com.


SuplEmento adicional da edição 746 - nº 96 Por Danilo Meira

Medicamentos Genéricos

opção econômica e confiável para cuidar da saúde

Génericos podem custar até 80% menos do que os de referência e 50% menos que os equivalentes

Uma das grandes revoluções ocorridas no Brasil neste século certamente foi a introdução dos medicamentos genéricos, que são os medicamentos com patente expirada que são produzidos por diversos fabricantes, aumentando a concorrência e diminuindo o preço. Com origem nos Estados Unidos, ainda na década de 60 do século passado, chegaram ao país após iniciativas de Eduardo Jorge, Jamil Haddad e José Serra que, cada qual a sua época, tiveram papel decisivo na regulamentação no Brasil. Desta maneira, os genéricos possibilitaram a população o acesso a medicamentos de alta tecnologia a custo acessível e seguros, já que devem obedecer aos mesmos padrões dos medicamentos conhecidos, que são chamados de “referência”, ou seja, aqueles os quais são equivalentes. Em se falando de preço, temos exemplos de medicamentos que chegam custar 80% menos em sua versão genérica, se comparada a versão de referência. O Farmacêutico Thiago Santos de Souza, da Brasil Genéricos, explica que “o genérico é mais barato, entre outras coisas, por não ter investimento em pesquisa, uma vez que ele é feito a partir de patentes que já venceram. Passado esse período (que pode chegar a 15 anos), ele pode ser produzido por outros fabricantes. Além disso, a tributação é diferente. Tudo isso o torna mais em conta”.

Cabe ressaltar que, embora o custo seja menor, a qualidade é a mesma: “o Genérico é exatamente igual ao medicamento de referência”, disse Thiago. Ele lembra que “hoje ainda há resistência de algumas pessoas, mas quero lembrar que, em alguns casos, os genéricos têm qualidade superior à dos medicamentos de referência. Além disso, são produzidos por laboratórios do mesmo grupo, as vezes no mesmo lugar e com o mesmo responsável farmacêutico. Ou seja: os grandes laboratórios multinacionais produzem medicamentos genéricos. Além disso, quero lembrar que o Brasil tem uma fiscalização muito séria”. Thiago conclui ressaltando a qualidade dos genéricos: “O consumidor pode confiar plenamente no genérico. É extremamente confiável e seguro, além de ter um custo menor, acessível, e com um produto de qualidade. Enfim, é uma conquista da população brasileira”. Tipos de remédios – Segundo a lei, o Brasil hoje conta com três tipos de medicamentos, chamados referência, similar e genérico que, a rigor, se diferem apenas pelo preço e pelo fato de os dois primeiros terem nomes comerciais. Um exemplo, que está ilustrado na imagem que abre esta matéria é o Cataflam (referência), que equivale ao Probenxil (similar, com nome comercial) e ao Diclofenaco Potássico (genérico, somente com o princípio ativo).


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EVENTOS

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Yakissoba no Kai-Kan No Ăşltimo domingo (27) o Kai-Kan realizou o tradicional Yakissoba, reunindo membros da colĂ´nia japonesa e admiradores que compareceram para apreciar a iguaria.

Mauro, Marcos, Debora e Henrique

Arlindo e Muraki

Aline e Iuquio

Massa, Alice, Antonio, Bete, Terezinha e Roberto

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ESPECIAL

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Apraespi luta contra congelamento dos recursos para educação especial Da Redação

Congelamento de recursos do FUNDEB prejudica atendimento da APRAESPI

Para melhorar os serviços e estancar o endividamento das unidades educacionais filantrópicas, a Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) iniciou um movimento contra o congelamento dos recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Edu-

cação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), que são destinados pelo governo estadual às Apaes e escolas especiais. O primeiro ato aconteceu terça-feira, dia 22, com uma audiência pública na Assembleia Legislativa. Na prática, as escolas especiais operam desde 2014 com os recursos do

Fundeb estacionados em R$ 291 por aluno. Calcula-se que hoje sejam necessários R$ 450 per capita para manter uma sala de aula adaptada. Esse valor já é repassado para as escolas da rede regular de ensino, fato que gera indignação aos colaboradores e pais de alunos das unidades filantrópicas. “A Apraespi e as Apa-

es promovem com excelência os serviços de educação para as crianças e jovens com deficiência. Queremos ser tratados com justiça e igualdade pelo governo de São Paulo, recebendo, pelo menos, o mesmo valor de Fundeb que as escolas regulares recebem”, reivindica a diretora escolar da Apraespi, Luiza Nunes. Com a estagnação no valor do Fundeb, foram retidos R$ 1.053.230,50 pela Secretaria Estadual de Educação ao longo dos últimos três anos. Por conta disso, não foi possível para a Apraespi ampliar o número de vagas enquanto a fila de espera de crianças com autismo e deficiências intelectuais continua crescendo. Futuro comprometido – Para uma criança com deficiência intelectual – especialmente na

faixa etária entre 0 a 6 anos – deixar de passar pelo processo de estimulação neurossensorial pode acarretar em complicações que estarão presentes no resto de sua vida, conforme explica a especialista Elisabete Pereira Justi, coordenadora do Centro de Autismo da Apraespi: “se uma criança com deficiência intelectual não tem vaga numa escola especial e não recebe estimulação neurossensorial, ela terá muito mais dificuldades para executar atividades básicas, como falar, andar e até comer. Depois de certa idade, fica bem mais difícil atingir o nível de desenvolvimento desejado. É um processo imprescindível”. Além de congelar a verba do Fundeb, a Secretaria Estadual de Educação vem limitando nos

últimos anos a entrada dos alunos com defici��ncia nas escolas especiais filantrópicas, sob a alegação de que apenas os alunos considerados pervasivos (que necessitam de apoio direto e constante) têm direito de estudar nessas unidades. “Gostaríamos de entender esse raciocínio. Quem hoje é capaz de dizer qual aluno com deficiência necessitará de apoio permanente? ”, questionou a superintendente da Apraespi, Lair Moura. “Existe ainda a questão dos alunos da educação infantil que já estudam na nossa escola e não estão sendo aceitos no Convênio com a Secretaria Estadual de Educação. Que inclusão é essa onde os alunos não são vistos e nem tratados de forma igualitária?”, completou.

Direito Social levado a sério tem que ter financiamento garantido Em 2001, a então presidente da Federação das Apaes do Estado de São Paulo, Lair Moura, conseguiu alterar o artigo 258 da Constituição Paulista, com grande ajuda do governador Geraldo Alckmin. Foi a maior conquista das Apaes, pois garantiu o repasse de recurso financeiro dentro dos 25% do orçamento assegu-

rado pela Constituição Brasileira. O direito à educação básica é de todos os brasileiros a partir de 4 anos de idade. Por que para a criança com deficiência é diferente? A alteração foi feita na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) por meio da Lei nº 12.796, em 04 de abril de 2013. Essa regulamenta-

ção oficializa a mudança feita na Constituição por meio da Emenda Constitucional n.º 59 em 2009. A partir de 2002 todas as escolas filantrópicas que atendem crianças e jovens com deficiência puderam firmar convênio com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Porém, ao longo dos últimos quatro anos, a

Secretaria de Educação “congelou” o per capita Fundeb (Fundo Desenvolvimento da Educação Básica) desses convênios e se apoderou indevidamente de parte desses recursos que seriam repassados às escolas conveniadas. Exemplo para entender a questão – Dona Maria tem dois filhos: João, que não tem defi-

ciência, e Carol, que tem deficiência intelectual. João estuda numa escola regular e a Secretaria de Educação gasta com ele o per capita, que aumenta a cada ano, chamado per capita Fundeb. Carol estuda na escola especial conveniada e a Secretaria de Educação faz muita economia com o estudo da Carol, já que há 3 anos paga o mesmo

valor para a escola que viabiliza o seu direito à educação, como é o caso, por exemplo, da Apraespi. A pergunta que sempre fica sem resposta: Por que o Governo do Estado de São Paulo congelou o per capita de todas as Carolzinhas que estudam nas escolas especiais filantrópicas conveniadas? (D.R.)

Escola que oferece o que o aluno com necessidades educativas especiais requer Milhares de alunos com deficiência têm o seu direito de acesso à educação assegurado pela Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) e pelas demais escolas especiais filantrópicas em todo o Estado de São Paulo, que há várias décadas vêm sendo parceiras do governo. Na Apraespi os alunos com deficiência intelec-

tual e autismo são atendidos por uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, composta por profissionais das áreas da saúde e educação. Na Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental os alunos são ensinados através de um currículo educacional adaptado às suas necessidades. Já no Centro de Autismo, a técnica empregada para o desenvolvimento das crianças e jovens é o mé-

todo de ensino específico aliado à especialização dos profissionais que atuam na unidade. Em toda a associação a integração com a família dos alunos é vista como essencial, para que no ambiente de casa seja reforçado o que foi desenvolvido em sala de aula. É a inclusão que dá certo. Nos últimos anos, porém, a Secretaria de Educação não vem dando o devido valor a essa par-

ceria. Aos poucos, vem se limitando a entrada dos alunos com deficiência nas escolas especiais filantrópicas, sob a alegação de que apenas os alunos “pervasivos” têm o direito de estudar nessas unidades. “Gostaríamos de entender esse raciocínio. Quem hoje é capaz de dizer qual aluno com deficiência necessitará de apoio permanente?”, questionou a superinten-

dente da Apraespi, Lair Moura. “Existe ainda a questão dos alunos da educação infantil que já estudam na nossa escola e não estão sendo aceitos no Convênio com a Secretaria Estadual de Educação. Que inclusão é essa onde os alunos não são vistos e nem tratados de forma igualitária?”, complementou Lair. “Quem é capaz de dizer que aluno vai ne-

cessitar de apoio pedagógico temporário ou permanente? Esse aluno deveria ter o direito de escolha respeitado. Nossas escolas não oferecem apenas a vaga e a carteira, oferecem o que o aluno realmente necessita, pois para nós o que importa é o desenvolvimento escolar do mesmo, e não se vai ‘passar de ano’”, destacou a diretora escolar da Apraespi, Luiza Nunes. (D.R.)


LAZER

Fazendo as Contas O professor pergunta para Joãozinho: - Se eu lhe desse 2 gatos e outros 2 gatos e outros 2, quantos você teria? Joãozinho responde imediatamente: - Sete. - Não, escute atentamente... Se eu lhe desse dois gatos, e outros dois gatos e outros dois, quantos você teria? - Sete. - Deixa-me dizer-te de outra forma: se eu te der duas maçãs, e mais duas maçãs e outras duas, quantas terias? - Seis. - Bom. Agora, se eu lhe der dois gatos, e outros dois gatos e outros dois, quantos você teria? - Sete! - Joãozinho, de onde diabos você consegue sete? - Porque eu já tenho um gato, caramba! Visita Surpresa da Sogra

A sogra foi visitar a filha e o genro. Quando ela chega na casa deles, o genro atende: - Sogra querida, que surpresa! - Por que a surpresa? Minha filha não disse que eu viria passar uns tempos aqui com vocês? - Disse sim, mas eu achei que fosse só para curar o meu soluço! Cura do Jegue No hospício, o médico tenta curar o louco que pensa que é um jegue: - Olhe pro fundo dos meus olhos - diz o médico - repita depois de mim: “Eu não sou jegue.” - Se não é jegue é uma égua! - Não. Eu não sou jegue e nada mais! - Eu não sou jegue e nada mais! - repete o louco. - Nada mais não, burro! - Eu não sou burro, sou jegue!

PENSAMENTO DO DIA A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre. Oscar Wilde

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RESULTADOS DAS LOTERIAS EM 30/11/16

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PIADAS

Concurso: 05132

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01 | dezembro | 2016

www.jornalmaisnoticias.com.br RESULTADOS FORNECIDOS PELA CAIXA

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Concurso: 1442

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R$ 350.000,00

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Sorteio: 29/11

Concurso: 1714

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Concurso: 1881

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Trânsito Mais Seguro


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ESPORTE

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Atleta de Ribeirão Pires é ouro no Sulamericano e se classifica para o Mundial Da Redação

Caroline Araújo (centro) foi campeã do Sulamericano de Karatê Shinkyokushin

No último final de semana, em Montevidéu (Uruguai), atletas da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai representaram seus países no Campeonato Sulamericano de Karatê Shinkyokushin estilo do karatê de contato. A competição foi classificatória para Copa do Mundo de Karatê Shinkyokushin, que será realizada no Cazaquistão

em junho de 2017. O Brasil esteve presente durante o torneio com 12 karatecas na categoria kumite (luta), separados por peso do atleta. Caroline Araújo, que vem representado Ribeirão Pires nos principais campeonatos, foi campeã neste ano na categoria feminino acima de 60 kg. A atleta, que iniciou no karatê em 2002 e treina cerca de 12 horas sema-

nais já conquistou outras medalhas, sendo tricampeã Paulista de Karatê, bicampeã Copa São Paulo, campeã Copa Brasil, campeã Ippon Ko e best of fighters no Dream Cup. Os atletas brasileiros que também participaram do Campeonato Sulamericano de Karatê Shinkyokushin são Djemison Carvalho, Junior Gomes, Luan Vieira, Josué Monteiro, Daniel Martino,

Diego Rosa, Rafael Cardoso, Ezequiel Rufino, Thamires Nascimento, Taciane Stefani e Giovanna Girotto, juntos conquistando o segundo lugar geral para o Brasil durante a competição. Na Copa do Mundo, que acontece no Cazaquistão em 2017, o país será representado por dois karatecas: Caroline Araújo e Luan Vieira.

Real Coyotes e Barcelombras decidem 1ª Copa Top no Sábado No próximo sábado (03), a partir das 16h, será realizada a grande final da 1ª Copa Top De Futebol Society, competição organizada em parceria entre a Acadêmia Top e a Escolinha de Futebol do São Caetano. Os finalistas foram conhecidos no último sábado (26), quando foram realizadas as semifinais

em que o Real Coyotes bateu o Olaria por 4 X 2 e o Barcelombras venceu o Gerassi por 6 X 4. Com isso, Real Coyotes e Barcelombras serão as equipes que irão disputar a decisão. A entrada é aberta a todos os interessados. A Top Academia fica na Rua Renato Andreoli, 100, Ribeirão Pires. (D.R.)

Real Coyotes é um dos finalistas

01 | dezembro | 2016



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