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Revestimento em Suportes Após desenvolvimento do elastômero, que pode ter como base o Neoprene, revestimos os suportes, que podem receber o elastômero já vulcanizado (adesão a frio) ou ter o elastômero vulcanizado diretamente no substrato. A adesão em qualquer procedimento garante que a adesão borracha/metal seja mais resistente ao arrancamento do que a resistência do elastômero. Para adesão a frio, utilizamos adesivo especialmente desenvolvido que, além de garantir a aderência, contribui para a proteção catódica (foto 1). Na adesão a quente, as placas são colocadas nos substratos que receberam previamente a aplicação do adesivo. O adesivo necessita de calor para iniciar o processo de aderência.

Foto1

Elastômero/PTFE A utilização combinada do Neoprene e Teflon, além de manter a proteção catódica desejada, incrementa a possibilidade da "movimentação" do conjunto. ( Foto 2)

Foto 2

Revestimento em Tubulacões '

O revestimento em tubulações com finalidade a proteção catódica deve ser feito com o elastômero ainda não vulcanizado e necessita do incremento de temperatura. A temperatura pode ser acrescida ao processo através de vapor, interno ou externo na tubulação. ( Foto 3) Foto 3

Restauro de Rasgos e/ou Furos É normal, devido à ação mecânica, ocorrerem danos em tubulações já revestidas e em funcionamento. Podemos proceder ao reparo através da limpeza destas áreas, tratamento da surperficie e aplicação de elastômero . Este reparo pode ser feito por vários metros seguidos de tubulação, devido ao processo Neoprex permitir a vulcanização trecho a trecho e a utilização de mantas térmicas de vulcanização Este processo não pode ser executado em área submersa. ( Foto 4)

Foto 4

Normas Aplicadas aos Revestimentos Executados pela Neoprex Neoprene

Requisitos

Unidade

Valores

Métodos de Ensaio

Dureza Resistência à tração na ruptura Alongamento na ruptura Densidade Resistência ao rasgo Resistência a adesão Deformação permanente por compressão Resistência à abrasão Resistência ao impacto Resistência ao ozônio após 70h exposição Resistividade volumétrica Resistividade superficial Deslocamento catódico

Shore A N/ mm² % g/cm³ N/mm N/mm

60 a 70 Min. 15 > 350 1,45 a 1,49 > 30 > 15

%

< 20

mm³ J

Máx. 180 Min. 75

Visual

Sem trincas

Ωcm Ω mm

10¹² 10¹² <7

ASTM D 2240 ASTM D 412 ASTM D 412 ASTM D 792 ASTM D 624 die C ASTM D 429-03 ASTM D 395 met. B 22h à 70°C DIN-53516 DIN-30670 ASTM D 1149 e JIS K6259 Sub-item 4.5 ASTM D 257 ASTM D 257 ASTMG 95

Teflon Peso Específico (g/cm³) ASTM D-4894/D4895....................................2,16 ± 0,05 Resistência à tração (Mpa/cm²) a 23° C - ASTM D -4894/4895......................27 Alongamento % a 23°C ASTM - ASTM D -4894/4895..................................270 Dureza Shore D a 23°C ASTM - 2240............................................ ........................55


Bracket coating After the development of elastomer, that may be based on Neoprene, we coated the brackets that may receive the elastomer already vulcanized (cold adherence) or to have the elastomer directly vulcanized on the substrate. The adherence in any procedure ensures that the rubber/metal adherence is more resistant to tear than the elastomer resistance. For cold adherence, we use a specially developed adhesive that, in addition to ensuring the adherence, contributes for the cathodic protection. (Photo 1) In hot adherence, the plates are placed in the substrates that previously received the application of adhesive. The adhesive requires heat, in order to start the adhesion process.

Photo 1

Elastomer/ PTFE The combined use of Neoprene and Teflon, in addition to maintaining the desired cathodic protection, increases the possibility of "moving" the ensemble. (Photo 2)

Photo 2

Tubes Coating Tubes coating with the purpose of cathodic protection should be made with the elastomer not yet vulcanized, and requires temperature increase. The temperature may be applied to the process through internal or external steam to the tube. (Photo 3) Photo 3

Restoration of Tear and/or Holes It is normal, due to mechanical action, to occur damage in already coated tubes in operation. We are able to perform the repair through the cleaning of those areas, surface treatment, and elastomer application. (Photo 4) This repair may be executed on several meters of continuous tubes, for the reason that the Neoprex process allows vulcanization on section basis, and the use of thermal vulcanization coating. This process cannot be executed in underwater areas.

Photo 4

Applicable standards to coating performed by Neoprex Requirements Hardness Resistance to traction in rupture Stretching in rupture Density Resistance to tear Resistance to adherence Permanent deformation by compression Resistance to abrasion Resistance to impact Resistance to ozone after 70-hour exposure Volumetric resistiveness Surface resistiveness Cathodic displacement

Neoprene Unit

Values

Assay Methods

Shore A N/ mm² % g/cm³ N/mm N/mm

60 to 70 Min. 15 > 350 1,45 a 1,49 > 30 > 15

%

< 20

mm³ J

Max. 180 Min. 75

Visual

Without cracks

Ωcm Ω mm

10¹² 10¹² <7

ASTM D 2240 ASTM D 412 ASTM D 412 ASTM D 792 ASTM D 624 die C ASTM D 429-03 ASTM D 395 met. B 22h to 70°C DIN-53516 DIN-30670 ASTM D 1149 and JIS K6259 Sub-item 4.5 ASTM D 257 ASTM D 257 ASTMG 95

Teflon Specific Weight (g/cm³) ASTM D-4894/D4895.......................................................2,16 ± 0,05 Resistance to Traction (Mpa/cm²) a 23° C - ASTM D -4894/4895.......................................27 Stretching % a 23°C ASTM - ASTM D -4894/4895...............................................................270 Shore Hardness D a 23°C ASTM - 2240............................................ .......................................55

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