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Edi��o do Anunciante

Distribui��o Gratuita

Ano I - Edi��o VII

R$ 4,90

VIDA

Tudo que voc� precisa saber sobre cirurgia pl�stica CASA

Entrevistas com os designers Irm�os Campana e Baba Vacaro ESTILO

Som, rodas e mec�nica. Seu carro, do seu jeito.

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EDITORIAL Influenciar estilos, definir �pocas, expressar usos, h�bitos e costumes, isto � design, este � o know-how do Jornal Design | Serra que, nesta edi��o, aborda as famosas pinu-ps onde a modelo traduz o sensualismo e a mistura do cl�ssico romantismo dos anos 60, com o charmoso Chevrolet Styleline 1952. Em posi��o de destaque temos tamb�m uma entrevista com o especialista em cirurgia pl�stica, que atua h� mais de 28 anos no segmento da est�tica, al�m de dicas sobre os cuidados pr� e p�s procedimento cir�rgico e curiosidades de grande valia para quem deseja elevar sua auto estima com qualidade e seguran�a. E para quem conferiu a edi��o de agosto, onde elaboramos mat�rias especiais sobre design e as expectativas em rela��o � Casa Brasil, agora, convidamos a degustar os melhores momentos da feira atrav�s de encontros com renomados profissionais que l� estiveram e deixaram sua avalia��o sobre produtos e tend�ncias para o mercado mobili�rio daqui e mundo afora. Silvana Aibel Silvia A. Perusso CAPA Pin-up anos 60. A capa desta edi��o est� imbu�da dessa emo��o, deste estado de esp�rito, do nosso jogo de cintura que encanta e faz a diferen�a. A modelo e princesa do Vale dos Vinhedos Camila Milani veste modelito da L�baro Variedades, peep toe by Eccentric Shoes e acess�rios Mel de Assis, produzida pelo estilista Ricardo Rambo, que, na oportunidade, orientou make up de Vivian Cavalet, hair Jane Beauty by Ana Claudia. O Chevrolet Styleline, do nosso grande amigo S�rgio Pasa, complementou a bel�ssima cena, fotografada por Anderson Pagani.

EXPEDIENTE Realiza��o: S&S Editora Ltda Coordena��o: Silvia A.Perusso | Silvana Aibel Equipe: Dirce Heuser | Raquel Ge�rgia Konrad Diagrama��o: SimpleComm Jornalista Respons�vel : Marlove dos Santos REG. 6668/28/57 Assessor Jur�dico: Ranulfo Cardoso Fernandes Junior OAB/GO 19915 Tiragem Mensal: 10 mil exemplares Impress�o: Gr�fica Serafinense Abrang�ncia: Serra Ga�cha Circula��o Dirigida: Vida | Casa | Estilo Contato: 54 2621 3134 contato@jornaldesign.com.br 2

Foto: Anderson Pagani


Do sonho a realidade A cirurgia pl�stica � uma realidade cada vez mais presente na vida dos brasileiros. A procura crescente em cl�nicas especializadas, reflete os anseios da popula��o que cada vez mais quer estar de bem com seu corpo, tanto por dentro quanto por fora. A cirurgia pl�stica moderna representa o encontro da arte com a ci�ncia, do ser normal ao igual, da sensibilidade com o resultado, do sonho com a realidade, mas, acima de tudo, � uma especialidade m�dica que possibilita a reabilita��o funcional e est�tica do ser humano. � por essas e outras que o m�dico especialista em cirurgia pl�stica, doutor Marcelo De Gasperi atua h� 28 anos em Bento Gon�alves. Natural de Porto Alegre, onde formou-se e especializou-se, De Gasperi escolheu a capital da Uva e do Vinho para viver com sua fam�lia e iniciar sua carreira, hoje j� consolidada. Nesta entrevista, o m�dico fala de sua nova cl�nica, recentemente inaugurada, bem como dos principais procedimentos est�ticos pela qual � procurado para realizar. Jornal Design: Primeiramente gostar�amos que o senhor nos falasse de sua forma��o e carreira, informa��es imprescind�veis para quem deseja realizar uma cirurgia pl�stica. Dr. Marcelo De Gasperi: Fiz o curso de gradua��o em medicina na Funda��o Federal de Ci�ncias M�dicas de Porto Alegre, atual Faculdade Federal de Ci�ncias da Sa�de, umas das faculdades de medicina mais conceituadas do Brasil, onde me formei no ano de 1983. A resid�ncia m�dica em cirurgia geral e cirurgia pl�stica, totalizando 11 anos de forma��o, foi na Santa Casa, tamb�m em Porto Alegre, atrav�s de concurso p�blico (prova AMRIGS) para cada uma delas. Como tu disseste, � muito importante o paciente verificar a forma��o do cirurgi�o pl�stico, pois grande parte dos que realizam cirurgias pl�sticas n�o possuem a devida forma��o e nem o t�tulo

Doutor Marcelo De Gasperi, especialista em cirurgia pl�stica, atua h� 28 anos na �rea

de especialista emitido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl�stica e � nesses casos que acontece a grande maioria dos problemas divulgados pela m�dia. JD: O senhor inaugurou recentemente sua nova cl�nica em Bento Gon�alves. Quais s�o os processos que envolveram esse projeto para que ela se tornasse um espa�o moderno e seguro? Dr. MD: A cl�nica, totalmente nova, foi constru�da embu�da de um projeto muito estudado e baseado em muitos anos de experi�ncia. Atende e supera a todas

as exig�ncias atuais da Vigil�ncia Sanit�ria e certamente est� muito moderna. � importante salientar que as regras atuais s�o muito r�gidas para que possam ser realizadas cirurgias pl�sticas em cl�nicas, mas quando essas possuem �rea f�sica e equipamentos necess�rios a qualidade do atendimento de pacientes � muito melhor que em hospitais, por exemplo, pois s�o equipes treinadas especificamente para esse tipo de cirurgia com equipamentos tamb�m espec�ficos para cirurgias pl�sticas e risco de infec��es muito menores comparados com hos-

Foto: Anderson Pagani

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pitais de atendimento geral. Possui um centro cir�rgico completo, um centro de esteriliza��o de materiais, su�tes individuais e mais uma sala de recupera��o podendo permanecer v�rios pacientes durante a noite se necess�rio. JD: Durante a sua carreira, quantas cirurgias pl�sticas o senhor j� realizou? Dr. MD: Com certeza mais de quatro mil cirurgias pl�sticas est�ticas, isso sem contar um n�mero muito maior de outras cirurgias, como sinais e les�es de pele e acidentados. Pl�stica de aumento nos seios (silicones) foi a mais realizada, perto de 800 cirurgias, seguido por lipoaspira��o, pl�stica de abd�men e olhos. JD: Quais s�o as cirurgias que o senhor realiza atualmente? Dr. MD: Fa�o somente procedimentos consagrados no meio m�dico e entre os cirurgi�es pl�sticos. Procedimentos consagrados em linguagem m�dica s�o aqueles que s�o reconhecidos como eficazes e seguros tradicionalmente na cirurgia pl�stica s�o as pl�sticas de seio, barriga, olhos, face, implante de cabelo e lipoaspira��o, al�m de outros procedimentos, quando necess�rios, como corre��o de cicatrizes, sinais e tumores de pele. JD: A partir de que idade uma pessoa pode ser submetida a uma cirurgia pl�stica? Dr. MD: Particularmente, gosto de operar a partir dos 18 anos ou um pouco antes em casos espec�ficos. Mas existem situa��es em que a cirurgia pode ser realizada at� mesmo em crian�as.

Um exemplo muito comum disso seriam crian�as com 7, 8 ou 10 anos e que se sentem constrangidas como, por exemplo, com orelhas de abano causando um retardo no desenvolvimento escolar e no relacionamento com amiguinhos. Nesse caso existe uma indica��o do psic�logo, na maioria das vezes, para realiza��o do procedimento. Outras situa��es podem existir cabendo ao cirurgi�o pl�stico com experi�ncia avaliar o caso. JD: Atualmente, quais s�o os procedimentos cir�rgicos mais procurados em sua cl�nica? Dr. MD: Sem d�vida nenhuma, silicone seguido de perto pela lipoaspira��o. � importante salientar que o silicone hoje em dia � uma cirurgia consagrada no meio m�dico. Essa � uma cirurgia que n�o causa nenhum dano ao seio e nem causa nenhuma doen�a, como chegou ser cogitado na d�cada de 80. � uma cirurgia realizada na maioria das vezes com anestesia local e seda��o leve e de r�pida recupera��o e volta �s atividades habituais com resultados excelentes e sendo realizada at� mesmo por senhoras acima de 60 anos. JD: Existe um per�odo ideal para a realiza��o da cirurgia pl�stica? Dr. MD: O melhor per�odo � sempre aquele que a paciente est� preparada para realizar o procedimento e depende muito dos h�bitos de cada um. O que n�o se deve fazer � se realizar uma cirurgia em qualquer �poca do ano tendo compromissos ou atividades importantes a serem realizadas logo depois. Evidentemente que para algumas cirur-

gias, especialmente as que t�m de usar malhas compressivas, s�o mais confort�veis de serem realizadas no inverno, at� porque nessa �poca as pessoas se exp�em menos ao sol e s�o menos propensas �s atividades f�sicas. JD: Homens e adolescente est�o aderindo mais ao procedimento est�tico? Dr. MD: Sim, com certeza. Se compararmos o n�mero de cirurgias pl�sticas realizadas em homens e adolescentes nas d�cadas de 80 e 90, por exemplo, houve um aumento percentual significativo. Isso se deve ao fato da populariza��o da cirurgia pl�stica e da corre��o de defeitos que podem incomodar as pessoas, tanto homens quanto mulheres. A sociedade aceita melhor isso hoje em dia. JD: Como saber se o pedido do paciente � realmente necess�rio ou se o mesmo est� querendo apenas seguir o que � ditado pela moda? Dr. MD: � extremamente importante a seriedade e a experi�ncia do m�dico, tanto pessoal quanto acad�mica. Acontece com frequ�ncia, ao menos comigo, a contraindica��o de procedimentos por achar que n�o vai beneficiar o paciente ou coloc�-lo em situa��o de risco. Como disse antes, realizo apenas procedimentos consagrados e n�o procedimentos ditados por moda ou que sa�ram ontem em revistas leigas ou programas de televis�o. JD: � comum que os pacientes cheguem ao consult�rio com expectativas demasiadamente grandes em rela��o

�s interven��es que querem realizar? Como lida com isso? Dr. MD: Felizmente meu p�blico � diferenciado culturalmente. Mas, eventualmente, acontece e �, sem d�vida, um dos grandes problemas da cirurgia pl�stica e do cirurgi�o inexperiente. � extremamente importante o m�dico ter tempo e conversar com o paciente explicando que a pl�stica � um procedimento m�dico como qualquer outro, baseado em ci�ncia e que tamb�m apresenta indica��es, contraindica��es, limita��es e complica��es que podem ser grandes quando o m�dico e o paciente buscam o imposs�vel. Limitar a expectativa dos pacientes mostrando at� onde podemos chegar com seguran�a � um dos passos mais importantes do pr�-operat�rio e explicar para aqueles que v�m achando que a pl�stica pode fazer "milagres" os riscos que podem correr, certamente vai fazer com que obtenhamos melhores resultados. JD: O que n�o se "conserta" com a cirurgia pl�stica? Dr. MD: A cabe�a, com certeza. � importante salientar que a cirurgia pode sim, quando bem indicada, ajudar o lado emocional dos pacientes que podem n�o estar se sentindo bem consigo mesmos ou por sequelas de acidentes. S�o frequentes os casos de pacientes que tem uma grande melhora psicol�gica, consequentemente gerando uma melhor qualidade de vida e aumento da autoconfian�a ap�s uma cirurgia bem indicada e bem realizada. Novamente a experi�ncia do cirurgi�o � um fator decisivo.

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JD: A prefer�ncia nacional sempre foi o bumbum, mas recentemente os seios fartos viraram febre. O senhor n�o acha que algumas mulheres est�o exagerando na quantidade de silicone? Dr. MD: Absolutamente, sim. Existem tabelas nas quais se baseiam as pr�teses que ser�o colocadas levando em considera��o peso, altura, biotipos. Temos que observar se as pacientes s�o mais magras ou mais cheinhas, a quantidade de pele que est� sobrando nos seios e evidentemente o desejo da paciente, entre outros fatores. De qualquer modo, o seio para ser bonito tem que ser natural e evidentemente aqueles "exageros", que frequentemente se v�, devem ser condenados, pois al�m de artificial trazem riscos aumentados para a paciente. JD: Frequentemente surgem not�cias de pessoas que morreram durante uma

lipoaspira��o. O procedimento � realmente seguro? Dr. MD: A lipoaspira��o � uma cirurgia t�o segura quanto qualquer outra cirurgia pl�stica. Evidentemente devem ser seguidas todas as regras de seguran�a, al�m de, como disse anteriormente, escolher uma cl�nica ou hospital em condi��es de realizar o procedimento com um m�dico especialista. O que acontece no nosso meio � que a lipoaspira��o, frequentemente, n�o � realizada por cirurgi�o pl�stico, em cl�nicas sem as menores condi��es de realizar cirurgias, ocorrendo problemas e surgindo dai essa m� fama. Com muita frequ�ncia, fa�o lipoaspira��es pequenas na qual a paciente termina a cirurgia e vai imediatamente para casa ou em casos um pouco maiores permanecem na cl�nica por algumas horas. O importante � nunca exagerar na quantidade de gordura reti-

rada e ficar sempre com a lembran�a de que a indica��o da lipoaspira��o � para gorduras localizadas e n�o um m�todo de perder peso. A lipoaspira��o quando bem indicada � muito segura e com resultados fant�sticos e na maioria das vezes com r�pida recupera��o. JD: A pessoa que est� muito acima do peso pode fazer lipoaspira��o mesmo assim? Dr. MD: N�o � o indicado. Em situa��es especiais, com o paciente sabendo que o resultado n�o ser� o melhor, cada caso poder� ser avaliado. JD: O que deve ser feito com cicatrizes de ces�rea? Qual o procedimento indicado neste caso? Dr. MD: O procedimento � muito simples, corre��o de cicatriz. Mas, de qualquer modo, a cicatriz, mesmo quando

feita por um cirurgi�o pl�stico, sempre ir� existir. O que o pl�stico consegue � na maioria das vezes deix�-la escondida ou de melhor qualidade. JD: O que � botox ? E quando � indicado? Dr. MD: Botox nada mais � que a toxina boltul�nica purificada e altamente dilu�da que, ao ser injetado em alguns m�sculos espec�ficos, normalmente na face, causa paralisia tempor�ria da a��o desses m�sculos tendo como resultado a atenua��o de rugas de express�o causadas por esses m�sculos. � importante salientar que esses m�sculos voltam a sua atividade ap�s um per�odo curto. A partir de tr�s meses, em muitos casos, as rugas voltam, principalmente quando s�o muitas ou h� pele em excesso. Neste caso, � indicado a pl�stica dos olhos ou de face.

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E-mail: corporalle.estetica@hotmail.com Fone: 54 3702.4020 Cel: 54 9958.7325

Os cuidados para obter sucesso em uma cirurgia pl�stica A realiza��o de cirurgias pl�sticas no Brasil bate recorde. A cada ano cresce o n�mero de pessoas que est�o recorrendo �s cl�nicas de cirurgia pl�stica para corrigir alguma imperfei��o est�tica e ficar mais pr�ximo do corpo perfeito. Mas para que o procedimento seja um sucesso e o resultado seja positivo o ideal � tomar alguns cuidados importantes antes e depois da cirurgia. De acordo com Bruna Molinaro, graduada em Est�tica e Cosmetologia e que atua na Cl�nica de Est�tica Corporalle, de Bento Gon�alves, os tratamentos est�ticos pr� e p�s-operat�rios s�o de extrema import�ncia para a conquista de �timos resultados. A cosmet�loga explica que um tratamento pr�-operat�rio inicia, normalmente, quinze dias antes da cirurgia pl�stica, tendo como principal fun��o melhorar as condi��es da pele como hidrata��o, flexibilidade e nutri��o. Dentre v�rios procedimentos, o paciente pode ser submetido � drenagem linf�tica, massoterapia, esfolia��o e hidrata��o, equipamentos de eletroterapia, entre outros. J� para procedimentos faciais, Bruna afirma que o mais indicado � a realiza��o de limpeza de pele, no m�nimo sete a dez dias antes. "� importante manter a pele mais limpa, hidratada, livre de acne e comed�es (cravos), pois podem favorecer a contamina��o durante o ato cir�rgico", alerta. A prepara��o para uma opera��o cir�rgica tamb�m passa pela alimenta��o. Para a nutricionista Morgana Calleari, especialista em Nutri��o Est�tica, que tamb�m atua na Cl�nica Corporalle, uma alimenta��o saud�vel reflete em uma pele mais hidratada, mais bonita, com apar�ncia mais jovem. "Geralmente a alimenta��o para os casos de interven��es est�ticas precisa ser � base de prote�nas, carboidratos integrais, gorduras insaturadas, vitaminas, antioxidantes, fibras e principalmente a ingest�o de �gua, com o objetivo de acelerar o processo de cicatriza��o e ainda potencializar os efeitos e resultados finais. � o que chamamos de "dieta imunomoduladora", explica a nutricionista. J� o tratamento p�s-operat�rio inicia somente quando for autorizado pelo m�dico respons�vel que realizou o procedimento cir�rgico. Ap�s a cirurgia pl�stica o corpo pode apresentar algumas consequ�ncias como edemas, hematomas, cicatrizes, fibroses, entre outras. Alguns tratamentos est�ticos podem acelerar o processo natural da recupera��o tecidual, melhorar o fluxo do sistema circulat�rio sangu�neo e linf�tico e tamb�m aliviar alguns desconfortos como a dor. Segundo Bruna Molinaro, uma das t�cnicas mais utilizadas � a drenagem linf�tica manual. "Realizamos uma massagem espec�fica, com movimentos de compress�o e descompress�o extremamente lentos e leves, com produtos que contem ativos hidratantes e calmantes para que n�o ocorra nenhum tipo de irrita��o", garante a cosmet�loga. A alimenta��o neste per�odo tamb�m precisa de algumas restri��es para evitar desconfortos como incha�o, constipa��o, dificuldade de cicatriza��o e aumento de inflama��es e infec��es. A nutricionista Morgana explica que o card�pio apropriado precisa ser rico em prote�nas, ferro, �mega 3, vitaminas C, K, A e Zinco. J� os alimentos ricos em s�dio como enlatados, embutidos, refrigerantes e molhos industrializados, em geral, tendem a causar reten��o de l�quidos, por isso devem ser evitados no per�odo pr� e p�s-cir�rgico. "As gorduras saturadas ou trans tamb�m precisam ser evitadas. Alimentos que tem como fun��o a fermenta��o dentro do organismo como feij�o, br�colis, couve-flor, repolho, etc., devem ser controlados, principalmente para quem fizer alguma cirurgia na regi�o abdominal, para evitar constipa��o intestinal e qualquer desconforto que possa desacelerar o funcionamento da digest�o". Com ajuda de bons profissionais e com uma alimenta��o balanceada a prepara��o e recupera��o de qualquer cirurgia pl�stica ser� um sucesso.

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Mamoplastia de aumento Como escolher a pr�tese de silicone Aumentar o volume dos seios e modificar o seu formato � uma mudan�a cada vez mais cobi�ada pelas mulheres. A escolha da pr�tese de silicone baseia-se nas caracter�sticas f�sicas de cada caso: � Altura � Formato e largura do t�rax � Tamanho e posi��o das ar�olas � Qualidade da pele na regi�o mam�ria � Volume atual das mamas A escolha da pr�tese de silicone baseia-se em uma avalia��o criteriosa durante a consulta m�dica, na qual aspectos como volume desejado, a expectativa com o resultado e proporcionalidade corporal devem ser discutidos, para assim permitir um resultado satisfat�rio e harmonioso, com seios mais volumosos e belos, mas sem perder a naturalidade. Na escolha da t�cnica cir�rgica � definida a via por onde ser� introduzida a pr�tese e o plano onde ser� colocada. As principais vias de acesso para inclus�o do implante s�o: sulco mam�rio, ar�ola e axila. Em rela��o ao local, podemos optar entre os planos: submuscular, onde a pr�tese � colocada atr�s do m�sculo peitoral, usada quando temos muito pouco tecido mam�rio para uma adequada cobertura da pr�tese, subglandular, com o posicionamento da pr�tese atr�s da gl�ndula mam�ria, quando este tecido oferece adequada cobertura e prote��o ao implante; e, mais modernamente, o plano conhecido com Dual Plane, ou duplo plano, � um novo m�todo que oferece os benef�cios das duas principais t�cnicas, uma vez que a metade superior da pr�tese fica encoberta pelo m�sculo e a metade inferior, pela gl�ndula. Logo, pode-se manter uma apar�ncia natural mesmo com o uso de volumes maiores de silicone, uma vez que a faixa de m�sculo que recobre a pr�tese no p�lo superior evita que esta marque a pele, enquanto que a parte inferior da pr�tese mant�m a proje��o da mama pelo contato direto com a gl�ndula mam�ria.

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Uma vis�o atrav�s da nutri��o funcional A osteoporose � caracterizada por uma perda progressiva da densidade mineral �ssea, sendo hoje considerada uma doen�a multifatorial. No seu tratamento, deve-se levar em conta a dose de c�lcio ingerida, se este c�lcio est� sendo bem absorvido pelo organismo, se n�o est� sendo eliminado pela urina e, tamb�m, se o n�vel de vitamina D est� �timo. Caso contr�rio, este c�lcio pode n�o estar sendo corretamente destinado ao osso e, portanto, sendo armazenado em locais indevidos, como por exemplo, na parede das art�rias e cartilagens. Sendo assim, � muito comum que a suplementa��o prolongada de c�lcio aumente o �ndice de calcifica��o dos tecidos moles, como articula��es e art�rias, o que (neste �ltimo caso) aumenta a ocorr�ncia de problemas cardiovasculares, em especial nas mulheres idosas, o que j� foi demonstrado em estudos cient�ficos. Al�m da Vitamina D e do C�lcio existem outros nutrientes fundamentais para que se tenha uma massa �ssea saud�vel: Vitamina K, Zinco, Boro, Sil�cio e Magn�sio; j� que todos atuam conjuntamente na forma��o de um novo osso. Ent�o, na verdade, � incorreto pensar que o osso � s� formado por c�lcio. Para visualizar, se consider�ssemos o c�lcio sob a forma de carbonato de c�lcio, o osso seria como uma barra de giz extremamente fr�gil. Sendo assim, � fundamental que uma pessoa, no tratamento da osteoporose, na preven��o em uma fase de osteopenia ou em caso familiar da doen�a, compreenda que ingerir altas doses de c�lcio, atrav�s de l�cteos, por exemplo, pode n�o reduzir sua chance de osteoporose, j� que o aporte completo de nutrientes em conjunto com um organismo saud�vel para absorv�-los � que vai ser o determinante tanto no tratamento quanto na preven��o. Uma considera��o interessante � observar que os Estados Unidos � o pais do mundo em que mais se ingere leite e, mesmo assim, apresenta alt�ssima incid�ncia de osteoporose. Em contrapartida, pa�ses orientais, onde se bebe pouco leite (como no Jap�o), a incid�ncia de osteoporose � menor. Portanto, apenas ingerir leite ou c�lcio n�o � suficiente para a manuten��o de um osso saud�vel. Neste caso, outros fatores tamb�m devem ser levados em considera��o, como a acidez da dieta, a presen�a de processos inflamat�rios, exposi��o solar e inatividade f�sica. Uma dieta de carga �cida aumenta a excre��o urin�ria do c�lcio e do magn�sio, ou seja, o c�lcio ingerido acaba nunca sendo suficiente. Da mesma forma, pessoas com processos inflamat�rios (artrite, alergia cr�nica, inflama��es estomacais e intestinais, entre outros), tamb�m t�m uma perda de massa �ssea por ativar mol�culas que retiram o c�lcio do osso e o jogam o para o sangue. O sedentarismo, muito comum nos dias de hoje, tamb�m dificulta a deposi��o do c�lcio no osso. E a insuficiente exposi��o solar, atualmente bastante comum devido � preocupa��o com o c�ncer de pele, provoca um d�ficit de vitamina D no organismo e contribui, ent�o, para a ocorr�ncia de osteoporose. S�o alguns detalhes que o tratamento em Nutri��o Funcional leva em considera��o para que, na osteoporose, a massa �ssea seja recuperada e o tratamento maximizado. Para isto, muitos exames podem ser feitos para verificar a adequa��o de todos os nutrientes citados, muito antes da ocorr�ncia de mudan�a em n�vel de densitometria �ssea. Vale lembrar que a preven��o da osteoporose deve come�ar ainda na adolesc�ncia, per�odo em que se forma o maior banco de massa �ssea no ser humano. Giovanna Enriconi Nutricionista Cl�nica P�s Graduada em Nutri��o Cl�nica Bento Gon�alves: 54 3454.7489 Carlos Barbosa: 54 3461.5924

Osteoporose

Estou gr�vida, e agora? Expectativas quanto a uma nova gravidez, principalmente sendo a primeira, s�o intensas e incalcul�veis. Ocorrem em forma de sentimentos, sendo um momento especial para cada casal. Nesta edi��o, iniciaremos um processo informativo aos futuros pais, com orienta��es importantes acerca do per�odo gestacional, desde a concep��o at� o nascimento! O desenvolvimento embrion�rio "a partir da fecunda��o" Desde que sem intercorr�ncias, deve ser o mesmo para todas as gestantes. Por�m, as datas e ciclos menstruais mudam muito entre cada mulher. A isto deve-se atuais e/ou futuras diferen�as entre os c�lculos "pessoais" dos futuros pais e diagn�stico inicial da primeira ecografia - esta, transvaginal. O embri�o � t�o pequeno que somente este recurso permite calcular com precis�o, a idade gestacional (IG). O que � poss�vel observar entre quatro e cinco semanas de gesta��o? Visualiza-se apenas, o saco gestacional e a ves�cula vitel�nica na ecografia. O beb� ainda n�o � vis�vel! A ves�cula vitel�nica se conecta ao embri�o e tem fun��o de passar nutrientes para ele. Ela sustenta o crescimento at� a oitava semana. A partir da�, a placenta surge e

Sua gesta��o m�s a m�s!

assume este papel. Com seis semanas completas Mede de dois a quatro mil�metros. Neste exame, mede-se o comprimento da cabe�a �s n�degas do beb�. Com este procedimento realizado, est� garantido o m�todo mais preciso para "estimar" o tempo de gesta��o e tem validade at� 12 semanas. Ap�s este per�odo, as medidas s�o feitas por partes do feto: cabe�a, membros e abd�men. Ainda com seis semanas completas O cora��o bate e circula sangue nos vasos. Ocorre o in�cio da forma��o dos pulm�es, ves�cula biliar, figado, ba�o, p�ncreas e tire�ide. In�cio da forma��o da maior art�ria do corpo: A aorta abdominal. Ao ouvir os batimentos card�acos do beb�, constata-se uma das primeiras e maiores emo��es dos futuros pais, nesse per�odo inicial da gravidez. E muito mais ainda est� por vir! Mas por enquanto � isso! Continuaremos sua "gesta��o m�s a m�s", na pr�xima edi��o! Maiores informa��es, acesse: www.ecomoinhos.com.br ou www.mammabella.com.br Utilize o canal "D�vidas na gesta��o" e envie-nos sua pergunta. Contamos com uma equipe multidisciplinar para atender suas d�vidas! Enfermeira Daniela Donini Mamma Bella Assistencial Dr. Raul Moreira Neto Ecomoinhos Cl�nica de Ecografia

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Voc� conhece Quiropraxia? Apesar de ter um nome diferente, Quiropraxia quer dizer pr�tica com as m�os (quiro=m�os; praxia=pr�tica). Quiropraxia � uma profiss�o na �rea da sa�de e atua no tratamento e preven��o de dist�rbios no sistema m�sculo esquel�tico, (causados por desalinhamento ou fixa��es das articula��es da coluna) e seus efeitos na sa�de geral. A Quiropraxia busca, atrav�s do tratamento da coluna e demais articula��es, restabelecer a comunica��o entre o c�rebro e o corpo, aumentando assim a qualidade de vida e proporcionando sa�de. Atuando beneficamente nas dores em qualquer regi�o da coluna e extremidades como: ombros, cotovelos, punhos, joelhos, tornozelos e p�s. N�o utilizando medicamentos nem cirurgias, quando usada regularmente previne ou diminue a incid�ncia de doen�as degenerativas das articula��es e discos da coluna melhorando a mobilidade articular. Desgastes na Coluna A coluna vertebral � o eixo central do corpo. � exigida em quase todos os movimentos e ainda funciona como um duto de feixes nervosos, ligando diversos �rg�os e outras partes do corpo ao c�rebro. Por isso devemos cuidar bem da nossa coluna, pois ela � que d� toda a sustenta��o e movimenta��o do corpo durante o dia e at� mesmo na hora de dormir. Com o passar dos anos temos uma tend�ncia natural a desgastes na coluna e, al�m disso, tudo o que fazemos durante o dia tamb�m estar� influenciando em como a nossa coluna vai estar quando estamos envelhecendo. Como por exemplo: � � � � � � � � � � Fator gen�tico Acidentes de carro Quedas, tombos, fraturas Movimentos repetidos Postura Carregar pesos em excesso e inadequadamente Excesso de peso corporal Falta de exerc�cios Estresse, fatores emocionais, tens�o H�bitos inadequados e dormir pouco ou em postura inadequada. � importante, portanto, sempre manter h�bitos saud�veis: Tomar bastante �gua Alimenta��o saud�vel Exercitar-se Dormir bem Cuide-se durante o dia-a-dia, como est� sentando, dormindo, uso de cal�ados adequados, o uso de muito salto alto e permanecer muito tempo em posturas repetidas. Lembre-se o corpo sempre d� sinais e avisos de que n�o est� bem. � � � � Carla Parisotto Quiropraxista ABQ: 0254

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Foto: Evandro Soares

Entrevista Irm Bento respira design Um m�s j� se passou, mas os frutos ainda est�o sendo colhidos e expectativas ainda est�o sendo superadas. A Casa Brasil 2011 mostrou em mais uma edi��o a for�a do design brasileiro e o poder que os bento-gon�alvenses t�m de criar um evento de grande porte e de tamanha qualidade. N�o � a toa que o munic�pio � conhecido como um dos principais polos moveleiros da Am�rica Latina e hoje respira design em todos os segmentos do setor, promovendo a inova��o e ideias para o mundo a fora. A feira destacou as tend�ncias em mobili�rio e complementos e teve recorde de p�blico em sua terceira edi��o. Realizada pelo Sindicato das Ind�strias do Mobili�rio de Bento Gon�alves (Sindm�veis), a Casa Brasil foi pensada para preencher uma lacuna no mercado de feiras e eventos nacionais, com �nfase para m�veis de alto padr�o. Al�m de mobili�rio, participaram da feira as principais marcas no segmento de ilumina��o, decora��o e complementos para ambientes residenciais e corporativos. A Casa Brasil � a primeira feira do segmento a contar com uma curadoria t�cnica especializada, coordenada pela jornalista Maria Helena Estrada, editora da revista Arc Design. O objetivo � que sejam expostos produtos com design original contempor�neo e de alto padr�o, c�pias de mestres n�o foram e nem ser�o permitidas. Nos corredores do evento e nas entranhas de cada estande o que se viu foi otimismo. Os expositores que estavam ali n�o apenas para fechar neg�cios e sim para apresentar conceitos, sa�ram satisfeitos com as negocia��es e contatos de futuros investidores. O presidente da feira, Glademir Ferrari, resumiu em uma frase o que praticamente todos que passaram pelo evento exclamavam: "A Casa Brasil 2011 foi um sucesso". H� pouco mais de 20 anos, os irm�os Humberto, 48 e Fernando Campana, 40 montaram o Est�dio Campana, onde criavam pe�as e objetos � alguns de mobili�rio � reaproveitando diversos tipos de material. Hoje, eles s�o refer�ncias em design no mundo todo. Evidentemente, os Irm�os Campana n�o poderiam ficar de fora de um dos maiores eventos de design do pa�s, a Casa Brasil. Mais do que participar, eles realizaram um projeto exclusivo para a feira: "Design l�quido, com base nas formas do fundo do mar", que ficou exposto no hall de entrada do sal�o durante todo o evento. Para dar origem a obra, os designers solicitaram ao Sindm�veis a arrecada��o de 10 mil garrafas pet de 1,5 e 2 litros. A entidade contou com o apoio da comunidade para conseguir o volume necess�rio do material. Durante a feira, os Campana receberam o pr�mio Designers da D�cada, homenagem criada pelo Sindm�veis em reconhecimento aos profissionais brasileiros que se destacam pelo trabalho inovador. Em entrevista, o advogado Humberto Campana falou "em nome da dupla" sobre o trabalho realizado para a feira, a rela��o com Bento e o mundo, al�m de quest�es que envolvem a sustentabilidade. Jornal Design | Como surgiu o projeto "Design l�quido, com base nas formas do fundo do mar", instalado na Casa Brasil? Humberto Campana | O projeto para a Casa Brasil nasceu na Fran�a, feito na Escola de Arquitetura Versailles. O objetivo era explorar com os estudantes ideias que dessem vida a garrafas pet. Com isso, surgiram v�rios trabalhos bacanas e escolhemos aquele para expor na Fran�a e para o Sul. Trabalho que envolve a comunidade mostra um material t�o banal e a possibilidade que voc� pode obter, investigar no seu DNA. A exemplo de outros locais do mundo, Bento tamb�m mobilizou bastante a comunidade e isso que � o mais bonito. � muito legal. JD | E qual � o real significado desta obra? HC | Quisemos explorar formas, � um design muito l�quido. Foi atrav�s dessas cortinas, t�neis, ciclones que buscamos essa leveza, essa desmaterializa��o. JD | Para os Irm�os Campana, qual a import�ncia da sustentabilidade? HC | Nosso trabalho sempre d� segunda pele para os materiais j� existentes. Foi uma boa oportunidade para trazer isso pra c�, ele n�o parece pet mais, parece �gua. JD | Sabemos que n�o � o primeiro trabalho feito para Bento e regi�o. Como � essa rela��o com a regi�o da Serra Ga�cha? HC | Estamos come�ando. A Melissa, da Grendene � uma parceria que j� perdura por cinco anos. O Sul est� mudando muito, o que falta aqui � a dire��o de artes, da parte dos empres�rios, arrumar uma nova fun��o para que possa escolher as cole��es, ter o olho para novos talentos, aqui tem muita gente boa que n�o est� sendo revelada. Aqui, atrav�s da ind�stria se forma toda uma cadeia, isso � muito importante. Bento tem toda m�o-de-obra, toda sofistica��o tecnol�gica, tem empresas que j� est�o avan�ando, mas poderia se expandir mais, investir no design brasileiro.

Diretoria da Casa Brasil 2011 comemora o sucesso da terceira edi��o

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m�os Campana Design com express�o universal JD | Qual � a inspira��o dos Irm�os Campana? HC | Nosso est�dio � num lugar muito pulsante da cidade, � imposs�vel n�o ficar contaminado com essa atmosfera de interior dentro de S�o Paulo, de coreano com nordestino. � inconsciente, quando se v� se faz uma foto daquilo. A nossa inspira��o est� em tudo, na vida, no comportamento das pessoas. O criador tem que estar atento, tem que enxergar onde a maioria das pessoas n�o veem, o banal, a poesia, o novo. JD | Como � visto o design brasileiro no cen�rio internacional? HC | De dois anos para c� tem muita gente nova surgindo no cen�rio internacional, � um bom momento para n�o deixar isso morrer, n�o ficar s� numa pe�a. O design brasileiro n�o pode ficar olhando para o que est� l� fora e sim para dentro, mesmo que naquele momento n�o seja compreendido, mas acho que se o trabalho tem for�a, vitalidade, ele vai aparecer, ele persistir�. JD | Em algum momento voc�s acharam que o trabalho de voc�s n�o era compreendido? HC | Sim, demorou quase 15 anos para gente come�ar a viver do design, JD | Voc� acha que j� est� consolidado o encontro entre o designer com a cadeia produtiva? HC | Aqui voc� v� trabalhos que est�o acontecendo sim, fiquei surpreso com o que vi na Casa Brasil, por exemplo. Espero que contamine outros empres�rios. JD | Como � realizar pe�as de luxo atrav�s de mat�rias comuns, como bambu, garrafas pet, etc? HC | A cultura sustent�vel � importante, porque o planeta pede socorro. �s vezes nosso trabalho � considerado de luxo porque � uma alfaiataria, leva-se um tempo para se fazer, e isso tem um pre�o tamb�m, para sustentar meu sonho, minha paix�o que � criar.

Irm�os Campana desenvolveram projeto exclusivo para Casa Brasil, evento que Glademir Ferrari � presidente

ESTILO, CONFORTO E SOFISTICA��O

UN

D ES I G N

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Fotos: Raquel Konrad V


Afinal, o que � LED? Quando o assunto � ilumina��o, uma grande tend�ncia � usar as l�mpadas de led (Diodo Emissor de Luz) e a novidade vem ganhando mercado por diversas raz�es: baixo consumo, longa vida �til uma l�mpada de led de boa qualidade dura cerca de 35 mil horas - , � uma l�mpada ecologicamente correta, pois n�o possui em seu interior merc�rio, que se n�o descartado corretamente pode trazer s�rios danos ao meio ambiente. Por consumir menos, a ilumina��o led colabora com o meio ambiente, pois quanto menor o consumo, menor o impacto ambiental. Atualmente, existem v�rios tipos de Led para uso residencial e comercial. Vejamos aqui tr�s tipos muito conhecidos e bem diferentes para o uso no dia-a-dia: Led sinalizador: s�o l�mpadas criadas com v�rios leds de sinaliza��o (v�rios pontinhos de led), ou seja, n�o ilumina igual a uma l�mpada, apenas faz um pequeno facho de luz , usado geralmente para marca��o de pequenos objetos. S�o leds baratos e de vida �til pequena e n�o tem boa qualidade de luz. Super Led: s�o l�mpadas com um led de ilumina��o com maior pot�ncia, por�m � necess�rio ter muito cuidado com a qualidade da luz emitida, pois muitos "Super Led" tem baixa qualidade de reprodu��o de cores. Por causa disso, a l�mpada troca a cor dos objetos, como por exemplo, na cor branco frio deixa o objeto p�lido, apar�ncia de desbotado. Led Profissional: este sim � o led que mais utilizamos, pois tem uma �tiCenterLuz Ilumina��o Bento Gon�alves | 54 3454 6500 Farroupilha | 54 3268 6500 Caxias do Sul | 54 3419 6500 www.centerluz.com.br Giovani Foresti Carlet Especialista em Ilumina��o giovani@centerluz.com.br ma quantidade de luz, baixo consumo, controle de �ngulos e �tima qualidade de reprodu��o de cores, ou seja, valoriza as cores de um objeto. O valor de investimento em rela��o aos outros tipos verificados acima � maior, por�m tudo � justificado, a quantidade de luz � maior e tamb�m a sua vida �til. Para se ter uma ideia, posso sugerir que numa resid�ncia com uso di�rio de quatro horas di�rias, este tipo de led durar� mais de 20 anos. Apesar de custar mais caro que uma l�mpada comum, as l�mpadas de led profissional s�o mais vantajosas pelo seu consumo. Elas consomem apenas cinco watts cada, contra 50 watts das dicr�icas, ou seja, 90% de economia, al�m disso, n�o gera calor, a durabilidade, como j� foi citado, � enorme e o efeito na decora��o de um ambiente fica incr�vel. A ilumina��o al�m de ser funcional ainda poder� ser decorativa, com cores, podemos tornar um ambiente em verdadeiras sess�es de cromoterapia ao ambiente e � fam�lia pelo simples pulsar em uma tecla de ilumina��o. Ent�o voc� j� sabe, quando for decorar um ambiente na sua casa, considere as dicas de usar as l�mpadas de led, pois al�m de dar um efeito muito bonito, ela � mais econ�mica e ecologicamente correta. No Brasil j� existem diversos tipos de leds, cada um para um uso espec�fico. Procure uma empresa especializada em ilumina��o para valorizar seus ambientes.

Leonardo e o Design Se fiz�ssemos um diagrama do processo de prefer�ncias est�ticas, ou seja, daquilo que chamamos de gosto, possivelmente seu resultado seria um c�rculo ou espiral, pois, volta e meia, retornamos �s mesmas coisas que nos apetecem a vida ou a substitutos de refer�ncias primeiras, originais. Voltei ao Cenacolo � � Santa Ceia � de Leonardo da Vinci. Pesquisei-a em aulas de Hist�ria da Arte, mas a conhecia desde cedo, por meio de uma c�pia em tape�aria que ornava a parede da cozinha de meu av� materno, no entanto, sem saber que era a r�plica de um capolavoro do grande mestre. Pude ver a original de perto tempos atr�s. A obra, muito deteriorada com o passar dos s�culos, a come�ar pela t�cnica de pintura a seco, e n�o a fresco, experimentada pelo pr�prio Leonardo e, a finalizar, por bombardeios de 1943 que demoliram o telhado do refeit�rio. Hoje temos uma mera sombra, que nos d� uma vaga ideia das inten��es de seu criador. Quanto mais intacta fosse � obra, mais elementos por analisar ter�amos e mais apurados seriam nossos ju�zos sobre ela. A Santa Ceia � uma obra projetada, isto �, pesquisada, teorizada, estudada, experimentada e executada, em outras palavras: dev�m de um processo de design. Pois que um g�nio, essa for�a da natureza, s� vem a ser com muito esfor�o, persist�ncia, empenho, ao ponto de fazer com facilidade o extremamente dif�cil. Todavia, os esbo�os n�o gozam do mesmo valor que a obra final, o rabisco n�o � o tra�o definitivo, e o projeto n�o � o objeto de desejo, mas de passagem, transit�rio. Com a crescente valoriza��o do borr�o (ao extremo de um Pollock), a modernidade mudou as regras do jogo. O esbo�o ganhou valor e os museus incharam de projetos. Quase tudo se tornou digno de exposi��o, de espet�culo, e a clara distin��o entre projeto e objeto se tornou obsoleta, advinda de uma �poca que n�o nos compete � era cl�ssica. N�o sabemos mais qual � o objeto final, perfeito. Cada fase projetual guarda, em si, um grau de perfei��o e um resto placent�rio. Concretamente, o que isso quer dizer? Que vivemos com esbo�os, objetos transit�rios e n�o mais com obras-primas? Ou pelo contr�rio, tudo se tornou objeto de desejo? Quem vive mais profundamente este dilema? Creio que seja o design gr�fico, pois a diferen�a ontol�gica principal do design de produto � a transcodifica��o de uma imagem 2D (simulacro) para um objeto de uso em 3D (real) � � nele anulada: tudo � simulacro para o design gr�fico, e a realidade � uma grande simula��o apresentada em diferentes suportes imag�ticos (madeira, papel, pl�stico, luz, etc.). A digitaliza��o da criatividade, ou melhor, o aparelhamento do processo projetual como preferiria Flusser (vide Filosofia da Caixa Preta), tende, cada vez mais, a anular essa diferen�a ontol�gica, restando somente a diferen�a axiol�gica. Esta, por sua vez, no tocante � vig�ncia moral do liberalismo p�s-ditadura, exige que tudo seja poss�vel: quem vai dizer n�o a um designer gr�fico? A Sociedade? Os Consumidores? O Mercado? O Governo? Deus? Ningu�m? Por outro lado, restam-nos tamb�m as limita��es tecnol�gicas, a rigor, cada vez mais ilimitadas. No mais, estamos nas m�os dos designers gr�ficos, de suas escolhas, dos seus valores. Podemos confiar as imagens de nossas vidas � �tica de um designer gr�fico?

Prof. Douglas Pastori Coord. Design Gr�fico UCS douglaspastori@gmail.com

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Evviva Bertolini: sofisticada e personalizada Na cidade considerada um dos mais importantes p�los moveleiros do pa�s e cidade Natal da Bertolini, consolidada empresa que hoje ocupa uma posi��o de relev�ncia nos tr�s segmentos que abrange � cozinhas de a�o, m�veis planejados e sistemas de armazenagem �, a Evviva Bertolini, naturalmente, n�o poderia deixar de ter um local acolhedor e aconchegante para receber seus clientes, parceiros e fornecedores. Por esse motivo e para atender o p�blico mais seleto da regi�o, foi inaugurada recentemente em Bento Gon�alves, em uma das �reas mais nobres da cidade, o resumo dos conceitos de sofistica��o, personaliza��o e diferencia��o relacionados � marca no segmento de m�veis planejados. De acordo com o gerente comercial da Evviva Bertolini, Roberto Ruaro, muito mais do que um showroom de produtos, a loja evidencia um espa�o de intera��o e integra��o entre a Evviva, seus clientes e parceiros. "Essa � uma proposta de todas as nossas lojas. Nelas, criamos uma ambienta��o que estimula a conviv�ncia e experi�ncia, tendo como ponto de destaque a Gourmeteria. Assim conseguimos disponibilizar toda a estrutura da loja, planejada para promover o bem estar, para a realiza��o de eventos e encontros que comprovam como os planejados da Evviva conseguem agregar mais qualidade de vida ao dia a dia das pessoas", explica. Ao instalar a loja conceito da Evviva, a empresa investiu em um showroom ampliado para mostrar toda a diversidade dos produtos e como consegue atender �s necessidades de cada estilo de consumidor. Roberto Ruaro explana que a Evviva Bertolini trabalha o conceito de personaliza��o de m�veis planejados em seu mais alto expoente. "Desenvolvemos projetos com o m�ximo de customiza��o e oferecemos ao cliente op��es que se adaptam ao estilo de vida e �s necessidades de cada caso. Afinal, uma resid�ncia precisa traduzir fielmente as escolhas e a personalidade das pessoas que nela v�o habitar. Nosso portf�lio permite transformar isso em realidade", garante o gerente comercial. Al�m de conhecer os lan�amentos permanentemente atualizados, quem visitar a loja tamb�m poder� conhecer a proposta exclusiva da Evviva: a Linha Persona. Atrav�s dela, a empresa oferece ao cliente o diferencial de ter um m�vel com todos os padr�es de qualidade, mat�ria-prima, acabamento e garantia da marca � de f�brica, mas redimensionado para o caso de um projeto em espec�fico. "Essa � uma proposta de personaliza��o que s� a Evviva Bertolini oferece ao mercado no segmento de m�veis planejados". Para o ano de 2011, a Bertolini trabalha, enquanto grupo, com proje��o de crescimento de 15% sobre o faturamento de 2010, que foi de R$ 300 milh�es. "Compartilhamos as previs�es de que os pr�ximos anos ser�o muito fortes em termos de demanda de consumo interno, pois o Brasil vai experimentar uma s�rie de eventos � como a Copa do Mundo, por exemplo � capazes de aquecer a economia e movimentar o mercado", finaliza. Nova unidade de servi�os

Investimentos de 18 milh�es em um espa�o de 17 mil metros quadrados. Esta � a estrutura da nova unidade de servi�os da Bertolini S/A, inaugurada na Linha Pradel, em Bento Gon�alves, no dia em que a empresa comemorou seus 42 anos de hist�ria, 25 de agosto. O complexo servir� de apoio para as atividades de opera��o dos tr�s neg�cios do grupo, oferecendo melhores condi��es para estoque e beneficiamento de mat�ria prima, entre outras vantagens. "Com maior capacidade de estocagem teremos mais flexibilidade no sistema produtivo das unidades de cozinha de a�o e armazenagem, atrav�s da integra��o, ou seja, verticaliza��o produtiva que eram realizados por fornecedores terceirizados", argumentou o diretor-presidente Ant�nio Bertolini, destacando que a �rea pode ser expandida em at� 50 mil metros quadrados.

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Foto: Divulga��o


Fotos: Raquel Konrad

Arquitetual Nova cole��o aposta na flexibilidade e competividade Com a inten��o de atender o p�blico mais exigente do mercado, a Casa 10 Ambientes lan�ou sua nova cole��o: Arquitetual. A ideia � apostar na flexibilidade de medidas e na competividade de mercado. A proposta da Casa 10 � criar ambientes planejados para cozinhas, dormit�rios, closets, salas, home offices, ambientes corporativos, banheiros e �reas de servi�o com qualidade e design moderno, propiciando conforto e sofistica��o. Atrav�s destes conceitos, a Casa 10 busca satisfazer os desejos de cada um dos seus clientes, desenvolvendo ambientes perfeitos �s suas expectativas. De acordo com o diretor da empresa, Carlos Eduardo Spohr, que apresentou o conceito da nova cole��o durante a Casa Brasil 2011, a Casa 10 apostou no conforto e na qualidade dos produtos aliado a flexibilidade como diferencial. "Hoje no mercado moveleiro muito se fala em m�veis planejados, mas na verdade o que se oferece s�o m�veis seriados produzidos em escala com medidas pr�-determinadas. A Casa 10 Ambientes trabalha de forma diferente, boa parte dos produtos possuem medidas flex�veis, encaixando-se dentro de qualquer ambiente, atendendo assim, as necessidades dos profissionais e clientes". explica Carlos Eduardo. O diretor tamb�m salienta que a cole��o Arquitetual foi concebida para o mercado de alto padr�o, mas sem deixar de ter pre�os competitivos, pois a f�brica possui equipamentos de ponta, com alta tecnologia europeia. "Outro diferencial da Casa 10 Ambientes � a mat�ria-prima e os acess�rios utilizados na cria��o dos m�veis, muitos destes importados da Europa, possibilitando assim, um ciclo �til de vida muito maior para os mesmos", garante Carlos Eduardo. Preocupada com o meio ambiente e sempre atenta �s quest�es ligadas a sustentabilidade, a Casa 10 Ambientes trabalha no reaproveitamento de materiais, reciclagem e durabilidade do produto. "Acho que sem isso a gente estaria andando na contram�o das ideias modernas e os fornecedores que n�s trabalhamos tamb�m pensam assim", exp�e o diretor. Com 50 pontos de vendas espalhados por todo o pa�s, a Casa 10 Ambientes possui f�brica em Salvador das Miss�es - RS. Com a participa��o na Casa Brasil, novos neg�cios devem ampliar a gama de lojas que oferecem a cole��o Arquitetual. "A nossa participa��o foi mais do que positiva. O p�blico em geral, arquitetos e os pr�prios lojistas gostaram e elogiaram muito a nova cole��o", conta. "A Casa Brasil n�o � uma feira s� para fechar neg�cios e sim para se apresentar, para mostrar novas ideias e novos conceitos". Completa, Carlos Eduardo.

A empresa apostou no conforto e na qualidade dos produtos durante a Casa Brasil

Estande da Casa 10 atraiu designers, arquitetos e lojistas que elogiaram a nova cole��o

Andr� Gromowski, Sanderson Thomazi, Juliano V. Della Gustina, Carlos Eduardo, Maikel Kurtz, Almir da Silva, Eliezer Lames da Silva e Rafael Luis Both

O diretor da Casa 10, Carlos Eduardo Spohr acompanhado de sua esposa Liliane Spohr

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Foto: Nilani Goettems

Entrevista Baba Vacaro Da "d�cada perdida" ao sucesso convite do Sindm�veis para ministrar uma palestra sobre a import�ncia do design para o desenvolvimento das empresas. Na �poca falei sobre como o design foi o motor do desenvolvimento e a salva��o para muitos pa�ses em momentos de crise, como o crash de 1929 nos Estados Unidos ou a segunda grande guerra. Era um momento em que se queria conscientizar o empres�rio local sobre os benef�cios que o design pode fazer para uma empresa. JD | Fale um pouco de sua trajet�ria e o que a fez entrar em cena no design brasileiro. BV | Sa� da faculdade em 1986, no meio do que se chama "d�cada perdida", apesar da abertura, um momento econ�mico muito dif�cil no pa�s. Nesta �poca n�o havia muitas oportunidades de trabalho para os designers junto �s ind�strias, que tentavam sobreviver a duras penas. Mundialmente vivia-se um per�odo de fetichiza��o do design e falava-se muito em design assinado. Na �poca come�ou-se a importar essas ideias no Brasil. Por�m nossa ind�stria ainda n�o havia assimilado os benef�cios de se criar uma verdadeira cultura do design dentro das empresas. Hoje meu escrit�rio, Design Mix, � especializado em gest�o de design e no desenvolvimento de produtos para fabrica��o seriada. Nosso campo de atua��o � principalmente o mercado premium de decora��o/casa. Atuo nas empresas Dominici (lumin�rias de design brasileiro e internacional), Dpot (m�veis de design brasileiro) e St. James (objetos de mesa em prata) como diretora de cria��o. Isso quer dizer que meu trabalho vai al�m do design do produto em si. Meu papel � valorizar aquilo que � bom, incentivar a divulga��o e o conhecimento sobre o design e tamb�m lan�ar novos designers, novos conceitos em novos produtos.

Ela � uma das mais conceituadas designers do pa�s e chama aten��o pela forma que consegue integrar arte, desenho e preocupa��o social em suas cria��es. Baba Vacaro � um �cone e, pelo terceiro ano consecutivo, participou da Casa Brasil e deixou sua marca. Nesta edi��o, o projeto que mais chamou aten��o foi �s tr�s mesas projetadas em parceria com o designer Bruno Jahara no projeto Design Concreto, no Sal�o Design. "Sugeri ao Brunno que criasse uma pe�a de mobili�rio, pensando no p�blico do sal�o Casa Brasil. Foi assim que nasceu o projeto das mesas, uma iniciativa do sal�o, abra�ada pela empresa Saint James e pelo designer", disse Baba, explicando que o projeto consistia em tr�s mesas, de diferentes tamanhos, produzidas artesanalmente e com design moderno e funcional. "Os tampos das mesas tamb�m podem ser utilizados como bandejas. Inicialmente ser�

uma edi��o limitada e ap�s a apresenta��o das pe�as e a resposta do mercado, ser� analisada a possibilidade de ampliar a edi��o", afirmou. A designer paulista, formada em desenho industrial pela FAAP em 1986, atuou em projetos de design de interiores e passagem pela fotografia, moda e artes pl�sticas, mas foi com o design de produtos que alcan�ou proje��o. Hoje ela tem diversos produtos lan�ados no mercado de decora��o e publicados em ve�culos nacionais e internacionais. Reconhecida por sua experi�ncia no mercado de decora��o de primeira linha, � frequentemente convidada a palestrar em eventos e semin�rios ligados � cultura do design no mercado brasileiro. Jornal Design | Qual � a sua rela��o com Bento Gon�alves e a Serra Ga�cha? Baba Vacaro | Fui para Bento Gon�alves pela primeira vez em 2006, a

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JD | De que forma voc� faz isso? BV | Gosto muito de juntar pessoas em torno de uma ideia. Ent�o minhas cole��es muitas vezes envolvem muitos designers (tanto de m�veis e lumin�rias como de outras disciplinas), e traduzo as ideias deles em produtos para cada a��o que concebo. Devo pensar as cole��es, como elas se comp�em (produtos e designers) e como se comunicam com o mercado. Ao mesmo tempo, tenho que ter um mix de produtos consistente com o posicionamento estrat�gico de cada uma dessas marcas para quem trabalho, que seja rent�vel e vi�vel. � necess�rio conhecer bem todas as etapas do processo de produ��o para ter sucesso na fabrica��o, em adequa��o e custos. Preciso conhecer muito bem todas as nuances do mercado, para encaixar cada ideia e localizar novas demandas. JD | Al�m de tudo isso, voc� ainda tem tempo para outros trabalhos? BV | Sim (risos). Eu escrevo meus artigos, tenho minha coluna de r�dio em S�o Paulo, recentemente tive a oportunidade de trabalhar como roteirista para o document�rio Casa Brasileira, dirigido por Alberto Renault, que foi ao ar no ano passado pelo canal GNT e que ter� sua segunda temporada neste ano. JD | E o que mais lhe agrada no seu trabalho? BV | O que mais me agrada, e acho que talvez seja meu maior talento, � conseguir juntar pessoas t�o bacanas em torno de uma ideia, um projeto no qual eu acredite. A energia desse encontro � um de meus maiores prazeres, e acho que o resultado � sempre proporcional ao empenho com o qual me dedico a cada um desses projetos. JD | Como voc� avalia o mercado brasileiro atual para design de m�veis e objetos? BV | Acho que estamos em evolu��o, e agora poderemos acertar a marcha, perdida dos anos 60 aos 80 e 90. Vivemos no Brasil uma nova janela de oportunidade e devemos buscar nela maneiras de nos destacar atrav�s do design, da inova��o, da diferencia��o, motores do crescimento. O design � uma ferramenta para abrir novos horizontes. Mas para que a gente consiga atingir n�veis compar�veis a pa�ses com tradi��o em bom design para os produtos cotidianos acho que ainda falta muito. JD | Como voc� se posiciona nesse mercado? BV | Como uma formiguinha trabalhando em v�rios canais simultaneamente. Hoje, para que o design seja valorizado e visto n�o como algo que se

acrescenta a um produto, o que eu costumo chamar de uma "cereja no bolo", mas sim para que seja encarado como um processo cont�nuo de melhoria para todos os produtos do cotidiano. Acho que contribuo de v�rias maneiras, uma delas � que hoje consigo falar de design para um universo n�o t�o especializado em design, levando o assunto para o cotidiano das pessoas. At� bem pouco tempo atr�s as pessoas nem sabiam para qu� a gente servia. JD | Seu trabalho pode ser descrito de que forma? BV | Vou te responder com o que escrevi para a abertura do meu site, na qual apresento meu trabalho e explico o porqu� do nome do meu escrit�rio ser Baba Vacaro Design Mix. Eu sou uma pessoa de m�ltiplos interesses e o trabalho que fazemos � uma consequ�ncia desta minha caracter�stica. Meu repert�rio vem de tudo que apreendo daquilo que vivo e conhe�o, que se transforma na minha intui��o. Gosto de aprender uma coisa nova todo dia e me d� muito prazer compartilhar esse conhecimento, que absorvo e retribuo ao mundo a partir daquilo que crio, quer seja um novo produto, a ideia para uma cole��o, um texto que escrevo ou uma palestra que dou. Gosto muito das pessoas e me inspira trabalhar em parceria com elas, torno reais os produtos de outros designers com o mesmo empenho que fa�o os meus. Para oferecer respostas precisas e ideias personalizadas, envolvo-me at� o fim com a realidade de cada um de meus clientes. Junte-se a isso o fato de que o universo do design � complexo e intrinsecamente multidisciplinar, e pode-se concluir como � dif�cil explicar com poucas palavras tudo aquilo que fazemos para cada um de nossos clientes. JD | Quais s�o os materiais que prefere e o que tem aparecido de novidade no mercado? BV | N�o tenho prefer�ncias, gosto de conhecer todos os materiais e processos de fabrica��o, industriais ou n�o, e acho esse conhecimento fundamental para meu trabalho. JD | O que considera importante comentar sobre o design contempor�neo? BV | Voc� j� parou para pensar que todos os objetos que est�o � sua volta foram desenhados por algu�m? O design est� muito mais presente na vida das pessoas do que elas se d�o conta. Acho importante cada vez mais que se entenda o significado dos objetos e o que eles representam em nossas vidas. Avaliar o quanto eles melhoram (ou pioram, no caso de produtos de mau design) nossas vidas e fazer escolhas baseadas nessas experi�ncias.

Baba se descreve como uma designer de m�ltiplos interesses e seu repert�rio vem de tudo que aprende, vive e conhece

Fotos: Divulga��o

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Foto: Reprodu��o

Sustentabilidade na Serra Ga�cha O empres�rio Ricardo Milani, diretor comercial da Engebento Engenharia e Constru��es, esteve na It�lia recentemente conhecendo as instala��es da Ind�stria Solsonica que h� 40 anos est� no mercado europeu e a qual � l�der em inova��o na produ��o de pain�is e equipamentos para energia solar com inova��o, tecnologia e qualidade. A Solsonica tem como principal preocupa��o a qualidade de sua mat�ria prima, buscando sempre os melhores fornecedores para ser utilizada na energia solar fotovoltaica. A energia solar fotovoltaica proporciona economia na taxa condominial, colaborando na preserva��o ambiental. Esta energia � fornecida atrav�s de pain�is que contem c�lulas voltaicas, e sobre a incid�ncia do sol geram energia el�trica. A energia gerada pelos pain�is � armazenada em bancos de bateria, para que seja usada em per�odos de baixa radia��o e durante a noite. A convers�o direta de energia solar em energia el�trica � realizada nas c�lulas solares atrav�s do efeito voltaico, que consiste na gera��o de uma diferen�a de potencial el�trico atrav�s de radia��o. O efeito voltaico ocorre quando f�tons (energia que o sol carrega) incidem sobre �tomos (no caso �tomos de cil�cio), provocando a emiss�o de eletros gerando corrente el�trica. A busca pela elevada qualidade � uma paix�o que guia todo dia a Solsonica. A Solsonica � membro oficial da associa��o PV CYCLE, fundada em Bruxelas em 2007, e possui o objetivo primordial de promover a��es que busquem proteger o ambiente e ao mesmo tempo garantir economia.

Preserva��o ambiental e economia em condom�nios A Engebento, atrav�s de seus diretores Ricardo Milani e Carlos Toneser, est� em negocia��o com a empresa Solsonica SPA, para ser nomeado distribuidor exclusivo dos produtos da Empresa para todo o Brasil, mediante a realiza��o de projetos e instala��es de pain�is solares em todos os setores residenciais, comerciais, industriais, instala��es p�blicas atrav�s de l�mpadas LED largamente utilizada na Am�rica/ EUA e Europa, tendo como suporte uma equipe t�cnica italiana na assessoria dos projetos.

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Design estrat�gico a favor do empresariado A informa��o, conhecimento e cr�tica das tend�ncias � apenas um dos fatores que regem o Design Estrat�gico nas empresas. Para desenvolver um bom projeto de sucesso, � important�ssimo cercar todos os meios onde o produto passa, at� chegar �s casas dos consumidores. Cercar-se de pesquisa mercadol�gica, com objetivos comerciais � fundamental como briefing de qualquer projeto. Com base no conhecimento de projeto, bom gosto e t�cnica, e sempre com doses estrat�gicas comerciais e industriais, um bom projeto se inicia. Mas um dos aspectos que � priorit�rio � o posicionamento do produto e da empresa no mercado. Para isso a comunica��o e marketing s�o imprescind�veis para dar sequencia e dar resultados aos investimentos em design. Quando o briefing de um novo produto tem o mesmo na �rea de marketing, tudo se fortalece. O material de comunica��o diz tudo sobre o mercado almejado. Assim, os diferenciais de design s�o percebidos e consumidos. A apresenta��o do produto ocorre em eventos e feiras quando a empresa se apresenta ao mercado. Esse briefing deve continuar. S�o nos estandes de feiras que o p�blico tem o primeiro contato com o produto e com uma nova fase na vida das empresas. O importante � tirar partido destas informa��es de conceitos de design e se transmitir desta mesma forma quando o produto for para o mercado. Na atualidade o Design � priorit�rio nas ind�strias, basta criar a estrat�gia de sucesso!

"Neste momento o mundo vem resgatando valores do passado. As tend�ncias para design e comunica��o validam dos desejos dos consumidores ao retorno do essencial, pela tradi��o e pelo artesanal. Na busca pela ess�ncia das coisas, designs retornam �s formas cl�ssicas que agora ganham novas atribui��es. Antigos processos artesanais est�o passando hoje por um revival e uma grande valoriza��o, ressurgindo com novas e modernas interpreta��es."

Fotos: Divulga��o

Marta Manente Designer marta@martamanente.com.br

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design+neg�cios A ess�ncia dos neg�cios n�o � mec�nica, mas humana. Estamos descobrindo que a inova��o destitu�da de emo��o � enfadonha, que produtos sem teor est�tico n�o nos atraem, que marcas desprovidas de significado n�o s�o desejadas, que uma empresa sem �tica n�o � sustent�vel. O modelo de gest�o que nos trouxe at� aqui n�o tem o poder de nos levar para frente. Para ter sucesso, um novo modelo precisa substituir o car�ter "ganha-perde" da linha de montagem pela natureza "ganha-ganha" das redes. Herbert Simon considerava que "Todo aquele que se lan�a ao design est� transformando situa��es existentes em situa��es prefer�veis". Simon acreditava que o design era uma poderosa ferramenta para a mudan�a, n�o um mero utilit�rio para o projeto de produtos e comunica��es. Ao longo de um s�culo de hist�ria solucionando problemas com criatividade, os designers aprenderam a transitar nos tr�s espa�os da inova��o: "inspira��o, idealiza��o e implementa��o". O argumento � que essas habilidades agora precisam ser disseminadas nas organiza��es. Mas especificadamente, o design thinking precisa se mover "para cima", se aproximando dos executivos que tomam as decis�es estrat�gicas. Portanto, ajudar as pessoas a articular necessidades latentes que podem nem saber que t�m � o desafio dos designers thinkers. Come�amos com as habilidades que os designers t�m aprendido ao longo de v�rias d�cadas na busca por estabelecer a correspond�ncia entre as necessidades humanas com os recursos t�cnicos dispon�veis considerando as restri��es pr�ticas dos neg�cios. Ao integrar o desej�vel, do ponto de vista humano, ao tecnol�gica e economicamente vi�vel, os designers t�m conseguido criar produtos que usufru�mos hoje. O design thinking representa o pr�ximo passo, que � colocar essas ferramentas nas m�os de pessoas que talvez nunca tenham pensado em si como designers e aplic�-las a uma variedade muito mais ampla de problemas. O futuro da gest�o n�o pode acontecer sem o design, visto que ele � o propulsor das inova��es inclusive dos m�todos de se pensar os neg�cios: aspectos tanto do pensamento anal�tico quanto do pensamento intuitivo s�o necess�rios, mas n�o s�o suficientes, para o desempenho �timo do neg�cio. As empresas mais bem-sucedidas no futuro equilibrar�o o dom�nio sobre o qual damos o nome de design thinking. O design thinking � uma forma de pensamento que permite o movimento ao longo do funil do conhecimento, e as empresas que o dominarem obter�o vantagem competitiva de longo prazo praticamente inesgot�vel. A vantagem, que surge do foco persistente das empresas no design thinking, acabar� se estendendo ao mundo como um todo. Dessas empresas, surgir�o revolu��es que fazem o mundo andar para frente. As empresas adeptas do design destacam-se por sua disposi��o em assumir a tarefa de continuamente redesenhar seus neg�cios. Fazem isso com um olho na cria��o de avan�os tanto em termos de inova��o quanto em termos de efici�ncia � combina��o que produz a mais poderosa vantagem competitiva. Com isso, n�o � sugerido que apenas as empresas adeptas do design thinking busquem inova��o. N�o, o valor que os l�deres das empresas atribuem � inova��o se reflete na riqueza de recursos que dedicam � sua busca. Por�m em muitos casos, as empresas trabalham inadvertidamente contra seus prop�sitos. Mesmo quando as lideran�as corporativas buscam a vital e ilus�ria centelha da criatividade, as estruturas, os processos e as normas de suas organiza��es v�o apag�-la onde quer que ela surja. Suas culturas e rotinas privilegiam a an�lise, em detrimento da intui��o, e o controle, em detrimento da originalidade. A aplica��o consciente do pensamento voltado para o design e da elabora��o visual de prot�tipos n�o apenas expande a quantidade e a qualidade das op��es estrat�gicas, com tamb�m auxilia os tomadores de decis�o a visualizar e minimizar os riscos inerentes a iniciativas mais ousadas.

Juliana Desconsi Designer julianadesconsi@gmail.com

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Design e tecnologia em laminados H� 25 anos, a Madepar Laminados utiliza tecnologia reconhecida internacionalmente para oferecer ao mercado brasileiro uma mat�ria-prima �nica: o laminado de alta resist�ncia. Reconhecido n�o s� por sua resist�ncia, mas tamb�m pelo seu design diferenciado, os laminados MADEPAR est�o dispon�veis em diversos padr�es de cores e texturas, desenvolvidos de acordo com as mais modernas tend�ncias em revestimentos. � a uni�o do design diferenciado � vantagem de se utilizar como revestimento o laminado de alta resist�ncia, que garante o m�ximo de durabilidade ao m�vel, como: estabilidade dimensional, resist�ncia � impactos, � umidade e � altas temperaturas, com padronagens modernas e diferenciadas, al�m de ser um produto ecologicamente correto. Para a ind�stria moveleira, a MADEPAR desenvolveu uma cole��o especial, com o principal objetivo de encantar o consumidor, com padr�es exclusivos e combina��es que atendem desde os projetos mais cl�ssicos, aos contempor�neos. Al�m disso, a Madepar desenvolveu uma cole��o espec�fica para o mercado moveleiro, composta por padr�es exclusivos, que atendem �s exig�ncias dos consumidores que buscam projetos com design diferenciado capazes de transmitir a sua verdadeira ess�ncia atrav�s do m�vel. As ind�strias de Bento Gon�alves e regi�o, contam com atendimento exclusivo em espec�fico no Studio Marta Manente Design e Assessoria. Os clientes podem contar com profissionais altamente qualificados e atualizados quando o assunto � tend�ncias em design. Assim, facilitando a melhor escolha e desenvolvimento de padr�es �nicos para ind�strias que buscam o melhor em mat�ria prima e design.

Madepar e Studio Marta Manente em visita a Schattdecor A empresa paulista Madepar conta com assessoria em design e especifica��o do Studio Marta Manente. Fabricante de laminados de alta press�o a Madepar se prepara para atender as ind�strias da Serra Ga�cha com padr�es e produtos exclusivos. Para isto, na semana passada a Designer Marta Manente juntamente com a Diretora de Marketing da Madepar Lilian Marastoni estiveram na f�brica da Schattdecor em Curitiba desenvolvendo a nova cole��o da empresa. Elisa e Adelita, designers da Schattdecor apresentaram o que h� de mais moderno e contempor�neo para a melhor escolha da Madepar. As ind�strias de m�veis que trabalham com produtos de alto padr�o poder�o optar por produtos �nicos e exclusivos nas suas linhas. Padronagens de laminados que v�o desde madeirados, passando por padr�es r�sticos, at� tramas manuais. S�o propostas que atendem tend�ncias para mobili�rio nos segmentos da alta decora��o, m�veis infantis, portas de alum�nio e planejados.

Fotos: Divulga��o

Laminados de alta resist�ncia MADEPAR. A escolha que faz a diferen�a para voc� e seu cliente. Vantagens na utiliza��o do laminado de alta resist�ncia: - Resistente � manchas por produtos dom�sticos n�o abrasivos - Superf�cie resistente � umidade - Resistente � altas temperaturas - Resist�ncia ao atrito - Resistente � impactos - Possui estabilidade dimensional - Cores n�o se alteram com o passar do tempo - Antial�rgico, inibe a prolifera��o de fungos e bact�rias - Facilidade de limpeza e manuten��o

Conhe�a a cole��o com padr�es exclusivos para a ind�stria moveleira: BOM GOSTO E DESIGN DIFERENCIADO PARA PROJETOS DE ALTA QUALIDADE.

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Balacobaco - Design Oferenda Objetos Do balacobaco. Adjetivo de qualidade e origem. Coisa boa e brasileira. Palavra que tem ginga em si, na sua pron�ncia. O projeto foi concebido em 2007, juntando design, artesanato e ind�stria. As pe�as tubulares, que lembram o balan�o de bambol�s recebem um cesto tramado � m�o feito com material 100% reutilizado. Este tecido chama-se ReUso e � fabricado por artes�s de comunidades carentes do sul do Brasil. � com esta ideia de movimento, de conjunto e de aconchego que a Balacobaco nasceu, juntando pe�as para levar beleza e consci�ncia aos ambientes. Cadeira e cama para bichinho de estima��o Essa ideia � para os adoradores de animais. O designer austr�aco Paul Kweton criou uma cadeira de balan�o que tamb�m serve como casinha de cachorro (ou gato) com direito a almofada e tudo. O projeto ainda n�o saiu do papel, mas j� tem muita gente louca para n�o desgrudar mais dos bichinhos com essa novidade. Cadeira Marilia � ADM M�veis Inspirada na moda fashion, a cadeira Marilia foi redesenhada pelo Studio Marta Manente para valorizar a m�o de obra de artes�os. O croch� tem forma de patchwork e faz uma sobreposi��o ao tecido da base do assento. A cor predominante na cadeira � o nude, que intensifica o conceito dos materiais naturais e d� contemporaneidade ao design. Idealizada como uma pe�a na decora��o aut�ntica e �nica como obra de arte.

Estilosos pufes O consagrado designer catarinense Jader Almeida � o autor do Banco Cheig, que pode atingir 1,60 de largura. Tamb�m tem vers�es pequeninas, de 72cm comprimento. J� o paulista Diego Andrez ousa na reciclagem, com suas latas amarelas. E a Casa Rima, especializada estampas bacanas de tecidos, veste o pufe bolacha com o tecido de brim com desenho batizado de Copacabana.

Estampas geometrias Seus tra�ados geom�tricos, criando estampas tridimensionais, j� s�o �cones da decora��o no mundo inteiro. Mas nunca cansa o olhar as novas superf�cies que a italiana Missoni escolhe para marcar com sua ousadia. Al�m das almofadas, encontradas em lojas brasileiras antenadas h� um tempo j�, as lou�as e as roupas de cama levam o design marcante para diferentes c�modos da casa.

Cama iluminada Encontrar a cama facilmente depois de apagar a luz e ainda desfrutar de uma sess�o de cromoterapia na tranquilidade do pr�prio quarto � a proposta do designer franc�s Philippe Boulet com a Poesy Bed, cama que brilha no escuro. Com sistema LED instalado na cabeceira e no p� do m�vel, a cama tem controle remoto que possibilita a troca das cores da luz do rosa para azul, do verde para o amarelo. � poss�vel tamb�m programar o hor�rio e tempo que ela fica acesa.

Chanel Nascida para homenagear e satisfazer os antenados � moda, a Poltrona Chanel identifica-se pela analogia a alta costura, abusando da mistura do drapeado do tecido com os contornos do seu desenho. A Poltrona Chanel apresenta-se como uma pe�a marcante para as salas de estar, e permite entrosar-se com os mais variados estilos de decora��o. Desenvolvida pela Intervento Design para a Tumar, a poltrona possui uma roupagem em carater �nico, �mpar, que garante destaque onde quer que seja utilizada.

Fotos: Divulga��o

Poltrona Abra�o de Fibra Design Eul�lia de Souza Anselmo A mesma concha da poltrona Abra�o apresentada numa nova vers�o, sem revestimento, com acabamento liso e pintura automotiva. Nova op��o de p�s, que podem ser usados em qualquer vers�o da Abra�o: de Artista, de Lona e de Flor. 22

DUO Desenvolvida pela Intervento Design para a Tumar a sala de jantar Duo foi concebida sob o principio da leveza e do bom gosto, real�ando a impon�ncia formal como resultado de duas curvas que se moldam para suportar a sutileza visual do vidro. Duo significa dois, s�o duas curvas, duas metades que sintetizam a express�o da eleg�ncia das salas de jantar.


Nossa Obra ASSOCIA��O DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS DA REGI�O DOS VINHEDOS Ano 25 � Edi��o 17 Editor Responsavel: Eng. Gil Palazzo � e-mail: gil@palazzo.com.br Visconde de S�o Gabriel, 392, Sala 43 Bairro Cidade Alta | CEP 95700-000 Bento Gon�alves / RS | Fone: (54) 3451.9533

CADERNO AEARV

Eng. Gabriel B. Schuvartz gabriel@adubare.com.br

Eng. Marco m_sena@ig.com.br

Palavra do Presidente A participa��o da AEARV na Casa Brasil foi excelente. A movimenta��o em nosso espa�o foi intensa com a presen�a de associados e apoiadores atingindo o objetivo de nossa Diretoria. A integra��o dos profissionais, a visibilidade da Associa��o, o fortalecimento da parceria com a Universidade de Caxias do Sul e com nossos patrocinadores, justificaram e brindaram a dedica��o e o esfor�o da Comiss�o Casa Brasil para a concretiza��o deste espa�o. Estamos no per�odo de elei��es para as Comiss�es nas Inspetorias, para o Presidente do CREA-RS e para a Diretoria da Caixa de Assist�ncia M�tua - RS. A vota��o ser� nos dias 21 e 22 de setembro atrav�s do site do CREA-RS. Maiores informa��es em www.crea-rs.org.br. Tamb�m ser� realizada a primeira elei��o para Conselheiros de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e para Conselheiros de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal. Neste est�o sendo apresentadas propostas, algumas diferenciadas para a gest�o no interior do estado. Cabe aos arquitetos informarem-se e comparecerem a vota��o, prestando aten��o as mudan�as que acontecer�o no pr�ximo ano. A vota��o ocorrer� no dia 26 de outubro atrav�s do site www.cau.org.br, onde obt�m-se maiores informa��es. A agenda de eventos deste semestre ser� intensa. Concluiremos o m�s de agosto com a Palestra do IPURB (Bento Gon�alves/RS) sobre os cinco anos do Plano Diretor, com a presen�a do Diretor Cl�udio Marcelo Germiniani. Em meados de setembro haver� o Semin�rio sobre Gest�o de Res�duos da Constru��o Civil, Demoli��o e Industrial. No in�cio de outubro teremos o lan�amento da III edi��o do Book dos Arquitetos. O Curso de Gest�o de Escrit�rios de Arquitetura, proferido pela AEA Cursos est� confirmado para os dias 21 e 22 de outubro. Teremos outros eventos que estamos planejando, e ser�o confirmados nos pr�ximos meses. A festa de final de ano est� agendada para o dia 9 de dezembro as 19h30min no Dall'Onder Vittoria Hotel. Agende-se e participe!

Curva ABC - Um instrumento simples e muito �til Caros leitores, voltamos a essa coluna para falar um pouco sobre a curva abc de insumos, dentro do assunto passado sobre or�amento de obras. O tratamento adequado de todos os recursos (humanos,tecnol�gicos,financ eiros,patrimoniais e materiais) de uma empresa � , sem sombra de d�vidas, uma das maiores preocupa��es dos gestores na atualidade. A escassez de recursos e a concorr�ncia, estimulam as empresas � busca de alternativas para otimiza��o de sua log�stica de suprimentos, que � respons�vel pela disposi��o de todos os insumos necess�rios � produ��o. O princ�pio b�sico da curva ABC, � a regra de Pareto, muito conhecida como regra 80/20. Nos or�amentos de obras, a curva ABC, � exatamente uma rela��o de insumos, em ordem decrescente de custos. No topo dessa rela��o, est�o os principais insumos da obra em termos de custo(sejam de materiais, m�o de obra, servi�os terceirizados,etc...); � medida que a tabula��o vai descendo, v�o surgindo os insumos menos significativos. O nome CURVA, vem do gr�fico que pode ser tra�ado mostrando a percentagem acumulada de cada insumo no valor acumulado total de cada obra. Entretanto, � normalmente apresentada de forma tabular. As faixas ABC, agrupam os insumos a serem utilizados nas obras. Suscinta e simplificadamente: Faixa A: engloba os insumos que perfazem 50% do custo total; Faixa B: engloba os insumos entre os percentuais acumulados de 50% a 80% do custo total; Faixa C: todos os insumos restantes. Finalmente sua utilidade: Normalmente trabalhamos com a curva ABC de materiais, pois eles representam, em obras de edifica��es, aproximados 70% do global da obra. Os insumos da faixa A: isto �, aqueles do topo da tabela, s�o os que devem ser objeto de processo de cota��o e negocia��o mais cuidadoso.Uma melhoria de 2% num insumo da faixa A, pode representar muito mais ganho do que um desconto de 30% num da faixa C. � por meio da curva ABC, que o construtor pode avaliar o impacto que um aumento(ou diminui��o) do pre�o de um insumo ter� no resultado da obra. Quanto mais para cima o insumo estiver na tabela, mais significativo ser� o impacto positivo e negativo. Em obras de edifica��o s�o utilizados cerca de 500 insumos, nota-se, historicamente que, com 40-50 deles, perfaz-se 80% do custo total da obra. Por isso nada adianta conseguir um abatimento de 20% no pre�o do arame, se 1% de redu��o no pre�o do Concreto ou A�o ou Elevador, j� basta para conseguir alcan�ar o resultado final desejado.

Palavra da Diretoria

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Nossa Obra Fotos: Divulga��o

Adegas ADEGA EM CASA: TER OU N�O TER? Eng. Gil Palazzo Do jeito que o consumo do vinho aumentou, principalmente aqui em nosso estado, uma adega em casa passou a ser mais do que um espa�o de pura decora��o do ambiente, para se tornar num espa�o para curtir desde o nosso "hobby", at� ser um espa�o para garantir as melhores condi��es para conservar esta bebida, que alguns dizem ser "dos deuses". Eu que aprendi a beber um bom vinho h� pouco mais de 10 anos, comecei a sentir a necessidade de ter um espa�o maior do que um cantinho acanhado apenas para somente armazenar mal os vinhos que temos em casa. Ent�o come�ou minha peregrina��o por tornar isto uma realidade. Primeiro projetei meu espa�o apenas dentro de minha cabe�a, enquanto bebia uma ta�a ou outra de um bom vinho. Agora que j� consegui o espa�o, o que fazer para que ele seja, al�m de um lugar bonito e agrad�vel, um local correto para armazenar o nosso amigo vinho � aquele que nos far� sermos verdadeiros, n�o s� pelas palavras que os romanos diziam, quanto pelos sentimentos. Lembrem-se das palavras: "in vino veritas", que significa "No vinho est� a verdade", afirmavam os antigos romanos. Com isso eles queriam dizer que, ao tomar vinho, em boa quantidade, a embriaguez soltava a l�ngua e fazia a verdade vir � tona, tanto que foram grandes produtores e apreciadores de vinho. No meu caso, compartilho com a fam�lia, a paix�o pelo vinho, que s� vim a descobrir na idade madura, quase por acaso, que n�o sei bem explicar como aconteceu. N�o por falta de exemplo, pois meu pai, desde que me lembro por gente, sempre foi um excelente apreciador de um bom vinho. Tanto que as grandes marcas, os tipos vin�feros, e outras palavras importantes, no ramo, j� faziam parte de meu vocabul�rio, at� mesmo antes de saber o que significavam. Hoje poder�amos simplesmente comprar estes equipamentos que algumas lojas est�o vendendo chamados de adegas, que nada mais s�o do que "conservadoras" de bebidas com temperatura controlada. Muito eficientes em termos de temperatura, mas pergunto: que "ambiente" efetivo nos proporcionar�o? Na minha opini�o, nenhum! � um refrigerador "metido a besta". N�o � isto que queremos curtir. Isto � apenas para ser um equipamento de conserva��o, sem nenhum "clima" ou ambiente prop�cio para o verdadeiro apreciador e amante de um bom vinho. UM SONHO OU UM REF�GIO Arq. Fernando Sperotto Ter uma adega em casa passou de sonho para a realidade de muitas pessoas, hoje no Brasil temos acesso a �timas marcas de vinhos, espumantes e outras bebidas. O espa�o da adega pode ser um m�vel na sala de estar ou um ambiente completo.Tornou-se um ref�gio, um ambiente para curtir momentos especiais com a fam�lia e os amigos. Em alguns projetos percebemos que � um local guardado a sete chaves, onde o usu�rio chega a colocar fechaduras com c�digo de seguran�a, para proteger seu "patrim�nio" e sobre tudo suas bebidas e comidas especiais, que s�o rari-

dades pessoais. Alguns ambiente contemplam, al�m de um local adequado para conserva��o dos produtos, um espa�o para degusta��o de queijos, embutidos ou at� um jantar especial que remete aos nossos av�s, que tinham uma fam�lia grande e os momentos de festas e comemora��es se davam no por�o ao lado das "pipas de vinho". Para se ter uma adega em casa, n�o � necess�rio ter um por�o ou um c�modo grande. Mesmo em um espa�o pequeno podemos criar um ambiente para armazenar e apreciar os vinhos. Podemos ter adegas climatizadas ou n�o. Por�m, manter os vinhos em uma temperatura estabelecida � importante para ele n�o perder suas propriedades. Deve-se evitar que a adega tenha contato com as paredes internas da casa, para minimizar o calor. O p� direito do ambiente deve ter no m�nimo 2,30 de altura, para contribuir com a climatiza��o. As paredes s�o constru�das ou revestidas com tijolos ou blocos maci�os, que tamb�m ajudam com o isolamento t�rmico. O armazenamento das garrafas pode ser individual ou em favos de 6 a 12 garrafas, sendo o �ltimo o menos indicado pois diminui a circula��o de ar entre as garrafas. Os suportes podem ser constru�dos de madeira ou em metal, que tanto podem ser confeccionados sob encomenda, quanto pode se comprar pronto para instalar. Existem no mercado tamb�m modelos tecnol�gicos, altamente sofisti-

cados, que com o pr� cadastramento das garrafas, � s� indicar qual vinho se est� procurando que um led (luz indicadora) indica a posi��o da garrafa. A ADEGA CONTEMPOR�NEA Arq. Daiana Cettolin Rosin No cen�rio atual comprar, vender, ou simplesmente armazenar vinho, vai muito al�m de ter um bom produto nas prateleiras, perto de n�s. As adegas,onde os vinhos s�o guardados e expostos, n�o necessariamente devem ser tratadas como ambientes modernos, mas tamb�m podem ser r�sticos, onde as pedras, tijolos e madeiras de demoli��o s�o materiais predominantes. � preciso ousar, aproximar o antigo do moderno, mesmo que n�o seja tarefa f�cil, com o objetivo de apresentar um novo conceito para a exposi��o e posterior consumo desse produto. Propostas diferentes e originais podem ser pertinentes desde que haja harmonia entre os elementos organizadores do espa�o, tanto nas vin�colas como nos espa�os projetados para adegas nas resid�ncias. � importante ter um ambiente climatizado, ideal para a conserva��o dos vinhos. A ilumina��o tamb�m requer aten��o especial, j� que influencia diretamente na conserva��o deles. Combinar copos, garrafas, fotos e livros que remetam � hist�ria do vinho pode dar personalidade ao ambiente. Para melhor aprecia-los deve-se apreciar com modera��o.

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Eng. Gil Palazzo gil@palazzo.com.br

Agenda 01.09.2011 a 31.09.2011

Por Eng. Gil C. Palazzo da Rosa gil@palazzo.com.br

Otimizando um projeto arquitet�nico Muitos dizem que baratear uma constru��o vai no caminho contr�rio do belo e do diferente. N�o concordo com isto, pois, assim como os arquitetos tendem a criar coisas belas e diferentes, os engenheiros querem economizar, e nem sempre existe um bom entendimento nisto. Ocorre que, em muitos casos, uma simples otimiza��o do projeto arquitet�nico, provoca redu��o dos custos para obten��o do objetivo proposto pelo arquiteto, sem perder a beleza. Percebo, ao longo destes meus muitos anos de profiss�o, que nem sempre ocorrem as otimiza��es necess�rias, e � a� que o "le�o" pega. Pressionado pelos propriet�rios, ou pelos custos quando controlados, os executores economizam em muitas coisas, onde n�o deveriam economizar, e gastam demais em pontos onde poderiam economizar. Isto � causado pela n�o otimiza��o dos projetos. Mas como e onde otimizar ? A seguir relato o principal ponto que tem aparecido nos projetos. A compacidade Em constru��o civil, denomina-se compacidade � caracter�stica de compactar o tamanho externo de um pr�dio, a fim de abrigar todas as necessidades internas desejadas para o mesmo. Em outras palavras, obter a menor dimens�o externa para continuar tendo as mesmas coisas internas. Ora, isto far� com que nossos custos construtivos caiam. Vamos, ent�o, analisar como isto ocorre. Em se tratando do custo de edif�cios residenciais, � grande a participa��o n�o s� dos custos das paredes externas, quanto dos custos de materiais de acabamentos destas superf�cies exteriores. De modo geral, por diversos motivos, tanto estas paredes, quanto todos os materiais que as comp�e e seu acabamento, possuem custo de execu��o maior que os componentes internos, at� porque estes elementos juntos formam a veda��o deste pr�dio. Assim, isto deve-se aos seguintes fatos: recebem grande parte da estrutura do edif�cio; podem possuir revestimentos e acabamentos caros; nesta superf�cie s�o aplicadas as aberturas para ventila��o e ilumina��o, que geralmente interferem significativamente no custa da obra. Desta maneira podemos concluir que: quanto menor o per�metro das veda��es externas, menor o impacto desses elementos no custo global da edifica��o. Pensando-se nisto, em primeiro lugar, recomenda-se aos projetistas buscarem formas externas que n�o possuam varia��o de per�metro exagerada. Neste caso, a forma ideal tende para o c�rculo, pois como se sabe, o c�rculo � a forma capaz de abranger a maior �rea com o menor per�metro. No entanto, em grande parte dos casos, sua aplica��o provoca problemas significativos (como dificuldades estruturais e funcionais, al�m de, em muitos casos, inserir uma dificuldade de obten��o das �reas de circula��o, que podem gerar perdas de espa�o por conta de necessitarmos adaptar o conte�do (m�veis, divis�rias internas, etc...) ao formato circular, entre outros problemas que ocorrer�o. Assim pode o projetista optar por outras formas, relativamente compactas. Basicamente, para uma mesma �rea podemos ter per�metros muito diferentes, dependendo da forma da constru��o. Para quantificar a compacidade da forma adotada para o pavimento de uma constru��o, foi criado um �ndice, chamado ent�o de "�ndice de compacidade". Este "�ndice" � expresso pela rela��o entre o per�metro de um c�rculo com �rea equivalente a �rea do projeto com o per�metro da constru��o projetada. Em s�ntese, � a divis�o do per�metro de um c�rculo pelo per�metro do pavimento projetado, sendo ambos com a mesma �rea. A f�rmula �: �ndice de compacidade = Per�metro do c�rculo � per�metro da constru��o. Dizem os entendidos, que o m�nimo valor recomendado � 0,65 ou 65%. Os agentes financeiros costumam ter seu �ndices pr�prios para avaliarem este quesito, podendo ser usado com fins de aprova��o de financiamento para a constru��o. Portanto recomenda-se aos projetistas pensarem fortemente nisto, para melhorar o custo de constru��o de seus projetos.

GERENCIAMENTO DE RES�DUOS INDUSTRIAIS, DE CONSTRU��O CIVIL E DEMOLI��O Data: 15 de setembro � a partir das 18h30min Local: Cidade de Bento Gol�alves � RS Informa��es e pr�-inscri��es diretamente com a secretaria da AEARV, pelo fone (54) 3451.9533 ou pelo e-mail aearv.bg@gmail.com LAN�AMENTO OFICIAL - BOOK dos ARQUITETOS Data: 29 de setembro, quinta-feira � a partir das 19h Informa��es com a secretaria da AEARV, pelo fone (54) 3451.9533 ou pelo e-mail aearv.bg@gmail.com INTERMACH Feira e congresso de tecnologia, m�quinas, equipamentos, automa��o e servi�os para a ind�stria metal-mec�nica. Data: 12 a 16 de setembro Local: Pavilh�es da Expoville � Joinville � SC Informa��es: www.intermach.com.br EQUIPOTEL Feira e congresso de tecnologia, equipamentos, produtos e servi�os para a hot�is, mot�is, restaurantes e afins. Data: 12 a 15 de setembro Local: Pavilh�es do Anhembi � S�o Paulo � SP Informa��es: www.equipotel.com.br FEBRAVA Feira e congresso de tecnologia de Refrigera��o, Ar Condicionado e equipamentos afins. Data: 20 a 23 de setembro Local: Imigrantes � S�o Paulo � SP Informa��es: www.febrava.com.br

Para o Futuro Curso: Gest�o de Escrit�rios Apresentado por AEA Cursos Data: 21 e 22 de outubro (sexta - feira e sabado) Carga hor�ria: 16h aula (8h/dia) Informa��es e pr�-inscri��es diretamente com a secretaria da AEARV, pelo fone (54) 3451.9533 ou pelo e-mail aearv.bg@gmail.com Eventos futuros que se realizar�o nos Pavilh�es da Festa da Uva Caxias do Sul-RS 18 a 21 de outubro � MERCOPAR 24 a 27 de novembro � CONSTRUFAIR Evento futuro que se realizar� no "Centro de Eventos" da FIERGS Porto Alegre 27 a 30 de outubro - EXPOACABAMENTOS Elei��o e Posse da Diretoria da AEARV-2011/2012 com Jantar em Comemora��o ao Dia do Engenheiro e Arquiteto Data: 9 de dezembro (sexta-feira) Local: Dall'Onder Vittoria Hotel Show: banda Folk&Roll

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VER�O 2012 EM CORES A pr�xima esta��o ser� uma explos�o de cores. Deixe o ver�o mais quente tingindo os looks com cores vivas e contrastantes. Aposte no color blocking - cores em camadas, tend�ncia essa que come�ou no inverno e segue ver�o adentro. A moda injeta cores ultravibrantes. Os maiores protagonistas ser�o o laranja e azul-royal, e verde jade e esmeralda. A dupla laranja X azul-royal foi campe� de entradas nas passarelas nacionais e internacionais. Voc� pode investir no mix das duas, no mesmo look, (Vide imagens) o que funciona super bem, como em looks monocrom�ticos. Acess�rios tamb�m entram no combinado. Caso voc� tenha medo de errar nas combina��es, use o color blocking nos acess�rios coloridos. Outra combina��o forte � entre o rosa, vermelho e laranja. Uma combina��o nada �bvia, mas por serem cores pr�ximas no c�rculo crom�tico, acabam criando uma harmonia an�loga. S�o cores quentes e vivas, dando uma energia � roupa. Medo de errar nas combina��es? Vale a dica: quanto menos contrastes entre tons, mais f�cil de acertar. A principal li��o da mistura de cores � roubar a cena e se divertir com combina��es que esbanjam alegria e energia. Afinal, moda � para isso, por�m sem jamais perder o bom senso. Que venha o ver�o!

Ricardo Rambo Estilista ricardobrambo@hotmail.com

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Dicas: Sapatos e bolsas coloridas, s�o �timos pontos de luz para qualquer look, falar de ver�o � falar de cor, a mistura de cores fica a cargo de cada um! Acess�rios podem transformar sua produ��o, invista nas carteiras vibrantes, cintos e len�os. Os tons e cores n�o precisam aparecer na mesma propor��o, voc� pode, por exemplo, abusar do color blocking na bolsa, sapato, cinto e bijoux e escolher s� um tom de roupa. Com a febre do estilo boyfriend, devagarinho ele foi conquistando o seu lugar: o oxford! O modelo veio do mundo masculino para encher de atitude as produ��es femininas. No ver�o 2012, surge totalmente colorido com op��es para todos os estilos. Estilos e cores: se voc� faz o tipo mais basiquinha, o preto e branco e as cores neutras como bege e camelo ficam perfeitos pra usar com estampas. Outra dica bacana, pra quem � um pouco mais ousada, � misturar com animal print, color blocking ou outras estampas. A regra � n�o ter regra! Espadrilhas e sapatilhas para longos: as saias longas vieram com tudo para modernizar o ver�o 2012, invista em espadrilhas com saltos anabelados, muita palha e corda, a tend�ncia � conforto no seu dia-a-dia, sapatilhas deixam o seu look mais rom�ntico!

Color blocking: Entenda como � e como usar essa tend�ncia com a equipe da Horos Acess�rios Produ��es em cores contrastantes ganham mais for�a na pr�xima esta��o, a ideia � compor looks a partir de pe�as de cores diferentes, dando alegria e espontaneidade ao visual feminino, pois o nome j� diz tudo, color blocking "blocos de cores''. Essa tend�ncia permite a mistura de cores, no entanto, deixando de lado as estampas coloridas e pegando as pe�as de cores diferentes e juntando em um s� visual, nunca esquecendo de usar pe�as de cores alegres e super vivas, da� sim voc� estar� seguindo as tend�ncias da moda color blocking. Como usar Quer experimentar essa moda? Separe suas pe�as lisas que sejam mais coloridas e a partir delas monte diferentes looks. Voc� pode come�ar aos poucos, aposte em pe�as neutras e abuse de bolsas, cal�ados e acess�rios bem coloridos. Se quiser extravasar de vez, junte logo a saia turquesa com a blusa verde bandeira, uma bolsa amarela e sand�lia vermelha e dite tend�ncia!

Equipe Horos horosacessorios@hotmail.com

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Tend�ncias para Primavera | Ver�o 2011 | 2012 O cabelo tem tanta import�ncia na produ��o de um look quanto � roupa, acess�rio ou o cal�ado escolhido. Ele, melhor do que qualquer pe�a de vestu�rio, transmite a verdadeira ess�ncia do estilo da pessoa. A cor das madeixas tem um papel fundamental, pois ela tem que estar em sincronia com o tom da pele e dos olhos para que elas apenas ressaltem a beleza deles. Que tal valorizar seu rosto com as cores da esta��o? A Primavera Ver�o 2011/2012 traz as cores j� conhecidas em remakes mais clean, que v�o valorizar a beleza da face sem transmitir a superficialidade, que � o resultado de muitas colora��es. Loiros, castanhos, ruivos e pretos v�m em for�a m�xima para essa temporada. N�o � de hoje que o loiro � uma das tonalidades preferidas entre as mulheres e os homens. E para a Primavera Ver�o 2011/2012 o loiro natural vem como a principal tend�ncia de cor capilar para essa temporada. Presentes em desfiles como Anna Sui na semana de moda de NY e Viviane Westwood em Londres, Paris e Mil�o. O castanho � uma das cores mais populares pela grande maioria. Ele veio com sua import�ncia nos tons mais claros quase em um mel para dar um toque de vitalidade e energia �s madeixas. Os tons mais escuros tamb�m estar�o presentes na Primavera Ver�o 2011/2012. Chocolates, marrons e dourados ser�o as melhores escolhas.

Tatiana Coiffeur tatianacoiffeur@hotmail.com

E a tend�ncia das cores naturais n�o se restringiu a apenas ao loiro. O vermelho vem em tons mais semelhantes aos ruivos. A cor rubra vem em nuances acajus e alaranjadas fazendo com que o cabelo fique vibrante e caliente.

Preto para a Primavera Ver�o 2011/2012. Essa tonalidade � uma �tima op��o para mulheres com diferentes tons de peles, desde p�lidas at� douradas pelo sol. O preto � o verdadeiro coringa capilar!

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Computa��o nas nuves A grande tend�ncia do momento � "Computa��o nas Nuvens" ou "cloud computing. Este termo surgiu pelo fato da computa��o estar mudando de rumo. Hoje em dia os usu�rios j� n�o veem mais a inform�tica como antigamente, com aquela vontade de comprar um super computador. O grande centro das aten��es nos dias atuais � a internet, e, em alguns anos ou talvez meses voc� utilizar� seu computador principalmente para essa atividade. O usu�rio ter� o espa�o que precisar para guardar seus arquivos, m�sicas, fotos na internet em servidores - que possivelmente ser�o pagos. Al�m disso, os programas que voc� utiliza tamb�m estar�o todos na nuvem ou seja, na internet. Como exemplo temos o Google Docs, servi�o onde os usu�rios podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresenta��es de slides, entre outros. A Adobe que lan�ou o Photoshop vers�o web, para edi��o de imagens, tudo pela internet, isso quer dizer que o usu�rio n�o precisa mais ter o programa instalado no seu computador. No Brasil, a tecnologia de computa��o em nuvem ainda � muito recente, pois a infraestrutura de telecomunica��es do pa�s � deficiente. Os primeiros testes foram implementados em 2007, mas somente em 2008 come�ou a ser oferecido comercialmente. � claro que ainda h� muita coisa por fazer. Por exemplo, a simples ideia de determinadas informa��es ficarem armazenadas em computadores de terceiros (no caso, os fornecedores de servi�o), mesmo com documentos garantindo a privacidade e o sigilo, preocupam pessoas e, principalmente, empresas, motivo pelo qual esse ponto precisa ser melhor estudado. Al�m disso, h� outras quest�es, como o problema da depend�ncia de acesso � internet: o que fazer quando a conex�o cair? Algumas companhias j� trabalham em formas de sincronizar aplica��es off-line com on-line, mas tecnologias para isso ainda precisam evoluir bastante. De qualquer forma, o futuro aponta para esse caminho.

Esta��o interativa na loja Evviva Bertolini A Evviva Bertolini promove os conceitos do bom design por toda a cidade. A marca exibiu, durante a Casa Brasil, ao p�blico visitante e � comunidade uma instala��o interativa na loja exclusiva de Bento Gon�alves. Seis pain�is dispostos na parte externa do pr�dio com composi��es tem�ticas de imagens e que convidam as pessoas a compartilharem suas experi�ncias, opini�es e prefer�ncias � seguindo o estilo da campanha da grife de m�veis planejados: sua vida, suas paix�es, seus planos; sua casa, suas escolhas. Com esse projeto a Evviva trousse para a Serra ga�cha tamb�m uma tend�ncia de comportamento verificada nos grandes centros europeus: a de contagiar toda a cidade com o clima das grandes feiras e eventos nela sediados. "Acreditamos na proposta da Casa Brasil e no design. Queremos, com isso, tamb�m aproximar a realidade feira ao dia a dia das pessoas", explica a respons�vel pelo Marketing da Evviva Bertolini, Sheila Bertolini.

Ricardo Pereira Consultor em TI

Fotos: Divulga��o

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Fotos: Arquivo pessoal

Meu roteiro de viagem Compras Sawgrass Mills: shopping de outlet (ponta de estoque) h� algum tempo abriram um outlet de luxo dentro, � longe de Miami Beach e Downtown, de onde estavamos era U$200 para ir e voltar para o hotel. A vantagem � alugar um carro, cuja di�ria custa U$85, todos os carros s�o autom�ticos e tem GPS. Eu gosto de ir no primeiro dia. O shopping � enorme, pode-se ficar um dia inteiro l�. Uma dica � almo�ar na The Cheesecake Factory, para recarregar as energias para as compras, a comida � muito gostosa, est� sempre cheio, a Ceasar Salad de l� � deliciosa, mas al�m disse eles servem peixes, massas, carnes, hamburguers e pizzas. Vale a pena comer uma fatia de cheesecake, o forte do restaurante, na minha opin�o o melhor � o Key Lime Cheesecake, e divida pois a fatia � enorme. Aventura Mall: shopping localizado em Miami Beach, depois do Sawgrass � o maior shopping de Miami, tem diversas marcas, de Abercrombie, GAP a Louis Viuitton, Burberry. Na minha opini�o � o melhor shopping de Miami, tem tr�s multimarcas gigantes: Bloomingdales, Nordstrom e Macy's, gosto de passar a tarde l�. O melhor hamburguer de Miami eu comi por l�, no The Grill on The Alley, vale a

Miami

Quem n�o gosta de curtir uma boa viagem? Afinal, conhecer lugares novos e viver experi�ncias diferentes s�o sempre inesquec�veis. Pensando nisso, o Jornal Design | Serra inaugura a partir desta edi��o a coluna "Meu roteiro de viagem". A nossa proposta � dar dicas e sugest�es que n�o est�o inclu�das em roteiros tradicionais atrav�s de experi�ncias vividas por gente como a gente.

Para inaugurar este novo espa�o, a estudante bento-gon�alvense Heloisa Bernardes, radicada em S�o Paulo, mostra o melhor que ela viveu, conheceu, saboreou e sentiu na cidade aberta, colorida e multicultural do mundo: Miami. Ensolarada e quente quase o ano todo, Miami � a capital do lazer da Fl�rida, a estrela mais brilhante do "estado do sol".

Hotel pena cada caloria consumida. L� tamb�m tem uma The Cheesecake Factory, que tem uma loja da Godiva, sempre que passo por l� compro morangos com chocolate, me sinto em Paris. Boca Raton: shopping similar ao Aventura, mas localizado em Boca Raton, longe de Miami Beach, dizem que � melhor que o Aventura para fazer compras, pois como � mais distante do centro, nunca est� lotado. Ainda n�o tive a oportunidade de conhecer. Bal Harbour: o shopping mais bonito de Miami, aberto, tem um jardim lindo, tem pequenos lagos com peixes e tartarugas, somente marcas de luxo, minha multimarcas favorita fica l�, Saks Fifth Avenue, l� tem outra multimarcas tamb�m, Neimam Marcus, gosto de almo�ar por l� e passear, mesmo se n�o for comprar, vale a pena a visita. Fica em Miami Beach. J� almocei em dois restaurantes de l�, o Carpaccio, que serve comida italiana maravilhosa, al�m de diferentes tipos de carpaccios, e o Makoto, japon�s, n�o � o meu favorito, comi porque sou viciada em comida japonesa e adoro conhecer restaurantes japoneses. Lincoln/Collins avenue: S�o duas ruas onde tem muito com�rcio e restaurantes, adoro passear por l� no final do dia, pois como s�o ruas, e em Miami � muito calor durante o dia, o melhor � ir num hor�rio em que esteja mais fresquinho. A minha preferida � a Lincoln, l� tem MAC Pro, Seven Jeans, GAP, Rickys (� como se fosse uma farm�cia, vende produtos de beleza mais baratos), e um dos melhores restaurantes italianos de Miami, o Quattro, � o prefirido de muitos brasileiros que adoram Miami, l� tamb�m tem um restaurante chamado Sushi Samba, � um restaurante que serve comida japonesa, peruana e a m�sica que toca l� � Bossa nova e Samba, m�sicas brasileiras. J� na Lincoln, tem uma Zara enorme, uma multimarcas muito cara e conhecida, a The Webster, e a Sephora, para quem ama maquiagem � o para�so.

Fontainebleau: na minha opini�o, o melhor hotel de Miami, o mais badalado, tem cinco restaurantes dentro dele, bares, lojas, e as duas baladas mais conhecidas de Miami: se voc� encontrar alguma modelo, algum jogador ou rapper famosos por l�, n�o � sonho, eles costumam se hospedar por l�, por algumas vezes alugam cabanas ao redor das piscinas para passar o dia. Fica em South Beach. Hotel W e Mandriam: nunca me hospedei l�, mas muitas pessoas indicam.

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Restaurantes Os que citei acima: The Cheesecake Factory; The Grill on The Alley, Carpaccio e Quattro. Ocean Drive: Rua onde tem barzinhos e restaurantes, l� � onde fica o Mangos, barzinho que apareceu muito na novela Am�rica, onde a personagem de Deborah Secco dan�ava, e o Est�dio de tatuagem do Miami Ink tamb�m fica na Ocean. Gosto de dois restaurantes por l�, o Devito e o Prime one twelve, o primeiro serve comida italiana. Hakkasan: Melhor restaurante de comida chinesa/asi�tica em Miami. Est� localizado dentro do hotel/spa Fontainebleau, o gar�om tem sempre �timas sugest�es de pratos. Eu adoro o "Pi Pa Duck", de sobremesa, um creme brulee de banana com sorvete de chocolate. Blade: restaurante japon�s tamb�m localizado dentro do Fontainebleau, no restaurante Vida, que serve comida americana. Na minha opini�o � um dos melhores restaurantes japoneses de Miami. Nobu: Se fosse para escolher um restaurante que eu adoro, ficaria entre os "Nobus" que conheci pelo mundo, al�m de servir comida japonesa, serve pratos quentes e frios. Minha escolha � sempre de entrada, "Edamame" ou alguns sushis, de prato principal "Black Cod" e sobremesa "harumaki de banana". Nesse de Miami, tem uma gar�onete brasileira muito simp�tica. � um dos restaurantes mais caros de Miami. Casa Tua: ainda n�o tive a oportunida-

de de conhecer, mas dizem que � um dos melhores restaurantes de Miami, tamb�m � muito caro. La C�te: restaurante de comida mediterr�nea, localizado dentro do hotel Fontainebleau, perto das piscinas, l� sempre tem pratos do dia, e o gar�om sempre d� boas dicas. Costumo almo�ar l� no dia em que passo na piscina do hotel. Zuma: considerado o melhor restaurante japones de Miami. � um japon�s diferente, ainda n�o conhe�o, mas na pr�xima ida a Miami, com certeza irei conhecer, � localizado em Downtown. Precisa reservar. Mr. Chow: outro chin�s muito gostoso, � localizado dentro do hotel W, � uma filial do de NY, meu preferido, portanto eu falo que o Mr. Chow de Miami � uma tentativa de filial do de NY, que � muito melhor. #ficaadica Existe um site muito legal, utilizo em todas as viagens para fazer reservas nos restaurantes, chama OpenTable, � s� se cadastrar e fazer reservas no restaurante que quiser, uma pena que n�o atende aos restaurantes no Brasil. Tome cuidado, pois se reservar e n�o comparecer (em tr�s reservas), eles cancelam o seu cadastro. #importante - As taxas de servi�o em restaurantes em Miami s�o em torno de 15 a 20%, a comida por l� normalmente � barata, o que as deixa mais caras � o fato de as taxas serem altas. - Os hot�is n�o tem caf� da manh� incluso, normalmente tem "patisseries" dentro onde voc� pode comprar o seu caf� da manh�. - A taxa de comprar por l� � uma das mais baixas dos EUA, como cada estado faz a sua constitui��o, elas se diferenciam em todos, a de Miami � de 6,2%. - Outra coisa importante para se falar sobre Miami � que n�o s�o vendidas bebidas alc�olicas para menores de 21 anos, e nem entram em baladas.

Conhecendo o Brasil O Nordeste do Brasil � pr�digo em beleza. Sol, mar, belas praias e a vida do nordestino s�o atra��es fant�sticas que todo brasileiro deveria conhecer, aproveite que o ver�o e as f�rias se aproximam programe a sua viagem.

Macei� A cidade encanta todos os visitantes com 40 km de praias deslumbrantes, coqueiros, mangues e um mar bel�ssimo.

Fortaleza Com Fortaleza � assim: imposs�vel n�o se apaixonar por suas belas praias. Quem n�o foi tem que ir, e quem j� foi quer voltar!

Natal N�o � � toa que ficou conhecida como a cidade do sol. Suas praias esbanjam beleza, tranquilidade e uma brisa fresca t�pica do Rio Grande do Norte

Porto Seguro � realmente muito f�cil ser feliz em Porto Seguro. O destino preferido dos brasileiros oferece lazer para todos os tipos de viajantes.

Recife Recife � cheia de alegria e de atra��es culturais, e como grande parte das cidades nordestinas, possui tra�os fortes, caracter�sticas marcantes e gastronomia inconfund�vel.

Rio de Janeiro As bel�ssimas paisagens, a vibra��o das praias e a simpatia do povo s�o s� alguns dos elementos que fazem do Rio uma cidade fascinante e muito f�cil de amar.

Monte seu estilo PrimaveraVER�O Estilo Ousado: Solar Ray-ban estilo aviador, com lentes degrad� e haste prata. Ideal para ser usado com qualquer look, dando ar de jovialidade e estilo fashion.

Estilo Rom�ntico: Solar Vogue estilo retr�, na cor marron tartaruga. Ideal para ser usado com um vestido floral e jaquetinha jeans.

especialista em vis�o Rua Marechal Deodoro, 139 - Sala 11 - 54 3452.5933 Rua Saldanha Marinho, 10- Sala 104 - 54 3452.2149 Rua Jos� M�rio M�naco, 393 - Loja 02 - 54 3452.5796 31


Fa�a uma boa viagem! No m�s de setembro, teremos dois feriados: dia 7, Dia da Independ�ncia do Brasil e 20 de setembro, Dia do Ga�cho. Por esses e outros motivos, muita gente resolve pegar a estrada e aproveitar o per�odo de folga. Mesmo que a viagem seja longa, ir com o pr�prio carro pode ser interessante. Podemos montar nosso pr�prio roteiro, parar onde e quantas vezes quisermos, esticar ou encurtar o tempo de perman�ncia em cada lugar. Com todas essas vantagens, viajar de carro pode se tornar um problema por puro descuido do motorista. O mec�nico Jos� Ant�nio de Oliveira, de Bento Gon�alves, apontou algumas dicas com as medidas mais importantes a serem tomadas antes de qualquer viagem. Para ele, os cuidados com o ve�culo podem come�ar num posto de combust�vel. Quando for abastecer, o motorista pode aproveitar para fazer algumas checagens simples no carro: conferir o n�vel do fluido do radiador, �leo (motor e freio)

Paix�o que ultrapassa d�cadas O autom�vel � um dos �cones mais poderosos da modernidade, um elemento fundamental, presente na paisagem urbana e determinante na mudan�a de costumes, estilos de vida e comportamentos. Ainda hoje, mais de um s�culo ap�s sua inven��o, � o s�mbolo da passagem veloz para um futuro cada vez mais avan�ado, em dire��o � perfei��o tecnol�gica. De fato, o carro mudou a maneira de percebermos o tempo e as dist�ncias, alargou horizontes � fez com que nos torn�ssemos "auto-m�veis". Desde a fabrica��o dos primeiros carros nos anos 20, a ind�stria do pa�s, foi modesta at� a segunda metade do s�culo, hoje cresce num ritmo acelerado para acompanhar as expectativas de um mercado consumidor cada vez mais exigente em termos de qualidade e custo-benef�cio. Mas, um apaixonado por carro que se preze o deixa do seu jeito. Para isso, o Jornal Design preparou algumas dicas importantes para o bom funcionamento do carro, bem como ideias para deix�-lo ainda mais com a cara do seu dono.

e a �gua para o limpador de para-brisa. Tamb�m deve verificar se os pneus est�o bem calibrados, se estiverem "carecas", � melhor troc�-los. Em uma oficina de sua confian�a, o motorista deve fazer a checagem dos freios e da parte el�trica do ve�culo. Todas as luzes e setas devem estar funcionando corretamente. Se alguma estiver queimada, ser� necess�rio troc�-la. � importante checar se est�o no carro todas as ferramentas obrigat�rias: macaco, chave de roda e tri�ngulo para sinaliza��o. Tamb�m vale a pena ter outras ferramentas, como jogo de chaves fixas, chaves de fenda e lanterna. Al�m disso, o extintor de inc�ndio deve estar dentro do prazo de validade. Al�m da parte mec�nica e el�trica, o motorista n�o pode esquecer de verificar se os cintos de seguran�a est�o funcionando perfeitamente. Eles devem ser usados por todos os ocupantes do ve�culo, mesmo para percorrer pequenas dist�ncias. Crian�as devem sempre viajar no banco traseiro, com cinto de seguran�a.

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Foto: Anderson Pagani


A instala��o de som automotivo � uma mania nacional t�o importante quanto a pr�pria paix�o pelos autom�veis. Por�m, na hora de instalar e cuidar do seu aparelho, algumas dicas s�o fundamentais para evitar preju�zos, multas e baixo desempenho. Por isso � importante seguir algumas dicas de manuten��o, instala��o e conserva��o dos equipamentos de som. Limpeza do aparelho: o correto � limpar com uma flanela seca toda semana, retirando a poeira. Produtos abrasivos podem estragar as telas de LCD e tamb�m apagar as indica��es dos bot�es do aparelho. Leitor de CD: A vida �til de um leitor de CD � de 15 mil horas, o que pode ser ampliado com o uso e conserva��o adequada. Recomenda-se limpar o leitor com produtos espec�ficos ou usar o CD pr�prio para a limpeza de lentes. Este CD ajuda a remover a poeira e outras impurezas que podem prejudicar a leitura das m�dias. Al�m disso, o produto � ideal para restaurar o desempenho do aparelho. Cuidados com os alto falantes: Por ser um equipamento delicado, o correto � n�o exceder demais no volume e fazer

a instala��o conforme a pot�ncia m�xima dos alto falantes. Se a pot�ncia ultrapassar o volume permitido, al�m de haver distor��o no som, o aparelho pode vibrar demais, o que prejudicar� o desempenho dos altos falantes, respons�veis pela qualidade do som. Na limpeza, recomenda-se utilizar uma pistola de ar ou ent�o uma lata de spray com ar comprimido. ro: Na hora de instalar o som no seu car-

Rodas para todos os estilos Gosto � gosto e n�o se discute. Um apaixonado por carro, ent�o, faz de tudo para deixar o seu "brinquedo" da maneira que mais gosta. E, para isso, uma roda faz toda a diferen�a. � por isso que hoje existem tantas op��es para transformar um carrinho em um carr�o. De acordo com o empres�rio do ramo, Igor Terrible, a procura por rodas vem aumentando gradativamente. H� modelos de rodas para todos os gostos, salve algumas restri��es como off-set (dist�ncia em mil�metros entre a face de assentamento da roda e o centro da tala, representado por uma linha imagin�ria que passa exatamente no meio da roda) e fura��es. "Hoje podemos transformar carros populares em esportivos, podemos deixar um carro mais esportivo com um `ar' mais comportado, enfim, a roda muda totalmente o carro", garante. De acordo com ele, as rodas mais solicitadas hoje s�o as de acabamento cromado ou acabamento fosco. No entanto, a grande procura ainda � pelas rodas de aros maiores do que as originais que acompanham o carro de f�brica. As lojas especializadas ainda oferecem as rodas pintadas (prata, preto, grafite, branco, etc), diamantadas, polidas e metalizadas. Uma das novidades � os detalhes coloridos nas bordas com apliques cromados e coloridos nos raios. Al�m de deixar o carro mais bonito e completo, dependendo da roda, o carro fica ainda mais confort�vel. "Como normalmente as rodas esportivas s�o um pouco mais largas, isso tamb�m ajuda numa estabilidade maior nas curvas", garante Igor.

De acordo com �lvaro Ludvig, propriet�rio da Audio Car Som e Pel�culas, o ideal � consultar um profissional de confian�a e levar o carro a lojas especializadas em som automotivo, pois a instala��o errada pode comprometer o sistema el�trico e colocar em risco a garantia do ve�culo, quando novo. Ao escolher um aparelho de som, opte pelas grandes marcas e busque refer�ncia sobre os recursos dispon�veis Prefira os aparelhos que oferecem conectividade com recursos de porta USB, leitor de MP3/WMA e Bluetooth. Assim como o sistema el�trico do carro, o som tamb�m deve ser avaliado e regulado por profissionais certificados. Isso garante o melhor desempenho e divers�o garantida a bordo.

Fotos: Reprodu��o

Os cuidados para garantir um som de qualidade

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Harmonize! com acidez naturalmente alta N�o � coincid�ncia o fato de o picante Xerez Fino ir bem com tapas e com am�ndoas salgadas, peixe ou chorizos salgados, condimentados, por exemplo, porque essa combina��o de antepastos e aperitivos evoluiu ao mesmo tempo na mesma parte do mundo. O sal na comida tem o efeito de neutralizar a acidez do vinho e permitir que os sabores subjacentes se apresentem - assim como o sal real�a os sabores da comida. Por isso, � melhor escolher vinhos que tenham acidez naturalmente alta para combinar com pratos salgados. Com um queijo salgado, como o Roquefort, escolha vinhos de sobremesa com acidez realmente picante, como os do Vale do Loire. Fotos: Anderson Pagani

Pratos salgados precisam de vinhos

Pratos defumados se chocam com vinhos envelhecidos em carvalho Defumados e carvalho s�o coisas boas demais para fazer uma boa combina��o. Se tentar juntar um vinho envelhecido em carvalho com uma carne ou um peixe defumados, voc� correr� o risco de sobrecarregar suas papilas gustativas com sabores bastante semelhantes, por isso elas n�o conseguir�o reconhecer mais nada. Al�m disso, os pratos defumados t�m, por defini��o, sabor forte, e os sabores fortes na comida precisam ser harmonizados com um vinho frutado, que refresque o paladar. Os vinhos envelhecidos em carvalho t�m uma oleosidade e opul�ncia que n�o ajudam. As uvas brancas fora das zonas de carvalho incluem Sauvignon Blanc, Riesling, Chenin Blanc e as Pinots Blanc e Gris (Pinot Grigio, na It�lia). Para as carnes defumadas, escolha algo da categoria de tintos frutados: por mais suaves que sejam, os taninos podem juntar for�as com os sabores defumados para criar um sabor "duro", amadeirado.

A op��o certa para quem tem bom gosto Um lugar aconchegante, clean e de muito bom gosto. Assim que se resume o recente espa�o inaugurado na cidade de Garibaldi, o Mister Pub. Mais que um local para e festa, o Mister Pub tamb�m � restaurante. A aposta de divers�o e gastronomia partiu dos empres�rios, j� consagrados no ramo, Altemir Pirobano e Gilberto Bortolon Borges, que hoje comemoram o sucesso da nova casa da regi�o. O Mister Pub comporta 400 pessoas, destas 120 sentadas. Por causa do espa�o privilegiado e da boa localiza��o na cidade, o local tamb�m recebe festas de anivers�rio, formaturas e demais eventos. A casa tamb�m � um excelente local para reunir os amigos para assistir os jogos em um grande tel�o e televisores de LCD espalhados pelo ambiente. Para acompanhar os momentos de descontra��o, o restaurante do Mister Pub aposta em a la carte, baurus, massas e fil�s, petiscos, xis e outros para atrair os mais diferentes paladares. Para completar, al�m de uma variada carta de vi34

nhos, espumantes e demais destilados e cervejas, a casa tem exclusividade Dado Beer Cervejas, inclusive com torre de chopp. A op��o certa para quem tem bom gosto, aliado com atendimento diferenciado e personalizado, abre as portas de ter�a-feira a domingo, a partir das 18 horas (domingo a partir das 15h30min). De quinta-feira a domingo o local oferece m�sica ao vivo. O Mister Pub est� localizado na Rua Jacob Ely, 163, no centro de Garibaldi. Foto: Raquel Konrad

Gilberto Bortolon Borges e Altemir Pirobano


Harmonize sabores densos, ricos, com vinhos desse mesmo tipo Se voc� escolher um prato cremoso, experimente um vinho branco refrescante, que consiga atravessar a riqueza do prato e refrescar o paladar. Por�m, os pratos ricos com mais peso e sabor mais intenso normalmente pedem vinhos cujo corpo e sabores t�m a mesma energia. Se o vinho for muito leve, pode ser abafado pelos sabores e texturas da comida. Existem algumas combina��es extravagantes j� cl�ssicas de comida e vinho branco nessa linha - Foie Gras e Sauternes e, menos frequente nos dias de hoje, lagosta � Termidor com um Corton Charlemagne, famoso branco da Borgonha. Mas estamos falando principalmente de tintos densos, ricos, para acompanhar pratos substanciosos � base de carne, especialmente carne de ca�a ou v�sceras, em que voc� precisa de um vinho com boa complexidade de sabor para concorrer em termos de igualdade.

Pratos condimentados precisam de vinhos refrescantes Algumas pessoas acham que os pratos condimentados podem subjugar os estilos de vinho mais leves e preferem harmoniz�-los com vinhos mais ricos ou at� mais doces. Acho que os pratos da cozinha chinesa v�o bem com brancos arom�ticos, como os Rieslings alem�es ou os Gew�rztraminers da Als�cia, enquanto a cozinha mais condimentada do Oriente fica melhor se acompanhada por brancos secos refrescantes, como um Sauvignon Blanc da Nova Zel�ndia ou um Pinot Grigio ou um Chablis. Esses vinhos ajudam a refrescar o palato. N�o � f�cil harmonizar curry com vinho. Existem alguns bons parceiros brancos para o curry mais leve, mais perfumado, mas tome cuidado ao pedir um tinto: a maioria dos curries costuma engolir a fruta do vinho tinto, por isso os taninos se tornam dominantes. Se a comida for muito condimentada, talvez seja melhor - somente desta vez - esquecer o vinho e ficar com �gua ou cerveja.

Picanha recheada com bacon e queijo Ingredientes � � � � � � � 1 pe�a de picanha Queijo mussarela no formato bast�o ou fatias de queijo provolone Cheiro-verde a gosto Azeite de oliva Margarina ou manteiga Bacon em fatias Sal grosso Modo de preparo Com uma faca comprida, abra a picanha por toda extens�o de seu miolo. Dentro desse buraco, coloque um fio de azeite ou uma colher de manteiga, queijo mussarela do tipo bast�ozinho (ou provolone fatiado) at� l� no fundo. Junto, ponha um pouco de sal grosso, fatias de bacon, alguns ramos de cheiro-verde, ou outra erva de sua prefer�ncia. Feche com alguns palitos de dente ou uma amarra��o com fio de algod�o ou barbante. Lambuze a pe�a com azeite de oliva e coloque sal grosso por toda sua volta. Leve a pe�a para assar por inteiro, tomando o cuidado de deix�-la com a gordura para baixo nos primeiros 10 minutos para dourar a capa de gordura. Em seguida, vire a pe�a e deixe assar at� que fique do seu gosto.

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O presidente do Sindm�veis, Glademir Ferrari acompanhado de sua esposa Rosane

O designer da equipe Bertolini, Jos� Ferro com Sheila Bertolini durante a Casa Brasil

Fotos: Raquel Konrad

Wanisia Batalha, Alexandre Milhomem e Suzana Chies

Fotos: Divulga��o

O brinde de Erny e Eloana Antinolfi, Marcos e Marli Lazzarotto, Dante Cordazzo selou o sucesso da nova loja da Arvy

Delmar Tesser, Eloana Antinolfi, Andr�a e F�bio Cavalini

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Consagrados designers italianos, Gabriele e David Adriano

Da All� Design, os irm�os Alexandre e Alberto Lazzarotto

Juliano Muller Betim, Felipe e Rodrigo Delazzeri da Punto Mobile

O publicit�rio Edmundo Sansone Neto, arquiteto Ricardo Caminada e o empres�rio Jos� Roberto Moreira do Valle representaram a Brazil SA durante a Casa Brasil 2011

Erny e Eloana Antinolfi, Tina Lando, Jamirton Benazi

Dante Cordazzo, Marlene Gugel, Rubem Boff, Eloana e Erny Antinolfi, Indianara Dagostini Merlo, Andriel Andriguetti, Claudio Garofalo

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Renata e Frank Zietolie, os anfitri�es da bel�ssima festa que reuniu os VIP's do mundo da moda na Dell Anno

Edson Busin, Carol Trentini, Reinaldo Louren�o e Frank Zietolie comemorando o sucesso do desfile

Juliana Nossal, Morgana Megiolaro e Ricardo Rambo, equipe da Jardim Brasil prestigiando o desfile de Ricardo Louren�o | Dell Anno

Fotos: Retratu's Ateli� Fotogr�fico

Fotos: Raquel Konrad

Joelma Pastore e Tha�s Bordignon, comemoram os tr�s anos da Pastore Griffes no m�s de setembro

B�rbara recebendo o carinho dos pais N�dia e Jorge Manfroi e da mana Gi�rgia na festa em que foi coroada rainha do Clube Alian�a

A rainha do Clube Alian�a, B�rbara Sandrin Manfroi com a presidente do aristocr�tico, Marlove dos Santos

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A fam�lia Bertolini reunida na comemora��o dos 42 anos da empresa e da inaugura��o de sua nova unidade de servi�os

Cesar Cini e C�tia Giacomello com a ca�ula Vitt�ria em evento realizado no belo showroom da Cinex

Andr� Luis Menin, Roberto Lunelli, Lucimar Grechi, Edson Finger e Luiz Gonzaga Jr.

Andr� Luis Menin, Ligia Schuback e Andr� Tavares

C�tia Scarton e Adriana Pelicioli, presidente e vice, respectivamente, de comunica��o do Sindm�veis, na premia��o do Sal�o Design

Helo�sa Bernardes e Marinete de Carli curtindo f�rias em Miami

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Jornal Design | Serra - Edição VII  

Um jornal diferente.

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