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Press Kit Collection

A F R I C A : SEE YOU, SEE ME! AFRICA: SEE YOU, SEE ME! portrays the history of African photography and also its influence on nonAfrican imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neocolonial Africa by depicting the continent’s communities disentangling themselves from repressive nation states. While some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Africa is more than a place. It is also in the many spaces of sensibility within and beyond the continent – in Europe, the Americas, and Asia -- that African artists pry open to install their presence. Their interventions in exhibition halls beyond the continent of their heritage have made a mark on recent photographs of Africa and Africans by non African photographers. Moreover, they have spurred intra-African, inter-textual dialogues about self-representation in Africa itself. AFRICA: SEE YOU, SEE ME! Portrays the history of African photography and also its influence on nonAfrican imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity. The exhibition was the result of a proposal made by Lisbon’s centre of contemporary arts, AFRICA.CONT to Awam Amkpa, the exhibition’s curator, and professor at Tisch School of the Arts at the New York University.

ASYSM Project asysmproject@gmail.com, http://africaseeyouseeme.wordpress.com/,

, http://www.africacont.org/


AFRICA.CONT e a Câmara Municipal de Lisboa apresentam a exposição de fotografia: AFRICA: SEE YOU, SEE ME! De 1 de Outubro a 28 de Novembro de 2010 Pavilhão Preto – Museu da Cidade A INFLUÊNCIA DA AUTO-REPRESENTAÇÃO DE AFRICANOS E DA DIÁSPORA NAS FORMAS CONTEMPORÂNEAS DE FOTOGRAFAR ÁFRICA A exposição AFRICA: SEE YOU, SEE ME! retrata a história da fotografia africana e a sua influência em imaginários não-africanos de África e nos imaginários da diáspora africana em toda a sua diversidade. Segundo o curador da exposição, Awam Amkpa, o nome da exposição AFRICA: SEE YOU, SEE ME! “foi retirado de um trabalho artístico de um “Mammy Wagon*” que vi numa estrada nigeriana há muitos anos atrás. O camião ultrapassou o carro em que seguia, libertando uma nuvem de fumo negra e mal cheirosa de gasóleo, deixando-nos uma imagem gravada de dois olhos enquadrados por uma imagem pincelada de um mapa de África. A visão capturou um continente em movimento, transportado nas traseiras de um camião em marcha. Na superfície corroída do mapa de África aninhava-se a inscrição See You, See Me! [Vejo-te, Vê-me]. Dando forma às aspirações do artista ou de quem patrocinou a obra, a divertida injunção coloca-nos perante África enquanto um trabalho em constante desenvolvimento, negociando recantos da história em futuros incertos. O camião pretendia que todos os que viajávamos nas perigosas estradas nigerianas tivéssemos consciência da presença uns dos outros, e brindássemos à audácia mútua de seguir em frente.”

AFRICA: SEE YOU, SEE ME! EM LISBOA Depois de Nova Iorque e Florença, o África.Cont pediu a Awam Amkpa uma nova exposição, completamente reformulada. A exposição está organizada em três partes distintas: a primeira secção é composta por retratos de africanos que procuram inscrever-se nas paisagens urbanas para as quais migraram. Apresenta os fotógrafos africanos à medida que eles foram dominando, adaptando e subvertendo os planos de enquadramento e os legados das convenções fotográficas deixadas pelos senhores coloniais. As fotografias a preto e branco de Mamadou Mbaye e Malik Sidibe ilustram um diálogo tenso entre fotógrafo e fotografado numa colaboração com vista à inscrição dos espaços e do “ser” africanos nos textos fotográficos. São fantasias de identidade pessoal, utilizando guarda-roupa, maquilhagem, penteados, cenários e poses teatrais representando as subjectividades dos espaços colonizados e dos espaços pós-coloniais. Outros temas desta secção incluem as estruturas das cidades africanas, sociedades e comunidades em formação, e representações de “looks” fora do estúdio de fotógrafos no terreno. A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros “outros” dos europeus. A secção final realça fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não-africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos. Estes trabalhos expandem não só as

Rua do Arsenal 54, 3º, 1100-040 Lisboa, Portugal T. (+351) 21 817 08 28 / 21 817 08 93 email: africa.cont@gmail.com


esferas de influência africanas como também a multiplicidade de espaços nos quais os africanos são fotografados enquanto elementos históricos. É com esta nova fórmula, sedimentada pelo curador para o AFRICA.CONT, que a exposição continuará o seu percurso itinerante e, com a sua chancela será exibida em Accra, no Gana, e em Lagos, na Nigéria.

Para mais informações: www.africacont.org

Awam Amkpa (nasceu na Nigéria, vive e trabalha nos EUA), é professor associado na Tisch School of the Arts, da New York University, onde para além de ensinar Dramaturgia e Análise Cultural e Social também dirige o curso Africana Studies. Amkpa é autor de diversos livros e artigos sobre o modernismo no teatro, o teatro pós-colonial e a teoria do cinema, tendo ainda realizado uma série de filmes documentários, entre os quais se destaca a curta-metragem A Very Very Short Story of Nollywood (2008) que o AFRICA.CONT já teve oportunidade de exibir em Lisboa.

* “Mammy Wagons” são veiculos emoldurados por uma estrutura de madeira que viajam através da África Ocidental, com as retaguardas ornamentadas. O seu nome advém das mulheres do mercado que transportam as suas colheitas, como inhame, tomates, cebolas, bananas e óleo de palma através dos seus países e atravessando fronteiras. Cada carro é tripulado por um condutor, responsável pelas suas manobras através das estradas traiçoeiras, por um companheiro que é normalmente um mecânico familiarizado com o funcionamento interno do veículo e por um revisor que combina o papel de relações públicas com o de rapaz de recados e controlador de multidões, que anda empoleirado na beira da camioneta e exposto aos elementos da natureza. Para além de desempenharem a importante função de transportarem a indispensável comida através das diferentes nações, estes “Mammy Wagons” servem de placard para cartazes artísticos, escritos e pinturas. Estas pinturas podem invocar filmes populares, símbolos nacionais, ou interpretações de contos tradicionais africanos. Frases escritas com maiúsculas ou minúsculas em francês ou inglês acompanham as ilustrações. Declarações como “O Senhor é o Meu Pastor”, “Sem Destino, Sem Pressa”, “A Justiça é a Saúde dos Pobres” ou “ O Mundo não é Só Para Ti” são típicas. De acordo com a lenda, o novelista ganês Ayi Kwei Armah foi buscar à traseira de um desses camiões o título da sua pessimista e polémica novela pós-colonial The Beautyful Ones Are Not Yet Born [1968, Os Belos Ainda Estão Por Nascer]. De facto, à passagem dos “Mummy Wagons” através de estradas sem manutenção e cambaleando em curvas perigosas, os seus placards oferecem aos leitores e aos observadores uma tela de desejos, frustrações, e esperanças por uma sociedade melhor. AFRICA.CONT Nascido da vontade política da Câmara Municipal de Lisboa e do Estado Português, o centro de artes contemporâneas AFRICA.CONT propõe-se ser uma plataforma para o desenvolvimento de relações de comunicação, cooperação e interacção entre a Europa, os Países Africanos e as Rua do Arsenal 54, 3º, 1100-040 Lisboa, Portugal T. (+351) 21 817 08 28 / 21 817 08 93 email: africa.cont@gmail.com


suas diásporas, baseada na afirmação de relações paritárias. O seu campo de acção pretende abranger o conhecimento, a compreensão e a criação plural, estendendo-se a todas as manifestações culturais de África enquanto agente da globalidade contemporânea: as artes visuais, cinema, vídeo, fotografia, arquitectura, urbanismo e paisagem, design, teatro, música, dança, literatura, ciências humanas, moda, culinária, incluindo a electrónica e a internet como veículos de comunicação e suportes culturais por excelência da sociedade de conhecimento que caracteriza a contemporaneidade.

Rua do Arsenal 54, 3º, 1100-040 Lisboa, Portugal T. (+351) 21 817 08 28 / 21 817 08 93 email: africa.cont@gmail.com


AFRICA: SEE YOU, SEE ME! retrata a história da fotografia africana e a sua influência em imaginários não-africanos de África e nos imaginários da diáspora africana em toda a sua diversidade. Juntas, as fotografias são textos de sub­jectivi­ dades africanas, arquivos de história e sociedades, que na sua elaboração e métodos ajudam a compreender de que forma as imagens contribuem para a emancipação. Elas criticam as patologias da África neo e pós-colonial retra­tando as diferentes comunidades do continente a libertarem-se de estados repressivos. Enquanto alguns fotógrafos docu­ men­tam a participação de africanos em assuntos de estado, outros retratam a formação de comu­nidades voluntárias pós–nacionalistas como instrumentos de capacitação. AFRICA: SEE YOU, SEE ME! está organizada em três partes. A primeira secção é composta por retratos de africanos que procuram inscrever-se nas paisagens urbanas para as quais migraram. Apresenta os fotógrafos africanos à medida a que eles foram subjugando, adaptando e sub­ vertendo os planos de enquadramento e os legados das convenções fotográficas deixadas pelos senhores coloniais. As fotografias a preto e branco de Meissa Gaye, Seydou Keita, Vandupuye, Ricardo Rangel, Okhai Ojeikere, Mamadou Mbaye and Malik Sidibe ilustram um diálogo tenso entre fotógrafo e fotografado, numa colaboração com vista à inscrição dos espaços e do “ser” africanos nos textos foto­ gráficos. Outros temas desta secção incluem as estruturas das cidades africanas, sociedades e comunidades em formação, e representações de “looks” fora do estúdio de fotógrafos, no terreno. Esta parte da exposição inclui ainda fotografias de heróis africanos anti-coloniais que aspiravam uma libertação genuína. A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros “outros” europeus. Utilizámos também a estratégia de reler estas fotografias salientando a sua importância enquanto objectos da história da foto­ grafia. História essa, também ela, produto importante de um mundo industrializado definido, não só pelo progresso mas também pela “construção” dos que, de alguma forma, se encontravam no centro e na periferia desse progresso. A secção final realça fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não-africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos. Assim, estes trabalhos expandem não só as esferas de influência africanas como também a multiplicidade de espaços nos quais os africanos são fotografados enquanto elementos históricos.

O AFRICA.CONT sente-se particularmente satisfeito por apresentar a exposição África: See You, See Me!, certa­ mente a mais ampla perspectiva sobre fotografia africana vista entre nós. Desde os seus começos, da sua primeira forma como esboço de projecto, o AFRICA.CONT foi pensado como uma instituição para trabalhar com África mais do que sobre África. E consideramos África no seu sentido mais amplo, continentalmente do Mediterrâneo ao Cabo das Tormentas, da Boa Esperança; e culturalmente, abran­ gendo as suas diásporas americanas, europeias e também asiáticas. Por outro lado temos plena consciência de que vivemos num mundo globalizado, em que os desenvolvimentos e avanços culturais africanos estão interligados com as ten­tativas de repensar o ocidente, o norte e as suas produções culturais, fora da sua tradicional auto-narração hegemónica. Que respondam a uma nova consciência do mundo, e do mundo da arte, e não se conformem com uma tolerância assente em paternalismo, quotas e correcção politica. Antes ainda da sua entrada em funcionamento pleno, temos vindo a manter uma programação dispersa, mas correspondendo já aos seus princípios e objectivos. Neste quadro, África: See You, See Me! vem ocupar um lugar de particular relevo. Pela abrangência do que dá a ver – fotógrafos de toda a África e diáspora, e olhares externos sobre ambas. Mas sobretudo pelo modo como orienta o nosso olhar sobre estas fotografias, olhando para trás e para diante, menos como representações do que como elementos importantes de discursos visuais complexos – os usos africanos da fotografia colonial, arrancando-a da objectividade distanciada e embebendo-a numa modernidade local em África, que a usa para desenvolver imagens de si própria, inovadoras, auto-reflexivas e criticas; e os diálogos que com estas estabelecem fotógrafos não africanos que trabalham sobre África. Dando-nos assim um quadro dinâmico e aberto dos anseios, dos fracassos, dos esforços, dos sucessos de uma África em construção. O que temos de agradecer a Awam Amkpa e Madala Hilaire. José António Fernandes Dias, AFRICA.CONT

Como o “Mammy Wagon” que vi um dia numa estrada nigeriana, juntámos estes fotógrafos às obras apresentadas nas outras secções para dizer aos africanos e ao resto do mundo: See You, See Me.

AFRICA: SEE YOU, SEE ME! A Photographic exhibition curated by Awam Amkpa Wooden framed vehicles known as Mammy Wagons fly through potholes and blind corners into uncertain land­ scapes across West Africa, at speeds well above the 56 k.m.h. (kilometers per hour) emblazoned on their tails. They derive their name from market women who transport food crops like yams, tomatoes, onions, plantains, and palm oil across their home countries and into other nations. Besides discharging the important function of ferrying much needed food across nations, these Mammy Wagons serve as billboards for artistic sign writing and paintings. These paintings might feature popular films, national symbols, or interpretations of African folktales. Captions or even gnomic statements written in English or French accompany the images. Statements such as “The Lord is My Sheppard”, “No Destination, Why Hurry”, “Justice is the Poor man’s Wealth”, “The World is not for you alone”, are typical. Indeed, as the Mammy Wagons speed across poorly maintained roads and careen around uncertain corners, their billboards offer readers and onlookers a canvas of desires, frustrations, and hopes for a better society. Africa: See You, See Me! takes its name from the artwork on a Mammy Wagon that I saw on a Nigerian road many years ago. The truck overtook the car in which I was riding, spurting a dark smelly smoke from its diesel fuel, and leaving us with the lasting image of two eyes framed by a paint-streaked map of Africa. Within the etching of Africa’s map, nestled the inscription “See You, See Me!” As it crossed us, it inspired the occupants of my more sedate vehicle to wonder how we, as Africans, see and imagine ourselves, as well as how we want others to see us. In this context, this exhibition uses photographic practices in Africa to draw attention to the ways in which Africans represent themselves, and the growing influence of these self-representations in shaping general contemporary modes of photographing Africa. African photographers inherited templates for photographic representations framed by colonial archetypes of Africans as objects of a history in which they were present, but over which they had no control. This paradigm of objectification promoted a weird presence/absence formula. It began to change, however, as Africans began to pose for their own photographs they seemed to say, “the camera must see me as I want to be seen”. Africa: See You, See Me! portrays the history of African photography and its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity.

Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neo­ colo­nial Africa by depicting the continent’s communities disentangling themselves from repressive nation states. While some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Africa: See You, See Me is organized in 3 parts. The first section features studio portraits of Africans seeking to write themselves into the urban landscapes to which they have migrated. It presents African photographers as they tamed, adapted and subverted the framing devices and photographic conventions bequeathed them by their former colonial masters. The black and white photographs by Meissa Gaye, Seydou Keita, Vandupuye, Ricardo Rangel, Okhai Ojeikere, Mamadou Mbaye and Malick Sidibe illustrate a tense dialogue between the photographer and the photo­ graphed as they collaborate in inscribing African spaces and “selves” into photographic texts. Other themes in this section include the structures of African cities, societies and communities in formation, and representations of “looks” outside the studio from photographers in every region of the continent. This part of the exhibition also includes photographs of some of Africa’s anti-colonial heroes who hoped for genuine liberation. The second section showcases early ethnographic portraits that imagined Africa as a wilderness peopled by Europe’s primitive “Other”. We have also used the strategy of re-reading these photographs to draw attention to them as objects within the history of photography. That history was itself a significant product of an industrialized world that defined not only progress, but also constructed those at the center and peripheries of such progress in certain ways. The final section highlights contemporary photographs of Africa and Africans by non-African photographers who share a dialogic relationship with African artists. Thus, their work has expanded both African spheres of influence and multiplied the spaces in which Africans are photo­ graphed as subjects of history. Like the Mammy Wagon I once saw on Nigerian roads, these photographs join works presented in the other sections, to tell Africans and the rest of the world: See You, See Me. Awam Amkpa, Curator

Awam Amkpa, Comissário

AFRICA.CONT, Tel. 218 170 828 africa.cont@gmail.com | www.africacont.org Museu da Cidade Pavilhão Preto – entrada livre/free admission Campo Grande, nº 245, Tel. 217 513 200 3ª a Dom, 10h-13h/14h-18h Visitas guiadas (marcações): Tel. 218 170 534 Tuesday to Sunday, 10am-1pm/2pm-6pm Guided tours (reservations): Tel. 218 170 534 E-mail: dpc.dga@cm-lisboa.pt José António Fernandes Dias, AFRICA.CONT We would like to express our special thanks to Awam Amkpa and Madala Hilaire. Before entering into full operation, we have maintained varied programming, corresponding to our underlying principles and objectives. The exhibition, Africa: See You, See Me! has special importance in this context, due to its broad scope – photographers from throughout Africa and the African diaspora, and external perspectives of both. Above all, this exhibition guides our perspective of these photographs, looking backwards and forwards, not as mere representations, but as key elements of complex visual discourses, including African use of colonial photography. In this manner, photography is extracted from a spirit of distanced objectivity and immersed in the local modernity of Africa, thus developing innovative, self-reflective and critical self-portraits; and forging dialogue with non-Africans photographers who work with Africa. This provides us with a dynamic and open framework to explore the anxieties, failures, efforts and successes of an Africa in construction.

Para além de desempenharem a importante função de transportarem a indispensável comida através das dife­ ren­tes nações, estes “Mammy Wagons” servem de placard para cartazes artísticos, escritos e pinturas. Estas pintu­ ras podem invocar filmes populares, símbolos nacionais, ou interpretações de contos tradicionais africanos. Frases escritas com maiúsculas ou minúsculas em francês ou inglês acompanham as ilustrações. Declarações como “O Senhor é o Meu Pastor”, “Sem Destino, Sem Pressa”, Photographer: ??????????????????

Curador Associado / Associate Curator Madala Hilaire AFRICA: SEE YOU, SEE ME! 01.10 – 28.11.2010, Lisboa, Portugal Itinerância: Nova Iorque (EUA), 6 semanas; Florença (Itália), 6 semanas; Accra (Gana), 4 semanas; Lagos (Nigéria), 4 semanas Itinerary: New York (USA) for 6 weeks; Florence (Italy) for 6 weeks; Accra (Ghana) for 4 weeks; Lagos (Nigeria) for 4 weeks Photographer: Hank Willis Thomas

Emoldurados por uma estrutura de madeira os veículos conhecidos como “Mammy Wagons” voam sobre buracos e curvas sem visibilidade para as paisagens incertas da África Ocidental, a velocidades muito acima dos 56 km/h. (quilómetros por hora) e com as retaguardas ornamen­ tadas. O seu nome advém das mulheres do mercado que transportam as suas colheitas, como inhame, tomates, cebolas, bananas e óleo de palma através dos seus países e atravessando fronteiras.

We are fully aware that we live in a globalised world – where African cultural advances and developments are inter­ connected with attempts to rethink the West, the North and its cultural productions, beyond the realm of traditional hegemonic self-narration. New approaches exist that respond to a new awareness of the world and art, and reject tolerant conformism, based on quotas, paternalism and politically correct attitudes.

Os fotógrafos africanos herdaram modelos de representa­ ções fotográficas enquadradas por arquétipos coloniais de africanos enquanto objectos de uma história viven­ ciada, mas sobre a qual não tinham qualquer controlo. Este paradigma de objectivação promoveu uma fórmula estranha de presença/ausência. Contudo, à medida que os africanos foram pousando para os seus próprios fotó­ grafos pareciam começar a querer dizer: “a objectiva tem que me ver como eu quero ser visto”. Neste contexto, esta exposição utiliza as práticas fotográ­ ficas africanas com o objectivo de chamar a atenção para a forma como os africanos se representam a si próprios, e a influência crescente destas auto-representações na moldagem da forma contemporânea como se fotografa África. AFRICA: SEE YOU, SEE ME! Este nome foi retirado de um trabalho artístico de um “Mammy Wagon” que vi numa estrada nigeriana há muitos anos atrás. O camião ultra­ passou o carro em que seguia, libertando uma nuvem de fumo negra e mal cheirosa de gasóleo, deixando-nos uma imagem gravada de dois olhos enquadrados por uma imagem pincelada de um mapa de África. Na superfície corroída do mapa de África aninhava-se a inscrição See You, See Me! [Vejo-te, Vê-me!]. Ao cruzar-se connosco, o camião levou os ocupantes do meu veículo bem mais calmo a pensar como é que nós, enquanto africanos, nos vemos e nos imaginamos a nós próprios, mas também como é que queremos que os outros nos vejam. “A Justiça é a Saúde dos Pobres” ou “ O Mundo não é Só Para Ti” são típicas. De facto, à passagem dos “Mummy Wagons” através de estradas sem manutenção e cambale­ ando em curvas perigosas, os seus placards oferecem aos leitores e aos observadores uma tela de desejos, frustrações, e esperanças por uma sociedade melhor.

01.10 – 28.11.2010 comissariada por Awam Amkpa

Uma exposição de fotografia

From the outset, when AFRICA.CONT’s initial outlines were conceived, the institution aimed to work with Africa rather than about Africa. We consider Africa in its broadest sense, i.e. as a continent that spans from the Mediterranean to the Cape of Torments, or Good Hope, and which in cultural terms encompasses the African diaspora – in the Americas, Europe and Asia.

africa: see you, see me!

AFRICA.CONT is proud to present the exhibition, Africa: See You, See Me! – the broadest perspective of African photography ever organised in Portugal.


africa: see you, see me!

Photographer: Mamadou M’Baye


Ípsilon

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Way Out West

Os nossos monstros

Dois álbuns clássicos, gravados em 1957 e 1973, brilham forte na entrada deste novo século

Olhando para o trabalho deles um gosto pela antropomorfia e a presença dominante da natureza no seu universo gráfico - é fácil presumir que alguma vez olharam para as ilustrações de Maurice Sendak, ...

Terça-Feira, 10 Maio 2011

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Vídeos Adicionado em: 21-10-2010

Fonte: Ípsilon

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Em destaque Crítico do PÚBLICO fala do realizador Koji Wakamatsu Luís Miguel Oliveira, crítico de cinema ...

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Palavras associadas

África quer que a vejam como se quer mostrar

A exposição "Africa: See You, See Me", no Museu da Cidade, em Lisboa, começa numa estrada da Nigéria, onde voam camiões pintados com frases e imagens. Num deles, a expressão "See You, See Me" inspirou o curador Awam Amkpa que encontrou um sinal de que algo se passa na fotografia: África quer que a vejam e muda a maneira como costumava ver-se As cidades em África estão em constante mudança. E há fotografias que, sendo artísticas, são também documentos desse movimento perpétuo. O fotógrafo mostra-nos um continente que fervilha de histórias complexas. É artista e ao mesmo tempo historiador porque documenta esse presente em transformação. Um continente em estado de graça que celebra a imagem. É assim desde as independências. Mais ainda com o tempo que passou sobre elas. Vinte anos passados sobre hoje, poderemos ver como era Dacar, Luanda ou Addis-Abeba em 2010 e como Dacar, Luanda ou Addis-Abeba queriam hoje ser representadas: em retratos de pessoas ou de rua, paisagens urbanas, viagens pelo universo rural e vestígios do passado; imagens inspiradas pelo encontro entre modernidade, tradição, religião ou influenciadas pela publicidade e a moda; imagens como molduras de uma "performance" ou da vida real. E que colocam o corpo africano no centro, porque este se afirma e assim quer. Num continente no domínio da sua própria representação. Os fotógrafos de África são, então, historiadores e actores dessa própria mudança. E portadores de uma mensagem. "Todos têm algo a dizer sobre a maneira como olhamos África e a maneira como os africanos querem olhar-se a si próprios", explica Awam Amkpa, professor da Nigéria, a viver nos EUA, onde é professor associado da Tisch School of the Arts da Universidade de Nova Iorque. Nesse conjunto de dezenas ou centenas de fotógrafos, em contributo pleno para esse perpétuo movimento, mais de 30 foram escolhidos "pelo seu trabalho artístico" para a exposição "Africa: See You, See Me", inaugurada quinta feira no Museu da Cidade, em Lisboa (onde estará até 28 de Novembro), e de que Awam Amkpa é curador. Amkpa chegou há mais de uma semana para montar a exposição no Pavilhão Preto do Museu, onde recebeu o Ípsilon. E perante este trabalho de vários anos, com um brilho nos olhos, começa por dizer: "Estas fotografias são documentais mas também artísticas. Pela sua beleza podiam estar expostas em museus." Nas exposições de que foi curador, como nos documentários que realizou - um deles sobre a indústria de cinema da Nigéria, "A short story about Nollywood", que exibiu em Lisboa no Festival African Screens do ano passado - Awam Amkpa centra o seu trabalho e o seu interesse na história da representação que os africanos fazem de si próprios. E na crescente influência dessas representações na forma como hoje se fotografa África. É essa história que traz a Lisboa com esta exposição, iniciativa conjunta com o Africa.Cont (projecto da Câmara

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Municipal de Lisboa, para criar um centro de arte contemporânea africana em Lisboa). "Contem as vossas histórias" As obras expostas são - na maioria - de artistas consagrados, com prémios internacionais e exposições realizadas em todo o mundo, africanos ou europeus, mas também cidadãos com dupla nacionalidade a meio-caminho entre os dois continentes. Vêm do fotojornalismo, da fotografia comercial e de moda. São profissionais. E artistas. "A maioria das pessoas nestas fotografias posa, sim. Por isso são fotografias artísticas e políticas", diz Amkpa. E lembra as palavras de Nelson Mandela sobre a importância da imagem como instrumento de libertação. O ex-Presidente sul-africano e herói da luta anti-"apartheid" disse aos africanos para afastarem o medo de serem representados, como acontecera "durante muitos anos". "Se começarmos a ver-nos a nós próprios, poderemos pensar que somos diferentes, mudar e com isso vermos que temos poder." E aconselhou: "Contem as vossas histórias e usem fotografias para contar essas histórias. Mostrem-se a si próprios na vossa luta, para que as pessoas saibam que não estão apenas à espera de ajuda." Do momento dessa mensagem até à fotografia ser vista como instrumento de poder foi um passo, considera Awam Amkpa. Nesse movimento, muitos fotógrafos surgiram a desafiar o sistema. Um deles é o camaronês Bartelemy Toguo, que tem uma série, "Stupid African Presidents", sobre os líderes corruptos, e outra "Africa Oil" numa referência "à injustiça que são os países com muitos recursos e muitos pobres", diz Amkpa (fotografias representadas nesta exposição). "Apesar disso, existe vontade dos africanos em avançar, em desafiarem-se a si próprios", conclui. O que se encontra nesta exposição é essa expressão de uma imagem dupla de África. A primeira que celebra a sua imagem, o orgulho que sente na sua cultura e na sua história. E a outra, de um continente face às esperanças frustradas depois da euforia das independências. E desse momento até os europeus, interessados em retratar África, serem influenciados pela forma como os africanos fotografam o continente, foi outro curto passo. O que temos nesta exposição são também esses caminhos cruzados entre dois continentes que se olham. África na Europa O italiano Marco Ambrosi, que viveu em criança no Congo e agora, em Verona, Itália, partilha o mesmo bairro onde vive uma importante comunidade de africanos de vários países. São pessoas que fotografou, "usando o estilo africano para fotografar africanos na Europa". Para a série "Black Portraits" foi influenciado pelo trabalho de Seydou Keïta, com os tecidos em fundo e nos cadeirões onde estão sentadas as pessoas no retrato. Também o marroquino Hassan Hajjaj joga com os padrões dos tecidos que cobrem os sofás ou as paredes e "nesse contraste de imagens, enquadra a imagem." Já assim era com as fotografias do maliano Mamadou Mbaye, que acolhia no seu estúdio pessoas chegadas à cidade e que queriam enviar os seus retratos para a família nas aldeias. "O estúdio tornava-se o lugar das suas fantasias", conta Amkpa, que vê nessas fotografias importantes registos do movimento para as cidades que se seguiu às independências. Com as imagens em que põe lado a lado mulheres com véu e sem véu, como expressões de uma representação afro-árabe e ocidental, a marroquina Majida Khattari "desafia a tradição". "Algumas das suas fotografias parecem dizer ‘a nossa tradição é muito complexa'; outras que ‘aquilo a que chamamos tradição pode ser opressivo'", explica Awam Amkpa. A sul-africana Zanele Muholi remexe na tradição, complicando-a. Ao mostrar o amor entre mulheres, "que sempre existiu", ela diz: "Aquilo a que chamamos África tradicional é demasiado simples, quase superficial. Não mostra o complexo diálogo que decorre entre as várias comunidades." Para Amkpa, tais imagens dizem algo de muito importante, ou seja, que essa separação entre modernidade e tradição não existe. "O que acontece é que a tradição da sociedade está em constante transformação." Nestas obras contemporâneas a pessoa vai ao encontro da imagem, existe vontade de ser representada e escolha na forma como o será. Como as mulheres da série "Working Girls", do fotógrafo Michael Tsegaye do Mali, que posam como mulheres dignas. "São prostitutas em Addis Abeba, na Etiópia, mas Tsegaye não as quer mostrar sob uma luz negativa. Quer mostrá-las como mulheres que trabalham. E por isso pergunta-lhes: ‘Como querem que retrate a vossa história?'". Existe diálogo entre fotógrafo e sujeito fotografado, quase como uma encenação, levada ao extremo, sim, e com intenção, pela fotógrafa Patrizia Maïmouna Guerresi, de nacionalidade dupla - Mali e Itália -, que usa a fotografia como uma representação num palco, numa ópera. E levando ao extremo, também, essa ideia da vontade própria das pessoas de serem protagonistas da imagem. Sujeitos e não objectos como o foram na era colonial, argumenta Awam Amkpa. Para isso, esta exposição confronta as imagens contemporâneas com imagens de etnógrafos, fotografias de anónimos ou não africanos, que realçam a imagem formatada e única que corresponde a um cliché do continente africano, como hoje existem as imagens de guerra e crianças em sofrimento. "O que a maioria destes fotógrafos está a dizer", traduz o curador, "é ‘que essa África existe, mas temos também outra África'". O antropólogo e académico Charles Gore, da School of Oriental and African Studies (SOAS) da Universidade de Londres, especializado em História da Fotografia Africana, salienta que "existem muitas tradições de fotografia em África" e não apenas "uma única fotografia". Mas lamenta que nesta exposição não se encontrem outros nomes incontornáveis na fotografia contemporânea, como Andrew Esiebo da Nigéria ou Tracey Rose, Santu Mofkeng ou Zwelethu Mthethwa da África do Sul. E realça outro aspecto: "Enquanto a fotografia se tornou disponível publicamente em 1839, passou a ser praticada em África por africanos pelo menos desde os anos 1840." O que o leva a dizer que, ao contrário do que mostra a exposição, não foram apenas os europeus e não-africanos que fotografaram a África da era colonial. "A auto-representação na fotografia tem uma história tão longa como em qualquer outra parte do mundo." Mas tal não está explícito nesta exposição, nota. Juntam-se, nesta exposição com mais de 180 imagens de mais de 30 artistas, nomes que representam a fotografia

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dos anos 1960 no virar da era colonial para as independências; os retratos e a série "Hair Styles" (1969) do nigeriano J.D.Ojeikere, as fotografias de estúdio de Mamadou Mbaye e os retratos de Seydou Keïta ou de Malik Sidibé. O preto e branco regressa nas fotos do marroquino Hassan Hajjaj, sobre mulheres e o islão (2000), nos retratos a preto e branco de Nii Obodai do Gana e a viver no Reino Unido, e nas séries dos sul-africanos Cedric Nunn e Zanele Muholi. Mas também no conjunto "Cova da Moura" do português Alfredo Muñoz de Oliveira, ao qual se juntam outros lusófonos - como a portuguesa Pauliana Valente Pimentel, com a série "In The Way of Ali Farka" (Mali, 2002), o moçambicano Luís Basto com "Povo da Beira" (Moçambique, 2004) ou "Um Sonho de Criança" (Zanzibar, 1998) e ainda a dupla luso-angolana Inês Gonçalves Kiluanje Liberdade com a série "Tchiloli, Formiguinha da Boa Morte" (São Tomé e Príncipe, 2008). "Mammy Wagons" A ideia desta exposição surgiu "talvez há três anos", tenta lembrar-se Awam Amkpa. E assim: Amkpa viajava numa estrada nigeriana num carro, ultrapassado por um "Mammy Wagon" - camiões "que voam sobre buracos e curvas sem visibilidade" e devem o seu nome às mulheres do mercado que distribuem alimentos pelos seus países e atravessam fronteiras. Mas além disso, "são como galerias de arte ambulantes", com frases escritas e imagens pintadas sobre eles, diz Awam Amkpa. E continua, porque este é o centro da história, a razão de ser desta exposição, que voou de um desses "Mammy Wagons" de uma sinuosa estrada nigeriana. Primeiro para uma exposição em pequena escala em Nova Iorque, depois Roma e Florença. E agora, em muito maior escala, para Lisboa e mais tarde Argélia, Nigéria, Gana e Senegal, num périplo que, a partir daqui, levará dois anos. Com essa imagem do camião tornou-se claro para Amkpa que "os africanos querem contar histórias, com imagens, pinturas em ‘Mammy Wagons' e em muros, e com fotografias". O título da exposição "Africa: See You, See Me", que Awam Amkpa viu inscrita no "Mammy Wagon", nasce dessa reflexão. "São os africanos a dizer: quero que me vejas enquanto mudo a maneira como costumavas ver-me."

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Motim Daniel Barroca Galeria Fernando Santos (Porto), Porto

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90-10

PRESS RELEASE O projecto Africa.cont e a Câmara Municipal de Lisboa apresentam a exposição de fotografia «AFRICA: SEE YOU, SEE ME!», a partir de 1 de Outubro no Museu da Cidade, em Lisboa. A exposição AFRICA: SEE YOU, SEE ME! retrata a história da fotografia africana e a sua influência em imaginários não-africanos de África e nos imaginários da diáspora africana em toda a sua diversidade. Segundo o curador da exposição, Awam Amkpa, o nome da exposição AFRICA: SEE YOU, SEE ME! “foi retirado de um trabalho artístico de um “Mammy Wagon” que vi numa estrada nigeriana há muitos anos atrás. O camião ultrapassou o carro em que seguia, libertando uma nuvem de fumo negra e mal cheirosa de gasóleo, deixando-nos uma imagem gravada de dois olhos enquadrados por uma imagem pincelada de um mapa de África. A visão capturou um continente em movimento, transportado nas traseiras de um camião em marcha. Na superfície corroída do mapa de África aninhava-se a inscrição See You, See Me! [Vejo-te, Vê-me]. Dando forma às aspirações do artista ou de quem patrocinou a obra, a divertida injunção coloca-nos perante África enquanto um trabalho em constante desenvolvimento, negociando recantos da história em futuros incertos. O camião pretendia que todos os que viajávamos nas perigosas estradas nigerianas tivéssemos consciência da presença uns dos outros, e brindássemos à audácia mútua de seguir em frente.”

Colectiva Edifício XXI, Lisboa

SIM Sofia Areal Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa

CROSS-CULTURAL (works on flatness, dominion and erasing) Pedro Valdez Cardoso Arte Contempo, Lisboa

Blode Ziege António Rego + Beagles & Ramsay Galeria Nuno Centeno, Porto

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Depois de Nova Iorque e Florença, o África.Cont pediu a Awam Amkpa uma nova exposição, completamente reformulada. A exposição está organizada em três partes distintas: a primeira secção é composta por retratos de africanos que procuram inscrever-se nas paisagens urbanas para as quais migraram. Apresenta os fotógrafos africanos à medida que eles foram dominando, adaptando e subvertendo os planos de enquadramento e os legados das convenções fotográficas deixadas pelos senhores coloniais. As fotografias a preto e branco de Mamadou Mbaye e Malik Sibidé ilustram um diálogo tenso entre fotógrafo e fotografado numa colaboração com vista à inscrição dos espaços e do “ser” africanos nos textos fotográficos. São fantasias de identidade pessoal, utilizando guarda-roupa, maquilhagem, penteados, cenários e poses teatrais representando as subjectividades dos espaços colonizados e dos espaços pós-coloniais. Outros temas desta secção incluem as

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estruturas das cidades africanas, sociedades e comunidades em formação, e representações de “looks” fora do estúdio de fotógrafos no terreno. A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros “outros” dos europeus. A secção final realça fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não-africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos. Estes trabalhos expandem não só as esferas de influência africanas como também a multiplicidade de espaços nos quais os africanos são fotografados enquanto elementos históricos. É com esta nova fórmula, sedimentada pelo curador para o AFRICA.CONT, que a exposição continuará o seu percurso itinerante e, com a sua chancela será exibida em Accra, no Gana, e em Lagos, na Nigéria.

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De 1 de Outubro a 28 de Novembro de 2010, o Pavilhão Preto, Museu da Cidade, em Lisboa, recebe uma exposição de fotografia caracterizada pela influência do povo africano. Formas contemporâneas diversificadas.

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A exposição AFRICA: SEE YOU, SEE ME! retrata a história da fotografia africana e a sua influência em imaginários não-africanos de África e nos imaginários da diáspora africana em toda a sua diversidade.

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Segundo o curador da exposição, Awam Amkpa, o nome da exposição AFRICA: SEE YOU, SEE ME! “foi retirado de um trabalho artístico de um “Mammy Wagon” que vi numa estrada nigeriana há muitos anos atrás. O camião ultrapassou o carro em que seguia, libertando uma nuvem de fumo negra e mal cheirosa de gasóleo, deixando-nos uma imagem gravada de dois olhos enquadrados por uma imagem pincelada de um mapa de África. A visão capturou um continente em movimento, transportado nas traseiras de um camião em marcha. Na superfície corroída do mapa de África aninhava-se a inscrição See You, See Me! [Vejo-te, Vê-me]. Dando forma às aspirações do artista ou de quem patrocinou a obra, a divertida injunção coloca-nos perante África enquanto um trabalho em constante desenvolvimento, negociando recantos da história em futuros incertos. O camião pretendia que todos os que viajávamos nas perigosas estradas nigerianas tivéssemos consciência da presença uns dos outros, e brindássemos à audácia mútua de seguir em frente.” AFRICA: SEE YOU, SEE ME! EM LISBOA Depois de Nova Iorque e Florença, o África.Cont pediu a Awam Amkpa uma nova exposição, completamente reformulada. A exposição está organizada em três partes distintas: a primeira secção é composta por retratos de africanos que procuram inscrever-se nas paisagens urbanas para as quais migraram. Apresenta os fotógrafos africanos à medida que eles foram dominando, adaptando e subvertendo os planos de enquadramento e os legados das convenções fotográficas deixadas pelos senhores coloniais. As fotografias a preto e branco de Mamadou Mbaye e Malik Sidibe ilustram um diálogo tenso entre fotógrafo e fotografado numa colaboração com vista à inscrição dos espaços e do “ser” africanos nos textos fotográficos. São fantasias de identidade pessoal, utilizando guarda-roupa, maquilhagem, penteados, cenários e poses teatrais representando as subjectividades dos espaços colonizados e dos espaços pós-coloniais. Outros temas desta secção incluem as estruturas das cidades africanas, sociedades e comunidades em formação, e representações de “looks” fora do estúdio de fotógrafos no terreno. A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros “outros” dos europeus. A secção final realça fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não-africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos. Estes trabalhos expandem não só as esferas de influência africanas como também a multiplicidade de espaços nos quais os africanos são fotografados enquanto elementos históricos. É com esta nova fórmula, sedimentada pelo curador para o AFRICA.CONT, que a exposição continuará o seu percurso itinerante e, com a sua chancela será exibida em Accra, no Gana, e em Lagos, na Nigéria.

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Festival Islâmico de Mértola em Maio Lisboa – O projecto Africa.cont e a Câmara Municipal de Lisboa apresentam a exposição de fotografia «AFRICA: SEE YOU, SEE ME!», a partir de 1 de Outubro no Museu da Cidade, em Lisboa. O Africa.cont apresenta a exposição que retrata a história da fotografia africana. A mostra aborda a influência da auto-representação dos africanos e da diáspora nas formas contemporâneas de fotografar África. De acordo com o curador da exposição, Awam Amkpa, o nome da exposição «AFRICA: SEE YOU, SEE ME!» «foi retirado de um trabalho artístico de um ‘Mammy Wagon’ que vi numa estrada nigeriana há muitos anos atrás». «O camião pretendia que todos os que viajávamos nas perigosas estradas nigerianas tivéssemos consciência da presença uns dos outros, e brindássemos à audácia mútua de seguir em frente», acrescentou Awam Amkpa.

Feira do Livro vai ter ebooks Filipe Santos de Leiria, artista de beatbox vence “Portugal tem Talento” FESTin 2011: Programa para esta quarta-feira, 27 de Abril A cantora punk Polly Styrene morreu vítima de cancro

A exposição, que vai abrir no dia 1 de Outubro e poderá ser visitada até 28 de Novembro, no Pavilhão Preto do Museu da Cidade, em Lisboa, está organizada em três partes distintas. A primeira secção é composta por retratos de africanos que procuram inscrever-se nas paisagens urbanas para as quais migraram.

Lisbon

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A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros «outros» dos europeus. Por fim, a terceira secção, realça fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não-africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos. O Africa.cont pretende ser uma plataforma privilegiada de visibilidade e lançamento de diversas manifestações culturais (teatro, dança, música ou artes plásticas) com ligações ao continente africano, entenda-se não exclusivamente lusófono. Será instalado numa zona privilegiada da cidade de Lisboa entre a Rua das Janelas Verdes e a Avenida 24 de Julho. (c) PNN Portuguese News Network

http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=23499

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Africa: see you, see me! Museu da Cidade até 28 de Novembro

Muito mais do que uma exposição de fotografia, “Africa: see you, see me” é uma análise sociológica e histórica à forma como os africanos se representam a si próprios, e à influência crescente destas auto-representações na moldagem da forma contemporânea como se fotografa África. O nome da exposição é uma frase inscrita num “Mammy Wagon”, veículos de madeira que correm as estradas de África levando comida a diferentes locais, que o curador da exposição, Awam Amkpa, viu um dia numa estrada nigeriana. Juntas, estas fotografias constituem arquivos de História e das sociedades. Algumas criticam as patologias da África neo e pós-colonial retratando as diferentes comunidades do continente a libertarem-se de estados repressivos, outras documentam a participação de africanos em assuntos de Estado e outras ainda retratam a formação de comunidades voluntárias pós-nacionalistas como instrumentos de capacitação. Depois de ter estado em Nova Iorque e Florença, a mostra foi totalmente remodelada e organizada em três partes. A primeira secção é composta por retratos de africanos e revela a evolução por que passaram os fotógrafos africanos, desde que foram dominando, adaptando e subvertendo os planos de enquadramento e os legados das convenções fotográficas deixadas pelos senhores coloniais. Esta parte da


exposição inclui ainda fotografias de heróis africanos anti-coloniais que aspiravam a uma libertação genuína. A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros “outros” europeus. A secção final realça fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não-africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos. Com cerca de 100 obras que focam comunidades instaladas em Itália, França e Espanha, a exposição também dá particular relevo a alguns exemplos existentes em Portugal, onde o curador estabeleceu contactos com vários fotógrafos e associações que trabalham em áreas geográficas marcadas pela presença africana. A exposição pode ser vista no Pavilhão Preto do Museu da Cidade (Campo Grande, 245), de terça a domingo, das 10.00 às 13.00 e das 14.00 às 18.00 Visitas guiadas: 21 817 0534/ dpc.dga@cm-lisboa.pt Entrada: 2 €

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Sob um outro olhar: "Africa: See you, see me!" - Notícia SAPO - SAPO Notícias

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Sob um outro olhar: "Africa: See you, see me!" 12 de Outubro de 2010, 18:50

http://noticias.sapo.ao/info/artigo/1098033.html

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Sob um outro olhar: "Africa: See you, see me!" - Notícia SAPO - SAPO Notícias

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

Desde o dia 1 de Outubro que o Museu da Cidade em Lisboa alberga um conjunto de fotografias sobre África, umas de africanos, outras para africanos. A exposição “Africa: See you, see me!” apresenta a história da fotografia africana e a sua expressão em imaginários não-africanos e na própria migração africana em toda a sua variedade.

O curador desta exposição é Awan Awkpa, que se inspirou num trabalho artístico de um “Mammy Wagon” - “Mammy Wagons” são veículos emoldurados por uma estrutura de madeira que viajam através da África Ocidental, com as retaguardas ornamentadas. Servem de placard para cartazes artísticos, escritos e pinturas.

Estas pinturas podem invocar filmes populares, símbolos nacionais, ou interpretações de contos tradicionais africanos – Uma vez, Awan Awkpa encontrou numa estrada nigeriana uma camião que trazia nas suas traseiras a seguinte frase transcrita: See You, See Me! [Vejo-te, Vê-me].

De acordo com o curador, “a divertida injunção coloca-nos perante África enquanto um trabalho em constante desenvolvimento, negociando recantos da história em futuros incertos. O camião pretendia que todos os que viajávamos nas perigosas estradas nigerianas tivéssemos consciência da presença uns dos outros, e brindássemos à audácia mútua de seguir em frente.” Ao passear pela exposição podemos perceber a sua divisão tripartida: na primeira prevalecem trabalhos de fotógrafos africanos que retratam diferentes cenários de África. As fotografias a preto e branco de Mamadou Mbaye e Malik Sidibe ilustram um diálogo tenso entre fotógrafo e fotografado onde o objectivo é mostrar a identidade do último. No entanto, há um momento em que surge a dúvida: quem observa quem? A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros “outros” dos europeus. Aqui, o visitante de exposição pode ser uma série de postais datados do início do séc. XX onde o africano é visto como "o negro", o outro.

http://noticias.sapo.ao/info/artigo/1098033.html

Na secção final estão realçadas as fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não-africanos que partilham comunicação com os artistas africanos. Nestes trabalhos pode ver-se a influência que a cultura africana tem em diferentes contextos e os espaços em que o povo africano é fotografado enquanto elemento histórico. Fotografias do Congo, de Itália e da Cova da Moura, em Lisboa, fazem parte desta secção. Depois da passagem por Lisboa, a exposição continuará o seu percurso itinerante e irá para Accra, no Gana, e em Lagos, na Nigéria.

Quem é Awam Amkpa? O curador da exposição “Africa: See you, see me” nasceu na Nigéria e vive e trabalha nos EUA. É actualmente professor associado na Tisch School of Arts da New York University, onde lecciona Dramaturgia e Análise Cultural e Social e dirige o curso Africana Studies. Amkpa é autor de vários livros e artigos sobre o modernismo no teatro, o teatro pós-colonial e a teoria do cinema, tendo ainda realizado uma série de filmes documentários, entre os quais se destaca a curta-metragem A Very Very Short Story of Nollywood (2008).

@ Eliana Silva

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http://timeout.sapo.pt/news.asp?id_news=6082

http://nigerianstories.wordpress.com/

http://desenhoscomluz-apaf.blogspot.com/

http://www.culturaonline.net/exposicoes/calendario/eventos/30769-africasee-you-see-me.html

http://jornaldigital.com/noticias.php?noticia=23499


AFRICA: see you, see me! | BUALA - african contemporary culture

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

AFRICA: see you, see me! A Photographic exhibition curated by Awam Amkpa (Associate Curator: Madala Hilaire)

Foto de Hank Willis Thomas

Wooden framed vehicles known as Mammy Wagons fly through potholes and blind corners into uncertain landscapes across West Africa, at speeds well above the 56 k.m.h. (kilometers per hour) emblazoned on their tails. They derive their name from market women who transport food crops like yams, tomatoes, onions, plantains, and palm oil across their home countries and into other nations. Besides discharging the important function of ferrying much needed food across nations, these Mammy Wagons serve as billboards for artistic sign writing and paintings. These paintings might feature popular films, national symbols, or interpretations of African folktales. Captions or even gnomic statements written in English or French accompany the images. Statements such as “The Lord is My Sheppard”, “No Destination, Why Hurry”, “Justice is the Poor man’s Wealth”, “The World is not for you alone”, are typical. Indeed, as the Mammy Wagons speed across poorly maintained roads and careen around uncertain corners, their billboards offer readers and onlookers a canvas of desires, frustrations, and hopes for a better society. Africa: See You, See Me! takes its name from the artwork on a Mammy Wagon that I saw on a Nigerian road many years ago. The truck overtook the car in which I was riding, spurting a dark smelly smoke from its diesel fuel, and leaving us with the lasting image of two eyes framed by a paint-streaked map of Africa. Within the etching of Africa’s map, nestled the inscription “See You, See Me!” As it crossed us, it inspired the occupants of my more sedate vehicle to wonder how we, as Africans, see and imagine ourselves, as well as how we want others to see us. In this context, this exhibition uses photographic practices in Africa to draw attention to the ways in which Africans represent themselves, and the growing influence of these selfrepresentations in shaping general contemporary modes of photographing Africa. African photographers inherited templates for photographic representations framed by colonial archetypes of Africans as objects of a history in which they were present, but over which they had no control. This paradigm of objectification promoted a weird

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AFRICA: see you, see me! | BUALA - african contemporary culture

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

presence/absence formula. It began to change, however, as Africans began to pose for their own photographs they seemed to say, “the camera must see me as I want to be seen”. Africa: See You, See Me! portrays the history of African photography and its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neocolonial Africa by depicting the continent’s communities disentangling themselves from repressive nation states. While some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Africa: See You, See Me is organized in 3 parts. The first section features studio portraits of Africans seeking to write themselves into the urban landscapes to which they have migrated. It presents African photographers as they tamed, adapted and subverted the framing devices and photographic conventions bequeathed them by their former colonial masters. The black and white photographs by Mamadou Mbaye and Malick Sidibe illustrate a tense dialogue between the photographer and the photographed as they collaborate in inscribing African spaces and “selves” into photographic texts. Other themes in this section include the structures of African cities, societies and communities in formation, and representations of “looks” outside the studio from photographers in every region of the continent. This part of the exhibition also includes photographs of some of Africa’s anti-colonial heroes who hoped for genuine liberation. The second section showcases early ethnographic portraits that imagined Africa as a wilderness peopled by Europe’s primitive “Other”. We have also used the strategy of rereading these photographs to draw attention to them as objects within the history of photography. That history was itself a significant product of an industrialized world that defined not only progress, but also constructed those at the center and peripheries of such progress in certain ways.

Foto de Stanley Lumax

The final section highlights contemporary photographs of Africa and Africans by non-African photographers who share a dialogic relationship with African artists. Thus, their work has expanded both African spheres of influence and multiplied the spaces in which Africans are photographed as subjects of history. Like the Mammy Wagon I once saw on Nigerian roads, these photographs join works presented in the other sections, to tell Africans and the rest of the world: See You, See Me.

AFRICA.CONT

MUSEU DA CIDADE (Pavilhão Preto), LISBON 1st october to 28th of november. open at 30th September 19h

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AFRICA: see you, see me! | BUALA - african contemporary culture

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by Awam Amkpa I'll visit | 20 September 2010 | african photography by AWAM AMKPA

Awam Amkpa. Awam Amkpa is a Nigerian actor, playwright, and professor of dramatic arts.

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L'Africa sgangherata dei Mammy Wagon In mostra alla Fondazione Marangoni di Firenze un paese visto dai teloni e dai disegni sui camion, visto dalle strade percorse e dai paesi da cui transitano di AWAM AMKPA

Furgoni con strutture di legno chiamati "Mammy Wagon" volano sulle buche delle strade e negli angoli ciechi di incerti paesaggi dell'Africa occidentale, molto al di sopra del limite dei 56 chilometri orari segnalato sul parafango. Il nome "Mammy Wagon" prende origine dalle donne che ogni giorno vanno a vendere al mercato il raccolto di frutta, patate dolci, pomodori, cipolle, banane verdi e olio di palma, attraversando i loro paesi per giungere in altre nazioni. Oltre ad assolvere l'importante funzione di trasportare il cibo attraverso i paesi, questi "Mammy Wagon" sono adornati di pannelli decorati e dipinti. Questi dipinti ritraggono film popolari, simboli nazionali, interpretazioni di locali storie africane. Didascalie e perfino brevi annunci scritti in inglese o in francese accompagnano le immagini. Tipiche proclamazioni sono 'Il Signore è il mio pastore', 'Nessuna destinazione, perché affrettarsi', 'La giustizia è la ricchezza del povero', 'Il mondo non è solo per te'. Di certo, mentre i Mammy Wagon corrono su strade dissestate e sbandano nelle curve, i loro pannelli offrono ai lettori e ai passanti una ricca sequenza di desideri, frustrazioni e speranze per una società migliore.


"Africa: See You, See Me" trae il suo titolo da un'opera d'arte che ho visto in una strada nigeriana molti anni fa. Il furgone aveva superato l'auto che stavo guidando, sputando un pestilenziale fumo nero dal suo motore diesel, lasciandoci come ultima immagine due occhi incorniciati da una mappa dell'Africa striata di pittura. All'interno della sagoma dell'Africa si leggeva la frase 'See You, See Me!'. Mentre incrociava la nostra strada, la frase ispirò gli occupanti del mio lento veicolo a immaginare come noi africani vediamo e ci immaginiamo noi stessi e come vogliamo che gli altri ci vedano. In questo contesto, la mostra usa la pratica fotografica in Africa per attirare l'attenzione sui modi in cui gli africani rappresentano se stessi e la crescente influenza che queste autorappresentazioni hanno nel modellare le modalità contemporanee con cui l'Africa viene fotografata. I fotografi africani hanno ereditato modelli di rappresentazione fotografica mutuati dagli archetipi coloniali che raffiguravano gli africani come parti di una storia di cui facevano parte ma sulla quale non avevano alcun controllo. Questo paradigma di oggettivizzazione ha incoraggiato una formula di presenza/assenza. Tale formula ha però iniziato a cambiare nel momento in cui i fotografi africani hanno cominciato a posare per le loro stesse fotografie, sembravano dire: 'la macchina fotografica deve vedermi come io voglio essere visto'. "Africa: See You, See Me" racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull'immaginario non africano dell'Africa, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all'emancipazione. Esse criticano le patologie dell'Africa postcoloniale e neocoloniale rappresentando le comunità del continente che si liberano da stati repressivi. Mentre alcune delle fotografie documentano la partecipazione degli africani agli affari dello stato, altre ritraggono la formazione di comunità volontarie post-nazionali come metodo di emancipazione. L'Africa è più che un luogo. È uno spazio di sensibilità multiple all'interno e oltre il continente (in Europa, nelle Americhe, in Asia) che gli artisti africani cercano di penetrare con la loro presenza. La loro partecipazione a mostre presentate in continenti diversi ha lasciato un marchio sulle recenti fotografie dell'Africa e degli africani fatte da fotografi non africani. Africa: See You, See Me è una mostra organizzata in tre parti da visitare alla Fondazione Maragnoni di Firenze in via San Zanobi. Una sezione presenta una serie di ritratti in esterno di africani che cercano di inquadrarsi nella realtà urbana nella quale sono emigrati. In questa sezione si evidenziano fotografi africani che in qualche modo si sono adattati, costringendosi, alle inquadrature e alle convenzioni fotografiche ereditate dai loro predecessori, maestri e colonialisti. Le fotografie in bianco e nero di Meissa Gaye, Seydou Keita, J. Bruce Vanderpuije, Ricardo Rangel, Okhai Ojeikere, Mamadou Mbaye e Malick Sidibe mettono in risalto un teso dialogo tra il fotografo e il soggetto fotografato. Altri temi in questa sezione includono la struttura delle città, delle società e delle comunità in fieri in Africa e le svariate rappresentazioni degli sguardi al di fuori degli studi dei fotografi nelle varie regioni del continente. La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell'Europa, l'Altro. Abbiamo anche adoperato la strategia di rileggere queste fotografie per attirare l'attenzione sulle stesse come oggetti nel quadro della storia della fotografia. Quella storia era essa stessa un prodotto significativo di un mondo industrializzato che definiva non solo il progresso, ma descriveva coloro che erano al centro e alla periferia di questo


progresso. La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell'Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani. Di conseguenza, i loro lavori si sono propagati nelle sfere d'influenza africana, moltiplicando gli spazi nei quali gli africani sono fotografati come soggetti della storia. Come i Mammy Wagon che ho visto nelle strade della Nigeria, queste fotografie riuniscono lavori presentati nelle altre sezioni per dire agli africani e al resto del mondo: See You, See Me. (16 FEBBRAIO 2011)

 


Link: http://corrierefiorentino.corriere.it/fotogallery/2011/02/africa/africa-see-you-see-me19023054715.shtml

Africa, see you, see meDopo l’inaugurazione a Lisbona, la mostra fotografica Africa: See you, See me arriva in Italia ed inizia il suo tour da Firenze, presso la fsmgallery (Via San Zanobi, 19r), dove sarà inaugurata giovedì 17 febbraio. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. 


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Fotografia: ritratti d'Africa in mostra a Firenze ultimo aggiornamento: 15 febbraio, ore 16:02

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Firenze, 15 feb. (Adnkronos) - La Fotografia africana in tour. Con la partecipazione di 36 autori da: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad, Usa dal 17 febbraio alla fsmgallery di Firenze la mostra Africa: See you, See me arriva in Italia. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra e' stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarra' aperta fino al 22 aprile.Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell'Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, ''Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull'immaginario non africano dell'Africa, nonche' la diaspora africana in tutte le sue diversita'. Insieme, le fotografie sono testi di soggettivita' africane, archivi di storia e di societa' in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all'emancipazione. La mostra e' organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell'Europa. La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell'Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.

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Africa: See You, See Me Lunedì 14 febbraio 2011, 21:07 | Cultura |

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Dopo l’inaugurazione a Lisbona, la mostra fotografica Africa: See you, See me arriva in Italia ed inizia il suo tour da Firenze, presso la fsmgallery (Via San Zanobi, 19r), dove sarà inaugurata giovedì 17 febbraio 2011. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Trentasei autori da quattordici paesi,

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(…) La mostra è organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. (…) La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. (…) La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell’Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.” Saranno esposte le fotografie di: Marco Ambrosi , Nii Obadai, Stanley Lumax, Deborah Willis, Cedric Nunn, Bartelemy Toguo, Michael Tsegaye, Lyle Ashton Harris, Patrizia Guerresi, Hassan Hajjaj, Majida Cayssials, George Osodi, Delphine Diallo, Andrew Dosunmu, Zanele Muholi, Malik Nejmi, Daniele Tamagni, Zak Ove, Uche Okpa-Iroha, Aldo Sodoma, Angele Essamba, Anirbhan Duttagupta, Ines Goncalves, Alfredo Munoz Oliveira, Paulina Pimento. Mi piace

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Firenze, 15 feb. (Adnkronos) - La Fotografia africana in tour. Con la partecipazione di 36 autori da: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad, Usa dal 17 febbraio alla fsmgallery di Firenze la mostra Africa: See you, See me arriva in Italia. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra e' stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarra' aperta fino al 22 aprile.Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell'Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, ''Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull'immaginario non africano dell'Africa, nonche' la diaspora africana in tutte le sue diversita'. Insieme, le fotografie sono testi di soggettivita' africane, archivi di storia e di societa' in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all'emancipazione. La mostra e' organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell'Europa. La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell'Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.

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"Africa: see you, see me": la fotografia africana inizia il tour da Firenze 14/02/2011 - 17:03

Link: http://www.055news.it/notizia.asp?idn=48257 Dopo l’inaugurazione a Lisbona, la mostra fotografica Africa: See you, See me arriva in Italia ed inizia il suo tour da Firenze, presso la fsmgallery (Via San Zanobi, 19r), dove sarà inaugurata giovedì 17 febbraio 2011. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, “Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione. (…) La mostra è organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. (…) La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. (…) La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell’Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.” Saranno esposte le fotografie di: Marco Ambrosi , Nii Obadai, Stanley Lumax, Deborah Willis, Cedric Nunn, Bartelemy Toguo, Michael Tsegaye, Lyle Ashton Harris, Patrizia Guerresi, Hassan Hajjaj, Majida Cayssials, George Osodi, Delphine Diallo, Andrew Dosunmu, Zanele Muholi, Malik Nejmi, Daniele Tamagni, Zak Ove, Uche Okpa-Iroha, Aldo Sodoma, Angele Essamba, Anirbhan Duttagupta, Ines Goncalves, Alfredo Munoz Oliveira, Paulina Pimento.

 


Fotografia: ritratti d'Africa in mostra a Firenze ultimo aggiornamento: 15 febbraio, ore 16:02 link: http://www.adnkronos.com/IGN/News/Cultura/Fotografia-ritratti-dAfrica-in-mostra-a-Firenze_311685320634.html

Firenze, 15 feb. (Adnkronos) - La Fotografia africana in tour. Con la partecipazione di 36 autori da: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad, Usa dal 17 febbraio alla fsmgallery di Firenze la mostra Africa: See you, See me arriva in Italia. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra e' stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarra' aperta fino al 22 aprile.Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell'Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, ''Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull'immaginario non africano dell'Africa, nonche' la diaspora africana in tutte le sue diversita'. Insieme, le fotografie sono testi di soggettivita' africane, archivi di storia e di societa' in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all'emancipazione. La mostra e' organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell'Europa. La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell'Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.

 


Link: http://affaritaliani.libero.it/sociale/mostra_emancipazione_africa150211.html

Non solo povertà, l'Africa è anche emancipazione Martedí 15.02.2011 13:03 Dopo l’inaugurazione a Lisbona, la mostra fotografica "Africa: See you, See me" arriva in Italia ed inizia il suo tour da Firenze, presso la fsmgallery (Via San Zanobi, 19r), dove sarà inaugurata giovedì 17 febbraio 2011. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, “Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione. (…)

Andrew Dosunmu

LE IMMAGINI


La mostra è organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. (…) La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. (…) La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell’Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.” Saranno esposte le fotografie di: Marco Ambrosi , Nii Obadai, Stanley Lumax, Deborah Willis, Cedric Nunn, Bartelemy Toguo, Michael Tsegaye, Lyle Ashton Harris, Patrizia Guerresi, Hassan Hajjaj, Majida Cayssials, George Osodi, Delphine Diallo, Andrew Dosunmu, Zanele Muholi, Malik Nejmi, Daniele Tamagni, Zak Ove, Uche Okpa-Iroha, Aldo Sodoma, Angele Essamba, Anirbhan Duttagupta, Ines Goncalves, Alfredo Munoz Oliveira, Paulina Pimento.

 


(sito: http://www.intoscana.it/intoscana2/opencms/intoscana/sitointoscana/Contenuti_intoscana/Canali/Arte-eCultura/visualizza_asset.html?id=1084380&pagename=704617)

Africa: See You, See Me La Fotografia africana inizia il tour da Firenze, dal 17 febbraio al 22 aprile 2011 alla fsmgallery Dopo l’inaugurazione a Lisbona, la mostra fotografica Africa: See you, See me arriva in Italia ed inizia il suo tour da Firenze, presso la fsmgallery (Via San Zanobi, 19r), dove sarà inaugurata giovedì 17 febbraio 2011. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, “Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione. La mostra è organizzata in tre parti La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. (…) La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell’Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.” Saranno esposte le fotografie di: Marco Ambrosi , Nii Obadai, Stanley Lumax, Deborah Willis, Cedric Nunn, Bartelemy Toguo, Michael Tsegaye, Lyle Ashton Harris, Patrizia Guerresi, Hassan Hajjaj, Majida Cayssials, George Osodi, Delphine Diallo, Andrew Dosunmu, Zanele Muholi, Malik Nejmi, Daniele Tamagni, Zak Ove, Uche Okpa-Iroha, Aldo Sodoma, Angele Essamba, Anirbhan Duttagupta, Ines Goncalves, Alfredo Munoz Oliveira, Paulina Pimento. Africa: See You, See Me La Fotografia africana inizia il tour da Firenze Con la partecipazione di 36 autori da: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad, Usa


dal 17 febbraio al 22 aprile 2011 fsmgallery Via San Zanobi 19r - Firenze Orario: dal lunedĂŹ al venerdĂŹ, dalle 15:00 alle 19:00 o per appuntamento ingresso libero Inaugurazione della mostra 17 febbraio, ore 19:00

 


16/02/2011 - 18.35

DOMANI L’INAUGURAZIONE DELLA MOSTRA FOTOGRAFICA “AFRICA: SEE YOU, SEE ME” Link: http://www.irispress.it/Iris/page.asp?VisImg=S&Art=102962&Cat=1&I=null&IdTipo=0&TitoloBlocc o=MusiCinemArte&Codi_Cate_Arti=7 link

(IRIS) - ROMA, 16 FEB - Dopo l’inaugurazione a Lisbona, la mostra fotografica Africa: See you, See me arriva in Italia ed inizia il suo tour da Firenze, presso la fsmgallery (Via San Zanobi, 19r), dove sarà inaugurata giovedì 17 febbraio 2011. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni Rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, “Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione. (…) La mostra è organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. (…) La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. (…) La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell’Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.” Saranno esposte le fotografie di: Marco Ambrosi , Nii Obadai, Stanley Lumax, Deborah Willis, Cedric Nunn, Bartelemy Toguo, Michael Tsegaye, Lyle Ashton Harris, Patrizia Guerresi, Hassan Hajjaj, Majida Cayssials, George Osodi, Delphine Diallo, Andrew Dosunmu, Zanele Muholi, Malik Nejmi, Daniele Tamagni, Zak Ove, Uche Okpa-Iroha, Aldo Sodoma, Angele Essamba, Anirbhan Duttagupta, Ines Goncalves, Alfredo Munoz Oliveira, Paulina Pimento.


Fotografia: ritratti d’Africa in mostra a Firenze  Link: http://www.libero‐news.it/articolo.jsp?id=669376  

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irenze, 15 feb. (Adnkronos) - La Fotografia africana in tour. Con la partecipazione di 36 autori da: Algeria, Camerun,

Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad, Usa dal 17 febbraio alla fsmgallery di Firenze la mostra Africa: See you, See me arriva in Italia. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra e' stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarra' aperta fino al 22 aprile.Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell'Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, ''Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull'immaginario non africano dell'Africa, nonche' la diaspora africana in tutte le sue diversita'. Insieme, le fotografie sono testi di soggettivita' africane, archivi di storia e di societa' in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all'emancipazione. La mostra e' organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell'Europa. La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell'Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani. 15/02/2011


16 febbraio 2011 Firenze: si inaugura domani la mostra fotografica “Africa, i mille volti del continente”. Dopo l’inaugurazione a Lisbona, arriva anche in Italia l’esposizione fotografica “Africa: See you, See me”, un ritratto dei popoli africani dall’antichità ai giorni nostri. “Africa: See you, See me” è una mostra fotografica che verrà inaugurata domani a Firenze presso la Fsm gallery (Via San Zanobi, 19, ore 19.00). Prodotta dal Dipartimento di studi africani della New York University, la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University, La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. L’esposizione ritrae l’Africa e i suoi popoli dall’antichità sino ai giorni nostri, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione. La mostra rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Gli artisti dell’esposizione sono 36, provenienti da 14 Paesi e scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. Info www.studiomarangoni.it. (Red.)

 


Firenze: ritratti d'Africa in mostra nella Fsmgallery 15 febbraio 2011 La fotografia africana in tour: con la partecipazione di 36 autori provenienti da: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad, Usa dal 17 febbraio al 22 aprile alla Fsmgallery di Firenze la mostra “Africa: See you, See me” arriva in Italia. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University il percorso espositivo è stato realizzato con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Awam Amkpa e Madala Hilaire sono i curatori della mostra, che hanno selezionato le immagini per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell'Africa e della sua diaspora. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell'Europa. La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell'Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.

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Eventi e ultima ora di Firenze e dintorni... Link: http://www.omnianews.it/eventi.htm#Africa

Africa: See You, See Me La Fotografia africana inizia il tour da Firenze Con la partecipazione di 36 autori da: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad, Usa dal 17 febbraio al 22 aprile 2011 fsmgallery Via San Zanobi 19r - Firenze Orario: dal lunedì al venerdì, dalle 15:00 alle 19:00 o per appuntamento ingresso libero Inaugurazione della mostra 17 febbraio, ore 19:00 Dopo l’inaugurazione a Lisbona, la mostra fotografica Africa: See you, See me arriva in Italia ed inizia il suo tour da Firenze, presso la fsmgallery (Via San Zanobi, 19r), dove sarà inaugurata giovedì 17 febbraio 2011. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, “Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione. (…) La mostra è organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono


immigrati. (…) La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. (…) La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell’Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.” Saranno esposte le fotografie di: Marco Ambrosi , Nii Obadai, Stanley Lumax, Deborah Willis, Cedric Nunn, Bartelemy Toguo, Michael Tsegaye, Lyle Ashton Harris, Patrizia Guerresi, Hassan Hajjaj, Majida Cayssials, George Osodi, Delphine Diallo, Andrew Dosunmu, Zanele Muholi, Malik Nejmi, Daniele Tamagni, Zak Ove, Uche OkpaIroha, Aldo Sodoma, Angele Essamba, Anirbhan Duttagupta, Ines Goncalves, Alfredo Munoz Oliveira, Paulina Pimento. Tutte le informazioni aggiornate su: www.studiomarangoni.it email exhibitions@studiomarangoni.it oppure su: www.nyu.edu/global/lapietra/policy.dialogues

 


Link: http://www.redattoresociale.it/Toscana.aspx?id=340798

Africa, i mille volti del continente in mostra a Firenze FIRENZE – ‘Africa: See you, See me’. E’ questo il titolo della mostra che, dopo l’inaugurazione a Lisbona, arriva in Italia ed inizia il suo tour da Firenze, presso la Fsm gallery (Via San Zanobi, 19r), dove sarà inaugurata giovedì 17 febbraio alle 19 (ingresso libero). Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University, la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. L’esposizione ritrae l’Africa e i suoi popoli dall’antichità sino ai giorni nostri, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione. La mostra rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Gli artisti dell’esposizione sono 36, provenienti da 14 paesi e scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. Info www.studiomarangoni.it.

 


Fotografia/ A Firenze la mostra 'Africa: See you, See me' 13:26 - ESTERI- 14 FEB 2011 Link: http://www.tmnews.it/newsesteri/20110214_132606_23c7038_111780.shtml

Trentasei gli autori esposti, provenienti da 14 Paesi Roma, 14 feb. (TMNews) - Dopo Lisbona, la mostra fotografica 'Africa: See you, See me' arriva in Italia, iniziando il suo tour da Firenze, presso la fsmgallery (Via San Zanobi, 19r), il prossimo 17 febbraio. Sono 36 gli autori, provenienti da 14 paesi, scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell'Africa e della sua diaspora. "'Africa: See You, See Me' racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull'immaginario non africano dell'Africa, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità - afferma Awam Amkpa, citata in un comunicato - insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all'emancipazione". La mostra è organizzata in tre parti: la prima presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati; la seconda mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell'Europa; la sezione finale presenta fotografie contemporanee dell'Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani. Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Rimarrà aperta fino al 22 aprile (a ingresso libero), dal lunedì al sabato dalle 15 alle 19 o su appuntamento. Copyright © TM News S.p.A. Tutti i diritti riservati


Africa: See You, See Me Link: http://www.toscanaoggi.it/calendario/approfondimento.php?IDEvento=2195 Luogo

Firenze

Titolo

Africa: See You, See Me

Categoria

Mostre

Dal

17-02-2011

Al

22-04-2011

Descrizione Prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University la mostra, già esposta a Lisbona, è stata realizzata con la collaborazione di New York University La Pietra Policy Dialogues e Fondazione Studio Marangoni. Trentasei autori da quattordici paesi, sono stati scelti da Awam Amkpa e Madala Hilaire, i curatori della mostra, per illustrare le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. Come scrive Awam Amkpa, nella presentazione della mostra, “Africa: See You, See Me racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa, nonché la diaspora africana in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione. (…) La mostra è organizzata in tre parti. La prima sezione presenta ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. (…) La seconda sezione mostra i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. (…) La sezione finale presenta fotografie contemporanee dell’Africa e del popolo africano fatte da fotografi non africani che condividono una relazione dialogica con artisti africani.” Esposte le fotografie di: Marco Ambrosi , Nii Obadai, Stanley Lumax, Deborah Willis, Cedric Nunn, Bartelemy Toguo, Michael Tsegaye, Lyle Ashton Harris, Patrizia Guerresi, Hassan Hajjaj, Majida Cayssials, George Osodi, Delphine Diallo, Andrew Dosunmu, Zanele Muholi, Malik Nejmi, Daniele Tamagni, Zak Ove, Uche Okpa-Iroha, Aldo Sodoma, Angele Essamba, Anirbhan Duttagupta, Ines Goncalves, Alfredo Munoz Oliveira, Paulina Pimento. SEDE: fsmgallery - Via San Zanobi 19r - Firenze

ORARIO: dal lunedì al sabato 15-19 o per appuntamento. INGRESSO: libero

 


Africa: 'See you see me', il "racconto della diaspora in tutte le sue diversità"

Altre risorse collegate all'articolo

Dopo l'inaugurazione a Lisbona e la prima italiana a Firenze, fa tappa Roma la mostra itinerante che, attraverso gli scatti di 36 artisti, mostra la storia di questo Paese dagli anni Sessanta a oggi e "la sua influenza sull'immaginario collettivo".

"Africa: See You, See Me trae il suo titolo da un'opera d'arte che ho visto in una strada nigeriana molti anni fa. Il furgone aveva superato l'auto che stavo guidando, sputando un pestilenziale fumo nero dal suo motore diesel, lasciandoci come ultima immagine due occhi incorniciati da una mappa dell'Africa striata di pittura. All'interno della sagoma

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Africani della New York University, che meglio esprimono il concept alla base di questo progetto di cui lui stesso è curatore. Nasce così 'Africa: See You, See Me', mostra itinerante che racconta la storia dell'Africa dagli anni Sessanta a oggi negli splendidi scatti di trentatré fotografi, che dal 4 maggio al 4 giugno sarà a Roma negli spazi espositivi dell'associazione culturale Officine Fotografiche.

Un progetto fotografico-culturale che, tra i colori della pellicola e il bianco e nero delle

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immagini, pone l'attenzione sui modi in cui gli africani rappresentano se stessi e la loro crescente influenza nel plasmare le modalità contemporanee con cui l'Africa stessa viene fotografata, e percepita dall'immaginario collettivo. "I fotografi africani - scrive ancora Amkpa nelle pagine del sito web della mostra - hanno ereditato modelli di rappresentazione fotografica mutuati dagli archetipi coloniali che raffiguravano gli africani come parti di una storia di cui

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In questa visione, dunque, le fotografie diventano testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all'emancipazione. "Esse criticano - spiega ancora Amkpa - le patologie dell'Africa post-coloniale e neocoloniale rappresentando le comunità del continente che si liberano da stati repressivi. Mentre alcune delle fotografie documentano la partecipazione degli africani agli affari dello stato, altri ritraggono la formazione di comunità volontarie post-nazionali come metodo di maturità e autonomia".

Per questo motivo gli artisti che Awam Amkpa ha radunato intorno a sé per questa


esperienza sono in buona parte africani e della diaspora, provenienti da Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad e Usa. A loro, però, si affianca anche un gruppo di fotografi italiani profondamente legato alle tematiche del progetto espositivo che, a livello organizzativo, si articola in tre sezioni.

[Foto di Angèle Etoundi Essamba. Fonte: http://africaseeyouseeme.wordpress.com/]

Una prima sezione presenta ai visitatori ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. Qui si trovano fotografi africani che hanno domato, adattato e sovvertito le inquadrature e le convenzioni fotografiche lasciate in eredità dai loro maestri del precedente periodo coloniale. Altri temi in questa sezione includono la struttura delle città, delle società e delle comunità africane in via di sviluppo e le rappresentazioni di sguardi al di fuori dello studio fotografico da parte di fotografi in ogni regione del continente. Per questo motivo gli artisti che Awam Amkpa ha radunato intorno a sé per questa esperienza sono in buona parte africani e della diaspora, provenienti da Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad e Usa. A loro, però, si affianca anche un gruppo di fotografi italiani profondamente legato alle tematiche del progetto espositivo.

Tre le sezioni in cui si articola il percorso per i visitatori: una prima sezione di ritratti in studio di africani che cercano di inserirsi nel paesaggio urbano nel quale sono immigrati. Qui si trovano fotografi africani che hanno domato, adattato e sovvertito le inquadrature e le convenzioni fotografiche lasciate in eredità dai loro maestri del precedente periodo coloniale.


Una seconda parte racchiude, invece, i primi ritratti etnografici che suggerivano un'immagine dell'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell'Europa, l'Altro, mentre la terza e ultima sezione presenta fotografie contemporanee dell'Africa e delle tribù africano scattate da fotografi non africana comunque legati a questa terra e alle loro popolazioni. INFORMAZIONI Titolo: 'Africa See you See me' Quando: dal 4 maggio al 4 giugno 2011 Dove: Officine Fotografiche - Via G. Libetta 1, Roma (zona Ostiense) Orario: dal lunedì al venerdì dalle 10 alle 13 e dalle 15 alle 19 Ingresso: gratuito Telefono: 06.5125019 E-mail: of@officinefotografiche.org Siti web: Africa See you See me / Officine Fotografiche

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Redazione/TB (02/05/2011)


“Africa: See You, See Me” alle Officine Fotografiche di Roma per un mese | Frontiere

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

martedì, aprile 26, 2011 | di Redazione

“Africa: See You, See Me” alle Officine Fotografiche di Roma per un mese Like

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“Il

Signore è il mio pastore, Dio è grande, La giustizia è la ricchezza del povero, Nessuna destinazione, perché affrettarsi, Il mondo non è solo per te” sono solo alcuni dei messaggi di speranza e frustrazione che corrono lungo le strade dissestate africane con i Mammy Wagon, ispirati alla consuetudine delle donne africane che si recano al mercato per vendere i frutti del loro raccolto. Frasi decorative, vere opere d’arte che scorrazzano per tutto il paese su furgoni che trasportano cibo e messaggi, insieme a quel “See You, See Me!” che spicca dalla sagoma dell’Africa di un Mammy Wagon, rappresentando il modo nel quale gli africani vedono e immaginano se stessi, e come vogliono che gli altri li vedano. Mettendo insieme tanti scatti e modi diversi di guardare a questo Paese, “Africa: See You, See Me” è una mostra itinerante di sguardi d’Africa. A cura di Awam Amkpa, la collettiva in tour propone diversi modi di guardare all’Africa: dai Mammy Wagon di Soibifaa Dokubo, ai bagni di fango di Michael Tsegaye o ai look d’assalto di Majida Khattari. Dopo essere partita dal Museu di Cidade di Lisbona, e aver fatto tappa alla Fondazione Studio Marangoni di Firenze, sarà in mostra dal 4 maggio al 4 giugno alle Officine Fotografiche di Roma. Trentatrè sguardi rivolti ad un paese grande e controverso che ha imparato a guardare se stesso e a farsi guardare attraverso le sue molteplici sfumature, e gli obbiettivi di fotografi che arrivano da Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad, USA, ma anche un gruppo di fotografi italiani profondamente connesso alle tematiche del progetto espositivo. Una mostra che si avvale dei contributi di Malick Sidibe, Marco Ambrosi, Luis Basto, Ologeh Otuke Caharles, Matteo Danesin, Delphine Diallo, Soibifaa Dokubo, Andrew Dosunmu, Anirban Duttagupta, Andrew Esiebo, Angè Le Etoundi Essamba, Ines Goncalves, Patrizia Maimouna Guerresi, Hassan Hajjaj, Lyle Ashton Harris, Uche Okpa Iroha, Majida Khattari, Stanley Lumax, Mamadou M’Baye, Zanele Mugoli, Malik Nejmi, Cedric Nunn, Nii Obodai, J.D. Ojeikere, Alfredo Munoz De Oliveira, George Osodi, Zak Ové, Pauliana Valente Pimentel, Aldo Sodomia, Daniele Tamagni, Hank Willis Thomas, Bartelemy Toguo, Michael Tsegaye, Deb Willis. Alla serata inaugurale romana di mercoledì 4 maggio a partire dalle 18.30, parteciperanno all’inaugurazione: Awam Amkpa (curatore della mostra), Laura Serani (co-direttore artistico Rencontres de Bamako), Guido Schlinkert (direttore artistico della galleria Extraspazio di Roma), Mary Angela Schroth (direttore artistico della Sala 1 Arte Contemporanea di Roma) e Marco Delogu (direttore di FotoGrafia, Festival Internazionale di Roma).

http://frontierenews.it/2011/04/africa-see-you-see-me-alle-officine-fotografiche-di-...

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Africa: See You, See Me | Tiragraffi

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

Africa: See You, See Me (http://www.tiragraffi.it/wp-content/uploads/2011/05/AFRICA.INVITO.jpg)

Trentatré fotografi internazionali daranno voce alla scena artistica africana dagli anni 60 ai giorni nostri. Dal 4 maggio al 4 giugno alle Officine Fotografiche saranno esposte le opere provenienti da 14 Paesi del mondo. Un progetto itinerante, a cura di Awam Amkpa, che illustra le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. La mostra si apre con una presentazione alla quale parteciperanno il curatore, diversi fotografi ed esperti del settore. Dopo l’inaugurazione a Lisbona e la prima in Italia, presso la Fondazione Studio Marangoni di Firenze, la mostra fotografica Africa: See you, See me prosegue il suo tour alle Officine Fotografiche di Roma. Nata per testimoniare la grande ricchezza e vitalità artistica di questo continente, Africa: See you, See Me è stata prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University (NYU) per la fondazione portoghese Africa.cont, in collaborazione con il campus fiorentino La Pietra Policy Dialogues della NYU e Officine Fotografiche, coordinamento Manuela De Leonardis.

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L’esposizione è promossa dall’Assessorato alle Politiche Culturali e Centro storico del Comune di Roma Capitale, dall’Assessorato Cultura Arte e Sport della Regione Lazio e dall’Assessorato allo Spettacolo, Sport del Municipio XI del Comune di Roma Capitale. L’obiettivo della mostra è attirare l’attenzione sui modi in cui gli africani rappresentano se stessi e la loro crescente influenza nel plasmare le modalità contemporanee con cui l’Africa viene fotografata. I fotografi africani hanno, infatti, ereditato modelli di rappresentazione fotografica mutuati dagli archetipi coloniali che raffiguravano gli africani come brandelli di una storia di cui facevano parte ma sulla quale non avevano controllo.

http://www.tiragraffi.it/segnalazioni/expo/2011/05/africa-see-you-see-me/

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Africa: See You, See Me | Tiragraffi

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

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Questo progetto «racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa - scrive il curatore Awam Amkpa – nonché la diaspora in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione». Un contesto ricco di fermenti innovativi, di cui Officine Fotografiche si fa promotrice. Artisti africani e della diaspora, provenienti da diversi Paesi: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad e Usa, cui si aggiunge un gruppo di fotografi italiani profondamente connesso alle tematiche del progetto espositivo.

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Tra questi, per citarne alcuni, si segnalano presenze storiche come Malick Sidibé (Soloba-Mali 1936, vive e lavora a Bamako), Leone d’Oro alla Biennale di Venezia 2007 e vincitore di innumerevoli premi internazionali; J.D. Okhai Ojeikere (Ojomo Emai-Nigeria 1930, oggi a Ketou). Ma anche Cedric Nunn (Nongoma-Sudafrica 1957, vive e lavora a Johannesburg); Zak Ové (Londra 1966, vive e lavora tra Londra e Trinidad); George Osodi (Lagos-Nigeria 1974, vive e lavora tra Lagos e Londra), Zanele Muholi (Umlazi-Sudafrica 1972, vive e lavora a Cape Town). L’esposizione fotografica è divisa in tre parti. Nella prima sezione, una serie di ritratti in esterno di africani alle prese con la realtà urbana nella quale sono emigrati. Nella seconda, vengono presentati i primi ritratti etnografici che suggerivano un’immagine dell’Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. La sezione finale, realizzata da fotografi non africani, è infine dedicata alle foto contemporanee di questo continente e dei suoi abitanti, rigorosamente scattate da artisti non africani.

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La serata inaugurale sarà accompagnata da una presentazione alla quale parteciperanno relatori e fotografi. Tra gli altri Awam Amkpa (curatore della mostra), Laura Serani (codirettrice artistica Rencontres de Bamako), Guido Schlinkert (direttore artistico della galleria Extraspazio di Roma), Mary Angela Schroth (direttore artistico della Sala 1 Arte Contemporanea di Roma) e Marco Delogu (direttore di FotoGrafia, Festival Internazionale di Roma).

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Africa: See You, See Me La fotografia africana post coloniale e la sua influenza globale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora A cura di Awam Amkpa Fotografie di Marco Ambrosi | Luis Basto | Ologeh Otuke Caharles | Matteo Danesin | Delphine Diallo | Soibifaa Dokubo | Andrew Dosunmu | Anirban Duttagupta | Andrew Esiebo | Angè Le Etoundi Essamba | Ines Goncalves |Patrizia Maimouna Guerresi | Hassan Hajjaj | Lyle Ashton Harris | Uche Okpa Iroha | Majida Khattari |Stanley Lumax | Mamadou M’Baye | Zanele Muholi | Malik Nejmi | Cedric Nunn | Nii Obodai, J.D. Ojeikere | Alfredo Munoz De Oliveira | George Osodi | Zak Ové | Pauliana Valente Pimentel | Malik Sidibé | Aldo Sodoma | Daniele Tamagni | Hank Willis Thomas | Bartelemy Toguo| Michael Tsegaye| Deb Willis. Dal 4 maggio al 4 giugno 2011 Vernissage: mercoledì 4 maggio ore 18,30 Officine Fotografiche – Via G. Libetta, 1 Roma

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See you, See me, scatti d'Africa Trentatré fotografi per raccontare la storia dell'Africa dagli anni Sessanta a oggi. Tra i colori della pellicola e il bianco e nero, il vero protagonista è il ritratto. See you, See me, questo il nome della mostra, è un progetto itinerante a cura di Awam Amkpa, e illustra l'evoluzione della fotografia africana post-coloniale. "Questo progetto - scrive il curatore racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull'immaginario non africano dell'Africa nonché la diaspora in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all'emancipazione". L'esposizione, che sarà ospitata dalle Officine fotografiche di Roma dal 4 maggio al 4 giugno, vede tra i protagonisti T Malick Sidibé, J. D. Okhai Ojeikere, Cedric Nunn, Zak Ové e Zanele Muholi - di Adele Sarno

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Martedì 10 Maggio 2011 - Anno IV - Numero 130 | English Powered by

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sabato 23 aprile 2011

“Africa: See you, see me”. Sguardi africani sul continente nero

Un viaggio nella rappresentazione che gli africani fanno di se stessi. Questa la sintesi della mostra Africa: See you, See me, progetto itinerante che coinvolge trentatré fotografi della scena artistica africana (ma non solo) dal post colonialismo degli anni 60 ai giorni nostri. Dopo Lisbona e Firenze, il progetto curato da Awam Amkpa e prodotto dal Dipartimento di Studi Africani della New York University, fa sosta dal 4 maggio al 4 giugno alle Officine Fotografiche di Roma arricchendosi, il 25 maggio, Giornata Mondiale dell’Africa, di una serie di eventi dedicati al volontariato e alle esperienze delle onlus che operano nel continente nero. La prima cosa che emerge dalla mostra è la grande ricchezza e vitalità artistica dell’Africa, un tentetivo costande di plasmare proprie rappresentazioni contemporanee in risposta a quei modelli mutuati dagli archetipi coloniali che raffiguravano gli africani come brandelli di una storia di cui facevano parte ma sulla quale non avevano controllo. Questo progetto «racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa – scrive Awam Amkpa - nonché la diaspora in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione». In mostra artisti africani e della diaspora, provenienti da diversi Paesi: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad e Usa, cui si aggiunge un gruppo di fotografi italiani profondamente connesso alle tematiche del progetto espositivo. Alcune presenze storiche come Malick Sidibé (Soloba-Mali 1936, vive e lavora a Bamako), Leone d’Oro alla Biennale di Venezia 2007 e vincitore di innumerevoli premi internazionali; J.D. Okhai Ojeikere (Ojomo Emai-Nigeria 1930, oggi a Ketou). Ma anche Cedric Nunn (Nongoma-Sudafrica 1957, vive e lavora a Johannesburg); Zak Ové (Londra 1966, vive e lavora tra Londra e Trinidad); George Osodi (Lagos-Nigeria 1974, vive e lavora tra Lagos e Londra), Zanele Muholi (UmlaziSudafrica 1972, vive e lavora a Cape Town). Il percorso si sviluppa in tre parti: Nella prima sezione, una serie di ritratti in esterno di africani alle prese con la realtà urbana nella quale sono emigrati. Nella seconda, vengono presentati i primi ritratti etnografici che suggerivano un’immagine dell’Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. La sezione finale, realizzata rigorosamente da fotografi non africani, è infine dedicata alle foto contemporanee del continente.

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BARTELEMY TOGUO

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- Nadir Magazine ::News:: - http://nadirnews.altervista.org/wordpress -

ROMA: Africa: See You, See Me Africa: See You, See Me a cura di Awam Amkpa Vernissage: mercoledì 4 maggio ore 18,30 Dal 4 maggio al 4 giugno Officine Fotografiche, Via G. Libetta, 1 Roma Trentatré fotografi internazionali daranno voce alla scena artistica africana dagli anni 60 ai giorni nostri. Dal 4 maggio al 4 giugno alle Officine Fotografiche saranno esposte le opere provenienti da 14 Paesi del mondo. Un progetto itinerante, a cura di Awam Amkpa, che illustra le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. La mostra si apre con una presentazione alla quale parteciperanno il curatore, diversi fotografi ed esperti del settore. Il 25 maggio, Giornata Mondiale dell’Africa, spazio anche al volontariato e alle esperienze delle onlus che operano in questo continente. Dopo l’inaugurazione a Lisbona e la prima in Italia, presso la Fondazione Studio Marangoni di Firenze, la mostra fotografica Africa: See you, See me prosegue il suo tour alle Officine Fotografiche di Roma. Nata per testimoniare la grande ricchezza e vitalità artistica di questo continente, Africa: See you, See Me è stata prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University (NYU)per la fondazione portoghese Africa.cont, in collaborazione con il campus fiorentino La Pietra Policy Dialogues della NYU e Officine Fotografiche, coordinamento Manuela De Leonardis. L’esposizione è promossa dall’Assessorato alle Politiche Culturali e Centro storico del Comune di Roma Capitale, dall’Assessorato Cultura Arte e Sport della Regione Lazio e dall’Assessorato allo Spettacolo, Sport del Municipio XI del Comune di Roma Capitale. L’obiettivo della mostra è attirare l’attenzione sui modi in cui gli africani rappresentano se stessi e la loro crescente influenza nel plasmare le modalità contemporanee con cui l’Africa viene fotografata. I fotografi africani hanno, infatti, ereditato modelli di rappresentazione fotografica mutuati dagli archetipi coloniali che raffiguravano gli africani come brandelli di una storia di cui facevano parte ma sulla quale non avevano controllo. Questo progetto «racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa - scrive il curatore Awam Amkpa - nonché la diaspora in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione». Un contesto ricco di fermenti innovativi, di cui Officine Fotografiche si fa promotrice. Artisti africani e della diaspora, provenienti da diversi Paesi: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad e Usa, cui si aggiunge un gruppo di fotografi italiani profondamente connesso alle tematiche del progetto espositivo. Tra questi, per citarne alcuni, si segnalano presenze storiche come Malick Sidibé (Soloba-Mali 1936, vive e lavora a Bamako), Leone d’Oro alla Biennale di Venezia 2007 e vincitore di innumerevoli premi internazionali; J.D. Okhai Ojeikere (Ojomo Emai-Nigeria 1930, oggi a Ketou). Ma anche Cedric Nunn (Nongoma-Sudafrica 1957, vive e lavora a Johannesburg); Zak Ové(Londra 1966, vive e lavora tra Londra e Trinidad); George Osodi (Lagos-Nigeria 1974, vive e lavora tra Lagos e Londra), Zanele Muholi (Umlazi-Sudafrica 1972, vive e lavora a Cape Town). La mostra è organizzata in tre parti, la prima sezione presenta una serie di ritratti in esterno di africani alle prese con la realtà urbana nella quale sono emigrati. Nella seconda vengono presentati i primi ritratti etnografici che suggerivano un’immagine dell’Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. La sezione finale, realizzata da fotografi non africani, è dedicata invece alle fotografie contemporanee dell’Africa e dei suoi abitanti. La serata inaugurale sarà accompagnata da una presentazione alla quale parteciperanno relatori e fotografi. Tra gli altri Awam Amkpa (curatore della mostra), Laura Serani (direttore artistico Rencontres de Bamako), Guido Schlinkert (direttore artistico della galleria Extraspazio di Roma), Mary Angela Schroth (direttore artistico della Sala 1 Arte Contemporanea di Roma) e Marco Delogu (direttore di FotoGrafia, Festival Internazionale di Roma). Fotografie di Marco Ambrosi | Luis Basto | Ologeh Otuke Caharles | Matteo Danesin | Delphine Diallo | Soibifaa Dokubo | Andrew Dosunmu | Anirban Duttagupta | Andrew Esiebo | Angè Le Etoundi Essamba | Ines Goncalves |Patrizia Maimouna Guerresi | Hassan


Hajjaj | Lyle Ashton Harris | Uche Okpa Iroha | Majida Khattari |Stanley Lumax | Mamadou M’Baye | Zanele Muholi | Malik Nejmi | Cedric Nunn | Nii Obodai, J.D. Ojeikere | Alfredo Munoz De Oliveira | George Osodi | Zak Ové | Pauliana Valente Pimentel | Malik Sidibé | Aldo Sodoma | Daniele Tamagni | Hank Willis Thomas | Bartelemy Toguo| Michael Tsegaye| Deb Willis.

News tratta da Nadir Magazine ::News::: http://nadirnews.altervista.org/wordpress Permalink della news:: http://nadirnews.altervista.org/wordpress/2011/04/roma-africa-see-you-see-me/


Africa: See You, See Me Scritto da: Renata De Renzo dell'azienda Renata De Renzo il 14/04/2011.

Africa: See You, See Me A cura di Awam Amkpa Fotografie di Marco Ambrosi | Luis Basto | Ologeh Otuke Caharles | Matteo Danesin | Delphine Diallo | Soibifaa Dokubo | Andrew Dosunmu | Anirban Duttagupta | Andrew Esiebo | Angè Le Etoundi Essamba | Ines Goncalves |Patrizia Maimouna Guerresi | Hassan Hajjaj | Lyle Ashton Harris | Uche Okpa Iroha | Majida Khattari |Stanley Lumax | Mamadou M’Baye | Zanele Muholi | Malik Nejmi | Cedric Nunn | Nii Obodai, J.D. Ojeikere | Alfredo Munoz De Oliveira | George Osodi | Zak Ové | Pauliana Valente Pimentel | Malik Sidibé | Aldo Sodoma | Daniele Tamagni | Hank Willis Thomas | Bartelemy Toguo| Michael Tsegaye| Deb Willis.

Vernissage: mercoledì 4 maggio ore 18,30 Officine Fotografiche Via G. Libetta, 1 Roma Trentatré fotografi internazionali daranno voce alla scena artistica africana dagli anni 60 ai giorni nostri. Dal 4 maggio al 4 giugno alle Officine Fotografiche saranno esposte le opere provenienti da 14 Paesi del mondo. Un progetto itinerante, a cura di Awam Amkpa, che illustra le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. La mostra si apre con una presentazione alla quale parteciperanno il curatore, diversi fotografi ed esperti del settore. Il 25 maggio, Giornata Mondiale dell’Africa, spazio anche al volontariato e alle esperienze delle onlus che operano in questo continente. Dopo l’inaugurazione a Lisbona e la prima in Italia, presso la Fondazione Studio Marangoni di Firenze, la mostra fotografica Africa: See you, See me prosegue il suo tour alle Officine Fotografiche di Roma. Nata per testimoniare la grande ricchezza e vitalità artistica di questo continente, Africa: See you, See Me è stata prodotta dal Dipartimento di Studi Africani della New York University (NYU) per la fondazione portogheseAfrica.cont, in collaborazione con il campus fiorentino La Pietra Policy Dialogues della NYU e Officine Fotografiche,coordinamento Manuela De Leonardis. L’esposizione è promossa dall’Assessorato alle Politiche Culturali e Centro storico del Comune di Roma Capitale, dall’Assessorato Cultura Arte e Sport della Regione Lazio e dall’Assessorato allo Spettacolo, Sport del Municipio XI del Comune di Roma Capitale. L’obiettivo della mostra è attirare l’attenzione sui modi in cui gli africani rappresentano se stessi e la loro crescente influenza nel plasmare le modalità contemporanee con cui l’Africa viene fotografata. I fotografi africani hanno, infatti, ereditato modelli di rappresentazione fotografica mutuati dagli archetipi coloniali che raffiguravano gli africani come brandelli di una storia di cui facevano parte ma sulla quale non avevano controllo. Questo progetto «racconta la storia della fotografia africana e la sua influenza sull’immaginario non africano dell’Africa -scrive il curatore Awam Amkpa - nonché la diaspora in tutte le sue diversità. Insieme, le fotografie sono testi di soggettività africane, archivi di storia e di società in via di sviluppo e metodi per comprendere come le immagini contribuiscono all’emancipazione». Un contesto ricco di fermenti innovativi, di cui Officine Fotografiche si fa promotrice. Artisti africani e della diaspora, provenienti da diversi Paesi: Algeria, Camerun, Etiopia, Ghana, India, Mali, Marocco, Nigeria, Portogallo, Senegal, Sud Africa, Trinidad e Usa, cui si aggiunge un gruppo di fotografi italiani profondamente connesso alle tematiche del progetto espositivo. Tra questi, per citarne alcuni, si segnalano presenze storiche come Malick Sidibé (Soloba-Mali 1936, vive e lavora a Bamako), Leone d’Oro alla Biennale di Venezia 2007 e vincitore di innumerevoli premi internazionali; J.D. Okhai Ojeikere(Ojomo Emai-Nigeria 1930, oggi a Ketou). Ma anche Cedric Nunn (Nongoma-Sudafrica 1957, vive e lavora a Johannesburg); Zak Ové (Londra 1966, vive e lavora tra Londra e Trinidad); George Osodi (Lagos-Nigeria 1974, vive e lavora tra Lagos e Londra), Zanele Muholi (Umlazi-Sudafrica 1972, vive e lavora a Cape Town). La mostra è organizzata in tre parti, la prima sezione presenta una serie di ritratti in esterno di africani alle prese con la realtà urbana nella quale sono emigrati. Nella seconda vengono presentati i primi ritratti etnografici che suggerivano un\'immagine dell\'Africa come luogo selvaggio popolato dai primitivi dell’Europa. La sezione finale, realizzata da fotografi non africani, è dedicata invece alle fotografie contemporanee dell’Africa e dei suoi abitanti. La serata inaugurale sarà accompagnata da una presentazione alla quale parteciperanno relatori e fotografi. Tra gli altriAwam Amkpa (curatore della mostra), Laura Serani (direttore artistico Rencontres de Bamako), Guido Schlinkert(direttore artistico della galleria Extraspazio di Roma), Mary Angela Schroth (direttore artistico della Sala 1 Arte Contemporanea di Roma) e Marco Delogu (direttore di FotoGrafia, Festival Internazionale di Roma).

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AFRICA: SEE YOU, SEE ME Autore: Officine fotografiche - Pubblicato il 15/04/11 - Categoria Mostre Questo articolo non ha ancora ricevuto feedback. Questa pagina è stata visitata 235 volte Share |

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Trentatré fotografi internazionali daranno voce alla scena artistica africana dagli anni 60 ai giorni nostri. Dal 4 maggio al 4 giugno alle Officine Fotografiche saranno esposte le opere provenienti da 14 Paesi del mondo. Un progetto itinerante, a cura di Awam Amkpa, che illustra le influenze della fotografia africana post-coloniale sul linguaggio visivo nella rappresentazione dell’Africa e della sua diaspora. La mostra si apre con una presentazione alla quale parteciperanno il curatore, diversi fotografi ed esperti del settore. Il 25 maggio, Giornata Mondiale dell’Africa, spazio anche al volontariato e alle esperienze delle onlus che operano in questo continente. Dopo l’inaugurazione a Lisbona e la prima in Italia, presso la Fondazione Studio Marangoni di Firenze, la mostra fotografica Africa: See you, See me prosegue il suo tour alle Officine Fotografiche di Roma.

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I colori del Continente Nero. Nella mostra fotografica “See you, see me” | Arte

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

I colori del Continente Nero. Nella mostra fotograica “See you, see me” LUNEDÌ 09 MAGGIO 2011 00:00 ELENA MATTEUCCI

Se si trattasse di una semplice mostra fotografica, discuteremmo di tecnica, colori, impressioni. Ma questa rassegna non vuole solamente mostrarci i volti dell’Africa. È un viaggio di ritorno a casa. See you, see me ripercorre la storia del più antico continente del mondo, la culla dell’umanità, senza retorica e luoghi comuni. Lo fa attraverso uno sguardo fatto di molti occhi, quelli dei fotografi che da ogni parte del mondo hanno arricchito questa preziosa collezione di scatti. Un’occasione unica per immergersi nei colori e le atmosfere che evocano in noi un senso di appartenenza, di ritorno a radici lontane. Immagini di gioia e di dolore, di quotidianità e spiritualità, benché contrastanti fra loro, sono fuse in un unico percorso, tutte intrinsecamente legate alla vita, protagonista assoluta e involontaria in tutti i ritratti. Ma la mostra è anche un’opportunità per osservare come si sia evoluta negli anni la storia della fotografia africana. Potrete ammirare antiche testimonianze del periodo coloniale, foto sbiadite dei capi tribù che risalgono ai primi del ‘900, oltre ai numerosi ritratti di famiglia. Molte composizioni rendono evidente come i fotografi africani abbiano sempre cercato di arricchire i propri scatti di una grande creatività; anche in un semplice ritratto, c’è sempre un approccio creativo nel rappresentare i soggetti. Ed è interessante notare come l’Africa venga percepita dai fotografi africani e dai fotografi stranieri (ma chi può dirsi davvero straniero in Africa?). Trentasei artisti che ci parlano di riti magici, di cori gospel, di lavoro in miniera… Foto in posa e scatti “rubati” per le vie confusionarie delle coloratissime città. Benché ogni opera contraddistingua il punto di vista dell’artista, c’è un elemento di fondo onnipresente; un’intimità con i posti, la gente, le culture, a sottolineare un legame indissolubile che unisce a questa terra. Africa: See you, see me è dunque il titolo della tappa romana di questa mostra “in evoluzione”, perché pronta ad accogliere sempre nuovi contributi fotografici per arricchire questo grande archivio sull’Africa. Tra i vari fotografi in mostra, anche gli italiani Marco Ambrosi, Matteo Danesin, Guerresi, Aldo Sodoma e Daniele Tamagni hanno dato la loro personale visone dell’Africa attraverso scatti significativi. Un omaggio alla creatività e allo splendore del Continente Nero. Sullo sfondo, il tentativo di creare una grande mappa delle fotografie su di esso, con l’auspicio che gli artisti continuino a riscriverne la storia attraverso le diverse rappresentazioni della cultura africana. La mostra rimarrà aperta dal lunedì al venerdì, fino al 4 Giugno 2011. orari: 10:00 -13.00 | 15:00 -19:00 Per informazioni Officine Fotografiche Via G. Libetta 1, 00154 Roma tel. +39 06.51.25.019 www. officinefotografiche.org

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I colori del Continente Nero. Nella mostra fotograica “See you, see me” LUNEDÌ 09 MAGGIO 2011 00:00 ELENA MATTEUCCI

Se si trattasse di una semplice mostra fotografica, discuteremmo di tecnica, colori, impressioni. Ma questa rassegna non vuole solamente mostrarci i volti dell’Africa. È un viaggio di ritorno a casa. See you, see me ripercorre la storia del più antico continente del mondo, la culla dell’umanità, senza retorica e luoghi comuni. Lo fa attraverso uno sguardo fatto di molti occhi, quelli dei fotografi che da ogni parte del mondo hanno arricchito questa preziosa collezione di scatti. Un’occasione unica per immergersi nei colori e le atmosfere che evocano in noi un senso di appartenenza, di ritorno a radici lontane. Immagini di gioia e di dolore, di quotidianità e spiritualità, benché contrastanti fra loro, sono fuse in un unico percorso, tutte intrinsecamente legate alla vita, protagonista assoluta e involontaria in tutti i ritratti. Ma la mostra è anche un’opportunità per osservare come si sia evoluta negli anni la storia della fotografia africana. Potrete ammirare antiche testimonianze del periodo coloniale, foto sbiadite dei capi tribù che risalgono ai primi del ‘900, oltre ai numerosi ritratti di famiglia. Molte composizioni rendono evidente come i fotografi africani abbiano sempre cercato di arricchire i propri scatti di una grande creatività; anche in un semplice ritratto, c’è sempre un approccio creativo nel rappresentare i soggetti. Ed è interessante notare come l’Africa venga percepita dai fotografi africani e dai fotografi stranieri (ma chi può dirsi davvero straniero in Africa?). Trentasei artisti che ci parlano di riti magici, di cori gospel, di lavoro in miniera… Foto in posa e scatti “rubati” per le vie confusionarie delle coloratissime città. Benché ogni opera contraddistingua il punto di vista dell’artista, c’è un elemento di fondo onnipresente; un’intimità con i posti, la gente, le culture, a sottolineare un legame indissolubile che unisce a questa terra. Africa: See you, see me è dunque il titolo della tappa romana di questa mostra “in evoluzione”, perché pronta ad accogliere sempre nuovi contributi fotografici per arricchire questo grande archivio sull’Africa. Tra i vari fotografi in mostra, anche gli italiani Marco Ambrosi, Matteo Danesin, Guerresi, Aldo Sodoma e Daniele Tamagni hanno dato la loro personale visone dell’Africa attraverso scatti significativi. Un omaggio alla creatività e allo splendore del Continente Nero. Sullo sfondo, il tentativo di creare una grande mappa delle fotografie su di esso, con l’auspicio che gli artisti continuino a riscriverne la storia attraverso le diverse rappresentazioni della cultura africana. La mostra rimarrà aperta dal lunedì al venerdì, fino al 4 Giugno 2011. orari: 10:00 -13.00 | 15:00 -19:00 Per informazioni Officine Fotografiche Via G. Libetta 1, 00154 Roma tel. +39 06.51.25.019 www. officinefotografiche.org

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展览 Exhibitions 草场地合作空间展览 Partner Spaces in Caochangdi Exhibitions

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

展览 Exhibitions 草场地合作空间 Partner Spaces in Caochangdi

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展览 Exhibitions 草场地合作空间展览 Partner Spaces in Caochangdi Exhibitions

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

非洲:你看我,我看你!

Africa: See You, See Me!

时间:4⽉23⽇ - 5⽉22⽇ 地点:荔空间 北京草场地红一号F座, 100015 电话:+86 (10) 5127 3272 星期⼆⾄星期⽇,上午10时 - 下午6时 展览背景: 主旨:后殖⺠时代的非洲摄影及其对非洲国家和海外非洲人产生的全 球化影响 《非洲:你看我,我看你!》摄影展描绘了非洲摄影的历史,诉说这 段历史如何影响了非洲以外人士对非洲及其不同离散族群所抱有的幻想。 照片、展现非洲人民主观性的文件、历史档案及正在衍生的社会,有助于 理解影像对解放非洲所作出的贡献。一系列照片揭示了殖民主义和新殖民 主义非洲社会的病理特征,描述了一些从高压国家中解脱出来的非洲族 群。其中一些照片记录了非洲人民参与国家事务以及后民族自愿社会的形 成,记录了他们如何以自愿社会为手段争取决策权。非洲不仅是一片空 间,更是牵动非洲大陆内外,如欧洲、美洲和亚洲人众多情感的地方,让 非洲艺术家可安然置身其中。这些艺术家现身于家国以外的展览场馆,在 那些近期由非洲以外的摄影师拍摄非洲及非洲人民的照片上留下标记。再 者,他们的出现促进了非洲人民之间,讨论有关自我表现对家国的意义, 亦对有关自我表现的互文对话,起了催化作用。 《非洲:你看我,我看你!》摄影展在展示非洲摄影历史的同时,再 次刷新了人们对非洲社会的认识。此次展览由里斯本当代艺术中心和 AFRICA.CONT 发起。在经历了纽约、里斯本、安卡拉、拉各斯、佛罗伦 萨的巡展之后,主办方安哥拉—澳门协会选择北京荔空间为中国巡展的展 场,并邀请纽约大学提西艺术学院的教授亚旺•安柏为策展人,玛达拉•希 雷尔、顾振清为联合策展人,担纲由此次展览策展工作,并使其成为 “2011草场地摄影季” 的⼀个重要组成部分。草场地摄影季与国际知名的阿 尔勒摄影节为期三年的合作,打造了一个备受瞩目的 “2011草场地摄影季 ——阿尔勒在北京” 的展⽰平台。在此全方位的平台上,《非洲:你看我, 我看你!》摄影展将有助于中国与非洲交流关系的不断深化,在中国人民 与非洲人民的经济交往迅速升温的21世纪,提升彼此之间的文化认知。

Date: April 23 – May 22 Venue: Li Space Red No. 1-F Building Caochangdi, Chaoyang District, Beijing 100015 Tel: + 86 (10) 5127 3272

Tuesday to Sunday, 10:30 a.m. 6:00 p.m. Africa: See You, See Me! presents the history of African photography and its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all its diversity. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neocolonial Africa by depicting the continent’s communities disentangling themselves from repressive nation states. While some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Africa is more than a place. Africa is also in many spaces within and beyond the continent – in Europe, the Americas, and Asia -- that African artists pry open to install their presence. Their interventions in exhibition halls beyond the continent of their heritage have made a mark on recent photographs of Africa and Africans by non-African photographers. Moreover, they have spurred intra-African and inter-textual dialogues about self-representation in Africa itself. The exhibition was the result of a proposal made by Lisbon’s centre of contemporary arts, AFRICA.CONT, to Awam Amkpa, the exhibition’s curator and professor at the Tisch School of the Arts at New York University. After touring New York, Lisbon, Accra, Lagos, and Florence, the Macau-Angola Association invited Awam Amkpa to bring the exhibition toLi Space as part of the 2011 Caochangdi PhotoSpring - Arles in Beijing. The Macau-Angola Association believes that it is important to promote a cultural exchange between Africa and China given the increasing strength of the economic relationship between the two regions.

出品⼈:AFRICA CONT,⾥斯本 协办:纽约大学非洲研究机构 策展⼈:亚旺•安柏 Produced by AFRICA CONT (LISBOA) 联合策展人:玛达拉•希雷尔、顾振清 Developed by The African Studies Program at New York University 组织及制作管理:马努埃尔·C·S(Lines Lab ltd) Organization and Production Managed by Manuel C S (Lines Lab ltd) 制作协调:克拉拉·布⾥托、乔纳·克利亚·达·斯利⽡ Production Coordinated by Clara Brito and Joana Correia da Sliva 北京执行团队:利奥·德·波斯基松(86/33 LINK)、马力(Shuang Culture Produced in Beijing by Leo de Boisgisson (86/33 LINK) and Marie ltd) Terrieux (Shuang Culture ltd) 展览由北京荔空间、安哥拉-澳门协会和草场地摄影季共同主办 Curated by Awam Amkpa www.li-space.com

Co-Curated by Madala Hilaire and Gu Zhenqing Exhibition presented by Li Space, the Angola – Macau Association, and Caochangdi PhotoSpring. www.li-space.com

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AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

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:2011/4/23---2011/5/22 Venue :Li-Space,Red No.1-F,Caochangdi,Beijing. Artist(s):

“AFRICA: SEE YOU, SEE ME!”

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AFRICA: SEE YOU, SEE ME! portrays the history of African photography and also its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neocolonial Africa by depicting the continent’s communities disentangling themselves from repressive nation states. While some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Africa is more than a place. It is also in the many spaces of sensibility within and beyond the continent – in Europe, the Americas, and Asia -- that African artists pry open to install their presence. Their interventions in exhibition halls beyond the continent of their heritage have made a mark on recent photographs of Africa and Africans by non African photographers. Moreover, they have spurred intraAfrican, inter-textual dialogues about self-representation in Africa itself. AFRICA: SEE YOU, SEE ME! Portrays the history of African photography and also its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity. The exhibition was the result of a proposal made by Lisbon’s centre of contemporary arts, AFRICA.CONT to Awam Amkpa, the exhibition’s curator, and professor at Tisch School of the Arts at the New York University. After touring New York, Lisbon, Accra, Lagos and Florence, the Macau- Angola Association invited Awam Amkpa to bring the exhibition to Li-Space as part of the 2011 Caochangdi PhotoSpring of Arles in Beijing. The Macau – Angola Association, believes that it is important to promote a cultural exchange between Africa and China given the today’s ever more strong economical relation.

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How Africans Want to Be Seen -- Scene Asia - Scene Asia - WSJ

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

APRIL 27, 2011, 3:31 PM HKT

How Africans Want to Be Seen African Photography

A new exhibit at Li-Space in Beijing’s Caochangdi district aims to refashion the traditional visual impression of Africa – that of famine, war and poverty – through images that show a continent of culture, hope, imagination and dreams. “Africa: See You, See Me!” features the work of 36 African and non-African photographers, including Angele Etoundi Essamba from Cameroon, Moroccan Majida Khattari and Italian Marco Ambrosi. China, which has a growing business presence in Africa, seemed an important place to display the photographs, said Awam Amkpa, the exhibition’s curator, who described the images in the show as an illustration of “how Africans want to be seen rather than how they are forced to be seen.”

"Africa: See You, See Me!" is a new exhibit at Li-Space in Beijing’s Caochangdi district that aims to refashion the traditional visual impression of Africa – that of famine, war and poverty – through images that show a continent of culture, hope, imagination and dreams.

The Chinese “don’t know the diversity, the robustness of African culture,” Mr. Amkpa, a Nigerian, said. “I think it is an opportunity for us to show this Africa that is a very modern and diverse continent…. We are not always at war. We are not always starving.”

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The exhibition is arranged with images from contemporary Africa that lead back in time to works done by early African photographers in the middle of the 20th century. Mr. Amkpa, who is based in New York, said this flow is intended to provide audiences with a glimpse of how far African photography has come since it emerged in the 1950s.

The Indian Memory Project

It begins with work from contemporary photographers, such as Ms. Essamba, who capture African

What's a Bollywood Star's Day Like? Ask Mark

people and their lives in moments of imagination, reinvention and empowerment. Portraits of North African women by Moroccan photographer Majida Khattari, for example, show some wearing black veils and some who are nearly naked. They are designed to raise questions about the hijab—the

'Trust’ Is …a Smile When Sugimoto Met Rodin The V&A in Bangalore

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traditional head scarf worn by many Muslim women—as well as about the objectification of the female body in Africa, according to Mr. Amkpa.

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How Africans Want to Be Seen -- Scene Asia - Scene Asia - WSJ

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The show does include a few images of Africa’s extreme poverty, despite the curator’s missive: Works by George Osodi, a photographer from Nigeria, show Africans toiling in gold mines in Ghana. These photos are placed next to a portrait of a Ghanian mine owner wearing an elaborate robe and adorned in gold jewelry, a contrast intended to illustrate the extreme exploitation of the poor. Another section of the exhibit showcases work from non-African photographers to highlight artists who are “referencing new African ideas of representation in their own work,” said Mr. Amkpa. Italian Marco Ambrosi drove a truck with a backdrop and furniture to a Pentecostal church in Italy to capture portraits of members of the African diaspora there, many of whom who work in factories or on farms but show up to church on Sundays in elaborate clothing for worship. Mr. Ambrosi’s photos, according to Mr. Amkpa, are a direct reference to portraits by early African photographers, such as Malik Sidibe and Mamadou M’Baye, who took studio portraits in the 1950s and ’60s of newly urbanized Africans embracing a new cosmopolitanism that was starkly different from their lives in the countryside. In those photos, people are dressed in campy clothing and pose with motorcycles and other props against elaborate backdrops. The black-and-white portraits present a fantasy world in which their subjects aspired to live, said Mr. Amkpa, one that was different from the colonial images of Africans. A section of the exhibition is dedicated to a set of images from the 1900s, a time when, according to the curator, Africans were the objects of photos rather than the subjects of photos. The Chinese “are going to be the new colonialists. After the Europeans, they are going to be the next. It is happening,” said the Cameroon photographer Ms. Essamba, referring to what she says is the “staggering” number of Chinese moving to Africa. “Africa is like the new Eldorado for them. I am happy that they come and that they plan to build things, but it would be great if they could involve our own people. This is the idea, actually.” Get Scene in your inbox by subscribing to our daily newsletter.

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Caochangdi PhotoSpring - Art - Time Out - Beijing

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Caochangdi PhotoSpring A detailed look at some of the photographic work on display at the Caochangdi PhotoSpring festival

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A detailed look at some of the photographic work on display at the Caochangdi PhotoSpring festival Other users also viewed 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10.

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2011 Education Guide The essential guide for parents and kids. Schools, sights, kid-friendly restaurants and much more!

The opening week of this year’s edition of Caochangdi PhotoSpring will take place from April 23 through May 1. The majority of the exhibitions will run through May 31. During this week of festivities, each of the partnering Caochangdi galleries will host different activities such as exhibition openings, lectures, evening concerts, documentary film screenings and slideshows. Myriad Visions: The 2011 Three Shadows Photography Award Exhibition Date: April 23 – June 30 Venue: Three Shadows Photography Art Centre, No. 155 A Caochangdi Chaoyang District, Beijing 100015 Tel: 6432 2663 Tuesday to Sunday, 10.00AM-6.00PM. Due to the significant support of partner institutions,the 2011 Three Shadows Photography Award has received a significant positive response from photographers. This year, Three Shadows received over two hundred submissions for the competition. From this pool of applicants, the Three Shadows curatorial team selected twenty photographers to participate in Myriad Visions: The 2011 Three Shadows Photography Award Exhibition. www.threeshadows.cn Reappearance: The Arles 1988 China Exhibition

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Date: April 23 – June 30 Venue: Three Shadows Photography Art Centre, No. 155 A Caochangdi, Chaoyang District, Beijing, 100015 Tel: 6432 2663 Tuesday to Sunday, 10.00AM – 6.00PM In July 1988, the Rencontres d’Arles Photography Festival presented a large-scale China exhibition. This marked the first time that Chinese photography appeared in a major international photography festival. The exhibition was given unprecedented international attention and caused animated discussion in China. This exhibition is based on the important parts of the China exhibition in Arles in 1988, Wu Yinxian: The Father of Chinese Photography and Chinese Photographers Today: Xia Yonglie, Chen Baosheng, Ling Fei, Gao Yuan, and Zhang Hai’er, in an attempt to reexamine the position of photography in China today through the recovery of this special moment in the development of Chinese photography. Curated by RongRong and Bérénice Angremy www.threeshadows.cn Eikoh Hosoe: Photographic Scrolls

Date: April 23 – May 31 Venue: Three Shadows Photography Art Centre (Multi-Function Hall), No. 155 A Caochangdi, Chaoyang District, Beijing 100015 Tel: 6432 2663 Tuesday to Sunday, 10.00AM–6.00PM Eikoh Hosoe was born in 1933 in Yamagata Prefecture, Japan. He is currently the Director of the Kiyosato Museum of Photographic Arts. For the last half a century, Hosoe has devoted himself to photographic activities and he has become one of the most internationally renowned Japanese photographers. At age eighteen, he won an important Japanese photography prize, which encouraged him to become a photographer. When he was young, Hosoe had extensive contact with the world of art and culture. At that time in Japan, photography was generally regarded as a documentary and reporting tool. It was in this environment that Hosoe began his explorations into the expression of internal consciousness. Curated by RongRong & inri www.threeshadows.cn Chris Marker: Slices of Life Date: April 23 –May 31 Venue: Jing Yi Art Space No.319 Caochangdi, Chaoyang District, Beijing, 100015 Tel: 8456 7945 Tuesday to Sunday, 10.00AM – 6.00PM French artist Chris Marker, born in 1921, is best known for his innovative films. Cinematic equivalents of a radical kind of creative nonfiction, they are often partly autobiographical and move vertiginously between present and past, until the two are one. His still camerawork is not as well known as his movies, but Marker has been taking photographs as long as he has been making films. Based on Staring Back, Slices of Life presents more than one hundred black-and-white photographs from Marker's personal archives, taken between 1952 and 2006. Curated by Bérénice Angremy

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Caochangdi PhotoSpring - Art - Time Out - Beijing

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Curated by Bérénice Angremy Exhibition presented by Caochangdi PhotoSpring, Peter Blum Gallery, and Jing Yi Art Space. Nan Hao: Making Void Date: April 23 – May 31 Venue: Where Where Exhibition Space No. 319-1, East End Art Zone A, Caochangdi Village, Chaoyang District, Beijing, 100015 Tel: 135 2102 1603 Tuesday to Saturday, 10.00AM – 5.30PM Nan Hao presents a photographic installation that juxtaposes the body with the urban landscape. By putting his body to the test and pushing the limits between space and the human body, he raises questions concerning the urgency of naturalism, emptiness, and the corporeal body. He considers the basic human experiences that we have lost within contemporary culture and the dominance of materialism and technology. Collectively his work examines how our behavior has been constructed by dominating functional, cultural, and social instruments which have directed us to do things “normally” in order to fit in the social norm. He considers the challenges in understanding our psychological and physical abilities in the face of this overwhelmingly utilitarian society. Curated by Gordon Laurin Exhibition presented by Where Where Exhibition Space. YAMAMOTO Masao: KAWA=Flow Date: April 23 – May 31 Venue: Mizuma & One Gallery No.241-15 Caochangdi Village, Cuigezhuang, Chaoyang District, Beijing 100015 Tel: 5127 3267/68 Wednesday to Sunday, 10.00AM – 6.00PM Masao Yamamoto is one of the most internationally influential Japanese photographers. He was born in 1957 in Aichi Prefecture, Japan. Yamamoto initially studied oil painting, but he entered the world of photography in the 1980s. He is world-famous for his small-scale photographs and he attempts to give each photograph a life of its own. He blurs the line between photography and oil painting; sometimes he paints on the photographs, stains them with dye or tea, or tears them. He often photographs subjects such as still lifes, the human body, and landscapes. He has even produced installations, using small photographs to show how each fragment composes part of much larger reality. This exhibition of Masao Yamamoto’s work features the everyday details of his life and mountainous landscapes; they are fragments of real life. They express an “emptiness” that transcends time and meaning. The works exhibited will penetrate the concepts of “emptiness” and “nothing.” Exhibition presented by Mizuma & One Gallery (Beijing/Tokyo) and Caochangdi PhotoSpring. www.mizuma-one.com Impossible Exhibition Date: April 23—May 31 Venue: Matthias Küper Galleries 249-3 Caochangdi, Airport Service Road, Chaoyang District, Beijing, 100015, Tel: 1870 133 2875 Tuesday to Sunday, 11:00AM – 6:00PM Impossible is the most analog adventure of our times: after Polaroid discontinued film production in 2008, Impossible saved the last production plant and is now passionately manufacturing new analog instant films for Vintage Polaroid cameras. Thus Impossible prevents millions of perfectly functioning Polaroid cameras from becoming obsolete, changes the world of photography and keeps variety, tangibility and analogue creativity and possibilities alive. Impossible Exhibition celebrates the unique legacy and the creative future of analog instant photography. Initiated by Valerie Hersleven for the 2010 Rencontres d'Arles Photography Festival in France, the Impossible Exhibition has been invited to travel to Caochangdi PhotoSpring - Arles in Beijing. Curated by Valerie Hersleven Exhibition presented by the Impossible Project, Matthias Küper Gallery Beijing, and Caochangdi PhotoSpring. www.impossiblexhibition.com/ www.the-impossible-project.com/ www.kueper-galleries.com Blue Shadow: Recent Works by Zhang Dali

http://www.timeoutbeijing.com/features/Art/11620/Caoshangdi-PhotoSpring.html

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Caochangdi PhotoSpring - Art - Time Out - Beijing

AFRICA: SEE YOU SEE ME EXHIBITION

Date: April 23 –May 31 Venue: No. 53 Yard, Caochangdi, Chaoyang District, Beijing, China Tuesday to Sunday, 10.00PM. - 6.00PM During this year's Caochangdi PhotoSpring, a new series of cyanotype works by Zhang Dali will be presented in the form of a solo exhibition. In 1842, three years after the invention of photography, scientist Sir John Herschel (1792-1871) invented this long-lasting blueprint photographic technique. It was the first non-argentotype procedure to use silver iodide. One of the reasons Zhang Dali has opted to make use of this antiquated technique is that the popularization of contemporary digital techniques and the misuse of PhotoShop has rendered us unable to distinguish the line between the real and the virtual. The second reason is that the entire world is engulfed by the age of information proliferation. We are supplied with a fast and furious stream of information but the source of this information is by no means entirely accurate and there is a great deal of exaggeration. The final reason is that, as artists become increasingly reliant on digital techniques, insolated in their studios and deluded by production assistants, they move further and further away from real life and work. Curated by Bérénice Angremy Exhibition presented by Caochangdi PhotoSpring. Africa: See You, See Me!

Date: April 23 – May 22 Venue: Li Space Red No. 1-F Building Caochangdi, Chaoyang District, Beijing 100015 Tel: + 86 (10) 5127 3272 Tuesday to Sunday, 10:30AM - 6:00PM Africa: See You, See Me! presents the history of African photography and its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all its diversity. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neocolonial Africa by depicting the continent’s communities disentangling themselves from repressive nation states. While some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Curated by Awam Amkpa Co-Curated by Madala Hilaire and Gu Zhenqing Exhibition presented by Li Space, the Angola – Macau Association, and Caochangdi PhotoSpring. www.li-space.com

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PhotoSpring 2011 opens - GlobalTimes

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PhotoSpring 2011 opens Source: Global Times

[09:12 April 26 2011]

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The second Beijing International Photography festival kicked off Saturday at Caochangdi with a program of over 30 photography exhibitions, photofolio reviews, symposia, concerts and screenings. Exhibition Africa: See you, See me! opened at Li-Space until May 22. See www.ccdphotospring.com for more details. Photo: Courtesy of PhotoSpring

http://beijing.globaltimes.cn/culture/2011-04/648661.html

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Photography Exhibition "Africa: See You, See Me!" in Beijing--News-Artron.net

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Photography Exhibition "Africa: See You, See Me!" in Beijing Resource:artlinkart 2011-04-27 10:36:23

Click here to see Exhibition Online April 23th, A group exhibition named 'AFRICA: SEE YOU, SEE ME!' opens in Li-Space, Beijing. AFRICA: SEE YOU, SEE ME! portrays the history of African photography and also its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neocolonial Africa by depicting the continent’s communities disentangling themselves from repressive nation states. While some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Africa is more than a place. It is also in the many spaces of sensibility within and beyond the continent – in Europe, the Americas, and Asia -- that African artists pry open to install their presence. Their interventions in exhibition halls beyond the continent of their heritage have made a mark on recent photographs of Africa and Africans by non African photographers. Moreover, they have spurred intra-African, intertextual dialogues about self-representation in Africa itself. This exhibition cooperated by Chinese famous curator Gu Zhengqing and the other two foreign curators named Awam Amkpa, Madala Hilaire. 'AFRICA: SEE YOU, SEE ME! ' is also a part of Caochangdi Photospring 2011 which will last a mouth.

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L’Afrique s’expose à Pékin 07/05/2011 | Benjamin Gauducheau (Aujourd'hui la Chine) (http://chine.aujourdhuilemonde.com/auteur /benjamin-gauducheau-aujourdhui-la-chine) . Poster un commentaire (#comment-form)

Pour la deuxième édition festival de photographie d’Arles à Pékin, l’Afrique s’expose à Caochangdi. Comment les Africains se voient-ils ? L’exposition « See you, see me » tente de répondre à cette question. L’occasion d’apporter une autre vision d’un continent où la Chine est très présente.

crédit photo : P.Maimouna Gueressi

« See you, see me » détonne dans la multitude d’expositions photographiques qu’accueille en ce moment le village de Caochangdi, au nord de Pékin, pour la deuxième édition du festival de photographie d’Arles dans la capitale chinoise. L’exposition, qui n’en est pas à son tour d’essai (elle a déjà tourné dans de nombreuses grandes villes du monde), détonne d’abord par son sujet : l’Afrique, soudain, au millieu de cette banlieue pékinoise. Elle détonne ensuite par ses couleurs, vives et chaleureuses, et par une impression de joyeux fouillis qui tranche avec les grandes salles presque vides que l’on trouve dans les autres galeries. L’idée de base de Awam Amkpa, le conservateur nigérian de « See you, see me », est de « dépeindre un bout de l’Histoire de la photographie africaine, et de son influence sur les imaginaires non-africains de l’Afrique et de la diaspora africaine dans toute sa diversité ». Pour cela, trois étapes, à travers de nombreux pays du continent noir : dans la première, le spectateur découvre l’Afrique par les yeux du colon, qui y a amené la photographie. Arrivent ensuite les photos d’Africains qui s’emparent de l’appareil, et commencent à questionner leur propre représentation. Des photos parfois désuettes, parfois drôles, parfois plus sociales, comme cette servante noire dans son tablier, accroupie, frottant le sol au ras duquel le photographe est posté, avec, en premier plan, les jambes blanches d’une dame, sa belle robe et ses hauts talons. Enfin, dans la dernière salle, on découvre des travaux plus modernes, de photographes du monde entier qui représentent l’Afrique par des oeuvres plus modernes, à la plastique plus travaillée. Chinafrique Présenter une exposition sur l’Afrique en Chine, c’est qu’on le veuille ou non un faire un clin d’oeil à ce qui est désormais connu comme la Chinafrique, soit la présence du géant asiatique sur le continent noir. « On se représente souvent la Chinafrique comme des accords économiques obscurs entre dictatures, qui n’incluent pas d’échanges culturels, explique Leo de Boisgisson, productrice de l’exposition à Pékin. Il est donc important de présenter l’Afrique et comment les Africains se voient eux-même aux Chinois. » En Chine, les Africains sont en effet l’objet de beaucoup de préjugés ; quant à la présence chinoise en Afrique, pour beaucoup constituée d’ouvriers migrants qui restent en autarcie sur leurs chantiers, elle n’est pas toujours très bien vécue par les locaux. Les organisateurs de l’exposition ont donc voulu profiter de l’occasion pour créer un dialogue. « Lors du vernissage de l’exposition, beaucoup de grands photographes chinois étaient venus, et il y a eu des échanges très intéressants entre eux et les photographes africains. Des deux côtés, on

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les sent en demande de nouveaux pays et de nouvelles choses à faire, et en ce sens, ils se désintéressent de plus en plus de l’Europe. » Preuve de cet intérêt commun, le co-conservateur de l’exposition, le Chinois Gu Zhenqin, par ailleurs fondateur de la première galerie d’art contemporain indépendante de Shanghai, a pour projet d’aller en Afrique, accompagné d’autres photographes. L'exposition Africa : See y ou, See me est à voir jusqu'au 22 mai à l'espace Li, Red No.1-F, Caochangdi, Beijing, China. Elle se tient dans le cadre du festival Caochangdi PhotoSpring (http://www.ccdphotospring.com /ccdphotospring/index.html) , Arles in Beijing 2011. Culture (http://chine.aujourdhuilemonde.com/tag/culture)

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由 好戏速递 于 星期⼀, 2011-04-11 10:58 发表 2011-04-23 10:30 - 2011-05-22 18:00

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Africa: See You, See Me! - Caochangdi Photospring 2011 · Arles in Beijing When: April 23 - May 22, 2011 Where: Li Space

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非洲:你看我,我看你!-2011年草场地摄影季·阿尔勒在北京 AFRICA: SEE YOU, SEE ME! presents the history of African photography and its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all its diversity. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neocolonial Africa by depicting the continent's communities disentangling themselves from repressive nation states. While some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Africa is more than a place. Africa is also in many spaces within and beyond the continent - in Europe, the Americas, and Asia - that African artists pry open to install their presence. Their interventions in exhibition halls beyond the continent of their heritage have made a mark on recent photographs of Africa and Africans by non-African photographers. Moreover, they have spurred intraAfrican and inter-textual dialogues about self-representation in Africa itself. The exhibition was the result of a proposal made by Lisbon's centre of contemporary arts, AFRICA.CONT to Awam Amkpa, the exhibition's curator and professor at the Tisch School of the Arts at New York University. After touring New York, Lisbon, Accra, Lagos, and Florence, the Macau- Angola Association invited Awam Amkpa to bring the exhibition to Li-Space as part of the 2011 Caochangdi PhotoSpring of Arles in Beijing. The Macau - Angola Association believes that it is important to promote a cultural exchange between Africa and China given the increasing strength of the economic relationship between the two regions.

http://www.mask9.com/node/25146

们说:

TA

初中,美术老师叫我们回答,“为什么蒙... 还记得上高中那会中国美术馆有个印象 派... 啊 话说 【叁号电影院•伍⽉•看岩井俊⼆残酷の... 听他们演出时总有一种别样的感觉~~ 楼主是不是南方的阿,我就见过板栗和 1 of 3


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李... 敢问楼主是哪的人~~~!我要嫁到那 边... 中意中意!那些美妙的⾳乐和美丽的故 事... ⼝⽔啊!想吃到这些必须得回家才行 呢!... 今天给我爸打电话,才知道,端午节还 是... 大家多多支持!^^ 现在应该没有人会收到家书了吧?顶多 就... 我只是想知道,这个是什么概念?我没 看... 天机,荒村客 万 楼主,和你相⽐,我的童年是怎 惨 故事很 看了。大学的的 乱

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© ZAK OVE Produced by AFRICA CONT (LISBOA) Developed by The African Studies Program at New York University Organization and Production Managed by Manuel C S (Lines Lab ltd) Production Coordinated by Clara Brito and Joana Correia da Sliva Produced in Beijing by Leo de Boisgisson (86/33 LINK) and Marie Terrieux (Shuang Culture ltd)

Curated by Awam Amkpa Co-Curated by Madala Hilaire and Gu Zhenqing Exhibition presented by Li Space, the Angola - Macau Association, and Caochangdi PhotoSpring.

Opening Hours: Tuesday to Sunday, 10:30 am - 6pm Tel: 010-51273272 Add: Red No.1-F Building Caochangdi, Chaoyang District

*Information provided by Three Shadows Photography Art Centre

http://www.mask9.com/node/25146

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Arles at Beijing 3 | La Lettre de la Photographie

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La Lettre de la photographie.com Tuesday10.05.2011 Search Home Agenda About Contact Subscribe Festival

Arles at Beijing 3 An abundance of photographers gathered over this sunny Spring weekend to celebrate the opening of the second edition of “Caochang di, Photo Spring, Arles in Beijing”. The Three Shadows 2011 Prize (named after the magnificent photo center created by photographers Rong Rong and Inri) was awarded to Chen Zhe for works featuring the juxtaposition of photos and their transmission of feelings of personal tragedy. The exhibitions will be displayed throughout the artsy neighborhood Caochang di (near 798/Dashanzi) where many of the beautiful galleries were designed by imprisoned Ai Wei Wei, whose absence weighed heavily on the event. Eikoh Hosoe offered a new presentation of three projects including Ordeal by Roses created with the poet Mishima. The collection was magnificently presented on traditionally inspired paper rolls. The subtle work by Japanese artist Yamamoto Masao featured miniature photos hanging delicately on a wall. Constantly experimenting with new materials, Chinese photographer Zhang Dali presented beautiful oversized cyanotypes. At the CAAW gallery, French artist Bernard Pras developed a magnificent installation of fabrics and furniture that, seen from above, evoked a black and white picture of a woman being arrested by a soldier. Africa : See you See me, is an eclectic exhibition at the Li Space Gallery featuring a panorama of contemporary African photography of which the most remarkable are portraits by Ines Goncalves and Kiluanje Liberdade. The connections with Arles are numerous, and include the presentation of the 2010 Discovery Prize winner: Taryn Simon, the Elysée Museum of Lausanne’s re Génération 2 exhibition, the Night of the Year projection throughout the neighborhood galleries on Saturday, April 30, and most notably the re-creation of the historic 1988 event created by Claude Hudelot and myself featuring several Chinese photographers and curated by Karl Kugel. The entirety of the featured works was on display during the inauguration. It was astonishing to notice that Hong Hao, one of today’s masters of Chinese conceptual photography (MOMA and Pinault collections), was already a brilliant element of the black and white pictures selected 23 years ago. Photo Spring distinguishes itself among the growing number of festivals of varying quality that are emerging in China thanks to the quality of its exhibition spaces and program organized in cooperation with the galleries of Caochang di and 798. The festival, whose pleasant festival atmosphere assured by Rong Rong and Inri and the Three Shadows team, Bérénice Angrémy and the Thinking Hands team, is worth the trip. From April 23 through May 31, program available at www.ccdphotospring.com François Hébel Director of the Rencontres d’Arles

http://www.lalettredelaphotographie.com/entries/arles-at-beijing-3

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One of China's rising commercial and celebrity photographers, Chen Man, will display a series of provocative photographs at the Today Art Museum until May 8.

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Chen has made a name working her way through high-fashion and celebrity circles with striking photos combined with computer rendering to create sci fi-style photos that blur the lines of fashion and reality.

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For further information call 5876-0600 or e-mail info.todayar. 32 Baiziwan Lu, Chaoyang district.

朝阳区百⼦湾路32号 Africa: See you see me See the history of African photography in this exhibition that brings together photographers from the continent and the international diaspora. A fascinating glimpse into interpretations of Africa today. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation.

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Jobs About Us

朝阳区草场地红一号F座荔空间 Italian take on papercuts The Italian Cultural Institute hosts an exhibition of Italian artist Claudio Diatto. Diatto's colorful papercuts are the result of original and individual research developed in Italy. The event aims to compare traditional Chinese jianzi and the "new pop vision" of this Italian artist. Free to attend. May 22-29, 10 am-6 pm. Contact 6532-2187. Italian Embassy Cultural Office Sanlitun East 2nd Street.

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Luxury Bag China's wealthy only-child teenagers and working women mean large market for

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+ ARTS CULTURE SNAPSHOTS ART

The Gwangju Design Biennale (GB) takes place in Korea this coming fall. It’s earning respect as one of Asia’s most thoughtfully curated visual arts events, and this year the organizers have planned a series of talks called Academies in several major international cities. The Beijing Academy took place last month, with thought-provoking presentations and engaging discussion. Learn more about the Biennale at www.gb.or.kr. In town, check out new exhibits at R e d G ate G a l l e r y, G a l e r i e U r s Meile, and new Sanlitun galler y Babu Space.

CINEMA

IF ONLY ALL SOLDIERS COULD DO THAT. THE RED DETACHMENT OF WOMEN (MAY 25-27)

ART ATTACK

IN PRINT

MARILYN MAI IS DITCHING HER LONG UNDERWEAR

PHOTO: COURTESY OF THE ORGANIZERS

O

ne of the few predictable things about Beijing is Chinese weather-related behavior. When the temperature drops in November, every Chinese friend I hang out with will suggest hot pot for dinner. Two weeks later, they’ll ask if my heat has come on. In their opinion, no one is ever dressed warmly enough. And if perchance it hits 70 degrees before May comes around, people will stare at you for wearing a T-shirt on the subway. Need we mention the sun-shielding paraphernalia that blanket the city in July and August? Pair this collective mentality with the fact that May has traditionally been a big month for culture in China (the May Fourth Movement, Lu Xun and all that), and there you have your explanation for why so many events are planned for this month. So get out your sunbrellas,

tuck that jiaotong ka securely into your back pocket, grab a hawthorn popsicle or two and be off. For starters, the 11th annual Meet in Beijing Arts Festival kicked off at the end of April, but will be going strong for most of May. Catch acts from all over the world, including Flemish pianist and composer of Chinathemed rhapsodies Peter Ritzen (May 6); Australian Liszt-master Leslie Howard (May 14); the BYU Chamber Orchestra (May 4); Australian avantgarde music trio Misinterprotato (May 15); and China’s own National Ballet performing The Red Detachment of Women, the socialist drama that “shook the entire foundation of bourgeois art” (May 25-27). Meanwhile, if you missed the events for Caochangdi Photospring, you can still catch the exhibits, many of which last through June. Check out iconic French

Outdoor movie screenings might sound romantic, but Beijing’s stifling heat and predatory mosquitoes make them few and far between. Electric Shadows gives it a go, screening Some Like it Hot on The Bookworm’s roof top on M ay 15. M eanwhile, Culture Yard is showing Shanghai and Billy Wilder films on Tuesdays and Sundays (respectively) this month, and BC MOMA has several screenings of works by Zhu Wen (starting May 6), Li Yu (starting May 8) and young filmmaker Liu Jie (starting May 1). In theaters, catch Chinese period actions The Lost Bladesman (Guan Yunchang) and The Warring States (Zhan Guo), and nerd fantasy flick Sucker Punch.

filmmaker Chris Marker’s still photography at Jing Yi Art Space, Wang Chuan’s study on dragon ubiquity at Pékin Fine Arts and “Africa: See You, See Me” at Li Space. Unrelated to the Photospring, Wim Delvoye – that tattooer of pigs both dead and alive – has a fascinating new exhibit at Galerie Urs Meile. And don’t forget to check out Affordable Art Beijing, the art fair for the rest of us (see Feature, p49). Budding filmmakers should take note that the 48 Hour Film Project kicks off in Beijing on May 20, where you’ll be handed an assignment and given just two days to complete it. See www.48hourfilm.com/beijing for more details. Now, since you’ll be doing quite a bit of running around, make sure to drink plenty of water. But not cold water. And don’t stand right in front of the air conditioning!

It’s a good year for Chinese literature. B i Fe i y u w o n t h e M a n A s i a n Literary Prize, and two other Chinese novelists, Wang Anyi (The Song of Everlasting Sorrow) and Su Tong (Wives and Concubines), have been nominated for the Man Booker International Prize – a first for Chinese writers. Penguin China has a green light to publish an English translation of Sheng Keyi’s Northern Girls, due out mid-2012. Also, Book Swap and Board Games celebrates its third anniversary by letting you take home three books for trading in just one on May 7 (see Events for details).

STAGE

The NCPA kicks off its May Festival with one of the world’s best violinists, Anne-Sophie Mutter, performing on May 2. Opera lovers can see Puccini’s Tosca, directed by the world-famous Giancarlo del Monaco (May 12-15) and ballet buffs can catch the sensational Balleto di Roma’s take on kiddie lovers Romeo & Juliet (May 25-26). Beijing Playhouse will be staging Love, Sex, and the IRS later this year. They’re hosting an informal unstaged reading of the script on May 22 – a great way to gear up for the auditions in June.

MAY 2011

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FEATURE

ARTIST SIMON BIRCH’S CONCEPTUAL CIRCUS COMES TO TOWN by Marilyn Mai

S

imon Birch’s “Hope & Glory” is one of the largest-scale and most expensive multimedia installations ever to hit China. The ambitious project incorporates architecture, music, photography, film, design and actors, which probably explains why it gained traction with Hong Kong cultural grants that usually ignore the visual arts. We asked the artist to describe the exhibit for us in a few unconventional ways: As a movie title? The Greatest Show on Earth by Cecil B. DeMille. Hmm, easy enough to decipher: “Hope & Glory” is meant to be a spectacle, calling upon circus-like themes and visuals. As a piece of music? Psyence Fiction by Unkle. Here, he’s referring to the critically acclaimed triphop album that gets a little help from members of The Beastie Boys, Radiohead, Metallica and The Verve. That tells us the show is eclectic, highly collaborative and maybe a little heady. As a fruit? A pomegranate. This one’s tricky: Is the show seedy, nutrient-rich and visually aggressive? And in six words? Laughing with mouth full of blood. Wow, very strong imagery. Maybe we’ll get to this one later … For now, read on as Birch tells us more about himself and his work.

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What might a Beijing resident see in your exhibit that others might not? I think everyone approaches the show differently. The Beijing resident will probably respond to the scale in a different way because Beijing is large-scale. Extraordinary transformations are taking place in the PRC, and I hope that Beijing residents will find an echo of their own experiences in the transformations I’ve imagined in the conceptual circus.

“LIFE IS A BREATH BETWEEN TWO SCREAMS” “Hope & Glory” involved all sorts of creative types. How did that go? Collaborating with so many creative people gave me valuable new insights. There’s also been a positive legacy because the network we built up has transmuted into Future Industries, an art project which is pioneering new ways of representing and exhibiting artists in Asia and internationally. If contemporary art were dying but you could save it by making a fan out of a single nonart-lover, how would you accomplish this? I’d take him to the Des Moines Art Center in Iowa to see Francis Bacon’s Study after Velasquez’s Portrait of Pope Innocent X. I guarantee he’d finally understand art is the only mirror that tells the truth: Life is a breath between two screams.

Describe your ideal exhibition space. A large, portable cube that could easily move from the middle of New York to a hill tribe in Papua New Guinea. You got paid to do dangerous things in construction work. What’s the most dangerous thing about art? Risk. Every second, as an artist, you’re making decisions that could backfire. It’s only afterwards you realize how close you were to the edge. One’s heart is exposed to be loved or stabbed. What has been inspiring you lately? Flesh! At the moment I’m working on an exhibition of new paintings, so I’m finding inspiration in the human form. When I’m not painting I’m making sketches for a large-scale installation project and finding inspiration there from the architecture of Lebbeus Woods. He’s a reminder that the best architecture is never built. Tell us about your upcoming projects. The next 18 months are going to be busy. I have a show of new paintings, “Laughing with a Mouth Full of Blood” [Aha! – Ed.], which opens in May at the Hong Kong Museum of Medical Sciences. I’m also involved in a project in London and at the end of the year we’re planning a show in LA. Then there’s a major installation piece I am building; it will be very architectural and largescale with a multimedia dimension, and poses challenges that are both artistic and technical. So, you could say I’ve got my work cut out. “Hope & Glory” will be on show at G-Dot Art Space from May 2-Jun 30.

PHOTOS: COURTESY OF THE ORGANIZERS

You've held down jobs as a construction worker, DJ, party planner, and now painter/ artist. Can you connect the dots for us? Making things: whether it was tightening bolts on the Tsing Ma Bridge, constructing a climbing gym in Australia, applying paint on canvas, or welding steel for the “Heavy is the Head that Wears the Crown” installation in “Hope & Glory.” There’s a strong performance dimension to my

work, as well; music has been a big influence and remains a consistent part of much that I create. But always, problem-solving in creativity.


REVIEWS

FEATURE

ART: “YELLOW SIGNAL” UCCA Eight video screens are erected onto four gateways, depicting everyday situations in China: a ping-pong match, a medical exam. But the actors’ blank-faced performances, combined with the darkened room, heavy background music, and the oppressive height of the gateways, makes what you’re observing feel momentous and even ominous. Nervous laughter punctuates the exhibit room, leaving visitors feeling off-balance. And this is just Chapter 1. The next three installments, which run consecutively until June 26, promise to be just as interesting. The second, “We know what we are doing...,” will fill the giant room with a basketball hoop maze. Will the result be bizarre or whimsical? Or both? No matter what, Yellow Signal succeeds in slowing down traffic – making people stay in the moment to connect with their surroundings. Phoenix Tso See “Yellow Signal” at the UCCA: Chapter 2 (until May 15), Chapter 3 (until Jun 8), and Chapter 4 (until Jun 26).

BOOK: PLEASE LOOK AFTER MOM KYUNG-SOOK SHIN There’s Catholic guilt, there’s Jewish guilt, and then there’s the mother of them all: Korean filial guilt. This is the engine driving Kyung-Sook Shin’s latest novel, which follows an elderly woman’s four thankless adult children and her once-adulterous husband as they search the city for their missing matriarch. In the process, they take turns grieving over how they’ve mistreated her, and Shin’s strange second-person narration allows her to tell one sob story after another while simultaneously lecturing her characters. Despite the heavy-handed moralizing and maudlin melodrama, the writing is sharp, and the family’s experiences in Seoul’s jungle of steel and glass resonate easily with a similarly shifting Beijing. Best of all, we can promise anyone who reads this will never forget Mother’s Day again. Marilyn Mai Please Look After Mom is available at The Bookworm.

FILM: DON’T GO BREAKING MY HEART 单身男女 JOHNNIE TO Fans of Johnnie To’s action flicks will have to set aside some expectations to enjoy his latest, which caters very obviously to the rom-com-loving Chinese mainland. Starring Louis Koo and Daniel Wu as the dueling rich, handsome suitors to Gao Yuanyuan’s cute but almost too likeable damsel in urban distress, the movie features enough romancing and over-the-top marriage proposals to rival the careers of Jennifer Aniston and Reese Witherspoon combined. True to To’s style, the visuals are interesting and the writing is clever, but towards the end, you feel like you’re watching an indecisive friend hem and haw over a hamburger vs. a toenail. Worth a watch for the laugh-out-loud comedic timing, but beware the Bermuda Love Triangle. Marilyn Mai Don’t Go Breaking My Heart is showing in cinemas around town.

STAGE: NANTA COOKIN’

PHOTOS: COURTESY OF THE ORGANIZERS

POLY THEATRE Korea’s longest-running musical doesn’t have subtitles but you’ll understand it perfectly. Because apparently, clanging pots and pans are a universal language, as evidenced by the show winning Best Performance at the Edinburgh Festival Fringe in 1999. Impressive for its non-verbal narrative, NANTA Cookin’ dazzles with acrobatic stunts, magic tricks, pantomime and kitchenware percussion. It follows three chefs who are ordered by their angry manager to cook up a wedding banquet. Caught unawares, they rush to complete their task before the looming deadline, all the while training the manager’s hapless, bumbling nephew. What follows is 90 minutes of chaos and comedy in equal measure. Audience participation is key, so go have fun and by all means make a racket. Carlly Chun NANTA Cookin’ makes noise at the Poly Theatre on May 17-18.

FIRE SALE

AFFORDABLE ART BEIJING’S HOT STUFF by Elizabeth Parke

G

iven that artist Zhang the calligraphic lines of a mountain Xiaogang just sold a triptych form, but at the same time also for USD 10 million at the suggest the artist’s play with a double latest Sotheby’s auction, you might exposure. Either way the result is think getting a foothold in China’s striking. Lin describes his work as both ballooning art market is a little bit private and populist: “I start by of a reach. Here’s where Affordable making work for myself, but the end Art Beijing (AAB) comes in, offering result is for the public.” you the chance to buy the next Li Baoxun’s “Stifled” is oil paint generation’s art, starting at a couple on canvas, but the paint is textured hundred kuai. You never know, you so it looks like crumpled paper, might find a piece perhaps mimicking IT MANAGES TO BE that will fund your the crumbling kid’s college edumental state of PLAYFUL WHILE cation down the the huddled, rolyRECALLING THE road. Then again, poly figure in the if that’s too much re gro u n d. T h e CITY’S NEVER-ENDING fo pressure, you can looming grey wall TRAFFIC JAMS also just choose above him heights o me th in g th a t ens the sense of looks good on your wall. suffocation that, without a clear narNow in its sixth year, AAB has rative, creates a visual conundrum. made a name as the art fair that the “Stifled” leaves the viewer wonderrest of us can, well, afford, while also ing, which is what demanding art becoming a much-needed platform should do. This one might make for for emerging artists to get exposure. depressing wall art, but hey, some This means more people and more of us are into that. artwork (over a thousand pieces this All three artists offer a variety of year), which can make spotting the media, content, and approaches, good ones a bit like a hunt for buried representing the mishmash one will treasure – amongst a hundred other inevitably find at AAB. So, whether hunters. Here are some highlights to you’re looking to invest in budding give you a head start: contemporary artists or just sick of Chen Zhuo’s “Firetruck” (pictured) your bare walls, AAB is worth a look. has a pared-down, toy-like aesthetic, Just don’t get stuck in line behind and manages to be playful while one of those fire trucks. also recalling the city’s never-ending traffic jams. Affordable Art Beijing takes over 798 Lin Shu’s vertigo-inducing photoSpace on May 14. Win tickets to the graph “Zhen No. 2” convincingly VIP Preview on May 13 by telling blurs the boundaries between digital us who you would commission to art and Northern Song dynasty ink paint your portrait. Email answers to painting. The shaky grey tones evoke win@thebeijinger.com.

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FEATURE

STRANGE FATES

BOOKSHELF

AND EVEN STRANGER FRIENDSHIPS

by Marilyn Mai

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hat do you get when you Thomas Rohdewald. Besides mix a surly non-Mandarininspiring the film, the pair also star speaking Westerner with a as the main protagonists. “Can you Hunanese shepherd, throw in some think of anything more unusual? psychedelic yin-yang combat and One guy takes note of this stranger a good ol’ alien abduction amidst and they end up maintaining a desert snowfall, and then serve them consistent friendship for over ten all on the bleak Inner Mongolian years. And it’s a relationship that grasslands? Apparently you get bears the brushmarks of their souls – Thomas Mao, a highly conceptual, hard to explain and very mysterious,” visually exhilarating film courtesy of says Zhu. poet/novelist Zhu Wen. “When they’d known each other A lesser-known Sixth Generation for five years, I pondered it all the filmmaker, Zhu has a well-stocked time. During filming, it had been toolbox for creating unique visual ten years and I was still ponderworlds and populating them with ing. How did these two earn their original characters. Besides his yuanfen?” Zhu’s exploration of literary talents, the unlikely friend“HOW DID THESE TWO ships goes back filmmaker is also an experienced EARN THEIR YUANFEN?” to his essay, “A electrical engineer. Boat Crossing,” The exposure to industry and techwhere he plays on Buddhist ideas nology made film an easy transition o f yuanfen, o r re l a t i o n a l f a te, for him. suggesting that each chance We asked how his approach to encounter is earned through writing differs from his approach to three lifetimes of discipline. filmmaking, and he confessed, “The By the end of the shor t and biggest difference is that when I action-packed Thomas Mao, Zhu has started writing, I was an adolescent. wormed a disconcerting thought But when I started making films, I into his audience’s minds: What is was already an adult. So it’s just like fiction, and what is real? Can we romance – your first love always really control our fates? seems special. But really, filming is When faced with the existential a form of writing. It’s really hard to questions posed by such thrilling compare the two and they’re both cinematic fare, what favorite theater great for allowing me to express snack does Zhu Wen turn to for myself.” comfort? “My nails.” In this case, he chose to express his thoughts about culture clash by Bite your nails at Thomas Mao, which exploring the interactions between screens on May 6, 14-15, 21-22 and 28 his real-life friends, painter Mao at BC MOMA. Yan and Luxembourgian diplomat

NICOLA BELLER CARBONE SOPRANO

The book on my shelf with the most sentimental value is The Complete Poems of Rainer Maria Rilke. There is an incredible recording by Oscar Werner (an Austrian actor of the ’50s) in which he recites the Rilke poems, and it is the most beautiful thing I’ve ever heard. The bookshelf I’d most like a peek at is Lady Gaga’s. I wonder if pop divas today have any interest in literature; perhaps I’d be surprised and find Schopenhauer’s complete works on her bookshelf. The book I pretend to have read but haven’t really is Goethe’s Faust. The book I hide from others is Chuck Palahniuk’s Invisible Monsters. One of the most disgusting books I’ve ever read, with a horrible vision of a society absolutely manipulated by the ideals of beauty, with no inner values. It’s the negation of a desire to mature, learn, grow, to become somebody “wiser” – really the negation of life.

My favorite book from childhood is Hotel New Hampshire, by John Irving. It is so full of fantasy and absolutely tolerant of all k inds of human beings; it’s very, very funny, and so tender. His portrait of Vienna with its prostitutes, so humanly described, really impressed and still impresses me.

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Of the major characters I’ve sung, I think Salome would make the best novelist, because she’s an introverted neurotic teenager with nobody to talk to, in a family without values or love. So she would feel the inner desire to express and liberate herself. The extraverted Tosca would prefer to make her statement on stage, needing the immediate applause. The book I wish I had written is Calderón de la Barca’s Life Is a Dream. A book I’d like to see adapted as a film is Julio Cortázar’s Rayuela (Hopscotch). He has this kaleidoscopic writing style; you can read it in order as printed, or following his instructions, you can jump around from page 35 to 6, to 89 and so on. The fictional world I’d most like to be par t of is one of Haruk i Murakami’s surrealistic worlds like in Dance Dance Dance or Tokyo Blues. Carbone sings Tosca at the NCPA on May 12 & 14; Sun Xiuwei performs the part on May 13 & 15.

PHOTOS: COURTESY OF CAROLINE LABERGE AND ZHU WEN

M y three favorite books a re Dostoyevsky’s Crime and Punishment, John Irving’s The World According to Garp and Gabriel García Márquez’s One Hundred Years of Solitude.

A character in a book who I’d like to be is la presidenta in Gioconda Belli’s El Pais de las Mujeres, which describes a fictional Latin country in which women take over power. She is very feminine and sensual, yet at the same time power ful, intellectual, able to lead a whole country and convince men to take over the housework and childcare. But she’s also full of doubts and emotional needs. A wonder ful character.


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Art Six photographers explore themes of dreams and ...

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sensibility within and beyond the continent – in Europe, the

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Avistar África de Pequim April 19, 2011 by pontofinalmacau A mostra fotográfica “Africa: See you, see me!” inaugura no próximo sábado em Pequim, integrada no festival internacional PhotoSpring, que vai até 22 de Maio. As imagens serão mostradas no Li-Space, espaço que integra o distrito artístico de Caochangdi. “Africa: See you, see me!” é organizada pela Associação Angola-Macau e “retrata a história da fotografia africana e a sua influência em imaginários não-africanos de África e nos imaginários da diáspora africana em toda a sua diversidade”, refere a nota da organização. A exposição resultou de um desafio colocado pelo centro de artes contemporâneas de Lisboa, AFRICA.CONT, a Awam Amkpa, curador da exposição e professor na Tisch School of the Arts, da Universidade de Nova Iorque. Depois de Nova Iorque, Lisboa, Accra, Lagos e Florença, a Associação Macau-Angola convidou Awam Amkpa a apresentar a exposição no Li-Space. Alexandre Correia da Silva, o presidente da associação, acredita que se tornou bastante importante promover uma troca cultural entre a China e África mediante as suas relações políticas e económicas. A exposição está organizada em três partes distintas: a primeira secção é composta por retratos de africanos que procuram inscrever-se nas paisagens urbanas para as quais migraram. Apresenta os fotógrafos africanos à medida que eles foram dominando, adaptando e subvertendo os planos de enquadramento e os legados das convenções fotográficas deixadas pelos senhores coloniais. A segunda secção é uma mostra dos primeiros retratos etnográficos que imaginavam África como terra bravia povoada pelos primeiros “outros” dos europeus. A secção final realça fotografias contemporâneas de África, por fotógrafos não africanos que partilham uma relação de diálogo com os artistas africanos. Estes trabalhos expandem não só as esferas de influência africanas como também a multiplicidade de espaços nos quais os africanos são fotografados enquanto elementos históricos. Awam Amkpa explica que o nome da mostra foi retirado de um trabalho artístico de um camião: “Vi-o numa estrada nigeriana há muitos anos. O camião ultrapassou o carro em que seguia, libertando uma nuvem de fumo negra e mal cheirosa de gasóleo, deixando-nos uma imagem gravada de dois olhos enquadrados por uma imagem pincelada de um mapa de África. A visão capturou um continente em movimento, transportado nas traseiras de um camião em marcha. Na superfície corroída do mapa de África aninhava-se a inscrição ‘See You, See Me!’”. Para o curador, o camião passava uma mensagem clara: “Pretendia que todos os que viajávamos nas perigosas estradas nigerianas tivéssemos consciência da presença uns dos outros, e brindássemos à audácia mútua de seguir em frente”. from → Uncategorized ← A dama do império não pensa só em dinheiro Fundação Oriente mostra obras de Qiu Jie → Like

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Apr 23, 2011 - May 22, 2011 Apr 23, 2011, 15:00, Saturday Li - SPACE (Beijing, China) Awam Amkpa, Gu Zhenqing, Madala Hilaire Li - SPACE (Beijing, China)

... closes in 12 day(s)

Chen Tianxiang Oil Painting Works Exhibition (solo) 05.04 - 05.11 (3) Dam’Gorgeous - W alk Through the City Stream! (group) 05.06 - 05.11 Haus Space (Chongqing, China)

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CLOSES WITHIN A W EEK (24)

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EXHIBITION SYNOPSIS About Africa: See You, See Me! AFRICA: SEE YOU, SEE ME! portrays the history of African photography and also its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity. Together, the photographs are texts of African subjectivities, archives of history and societies in the making, and methods for understanding how images contribute to emancipation. They critique the pathologies of postcolonial and neocolonial Africa by depicting the continent’s communities disentangling themselves from repressive nation states. W hile some of the photographs document the participation of Africans in state affairs, others portray the formation of post-national voluntary communities as tools of empowerment. Africa is more than a place. It is also in the many spaces of sensibility within and beyond the continent – in Europe, the Americas, and Asia -- that African artists pry open to install their presence. Their interventions in exhibition halls beyond the continent of their heritage have made a mark on recent photographs of Africa and Africans by non African photographers. Moreover, they have spurred intraAfrican, inter-textual dialogues about self-representation in Africa itself. AFRICA: SEE YOU, SEE ME! Portrays the history of African photography and also its influence on non-African imaginings of Africa and the African diaspora in all their diversity. The exhibition was the result of a proposal made by Lisbon’s centre of contemporary arts, AFRICA.CONT to Awam Amkpa, the exhibition’s curator, and professor at Tisch School of the Arts at the New York University. After touring New York, Lisbon, Accra, Lagos and Florence, the Macau- Angola Association invited Awam Amkpa to bring the exhibition to Li-Space as part of the 2011 Caochangdi PhotoSpring of Arles in Beijing. The Macau – Angola Association, believes that it is important to promote a cultural exchange between Africa and China given the today’s ever more strong economical relation. MISCELLANEOUS (12)

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Words and Dreams - W here Technology Meets Dreams and Vice Versa (group) 03.25 - 05.12 18 Gallery (Shanghai) (Shanghai, China) (1) (47) South Korean Artists in New Photography Series (group) 03.12 - 05.12 Paris-Beijing Photo Gallery (Beijing) (Beijing, China) (4) Kim Min Su Solo Exhibition (solo) 04.23 - 05.12 Gallery Red-Art (Beijing, China)

I We Ourselves - Painting & Sculpture Graduate Exhibition of SIVA 2011 (group) 04.12 - 05.12 SPSI Art Museum (Shanghai, China) (1) (28) Diane von Furstenberg: Journey of a Dress (group) 04.03 - 05.14 Pace Beijing (Beijing, China) (1) A Room of One's Own (group) 03.11 - 05.15 Art + Shanghai (Shanghai, China) (1) Alex Katz Solo Exhibition (solo) 03.18 - 05.15 James Cohan Gallery (Shanghai) (Shanghai, China) Desire - Pathology and Gaze Research Program (group) 03.19 - 05.15 Chengdu A4 Contemporary Arts Center (Chengdu, China) Walk W ith Perception (group) 03.19 - 05.15 Aquallery Shanghai (Shanghai, China) (1) (10) hua hua shi jie - Sun Liang, Lu Chuntao Works Exhibition (group) 04.27 - 05.15

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Running the Numbers - Chris Jordan Solo Exhibition (solo) 04.16 - 05.15 Other Gallery (Beijing Space) (Beijing, China) (1) In My Sectet Garden - Pan Xi W orks Exhibition (solo) 04.16 - 05.15 M-Space (Shanghai, China) (16) Back to Life - AroundSpace Collection Exhibition (group) 04.25 - 05.15 AroundSpace Gallery (Shanghai, China) Golden Rule - Yan Chao Solo Exhibition (solo) 05.07 - 05.15 Times Art Museum (Beijing, China) Hold the Line - Richard W ilson Solo Exhibition (solo) 05.07 - 05.15 Shanghai Gallery of Art (Shanghai, China) (1) (41) (1) Butterflies Are Free - Yan Ping's Oil Painting Exhibition (solo) 05.08 - 05.15 Times Art Museum (Beijing, China) Russian Master Series - Exhibition of Logvinenko Eugene Spiridonovich (solo) 04.09 - 05.15 Mountain Art (Beijing, China) (1) 0째Space (group) 04.16 - 05.15 Aike-Dell'Arco Gallery (Shanghai) (Shanghai, China) (1) (10) Love and Hope - The Art World Assisting Children Affected by the Disasters in Japan (group) 05.05 - 05.15 Iberia Center for Contemporary Art (Beijing, China) (1) (6) The 4rd 54 International Young Art Festivals 2011 (group) 05.01 - 05.15 Beijing 798 Art Zone (Beijing, China) (14)

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Hong Ling Solo Exhibition (solo) 05.06 - 05.15 Zhejiang Artmuseum (China) (1) Welcome - Luo Brothers Exhibition (solo) 04.16 - 05.16 Yang Gallery (Beijing, China) Natural Harmony - Yuan Jinhua’s Solo Exhibition (solo) 04.16 - 05.16 1918 Art Space (Shanghai, China) (1) (8) (2) Decor (group) 04.17 - 05.16 Arrow Factory (Beijing, China) CLOSES AFTER A WEEK (98) Through the Looking Glass (group) 04.17 - 05.17 babù Space (Beijing, China) Even if - None of the Stars Shining for Me - Works of Biimrock (solo) 04.16 - 05.18 Line Gallery (Beijing, China) (2) Literati, Literati - He Duoling Solo Exhibition (solo) 05.08 - 05.18 Shanghai Art Museum (Shanghai, China) (15) Dim Light on the Opposite Shore - Wei Jia Solo Exhibition (solo) 04.18 - 05.18 Star Gallery (Beijing, China) (1) (11) Man on the Chairs - He Xiangyu Solo Exhibition (solo) 04.03 - 05.18 White Space Beijing (Beijing, China) AsidE@HUB - Liu Ren Solo Exhibition (solo) 04.03 - 05.18 HUB@W hite Space Beijing (Beijing, China) South Wind (group) 04.16 - 05.18

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Gallery 49 (Beijing, China) Focus on Talents Finalists Exhibition (group) 05.07 - 05.18 Today Art Museum (Beijing, China) Discursive Digression - Yotaro Niwa Solo Exhibition (solo) 04.09 - 05.19 2P Contemporary Art Gallery (Hongkong, China) (1) The Intimate Moment of Three Strangers (group) 03.24 - 05.20 Art Experience Gallery (Hongkong, China) (1) (4) Inspire路Expire - Ru Xiaofan Solo Exhibition (solo) 04.10 - 05.20 Dialogue Space (Beijing, China) My Space - Susanne Junker Solo Exhibition (solo) 04.30 - 05.20 Stageback Gallery (Shanghai, China) (1) (6) Distinguish路Transform路Dialectic - 70, 80 The Age of Pluralism Part23 (group) 04.22 - 05.21 New Age Gallery (Beijing, China) Han W endi, Zhang Xuejiao Group Exhibition (group) 04.23 - 05.21 MK2 Art Space (Beijing, China) Portraits of Women Redefining Success (group) 04.21 - 05.21 ART in Capitals Gallery (Shanghai, China) (1) Fantasy Worlds, Parallel Universes and Other Shades of Being (group) 04.09 - 05.21 Oriental Vista Gallery (Shanghai, China) (1) (18) The Unknown - Peter Lindbergh Solo Exhibition (solo) 04.01 - 05.22 Ullens Center for Contemporary Art (Beijing) (Beijing, China)

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Only Her Body - Kong Lingnan Solo Exhibition (solo) 04.01 - 05.22 Ullens Center for Contemporary Art (Beijing) (Beijing, China) Tobacco W ars - Works by Carlos Marreiros (solo) 03.26 - 05.22 AFA Beijing Contemporary Art Centre (Beijing, China) (1) Yamamoto Masao: KAWA=Flow (solo) 04.23 - 05.22 Mizuma and One Gallery (beijing) (Beijing, China) (1) (10) Ma Xiaochun Solo Exhibition (solo) 04.23 - 05.22 EGG Gallery (Beijing, China) (1) Wang Guangle - W ang Guangle SoloExhibition (solo) 04.23 - 05.22 Beijing Commune (Beijing, China) (1) (7) (1) Red Gate Launch Pad (group) 04.23 - 05.22 Red Gate Gallery (Beijing, China) Africa: See You, See Me! (group) 04.23 - 05.22 Li - SPACE (Beijing, China) (1) (12) Red Archeology - Bao Pao Solo Exhibition (solo) 04.22 - 05.23 Song Zhuang Art Center (Beijing, China) Csriptures - Mao Tongqiang Solo Exhibition (solo) 04.22 - 05.23 Song Zhuang Art Center (Beijing, China) ARTMIA Living (group) 04.02 - 05.25 ArtMia Foundation (Beijing, China) (1) A Dog's Life - Huang He SoloExhibition (solo) 03.05 - 05.25

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Red Elation Gallery (Hongkong, China) (1) (2) What’s Next 30×30 Creative Exhibition (group) 04.08 - 05.25 The Oct Art&Design Gallery (Shen zhen, China) (12) Xue Jun Solo Exhibition (solo) 03.26 - 05.26 Eastation Gallery (Beijing, China) (1) (7) Contours of The Everyday - Li Jie Art Exhibition (solo) 04.23 - 05.27 An Art (Shanghai, China) (1) Inward Event - Zhou Hongbin Art Exhibition (solo) 04.23 - 05.27 OFOTO Gallery (Shanghai) (Shanghai, China) (8) (1) RongRong + inri (group) 03.27 - 05.29 Michael Ku Gallery (Taibei, China) (1) (4) Zhao Hongchen Solo Exhibition (solo) 03.26 - 05.29 Hong Kong Art Museum (Beijing, China) +Follow (group) 04.30 - 05.29 Museum of Contemporary Art, Shanghai (Shanghai, China) (1) (69) KDK Solo Exhibition (solo) 04.23 - 05.29 MK2 Art Space (Beijing, China) Stone Rose - Man Tao's Recent W orks (solo) 04.21 - 05.29 H.T. Gallery (Beijing, China) Sailing Afar - Liang Quan's New Works (solo) 04.28 - 05.29 PIFO New Art Studios (Beijing, China)

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Far Away Beauty Lingers (group) 04.30 - 05.29 Other Gallery (Shanghai Space) (Shanghai, China) (1) (44) (10) Ren Chuanwen Solo Exhibition (solo) 05.01 - 05.29 W onderful Time Gallery (Tainan, China) (9) Out of Body - Miao Xiaochun's Solo Exhibition (solo) 04.30 - 05.30 W hite Box Museum (Beijing, China) (5) 19 Solo Shows About Painting (group) 03.12 - 05.31 Platform China Contemporary Art Institute Space A (Beijing, China) Platform China Contemporary Art Institute Space B (Beijing, China) (1) Beatlemania•Frommirrorpix (group) 05.01 - 05.31 Thread Gallery (Beijing, China) Don't Move - Yang Zhenzhong Solo Exhibition (solo) 04.24 - 05.31 ShanghART Gallery (Beijing) (Beijing, China) (3) From Interaction to Micro-Sociology: The Dual Thread of Media Intervention into Art in The Netherlands and China (group) 04.16 - 05.31 Art ISSUE Projects (Beijing) (Beijing, China) (1) (41) The Scenery W ith Red Color - Mo Yi Solo Exhibition (solo) 04.23 - 05.31 Art Channel (Beijing, China) (1) (2) Soul of the Land II - The Abstract Aesthetics of Contemporary Landscape Paintings (group) 04.09 - 05.31 Amelie Art Gallery (Beijing, China) (1) (8)

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Self-examination - Wang Kai Solo Exhibition (solo) 04.30 - 05.31 Renke Arts Center (Hangzhou, China) Making Void - Nan Hao Solo Exhibition (solo) 04.23 - 05.31 W here W here Exhibition Space (Beijing, China) (1) Macau Photography (group) 04.23 - 05.31 No.53 Yard (Beijing, China) Valiant & Heroic Peripateticism - 3rd Retrospective Photography Exhibition of W u Yinxian (solo) 04.23 - 05.31 Taikang Space (Beijing, China) Beyond Representation - Li Huayi's New Art (solo) 04.23 - 06.01 Beijing Center for the Arts (Beijing, China) (1) (9) Liu Bin Works Exhibition (solo) 05.04 - 06.01 Muma Art (Guangzhou) (Guangzhou, China) Encounter W ith Remarkable W omen - Xiao Quan Solo Exhibition (solo) 04.03 - 06.02 Shanghai Beaugeste Photo Gallery (Shanghai, China) (1) Numerous - Liang Yue Solo Exhibition (solo) 05.08 - 06.04 Zendai Contemporary Art Exhibition Hall (Shanghai, China) (1) (7) From the Collections of the Uffizi Gallery. The Genres of Painting: Landscape, Still Life & Portrait Paintings (group) 03.12 - 06.05 CAFA Art Museum (Beijing, China) Nu Yishu Series V: Viriditas (group) 04.10 - 06.05 Imagine Gallery (Beijing, China) (1) (9)

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Rong Rong's Ruin Pictures: 1996-1998 (solo) 04.23 - 06.05 Chambers Fine Art (Beijing) (Beijing, China) Relation, Cross the Duplicity (group) 04.16 - 06.05 Gallery Artside (Beijing) (Beijing, China) Leng Jun Solo Exhibition (solo) 04.11 - 06.06 New Space of Fine Arts Literature Art Center (Wuhan, China) Sharpen Up - Solo Exhibition of Song Jianshu (solo) 05.08 - 06.07 Pure Space (Beijing, China) The Arrival of The Ship - Jiang Xiao's W ord (solo) 05.07 - 06.08 Yun Gallery (Beijing, China) Hong Haochang Oil Painting W orks Exhibition (solo) 05.10 - 06.09 Beijing Cocolan Art Center (Beijing, China) (5) Collection of Du Yuesheng - Zhao Gang Solo Exhibition (solo) 04.10 - 06.10 Aye Gallery (Beijing, China) (6) W oodcut Prints Exhibition - The Unique Treasure From Tibetan (group) 04.22 - 06.10 S.O Artistic Spaces (Shanghai) (Shanghai, China) Confession of Confucius (solo) 04.16 - 06.11 Michael Schultz Gallery (Beijing) (Beijing, China) Liu Gang Solo Exhibition (solo) 03.19 - 06.12 C-Space (Beijing, China) One Day: Photo and Brush - Solo Exhibition by Huang Lei (solo) 04.16 - 06.12 01100001 (Beijing, China) (1)

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Material Object - Gao Rong, Li Hongbo, W ang Lei Works Exhibition (group) 04.27 - 06.15 Eli Klein Fine Art (Beijing, China) (1) (7) China on the Move (group) 04.16 - 06.16 EMG (Guangzhou, China) Modern Art and Sculptures (group) 04.17 - 06.18 New Gallery on Old Bailey (Hongkong, China) (1) Physique of Consciousness (group) 04.16 - 06.19 Long March Project (Beijing, China) (1) Scenes - Shi Guorui Solo Exhibition (solo) 04.24 - 06.20 F2 Gallery (Beijing) (Beijing, China) (1) XYZ - Xie Molin Solo Exhibition (solo) 04.23 - 06.20 Space Station (Beijing, China) (5) Reality & Actions - Bestue Vives (group) 05.07 - 06.20 Magician Space (Beijing, China) (1) (6) Gates - Spirit of a City (solo) 04.29 - 06.24 Art Beatus Gallery (Vancouver) (Vancouver, BC, Canada) (1) Zhong Biao Solo Exhibition (solo) 05.07 - 06.25 Frey Norris Gallery (San Francisco, CA, United States) Yellow Signal - Wang Jianwei Solo Exhibition (solo) 04.01 - 06.26 Ullens Center for Contemporary Art (Beijing) (Beijing, China) (1)

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Fin de Partie - Kendell Geers Solo Exhibition (solo) 03.19 - 06.26 Galleria Continua (Beijing) (Beijing, China) (17) In Between - Kevin Fung Solo Exhibition (solo) 04.16 - 06.26 Leo Gallery (Shanghai, China) (1) (11) (1) (7) From Symbol to Analysis - Fang Lijun Solo Exhibition (solo) 05.01 - 06.26

Refocus: Dragon - W ang Chuan Solo Exhibition (solo) 04.23 - 06.30 Pekin Fine Arts (Beijing, China)

Painting Lesson : Illusion or Delusion (group) 04.21 - 06.30 Yang Gallery (Beijing, China) (1) (3) Bad Exhibition (group) 04.29 - 06.30 Pin Gallery (Beijing, China) HOPE AND GLORY - Simon Birch Art Exhibition (solo) 04.29 - 06.30 G-Dot Art Space (Beijing, China) (1) W orks on Paper - Mao Yan Solo Exhibition (solo) 04.23 - 06.30 Hadrien de Montferrand Gallery (Beijing, China) reGeneration²: Tomorrow’s Photographers Today (group) 04.23 - 06.30 Pekin Fine Arts (Beijing, China) (1) The Charm of Cautiousness (group) 05.07 - 06.30 Shanghai Feizi Art Club (Shanghai, China) Recycling Art (group) 05.06 - 07.01 Instituto Cervantes Pekín (China)

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Zhang Huan Solo Exhibition (solo) 04.08 - 07.03 LV Art Space (Macao, China) (7) Practice to Get Lost (group) 04.24 - 07.03 am Art Space (Shanghai, China) (1) (23) the hell. the heaven. on the way. in between. (group) 05.07 - 07.04 Ifa Gallery (Shanghai, China) (1) GIVING AND RECEIVING: A Collaborative Exhibition of Contemporary Artists from China and the United States (group) 04.07 - 07.22 CU Museum (1) (2) Caomin XIE @ MoCA Atlanta (solo) 04.30 - 08.13 MoCA (Atlanta, GA, United States) (1) Lucian Freud & David Dawson (group) 04.09 - 08.14 Faurschou Gallery (Beijing) (Beijing, China) It Came From the Sky (solo) 04.15 - 08.28 Spencer Museum of Art (1) Arena- A Post Boom Beijing (group) 10.15 - 11.18

Fabricator (group) 04.23 - 06.12 Soka Art Center (Beijing) (Beijing, China)

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Africa Photo Exhibit In Beijing

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27 April 2011, 14.36 | Posted in Art, photography | No comments »

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EDITORS Samia Grand Pierre Lois Sakany

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The image above is called “LV Posse.” One more image on the next page, more at WSJ.

Rihanna & Kanye Tableside At Met Gala

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摄影与公民权: 中非...

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A TALK ON PHOTOGRAPHY AND CITIZENSHIP 摄影与公民权: By Léo on Wednesday, April 13 2011, - Art - Permalink

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中非艺术家对话

We'll be hosting a talk on Photography and Citizenship on April 26th at Li space. 3.30 pm: guided tour by Awam Amkpa 4 to 6pm: talk with Awam Amkpa, Gu Zhenqing, Angele Essemba,Mario Macilau. Moderated by Jeff Crosby

The two hour discussion, hosted by Jeff Crosby will feature curator Awam Ampka, co-curator Gu Zhenqing, and Chinese and African photographers. The discussion will begin with a brief introduction of recent trends in African contemporary photography, and then participants will discuss parallels and differences between Chinese and African art. Awam Ampka

本次对话由谢飞先生主持, 和顾振清等策展人以及来自非洲和中国的当代摄影师参加。 在对话中,策展人先介绍非洲当代摄影的最新动态,然后所有参加的嘉宾一起探讨中国和非洲当代摄影的状况。 « FROM XIAMEN WITH LOVE~厦门醉爱~~ - SUCCESS 就是成功! » They posted on the same topic Trackback URL : http://www.8633link.com/index.php?trackback/53 This post's comments feed

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