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filiada à

Fenaj

O Rio de Janeiro quer um novo rumo para a Fenaj Nos próximos dias 27, 28 e 29 de julho, teremos eleição para a direção da Federação Nacional dos Joralistas (Fenaj). Se você acha que a entidade representativa dos jornalistas precisa coordenar nacionalmente as reivindicações da categoria e ser mais firme diante dos patrões, você pensa como nós. Vá às urnas e vote chapa 2! Foto: Alcyr Cavalcante

Rafael Duarte, Nilo Sérgio, Continentino Porto, Mario Jakobskind, Bernadete Travassos, Pedro Pomar, Ruth Ferreira, Claudia de Abreu e Paula Máiran, presentes durante atividade em defesa do diploma, no Rio de Janeiro

A Fenaj precisa assumir as seguintes tarefas: Coordenação nacional das campanhas salariais; Campanha nacional de filiação dos jornalistas aos sindicatos; Pressão permanente sobre o Ministério Público, DRTs e os tribunais contra a pejotização, os contratos ilegais em que o trabalhador abre mão de seus direitos para poder trabalhar;

Recusa à imposição patronal de mais de uma tarefa simultânea a um(a) mesmo(a) profissional (o “jornalista multimídia”, que escreve e fotografa, por exemplo) por mais de dois meses, consecutivos ou alternados, durante o mesmo ano fiscal, sem prejuízo de remuneração correspondente ao acúmulo de tarefas;

Não à “sinergia”, sim aos direitos autorais. A reutilização de material produzido por jornalistas para uma determinada empresa, por outras empresas pertencentes ao mesmo grupo, exige adequada remuneração dos direitos autorais envolvidos;

Não à “sinergia”, sim aos direitos autorais. A reutilização de material produzido por jornalistas para uma determinada empresa, por outras empresas pertencentes ao mesmo grupo, exige adequada remuneração dos direitos autorais envolvidos;

Não ao assédio moral e ao assédio sexual;

Cumprimento da jornada legal de 5 horas;

Combate ao oligopólio dos meios de comunicação social; Defesa da expansão e qualificação da mídia pública; Coordenação dos esforços de unificação com os demais trabalhadores do setor de comunicação, especialmente os radialistas e os gráficos; Combate a todas as formas de discriminação étnica ou racial; Incentivo à criação de Cojiras (Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial) e núcleos em todos os sindicatos; Promoção de cursos sobre a questão racial e de um encontro nacional de Cojiras e núcleos.

Conheça mais sobre o movimento Luta Fenaj, nossas propostas e apoiadores pelo país em: www.lutafenaj.com.br : lutafenaj


Luta, Fenaj! participa da reconst Eu apoio a chapa 2:

Paulo Ramos, dep. estadual(PDT) “Os jornalistas têm uma missão entusiasta de comunicar a vida, com crítica e reflexão. O oligopólio midiático encarcera e anestesia esse impulso revolucionário. Ver a proposta dos companheiros e companheiras do Luta, Fenaj! nos anima e nos faz crer em dias de consciências livres. Votar no Luta, Fenaj é apostar num projeto que une a mobilização e a defesa dos direitos dos jornalistas com o caminhar na utopia de um mundo sem opressão.” Chico Alencar - professor e dep. federal (PSOL) “Como jornalista e defensora da democratização da comunicação em nosso país, declaro o meu apoio à chapa 2, liderada pelo companheiro Pedro Pomar e que conta com a participação de novos e experientes colegas lutadores pelos direitos da categoria. Chegou a hora de renovar a direção da Fenaj a fim que ela possa efetivamente mobilizar os jornalistas brasileiros pela volta da exigência do diploma e pela realização das propostas aprovadas na I Conferência Nacional de Comunicação.” Inês Pandeló - jornalista e deputada estadual (PT-RJ)

D

esde fevereiro de 2008, al guns jornalistas do movimento Luta,Fenaj! do RJ – três deles fazem parte da Chapa 2 – integram a diretoria do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro, que representa a categoria do interior fluminense. Encontraram uma entidade com sérias dificuldades, desacreditada e distante do cotidiano dos jornalistas. Em pouco mais de dois anos, as dificuldades continuam imensas, mas o Sindicato passou a ter um funcionamento regular, começou a se estruturar e marcar presença nas lutas da categoria. Voltou a editar seu jornal, O Jornalista, que estava sem circular há mais de dez anos; criou a delegacia sindical da Costa Verde em Angra dos Reis; estabeleceu contatos importantes em várias regiões, inclusive com os cursos de jornalismo, visando criar novas delegacias sindicais no interior; ampliou a discussão para a renovação das convenções coletivas de trabalho. Teve destacada atuação no processo de realização da I Conferência Nacional de Comunicação, quando três diretores sindicais foram eleitos entre

os delegados da sociedade civil fluminense para a sua etapa final em dezembro de 2009. Vários de seus diretores e associados tiveram importante participação na construção das pré-conferências regionais no interior do Estado e na Conferência Estadual em outubro de 2008, quando o Sindicato apresentou diversas propostas.

Tão próximos e tão distantes - Outra questão marcante na atual gestão tem sido a democracia e a abertura de espaços para a participação da categoria nas decisões sobre os rumos da ação sindical. Essa tem sido uma importante distinção com a atuação do Sindicato do Município, dirigido pelos apoiadores da Chapa 1 da Fenaj. Em 2008, o Sindicato do Estado realizou, pela primeira vez em 54 anos de existência, o seu I Congresso Estadual de Jornalistas. Nele, cerca de 100 jornalistas e estudantes debateram durante dois dias teses sobre temas como democratização da comunicação, 200 anos de imprensa, regulamentação profissional, CFJ, formação e estágio, além de propostas de luta e é hora do Luta Fenaj”. Osvaldo Maneschy - Jornalista, secretário municipal de Trabalho de Niterói (RJ) e presidente da Fundação Leonel Brizola Alberto Pasqualini

“No momento em que os jornalistas estão sendo duramente atacados em seus direitos, acredito que a renovação de sua federação, sem perder de vista a ação conjunta com a CUT, é fundamental. Vejo nos companheiros da Chapa 2 LutaFenaj, os atributos necessários para unir o conjunto da categoria em torno de suas lutas e reivindicações”. Gilberto Palmares deputado estadual (PT) “Estou com a chapa Luta Fenaj, porque aponta o melhor caminho para os jornalistas e para a democratização dos meios de comunicação em nosso país” - Arthur Poerner

“Apoiar a chapa do Luta Fenaj significa defender a luta cotidiana dos companheiros jornalistas que vemos atuantes nas ações de resgate do papel político e social da categoria e na luta pela democratização da comunicação no país, com base no que já foi aprovado na Confecom e está previsto nas diretrizes do PNDH3”. Marcelo Freixo - deputado estadual (PSOL) “Com a vitória dos donos da mídia na questão do diploma, mais do que nunca os jornalistas precisam de gente de luta. É hora de recomeçar do zero,

“Apoio a chapa Luta Fenaj contra a passividade reinante e pela diversidade, pois quero ver renovado o esforço pela democratização dos meios de comunicação e pelo respeito à profissão de jornalista”. Rogério Lessa - Jornal Monitor Mercantil e Revista Rumos

organização. Ao final, elegeram quatro delegados profissionais e uma estudante ao 33º Congresso Nacional e aprovaram a Carta de Niterói. Já o Sindicato do Município não debateu as teses com a categoria nem realizou Congresso ou assembléia (pelo menos nada parecido foi divulgado para os associados, nem mesmo através do site do Sindicato). Mas, sabe-se lá como, elegeu delegados ao Congresso Nacional dos Jornalistas. Já este ano o Sindicato do Estado realizou o II Congresso em Cabo Frio, com mais de 100 jornalistas e estudantes, que debateram a luta pela volta da exigência do diploma para o exercício profissional e a Conferência Nacional de Comunicação, entre outros temas. Ao final, foram eleitos democraticamente os delegados - – quatro profissionais e uma estudante - ao 34º Congresso Nacional dos Jornalistas, que será realizado em agosto em Porto Alegre. Será que este ano será diferente no Sindicato do Município? Pelo menos uma assembléia amplamente convocada será realizada? Vamos cobrar! “Eu apoio a Chapa 2, do Movimento LutaFenaj, porque avalio que as derrotas sucessivas que a categoria profissional dos jornalistas tem sofrido nos últimos tempos deve-se à passividade e aos equívocos da atual direção da Federação Nacional dos Jornalistas, que se arrasta há quase duas décadas no comando de nossa entidade sindical maior. É hora de mudar para transformar a Fenaj, tornando-a uma entidade de luta dos jornalistas”. Nilo Sérgio S. Gomes Jornalista e professor da Escola de Comunicação da UFRJ “Voto na chapa 2 porque dela fazem parte amigos queridos com os quais convivo há muitos anos e confio politicamente para tocar a luta dos jornalistas brasileiro”. Claudia Santiago - Coordenadora de Comunicação Popular do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) “Eu apoio a Luta Fenaj ! Eu apoio a chapa que históricamente luta pela


trução do Sindicato do Estado E

nquanto isso, na capital, a tentativa de unificar o movimento foi infrutífera. Na perspectiva de tentar construir uma direção sindical mais engajada nas lutas sociais, na defesa dos direitos humanos, em ações diretas de organização dos jornalistas e cobrança política do patronato nas redações e assessorias, buscamos conversar com a atual direção do sindicato, questionando os limites de suas ações políticas. Mas a auto-avaliação da direção do sindicato da capital – apoiadora incondicional da chapa 1 para a Fenaj - é que o sindicato está forte junto à categoria, com alto grau de mobilização. Percebendo que a falta de auto-crítica só mostra o comportamento orgulhoso que é muito coerente e em sintonia com a postura da direção da Fenaj, vimos que a alternativa seria construir uma chapa , que mesmo que não tivesse estrutura para campanha, colocasse na rua nossas propostas de ação política e sindical. A direção do sindicato dos jornalistas da capital tem o cartão de ponto e a defesa do diploma como únicas bandeiras e não se faz presente das redações e assessorias, não questi-

onando, por exemplo, práticas de assédio moral e ilegalidades nos locais de trabalho. Mas nossa chapa foi impugnada. Muitos não estavam em dia com a mensalidade sindical, situação, aliás, da grande maioria dos sindicalizados, descrentes com a possibilidade de mudanças de rumos políticos do nosso sindicato. Mas não tiveram sequer a chance de acabar com sua inadimplência, pagando ou negociando seus débitos. Além disso, o Sindicato divulgou, em tom de denúncia, que dois candidatos desta chapa impugnada já eram diretores do Sindicato dos Jornalistas do Estado. Mas não foi por acaso. Defendemos a unificação dos sindicatos, o da capital com o do estado. Esta divisão só favorece aos patrões. Com ações unificadas, ainda que preservadas as diferenças regionais (como o fazem os demais sindicatos estaduais de jornalistas), temos mais condições de conquistas para os trabalhadores. Mas esta construção precisa começar no campo político, com a atuação unificada das duas entidades representativas. Daí a proposta de dois diretores, que trabalham/atuam no interior e na capital. É bom lembrar que termos

dois sindicatos atuando lado a lado no estado faz com que as pessoas que atuam na capital e no interior – mesmo em Niterói, a 15 minutos do Rio - devam se sindicalizar nos dois sindicatos para estarem representados pelo sindicato nas bases que trabalham. Nunca soubemos de votação dupla para a Fenaj por parte de algum filiado, o que pode ser comprovado nas listas de votação que são encaminhadas para Brasília depois do pleito. Queremos um sindicato forte e mobilizador, que não aposte nas reuniões com o patronato como único caminho para avanços nos nossos direitos. A articulação com as diversas frentes de lutas sociais também é fundamental para fortalecermos nossas ações políticas enquanto trabalhadores. Não vimos a atual direção do sindicato em nenhuma atividade ou manifestação de caráter social mais amplo nos últimos anos. A defesa da categoria é muito mais que a bandeira do diploma. É o reconhecimento de que somos trabalhadores e que precisamos participar de eventos e fóruns da classe trabalhadora para fortalecer também as bandeiras gerais da luta sindical.

melhores salários e contra toda e qualquer forma de precarização do trabalho.” Camila Marins - jornalista da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (RJ)

“Por uma Fenaj mais democrática, mais articulada de fato com as bases da categoria, que se posicione em relação à realidade do país e promova uma luta pedagógica pela conscientização dos jornalistas em torno da necessidade não só da defesa dos seus direitos como também de seu papel social e político na construção de um modelo de comunicação que seja, de fato, para todos e todas.” Paula Máiran, jornalista (RJ) “Apoio a chapa 2 da Fenaj na esperança que o mandato seja o começar dede uma nova relação entre a instituição, seus representados (os jornalista), os meios de comunicação e a sociedade em geral. Sempre pautado em uma comunicação a partir dos interesses da maioria da sociedade.”Rodrigo Otávio Cruz Moreira, editor Jornal do Commercio Nós também votamos na chapa 2: Álvaro de Souza Neiva Moreira (Câmara Municipal do Rio de Janeiro – Assessor)

Ana Manuella Taveira Soares “Somos uma categoria que trabalha com comunicação mas que, quando diz respeito a nossa profissão, nossa comunicação é cheia de ruídos e interferências. A maioria está voltada para seus próprios problemas e interesses. Isso não é a toa e nem privilegio apenas de nossa categoria mas, nós que trabalhamos com o dia a dia desse país deveríamos estar mais abertos para essas discussões. Bernadete Travassos é uma profissional que sempre soube ver isso muito bem." A chapa 2 tem meu apoio e respeito". Cláudia Maria é assessora de imprensa da prefeitura de Paracambi

democratização da comunicação no Brasil. Eu apoio aqueles que quando eu olho para o lado estão conosco cerrando fileiras, incansáveis, na vanguarda por um novo mundo, um jeito novo de fazer política. Eu apoio a Luta FENAJ porque os companheiros que formam esta chapa são uma referência de ética para nós jornalistas.” Claudio Salles - Jornalista, radialista, produtor audiovisual “Ao votar na Chapa 2-LutaFenaj, renovo meu juramento profissional: ‘A Comunicação é uma missão social. Por isto, juro respeitar o público, combatendo todas as formas de preconceito e discriminação, valorizando os seres humanos em sua singularidade e na luta por sua dignidade’. A Chapa 2LutaFenaj é a que tem mais condições de fazer com que essas palavras se tornem uma prática, num país em que as corporações de mídia abriram mão de fazer jornalismo”. Marcelo Salles - Revista Caros Amigos, editor do Fazendo Media (RJ)

“Manifesto o meu apoio à Chapa Luta Fenaj, por significar uma possibilidade real de renovação na instituição representativa dos jornalistas brasileiros, e levando em conta os nomes experientes e qualificados dos jornalistas que a compõem.” Ernesto Vianna - Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro

“Apoiar a Chapa 2 significa acreditar na renovação do movimento sindical de nossa categoria. Eu voto na Chapa 2 porque carrego a certeza de que os companheiros desta composição têm propostas e são símbolos da luta cotidiana por uma sociedade justa, solidária e fraterna. Democratizar os meios de comunicação, lutar contra a criminalização dos movimentos sociais, por

(Associação dos Docentes da UFRJ – Coordenadora de Comunicação)

Emanuel Alencar (Jornal O Globo) Jamil Freitas Malafaia Júnior (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFRJ – Diagramador)

Jorge Nunes – Repórter Fotográfico José Olyntho Contente Neto (Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro – Redator) Lindinor Larangeira Petrobrás - Assessor de Comunicação

Luiz Antonio dos Santos (Repórter, frila) Maria Cecília Lira Contente (Conselho Regional de Serviço Social – Assessora de Comunicação)

Marlucio Silva de Luna (MultiRio – Gerente de Produto)

Rosa Maria Corrêa

(Editora, frila)

Samuel Tosta da Silva (Repórter Fotográfico)

Sérgio Mascarenhas de Moura (Secretaria Municipal de Fazenda – Jornalista)

Silvana Sá - (Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais RJ - Jornalista)


Jornalismo: empresas concentram poder D

as recentes derrotas dos jornalistas brasileiros no campo de seus direitos trabalhistas e de condições de vida e trabalho, a queda do diploma é a mais emblemática, por envolver a Suprema Corte do país. Essas derrotas demonstram, por sua vez, o mais completo enfraquecimento da capacidade de luta e resistência da categoria, nas últimas décadas. Os jornalistas – trabalhadores que são – não têm conseguido impor resistência à altura dos ataques sobre os seus direitos, o principal deles exercer uma atividade profissional especializada, devidamente regulamentada e que exige formação em nível de ensino superior. Essas especificidades da profissão não devem, contudo, esconder e nem ocultar as relações sociais e de trabalho nas quais e das quais está investida. Trabalho assalariado, em geral mal remunerado e que sobrevive a duras penas em um mercado que, pelo reverso, é cada vez mais concentrado e concentrador de capital e de poder. Poder econômico e poder político, portanto. Ou seja, dois movimentos distintos e opostos: trabalho enfraquecido e capital cada vez mais forte. Esta é a realidade dos jor-

EXECUTIVA Presidente: Pedro Pomar (SP) 1º Vice-Presidente: George Washington (SE) 2ª Vice-Presidente: Cláudia de Abreu(RJ) Secretária-Geral: Elaine Tavares (SC) 1ªSecretária: Leonor Costa (DF) 1ªTesoureira: Bia Barbosa (SP) 2ºTesoureiro: Dilamar Machado (RS) 1º Suplente: Leovegildo Leal (MG) 2º Suplente: Elida Miranda (AL)

nalistas brasileiros, que revela ao mesmo tempo a fragilidade das entidades sindicais e de defesa da categoria, enquanto as empresas se fundem e concentram poder de ditar as regras, controlando o mercado da folha impressa aos portais e conteúdos da internet. Empresas que agora são internacionais, como no Rio, onde um grupo português acaba de comprar o jornal O Dia. Na mídia, isto é, nos meios de comunicação de um modo geral, o capital se internacionaliza e concentra. No reverso, o jornalista agora tem que ser multimídia: foto, filme e texto. Concentrar é da natureza mesma do capital, assim como resistir e lutar é da natureza própria dos que trabalham. Mesmo com iniciativas como “eu repórter”, “eu fotógrafo”, “eu comentarista”, que as em-

“A nossa categoria precisa de um gás novo. Jornalistas com clareza do papel social que um comunicador crítico deve desempenhar. Com sonhos de transformação, prática coerente e de luta. Aposto nessa rapaziada e no movimento plural, democrático e autônomo. Só pela organização livre dos jornalistas conseguiremos garantir condições dignas de trabalho e contribuir na construção de uma sociedade justa e igualitária. Com convicção, indico voto na chapa 2 Luta, Fenaj!”. Milton Temer - jornalista

presas hoje incentivam, em todo tipo de mídia, diariamente e a cada momento as pessoas buscam notícias, informações e análises jornalísticas. E as encontram em jornais, rádios, tevês, portais e blogs da internet. Isso porque diariamente milhares de jornalistas e trabalhadores de empresas de comunicação em geral trabalham, renovando as edições dos “produtos” dos quais estão a serviço. Por mais avançadas que sejam as tecnologias de produção, não há como escamotear as relações sociais e de trabalho presentes na realização mesma dos produtos jornalísticos. O que os jornalistas precisam, portanto, é resistir e lutar com mais competência. Por Nilo Sergio S. Gomes, jornalista e professor da Escola de Comunicação da UFRJ.

VICE-PRESIDÊNCIAS REGIONAIS Vice-Pres Norte I: Evelyn Morales (RO) Vice-Pres Norte II: Rosemary Gomes (PA) Vice-Pres Nordeste I: Iano Flávio Maia (RN) Vice-Pres Nordeste II: Flávia Azevedo (BA) Vice-Pres Sudeste: João Montenegro (SP) Vice-Pres Centro-Oeste: Alcione dos Anjos (MT) Vice-Pres Sul: Lenise Klenk (PR) DEPARTAMENTOS Relações Institucionais: Juliana Nunes (DF), Daniel Hammes (RS) e Keka Werneck (MT) Relações Internacionais: Mário Augusto Jakobskind (RJ), Lúcia Rodrigues (SP) e Jonas Valente (DF) Educação e Aperfeiçoamento Profissional: Emília Magalhães (DF), Gibran Lachowski (MT) e Ernesto Marques (BA) Cultura e Eventos: Bernardete Travassos (RJ), Valnísia Mangueira (PR) e Luiza de Sá Monteiro (MG) Mobilização, Negociação Salarial e Direito Autoral: Miriam Santini (SC), Luis Gustavo Mesquita (SP) e Adriano Boaventura (MG) Mobilização em Assessoria de Comunicação: Álvaro Britto (RJ), Caroline Santos (SE) e Pedro Carrano (PR) Mobilização dos Jornalistas de Produção e Imagem: Wellington Inácio (SP), Fátima Gonçalves (PA) e Juliano Nery (MG) Saúde e Previdência: Luiz Edmundo Continentino Porto (RJ), Elisângela Valença (SE) e Marcos Erlan (MG) CONSELHO FISCAL Najla Passos (DF), Cláudio Sommacal (RS) e Márcia Raquel (MT)

“Ficar no ‘mais do mesmo’ é estagnar, não sair do lugar. Assim tem estado nossa federação há vários anos. Apenas reproduzindo a mesma estrutura, sem questionar a rotina exaustiva de redações ou a informalidade aviltante das assessorias. Sempre é hora de começar a se mexer e buscar a novidade, ajudar a construi-la também. A chapa Luta Fenaj traz novos ares, pessoas em quem acreditar, lutas pelas quais vale a pena lutar.” Tamara Menezes jornal O Dia


Lutafenaj rio