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DICAS E FATOS


Quando Fui Chuva Maria Gadú

Quando já não tinha espaço, pequena fui Onde a vida me cabia apertada Em um canto qualquer, Acomodei minha dança, os meu traços de chuva E o que é estar em paz Pra ser minha e assim ser tua

Quando já não procurava mais Pude enfim nos olhos teus, vestidos d'água, Me atirar tranquila daqui Lavar os degraus, os sonhos, as calçadas

E, assim, no teu corpo eu fui chuva ... jeito bom de se encontrar! E, assim, no teu gosto eu fui chuva ... jeito bom de se deixar viver!

Nada do que fui me veste agora Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto E só sossega quando encontra tua boca

E, mesmo que eu te me perca,


Nunca mais serei aquela que se fez seca Vendo a vida passar pela janela O beijo é a relação mais velha de demonstração de carinho e afeto, são varias espécies que dão o beijo como forma de amor, e os seres humanos estão inclusos nela também, é tão bom quando você esta com a pessoa que você quer que esteja ao seu lado, isso realmente é muito bom. Em algumas ocasiões encontramos a pessoa que irá nos fazer feliz sem esperar, essas coisas é bem legais, até parece mágica. O amor é um sentimento muito grande sentimento que poucas pessoas sabem o verdadeiro significado desse sentimento, você aprende qual o verdadeiro significado desse sentimento com a pessoa que você confia, se sente seguro, gosta, sente aquele arrepio com um simples toque, entre outros afetos. Com o tempo você percebe que essa é a pessoa ideal para você, em algumas relações isso pode demorar 2, 3, 4 anos, enfim e em outras relações pode até demorar mais ou menos, isso depende da aproximação que você tem com seu parceiro.

No momento dessa demonstração de amor, na hora do beijo muitas pessoas não sabem ao certo o que fazer, fica um tanto inseguras como agir e o modo de fazer isso sem que pareça vulgar ou que pareça algo desinteressado, geralmente quando você vai dar o seu primeiro beijo você se sente assim, mas com o tempo você vai se acostumando e então tendo o seu próprio jeito de beijar, o seu beijo. Quando você estiver dando um beijo em alguém não vale somente o beijo em si, tem também os outros afetos. Uma dica é que você de primeira coloque as mão na cintura, depois com o tempo de mordidas, uma pegada mais forte e depois uns beijinhos no pé do ouvido, assim tudo fica mais gostoso e da um clima a mais em seu beijo.

nem mais um segundo

(na,na,na,na,na)2x eu, nunca pensei que fosse ser assim, mas hoje eu sei, aprendi, a dizer não para seu coração eu sei que vou sofrer


sei que vou chorar mas tenho que mim acostumar eu não consigo te esquecer nem mais um segundo eu só quero é você á todo minuto mas não,não,não eu não quero asseitar eu fui a sua casa te mandei flores e ganhei ingratidão agora vá, não preciso mais de você vá embora, para nunca mais voltar promento nunca mais te amar luiz v j Quase 23 dicas para garotos iniciates (Garotos... sua vez!) escrito em sábado 18 agosto 2007 20:09

garotos Você é um cara que passou a vida sozinho e não faz idéia de como chamar a garota dos seus sonhos para sair? Calma querido, Carol te ajuda! Sabe qual é a primeira coisa que chama a atenção de uma garota para um cara? Errou se respondeu aparência, porque a resposta correta é cheiro. Isso mesmo! É o cheiro que vai fazer com que ela vire a cabeça para ver quem foi que passou e é o casaco todo perfumado que ela vai esfregar no nariz da melhor amiga toda orgulhosa.


Por cheiro, a classificação é: a) Limpinho: cheiro de roupa limpa ou sabonetes suaves (tipo aqueles de bebê) b) Desodorante: tome cuidado ao escolher e com a quantidade. É quase impossível ficar mais de 20 segundos perto de alguém que se entupiu de rexona. Um segredinho: se você estiver suado/fedido e passar desodorante em cima piora. O mesmo vale para perfumes. c) Perfume: tudo o que é demais faz mal. Pra ele, siga as mesmas regras do desodorante. Nós, mulheres, somos menos exigentes no quesito beleza. Há três categorias, mais as raças híbridas, em que você pode se encaixar: Gato: carinha bonita. Fofo: é um ‘feio arrumadinho’ e simpático. São os preferidos entre a população feminina, segundo a Capricho. Gostoso: refere-se ao corpo, com ênfase em barriga (tanque!), braços e pernas FAQ: Mulher repara em bunda de homem? Claro que sim! Antes de uma manobra mais arriscada, mande indiretas bem diretas e analise as reações dela. Não tente cantadas de pedreiro nem fique pagando pau! É meio (totalmente) humilhante… Se você achou brilhante seu plano de se tornar amiguinho dela pra se aproximar, esqueça! Primeiro que ela não vai querer ficar com você. A desculpa? “Não quero perder a sua amizade”. E mais! SE ela resolver ceder, esse relacionamento não vai dar em nada e você não terá mais a amiga. Não tente se passar por alguém que você não é. Vista-se como você sempre se veste quando for sair com ela. Não importa a produção que ela faça, você vai parecer um retardado com trajes sociais, roupa de rapper ou qualquer coisa que não seja o jeans, tênis e camiseta que você sempre usa ou qualquer que seja o seu estilo. Quando eu digo ‘não inove com seu guardaroupa’ é um conselho de coração. Confie no seu taco. Se for preciso, “auto-engane-se”. Tenha um bom papo. Fale coisas inteligentes e engraçadas ou simplesmente cultura pop inútil como: “Você já ouviu o novo single da JoJo?” ou “Sabia que o pum de uma ovelha na escócia contribui para o aumento do rombo na camada de ozônio?” Não fale de futebol, a não ser que você queira debater sobre pernas de jogador ou quem é mais bonito: Kaká ou Cristiano Ronaldo? Você sabia?


Quando se está com a pessoa amada, as pupilas se dilatam, o que nos deixa mais atraentes. Além do mais, o contato visual passa confiança. Você chamou ela pra sair e ela aceitou… Para onde levá-la? Bem, isso eu não posso te falar, mas creio que ao menos você possa fazer uma lista de lugares para onde não ir. Não vá a uma festa se você não gosta de multidões, por exemplo. Tente não assustá-la logo de cara. Não dê uma de cara carente e desesperado. Vá com calma e não se afaste do seu objetivo. Não importa o quanto ela se atrase, pontualidade é essencial. Se você der um bolo em uma guria é bem provável que ela nunca mais olhe na sua cara. Elogie o cabelo dela, a roupa… Diga como ela está bonita. Tenha, para qualquer eventualidade, não um, mas alguns planos B. Ofereça sugestões e pergunte o que ela quer. Você que a convidou e é quem deve dar opções, em vez de pedir pra que ela decida. Questão de cordialidade e cavalheirismo. Vivemos em um mundo sexista, aceite! Propcie à garota um momento único, que a faça querer estar mais em sua companhia. Que tal um pôr-do-sol, uma caminhada sob a lua ou andar na praia? Romantismo não é sinônimo de caretice. Não lhe dê flores ou sei lá no primeiro encontro. É brega e vocês ainda não têm intimidade! Se ela está saindo com você é por uma razão óbvia, por isso: Nunca, em hipótese alguma, diga: ‘quer ficar comigo?’. É tosco e decepcionante. Simplesmente aproveite um momento de descontração, e, enquanto ela ri, olhe nos seus olhos e, naturalmente, aproxime seu rosto do dela. Ela fará o mesmo. Garotas são ciumentas e possessivas. A partir do momento em que pegá-la, ela vai, mesmo que inconscientemente, tratá-lo propriedade dela, independentemente de ela querer ou não algo sério com você. O que difere entre meninas é o grau dessa possessão, podendo até mesmo não ser percebido. Ainda assim, não corra atrás dela demais. Pode ser perigoso que ela fique tão auto-confiante e no comando total no começo da relação. Agora que terminou de ler, saia já da frente desse monitor e vai pegar a guria, cara!

agora leia a


históia

sobre terra e céu " Cada um de nós compõe a sua história e cada cer em sí carrega o don de ser capais, de ser feliz." No bairro da lapa, cada noite faz um dia e todo dia uma vida nova.E na quela noite,uma tragédia estava pra acontecer. Laura Pais, uma bailarina famosa, acabou levando um tiro. Na uti, Lucas se desispera ,mas , era o fim de Laura, o grande amor de sua vida. No paraíso, Laura acaba reencarnando em Luanna a filha da rainha Ester da Inglaterra que fugira pra cidade do Rio e justo no bairro da Lapa.


Emprecionados com as roupas de Luanna, a família de Laura Paisa acolheu. Logo, Luanna se olhou no espelho com a tiara de Laura e viu o espirito dela. -você tem uma missão. disse Laura. Cinco meses depois. Luanna começou a se sentir ameaçada com a presença de Laissa, a prima de Laura, respossavel pela morte da laura.

parte final Luanna se apaixonou por Lucas, mais Laissa não aceitou, e,


matou os dois. Luanna e Lucas se reencontram mun belo lago de aguas azuls e se unem em um s贸.


ExperiĂŞncia de quase-morte


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O termo experiência de quase-morte ou EQM refere-se a um conjunto de visões e sensações frequentemente associadas a situações de morte iminente por motivo de hipóxia cerebral, geralmente derivadas de paradas cardiorrespiratórias, sendo as mais divulgadas o efeito-túnel e a experiência fora-do-corpo (EFC ou OOBE, também denominada autoscopia). O termo foi cunhado pelo Dr. Raymond Moody em seu livro Vida Depois da Vida, escrito em 1975.

Apesar de frequentemente associadas a uma experiência mística, essas visões tendem a ser explicadas pela comunidade científica como uma resposta secundária fisiológica do cérebro à hipóxia. Em alguns casos, a morte clínica do paciente chegou a ser atestada pelos médicos, mas em nenhum deles houve a confirmação de morte cerebral. No entanto, durante o procedimento de ressuscitação, a equipe médica raramente consegue manter registros sobre as funções cerebrais, pois a emergência exige atenção total ao sistema cardiopulmonar. Por isso, há relatos de situações nas quais o sinal do EEG indica que o cérebro chegou a ficar sem atividade.


Descrição Um túnel de luz numa tela de Bosch, tipificando uma visão recorrente em experiências de quase-morte.

As pessoas que viveram o fenômeno relatam, geralmente, uma série de experiências comuns, descritas nos estudos de Elizabeth Kubler-Ross (1967), tais como:

um sentimento de paz interior; a sensação de flutuar acima do seu corpo físico; a impressão de estar em um segundo corpo, distinto do corpo físico; a percepção da presença de pessoas à sua volta; a visão de seres espirituais; visão de 360º; sensação de que o tempo passa mais rápido ou mais devagar; ampliação de vários sentidos; a sensação de viajar através de um túnel intensamente iluminado no fundo (efeito túnel).

Nesse espaço, a pessoa que vive a EQM percebe a presença do que a maioria descreve como um "ser de luz", embora seu significado possa variar conforme os arquétipos culturais, a filosofia ou a religião pessoal. O portal entre essas duas dimensões é também descrito como a fronteira entre a vida e a morte. Por vezes, alguns pacientes que viveram essa experiência


relatam que tiveram de decidir se queriam ou não regressar à vida física. Muitas vezes falam de um campo, uma porta, uma sebe ou um lago, como uma espécie de barreira que, se atravessada, implicaria não regressarem ao seu corpo físico.

Com a multiplicação de referências a acontecimentos comparáveis à experiência de quasemorte, iniciou-se uma nova corrente, em que diversos pesquisadores de todo o mundo deram início à discussão e à análise do fenômeno de forma mais aberta. Grupos da comunidade médica passaram a olhar para a morte e a sobrevivência da consciência sob uma nova perspectiva, como ocorre, por exemplo, na Associação Brasileira de Medicina Psicossomática. Existem observadores que negam as explicações científicas e atribuem esse fenómeno a experiências religiosas causadas por Deus ou tendo outra origem sobrenatural, enquanto outros recorrem a explicações científicas ousadas como a memória genética ou a simbolização do nascimento biológico. Mudanças psicológicas e comportamentais

Após a experiência de quase-morte, muitas pessoas declaram terem alterado seus pontos de vista em relação ao mundo e às outras pessoas. As mudanças comportamentais geralmente são significativamente positivas, e o principal fator para a mudança é a perda do medo da morte (tanatofobia). Em geral, a pessoa diz enxergar o mundo de maneira mais vívida, ser inundada por sentimentos de bondade e amor ao próximo, ter vontade de ajudar os necessitados, sentir abertura a uma forma de religiosidade não-dogmática e a crenças orientais como a reencarnação, aceitar-se mais e aceitar mais os outros, perder o sentido de importância do ego e se preocupar menos com as opiniões dos outros. Essas pessoas alegam que passaram a valorizar mais as suas vidas e as dos outros, reavaliaram os seus valores, a ética e as prioridades habituais e tornaram-se mais serenas e confiantes. Investigação científica

Até recentemente, este fenômeno era considerado pela ciência um assunto vulgar, fruto de lendas, crendice popular ou religiosidade. No entanto, na década de 1970, pesquisas como a do Dr. Raymond Moody e a da Dra. Elizabeth Kubler-Ross, principalmente após a publicação dos livros Vida Depois da Vida e Sobre a Morte e o Morrer, respectivamente, levaram ao início de uma corrente de pesquisas em todo o mundo sobre o fenômeno.

Estudos realizados em hospitais, entre sobreviventes de paradas cardíacas, em que se observou que o fenômeno ocorre em cerca de 11% dos pacientes[1], incluindo os do cardiologista holandês Pim Van Lommel [2] [3], demonstram também que os fatos são possivelmente explicáveis pela falta de oxigênio no cérebro [4] [5] [6], em pacientes nos quais a morte encefálica não foi comprovada[7]. As descrições de experiências de quase-morte podem ser parcialmente reproduzidas por medicações como a quetamina[8] ou por indução de hipóxia cerebral por alta gravidade[9], incluindo visão em túnel, comunhão com Deus,


saída do corpo e alucinações. Fenômenos semelhantes ocorrem em algumas formas de epilepsia e AVC. As explicações biológicas perdem força ao se considerarem os fenômenos de percepção extrassensorial alegados por alguns sobreviventes EQM.

As investigações científicas sobre assuntos relacionados com o pós-morte sempre existiram e foram diversas vezes motivo de debate acadêmico [10] [11] [12]. Mesmo com tanto interesse e a presença de numerosos relatos anedóticos, ainda não há qualquer comprovação científica que suporte essa teoria, portanto ainda é uma hipótese não-verificada. Os modelos biológicos tanto podem significar que se trata de uma alucinação como que o cérebro pode conter algum mecanismo para perceber um mundo espiritual à nossa volta. Os estudos em neurociência e neuroteologia prosseguem.

A experiência de quase-morte é muito semelhante às experiências místicas de diversas tradições, como nos livros de Teresa de Ávila.

Um relato intrigante descrito por Moody em seu livro Luz do Além " Uma mulher de setenta anos, cega, desde os dezoito, foi capaz de descrever com detalhes vívidos, enquanto os médicos tentavam ressuscitá-la de um ataque do coração. Ela conseguia dar boa descrição dos instrumentos que foram utilizados e até mesmo de suas cores. Além de tudo isso, ela ainda disse ao médico que ele usava jaleco azul quando começou a ressuscitá-la. Acontece que falta a Ciência a coragem de questionar sues métodos para que possa entender fenômenos subjetivos que transcendem o reducionismo materialista.


Referências

↑ Parnia S; Waller DG; Yeates R; Fenwick P A qualitative and quantitative study of the incidence, features and aetiology of near death experiences in cardiac arrest survivors. Resuscitation. 2001; 48(2):149-56 ↑ Lommel, Pim Van, Dr., (2001) Near-death experience in survivors of cardiac arrest: a prospective study in the Netherlands, pdf ↑ Lommel, Pim Van, Dr., (2003) A Reply to Shermer: Medical Evidence for NDEs ↑ Woerlee, GM Darkness, Tunnels, and Light Skeptical Inquirer, maio 2004 ↑ Woerlee, G. M. (2005). Mortal Minds - The Biology of Near-Death Experiences. Prometheus. ↑ Nelson KR; Mattingly M; Lee SA; Schmitt FA Does the arousal system contribute to near death experience? Neurology. 2006; 66(7):1003-9 ↑ Rothstein TL Recovery from near death following cerebral anoxia: A case report demonstrating superiority of median somatosensory evoked potentials over EEG in predicting a favorable outcome after cardiopulmonary resuscitation. Resuscitation. 2004; 60(3):335-41 ↑ Jansen, K [1] ↑ Dr. James E. Whinnery The Trigger of Gravity ↑ David Fontana, Prof., Cardiff University and Liverpool John Moores University, UK, (Finland 2003) Does Mind Survive Physical Death?, pdf ↑ Neal Grossman, Prof., Indiana University and University of Illinois, United States, (2002) Who's Afraid of Life After Death? Why NDE Evidence is Ignored, published at the Institute of Noetic Sciences (IONS) ↑ Parnia S; Fenwick P Near death experiences in cardiac arrest: visions of a dying brain or visions of a new science of consciousness. Resuscitation. 2002; 52(1):5-11

Reencarnação é uma ideia central de diversos sistemas filosóficos e religiosos, segundo a qual uma porção do Ser é capaz de subsistir à morte do corpo. Chamada consciência, espírito ou alma, essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de um fim específico, como o auto-aperfeiçoamento ou a anulação do carma.


Características

A reencarnação é um dos pontos fundamentais do Hinduísmo(já pregava esse conceito 5 mil anos antes de cristo), do Jainismo, do Culto de Tradição aos Orixás (Òrìsà)(já difundia esse conceito 5 mil anos antes de cristo), da Teosofia, do Rosacrucianismo e da filosofia platônica, mais recentemente o Espiritismo (codificado por Allan Kardec). Existem vertentes místicas do Cristianismo como, por exemplo, o Cristianismo esotérico, que também admite a reencarnação.

Há referência recentes a conceitos que poderiam lembrar a reencarnação na maior parte das religiões, incluindo religiões do Egito Antigo, religiões indígenas, entre outras. A crença na reencarnação também é parte da cultura popular ocidental, e sua representação é frequente em filmes de Hollywood. É comum no Ocidente a ideia de que o Budismo também pregue a reencarnação, supostamente porque o Budismo tenha se originado como uma religião independente do Hinduísmo. No entanto essa noção tem sido contestada por fontes budistas; para mais detalhes veja renascimento.

Origens

A crença na reencarnação tem suas origens nos primórdios da humanidade, nas culturas primitivas. De acordo com alguns estudiosos, a ideia se desenvolveu de duas crenças comuns que afirmam que:

Os seres humanos têm alma, que pode ser separada de seu corpo, temporariamente no sono, e permanentemente na morte; As almas podem ser transferidas de um organismo para outro.

Segundo Diodoro Sículo, Pitágoras se lembrava de ter sido Euforbo, filho de Panto, que foi morto por Menelau na Guerra de Troia.[1]


Entre as tentativas de dar uma base "científica" a essa crença, destaca-se o trabalho do Dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, que recolheu dados sobre mais de 2.000 casos em todo o mundo que evidenciariam a reencarnação. No Sri Lanka (país onde a crença é muito popular), os resultados foram bem expressivos.

Segundo os dados levantados pelo Dr. Stevenson, os relatos de vidas passadas surgem geralmente aos dois anos de idade, desaparecendo com o desenvolvimento do cérebro. Uma constante aparece na proximidade familiar, embora haja casos sem nenhum relacionamento étnico ou cultural. Mortes na infância, de forma violenta, aparentam ser mais relatadas. A repressão para proteger a criança ou a ignorância do assunto faz com que sinais que indiquem um caso suspeito normalmente sejam esquecidos ou escondidos.

Influências comportamentais como fragmentos de algum idioma, fobias, depressões, talentos precoces (como em crianças prodígio), etc, podem surgir, porém a associação peremptória desses fenômenos com encarnações passadas continua a carecer de fundamentação científica consistente.

Dentre os trabalhos desenvolvidos por Dr. Stevenson sobre a reencarnação, destaca-se a obra "Vinte casos sugestivos de reencarnação".

Reencarnação versus Metempsicose

A transmigração das almas ou metempsicose é uma teoria diferente da reencarnação, seguida por alguns adeptos de ensinamentos orientais, que propõe que o homem pode reencarnar de modo não-progressivo em animais, plantas ou minerais.Esse conceito é muitas vezes entendido literalmente, mas muitas tradições orientais entendem esse conceito miticamente, ou seja, significa que quem vive de forma primitiva, satisfazendo apenas seus desejos primitivos pode estar em uma reencarnação como animal mesmo em uma forma e corpo humano.


Reencarnação e Cristianismo

Diversos estudiosos espíritas e espiritualistas defendem que, durante os seis primeiros séculos de nossa era, a reencarnação era um conceito admitido por muitos cristãos. De acordo com eles, numerosos Padres da Igreja ensinaram essa doutrina e apenas após o Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d.C., é que a reencarnação foi proscrita na prática da igreja, apesar de tal decisão não ter constado dos anais do Concílio. Afirmam ainda que Orígenes (185-253 d.C.), que influenciou bastante a teologia cristã, defendeu a ideia da reencarnação,[2] além dos escritos de Gregório de Nisa (um bispo da igreja cristã no século IV) entre outros. Entretanto, tais afirmativas carecem de fundamentação histórico-documental. Por isso, os teólogos cristãos não só se opõem à teoria da reencarnação, como, também, à ideia de que ela era admitida pelos cristãos primitivos. Argumentam que não há referências na Bíblia, nem citações de outros Padres da Igreja, e que as próprias afirmações de Orígenes e de Gregório de Nisa aduzidas pelos estudiosos espíritas e de outras crenças espiritualistas, não são por aqueles citadas senão para as refutarem. Por outro lado, com base na análise da atas conciliares do Concílio de Constantinopla, constatam que os que ali se reuniram sequer citaram a doutrina da reencarnação - fosse para a afirmar ou para a rejeitar. Contra a reencarnação ainda cita-se Hebreus 9:27, o episódio dos dois ladrões na cruz em 23 39:44, a parábola do rico e Lázaro e Jó 10:21.

Passagens do Novo Testamento, como Mateus 11:12-15, Mateus 16:13-17 e Mateus 17:10-13, Marcos 6:14-15, Lucas 9:7-9 e João 3:1-12 são citados por espiritualistas como evidência de que Jesus teria explicitamente anunciado a reencarnação.

Tanto a Igreja Católica como os protestantes em geral denunciam a crença na reencarnação como herética. O cristianismo esotérico, por outro lado, admite e endossa abertamente a reencarnação - que é, inclusive, um dos pilares de sua doutrina. As teses reencarnacionistas, portanto, independentemente de serem corretas ou não, não encontram apoio na tradição judaico-cristã, cuja ortodoxia doutrinária as considera, na verdade, importações de outras tradições, tal como o hinduísmo e o budismo.

Existem provas históricas de que a doutrina da reencarnação contava com adeptos no antigo judaísmo, embora somente após escrita do Talmud - não há referências a ela neste livro, tampouco se conhecem alusões em escrituras prévias. A ideia da reencarnação, chamada gilgul, tornou-se comum na crença popular, como pode ser constatado na literatura iídiche entre os judeus ashkenazi. Entre poucos cabalistas, prosperou a crença de que algumas almas


humanas poderiam reencarnar em corpos não-humanos. Essas ideias foram encontradas em diversas obras cabalísticas do século XIII, assim como entre muitos escritos místicos do século XVI. A coleção de histórias de Martin Buber sobre a vida de Baal Shem Tov inclui várias que se referem a pessoas reencarnando em sucessivas vidas. Reencarnação e Ciência

A crença na sobrevivência da consciência após a morte é comum e tem-se mantido por toda a história da humanidade. Quase todas as civilizações na história tem tido um sistema de crença relativo à vida após a morte. Cientificamente, entretanto, inexiste qualquer motivo para sustentar ou rejeitar a hipótese.

As investigações científicas sobre assuntos relacionados ao pós-morte remontam particularmente ao século XIX,[3][4] e, embora continuem a ser motivo de intenso debate entre leigos, não mais despertam interesse sério na comunidade acadêmica.[carece de fontes]

A objeção mais óbvia à reencarnação é que não há nenhum processo físico conhecido pelo qual uma personalidade pudesse sobreviver à morte e se deslocar para outro corpo. Mesmo adeptos da hipótese como Stevenson reconhecem esta limitação e atribuem a possível existência de tais fenômenos a propriedades naturais ainda desconhecidas da ciência.

Outra objeção é que a maior parte das pessoas não relembram vidas prévias. Além disso, estatisticamente, cerca de um oitavo das pessoas que "lembram" de vidas prévias se lembrariam de ter sido camponeses chineses; mas, entre os que se "lembram", a maioria lembra de situações sociais menos triviais e mais interessantes.

Alguns céticos[quem?] explicam que as supostas evidências de reencarnação resultam de pensamento seletivo e falsas memórias comumente baseadas nos sistemas de crença e medos infantis dos que as relatam.

Acrescenta-se, por último, que a reencarnação é, no fundo, objeto de crença dos fiéis de determinados segmentos religiosos, da mesma forma que o é a ressurreição em outros segmentos religiosos. A ciência, como se sabe, não se presta a provar ou não a reencarnação ou a ressurreição. Isto porque, entre outros argumentos, a ciência se faz sobre um


determinado recorte da realidade que pode ser provado, demonstrado, testado, etc. O aspecto subjetivo que sustenta as ideias da ressurreição e da reencarnação dificulta eventuais demonstrações, fazendo tais ideias aportarem então no âmbito da fé e da crença, o que não significa necessariamente qualquer falta de mérito de qualquer uma delas, senão que se limitam ao campo da fé e da experiência individual. Por mais evidentes que possam parecer alguns relatos, cientificamente, sob os atuais domínios do conhecimento científico, não podem ser provados. Experiências de quase morte

Ver artigo principal: Experiência de quase-morte

Estudos realizados em hospitais entre sobreviventes a paradas cardíacas aonde se observou o fenômeno conhecido como "experiência de quase-morte",[5] incluindo os do cardiologista holandês Pim Van Lommel,[6] demonstram achados que são compatíveis com fenômenos neurológicos causados pela hipóxia (falta de oxigênio no cérebro)[7][8][9] em pacientes nos quais a morte encefálica não foi comprovada,[10] por medicações como a quetamina[11] ou pela indução de hipóxia cerebral por alta gravidade,[12] incluindo visão em túnel, comunhão com entidades espirituais e saída do corpo. Cientistas e médicos relatam inúmeras experiências de quase-morte que sucederam em situações operatórias onde os pacientes estiveram em período de "inconsciência" (estado alterado de consciência, induzido por anestésicos que incluem a ketamina) ou reanimados após parada cardíaca, onde há redução da atividade cerebral, mas sem demonstração de ausência da mesma (mesmo a ausência de atividade eletroencefalográfica, ou eletroatividade, não é considerada fidedigna de ausência de atividade cerebral[10][13]). Mesmo assim, esses relatos anedóticos são freqüentemente utilizados como justificativa de que não seria possível que a experiência de quase morte fosse, portanto, originada em quaisquer funções biológicas ou químico-eléctricas[14] e de que a consciência sobreviveria à morte do corpo físico.[15] Relatos de casos

Por outro lado, há pesquisa efetuada mundialmente pelo professor de psiquiatria norteamericano da Universidade de Virgínia Ian Stevenson, desde os anos 1960, com mais de 2.500 relatos que sustentariam a reencarnação.[16][17][18]

Note-se que a crença de que o corpo físico de alguém apresentaria marcas "explicáveis" por acontecimentos ocorridos em vidas passadas não se coaduna bem com a ideia costumeira,


implícita na crença - não estudada - na reencarnação, de que corpo e alma são independentes. No entanto, ao explicarmos os narrativas levando-se em conta o Perispírito, veremos que os casos relatados representam fielmente a Doutrina espírita sistematizada cientificamente por Allan Kardec. Críticas

Céticos criticam tais estudos de casos, por melhor descritos que sejam, por serem evidências anedóticas coletadas retrospectivamente, além de não eliminarem a possibilidade de fraude. De fato, normalmente não há controle contra a fraude, porém os reencarnacionistas apontam que existem características típicas de tais casos que seriam difíceis de serem fraudadas, tais como os defeitos e as marcas de nascimento, e as fobias demonstradas pelas crianças. No entanto, tais casos são descritos retrospectivamente - uma fobia específica, determinada marca de nascença ou preferências pessoais, são explicadas encontrando-se relatos de pessoas que morreram de determinada forma, tiveram algum tipo de lesão ou tinham determinadas preferências. Como qualquer fobia pode ser relacionada a alguma pessoa que já apresentou morte pelo objeto da mesma, não há nenhum local do corpo onde se possa ter uma marca de nascença que alguém não tenha se ferido e preferências pessoais não são exclusivas, para eles, tais relatos não teriam grande valor científico.

Tais céticos são contestados pelos estudiosos da reencarnação sob o argumento de que Relato de Casos Anedóticos não é a mesma coisa que Estudo de Casos. E simples Estudo de Casos não é a mesma coisa que Estudo de Casos com Tentativa de Controle de Variáveis Envolvidas e Tentativa de Avaliação Quantitativa. Os estudos CORT (Cases of Reincarnation Type – Casos do Tipo Reencarnação) não estariam incluídos na primeira categoria (que é a mais fraca), nem na segunda (de força mediana). Eles fariam parte do terceiro grupo, que possui força bem superior: Estudo de Casos com Tentativa de Controle de Variáveis Envolvidas e Tentativa de Avaliação Quantitativa.

Recentemente, o cético Richard Wiseman tentou reproduzir as demais características dos CORTs por meios normais, sem sucesso.[carece de fontes] Nas palavras do pesquisador Jim B. Tucker,[19] o estudo de Wiseman "demonstra que coincidência fracassa em explicar partes importantes dos casos, embora sua intenção tenha sido mostrar o oposto". Tucker considera também que tal estudo demonstra que a fraude não pode ser aplicada aos casos resolvidos com registros escritos antes das verificações. Além disso, já foi possível fazer testes controlados numa minoria desses casos. Tucker cita dois desses casos no seu livro Life Before Life (2005): o de Gnanatilleka Baddewithana e o de Ma Choe Hnin Htet, e argumenta que tais casos enterrariam de vez as críticas dos céticos de que a fraude ou a coincidência seriam


explicações razoáveis para os CORTs.

Alguns críticos também argumentaram que casos de reencarnação não são particularmente interessantes por causa da possibilidade que eles podem ter sido embelezados quando a família da criança entra em contato com a família da personalidade prévia antes da documentação das memórias de renascimento da criança ter sido feita, aumentando a possibilidade que o câmbio de informação entre as duas famílias possa ser o responsável para as memórias detalhadas da criança, e não reencarnação (por fraude e/ou falsas memórias). Esta hipótese, embora plausível em alguns casos, foi rejeitada pelo outro avanço principal na pesquisa de reencarnação, o de localizar casos em que documentação é feita antes de tentar achar a família da personalidade prévia, o que não impede necessariamente fraudes ou simples coincidências. Embora seu número seja pequeno (apenas 33 dos 2.500 na coleção da Universidade de Virginia), tais casos parecem fornecer um argumento mais forte a favor da reencarnação. O Dr. Stevenson (1974) foi um dos primeiros a localizar casos como estes, e outros independentemente foram encontrados por Mills, Haraldsson, e Keil (1994), e mais recentemente por Keil e Tucker (2005). Literatura

Currie, Ian, A morte não existe: um século de pesquisas e descobertas sobre a morte. Trad. Anna Maria Dalle Luche. São Paulo: Mandarim, 1996. 340 pp. Doore, Gary (Org.) e diversos autores, Vida depois da morte - A ciência na fronteira do mistério, Ésquilo, ISBN 972-8605-48-X, 2ª ed. Julho de 2005 Heindel, Max, Conceito Rosacruz do Cosmos (Renascimento e a Lei de Conseqüência), 1909 Heindel, Max. Os Mistérios Rosacruzes (O Problema da Vida e a sua Solução), 1911 Moody, Raymond, Vida Depois da Vida Stevenson, Ian, Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação e outros livros. Weiss, Brian L., "Muitas Vidas, Muitos Mestres" e outros livros. Myers, Joseph R. "Edward Bellamy Writes Again".

Filmes relacionados à reencarnação


Audrey Rose (1977) Birth (2004) Dead Again (1991) Kundun (1997) Little Buddha (1993) Om Shanti Om (2007) On a Clear Day You Can See Forever (1970) Reincarnation (2005) Switch (1991) Yesterday's Children/Minha Vida na Outra Vida (2000) Avalon High (2010) ..Ghost

Notas

↑ Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro X, 6.1 ↑ Artigo sobre o Concílio de Constantinopla ↑ Parnia S; Fenwick P Near death experiences in cardiac arrest: visions of a dying brain or visions of a new science of consciousness. Resuscitation. 2002; 52(1):5-11 ↑ Neal Grossman, Prof., Indiana University and University of Illinois, United States, (2002) Who's Afraid of Life After Death? Why NDE Evidence is Ignored, published at the Institute of Noetic Sciences (IONS) ↑ Parnia S; Waller DG; Yeates R; Fenwick P A qualitative and quantitative study of the incidence, features and aetiology of near death experiences in cardiac arrest survivors. Resuscitation. 2001; 48(2):149-56 ↑ Lommel, Pim Van, Dr., (2001) Near-death experience in survivors of cardiac arrest: a prospective study in the Netherlands, pdf ↑ (em inglês)Woerlee, GM Darkness, Tunnels, and Light Skeptical Inquirer, maio 2004


↑ Woerlee, G. M. (2005). Mortal Minds - The Biology of Near-Death Experiences. Prometheus. ↑ Nelson KR; Mattingly M; Lee SA; Schmitt FA Does the arousal system contribute to near death experience? Neurology. 2006; 66(7):1003-9 ↑ a b Rothstein TL Recovery from near death following cerebral anoxia: A case report demonstrating superiority of median somatosensory evoked potentials over EEG in predicting a favorable outcome after cardiopulmonary resuscitation. Resuscitation. 2004; 60(3):335-41 ↑ Jansen, K ↑ Dr. James E. Whinnery The Trigger of Gravity ↑ Omkar N. Markand Pearls, Perils, and Pitfalls In the Use of the Electroencephalogram Semin Neurol 23(1):7-46, 2003 ↑ Lommel, Pim Van, A Reply to Sherman - Medical Evidence for NDEs, 2003 ↑ David Fontana, Prof., Cardiff University and Liverpool John Moores University, UK, (Finland 2003) Does Mind Survive Physical Death?, pdf ↑ Ian Stevenson, Prof., (1980) Twenty Cases Suggestive of Reincarnation: Second Edition, Revised and Enlarged, University Press of Virginia, ISBN 0-8139-0872-8 ↑ Ian Stevenson, Prof., (1997) Where Reincarnation and Biology Intersect, Praeger Paperback, ISBN 0-275-95189-8 ↑ Mary Roach Spook: Science Tackles the Afterlife W. W. Norton (2005) ↑ Tucker, Jim B.(2005) Life Before Life: A Scientific Investigation of Children’s Memories of Previous Lives, St. Martin´s Press, ISBN 0-312-32137-6

Bibliografia

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TINOCO, Carlos Alberto. O modelo organizador biológico. Curitiba :Veja, 1982. UBALDI, Pietro. A grande síntese. São Paulo : FUNDAPU, (cap LXXIV).

Ver também

Conceitos

Nascimento Vida Morte

Temas

Experiência quase-morte Projeção da consciência Clarividência Cordão prateado Corpo etérico Plano de existência Revisão da vida Conscienciologia Projeciologia Waldo Vieira

Tradições


Antroposofia Budismo (segundo autores não-budistas; ver Renascimento (budismo) Cabala Cristianismo esotérico Espiritismo Hinduismo Igreja Católica Liberal Racionalismo Cristão Rosacruz e Fraternidade Rosacruz Sufismo Teosofia Wicca Lista de religiões reencarnacionistas

Ligações externas

Reencarnação: Memórias de outras vidas in: Superinteressante Vídeo: Regressões a Vidas Passadas - Análises Científicas Reencarnação Programa em vídeo da série Informação espírita que desenvolve o tema reencarnação.


dicas e fatos