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LUIZ FILIPE RAMPAZIO PORTFÓLIO DE ARQUITETURA 2018

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LUIZ FILIPE RAMPAZIO estudante de arquitetura e urbanismo Brasileiro, 23 anos +55 11 98367.8798 luiz.rampazio@usp.br issuu.com/luizrampazio FORMAÇÃO

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo Graduação, 2012 - presente Ecole Nationale Supérieure d’Architecture Paris-Malaquais, França Intrecâmbio acadêmico, Set/2015 - Ago/2016 Ciclo Master 1, bolsista pelo programa Ciência Sem Fronteiras Colégio Etapa, Valinhos, Brasil Ensino Médio, 2009 - 2011

EXPERIÊNCIA

Jamelo Arquitetura Estágio, Mar/2017 - presente Participação na elaboração de anteprojeto e projeto executivo de edificações residenciais, comerciais, institucionais e reformas. Reformulação do site do escritório e execução de novas peças gráficas para o portfólio de arquitetura

ATIVIDADES

Workshop “São Paulo: Redefining High Density, Inner-City Affordable Housing”, organizado pelo LCAU-MIT em parceria com a FAUUSP. Sob orientação de Adèle Naudé Santos, Angelo Bucci, Gabriel Kozlowski, Luis Antonio Jorge, Marina Grinover e Shundi Iwamizu Jul/2017 Monitoria voluntária Disciplina Projeto III da FAUUSP sob orientação do Professor Shundi Iwamizu Fev - Jun/2017 Publicação de artigo acadêmico “Cota de solidariedade: comparando políticas entre cidades Norte Americanas e São Paulo” na revista PARC da Unicamp 2015

HABILIDADES

IDIOMAS

Autocad

Indesign

Sketchup

V-Ray

Photoshop

QGis

Illustrator

Revit

Francês (fluente), Inglês (avançado) e Espanhol (básico)


PROJETOS LUIZ FILIPESELECIONADOS RAMPAZIO

LARGO DONA ANA ROSA

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FAUUSP, 2016

COMPLEXO HÍBRIDO EM SAINT DENIS

10

ENSA PARIS-MALAQUAIS, 2016

MAISON DES JEUNES ET DE LA CULTURE

18

ENSA PARIS-MALAQUAIS, 2015

NOVO PARQUE GLOBAL

26

FAUUSP, 2015

HABITAÇÃO COLETIVA NO BRÁS FAUUSP E LCAU MIT, 2017

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LARGO DONA ANA ROSA FAUUSP, 2016 com Fernanda Pitombo e Luiz Felipe do Nascimento orientação: Antônio Carlos Barossi e Rosana Miranda

O Largo Dona Ana Rosa, localizado na Vila Mariana, teve seu traçado e seus usos profundamente alterados com as obras de construção do Metrô e os alargamentos das vias de seu entorno nos anos 1970. Anteriormente tratava-se de um importante espaço de convívio e vida pública do bairro, com bares, restaurantes e cinema, um lugar de estar e lazer. Hoje é marcado por grandes estruturas do respiro da estação e formado por espaços recortados e pouco convidativos, o largo perdeu sua vitalidade e usos. Ao mesmo tempo esse ponto se tornou um local de importância dentro da dinâmica urbana da cidade de São Paulo: a estação que abriga as linhas Azul e Verde do Metrô, juntamente com o Terminal de ônibus traz um grande fluxo de pessoas diariamente para a região. O projeto propõe a reconfiguração do Largo como um espaço direcionado a atividades recreativas, de ócio ou lazer para quem está de passagem, além de criar um programa que também atua como suporte de atividades cotidianas da população que trabalha, estuda ou vive no entorno. Dessa forma, o pequeno equipamento criado apresenta dois espaços com funções distintas: o primeiro, localizado no nível da rua, possui função contemplativa e de passagens rápidas e abriga uma praça arborizada e o programa de um pequeno café, e o segundo, localizado no subsolo, possui diversos espaços de atividades de maior permanência, como sala de estudos, fab lab e sala para atividades corporais direcionadas ao público idoso.

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5


SITUAÇÃO ATUAL Atualmente o largo encontra-se ocupado por estruturas do metrô, obstáculos físicos e visuais. a conexão entre o terminal e a praça é deficiente pela inexistêia de uma travessia qualificada

POSSIBILIDADES A intervenção começa com a retirada das estruturas do metrô, das salas de controle e pela conexão do fosso atual da praça com o nível do mezanino da estação, através do túnel de pedestres que desemboca na Rodrigues Alves

SITUAÇÃO FUTURA O café serve de entrada para a praça, criando uma esquina no cruzamento da Rua Vergueiro com a Rodrigues Alves. a praça desce ao nível do mezanino da estação e serve de recinto para os transeuntes da Ana Rosa

CORTE LONGITUDINAL AA 6


A

B AVENIDA VERGUEIRO

C

C

S DE MORAIS

B

A

R. DOMINGO

TERMINAL

Travesia elevada

Ciclovia

Traçado original do Largo, antes das obras do Metrô

IMPLANTAÇÃO A intervenção no Largo propõe a reordenação dos cruzamentos, hoje caóticos e perigosos aos pedestres, e um perímetro de cruzamento em nível, que facilita e torna mais segura a circulação entre o Largo, o Terminal de Ônibus e as saídas da estação de Metrô. Aos finais de semana, a interrupção da circulação de carros na Avenida Vergueiro, possibilita que o Largo receba eventos e ganhe sua configuração e espaço “originais”

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PLANTA DO LARGO 8


CORTE TRANSVERSAL BB

CORTE TRANSVERSAL CC

VISTA DO JADIM INTERNO 9


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COMPLEXO HÍBRIDO EM SAINT DENIS ENSA PARIS-MALAQUAIS, 2016 Com Giovanna Albuquerque Orientação: Jean Leonárd e David Joly

Com a candidatura e escolha de Paris como sede dos Jogos Olímpicos de 2024, a cidade e os municípios da região metropolitana começam a desenvolver projetos para receber as novas estruturas necessárias para as competições e cerimônias. Nesse contexto, a cidade de Saint Denis, a noroeste da capital francesa, foi escolhida para receber a nova Vila Olímpica. Essa área, que engloba um trecho do Rio Sena, se encontra em processo de transformação devido a sobreposição de inúmeros projetos no âmbito do Grand Paris, como a construção de um novo Bairro Universitário, que receberá sobretudo estudantes internacionais, além da construção de uma nova estação de trem rápido e o constante esforço para suprir o déficit habitacional da região parisiense. Localizado no terreno da Universeine, um dos novos campi que estão em construção, o desafio desse projeto foi criar um complexo de edifícios híbridos, que funcionasse como alojamento para os atletas olímpicos e paraolímpicos durante os Jogos e que depois será convertidos em apartamentos unifamiliares e estudantis, integrando equipamentos educacionais e esportivos, além de superar problemas existentes, como a transposição da via de trânsito rápido às margens do rio.

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B

A

RIO

SE N

A

B

PLANTA DO TÉRREO

PLANTA DO PRIMEIRO PAVIMENTO

PLANTA DO SEGUNDO PAVIMENTO 12

A


DISTRIBUIÇÃO DO PROGRAMA

ESPAÇOS COMERCIAIS ACADEMIA CAFETERIA MERCADO CRECHE BIBLIOTECA ÁREAS COMUNS DOS EDIFÍCIOS

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CORTE TRANSVERSAL AA

CORTE TRANSVERSAL BB

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0

5

10

20 m

0

5

10

20 m

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FACHADA DO EDIFÍCIO RESIDENCIAL Os três blocos residenciais abrigam tanto apartamentos unifamliares quanto apartamentos estudantis. São propostos apartamentos unifamiliares de 3 tipos - com um, dois ou três dormitórios - e estudantis de dois tipos - com dois ou quatro quartos individuais. Os terraços são destinados às áreas comuns das habitações, como salões de festas

VISTA GERAL DO COMPLEXO A PARTIR DA ILHA DE SAINT DENIS A transposição do Rio Sena acontece através de uma passarela de pedestres e ciclistas, a partir do primeiro pavimento da biblioteca e continua a rampa que dá acesso ao eixo principal da Universeine e aos espaços livres do projeto 16


APARTAMENTOS UNIFAMILIARES 2,5

5,0 m

2,5

5,0 m

APARTAMENTOS ESTUDANTIS

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MAISON DES JEUNES ET DE LA CULTURE ENSA PARIS-MALAQUAIS, 2015 Trabalho Individual Orientação: Caterine Clarisse

A partir dos anos 1960 surge na França o programa das Maison des Jeunes et de la Culture -MJC, centros de convivência e permanência para jovens, com caráter local e que tem grande importância nas cidades francesas até os dias atuais. A proposta do projeto é intervir em uma MJC na cidade de Juvisy-sur-Orge, à sudeste de Paris. O espaço existente, intalado em um pequeno complexo de edifícios municipais, que abriga uma garagem de bombeiros, um pequeno teatro e parte da administração municipal, não mais atendia às necessidades e atividades propostas no local. Priorizando a manutenção da estrutura existente, criou-se um anexo, que distribuiu o programa em quatro novos níveis, dando acesso à um jardim nos fundos do terreno. Os novo anexo possibilita que outras atividades sejam propostas: área para apresentações, espaço de leitura e estudos - que também pode ser utilizado como uma pequena platéia - espaço multimídia, para cursos ou uso recreativo, e uma cozinha colaborativa, que pode funcionar como uma cafeteria. Buscou-se uma ambiência agradável para esses jovens, dando-lhes o conforto necessário, nesse importante espaço na vida comunitátia do bairro.

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DISTRIBUIÇÃO DO PROGRAMA 1. SALAS ADMINISTRATIVAS/ 2. TERRAÇO E ACESSO AO JARDIM / 3. SALA MULTIMÍDIA / 4. ESPAÇO DE ESTUDO E LEITURA / 5. CAFÉ E COZINHA PARTICIPATIVA / 6. SALÃO COMUM E DE ATIVIDADES

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1

3

6

4

5

GARAGEM DE BOMBEIROS

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TEATRO


EVOLUÇÃO FORMAL DO PROJETO

SITUAÇÃO ATUAL Atualmente, a MJC (em laranja no esquema) encontra-se encerra entre o teatro, à direita, a garagem de bombeiros, à esquerda (em grafite no esquema), e acima pelos escritórios da Mission Locale , orgão da gestão municipal da cidade de Juvisy, que se ocupa de questões relacionadas à educação e aos jovens (em cima no esquema).

MAIS ESPAÇO PARA A MJC Com a finalidade de aumentar a área útil da MJC, os escritórios hoje localizados no primeiro pavimento, serão realocados para um espaço posterior do terreno, atualmente ocupado por um pequeno galpão deteriorado e já sem condições de ser reabilitado. Liberando o primeiro pavimento, a casa ganha mais espaço, podendo crescer em altura e também em direção ao interior do terreno, no área do antigo galpão.

ACESSO AO JARDIM O projeto busca respeitar a estrutura principal existente, que está atrelada com o restante do edifício dos bombeiros, mas cria espaços de qualidade, com novas áreas que receberão programas até então pouco desenvolvidos devido a falta de infraestrutura. Em decorrência da nova configuração, cria-se um acesso direto ao jardim, até então inacessível a partir da MJC e da própria avenida onde está localizada, ganhando, assim, um importante espaço livre para o projeto.

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4 3 2

1

7 6

5

PLANTA NÍVEL 0

PLANTA NÍVEL +3.0m

1. SALÃO COMUM / 2. BANHEIROS

5. SALAS DA MISSION LOCALE

3. VESTIÁRIO / 4. DEPÓSITO

6. ADMINISTRAÇÃO DA MJC 7. CAFÉ E COZINHA

CORTE TRANSVERSAL AA 22


8

A

A

11

10 9

PLANTA NÍVEL + 4.5m

PLANTA NÍVEL +6.0m

8. ESPAÇO DE ESTUDO E LEITURA

9. JARDIM / 10. TERRAÇO

0

5

10 m

10. SALA MULTIMÍDIA

0

2,5

5,0 m

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VISTA INTERNA DO NÍVEL +4.5M, ESPAÇO DEDICADO À LEITURA, ESTUDOS E ATIVIDADES LÚDICAS 24


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NOVO PARQUE GLOBAL FAUUSP, 2015 Com Laura Castellari Affonso e Luiz Felipe do Nascimento Orientação: Fábio Mariz Gonçalves

Face aos grandes empreendimentos imobiliários que surgem na cidade, que majoritariamente demonstram pouco ou nenhuma preocupação com a qualidade da vida urbana, este projeto, desenvolvido para a disciplina de Projeto da Paisagem, buscou revisar a proposta do empreendimento Parque Global, localizado à marginal do rio Pinheiros, na zona oeste de São Paulo e em vias de construção. Partindo de princípios de convivência acessibilidade das vias urbanas e com base na legislação e no novo Plano Diretor, o grupo buscou criar um bairro de cidade, com espaços públicos e áreas verdes de qualidade, favorecendo a diversidade de usos das ruas, integrando diferentes modais de transporte, valorizando o transporte público e a segurança dos pedestres e ciclistas. Lugares de destaque são o parque junto ao curso do córrego que dessemboca no rio, com o uso recreativo da água, com espaços de lazer e de prática esportiva, bem como de contemplação e convivência, além da praça junto à estação do Monotrilho, um importante espaço de referência para o novo bairro.

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27


11 4 3 2 1

11 11

7

5 6 10 10 11

RIO PINHEIROS

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10 11

10

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NOVO MASTERPLAN PARA O BAIRRO 28


MASTERPLAN O projeto reconfigurou os programas propostos pelo empreendimento, tais como edifícios residenciais, corporativos e um hotel, formando um novo bairro, que integra a futura estação do monotrilho, bem como propõe uma nova

PARQUE GLOBAL

transposição sobre o Rio Pinheiros, de maneira a integrar-se de maneira eficaz com os bairros do seu entorno. A implantação desses programas no terreno vai no sentido contrário da proposta do empreendimento, de grandes torres isoladas e condominíos fechados, criando um bairro urbano, que intercala as quadras dos edifícios com espaços livres públicos e de acesso irrestrito.

PROGRAMAS 1. PARQUE LINEAR / 2. PRAÇA D’AGUA / 3. BIBLIOTECA

LOCALIZAÇÃO

4. PARQUE PRINCIPAL / 5. ESTAÇÃO DO MONOTRILHO /6. PRAÇA CÍVICA 7. FEIRA E MERCADO / 8. HIPERMERCADO EXISTENTE / 9. HOTEL 10. TORRES CORPORATIVAS / 11. EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS

QUADRAS A ocupação perimetral das quadras permite que o térreo tenha uma fachada contínua de espaços destinados à atividades comerciais e de serviços, além de janelas e varandas dos apartamentos voltadas e próximas às ruas. Apesar da continuídade volumétrica da quadra, esta é constituída por diversos edifícios, multiplicando os acessos diretos à rua. O espaço livre no interior das quadras é destinado ao uso comum dos moradores, além de contribuir para a qualidade e conforto das unidades. As esquinas, eventualmente, podem ser marcadas por edifícios de maior porte, ocupados por atividades corporativas e serviços. 29


VIAS E PASSEIOS PÚBLICOS As vagas de estacionamento ao longo da via são interrompidas por espaços de permanência, com mobiliário urbano, como bancos e cadeiras, sob áreas sombreadas pela vegetação. Os térreos dos edifícios são ocupados com espaços comerciais e de serviços, ao longo das calçadas, intercalados com as diversas entradas para os blocos de apartamentos nos pisos superiores.

VISTA DE UMA DAS ESQUINAS DO PROJETO 30


ESQUINAS E CRUZAMENTOS A segurança de pedestres e ciclistas é prioridade, bem como a acessibilidade universal. As esquinas alargadas garantem que as travessias sejam feitas de maneira segura e confortável. Junto a elas são desenhadas espaços de permanência, bem como postos de compatilhamento de carros e bicicletas e bicicletários.

VISÃO GERAL DA PRAÇA CÍVICA LOCALIZADA JUNTO À ESTAÇÃO DO MONOTRILHO 31


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HABITAÇÃO COLETIVA NO BRÁS FAUUSP / LCAU MIT, 2017 Trabalho em equipe Orientação: Adèle Naudé Santos, Angelo Bucci, Gabriel Kozlowski, Luis Antonio Jorge, Marina Grinover e Shundi Iwamizu

O Workshop intensivo desenvolvido ao longo de um mês, teve por objeto de estudo o bairro do Brás, em São Paulo, mais especificamente o recorte de uma área contemplada pelo projeto da Parceria Público-Privada Casa Paulista. O bairro trata-se de um ponto na área central da cidade, com intensa atividade comercial e provido de grandes estruturas de transporte público de escala metropolitana. Teve por ponto de partida entender quais as diretrizes e os parametros de construção estabelecidos pelo Plano Diretor Estratégico, bem como as propostas da PPP, a fim de elaborar um masterplan que articulasse as pré-existencias do local com as pretenções futuras de adensar populacionalmente essa área. Não se deixou de lado as delicadas problemáticas sociais e também configuração territorial do bairro, marcado por grandes barreiras físicas. Seguiu-se adiante com recortes menores da região, selecionando algumas quadras desse tecido urbano para serem analisadas mais profundamente e que assim fosse possível dar parâmetros de projeto para as edificações residenciais e de uso misto a serem propostas. Os desenhos e textos apresentados nas páginas a seguir referem-se ao projeto para uma quadra específica dentro do recorte do projeto e de um dos edifícios dentro dessa quadra.

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LOTES SELECIONADOS A escolha dos lotes a serem trabalhados teve por base análises anteriores. Os edifícios marcados em preto são aqueles a serem preservados, tanto pela qualidade de sua estrutura, quanto pelo seus usos. Parte dos galpões logísticos, marcados em rosa, serão mantidos, principalmente por sua função, que deve ser mantida no bairro, mas agora de maneira mais organizada e planejada do que atualmente.

PARÂMETROS Selecionados os lotes que receberiam os novos edifícios, passou-se para a análise dos parâmetros construtivos a serem respeitados, assim como premissas desejadas. Buscou-se alinhar os edifícios com a rua, respeitando o gabarito de dez metros na fachada, verticalizando as partes mais recuadas dos lotes. Nas esquinas deu-se prioridade pela ocupação com áreas comerciais ou pequenos equipamentos públicos. O coeficiente de aproveitamento máximo para essa zona, uma ZEIS 3 , é de 4 vezes a área do terreno.

CA = 4

VOLUMETRIA PROPOSTA 2

4

1

3 34

Foram apresentadas quatro propostas distintas, para cada um dos lotes. As diferentes metragens e posições na quadra resultaram em diferentes volumetrias. Os edifícios 1 e 3, são torres únicas que delimitam as esquinas com espaços comerciais no pavimento térreo. O projeto 2 constitui-se como um complexo de edifícios que se articulam criando espaços comuns para os moradores no intra-quadra. O projeto 4 divide-se em dois pequenos blocos, sendo o da parte da frente mais baixo, respeitando o gabarito desejado para a rua comercial.


TIPOS DE RUA

RUA GOMES CARDIM: EIXO LOGÍSTICO A intervenção nessa rua visa organizar o fluxo de caminhões que acessam os galpões ali existentes a serem mantidos, além de melhorar a caminhabilidade para moradores e transeuntes.

RUA BRIGADEIRO MACHADO: EIXO PEATONAL E DE TRÂNSITO LENTO Visando tornar essa rua, pensada como um eixo de comércio local, mais agradável e segura, a intervenção prevê o alargamento das calçadas, instalação de mobiliário urbano, como bancos, luminárias, balizadores e arborização, além da diminuição do leito carroçavel. 35


EDIFÍCIO

VISTA DA FACHADA PRINCIPAL DO EDIFÍCIO A esquina é delimitada por um espaço comercial visualmente permevável, acompanhando o alinhamento dos outros edifícios da rua. 36


UNIDADES HABITACIONAIS E OCUPAÇÃO DO TÉRREO

EDIFÍCIO RESIDENCIAL Edifício com espaços comerciais e áreas comuns no térreo e dez pavimentos de apartamentos, de HIS tipo 1 e HIS tipo 2. 37


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Portfolio de Arquitetura 2018 - FAUUSP  

Luiz Filipe Rampazio Portfólio acadêmico com trabalhos realizados entre 2015 e 2018, durante a graduação em arquitetura e urbanismo pela FAU...

Portfolio de Arquitetura 2018 - FAUUSP  

Luiz Filipe Rampazio Portfólio acadêmico com trabalhos realizados entre 2015 e 2018, durante a graduação em arquitetura e urbanismo pela FAU...

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