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LUIZ FERRAZ portfรณlio | arquitetura e urbanismo


CASA L2

casa econômica | orientado por Carlos Alberto Maciel habitação | 2015 2

A disciplina tinha como proposta o execício de projetar uma casa de pequeno porte que fosse flexível e oferecesse possibilidades de adaptação e expansão para novas configurações de acordo com os moradores. Assim, a proposta foi utilizar uma modulação de 2.40x2.40m em dois níveis. O primeiro seria responsável por abrigar áreas de infraestrutura com instalações de água e esgoto liberando o outro nível para ser apropriado de acordo com a necessidade do usuário além de poder se expandir com a construção de novos módulos acoplados à estrutura original da casa.


1 - modulação de 2,40m x 2,40m;

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2. diferenciação de níveis e separação entre espaços de infraestrutura (cozinha e banheiro) e a espaços de usos variados;

3. vedações com possibilidades de aberturas diferentes para se adequar a usos diversos e futuras expansões.


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CASA AP habitação | 2017 6

A casa se define a partir da vontade do morador em integrar área interna com a área de lazer. Após o estudo das possíveis implantações da edificação, organizou-se a planta em uma lateral do terreno para que a área de lazer acompanhasse todo o térreo da casa. Assim, sala de estar, jantar e cozinha estão a todo momento voltados para o exterior. No segundo andar ficam a suíte, um quarto e a varanda também voltados para a área de lazer. Como a casa está em um nível mais alto em relação à rua, há um espaço de transição entre o passeio e a edificação.


1. Terreno em aclive;

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2. Divisão do terreno em dois níveis, criando um espaço de transição entre a rua e a edificação. O acesso de veículos acontece pela rampa;

3. A casa foi posicionada na lateral sudeste do terreno para. Assim a área de piscina não seria sombreada pela edificação e a área de lazer estaria integrada com todo o térreo da casa. Janelas e portas receberam proteção de brises móveis.


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1ยบ PAVIMENTO

2ยบ PAVIMENTO


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EDIFÍCIO H

arquiteto como incorporador | orientado por Guilherme de Vaconcelos edifício de uso misto | 2014 10

A disciplina tinha como proposta instigar os estudantes de arquitetura a tomarem maior espaço na cadeia de produção da construção civil atuando como incorporadores dos seus próprios projetos. Assim, o edifício H é uma tentativa de propor apartamentos diferenciados em relação ao que é ofertado atualmente pelo mercado imobiliário tendo como princípio a flexibilidade e adaptabilidade dos apartamentos à diferentes configurações de acordo com as necessidades do(s) morador(es). As áreas molhadas podem ser rearranjadas sobre o piso elevado instalado entre as vigas invertidas que geram também uma diferença de nível dentro do apartamento ampliando as possibilidades de apropriação do espaço.


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APARTAMENTO COM VARANDA

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APARTAMENTO SEM VARANDA

Circulação Coletiva Central

Com ou sem varanda: essa variação de áreas entre os apartamentos tem como objetivo oferecer unidades com preços variados no mercado.

Infraestruturas: o piso elevado permite uma flexibilidade maior no posicionamento das áreas molhadas, assim, os futuros moradores podem adequar cozinha e banheiros de acordo com suas necessidades.

Meio-nível: a diferença de nível entre área molhada e área seca gera novas possibilidades de relação e diferenciação entre os ambientes do apartamento.


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POSSIBILIDADES DE LAYOUT


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PAMPULHA - POSSÍVEIS CENÁRIOS

projeto com processo colaborativo | orientado por Carlos Alberto Maciel e Bruno Santa Cecília projeto urbano e arquitetônico | 2016 16

A disciplina tinha como objetivo motivar um posicionamento crítico frente a situação do recém nomeado Patrimônio Cultural da Humanidade. Apesar do título, a ocupação do espaço cultural da Pampulha se restringe a alguns pontos de sua orla e ignora, atualmente, o espaço do espelho d’água devido ao problema metropolitano de descarte de esgoto nos córregos que desaguam na lagoa. Os projetos foram desenvolvidos de modo colaborativo. A cada semana uma equipe apresentava uma proposta e, na semana seguinte, outro grupo assumia um dos projetos apresentados e o refazia de acordo com as discussões em sala de aula.


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ARCHIPÉLAGOS A ideia surge da relação entre o usuário e a água, orientando a criação de piscinas aos modos de ilhas de água na lagoa. As ilhas se inserem de maneira a desaparecer na cota do espelho d’água contrapondo-se a moumentalidade do conjunto arquitetônico modernista. A apropriação desses espaços se dá de maneira sensorial, com a experimentação do usuário das ambiências proporcionadas nas ilhas através da manipulação dos elementos como luz, profundidades, temperatura das águas e a ambiguidade existente entre as piscinas e seu entorno alagado. A intervenção consiste em quatro ilhas de 30x30m, 60x60m, 90x90 e 120x120 localizadas em pontos estrategicos da lagoa estimulam novas dinâmicas no entorno e no próprio espelho d’água.


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CONEXÕES A ideia surge da relação entre o usuário e a água. Conexões surgiu da necessidade de otimizar percursos pedonais no entorno da Lagoa da Pampulha além de investigar o problema do seu assoreamento. Propusemos a construção de um parque linear no centro da lagoa conectando partes estratégicas das rotas. Seu eixo principal alinhado ao eixo do Aeroporto da Pampulha sugere futuras conexões urbanas e uma maior importância metropolitana da complexo cultural e arquitetônico.


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PARQUE PAMPULHA A proposta assume que o completo assoreamento da Lagoa é iminente e propõe reverter a paisagem para algo semelhante ao que havia antes da construção da barragem. Assim, o Ribeirão da Pampulha reapareceria na paisagem com novo desenho recebendo as águas dos outros córregos que desaguam na atual Lagoa da Pampulha. Os usos do Parque estariam atrelados a uma malha ortogonal onde cada nó receberia um edifício com cota altimétrica limitada a cota do antigo espelho d’água. Assim, ao acessar a cobertura dessas estruturas urbanas, os usuários teriam a percepção que se tinha quando a lagoa ainda era navegável e utilizada de fato pelos visitantes.


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PESQUISA E EXTENSÃO

grupo MOM | orientado por Roberto Eustaáquio e Margarete de Araújo Silva pesquisa | 2014 - 2017 24

manual de levantamento arquitetônico

biografia de uma casa

Bolsista do Programa de Inovação e Qualidade do Ensino da Graduação (PIQEG), junto com Iara Pezzuti, orientados pelo professor Roberto Eustaáquio. A pesquisa tinha como objetivo desenvolver um manual de levantamento arquitetônico que otimizasse o processo de medição geométrica e tornasse a representação gráfica das edificações mais fiéis à realidade tendo como foco as edificações autoconstruídas. Além da medição geométrica o estudo abordou o levantamento fotográfico, a identificação de de patologias construtivas e uma descrição histórica da relação entre os moradores e a construção.

Após a elaboração prévia do manual era necessário colocá-lo em prática e verificar possíveis otimizações no método de levantamento. A casa da Flor apareceu então como um caso típico de habitação na Comunidade da Sera e durate visitas, conversas e entrevistas com os moradores traçou-se um histórico da construção desde a chegada de Dona Elza, mãe da Flor, na Vila Nossa Senhora de Fátima na década de 1970 até as recentes reformas realizadas. Sendo assim, a casa na favela é capaz de contar a história da família e revela a liberdade dos moradores em readequar os espaços de acordo com suas necessidades.

https://issuu.com/luizgustavoferrazcoelho/docs/ofiaup_levantamento

https://www.behance.net/galler y/32926489/LevantamentoArquitetonico-e-Historico-Casa-da-Flor

PIQEG- Programa de Inovação e Qualidade do Ensino da Graduação

PIQEG- Programa de Inovação e Qualidade do Ensino da Graduação


monitor de graduação

Oficina de Requalificação e Reurbanização em Assentamentos Precários Bolsista do Programa de Monitoria da Graduação 2015 orientado pela professora Margarete Maria de Araújo Silva (Leta) na Oficina de Requalificação e Reurbanização em Assentamentos Precários. O objetivo era auxiliar os alunos nos levantamentos arquitetônicos e na execução dos desenhos técnicos. Além disso, sistematizar e mapear os trabalhos desenvolvidos em semestres anteriores para a criação de um banco de dados com os registros das edificações e dos espaços urbanos da Comunidade da Serra e auxiliar nas atividades em campo desenvolvidas no Pomar do Cafezal, área em processo de ocupação. Link: http://ofiaup.wixsite.com/assentamentos

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águas na cidade

história da bacia do cardoso

A pesquisa tem como tema a relação entre a urbanização e o ciclo das águas com o objetivo de desenvolver materiais didáticos e práticas pedagógicas que permitam determinada comunidade identificar cursos d’água locais, os efeitos das ações humanas sobre os ambientes naturais e os impactos dessas ações no espaço construído. Assim, foram desenvolvidos interfaces digitais, maquetes, jogos, entre outros materiais que possibilitem a leitura da cidade pela ótica das águas.

Coexiste na Bacia do Cardoso situações diversas dos cursos d’água presentes no espaço urbano: tamponamento, canalização, leito natural e nascentes. O estudo desse recorte geográfico onde está localizado o Córrego do Cardoso evidencia o tratamento que as águas urbanas tiveram ao longo dos anos em Belo Horizonte em um processo de invibilização constante na paisagem. Além disso, a análise das imagens e dos mapas tenta identificar uma possível lógica de ocupação da Comunidade da Serra sobre as encostas guiada pela presença de água.

Link: http://www.mom.arq.ufmg.br/mom/29_aguas/

Link:https://www.youtube.com/watch?v=OWPaezipmH0&t=195s

Oficina de Requalificação e Reurbanização em Assentamentos Precários

Oficina de Requalificação e Reurbanização em Assentamentos Precários


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Portfólio  
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