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The Walking Dead Terá Primeiro Jogo Exclusivo Para Smartphones e Tablets ●

A AMC, emissora que exibe a série de zumbis nos Estado Unidos, e a desenvolvedora finlandesa Next Games anunciaram, nesta quinta que est?o preparando um jogo de TheWalking Dead, que ser? o primeiro da série desenvolvido exclusivamente para smartphones e tablets. O lançamento do game ser? feito juntamente com a estreia da quinta temporada da série na televis?o — ou seja, somente em outubro, em dia exato ainda n?o divulgado. No comunicado à imprensa, as empresas anunciam que o projeto ser? global, com distribuiç?o e aç?es de marketingatravés dos continentes. Nenhum detalhe sobre o jogo ainda foi confirmado, mas os desenvolvedores garantem que est?o em busca “daquele ponto em que a jogabilidade e a narrativa informam e reforçam uma à outra” e prometem que este jogo ser? diferente de tudo o que f?s j? viram em outros games da franquia. Mais informaç?es ser?o liberadas nos pr?ximos meses pelas companhias.


PlayStation 4 Vende Mais De 322 Mil Unidades No Japão

Videogame de nova geraç?o foi lançado no pa?s no s?bado )22(. Segundo revista 'Famitsu', em 2006, PS3 vendeu pouco mais de 88 Mil.

O PlayStation 4 começou bem seu ciclo de vida no Japão, vendendo mais de 322 mil unidades em apenas dois dias, segundo dados da revista japonesa "Famitsu”. O videogame de nova geraç?o da Sony foi lançado no pa?s no s?bado )22(, três meses depois de chegar aos Estados Unidos (15 de novembro). Lá fora, o PS4 custa US$ 400 (cerca de R$ 940). No Brasil, ele é vendido por R$ 4 mil. Para efeito de comparação, quando o PlayStation 3 foi lançado no Japão, em 2006, o aparelho vendeu pouco mais de 88 mil unidades em dois dias, segundo a "Famitsu". Antes do lançamento do PS4 em território japonês, a Sony divulgou que 5,3 milh?es de unidades do videogame foram vendidas no mundo desde seu lançamento. O número ajudou a empresa a bater sua meta de vendas para o ano fiscal que termina em 31 de março. O PS4 chegou ao Japão com 27 jogos, alguns deles exclusivos para a região, como "Yakuza Ishin", "Nikoli no Puzzle 4: Sudoku", "Nobunaga's Ambition: Creation", "Dream C Club: Host Girls on Stage", "Tottemo E Mahjong Plus", "Dynasty Warriors 8: Xtreme Legends" e "Onigiri".


Gamer com maior coleção de consoles do Brasil quer criar museu de jogos Alex Mamed Jordão (39) é empresário e possui uma coleção de 300 consoles, considerada a maior do país, segundo o RankBrasil em 2013. O jogador é morador de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, e possui desde o tradicional Atari 2600 até as raridades como o MSX Home Computer BB101P Hit Bit, lançado em meados de 1983, e o NGage, smartphone da Nokia para games, de 2003. O TechTudo conversou com o colecionador para a coluna Geração Gamer. A origem do hobby: Seu vício por colecionar consoles e aparelhos de games começou no final da década 1986, quando seu irmão comprou um Atari 2600 no Paraguai. “Eu tinha 12 anos e, ao ver aquele aparelho revolucionário da época, digo pra você que me encantei. Nós juntávamos amigos, primos e a familia toda para brincar. Pouco tempo depois, o brinquedinho de meu irmão foi totalmente tomado por mim”, diz o gamer. Alex Mamed depois ganhou de seu pai um Master System, que é o seu item favorito da coleção. “O Master foi, de fato, meu primeiro videogame e por isso eu tenho muito carinho com ele. Meu pai também se esforçou para comprálo, porque era um dos aparelhos mais caros nos anos 80?, disse Mamed. A ideia de colecionar consoles como hobby ficou mais clara para Mamed depois que sua locadora de games fechou e ele ficou com vários aparelhos iguais. Ele conta que, por muitos anos, expandiu sua coleção comprando consoles de amigos, além de consultar os classificados, a Internet e até revista bem antigas. “Foi a concorrência com as lan houses em alta que me fez fechar a locadora de videogames. Decidi então reunir meus consoles que sobraram e percebi que estava com oito aparelhos, o suficiente para encher uma pequena estante. Quando vi aqueles videogames, pensei: Por que não começar uma coleção?” Hoje, ele possui aproximadamente 300 aparelhos, com 56 versões repetidas, cinco mil jogos e mais de dois mil acessórios para games. O gamer quer criar o primeiro Museu de Videogames no Brasil (Foto: Divulgação)

A enorme coleção de Mamed, de certa forma, conta a história dos jogos eletrônicos. Ele tem, por exemplo, um Magnavox Odyssey, considerado como o primeiro aparelho doméstico da história. Foi lançado como protótipo entre 1966 e 1968, pelo designer Ralph Baer, que chegou a brigar com Nolan Bushnell, da Atari, pelo pioneirismo na indústria. Alex Mamed também possui aparelhos modernos, como o PlayStation 3, PS Vita, Xbox 360 versão HALO e um Nintendo Wii. Ele sonha com um objetivo mais alto ao colecionar videogames: “Eu gostaria não apenas de ter os consoles, mas de mostrálos para todas as pessoas. Meu objetivo maior é conseguir uma parceria para fazer o tão sonhado Museu dos Videogames.


Jovens criam banheira conectada à internet que usa a água como tela Sensor de videogame capta movimentos na banheira e um projetor exibe as imagens. Da?, a superf?cie da ?gua é usada como tela sens?vel ao toque. O ambiente n?o lembra muito o de um laborat?rio, mas foi nessa certa bagunça e, claro, cercados de computadores que esses jovens engenheiros criaram algo que poder? mexer com o banho de muita gente. Eles disseram que em apenas seis meses j? tinham um prot?tipo, ou seja, tiraram a ideia do papel e a transformaram em realidade. Ideia que nasceu aonde? Nasceu em uma banheira. Ela é destaque no laborat?rio. Tem até patinho de borracha boiando. Est? cercada equipamentos, pronta para atender a uma necessidade dos tempos modernos pelo menos para Yomano. Ele conta que toma banho com o celular embrulhado em um pl?stico para sempre navegar na internet. Ent?o um colega teve a ideia: usar a superf?cie da ?gua como tela. Um projetor instalado no alto exibe as imagens, e um sensor de videogame capta os movimentos feitos na banheira. Pronto: est? criada a tela sens?vel ao toque mais molhado que j? se viu. A ideia é que durante o banho a gente possa acessar a internet, ver v?deos, até mandar mensagens. Uma das dificuldades que eles ainda enfrentam é com o movimento da ?gua, que às vezes atrapalha a manipulaç?o das imagens. Ali?s, n?o é simplesmente ?gua. Ela n?o pode ficar transparente. Precisa estar leitosa para a projeç?o acontecer. A ?gua é misturada ao di?xido de titânio, uma das substâncias que comp?e os sais de banho. Colocamos uma câmera dentro da banheira... E n?o se vê nada! A superf?cie leitosa ajuda em um outro uso, ainda mais divertido. E poss?vel jogar um v?deogame durante o banho.


Biografia do Rage Against the Machine chega às livrarias em maio Está marcado para o dia 1º de maio o lançamento nos Estados Unidos do livro “Know Your Enemy: The Story of Rage Against the Machine”. Como o nome indica, trata-se da uma biografia sobre a banda que agitou o mundo da música durante a década de 1990 com suas músicas cadenciadas e com letras de protesto. O livro é assinado pelo autor inglês Joel McIver, que já escreveu outros trabalhos sobre diversas bandas e artistas como Max Cavalera, Queens of the Stone Age e Black Sabbath. O lançamento é da editora Omnibus Press. “Eu queria escrever um livro dobre o Rage já há alguns anos, mas senti que a história precisava esperar até que os anos de glória da banda estivessem para trás, como agora quase certamente estão”, comentou o autor. Ainda segundo McIver, ele contou com a colaboração de escritores e acadêmicos que o ajudaram a esclarecer as questões sociopolíticas que envolvem as canções da banda e seu posicionamento ativista, o que torna este trabalho bem diferente de outras biografias sobre bandas de rock. McIver contou com a aprovação do guitarrista Tom Morello para escrever o livro, apesar de os integrantes do Rage Against the Machine não terem se envolvido pessoalmente no trabalho. Outras informações sobre o livro estão disponíveis no site oficial do autor, em www.joelmciver.co.uk.


Novidades enfraquecem "Castlevania: Lords of Shadow 2";

Castlevania: Lords of Shadow 2 Em muitos aspectos, "Castlevania: Lords of Shadow 2" segue nos passos de seu predecessor, lançado em 2010. Continuando com as excelentes mecânicas de combate nos moldes de "God of War", agora as batalhas procuram incentivar os jogadores a explorarem combos e golpes diferentes. Infelizmente, a MercurySteam acabou tentando criar coisas diferentes demais, e o jogo sofreu com isso. O jogador é livre para explorar o mundo, mas o layout dos mapas é mal-feito e confuso, e as sessões de stealth são enfadonhas e desnecessárias a partir de certo ponto. A história também acaba se tornando confusa e desinteressante depois de algum tempo.


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