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EDIÇÃO 6 SETEMBRO 2013

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O MELHOR DO ESTILO PLATAFORMA

Rayman Legends é uma obra prima do estilo plataforma, que apresenta bons gráficos e ótima jogabilidade

The Big Bang Theory Percy Jackson

One Piece


PARCERIA: Only Good Animes Apenas o Melhor

anime portfolio

GAMES & CRÍTICAS

APOIO:


O conteúdo exclusivo para a revista foi licenciado sob uma Licença Creative Commons AtribuiçãoSemDerivados 3.0 Brasil.

EDITOR CHEFE: LUIS HUNZECHER

REDAÇÃO:

LUIS HUNZECHER ALINE FIDENCIO ROBERTA OLIVEIRA

DESIGN:

LUIS HUNZECHER ALINE FIDENCIO

REVISÃO:

ROBERTA OLIVEIRA

COLABORADORES:

EVILASIO COSTA JUNIOR (ANIME PORTFOLIO) TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA (AFONTEGEEK) RICARDO SET (ESPAÇO GAMER) TOMAS E DEMAIS (CASA DO HERÓI) CHRISTIANO (OTAKU ANIMES) CARLÍRIO NETO (NETOIN) FRANK LEMOS (BEEK) ALEX (FATALITY) EQUIPE SENPUU (SENPUU) SPIDEY (THE AMAZING NERD)

ANYTHING

EDITORIAL IMPORTADOS A mercado brasileiro vem se tornando cada vez mais receptivo e favoravel para produtos marcas e estilos provenientes do exterior. Nosso país está praticando uma política onde na tentativa de ter uma projeção no cenário internacional e uma visibilidade maior começamos a aderir e aceitar o que é proveniente de outros paises em maior escala. O fato de produtos internacionais desembarcarem em maior numero no Brasil fez com que empresas reividicassem seus direitos autorais e taxas em cima de produtos vendidos aqui. 25 de março que o diga, marcas “genericas” estão se tornando mais dificieis de achar do que as originais, a fiscalização está mais forte desde as ruas até nos portos. A pergunta que me vem é a seguinte: até onde nossa fiscalização consegue ir na busca por produtos pirata. O mercado de pirataria no nosso pais é grande, muito forte se pensarmos bem, sendo assim desmatela-lo é uma tarefa ardua e que necessitará de muito esforço. A opnião que tenho é que antes de forçar as pessoas a não comprarem pirata devemos incentiva-las a comprarem o original, diminuir impostos, cortar barreiras, tornar acessivel. O mercado cresce com a procura, e temos potencial de compra, só não temos a renda suficiente para tal. Nossos governantes fecham os olhos para esse fato que com certeza é determinante para que possamos crescer ainda mais no mercado internacional.

GUSTAVO SOUZA LOPES (BLOG DO GUSTA) GUSTAVO DE PAULA (GAMES E CRÍTICAS) EQUIPE LOBO LIMÃO (LOBO LIMÃO) AMANDA EXPLODING COMICS

Luis Hunzecher - Editor Chefe magazine.any@gmail.com


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ÍNDICE SESSÃO DO LEITOR

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TIRINHAS

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CRÍTICA: PERCY JACKSON

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ESPECIAL: THE BIG BANG THEORY

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TOKUSATSU: POR QUE MEUS FILHOS VERÃO TOKUSATSU

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ESPECIAL: REFERÊNCIAS ONE PIECE

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MUSHI PRODUCTIONS

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STREET FIGHTER II VICTORY

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FRUITS BASKET

35


DISTOPIA: FARENHEINT 451

39

REVIEW: RAYMAN: LEGENDS

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ANALISE: TMNT

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GAME OVER. EXISTE VIDA APÓS A MORTE?

49

E-SPORTS

51

MÚSICA:KYLIE MINOGUE

53

MOBILE GAME

55

PRÉVIA

57


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TIRINHAS

EXPLODING COMICS


CRÍTICA

POR LUIS HUNZECHER

A VOLTA DOS OLIMPIANOS

PERCY JACKSON VOLTA COM OS MESMOS CLICHES E PROBLEMAS DO PRIMEIRO FILME DA SAGA. Quando uma nova chance é dada para um filme que não obteve o sucesso e repercussão esperado em sua primeira sequencia, isso só pode significar 2 coisas. ou a produtora quer dar uma nova chance ao longa, ou ela quer tentar lucrar o máximo possível em cima da franquia adquirida. E nessa duvida e incerteza que Percy Jackson mar de monstros chega aos cinemas sem muito alarde ou expectativa. A sequencia para o filme de 2010 tem como seu principal trunfo o roteiro. Marc Guggenheim consegue dar uma qualidade boa ao

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roteiro do longa proporcionando assim a experiência que se espera de um filme que mistura mitologia grega com realidade. O filme conta com atuações de atores jovens de qualidade como Logan Lerman, que se destacou ano passado com as vantagens de ser invisível. Porem na pele de Percy, o ator não consegue dar a energia que a personagem precisa, e fica devendo assim nas cenas de ação mostrando um pouco de desconforto na pele do personagem. O elenco de apoio se esforça para


CINEMA

conseguir seguir e dar ritmo ao filme. O principal destaque vai para Pierce Brosnan na pele de Chiron, o mentor centauro de Percy. O filme parece ter algo de bom guardado, mas não é visto na tela todo o potencial do longa, a oscilação entre momentos de expectativa e momentos monótonos fazem do filme um projeto de um bom longa. Qualidade e esforço não faltaram, mas não foi suficiente para fazer de Percy Jackson e o Mar de monstros um filme bom o suficiente para sobreviver mais uma geração.

FICHA DIREÇÃO Thor Freudenthal Logan Lerman, Alexandra Douglas Smith, Leven ESTRELANDO Daddario, Rambin, Brandon T. Jackson, NOTA FINAL

Anthony Head

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ESPECIAL

POR Carlos Eduardo Zeclhynski via The Amazing Nerd

THE BIG BANG THEORY COM A CHEGADA DA SETIMA TEMPORADA DE THE BIG BANG THEORY FIZEMOS UM APANHADO COM ALGUMAS CURIOSIDADES DA SÉRIE

Curiosidades The Big Bang Theory

1- Quando foi criado, o seriado iria se chamar Lenny,Penny e Kenny, mas felizmente o nome acabou sendo mudado para o atual. Penny se chamariam Katie e seria uma bebada cínica e ia trabalhar em um salão de beleza. Para completar , Kaley Cuoco não estava no elenco e Penny ou Katie, seria interpretada por Amanda Walsh. Clique aqui pra assistir o episódio piloto cancelado. (Link : http://wp.me/ p1RmG6-z1) 2- O problema de Raj é baseado em uma pessoa real, que foi colega de Bill Prady, um dos produtores da série. 3- Durante dois anos Kaley Cuoco (Penny) namorou com Johnny Galeki (Leonard). Hoje os dois não estão mais juntos. E atualmente se relacionou com o ator britânico Henry Cavil por um curto período de tempo.

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4- Inicialmente Penny não trabalharia como atendente na Cheesecake Factory, mas como ela acabou quebrando a perna, os produtores resolveram fazer algo para que ela sempre estivesse atrás de algum balcão, mesa ou coisa do gênero, assim ela não teria que quebrar a perna no seriado também. 5- Jim Parsons não é fã de Star Trek e quando começou no papel se quer tinha visto. Outra coisa que muitas pessoas não sabiam é que Jim é gay, inclusive pediu a mão do seu namorado em 2010.


SÉRIES 10- Os nomes dos episódios sempre têm a ver com algo da terminologia científica e com algo do próprio episódio, e outra curiosidade sobre os nomes de episódios, é que todos os episódios das 6 temporadas começam com a palavra “ The”, como por exemplo The Bom Voyage Reaction e The Fuzzy Boots Corollary. 11- Penny é a única personagem cujo nome completo ainda não foi revelado; 6- Simon Helberg, que faz Howard Wolowitz é pianista profissional, além de produtor de TV. Kunal Nayyar, que interpreta Rajesh Koothrappali não é indiano e sim inglês.

7- A inspiração para os nomes Sheldon Cooper e Leonard Hofstadter vem de um antigo produtor de TV chamado “Sheldon Leonard”, que faleceu em 1997. 8- O sobrenome de Leonard é homenagem a dois cientistas famosos: Robert Hofstadter e Douglas Hofstadter (pai e filho) 9- Sara Gilbert (que interpretou a personagem Leslie Winkle), também interpretou a namorada de Johnny Galecki no seriado “Roseanne”. E também interpretou com Laurie Metcalfe, atriz que faz a mãe de Sheldon na série.

12- A atriz Mayim Bialik (que interpreta a personagem Amy Farrah Fowler), é a única do elenco a ter, na vida real, um PHD. Ela tem seu PHD desde 2008, como neurocientista. 13- Sobre as camisetas de HQ’s que Sheldon usa, cada cor representa o estado de espírito do personagem na cena… Sendo: vermelho = raiva, laranja = cobiça, amarelo = medo, verde = coragem, azul = esperança e violeta = amor

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POR ANA CAROLINA DIAS VIA SENPUU

TOKUSATSU

POR QUE MEUS FILHOS VÃO ASSISTIR TOKUSATSU Pode soar estranho, uma pessoa com relativamente pouca “experiência” com séries japonesas fazer um texto com esse título, mas, acredito que não é necessário você decorar o nome de atores, personagens, saber citar todas as datas de todas as séries e ter na cabeça a ordem dos Super Sentais já lançados para gostar e admirar o tokusatsu. Na verdade, isso é até bem pedante, na minha opinião. Como muitas pessoas, a minha infância foi marcada pelos heróis transmitidos pela Manchete, mas devo confessar que as memórias são poucas já que eu era muito pequena e, muitas vezes, pegava carona com meus irmãos que estavam na frente da TV assistindo as séries. É óbvio 19

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que a marca nostálgica ficou em mim durante todo esse tempo, mas para detalhes, sou uma negação! Então, seguramente (e sem medo) posso dizer que o meu contato definitivo e assíduo com o tokusatsu começou nos últimos quatro anos, quando me tornei um membro do Senpuu. No momento em que eu entrei naquela sala de exibição, eu vi que o caminho que eu poderia seguir pra frente ainda era muito vasto e que existia um universo muito além do que eu recordava! Eu respondo, portanto, o questionamento do início. Meus filhos com certeza assistirão tokusatsu pelo simples fato de ser algo que me emociona, que me traz uma mensagem positiva e, para mim,


é isso que importa, para além de roteiros, efeitos especiais, nomes, datas, tenho certeza, que vai fazer o mesmo com eles. Longe de mim querer criar meus filhos fora do tempo deles, espero que eles possam estar sempre por dentro de todas as novidades e sejam pessoas muito mais desenvolvidas e melhores do que eu. A ideia não é tentar puxá-los para um mundo que não existe, e acho que nisso o tokusatsu tem também se adaptado muito bem, sem deixar pra trás velhos (e bons) conceitos. E eu digo “meus filhos” porque eles serão (provavelmente as únicas) pessoas que, de alguma forma, serão influenciadas por mim, só que a minha vontade mesmo é que todo mundo pudesse experimentar o que eu experimentei e enxergar as coisas boas dessas séries japonesas para utilizá-las sempre! Pra ilustrar e corroborar a minha teoria de que as crianças podem ser melhores por causa do tokusatsu, vou dar alguns exemplos. Começo por Kamen Rider Fourze, uma série que eu adorei acompanhar! Pra mim, é impressionante como a série consegue passar emoção de uma maneira, ao mesmo tempo sutil e intensa. Sutil porque a intenção principal é mostrar ação, mas também é retratado o dia a dia de adolescentes e, quer fase da vida melhor para deixar extrapolar todas as emoções possíveis?! É exatamente daí que vem a intensidade, os jovens sentem tudo de forma amplificada e a série conseguiu passar isso pra

SÉRIES mim de forma extrema, tanto que já chorei pelo menos três vezes em 39 episódios.

A minha vontade é que meus filhos sejam exatamente assim, que expressem seus sentimentos, mas sem serem frescos ou chorões, deixando sair o que tá dentro do peito, com ou sem lágrimas, com a individualidade que cada um tem. Além disso, eu quero que eles tenham o espírito de jovialidade e diversão que Fourze me passa o tempo todo! Que possam brincar sem censuras e acreditarem em si mesmos, assim como o protagonista faz o tempo todo! Pra falar de trabalho em equipe, eu poderia citar todos os Super Sentais que eu já vi e, tá aí mais uma característica que acho fantástica de se aprender desde criança. O mais recente que acompanhei foi Goggle V para a gravação do Senpuucast 81, percebi que isso é super forte na série, especialmente por trazer crianças pra participar do processo de luta contra as forças do mal. Outros pontos que acho muito importantes na educação de futuros bons adultos são a disciplina e o respeito mostrados na série, sempre


que aparecem situações envolvendo pais e filhos e também pessoas mais velhas.

Já em Changeman, o que é mais forte para mim é a capacidade de lidar com as perdas. Conforme comentamos em alguns Senpuucasts, quando eu e o Fire reassistimos a série, ele se emocionou muito com a cena do cavalo e o Change Pegasus. Agora, pensem comigo: se depois de tantos anos, o mesmo episódio foi capaz de causar uma reação assim na mesma pessoa, com certeza é algo marcante. No fim, o que eu tirei de tudo isso é que o sentai, de uma forma tranquila, quer ensinar para os espectadores que esse tipo de coisa acontece e que não existe problema em ficar triste, mas é importante ser forte para conseguir superar.

Para finalizar a minha galeria

de exemplos, não poderia deixar de falar de Kamen Rider W! E para falar de W, não é possível sem citar a parceria. E como se desenvolveu essa parceria! Shotaro e Philip passaram de dois caras que viraram um Rider só, para dois amigos, companheiros e parceiros que, no final de tudo, não sabiam e nem conseguiam mais ficar um sem o outro. Outras coisas que a série me passou muito foram emoção (exatamente no ponto em que os personagens descobrem que se separar não é agradável) e, claro, a diversão!

Enfim, além desses pontos específicos que citei, os tokusatsus em geral sempre me dão a impressão de conseguirem aguçar a criatividade, imaginação, além das noções de bondade, heroísmo, força e ajuda ao próximo! Não tem como desejar nada melhor pros nossos filhos e pro nosso futuro, né!?


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POR GUSTAVO SOUZA LOPES VIA BLOG DO GUSTA

ESPECIAL

Um resumo sobre tipos de referências de outros universos usadas em One Piece Usar referências de filmes, jogos, pessoas, culturas entre outras fontes para fazer um mangá ou mesmo desenhar um personagem é uma técnica totalmente válida, principalmente se você souber isso de forma bem sutil ou inteligente. Essa é uma frase que sempre repito para meus colegas de mangá, amigos, em meu blog, pois realmente ela vale para muita coisa. Muitos mangás o fazem, e isso é normal. Na edição 5 fiz um apanhado de referências usadas pelo mestre Akira Toriyama para sua obra prima, Dragon Ball. Hoje colocarei uma palinha do que gerou um artigo de mais de 34 páginas (e consequentemente um post enorme em meu blog, o qual colocarei o link no final da matéria) sobre One Piece. Difícil achar um otaku comum que não gosta de One Piece, mas por não ter gostado do inicio da série, larguei mão. Recentemente peguei o mangá completo (mais ou menos até o capítulo 710) e li de uma única vez. Fiz um estudo gigantesco sobre a obra e parte dele foi somente sobre referências. A primeira referência que notei foi na introdução do personagem Usopp. Nota-se claramente a referência mesclada de dois contos infantis: a referência visual e alusão ao Pinocchio e a semelhança com fábula do Menino que Mentia. As duas fábulas falam sobre um personagem mentiroso, tema do estereotipo inicial do Usopp. O elemento principal do Pinocchio em relação da mentira, o nariz, é característica

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principal física do personagem de One Piece. A fábula do Menino que Mentia, para quem não conhece, conta sobre um garoto que sempre mentia sobre um lobo comendo as ovelhas da aldeia e dava risada das pessoas que largavam suas coisas para verificar o suposto massacre, até que um dia um lobo realmente apareceu, acabou com o rebanho, deixando o garoto chorando amargamente, vendo tudo, sem poder fazer nada, além de ter perdido a confiança de todos. Deja vu? A forma como o personagem Usopp é apresentado somente muda a mentira “lobo comendo ovelhas” por “piratas invadindo a vila”.

Só com o Usopp encontrei dois tipos de referência, que vão se repetir pela obra toda: referências de IMAGEM (como Pinnochio vs Usopp) e referências de TEMÁTICA (história do Usopp vs Fábula do Menino que Mentia). Oda utiliza mais um tipo de referência: referências de NOME. Logo que encontrei referências no Usopp, comecei a pesquisar pelos nomes dos personagens e acabei encontrando a primeira referência de nome. O nome completo do personagem Zoro, Roronoa Zoro, foi inspirado no nome de um pirata real, François l’Olonnais. Pode


não parecer, mas por conta de alguns fonemas não existirem no idioma japonês, o nome fica ainda mais parecido. É de conhecimento de todos que o autor favorito de Oda é o mestre Toriyama. Muito da narrativa de One Piece tem inspiração forte em Dragon Ball, porém, assim como Toriyama, Oda utiliza esse tipos de referências ao longo do mangá. Não encontrei muita coisa sobre o Luffy, Robin, Sanji e Nami, mas gostaria de citar mais dois principais do mangá com referências inusitadas: Frank e Brook. Franky possui duas referências que eu não havia notado logo de cara mas sempre há um japa para notar em meio a minhas pesquisas.: o cabelo e trajes de Ace Ventura e os antebraços bizarros e queixo saliente de Popeye. Quanto ao Popeye, acrescentando a semelhança, ambos os personagens tem uma fonte alimentar (coca-cola VS espinafre) como fonte de força.

Já o Brook, um músico com aparência de caveira possui elementos visuais inspirados em uma grande e conhecida figura da cena musical: Slash. A ponto de usar o estilo, instrumento, chapéu, cabelo, só mudando o fato que um está morto e o outro não.

ANIMES Para finalizar a matéria, não são só personagens que foram influenciados por referências externas, mas também lugares, cenas e elementos do mangá. Há quem já me disse que Oda usou isso porque no começo estava sem ideias para fazer o mangá. Eu acho que é totalmente o contrário, ele utiliza justamente essas referências para nos aproximar de seu universo e mesmo que não seja, mesmo na última saga do mangá, Dressrosa, temos referências como uma cena clássica de Viagens de Gulliver versus uma cena um tanto quanto interessante da Nico Robin.

Em meu blog você poderá ver mais uma cacetada de referências através do seguinte link: http://kairasensui.wordpress. com/2013/06/26/referencias-de-outrosuniversos-em-mangas-one-piece/ Aproveite para comentar e se achar mais referências, não esqueça de indicar. Acompanhe a Any Magazine e o blog do Gusta para conhecer mais sobre estas curiosidades do mundo dos mangás/animes.

Aproveitando a deixa de astros do rock versos personagens, tem mais um que encontrei pesquisando por ai, talvez seja a foto que favoreceu ou realmente a inspiração está clara: Ace versus Steve Ray Vaughan. O estilo do rosto, chapéu e cabelo são bem parecidos.

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POR EVILASIO COSTA JUNIOR VIA ANIME PORTIFOLIO

ANÁLISE

anime portfolio

MUSHI PRODUCTION

Sobre o Estúdio

Criada em 1961 por Osamu Tezuka, começou simples, com poucos membros, logo se fez uma gigante. Tudo começou quando Tezuka comprou sua mansão de paredes brancas, em 1960 e antes mesmo da casa ficar pronta ele construiu um depósito onde guardou diversos materiais própios para a produção de animações. Desde criança Tezuka tinha o sonho de Produzir animações. Em 1961 ele reuniu diversos jovens animadores, que se juntaram a ele para criar a animação “Machi no Katasumi no Monogatari”, nesta época a produtora tinha o nome de provisório de Tezuka Osamu Production Dohga-Bu (Produtora Osamu Tezuka – Departamento de animação). A medida

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que a equipe foi crescendo foi necessário criar uma empresa, então surgiu de fato a Mushi Production. Em 1962 surgiu a idéia de fazer algo novo, algo que ninguém antes havia feito, produzir uma série de animação semanal para TV, com a popularização da TV Japonesa, a aposta poderia gerar grandes recompensas, e assim começou a ser produzido a primeira versão animada de Tetsuwam Atom, baseado no mangá homônimo de Tezuka, um dos maiores sucessos do mangaka. Tezuka fez uma aposta arriscada e quase fatal, tentou produzir Atom com um baixíssimo orçamento e num ritmo muito alto, foram noites e mais noites que sua equipe passou em claro o que fez a sua mansão


ANIMES receber o título de castelo da insônia. E em 1º de janeiro de 1963 foi ao ar o primeiro episódio de Tetsuwam Atom, e foi um sucesso descomunal, Atom não só conquistou as crianças de quase todo Japão, como se tornou um dos principais produtos de marketing da época. Com a venda de diversos produtos baseados em Atom e nos demais personagens da série a Mushi Production conseguiu bastante lucro, o que foi um alívio para os caixas da produtora.

Tezuka, um apaixonado por animações experimentais, produziu animação após animação, e logo a Mushi Production se tornou uma das produtoras de animação mais prestigiadas da época, porém a produção de animação com baixo orçamento, que era uma jogada de Tezuka para popularizar as animações frente os empresário donos das TV’s Japonesas acabou se tornando um tiro pela culatra, pois apesar do sucesso das animações que estava aumentando, a fraca administração da produtora lhe rendeu diversas dívidas, porém a produção de animações não parou. Em paralelo com a produção de animações para TV, a Mushi Production

começou a produzir loga-metragens de animação para o cinema, conseguindo lotar os cinemas japoneses de fãs de animações que trouxeram mais um bom saldo para produtora. Em 1964, um ano após o início da exibição de Tetsuwam Atom na TV japonesa, a Mushi Production fechou contrato com a NBC (A maior rede de TV Americana da época) e Tetsuwam Atom (chamado de Astro Boy no ocidente) começou a ser exibido nos Estados Unidos. Essa parceria voltaria a ser firmada no fim do anos 60 com a exibição de Kimba, o Leão Branco (Jungle Taitei no original) que foi a primeira série colorida de animação Japonesa, o que causou um grande problema financeiro para a Mushi Production, mas que foi de longe um das maiores contibuições da produtora para o mundo dos animes. Em 1972 em meio a crises internas Tezuka se ver obrigado a deixar sua adorada Mushi Production, essa foi uma das maiores tristezas de sua vida. Em 1973 a Mushi Production declara falência e tem fim uma das maiores produtoras de animação do mundo. Anos depois, Tezuka, já livre de problemas finaceiros e com sua fama em alta, reabriu sua produtora de animação, desta vez com o nome Tezuka Production ( ou Tezuka Prod.) . A Tezuka Prod. existe até hoje. Apesar de todos os problemas financeiros, a equipe da Mushi Production se tornou famosa por sua garra e seu amor pela animação. Inspirados por Tezuka que tinha que dividir seu tempo ANY MAGAZINE

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entre suas publicações de mangá e entre a produtora, todos os membros da produtora fizeram um trabalho que será lembrado por muitos e muitos anos. Opinando… Apesar da má administração, a Mushi Production deixou seu nome marcado na históra da animação Japonesa e mundial. Além de suas produções sempre bem trabalhadas e com enrredos de prender a atenção de milhões de espectadores, muitas das técnicas de animação utilizadas hoje em dia nasceram na Mushi Production. A primeira série semanal de animação e o primeiro anime colorido foram obras da Mushi Production. Apesar de um fim indesejado, o saldo para o mundo das animações foi muito positivo. O amor pela animação que Tezuka possuia contagiou todos os membros da Mushi Production que através de seus trabalhos emocionaram toda uma geração. Se Tezuka é o pai da animação, A mushi Production foi a produtora mãe. Trabalhos da Produtora

Shin Takarajima 1966 – Son Goku ga Hajimaruyou 1967 – Ribon no Kishi e Goku no Daibouken 1969 – Dororo, Muumin e Senya Ichiya Monogatari 1970 – Cleópatra 1971 – Sasurai no Tayou 1973 – Wansa-Kun

1963 – Tetsuwam Atom e Ginga Shonen Tai 1965 – Wonder three, Jungle Teitei e

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POR CARLIRIO NETO VIA NETOIN

ANÁLISE

O MAIS FORTE ESTÁ AQUI STREET FIGHTER II VICTORY Quando se vem à mente falar de eventos nostálgicos, os animes desembarcaram de forma fulminante na cabeça deste blogueiro. Mais precisamente, em uma época na qual a televisão aberta brasileira tinha um considerável leque de possibilidades dentro desta questão. Várias são as oras que destacaram nos anos oitenta e nos anos noventa. No último período citado, tudo teve início com Saint Seiya, que inaugurou uma aguçada e forte febre entre os jovens brasileiros. Outros animes foram aparecendo nas telinhas onde, de forma até incrível, conseguiam atender à uma considerável variedade de gostos pessoais ( basta citar obras como Magic Knight Rayearth, Dragon Quest, Sailor Moon e Shurato ). Dentre tantos animes que se faziam exibir, um contava uma das histórias mais conhecidas do universo dos videogames. Tratava-se de uma versão que era,

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precisamente, a mais próxima possível da realidade. Neste anime, os ditos “poderes” eram arduamente conquistados, através de muita determinação, estudo e disciplina corporal e espiritual. Amigo visitante, esteja convidado à conhecer ( ou à se recordar ) um pouco do anime Street Fighter II Victory. Ryu, Ken, Chun Li e companhia o aguardam com muita vontade e força para demonstarr... Conhecendo toda a trama... Street Fighter II Victory faz um convite extremamente sutil e chamativo. Nele, o primeiro nome de peso que se faz aparecer é o do jovem Ryu, que vive em uma das várias ilhas do arquipélago japonês. Junto de um familiar ele trabalha ao ar livre, em uma floresta. Obviamente, existia uma jovem interessada nele, que acabou sendo uma responsável indireta pela mudança na vida do jovem rapaz... A vida de Ryu prosseguia na mais perfeita normalidade, até o dia no qual a citada jovem lhe trouxe uma correspondência. Esta era uma carta de seu grande amigo Ken, que vivia nos Estados Unidos. No envelope, um curto chamado para ir até a América do Norte, além de uma passagem aérea e um belo maço de Dólares.


ANIMES Mesmo com as negativas iniciais, Ryu viajou até os Estados Unidos. E o reencontro com o Ken acabou unindo o inesperado e o saudosismo. Filho único de uma família muito mais do que rica, Ken vive ao lado do bom e do melhor. E nada melhor do que uma pequena saída à noite para revigorar o espírito combativo dos jovens lutadores... O problema é que ambos, Ryu e Ken, depararam-se com o maior de seus adversários até então. Um coronel do exército norte-americano de nome Guile. Com uma bela surra inicial aplicada no japonês e, mais tarde, mostrando ao jovem Ken o como que se faziam as coisas na hora da luta, os dois amigos resolveram viajar pelo mundo, para aprimorar as suas técnicas e conhecer pessoas fortes... Na primeira parada, eles acabam conhecendo uma jovem chinesa de nome Chun Li. Ela é a filha única de um investigador da Interpol, o Inspetor Dubal. A jovem moça se encarrega de mostrar a cidade para os dois viajantes, enquanto o seu pai fica preso à uma dura rotina de investigações...

Em meio à algumas confusões os três jovens acabam se conhecendo cada vez mais, partilhando experiências do fascinante universo das lutas. Até uma ida à Hong Kong valeu a pena para conhecer Fei Long, o grande astro das telas. E assim, a corrida ao encontro do mais forte teve início. Mas...

Na viagem o slogan: vamos ao encontro do mais forte! Uma viagem que tinha, no seu escopo, servir para aprimoramento das técnicas de luta visando, inicialmente, revidar as surras sofridas pelo coronel Guile passaram à sofrer, pouco à pouco, uma grande mudança no porque de ser feita, além de passar à ganhar uma nova definição ( muito mais importante do que um revide, diga-se de passagem ).

Uma ida até a Índia fez com que os jovens despertassem para uma verdade, até então, desconhecida. Na busca pelo dito correto e pela perfeita harmonia com a natureza que os cerca, sérias provações foram feitas aos jovens Ryu e Ken... Após conhecerem Fei Long, Ryu e Ken despertaram para o óbvio: que o mundo é muito grande, sendo que sempre deverá existir alguém mais forte do que você. Além disso, vários eventos paralelos acabaram marcando a vida dos jovens, em especial, com o envolvimento direto de uma grande organização criminosa... Em solo espanhol, mais precisamente na cidade de Barcelona, o trio de jovens ( Ryu, Ken e Chun Li ) estiveram mais acerca da face da morte e do medo terrível. Tudo intimamente ligado à um estranho festival com direito ao show sem escrúpulos ANY MAGAZINE

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encabeçado pelo nativo Balrog, um usuário de afiadas garras em seu braço direito. Pior do que isso era o fato do Dubal ter sido uma vítima da circunstância, do mais puro e ledo engano. Neste contexto, uma exímia lutadora de nome Cammy aparece como sendo a estrela da vez no anime. Em seu encalço está Mike Bison que, à mandos da anteriormente citada grande organização criminosa, busca eliminar aqueles que se atreverem à ir contra ela ( a organização ). O líder de tal organização era um ser dotado de poderes sobre-humanos quase únicos na face da Terra. Este era Vega, líder da organização Shadaloo, que visava o controle total do mundo. Graças à sua incrível força dizia-se como sendo um novo messias, tamanha prepotência e arrogância que exalava de sua face... Sim, esta viagem passou à ganhar novos cursos: sérios, audaciosos, investigativos e, além de tudo, com um novo e contundente propósito. Os jovens Ryu, Ken e Chun Li passaram à experimentar novos significados para palavras como força, medo e aprendizado. Na medida em que os eventos iam afunilando-se, Street Fighter II Victory foi colocando o seu trio de protagonistas em uma verdadeira “roda-viva”. Não haviam certezas. A claridade das informações despontavam à base de certo sofrimento e angústia onde, ao menor deslize, alguém poderia se aproveitar da situação e sair com o triunfo no final...

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A concentração da força... Se você está acostumado à jogar Street Fighter e tantos outros jogos de luta, está mais do que à par sobre as concentrações de energia que podem ser lançadas contra um oponente. Em outras palavras, se faz referência direta ao que é comumente chamado de “magia” nestes jogos por seus jogadores. Em Street Fighter II Victory, podese dizer que um dos pontos altos do anime foi o aprendizado submetido aos seus personagens, em especial à dupla Ryu e Ken. Desde a ida até a Índia, os jovens lutadores passaram à estudar-se mais como pessoas. Conhecer os próprios poderes passou à ser mais que uma obsessão, pois tornou-se uma real e clara necessidade. Os poderes tendem à trazer consigo certos “efeitos colaterais” e, no enredo proposto pelo anime, tais efeitos se traduzem na cobiça e na necessidade crescente de se obter o poder máximo, independente das finalidades reservadas para o mesmo. Ryu foi o primeiro à manifestar o seu poder. Diferentemente do que se vê nos jogos de luta, em Street Fighter II Victory soltar um Hadouken exigiu mais do que força de vontade por parte do jovem japonês: disciplina, determinação e concentração foram chaves determinantes na busca de tal concretização. O mesmo pode ser aplicado ao Ken, cuja manifestação de poder pôde ser vista com o seu golpe Hadou Shoryu. Interessante notar, também, que o anime tentou aplicar a sua história o mais próximo possível de como seria em uma realidade. Tanto que, para o Ryu manifestar o Hadouken, dava-se tempo de sobra para se fazer muita coisa. Este humilde blogueiro se recorda de ter lido certa vez,


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em uma edição da revista AnimeDo, certa frase que resume bem isso... Em si, o anime presenteou quem o assistiu com uma história e desenvolvimento mais do que decentes. Street Fighter II Victory pode até não ter agradado à quem não aguenta esperar para ver uma “magia” sair, mas certamente ganhou pontos preciosos pela sua execução e pelo modo como os eventos foram se encaixando. Objetivamente O anime Street Fighter II Victory foi exibido no Japão no ano de 1995, entre os meses de abril e novembro. Contou com um total de vinte e nove episódios e mostrou que é possível fazer um ótimo anime à partir de uma história baseada em um jogo de luta. No que diz respeito à sua animação, nada deve ser contestado com veemência. O anime faz um bom papel em seus cenários e no molde de seus personagens, onde o ótimo uso de cores acabou ajudando à fazer a diferença. Na parte acústica, nenhuma música acabou sobressaindo-se, muito embora todas elas e os pequenos temas tenham total concordância com o ambiente da obra animada. Um anime que deixou sua marca, e remete à quem na época o assistiu ( como é o caso deste humilde blogueiro ) à muitas saudades. Street Fighter II Victory

não carrega consigo um troféu de melhor anime do ano ou algo do gênero, mas mostra que uma história simples pode, sim, render um ótimo anime como produto final... Com base em tudo que foi aqui descrito, Street Fighter II Victory é um anime que merece ser recomendado. Assim que lhe for possível, aproveite a oportunidade e vá você também ao encontro do mais forte!

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POR RONALDE SACRAMENTO VIA ONLY GOOD ANIMES

ANÁLISE

FRUITS BASKET Fruits Basket é um anime de 26 episódios, produzido pelo Studio DEEN e foi dirigido por Akitaro Daichi que foi transmitido 5 de julho de 2001 á 27 de dezembro de 2001 baseado no manga shoujo escrito e ilustrado por Natsuki Takaya, que foi publicado de Janeiro de 1999 á Novembro de 2006 pela revista Hana to Yume da editora Hakusensha totalizado 23 volumes encadernados. Após sua mãe morrer em um acidente de carro, Tohru Honda acaba indo morar com seu avô paterno. No entanto, ele decide ir morar com sua filha e seus netos , mas, como a casa precisaria ser reformada antes, ele pergunta a neta se ela não poderia morar com uma amiga durante a reforma. Por não querer incomoda nenhuma de suas amigas ela decide morar em uma barraca durante este tempo, não contando a ninguém. Não demora muito para que Tohru descubra que próximo de onde acampava morar o seu colega de classe Yuki Sohma e seus primos, Shigure e Kyo, onde ela acaba indo morar, depois de um deslizamento que soterra sua barraca. Pouco tempo depois de ir mora com a família Sohma,

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Tohru acaba descobrindo o segredo que esta família tanto guardava: Existem 13 pessoas na família que possuem a maldição de se transformarem em animais do horóscopo chinês quando estão muito fracos ou são abraçados por alguém do sexo oposto. Apesar disso, ela promete guardá-lo e tem permissão para continuar vivendo com eles.

A série adapta apenas parte da história original do manga, isso poderia se um aspecto ruim da obra, mas ela possui um ótimo roteiro com uma


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história cativante possuindo vários temas intrigantes, tendo como principal ponto forte o harmonioso desenvolvimento dos personagens e a interação entre eles.

delicada e simples, conseguindo agrada aos ouvidos dos mais críticos. Tendo belas musicas de abertura e encerramento. Fruits Basket é uma serie divertida, recheada de ótima e emocionante lições e com uma das mais doces e meigas personagens que conheço a Tohru.

Todos seus personagens possuem personalidades distintas, e interessantes, tendo como principal destaque a personagem principal e todo seu carisma. Com relação a sua arte, a obra possui um character designer simples, bonito, com pequenos exageros no uso de formas chibis como elemento de humor, sendo bem utilizado na maioria dos casos, mas tudo demais acaba ficando repetitivo e chato. A obra possui uma parte sonora bonita,

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ANY DISTOPIA

POR ROBERTA OLIVEIRA

FARENHEINT 451 Livro que surpreendeu muita gente há 6 décadas, e que hoje faz nossa cabeça doer... Any distopia vem essa semana com um dos grandes clássicos literários distópicos. Fahrenheit 451, publicado 6 décadas atrás, foi quase como um oráculo prevendo o futuro dos meios de comunicação em massa e da alienação pelos mesmos. Mas não vamos adiantar as coisas, primeiro falemos sobre o autor Ray Bradbury (quase um trava língua esse nome)um jovem (na época) apaixonado por literatura, ficção científica que teve a idéia de escrever sobre um mundo distópico onde livros são proibido. Mas não só os livros. Toda forma de comunicação escrita (não sendo numeral) foi extinta. O conhecimento é passado oralmente assim dando liberdade aos responsáveis por repassar esse conhecimento de escolher o que querem que as pessoas aprendam. Filosofia não é importante, história não é importante, sociologia, literatura muito menos, as pessoas não precisam aprender aquilo que as levará a pensar. Porque pensar nos faz insatisfeitos. Pensar nos faz reconhecer os problemas, as falhas dos outros e próprias, pensar nos faz questionar nossa origem, nossos sentimentos entre outras coisas e isso nos faz infelizes. Ao

invés de pensar vamos praticar esportes, e ver Tv, e ouvir o rádio e trabalhar. Ao invés de comunicarmos uns com outros, nos comuniquemos com a Tv, com o rádio e vivamos letargicamente satisfeitos e aparentemente felizes até morrermos e ninguém se lembre de nós, ou se importe conosco. O protagonista chama-se Guy Montag, ele é um bombeiro, mas não do tipo que apaga incêndios, e sim do tipo que os inicia. Os bombeiros são como uma polícia contra os livros e são parte fundamental da sociedade porque eles exterminam essa fonte de conhecimento perigosa que põe em risco todos os pilares que foram construídos para a contenção da infelicidade e insatisfação das pessoas. Porém Montag um dia sente uma coceira de curiosidade pelo que tem de tão perigoso escrito nesses pequenos objetos de papel, e rouba um livro num dos incêndios a uma biblioteca clandestina e o lê. No começo ele não entende mas, isso começa a afetá-lo de pouco em pouco e a cada novo incêndio, uma nova obra, um novo artefato de mistérios até que ele conhece


Clarisse. Clarisse é uma jovem de 17 anos, vizinha de Montag, uma moça considerada meio avoada e louca que pergunta os “por quês” ao invés dos “comos” e acaba por fazer Montag começar a pensar. Pensar sobre a vida, sobre sentimentos, sobre sua esposa, sobre seu trabalho e quanto mais ele pensa, mais ele lê, mais ele se transforma e no fim ele entra em colapso consigo mesmo. Mildred Montag é a esposa de Montag, a personificação da pessoa comum na sociedade de Fahrenheit 451. Uma mulher que passa 24 horas conectada com a Tv e com o rádio concha (um aparelho com fone de ouvido com programas de aúdio a noite toda), que toma remédios quando se sente insatisfeita com alguma coisa, e que dá mais importância á sua vida e família “virtual” do que a seu esposo, sua família “real”. Completamente alienada Mildred acredita em tudo que a Tv lhe diz, faz tudo que a Tv lhe manda e conversa com a Tv. Segundo o Próprio autor, a crítica maior de Fahrenheit 451 é a alienação pelos meios de comunicação de massa áudio-visuais. A Tv e o rádio. Outras artes foram extintas ou adaptadas e abstrativadas, ou seja, não têm significado algum e é aqui que nossa cabeça doe. Há 6 décadas Ray Bradbury escreveu uma histórias na qual as pessoas ficariam alienadas á televisão tomando tudo que ela apresenta por verdade, não ponderando e que sua programação seria entretenimento e distração banal, que desviaria o foco das pessoas do real problema e as anestesiaria e as deixaria letárgicas, por ser um meio de comunicação totalmente receptivo, ou seja, de uma única via. Não há como pausar o fluxo de informações da Tv e mais importante: Não há como debater com ela. Cabe a quem assiste filtrar o que é necessário e saudável o jogar o resto fora. O problema é que uma minoria das pessoas que tem acesso a esse tipo de informação consegue. E a internet? A internet é diferente em certos aspectos mas,

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em outros é ainda pior. No livro, Mildred se importa mais com sua família na Tv, do que com Montag. Sua “vida virtual” e “sua família virtual” estão no topo de suas preocupações e de sua dedicação. Quantas pessoas passam mais tempo numa rede social, num blog, num chat, do que passam com sua família, com seus amigos e etc?! Pense sobre isso. O filme Em 1966, François Truffaut adaptou para o cinema Fahrenheit 451. Não foi um adaptação completamente fiel ao livro (porque afinal é adaptado) mas, tiveram pontos que Truffaut destacou e trabalhou muito bem como a total extinção da linguagem escrita exceto por algarismos numéricos. Os créditos iniciais do filme não são escritos mas, lidos por um narrador enquanto são mostrados takes de antenas de transmissão televisiva. Um pequeno detalhe genial que já nos mostra o tom de Fahrenheit 451. A atriz Julie Christie interpreta duas personagens no filme: Linda Montag (que seria Mildred Montag no livro, esposa de Guy Montag) e Clarisse McClellan (a garota que questiona Montag, que no filme é uma professora primária que não se adéqua aos padrões exigidos dos educadores pelo fato de as crianças “se divertirem” em suas aulas).


Na minha opinião, Truffaut quis mostrar na similaridade o quão extremamente diferentes eram Linda e Clarisse e o que cada uma delas representava para Montag. No livro, percebe-se bem o sentimento que Montag tem por Clarisse e o que ele tem por Mildred, por uma o desprezo e pela outra, admiração. Pra quem ler o livro aconselho a assistir o filme. Não quero dar spoilers nesse texto por isso deixei algumas partes do Livro/filme sem comentários, pois esse é um daqueles “não morra antes de ler” livros, entende?

fatos apresentados. Livros estão cada vez mais populares (apesar de alguns serem de qualidade duvidosa) e apesar de a literatura também estar sendo difundida virtualmente (os e-reader estão cada vez mais famosos) os próprios leitores alegam que nunca abandonaram os físicos (e-reader não tem cheirinho de tinta e papel). Por esses motivos eu não acredito que um dia Fahrenheit é um espelho do futuro, mas isso não é demérito da obra e não há faz ser pior do que é. Por fim recomendo a todos lerem, assistirem (apesar de ser um pouquinho chato para essa geração) vale a pena conferir e pensar no que Ray Bradbury nos tem a dizer. Curiosidade

Extinção da escrita é?! Sei não viu... Apesar de eu ter achado Fahrenheit 451 uma obra fantástica em todas suas mídias eu não acredito que um dia sua realidade possa se concretizar. Acredito em seus paralelos com nossa realidade e com a proximidade das previsões de Bradbury, porém não totalmente. Me entenda, existem relativos que são verossímeis e outros que não. A escrita é uma forma de comunicação milenar, que se desenvolveu demais e tem cada vez mais ficado globalizada e uniformizada porém não é para nós acreditável sua extinção. Até porque a internet nos últimos anos tem comandado (e comandará nos próximos) essa parte de comunicação e por mais que na internet o áudio-visual é difundido, não deixamos de ler. O Blog é um exemplo claro disso. Uma forma de instigar as pessoas a lerem mais, interpretarem e discutir ou argumentar contra e a favor da opinião e dos 41

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O título da obra faz referência á temperatura em que o papel de livro queima, porém a galera da comunidade científica já desmentiu a afirmação. Não é á temperatura de 451 graus Fahrenheit que o papel queima mas, e daí?! Continua um puta título marcante...


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REVIEW

Mesmo que a série Rayman tenha 18 anos, é bom ver que a ubisoft ainda consegue nos surpreender com sua imaginação e criatividade. Repleto de cor e cheia de novas ideias , Rayman Legends consegue de alguma forma melhorar o trabalho do já excelente Rayman Origins em todos os sentidos imagináveis . Rayman Legends começa em uma velha barraca de mofo no fundo de uma floresta encantada , onde Rayman e seus amigos interagem com pinturas que os levam para mundos e jornadas diferentes através de ruinas, embaixo da agua, entre alimentos gigantes, etc. É uma viagem deslumbrante com um estilo colorido arte que não só traz os acontecimentos e personagens do primeiro plano para a vida , mas injeta uma quantidade de vida ao background do cenário Cada um dos temas do mundo são tão diversos e únicos como os níveis dentro , e, graças a muito melhor estrutura nãolinear do jogo, você pode enfrentá-los em quase qualquer ordem que você queira.

De esqueletos dançantes, sapos espiões, luchadores, dragões, em fim, você nunca sabe o que esperar do próximo nível, o que torna a jogatina interessante. Em um nível , os jogadores devem usar habilidades de plataformas de Rayman para evitar ser esmagado até a morte por uma estrutura que está afundando em areia movediça , enquanto a outra fase no mesmo mundo vê o nosso herói atirar o seu caminho através de um exército de dragões. Embora possa parecer que estamos afirmando o óbvio , dizendo que não há dois níveis são os mesmos , é a forma como cada nova etapa acrescenta algo apenas um pouco diferente que o torna único em Rayman Legends . Quer se trate de uma mudança estrutural , uma torção jogo, ou até mesmo uma das etapas ocultas que introduzem elementos de quebra-cabeça , algo único nunca está longe. Pegue os novos níveis de Murphy , por exemplo. Inicialmente projetado para tirar vantagem do Wii U GamePad , os níveis de Murphy adicionar muitos obstáculos e enigmas que só podem ser apagadas com a ajuda da amiguinha destemido de Rayman . Sem o apoio touchscreen GamePad , os utilizadores da PS3 e Xbox 360 deve executar pressiona o botão para cortar


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cordas, comer caminhos através de bolos e mover escudos para proteger Rayman de bolas de fogo. Não é tão intuitivo como o seu homólogo touchscreen , mas acrescenta um desafio saboroso, essencialmente, colocando os jogadores no controle de dois personagens ao mesmo tempo. Ele funciona surpreendentemente bem no single-player, mas pode fazer sessões multijogador extremamente caótica , se não houver um jogador designado no controle de Murphy. Este problema tem sido evitado , no entanto, omitindo multiplayer online completamente. Enquanto nós concordamos que Rayman Legends funciona melhor como um jogo co -op local, a opção de levá-lo on-line teria sido bom , especialmente com mix do jogo dos níveis de cooperação e de líderes competitivos. Em última análise, no entanto, é fácil perdoar a omissão de multiplayer online , quando você está se divertindo muito com o modo single-player. As fases musicais que encerram cada nível são a cereja do bolo no modo História. A qualidade e apreço que as fases foram

feitas fazem com que não desejemos sair do mundo de Rayman. Pulando e socando o seu caminho através de “ Eye of the Tiger “ e “ Black Betty “ é uma maneira muito divertida de terminar cada mundo, embora , e talvez nós estamos sendo ganancioso, que gostaria que houvesse mais do que um punhado de fases musicais. Ainda assim, uma coisa que você não pode dizer sobre Rayman Legends é que é curto em conteúdo. os bônus e os extras fazem do game um jogo para se deleitar por muito e muito tempo. Primeiro de tudo , há o multiplayer excelente mini- game ‘ Kung foot”- um futebol com chutes e socos, além disso tem os desafios para liberar personagens e etc. Esbanjando qualidade e repleto de conteúdo, Rayman Legends justifica o seu lugar entre a elite plataformas, e prova que , mesmo depois de todo esse tempo , o mais antigo mascote da Ubisoft ainda está cheio de novas idéias.

NOTA

GRÁFICO JOGABILIDADE DIVERSÃO ÁUDIO NOTA FINAL


REVIEW

POR Carlos Eduardo Zeclhynski via The Amazing Nerd

TMNT: Out of the Shadows, é o novo arcade da Activision, lançado primeiramente para Xbox 360, PC e futuramente para PS3, é o novo jogo das Tartarugas Mutantes Ninjas. No dia 28 deste mês, a Nickelodeon junto a Activision lançaram o Arcade Teenage Mutant Ninja Turtles: Out of the Shadowns, para Xbox 360, como parte do Winter of Arcade, no Xbox Live, e também para PC, custando R$ 30,00 para ambos. No menu inicial, temos as opções: Play Trial, Help & Options, Extras, Leaderboard, Achievements (Conquistas) e Quit Game. Para começar a jogar é só clicar em Play Trial. Para começarmos a jogar temos que clicar em NYC MAP (Mapa de Nova York), em um outro menu, e selecionamos as missões. As opções são : Missões de Capanha, Missões de Desafio e Xbox Live (Para jogar Online). A primeira missão do DEMO, começa com as tartarugas em cima de um prédio, e o seu dialogo, aparece como se fosse uma

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HQ (História em Quadrinhos). O primeiro personagem jogável é Leonardo, que para quem não sabe é o da máscara azul. Os gráficos do jogo, são quase perfeitos, tirando alguns Bugs no cenário. Veja como os gráficos do jogo são realistas, bem diferentes dos dá série atual. A tartaruga abaixo é o Raphael. Os controles são : LT= Selecionar Inventário, LB= Usar Inventário, Analógico Direito = Mover/Abaixar, Analógico Esquerdo= Câmera/ Ataque Especial, Setas= Selecionar Tartaruga/Sarcasmo (Fazer Brincadeiras com as outras tartarugas como “Toca aqui”), A= Interagir/ Pular, X= Ataque Armado, Y= Pontapé, B= Contraatacar, RB= Correr e RT= Modificar. Esses são os comandos para o Xbox 360 (Meu console). Durante as missões, eles fazem piadas e conversam uns com os outros. A jogabilidade em combate, não é das melhores, lembra muito o jogo Homem Aranha 3 (2007), e os inimigos são muito parecidos, não tem muita diferença de um para o outro. Acima eu mencionei os Bugs do cenário, isso aconteceu quando eu saí sem querer da missão, eu encontrei muitos bugs, como os carros, que atravessam você, as pessoas. E na minha opinião o jogo ficaria melhor, se a tela focasse apenas em você,


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e não nos seus parceiros. O personagem que você estiver controlando é automaticamente o líder. No menu, temos os Status de cada personagem, e lá podemos adquirir, itens e habilidades para cada um. No jogo também temos puzzles, um deles é hackear um sistema. Durante uma batalha não podemos alternar de personagem. O jogo também lembra um MMORPG. Para um Arcade, TMNT:OFS tem um cenário muito bem feito, e gráficos bons, excelente trilha sonora, porém eu esperava mais

Plataformas : Xbox 360, PlayStation 3, PC. Data de lançamentos : Xbox Live Arcade 28/08/2013, Steam(PC) 28/08/2013, PlayStation Network 24/09/2013. Distribuído Digitalmente Eu realmente gostei do jogo, mas já joguei arcades melhores. TMNT: Out of the Shadows, custa R$ 30,00 na Steam e na Xbox Live. Clique aqui para fazer o download no Steam. (Link : http://store.steampowered. com/app/228560/?snr=1_7_15__13)

As tartarugas são respectivamente : Raphael, Donatello, Michelangelo e Leonardo. Informações básicas : Desenvolvedor : Red Fly Studio / Publicador : Activision

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OPNIÃO GAMER

POR GUSTAVO NOGUEIRA DE PAULA VIA GAMES & CRÍTICAS

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EXISTE VIDA APÓS A MORTE? Falar sobre morte é sempre polêmico, muitas vezes desnecessariamente, afinal de contas é a única certeza que temos na vida, ironicamente. Mas nesse caso pretendo sim levantar polêmica e discutir sobre a morte nos videogames, algo que tem sido pouco pensado e pouquíssimo discutido.

Quase invariavelmente a morte é seguida por uma tela de game over na esmagadora maioria dos jogos, ou no máximo por uma tela de continues. É o fim da linha, mas não por muito tempo, pois segundos depois lá está você de novo pronto para enfrentar o mesmo desafio novamente, até finalmente superá-lo. Isso é ruim? Não necessariamente. Só pode ser feito dessa forma? Também não necessariamente. Realmente parece óbvio que, em 43 49

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caso de morte, o jogador reinicie o jogo do último ponto de partida e continue sua peleja, pois aquele personagem com o qual você se identifica, seu ídolo maior, o cara em que os programadores gastaram mais tempo, não pode simplesmente morrer. Mas talvez pudesse. O ponto principal aqui não é o que fazer após a morte do personagem, mas sim o porque dessas mortes. Essa é a única forma de punir um jogador? Errou o pulo e caiu no buraco, morte. Deu o tiro na hora errada, morte. Escolheu a poção errada, morte. Perdeu a batalha, morte. Tudo é morte, tudo é banal. Vamos aos nossos já característicos exemplos de como isso eventualmente poderia ser diferente. Em um jogo de estratégia em tempo real (RTS), qualquer um, a morte pode ser encarada de diversas formas. Normalmente nesses jogos assumimos um posição “invisível” apenas controlando as tropas e organizando sua sociedade/civilização/raça ou seja lá o que for. A árvore de possibilidades pode ser maior do que um simples trilho de trem, apresentando consequências diversas em


GAMES caso de derrota em alguma missão. Caso não consiga conquistar determinado território na próxima missão você terá menos minérios, o que exigirá mais do jogador e assim por diante. No final a derrota pode ser um final e ensinar muito a um jogador. Em em RTS ambientado no Brasil talvez o jogador sempre perca, dependendo de com quem jogasse, ou sempre tivesse menos (ou mais) recursos. Poderíamos reescrever a história e ver algo alternativo ou simplesmente morrer e ver o porque da história ter acontecido assim por essas terras.

Um exemplo que parece descabido, mas não é, pois ele auxilia a visualizar essa questão. Imagine um jogo de fórmula 1. O jogador escolhe seu piloto/equipe favorita e vai correr nos circuitos do calendário. Uma derrota não significa morte, mas apenas a não conquista de pontos. Ao final do campeonato algum outro piloto vai erguer a taça de campeão e receber beijinhos das modelos, mas isso não fez do derrotado um morto, apenas derrotado naquele campeonato. Mais bizarro ainda (e também utópico) seria se a morte fosse implantada em um jogo desses. Seria realmente inusitado se lá pelo meio do

campeonato o jogador sofresse um acidente terrível e o piloto morresse (por que não?) e aí sim haveria um game over, volte ao início. Ora, se estamos em uma simulação, por que então não simular de tudo? Esse exemplo da fórmula 1 serve para mostrar que derrota não precisa ser necessariamente uma morte. Isso vale inclusive para minhas estratégias de vitória, afinal de contas por que eu preciso matar todos meus inimigos para obter êxito? Esse é um passo bem complicado de ser superado, mas penso que a morte deveria ser revista em muitos jogos. Não ser tão banal e ao mesmo tempo ser mais impactante. Seria interessante poder continuar o jogo após a morte de um personagem (Chrono Trigger que o diga) importante ou então recomeçar do zero, rever minhas atitudes e tentar evitar essa morte, caso ela seja “evitável”. Mais uma vez no papel de provocador, não trago receitas prontas ou acabadas, mas lanço ideias e propostas, já que acredito que os jogos não “são” assim, mas apenas estão sendo feitos assim. Se não pararmos para rever cada etapa de um jogo podemos nos condenar a jogar sempre as mesmas coisas e do mesmo jeito, acreditando que estamos sempre inovando, sendo que na verdade estamos no máximo no meio de uma dança circular.

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E-SPORTS

POR Ricardo Set/CNB e-Sports Club e Ricardo Set/zGt Team

COM APOIO DA VALVE, DH TERÁ PREMIO DE US$ 250 MIL

2KILL VENCE O AGE CAMPINAS

O 2Kill Gaming levou a melhor sobre o Keyd Team e venceu a competição de League Criticada por não apoiar o crescimento do of Legends da AGE Campinas, realizada no Counter-Strike Global Offensive, do qual é criadora, último sábado (14), em Campinas, interior de a Valve Software abriu o cofre e anunciou que São Paulo. disponibilizará US$ 250 mil para a premiação da O time do Mid Laner Gustavo “Minerva” DreamHack Winter 2013, marcada para o fim deste Queiroz superou o até então campeão do torneio. ano. Em abril, o Keyd venceu o campeonato da AGE No mês passado, a empresa lançou um e se classificou para o Campeonato Brasileiro. dispositivo de crowd-funding (financiamento coletivo, O torneio, desta vez, contou com a em português), chamado Arms Deal, onde estão participação de quatro equipes. No primeiro disponíveis itens especiais. Jogadores podem confronto, o 2K derrotou o Chegamos, cadê as negociar, comprar e vender esses equipamentos, usados para personalizar as armas. Parte do dinheiro gatas?. Já o Keyd passou pelo afterall Gaming. O 2Kill triunfou nas duas oportunidades em que arrecadado é revertido a um fundo para custeio de enfrentou Caio “Loop” Almeida e companhia, na campeonatos. Final Upper e na Grande Final. É com essa verba que a Valve pretende Sem substituto definido para Raphael investir na DreamHack, que acontecerá entre os dias “Haelz” Nether, o Keyd novamente usou o coach, 28 de novembro e 1º de dezembro, na Suécia. A produtora vinha sendo bastante criticada pela Abraham “Holly” Kim, para completar a line-up, como fez no classificatório da World Cyber Games comunidade de CS por não apoiar o game, lançado oficialmente em agosto de 2012, ao contrário do que Brasil 2013, onde o time conseguiu a vaga para tem feito com o DotA 2. O The International 3, maior a Final Nacional. Gabriel “Revolta” Henud não participou do torneio. A Jungle foi assumida evento da modalidade do mundo e organizado pela por Matheus “Mylon” Borges e o reserva Rafael Valve, teve premiação de mais de US$ 2,8 milhões “SoulSilver” Lanna jogou no Top. neste ano. Classificação Final: Para chegar a este valor, a companhia também 1 – 2Kill Gaming – R$ 2.000 apelou para a ajuda dos fãs e criou um sistema de 2 – Keyd Team – R$ 700 contribuição, chamado Interactive Compendium, em 3 – Chegamos, cadê as gatas? – R$ 300 que o público podia apostar na classificação final, 4 – afterall Gaming competir com os amigos e concorrer a prêmios exclusivos. Em contrapartida, a Valve destinava US$ 2,50 à premiação a cada compra.


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NIP FATURA DH BUCARESTE O Ninjas in Pyjamas venceu o Lemondogs e conquistou o título da DreamHack Bucharest, na Romênia, que teve a participação de 16 equipes de Counter-Strike Global Offensive O NiP começou no Grupo A e avançou em 2º lugar, ficando atrás do fnatic. Nas Quartas de Final, os ninjas tiveram pela frente o VeryGames e venceram por dois mapas a zero. Em seguida, bateram o Astana Dragons, por dois a um, e chegaram à Grande Final. O Lemondogs também ficou em 2º do Grupo C, perdendo para o VG. Na etapa seguinte, os suecos enfrentaram os compatriotas do fnatic e venceram por dois mapas a zero. Na Semifinal, o duelo foi contra o Natus Vincere e o placar acabou em dois a um. No primeiro jogo da Grande Final, as equipes proporcionaram um bom jogo, com uma disputa eletrizante. Com uma boa atuação de Christopher “GeT_RiGhT‘ Alesund, o NiP conseguiu fechar o placar em 16-11. Já no segundo duelo, a história foi bem diferente. O Lemondogs não conseguiu mostrar o mesmo ritmo e acabou sendo atropelado por 1604.

IEM SÃO PAULO TERÁ 5 TIMES ESTRANGEIROS

O Cinco times internacionais deverão participar da competição de League of Legends da Intel Extreme Masters São Paulo, em fevereiro de 2014. Pelo menos é o que prevê a Electronic Sports League (ESL), organizadora do evento. Segundo divulgado no site do evento, o torneio contará com a participação de oito equipes, sendo uma da Europa, uma da América do Norte, três da América Latina e três do Brasil.


POR TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA(EEUCOMISSO) VIA AFONTEGEEK

MÚSICA

Fever e X: Muito Calor e o 10º album da Kylie Minogue no Conversa de Música Apesar de ter feito um post falando do Body Language há pouco tempo, o que provavelmente faria qualquer ser humano com a cabeça normal achar que só faria esse daqui uma semana… Mas nãaao, vocês foram tapeados! Pois é, já que estou na vibe da minha musa do pop, vamos falar logo do álbum que eu mais gosto, o Fever, e do CD que tem a música que eu simplesmente não consigo ouvir só uma vez, o “X“. Começando do começo [do Fever], estamos aqui no ano de 2001 para falarmos do álbum que mais rendeu prêmios, prestígio e dinheiro para dona Kylie, depois de vender os seus 10 milhões de cópias em todo o mundo. A verdade é que esse álbum foi integralmente feito para ser um sucesso. Poucas músicas não são ‘ótimas’. Todas têm uma batida muito forte e são o que eu chamo de “a cara” da minha musa: Tá na cara que esse é o cd que mais gosto né? Eu ouvi também o Impossible Princess, que parece ser o mais lírico e bem trabalhado dela, mas não vou mentir, como estamos falando de pop quero ouvir umas batidas legais junto a melodias ‘colantes na cabeça‘. Uma coisa que não posso deixar de notar no Fever, é que as músicas se parecem. Não que sejam iguais, mas assim como no Body Language onde quase todas pareciam ser experimentos, aqui a coisa é de um sentimento

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único. Acho que a única música que bem podia ser do “febril” mas está no décimo é a In My Arms, que não por acaso é a melhor do décimo cd [essa é uma das músicas que mais gosto! da loirinha australiana]. Continuando a falar deste álbum, a coisa é bem simples na verdade. Aperte play e deixe o cd tocar. Ele é um primor, quase todas as músicas são excelentes e mantendo aquela vibe de “calor” durante o tempo todo. Entre as faixas, vale destaque para: Burning up [sensacional], Can’t get you out of my head [Todo mundo já ouviu essa música e não sabia que era da Minogue], Come into my world [Simplesmente a Melhor!], Dancefloor, Fever, Fragile [linda e profunda ao mesmo tempo], In your eyes [não sei o motivo, mas eu lembro das BondGirls!] , Love affair, Love at first sight [essa tem uma cara româanticaa, kawaai mesmo!] e Your love. Eu deixo aqui os clips: Can’t get you out of my head, o da faixa mais “colante” e sensacional do álbum, Come into my world, e um bônus com o “In your Eyes“. Uma coisa que eu quero comentar, é que essas músicas lembram um pouco a atual vibe da Madonna e também as músicas do Black Eyed Peas; sei que alguns dirão que não, mas puutz, é a minha impressão gente!


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Agora vamos falar um pouco do décimo álbum da dona Kylie. Para quem não sabe, a nossa baixinha já teve câncer há algum tempo atrás [2005] e declarou estar curada desde 2008. Esse Cd sendo de 2007, meio que ela ainda devia estar em tratamento nessa época. Continuando porém, devo dizer que esse “X” é o cd que tem as músicas mais diferentes entre sí, dentro do próprio álbum. -Mas do que você está falando? Não que as músicas não se encaixem ou não sejam parecidas, mas depois de ouvir três cds cujas faixas lembravam mesmo uma a outra, ouvir o X [se fala ‘equis’, tipo ‘equismen’] faz a gente pensar que as músicas são mesmo um pouco diferentes. Ele é ruim então? Longe Disso! Na verdade eu até que gostei dessa mudança entre elas. Dá até para pensar que algumas melodias são deste ou daquele cd. Por exemplo, a música “In My Arms” lembra e muito as faixas do Fever [como eu já disse lá em cima]. Na verdade tenho que dizer que essa mudança quase de conceito,

fez bem para o trabalho da Kylie. Claro que comparado ao Fever ou ao Impossible eu meio meio que prefiro os dois primeiros… Mas a My arms…Me faz lembrar o que falei no Body Language: A dona Minogue sabe sim fazer músicas que vão fazer sucesso. Enfim destaco as faixas: 2 Hearts, All I see e Cosmic que são lentas, In my arms [Sensacional, alguém me faz parar de ouvir!!], No More Rain [Essa é ótima também], Stars, The One, Wow [ótima faixa para terminar esse belo álbum]. Deixo com vocês os clips Wow e In My arms [claro, não podia ser outro.] Então é isso galerinha! E Parem de ouvir o Bieber e as músicas emícas! Caso não curtam metal, ouçam um pop de boa qualidade! ps: Sou só eu, ou mais alguém acha a cintura da Kylie a coisa mais linda desse mundo?! Que mulher em amigo!

POR TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA (EEUCOMISSO) http://afontegeek.wordpress.com/2012/08/08/fevere-x-muito-calor-e-o-10o-album-de-kylie-minogue-noconversa-de-musica/ tree_egggs@hotmail.com

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POR LUIS HUNZECHER

GAMES

MOBILE GAME DOODLE DEVIL

No mínino diferente, doodle devil é um jogo onde objetivo é criar elementos novos da fusão de 2 outros, criando assim a historia e a destruição da humanidade. O jogo no inicio é simples, juntando o homem e a mulher, mulher e a maça, luz e trevas, coisas simples, porém o jogo vai ficando mais difícil com o tempo. O game possui mais de 150 elementos para serem criados, tornando assim com o tempo difícil descobrir o que pode ser criados a partir dos elementos que você já possui. O game é viciante e irritante visto que a dificuldade dele se torna extrema a partir de um ponto, porém o desafio de completar o game é uma boa desculpa para perder muitas horas nesse jogo que com certeza vai fazer você perder o cabelo e pensar muito para conseguir chegar a seu final. O game está disponível na Google play e na Itunes por R$ 6,90 e também possui sua versão demo gratuita nas duas lojas. O jogo foi testado em um Xperia U e rodou sem problemas.

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WHERE IS MY PERRY?

Seguindo a Hype do game Where is my Water o game com o personagem menos ortodoxo dos desenhos traz uma aventura onde seu objetivo é liberar o Perry o Ornitorrinco, digo Agente P. O jogo segue o mesmo estilo do my water, onde o objetivo é levar a água até o tubo para poder liberar o agente P. O game é viciante e extremamente simples, fazendo com que a jogatina dele seja simples e fácil. A jogatina pode ser fácil mas a dificuldade aumenta com o tempo, novos elementos como lava, fumaça e gelo aparecem para dificultar e aumentar o desafio do game. O ponto alto do game é sua dublagem, o game está disponível em português com a dublagem original, então ouvir o major, o doutor Doofersmitz e os demais personagens é algo muito diferente e divertido. O game está disponível na Google Play e Itunes por R$ 0,99. O game foi testado em um Xperia U e rodou sem problemas.


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ANY MAGAZINE Primeiramente gostaria de agradeçer a todos que baixaram, leram e contribuiram para essa revista. Essa revista tenta trazer analises e críticas de varias pessoas diferentes, para tentar agradar você leitor. Espero muito que esse projeto consiga ir para frente e que tudo de certo. Para que funcione, gostaria de contar com a ajuda e o apoio de todos. Continuem acessando, enviem conteúdo(a revista como disse, é aberta para receber conteudo de qualquer um) e principalmente, divulgue. A intenção desse projeto é fazer algo que consiga agradar vocês, nem que seja somente uma materia que voces considerem boa... sinto como se meu objetivo estivesse concluído. Agradeço muito a todos, e que essa seja a primeira de muitas edições. Agora que terminou sua leitura, acesse nosso site, e veja muito mais conteúdo e prévias da próxima edição.

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