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EDIÇÃO 5 JULHO 2013

FACEBOOK.COM/ANYMAGAZINE

A VOLTA DO HOMEM DE AÇO

Superman ganhou uma nova história e origem em sua versão dirigida por Zack Snyder Under The dome Deadpool

Especial E3 Dragon ball


PARCERIA: OTACRAZY O TAKUS E NERDS

Only Good Animes Apenas o Melhor

GOGO! anime portfolio

GAMES & CRÍTICAS

APOIO:


O conteúdo exclusivo para a revista foi licenciado sob uma Licença Creative Commons AtribuiçãoSemDerivados 3.0 Brasil.

EDITOR CHEFE: LUIS HUNZECHER

REDAÇÃO:

LUIS HUNZECHER ALINE FIDENCIO ROBERTA OLIVEIRA

DESIGN:

LUIS HUNZECHER ALINE FIDENCIO

REVISÃO:

ROBERTA OLIVEIRA

COLABORADORES:

EVILASIO COSTA JUNIOR (ANIME PORTFOLIO) TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA (AFONTEGEEK) LUIZ FELIPE (OTACRAZY GO) RICARDO SET (ESPAÇO GAMER) TOMAS E DEMAIS (CASA DO HERÓI) CHRISTIANO (OTAKU ANIMES)

ANYTHING

EDITORIAL CRISE NO CINEMA? Hollywood sempre foi conhecida por fazer filmes exemplo, por ser a referência do cinema mundial, porém ultimamente vemos uma chuva de reboots e de continuações que nos fazem questionar: Será que acabou a criatividade de Hollywood? Essa questão me surgiu após assistir o OmeleTV onde esse ponto foi discutido. O ponto crucial é saber se o cinema está escasso de novas idéias ou se o publico se tornou rígido em relação as novidades do mercado. Levando em conta esse ponto, eu acredito que o cinema possui muito a agregar, porem as franquias, os filmes de reboots, as marcas já consolidadas se tornaram um tiro certo para as produtoras que estão em um momento que não desejam se ariscar com novidades. Resta para os telespectadores abrirem a mente para novas idéias para assim evitar que novas idéias ou novas possibilidades acabem morrendo por conta de não atingirem o sucesso perante o grande publico.

CARLÍRIO NETO (NETOIN) FRANK LEMOS (BEEK) ALEX (FATALITY) EQUIPE SENPUU (SENPUU) SPIDEY (THE AMAZING NERD) GUSTAVO SOUZA LOPES (BLOG DO GUSTA) GUSTAVO DE PAULA (GAMES E CRÍTICAS)

Luis Hunzecher - Editor Chefe


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ÍNDICE SESSÃO DO LEITOR

7

CRÍTICA: O HOMEM DE AÇO

10

DISTOPIA:JOGOS VORAZES

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ESPECIAL BATMAN 2

21

CRÍTICA: UNDER THE DOME

23

TOKUSATSU: SPECTREMAN

25

AS ORIGENS DOS NOMES DE DRAGON BALL

29

KAZE NO TOCHINU

31


GÉNERO SLICE OF LIFE

39

ESPECIAL: DRAGON BALL PARTE 3

43

REVIEW: DEADPOOL

47

REVIEW: REMEMBER ME

51

SIMULAÇÃO OU ARCADE

53

DOSSIE E3

56

E-GAMMING

65

MÚSICA: EPICA

67

LEITURAS: A PESSOA AMADA MOBILE GAME

69

ANY SHOP

71


SESSÃO DO LEITOR

ESCREVA PARA NÓ

Possui alguma pergunta? Crítica? Elogio? Sugestão? Recado? Ou qualquer outra coisa? Escreva para magazine.any@gmail.com

RESPOSTA DA EDIÇÃO ANTERIOR: O GRANDE DRAGÃO BRANCO

DE QUE FILME É ESSA CENA?

Resposta na próxima edição caso tenha alguma sugestão de cena nos envie por email


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CRÍTICA

POR LUIS HUNZECHER

A VOLTA DE CLARK KENT UMA VERSÃO MAIS HUMANA DO SUPERMAN CHEGA AOS CINEMAS DEIXANDO DUVIDAS E TRAZENDO NOVOS CONCEITOS Existe uma grande diferença entre Superman e os demais heróis, Superman é um ícone, a imagem do americano, um exemplo de justiça, verdade e o exemplo perfeito do American Way of life. O herói passou por varias fases e deixou de ser um homem que salvava pessoas em perigo para se tornar em um herói mundial, universal e com uma gama de problemas, inimigos e histórias que divergem muito entre si. O Kryptoniano mais famoso do mundo deixou de ser apenas um exemplo para os americanos, e se tornou um herói de verdade, com problemas, preocupações e tudo que tange a vida nossa. A partir dessa nova visão que foi dada para o herói Zach Snyder tenta trazer esse novo herói para as telas, e nos mostrar uma nova imagem do homem de aço. A pergunta que fica é: será que o Superman ficou humano demais? 11

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O diretor Snyder que ficou famoso por sua versão cinematográfica de 300, Watchmen e por suas tomadas em câmera lenta se juntou com o diretor da trilogia de Batman Christopher Nolan para trazer um Superman conflitante. Essa abordagem foi dada para o Batman, porem a diferença é que Batman não tem poderes, enquanto o Super é mais rápido que uma bala e mais forte que uma locomotiva. Nessa abordagem, Henry Cavill que incorpora o homem de aço se encontra preso entre seu planeta natal Krypton e sua nova casa a Terra, ele se mostra um homem assombrado.


CINEMA Cavill faz um Superman melhor que Brandon Routh fez no fatídico filme de 2006, mas Cavill ainda não é o melhor exemplo de carisma. O filme acaba em alguns momentos queimando seus personagens com momentos que podem desapontar os fãs, como por exemplo a sequência inicial do filme onde vemos JorEl(Russel Crowe) e general Zod (Michael Shannon) durante a batalha de Krypton, que se torna demasiadamente longa e uma passagem que se destaca mais pelas cenas de CGI do que pela emoção do momento, que é quando Kal-El, nosso homem de aço é enviado para a Terra enquanto seu planeta é destruído(nessa caso por algo como uma guerra civil). Já Terra o jovem Kal-El é acolhido pelos Kents(Kevin Costner e Diane Lane), eles chamam a criança de Clark e o adotam como seu filho. Clark descobre aos poucos seus poderes e quando salva um ônibus escolar quando ainda era adolescente acaba chamando atenção demais. Já adulto Clark se torna um andarilho que vai de cidade em cidade realizando boas ações, até que Lois Lane(Amy Adams) que nessa versão é uma jornalista ganhadora do Pulitzer começa a perceber as intervenções de Clark e começa

a segui-lo. Temos um bom progresso nessa versão do Lois, mas falta um pouco de ritmo e clima entre o casal durante as cenas que protagonizam juntos.

Enquanto isso Zod em sua busca pelo fugitivo Kal-El pede aos humanos que devolvam Superman. Nesse momento temos uma batalha entre ambos, que ao que parece ninguém consegue se machucar. As cenas de luta se baseiam muito nas cenas do quadrinhos, porem nao funcionam bem no cinema, a destruição total da cidade não é justificável em uma versão mais real como a que foi feita. Essa desculpa para destruir o cenário é meio fútil, porem nesse momento a trilha sonora de Hans Zimmer é mais forte, e funciona bem para a cena.

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Em resumo o filme não consegue cativar, falta um pouco de cuidado e momentos espetaculares no filme, o maior destaque entre as cenas é o primeiro vôo do Superman, essa cena é emocionante pois toda a atmosfera é perfeita causando um único momento de emoção entre os fãs do herói. Faltou algo para o Superman conseguir atingir o sucesso

FICHA DIREÇÃO ZACH SNYDER HENRY CAVILL, RUSSEL CROWE, SHANNON, AMY ADAMS, ESTRELANDO MICHAEL DIANE LANE, KEVIN COSTNER, NOTA FINAL

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LAURANCE FISHBURN

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de outros heróis do cinema, o filme é bom mas não consegue trazer de volta o fandom do Superman. Muitos fãs antigos vão se decepcionar, o que mostra que para ter um bom Superman é preciso muito mais emoção do que efeitos especiais.


CINEMA

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ANY DISTOPIA

POR ROBERTA OLIVEIRA

JOGOS VORAZES

Nessa primeira edição da coluna ‘Any distopia’ resolvi escrever sobre a obra distópica mais recente que tem sido um fenômeno chamando muita atenção das pessoas tanto na mídia escrita, quanto na audiovisual. Obra original de livros da escritora americana Suzanne Collins, a adaptação cinematográfica chamou muita atenção em 2012 por sua bilheteria enorme e inusitada e sua temática distópica mais voltada para o público infantojuvenil. Você já entendeu que estou falando da trilogia Jogos Vorazes, porém nessa edição estarei citando apenas a primeira obra para não dar “spoilers” já que o segundo livro já foi adaptado e será lançado em novembro nos cinemas. O universo de Jogos Vorazes A história de Suzanne Collins se passa em Panem. Uma nação dividida atualmente em

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12 distritos e uma capital que se localiza onde hoje sabemos ser a América do Norte. Estima-se que seja no futuro, pois parte da região é alagada para se tornar ideal e adequada ao que se tem nos livros e a própria tecnologia e os avanços na medicina contidos na história indicam isso. O governo é uma ditadura, e de certa forma um colonialismo da capital com os distritos por tomar a maior parte de sua produção dando em salário o mínimo para a sobrevivência de seus trabalhadores. A maior parte dos recursos de todos os distritos é dirigida á capital onde uma pequena elite desfruta de tudo com esbanjo. O resto da população, porém não pode fazer nada já que não tem recursos, e a repreensão militar é forte. Temos por exemplo o pouco citado nesse primeiro livro distrito 13 que se rebelou contra a capital e foi completamente destruído e


dizimado. Alguns distritos são mais vigiados e regulados que outros, um fator importante para a protagonista que tem nesse descaso de opressão ao seu distrito a oportunidade de se afastar da personalidade acuada dos outros habitantes do resto do país. A protagonista Katniss Everdeen é uma garota de 16 anos, que é provedora praticamente única de sua família, sendo essa sua irmã Prim e sua mãe (a qual não se cita o nome nos livros). Seu pai morreu numa explosão de mina de carvão, que é o principal provento de seu distrito para a capital. Katniss aprendeu com seu pai a caça com o arco, um jeito de manter a família além do salário que ele ganhava trabalhando nas minas, porém caçar é ilegal em Panem. Você só pode ter de suprimento aquilo que o governo te dá a disposição, mas aqui entra um dos aspectos aos quais a nossa protagonista tem por sorte, não que viver no distrito mais pobre e ignorado da nação possa ser chamado de sorte, mas enfim... no distrito 12, a caça, pesca e coleta de frutos ilegal é aliviada, pois os próprios ‘pacificadores’ (que são basicamente a polícia de Panem) usufruem dessas práticas. Existe até uma espécie de “mercado negro”, o Hob (ou ‘prego’ na tradução para português) onde as pessoas negociam no Seam, que é a parte mais pobre do já pobre distrito 12. Katniss é forte apesar de isso ter sido uma imposição do destino. Logo após a morte de seu pai, sua mãe entrou em depressão e não mais trabalhou deixando assim suas filhas e a si própria a mercê da morte pela fome, coisa nada incomum no distrito. Porém Katniss um dia teve um lampejo de esperança, e teve um despertamento que a levou a se tornar o carro chefe da família. Ela não escolheu isso, mas as circunstâncias a levaram á atitude, senão ela morreria e levaria consigo sua irmã menor a qual amava. Assim ela sustem sua família com a caça, a coleta de plantas comestíveis,

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pesca, e com o Tessera, uma medida de grãos extra que o governo da em troca dos jovens de 12 a dezoito anos adicionarem o seu nome mais uma vez ao pote de sorteios dos Jogos Vorazes. Os Jogos Vorazes “Panem et circenses” que significa, numa tradução menos literal, “pão e circo”. A capital, apesar de fornecer o mínimo para alguns de seus distritos ainda assim conseguia mantê-los acreditando que tinham mais que o necessário para viver e que isso era o bastante desde que eles estivessem entretidos e ao mesmo tempo fossem intimidados. O “circo” ou “entretenimento”, assim como era em Roma, são jogos gladiatórios tratados como espetáculos para a população. Esses eram os Jogos Vorazes. O próprio nome é de uma esperteza notória, e uma estratégia mais que perfeita para manter a população em inércia e ao mesmo tempo dividida entre seus distritos. Como assim? Bom, é mais ou menos o seguinte: em cada distrito havia o sorteio de um casal de jovens de 12 á 18 anos para serem colocados num determinado local (chamado de arena com referência aos jogos gladiadores romanos) onde eles deveriam se matar e tentar sobreviver ás próprias armadilhas naturais do local, e aquele que saísse vitorioso, ANY MAGAZINE

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ganharia abundância de mantimento pelo resto da vida para si e sua família, e mantimento por um ano de graça para os habitantes de seu distrito. Entendeu? Resumindo: se o seu distrito ganhar, ano que vem é menos provável que você e sua família morram de fome. E se você for sorteado e ganhar, nada de fome pro resto da vida. Pra quem vive num distrito pobre é difícil não resistir á ideia de torcer por alguém de seu distrito certo? E assim odiar os distritos adversários certo? Ou seja, estratégia genial. Ainda por cima, o evento é televisionado, você pode fazer apostas e se tiver dinheiro o bastante pode até ajudar seu favorito a ganhar! Ao mesmo tempo os jogos são um lembrete de que a revolta pode ter consequências e que se o governo desconfiar de você, ele pode vir, pegar seus filhos e os submeter ao que ele quiser e você não pode fazer nada além de assistir.

Os habitantes da capital não se preocupam com isso. Para eles é só um reality show onde jovens se matam e tem de se submeter ao instinto animal de sobrevivência. No dia da colheita (cerimônia de sorteio) a irmã de Katniss, Prim de apenas 12 anos é sorteada. Katniss, tão acostumada a se posicionar como provedora e protetora de sua família, acaba se voluntariando para tomar o lugar de sua irmã nos jogos e desde então percebemos sua personalidade instintiva e corajosa. O carisma e magnetismo da personagem é surpreendente. Nós a admiramos pela atitude e assim também o próprio público da capital. 17

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O romance Muitas pessoas reclamam do romance em jogos vorazes, porém eu acho um rumo natural e uma estratégia muito boa da autora dos livros. Uma das críticas que ela inseriu em Jogos Vorazes é ao reality show. Pra quem não sabe o que é reality show, saiba que são shows televisionados pautados na realidade. Aqueles que não usam atores e que não tem script prédefinido. Simplesmente colocam um monte de pessoas comuns em determinada situação, costumamente com um prêmio envolvido, e veem como elas reagem. E na maioria dos realitys shows a estratégia mais usada é a do romance. Sim, aqui no nosso país podemos observar em programas como o BBB, a Fazenda, Casa dos artistas e outros, que aqueles que formam casais amorosos sempre tem maior probabilidade de permanecer no show. O público tende a se identificar e torcer, e Katniss e Peeta nada mais são do que a consequência desse tipo de preferência do público. Tanto que os dois são aconselhados a fazerem os modos de casal pelo estilista de Katniss, alguém que está responsável por tratar da sua imagem e conexão com os expectadores. Não me incomoda o romance, até porque Katniss é uma adolescente que pela primeira vez tem a oportunidade de vivenciar um romance, mesmo que ‘fictício’ com um garoto. Com seu amigo Gale na floresta, existia só amizade e necessidade mútua de companhia. Assim como Katniss, Gale era o provedor de sua família após a morte do pai e ao se encontrarem na floresta se viram na mesma situação e criaram um vínculo de identificação, porém nenhum dos dois havia levado o relacionamento a um nível amoroso. O triângulo é necessário, porém o interessante aqui é que a história (um pouco por ser contada pela própria katniss) não se desfoca da protagonista como acontece em outros triângulos. Katniss, no primeiro livro não demonstra interesse real algum por nenhum dos rapazes e mesmo que os fãs queiram dar valor ao romance,


em Jogos Vorazes o foco é a crítica política e social, e a protagonista representa o espírito de coragem e revolta que devemos ter contra a existência do “pão e circo”.

O filme Em 2012 a adaptação cinematográfica de Jogos vorazes surpreendeu com seu faturamento aproximado a 600 milhões de dólares. Com atores de certo calibre como Donald Sutherland, Stanley Tucci e Elizabeth Banks, o trio principal ficou com Jennifer Lawrence com Katniss, atual ganhadora do Oscar de melhor atriz em 2013 por “O lado bom da vida”, Josh Hutcherson como Peeta (Mais conhecido por “ABC do amor”) e Liam Hemsworth de “A última música”. O filme foi um sucesso em termos de arrecadação, porém sofreu um pouco da crítica por ser um pouco confuso e não conseguir mostrar claramente certos aspectos críticos do livro. Mesmo assim atraiu uma legião de fãs por todo o mundo. Por ser produzido por Suzanne Collins, a autora dos livros, o filme sofre um pouco do mal “o que tirar e o que por”. A duração é muito longa e um pouco cansativa, e certos aspectos do universo de Panem e dos Jogos Vorazes não são bem explicados levando o público que assistiu o filme unicamente ter de buscar um melhor esclarecimento no livro o que de certa forma é um defeito da adaptação. Filmes baseados em livros tem de ser vinculados, mas independentes de sua natural inspiração. Não é justo eu ter de ler o livro para sanar dúvidas que tive no filme, ou vice-

ANYTHING versa e esse foi um dos pontos mais fracos da obra. Muitos também reclamaram da censura baixa, (13 anos) que foi uma jogada em termos financeiros para que o filme tivesse mais público, porém fazendo os seus aspectos violentos (não esqueçamos que existem jovens se matando no livro) terem de ser aliviados e sua crueza, atenuada. Apesar de todos esses aspectos aos quais não deixo de concordar, Jogos Vorazes é um bom filme que merece ser assistido e analisado. As críticas ao reality show, ao consumismo, ao elitismo, á ditadura entre outros valem a pena serem consideradas e chega a ser um suspiro nessa avalanche de filmes para o público jovem adulto que não acrescentam em nada o nosso censo crítico contra os maus aspectos da nossa sociedade. Para aqueles que estão entrando no mundo da distopia, aconselho começarem com Jogos Vorazes, por ser mais recente e estar de fácil acesso na mídia atualmente e com ele entrar nas referências a obras mais clássicas como Farenheit 451, Admirável Mundo Novo, Battle Royale e etc. Se você já é um fã de mundos distópicos como eu, dê a sua sugestão de qual distopia será a próxima a ser analisada aqui na coluna Any Distopia mandando-nos um e-mail ou deixando um recado na nossa página no facebook. Como sempre dizemos, aqui na any magazine você pode participar e o nosso conteúdo é feito de leitor para leitor. P.S. E que a sorte esteja sempre ao seu favor...

JOGOS VORAZES Ross DIREÇÃO Gary Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Sutherland, Stanley Tucci ESTRELANDO Donald e Elizabeth Banks NOTA FINAL ANY MAGAZINE

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POR Carlos Eduardo Zeclhynski via The Amazing Nerd

ESPECIAL

ESPECIAL BATMAN PARTE 2 Na primeira parte do especial Batman, falamos da história do Cavaleiro das Trevas, desde sua criação em 1939, até sua personalidade e fraquezas. Nesta edição da Any Magazine, falaremos da personalidade do Cavaleiro das Trevas e de seus vilões. Bruce Wayne criou o Batman para causar medo no submundo de Gotham e para defender os inocentes. O uniforme e a maneira como age quando o usa tem o objetivo de intimidar seus adversários. Enquanto Bruce Wayne é despreocupado e irresponsável, Batman é frio, determinado e implacável. Além do uniforme e da personalidade, Bruce Wayne também altera sua voz significativamente quando torna-se Batman, tanto para disfarçar como para intimidar. Na verdade, Batman é a personalidade real na mente de Bruce Wayne. Em alguns momentos isso ficou bem claro. Em uma história em quadrinhos, Alfred pediu para que ele tirasse a máscara para ficar mais a vontade, Batman retrucou: “Às vezes eu fico mais confortável de máscara”. Num episódio de Batman do Futuro,

ficou claro que ele mesmo quando pensa, a sua subconsciência o chama de Batman. Mostrando que Batman que é a verdadeira personalidade e Bruce Wayne apenas uma fantasia. Batman costuma atuar apenas à noite, imitando os hábitos dos morcegos. Em histórias mais recentes, surgiu a ideia de Batman como uma lenda urbana.

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Batman tem muitos inimigos,


os seus e os que ganhou na Liga da Justiça. Nos anos de 1940, temos o Coringa, o palhaço louco, assassino e psicótico (considerado o arqui-inimigo do Batman); a sensual Selina Kyle, a Mulher-Gato, que hora e inimiga ora aliada; Oswald Chesterfield Cobblepot, o Pinguim; o terrível Edward “Nygma” Nashton, o Charada; o ex-promotor Harvey Dent, hoje conhecido como Duas-Caras; o Chapeleiro Louco (Jervis Tetch ) e o Espantalho (Jonathan Crane), o senhor do medo. Nas décadas de 1950 a 1970, temos o surgimento de Victor Fries, um brilhante criogenista, o Senhor Frio, Hera Venenosa (Dra. Pamela Lillian Isley) e Ra’s Al Ghul, um dos maiores vilões que o Batman já enfrentou e recentemente voltando a evidência em razão do êxito do filme Batman Begins, no qual ele foi o homem que treinou Bruce. Na década de 1980, temos Killer Croc , o Máscara Negra, que será o principal vilão no novo game do HomemMorcego, e o Ventríloquo , junto de seu

ESPECIAL boneco Scarface, que é um marionete. Bane e Harley Quinn surgiram na década de 1990, e, mais recentemente, o Silêncio. Outros vilões também estão presentes nos quadrinhos e nas séries de desenhos animados de Batman, como por exemplo : Face-Falsa, Rei Tut, o Pistoleiro, Cara-de-Barro ,Morcego Humano , Vagalume, Homem Calendário e o segundo Robin (Jason Todd), que é assassinado pelo Coringa e renasce sob a máscara de Capuz Vermelho. Abaixo temos respectivamente : Gordon, Homem Calendário, Sr. Frio, Hera Venenosa, o Charada, Ra’s Al Ghul, Coringa, Espantalho, Harley Quinn, o Pinguim, Mulher Gato, Duas Caras e por último Batman.

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CRÍTICA

POR LUIS HUNZECHER

DENTRO DA REDOMA

NOVA SÉRIE BASEADA EM UM LIVRO DE STEPHEN KING TENTA DESLANCHAR NA ENTRESSAFRA DE SÉRIES Adaptações de Stephen King nem sempre encontram o sucesso, e quando é para a TV menos ainda(Bag of Bones que o diga). Porem a CBS resolveu apostar em uma das mais atuais historias do mestre do terror, e Under the Dome chega com a intenção de não se tornar um fiasco com potencial. Dividido em 13 episódios, a série conta a historia dos residentes de Chester’s Mill, uma cidade que repentinamente é coberta por uma redoma invisível e impenetrável, isolando assim a cidade do resto do mundo. Por conta disso a população começa a enlouquecer dentro da redoma enquanto descobrem as forças que estão por trás desse fato.Sim, você já ouviu um roteiro parecido, isso se deve ao fato do filme do Simpsons se basear nessa história, e todos se lembram do sucesso do longa. Toda a trama e enredo faz com que nos sintamos atraídos por essa série, o nome Stephen King é muito forte e sempre causa alvoroço e curiosidade. 23

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Os produtores fazem um bom trabalho vendendo a série, mas derrapam na hora de executar. A trama consegue te agarrar bem no começo, e o ponto alto da história é que ela consegue te manter atento e ansioso, não perdendo assim os telespectadores. Dome é uma trama simples, que vem para te dar algumas horas de entretenimento em uma entressafra de séries de peso. A parte sobrenatural da série é forte presença como em todas as séries de King, o fato dos


SÉRIES

Aviões caírem, carros batendo, é uma ótima desculpa para uso de bons efeitos especiais. Os protagonistas(nenhum ator conhecido) tem que descobrir o que acontece, dialogam sobre o que pode acontecer no futuro e escondem seus próprios segredos. O foco inicial da série é a redoma, de onde ela veio e por que ela veio, mas com o tempo os demônios dos personagens acaba se tornando um dos focos principais da série tirando um pouco o foco do principal segredo e frustrando um pouco aqueles ansiosos. A série é boa, mas não é genial. O potencial que ela possui é imenso e talvez consiga render um pouco mais nos próximos anos.

FICHA

CANAL PRODUÇÃO ELENCO

CBS

STEPHEN KING, STEVEN SPIELBERG

Mike Vogel, Rachelle Lefevre, Natalie Martinez, Britt Robertson

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POR ALEXANDRO LIMA VIA SENPUU

TOKUSATSU

Spectreman

um tokusatsu com pegada ecológica

Planeta: Terra. Cidade: Tóquio. Como em todas as metrópoles deste planeta, Tóquio se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E, apesar dos esforços das autoridades de todo o mundo, pode chegar um dia em que a terra, o ar e as àguas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma de vida. Quem poderá intervir? Spectreman

Era com esta narração apocalíptica e uma música de abertura muito rock n’ roll, que grudava a petizada na frente da televisão nos anos 80. Inicialmente na Rede Record na década de 70 e depois na TVS (atual SBT) nos anos 80 no Programa do Bozo e Show Maravilha, o andróide dourado combatia os terríveis monstros poluidores do macaco espacial Dr. Gori. Criado no Japão pela extinta produtora P-Productions (que criou também anos depois Lion Man), foi exibida com grande sucesso de 2 de janeiro de 1971 até 25 de março de 1972 na Tv Fuji, totalizando 63 episódios. 25

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Nesta época no Japão existia um boom de heróis gigantes para rivalizar com o clássico Ultraman, e deles Spectreman foi um grande sucesso, inovador pelo tema de ecologia, personagens carismáticos e aventuras bem estruturadas. A história O maligno cientista Dr. Gori escapa da prisão galáctica no planeta Èpsilon, na distante Constelação de Sagitário auxiliado pelo fiel Karas. Após uma mal sucedida tentativa de tomar o poder, o Dr. Gori foge em seu disco para o


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SÉRIES

Planeta Terra após uma tempestade eletromagnética. Um grupo de vigilantes espaciais oriundos da Nebulosa M-71 os Dominantes, recebendo o pedido de capturar os simióides, envia o oficial Spectreman ao planeta Terra. Chegando a Tóquio e tendo que operar disfarçado do carismático Kenji, ele logo se une ao Grupo Anti-Poluição (e que depois seria renomeado de Grupo Anti-Monstros) chefiado pelo Chefe Kurata, e seus comandados Ota, Kato, Wada, Minnie e Yumi. Escondido dos olhares dos humanos numa base dentro de um vulcão, o Tirano Dr. Gori se apaixona pela fauna e flora deste planeta e

contando com a poluição existente, resolve criar monstros para erradicar os humanos e tomar posse do planeta. Sendo frustrado pelo herói Dourado, muitas vezes Gori era obrigado a contratar piratas espaciais, mercenários, vampiros espaciais e aliens que por acaso aterrisavam aqui. Na hora da emergência, o simpático Kenji dava uma de malandro para sair dos olhares de seus colegas e ao gritar “Dominantes, às Ordens” era transmutado para sua forma cibernética e podia crescer, voar, soltar raios coloridos (o que fez receber o nome de Spectreman pelos humanos), arremessar shurikens, lâminas nas luvas até ao mortal Spectroflash – que só podia ser


usado uma vez após sua transformação e despendia muita energia e era o raio final na batalha contra o monstro do dia. Com todas suas virtudes e deliciosos defeitos especiais, Spectreman é uma série cult como poucas. Spectreman estava longe de primar por sua produção. Os efeitos especiais eram os piores possíveis: os cenários pareciam de papelão da pior qualidade e dava para se notar nitamente onde ficava a cabeça, os braços e mãos dos dublês que faziam os monstros. A P.Productions até chegou a ousar nos primeiros episódios usando stop-motion – técnica de animação de bonecos filmados quadro a quadro – nas lutas do herói contra algumas das criaturas do Dr.Gori. O resultado ficou abaixo da crítica e então se optou pelas velhas e boas fantasias de látex e cenários de isopor. 27

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Apesar de efeitos e direção pobres, as histórias tinham humor, dramaticidade e situações criativas. Spectreman tinha, acima de tudo, um lado humano muito bem explorado. E foi por isso que ele garantiu seu lugar como um dos heróis mais importantes já criados no Japão. Episódios marcantes 01/02 – Dr. Gori, o criador de monstros (episódio de estréia, onde Gori cria seu primeiro monstro Hedoron, que surgia através de uma espuma dos esgotos.) 09/10 – O monstro bicéfalo (Spectreman versus um rato voador gigante de duas cabeças, precisa dizer mais alguma coisa?) 11/12 – A terrível transformação (Um motorista de caminhão de lixo é transformado num monstro por Gori e se suicida no final.) 21/22 – Contatos imediatos do 4o. Grau (o alien Zunon cai na Terra e obrigado por Gori une-se a um monstro descebrado numa batalha de vida ou morte contra Spectreman.)


23/24 – O vingador (o garoto Saburo é atropelado e entra em coma, e seu subcosnciente cria o monstro Semáforo procurando vingança contra o motorista imprudente.) 28/29 – Fúria Cega (Spectreman fica temporariamente cego e precisa reaprender a lutar.) 34/35 – A Pedra Lunar (astronautas retiram uma pedra na Lua que na verdade era um ovo do mortífero monstro Celementério que vem à Terra reavê-lo.) 38/39 – A ameaça do antigo Egito (Dr. Gori transforma a Esfinge do Egito num perigoso monstro para derrotar Spectreman). 40/41 – Um amigo para Giro (Gori cria o pacato monstro Macanuron que faz amizade com o garoto Giro por meio das músicas que ele tocava com sua gaita de boca.) 44/45 – O Vampiro do Espaço (Num episódio sombrio Kenji enfrenta a ameaça do vampiro espacial Vordalak numa aventura inesquecível!) 50/51 – O impostor (Spectreman enfrenta seu sósia maligno criado por Gori.) 55/56 – O solitário Cavaleiro do Espaço (o boa-praça e mercenário espacial Meteoro desafia Spectreman para um duelo estilo caubói, a fim de saber quem era capaz de disparar mais rápido seu raio mortal.) 61 – Pânico no Parque de Diversões (mercenários do espaço vs Spectreman). 62/63 – A última batalha (Dr. Gori, cansado de várias derrotas encontra um lutador de boxe com a capacidade de reação mais rápida que a de Spectreman, e ao passar essa habilidade a um monstro prepara o duelo final!).

SÉRIES Curiosidades - No Japão o seriado tinha o incomum título de “Símio Espacial Gori”, que durou do episódio 1 ao 20, logo após foi renomeado para “Símio Espacial Gori vs Spectreman”, que foi do episódio 21 a 39, para finalmente ser batizado de “Spectreman” que foi do episódio 40 até o 63. - No Brasil, dos 63 episódio produzidos, pouco mais de 50 foram exibidos, a maioria dos episódios eram duplos. - Para o mercado americano foi refeita a abertura e composta uma música bem rock n´roll que ajudou a divulgar e cativar o público, esta abertura marcante veio ao Brasil. - A dublagem, feita nos estúdios da TVS (que era também o nome original do SBT), era recheada de vozes marcantes, como Carlos Seidl (Dr. Gori) e Potiguara Lopes (Karas), os populares Seu Madruga e Prof. Girafales do Chaves, entre outros. - No Brasil a Editora Bloch lançou uma Revista em Quadrinhos do Spectreman (que tinha as cores mudadas para azul e cinza) e foi rebatizado de Kenji para Kenzo, a revista fez muito sucesso, sendo publicada até o número 30. Nas aventuras desenhadas por Eduardo Vetillo, o nosso herói enfrentava vários tipos de vilões, desde piratas espaciais até múmias espaciais e é claro o maligno Dr. Gori (que nestes quadrinhos não tinha o cabelo loiro e sim escuro!). - O piloto recusado da série, de 8 minutos, tinha como ator principal Jiro Dan (que fizera Hideki Goh no seriado O regresso de Ultraman), o nome de Elementman e enfrentava o maligno Karas (Raa no original)! O visual do herói era vermelho e prata. - O ator Tetsuo Narikawa, o intérprete de Kenji, a identidade humana de Spectreman (falecido em 01 de janeiro de 2010) era um grande mestre de karatê, sendo o fundador e presidente da Liga Nacional Japonesa de Karatê.

Se você quiser conhecer mais ainda sobre esta série, ouça o que comentamos no Senpuucast 56! ANY MAGAZINE

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POR GUSTAVO SOUZA LOPES VIA BLOG DO GUSTA

ANÁLISE

As origens bizarras dos nomes de Dragon Ball Sempre gostei de estudar sobre as origens do que é colocado nos mangás, nomes, referências, ideias e até mesmo possívels plágios, e os nomes de Dragon Ball foram o primeiro assunto que pesquisei até hoje. É indubit��vel que Dragon Ball é um dos mangás e animes mais vendidos no mundo e é por conta dele, Saint Seiya e outros animes da época que hoje nosso mercado tem espaço para este nicho cultural. Atualmente temos o novo filme de Dragon Ball Z, o sucesso de vendas que da re-edição do mangá aqui no Brasil e a série A ÉPICA HISTÓRIA DE SON GOKU publicada aqui na revista pelo Otacrazy, mas muita gente conhece, gosta, lê, admira, copia, mas não tem a minima noção de algumas origens de Dragon Ball. Akira Toriyama é um gênio, e como todo bom gênio, sempre existem as maluquices, e a maior delas na minha opinião são as bases

para os nomes dos personagens de Dragon Ball (isso inclui Dragon Ball Z). A maioria dos nomes são derivados de alimentos, trocadilhos, brincadeiras entre o nome do personagem e uma caracteristica sua. O personagem Goku inicialmente foi inspirado na lenda clássica chinesa de Sun Wukong, também conhecido como Macaco Rei ou do japonês, Son Goku. Além do nome, há outras referências da lenda, como o bastão usado em Dragon Ball, a nuvem voadora, a força absurda e até o fato de Goku se transformar em um macaco (Son Wukong da lenda é um macaco). Em Dragon Ball Z, Goku é chamado de Kakarotto, provindo da palavra inglesa “carrot”, que significa cenoura. Além de Kakarotto, existem vários nomes provenientes de nomes de alimentos, como Saiya-jin (anagrama da palavra


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“yasai”, do japonês, vegetal), Vegeta (do inglês, vegetal também - provindo das 6 primeiras letras de “vegetable”), Bardock (brincadeira com o termo em inglês “burdock” para designar uma raiz chamada bardana, ), Raditz (brincadeira com rabanete, em inglês, “radish”), Broly (Burori no original, brincadeira com a palavra “broccoli”), Chi-Chi (do japonês, leite) e Gohan (do japonês, “arroz”). Falando sobre a familia do Goku, temos Goten. Do japonês, “ten” significa “Céu”, principalmente no sentido de pós-vida. O nome de Goten pode ser uma brincadeira com o fato de ele ter nascido enquanto Goku estava “morto”. Já na familia de Bulma, o tema usado foi roupas. Bulma (Bura no original), do inglês, significa sutiã (abreviado da palavra “brassiere”, que quer dizer a mesma coisa). Seus pais, o senhor e senhora Brief, tem seu nome derivado da palavra inglesa “briefs”, que significa cueca (masculina, no caso). Já Trunks vem do inglês, calção de banho. Outros nomes contem duplo sentido como Kuririn, uma brincadeira com as palarvras “kuri” (do japonês, castanha) e “rin” (provindo de Shaolin (não esquecendo que para o japonês, LIN vira RIN). O nome do personagem inclusive é uma sacanagem do Toriyama sobre o fato do Kuririn ser careca (cabeça de castanha... bom, sei lá né) e monge. Já o nome Piccolo é um tipo de flauta, e a brincadeira que temos ai é o fato de Piccolo,

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assim como todos os Namekuseijins, não suportar sons agudos. Para a Frieza e seus familiares, o tema usado para criar os nomes foi o frio, como Frieza (freezer), Cooler (cooler) e King Cold (rei Frio). Já o tema da saga de Majin Boo, temos a referência á Disney. Os nomes de Babidi, Bibidi e Majin Boo provem da música “Bibbidi-Bobbidi-Boo”, do filme Cinderella (o próprio Toriyama assumiu a referência e sua paixão com as animações da Disney). O que abordei aqui é apenas uma parcela dos nomes e referências usadas por Toriyama. A página da Wiki americana sobre Dragon Ball (em inglês) tem uma seção somente com as referências de praticamente todos os nomes usados na série. Vale a pena conferir!

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POR EVILASIO COSTA JUNIOR VIA ANIME PORTIFOLIO

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Conheça Kaze no Tachinu o próximo filme de Hayao Miayazaki No começo do ano de 2012 os fãs de Hayao Miyazaki se alegraram com um boato sobre a produção de um novo filme do diretor comentada pelo seu filho Goro Miyazaki, que é o diretor de Gedo Senki e Kokuriko zaka Kara. Inicialmente se falava que o filme seria autobiográfico e depois cogitaram a possibilidade de ser uma continuação de Kurenai Buta (Porco Rosso) por parecer se tratar de um filme envolvendo aviões de guerra, mas só por volta do segundo semestre de 2012 que os primeiros relatos sobre a real história da película foram sendo revelados, primeiro como forma de especulação e depois sendo oficial que o filme trataria da história do design de um modelo de avião utilizado na segunda guerra, mas especificamente o caça japonês mais

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famoso em tal evento. Assim finalmente descobrimos a premissa base da obra que tem como protagonista Jiro Horikoshi, o criador do caça Mitsubishi A6M Zero (Zero-sen). Mais uma obra de Miyazaki sobre aviões? Intitulado Kaze no Tachinu, o filme está programado para sair dia 20 de julho de 2013 e é baseado na minissérie homônima em mangá do próprio Miyazaki, publicada entre março e dezembro de 2009 na revista Model Graphix. O filme também tem inspiração no livro homônimo de Tatsuo Hori lançado entre 1936 e 1937 que conta a história de uma jovem enferma. Daí é fácil notar que Kaze no Tachinu não


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tem como foco a guerra ou as batalhas travadas com os aviões projetadas por Jiro Horikochi, na verdade o próprio Miyazaki já admitiu que inicialmente pretendia apresentar cenas mais fortes de guerra, mas recuou, pois temia que filme ficasse rotulado como mais um filme sobre a segunda guerra e não como um filme sobre o próprio Horikoshi e as relações que teve com os demais personagens. Vale falar que o filme não é uma biografia de Horikoshi e vai focar principalmente na relação dele com a jovem Naoko Satomi, uma personagem criada por Miyazaki. Além disso, o filme vai apresentar as dificuldades na vida de Horikoshi e seu encantamento por aviões e sua ascensão com projetista, provavelmente tendo um foco grande no projeto do Zero-sen, seu caça mais famoso. Segundo o próprio Miyazaki o filme gira em torno do romance trágico de um jovem engenheiro técnico e combina as histórias de duas pessoas reais: Jiro Horikoshi, que projetou o famoso caça “Zero” da Segunda Guerra Mundial e Tatsuo Hori, que escreveu o romance de mesmo título no qual o filme é baseado parcialmente. Miyazaki fez a seguinte revelação durante um evento em que ele, Hideaki Anno e Yumi Matsutoya

participaram: “Eu tenho criado animações há 50 anos. Neste trabalho, muitos elementos da minha vida, tais como livros que eu li, músicas que ouvi, e pessoas que conheci, vieram ao mesmo tempo”. Miyazaki revelou que foi dominado pela emoção de ter seu trabalho concluído e que essa é a primeira vez que ele chorou com um filme que produziu. Além da direção de Miyazaki, o filme conta mais uma vez com a trilha sonora do maestro Joe Hisaishi, que trabalhou em todos os filmes dirigidos por Miyazaki para o estúdio Ghibli. O filme também tem como Caracter Designer, o experiente Katsuya Kondo, famoso pelos trabalhos em diversos filmes do estúdio Ghibli incluindo o carcter design de Kokuriko zaka Kara de Goro Miyazaki. O tema musical ”Hikouki Gumo” é de Yumi Matsutoya e entre o elenco de dubladores está Hideaki Anno, um dos fundadores do estúdio GAINAX e criador de franquias como Shin Seiki Evangelion e Gunbuster. Hideaki será o dublador do protagonista do filme, Jiro Horikohi. Vale ressaltar que Anno e Miyazaki são amigos de longa data, uma amizade que começou em 1984, ano de lançamento de Kaze ANY MAGAZINE

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no Tani no Nausicaä. Quem conhece as obras e parte da história de Miyazaki reconhece sua paixão por aviões e aero modelismo, paixão visivelmente ressaltada no filme Kurenai Buta (Porco Rosso) e no curta Kûso no sora tobu kikaitachi, ambos do estúdio Ghibli. Fora a influência apresentada de forma mais contida em outros filmes como Kaze no Tani no Nausicaä. Um detalhe interessante sobre o filme também está relacionado à referência direta a Jiro Horikoshi e Tatsuo Hiro apresentada no site oficial de Kaze no Tachinu, onde há escrita a frase “Respeito a Jiro Horikoshi e Tatsuo Hiro!. Há que tentar viver!”, que é uma referência ao poema de Paul Valéry, “O Cemitério Marinho”: “Ergue-se o vento! Há que tentar viver!”. Kaze no Tachinu marca a volta de Miyazaki depois de cinco anos do lançamento de Ponyo, o último filme que dirigiu e é esperado como a grande animação do ano no Japão dado o tremendo sucesso

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do estúdio Ghibli e principalmente das obras de Miyazaki. Muitos especulam que mais uma vez o novo filme de Hayao Miyazaki deve render a melhor bilheteria de filmes de animação japonesa no ano de seu lançamento. Um pouco sobre o verdadeiro Jiro Horikoshi Jiro Horikoshi foi um engenheiro aeronáutico nascido em Fujioka em 22 de junho de 1903. É mais conhecido por ser o design do caça A6M Zero, mas também é responsável pelo design de outros famosos caças japoneses como o A5M Claude e o J2M Raiden. Jiro se apaixonou pelo mundo da aviação


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quando leu sobre a guerra aérea na Europa, ele decidiu entrar na faculdade de Estudos Aeronáuticos que a Universidade de Tokyo tinha acabado de criar, tendo entrado nesta em abril de 1923. Ao se formar foi trabalhar Mitsubishi como engenheiro da seção de desenho de perfis aéreos. Jiro Horikoshi faleceu em 11 de janeiro de 1982. Algumas curiosidades relacionadas a Kaze no Tachinu Originalmente ofilme de Isao Takahata, um dos fundadores e segundo diretor mais famoso do estúdio Ghibli, Kaguya-hime Monogatari, seria lançado no mesmo dia de Kaze no Tachinu, mas a distribuidora Toho decidiu voltar atrás na decisão e por isso o filme de Takahata está previsto apenas para o outono Japonês (entre outubro e dezembro). Perguntado recentemente se Kaze no Tachinu seria seu testamento, ou seja, sua última obra, Miyazaki respondeu de forma brincalhona: “O testamento é algo que deixamos quando se está morrendo e creio que eu viverei um pouco mais”. Estes filmes, Kaze no Tachinu e Kaguya-hime Monogatari, são um marco também por trazerem de volta uma dobradinha dos maiores diretores da

Ghibli, 25 anos após o lançamento de Tonari no Totoro e Hotaru no Haka, respectivamente filmes de Hayao Miyazaki e Isao Takahata, tanto que para reforçar a campanha de marketing desses filmes foram colocados em alguns cinemas japoneses, murais com algumas das obras mais famosas do estúdio que completou em 15 de junho, 28 anos de existência. Outra curiosidade interessante é que o caça Mitsubishi A6M Zero, o Zero-sem, já apareceu em diversos filmes e animes, como por exemplo, na série Zero no Tsukaima, em que o avião acaba por ser o principal veículo do protagonista. Leiji Matsumoto também já apresentou este avião no especial The Cockpit e esse caça era uma das armas da humanidade contra os alienígenas em Strike Witches.

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POR CARLIRIO NETO VIA NETOIN

ANÁLISE

O gênero slice-oflife: entenda-o para compreendê-lo...

Existe uma forma muito básica e direta de definir o gênero slice-oflife, onde o mesmo pode ser melhor compreendido como uma história do cotidiano. Diretamente, isso significa que o gênero pode tanto retratar o dia a dia da vida de alguém em específico, como até pode contar histórias referentes à um grupo de personagens ou a uma sociedade em especial. Levando o descrito acima mais adiante, uma pergunta pode vir à mente de forma direta. Em tal questão, fica a dúvida se o slice-of-life tem de trabalhar sozinho ou se algum outro gênero pode trabalhar junto. Para este humilde blogueiro, a resposta é muito óbvia: o slice-of-life tanto pode trabalhar de forma solo ( o que, na teoria, é mais difícil ) como também com algum outro gênero em conjunto ( mais comum ). Você pode até pensar que, de acordo com tal afirmativa, parece que o slice-of-life não possui força própria, tratando-se assim de um gênero fraco. Porém não é isso que ocorre. Jamais se esqueça de que o sliceof-life é um gênero sobre o cotidiano. 39

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Não espere, logicamente, que haverá a história sobre a vida na Terra segundo diz a ciência, por exemplo. Ou então algum enredo mais frenético à ser passado... Você pode esperar, sim, pelo amadurecimento de alguma personagem específica em uma obra, acompanhar o crescimento dela e até sentir ( ou compartilhar ) de seus anseios e frustrações com o passar do tempo, dentro de uma linha cronológica definida na obra.

Em si, o slice-of-life é um gênero de alicerce muito comum, onde na maioria dos casos tende a reinar características como a calma e a lentidão, com as quais uma história deste gênero tende à passar.


A razão da descrença no gênero...

ANIMES mais fácil trabalhar os animes em tal ambiente. Um trabalho ampliado...

Amigo visitante, com base em tudo que foi descrito nos parágrafos mais acima, não fica difícil deduzir que o gênero tratado é alvo constante de algum preconceito ou, minimamente, de olhares tortos. Tal desprezo focalizado por parte dos fãs de animação concentra-se em tópicos que merecem certa atenção. Um destes tópicos diz respeito a falta de mudança. Esta é uma referência direta ao fato de que, para parte dos fãs, o slice-of-life é muito preso à questão do cotidiano, não cedendo à ramificações e nem se dando ao trabalho de explorar um algo à mais em suas histórias.

Outro tópico diz respeito à ambientação. Ultimamente, grande parte dos animes slice-of-life se passam em cenários escolares, caracterizando um tipo de instalação em uma “zona de conforto”, onde fica teoricamente

Animes do cotidiano não precisam, de forma nenhuma, ficar presos à um alicerce pronto ou à um costume já tradicional. Na verdade, o gênero possibilita as suas ramificações estratégicas que, sendo bem usadas, podem garantir uma longevidade saudável para a obra e um reconhecimento até merecido. Algumas obras podem usar da criatividade, para que o cotidiano seja transmitido de uma forma sadia e positiva. Neste caso, citar Lucky Star serve de parâmetro, pois o anime tem humor na medida, alinhado à diálogos que podem até parecer meio desgastantes no início, mas que no final mostram a sua importância para o prosseguimento da animação em si. De igual forma, Azumanga Daioh trilha um sentido similar ao anime anteriormente citado. Neste caso, porém, tudo acontece de uma forma ainda mais descompromissada e amigável, graças ao conjunto de personagens que transpiram carisma. Um slice-of-life pode lhe fazer chorar de emoção ou, minimamente, fazê-lo pensar muito sobre uma passagem da obra ou a sequência da própria como um todo. Neste caso, vale a citação de Usagi Drop, dado o fato de seu alicerce estar em uma ligação familiar que tende à sofrer um pouco ( humanamente falando ) com o duro cotidiano de seus personagens... ANY MAGAZINE

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Você pode se sentir atraído pelo kawai em excesso ou, de igual forma, pela beleza em grande quantidade alinhada por um efeito moe despretensioso e natural. O anime Ikkoku Meiro no Croisée dá uma bela ideia disto, buscando conciliar o dito bonito e agradável com uma história que mescla um dia a dia de inserção à um novo estilo de vida, com direito à pequenos conflitos sociais pertinentes à tal fato.

Ainda pode ser citado o anime K-ON! onde, por mais que seja um divisor de opiniões ferrenho, ele procura divertir ao seu modo. Tudo isso com um clube escolar que tem a música como alicerce definido, alinhado a um efeito moe bem mais forte e presente do que no anime citado no parágrafo acima. Deve-se citar, de igual forma, que o slice-of-life pode caminhar lado a lado com gêneros como o shoujo-ai. Por suposto, Yuru Yuri é um ótimo exemplo deste fato. Além disso, características como a comédia entram diretamente neste conceito. De um modo geral, o slice-of-life não é um gênero que busca obter um fandom ou reconhecimento que outros gêneros possuem ( fazendo valer citar as obras shonen e shoujo ). Entretanto, é um gênero que passa pelos preconceitos citados anteriormente, mas que possui 41

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os seus pontos positivos que merecem uma análise. Pode-se complementar o cotidiano com algo que faça a atenção dobrar. Uma situação de doença, um acontecimento catastrófico, a chegada de alguém que provoca uma mudança são exemplos de situações que podem fazer a história do dia a dia merecer ainda uma maior atenção. Análise... Em resumo, o gênero slice-oflife possui uma tendência natural de fazer com que você se prenda a obra por alguma razão mais pessoal. A possibilidade de você pensar sobre o como uma personagem pensa, e por que age de uma forma tal, serve como atrativo direto para que a imersão à história ocorra saudavelmente. Por outro lado, este mesmo gênero poderá fazer com que você conte os minutos para que a animação termine, ou para que a obra que está sendo lida encerre-se o mais rápido possível. Dado o fato da lentidão com a qual o enredo tende à passar, é natural que você possa se sentir assim. Entenda-se apenas que o slice-oflife não pode ser encarado como algo revolucionário, nem tão pouco como algo que visa atrair a sua atenção para um mundo de aventuras descomunais e cheias de efeitos especiais. Basicamente, o gênero em questão lhe faz um convite amigável à conhecer uma personagem ( ou um grupo destas ) e saber como a mesma vive, muitas vezes contando com suas frustrações e anseios naturais


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para qualquer ser humano. Objetivamente O intuito real desta postagem foi fazer com que você, visitante, assimile de uma forma assertiva e saudável como que funciona o gênero em questão. Ao mesmo passo, buscar compreender os pontos que passam impactos positivos e negativos sobre o slice-of-life em muito pode auxiliar na compreensão do mesmo.

uma obra, além de contribuir para a longevidade da mesma. Este é um gênero interessante. Você não pode se sentir, em nenhum momento, obrigado à compactuar com a opinião deste humilde blogueiro. E no caso de já gostar deste gênero, você pode assimilar um algo à mais com este texto, caso o mesmo lhe tenha sido útil para tanto. Aqui se faz perguntar para você, visitante: o que pensas sobre o slice-oflife?

Para este humilde blogueiro, o slice-of-life não deve ser encarado como algo chato e demasiadamente sem criatividade. Ele tem de ser observado como um convite para acompanhar o cotidiano de uma personagem solo ou de um grupo destas. A ramificação pode ajudar no processo de familiarização de ANY MAGAZINE

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POR LUIZ FELIPE VIA OTACRAZY GO

OTACRAZY

ESPECIAL

O T A K U S E N E R D S

GOGO!

A ÉPICA HISTÓRIA DE SON GOKU PARTE 3 Olá leitores, como prometido na última postagem especial de DBZ essa é a última parte da saga Dragon Ball e dessa vez foi falar da fodástica saga de Piccolo e também a saga do Piccolo Jr. que serve como uma saga que serviu para abrir as portas a DBZ. Antes de começar vamos voltar um pouco o post onde parei depois da derrota de Tao Pai Pai, depois de alguns anos ou não Goku decidi participar de outro Torneio de Artes Marciais. Nele ele conhece Tenshihan e Chaos, nesse torneio Tenshihan e Goku lutaram na final e o pequeno saiu vitorioso mesmo não sabendo voar ao contrario de seu adversário.

Durante

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esse

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torneio

eles

conhecem o Kami-sama que conta sobre Piccolo que está prestes a aparecer e que vai tentar dominar o mundo, e assim Goku é levado para treinar pelo deus da Terra se passava algum tempo e chega o momento de Piccolo e Goku se enfrentarem. E que luta! Equilibrada do começo ao fim, porém, como o Goku não é de aço quando é criança ele realmente teve dificuldades de vencer o demônio ele teve que usar um golpe nos últimos segundos eu lembro como se fosse hoje aquele golpe milagroso, e não, não é igual aquele golpe ridículo de Dragon Ball Evolution, mas sim um golpe digno de Goku.


ANIMES Essa foi uma das sagas que você fala: “Que foda!”, ela é empolgante do começo ao fim e ainda da um gancho enorme para a próxima que é a abertura para a fase DBZ. A nova saga se não me engano se passa sete ou oito anos após a saga de Piccolo, e essa nova saga corresponde ao seu filho que se denomina Piccolo Jr. (Isso mesmo, esse é o Piccolo da saga DBZ.). A luta dessa vez se passa no torneio de artes marciais e logo de cara Goku terá que enfrentar a única pessoa que conseguiu botar medo no maior guerreiro do universo, e seu nome era Chi-Chi só pra ter uma ideia de sua força monstruosa é que ela consegue obriga-lo a casar depois da luta.

Depois temos diversas outras lutas que não estou lembrado então vou pular todas elas e falar sobre a luta clímax dessa saga, Goku x Piccolo foi uma luta foda simplesmente isso e a melhor dessa era de Goku pequeno. É uma luta digna de final de torneio de artes marciais onde eles conseguem destruir a arena toda, a luta acabou tendo o Goku como vencedor (Claro!) e mostrou também que apesar de ele

ter crescido ainda tinha um coração bom e deixou o Piccolo viver, pois ele sabia que o filho do demônio não tinha um mau coração ao contrario do pai. Após a luta vemos um dos momentos mais fofos do anime todo, o casamento de Goku com Chi-Chi lá nós vemos todos os personagens da serie naquele momento fofo do anime e assim se fecha o arco de Dragon Ball no OTC com uma imagem do casamento de Goku.

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REVIEW

POR LUIS HUNZECHER

BANG BANG BANG

O MERCENARIO TAGAREL A GANHA SEU PRÓPRIO GAME QUE É POLITICAMENTE INCORRETO, INCOERENTE, ÚNICO E DIVERTIDO. Deadpool nunca foi um personagem muito bem visto nos quadrinhos, nunca teve muita visibilidade mas mesmo assim sempre foi conhecido por ser o mercenário tagarela e teve a simpatia da maioria dos fãs da Marvel. Sempre presente em games como um coadjunvante(como em Marvel Vs Capcom 3, Marvel Aliance, etc) o mercenário agora ganha seu game, que tem a intenção de ser diferente dos jogos que temos no mercado. Deadpool é um jogo em terceira pessoa aos moldes de Transformers Fall of Cybertron. A coincidência se deve ao fato do estúdio que produziu os dois games ser o mesmo( High Moon Studios). A formula de jogabilidade onde se alterna entre tiros, golpes fracos e fortes e upgrades funciona muito bem, o game é fluido e os combos acontecem. O game tem um gráfico mediano, fraco se comparado com o jogo do Transformers. O visual do game não é estonteante, mas não chega a incomodar. Sobre o enredo do game, ele é bem raso, basicamente Deadpool está relaxando em seu apartamento quando recebe um contrato de Domino(sua antiga namorada e atual membro dos X-Man), onde seu 47

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objetivo é pegar um homem que talvez seja um criminoso. Quando Deadpool o pega aparece o senhor Sinistro que mata o alvo de Deadpool, a partir disso nosso mercenário vai atrás do vilao para recuperar o que é mais importante: dinheiro. Como disse a história é raza, mas a presença de personagens como Vampira, Wolverine, Psylock, Cable e outros heróis faz com que o jogo se torne interessante, e como pode se imaginar de algo vindo do Deadpool o jogo é imprevisível. O game possui alguns upgrades que vão desde armas novas(lasers, metralhadoras, machados,etc) até melhorias como novos combos e aumento das habilidades. Você pode misturar os combos com golpes fracos, fortes e tiros, além disso o já famoso sistema de contra ataque também


GAMES

está presente nesse game, o problema é que o botão para contra atacar é o mesmo que se usa para teletransportar, fazendo com que caso você erre o timming do contra ataque, acabe se teletransportando. Fora alguns problemas nos botões, o combate é fluido e sangrento, resultando em alguns membros e cabeças decapitadas. A inteligência artificial é boa, fazendo com que alguns continues sejam necessários para derrotar alguns inimigos, as batalhas podem se tornar um pouco repetitivas, mas nada que estrague a jogabilidade. As fases do jogo são genéricas, muito repetitivas e pouco inspiradas, isso é algo que se torna um ponto negativo se olharmos o belo trabalho feito pelo mesmo estúdio em Cybertron. Sobre a personalidade do Deadpool, esse é o ponto alto do game. O fato do personagem quebrar a quarta parede(interagir com o jogador e saber que está dentro de um jogo) torna a experiência única, as sacadas, piadas e brincadeiras com os produtores do game são hilárias e diferentes de tudo que você já viu. Um bom exemplo é uma missão onde o Deadpool resolve explodir tudo, e acaba estourando o orçamento do game, logo em seguida o jogo fica 8-bits por conta do estouro. Deadpool também interage bem com os demais personagens, principalmente com Cable e Wolverine.

Deadpool é um bom game, mas não surpreende na jogabilidade e enredo. O potencial é gigantesco, e quem sabe não influencie uma maior exploração desse personagem que consegue ser diferente de tudo que já se viu.

NOTA

GRÁFICO JOGABILIDADE DIVERSÃO ÁUDIO NOTA FINAL

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REVIEW

O futuro é desconhecido, por mais que se faça perspectivas e se imagine, não sabemos o que esperar do amanha. Remember Me é um game futurista, que mostra o quanto a inovação pode ser prejudicial para a raça Humana. O game se passa em Neo Paris, uma Paris de um futuro próximo, onde suas instalações estão mais futuristas. O game é do gênero ação, e mostra um mundo onde as pessoas podem comprar memorias e experiências via implantes cerebrais. A tecnologia criada pela Memoriza Corporation tem um impacto grande na sociedade, um dos impactos negativos dessa tecnologia é o fato das memorias agora podem ser roubadas. O jogador é Nilin, uma caçadora de memoria que tem a habilidade de mixar uma lembrança, fazendo com que a pessoa se lembre de algo que aconteceu de maneira diferente.

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POR LUIS HUNZECHER

A historia do game é fantástica, incrível e muito cinematográfica. É Possivel perceber os efeitos negativos da inserca de memorias na sociedade, a cidade de Neo Paris é dividida entre viciados em memorias(algo como drogados) tem a região onde ficam as pessoas que trabalham para a Memorize e a organização militar que os protege.Na pele de Nilin, você deve junto com uma organização de resistência tentar dar um fim a Memorize por tudo que eles fizeram ao mundo. A história do game é pesada, caminha muito bem no mundo da ficção cientifica, introduz algo novo a sociedade e mostra como lidar com isso. Visualmente, Remember Me é muito bonito, um dos melhores dessa geração. Humanoides em cafés, cardápios interativos, o mesclar do novo com o atual


GAMES contribui muito para esse visual que o game proporciona. O jogo começa a deixar a desejar quando entramos no game propriamente dito. O game basicamente se limita a disferir combos contra inimigos em salas fechadas. Você pode configurar os combos para terem reações, como recuperar sua vida ou recarregar seu especial. O jogo tenta trazer variedade nos tipos de inimigos, mas o jogo consiste basicamente em enfentrar hordas de inimigos em salas fechadas, se tornando tedioso e repetitivo. Isso só é quebrado quando temos sequencias de parkour, onde se tem que escalar e pular. A historia do game é muito simples, fraca. O visual estonteante surpreende mas a falta de comprometimento na historia fica visível quando a expectativa se torna alta.

Outra mecânica do jogo é a Memory Remix, que consiste em procurar variáveis de ambiente dentro da memoria de outra pessoa para mudar a mesma. VoCê não tem penalidade por erro, e pode refazer infinitas vezes a mesma cena, e a tentativa e erro parece ser o único jeito de se completar esses puzzles diferenciados. O problema é para refazer a memoria, quando você deseja fazer o continue se deve girar o analógico esquerdo loucamente, te dando problemas e dores na mão que eu não sentia desde jogos do Play 1 e do Super Nintendo.

A empresa DontNod claramente se preocupou em trazer uma uma historia, que em alguns momentos te cativa, porem o game não te traz nenhum motivo para tentarmos refazer a história, voltar ao game. Por isso o jogo se torna um entretinimento até o ponto que se termina a campanha, a partir dai o game é nada mais nada menos do que dispensável. Remember Me é cinematográfico, belo, imersivo. Deixa muito a desejar na jogabilidade, mas algo que pode ser corrigido, fazendo assim com que uma segunda tentativa do game se torne algo esperado e plausível se levarmos em conta a qualidade deste.

NOTA

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OPNIÃO GAMER

POR GUSTAVO NOGUEIRA DE PAULA VIA GAMES & CRÍTICAS

GAMES & CRÍTICAS

SIMULAÇÃO OU ARCADE Uma das características mais fortes e comentadas dos video games é seu poder de simulação. Seja em um jogo como Civilization, em que você simula o desenvolvimento de uma sociedade/raça, no The Sims em que você simula uma vida familiar (?) ou em Sim city onde você simula a administração de uma cidade, a palavra simulação está normalmente presente quando falamos em jogos. Isso não vale apenas para esse tipo de jogo, pois na verdade todo jogo é de certa forma uma simulação, daí tantos debates a respeito disso, pois ainda há muita confusão ao abordarmos esse assunto. Falando de forma mais clara e óbvia, seria como se em Resident Evil nós simulássemos uma sobrevivência num apocalipse zumbi. Parece tosco, mas serve bem para ilustrar isso. Nesse sentido, quem quiser se aprofundar mais sobre algumas discussões teóricas sobre o assunto pode pesquisar sobre a questão teatral ou a de mundos possíveis, entre outras. Mas não é nesse sentido de simulação que pretendo falar hoje, apesar de gostar muito dele. O plano é comentar sobre as simulações de treinamento. Chamo de simulação de treinamento aquelas que se 43 53

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baseiam em algum periférico ou aparelho real que demanda perícia e treinamento, mas que não pode simplesmente ser usado livremente por pessoas inexperientes. Confuso? Eu explico melhor. Imagine um jovem rapaz que está realizando um concurso de pilotagem de avião. Alguém em sã consciência entregaria um avião de verdade para que essa pessoa fizesse sua primeira experimentação prática, tendo que decolar, voar e pousar sem nunca antes ter colocado as mãos em um avião? Obviamente não, para isso existe esse tipo de simulação. Mas a simulação de pilotagem de aviões, por exemplo, não serve apenas para escolas de pilotos ou coisas semelhantes, serve também como entretenimento, como


GAMES no jogo Fligth simulator (tem simulator até no nome). O fato de ser uma simulação indica que pilotar um avião virtual será tão difícil (em teoria) quanto pilotar o avião virtual, pois o intuito é justamente passar a sensação de estar pilotando algo ao jogador. Por outro lado, não espere ficar dando tirinhos e perseguindo outros aviões muito facilmente nesse tipo de jogo, nem derrubar uma nave especial, dragão, deus-aranha nem nada desse tipo, pois o jogo se diz “próximo da realidade”. E no jogo em que você mata dragões com o canhão de seu avião não espere uma simulação perfeita da experiência de pilotar um avião. São focos diferentes.

Recentemente tive a oportunidade de jogar com um daqueles volantes para jogos de corrida. Acostumado a jogar Top Gear, Rock’n Roll racing, Mario kart etc acabei passando vergonha ao tentar domar o fórmula um ao volante realista. Ninguém espera que seja fácil pilotar um carro de corrida que chega a 300 por hora e realmente comprovei isso na minha experiência, pois a dificuldade é incrível. Com certeza a prática e o treinamento fariam com que eu melhorasse meu desempenho e apesar da simulação ser fantástica, não é o tipo de jogo que costumo ter em casa (mesmo porque esses volantes, manches etc costumam ser bem caros), pois prefiro os jogos que tendem mais à fantasia.

Particularmente a sensação de disparar um casco vermelho no Mario kart, numa corrida que não dura mais do que 5 minutos, sem combustível e sem desgaste dos pneus é muito prazerosa.

Isso não exclui minha participação em jogos mais “sérios”, mas eles exigem muito mais. Não é tão simples ser um jogador casual de um jogo como esse, visto que o treinamento é necessário e não apenas uma vaidade. Fiquei contente de ver como o volante respondia a meus erros grotescos e parabenizo aqueles que conseguem correr velozmente, fazendo tempos semelhantes ao dos pilotos profissionais. Cada um tem sua preferência, seja por simulações mais desafiadoras ou apenas por jogos arcades que não se preocupam tanto em entregar algo próximo do real. O que prefere?

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A , MAIOR FEIRA DE GAMES DO MUNDO ACABOU. AGORA A ANY MAGAZINE FAZ UM APANHADO DO QUE ROLOU DE MELHOR E PIOR DURANTE A FEIRA.


CONFERÊNCIA EA PLANTS VS ZOMBIES: GARDEN WARFARE Depois de muita cobrança e solicitações a EA finalmente decidiu fazer uma sequencia para o famoso game Plants Vs Zombies. O game foi apresentado como sendo para a próxima geração(PS4, Xbox one e PC) e traz uma visão diferenciada se comparada ao jogo anterior. Agora as plantas vão se defender dos zumbis, mas o jogador vai ver tudo em uma perspectiva em terceira pessoa, o jogo pareceu ser uma boa pedida de um jogo arcade para a próxima geração, onde os gráficos e a jogabilidade aparentam não deixar nada a desejar se comparado aos demais jogos do gênero. Resumindo Plants Vs Zombies deixou de ser um jogo Arcade indie e vai entrar mais na onda dos jogos comerciais, é ver para saber se vale a pena.

STAR WARS: BATTLEFRONT Muito se espera dos games de Star Wars daqui para frente. A ultima geração não teve nenhum game(que eu lembre) da saga, porem agora que teremos novos filmes de Star Wars nada mais justo que um novo game. Star Wars Battlefront promete uma Experiencia Star Wars. O que isso quer dizer? Imagino que seja muito sabre de luz e force push. Eu digo que acho que é isso pois a apresentação não mostrou muita coisa, a única coisa que se sabe é que o game será baseado nos primeiros filmes.


NEED FOR SPEED: RIVALS Um dos carros chefes da EA game volta e volta com muitas novidades e muito mais realista. Need for Speed: Rivals surpreendeu todos com gráficos realistas e muito marketing em cima do jogo. O jogo terá seu lançamento dia 19 de novembro e será dessa geração (Xbox 360, PS3 e PC). O jogo volta a ter tunning(o que foi algo tirado dos últimos games só Deus sabe o porque) e agora tem interação online onde você pode interagir e ajudar amigos em partidas online. O jogo na questão de tunning terá 11 possibilidades de alteração que interferem no tipo de corrida e nos resultados da corrida se bem usado. Caso o jogador queira ser policial, você consegue alguns opcionais. O fato de se poder jogar como policial eu achei fantástico, e a volta do tunning(que é o que fez a série famosa) é algo muito bom para competir com os demais jogos de corrida. Outra novidade é que teremos um filme de Need. Não foi falado muito, mas sabemos que ele terá o ator Aaron Paul, famoso pela série Breaking Bad.

DRAGON AGE: INQUISITON Previsto para o Ano que vem para os consoles da próxima geração, Dragon Age tenta mais uma vez surpreender os fãs de RPG com o que a série tem de melhor : Imagens fantásticas. Não foi divulgado muito sobre o game, mas podemos esperar algo grandioso.

ESPORTES: NBA live 14, MADDEN NFL, UFC e FIFA Esportes são a especialidade da EA, e não faltaram NBA Madden UFC e FIFA na apresentação. Não detalharam muito sobre os games, mas eles apresentaram uma engine de movimentação mais realista.

BATTLEFIELD 4 Esperado com muita expectativa pelos gamers, Battlefield 4 mostrou gráficos belos, belos cenários e um multiplayer de até 64 jogadores.


CONFERÊNCIA MICROSOFT METAL GEAR SOLID V: PANTHOM PAIN Apesar de Metal Gear Solid V: The Phantom Pain ser um game multiplataforma, ele sempre foi associado a Sony, e agora na próxima geração o game vai ter sua chance de brilhar em outros consoles. O game traz inovações como um mundo aberto, um esquema de equipe, uma transição de tempo(dia e noite) e a possibilidade de dirigir veículos como carros, tanques animais como cavalos.

NOVO XBOX 360

Microsoft apresentou uma nova versão do XBox 360. Menor, mais fino e mais silencioso que o modelo atual (e bem parecido com o XBox One, só que mais arredondado), o “360 Super Slim” já está disponível no mercado americano, pelo mesmo preço.

KILLER INSTINCT Finalmente a espera foi recompensada. Killer instinct vai finalmente ter uma nova versão que vai ser para a próxima geração. Não foi exposto muito sobre o game, a principal informação veio dos gameplays do game que foram disponibilizados.


FORZA 5 A McLaren exibiu um vídeo falando da sua história e para anunciar um carro exclusivo que só vai estar disponível em Forza 5 Motorsport. Um carro de verdade no palco foi comparado com o mesmo carro sendo renderizado em tempo real no Xbox One. Mais uma vez a Microsoft enfatizou o processamento auxiliar da nuvem. Um demo em tempo real foi mostrando ao vivo, dando destaque para a inteligência artificial da nuvem.

BATTLEFIELD 4 Cenas do gameplay exibidas a 60 fps, jogadas ao vivo no palco. Infelizmente um problema técnico não permitiu que o jogo fosse exibido de primeira e depois de alguns minutos, algumas brincadeiras da plateia, e um pouco de vergonha alheia o jogo foi mostrado. BF4 para o Xbox One vai receber primeiro a primeira expansão do jogo.

XBOX ONE A Microsoft despejou uma série de títulos exclusivos, além de declarar um maior suporte aos desenvolvedores independentes. Xbox One vai custar 499 dólares nos Estados Unidos e 499 Euros na Europa e 429 libras no Reino Unido. O lançamento vai acontecer em novembro deste ano.

TITANFALL

O título sairá para Xbox One e PC em 2014. O game contou com uma demonstração do jogo ao vivo no palco. Será um FPS que além de uma variedade de armas, o jogador também vai contar com alguns movimentos diferenciados como andar nas paredes, usar no boost de um jetpack e o melhor de tudo Mechas!

DEMAIS GAMES Witcher 3, Dead Dragons, D4

Rising

3,Crimson

PARTEDOTEXTOTIRADO DOSITEWWW.JOVEMNERD.IG.COM.BR


CONFERÊNCIA SONY Killzone, inFamous e Driveclub A Sony revelou novas imagens de jogos que já haviam sido mostrados antes dos exclusivos: Killzone Shadow Fall, inFamous Second Son e Driveclub. Nada de muito novo foi divulgado.

Batman: Arkhan Oringins

O prologo de Batman mostrará um Bruce mais jovem e mais inesperiente. Foi divulgado um trailer do game que mostra o enredo. Na noite de natal Batman está jurado de morte e tem que derrotar seus inimigos para sobreviver.

Final Fantasy 15 e Kingdom Hearts Dois títulos apresentados pela Square Enix, Final Fantasy Versus 13 que virou Final Fantasy 15 e Kingdom Hearts 3 que emocionou muita gente que cresceu jogando essa franquia com os personagens clássicos da Disney. Final Fantasy mostrou os graficos realistas que a saga vem sendo conhecida enquanto Kingdom Hearts mostrou o visual lúdico da saga.


Plants VS Zombies: Garden Warfare ASSASINS CREED BLACKFLAG Momento vergonha alheia no evento, durante a apresentação do gameplay de Assassin’s Creed 4, o jogo travou várias vezes até que em um determinado momento o game não rodou mais e a apresentação foi interrompida. O momento mais embaraçosos do evento com certeza. Tirando o imprevisto o game mostrou a história sobre pirataria, o game que tambem foi mostrado na conferência da Ubisoft promete ser totalmente diferente dos demais titulos da saga.

THE ELDERS SCROLLS ONLINE O MMO da Bethesda foi mais um dos games que o público já conhecia, mas ganhou um vídeo com várias cenas inéditas do gameplay rodando no Playstation 4.V

PLAYSTATION 4 O momento que a grande maioria dos gamers aguardava, o preço do console e a política de troca e venda de jogos usados. O Playstation 4 não terá trava de jogos usados, quem comprar o jogo é livre para emprestá-lo, vende-ló ou doálo para quem quiser, sem burocracia nenhuma, como funciona hoje! E o preço anunciado é de $399,00 dólares. Não ficou claro o que tem esse pacote de $399,00 dólares, mas provavelmente deve conter no minimo um console e um controle. Mais detalhes devem surgir em breve. O valor do console no Brasil será anunciado no dia 11 (amanhã). Uma novidade também com relação a PSN Plus, a assinatura de uma conta vale para os três consoles e para o Playstation 4, também irá acontecer ofertas de jogos grátis para os assinantes. A principal mudança é com relação a partidas online, agora será necessária uma assinatura obrigatória do serviço para isso.

PARTEDOTEXTOTIRADO DOSITEWWW.JOVEMNERD.IG.COM.B


CONFERÊNCIA UBISOFT ROCKSMITH

Com a presenta de Jerry Cantrell, o vocalista do Alice in Chains a Ubisoft apresentou RockSmith 2014. Para quem achava que os jogos de guitarra estavam mortos RockSmith tenta trazer uma sobrevida ao gênero. Não imagino que vá emplacar, mas não custa tentar. O game terá teclado, bateria e outros instrumentos, e a experiência muda de acordo com o instrumento.

SPLINTER CELL: BLACKLIST

Um dos jogos que eu mais aguardava. Spliter Cell Blacklist se passa após os acontecimentos de conviction. Sam Fisher agora é líder da organização Fourth Echelon. Enquanto Sam coordena as operações um grupo de 12 terroristas começam uma operação chamada Blacklist, uma sucessão de ataques terroristas para acabar com os EUA. O game para mim é magnifico, e sua apresentação foi digna. O game vai ter um modo Multiplayer já conhecido pelos fãs da série, chamado Spies Vs Mercs, e uma dinâmica de jogo e movimentação bem fluida, fazendo com que a espionagem do jogo seja mais bem trabalhada e interessante. O jogo sai em agosto para essa geração de videogames.

RAYMAN LEGENDS

Na minha opinião o melhor jogo plataforma dos últimos anos, Rayman Origins é um clássico nos tempos modernos, e Rayman Legens tenta trazer essa mesma imagem. O jogo que inicialmente seria somente para Wii U vai sair para todos os consoles. No game Rayman descobre quadros que o transportam para mundos míticos, onde em cada um deles ele tem que salvar esses mundos.


Com a mesma jogabilidade do anterior, o game traz melhores CGs e aprimoramentos comparados ao game anterior. Rayman Legends sai em setembro.

WATCH DOGS

O game aparenta ser muito conceitual, e isso é ótimo para um mercado tão repetitivo como o de hoje. O game se passa em Chicago no ano de 2012. VocÊ controla Aiden Pearce, um hacker que com um dispositivo consegue controlar todos os aparelhos elétricos de chicaco. Sendo assim ele consegue informações, dados, desabilitar objetos, e deve usar tudo isso para conseguir atingir seus objetivos. O trailer do jogo já havia vazado antes, portanto usaram a conferencia para mostrar as possiblidades e explicar melhor o conceito do game.

ASSASIN’S CREED BLACKFLAG Yoho marujos. As aventuras em alto mar de Assasins Creed estão chegando. Depois de um Assasins Creed 3 bom... mas morno, a intenção da Ubisoft é dar mais ação e melhor enredo para esse game da série. O jogo acontecerá na era de ouro da pirataria, onde você comanda Edward Kennaway, pai de Haytam Kennaway(um dos protagonistas de Assasins Creed 3). O jogo promete novos tipos de combate, melhor movimentação e mais possibilidades para o jogador. Resta ver para crer, pois sinto que existem um desgaste grande na série Assasins creed desde o revelations. O game também vai contar com um mundo aberto, livro para exploração, a previsão de lancamente é em outubro.

TOM CLANCY’S THE DIVISION The Division é mais um game do escritor Tom Clancy( responsável por Splinter Cell, Raibow Six, Ghost Recon e outros). Nele vemos um futuro onde a humanidade está para ser extinta por um vírus contido em cédulas de dinheiro. O game é um RPG de mundo aberto online, e modéstia parte, me apeteceu muito o que foi divulgado sobre o game.

DEMAIS GAMES

Rabidds Invasion, Just Dance, Trial Fusion, The Crew, South Park: The Stick of Truth e The Mighty Quest for the Epic Loot


E-GAMMING

POR Ricardo Set/CNB e-Sports Club e Ricardo Set/zGt Team

POLT CONQUITA A MAJOR LEAGUE GAMING SPRING

O sul-coreano Choi “Polt” Seong Hoon venceu o compatriota Ko “HyuN” Seok Hyun e conquistou o título da Major League Gaming Spring realizado na California entre os dias 28 e 30 de junho. Na Fase Final, Polt teve como adversário o sueco Johan “NaNiwa” Lucchesi, o único não coreano que conseguiu ficar na Upper, e venceu por dois mapas a zero. O que chamou a atenção neste duelo foi que ao término, o sul-coreano, ao sair da cabine de jogo, fez um sinal de negativo com o dedo polegar para baixo em direção ao sueco. A melhor de cinco mapas que definiu o campeão começou bem disputada. Polt abriu o placar e HyuN empatou logo em seguida. No terceiro jogo, o campeão voltou a vencer e ficou a um passo do título, porém, seu adversário não se deu por vencido e empatou em 2-2 a Grande Final. No último confronto, Polt mostrou o poder terrano e venceu o zerg de HyuN colocando a mão no trofeu, pela primeira vez, da MLG. Com o título, ele conquistou o prêmio de US$ 10 mil e 750 pontos no ranking da WCS.

LIQUID TAEJA VENCE A HOMESTORY CUP

O sul-coreano Yoon “TaeJa” Young Suh conquistou a sétima etapa do HomeStory Cup. Na final ele enfrentou o companheiro de time (Liquid) Jens “Snute” Aasgaard e venceu por quatro mapas a três. Além da premiação em dinheiro, o evento distribuiu pontos para o ranking do World Championship Series. TaeJa era um dos favoritos ao título e mostrou isso se classificando em primeiro nas duas fases de grupo. Na fase eliminatória ele começou vencendo o compatriota Ahn “Seed” Sahng Won, por 3-0. A final foi bem disputada entre TaeJa e Snute. O sul-coreano saiu na frente abrindo dois a zero, o norueguês chegou a empatar, mas o oriental fechou a melhor de sete mapas em 4-3 e ficou com o título.


GAMES

BLIZZARD ANUNCIA COPA AMERICA DE STARCRAFT II

A Blizzard Entertaiment anunciou nesta sextafeira, 21, a Copa América de StarCraft II. O evento vai reunir os melhores jogadores dos países sulamericanos em busca de uma premiação total de US$ 10 mil. O evento será dividido em quatro temporadas, com a primeira marcada para começar na próxima quinta-feira, 27. Cada uma terá a presença de 128 jogadores, que serão escolhidos de acordo com a posição na liga. As cotas para cada nacionalidade são as seguintes: 28 slots reservados para Brasil 18 slots reservados para México 18 slots reservados para Argentina 18 slots reservados para Chile 10 slots reservados para Peru 8 slots reservados para Colômbia 5 slots reservados para Uruguai 5 slots reservados para Venezuela 18 slots abertos a qualquer país da América Latina.

zGt É CAMPEÃO DO CAMPEONATO APOCALIPSE TV

O Zerg Gosu Team confirmou o favoritismo e sagrou-se campeão, de forma invicta, do Campeonato de Times Apocalipse TV ao vencer o oPs por 5 a 4. A competição reuniu as melhores equipes do Brasil. Na final, ambos os times protagonizaram boas partidas e o resultado foi sempre bem apertado. O zGt saiu na frente abrindo 2-0, porém o oPs se reergueu e virou para 3-2. O time campeão voltou a liderar e virar para 4-3, mas novamente o adversário empatou e o título ficou decidido no último duelo da melhor de nove mapas. Confira os duelos: AcRo > Reese @ Daybreak AcRo > CallOnMe @ Newkirk AcRo < Akhee @ Belshir Vestige Duolonn < Akhee @ Daybreak Bush < Akhee @ Neo Planet S ReasoN > Akhee @ Star Station ReasoN > Bertu @ Neo Planet S ReasoN < Akhee @ Daybreak ReasoN > Akhe @ Star Station


POR TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA(EEUCOMISSO) VIA AFONTEGEEK

MÚSICA

o melhor CD do Epica E lá vamos nós para mais um texto onde eu venho falando do estilo que mais escuto — do bom heavy metal. Antes de começar devo salientar que apesar de achar a Simone Simons simplesmente uma deusa — eu já falei que ela é ruiva?! — nunca fui lá o maior fã do Epica. Em verdade, nos tempos ainda do Consign to Oblivio e do Phantom Agony, os primeiros cds que tive contato, ainda preferia muito mais o Nightwish… Ainda falando do Phantom Agony, tanto este quanto o Consign, repletos de boas músicas, mas não de “As músicas” sabem? Por exemplo, eu destaco a Façade of Reality que é excelente, mas creio eu que eles ainda vinham cometendo alguns erros no andamento das músicas, erros esses que diminuíram muito nos álbuns seguintes. Não que eu não prefira o Nightwish, mas devo dizer que houve uma sensível melhora nos som do pessoal, especialmente a partir do Divine Cospiracy, cuja letra da faixa título é um Primor, realmente lindíssima — referências Heideggerianas são o que há hoje em dia! Mas o CD em questão não é o ‘Divine’. Finalmente nestes dois cds eles parecem ter chegado aonde queriam desde Heaven do cd ‘conversado’ de hoje, o Design your Universe é sem dúvida a melhor obra que eles já compuseram, e diante do Requiem for the Indifferent vai permanecer como a melhor

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durante um bom tempo ainda. Mas ai, o pessoal que me viu falar tão bem do Nightwish [saudade da Tarja] vai dizer que “ahh, mas o Nightwish é só heavy metal melódico, nunca foi sinfônico“. Sim, mas até o ‘Divine’, os caras do Epica eram muito, mas muito mais Heavy metal melódico com vocal feminino do que qualquer outra coisa. E justamente por isso, ainda pecavam muito em músicas mais longas, com andamentos cheios de violinos e coisas afins. Eram músicas boas sem dúvida, mas não tinham nada de excepcional.

Também o vocal da Simone por mais belo que seja, mais afinado e tudo isso, nunca foi o vocal da Tarja — agora ela parece estar se poupando mais, vide os clips ao vivo mais recentes. Portanto, nunca entendi bem o por que deles insistirem tanto em fazer músicas como a Quietus numa pegada mais melódica, e mesmo outras


ANYTHING mais novas. Ai alguém fala, “mas e então, qual é a melhor banda de symphonic/opera metal?” Alguns vão se espantar com o que eu vou dizer, mas não, não é nenhuma dessas bandas vindas do melódico. Ao meu ver e de alguns outros, a melhor nesse estilo se chama Therion. Eu não vou falar muito dela agora, contudo devo acrescentar que para mim, como realmente fã dos caras, posso dizer que desde o ‘Divine’, o Epica pegou muita, mas muita influência dos suecos. Agora sim vemos músicas sinfônicas de verdade, sem todo aquele apego que se tinha anteriormente pela voz da Simone. No sinfônico, vamos dizer que é o conjunto vocal e não uma vocalista só que fazem o todo. Esqueçam também colocar violinhinhos sem motivo, frufrus por nada…Aqui eles fazem parte da música, no seu andamento e melodia. Em outras palavras, se alguém tocar errado — ou não tocar/cantar — não há música.

E finalmente vi algo assim nesses dois cds, especialmente no Design. Portanto, tenho ele como o melhor trabalho do pessoal, finalmente fazendo o verdadeiro metal sinfônico — com riffs ótimos por sinal; se você for ouvir o riff da primeira música do novo álbum, verá o quanto parece com o Therion… Antes de ir para as músicas, realmente não consigo entender essa super-exposição

da voz da Simone. Certo, ela canta bem… Mas nesse caso, creio que o melhor é o coro uníssono intercalando com ela. Sem contar que ainda sinto uma ‘dorzinha’ no andamento das músicas… Vamos para os firnamente! Unleashed [boa música], Martyr of the free World [humm, média] Kingdom of Heaven [para mim, A melhor que o Epica já fez! Que refrão!! Não dá para ouvir uma vez só!!], Burn to a Cinder [Heavy Metal, boa; lembra bem os cds antigos deles.], Descontrusct [média], White Waters feat Tony Kakko [Que música lenta mais foda!] Design your Universe [boa também, maas acho meio cansativa.. não sei, acho ela meio demorada.] Por fim, quero dizer que essa é só uma simples opinião minha de quem não é músico, só ouvinte antigo de metal — de um cara que gosta do Therion, rs. Sei que os fãs do Epica pensam o contrário, mas puutz, a vida é assim mesmo e a gente segue. Acho que a única coisa que posso dizer é que eles vêm melhorado muito, mas muiito mesmo, e estou cada vez mais gostando do trabalho deles. Fiquei até ansioso por ouvir o cd novo! Claro que não gostei muito dele…mas não tenho dúvida que veremos o ‘melhor‘ do Epica em breve. Abraços sinfônicos para todos, e parem de ouvir Bieber!!

POR TASSIO BRUNO FERREIRA SILVA (EEUCOMISSO) http://afontegeek.wordpress.com/2012/09/06/designyour-universe-o-melhor-cd-do-epica-no-conversandosobre-musica/ tree_egggs@hotmail.com

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POR RONALDE SACRAMENTO VIA ONLY GOOD ANIMES

LEITURA Only Good Animes Apenas o Melhor

a pessoa amada O grupo de mangakas Ageha Ohkawa, Mokona, Tsubaki Nekoi e Satsuki Igarashi, conhecidos como Clamp é já muito conhecidas pelo publico por obras de grande relevância no gênero shoujo como RG Veda, Chobits, Guerreiras Mágicas de Rayearth, xxxHOLiC, Tsubasa Reservoir Chronicle e Angelic Layer, Kobato, Sakura Cardcaptor e muitas outras obras. Este quarteto que iniciou nos conhecidos dojinshis e se tornou uns dos mais bem sucedido grupo de mangakas da atualidade, tendo um multidão de fãs, já tendo ganhados vários prêmios com suas obras, além de milhões com as mesmas. As editoras brasileiras já publicaram vários de seus títulos, e obviamente obtiveram um bom sucesso com eles, tanto que de tempos em tempos vemos algum titulo do grupo nas nossas bancas. Hoje falarei de uns dos últimos materiais do grupo em nossas terras, sendo ele proveniente de uma parceira entre o grupo e a editora NewPop, editora que promete trazer mais títulos de nossas queridas mangakas. Em meados de Outubro de 2012

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a editora NewPop publicou a pequena e até então pouco conhecida coletânea de 12 pequenas histórias, reunidas em um único volume de manga. Essas pequenas histórias cada uma tem como temática algum aspectos da visão feminina quanto ao amor e aos sentimentos mais puros de uma pessoa. ‘’O amor, traduzido em várias formas, atrapalhado pelo tempo, pela distância, pelas dúvidas. Nem tudo é flor, mas sempre existe uma saída. E nas mãos das meninas do CLAMP, você vê as experiências reais que os relacionamentos podem proporcionar, transformando o mais mundano dos amores em histórias fantásticas.’’ Diferente de seus mais famosos título, este não usar do mítico e sobrenatural como fundo de história, muito mesmo mascote fofos para enfeita-la, é usado apenas a experiência da mesmas sobre o amor e sobre os diversos aspectos da mentalidade feminina. A cada curta história temos um tema diferente, e igualmente um


personagem diferente, não é dando nome a nenhum personagem, pois a verdadeira intenção é retrata aquela situação que é tema naquele capitulo, cada personagens sendo a representação de cada lado naquela história. É tratado nesse manga em cada diferente história um sentimento, um desejo pertinente a quem está amando. É falando de forma coesa e clara, desde o desejo de quem brigar com quem gosta quer fazer as prazerem, ao simples desejo de qualquer pessoa apaixonada em querer ver seu amor, é falando sobre o grande problema (principalmente no Oriente) de ter um relacionamento com pessoa mais jovem, sobre a dificuldade da distancia numa relação. Mesmo tendo como ponto de vista feminino em nenhum momento as história deixar de falar para nós homens, todos esses sentimentos e incertezas são sentindo igualmente entre os sexos. Diga quem não quer está junto de quem ama, quem sabe e entende facilmente o que é amor e como ele começa, diga quem não precisa de coragem para declarar seu amor abertamente sem saber se será correspondido, quem não tem suas inseguranças, quem não quer estar bem e bonito para seu amor. Todos que amam sentem as mesmas coisas apenas de formas diferentes e agem de jeito diferente, homens e mulheres não são tão diferentes quanto se parece. Um dos pontos mais positivos do manga e suas curtas história, são os relatos das próprias autoras sobre as situações de onde se baseiam as história, sendo isso feito em pequenos textos após os

ANYTHING capítulos. Além de ótimas histórias este titulo possuir uma arte linda e maravilhosa, algo típico dos trabalhos da Clamp, mas que sempre tem que se repetido. Este belo título é fruto da parceira entre Nanase Ohkawa (história) e Tsubaki Nekoi (desenhos) para a antologia Josei Young Rose da editora Kadokawa Shoten. E foi publicado no ano 1995. A NewPop trouxe esse título no ano de 2012, com uma ótima qualidade gráfica, suas primeira paginas então em papel couché, dando um brilho único as ilustrações e deixado mais lindo ainda as belas ilustrações coloridas em aquarelas do inicio do manga. Em seu restante o manga é imprimindo em papel offset, todo branquinho e sua capa é cartonada. Logico que por se publicado em qualidade melhor do que a maioria dos manga que vimos nas nossas bancas, A Pessoa Amada tem um preço um pouco mais elevado, saindo por R$ 14,00. A Pessoa Amada é uma ótima leitura, que mostra o lado mais sentimental do ser humano de forma simples, clara e coesa. Sendo uma leitura recomendada a todos que estejam interessados em conhecer um pouco mais desse lado do ser humano, o lado sentimental que todos nós temos, mas né sempre assumimos.

Only Good Animes Apenas o Melhor ANY MAGAZINE

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Capa iPhone SUPERMAN Laser Eyes

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Chega dos mesmos super heróis de sempre... que tal adicionar um pouco de cinismo MAD aos nossos supers?

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Adicione uma pitada de Homem de Aço a sua mesa! Relógio Superman de mesa feito de metal escovado possui acabamento chapeado de ouro. Direto da Fortaleza da Solidão para a sua casa ou escritório! O relógio sai por R$ 199,00 na BEEK.


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POR LUIS HUNZECHER

GAMES

MOBILE GAME DOODLE DEVIL

No mínino diferente, doodle devil é um jogo onde objetivo é criar elementos novos da fusão de 2 outros, criando assim a historia e a destruição da humanidade. O jogo no inicio é simples, juntando o homem e a mulher, mulher e a maça, luz e trevas, coisas simples, porém o jogo vai ficando mais difícil com o tempo. O game possui mais de 150 elementos para serem criados, tornando assim com o tempo difícil descobrir o que pode ser criados a partir dos elementos que você já possui. O game é viciante e irritante visto que a dificuldade dele se torna extrema a partir de um ponto, porém o desafio de completar o game é uma boa desculpa para perder muitas horas nesse jogo que com certeza vai fazer você perder o cabelo e pensar muito para conseguir chegar a seu final. O game está disponível na Google play e na Itunes por R$ 6,90 e também possui sua versão demo gratuita nas duas lojas. O jogo foi testado em um Xperia U e rodou sem problemas.

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WHERE IS MY PERRY?

Seguindo a Hype do game Where is my Water o game com o personagem menos ortodoxo dos desenhos traz uma aventura onde seu objetivo é liberar o Perry o Ornitorrinco, digo Agente P. O jogo segue o mesmo estilo do my water, onde o objetivo é levar a água até o tubo para poder liberar o agente P. O game é viciante e extremamente simples, fazendo com que a jogatina dele seja simples e fácil. A jogatina pode ser fácil mas a dificuldade aumenta com o tempo, novos elementos como lava, fumaça e gelo aparecem para dificultar e aumentar o desafio do game. O ponto alto do game é sua dublagem, o game está disponível em português com a dublagem original, então ouvir o major, o doutor Doofersmitz e os demais personagens é algo muito diferente e divertido. O game está disponível na Google Play e Itunes por R$ 0,99. O game foi testado em um Xperia U e rodou sem problemas.


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PRÉVIA

LAST OF US PRÓXIMA EDIÇÃO DIA 10/08


ANY MAGAZINE Primeiramente gostaria de agradeçer a todos que baixaram, leram e contribuiram para essa revista. Essa revista tenta trazer analises e críticas de varias pessoas diferentes, para tentar agradar você leitor. Espero muito que esse projeto consiga ir para frente e que tudo de certo. Para que funcione, gostaria de contar com a ajuda e o apoio de todos. Continuem acessando, enviem conteúdo(a revista como disse, é aberta para receber conteudo de qualquer um) e principalmente, divulgue. A intenção desse projeto é fazer algo que consiga agradar vocês, nem que seja somente uma materia que voces considerem boa... sinto como se meu objetivo estivesse concluído. Agradeço muito a todos, e que essa seja a primeira de muitas edições. Agora que terminou sua leitura, acesse nosso site, e veja muito mais conteúdo e prévias da próxima edição.

PROJETO ANY


Any magazine 05