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LUISA MORITZ KON 2 013 - 2 018

PORTFÓLIO


ÍNDICE 3

CURRÍCULO

32

ILUSTRAÇÃO _ O SANTINHO

4

22

ARQUITETURA

_ COSMÓPOLIS

_ HABITAÇÃO SOCIAL NO PARQUE DOS BÚFALOS

_ CONTRASTE 5

_ CASA DE CULTURA NA RUA GRAVATAÍ

_ PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO

_ OBSERVATÓRIO DE PÁSSAROS

_ OBSERVASP.ORG

_ PROJETO DE RESTAURO NA BIBLIOTECA DA FAU

_ GREVENAFAU

MAQUETES

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DESENHOS

_ HABITAÇÃO SOCIAL NO PARQUE DOS BÚFALOS

_ OBSERVAÇÃO

_ CASA DE CULTURA NA RUA GRAVATAÍ

_ LIVRES

_ OBSERVATÓRIO DE PÁSSAROS _ EDIFÍCIO HABITACIONAL NO L ARGO DO

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AROUCHE

27

31

CARTAZES

_ INTERESSES EM JOGO

51

PAISAGISMO

_ REVISTA CONTRASTE

_ OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA ÁGUA

_ CONCURSO MCB

BRANCA

CAPAS _ CONCURSO CONTRASTE

2

PRODUTO

53

COLAGENS _ INTERVENÇÃO NA ECA E PAVILHÃO DA PRIMAVERA


CURRÍCULO INFORMAÇÕES PESSOAIS Brasileira, solteira Data de nascimento: 03.03.1993 RG: 34.543.575-8 CPF: 418.429.208-98 Telefone: 11-994807515 E-mail: luisa.m.kon@gmail.com Rua Padre João Manuel, 758, ap51

2013 - 2017

Universidade de São Paulo (USP) Graduação em Arquitetura e Urbanismo (FAU)

Jan - Fev 2011

Companhia das Letras Estágio de um mês na área de design gráfico da Companhia das Letrinhas

2012 - 2013

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) - primeiro ano de graduação em Comunicação e Multimeios

2015 - 2016

Colaboração com LabCidade (FAUUSP) Quatro ilustrações para o site http://observasp. org

Escola Nossa Senhora das Graças (Gracinha) Ensino Médio

2015 - 2016

Colaboração com a revista Contraste (FAUUSP) Ilustração e cartazes

Escola Vera Cruz Ensino Fundamental completo

2016

Colaboração com a Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo Ilustração para capa de folder da VI Jornada de Psicanálise e Educação

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

2016

Iniciação Científica (FAUUSP) - não finalizada Pesquisa, catalogação e experimentação das revistas produzidas no Laboratório de Produção Gráfica FAUUSP. Orientadora: Clice de Toledo Sanjar Mazzilli e Chico Homem de Melo

2016 - 2018

Companhia das Letras Estágio no departamento de produção de livros infantis e quadrinhos

2008 - 2010

IDIOMAS

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

FORMAÇÃO ACADÊMICA

1996 - 2008

INGLÊS Certificados: 2015 2010

2010

TOEFL - Test of English as a foreign language Alumni - Official United States Binational Center English Proficiency Crtificate - Advanced Plus Rennert New York - American English Program - Rapid Progress 30 - Seven Advances (curso de 30 dias em Nova York)

2007

2011 - 2018

Sessões de Desenho com Sergio Kon

2011 - 2012

Curso de Linguagem Arquitetônica do Glauco & do Miki

2010 - 2011

Curso de Linguagem Arquitetônica Ana Michaelis

2009

Certificate in English Language Skills (ESOL) University of Cambridge - Reading Preliminary (entry 3*) Pass / Speaking Vantage (Leve 1*) Pass with Merit

2009 - 2010

Curso de Mídias na Escola Nossa Senhora das Graças (Dinamídia) - projeto: curta metragem http://www.youtube.com/ watch?v=DJOoJFhUTC8

ESPANHOL

2016

Espanhol Básico (disciplina escolar)

2017

Curso de Sketchup e Vray na escola Graphite Curso de ilustração com Catarina Bessell

HABILIDADES photoshop

sketchup

illustrator

vray

indesign

lápis e papel

autocad

maquetaria

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ARQUITETURA 4

HABITAÇÃO SOCIAL NO PARQUE DOS BÚFALOS

PROF. ORIENTADOR: Alvaro Puntoni REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2015 GRUPO: Clara Troia, Julia Vannucchi, Luisa Kon e Roberto Alegre

A partir dos parâmetros determinados pelo entorno da área de projeto no Parque dos Búfalos, foram elaborados os logradouros públicos, como o parque linear, a beira do espelho d’água, e as vias longitudinais. Tomando-os como prerrogativas, propos-se os edíficios perimetrais, os quais, dialogando com o desenho urbano, evitam a repetição de tipologia, que a escala do terreno e a demanda de unidades habitacionais costumam sugerir. O número de pavimentos e a permeabilidade do térreo estão relacinados à topografia e à localização de cada um dos edifícios. A lâmina W, mais próxima à pedreira, possui 8 pavimentos e um térreo mais ativo. Enquanto a lâmina I, de 5 pavimentos, permite um diálogo entre os diversos patamares, o parque linear, a água e os fluxos urbanos. Como alternativa à possível monotonia de fachadas extensas, propõe-se a variação da organização das tipologias dos apartamentos nos diversos pavimentos. O edifício possui uma fachada de circulação avarandada e uma fachada principal, contendo as salas e os quartos, voltada para o norte. Cada apartamento ocupa uma seção transversal da lâmina, permitindo a circulação cruzada.

ESPELHO D’ÁGUA

PARQUE LINEAR

DEQUE

cota inferior do térreo de implantação


corte transversal

CIRCULAÇÃO AVARANDADA

JANELA PROJETANTE PARA A CIRCULAÇÃO

PORTA COM BANDEIRA

VARANDA

apartamentos tipo pavimento tipo ESTRUTURA PILARES / CONCRETO

LAJE NERVURADA

esquema estrutural do módulo de apartamentos

ESTRUTURA CIRCULAÇÃO VERTICAL

PAINEL METÁLICO PERFURADO DE FECHAMENTO DA LAJE NERVURADA

PAINEL DE VEDAÇÃO EXTERNA

5


corte transversal do terreno

0

TÉRREO DE COMÉRCIO E SERVIÇOS

CORTE ESQUEMA RUA

corte longitudinal

FORRO

6

CORTE LONGITUDINAL DAS NERVURAS

5

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BIBLIOTECA DO PARQUE DOS BÚFALOS A biblioteca foi proposta como uma conversa entre os diferentes níveis do terreno. A ideia de transformá-la em uma conexão tanto vertical (entre cotas: possui elevador e escada) quanto horizontal: é envolta por uma pele de vidro que transparece a relação com a rua.

PLATAFORMA ELEVADIÇA

ADMINISTRAÇÃO

ESTANTES DE LIVROS

RECEPÇÃO

térreo

corte transversal

Escada da biblioteca: Os elementos estruturais também são utilizados como suportes para as estantes de livros, que ficam duplamente expostas: para o interior e o exterior do edifício.

BANHEIROS

primeiro piso

ÁREA DE LEITURA

elevação

7


pátio do pavimento intermediário

alargamento entre calçada e térreocomercial dos edifícios

praça resultante da flexão da lâmina próxima à pedreira

8

deque e quadra de futebol sob espelho d’água

projeção da lâmina residencial no térreo comercial

biblioteca e praça inclinada


CASA DE CULTURA NA RUA GRAVATAÍ Este projeto tem como implantação o terreno de um teatro abandonado e o de duas casas vizinhas: uma um orfanato e a outra atualmente vazia. Esse teatro, embora bastante impactado pela falta de manutenção e uso, ainda apresenta uma estrutura interessante com cinco pórticos alinhados que mantinham uma caixa de concreto erguida sobre eles. A ideia foi, portanto, realizar um trabalho de restauro e inovação. Os pórticos foram mantidos e um novo caixote de concreto foi colocado sobre a estrutura. Mais andares foram incorporados de forma a cumprir o programa proposto. Além disso, foi criado um fosso inglês que permite a iluminação do subsolo (utilizado como biblioteca) e se coloca em diálogo com o prédio que se encontra na frente do terreno atravessando a rua Gravataí. IMPLANTAÇÃO O prédio não se fecha para a rua fisicamente, no entanto foi implantado de forma aCEIapresentar certoDAisolamento: NOSSA SENHORA CONSOLAÇÃOa entrada se dá por meio de uma passarela que atravessa o fosso e as escadas são o primeiro elemento que atrai o olhar do pedestre.

PROF. ORIENTADOR: Angelo Bucci REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016

MAPA DE INSERÇÃO NA CIDADE DE SÃO PAULO corte perspectivado | noroeste

corte AA

perspectiva sudeste

corte BB

PRAÇA ROOSEVELT

RUA OG

J OÃ

Í ATA RAV G RUA

I MA R ÃE S RO

CAIO

SA

RUA PR A DO

PARQUE AUGUSTA

9 ESCOLA ESTADUAL


subsolo_ biblioteca

mezanino_ estar

2 andar_ serviços

térreo_ exposição| café| loja

1 andar_ auditório

3 andar_ administração


5 andar_ oficinas diagrama de usos

DIAGRAMA DE USOS SETOR DE MÁQUINAS

OFICINAS VARANDA

SETOR DE SERVIÇOS W.C.

ADMINISTRAÇÃO

CARGA E DESCARGA

AUDITÓRIO ÁREA EXPOSITIVA

LOJA/CAFÉ

BIBLIOTECA

JARDIM | BICICLETÁRIO

USO PÚBLICO

USO RESTRITO

cobertura_ casa de máquinas

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OBSERVATÓRIO DE PÁSSAROS A proposta da disciplina Arquitetura e Indústria era a de projetar uma construção temporária e de fácil reprodutibilidade. O foco do trabalho era detalhar a montagem e o funcionamento dos componentes da estrutura. O grupo optou por realizar um observatório de pássaros/ mirante que seria construídos em parques e praças da cidade e permaneceria em cada local por três meses. MEMORIAL DE JUSTIFICATIVA _ Montagem entre as árvores: pequena projeção vertical _ Presença não invasiva: não amplificar ruído de passos _ Observação de pássaros com hábitos distintos: plataformas de diferentes alturas _ Visão ampla do redor em todos os níveis _ Transparência visual _ Não usar vidros: evitar colisão de pássaros _ Guarda-corpo que não bloqueie a visão de crianças

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PROF. ORIENTADOR: Paulo Eduardo Fonseca de Campos REALIZAÇÃO: semestre 2_ 2016 GRUPO: Elisa Bloch, Julia Vannucchi, Luisa Kon, Midori Hamada e Rodrigo Chedid


detalhe montagem guarda-corpo/vigas

detalhe encaixe guarda-corpo/vigas

.

1

1.32m

.36m .6m

.12m .01m .07m .01m .015m

.013m

.05m 1.5m

.15m 1.5m

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planta plataformas intermediárias

planta última plataforma .

planta segunda plataforma .

planta térreo

ESCALA

14

1 : 50

01

35

m

.


1

ESCALA

1 : 50

0

1

3

5

m

FAU USP AUP 448 Arquitetura e IndĂşstria / 8010573 Elisa H. Bloch / 8125171 Julia G. Vannucchi / 8606900 Luisa M. Kon / 7624263 Midori Hamada / 8555907 Rodrigo Chedid

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PROJETO DE RESTAURO NA BIBLIOTECA DA FAU-USP

PROFas. ORIENTADORAS: Beatriz Mugayar Kühl , Helena Aparecida Ayoub Silva e Cláudia Terezinha de Andrade Oliveira REALIZAÇÃO: semestre 2_ 2017 GRUPO: Alina Paias, João Pedro Nogueira e Luisa Kon

O produto final da disciplina Subsídios Investigativos e Projetuais para a Preservação do Patrimônio Edificado da FAUUSP era a realização de um projeto de restauração e renovação de algum edifício da cidade de São Paulo. Os elementos que se encontram nesse espaço são valiosos por serem originais, únicos e muito antigos. Livros que datam de antes do século XVII e plantas e elevações de figuras importantes da arquitetura brasileira são arquivados dentro de duas salas. Além disso, é lá que são feitas as restaurações e conservação de todo o material. Existe uma preocupação do grupo em relação à acessibilidade a estes conteúdos, bem como à sua proteção e conservação. Nossa proposta procura cumprir os combinados e regras do edifício e acrescentar elementos que proporcionarão melhor uso do espaço e a máxima conservação do material. Serão propostas novas configurações para ambas as áreas, tanto no que se refere a reorganização dos elementos fixos, como as paredes, quanto ao que se refere ao mobiliário. O material utilizado na concretização do projeto foi definido a partir de suas características físicas e químicas, de forma a não comprometer o acervo.

planta mobiliada

perspectiva do resultado >


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balcão de recepção/trabalho

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estantes deslizantes para armazenamento de material

“colmeia” - estante para armazenamento de tubos de projeto

mesa para consulta de pranchas de projeto de arquitetura

mesa para escaneamento e limpeza de livros e projetos

mesa para trabalho de conservação e restauro de livros e projetos


mesa para consulta e pesquisa

estante rotatória onde livros que precisam ser guardados ou passar pelo processo de higienização são colocados

cortinas que dividem o espaço e protegem o material dos raios U.V. e iluminação direta

escrivaninha pessoal para os funcionários que realizam a conservação e manutençnao do material

tanque de higienização

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corte AA transversal

corte CC transversal

corte BB transversal

corte DD transversal


corte EE longitudinal

corte GG longitudinal

corte FF longitudinal

indicação dos cortes

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MAQUETES 22

PARQUE DOS BÚFALOS Maquete volumétrica: base de cortiça, edifícios de papel cartão preto

PROF. ORIENTADOR: Alvaro Puntoni REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2015 GRUPO: Clara Troia, Julia Vannucchi, Luisa Kon e Roberto Alegre


CASA DE CULTURA NA RUA GRAVATAร Material: Papel paranรก revestido

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OBSERVATÓRIO DE PÁSSAROS Maquete geral / maquete detalhe Maquete geral: madeira balsa Maquete detalhe: isopor, papel prateado, papel kraft, parafuso e broca

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EDIFÍCIO MISTO NO LARGO DO AROUCHE Materiais: e  difício de madeira balsa base de papel foam

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LARGO DO AROUCHE estudo do lote Materiais: e  difĂ­cios de papel kraft base de papel foam

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água

árvores

arbustos

parques e praças

flores

grama árvores

ROUI NAFASL Í M ERG AS VCOLABORAÇÃO E LAGIUSI A S PA A U R COM vegetação

4 R I O S AAMREVISTA I G Á V ECONTRASTE IS

verdearbustos

Oparques I Ne praças FA L Í VfloresE L G Ugrama I A PA Rverd A

TRAJETOS AGRADÁ REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016 pedras GRUPO: Luisa Kon e Rodrigo Chedid

vegetação

água

CARTAZES

minação

O RSAA M I G Á V E I S O I N FA L Í V E L G U I AR IPA

infraestrutura

dimensionamento

proteção

grama

Em colaboração com a revista Contraste produzida por alunos da FAUUSP, a dupla foi chamada para a realização de travessias sinalização vigilância uma série de quatro cartazes com o tema “espaço público”. vegetação Foram requisitadas ilustrações críticas aos sites de arquitetura que elaboram “receitas” no projeto de espaços públicos. convivência A ideia não seria criticar os elementos utilizados, mas sim intermodal a maneira como eles são inseridos na cidade: é necessário um bom projeto para que os ingredientes gerem uma receita bem convivência sucedida. travessias

intermodal

distinção de usos

dimensionamento

travessias

infraestrutura

grama

convivência intermodal

O I N FA L Í V E L G U I A PA

RUAS MAIS SEGU

pedras

convivência intermodal

lazer

convivência intermodal

mobiliário

lazer

biodiversidade

dimensionamento

lazer

conforto térmico

biodiversidade

iluminação

mobiliário

proteção

sinalização

vigilâ

saneamento

conforto térmico

grama biodiversidade

saneamento saneamento

convivência intermodal

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iluminação

O I N FA L Í V E L G U I A PA R A

O I N FA L Í V E L G U I A PA R A

RUAS MAIS SEGURAS

TRAJETOS AGRADÁVEIS

proteção

sinalização

vigilância

distinção de usos

infraestrutura

pedras

dimensionamento

grama

convivência intermodal

mobiliário

conforto térmico

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O I N FA L Í V E L G U I A PA R A

O I N FA L Í V E L G U I A PA R A

U M A C I DA D E M A I S V E R D E

RIOS AMIGÁVEIS

árvores

arbustos

parques e praças

flores

grama

verde

água

vegetação

travessias

convivência intermodal

lazer

biodiversidade

saneamento

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CONCURSO DE CARTAZES DO MUSEU DA CASA BRASILEIRA

REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016 GRUPO: Julia Vannucchi, Luisa Kon, Rodrigo Chedid e Tomás Vannucchi

Os cartazes foram realizados para um concurso do 30o prêmio design do Museu da Casa Brasileira. A proposta era elaborar um cartaz “brasileiro” no formato A1 e com as informações e logos presentes no edital. O grupo criou três cartazes, mas enviou apenas dois deles para o concurso. No primeiro, pensamos na ideia de um banho de mangueira como algo tipicamente brasileiro: específicamente a mangueira laranja dos quintais paulistas. A torneira em forma de “X”, também bastante encontrada nas moradias de São Paulo, faz as vezes de X como o número dez em romanos. Os dois outros cartazes (enviamos o cor de rosa e verde) dão espaço à linguagem modernista da arquitetura brasileira, evidenciando a geometria e a clareza dos traços.

30º PRÊMIO DESIGN MUSEU DA CASA BRASILEIRA INSCRIÇÕES 15.06 A 14.08.16 CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO 24.11.16 EXPOSIÇÃO A PARTIR DE 24.11.16 WWW.MCB.ORG.BR

30º PRÊMIO DESIGN

MUSEU DA CASA BRASILEIRA INSCRIÇÕES 15.06 A 14.08.16 CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO 24.11.16 EXPOSIÇÃO A PARTIR DE 24.11.16 WWW.MCB.ORG.BR

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30º PRÊMIO DESIGN MUSEU DA CASA BRASILEIRA INSCRIÇÕES 15.06 A 14.08.16 CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO 24.11.16 EXPOSIÇÃO A PARTIR DE 24.11.16 WWW.MCB.ORG.BR


CAPAS

CONCURSO CONTRASTE

REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016 GRUPO: Luisa Kon e Rodrigo Chedid

A revista Contraste, organizada e produzida por alunos da FAUUSP realizou um concurso para a capa da nova edição (4) da coleção. O tema da revista era “espaços públicos”, dessa forma, desenvolvemos uma imagem a partir da planta do Vale do Anhangabaú no centro de São Paulo. A ideia trazer à tona a discussão do que é de fato um espaço público na cidade: na imagem acima, tudo o que é azul é construído e, portanto, em amarelo, evidencia-se o espaço livre.

SEGUNDO SEMESTRE DE 2015 I S S N 2 3 1 7 - 2 1 3 4

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ILUSTRAÇÃO 32

O SANTINHO de Luis Fernando Verissimo Durante meu estágio na editora Companhia das Letras tive a oportunidade de ilustrar um livro escrito por Luis Fernando Verissimo. Era uma reimpressão e as editoras acharam que seria interessante mudar a ilustração. O livro é dividido em vários contos e tem como tema principal a vida escolar e a infância. A proposta era a de fazer ilustrações que remetessem a propagandas dos anos 50 - com retículas e poucas cores - para que o leitor fosse levado à época da infância do autor.

REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2017 EDITORA: Companhia das Letras


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COSMÓPOLIS CRÔNICAS SOBRE SÃO PAULO

REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016 PROFa ORIENTADORA: Ana Castro

As ilustrações para o livro “Cosmópolis” de Guilherme de Almeida foram um trabalho para a disciplina “Formação Urbana da Cidade de São Paulo. A professora Ana Castro propôs que eu ilustrasse esse livro de crônicas sobre São Paulo em 1920. As imagens foram feitas com fotos de São Paulo em 1920 e outras imagens recolhidas na internet.

Rapsódia Húngara

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O Bazar das Bonecas

Chope Duplo


O “Ghetto”

A Confusão Báltica

Um Carvão de Goya

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Os Simples

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O Oriente Mais Que Prรณximo


CONTRASTE 5 A Recuperação da Cidade para as Crianças

REALIZAÇÃO: semestre 2_ 2017

Em colaboração com a Revista Contraste, formada pelos alunos da FAUUSP, realizei algumas ilustrações para a edição número 5. O artigo que ilustrei é, na verdade, uma transcrição de uma palestra de Mayumi Watanabe chamada “A Recuperação da Cidade para as Crianças”. Todos os colaboradores foram orientados a criarem imagens em preto e branco.

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PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO A proposta desse trabalho foi a realização de uma imagem representativa do tema “Educação e Inovação” para a capa do folder da “VI Jornada de Psicanálise e Educação: Inovação e Transformação” da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBP SP). A ideia de um jogo de xadrez, atividade lógica, racional e tradicional é colocada em xeque quando crianças passam a fazer uso de suas peças de maneiras alternativas.

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REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016


OBSERVASP.ORG labcidade

REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2015 semestre 1_2016

Em colaboração com o labcidade (laboratório de urbanismo da FAUUSP), foram elaboradas quatro ilustrações para artigos online, que podem ser encontradas no site https://observasp.wordpress.com/ Os links são os seguintes:

ilustração para o artigo “As (im)possibilidades de se produzir habitação social na OUC Água Branca” de Pedro Lima e Paula Santoro

https://observasp.wordpress.com/2015/06/10/estatuto-dametropole-o-gargalo-do-financiamento/ https://observasp.wordpress.com/2015/03/24/o-estatutoda-metropole-e-seu-financiamento/ https://observasp.wordpress.com/2016/06/16/asimpossibilidades-de-se-produzir-habitacao-social-na-ouc-aguabranca/

ilustração para o artigo “O Estatuto da Metrópole e seu financiamento”, de Luciana Royer

ilustração para o artigo “Estatuto da Metrópole: o gargalo do financiamento”, de Henrique Botelho Frota

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GREVE NA FAU Com o objetivo de ilustrar o texto “COTAS SOCIAIS E ÉTNICO-RACIAIS: Mitos espalhados por aí”, criei a imagem de um iceberg: o problema é muito maior e mais profundo do que parece, mas o que podemos fazer enquanto as bases não se modificam é nos utilizarmos de ferramentas que propõem soluções mais superficiais. O texto foi escrito por Hudynne Helena. A imagem exposta no site é a marcada com uma bolinha azul no canto superior direito, mas a alternativa em vermelho foi uma das possibilidades. link: http://grevenafau.blogspot.com.br/search/label/ adebate

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REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016


DESENHOS

OBSERVAÇÃO

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LIVRE

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PRODUTO

INTERESSES EM JOGO A disciplina de Planejamento Urbano da FAUUSP trazia como tema a Operação Urbana Consorciada da Água Espraiada (OUCAE). Para discutir o assunto e nos aproximarmos da questão, o grupo montou um diagrama que mostrava a articulação entre os agentes presentes na operação e suas respectivas funções. Numa segunda etapa, optamos por realizar um jogo de tabuleiro da OUCAE, como uma maneira de facilitar o entendimento dos interesses políticos e sociais em jogo.

PONTE OTÁVIO FRIAS DE OLIVEIRA (PONTE ESTAIADA) MARGINAL PINHEIROS | BERRINI

INTERESSES EMJOGO

20.000 dindins PONTOS DE VALORIZAÇÃO ASSOCIAÇÃO

26

E.O.P

OPERAÇÃO

PARQUE LINEAR NO CÓRREGO DA ÁGUA ESPRAIADA

ASSOCIAÇÃO

cartas de objetivo

URBANA

ÁGUA

ESPRAIADA

HIS | JARDIM EDITH

JABAQUARA | AMERICANÓPOLIS

BERRINI

PONTOS DE VALORIZAÇÃO

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PROFS ORIENTADORES: Karina Leitão e Nabil Bonduki REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016 GRUPO: Julia Vannucchi, Luisa Kon, Otávio Melo, Pedro Fortunato, Roberto Alegre e Rodrigo Chedid

NÃO HÁ

10

PONTOS DE VALORIZAÇÃO ASSOCIAÇÃO

5

FA U U S P LABHAB

NÃO HÁ

capa do jogo


mapa de uso do solo e atuação dos agentes da OUCAE

MAPA DE USO DO SOLO E ATUAÇÃO DOS AGENTES

viaduto transpassando o córrego da água espraiada

monotrilho acompanha a avenida Jornalista Roberto Marinho

responsáveis pela fiscalização e pela representação do interesse público

construção de HIS futuro parque do chuvisco elabora e aprova as leis que constituem o foco da OUCAE

construção de HIS

prolongamento da avenida Jornalista Roberto Marinho e túnel interligando a avenida à rodovia dos Imigrantes

realização de obras viárias: Ponte Octávio Frias de Oliveira

prolongamento da avenida Chucri Zaidan

canalização do córrego da água espraiada e contrução do parque linear

moradores de favela e movimentos pela moradia reinvindicam os direitos habitacionais

moradores de ZERs tem interesse que seus bairros não percam seu caráter com as intervenções da operação urbana

Sede da Rede Globo

influencia na escolha de projetos urbanísticos e participa do Grupo de Gestão investmentos, principalmente, em CEPACs para uso residencial

SEHAB tem interesse em comprar terrenos vagos para a construção de habitação social construção das pontes Laguna e Itapaiúna

SETOR AMERICANÓPOLIS

SETOR BERRINI SETOR BROOKLIN SETOR MARGINAL PINHEIROS investimentos consideráveis em CEPACs para uso residencial, mas moderados em CEPACs de uso não residencial

responsável pela gestão da OUCAE

SETOR JABAQUARA

construção da HIS nas proximidades da área da OUCAE

setores com menor destinação de investimentos

SETOR CHUCRI ZAIDAN investmentos, principalmente, em CEPACs para uso não residencial

investe em CEPACs ao mesmo tempo que financia obras e programas sociais

RESIDENCIAL HORIZONTAL DE BAIXO PADRÃO

IMPLANTAÇÃO DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

COMÉRCIO/SERVIÇOS

RESIDENCIAL + INDÚSTRIAS/ARMAZÉNS

TERRENOS VAGOS

RESIDENCIAL HORIZONTAL DE MÉDIO/ALTO PADRÃO

RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO/ALTO PADRÃO

INDÚSTRIA E ARMAZÉNS

EQUIPAMENTOS PÚBLICOS

SEM PREDOMINÂNCIA

RESIDENCIAL + COMÉRCIO/SERVIÇOS

ESCOLAS

ÁREAS VERDES

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diagrama com os agentes da OUCAE e suas funções

AGENTES DE FISCALIZAÇÃO

DEFENSORIA PÚBLICA Apoia as comunidades, exercendo o papel de representante legal de cidadãos que não tenham condição de contratar um advogado particular, como no caso da população removida pelas grandes obras.

CÂMARA DOS VEREADORES MINISTÉRIO PÚBLICO Investiga a regularidade das obras e contratações, podendo fazer denúncias, caso identifique irregularidades. Seu objetivo é garantir que a lei seja cumprida.

AGENTES ESTADUAIS

CDHU

Elaboração e aprovação de leis, inclusive àquelas relacionadas à política de desenvolvimento urbano. No entanto, nesse processo, existem diversos conflitos devido à heterogeneidade de opiniões e interesses de cada um dos vereadores, que se explicita no decorrer das operações urbanas conforme novas emendas são aprovadas.

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano é a empresa do Governo Estadual, vinculada a Secretaria da Habitação, que tem por objetivo executar programas habitacionais em todo o território do Estado, voltadas para o atendimento exclusivo da população de baixa renda. Além de produzir moradias, a CDHU também intervém no desenvolvimento urbano das cidades.

A Secretaria Municipal de Habitação é o órgão central e superior da Politica Municipal de Habitação Social sendo a Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB/SP) o órgão operacional, conforme estabelecido nos programas e ações da Política Habitacional do Município. Compete à SEHAB: gerir e executar a Política Municipal da Habitação Social; promover a regularização Urbanística e Fundiária de Assentamentos Precários, Loteamentos e Parcelamentos Irregulares; estabelecer convênios e parcerias, com entidades públicas ou privadas, nacionais e internacionais, necessários à execução de projetos, no âmbito da Secretaria.

DER

AGENTES MUNICIPAIS

Suas ações de implantação do sistema de transportes podem promover valorização ou desvalorização do entorno. A construção do monotrilho é um exemplo de desvalorização.

O Departamento de Estrada e Rodagem é um departamento estadual, cuja finalidade é administrar o sistema viário estadual, sua integração com as rodovias municipais e federais e sua interação com os demais modos de transporte, objetivando o atendimento aos usuários no transporte de pessoas e cargas.

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente é o órgão do poder público que tem como funções o planejamento, organização e coordenação de atividades de defesa do meio ambiente no âmbito municipal, visando à contenção da degradação e poluição ambiental.

SMDU A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano é órgão da administração municipal ao qual compete conduzir ações governamentais voltadas ao planejamento urbano e à promoção do desenvolvimento urbano do Município de São Paulo, cabendo-lhe o papel de desenvolver processos permanentes de acompanhamento, avaliação e aprimoramento das transformações urbanas (em diferentes escalas), intermediando demandas da população, órgãos públicos e iniciativa privada. INTERESSE NA OPERAÇÃO: Promover melhorias do espaço público (mobiliário urbano, vegetação, iluminação). Planejamento das ações de melhorias, que serão encaminhadas para a SPUrbanismo e posteriormente para a SPObras.

AGENTES FEDERAIS

50

CAIXA ECONÔMICA Fornece recursos federais para o financiamento de obras e programas sociais. No caso das operações urbanas, ela pode atuar como um especulador no que se refere à compra e venda de CEPACs ou como um estimulador, financiando obras de interesse social e outras que valorizem a área.

AMF A Associação dos Moradores de Favela normalmente refere-se a favelas específicas, de modo que suas preocupações estão voltadas para os interesses pontuais dos próprios moradores e líderes da comunidade.

Interesse na operação: utilizar os recursos provenientes da vendas de CEPACs para acabar com o déficit habitacional existente na área e promover desenvolvimento urbano nas comunidade, reduzindo o impacto das grandes obras de infraestrutura. A COHAB executa as obras.

SVMA METRÔ

UMM

SEHAB/COHAB

A União dos Movimentos de Moradia preocupa-se principalmente com as informações gerais sobre atendimento habitacional e as indenizações aos moradores deslocados.

A empresa tem como objetivo fundamental dar suporte e desenvolver as ações governamentais voltadas ao planejamento e desenvolvimento urbano do município de São Paulo. Dentre as suas competências vale ressaltar: a gestão das operações urbanas existentes e das que vierem a ser aprovadas, elaborando os planos e projetos urbanísticos, os anteprojetos das intervenções e obras, os estudos relativos aos programas de investimento, a priorização de todas as intervenções e obras, o cronograma de investimentos, a quantidade de CEPACS a serem emitidos e o cronograma de sua emissão para dar suporte aos investimentos. Pode estabelecer parcerias com a iniciativa privada e com outras esferas de governo para a implantação de projetos urbanos.

O Movimento Defenda São Paulo reivindica a proteção das zonas residenciais e preocupam-se com as problemas decorrentes do trânsito na região.

REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL

FAU A FAU ocupa uma cadeira no Grupo de Gestão da Operação Urbana. Este representante leva a visão acadêmica referente à disciplina do Urbanismo para as discussões do grupo.

SIURB A Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras é um órgão do poder público que tem como finalidade examinar e fiscalizar contratos para a execução de projetos viários, sistemas de drenagem, pavimentação geotécnica e geometria de vias.

EMPREITEIRAS DE OBRAS PÚBLICAS INVESTIDORES

SP OBRAS É uma empresa que tem como objetivo a execução de programas, projetos e obras definidos pela administração municipal, buscando equilibrar as demandas de seus clientes com os recursos advindos do tesouro municipal, dos financiamentos públicos e das operações urbanas. Ainda elabora licitações para outros órgãos da prefeitura e executa as obras definidas pela SMDU nas áreas das operações urbanas. Cabe ainda a ela executar a contratação, a supervisão e a fiscalização de concessão urbanística. Também tem o poder de adquirir, alienar e promover a desapropriação de imóveis declarados de utilidade pública.

Utilizam a compra de CEPACs como forma de aplicar seu dinheiro. Esperam, portanto, que os projetos resultantes da OUC colaborem com a valorização da região, beneficiando-os no momento de revenda desses terrenos virtuais.

Contratadas por meio de licitações, são interessadas por construir obras de grande porte, caras, independentemente de estarem de acordo com as diretrizes originais desenvolvidas pelas secretarias responsáveis pela coordenação da operação. Assim, acabam por interferir na definição dos projetos resultantes da operação.

AGENTES PRIVADOS MÍDIA

SP URBANISMO

MDSP

Supostamente apoia intervenções de aparência modernizadora na região, que não são necessariamente estruturais. Influenciam na opinião pública e, portanto, tem um posicionamento relevante.

INCORPORADORES IMOBILIÁRIOS Tem a capacidade de articular os diferentes atores participantes de um empreendimento imobiliário, como o dono do terreno, arquiteto, investidor, construtora, etc. Dessa forma, seu interesse na compra de CEPACs limita-se à quantidade de potencial construtivo necessária ao empreendimento que pretende realizar, na expectativa de que ocorra a valorização da região.

AGENTES DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA ESPRAIADA

Julia Vannucchi | 8125171 Luisa Kon | 8606900 Otávio Melo | 8555098 Pedro Fortunato | 8556151 Roberto Alegre | 8556001 Rodrigo Chedid | 8555907


PAISAGISMO

OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA ÁGUA BRANCA

PROFS ORIENTADORES: Karina Leitão e Nabil Bonduki REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2016 GRUPO: Caio Avino, Julia Vannucchi, Lucas Meirelles, Luisa Kon, Roberto Alegre e Rodrigo Chedid

A disciplina de Paisagismo do quarto ano da FAUUSP trazia como tema a Operação Urbana Consorciada da Água Branca (OUCAB). A disciplina convidava os grupos a projetarem uma reorganização urbana para a área, que hoje é predominantemente industrial e dividida em grandes quadras e avenidas. Além de redefinir o tamanho e o uso dos lotes estudados, deveríamos realizar uma proposta de paisagismo que contemplasse os espaços pré-existentes da área de ação, de forma a transformá-los em ambientes mais agradáveis para pedestres e que conformassem espaços de lazer e outras atividades.

proposta de evidenciação de córregos e criação de parques lineares onde as pessoas passariam a ter mais contato com a água

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proposta de um cais/parque linear na beira do rio

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COLAGENS

LINGUAGEM VISUAL PARA A ECA PAVILHÃO DA PRIMAVERA

PROFA ORIENTADORA: Ewely Branco REALIZAÇÃO: semestre 1_ 2017 GRUPO: Camila Onia, Gabrielle Rodrigues, Hannah Campos, Luisa Kon e Midori Hamada

Na disciplina de linguagem visual ambiental da FAUUSP fomos orientados a criar uma nova linguagem visual para a Escola de Comunicação e Artes da USP. A próxima tarefa seria a de criar um “pavilhão da primavera” no parque Villa Lobos. Essas foram as perspectivas que criei para apresentar os trabalhos em questão.

entrada principal

faculdade de jornalismo e editoração

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faculdade de artes cĂŞnicas

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lanchonete/grĂŞmio

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pavilhão da primavera no Parque Villa Lobos

como a intenção era de que o pavilhão fosse temporário, a escolha de materiais reutilizáveia para a produção da estrutura foi uma preocupação do grupo: tapumes e andaimes formavam sua base.

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aproveitamos o desnível do percurso para realizar um pavilhão que funcionasse como um espelho d’água onde as pessoas pudessem entrar e se refrescar. A estrutura de madeira que simula um pequeno desnível seria utilizada como uma área de descanso e para tomar sol. Além do pavilhão, criamos um playground bem simples com os mesmos materiais


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Portfolio 2018 Luisa Kon  
Portfolio 2018 Luisa Kon  
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