Page 1

Boletim Informativo Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real — Cruz Verde EDI ÇÃO

08

Setembro

Em destaque nesta edição: Recordações do combate aos incêndios florestais

Pag. 4

Cruz Verde abençoa nova viatura

Pag. 7

1 | Setembro de 2011

Boletim Informativo O V o l u n t á r i o


A minha passagem pelos Bombeiros exemplo dos que nos precederam. Alguns seguem as pisadas dos seus mentores e a sua dedicação, perseverança, disciplina, organização, amor à nossa Casa fazem-nos acreditar no sucesso dos próximos 120 anos. No ano em que completa 26 anos de dedicação à nossa Casa, o nosso ―Secretário Geral da Associação‖

esse sonho, o António Barros, durante muitas horas, dias e anos de convívio com essa figura, que foi a história viva da nossa Casa, foi-se tornando uma referência, sendo actualmente um símbolo de esforço, de dedicação, de prestígio e de Serviços Distintos prestados à nossa Associação. Neste artigo, o António Barros dá

merece referência especial. O sentido de visão e de futuro do seu,

mais um dos seus muitos testemunhos a que já nos habituou, prosseguindo o dese-

os dias de hoje, muitos são

para sempre, amigo Rodrigo Araújo levou a que este, em 1984, lhe fizesse o convite

jo e a vontade de ilustrar uma das páginas mais significativas da vida da nossa

o que continuam a servir a nossa Casa e a procurar seguir o

de participar na reestruturação da Casa preparando-a para os tempos actuais.

Casa, as comemorações do primeiro Centenário.

N

Determinado nessa vontade e partilhando

Como eu vi o dia 1 de Janeiro de 1991 1º Centenário da AH Bombeiros Voluntários de Vila Real - Cruz Verde

A

partir das 5.00 horas da madrugada os Directores, elementos do Comando e outros elementos desta Casa, são acordados pelo toque dos clarins sob as ordens do Jorge de Mondim, responsável pela fanfarra. Pelas 8.00 horas começam a chegar ao quartel os primeiros bombeiros para a for-

farda nova e já das modernas, como mandava o regulamento, ou seja de colarinho aberto e gravata. Os Bombeiros do Quadro Honorário que já não se fardavam, tais como: o Chefe Simão, o Chefe Guedes, o Luís ―Pintor‖, o Bessa e tantos outros, dirigiam-se aos que iam chegando e compunham-lhes a gravata,

matura geral prevista para as 9.00 horas da manhã.

o colarinho da camisa, ou o capacete,etc.

O Chefe Artur tira o Dodge e o Selas a Pontiac e colocam as viaturas

Como previsto, às 9.00 horas a fanfarra toca para formar. «Tudo pron-

frente ao quartel. O Paulinho (da burra) como era conhecido, entre os

to?» -pergunta o Comandante José Pinto, «Tudo pronto» - responde o

amigos, com todo o cuidado orienta nas manobras. Os carros tinham

2º Comandante Maurício. «Mande avançar» - diz o Comandan-

sido limpos no dia anterior e os cromados postos a brilhar, pelo que o

te. «Toca a continência» - manda o 2º CMDT para a fanfarra. De segui-

O estandarte empunhado pelo Bombeiro Roquete, o mais antigo, com a

Paulinho não deixava que ninguém lhes pusesse um dedo.

da, em voz de comando diz, «avança a bandeira» e ao mesmo tempo são

guarda de honra composta pelos Bombeiros, David Guedes, José da

Os Bombeiros continuam a chegar, todos vaidosos até porque estreavam

içadas as bandeiras Nacional e da Associação, nos mastros do quartel.

Costa e José Pereira ocupam os seus lugares na formatura.

2 | Setembro de 2011

Boletim Informativo O V o l u n t á r i o


Após revista passada pelo Coman-

dos a subir à sala da Direcção. Ali

pede a atenção dos presentes e lê o

dante, toca a marchar e seguem em direcção ao quartel da nossa congénere Cruz Branca para apresentação de cumprimentos. Na frente da formatura vai a fanfarra onde se destacam: a Sandra Aguiar com a bandeira da fanfarra, o António Coutinho rompe com o clarim, o Aurélio Mota brilha no bombo grande, o Aníbal Teixeira

chegados, o Sr. Vice-Presidente da Direcção dá as boas vindas aos bombeiros da Cruz Verde e ao referir que «Neste dia em que pela primeira vez os Bombeiros da Cruz Verde visitam esta casa…» é de imediato interrompido pelo Chefe Artur «desculpe a 1ª vez não, talvez queira dizer a 1ª vez, neste dia». O VicePresidente continuando no seu dis-

apontamento feito no livro: «Pela primeira vez neste centenário 01-011991 para honra e glória das duas corporações de bombeiros da cidade, felicitamos esta Corporação de Bombeiros desejando que ambas prossigam com sucesso as suas missões». Após este momento mencionou que «gostaria que os meus graduados comigo assinassem este tex-

nos pratos, o Carlos Soares no baixo,... Chegados ao Quartel da Cruz Branca o Corpo Activo é recebido por uma Secção daquele Corpo de Bombeiros, pelo seu Comandante A .Martins Fraga, pelo Presidente da Assembleia Geral, Eduardo Silva, e pelo Vice-Presidente Eng. Álvaro Ribeiro. Prestadas as honras protocolares, o Comando e graduados são convida-

curso, diz: «sim, é a primeira vez neste dia e prosseguiu com o seu discurso». Terminadas as boas vindas, o Comandante Pinto agradeceu a forma como foi recebido, são trocadas algumas palavras de circunstância com os presentes, e é convidado a assinar o livro de honra daquela Associação, a fim de fazer referência ao acto. Terminada a ―dedicatória‖ no livro de honra, o Comandante

to. «O Chefe Simão que acompanhava os graduados diz, «peço desculpa mas o Bombeiro mas antigo que está lá fora também devia assinar». A este pedido anuiu o Dirigente da Cruz Branca. ( continua no próximo boletim)

António Barros (Secretário Geral da A.H.B.V. Vila Real — Cruz Verde)

Sorteios semanais Inscrições no bar dos bombeiros Vários prémios

3 | Setembro de 2011

Boletim Informativo O V o l u n t á r i o


A minha história nos Bombeiros tes realizava todo o tipo de trabalhos

durante algum tempo. Fui então à

em benefício da Associação. Uma das histórias que recordo e que

cerimónia acompanhado com o Chefe Artur e o Chefe Félix tendo regres-

se passou comigo tem a ver com a farda. No meu tempo o capacete e a

sado por volta da meia-noite. Ao chegarmos ao quartel estava a tocar a

casaca da farda eram comprados pela direcção e as calças eram propriedade

incêndio, havia fogo na cerâmica. Acabados de chegar partimos logo

de cada bombeiro. Cada um mandava fazer umas calças pretas

para o combate ao incêndio, fui com a roupa e os sapatos novos que trazia

im para os Bombeiros na mesma época em que entrou o Chefe Artur Costa e tantos outros amigos. Nos bombeiros sempre fui um homem de trabalho. Como era serralheiro de profissão, fazia parte da equipa de bom-

«domingueiras», que usávamos ao domingo ou em ocasiões de festa. No dia do desfile, ou em ocasião que era necessário fardar, eram essas calças que usávamos. Um dia, fui chamado para fazer parte da equipa que ia à tomada de posse do Inspector da Zona Norte. Como o Inspector, que era militar, sempre fora muito rigoroso na ques-

da cerimónia. Quando cheguei a casa, por volta das 6:00h da manhã ia com os sapatos todos queimados por baixo, as calças rasgadas em tiras até aos joelhos e a camisa que também era nova ficou toda amarela do fumo e nunca mais foi camisa. Assim, no fogo, lá foi a farda nova, ou melhor as calças, os sapatos e a camisa que tanto me tinham custado a ganhar.

beiros que construíam todo o tipo de equipamento, material e muitas adaptações nas viaturas que entretanto iam sendo compradas. Além des-

tão do fardamento decidi ir comprar umas calças pretas, uma camisa e uns sapatos novos. Como o dinheiro era pouco andei a ―esganar‖ o dinheiro

David dos Anjos Guedes

V

(Bombeiro de 1ª classe no Quadro de Honra)

O gosto de ser bombeiro da Cruz Verde

S

aímos com a viatura LandRover Santana e dirigimo-nos ao local, eu o chefe Artur e o Bombeiro nº 157 José Oliveira. Quando o fogo foi extinto e já estavamos a efectuar o rescaldo avisei o Bombeiro para não se deslocar para uma das partes queimadas onde existia uma mina de água, pois tinha-me apercebido, quando aí passei, da existência da mina. Ele não dando ouvidos deu uns passos para a frente e quando me apercebi que a manga estava a fugir com alguma velocidade, agarrei-a e depareime com o Bombeiro Oliveira dentro da mina. Só se ouviam os gritos ―ó Maurício acode-me‖, comecei a chamar pelo chefe, só que, com a moto4 | Setembro de 2011

bomba do carro a trabalhar, ele não ouvia, só mais tarde é que se apercebeu. Quando tiramos o Oliveira da mina ele estava todo molhado mas apercebemo-nos logo que, como a água só lhe dava pela cinta, não se tinha magoado. Para além desta recordação haveria muitas mais, mas não há espaço neste boletim para as contar. Deixo um apelo aos Bombeiros mais novos desta nossa corporação: ser Bombeiro da Cruz Verde, é algo que nos vai no coração e não na cabeça, tem que se ter garra e muita paixão, não só à causa mas também à nossa casa, A CRUZ VERDE.

Maurício Almeida (Sub—Chefe)

Boletim Informativo O V o l u n t á r i o


Passado glorioso = Exigência para o futuro gente processo de formação e treino, com muita disciplina, novos equipamentos, mas acima de tudo, pautada por um enorme espírito de equipa, de entrega e sacrifício. Esta nova realidade obrigou à reorganização da própria instituição Cruz Verde. Assim sendo, todos os que têm a responsabilidade de dirigir e

referir obrigatoriamente a renovação e ampliação das infra-estruturas do Quartel Albano Silva (sede), bem como a construção do futuro Centro de Formação, dando assim prioridade à melhoria das condições de trabalho dos nossos homens e mulheres, bem como da sua formação contínua. Paralelamente ao desenvolvimento

comandar os destinos da ―nossa casa‖, definiram como prioridade: a

destes projectos já em curso, registo com satisfação a contínua preocupação dos corpos dirigentes da nossa instituição (Comando e Direcção) com as necessidades de reequipamento do Corpo de Bombeiros, quer ao nível das viaturas quer dos equipamentos de protecção individual e fardamento. Posso afirmar que será sempre o nosso grande desafio conseguir melhorar a qualidade dos serviços por nós prestados, de forma a servirmos cada vez melhor a comunidade onde estamos inseridos.

modernização das instalações, a formação

O

s ―nossos‖ Bombeiros Voluntários de Vila Real – Cruz Verde têm um passado de glória, que nos enche de orgulho, mas que nos responsabiliza para o futuro, para cada vez melhor responder às solicitações e anseios da comunidade que servimos. Dia após dia, vamo-nos deparando com fenómenos que não param de nos surpreender. Fenómenos esses que estão muito para além daquilo a que estávamos habituados e para os quais importa estar preparado. Exemplos disto são as solicitações cada vez mais complexas e em maior número, que estes homens e mulheres da Cruz Verde têm de enfrentar. Tais solicitações só conseguirão ser executadas com êxito se a acção destes voluntários for alicerçada num exi-

contínua do nosso pessoal, bem como a constante actualização dos equipamentos do Corpo de Bombeiros. Estas prioridades, que representam ganhos indiscutíveis para a operacionalidade, exigem um gigantesco esforço orçamental para os cofres da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real – Cruz Verde. Esforço este que importa aqui relevar, quanto mais não seja para prestar o devido reconhecimento a todos aqueles, que com prejuízo da sua vida pessoal e familiar, têm conseguido encontrar as soluções necessárias para levar em diante este projecto que é de todos. Este Comando tem noção do trabalho que, conjuntamente com a Direcção da nossa Associação e com os seus bombeiros, tem vindo a ser

Tal como no passado, também hoje temos a noção do longo caminho a percorrer neste processo de modernização já iniciado.

Luís Miguel Fonseca (Comandante dos BV de Vila Real – Cruz Verde)

desenvolvido. Neste âmbito tenho de

Patrocínio

5 | Setembro de 2011

Boletim Informativo O V o l u n t á r i o


Formação

D

e Outubro de 2010 a Junho de 2011 realizaram-se diversas formações na nossa casa. Estas formações incluíram a Formação Inicial de Bombeiro, que consiste em dotar os bombeiros que ingressam nesta corporação pela primeira vez, de conhecimentos espe-

cíficos em diferentes áreas, para que possam responder de uma forma adequada às diversas situações do dia-adia. Foram realizadas instruções contínuas no âmbito de relembrar e enriquecer conhecimentos aos novos e antigos bombeiros para que possam estar sempre prontos a servir a comu-

nidade. Recentemente foi criado o departamento de formação com o objectivo de coordenar todas as formações internas e externas. A coordenação deste departamento é da responsabilidade do Adj Joaquim Carvalho e da Oficial 2ª Lia Dinis.

Bombeiro “O Artista” “MARIA ALICE”

É

o nome com que foi baptizada a primeira Ambulância

dos B.V. de Vila Real- Cruz Verde, tratava-se de uma viatura de marca Ford, modelo A. A chegada a Vila Real foi em 26 de Abril de 1931

6 | Setembro de 2011

e mobilizou uma multidão de Vilarealenses conforme documentam as fotografias da época. De salientar que

Esta foi a miniatura que acabei de construir, tal como todas as outras, com muito carinho.

esta viatura foi a primeira Ambulância no concelho de Vila Real, prova-

Joaquim Carvalho

velmente no Distrito e a nível nacional existiam muito poucas.

(Adj BV Vila Real — Cruz Verde)

Boletim Informativo O V o l u n t á r i o


Aconteceu na Cruz Verde... Bombeiros da Cruz Verde aprovados como Operadores de Desfibrilhação Automática Externa Onde: Centro de Formação do INEM Norte

Concerto em Obra Onde: Parque de Viaturas da Cruz Verde Quando: 22 de Junho de 2011 | 21:30h

Quando: 28 de Março de 2011

A A.H. da Cruz Verde associou-se ao Conservatório de Música de Vila Real Seis Bombeiros da para a realização de um ―concerto em Obra‖. Este evento teve Cruz Verde que inte- como finalidade mostrar a evolução das obras no Quartel da Corgraram a formação poração. foram aprovados, Banda de Mateus homenageia Cruz Verde ficando, a partir de Onde: Aula Magna, UTAD agora, completamente aptos para prestar um melhor e mais eficiente serviço à comunidade. Quando: 23 de Julho de 2011 | 21:30h Este resultado é visto como um reconhecimento Através de um concerto promovido pela de mérito pelo esforço e dedicação que todo o Banda de Música de Mateus, Instituição Corpo de Bombeiros tem demonstrado, espelhancom profundas ligações a esta Corporação, o corpo activo dos do a vontade de maior aprendizagem e profissioBombeiros da Cruz Verde viu o seu intenso trabalho diário junto nalização na actividade. da comunidade reconhecido e agraciado.

A

Cruz Verde abençoa nova viatura

s instalações da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real – Cruz Verde serviram de palco à cerimónia que se realizou no passado dia 3 de Setembro, pelas 18 horas, na qual foi efectuada a bênção da mais recente viatura de combate aos incêndios.

de nacional de Protecção Civil. Tal como foi peremptoriamente mencionado pelo Presidente da Associação, trata-se de uma viatura há muito tempo almejada, uma vez que os veículos de que a corporação dispõe têm já mais de 20 anos e, por isso, não permitem responder tão eficazmente aos pedidos de socorro. Sensível a

nar que a Corporação, pela mão do seu Presidente Eng.º Carlos Moreira e do Comandante, Miguel Fonseca, fez questão de novamente , apresentar a toda a comunidade presente as remodelações que estão a ser levadas a cabo nas instalações do Quartel. Após a cerimónia em questão e baptismo dos mais recentes bombeiros da

O sacerdote da vizinha Igreja de São Pedro, Sr. Padre Arnaldo, responsável pelo acto solene, fez questão de realçar que a bênção não se destinou somente ao veículo em questão, mas, sobretudo, a todos os seus tripulantes

esta clara carência, a Autoridade Nacional da Protecção Civil atribuiu a esta Corporação a viatura em causa. Para este importante dia estava reservado outro momento alto, que será mesmo inesquecível para alguns dos

Cruz Verde, os convidados não abandonaram o Quartel sem participarem num convívio realizado no interior das renovadas instalações.

que arduamente travam batalhas ao serviço da ―defesa e protecção do

presentes. O Comando da Cruz Verde aproveitou a cerimónia para pro-

Povo de Deus‖. Entre os ilustres convidados da corporação da Cruz Verde para a cerimónia, marcaram presença o Dr. Manuel

mover quatro elementos da sua corporação que recentemente terminaram o curso inicial de Bombeiros e o ano de estágio. Assim, Ângela Vilela,

Martins, Presidente da Câmara Municipal de Vila Real e o Eng.º Carlos

Sandra Aguiar, Ana Catarina Pinto e António Pinto ascenderam à categoria de bombeiros de 3ª classe. Por fim, torna-se pertinente mencio-

Silva, Comandante Operacional Distrital, em representação da Autorida7 | Setembro de 2011

Boletim Informativo O V o l u n t á r i o


QUEIMADURAS SOLARES Com o sol todo o cuidado é pouco!

pelo que devem ser evitadas ao máximo.

Mesmo quando o céu se encontra encoberto ou nublado, os níveis de radiação UV podem

Se se expuser ao sol ou andar ao ar livre, deve usar protector solar, com factor de protecção

ser elevados. As queimaduras solares são provo- igual ou superior a 30. Deve aplicar o protector cadas pela exposição excessiva ao sol; estas solar pelo menos 30 minutos antes da exposipodem variar consoante o tipo de

ção solar e renovar a sua aplicação pelo menos a cada 2 horas, especialmente se estiver molha-

pele, a altura do dia, o tempo e o

do ou se transpirou. Aplicar o protector a todo o corpo, não esque-

local de exposição. cendo a cara, pescoço, orelhas e se não tiver A areia e a água cabelo, na cabeça. reflectem os raios solares, pelo que,

Nos primeiros dias a exposição solar deve ser feita de forma gradual.

mesmo dentro de água não está pro-

Quando chegar a casa deva dar um banho com água tépida e aplicar um creme hidratante.

tegido contra os

De salientar que as crianças, os idosos, as pesperigos da radiação. soas ruivas, loiras, com pele e olhos claros, com As queimaduras solares são passageiras, depen- sardas e muitos sinais se devem proteger com dendo do grau da queimadura trata-se com mais rigor pois estão mais susceptíveis aos mais ou menos facilidade, no entanto, por ―perigos do sol‖. menor que seja o grau das queimaduras solares são a principal causa de muitos tipos de cancro

(Oficial 2ª BV Vila Real — Cruz Verde)

Fanfarra Eventos

TORNE-SE SÓCIO DOS BOMBEIROS Nós precisamos hoje… Você poderá precisar amanhã.

Mário Costa

13 de Novembro–51º Aniversário da Secção de Justes

 

01 de Janeiro–121º Aniversário B. V. Vila Real—Cruz Verde

Ficha Técnica Boletim Informativo O V o l u n t á r i o Nº8 / Setembro de 2011 B. Voluntários de Vila Real e Cruz Verde ……..259 330 510

Propriedade: Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde

B. V. de Salvação Pública e Cruz Branca ……….259 340 900

Equipa de Produção: Fernando Lopes, Lia Dinis, Marco Parente, Paula Marcelino, Paula Moreira.

GNR ………………………………………………………….259 303 290

Edição de Imagens: Marco Parente.

PSP …………………………………………………………...259 330 240

Sede: Largo dos Bombeiros Voluntários

Centro de Informação antivenenos ……………….808 250 143

Tel.: 259 330 510

Linha Saúde 24 …………………….…………………….808 24 24 24

Fax: 259 374 473

SOS Criança …………………..……….....116 111/ 217 931 617

E-mail: cruzverde@sapo.pt

Emergência ……………………………………………………………...112 Incêndio …………………………………………………………………. 117 8 | Setembro de 2011

Website: bvcruzverde.com DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Boletim Informativo O V o l u n t á r i o

Boletim Informativo | Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Cruz Verde | 8ª Edição | Setembro

Boletim nº 8  

Oitava edição do Boletim Informativo, "O Voluntário", da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real - Cruz Verde

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you