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Blackstone Series J.L. Drake


Disponibilizado: Curly Claire Tradução: Drielli Revisão: Curly Leitura Final e Formatação: Claire


Dedicado a minha equipe de rua, “The Girls Blackstone”, que caíram no amor por Mark e resistiram pacientemente ao meu lado enquanto eu hibernava em minha caverna para terminar a sua história. Eu agradeço a vocês.


Savannah: Mantida em Tijuana, México, durante sete meses. Salva pela Blackstone, se apaixonou por Cole Logan. Agora vive em sombras. Cole: Dono da casa segura em Montana, chamada Sombras. Apaixonou-se por uma imagem de uma vítima. Encontrou, salvou, e se casou com ela. Líder da Blackstone, equipe de operações especiais. Olivia: filha de Cole e Savannah. Mark: Melhor amigo de Cole Logan, membro Blackstone. Usa o humor para escapar da dor de seu passado. Keith: Mais novo membro da Blackstone. —Big Brother—de Savannah. Paul: membro Blackstone. John: membro Blackstone. Abigail: A mãe adotiva de Mark, babá de infância de Cole, e agora assistente da casa. Namorando o médico da casa. Dr. Roberts: Médico da casa, alma caridosa, e apaixonado por Abigail. June: Irmã mais nova de Abigail. Mike: Agente dos Sombras. Assustador parece urso de pelúcia, coberto da cabeça aos pés em tatuagens. Dell: Agente dos sombras. Davie: Agente dos sombras. Molly: Enfermeira no Hospital North Dakota. Assinaram um NDA (Um acordo de não divulgação) para trabalhar com os homens Blackstone quando eles vêm de combate. Mia: Enfermeira no Hospital North Dakota. Scoot: Gato de casa mal-humorado. Não tem vergonha.


Mark Lopez, 7 anos de idade

Seu corpo deitado, estendido no lugar de sempre, afundado no sofá amarelo sujo que cheirava a urina. Seu vestido estava coberto de vômito, e sua respiração era superficial. A maioria das crianças estaria com medo de ver sua mãe assim, mas não eu. Eu realmente a preferia dessa maneira; não podia ouvi-la gritar, não podia sentir seu olhar de ódio, e acima de tudo, eu não podia sentir seus punhos quando aterrava na minha leve, estrutura óssea. Minha barriga doía, embora. Ela sempre doía. Nós não nos incomodávamos em ir para a cozinha de manhã. Não havia nenhum ponto, como mamãe nunca se levantava antes das doze. A verdade é que o mundo seria melhor sem ela. Enfiei dois dedos no bolso lateral da minha mochila, tirando um pequeno pedaço de HubbaBubba (bala), e enfiei-o na minha boca, esperando que eu pudesse enganar a minha barriga em pensar que estava cheia. Esta era a triste infância...Minha vida.

doente

realidade

torcida

da

minha

Eu lanço um último olhar para ela e fecho a porta atrás de mim. Pelo menos eu tinha cerca de cinco horas de paz antes de ser submetido à ressaca habitual da minha mãe.


Localização: México Coordenadas: confidencial

Corri o mais rápido que pude. As balas estavam se aproximando, uma chicoteando pela minha cabeça. Meus pés batendo a sujeira, fazendo uma pequena trilha de poeira que dava a minha localização. Eu mergulhei em um barranco onde eu rapidamente recarreguei e me mudei em uma posição melhor. O sol era ofuscante. Eu tirei um tubo de tinta e corri uma mancha sob cada um dos meus olhos para aliviar o brilho. —Corvo Um para Corvo Dois, qual é a sua localização?— A voz de Cole exigiu pelo rádio. Apertei o botão pequeno no meu pescoço. —Corvo Dois para Corvo Um, noroeste, três jardas do celeiro. —Entendido, Corvo Dois. Raposa Um está se dirigindo para você. Dê cobertura. —Entendido, Corvo Um, cobrindo Raposa Um. Olhei para o horizonte, em seguida, cliquei meu rádio para deixar Paul saber que tudo estava limpo. Paul apareceu aparentemente do nada e correu para baixo em todo o campo, arma mantida até seu olho, no caso de uma ameaça. Então eu vi o flash do cano de uma arma. Eu sabia que a partir de sua localização não era um membro do Blackstone. Ele era um deles. Lambi meus lábios e puxei o gatilho, pulverizando balas na direção do flash. O corpo do homem puxou para trás, em seguida, caiu fora da vista. Paul mergulhou para o chão, se colocando em uma bola quando ele rolou para os meus pés e sorriu em agradecimento para mim. —Legal. Corvo Dois, avançar até a próxima localização, —Cole instruiu. —10-4, Corvo Um. — Eu balancei a cabeça para Paul ir primeiro.


Paul verificou sua arma antes de saltar e correr o resto do caminho para o celeiro. Uma vez que John enviou um clique sobre o rádio indicando que tudo estava seguro, eu dei uma olhada rápida ao redor, em seguida, me movi para a posição e comecei a correr. Minha mente estava limpa. Nada mais importava quando você estava nesta situação. Viver ou morrer tentando. Eu soube o momento em que fui atingido. Infelizmente, nenhuma quantidade de engrenagem iria parar essas balas. Na rua, elas são chamadas de “assassinos de polícia”. Elas perfuram qualquer couraça, incluindo o tipo que eu usava. Senti quando a bala rasgou a minha carne, atravessando a direita em torno do meu rim. Ela enterrou profundo e se alojou no músculo. Não havia nada que eu pudesse fazer, mas tentei desligar a dor e correr para me esconder. Eu ouvi tiros da arma de Cole na direção do atirador. O zumbido no rádio não foi registrado em meu cérebro. Eu estava quase lá, mas em nenhum lugar perto de onde o helicóptero estava. Correr, basta correr. Paul estava esperando, e ele me agarrou quando cheguei perto o suficiente. Cole deve ter dito a ele o que aconteceu. —Onde você foi atingido?— Paul me ajudou para o chão, me rolando para o meu lado. —Merda! Eu tomei um doloroso suspiro. —Não é o que eu quero ouvir, cara. Um pequeno sorriso apareceu nos lábios de Paul. —Bem, então, não leve um tiro. —Vou manter isso em mente. — Eu bufei. Paul começou a puxar suprimentos de seu colete. —Isso vai fazer cócegas. —Foda-se.— Eu ri, em seguida, grunhi quando ele derramou o pó sobre a ferida aberta. Paul lacrou com fita a minha volta, o tempo todo resmungando sobre como eu era uma mulherzinha. Ele me ajudou a levantar, como se tivéssemos perdido tempo demais com isso. —Você pode correr? —Sim, cara, é apenas um arranhão. — Suor se agrupava em meu equipamento à medida que nos movemos para a parte de trás do celeiro. Nós saímos e corremos o mais rápido que podíamos para a linha das árvores.


Cada passo, cada respiração, cada piscar tornou-se um esforço. Meus olhos molhados com a queimação profunda que percorria pela minha espinha. Vomitei no meio do caminho, mas continuamos nos movendo, embora isso me levou a abrandar o meu ritmo. Paul olhou para trás, em seguida, acenou com a cabeça atrás de mim. Um momento depois, percebi o por que. Keith agarrou meu colete e me arrastou junto com ele até que estávamos a uma profundidade suficiente na floresta que poderíamos parar. Eu caí de joelhos, incapaz de suportar. Eu poderia normalmente bloquear a dor, mas isso era demais. Algo não estava certo. —Fique comigo, irmão. — disse Cole. Imagens passavam na minha frente enquanto eu olhava para o céu escurecendo. Isto não é bom. Merda, onde estou? Em um momento eu estou em Tijuana no próximo eu sou uma criança agachado debaixo da mesa da cozinha. —Mark!— Sua voz enviou um calafrio aos meus dedos. —Mark!— Cole bateu no meu rosto quando me trouxe de volta. O rosto dele dizia muito; eu estava em apuros. —Ele está aqui, — eu sussurrei, confuso a respeito de onde eu estava. Cole não tinha que perguntar. Ele poderia ler o meu tom. —Não, —ele balançou a cabeça: —Não, ele não está. Fique comigo, irmão. —Ele está. Eu posso ouvi-lo. —Meu aperto se intensificou em seu braço. —Cole. Cole baixou a cabeça e sussurrou enquanto eu fechava os olhos e cedi para o alívio de deixar de ir a dor.

—Vamos lá, Mia.— Dr. Evans me entregou um café enquanto eu preenchia um gráfico de paciente. Eu não me preocupei em olhar para cima. Seus olhos de cachorrinho não iriam funcionar em mim. —Como eu lhe disse, na semana passada, ontem, e hoje, eu não tenho tempo para namorar.


—Você trabalha, você vai para casa, e você trabalha, Mia.— Ele suspirou. —Em algum momento, você vai acordar e ver que desperdiçou sua vida aqui neste hospital fazendo... O quê? Minha caneta parou em meio a um golpe, e eu olhei para cima. — Salvando vidas. —Você é uma enfermeira, não um médico. Embora você seja inteligente o suficiente para ser uma. —Dr. Evans deslizou o gráfico debaixo de minhas mãos e sentou-se em seu lugar. —Com licença?— A coragem deste estúpido! Eu senti a veia no meu pescoço se contraindo. Ele acenou para minha raiva. —Olha, tudo o que eu estou dizendo é que tenha algum divertimento. Quando foi a última vez que você saiu? Eu cruzei os braços para resistir à vontade de dar um soco e quebrar seu nariz. —Na noite passada, no Thirsty Duck. —Quero dizer um encontro. Eu quero dizer... As portas se abriram, e correram paramédicos do caminhão 59 empurrando uma maca com uma vítima de tiro. Três bombeiros seguiram, com dois homens que parecia apenas vindo de uma guerra. —Preciso de ajuda aqui, — Wyatt, o paramédico, gritou. Quando ele me viu, começou em um relatório detalhado. —Homem, trinta anos de idade, tiro na parte inferior das costas. Olhei ao redor e me perguntei de onde ele vinha. Onde estava a polícia? Normalmente eles estariam aqui quando tinha havido um tiroteio. Então eu vi suas Dogs tags1 quando Molly, a outra enfermeira, mudou o homem para o lado. Estendi a mão para as Dogs tags e vi que ele estava nas forças especiais. Major Mark Lopez. Molly tinha mencionado uma unidade especial do Exército que passava por aqui, se necessário, antes deles seguirem para a casa segura. Eu olhei para ela, e ela assentiu quando eu lhe questionei, então balançou a cabeça, me lembrando para não fazer qualquer pergunta. —Tudo bem,— eu disse depois de uma boa olhada em sua ferida. —Alojamento quatro está aberto.— Eu apontei, em seguida, olhei para os outros homens, que estavam contra a parede, fora do caminho. 1

São colares de identificação usados por militares. Eles são frequentemente usados. Sua finalidade principal é a identificação dos feridos ou mortos como resultado de batalha.


Me dirigi, mas tomei meu tempo e tentei encontrar as palavras certas. Estes homens pareciam ter passado através do inferno e voltado hoje. Um homem grande se aproximou e estendeu a mão. — Enfermeira? —Harper, Mia Harper.— Voltei o aperto. —Coronel Logan.— Ele limpou a garganta. —O tiro aconteceu mais de três horas atrás. Nós fomos emboscados, e Lopez levou um nas costas. Ele achava que atingiu seu rim, mas mencionou que sua espinha estava queimando. Nós o enfaixamos da melhor maneira possível, mas ele perdeu muito sangue. —Tudo bem.— O outro homem deu um passo em minha direção. Seu crachá dizia agente Keith. —Ele vai estar indo diretamente para o CC2. Eu estarei lá com o major Lopez, Coronel, e eu vou dar-lhe uma atualização assim que eu puder. —Obrigado, Mia,— Logan disse com um suspiro, em seguida, puxou um telefone celular e fez uma chamada. —Você é nova?— Agente Keith chamou minha atenção para ele. —Eu sou, — confirmei. — vou cuidar bem de seu amigo. Entram juntos, se retiram juntos, certo? —Logan se virou para olhar para mim, enquanto o agente Keith estreitava seus olhos. Eu sabia que somente um grupo seleto sabia o lema deles de unidade. Virei-me no meu calcanhar e esperava que isso lhes desse algum conforto.

A porta se abriu, e eu engoli uma lufada de ar fresco. Um cesto de roupa segurou meu peso enquanto tomei um momento para me reunir. Meu Deus, eu nunca tive um paciente acordando assim durante a cirurgia. —Mia, a esponja, por favor, — Dr. Evans pediu com um pouco de brilho nos olhos. —Então, você já pensou algo mais sobre o que eu perguntei?— A sala estava cheia de enfermeiros se concentrando em seu trabalho, mas eu sabia que eles estavam ouvindo a nossa conversa. Eu balancei a cabeça e verifiquei os níveis de oxigênio do paciente. Os olhos de Molly eram pequenas fendas, e eu sabia que ela achava a persistência do médico engraçado. —Não, Dr. Evans, tenho estado muito ocupada lidando com uma vítima de tiro. 2

Centro Cirúrgico


—Ele está estável, tem uma das melhores equipes de todas com ele, então... A mão do paciente atirou para frente e os dedos agarraram em torno do meu pulso. Olhei para baixo e encontrei seus olhos castanhos escuros travados solidamente nos meus. —Olá, Mark.— Minha voz permaneceu calma enquanto estendi a mão e segurei a sua com força. Seu corpo de repente registrou a dor, e seus músculos do pescoço tencionaram. —Você é um lutador, grande cara, isso é certo. A maioria das pessoas estariam fora com esta anestesia. —Eu sorri e olhei para Molly, que estava pronta para dar-lhe outra dose. Mark tentou falar, mas o tubo em sua garganta o fez silenciar. —Eu sei.— Eu puxei um banquinho para que eu pudesse sentar. —Estamos quase terminando, mas Molly está indo para colocá-lo de volta sob anestésico para que você não se machuque.— Ele balançou a cabeça. Eu não poderia ajudá-lo, e eu escovei minha mão pelo seu cabelo bagunçado. Eu nunca tinha sido íntima com um paciente antes, mas ele era um homem grande e estava tão vulnerável. Havia algo sobre a situação que ativou meus instintos protetores. Seus olhos se suavizaram, em seguida, fecharam, mas não antes de ele me dar um leve aceno de cabeça. —Eu vou estar aqui o tempo todo— Eu sussurrei, olhando para Molly quando ela começou a infundir o medicamento em sua veia. Em questão de segundos, ele estava de volta. Seu aperto afrouxou, mas não me afastei imediatamente, não até que eu tivesse certeza que ele estava completamente relaxado. —Jesus,— Eu bufei e deixei meus ombros caírem. Dr. Evans tinha um olhar estranho em seu rosto. Molly quebrou o silêncio. —Caramba. Isso foi um pouco assustador.

Depois de algumas respirações profundas, eu afastei o olhar de Mark da minha cabeça e então me levantei. Deixando de lado o cesto de roupa suja, eu segui em frente para completar as minhas rondas. Depois de uma esfregação na pele em um banho quente, tirei um livro da minha bolsa e me dirigi para a emergência e me sentei no canto. Eu gostava de ver as pessoas quando elas entravam. Você pode sempre dizer quem estava realmente ferido e quem não estava. Eu classificava como os de um a dez. Era uma boa habilidade de se ter trabalhando nesta área. —Mia?— Molly me entregou um café e se sentou ao meu lado. — Como você está?


Dei de ombros e passei um dedo através do vapor quente por cima do meu copo. —Bem eu acho. —Você quer falar sobre qualquer coisa? Eu balancei a cabeça quando percebi que ela estava pensando sobre isso também. —Eu já vi pior, Molly. A bala não era nada. —Eu não quis dizer isso. Eu quis dizer que você fez bem quando ele acordou. Foi capaz de acalmá-lo. Mark é um grande cara. Estou surpresa que ele não a levou correndo para fora da porta. —Hmm...— Eu pensei por um momento. —Então, os Blackstone não vem sempre aqui? —Blackstone?— O rosto de Molly torceu. —Como você sabe o seu nome? —Eu ouvi Logan falando. —Oh.— Eu poderia dizer que ela realmente não acreditou em mim, mas ela deixou passar. —Eu tive uma vez uma queda por Logan, mas ele está casado e tem uma filha. Que vergonha. — Ela riu enquanto tomava um gole de café. —Então há Mark. Senhor, esse homem envia faíscas diretamente para o meu bem. —Ela deu uma piscadela. Inclinei minha cabeça para trás e estalei acima. Molly tinha um ponto. —Então,— ela se acomodou na cadeira ao meu lado, —gostaria de compartilhar algo sobre si mesma? Você tem trabalhado aqui durante dois meses, e eu nem sei de onde você é ou onde trabalhou pela última vez. —Ah, vamos ver.— Eu desenterrei algo com pressa para que eu pudesse compartilhar um lado da história real. O outro era melhor não contar ainda. —Eu nasci e cresci no Arizona, depois me mudei para a Califórnia, porque eu queria estar perto da água, em seguida, fui para a faculdade lá, então me mudei algumas vezes. Minha mãe sempre disse que eu era um pouco cigana. —Você é próxima dos seus pais? Olhei para o relógio na parede e percebi que eu precisava voltar ao trabalho. Eu segurei meu café enquanto eu fiquei de pé. —Obrigada pelo café, Molly. Vou pegar o seu na próxima vez. —Eu comecei a ir embora, mas ela gritou atrás de mim. —Mia.— Eu virei para vê-la olhando de soslaio para mim. —Só para você saber, eles nunca mencionam nada sobre si mesmos quando estão aqui.


Dei de ombros. —Palpite de sorte, eu acho.— Eu acenei sobre a minha cabeça enquanto eu desaparecia pelo longo corredor.

—Você está com fome?— Ela zombou quando atirou um pedaço de pão duro na minha cabeça. —Seu pedaço ingrato de merda. —Mas a minha barriga dói, mamãe.— Eu chorei quando cheguei para o pão que estava agora sob o sofá.Qualquer coisa era melhor do que a dor interna que consumia cada pensamento, meu. —Vai, implora como um bom cachorrinho.— Ela sacudiu o dedo em direção à porta. Meu queixo tremia. Eu sabia o que ela queria que eu fizesse. Eu nãop-p-posso, eu n-n-não vou. Isso é vergonhoso. —Por acaso eu gaguejei, menino?— Ela gritou quando tomou outro gole da garrafa de vodka. Disparei. Peguei meus sapatos, que estavam desgastadas ao ponto em que eu sentia cada pedra e fresta, em seguida, puxei minha jaqueta. Qual era o ponto? Estava chovendo lá fora. Eu estaria congelado em poucos minutos de qualquer maneira. —Não volte a menos que você tem algo para compartilhar. Ouvi seus passos, e isso me fez andar mais rápido. Peguei um saco plástico e saí correndo para a noite escura. Bati na próxima porta, apenas para obter uma bofetada na cabeça por implorar por comida. Me arrastei para o próximo. Meus sapatos chiando, e meus pés estavam dormentes enquanto a noite se arrastava. Eu decidi tomar uma nova direção e me dirigi para o sul no bairro mais rico, sabendo que eu estava assumindo um risco maior. Andei por um longo tempo. Estava ficando escuro quando eu encontrei o portão de alguém aberto. Olhei para frente para uma porta vermelha, e me lembrei de uma história que ouvi do meu professor que uma porta vermelha significava “bem-vindo”. Eu deslizei meu corpo através e me apressei até a calçada. Eu levantei meus dedos frios até a porta e bati tão duro quanto eu pude, esperando que não fosse tarde demais para pedir comida.


A porta se abriu, e lá estava uma senhora doce sorrindo e segurando uma xícara e pires. —Querido.— Sua voz quase me levou às lágrimas. —O que diabos você está fazendo aqui tão tarde? —E-eu...— Eu não conseguia nem pensar. Esta senhora acabou de me chamar de querido. Ninguém nunca tinha me chamado de qualquer coisa, além de garoto. —Eu estava pensando se você poderia me dar um pouco de comida? Seus olhos se arregalaram quando minhas palavras afundaram. —Por favor, eu estou com tanta fome, e se eu voltar sem comida, minha mãe vai me bater. Ela não perdeu o ritmo quando colocou os braços quentes em torno de mim e me puxou para o conforto da casa grande. —Entre, e eu vou aquecer um pouco de sopa para você. —Sério?— Eu quase tropecei em meus próprios pés. Oh meu, a casa era enorme e quente. Eles devem pagar um monte para aquecer, porque mamãe sempre disse que era muito caro para aquecer o nosso lugar pequeno. —Sue!— Ela chamou quando passamos pela escada. —Você poderia vir até aqui? A cozinha tinha uma lareira! Eu mal podia acreditar nos meus olhos, e eu fui para procurar o seu calor. Meus ossos logo descongelaram, mas eu ainda tremia em minhas roupas úmidas. —Aqui.— A doce senhora me entregou algumas roupas. Ela apontou para um banheiro e me incentivou para ir me trocar. A pessoa no espelho não parecia comigo. Eu parecia como todo mundo. Apenas uma criança em roupas limpas normais. Eu amei como se sentiam. Eu esfreguei a sujeira de meu rosto e passei os dedos pelo meu cabelo encharcado de modo que ficasse pra baixo. Voltei para a cozinha, onde minha barriga roncando me levou a um cheiro gostoso. A senhora estava agitando uma enorme panela de sopa. —Venha e se sente, querido.— Ela apontou para um banco na ilha. Subi enquanto colocava um prato fumegante de sopa perto de mim e, em seguida, colocou um pão com manteiga ao lado dele. Oh meu, mesmo manteiga! Uau! Baixei a cabeça e dei graças. Nós nunca oramos em casa, mas isso com certeza era algo para orar.


—Qual é o seu nome?— Ela perguntou quando sentou no banco à minha frente. —Mark, senhora— eu murmurei através de uma mordida do rolo. Oh isso, era tão bom! —Prazer em conhecê-lo, Mark. Meu nome é Abigail. —Ela me deu um sorriso caloroso. —As roupas se encaixam bem, como eu pensava que seria. Ele é do seu tamanho. —Ele?— Eu me perguntava quem ele era. Ela recarregou meu copo de leite. —Sim, o menino que vive aqui é da sua idade. O que você tem, sete ou oito? —Sete, senhora. —Essa é uma boa idade.— Ela me deu outro pão. —Onde você mora? Engoli um grande pedaço de pão e tentei lembrar meus modos. — Eu moro no parque de trailers na sexta linha. Seu rosto se suavizou, e eu sabia que ela sabia exatamente onde eu morava. —Você está na rua até tarde. —Nah, mamãe não gosta de mim em casa quando ela está bebendo. Ela me envia fora para procurar por comida quando ela não quer me levar para a cozinha para fazer sopa. —Eu coloquei minha sopa para baixo e lembrei que eu não poderia ir para casa de mãos vazias ou eu conseguiria outra surra. —Obrigado, senhorita pela comida e roupas. Você acha que está tudo bem levar um pão comigo? A Mamãe não gosta quando não levo nada para ela. Ela colocou a mão quente sobre a minha. —Você come, Mark. Eu vou fazer alguma coisa para levar para casa para sua mãe. Sério? —Ok.— Eu comecei a comer a sopa tão rápido quanto eu poderia apenas quando alguém entrou na cozinha. —Sue,— Abigail sussurrou, —nós temos um visitante tarde da noite. —Oh—, ela me olhou e abriu um grande sorriso, —você é um amigo de meu filho? —Umm, não, senhorita.— Bebi todo o copo de leite, e assim que eu coloquei para baixo, Abigail o recarregou. —Obrigado.


—Claro. Meninos como você precisam de lotes de leite para crescer grande e forte. Você bebe muito leite? —Eu balancei minha cabeça. Eu refleti sobre ter leite uma vez. Tem um gosto muito bom. Depois que ela me embalou uma caixa de comida, me levou a uma garagem. Abigail me levou para casa, e o carro pegou na primeira tentativa! Os assentos eram quentes enquanto eu afundava neles. Uau, eles tinham um monte de dinheiro. Eu queria saber qual era a sensação de conduzir um carro, especialmente um que tinha o aquecedor funcionando. —Umm, obrigado por tudo,— Eu nervosamente disse quando chegamos perto do nosso trailer. —Mamãe pode ficar brava...— Eu não quero falar sobre como ela me batia sem nenhum motivo. Abri a porta, e antes que eu saísse para a chuva, eu virei para ela. —Obrigado pela comida. Vou devolver as roupas amanhã. Abigail colocou a mão no meu ombro. —Por que você não mantêm as roupas e volta para o jantar amanhã? Meu estômago se apertou com isso. —Sério? Ah, ok, obrigado. Mal sabia eu que essas roupas limpas me fariam ganhar a surra de uma vida.

O sol quente batia contra as minhas pálpebras doloridas. Uma sombra cruzou sobre mim e meus sentidos chutaram. Peguei minha arma, mas ela não estava lá. Ah Merda! Onde estou? Minha memória correu de volta, mas estava confuso. Alguém tocou no meu braço e eu agarrei a mão e puxei-a para baixo. —Oh!— Uma voz feminina engasgou. Abri os olhos cansados e vi um par de olhos verdes profundos olhando para mim. —Está tudo bem— ela sussurrou enquanto seus longos cabelos castanhos se moviam sobre ela no meio. —Eu sou enfermeira, e você está no Hospital North Dakota. Eu só estava indo para verificar a sua temperatura. Me recordei das poucas lembranças que eu tinha antes que eu apagasse. Eu afrouxei meu aperto, mas ela não retirou sua mão imediatamente. —Você pode responder a algumas perguntas?— Sua voz era calma e reconfortante e pareceu aliviar a dor batendo atrás dos meus


olhos. Eu assenti com a cabeça com cuidado, pois a dor começou a vir à tona. —Você sabe o seu nome? Eu balancei a cabeça. Ela sorriu. —Você sabe em que ano estamos? Eu balancei a cabeça. Ela sorriu mais largo, o que fez seu rosto se acender. Maldição, ela era bonita. —Que cor é meus olhos? Comecei a acenar com a cabeça, mas parei quando a vi de ângulo. Ela queria uma resposta real. Eu não podia deixar de sorrir. —Bem, isso valeu a pena esperar.— Ela riu suavemente. Esperar? —Você esteve fora por um dia e meio.— Ela começou a mexer com a minha bolsa IV. —Mas isso é normal, considerando o que você já passou. Você sabe que foi baleado? Ok, ela deve estar sob o mesmo contrato que Molly. Ela olhou para o relógio vermelho brilhante. —Meu turno termina em vinte minutos, por isso Alvin vai ser sua enfermeira para as próximas doze horas.— Alvin? Meu estômago se afundou. Ela era uma coisinha quente.A observei enquanto ela se ocupava de suas tarefas e escrevia em sua prancheta. Olhos sexy verdes, rabo apertado, e longos cabelos castanhos com uma ligeira onda através dele. Esfregando o negro dos olhos me mostrou seus tênis Converse que me fez sorrir, considerando que a maioria das enfermeiras usavam sapatos práticos. Eu pensei naqueles Crocs horríveis que algumas pessoas insistiam em usar, até mesmo ao ponto de colar várias decorações nos buracos. Ela continuou a rabiscar em seu gráfico, em seguida, o virou fechado. —Eu posso obter alguma coisa pra você? Olhei para ela por um momento. Ela não se deslocou como se estivesse desconfortável como algumas mulheres faziam quando estavam em torno de homens como eu. Ela apenas olhou para trás com um sorriso fraco. Limpei a garganta e consegui grunhir para fora, — Água. —Claro que sim.— Ela abriu uma pequena geladeira e voltou com um copo e canudo amarelo. Ela segurou o canudo para a minha boca e esperou por mim para levá-lo. Eu me senti como um idiota, então eu


levantei a minha mão, mas ela bateu afastando. —Eu tive que dar banho de esponja um homem de sessenta anos antes. Você pode lidar comigo cuidando de você por alguns momentos. —Eu sorri, sentindo pena dela, e abri meus lábios e bebi a polegada e meia de água que ela me deu. —Mais— Eu resmunguei através de uma garganta como uma lixa. Ela balançou a cabeça com um rosto triste. —Desculpe, isso é tudo, Major. Eu coloquei a minha mão sobre a dela para fazê-la parar. —Por favor. —Você pode vomitar e causar danos aos seus pontos. Você teve um monte de medicação —Eu não vou, eu prometo.— Minhas mãos flexionaram. Eu precisava de água tão mal. —Prometo. Seus olhos se fecharam e ela soltou um suspiro. —Só um pouquinho mais.— Sua risada me fez feliz. Eu podia ver que ela estava quebrando suas próprias regras, e eu adorei. Como antes, eu bebi a coisa inteira em segundos, mas não empurrei a minha sorte. —Nem uma palavra.— Ela apontou o dedo para mim enquanto ela recuou. —Eu sei onde você mora.— Ela riu e moveu as mãos no ar para delinear o quarto. —Quarto 2203.— Seu nariz amassou quando ela abriu a porta. —Durma um pouco, Major Lopez. Dei-lhe uma saudação, e ela mudou-se para o corredor brilhante. Aquela garota era engraçada. Com o abastecedor para dor na mão, eu logo adormeci a um sono pesado.

Meu lábio inchado tornou difícil para beber a partir do copo. Eu babava conforme eu engoli três Advils. Que noite porra. Eu cuspi sangue para o lado e corri minha língua ao longo dos meus dentes de volta. Merda. O molar estava rachado, e a outra metade dele tinha desaparecido. —Você parece uma merda,— Billy murmurou enquanto saía do vestiário.


Esperei por ele para sair antes que eu mudei a minha camisa e coloquei a arma no coldre. Meu celular vibrou, e amaldiçoei quando li o texto.

Noah: Cinco dias antes do primeiro pagamento. Eu furtei meu polegar para abrir o telefone e rolar a página para baixo para atualizar o e-mail. Nada. Filho da puta ia me matar. Eu peguei meu reflexo no espelho do armário pendurado na porta. A raiva queimou no meu intestino direto através de minha pele. Eu odiava que eu sequer parecia igual. Eu fechei os olhos, tentando bloquear a memória Eu sabia o que estava por vir. —Ei, cara grande, qual é seu nome?— Seu sorriso era desprezível, e eu sabia o que esse homem queria. Eu sabia por que esta não era a primeira vez que isso tinha acontecido. A jaqueta vermelha de Mark me chamou a atenção através da janela, e minha raiva cresceu à medida que ele correu para sua liberdade enquanto eu tinha de ficar neste inferno do caralho. Foda-se. Olhei em volta e vi que estava sozinho. Girando o topo, eu abri a garrafa Snapple3 e bebi metade dela. A vodka era forte. Eu desisti de medi-la há muito tempo. Nos dias de hoje era apenas um pouco de suco, e o resto era todo o licor que eu poderia chegar em minhas mãos. Com isso, eu bati meu armário e fui tomar o que eu precisava.

3

refrigerante gaseificado


As próximas quarenta e oito horas foram difíceis. A enfermeira Alvin era uma completa idiota que nem sequer podia ler meu gráfico maldito. Em seguida, houve a enfermeira Dawn. Ela pensou que estivesse em uma aula de aprendiz, me furando com agulhas como se fosse uma colcha e sacudindo, porra. Onde diabos essas pessoas obtém seus diplomas? Minha cabeça doía, minha lateral doía, e este lugar maldito não me dava qualquer comida. Os lençóis tinham necessidade de serem queimados, as paredes eram insanamente brilhantes e eles precisavam de uma porra de comida! Eu não posso esperar até que entreguem a minha gelatina. Realmente gelatina? Isso não deve nunca ser considerado comida. Trouxeram e depois levaram de volta. Qual é o ponto dessa merda! Eu odeio gelatina! —O que há, luz do sol?— Cole sorriu da porta, e pelo olhar dele, ele estava me observando. —Vá embora. —Ainda sendo sugado? —Dane-se. —Ah, alguém parece irritado. O que, eles não te alimentaram? — Eu vacilei, mas ele viu. Sua mão voou para seu peito. —Ah, irmão, eu queria que você estivesse lá na noite passada. Abby fez uma enorme lombo de porco, com aquele molho que estava... —Você está morto para mim. Ele riu quando ele pulou para a frente, se movendo para fora do caminho para ... Lá estava ela. —Ei, pessoal.— Ela sorriu enquanto se dirigia para o meu IV. — Agora, você está muito melhor.— Ela me deu uma piscada. Cole me lançou um olhar enquanto checava ela. —Savannah— Eu murmurei de volta, recebendo um dedo médio.


Ela abriu o meu gráfico antes que perguntasse: —Como você está, coronel? —Muito bem, obrigado—, ele olhou para mim, —Mia. Realmente, imbecil, a base do primeiro nome? —Bom.— Ela olhou para ele, e eu manei-lhe o dedo de volta. — Fico feliz em ouvir isso. O telefone de Cole disparou, e ele pediu licença da sala. Sim, saia. Mia levou um momento para terminar a papelada, deslizando sua longa franja fora de sua linha de visão. —Verde profundo.— Minha voz estava rouca. Ela olhou para cima. —Perdão? —A cor dos seus olhos. Eles são verde profundo. Os cantos daqueles olhos verdes se enrugaram, suas bochechas ficaram coradas, transformando-as alguns tons mais escuros. —Bom.— Havia uma leveza em sua voz. Ela deslizou o gráfico para a manga na extremidade da cama. —Que dia é hoje? —Quarta-feira. —Qual é o seu nome, Major? —Major Mark Lopez, do Exército dos Estados Unidos. —Bom. —É a minha vez—, eu disse. —Qual o seu nome? —Huh.— Ela riu, quando cruzou os braços e levantou uma sobrancelha. —Mia Harper. Eu sou uma enfermeira no Hospital North Dakota . —O quanto nova você é? —Como...?— Ela parou. —As últimas duas enfermeiras idiotas que eu tinha não sabiam quem você era. —Você estava verificando sobre mim? Merda.—Não, eu... —Por que você estava verificando sobre mim?


—Espere. Como —Eu joguei as minhas mãos no ar,— como é que eu perdi o controle aqui? Ela riu e me serviu um pouco de água. —Oww,— Eu assobiei, inclinando-se no caminho para o lado, — Merda isso dói. —Oh, Deus.— Ela correu para o meu lado, colocando as mãos nos meus ombros para me impedir de cair. —Fácil, agora. —Você tem um cheiro agradável.— Eu dei-lhe um sorriso diabólico. Ela fechou os olhos, em seguida, pegou um botão para pedir ajuda. —Você vai ser um problema para mim, não vai, Mark? —Eu? Nunca. Ela apertou o botão e esperou por alguém para responder. — Alvin, você poderia dar ao paciente Mark Lopez um banho de esponja?— Meu rosto caiu. —Ele parece estar se recuperando muito rapidamente. —Com certeza, Mia.— Alvin parecia um pouco ansioso demais para mim. —Ninguém vai me lavar.— Eu cruzei os braços com um estremecimento. —Eu sou um homem crescido, passei por pior do que isso. Me dê o sabonete, e eu vou com prazer me lavar. Ela se inclinou para a minha volta e colocou no meu cobertor. — Agora, Mark, temos regras. Alvin entrou assobiando uma música. —Fora!— Gritei, mas o rosto de Mia me fez rir. Alvin olhou para ela por ajuda. —Mia? —Ok, Sr. Lopez.— Um médico veio, mas parou quando viu a minha fodida festa no quarto. —Portanto, este é o lugar onde meu pessoal está pendurado.— Ele fez questão de olhar para Mia, que deu de ombros, mas piscou para mim quando ela deu um tapinha em Alvin no ombro. Alvin saiu, mas quando Mia se virou, o médico a chamou de volta. —Fique, eu poderia usar a companhia.— Ele deu um sorriso, e ela voltou, mas eu não poderia dizer se era porque ele era seu chefe. —Meu nome é Dr. Evans.— Ele não olhou para cima de seu gráfico. Eu era um crente firme em contato com os olhos, e ele esfregou o caminho errado que ele não iria dar para mim, sendo o paciente. — Mark, como você está se sentindo hoje?


—Bem, Doutor, eu sinto como se tivesse levado um tiro.— Mia não conseguia esconder a sua diversão no meu comentário. —Então, é doloroso? —Sim, tiros são normalmente muito dolorosos. —Alguém poderia pensar que sim.— Ele balançou a cabeça enquanto ele folheava o meu gráfico. —Estou surpreso que eu não tenha esbarrado em você antes, considerando que este foi o seu terceiro tiro nos últimos cinco anos. Jesus. —Ele parou quando ele percebeu o que ele disse. —Bem, não é algo para o qual eu tenha apontado,— eu murmurei, sentindo alguma dor e mal humor. Ele, obviamente, nem sequer obteve o meu trocadilho. Eu não gosto de como tranquila Mia estava agora que o médico chegou. Isso me levou a acreditar que tinham uma história. Dr. Evans veio para o meu lado, puxou o cobertor, e sentiu em torno da ferida de saída. —Ou você está em um monte de medicação para a dor, ou você não está com tanta dor. —Você aprende rapidamente para interiorizar a dor na minha linha de trabalho, Doutor—, eu respondi, sentindo-me cansado. — Cinco,— eu assinalei. —Minha dor na escala. Ele sorriu com um aceno. —Você tinha estado por esse caminho antes. —Sim. Mia entregou-me um copo de água fria. Um page estava na sua orelha inclinada até o ombro enquanto ela ouvia. —Com licença. Dr. Evans apertou o botão do interfone. —Alvin, você pode voltar e dar ao Sr. Lopez o seu banho agora. —Vou passar. —Confie em mim, Mark, isto não é para você.— Ele estalou o gráfico fechado. —Tenha um bom dia. —Oh, sim, você também, Doutor.— Eu ri quando ele saiu. Alvin entrou com um sorriso. —Você está pronto, Mark? —Eu espero que você morra de uma morte lenta e dolorosa por isso.


Doze horas, duas cirurgias, e uma quase morte depois, eu estava muito, muito cansada. A semana tinha passado rapidamente, e houve uma série de novidades sobre a próxima sexta-feira à noite, para o Grid. Soava como diversão. No entanto, o peso dos problemas das pessoas nunca me deixava quando o turno terminava. Eu precisava de tempo para processar. Socializar com o pessoal não era algo que me interessava. —Lopez está pedindo mais um jantar.— Uma das enfermeiras sacudiu a cabeça. Mark estava começando a crescer na equipe esta semana. Ele era um namorador terrível com as mulheres mais velhas, e ele parecia ter chamado a atenção de Alvin também. —Lopez está pedindo outro jantar. — Uma das enfermeiras balançou a cabeça. Mark estava começando a crescer na equipe esta semana. Ele era terrível em flertar com as senhoras mais velhas, e ele parecia ter chamado a atenção de Alvin também. Eu levantei a mão, peguei minha bolsa e o livro atrás do posto, e corri para seu quarto. —Eu sabia que se eu reclamasse o suficiente eles mandariam você.— Ele deu um sorriso sexy. Cristo, seus olhos pareciam ver dentro de mim. Às vezes, ele me fazia sentir vulnerável. —Meu turno acabou, Major. Existe algo que eu possa fazer por você? —Por favor, algo que não foi feito dentro de uma fábrica de suor.— Ele empurrou sua carne ao molho pra longe. —Eu comi pior, mas eu não aguento mais. Não quando eu posso ver um Marie Callender da minha janela. Isso é meio mesquinho, você não acha? Eu ri antes de abrir minha bolsa e tirar uma torta de carne. — Aqui. Seus olhos brilharam quando ele espiou sob a tampa. —Bem, foda-me de lado. — Eu tive que desviar o olhar quando ele sorriu. A sensação que ele me dava era diferente do que eu estava acostumada. —Você fez isso?— Eu dei um aceno rápido antes de eu fechar a minha bolsa e ir em direção a porta. —Onde você vai? —Casa.


—Por quê? —Estou cansada. —Mas eu estou entediado.— Eu vi o seu sorriso brincalhão quando me virei e cruzei os braços. —Eu tenho uma fofoca. As meninas gostam disso, certo? —Eu não estive aqui tempo suficiente para saber que a maioria dos enfermeiros são os mesmos. Seu rosto amassou, e eu podia ver que ele estava indo para tentar um outro ângulo. —Eu ouvi dizer que você gosta de ler. Isso me jogou. —Como você -— Eu fechei os olhos. —Por que você e Molly estão falando de mim? —Eu queria saber o que você gosta. —Por quê? Ele ignorou a minha pergunta conforme ele jogou a tampa do recipiente da torta do pastor em seu colo, em seguida, pegou uma colher de plástico de sua bandeja e cavou. —Mia—. Dr. Evans enfiou a cabeça na porta, então parou e olhou para nós dois. —Você está saindo? Eu queria suspirar, mas mantive de volta. Notei que Mark estava me observando atentamente. —Não, eu acho que estou indo para casa. —Ponto em questão.— Ele deu de ombros quando ele fechou a porta. Eu sei, eu sei, eu sou uma solitária. Com um sorriso falso, eu virei para Mark. —Eu tenho que ir. Até mais tarde. —Assim que eu agarrei a maçaneta da porta, ele falou. —Obrigado pelo jantar. É realmente delicioso. A melhoria definitiva sobre a carne. —Sem problemas. Eu fui para o corredor e esperava que ninguém iria me reconhecer. Eu só queria ir para casa.

Toc Toc. Meu punho atendeu a porta do meu vizinho de baixo, que me cumprimentou com seu sorriso habitual pegajoso. —Mudança?


—Longa, mas boa. Ele se inclinou para seu ombro na entrada. —Você está diferente.— Seus olhos se estreitaram em mim. —Você não está me dizendo algo. Eu estendi minha mão. Ele assobiou, e um momento depois Butters, o nosso husky siberiano, veio correndo em minha direção, pulou no meu peito, e quase me derrubou. Ele era um cão enorme e pesava apenas um pouco menos do que eu. Um tempo atrás, o nosso vizinho que morava no prédio há mais de 20 anos faleceu. De alguma forma, o cão foi deixado com todos nós, para que se revezassem cuidando dele. Butters parecia ter um pequeno apego a mim. Sua língua rosa gigante lambeu todo o comprimento do meu rosto. —Eu só preciso dormir.— Eu chamei para Butters para seguir. — Vejo você mais tarde, Ed. A porta se fechou do elevador pesado, e logo entrei no meu apartamento estilo artístico-estúdio. Kyle, meu melhor amigo, e eu alugamos este lugar. Ele finalmente me convenceu a mudar para cá há dois meses. Ele recebeu a notícia há um mês atrás que ele ganhou um ponto em uma galeria de arte importante para mostrar o seu trabalho. Dizer que fiquei de coração partido quando ele saiu era um eufemismo. Agora eu tinha este apartamento enorme, janelas do chão ao teto com cerca nove metros de altura, e ninguém para compartilhar comigo. Eu agarrei a pizza da noite passada, deixando cair em um prato, agarrando uma garrafa de água da geladeira, e fui para o sofá. Butters me seguiu e se estabeleceu perto de mim. Normalmente, eu cozinho, mas essas mudanças estavam me afetando. Eu não fazia uma pausa quando eu deveria, e eu também me oferecia no centro médico local. Erro mal. Baixei os meus tênis chucks no chão, puxando os joelhos para cima, e cliquei na TV. Eu não tinha certeza do momento em eu fui para a cama. Estava escuro, a lua brilhava o suficiente para que eu não precisasse usar uma luz. Uma vez eu estava escondida entre os cobertores, eu dei um tapinha na cama, e Butters bateu-se à minha frente. Meu braço deslizou ao redor de seu peito, e eu enterrei minha cabeça ao lado dele. —Amo você, rapaz.— Eu beijei sua cabeça e fechei os olhos.


Quatro ases descansavam entre os meus dedos, então minhas chances eram bastante boas. Big Joe, que tinha sido limpo, sentou ao meu lado, parecendo como se ele pudesse desmaiar a qualquer momento de um ataque cardíaco. Eu desejava que eu estivesse sentado em frente dele para que eu pudesse ler seu rosto, mas não tive essa sorte. Em vez disso, eu precisava blefar minha mão. Meu pescoço estava comichando com o suor que estava constantemente correndo pelas minhas costas. Eu precisava vencer essa mão ou Noah ia cavar na minha cara novamente. —Dobro, — o indivíduo magro em frente a mim disse e jogou as cartas no centro da mesa. A lâmpada que pendia do teto de um único fio cintilou e nos fez olhar para cima. O armazém era um mercado de carne e fedia a carne, mesmo aqui, lá no fundo onde se realizava estes torneios. Minha cadeira gritou quando eu me desloquei, tentando esperar o próximo movimento do homem. —Dobro—. Ele suspirou antes de ele se levantar e se dirigir para o bar. A mulher loira que eu tinha visto em volta algumas vezes virou uma ficha vermelha mais e mais entre os dedos enquanto pensava. —Eu levanto mil.— Ela deslizou uma ficha preta na pilha. Sem hesitar, coloquei as minhas fichas. —Eu vejo o seu mil e levanto dois mil. —Chamando—. Big Joe seguiu com as suas fichas e esperou para ver o que iria acontecer.

O gelo se sentia bem na minha testa, mas a cama parecia ainda melhor. —Que diabos aconteceu com você?— Uma das meninas do departamento de reservas enfiou a cabeça no meu cubículo. —Lugar errado, hora errada—, eu menti e empurrei as imagens de seu punho esmagando em minha cabeça tão longe quanto eu poderia. Eu ainda evocava o som do tubo rachando meu crânio. Lembranças do jogo de cartas eram macias. —Você pode querer obter isso visto. Puxa, você vai prestar queixa?


Eu quase ri. Minha vida estava tão fodida agora que a última coisa que eu precisava era de mais pessoas na minha merda. —Nah, não vale a papelada. Eu esperei até que ela saísse antes de eu abrir meu e-mail. Nada. Você está fodidamente brincando comigo?

Fazia dois dias desde que eu tinha visto Mia. Eles me prenderam, com a enfermeira Alvin e alguma outra senhora que tinha a personalidade de uma maçaneta. O tédio não era algo que eu levava bem. Cole e Abigail queriam me visitar, mas eu lhes disse para ficar em casa. Não havia nada que eles pudessem fazer, e eles eram necessários na casa. Com um puxão rápido do IV, eu me libertei da maldita cama. Eu não gosto que me digam quando comer, quando dormir, quando tomar meus remédios. Eu era um homem crescido, e eu precisava voltar a minha rotina. —Ahh,— Eu gemi quando eu balancei as pernas sobre a borda da cama. Com meus pés plantados no chão, eu me levantei a uma posição ereta. Empurrando para trás a dor surda, mudei-me para a porta. Logo antes de eu sair, me olhei no espelho. Ali estava a minha bunda pendurada para fora para o mundo ver. Huh. O corredor estava ocupado, muitas coisas acontecendo. Isto era perfeito. Meus pés pareciam chumbo conforme eu mudei para uma cadeira aberta através do meu quarto. Enfiando minha camisola ridícula sob minhas pernas, eu sentei e observei como as pessoas zumbiam por mim. Minha liberdade durou uma hora e meia antes que a enfermeira Vikki Taylor me encontrasse. Seus braços estavam cruzados sobre o peito grande, sua roupa era de um verde limão brilhante, e ela – Sim tinha - Crocs com pequenos adesivos através dos dedos do pé. Sem comentários. —Sr. Lopez, —seus olhos se estreitaram em mim,— o que diabos você está fazendo fora da cama?


—Eu queria ver você de novo.— Eu mostrei-lhe um sorriso assassino. —Você sente isso? —O quê?— Ela perguntou. —Isso.— Eu cuidadosamente peguei a mão dela e vi seu rubor quando ela olhou para as outras senhoras assistindo. —A conexão que temos.— Ela revirou os olhos, mas eu poderia dizer que eu tinha ela. —Oh, enfermeira Taylor, o que está acontecendo dentro dessa bela cabeça sua? —Sr. Lopez. —Ela fez uma careta, mas não removeu a mão da minha. —Você está tendo pensamentos impróprios sobre mim? —Não!— A voz dela subiu, mas ela amava isso. —Você é uma pequena enfermeira suja, não é?— Eu me levantei instável. —Olha, agora você está ganhando das outras senhoras em corar.— Eu ri, mas depois vi Mia caminhando ao lado do Dr. Evans, que se despediu antes que ela me visse. —Sr. Lopez, cama, agora! —A enfermeira Taylor sacudiu seu pulso em direção a minha porta. —Mova-se pra frente. —Ok, ok.— Eu levantei minha mão, em seguida, me virei e as ouvi ofegar para a minha bunda nua. —Apenas algo para se lembrar de mim, senhoras. Alguém riu. —Oh, ele é terrível! —Eu o morderia!— Outra pessoa entrou na conversa. Acenei sobre meu ombro e fechei a porta da cela atrás de mim. A enfermeira Taylor entrou e colocou o meu IV de volta, e o tempo todo ela riu e corou. Ela empurrou um analgésico para dentro da agulha e me avisou para não sair novamente. Desnecessário dizer que, adormeci muito rapidamente depois da minha viagem ao corredor. Além disso, a medicação não demorou muito para fazer efeito.

Eu odiava a escola; Eu não me encaixava. Lutar era como eu mantinha os valentões na baía. As crianças eram más, e elas escolheram a mim por ter uma bêbada como mãe, onde vivia, o que eu usava. Parecia que eu não me encaixava em qualquer lugar. Lágrimas só faziam piorar a situação, e o medo parecia ser o único truque que funcionava com eles.


—Oh, olhe, eu me pergunto se há alguma bebida nesse saco para sua mãe. Não admira que ele não tem um pai. Ele provavelmente se matou para ficar longe de sua velha senhora bêbada! —Era esse merdinha do Tommy, que gostava de fazer da minha vida um inferno. —Foda-se.— Eu tinha uma boca grande para uma criança de sete anos de idade. Mais quatro rapazes apareceram do nada e o sorriso de Tommy cresceu. Deixei minha mochila e fiquei na posição de ter meu traseiro chutado. —Vamos acabar com isso.— Meus punhos vieram para proteger meu rosto. O garoto maior se aproximou e jogou um soco, mas eu abaixei e voei em torno dele. Eu nunca iria lançar o primeiro golpe. Eu tinha alguns costumes. Antes que eu percebesse, todos os garotos formaram um círculo em volta de mim, e eles começaram a cantar. —Lixo de reboque, lixo bêbado... vamos todos chutar a bunda dele. Alguém girou um dos rapazes ao redor e o chutou nas bolas. Huh? Um soco no meu estômago me trouxe de volta à realidade. Eu balancei, dei joelhadas, e chutes cegamente, fazendo o que fosse preciso para obter esses idiotas do meu pé. Uma vez que as crianças tiveram seus traseiros chutados, eu me inclinei para recuperar o fôlego. Meu nariz sangrando pingou sobre minha camisa. O garoto que me ajudou veio e deu um tapinha no meu ombro. —Você está bem? —Sim, obrigado. —Eu sou Cole. —Mark. —Eu sei.— Ele balançou a cabeça e enxugou a testa sangrenta. — Você conheceu minha babá Abigail na outra noite. Mordi meu lábio e desejei que eu pudesse ter vencido. Eu estava tão envergonhado que ele sabia que eu implorei em sua casa. —Está com fome?— Ele me entregou minha mochila como se não se importasse com isso. —Sim, eu poderia comer— eu respondi depois de alguma hesitação. Nós começamos a descer a estrada. —Obrigado por isso. —Claro, eles são idiotas.


Eu ri. Parece que eu não era o único que amaldiçoava como um marinheiro. Nós quase chegamos à rua de Cole quando vi a caminhonete verde cruzar a estrada em direção a nós. Eu sabia que era a sua caminhonete. Merda. Cole percebeu minha mudança de humor e sugeriu pegar um atalho. Fizemos isso algumas metros para a floresta antes que o caminhão ficasse mais lento e sua janela rolasse. Cole me puxou para trás de uma pedra para nos esconder. —Quem é aquele?

Eu saltei para frente, engolindo um enorme suspiro. Eu estava encharcado de suor e sentia como se eu estivesse prestes a estourar, se eu não saísse de lá. —Saia, saia!— Eu bati o lado da minha testa. Com outro puxão, eu me libertei e tropecei até o armário. Largando minha bolsa aos meus pés, eu me inclinei e torci quando puxei minhas roupas, isso doeu como o inferno, mas eu quase não notei. Estava colocando o meu jeans, e me atrapalhei com os botões quando a porta se abriu e Mia parou em seu caminho. Seus olhos caíram para o meu estômago nu, então meu jeans aberto. —O que você está fazendo?— Ela jogou o prontuário sobre a mesa. —Eu preciso sair daqui.— Eu tentei levantar meus braços sobre minha cabeça, mas isso não estava acontecendo. —Não, Mark.— Ela colocou as mãos nos meus ombros para me parar. —O que aconteceu? Minha mente estava girando. —Eu preciso sair. —Não, você não pode sair.— Sua mão se moveu para o meu peito por cima do meu batimento cardíaco selvagem. —Você está a mil por hora, Mark. Por favor, tome um momento e se acalme. Seus olhos verdes seguraram os meus, como se estivesse me desafiando, em sintonia com a frieza que vinha de sua mão. Estávamos pele com pele. Ela se contorceu e começou a recuar, mas para minha surpresa, minha mão pousou sobre a dela.


—Ainda não— eu sussurrei. Seus olhos não quebraram o contato. —Ok. Havia dois pés entre nós, mas seu cheiro de baunilha fresca me encontrou e ajudou a acalmar a tempestade dentro de mim. Acendi um fósforo mentalmente para perseguir as memórias pra longe. Se eu não for agressivo, eles retornam e me assombram novamente dentro de uma hora. Eu me afastei e deixei minha cabeça cair. Tinha sido um longo tempo desde que esse pensamento veio à tona. —Sem mais remédios para dor, está bem? Parece que mexe um pouco com a minha cabeça. —Eu tentei pôr um sorriso e recebi um pequeno de volta. —Mais alguns dias, você vai ter alta e poderá ir para casa.— Ela se virou e agarrou seu gráfico. —Eu vou chamar o médico para entrar e ver o que podemos mudar. Algumas pessoas têm reações diferentes para… —Não, não mais, por favor, Mia. Eu prefiro viajar em meus próprios pés, não em minha cabeça. —Ok.— Ela sorriu. —Eu entendo, mas coloque algumas roupas antes de Alvin chegar para lavar o suor fora de você. Eu tenho rondas para fazer. —Cheguei a dar-lhe um golpe, mas ela riu e bateu minha mão. —Comporte-se.— Ela saiu da sala, rindo. Voltei para a cama, tranquilizado pela visita de Mia. Acordei quando algo suave tocou meu rosto. Eu estava cansado demais para se importar. Eu tinha passado a maior parte da noite, olhando para a parede, não querendo voltar a dormir. Novamente, algo roçou minha bochecha. Meus olhos se abriram, e havia um Keith sorrindo para mim. Ótimo… —Bom dia, raio de sol. —Quem deixou você vir aqui?— Eu apertei o botão na cama para que eu pudesse sentar-se ereto. Ele bufou. —Aww, alguém está irritadiço. Eles não estão te alimentando o suficiente? —Falando nisso, me diga que veio me trazer alguma coisa.— Keith levantou um saco de Wendy.


—Wendy?— Eu resmunguei. Eu costumo odiar fast food, mas neste momento eu podia comer o chiclete debaixo da sua cadeira, eu estava com tanta fome. —Me dá!— Peguei a sacola de sua mão e tirei dois hambúrgueres e batatas fritas extra grandes. —Como está o seu músculo despedaçado?— Keith chutou os pés em cima da minha cama quando ele deu um enorme mordida em seu hambúrguer. —Melhor do que a facada no joelho. —Ou o vidro na orelha. —Ohhh, sim!— Eu me encolhi. —Isso foi áspero a algumas semanas. A porta se abriu, e Dr. Evans e Mia entraram. —Eu vejo que você tem o apetite de volta.— Dr. Evans fez uma cara de nojo. —Ele nunca me deixou.— Enfiei mais do hambúrguer em minha boca. Keith riu da minha afirmação verdadeira. —Um hambúrguer gorduroso não seria a minha primeira escolha de comida depois de eu ter sido baleado.— Dr. Evans pensou por um momento, depois olhou propositalmente para Mia. —Eu gostaria de ter um filé mignon, raro, com espargos e batata cozida.— Mia revirou os olhos quando ele se virou. Huh. Isso me fez sorrir. —Diga-me doutor, quando você levar um tiro, vamos ver se um hambúrguer soa bem para você ou não.— Dr. Evans me deu um olhar estranho antes dele começar a escrever em seu gráfico. —Parece que você está liberado para ir para casa amanhã. —Bem, uma certa mocinha vai ficar feliz.— Keith amassou seu lixo e começou seu segundo hambúrguer. —Livy com certeza está ficando impertinente. —Ela é parte de Savi.— Eu sorri. Eu senti falta da minha pequena ajudante. Savannah não fica muito tempo com Cole, então Keith e eu tentamos ajudar sempre que podíamos. —Quando eu posso ter alta para o trabalho, Doutor? —Mais algumas semanas… —Somos necessários em campo.— Eu o interrompi e olhei para Keith. —Vai ser uma viagem épica.— O nível de excitação de Keith me tinha empolgado.


—Mark, você estava… —Onde está o Dr. Flynn?— Eu odiava que eu parecia um idiota, mas sabia que ele iria me liberar cedo. Eu melhorei rapidamente e lidava com a dor melhor do que qualquer pessoa. Eu não perderia essa viagem. Os lábios do médico enrolaram sobre os dentes; ele não gostava de mim por pisá-lo. No entanto, eu podia ver que ele estava pesando sua decisão com cuidado. —Tudo bem, se é assim que isso funciona com vocês, homens. Eu acho que não tenho escolha, mas liberar você. O olhar de Mia agarrou ao seu. —Dr. Evans, eu não acho que isso é a… —Não estou à procura de uma segunda opinião, Mia.— Com um bufo, ele saiu do quarto enquanto Mia ficou lá com uma expressão estranha em seu rosto. Keith pegou seu celular Provavelmente para Cole.

e

começou

a

enviar

um

texto.

Mia afundou na cadeira vaga ao lado de Keith. —Mark, se você rasgar seus pontos internos, pode ficar muito ruim, realmente rápido. —Eu vou ficar bem. Eu já passei por pior. —Realmente vale a pena? Eu empurrei meu lixo fora. —Vale a pena derrubar alguém que tenha sequestrado e torturados crianças por esporte? Sim, vale. A cabeça de Keith levantou abruptamente, sem dúvida, porque eu estava muito aberto com ela. Sim, eles assinaram um NDA (Um acordo de não divulgação), mas ainda assim. Ela se inclinou, pegou uma batata frita, e começou a mordiscar o fim. Keith sorriu para nós dois. —A última menina que roubou comida de Mark teve que assar cookies para ele. Eu ri disso. Savannah tinha bolas, e assim, ao que parece, fazia Mia. —Ele comeu minha torta de carne, então estamos quites.— Ela piscou para mim. —Então, Mia, qual é a sua história?— Keith perguntou quando colocou o telefone longe.


—Não tenho muito uma.— Ela se levantou quando uma solicitação surgiu em seu rádio. —Mia, paciente na sala 334 está pedindo por você... nós precisamos de sua ajuda— disse a mulher no rádio em pânico. O rosto dela caiu, a preocupação se espalhando por todo seu rosto. —Diga ao Kenny eu estou no meu caminho. Não toque em seu braço. Ela olhou para nós. —Eu tenho que ir. —Vejo você por aí— Keith falou quando ela correu para fora da porta. Ele levou seu tempo para virar a cabeça de volta para mim. —Você a deixou comer sua batata. —Dane-se. Ele riu enquanto pegava o controle remoto. —Oh, você vai ficar?— Sarcasmo estava lá, mas ele sabia que eu queria que ele ficasse.

—Nããão! Não me toque! —Kenny gritou quando a enfermeira Taylor tentou furá-lo com outra agulha. —Eu quero morrer! —Kenny! Você precisa se acalmar. Estamos aqui para fazer você se sentir melhor… —Eu não vou ser a sua cobaia. Eu empurrei através do mar de enfermeiras e fiz com que ele pudesse ver que eu estava lá. Peguei sua mão direita e lhe dei um aperto. Seus olhos selvagens encontraram os meus, e eu podia ver que tinham o empurrado muito longe antes que me chamarem. —Estou aqui agora. Olhe para mim. —Eu abaixei minha voz e cautelosamente fui me sentar ao seu lado na cama, eu sabia que ele iria aceitar. —Ninguém mais, apenas você e eu. Seu agarre era apertado quando ele trouxe a si mesmo fora de sua borda. —Onde você estava? Eu perdi você. —Eu empurrei as lágrimas que sempre ameaçava cair quando ele dizia isso.


—Sempre aqui, Kenny, sempre aqui.— Eu beijei a palma de sua mão. —Estou com medo— confessou ele, então seus lábios começaram a tremer. —Eu só quero ir para casa. —Eu sei— minha garganta se contraiu —mas precisamos dar-lhe seus remédios. Ok? —Ele deu um aceno brusco quando eu tomei a agulha de Vikki Taylor. Os músculos de Kenny logo relaxaram, e seus olhos ficaram pesados. Eu lutei contra as emoções arranhando a superfície. O destino tinha um jeito de estragar e mostrar que estava no controle. —Uau, tudo bem, bom trabalho, a todos.— Dr. Evans apareceu na porta. —Vamos voltar as nossas rondas. Algumas das enfermeiras bateram no meu ombro quando saíram. Eu coloquei os cobertores de Kenny em torno de seus braços para mantê-lo aquecido. —Você está bem?— Dr. Evans perguntou quando entrou na sala. —Sim.— Eu me mantive de costas para ele como eu estava. —Mia, você não pode se apegar. —Eu não estou— eu respondi. —Estou feliz que você tenha um vínculo com Kenny, mas seu tempo está quase esgotado. —Não.— Eu me virei em meus pés. —Não se atreva a falar de alguém como se não estivesse aqui. Evans recostou-se contra a parede com uma expressão confusa. Ele nunca iria entender o quanto o meu trabalho significava para mim. —O cérebro de Kenny está sendo desligado. Ele acha que você é a mãe dele. —Ele tem quinze anos de idade. É tão ruim que eu posso lhe trazer algum grau de conforto? —Não— ele deu de ombros —Eu só estou nervoso que você não será capaz de voltar depois disso. Pode ser a qualquer momento. —Eu tenho que ir.— Eu passei por ele. Desde que eu vim para este hospital, Kenny começou a pensar que eu era sua mãe. Ele não tinha ninguém que se importasse com ele.


Sim, eu estava ligada, mas por uma boa razão. Além disso, ele era uma criança. Estendi a mão para o balcão enquanto eu tomava algumas respirações profundas. Tudo o que eu queria fazer era chutar e gritar para o mundo. Dr. Evans apareceu e virou-se para mim, então eu me virei na direção oposta e corri por um corredor silencioso. Eu me deixei afundar no chão fresco, inclinando a cabeça para trás. Eu não conseguia segurar as lágrimas que deslizavam pelo meu rosto. Meu celular tocou e eu puxei-o livre. Eu bati ignorar quando eu vi o identificador de chamadas. Com meus olhos bem fechados, eu deixei sair a dor do meu peito. Ela rasgou através de mim e meu corpo estremeceu com um soluço. A vida era tão injusta às vezes. Eu exalo um suspiro controlado para eu não me perder completamente, uma ferramenta que eu tinha usado uma e outra vez. Ninguém queria ver uma enfermeira perturbada. Faz com que as pessoas percam a esperança. —Este corredor está tomado?— Mark estava na minha frente, vestindo jeans e uma t-shirt. Eu rapidamente sequei minhas bochechas, mas foi inútil, quando mais lágrimas caíram. —Por que não está na cama?— Minha voz estava distante. —Oh, você sabe, só queria obter algum ar fresco do hospital.— Ele acenou com as mãos sobre o rosto quando respirou fundo. Eu ri. Ele era engraçado. —Você parece derrotada. —Derrotada não descreve como estou me sentindo. Ele se moveu cuidadosamente para se sentar ao meu lado. —Caramba, Mark, por favor, tenha cuidado. —Oh, por favor, eu estou bem.— Ele assoprou a minha preocupação. —Eu só finjo a dor assim para que as senhoras me visitem.— Ele me deu um olhar brincalhão. —Você é terrível.— Com um suspiro, eu tentei empurrar a dor para longe. —Então você vai sair amanhã? —Parece que sim.— Ele esticou a perna mais próxima de mim. —Quando é o seu próximo trabalho? Ele olhou para mim lendo meu rosto. —Em alguns dias. —Alguns dias?— Eu balancei a cabeça para ele. —Uau, você acha que você está pronto pra isso?


Ele sorriu, e eu pude ver que ele estava... mentalmente. —É muito perigoso?— Eu não pude deixar de perguntar. Ele deu de ombros; Imaginei que ele era questionado um monte. —Sempre é. —Será que não te assusta? —Nah, é mais uma corrida. —Sim, balas voando soa como uma corrida.— Eu levantei a minha sobrancelha, mas eu sabia que eu estava fora do meu elemento com este tema. A condição de Kenny estava realmente me atormentando hoje. Ele riu. —Sem mencionar as facadas, os reféns, os senhores das drogas, bombas e minas terrestres. Minha cabeça caiu para trás e fechei meus olhos. —Jesus. Por que você faz isso? Ele não respondeu, e eu abri meus olhos e vi ele olhando para a parede. —Sinto muito, eu pisei em cima da linha aí. —Não, não realmente. É tudo o que sei. Tem sido minha vida desde que eu tinha dezessete anos. —Você tem família?— As palavras saíram da minha boca. —Eu tenho.— Meu estômago afundou. Que diabos foi isso? Mark se virou para olhar para mim. —Eu tenho meus irmãos e minha mãe adotiva. Minha vida é diferente do que a maioria, e as mulheres logo descobrem que elas não gostam quando eu desapareço sem qualquer explicação. É uma batalha que todos nós caras lutamos. É muito difícil ter um relacionamento. —Isso deve ser difícil.— Olhei em seus olhos; eles pareciam ter uma posse louca em mim. Suas feições eram fortes e bem definidas com um tom suave. Ele transpirava confiança. —Isso pode ficar solitário—, ele admitiu. —Quando a namorada começa a fazer muitas perguntas, bem, vamos apenas dizer que quando chegamos nesse ponto, você geralmente tem que acabar com isso.— De vez em quando pode funcionar, embora, eu digo a mim mesmo, pensando em Cole e Savi. —Lamento ouvir isso. —Mm—, ele grunhi, seus olhos procuraram por algo, mas eu não estava certa do que.


—Eu deveria levá-lo ao seu quarto. —Você trabalha amanhã?— A pergunta dele me virou. —Sim. —Bom. Ele mancou em seus pés em um movimento rápido e me ofereceu uma mão. Eu peguei, e ele quase me levantou direto do chão. Seus olhos castanhos trancaram nos meus, e ele pegou uma lágrima com as costas de seu dedo. Eu tive que lutar contra a tentação de não se transformar em seu toque. —Dói ver esse choro menina bonita—, ele sussurrou perto da minha orelha. Seu hálito cheirava a Starburst vermelho (doce suave com sabor de fruta), e minha boca quase molhou com o desejo. Seu olhar segurou o meu diante de seu rosto deslizando de volta a um bom humor. Ele se ofereceu para ligar os braços comigo. Dei-lhe um sorriso. —O quê?— Ele brincou. —Eu poderia cair, Mia. Você quer que eu caia? —Ah, certo.— Eu bato na sua mão, mas ligo meus braços com ele. Santo inferno, seus braços eram enormes e tão duro quanto concreto. —Ei, você está muito quente, Mark.— Eu o parei e mudei a minha mão para sentir a sua testa. —Realmente, aqui, Mia?— Brincou. abertamente comigo no seu trabalho?

—Você

está

flertando

—Oh, pare.— Revirei os olhos, mas ele se sentia muito quente. Notei seus olhos não lutarem para fechar em meu toque. —A enfermeira Taylor não vai gostar disso.— Seus olhos se iluminaram com um suspiro dramático. —Faça o que for preciso.— Seus braços espalharam abertos como se para deixar-me sentir todo o seu corpo. Eu tive que rir. —Como você está se sentindo? Sério? —Quando estou ao seu redor? Ou em geral? Minhas bochechas ficaram quentes. —Você flerta com todas as mulheres em sua vida? —A maioria das mulheres em minha vida são minhas tias ou minha cunhada, então não, não excessivamente. Eu tentei não sorrir, mas algo sobre estar perto de Mark era contagiante.


Ele começou a nos levar em direção a seu quarto. —No entanto, há Livy. Aquela beleza me envolveu em torno de seu dedo mindinho. Ela é minha sobrinha bebê que dirige o navio em casa. —Livy é um nome doce.— Eu adorei que ele falou sobre ela dessa forma. Mostrou muito sobre seu caráter. Seu músculo do braço flexionou quando ele deu um passo errado, mas ele ignorou e começou de volta para cima novamente. —Não deixe que ela engane você com a sua doçura. Ela tem o mau humor de sua mãe e a teimosia de seu pai. Os três são uma combinação mortal. —Parece que você é muito próximo.— Eu ajudei-o de volta para a cama. —Bem, nós somos uma família, então você sabe. Eu dou um pequeno aceno de cabeça e afastou-me ainda com uma outra sensação dolorosa. — E você? —Eu? —Sim, você.— Ele sorriu quando eu dobrei as cobertas em torno dele. —Ambos os meus pais estão juntos, e sem irmãos. —Você é próxima? —Próxima como eu quero estar—, eu respondi com sinceridade. Eu olhei a sua temperatura, mas estava boa. —Então naturalmente corro quente quando estou perto de você, eu acho. —Eu queria que fosse assim. Eu estou sempre fria. —Eu coloquei minha mão em seu braço. —Vê? Sua mão caiu na minha. —E eu estou sempre quente. Veja, nós somos uma grande parceria. Virei-me para sair, mas ele pegou a minha mão como da última vez. —Você vai me dizer adeus amanhã? —Sim.— Eu esperei que o caroço inesperado deslizasse para baixo na minha garganta antes de eu terminar de responder. —Claro.—


Em casa não me senti tão bem até que eu bati na minha cama totalmente vestida e logo estava fria. —Eu só não entendo por que você quer ser uma enfermeira, Mia,— Mamãe reclamou na minha porta. —Eu amo o que faço. Isso não conta para alguma coisa? —Não, não quando você está desperdiçando seu talento.— O som do meu pai chegando me tinha estendendo a mão para a maçaneta. —Minha vida, meu jeito.— Eu fechei a porta na cara dela, com cuidado para não ser desrespeitosa, mas para fazer o meu ponto. Era minha vida, e a última coisa que eu precisava era do meu pai trazendo a sua opinião também. Respiração, quente fedorenta encheu meu nariz e me acordou do meu ciclo noturno normal. Dois olhos azuis gelo me encarando de volta, em seguida, sua língua lambeu toda a extensão do meu rosto. Isto parecia ser a sua coisa nova. Bruto. —Bom dia, garoto.— Eu esfreguei bem atrás de sua orelha. — Você deve estar com fome.— Ele latiu e pulou da cama, tendo alguns dos cobertores com ele. Eu gemi e virei para ver a hora. Oh merda ! Trinta minutos mais tarde eu corri pela porta da frente do hospital com um bagel preso na minha boca. Meus Chucks estavam desamarrados, e minha calça jeans e um suéter estavam mal secas desde que eu os roubei diretamente da secadora. —Eu sei, eu sei.— Eu acenei para Dr. Evans, que apontou para o relógio. Meu armário estava junto à porta, e depois de duas tentativas eu liberei o bloqueio. Joguei minhas coisas dentro e lutei com um par de uniformes azuis escuros. Eu chequei Kenny em primeiro lugar, mas ele parecia estar estável no momento, embora hoje ele parecesse mais pálido do que o normal. Eu me perguntava que tipo de Deus traria a um menino tão lindo para este planeta, só para tira-lo de tudo o que amava, então, oferecer-lhe uma morte lenta. Eu meti o pirulito que eu peguei para ele ontem em seu bolso como sua mãe costumava fazer, e lhe dei um rápido beijo na cabeça. —Mia.— A enfermeira Taylor chamou meu nome, mas eu ergui um dedo enquanto eu abria a porta de Mark. Parei quando vi que o seu quarto estava completamente esvaziado.


O que? —Eu queria dizer-lhe que ele foi liberado hoje e teve que sair. —Há quanto tempo?— Eu senti uma volta apertada intensa ao redor do meu peito. —Uma hora e meia. Acho que eles foram chamados para trabalhar ou algo assim. Eu me afundei na cama que já estava trocada. —Eu sinto Muito. Eu sei que ele era um amigo seu. —Sim, ele era.— Eu suspirei enquanto Vikki me entregou um envelope. —Ele deixou isso para você. Eu esperei que ela saísse antes de abrir. Meu dedo correu ao longo da vedação e quebrei-o aberto. Eu queria dizer adeus pessoalmente. Então, nós vamos ter que colocar em espera. Por agora, eu vou dizer, te vejo mais tarde, Mia. Mark. Meu estômago revirou. Eu conhecia este homem, por duas semanas. Será que eu realmente me importava que ele me deixou um bilhete? Coloquei-o dentro do meu bolso e saí para trabalhar o resto do meu turno.


Localização: México Coordenadas: Confidencial

—Aqui.— Cole me entregou um café quando ele se sentou ao meu lado. Estávamos prontos para bater uma casa em dez, mas eu precisava de um momento para obter a minha cabeça no lugar. Fazia três semanas desde que saí do hospital em Dakota do Norte. Eu odiava que eu saí sem me despedir. —O que está acontecendo com você? Tem certeza de que estará fazendo isso? Eu estava com medo que isso pudesse ser muito cedo —, ele perguntou enquanto verificava o clipe da arma. —Eu estou bem, não é nada—, eu bufei, apenas para obter um olhar aguçado dele. —Apenas pensando sobre as coisas. —Como? —Como coisas pessoais. —Sim, e ...— Cole colocou um pedaço de sua goma estupida desagradável na boca. —É a menina do hospital, não é? Magg... —Mia—, corrigi, mas parei quando eu percebi que ele tinha me apanhado. —Será que você obteve o seu número? —Não. —Por quê? —Por quê? Qual é o ponto? —Eu terminei o meu café, enquanto uma onda de miséria tomou conta de mim. —Sempre termina da mesma maneira. —Bem, ela é quente, eu vou dar isso a ela. —Ela é mais do que isso, no entanto. Cole levou um momento para torcer seu anel de casamento ausente em torno de seu dedo antes de responder. Nós não deveríamos usar nada pessoal no caso de nós sermos capturados. —Uma coisa que eu aprendi com Savi é que o nosso trabalho não é tudo.— Ele olhou


para cima. —Você passou por merda o suficiente em sua vida, Mark. Se você realmente gosta dessa garota, então vá em frente. Se for apenas uma coisa física, então, consiga isso para fora do seu sistema. Ninguém iria culpa-lo por se apaixonar. Eles o culpariam por não ter. —O amor é uma palavra forte para usar por apenas ter conhecido a menina pouco a mais de um mês. —Talvez, mas ao olhar para Savi. Eu me apaixonei por uma imagem e tive sorte o suficiente para ficar com a garota. —Sim—, eu ri —, alguém para mantê-lo na linha. —Foda-se. Vamos pegar esses idiotas. Todos nós tivemos um mau pressentimento quando entramos na casa. Algo estava fora. A porta rangeu e sacudiu uma vez que abriu. Luz solar brilhava através das barras pretas nas janelas. A fumaça de cigarro era pungente, e eu forcei a voltar a memória que correu pela minha espinha. Nós nos movemos para dentro com cautela, um atrás do outro. Uma torneira pingando e uma pia cheia de pratos semi acabados provou que não estávamos sozinhos. Um momento depois, descobrimos o por que. —Mova-se!— Cole gritou quando uma granada saltando em seguida, rolou aos nossos pés. Tudo o que eu podia ouvir era batida do meu coração enquanto nós dois corremos em torno do canto e mergulhamos atrás de um sofá. Houve um instante entre o momento em que você realmente registrava a ameaça e sentia o perigo. Era um momento em que você via todas as suas fichas estabelecidas na sua frente, e você se pergunta se esta seria a última vez que iria tomar um fôlego. Será que vou viver para ver outro dia com todos os meus membros intactos? O som viajou pelo ar, batendo meus ouvidos antes que eu fosse levantado e batesse em uma parede. Eu caí de lado duro, mas estava de pé um momento depois. Tropeçando como um bêbado desorientado, eu pisquei para limpar a minha visão. A casa estava cheia de poeira e detritos, e a lareira de madeira foi soprada em merda. Com a minha arma levantada, refiz meus passos para onde eu tinha visto Cole pela última vez. Encontrei-o debaixo de uma mesa em colapso, a frio. Merda. Com a mão trêmula, eu apertei o botão no meu pescoço. —Corvo Dois para Raposa Um.


—Raposa Um para Corvo Dois, o que diabos está acontecendo aí dentro?— Paul gritou pelo rádio. —Corvo Um está caído. Repito, Corvo Um está caído. —Então Quando eu ouvi alguém atrás de mim, a coronha do rifle estava balançado, indo para minha traquéia. Batendo o meu peso do corpo para frente, eu consegui reverter o fodido longe de mim. Eu me afastei rápido e disparei dois socos em seu peito. Eu estava prestes a virar quando algo bateu na minha cabeça e meu corpo caiu como uma pedra, meu cérebro vendo estrelas. Eu ouvi um tiro. O rosto de Keith apareceu quando meu atacante caiu no chão ao meu lado. Seus olhos abertos ainda carregavam uma expressão chocada. —Bom?— Keith me ajudou a levantar, me segurando com firmeza. Minha cabeça estava leve e eu tinha vertigens, mas eu acenei para ele em deixar ir. Nós dois agarramos Cole e o levamos para fora da casa. Seus pés deixando um rasto no chão, por isso, tivemos que tomar o caminho mais longo através dos arbustos. Não há necessidade de anunciar nossa direção. Paul e John correram para nos ajudar para o Rover. Minha visão estava embaçada e minha cabeça latejava, mas nada importava com Cole deitado inconsciente no assento. O passeio de helicóptero foi doloroso, mas Cole, amarrado firmemente a uma colete ortopédico, estava começando a se mexer, o que era um bom sinal. Como muitas vezes antes, nós saltamos como um esquadrão EMT na pista e corremos para os elevadores do hospital. Keith e eu ficamos ao seu lado durante todo o caminho, e John e Paul fizeram o controle de danos lá em casa. Alguém ia precisar de domar Savannah para mantêla de aparecer por aqui. Molly foi a primeira a cumprimentar-nos, e ela começou a latir ordens para os outros enquanto eles buscavam pelo Dr. Flynn. —O que aconteceu?— Molly gritou sobre a conversa. Vi Mia correndo fora. —Granada. Mia quase congelou quando ela me ouviu. Ela balançou a cabeça, em seguida, lhes ordenou que levassem Cole para a cama seis. Ela correu para ficar na minha frente. As mãos dela foram para o meu rosto, então se retraíram quando ela percebeu o que ela fez. —Você está bem?


Olhei para o meu equipamento preto, duas armas amarradas ao meu quadril, uma faca na minha coxa, e eu parecia que eu estava ... bem, como se eu estivesse quase explodido por uma granada. —Sim, eu estou bem. Ela estendeu a mão e gentilmente tocou minha cabeça. Seus dedos frios imediatamente me confortaram. —Necessita de uma Tomografia e os pontos. —Pontos—, retruquei, —mas somente se você for a costureira,— Eu brinquei. O peito dela caiu enquanto ela bufou em frustração. —Tudo bem, vamos lá. Ela me levou para uma sala silenciosa, onde ela me disse para sentar-se na cama e cuidadosamente limpou meu corte. A sensação na sala mudou. Senti que ela ficou chateada pela forma como sua respiração tinha mudado. Tentei aliviar o clima. —Nós temos que parar de nos encontrar assim. —Eu estou supondo que granadas não era fogo amigo? —Fogo amigo?— Eu ri de sua escolha de palavras. —Eu trabalho em um lugar onde eu ouço muitos termos. Você ficaria surpreso com o que vem por aquelas portas duplas. —Sua cabeça baixou e ela soltou um suspiro. —Hey,— eu levantei seu queixo para que ela olhasse para mim, — o que há de errado? Sua boca puxou de um lado, mas eu poderia dizer que ela não era a auto brincalhona normal. —Foi apenas um longo par de semanas.— Com um aceno de cabeça, ela forçou um sorriso. —Então, fizeram você pegar os caras maus? Eu sentei reto, a reação natural do meu corpo quando eu pensava nos homens que tinha matado. Eu não estava orgulhoso do número de mortes que eu tinha feito parte, mas eu não estava chateado por eles também. Os homens que matamos haviam feito coisas terríveis com pessoas boas. —Sim, você poderia dizer isso. Ela se moveu na minha frente, entre as minhas pernas, e segurou a minha cabeça para que eu olhasse para ela. —Como está a sua visão?


Ela lambeu o lábio inferior. Eu silenciosamente implorei para saber qual ela o seu gosto. —Não há queixas aqui. Seu sorriso tocou seus olhos e os fez brilhar. Seu nariz tinha a inclinação para baixo perfeita que fazia seus lábios rosados aparecer. Seu cabelo longo, brilhante cheirando recém-lavados, e um perfume suave, doce permanecia em sua pele. Ela era muito possivelmente a mulher mais linda que eu já vi. Isso me fez querer tocá-la ... —Eu gostaria que você me deixasse reservar-lhe uma tomografia computadorizada—, disse ela, interrompendo meus pensamentos. —Eu estou bem.— Tentei decidir qual lugar gostaria de beijar pela primeira vez. —E se você não estiver?— Ela soltou e recuou. —Você se importaria? —Sim—, ela deixou escapar, em seguida, tentou corrigir sua explosão. —Quero dizer, é claro, você é meu paciente. E eu me preocupo com todas essas pessoas. —Essas pessoas?— Eu sorri, amando este momento. —Você sabe o que, pensando bem, tenho certeza que você está bem.— Ela se moveu, e assim eu fiz. —Ahh ...— Porra, meu lado. —É isso aí. Tire o seu equipamento assustador . —Realmente, isso —Mark, por favor—, ela quase implorou: —deixe-me fazer o meu trabalho. Eu estava, com o meu peito quase tocando o dela, e cuidadosamente comecei a tirar o meu colete. Minha t-shirt estava encharcada de suor, e com um pouco de sangue encharcado por cima do meu ombro. Ela me ajudou a despir a estrutura do meu torso dolorido. Seus longos cabelos escovando pelo meu estômago, e eu engoli um gemido. Parecia tão macio. Mais uma vez os olhos roçaram sobre o meu corpo, e onde quer que fossem, senti um leve puxão na direção dela. —Por que estou sempre me despido em torno de você? —Vantagens do trabalho—, brincou ela, e eu podia ver que ela estava vindo ao redor.


—Que vantagem poderia ir bem rápido para o sul com esse velho cara do outro lado do corredor. Ela riu e senti em volta do meu estômago. —Então, eu vou viver? —Hoje, eu acho que você vai. Levante os braços acima da cabeça . —Sim, senhora. Ela espiou por mim de baixo de sua longa franja. Suas mãos calmas, macias deslizaram a minha volta. —Dor em qualquer lugar?— —Não enquanto você está fazendo isso.— Eu dei um bufo ao seu toque. Eu queria estar fazendo o mesmo com ela. —Eu acho que você tem duas costelas fraturadas, e ...— os dedos caminharam ao longo do meu lado —, alguns hematomas bem intensos ao longo do seu lado aqui. Deixe-me ir te pegar um pouco de fita. Vou verificar como o seu amigo está indo, ok? —Não para remédios de dor. Ela parou para olhar para mim. —Eu lembro. Após Mia sair, a enfermeira Alvin entrou e me enfaixou, sob as ordens do Dr. Evans. Eu vi que eu tinha um pouco de competição. Depois que me tocou um pouco mais do que eu precisava, eu me vesti e segui de volta para a sala de espera, onde o resto da equipe esperava. A enfermeira Taylor veio e nos deu uma atualização. —Sr. Logan teve uma boa batida na cabeça. Ele está estável e será liberado dentro de quarenta e oito horas. —Ela olhou para mim com um sorriso tímido. —Você está me despindo com os olhos de novo, enfermeira Taylor?— Ela corou e riu enquanto se afastava. —Ok, eu vou sair.— Keith levantou e sacudiu a cabeça para os outros caras. —Mark parece em casa aqui, assim ele pode ser a babá. Acenei enquanto eles se dirigiam para o caminhão. Após uma hora olhando para a parede, resolvi passear um pouco. Não demorou muito tempo para encontrá-la, e eu fiquei para trás e ouvi da porta. Ela estava de costas para mim enquanto ela segurava a mão de uma criança. Eles pareciam próximos. Ela sorriu e passou as mãos pelo seu cabelo algumas vezes. —Você é tão especial, Kenny.— Ela beijou suas mãos. —Eu te amo, mãe.— Meu estômago afundou. O que?


—E eu te amo. Hora para uma soneca, ok? Ele balançou a cabeça e fechou os olhos. Mia começou a cantar— Sittin 'on the Dock of the Bay—, de Otis Redding. Eu não podia deixar de se inclinar e ouvir a sua voz. Com habilidades de piano de Savannah e a voz de Mia, poderíamos ter uma banda em breve. Eu sorri com o pensamento, principalmente porque eu nunca tinha pensado sobre uma mulher assim. Melanie era ótima, mas ... Eu empurrei para o lado a nuvem escura. Eu amava o meu trabalho, mas poderia ser um pensamento um pouco deprimente sobre o futuro. Eu estava perdido em suas palavras quando de repente ela parou de cantar. Eu bati para fora da minha neblina e a vi olhando para mim. Seu rosto estava pálido e seus olhos vidrados. Ela levantou-se, aninhou o menino, em seguida, passou por mim e para o posto de enfermagem. —Hey, Mia.— Corri atrás dela. — Quem é esse? —Um paciente. —Ele é seu filho? —O que? —Eu ouvi o que ele disse a você. —Isso foi privado.— Lágrimas margeou seus olhos. —Mia!— a voz de Dr. Evans cortou a tensão. —Eu poderia usar a sua ajuda, se você pudesse poupar um momento.— Ele olhou para mim. —Seu amigo está na sala 346.— Eu tive o ponto. —Desculpe-me,— Mia fez seu caminho, com a cabeça para baixo e os ombros caídos para a frente. —Tenha cuidado, Mark.— A enfermeira Taylor fingiu organizar sua papelada. —Isso é um assunto delicado para ela. —Ele é seu filho? —Não.— Ela virou-se quando outro médico veio e entregou-lhe uma pilha de cartas. —Sr. Lopez, —Dr. Evans apareceu ao meu lado,— Eu entendo que você está aqui para o seu amigo, mas ele está no quarto 346. —Então você mencionou.— Eu poderia dizer que ele estava irritado comigo. —Eu preciso de você para deixar minha equipe sozinha.


—Você quer dizer Mia?— Eu inclinei meus ombros. Nós éramos quase da mesma altura, mas eu tinha cerca de uma centena de libras nele. A enfermeira Taylor revirou os olhos para ele. Eu levei isto com se elas tinham lidado com ele antes. —Quero dizer a todos. Com uma piscadela, eu dei um tapa em seu ombro. —Você sabe que os Logans investem grande quantidade de fundos neste hospital. Nós gastamos muito tempo aqui. —O seu ponto, Sr. Lopez? —Meu ponto é que você vai ver um monte de mim e aos meus homens.— Eu dei-lhe um sorriso. —E é major Lopez. Passando por ele, eu fiz o meu caminho para o quarto de Cole. —Se não é a minha luz do sol. —Morra.— Cole olhava para a gelatina verde que balançou quando eu apoiei os pés em cima da sua cama. —Terminou o fingimento já?— Eu tirei uma barra de proteína, sabendo que Cole amava isso. — Eu quero um pouco. —Nah,— meus olhos rolaram em minha cabeça , não é suficiente para compartilhar. —Foda-se. —Ah, alguém está irritadiço? Eles não te alimentam o suficiente? —Eu me diverti muito enquanto jogava suas palavras de volta para ele. Ele empurrou a gelatina fora de sua vista. —Quando eu posso sair deste lugar? —Quarenta e oito horas. —Foda-me.— Sua cabeça caiu para trás. —É foda-me de lado,— eu murmurei com a boca cheia de comida. Cole me deu um olhar irritado. —Por favor, me diga que você não chamou ... —A Sra— eu interrompi. —Sim, eu meio que gosto de manter minhas bolas onde elas estão, obrigado. Cole riu, então apertou os olhos quando a dor chutou para cima. —Deus, eu amo essa mulher.


—E todos nós somos gratos por isso, mas se vocês dois pudessem parar de agir como coelhos em seu escritório, isso seria muito bom.— Ele deu de ombros descaradamente. Cole não se importava como ele e Savannah eram sempre famintos um pelo outro. —Falando de quente e pesado, você encontrou a sua enfermeira sexy? Maya? —Mia? —Sim—, ele sorriu quando eu corrigi o nome dela, —Mia. —Eu pareço ter alguma concorrência com o Dr. Evans. —O médico bonito?— Cole riu. —Eu acho que ele faz as sobrancelhas. Eu fiz uma careta com o seu comentário. —O dia que você me pegar em um Spa é o dia da minha morte. —Amém, irmão. Eu entreti Cole até ele desmaiar em torno das seis, então eu assisti The Killing até o seguir no sono. A cadeira de vinil verde desagradável quase me matou em torno das quatro horas que eu estava completamente muito grande para um lugar tão pequeno. Minha tentativa de ficar quieto falhou miseravelmente quando bati na mesa e a garrafa de Snapple de vidro derrubou e caiu no chão. —Porta, agora!— Cole apontou sem abrir os olhos. —Eu estou bem, obrigado por perguntar. Você pode pagar por minha terapia quando eu lhe digo o que aquele apoio de braços fez comigo antes. —Eu caminhei fora do quarto com um sorriso. O corredor estava escuro, e apenas dois enfermeiros estavam na estação. Eu decidi passear em busca de um pouco de café ou talvez uma cama aberta. Eu tinha visto o suficiente de TV para saber que havia uma sala de plantão dos enfermeiros usada quando eles estavam no intervalo. Três corredores e doze portas depois, encontrei uma sala aberta para a equipe. Com um olhar por cima do meu ombro, eu deslizei para dentro. —Oh, sim—, eu murmurei e enrolado na grande cama e desmaiei em questão de segundos.


A última cirurgia ocorreu horrivelmente. Eu assisti a luta de uma menina de dez anos de idade por sua vida, apenas para tê-la escapando quando estávamos fechando. Ela tinha estado no banco da frente, quando ela e sua mãe foram atingidas por um ônibus escolar vazio. Sua mãe morreu no impacto, mas a filha tinha a chance de sessenta por cento. Eu tinha perdido quatro filhos - Bem, agora cinco - desde que comecei a trabalhar como enfermeira e nove pessoas adultas. Não importa o quão independente você era deles. Perder um paciente criança te deixava se sentindo como nada que alguém pudesse explicar. Eu acendi a luz e pulei. Mark estava em minha cama de plantão. Com uma espiada no corredor, eu me mudei para fechar a porta atrás de mim. Estava tão cansada, e essa cama era tão confortável com ele sobre o colchão. Sentei-me na beira da cama e cuidadosamente balancei seu ombro. —Mark,— eu sussurrei. — Mark? Seus olhos se abriram e ele olhou para mim. —Oh, merda, eu sinto muito.— Ele começou a se mover, mas eu o parei. —Hey,— sua mão se aproximou e tocou a minha bochecha, — você estava chorando? Meu queixo tremeu e eu desviei o olhar. —Noite difícil. Apenas a enfermeira que eu sou, chorando sobre cada paciente. —Parece que você precisa disso mais do que eu. —Não—, eu tentei sorrir, — está tudo bem. Eu não acho que eu posso dormir de qualquer maneira. Ele se mudou para inclinar as costas contra a parede e bateu ao lado de sua perna. —Por que você simplesmente não se senta comigo um pouco? Tinha sido um longo tempo desde que eu permiti-me um pouco de companhia. Achei que não faria mal. Com um toque, eu estabeleci-me ao lado dele. O corpo dele era muito maior do que o meu, e o calor que irradiava dele era reconfortante.


—Você está congelando.— Ele puxou o cobertor sobre meu colo de uma forma carinhosa. Eu não tinha certeza por que eu deixei ele fazer isso, mas algo sobre o quanto ele parecia gostar de cuidar de mim era ... legal. —Eu nunca consigo ficar quente.— Eu bocejei e cobri minha boca quando eu percebi que poderia ter vindo fora e rude. —Desculpa. Ele me concedeu um sorriso sexy. —Por quê? —Por bocejar. Tem sido um longo dia. —Então você mencionou. Eu balancei a cabeça enquanto meus olhos ficaram intensamente pesados. —Perdemos uma menina hoje. —Sinto muito, Mia.— Ele passou um braço em volta dos meus ombros e me deu um abraço. —Se isso ajuda alguma coisa, eu sei como é isso.— Ele removeu seu braço, e eu senti um frio repentino. —Ajuda, obrigada.— Eu tremi e aproximei- me. Ele moveu o braço para que cobrisse mais de mim. Eu não me lembro muito mais do que isso, mas eu sabia que era a primeira vez em muito tempo que eu fui para a cama quente. Abri os olhos ao ouvir o som da porta clicando aberta. Era a equipe de limpeza, que desistiu quando viu que o quarto não estava vazio. Eu estava muito confortável, e levou ao meu cérebro cerca de trinta segundos para perceber que eu não estava sozinha. Subi para uma posição sentada e olhei para Mark escorado no canto, e eu aparentemente estava usando seu ombro como um travesseiro. Oh meu Deus! Eu me perguntei quem mais viu-nos desta maneira. Isto não estava bem. As pessoas poderiam ser demitidas por dormir com um paciente. O fugaz pensamento que ele não era realmente um paciente, por si só, foi posto de lado enquanto deslizei rapidamente para fora da cama. O que eu estava pensando? Com um olhar por cima do meu ombro, eu vi que ele ainda estava desmaiado. Havia uma parte de mim que queria se aconchegar de volta e dormir por mais doze horas. Arrumei meu cabelo o melhor que pude e olhei para o relógio. Merda! Eu estava atrasada para me preparar para a próxima cirurgia. Dr. Evans me queria em cada uma de suas operações. Ele disse que nós éramos uma boa equipe, mas eu pensei que ele só queria chegar em minhas calças. Ele era bom o suficiente, mas como


a maioria dos médicos, muito cheio de si mesmo, e ele simplesmente não era o meu tipo. Por mais que eu realmente não queira, eu balancei o ombro de Mark até que seus olhos se abriram. Um sorriso preguiçoso apareceu, e meus joelhos quase me falharam. —Você precisa ir embora. A outra equipe estará aqui em breve . —Ok.— Ele levantou-se e esfregou o rosto. —Você dormiu? —Como uma rocha. No entanto, eu poderia usar outras vinte e quatro. —Quando você sai? Parei a fixação do meu uniforme. —Umm, cinco horas.— Ele assentiu. —Eu tenho que ir. Eu tenho a cirurgia. —Logo antes de eu abrir a porta, eu virei para ele. —Quando você vai voltar? —Amanhã, eu acho.— Ele pegou minha expressão, mas se recuperou rapidamente. —Eu acho que eu te vejo por aí.— Saí porque eu não gostei do nó que se formou no meu estômago quando eu pensava sobre ele sair.

—Grande trabalho lá.— Dr. Evans veio atrás de mim enquanto eu corria para o posto de enfermagem. —Nós fazemos uma grande equipe.— —Sim—, era tudo que eu poderia pensar em dizer de volta. Quatro cirurgias em um turno, e eu estava quase terminando. —Mia.— A enfermeira Taylor - Vikki - saiu de trás da estação. — Isto foi deixado para você.— Ela me deu um sorriso, em seguida, fez uma careta para a sombra de Dr. Evans 'atrás de mim. —O que é isso?— Eu olhei no saco assim como ela definiu uma xícara fumegante de café na minha frente. Minha boca encheu de água conforme ela me entregou uma nota. Coma alguma coisa, você vai se sentir melhor. Mark. Sorri quando eu retirei um sanduíche de café da manhã e tomei uma mordida enorme. —Ohh, tão bom,— eu gemi, esquecendo as pessoas que estavam lá. Normalmente, eu só comia uma vez, às vezes duas vezes ao longo do meu turno. Eu nunca parecia parar.


—De quem é que isso?— Dr. Evans perguntou quando ele olhou por cima do ombro para ver a nota. —Um amigo.— Peguei meu café e me apressei pelo corredor até o quarto de Cole, onde eu esperava encontrar Mark. No momento que eu bati o quarto, meu corpo já estava se recuperando com a proteína. O café foi a cereja no topo do bolo. Eu abri a porta e vi uma linda mulher inclinando-se sobre a cama de Cole. —Bom dia.— Eu puxei o gráfico de Cole para ver como sua noite foi. —Oh, Mia,— Cole puxou a minha atenção —, esta é a minha esposa, Savannah. —Prazer em conhecê-la.— Savannah ofereceu sua mão para uma agitação, e eu devolvi, mas não sem antes ela me dar um olhar engraçado. —Prazer em conhecê-la também. Ela sorriu para Cole, que sacudiu a cabeça. O que estava acontecendo? —Então, Mia...— Savannah veio para o meu lado. Ela estava deslumbrante em um par de calças pretas, um suéter arrebatador, brincos de ouro e pulseiras. Meus pés estavam com inveja quando eu tomei em seus saltos pretos. —Diga-me uma coisa, Mia. Você está solteira? Eu quase engasguei com o meu café. —Eu não faço trios. Sem ofensa. —Oh, merda.— Cole estalou enquanto ele ria em seu travesseiro. —Não levo.— Savannah rejeitou o meu último comentário alegremente. —Não, eu só estava perguntando por curiosidade. A porta se abriu. — Enfermeira Taylor é uma suja -— Mark parou quando me viu. —Vejo que você tem o meu presente. —Eu tenho, obrigado.— Eu sorri, mas tive que desviar o olhar quando eu senti meu rosto esquentar. —Eu me sinto muito melhor.— — É bom ouvir. Como foi a sua cirurgia? —Melhor do que ontem.— Eu peguei seu sorriso, e seus dentes pareciam brancos e brilhantes contra sua tez escura. —Eu estou feliz em ouvir isso. —Então, Mia, quando eu posso pegar esse cara para casa? Temos algum grande atraso a recuperar. —Savannah segurou a mão de Cole


quando se sentou ao lado dele. O amor derramando fora deles era palpável. —Ahh ...— Eu tive que forçar o meu olhar. —Eu irei pegar com o Dr. Evans, mas eu acho que ele vai libertá-lo hoje à tarde ou amanhã de manhã. —Ok.— Savannah se inclinou e deu em Cole um longo beijo. Mark estava me observando. —Vou deixar vocês três . —Sim, obrigado.— Mark riu. —Espere.— Ele abriu a porta para mim e fechou-a atrás dele. Ele tinha mudado dentro de uma calça verde do exército e uma t-shirt preta. Jesus, ele era sólido em todos os lugares. —Posso te levar para jantar hoje à noite?— Parei quando vi o Dr. Evans na esquina. —Só para você saber, eu não aguento rejeição bem. Isso me fez rir. —Isso, eu posso ver. —Então? —Mia—, o Dr. Evans gritou e começou a caminhar em nossa direção. —Ele quer um pedaço de você?— Mark perguntou, irritado. —Hã? Hum, que horas? Ele sorriu e pensou por um momento. —Seis. Aqui, —ele me entregou um cartão,—me mande um texto com o seu endereço, e eu vou buscá-la. —OK. —Mia!— Dr. Evans gritou meu nome, e algumas das enfermeiras pararam e olharam. —Eu bipei você. —Eu sinto Muito. Eu não peguei qualquer ... —Eu verifiquei meu pager, e não havia um dele. Dr. Evans olhou para Mark, em seguida, de volta para mim. —É preciso lembrar, Mia que você trabalha aqui. Isso não é um ponto de encontro. —Uau—, Mark assobiou. —Desculpe, isso não vai acontecer de novo.— Eu tentei acalmar a tempestade que poderia pousar aqui em breve. —Eu tenho que ir.— Eu virei para Mark e ergui o cartão para que ele soubesse que eu ainda estava para esta noite.


Todo o meu armário estava empilhado na minha cama enquanto eu escolhia algo para vestir. Butters observava, impressionado, enquanto estava esparramado em cima dos meus travesseiros. Ele sentiu que não estava indo ter qualquer pizza compartilhada esta noite. Eu finalmente quebrei e peguei meu telefone de baixo da pilha de roupas. Mia: Oi, correndo o risco de soar como um pintinho, o que eu devo vestir esta noite? Um momento depois, meu telefone tocou. Mark: Nós temos reservas no Toasty Ties. Me desculpe. Savi está agora me dando a merda por não ter te contado antes. Comecei a rir. Algo me disse que Savannah e eu nos daríamos muito bem. Mia: Não é um problema. (Digo isso porque Savannah está lhe dando merda, e eu não preciso.) Obrigado. :-) Depois que eu pesquisei o restaurante e tentei em mais três tentativas de roupas, decidi em um vestido preto rodado que atingia um pouco acima do joelho. Eu estava indo para o sexy, mas não tentando muito duro. Com meus saltos vermelho-fundo e meu cabelo longo e em ondas, eu olhava para meu reflexo no espelho. Seu rosto aparecendo, e eu fechei os olhos. Eu não poderia ir lá ainda. Eu arrumei tudo, dei água a Butters, e levei um momento para respirar. Uau, eu estava realmente nervosa. Tinha sido um longo tempo desde que eu tinha estado em um encontro. BzzzzzzzBzzzzzz. Meu interfone explodiu. Corri e apertei o botão pequeno quadrado. —Olá? —Ei, lá, moça bonita.— Sua voz tinha um pequeno raspagem nela, o que o deixou ainda mais sexy. Merda, isso me bateu - eu peço para ele subir ou eu apenas o deixo lá embaixo? Merda, merda, merda! Olhei para o relógio e vi que as reservas eram para dali trinta minutos. Meu intestino estava revirando. —Eu vou descer.— Eu fechei os olhos e esperava que ele estivesse bem com isso. Eu apertei o botão para dizer alguma coisa quando ouvi


ele falando com alguém. Dane-se. Eu dei um beijo em Butters, ignorando sua expressão patética, e corri para o elevador. Parei na entrada quando o avistei. Meu estômago se retorceu quando o meu olhar caiu de cima a baixo no comprimento do homem. Sua camisa azul escura estava dobrada ordenadamente com um par de calças pretas. Seu cabelo estava arrumado um pouco na frente, e sua pele parecia impecável. Oh, meu Deus, eu ia ser capaz de fazer isso? Apenas dois arranhões eram visíveis a partir de seu encontro com a granada, à direita na sua testa. Eu quase me acovardei quando ele se virou e me viu. Esse incrível, profundo sorriso, sexy disseminando em seus lábios, e sua mão batendo no peito como se eu fizesse seu coração pular. Ele ficou mais reto quando ele alcançou a maçaneta. —Hey,— ele segurou a porta para mim, —você parece ... incrível. —Obrigada. Ele me levou até seu carro de aluguel e abriu a porta, e eu relaxei para os assentos de couro, indo para ficar confortável. Notei que ele tinha mudado o assento para aquecido para mim. Música clara fluía dos alto-falantes enquanto ele puxava para a rua. —Belo lugar que você tem lá. —Obrigada,— era tudo que eu poderia chegar a dizer. Idiota. — Como está Cole? Ele riu. —Savannah o fez ser honesto, e agora estão com certeza o mantendo durante a noite. —Eu gosto dela. Ele me olhou de lado. —Sim, ela é como uma arma, tipo única. Eu queria perguntar sobre a casa segura, mas isso só levaria a mais perguntas, então eu deixei o assunto por isso mesmo. —Como foi o resto do seu turno? —Bem—, eu dei um meio sorriso, — exceto pela outra mordida na bunda do Dr. Evans, poderia ter sido pior. —Qual é o seu negócio, afinal? —Eu não sei.— E eu realmente não poderia me importar menos. Quando fomos para fora no pátio do restaurante, comecei a relaxar. Nós pedimos vinho e tacos de peixe. O local era agradável, sofisticado, mas casual. A conversa fluiu ainda mais fácil depois do segundo copo de vinho. Eu realmente desfrutei de sua companhia; ele


tinha um grande senso de humor. A maneira como ele olhou para mim me fazia sentir como se fôssemos os únicos. —O que você está pensando?— Ele perguntou, e eu percebi que tinha estado olhando para ele. Ele se inclinou para frente. —Eu posso dizer quando você está mentindo.— Ele piscou. —Vantagens do meu trabalho. —Bem, isso é um pouco injusto, não acha? —Dificilmente. —Mas eu estou em desvantagem, aqui. Ele se inclinou para trás. —Não, você não está realmente. Parei e pensei sobre o que ele estava me dizendo. Limpei a garganta. —Eu não tenho um encontro a tempos. É só surpreendente o quanto eu estou gostando de sua companhia. —Por quê? Dei de ombros e tomei um gole de vinho. —Você é tão fácil de estar em volta. —Não—, ele riu, —eu quis dizer, por que você não tem encontros tantos? Oh sim. Minhas bochechas se aqueceram até o ponto da dor. Ele sorriu, mas não apontou isso. —Só não tive tempo. —Isso é uma escapatória. Minha boca torceu, e eu sabia que ele podia ver que eu estava mentindo. —Meu último relacionamento foi áspero. Eu acho que ele gostou dos meus pais mais do que de mim. —E?— Ele perguntou corajosamente, mas não havia sinceridade à sua pergunta. —E quando o encontrei na cama com o nosso vizinho, terminei com ele. —Ai, eu sinto muito. —Obrigada, mas de certa forma eu estava quase aliviada. Eu não estava feliz. Ele sabia disso, mas não se importava. —Por que você ficou aliviada? Apesar de quão pessoal as perguntas eram, na verdade me senti bem para falar sobre isso. —Eu não estava apaixonada, e eu não sabia como lidar com tudo isso. A Sua traição me machucou, mas de certa


forma eu entendi por que isso aconteceu. Eu trabalho muito, e ele ainda estava na escola. Ele trabalhava de dia, eu trabalhava um monte de noites. É o tipo de coisa como um taco quadrado em um buraco redondo. —Eu parei quando percebi que realmente éramos os únicos no restaurante. —Sinto muito, isso não pode ser muito divertido para você. —Mas eu perguntei. —E eu divaguei. —Eu gostei disso. —Por quê?— Era a sua vez de compartilhar. —Porque eu gosto de você, Mia.— Eu sorri para ele enquanto ele me estudou. Insira um grande nó velho na minha garganta. Este é um passo ruim, Mia. Querer ser honesta, ou deixar ir. Minha advertência interna não significava nada, aparentemente, quando comecei a falar. —Eu também gosto de você, Mark. Ele se levantou e me ofereceu uma mão. Uma vez que eu estava em meus pés, ele enfiou os dedos nos meus. Eu não pude deixar de notar o quão bom isso parecia —Caminhe comigo? —Certo. Meus pés estavam doloridos depois da minha semana agitada, mas eu empurrei pra trás. Nós caminhamos até a estrada principal, e o sol desapareceu, assim como todo o seu calor. Mark parou no carro e colocou seu paletó em volta dos meus ombros. —Obrigada. Ele sorriu para mim quando pegou a minha mão de novo. Sentime tão natural em caminhar ao lado dele. Ele ainda era um estranho para mim, mas eu me encontrei querendo me colocar inteiramente em suas mãos. A música derramava de um pequeno pub, o seu telhado de zinco amplificando o som. Mark olhou para mim, e eu balancei a cabeça, sabendo o que ele estava prestes a perguntar. Nós seguimos para dentro.


Meu nariz parecia dois tamanhos maiores e sangrava como uma peneira. O gelo no meu copo fez o anel sobre a mesa crescer enquanto eu olhava para ele. A dor dançava dentro da minha cavidade nasal, me lembrando o que aconteceu há uma hora. Eu me inclinei para trás, descansado o saco de ervilhas sobre o meu rosto, e limpei um espaço na mesa para os meus pés. Minha arma estava sentada, carregada, na minha coxa no caso de alguém ter me seguido. Liguei meus olhos abertos para garantir que o dinheiro ainda estava lá. Dezenove mil em cinco pilhas na minha mesa da sala de estar. Era dinheiro sujo, tomado de um cafetão em Manhattan. Ele sentou-se no armário por três meses até que eu tinha certeza de que foi documentado. Eu entrei no armário de provas para verificar uma arma para um caso. Eu conhecia a programação do policial novato. Ele era previsível, levava um cigarro de quebra a cada duas horas em ponto. Esperei por ele para sair antes que eu roubasse sua chave e abrisse a gaiola de volta. Não era a primeira vez que eu tinha estado lá atrás, e eu conhecia os riscos, mas que escolha eu tinha? Coloquei o saco entre meu peito e colete, mas era muito grosso e perceptível. Eu me inclinei para trás para ver se o caminho estava livre. Rasgando o selo de evidências, eu larguei o dinheiro sobre a mesa e comecei a colocar os maços de notas na minha camisa. Durante todo o tempo, meus ouvidos estavam sintonizados para qualquer eco de som. Quando eu empurrei a última pilha de notas e abotoei a camisa, eu percebi as pilhas eram curtas. A soma de moeda era visivelmente diferente do que aquilo que realmente foi apreendido com o cafetão para. Que porra é essa? O zumbido do cartão de passe do novato fez meu coração bater enquanto eu prendia o saco em meu bolso. Me obriguei a avançar em passo normal e fechei a porta atrás de mim. Quando comecei a virar, eu o ouvi. —O que você está fazendo? Eu retirei a minha lanterna do tamanho de uma caneta enquanto circulava o balcão para estar onde era suposto ficar. —Desculpe.— Eu acenei com a lanterna. —Deixei cair no meu caminho, e ela rolou para trás lá.


Ele me deu um olhar estranho quando balançou a cabeça e se moveu para atrás da mesa. A chave para o armário queimando na minha mão. Foda-se, eu preciso devolvê-la. —Você joga arcos hoje à noite?— Eu inclinei meu corpo ao longo do balcão de uma forma preguiçosa. —Nah, o sargento me tem em um turno duplo aqui em baixo. Não sei o que fiz para queimar sua bunda. —Ele verificou seu telefone, mas não se virou. —Negócio de merda.— Foi quando eu vi a garrafa de Coca-Cola. —Oh, o que é isso?— Eu propositadamente estendi a mão e bati sua bebida com o meu braço. Ela caiu e escoou sobre sua papelada. —Maldição!— Ele saltou para uma toalha de papel, e no momento que ele fez, eu enganchei a chave de volta sob a borda da mesa. —Desculpe, cara.— Eu saí com pressa. Uma vez fora, eu mandei uma mensagem para Noah e obtive o endereço para o próximo jogo. Minhas mãos quase tremiam de emoção.

Eu estava positivamente exultante. —Oh! Major, você realmente perdeu aquele tiro? —Eu ri sobre a música que tocava —Old Time Rock and Roll—, de Bob Seger e a Banda Bala de Prata. Nós tínhamos estado jogando sinuca durante a última hora, e eu estava chutando a bunda dele. —Você é uma pequena distração.— Ele apontou para o meu peito. Eu propositadamente me inclinei um pouquinho mais quando fui tomar meu próximo tiro. —Bolso esquerdo.— Eu bati a bola e cuidadosamente coloquei a minha penúltima bola no bolso. Levantei-me e deu a ele um sorriso brincalhão. —Sua vez. Ele levantou uma sobrancelha de uma maneira que fez o meu último comentário soar suja. Revirei os olhos e ri. —Chega de ganhar tempo. É a sua perda. —Mmm.— Ele se inclinou para baixo, e eu espelhei seu movimento do outro lado do caminho. —Você é uma jogadora suja—.


—Por que, Mark, você está com medo que eu poderia realmente ganhar este jogo? —Por que não tornar isso mais divertido?— Ele riscou o fim de seu taco de bilhar. —Se você ganhar, eu vou levar você de volta para o carro.— Ele apontou para meus saltos, sabendo que eles estavam me matando. —E se você ganhar? Ele se moveu na minha frente. —Você me deixa dar beijo de boa noite. Combinado. —Eu não sei, Mark.— Eu sorri alegremente e mantive a compostura em conjunto de alguma forma. —Você pode beijar, assim como você joga? Porque se isso é qualquer indicação Ele se inclinou para o lado e afundou duas bolas em dois bolsos diferentes. Ele continuou a afundar cada bola em questão de minutos. Quando ele foi para a bola oito, ele olhou bem nos meus olhos e afundou isso sem hesitação. Senti um puxão invisível em sua direção. Eu nunca quis rasgar minhas roupas e levar alguém mais em público do que eu fazia ali mesmo. Ele passeou em minha direção até que estávamos peito a peito. Eu não poderia deixar de pressionar contra ele um pouco mais. —Eu ganhei.— Seus olhos brilharam com algo diferente que quase me deixou sem palavras. —É uma pena. Seu sorriso voltou quando ele tirou o taco de bilhar de minha mão. —Eu acho que devemos ir. Eu não poderia concordar mais. Ele deslizou a jaqueta da cadeira, pegou a minha mão e nós corremos para a frente do bar. Estava chovendo quando saímos. Mark me cobriu com sua jaqueta e corremos para baixo na calçada. Nós saltamos, ignorando, e pulando poças. Quando esperamos pelo sinal, um caminhão veio e nos encharcou. Joguei minha cabeça para trás e ri para a chuva. Mark olhou para mim como se eu fosse louca, mas, em seguida, juntou-se a mim.


Não havia jeito; estávamos encharcados da cabeça aos pés. Podemos muito bem abraçar isso. Atravessamos a rua e corremos sob um pequeno toldo de bistrô para uma pausa. A camisa de Mark agarrou-se ao seu corpo sólido, o que tornava difícil me concentrar. —Frio?— Ele perguntou quando ele se aproximou. Ele moveu meu o cabelo úmido do meu rosto. —Você está congelando. —Eu estou bem. Ele se inclinou e me pegou. —O que você está fazendo? —Carregando você. —Eu posso ver isso, mas por quê? A chuva batia em nós, quando ele chegou para o seu carro. — Você tem estado em seus pés durante todo o dia. —Realmente, Mark, eu estou bem. —Talvez eu queria te abraçar. Isso me calou. Ele poderia ser tão ousado e doce ao mesmo tempo. Eu pressionei meu rosto frio em seu ombro quente e deixei seu calor aquecer meu rosto. Eu me sentia como gelo no caminho para casa. Mark aumentou o calor, mas não adiantou. Sua mão segurou a minha, mas quando eu descansei na minha coxa, ele quase pulou com o frio que eu estava. Ele apertou sua mão e colocou-a na minha pele nua. —Jesus, Mia.— Ele moveu a mão para trás e para a frente, tentando fazer o atrito. Doce mãe da luxúria, parecia incrível. Minhas regiões do sul estavam me implorando para fazer o mesmo com ele. Ele parou na frente do meu prédio em tempo recorde. Graças a Deus, porque eu estava uma bagunça. Uma vez dentro do elevador, a vibe sexual se intensificou. Minhas mãos tremiam enquanto eu tentava desbloquear minha porta. Isso era uma agradável mistura de luxúria e frio. —Wow—, Mark disse enquanto ele entrava no meu apartamento. —A vista é incrível.— Ele mudou-se para olhar sobre a cidade enquanto


a chuva batia nas janelas, enviando um som de bateria durante todo o meu lugar. —Posso lhe oferecer uma bebida?— Eu abri minha geladeira. Felizmente, meu vizinho tinha deixado alguns mantimentos como ele normalmente fazia. —Não, não uma bebida—, disse ele atrás de mim. Sua frente enfiada na minha volta. Ele fechou a geladeira e me girou, e suas mãos segurando meu rosto enquanto ele olhava nos meus olhos. —Eu quero te beijar.— Eu concordei e ele tomou seu tempo para abaixar sua boca para a minha. Assim que nossos lábios fizeram contato, eu estava perdida. Seu corpo pressionou contra mim, fazendo com que os recipientes em cima da geladeira chocalhassem juntos. Ele me levantou do chão e gentilmente me colocou em cima do balcão. Olhando nos meus olhos, ele empurrou meu vestido molhado pra cima e mudou-se entre as minhas pernas nuas. Ele se afastou com um suspiro. —Desculpe, eu não consigo me controlar em torno de você. Eu puxei o laço e abri meu vestido. —Parece que nós dois estamos na mesma página. —Eu não tenho sexo no primeiro encontro, Mia.— Suas palavras estavam tensas. —Eu não faço ligações de uma noite também. Meu braço enganchou ao redor de seu pescoço, e eu envolvi minhas pernas em volta de sua cintura. —Eu também não, mas é você ou o meu vibrador.—Sim, isso foi categórico. —Maldição.— Sua respiração correu no meu rosto. —Eu sabia que beijar você seria uma inclinação perigosa. Eu tinha certeza que ele quis dizer isso como um elogio, mas eu senti como se estivesse implorando, e isso era nojento. Eu liberei sua cintura e cobri-me. —Talvez você deva ir. O que diabos estou fazendo? Ele me puxou para fora do balcão, atravessou comigo a sala e me colocou na frente da janela. A noite contrastava com o brilho da cidade abaixo de nós. —Olhe para si mesma.— Ele estava atrás de mim, com os braços em volta da minha cintura. —Você está toda molhada, seu vestido está agarrado à sua pele e seu cabelo cheira a baunilha.— Ele se inclinou e


beijou suavemente meu pescoço. —Você é linda, Mia.— Seus dedos corriam pelo meu queixo. —Não apenas aqui—, ele apontou para a nossa reflexão —, mas aqui.— Sua mão forte cobriu meu coração. —Se eu dormir com você esta noite e sair, como é que isso faria você se sentir? Meu estômago afundou. Ele estava certo. Não me sentiria bem, não com ele. —Você não acha que merecemos melhor do que isso? Melhor do que uma noite só? —Seus dentes beliscaram minha orelha. —Quando fizermos amor, eu quero acordar com você em meus braços e beijá-la aqui.— Seus lábios se arrastaram para baixo na inclinação do meu pescoço e parou onde se juntava ao ombro, em seguida, pressionando com mais pressão. Engoli em seco e lutei contra o impulso de gemer. —Eu gosto disso—, ele sussurrou. Tudo estava embaralhado. —O que? —Isso que eu posso fazer esse olhar aparecer em seus olhos.— Eu olhei na janela. —Como fome misturado com o calor.— Ele sugou um ponto no meu ombro e me chamou a pele para dentro. —Eu gosto de você. Eu comecei a falar, mas seu dedo enganchou meu queixo e me pediu para olhar para ele. —Eu gosto de você, Mia. Essa é a terceira vez que eu já disse isso esta noite. Eu sou da velha escola. Abigail me criou bem, e eu não quero estragar a grande coisa que temos aqui —. Seus olhos se estreitaram no meu. —Mas não se engane. Eu quero isso tanto quanto você faz, se não mais . Seus lábios mergulharam e sufocaram os meus. Eu não conseguia pensar; Eu mal podia aguentar. Eu não tinha tido ninguém falando assim comigo antes. Tantas emoções vieram à tona. Tudo o que eu podia fazer era segurar até que minhas pernas ficaram fracas e eu comecei a afundar. Ele me pegou e me colocou na cama. Ele cuidadosamente ajudou a remover meu vestido, deixando-me na minha calcinha e sutiã. Ele removeu suas roupas, tudo, exceto suas cuecas pretas, e rastejou ao meu lado. Seu corpo quente era o paraíso ao lado do meu. —Eu quero sentir você contra mim.


Seu peito liso se mudou para a minha volta, e ele me envolveu em seus braços fortes e me aspirou. —Perfeito—, ele murmurou antes que seus lábios tocassem a minha nuca. —Simplesmente perfeito. Isso era tudo que eu me lembrei antes de desmaiar em uma teia de calor maravilhoso.

O que? No inferno? Que diabos é esse cheiro? Eu estava exausto, mas de alguma forma encontrei a vontade de abrir os olhos e encontrei um conjunto de olhos azuis brilhantes olhando para mim. Ah Merda! Minha mente correu de volta para a noite passada. Não, nenhum cão estava presente. Em um momento ele estava olhando para mim, e no próximo a língua cor-de-rosa grande lambeu do meu queixo para o meu cabelo. —Bom dia ...— Sua etiqueta verde balançava na minha cara. Eu sorri para a referência de South Park. —Butters. Butters, de alguma forma atolou-se entre mim e Mia. Grande, um bloqueador de pau peludo. Seu rosto inclinou para um lado como se ele estivesse se perguntando por que diabos eu estava em sua cama. Eu esfreguei sua pele macia. —Prazer em conhecê-lo. Eu sou Mark. —Ele lambeu minha mão e gemeu quando ele se instalou de volta para baixo. O meu telefone tocou nas minhas calças, e eu imitei seu gemido. —Butters,— eu sussurrei, —vá buscar o meu telefone. Ele bocejou e deitou sua cabeça no ombro da mulher. —Eu não culpo você.— Joguei as cobertas de lado e corri ao redor até que eu liberei o telefone. Sério? —É melhor que seja bom, Cole,— Eu assobiei enquanto eu me movia em direção à cozinha. —Você precisa voltar para casa. —Por quê?


Silêncio. —Cole? —Ele quer falar com você. —Quem? Então isso me bateu. Raiva queimava pelas minhas veias, que por sua vez me fez doer estar na minha própria pele. De novo não. Olhei para Mia, que agora usava um cachecol de pele Butters. —Quanto tempo eu tenho? —Nenhum. Eu estou aqui em baixo. —Cole desligou. Porra! Corri de volta para o quarto e cai no chão para estar no nível dos olhos com ela. —Mia?— Eu balancei seu ombro. Seus olhos se abriram, mas eu poderia dizer que ela não estava lá. —Eu preciso ir. —Ah-huh—, ela gemeu. Peguei minhas roupas e lhe escrevi uma nota rápida. Bem-vinda à minha vida. Mark. Com isso, eu saí. Ninguém disse uma palavra enquanto nós conduzimos para o heliporto, voando às sombras, e correndo para a casa. Cole fez sinal para eu segui-lo em seu escritório conforme Savannah corria para ir encontrar Olivia. Mark, Eu estou com problemas. Se você não responder em breve, terei de encontrá-lo eu mesmo. Manuel. —Ok.— Eu dei de ombros. Eu não quero lidar com isso, no mínimo. —Eu digo que nós devemos ignorá-lo. —Ele já contatou Frank. —O que?— Eu saio da minha cadeira. —Como? —Ele tem conexões. Você sabe disso. —Maldição!— Meu punho bateu sua mesa. —Eu não posso lidar. Eu não vou cair nessa cova novamente, Cole.


Cole recostou-se na cadeira e deixou escapar um longo suspiro. — Eu vou pegar Frank aqui, e vamos discutir isso melhor. —Toda maldita vez!— Eu agarrei as raízes do meu cabelo. Eu odiava isso. —Eu preciso correr ou algo assim, exercitar esta merda.— Saí da sala. No meio do corredor, eu corri para Savannah. —Ei, tio Mark.— Ela segurou Olivia até me ver. —Ela sentiu sua falta. Então, você nunca descobriu quem era o encontro do Keith que estava no meu casamento? De uma só vez, aquela pequena cabeça quente estava em meus braços para se aconchegar. Ela sorriu e me soprou uma bolha de cuspi. —Não, tio Keith não faz material pessoal.— Eu incho minhas bochechas e abro bem meus olhos; a cara que ela amava golpear. — Você é uma menina de sorte, Livy.— O rosto de Savannah caiu. —O que há de errado? Você está bem? —Não— eu disse através de um sorriso. Esfreguei meu nariz sobre Livy enquanto ela de boca aberta babava no meu peito. —Você sabe, eu realmente odeio quando vocês mantém as coisas de mim.— Seu queixo se levantou, e eu sabia que ela estava de costas para cima. —A mesma velha merda, em dia diferente.— Eu dei-lhe uma piscadela, mas eu poderia dizer que ela estava chateada. —É mesmo?— Ela passou por mim e abriu a porta do escritório. —Hey, baby. —Não me venha com baby. O que está acontecendo com Mark? —Ela colocou as mãos nos quadris. Me aproximei por trás dela. Livy começou a se mexer quando viu o pai dela. Cole tomou dois comprimidos antes de se levantar. —Manuel está procurando por ele. Savannah se virou para olhar para mim, e suas mãos cobrindo sua boca. —Não é a minha menina.— Cole levou Livy e a beijou num tufo de cabelo. —Papai sentiu a sua falta. —Mark— Savannah tocou meu ombro — o que você acha que ele quer? Eu balancei minha cabeça. —Meu palpite é que ele se meteu em apuros novamente.


—Mas ele é um policial. Ele não pode conseguir outra pessoa para consertar sua bagunça? —Por que ele iria arriscar seu emprego, quando ele me tem?— Eu sorri para ela. —Olhe, não se preocupe, Savi. Eu posso lidar com ele. — Eu corri minha língua ao longo de meus dentes. Minha boca estava seca. —Eu preciso ir queimar algumas calorias, no entanto. —Mario está aqui.— Savanah fez uma careta quando percebeu o que acabou de dizer. —E como você sabe disso?— O tom de Cole não encontrou sua expressão. Todos nós tentamos manter o stress longe da vida de Livy o melhor que podíamos. —De passagem.— Ela fez uma cara de culpada. —Mark, tire à tarde livre— Cole ordenou, em seguida, virou-se para Savannah. —Eu acho que mamãe e eu precisamos conversar, pequena. Tio Mark vai levá-la para Abigail um pouco. Livy e eu corremos para fora da sala antes da luta e sessão de amasso ficar em pleno andamento. —Quem sabe, Livy, eles podem lhe dar um irmãozinho, se mamãe continuar sendo presa nesse ringue de boxe.— Ela me deu um sorriso gengival e riu quando ela puxou a gola da minha blusa. —Você está em casa!— Abigail me envolveu em seus braços e me deu um de seus abraços amorosos. Livy puxou seu cabelo e gritou em delírio. Pequena porcaria. —Eu tenho o jantar, mas há uma quiche na geladeira, e Savannah fez bolinhos antes de se juntar a você no hospital. Coloquei Livy em sua cadeirinha, eu afundei no banco e me inclinando sobre a ilha. —Problemas, querido? —Ele quer me ver— eu sussurrei. Ela começou a me servir um pouco de leite. —Quem? Quando eu não respondi, ela congelou, e o leite derramou sobre a borda do copo e fluiu através do balcão. Estendi a mão e peguei a caixa dela. —Por...— Ela limpou a garganta. —Por que ele quer vê-lo? —Não tenho certeza. Ela afundou no assento ao meu lado. —Ok, ok, vamos lidar com isso. Assim como da última vez.


Minha cabeça bateu no balcão e eu apertei meus olhos fechados. —Por que você não vai dormir um pouco? —Sim.— Eu tirei meu corpo cansado para fora do banco e me dirigi para o andar de cima, onde eu desmaiei até de manhã. Eu me joguei no treinamento de manhã cedo, trabalhando mais duro do que o normal. Se os meus músculos não estavam gritando para mim, Manuel estava. É assim que eu passei os próximos doze dias. Exercitando-se. Comendo uma tonelada de carboidratos. Dormindo. Repetindo.

O homem na minha frente tinha o pior cheiro e tentei me ocupar identificando o mau cheiro. Era como um homem sem-teto coberto de molho de tomate após ter sido pulverizado por um gambá. Eu não era o único afetado pelo seu odor. A senhora atrás de mim se mantinha limpando a garganta e olhando incisivamente para ele. Olhei para o papel na minha mão. Nós apenas prendemos um idiota para a apresentação de uma falsa denúncia contra um cliente que ele havia chateado no mercado da esquina. Eu decidi me ajudar com seu talão de cheques, desde que eu estava necessitando de algum dinheiro rápido, porque ele me deixou puto. —Próximo— o secretário disse por trás do vidro. O pedaço de lixo humano se afastou, e eu era finalmente capaz de tomar uma respiração profunda de ar fresco. Eu observei enquanto os caixas contavam, dando, e recebendo diferentes quantidades de dinheiro. Isso me fez tonto vendo todo esse dinheiro transferindo de mãos. Talvez eu precisasse pensar em roubar um banco. Eu embolsei o cheque que eu tinha feito fora por quinhentos e segui o homem ofensivamente fedendo para o estacionamento. Eu esperei até que ele estava atrás de um caminhão antes de eu tirasse meu distintivo. —O dinheiro, agora,— eu exigi com a minha mão sobre a minha arma.


—O que? —Dê-me seu dinheiro.— Eu disse a ele mais lento para que ele não fosse me questionar novamente. Eu odiava as pessoas estúpidas. Não permita tempo para pensar; é assim que você se mata. Ele cuidadosamente pegou sua carteira, mas depois ele saltou para a frente e batendo em mim. Eu lhe dou uma cotovelada na cabeça, e ele caiu aos meus pés. —Sério?— Eu balancei minha cabeça. —Pelo amor de Deus, tome um banho maldito. Você cheira como uma lata de lixo do caralho! Eu cuspi nele quando eu arrancava o dinheiro de sua carteira. Deixei-o com a sua cabeça e me apressei, pensando que ele muito bem merecia ser roubado.

Frank tinha estado afastado nos últimos dias, então me mantive ocupado. Cole me verificava muitas vezes. Eu sabia que a casa estava preocupada comigo, mas eu estava bem, enquanto eu estivesse preso ao meu cronograma. Eu ansiava por outra atribuição para o México, onde eu poderia descarregar alguma energia, sem me meter em encrencas. Minha corrida matinal até a montanha me fez se sentir muito bem, mas nada poderia abalar o pavor que resultou do meu passado. Todos nós tínhamos segredos, e os meus estavam profundamente enraizados. Não ajuda que Manuel era o único lá naquele dia. —Pare— eu murmurei. —Não vá lá agora. Sentei em uma pedra fria e olhei por cima do lago, tentando limpar a minha cabeça. Eu mastigava uma barra de proteína, tomando um gole de água. Pensei na minha vida e em quão boa tinha estado. Por que ele tem que aparecer novamente e arruiná-la? Eu precisava de uma distração. Mark: Oi, as coisas estão um pouco ásperas aqui. Só queria verificá-la. Alguns momentos se passaram antes do meu celular vibrar na minha mão. Mia: Louco aqui também. Desculpe eu perdi suas duas últimas chamadas. Estive pensando em você. Senti o canto da minha boca puxar para cima.


Mark: Então você sente a minha falta? Mia: Embora eu acho que me esqueço como você se parece. Eu sorri, em seguida, fiz um movimento de uma menina de doze anos e tirei uma selfie. Anexei ao texto: Mark: Eu quero esta pendurada acima de sua cama, em um quadro marrom para combinar com os meus olhos. Mia: Porra, você cresceu. Eu posso não reconhecê-lo na próxima vez que eu ver você. Um momento depois, uma imagem dela apareceu em seu uniforme azul na sala da enfermeira. Seu cabelo estava preso em um coque bagunçado, e seu sorriso me fez sorrir... Eu estava feliz por estar sozinho. Meu telefone me alertou para outro texto. Eu abri para ver o que tinha a dizer quando meu estômago caiu. Cole: Frank, trinta minutos, sala de conferências. Mark: 10-44. Eu mudei para informações de contato de Mia. Mark: Desculpe, tenho que correr. Vou tentar ligar mais tarde. Mia: Não tem problema, esteja seguro. Tomei minha água e deixei fluir para baixo na parte de trás da minha garganta antes correr de volta para baixo do morro, com Mia na minha mente. Eu realmente sentia falta dela. —Uau, Lopez, você tem trabalhado extremamente duro.— Assumiu Frank do meu tamanho. Eu tinha crescido um pouco, mas não acho que era tão perceptível. —Ha! Alguém tem que manter a forma por aqui. Como está, Frank? Todos nós nos sentamos na mesa de madeira por um bom tempo Savannah colocando café e biscoitos na nossa frente. Ela deu ao meu ombro um aperto antes dela sair. —Ok,— Frank abriu um arquivo e cortou direto a ele como normal, —Manuel me procurou há duas semanas procurando o seu número, Mark.— Eu me mexi em minha cadeira. —Não se preocupe, eu não dei a ele, mas eu passei ao longo de seu e-mail desde que eu sabia 4

Entendido, Ok


que ele já tinha. Quando ele não ouviu de volta de você, ele me procurou novamente. Disse que era uma grande emergência. —Ele jogou um Post-It através da mesa. —Vamos lhe conceder Oficial Lopez uma chamada e ver o que ele quer. Cole me deu um aceno de cabeça, em seguida, passou o dedo sobre os lábios - o nosso código que ele tinha a minha volta, não importa o quê. Com um golpe no meu jeans para limpar o suor das minhas mãos, eu disquei o viva voz. Três toques mais tarde, sua voz latiu sobre a linha. —Manuel!— Ele ofereceu como uma saudação. —Já faz um tempo. A porta se fechou ao fundo, e seus passos ecoavam alto. —Demorou tempo suficiente. —Estive ocupado, Manuel. —Como você tem estado? —Ouvi dizer que você estava assediando meu comandante. Você tem a minha atenção agora. O que você quer? —Típico Marine, não é? Nada amigável, todo negócios. Não pode tirar algum tempo para mim? Meu temperamento estava prestes a mostrar-se. —Três minutos. —Olha, eu…ah, estou em um pouco de dificuldade. —Chocante… —Eu tive que pular para fora do armário de provas. Um negócio que deu errado. —Poker? —Sim. Frank pegou uma caneta e começou a escrever em um bloco de papel. Quanto? —Quanto? —Cinquenta e cinco mil. Foda-me!


Eu me preparava para falar, mas ele me cortou. —Essa foi apenas a primeira vez.— Meus olhos fecharam. — Tornou-se um pequeno problema. De qualquer forma, eu não sabia que o sargento suspeitava de alguma coisa, e agora eles têm me em fita. —E como é que eu vou ajudar? —Mark— sua voz mudou para o que eu lembrava de nossos dias sombrios — lembre-se que eu vi tudo. Eu ajudei você sair de lá, você me deve. —Tem sido vinte e quatro anos, Manuel. Você não pode simplesmente se foder e esperar que eu limpe a sua bagunça. Essa nuvem que você mantém em cima de mim cobre você também. Manuel pigarreou. —Eu tenho você no vídeo. —Tudo o que poderia mostrar é uma criança traumatizada totalmente fora de sua mente. Não é como se eles estão indo para me pegar agora. —Talvez, mas você realmente quer a verdade saindo? Além disso, você não é o único que tem conexões. —Então, use a sua. Frank me avisou para relaxar. —Você faz quaisquer viagens para Dakota do Norte? Cole avançou e silenciou a linha no momento em que eu pulei fora do meu assento, gritando. —Eu vou te matar se você tocá-la! —Ok— Cole levantou as mãos, —esta é uma virada de jogo, Mark.— Ele olhou para Frank. —O que você sugere? —Eu não quero saber quem está em Dakota do Norte. Diga a ele que você vai ver o que pode fazer, apenas para nos comprar algum tempo. Eu mudo a linha e respiro fundo. —Me dê algum tempo, e eu vou ver o que posso fazer. —Lá está ele.— Manuel riu, minha mão enrolada em uma bola. — Ela é muito bonita. Baixei a cabeça para o alto-falante e nivelei a minha voz. —Se você tocá-la, dê um beijo de adeus ao nosso acordo.


—Por que você não planeja uma viagem para visitar, querida? —Eu não tenho o tempo para decolar agora, mãe.— Eu andei para um quarto tranquilo no hospital. —Você sempre diz isso. —Porque é verdade. Tenho pacientes que precisam de mim. —Querida, você é uma enfermeira, não uma médica. Você pode tomar um fim de semana de folga e visitar sua família. Nós sentimos sua falta. —Eu apertei a minha cabeça contra a parede. —Desde que se mudou para Minnesota, você não nos visitou nenhuma vez. Talvez devêssemos ir aí. —Não— Cortei-a, odiando que eu menti para meus pais sobre qual trabalho que eu realmente tirei. —Olha, eu vou ver sobre a obtenção de um bilhete para sair este fim de semana. —Esplêndido. Será que o papai vai estar lá neste fim de semana? —Papai está aí? —Não, querida, papai está ausente no momento. Alguma coisa de caça. O Senhor sabe como ele é. Mas se ele souber que você está vindo, você sabe que ele vai trabalhar o seu tempo ao seu redor. O meu pager começou a vibrar. —Ei, espere um segundo, mãe.— Eu bati o botão no meu rádio e falei no microfone. —Continue. —Mia, nós precisamos de sua ajuda com Kenny. —Eu estarei aí.— Eu falei de volta para o telefone. —Mamãe… —Eu sei, você tem que ir. Amo você, Mia. —Eu também te amo, mãe.— Eu corri pelo corredor. —Kenny!— Dr. Evans quase gritou. —Você precisa se acalmar, e você precisa tomar sua medicação. —Saia!— Kenny gritou em meio às lágrimas. —Não me toque! Eu queria correr na direção oposta. Kenny estava piorando. Eu odiava que todo mundo estava certo. Eu estava cega pelo meu amor para a criança. —Onde está Mia?— Enfermeira Taylor chamou. —Nós a bipamos!— Disse outra voz.


Minhas lágrimas já estavam na superfície. Quanto tempo mais eu poderia fazer isso? —Não, você tem veneno em suas mãos. — Kenny chutou a bandeja sobre a mesa, e eu ouvi tudo voando. —Onde está minha mãe? Merda. Dei um passo ao redor e corri para seu lado. —Kenny— eu agarrei sua cabeça — olhe para mim. Eu estou aqui, bem aqui ao seu lado. Seus olhos corriam enquanto ele procurava em seu cérebro até que fez a nossa conexão. —Mãe?— Seu peito arfava enquanto ele olhou em volta. —Eles tentaram me matar. —Não — eu mantive meus olhos fixos nos dele — eles precisam lhe dar o seu medicamento para que você possa ficar melhor. Você não quer sair logo e jogar lacrosse? —Eu apontei para fora onde o sol estava pairando sobre as montanhas. —A única maneira que você pode sair daqui é se você ouvir o Dr. Evans e fazer como os enfermeiros dizem. Seu domínio sobre meus braços logo relaxou e ele se inclinou para trás para olhar para o teto, como ele normalmente fazia quando sabia que eu estava certa. Dr. Evans me deu um olhar irritado enquanto empurrava a agulha no IV. Eu não ficaria por aqui para descobrir o porquê. Eu irrompi as portas do telhado na necessidade de ar fresco. Quando minhas mãos pousaram no corrimão de metal frio, eu soltei o grito mais alto que eu poderia reunir. Simplesmente não era justo! Eu não sei quanto tempo mais eu poderia lidar com isso. Fechei os olhos e pensei em seu doce rosto. —Eu sinto muito sua falta, Kiley.

Eu estava feliz por que fui capaz de obter um assento na janela. Coloquei os meus fones de ouvido imediatamente para que eu pudesse ajustar o mundo fora. Hozier (músico) se fundiu com o meu stress e ajudou a me acalmar. Meu celular vibrou no meu colo. Mãe: Qual é o número do seu vôo? Mia: Eu tive que voar para ND. AA768 Mãe: Viaje segura. Xo


Assim que aterrissei, peguei minha bagagem e corri para as portas. —Mia!— Mamãe gritou com os braços bem abertos. Eu corri na direção dela e quase a derrubei. —Oh, querida, você parece tão bem! —Oi, mãe.— Eu enterrei minha cabeça em seu cabelo e cheirei o conforto que eu desejava. Ela se afastou para olhar para mim. —Você está bem? Não, mas eu não estava prestes a abafar o nosso humor. Liguei meu braço através dela. —Sim, apenas cansada. Vamos sair daqui. A casa era exatamente como eu me lembrava, bem aberta e com uma brisa do mar. A última vez que todos nós nos encontramos, estávamos em nossa casa, em Nova York, e antes disso, era Arizona. Abri as portas do pátio e me inclinei sobre o corrimão. O oceano brilhava, me lembrando o quanto eu perdi. —Mia— Mamãe chamou da minha porta, —você quer ir para uma caminhada ou pegar alguma coisa para comer? —Onde está o papai? O rosto dela caiu um pouco. —Ele espera estar de volta no domingo. Claro. Provavelmente para o melhor de qualquer maneira. —Uma caminhada soa agradável. Seguindo nossas pegadas de volta para a casa um pouco mais tarde, decidimos sentar um pouco. Nós conversamos sobre todos, e eu soube que o meu primo Gab casou com uma das minhas melhores amigas no colégio. Isso não foi surpreendente, considerando que ele tinha uma queda ao longo da vida sobre a menina. —Então— o ombro da mamãe colidido com o meu — quando você estava indo para nos dizer que você assumiu o cargo em Dakota do Norte? Eu abaixei minha cabeça. —Há quanto tempo você sabe? —Eu queria lhe enviar flores, e quando eu liguei para loja de flores do hospital, eles disseram que ninguém com esse nome trabalhava lá. Então, depois de mais algumas chamadas, ouvi que minha única filha deixou de mencionar que ela tomou a outra oferta. —Sinto muito por ter mentido, mamãe, mas eu tive que tomar esse trabalho.


Ela encolheu os ombros. —Eu acho. Só estou preocupada. De qualquer maneira, isso não vai acabar bem. —Eu sei disso.— Meus dedos dos pés ainda enterrados na areia. —É apenas algo que eu preciso fazer. —Você não é sua mãe, Mia. —Mas eu sou tudo que ele tem. Eu poderia muito bem ser. Mãe, você é como sua avó. Você poderia visitá-lo em algum momento. Mãe limpou a garganta. —Ele não me conhece mais. Afastei o seu comentário. Eu sabia que a condição de Kenny machucava todo mundo, mas isso não significa que devemos desistir dele. —Talvez não, mas eu lhe trouxe conforto.— Eu pisquei as lágrimas. —Além disso, parece que ele pode ter apenas uma questão de semanas. Mamãe estendeu a mão e pegou a minha. —A vida pode ser injusta uma grande parte do tempo. —O papai sabe que eu aceitei o trabalho? —Não, eu achei que você iria nos dizer quando você estivesse pronta. Coloquei minha cabeça em seu ombro. —Obrigada. Passamos o resto do dia relaxando e recuperando o atraso. Eu costumava ser muito próxima de meus pais, mas uma vez que eu decidi ir para a escola de enfermagem, meu pai não entendia por que eu não queria ser médica. Havia algumas coisas que meu pai e eu não queríamos ver olho no olho. —Você esteve verificando muito seu telefone— observou a mãe enquanto colocava o salmão em cima da mesa. Eu mergulhei em sua salada do famoso jardim de sua estufa. —Você espera uma chamada?— Eu derramei um pouco de vinho, o que a fez rir. —Oh, um garoto? Meu sorriso cresceu mais. —Garoto? —Me desculpe, cara. —Não. Quero dizer, eu conheci alguém, mas não é nada. —Ha!— Ela levantou uma sobrancelha. —Você acha que você está indo para escapar com isso? Derrame, senhora. —Está bem, está bem. Ele é agradável, doce, seu sorriso me faz corar. —Meu cabelo caiu para frente conforme eu balancei minha cabeça. —Ele quase me deixou ganhar na sinuca.— Mamãe riu. —Ele


só me faz sentir bem, você sabe? Como eu não tenho que tentar, tudo só vem naturalmente. —Uau, querida, isso é muito especial. —Sim, meio que é, mas o seu trabalho o faz ir e vir muito. Então eu não tenho certeza de como fácil será, se houver mesmo uma vontade. —Por que você diz isso? Aconteceu alguma coisa? —Tem sido um mês desde que eu o vi. —Um mês? O que ele faz? Umm... Estendi a mão para o molho ranch, mas ela mudou-se para fora do meu alcance. —Mia? —Militar—. O rosto dela não caiu, mas não se iluminou também. —Eu sei, mãe, por favor, poupe-me dos conselhos para a vida militar. Mas… —Não, querida— ela tocou minha mão — você está interpretando mal a minha reação. Eu acho que estou mais processando o fato de você deixar alguém entrar. Depois que você passou com… —Eu sei. Eu não acho que eu alguma vez iria estar interessada em alguém como ele novamente. Mark é apenas, é… —Ohhh, uma sílaba.— Ela piscou. —Oh, Deus, não, não fale do quarto de novo.— Eu bati em minha cabeça, rindo. Minha mãe poderia dar um pouco detalhe demais quando se tratava de sua vida sexual. Eu odiava que meu pai tinha um nome, uma sílaba. —Eu só estou dizendo que é fácil de gritar… —La-la-la...— Eu cobri meus ouvidos como uma criança. —Mãe, por favor, tivemos uma deliciosa refeição aqui. Deixe-me mantê-lo para baixo, ok? —Tudo bem.— Ela tomou um gole de vinho. —Então, como ele se parece? Eu odiava que meu rosto deu tanta distância. —Ele é alto, cabelo castanho, dentes perfeitos, um corpo que poderia colocar qualquer treinador envergonhado.


Mamãe começou a se abanar. —Doce Senhor no céu, minhas partes de senhora estão em alerta máximo. —Sim, a minha também— eu murmurei sobre minha taça. —Então,— Mamãe disse, mudando de assunto, —você tem falado muito com seu irmão? Eu coloquei o meu garfo para baixo. Meu irmão e eu éramos como óleo e água. —Não. —Mia, ele tem estado de volta por três semanas. Você lhe deve uma chamada. —O telefone funciona nos dois sentidos, mãe.— É bom saber que ele sobreviveu ao Afeganistão. —Ele machucou as costas, de modo que o mandaram para casa mais cedo. Eu coloquei em um grão de pimenta. —Golpe de sorte.— Meu irmão Ray era dez vezes pior do que o meu pai com seu ponto de vista sobre as coisas. Nós não tínhamos conseguido ficar juntos desde que nós tínhamos dez. A viagem foi incrível. Eu realmente precisava de mais um cara a cara com a minha mãe. Incomodava-me que ela estivesse ali sozinha com tanta frequência. Papai trabalhava muito, mas em sua defesa, ele a avisou antes de se casarem. Meu voo de volta chegou dentro do prazo quando pousou em Dakota do Norte, às quatro e meia da manhã, me deu exatamente duas horas e meia antes de começar o meu turno. A cama chamou meu nome, mas eu tive que me arrastar em volta, para o chuveiro, trocar de roupa, e ir de cabeça para o hospital antes que eu pudesse sequer pensar em deixar minha mente desligar.

—Mia.— Minha cabeça ricocheteou em algo duro. —Mia, você precisa acordar.— Meus olhos se abriram para Molly. —Dr. Evans está procurando você. Chutando ao meu redor, e eu rapidamente me levantei para fora do banco na ER5.

5

Pronto Socorro.


—Ok.— Minha cabeça me implorou para voltar a dormir, mas recusei, pois não queria perder o meu emprego. Mudei para o piloto automático, sabendo que eu tinha que começar a trabalhar. —Ele bipou seu page, tipo, dez minutos.— Ela olhou irritada. Ela se moveu quando eu fiz e ficou perto enquanto eu me dirigia para a estação. —Você está ficando com pouco prestigio por aqui, Mia. —O quê?— Eu murmurei sobre o meu ombro. —Por quê? —Por flertar com os pacientes. Eu balancei a cabeça, nem mesmo tendo certeza que a ouvi direito. Ela continuou em meus calcanhares, bufando em cada passo. —E... Que você fodeu com ele no quarto de visita...— Meus calcanhares derraparam de forma esganiçada, e eu virei. Assim que ela viu meu rosto, sua mão bateu sobre sua boca. —Oh, Mia— ela guinchou, —Eu sinto muito. —Wow. — Eu enfiei os dedos através do meu cabelo e o fechei na palma da minha mão. Eu estava muito além de chateada, mas eu mantive minha compostura. Com um passo na direção dela, eu sussurrei, — Mark e eu nunca dormimos juntos. É bom saber que a equipe pensou que nós fizemos. Eu juro que a ouvi suspirar de alívio. —Não que isso seja da conta de ninguém que eu durmo com ele. Ela deu um leve aceno de cabeça, mas eu não confiava nela, me senti uma merda. Eu gostava de Molly. Eu pensei que eu deveria deixar no caso dela ter mais alguma coisa a dizer, e se fosse esse o caso, eu poderia atirar um soco, e lá se foi a minha carreira. Uau, isso seria duas vezes em um dia. Evans e Molly. O destino estava me testando em um grande momento. Evitar um médico chateado em um hospital era como evitar um elefante em um quarto minúsculo. Não vai durar muito tempo. Me senti como uma completa idiota na frente da equipe, e cada vez que eu vi um casaco branco, eu abaixei para evitar o encontro com Dr. Evans. Uma vez, quando eu pensei que eu ouvi sua voz no refeitório, eu corri para o corredor como uma idiota. Não foi até que eu estava caminhando para fora da porta que eu fiquei cara a cara com o médico. —Mia. Onde você esteve?


Mudei minha bolsa sobre meu ombro. —Rondas, e ajudando no ER. —Tivemos um transplante de coração, e eu queria que você estivesse lá. Então... Você não estava chateado que eu adormeci no trabalho? —Oh, uau. —Sim— ele deu de ombros —Eu sei o quanto você queria ser parte de um... De qualquer maneira. —Me desculpe, eu apenas... Ele checou seu telefone. —Bem, Mia, eu tenho que ir. Minha irmã e eu temos planos para o jantar. —Sim, sim, claro.— Eu dei um passo para trás, não sei o que fazer comigo mesma. Isso era tão diferente de seu comportamento habitual. —Ahh,— eu decidi ir para o seu primeiro nome —Francis.— Ele se virou para olhar para mim. —Obrigada. Com sorriso tenso, ele balançou a cabeça e se apressou em seu caminho. Contemplei seu comportamento todo o caminho de casa. Dr. Evans sempre tinha sido sedutor e parecia não ter limites quando se tratava de minhas escolhas de vida pessoal. No entanto, este era um lado ímpar dele; isso foi diferente. Eu não iria mais longe. Dr. Evans: eu vou te ver hoje? Ou você vai se esconder na sala de emergência de novo? —Eu não sabia que mandávamos mensagem um para o outro,— eu resmunguei, sem saber o que pensar. Mia: Eu acho que você vai me ver. Dr. Evans: Bom. —Bom— eu repeti com confiança. —O que diabos isso significa?


Meu café aqueceu as minhas mãos enquanto eu subia os degraus do hospital. A mordida no ar era o primeiro sinal de queda na temperatura. Era minha estação favorita porque significava feriados e isso significava vinho, refeições, e torta. Não importa que o idiota não trouxesse o purê de batatas ou cenouras, havia sempre torta. —Alguém trouxe bagels.—Vikki Taylor apontou para o quarto. Antes que eu pudesse apanhar um, Dr. Evans entrou no meu caminho. —Bom Dia. Você quase ficou de fora. —Ele levantou uma bagel extra. Comecei a chegar para ele, mas ele puxou de volta. —Você vai responder ao seu page? Cruzei os braços. —Sim. —Ok.— Ele entregou-me. —Ok? —Sim, tudo bem. —Ok… —Você já disse isso. Revirei os olhos, mas levantei a massa quente no ar em agradecimento.

Foi assim que os próximos dois dias se passaram, ele estava amigável e sempre ao redor. Eu abri a porta e engessei um sorriso caloroso no rosto. —Ei, Kenny.— Eu esfreguei suavemente seu pulso. —Como você está se sentindo? —Dolorido—. Sua língua correu ao longo de seus lábios pálidos. —Eu vi meu pai hoje. Ele disse que senti sua falta. —Sim? Isso é bom. Seu olhar disparou ao redor da sala. —Mamãe? —Sim, Kenny?


—Eu preciso fechar os olhos. —Claro.— Eu puxei o cobertor até seu queixo e deslizei para fora. Eu me afastei da pesada nuvem que pairava sobre esse quarto. —Você está bem?— Dr. Evans perguntou da parede oposta, com as mãos nos bolsos e uma expressão preocupada no rosto. —Sim. —Ok, você quer me ajudar com uma patela fraturada às duas e meia? —Conte comigo. —Ou quatro, não se atrase. Enfermeira Alvin correu para o meu lado com a palma da mão para cima e o outro punho no centro. —Em três, para o quarto 33. —Inteligente—. Olhei por cima do ombro. —Estatísticas? —Olhos queimando, há dias, peitos enormes, e um deles explodiu. É como American Horror Story lá dentro. —Eu estou pegando uma tesoura. — Sarcasmo pingava de minha língua. Ele sorriu. —Eu achei que você ia ser a minha favorita. Eu acho que eu estava certo. E eu pensei que você fosse gay, por isso estamos quites. Eu me virei e parei. Lá estava Mark em seu telefone. Ele olhou e me encontrou instantaneamente. Eu dei um aceno, então eu me senti estranha. O que aconteceria, se ele não gostasse mais de mim? Eu não tinha ouvido falar muito dele. —O que está acontecendo hoje?— Eu rapidamente digitalizei sua ficha, e assim, conforme eu vi o pequeno ponto vermelho que indicava quem ele era, a porta se abriu atrás de mim. —Paul está bem— Mark anunciou atrás de mim. —Tudo certo. —Mia, podemos...? Paul olhou para mim, depois para Mark. —Cai do Land Rover, desloquei meu ombro, e fodi com a minha coluna.


—Tudo bem, deixe-me verificar os seus sinais vitais antes de começar qualquer outra coisa. Enfiando a braçadeira por cima do seu enorme braço, eu a fixei no lugar. —Senhor, meu amor, suas mãos estão congelando. — disse Paul com uma risada. —Desculpe, eu quase nunca posso me aquecer. —Por sorte. —Não quando você vive onde há neve. Eu pareço ser uma causa perdida. Eu escutei e registrei sua pressão arterial. —Qual é o seu nível de dor em uma escala de um a dez? —Um ponto cinco. —Ele está bem—, Mark bufou de novo quando ele foi para o lado de Paul e agarrou seu ombro e braço. —Respire fundo. —Mark!— Engoli em seco, em pânico. Empurrando o cotovelo de Paul com uma torção, ele estalou o ombro de volta no lugar. Cobri minha boca e esperei por sua reação. —Obrigado, cara.— Paul se inclinou para trás e suspirou antes de olhar para mim. —Estou melhor agora. —Um ...— Eu estava sem palavras. —Você poderia ter danificado mais sua coluna, Mark! —Não, isso foi uma lorota.— Paul sorriu. —Meu garoto, aqui, esteve tentando nos machucar assim ele teria uma desculpa para vê-la. Oh? Não sorria, não sorria. —Obrigado, cara,— Mark murmurou. —Claro que sim.— Paul se acomodou na cama. —Posso pegar algumas das gelatinas verde? Você sabe, no pequeno copo com a mini colher. —Ele imitou comer. —É a minha favorita. Eu ainda estava atordoada. —Eu estou indo para ir encontrar o médico.

Paul apontou depois de Mia sair, e eu corri atrás dela.


—Hey,— eu peguei o braço dela, —o que há de errado?— Ela começou a dizer algo, mas se conteve. —O que? —Como tem passado?— Sua voz não correspondia com seu rosto. —Agitado, estressado. Você? Ela olhou em volta, como se ela não quisesse ser vista falando comigo. —O mesmo. —Quer jantar comigo esta noite? Seu olhar saltou para os meus. —Umm, eu tenho planos. —Oh.— Meu estômago caiu. —Você pode cancelá-los? —Mark, eu não sabia quando eu ia ver você de novo, de modo nenhum, eu não posso. —Eu acho que eu merecia isso. —Você recebeu meu texto? Merda, ela me enviou um texto há poucos dias, mas eu esqueci de responder. —Sim, mas eu tenho lidado com algo meio que... Ela recuou um passo. —Entendi. Material secreto. De qualquer forma, eu preciso pegar o médico. Molly passou. —Hey, Mark.— Ela sorriu para mim. —Você está parecendo maior do que a última vez que te vi. Mia se virou e começou a ir embora. —Espere.— Eu escovei por Molly. —Espere, você está com raiva de mim por não ter ligado? Mia deixou escapar um profundo suspiro enquanto ela jogou o cabelo longo, brilhante do rosto. —Olha, Mark, confie em mim quando eu digo que eu entendo que o seu trabalho precisa ser em segredo. Eu não posso sequer imaginar o que sua vida deve ser assim. —Ela baixou a voz para que Molly não pudesse ouvir. —Você me diz que gosta de mim, mas eu mal ouvi de você. Eu acho que eu pensei que talvez você seguiu em frente. —Não, Deus, não.— Eu comecei a dar um passo em direção a ela, mas ela se mudou de volta com um olhar para Molly nos observando da estação da enfermeira. —Sinto muito. Estou lidando com algo pessoal. —Mia?— Dr. Evans apareceu segurando um gráfico. Quando ele me viu, as sobrancelhas beliscaram juntas. —Mark, eu não estava ciente de que estava de volta ao hospital.


—Um amigo se machucou. Ele me ignorou e olhou para Mia. —Nós ainda estamos certos para esta noite? Você tem que estar brincando comigo! Ela engoliu em seco, em seguida, deu-lhe um aceno de cabeça. —Ótimo, a vejo às oito. Depois que ele saiu, ela estava prestes a sair, mas eu a parei. — Sério? O médico? —Ele é um amigo. —Será que ele sabe que ele é isso para você?— O olhar em seu rosto me disse que eu passei por cima de uma linha. —Eu sinto Muito. —Não.— Ela balançou a cabeça. —As pessoas parecem ter muito a dizer para mim hoje. —Quando eu posso vê-la agora? —Eu não sei.— Ela virou-se e saiu. Foda-se. —Você fodeu—, Paul murmurou com desagradável gelatina verde. —Então corrija isso.

a

boca

cheia

da

—Como? Ele riu. —Você está me perguntando? —Você tem uma irmã. —Nós não discutimos essas coisas. Pergunte a June ou Abby. Peguei meu telefone e fiz uma ligação rápida a June. —Olá, Marcus. Como você está, querido? —Dentro de dez minutos, um plano nasceu, e eu tinha a pequena enfermeira suja Vikki Taylor a bordo. Corri para o lobby para ver o que eu poderia encontrar. Esperei fora da vista do posto de enfermagem e vi quando Vikki chamou Mia para fora. —Ei, querida, isso veio para você. Mia sorriu. —Sério?— Ela tocou a pétala de uma das rosas. — Quem as enviou? —Não tenho certeza, mas não há um cartão. Ela puxou o cartão grátis e leu a minha nota. —Onde ele está?— Seus olhos se estreitaram enquanto examinava os corredores.


—Quem?— Nurse Taylor balançou a cabeça para Mia, que fez uma careta. —É doce, apesar de tudo. —Mmmhmm.— Ela enfiou a nota no bolso e tocou as flores mais uma vez antes de sair. Enfermeira Taylor se voltou para mim e encolheu os ombros.

Minha perna saltou descontroladamente debaixo da mesa enquanto eu esperava impacientemente o sargento me chamar. Eu queria fumar um cigarro, mas eu não estava prestes a sair e ter ele me caçando. Em vez disso, eu girava um Marlboro entre meus dedos como um baterista com sua baqueta. Foi dito para o meu parceiro esperar em outra sala. Por que fomos separados estava além de mim. Finalmente, a porta se abriu, e entrou o sargento e duas pessoas que eu não conhecia. Se eu tivesse que adivinhar, diria que eles eram corporativos. —Sr. Lopez, meu nome é Connie Wilson. Estou com Administração Interna. —Uma mulher alta, de ombros largos, sentou-se à minha frente. Seu terninho parecia como se tivesse sido feito sob medida para um homem. —Você sabe por que nós chamamos você hoje? Eu balancei minha cabeça. —Não. —Você vive pela localidade, Sr. Lopez?— Eu não respondi. Eu sabia que ela teria lido meu arquivo. Ela tirou um par de óculos quadrados e os colocou sobre a ponte de seu nariz enquanto lia um documento. —Você esteve na polícia por quanto tempo?— Eu segurei meu chão e permaneci em silêncio. —Você diria que o seu parceiro e você estão próximos?— Com um suspiro, ela desabotoou o casaco e se recostou para me estudar. —Ok. Ela olhou para o homem ao lado dela, e ele lhe deu um aceno conciso. Ela abriu o arquivo e me entregou uma foto. Foda-me direto, isso não estava acontecendo. —Você se importa de comentar? Entreguei-lhe a foto de volta e cocei os dois dias de barba que eu estava ostentando. —Eu quero um advogado.


Um sorriso quase escorregou quando ela empurrou para seus pés. —Isso pode ser uma boa idéia.

Esperei no mesmo lugar e observei, pronto para tentativa de número dois. Meu esforço da manhã foi um pouco de um fracasso, mas esta tarde, eu estava pronto. Mia veio ao virar da esquina, parecendo cansada. Ela viu a caixa vermelha e olhou-a com cuidado. —Enfermeira Taylor?— Ela gritou. —Isso chegou há dez minutos. Ela abriu o cartão com um suspiro. A linha firme de seus lábios suavizaram para o início de um sorriso. Seu dedo correu sob a tampa e abriu a caixa de chocolates Godiva. —Onde ele está?— Ela perguntou novamente. Desta vez eu pisei na esquina e ela me viu. —Você precisa parar de me mandar presentes. —Por quê? Ela olhou em volta antes que ela colocasse uma mecha de cabelo solto atrás da orelha. —Porque as pessoas pensam que dormimos juntos. —Ok?— Eu não percebi o grande problema. Ela pegou a minha mão e me levou até a esquina com um corredor vazio. —Mark, nós fomos a um encontro. —Eu lembro. —Nós nem mesmo dormimos juntos... —Não.— Eu dei um passo mais perto, assim suas costas pressionaram contra a parede. —Me parece que, meus lábios estavam ocupados fazendo outras coisas.— Ela piscou algumas vezes, como se estivesse se lembrando. Fiquei reto. Ela precisava saber que eu não estava brincando. —Sinto muito, Mia, eu realmente sinto. Será que você poderia, me dar outra chance? Ela colocou a mão no meu peito para me manter pra trás. —Você vai me meter em problemas, Mark.


—Então janta comigo hoje à noite.— Meus dedos se moviam para brincar com um pedaço de seu cabelo sedoso. —Vamos, Mia, você sabe que há algo entre nós. —Honestamente, eu não quero ser apenas alguém com quem você joga enquanto está aqui. Minha cabeça se volta para sua acusação. —Você acha que isso é o que eu estou fazendo? —Sim, eu acho. —Oh, Mia.— Inclinei a cabeça um pouco, jogando fora o pensamento que eu iria tratá-la dessa forma. —Isso está tão, tão longe da verdade. —Olha, eu tenho que fazer uma coisa hoje à noite. É uma coisa pessoal.— Ela suspirou. —Mas eu vou chamá-lo quando eu terminar. —Obrigado.— Eu inclinei e beijei sua bochecha suavemente. Meu telefone tocou no meu bolso, então eu recuo para deixá-la ir. Ela me deu um sorriso hesitante antes dela correr ao virar da esquina. —Lopez,— eu murmurei para o meu telefone enquanto eu a observava andando. Ela tinha um balanço lindo em seus quadris. —Ele está agora em suspensão. Eles tem uma informação de outro policial que ele estava aprontando alguma coisa, o que fez eles verifiquem as fitas. Certeza suficiente... —Frank divagava em sua forma normal. —Você sabe o que isso significa. Minha garganta cresceu grossa. —Sim.— Eu desliguei e apertei o número um na minha discagem rápida. —Cole, eu preciso obter uma cauda em Manuel. —Considera-o feito. Quando você vai voltar? —Não tenho certeza ainda. —Faça o que você tem que fazer. —Obrigado, cara. Molly estava visitando Paul quando eu voltei para o quarto. Eu balancei a cabeça para Paul para não mencionar Mia. —Hey, Mark.— Molly sorriu em torno de uma colher de plástico. —Você quer?— Ela levantou alguma gelatina. —Não, Deus, não.— Eu fiz uma careta e tentei não assistir agitar levemente em sua mão.


—O homem não para de comer, nunca, mas você lhe mostra gelatina e ele não quer ter nada a ver com isso. —Isso é porque ela não está mesmo nos grupos de alimentos.— Eu afundei na cadeira. Meu esforço foi alto, e eu não tinha certeza de como lidar com isso. —Você tem planos para esta noite?— Molly estalou a última colherada de gelatina em sua boca. —Não até mais tarde. —Estamos todos reunidos no The Blue Room às oito e meia. Você deveria vir. Um sorriso rompeu no meu rosto. —Você sabe o que, poderia ser divertido. Ela sorriu. —Sério? —Sim.— Eu olhei para Paul significativamente. —Você quer sair hoje à noite? —Acabei de ser liberado, então sim, eu poderia ter uma bebida.— Paul e eu nos encontramos no lobby do hotel às nove. Nós pegamos um táxi The Blue Room e atravessamos as portas em torno das 09:15. Mia estava ao lado do Dr. Evans, e eles pareciam estar se divertindo. Ela estava rindo, e seu braço estava atrás de sua cadeira. —Ei, rapazes!— Molly gritou, acenando enquanto saltava para seus pés. Mia se virou, e seu queixo quase bateu na mesa. —Você pode ter que executar uma interferência—, eu murmurei para Paul, que sabia que Molly tinha uma queda por nós dois. Realmente, ela não era particularmente exigente. Ela só queria qualquer um dos membros da Blackstone. Ela era ótima, mas longe do meu tipo. —Ei, eu sou Mark.— Eu me apresentei a algumas pessoas que eu não conhecia. Eu dei a enfermeira Taylor uma piscadela. —Agora, você vai se comportar hoje à noite? —Oh, Mark—, disse ela, corando, —você é tão mau. —Molly, eu não sabia que você os convidou,— Dr. Evans murmurou em sua cerveja. —Eles estavam na cidade e não tinha nada para fazer, então eu os convidei para virem junto.


Mia olhou para mim, e seu olhar caiu na minha frente. Eu fiz o mesmo com ela, deixando o meu foco percorrer sua cabeça vermelha, parando em seu decote. Oh, como eu perdi esse decote. —Mia, você está bonita essa noite.— Eu sorri, não me importando que o médico bonito olhava para mim. —Você também. —Eu ouvi o que você fez hoje—, disse o Dr. Evans, interrompendo o nosso pequeno momento. —Foi extremamente perigoso. Se esse paciente tinha uma lesão na coluna vertebral, você poderia ter feito algum dano real. —Mas ele não tinha. Seus olhos se arregalaram. Eu levei isto não falando muito de volta para ele. —E você sabe disso como, exatamente? Paul sorriu. —Onde você frequentou a escola?— Perguntei. —Sempre temos que determinar se deve ou não remover a perna de alguém, enquanto estão atirando contra três direções diferentes? Ou comprimir os órgãos do seu amigo e esperar que o trabalho de ponto que fez vai durar até que você bateu o helicóptero? Ele não respondeu. —Eu posso não ter ido para Boston, mas eu fiz a minha parte de remendar. A coluna de Paul estava alinhada, sem inchaço, sem discos, apenas um ombro deslocado. —Você poderia estar errado. — ele desafiou pateticamente. —Não é provável,— acrescentou Paul, —porque ele foi o único que estalou para fora. —O quê?— Mia parecia confusa. —De propósito?— Paul sorriu quando ele tomou um gole de sua cerveja. —Por que você faria uma coisa dessas? Eu olhei diretamente para ela. —Você sabe porquê.— —Isso é loucura!— Dr. Evans deixou escapar. —Nah,— Paul deu risada, —estamos na realidade ainda.— Eu me inclinei e estalei a minha garrafa. —Eu não acho que eu quero saber o resto da história.— Ela levantou as mãos, e um pequeno sorriso apareceu nos cantos de sua boca. —Vamos lá, Francis, por que você não me paga uma bebida?—


Mia caminhou em direção ao bar com o médico, sem perder o sorriso que se passou entre mim e Paul. Francis! Enfermeira Taylor começou a compartilhar algumas histórias ER, então eu decidi me misturar com alguns dos outros funcionários. Todos eles pareciam bastante amigáveis. Depois de um tempo, eu podia ver que as meninas estavam sintonizando uma música. Era só uma questão de tempo antes... —Quem quer dançar?— Enfermeira Taylor bateu palmas. —Eu quero!— Molly entrou na conversa. Dr. Evans sussurrou no ouvido de Mia, e ela balançou a cabeça conforme ele levantou e se dirigiu para o bar mais uma vez. —Oh, eu amo essa música— Molly gritou. —Vamos, Mia, dança comigo. O rosto de Mia caiu. —Oh, eu realmente não... —Agora, isso é uma mentira sem rodeios. — Enfermeira Taylor quase a tirou de sua cadeira. —Nós todos sabemos que você pode se agitar. Girei no meu lugar para que eu pudesse ver a pista de dança melhor. “Rock Your Body” de Justin Timberlake tocava através dos altofalantes. Ela começou a se mover com a batida. Enfermeira Taylor apontou para a tela onde o vídeo estava fluindo. Enquanto eu me perguntava por que, Mia começou a imitar movimentos de dança do JT. Paul riu e bateu no meu ombro conforme ela movia seus quadris de uma forma que você só veria no vídeo. Eu não conseguia esconder a minha diversão. —Onde estão todos?— Dr. Evans perguntou a uma das outras garotas. —Dançando. —Oh, atire em mim agora,— ele murmurou antes de tomar uma dose de tequila. Paul parecia menos do que impressionado com si mesmo. —Qual é o problema, Francis, você não dança?— Perguntei. Ele não respondeu, e eu joguei minha bebida para trás e me levantei.


A multidão era espessa, mas me movi facilmente pelo chão. Molly me viu primeiro e gritou. Meu corpo estava logo atrás de Mia quando a música mudou para “Imma Be” por The Black EyedPeas. Observei qual velocidade de seus quadris iria e os assisti antes de envolver minha mão em torno de seu estômago. —Mark— Molly murmurou para ela com uma expressão estranha. Ela chegou para trás e agarrou minha coxa enquanto ela moía em minha ereção quase dolorosa. Eu não poderia ajudar, mas espiei a pele que aparecia em sua parte inferior das costas quando ela se inclinou para frente. Minha mão vagava em torno de seu estômago, ocasionalmente mergulhando baixo. Sua cabeça inclinou-se contra o meu ombro, mas assim que a música pegou, ela se afastou e começou a dançar, em seguida, apontou para mim para mostrar meus movimentos. Oh, Mia, eu sempre amei um desafio. Eu retirei os melhores movimentos que eu tinha e joguei meu corpo à música. Eu girei nos meus dedos e cai no chão, todo o meu peso equilibrado no meu pulso, em seguida, saltou para os meus pés. Quando me inclinei para trás, eu mandei um aceno através do meu corpo. Eu vim diretamente na frente de Mia. Ela estava com um sorriso sexy quando olhou para mim. —Estou impressionada. — disse ela, rindo. Meu braço enganchou sua cintura, meu joelho encravado entre suas pernas, e nós começamos a dançar sujo. A música se transformou em “Talking Body” de Tove Lo. Quando o refrão veio, eu a agarrei mais apertado. Não foi até que a música terminou, que percebemos que todos os outros tinham ido para a mesa. —Bebida?— Eu apontei para o bar. Ela assentiu com a cabeça, e eu peguei a mão dela e a levei para o balcão. Eu tive que levá-la na minha frente desde que só havia espaço suficiente para um. Fechei meus braços em cada lado dela e apertei minha frente suada para suas costas. —Cerveja?— Ela olhou por cima do ombro. Inclinei-me e quase escovei meus lábios nos dela. —Long Board.— Eu entreguei ao bartender meu cartão de crédito.


Ela desviou o olhar. —Long Board— ela gritou, mas o cara não podia ouvir. Ela pulou e inclinou seu corpo sobre o balcão. Eu tive que piscar de volta os pensamentos sujos e forçar as minhas mãos para baixo. Quando ela foi se mover, eu a ajudei em seus pés, girei em torno dela, e me inclinei em seu ouvido. —Eu quero sair daqui. Eu não sei quanto tempo mais eu posso me comportar em público. A excitação em seus olhos me disse que sentia o mesmo. —Vamos terminar separadamente.

nossas

bebidas,

então

vamos

sair

Eu balancei minha cabeça. —Juntos. —Mark— suas mãos foram para os quadris dela —Eu trabalho com essas pessoas. Eles já sabem muito sobre mim. Eu não quero estar na lista de merda de Francis. —Isso pode ser tarde demais.— Liguei minha cabeça na direção de onde o homem em questão olhava para nós. —Merda.— Fechou os olhos. Isso era ridículo. Corri minhas mãos pelo cabelo e baixei meus lábios nos dela. Eu esperava que ela me encontrasse no caminho. Eu nunca iria me forçar em cima dela. —Beije-me, Mia— eu murmurei em seus lábios. Meu coração batia como um tambor. Eu queria me sentir da maneira que eu fiz antes. Com suas mãos apoiadas no meu estômago ela andou na ponta dos pés e me encontrou com a mesma intensidade que corria através de mim. Senti seu gemido sobre sua língua vibrar contra a minha. Jesus Cristo, essa garota ia me matar. Minha mão se moveu sob sua camisa e passou ao longo de sua pele lisa. Ela se afastou. —Nós devemos ir. Eu paguei a conta, e nós corremos para a mesa. —Onde você estava?— Paul sorriu. Eu lhe dei o dedo, mas fiz com que Mia não visse. —Eu estou indo. — Mia pegou o casaco de sua cadeira ao lado do Dr. Evans. Ele colocou a mão sobre a dela. —Posso falar com você por um momento? — Ela olhou para mim antes que desse um aceno rápido.


Eu estava tão incrivelmente ligada na luxúria que eu mal conseguia andar. Minhas coxas praticamente gritaram para serem espalhadas, mas em vez disso eu tinha que tentar agir de forma normal enquanto eu falava com um dos meus superiores. Nós pisamos fora do prédio para o ar frio da noite. Dr. Evans parou na minha frente e virou com uma expressão estranha. —Chame-me de louco Mia, mas eu pensei que tinha algo acontecendo aqui. —Oh! Eu... —Eu senti meu rosto esquentar. Por que, quando uma mulher encontra um homem para ser amigo, um deles tinha que estragar tudo com emoção? Quando é que aprendemos? Imaginei que nunca poderíamos ser amigos agora. —Talvez eu precise ser franco. — Seus lábios se torceram para o lado. —Eu gosto de você, Mia. Eu acho que você é engraçada e inteligente. Eu acho que você está perdendo suas habilidades de ser apenas uma enfermeira... ... E lá estava ela... Eu parei de sua conversa. —Dr. Evans, ah, Francis. Por falta de uma expressão melhor, eu estou lisonjeada, e se nós rebobinarmos até poucos meses atrás, talvez um pouco mais pudesse ter acontecido. Mas é ai onde o nosso maior problema reside, eu amo ser apenas uma enfermeira. —Mas... —Por favor, deixe-me terminar.— Ele balançou a cabeça e fechou a boca. —E eu também conheci Mark, e estamos realmente nos conhecendo. Ele esperou um momento antes de falar. —Que tipo de futuro que você vai ter com alguém que desaparece dias, não, meses a fio sem explicação? Como você sabe que ele não tem muitas de vocês em diferentes países? Ouch. Eu odeio a dúvida. —Eu não,— Eu dei de ombros, —mas isso é algo que vamos ter de trabalhar se isto continuar de alguma forma. —Bem, —ele suspirou —Eu acho que não há mais nada para falar. —Eu sinto muito, Francis, eu realmente sinto.


—Eu também. Eu realmente espero que você não se machuque, Mia. —Ele se inclinou, beijou meu rosto, em seguida, saiu. Eu caí contra a janela e sussurrei: —Eu também. —Hey,— Mark chamou suavemente. Eu olhei e vi que ele estava com as mãos nos bolsos. — Está tudo bem? —Sim.— Eu me empurrei para fora do vidro. —Vamos lá. Através de toda a viagem de táxi e passeio de elevador, permanecemos quietos. As palavras Dr. Evans saltavam em minha cabeça, me fazendo questionar coisas que eu não queria. Mark tinha a minha mão, e algumas vezes eu o peguei me estudando. Eu tranquei a porta atrás de nós e joguei minha bolsa na mesa. —Você quer alguma coisa? —A água, por favor. — Ele se sentou no banquinho e apoiou os cotovelos no balcão, observando enquanto eu me movia. —Você sabe, eu posso falar fluentemente cinco idiomas, ler os lábios, e eu posso trazer um homem adulto de joelhos apenas tocandolhe com força na lateral do pescoço.— Ele fez uma pausa por um momento. —Mas por minha vida, eu não posso descobrir por que você me desligou hoje à noite.— Ele pegou a garrafa de água da minha mão. —Desculpe, eu... —Eu não estou procurando por um pedido de desculpas. Eu limpei minha cabeça. Verdade ou mentira? —Eu acho que o Dr. Evans acabou de apontar algumas coisas que podem fazer isto difícil para mim... Ou nós. —Tais como? —Você sair com nenhuma palavra durante meses. Ele abriu sua garrafa de água e tomou um longo gole. Agora eu desejava que eu pudesse ler a sua mente. —Eu não irei desaparecer por meses a fio, mas talvez uma semana aqui e ali. Sinto muito por ser tão quieto na última vez. Existem algumas coisas acontecendo que precisa da minha atenção. Eu não vou mentir Mia, estar comigo não será fácil. Eu não percebi isso tudo ainda, mas eu sei que eu gosto de estar com você. Nós não podemos pelo menos tentar? Tentar? Analisei meus sentimentos para ver se isso era algo que eu poderia fazer.


—Eu acho...— Bateram na minha porta, e eu levantei um dedo. —Desculpe, Mia.— Meu vizinho Ed tinha seu uniforme de segurança. —Eu não teria vindo, mas eu ouvi você entrar. Eu fui chamado para cobrir uma mudança. Butters empurrou passando, e suas enormes patas peludas pousaram no meu peito. Eu tive que dar um passo atrás para absorver o seu peso. —Ei, garoto. —Ele está arranhando minha porta desde que você chegou em casa. —Sem problemas. Eu não trabalho amanhã, para que possamos sair. Ah, e obrigada pelas compras. Deixe-me saber quanto lhe devo. —Ok.— Ele olhou por cima do ombro. —Ei, eu sinto muito.— Ele deu a Mark um aceno. —Eu te ligo mais tarde. —Claro que sim.— Eu peguei a coleira dele. —Vamos entrar. A coleira foi arrancada da minha mão conforme Butters correu para Mark, que abriu os braços para recebê-lo. —Hey, Butters.— Ele coçou suas orelhas. —Vocês dois se conhecem?— Peguei sua tampa de garrafa e brinquei com ela entre os meus dedos. —Sim— Mark inclinou-se e beijou-lhe a cabeça — Eu acordei com a respiração quente no meu rosto e uma lambida longa na última vez que estive aqui. Ele quase me fez decidir ficar! —Ele ergueu as sobrancelhas para mim. —Oh, realmente.— Eu ri quando me inclinei sobre o balcão. —Ele é o cachorro do edifício. Nós todos nos revezamos cuidando dele. Embora eu pareça levá-lo mais. —Isso é porque ele é doce em você. Posso ver que terei concorrência. Seu comentário me fez sorrir. Ele podia ser tão doce, sem sequer tentar. Depois de mais um coceira nas orelhas, ele olhou para mim, em seguida, pegou a minha mão para me puxar para trás do balcão e na frente dele. —Você estava dizendo alguma coisa. Eu deslizei minhas mãos sobre os seus ombros fortes quando ele fechou os olhos. Meus dedos subiram mais sobre seus músculos. —Eu gostaria de tentar— eu sussurrei, e seus olhos se abriram, mas em vez de um sorriso, seus olhos tornaram-se quase escurecido.


Ele se levantou, e seu olhar sustentou o meu enquanto suas mãos deslizavam em torno de meu pescoço. Ele mergulhou para baixo e me deu um beijo de lábios fechados. Isso foi suave, mas tinha um monte por trás dele, quase como se ele estivesse selando a minha decisão da sua Meu peito arfava contra o dele, e o atrito me deu um alívio temporário. Seus dedos avançaram em volta antes de minhas tiras para minha cabeça cair para a frente. Dei um passo para trás e tirei a minha camisa e a joguei no chão. —Uau.— Seu olhar vagou por cima de mim, mas de uma maneira que me fez sentir amada. Mark tinha uma incrível maneira de me fazer sentir que eu pertencia a ele, e eu estava bem com isso. Ele retirou deliberadamente a sua camisa e a jogou em cima da minha. Com um passo em frente, eu levantei a minha mão e ela pairou sobre uma das suas cicatrizes. Liguei meus olhos para ver se estava tudo bem. Ele deu um aceno rápido, então se encolheu com a ponta do meu dedo frio, mas logo relaxou. A pele levantada era principalmente boa, mas alguns solavancos eram visíveis. —Elas doem?— Eu sussurrei, estudando seu corpo ainda mais. Era como uma tela humana de sua vida; cada marca contava uma história. —Algumas fazem, sim. Meus dedos deslizaram em torno de seu lado e parou em um sulco profundo. Sua mão bateu em cima da minha, e eu peguei sua expressão antes que ele me desse um sorriso. —Cócegas. —ele murmurou, mas eu podia ver que era mais do que isso. Ele levantou os dedos e os beijou delicadamente. —Vamos.— Ele acenou com a cabeça em direção à minha cama. Uma vez ao pé da minha cama, ele escovou meu cabelo para cima do meu peito nu, me expondo. Ele correu os dedos ao longo da curva dos meus seios, parando para sentir o peso de um. Seu ritmo era inebriante. Seu movimento lento quase me deixou louca, mas eu consegui ainda permanecer sã. Eu não poderia me lembrar de ser tocada assim. Ele ternamente rolou meu mamilo entre o polegar e o indicador. Sua mão livre deslizou na frente de minha barriga e libertou o botão do meu jeans. Com um puxão leve ele se reuniu em volta dos meus pés e foram expulsos para o lado quando eu pisei longe deles.


Senti seu peito arfar, mas eu estava muito animada para ver o que estava esperando por mim debaixo de seus jeans. Com o trabalho rápido, eu fiz o mesmo com ele. Então, lá estávamos nós, ambos nus, de pé na escuridão, com apenas um pouco de luz que espreitava através da cidade. Normalmente eu estaria me cobrindo, querendo engatinhar sob as cobertas para me esconder de minhas inseguranças, mas não com ele. Mark me faz sentir... Sexy e confiante. Ele pisou perto de mim, envolveu as mãos em volta do meu rosto e me beijou tão forte que eu esqueci quem eu era. Uma mão deslizou sob as minhas pernas quando ele me levantou e cuidadosamente me colocou na cama. Ele colocou um preservativo e em todo o tempo manteve seus olhos em mim. Seu corpo pairava sobre mim, e ele sorriu. Seus olhos brilharam na pequena luz que tínhamos. —Como?— Suas palavras eram quase um sussurro. Minhas sobrancelhas se uniram. Ele afastou meu cabelo do meu pescoço, em seguida, continuou a viajar ao longo da minha clavícula. —Como é que eu passei tanto tempo sem conhecer você?— Ele beijou o canto do meu olho. —Sem conhecer o seu toque?— Ele enfiou os dedos nos meus. —Sem conhecer o seu batimento cardíaco?— Seus lábios deslizaram em meu peito. Ele posicionou seus quadris antes de empurrar para frente. —Sem saber o que você sente por dentro? Minhas costas se arquearam conforme ele aliviou seu caminho dentro de mim, e soltou um sopro de ar, uma vez que estava totalmente dentro. Com sua mandíbula tensa, ele forçou os olhos abertos. —Você está bem? Eu balancei a cabeça, mas tive que morder o lábio inferior com medo que eu fosse estourar. Suas palavras ainda rolando na minha cabeça. Como alguém poderia torná-lo tão quente por dentro? Ele se inclinou para seu peso em um braço antes dele começar a se mover. Ele assistiu a si mesmo entrar e sair. Eu estava perdida em seu corpo; o modo como seus músculos se moviam era hipnotizante. Eu fechei meus olhos e deixei a euforia se espalhar direto da cabeça aos pés. A espiral dentro de mim começou a apertar, e em vez de pensar demais na maneira que eu normalmente fazia, eu me dei a ele.


Mark acariciou bem atrás da minha orelha. —Você me faz esquecer quando eu estou com você.— Eu queria perguntar o que ele queria dizer, mas ele me segurava ainda e me beijou enquanto ele aumentava o ritmo. Ele tinha tomado tudo de mim, mente, corpo e coração. Eu empurrei todo o medo a distância, abri os braços, e deixei a corrida me controlar. Cores, tudo o que eu via era um mar espetacular de cores flutuando por mim. Seu corpo se deixou cair ao meu lado, e nós dois lutamos para recuperar o fôlego. Seu braço enrolou em volta da minha cintura e me puxou para o seu peito. Ele beijou meu cabelo com um profundo suspiro. —Mia—. Ele beijou meu ombro. Eu beijei seu braço e senti meus olhos ficarem pesados. Lembrome vagamente dele indo para o banheiro antes de eu cair para um sono muito agradável.


Luz Solar surgia entre minhas janelas, e eu rolei para uma cama vazia. Meus olhos se abriram quando ontem à noite voltou correndo para mim. Eu rapidamente coloquei uma calcinha e uma camisa antes de pisar em torno da sala e parar com um sorriso. Mark e Butters estavam no sofá assistindo as notícias. Mark estava falando com ele sobre algo enquanto comia uma tigela de cereais. Peguei a minha câmera e tirei uma foto rápida. Os dois se viraram ao som do obturador. A expressão de Mark era o suficiente para me enviar correndo de volta para a cama para uma segunda rodada. —Bom dia.— Sua voz tinha uma ligeira rouquidão a ela. —Espero que você não se importe. Nós estávamos com fome. —Ele ergueu a taça. —Nem um pouco.— Fiquei contente que ele se sentiu confortável o suficiente para ajudar a si mesmo. —Vamos, Butters, vamos lá fora. Butters não se mexeu. —Nós já saímos. — Mark esfregou a cabeça do grande cão. —Oh,— eu sorri, —obrigada. —Claro.— Ele me viu despejar um pouco de café, em seguida, seus braços quentes estavam ao meu redor. — Sabe, você é bastante impressionante quando está dormindo. —Sou?— Eu me inclinei para trás e o beijei. —Sim, era quase uma tortura. Virei-me em seu abraço. —Bem, você tem a minha permissão para me acordar, se esse sentimento voltar. Ele se curvou, me levantou por cima do ombro, e voltou para a cama. —Mark!— Eu gritei, mas tudo o que ganhei foi um tapa na bunda. Seu telefone tocou, trazendo-nos de volta à realidade com a notícia de que ele precisava sair por volta das quatro.


Ele tomou banho e se trocou enquanto eu o observava da cama. Eu não queria mostrar que eu estava desapontada que ele tinha que ir. Eu sabia que era assim que ia ser. Eu me arrastei até a borda do colchão quando ele deslizou em seus sapatos. Eu passei meus braços em volta do seu pescoço e beijei sua bochecha. Meu cabelo caiu em torno de mim e em seu rosto. —Me ligue quando puder. Ele se virou, me agarrando, e me levou para o seu colo para que eu o montasse. Sua mão agarrou minha bunda e deu-lhe um aperto. —Eu posso dizer honestamente que este é o momento mais difícil que já tive deixando alguém.— Ele esfregou as costas de seus dedos na minha bochecha. —Eu quero te levar comigo. Eu sorri. —Você tem alguma idéia de quando você estará de volta? Foi quando eu vi, o vacilo em seu rosto. Por que eu não mantenho minha boca fechada? Antes que ele pudesse responder, eu me mudei de seu colo e tentei pensar em outra coisa para dizer. Abri uma caixa de prata pequena na minha cômoda. —Bem, quando considerar,— eu levantei duas chaves antes que eu as jogasse para ele, —você sabe onde me encontrar. —Keys?— Ele sorriu enquanto as examinou. —Sorte a minha. Eu me vesti uma vez que Butters começou a queixar-se junto à porta. Mark segurou a minha mão enquanto estávamos no elevador e saímos. —Bem.— Eu suspirei internamente. —Te vejo mais tarde. Ele estudou o meu rosto brevemente antes de me puxar para um beijo. —Eu vou ligar quando eu chegar lá. Tente manter se quente sem mim. —Em seguida, ele reconsiderou as suas palavras e sorriu um sorriso maligno. —Cancele isso, você apenas tem que estar fria!— Ele me beijou uma última vez antes que entrasse em seu carro e saísse. Eu estava à esquerda com um sentimento vazio, mas eu empurrei-o de lado. Eu estava de acordo com isso. Butters puxou a liderança. Abri o portão para o pátio privado para o nosso prédio e permiti que ele corresse. —Oi.— Um homem acenou de um banco atrás de mim. —Tarde bonita, não é?— Sua camisa de malha pesada esticou sobre seu peito


quando ele se inclinou para trás, e as botas bem desgastadas estavam presas de uma maneira para fora como ele endireitou os joelhos. Eu sorri de volta e olhei para o céu e viu as nuvens cinzentas escuras que ameaçavam rolar dentro. —É agora, mas parece que pode ter uma tempestade. —Então eu acho que você poderia dizer que é a calmaria antes da tempestade.— Ele sorriu, mas de alguma forma isso me fez desconfortável. Além disso, ele olhou muito tempo para o meu gosto. —Talvez.— Eu olhei para Butters, que tinha encontrado uma poça para beber. —Eu sou Chris.— O homem ofereceu uma mão, e notei uma tatuagem de cruz de cabeça para baixo que sangrava em seus dedos. — Acabei de me mudar. —Prazer em conhecê-lo,— eu disse sobre meu ombro, fingindo não notar seu gesto para um aperto de mão. —Eu estou tomando sobre o trabalho de Larry por algum tempo. O que? Virei-me para ele. —Larry, como na manutenção? —Sim, algumas coisa de família.— Ele coçou acima da orelha rapidamente. —Qual o seu nome? Com um suspiro, eu me virei para encarar o meu novo vizinho. — Mia. —Prazer em conhecê-la, Mia. 3D, certo? Dei um aceno curto antes de eu chamar Butters novamente. Este homem tinha uma estranha forma de olhar para alguém, como se estivesse procurando algo. Butters estava ao meu lado em um flash. —Cão bonito.— Chris baixou a mão para Butters para vir sentir o cheiro dele, mas ele não foi. Eu não culpo ele. Um pingo de chuva atingiu o meu rosto como um indicador, depois outro, e outro. —Eu deveria ir. Vamos, Butters. —Vejo você por aí.— Chris ficou onde estava enquanto eu corria para dentro.


Eu estive em casa por quatro dias, e eu continuava perdendo as chamadas de Mia. Entre as nossas agendas lotadas, tinha sido difícil de ficar em contato. Quando eu realmente fiz parar, meu corpo cantarolou para estar com ela. Quando eu fechava os olhos à noite, eu podia vê-la debaixo de mim. O olhar em seu rosto logo antes dela se entregar a mim fez o meu estômago apertar. —Ei, cara.— Cole entrou no meu quarto e pulou na minha mesa. —Esta pronto?— —Sim.— Eu dobrei um par de calças de camuflagem na minha bolsa e a fechei. —Como está Mia? —Bem.— O nome dela fez o meu interior se contorcer. —Sua cabeça está nisto? Virei-me para encontrá-lo com uma expressão estranha. —Claro. —Tudo bem.— Ele pulou e saiu. Eu parei e pensei que se Cole estava sentindo alguma coisa, não deve estar certo. Obtenha s sua merda junto. A viagem a Nova York me deu tempo para limpar a minha cabeça e me concentrar no que eu tinha pela frente. No minuto em que pousamos, eu mandei uma mensagem para Mia. Mark: estarei fora do alcance por um tempo, ligo para você mais tarde. Eu esperei um momento, então fui com o que realmente estava em minha mente. Mark: Eu preciso ver você. Era pouco depois das seis onde ela estava. Ela provavelmente, no meio de suas rondas.

estava,

—Pronto?— Keith soltou o cinto de segurança e pegou sua mochila. Keith e Cole decidiram vir para Nova York para ajudar Frank e eu a lidar com esta situação. Manuel queria encontrar-me, e nós precisamos lidar com isso com cuidado.


Nós pegamos um táxi para o hotel onde nós nos encontramos com Frank e usamos seu quarto como um escritório. Frank cumprimentou-nos à porta. —Homens.— Ele sempre foi um homem de poucas palavras. —Entrem. Nós nos sentamos em uma mesa, e para minha surpresa, ele nos ofereceu uma cerveja. Mesmo Cole me lançou um olhar confuso. Este não era um comportamento de Frank. —Então, me diga o que você encontrou.— Ele olhou para nós. Parei de conversar com Cole; esta era a minha questão. —Depois que Manuel entrou para a força policial, ele começou jogando aqui em Nova York no Cassino Dark Horse até que ele foi banido por contar cartas.— Eu abri um arquivo com todas as suas informações. Outros poderiam achar isto estranho, mas eu não. Eu estava acostumado a isso. —Dois anos depois, ele começou a jogar em um grupo clandestino. Foi quando ele começou a deslizar dinheiro para fora do armário de provas. — —Quanto?— Frank voltou sua caneta para estender a ponta. —No começo era pequenas quantidades, quinhentos a mil. Em seguida, ele entrou mais profundo, e isso mudou de cinqüenta a cem mil a um par de vezes por mês. —Olhei para o papel e virei a página. — Acho que seu parceiro suspeitou de alguma coisa, mencionou ao seu sargento, e eles montaram algumas câmeras. Com certeza, lá estava ele, colocando-o na cintura de suas calças. Frank suspirou, em seguida, olhou para fora da janela enquanto ele pensava sobre algo. —Ok—, ele limpou a garganta, —Lopez, você já falou com alguém sobre o que aconteceu naquela época? Meu estômago se agitou. —Não. —E durante a investigação? —Não.— Eu estalei meu pescoço para aliviar um pouco a tensão. Este não era um tópico que eu falava muitas vezes. —Não foi encontrado muitas evidências. —Certo.— Frank rabiscou em seu bloco amarelo, e eu apreciava que ele não questionou as minhas respostas. —Bom. O telefone de Keith toca, e quando ele puxou-o livre, seu rosto caiu. —Merda. Eu tenho que ter isso. —Ele olhou para Cole, em seguida, saiu da sala.


Eu olhei para Cole, perguntando o que estava acontecendo, mas ele apenas deu uma sacudida rápida da cabeça de permanecer na tarefa. Keith e eu tínhamos nos tornado mais próximos agora que ele estava com a Blackstone, mas parecia haver um outro lado dele que mantinha de nós ... bem, talvez apenas de mim. Cole sabia de tudo. Minha garganta contraiu com esse pensamento. Cole sabia tudo, até mesmo o meu segredo, e ele nunca julgou. Nunca. —Tudo bem,— Frank olhou para mim, —você está se está encontrando com Manuel em meia hora no Central Park. Você vai usar um fio? —Não, ele vai verificar. Frank me deu um breve aceno de cabeça. —Deixe seu telefone, então. —Eu realmente prefiro ir limpo—, eu admiti. Fios e erros não eram algo que eu queria para mim quando eu não o tinha visto em quase cinco anos. Ele era um canhão solto, e eu não confiava no que poderia sair de seu período. Cole falou. —Eu estou bem com isso.— Ele sempre teve a minha volta. —Nós vamos manter um visual. Concordo com Lopez. Manuel vai suspeitar dele. Eu o conheço bem o suficiente para dizer que ele vai estar esperando por isso. —Tudo bem,— Frank concordou, mas eu poderia dizer que ele preferia ouvir. —Faça as perguntas que levaram você, e se você precisar de ajuda, puxe o seu celular e o traga para a sua orelha direita. —Mark.— Cole puxou-me para a varanda onde puxou uma caixa preta brilhante. —Ah, eu tenho estes para a equipe para o Natal, mas eu quero que você use o seu agora.— Ele segurou a caixa para cima como se estivesse prestes a propor. —Eu estou meio em pintos, cara.— Eu ri quando ele empurrou a caixa na minha mão. —Você não faz meu tipo. —Isso dói bem fundo. Ele revirou os olhos. —Você vai superar isso. Eu abro a tampa com o polegar, a minha curiosidade aguçada. —Porra, cara.— Eu puxei o relógio preto livre para estudá-lo melhor.


—É feito por um casal que conheci há alguns anos atrás em L. A. É a primeira linha de relógios que eles já projetaram. Eu pensei que ele iria funcionar bem para Blackstone. Eu li o nome do relógio. —Joogii.— A pulseira de couro preta fluiu para a direita na face negra. Nas mãos me fez lembrar de um smoking com seus braços negros e pontas brancas, mas o comprimento, de segunda mão magricela foi o que chamou a minha atenção. Era um amarelo brilhante. Tudo sobre este relógio era nítido, limpo e atraente. —Veja isto.— Cole virou o relógio sobre apontando para um pequeno pino preso na costura. — O exército aprovou o dispositivo de rastreamento. Frank chegou em mim o suficiente para todos os nossos agentes de campo. Depois do que aconteceu comigo ... —Ele limpou a garganta. Eu sabia muito do que aconteceu no ano passado ainda caçava ele. —Bem, pelo menos estes são indetectáveis. —Obrigado.— Eu o envolvi em torno do meu pulso e prendi no lugar. —Eu realmente deveria usar relógios mais. Cole balançou a cabeça antes de voltar para a sala de hotel. — Vamos andando. Entrei no parque na 85th Street e Museu Mile e me dirigi até a água. Direto sob um enorme carvalho havia um banco vermelho, com impressões de mãos das crianças tudo sobre ele. Eu sentei e esperei; eu sabia que ele chegaria atrasado. Ele estava provavelmente me observando para ver se eu indicaria para a minha equipa. Eu fiz certo de não fazer nada, mas sentar-se muito imóvel. Um galho estalou atrás de mim, e eu quase podia sentir a mudança do vento. Eu sabia que era ele. —Você está atrasado. —Isso é jeito de cumprimentar o seu irmão?— Ele abriu os braços para um abraço, mas eu esperei por ele para se sentar. —Droga, garoto, você esteve trabalhando fora. —Sim, você pode querer tentar.— Eu levei na aparência abatida no rosto. —Hey,— ele acendeu um cigarro e deu uma longa tragada, —Eu sou sete anos mais velho e não tenho o luxo que o Exército EUA lhe deu. —Essa foi a sua escolha. Seus maçantes olhos verdes franziram enquanto ele sugava de volta mais um pouco de fumaça. Lá estava ele. Esse era o olhar que me


assombrava quando eu estava no meu pior. —Dificilmente.— Sua voz caiu baixa e estava atada com uma borda afiada. No entanto, desta vez eu não iria deixá-lo chegar a mim, não quando ele incluiu Mia em sua ameaça. —Então, você vai me ajudar ou não? —O que você espera que eu faça, aqui, Manuel? Você foi pego na fita. Ele se inclinou para frente, com os cotovelos sobre os joelhos, antes que ele olhasse para trás. —Eu quero que você diga a eles que eu fiz isso por você. —Você está brincando comigo? Ele jogou o cigarro no chão e pisou nele. —Não.— Ele acendeu outro cigarro e obteve-se sob controle. —Lembre-se o que eu fiz para você, Mark. —Como eu posso esquecer? Toda vez que eu acho que você está provavelmente morto em uma vala em algum lugar, você estala sua cabeça maldita para cima da sepultura para me lembrar. Ele recuou, antes que ele desse uma longa tragada. —O Exército cresceu-lhe algumas bolas. —Sim, e o que de um conjunto que eu tenho.— Eu segurei seu olhar. —Você se meteu nessa merda, obtenha-se fora dela. —Você não vai me ajudar? —Foda-se, Manuel!— Levantei-me e enfiei as mãos nos bolsos de meu casaco longo. —A garota. Ela é bonita. —Ele sorriu, seu cigarro pendurado nos lábios. Imaginei que ele iria lá, então eu estava pronto. —Sim, ela é.— Virei-me no meu calcanhar e caminhei em direção ao estacionamento. Cada passo tomou esforço. Eu não tinha certeza se eu tinha feito a decisão certa ainda. Apenas o tempo diria. O Escalade preto de Frank parou e a porta se abriu. Eu pulei dentro, e Cole soltou um longo suspiro. —Bem?— Ele levantou o punho, e eu cruzei. —Sim. Quando finalmente chegamos de volta ao nosso hotel, eu saltei as bebidas no bar e me dirigi para o meu quarto. Eu queria ficar sozinho. Não, o que eu queria era estar com Mia.


Liguei meu telefone, uma vez que ele tinha morrido no caminho de casa, e fui para um chuveiro. Meu corpo bateu no colchão com um baque pesado. Eu estava cansado demais para mudar, então eu apenas me enrolei em uma toalha. Peguei meu celular, perguntando quando os Penguins estavam jogando esta noite. Eu empurrei para cima no meu cotovelo quando eu vi um monte de textos não atendidas a partir de Mia. Mia: Ei você, eu queria que você estivesse aqui também. Mia: Algo para ajudar ;) Havia três fotos. Eu escolhi para baixar o texto, uma vez que o Wi-Fi chupava aqui. Meu coração quase parou quando eu vi que ela tinha tomado uma selfie de si mesma na chuva. A próxima ela estava no hospital, fazendo uma cara infeliz de todo o trabalho que tinha que fazer. No entanto, a terceira me tinha sorrindo no meu travesseiro como se eu tivesse dezessete anos e no amor. Ela estava na cama, deitada, olhando para a câmera com um sorriso sonolento. Havia um texto anexada a essa. Mia: Boa noite, doces sonhos. Virei a câmera na minha cara e fiz a minha versão de sua última foto. Mark: Boa noite, Mia. Doces sonhos. Liguei a TV e comecei a virar. Meu telefone tocou, e eu temia ver quem era. Eu só fechei os olhos e respondi. —Lopez,— eu murmurei, imaginando que provavelmente era Frank. —Hey.— Sua voz era baixa e foi direto para o meu peito. —Uau—, eu ri levemente, —eu realmente tinha necessidade de ouvir a sua voz. Eu ouvi ela se mover. —Está tudo bem? —Sim, só trabalhando as coisas. —Oh.— Ela bocejou. —Como está indo o trabalho? —Interessante. —É o bem cuidado Dr Francis te incomodando?— Estranho. Eu não fico com ciúmes, mas com ela eu estava um pouco. Incomodava-me


que ele tem que vê-la todos os dias, e eu não podia. Ela fez uma pausa um pouco longa demais para o meu gosto. —Mia? —Não, ele tem estado muito bom. —Aconteceu alguma coisa? —Não! Deus, não, Mark. —Ela limpou a garganta. —Eu nunca faria isso. —Quero dizer, faria todo o sentido. Ele está lá todos os dias. — —Mark! Eu me senti como um idiota. —Desculpe.— Eu precisava puxá-lo junto. —Tem sido um dia. Houve um silêncio. —Mia, eu sinto muito. Eu só estava sendo um idiota. —Posso te perguntar uma coisa, sem você ficar chateado? Meu estômago torceu; Eu não tinha certeza se queria ouvir isso. —Claro. Ela suspirou ao telefone. —Quando eu vou vê-lo agora? Meu coração aliviou, feliz em saber que ela me queria como eu queria. —Eu ainda não tenho certeza. Em breve, espero. —Eu também.— Ela bocejou novamente. —Olha, você vai dormir um pouco, e eu vou falar com você mais tarde.— Eu ouvi Butters gemer no telefone. —Você cuide dela enquanto eu estiver fora, rapaz. —Ele, não é, rapaz? Ok, me ligue mais tarde, se puder. —Eu vou. Tchau, querida. —Tchau.

Na semana seguinte, eu corri meus treinos com a equipe. Eu trabalhei para fora, jogado com Livy, e esperei. Mais dois dias se passaram, e ainda nenhuma palavra de Manuel. —Hey,— Keith largou o saco na minha porta, —Você está pronto?—


—Sim.— Eu agarrei o meu casaco e fiz uma última verificação antes de sairmos. Keith olhou para o telefone certo antes que ele tocaria. —Carlos.— Sua voz era completamente diferente. Ele se virou para olhar para mim, e ele segurou seu dedo à boca para me manter quieto. —Oh, merda, neste fim de semana? Não, cara, eu não posso, mas vou tentar fazer a próxima reunião. —Ele esperou por um minuto. —Sim, irmão, eu vou estar lá.— Ele desligou e manteve o ritmo acelerado descendo as escadas. —Boa sorte, rapazes.— Savannah sorriu da porta. —Estejam seguros.— Ela parou Keith. —O que? —Ele tem outros amigos, além de nós,— Eu brinquei e me apressei até o caminho para o helicóptero. Nós precisávamos estar do outro lado da fronteira em breve, se estávamos indo para prender o nosso próximo hóspede. —Tudo bem.— Eu ouvi Keith beijar sua bochecha antes de seguir atrás de mim. —Ei, Lopez—, ele gritou. —Você não ouviu nada, ok? —Ouvi o quê? Ele me deu um leve aceno de cabeça. —Obrigado. Esperei o momento em que o helicóptero saiu do chão. Isso sempre fazia minha adrenalina chutar alguns entalhes.

Localização: México Coordenadas: Confidencial —Eu nunca iria viver aqui.— Cole passou o dedo ao longo do interior de sua camisa. —Muito fodidamente quente. —Sim.— Nós tínhamos estado neste esconderijo subterrâneo durante quatro horas e meia, sem movimento partindo da casa abaixo. —Por que você não está me divertindo?— Cole abriu a água. — Olá. —Pensando. —'Ataque? —Manuel. —E?


Revirei os olhos. —E Mia. Ele se mexeu para se apoiar em seu outro ombro. —Você parece diferente com essa menina. —Sim.— Ele esperou por mim para ir adiante. —Ela não se importa comigo desaparecendo. Quer dizer, ela não gosta disso, mas ela parece entender como isso funciona. Eu acho que desde que assinou o NDA, ela teria tido uma idéia. —OK. —Ok.— Eu sabia que havia mais na próxima. —Eu acho que eu quero saber onde sua cabeça está, se vocês dois estão ficando sério. Havia aquela sensação de peso que se arrastou em meu peito sempre que isso vinha à tona. —Honestamente, eu não tenho idéia, mas eu estou recebendo sugestões. Cole esfregou sua cabeça enquanto ele pensava. —Bem, eu não posso te perder, então deixe isso comigo, e eu vou ver com o que eu posso vir acima. —Parece bom.— Voltamos para o silêncio, então eu sorri. —Você pode dizer a Savannah que eu estou bem. Ele riu e balançou a cabeça. Savannah estava sempre olhando para nós, e agora usava Cole para fazer o seu trabalho. Era doce que ela se importava. —Ei, o que há com Keith, de qualquer maneira? Cole jogou a cabeça para trás contra a sujeira. —Coisas pessoais. —Bem, desde que Keith nos disse nada sobre si mesmo, isso não é útil. Tudo certo? —Ele precisa tomar algumas grandes decisões. Seu passado está recuperando o atraso. —Eu ouvi isso! —Sim.— Eu sabia que não devia empurrar Cole. Ele mantinha os segredos de todos. Tudo estava em uma necessidade saber o básico com ele. Que, o Senhor sabia, eu apreciava. Tiros soaram ao longe, e nós ficamos em nossos joelhos e na posição.


—Visual?— Perguntei a Cole enquanto eu descansava ao lado da minha bochecha sobre o aço quente e alinhando minha mira com a porta da frente. Com a minha respiração constante, eu fiz a varredura da frente da casa. —Negativo. Meu dedo flexionado contra o gatilho; Eu amava esta parte. O desconhecido. Qual o caminho que esta situação iria? —Porta ao leste,— Cole murmurou enquanto ele levantava a arma. Eu cuspo os detalhes para o resto da equipe antes de Cole começar a disparar. Em nove ou cinco segundos o cartel foi para baixo. —Vamos nos mover.— Ele se levantou. Nós corremos para baixo da colina, através de um campo, onde se curvava atrás de um pequeno muro. Cole teve a equipe no lugar antes que invadirem a casa. Com minhas costas contra a casa, dei uma espiada dentro da janela, mas algo bloqueou minha visão. Me juntei a Cole enquanto ele se preparava para limpar a porta da frente. Paul rolou uma bomba de fumaça para dentro antes de entrarmos. Após o barulho, formamos uma linha e nos movemos para a frente. Fumaça, calor e um cheiro horrível nos encontrou em questão de segundos. —Todo mundo pra baixo!— Eu gritei através da névoa ofuscante. Eu tropecei em alguma coisa pesada e ricochetei algo elástico. Minhas mãos saíram e pousou contra ... —Merda!— Eu gritei assim como Keith rasgou a cortina para fora da janela. Pilhas e pilhas de corpos mortos jaziam em todas as direções no chão. Minha mão estava em cima do rosto sem vida de uma mulher. Eu empurrei de volta como se tivesse sido queimado. —Que porra é essa?— John estava quase verde, mas conseguiu se segurar. Keith me ofereceu um braço para que eu não tivesse que tocar em qualquer mais deles. Cole saiu chamando os outros para dentro. —Quantos?— John cobriu a boca. —Deve ser oitenta,— Keith balançou a cabeça, —só nesta sala.—


—Tem mais?— John tossiu com o cheiro, acenando o braço em volta para espantar as moscas. Keith apontou para cima da escada, onde haviam mais corpos espalhados pelo chão. —Vamos acabar logo com isso.— Eu limpei minha mão sobre minhas calças antes de puxar as luvas de borracha. Nós começamos em uma extremidade e deslocando através de corpo após corpo para ver se o nosso alvo foi incluído no massacre. John relutou, então eu lhe disse para fazer vigia. Todos nós tivemos os nossos pontos fortes. Este não era o seu, e que era bom. Tornou-se apenas um trabalho depois do décimo segundo corpo. Eu desliguei as minhas emoções e fiz a minha coisa. Não foi até que me deparei com o corpo de um jovem rapaz que tinha sido baleado no estômago e no olho que eu precisei de um momento. Foda-se. Eu puxei o rapaz livre, aninhando-o nos braços e o levei para fora, onde deitei-o perto de alguns arbustos. O restante do seu olhar indo para o céu. Eu me abaixei e corrigindo a sua t-shirt, e quando eu puxei-a para baixo, um carro de lata pequeno caiu do bolso. —Foda-se,— Eu grunhi, um nó no meu peito. Eu o pego e examino. Portas amarelas com uma faixa preta na parte superior. Era caseiro, com o nome Felipe no pára-choque. Eu enrolei isso em meu punho e segurei até minha boca para manter o soluço de volta. Isso não estava certo. Nós lutamos todos os dias malditos em uma guerra sem fim. Infelizmente, a este ritmo, no momento em que encontrássemos a paz, o que restaria? Nada além de destruição. —Por que vale a pena rapaz,—, eu sussurrei, —Eu realmente sinto muito.— Eu imediatamente fiquei de pé e me verifiquei. Isolado. Virei-me e encontrei os caras me olhando. Cole mudou para o meu caminho. —Você está bem? Eu escovei por ele. —Não. Isso foi como foi. Sempre que um de nós encontrava uma criança desta forma, gostaríamos de retirar o pequeno corpo do local, colocar no exterior, sob o céu, e então eles receberiam um momento de nosso tempo. Não dizíamos muito para quem encontrasse o corpo. Principalmente, nós simplesmente tocávamos em seu braço e deixávamos continuar com esse pequeno gesto de conforto. Esta foi a pior viagem que eu já tinha feito.


Três horas mais tarde, terminamos e verificamos sessenta e três adultos e dezessete crianças. A polícia mexicana chegou e começou a assumir. —Logan.— Keith estava no topo da escada. —Encontramos o nosso alvo. —E? —Morto. —Como? —Pendurados no teto, corte no estômago. Sangrou até a morte. — Foda-se!

—Oh, aqui, deixe-me ajudar.— Chris, o novo gerente, abriu a porta do apartamento para mim. Eu tentei equilibrar as minhas compras em meus braços. — Obrigada. Ele correu para a frente e apertou o botão de chamada para o elevador. —Você precisa de alguma ajuda? —Ah, não, eu acho que eu consigo. —Ok.— Ele realmente me deu um sorriso amigável, antes que desse um passo atrás para deixar a porta fechar-se entre nós. Cristo, ele era um cara estranho. Sacudi as más vibrações. Eu não podia esperar para abrir a minha vodka e saborear um cosmo forte. Minhas chaves estavam presas entre os dedos enquanto eu as enfiava para o pequeno buraco e abria a porta do meu apartamento. Então meu coração saltou. Mark estava caído para a frente, cabeça entre as mãos, na minha cadeira confortável. —Hey.— Eu queria ser animada, mas sua linguagem corporal me deixou nervosa. Eu defini as minhas sacolas na ilha. Eu não acho que ele me ouviu, mas quando comecei a falar, ele abruptamente se levantou e caminhou até mim. Ele esmagou seu corpo ao meu, com um enorme suspiro. —Oh!


Ele se inclinou para trás, pegou meu rosto em suas mãos, e olhou nos meus olhos antes que ele se inclinasse e me beijasse. Eu poderia dizer que isso era o que ele precisava, então eu fui junto e mantive as minhas perguntas para mim mesma. Dei um passo para trás e tirei minha camisa. Ele fez o mesmo, e, em seguida, suas mãos estavam por todo meu corpo. Cavando, amassando, esfregando, ele estava muito mais intenso do que o normal. Mal chegamos à cama antes dele rolar um preservativo. —Eu preciso de você agora.— Ele me colocou para trás antes que ele se arrastasse por cima. Seus olhos mostravam a sua luta interna, e quando eu segurei sua bochecha, ele se virou para isso. —Mia—, ele quase choramingou, —Eu preciso de você para me ajudar a esquecer.— Eu sabia que sua cabeça estava em outro lugar, e eu sabia que ele precisava de mim para trazê-lo de volta. Mesmo que sua mente não estava toda no presente, ele ainda era tão doce e cuidadoso. Arrastei as minhas unhas pelas costas dele, mas parando no sulco profundo agora familiar do seu lado. Lenta mas firmemente, ele tirou a minha mão. Peguei seu rosto em minhas mãos para que ele olhasse para mim. —Eu estou aqui, Mark.— Ele fechou os olhos e os músculos do pescoço estavam tensos. —Hey,— Corri meus dedos pelo seu rosto, —deixe-me ajudar. Depois de uma batida, ele me deixou empurrá-lo para a cama, onde eu subi e afundei sobre o seu comprimento. Suas mãos pousaram em meus quadris e definiu o ritmo. Enquanto meu corpo se movia, eu inclinei para frente e beijei as cicatrizes em seu peito, através de sua clavícula, e ao longo de seu pescoço. —Eu estou aqui.— Meus lábios vibrando contra suas costelas. Enfiando os dedos dele no meu cabelo e gentilmente me levantando para seus lábios. No momento em que tocou, ele rosnou. O beijo foi selvagem, mas não uma corrida, mais como uma fome que consumia todo o meu corpo. Eu apertei a sua volta. Uma vez que ele deixou ir, eu me inclinei para trás, tomando suas mãos nas minhas, e balançado suavemente a um ritmo que pareceu relaxar ele. Nenhum de nós falou; nós não precisamos. Em um ponto, quando o vi cair, parei e segurei seu rosto novamente. —Hey.— Ele fechou os olhos, e eu percebi que era o que ele fazia quando tentava ordenar seus pensamentos. Suas mãos se moveram para os meus quadris antes de seus olhos se abrirem. —Eu vi


algumas coisas.— Sua mandíbula estava flexionada. Não havia nenhuma lágrima, mas a crueza em sua voz foi suficiente para me fazer sentir a sua dor. —Eu preciso de você para me trazer de volta. Para mim novamente. —Oh, Mark.— Eu passei meus braços em volta do seu pescoço e segurei-o o melhor que pude. Depois de um tempo, ele me moveu, então eu estava com o meu corpo envolto em torno dele de lado. Sua mão esfregava levemente do meu ombro até o cotovelo. Era suave, mas eu estava muito preocupada para relaxar. —Diga-me algo sobre você.— Eu realmente queria conhecê-lo. Sem fronteiras, apenas quem ele era. —Como o quê? Pensei por um momento e comecei a rir. —O quê?— Seu tom era curioso. —Por favor, não leve a mal, mas por que você cheira como uma menina de quinze anos de idade, às vezes? Mudou-se para sentar-se, e suas mãos foram para o peito de forma bastante dramática. —Perdão? —É como se eu continuo tendo esse déjà vu de quando eu tinha sete anos andando de bicicleta rosa brilhante.— Levantei-me e apanhei seus jeans. —Oh, isso não é estranho. Claro, cheirar as minhas calças. —O sarcasmo dele me fez sorrir, e então eu senti, uma coisa dura e longa. —Ok, você não precisa... —Ohhhh.— Eu ri da embalagem quase vazia de HubbaBubba. — Oh, graças a Deus.— Eu ri mais difícil. —Eu tinha um monte de coisas piscando em frente a mim, assim. Mark sorriu, então ele começou a rir também. —Acho que é um tipo de coisa de conforto. —Eu acho que é bonito.— Sorri quando voltei a goma para o bolso da calça. —Você vai me dizer mais alguma coisa? Ele avançou para baixo de modo que estava deitado na cama e voltado para mim. Eu fiz o mesmo e nós assistimos o resplendor da cidade abaixo das janelas enormes atrás de nós. Eu amava este apartamento. —Algo pessoal que é sobre quem você é. Algo real.


Seus lábios pressionaram em uma linha reta enquanto ele pensava antes de responder. —Eu tenho estado sozinho por tanto tempo que eu vou realmente bagunçar o lado oposto da cama. Então, quando eu acordar na manhã seguinte, a decepção não é o primeiro pensamento que surge na minha cabeça. —Ele sorriu para mim. Levei um momento para processar o que ele disse. —Isso é ...— Eu remexi para as palavras certas. —Triste, eu sei—, ele deu de ombros, —mas é verdade.— Ele se inclinou e me deu um beijo antes de ele se deitar. —Eu tenho compartilhado um monte, então agora é a sua vez. Seu rosto apareceu na minha frente, mas eu não podia. Ainda não. Isso mudaria tudo. —Umm,— minha mente correu para pensar, —Eu me prometi que iria esperar três anos antes de que eu tivesse um encontro novamente após o que aconteceu com o meu ex. —Quanto tempo tem sido? —Treze meses. Ele semicerrou os olhos para mim. —Tem certeza de que está pronta para um outro relacionamento? —No começo, eu não tinha certeza... —E agora?— Ele interrompeu. Olhei para ele por um momento. —E se eu não estiver? Ele enganchou seu braço em volta da minha cintura, me puxando para ele, e ficou acima de mim. —Eu acho que eu teria que encontrar maneiras novas e criativas para convencê-la.— Seus lábios apanharam os meus e ele assumiu. Eu esquecia meu nome quando estávamos assim. Quando viemos à tona para respirar, eu balancei livre e fui ao banheiro. Eu estava escovando os dentes quando ele veio atrás de mim. Ele encostou-se no batente da porta e observou. Quando eu me inclinei para lavar a minha boca, eu senti ele retirar a escova da minha mão. Voltei para cima, e ele estava usando a minha escova de dentes. Eu sorri para o quão confortável ele já estava comigo.


A cama me parecia bem, mas sabendo que ele ia estar ao meu lado era ainda melhor. O chão estava frio, então eu corri debaixo das cobertas e estremeci até o meu calor do corpo aquecer o meu lugar. Eu estava quase dormindo quando ele se juntou a mim. Sua mão correu ao longo do meu quadril, sobre o meu estômago, e se enrolou em volta da minha cintura. Com um pequeno empurrão, ele puxou as minhas costas contra seu peito. —Eu senti sua falta—, ele sussurrou em meu cabelo. Algo em sua voz me incomodou novamente. Virei-me para ver o seu rosto. —Por que me sinto como se estivesse indo me dizer que você está saindo em breve? Quando ele não respondeu, eu virei para trás e deixei a batalha indizível combater-se para fora em minha cabeça. Eu não poderia deixar de pensar como se eu fosse a sua libertação quando ele precisava se livrar de algum stress ou demônio. Uma da manhã Duas da manhã Três da manhã Os números assinalando através das horas, mas eu estava muito nervosa para fechar os olhos no caso dele sair. Por volta das três e meia, eu não aguentava mais. Eu deslizei para fora da cama, enrolando meu robe de seda em volta de mim, e fui para a sala. Cuidadosamente, eu subi no assento da janela. Ele era meu favorito. Eu poderia mentir para trás e fingir que estava tudo bem, e não havia nada além de mim e as estrelas para ouvir meus pensamentos. Pingos de chuva giravam em torno de diferentes padrões, e uma pitada de geada estava no ar, o que deixava uma camada branca ao longo da borda do painel de cada janela. Eu puxei meu cobertor até o queixo e me estabeleci mais confortável. A voz de minha mãe me encontrou. —Se o seu corpo naturalmente sorri quando você vê a pessoa com quem você está, isso é um bom sinal. O que acontece se você vivesse duas vidas diferentes? Como isso funciona? Eu chutei o cobertor. Não adiantava; o sono não ia vir. Eu me troquei antes de rabiscar uma nota.


Indo para o trabalho. Vejo vocĂŞ quando puder. ~ Mia Olhei para isso me perguntando se era um golpe muito seco. Eu nĂŁo queria que fosse. Joguei no lixo, eu tentei novamente. Indo trabalhar. Falo com vocĂŞ mais tarde. ~ Mia Com um olhar por cima do ombro para me certificar de que ele ainda estava dormindo, eu fui para o hospital.


—O que você está fazendo aqui?— Molly perguntou quando passou correndo a sala de espera do ER onde eu tinha me estabelecido com um bom livro. —Não conseguia dormir. —Você é a única que eu conheço que vem para uma sala de emergência para se acalmar.— Ela riu antes que seguisse seu caminho. Por volta das dez, fui visitar Kenny, que estava muito pior hoje. Ele mal conseguia levantar a cabeça, e seus olhos pareciam distantes. —Ei, querido.— Eu apertei o braço direito para que ele soubesse que era eu. —O que você está assistindo hoje? Ele não respondeu, então eu fui até lá e abri as cortinas. —Está chovendo, o nosso tipo favorito de tempo. Novamente nada. —Você está com frio?— Eu suspirei. Quando eu comecei a me mover, eu bati o braço esquerdo, e sua mão disparou para a frente e em volta do meu pescoço. —Não me toque!— Ele gritou, me esmagando mais difícil. —Nada mais de remédio!— Seus olhos estavam frios, e eu poderia dizer que ele estava perdido em seu outro mundo. Tentei chupar um pouco de ar, mas nada podia passar. Quanto mais eu lutei, mais forte seu aperto aumentou. Minha mão correu em volta e finalmente encontrei o botão de emergência no meu pager. Eu pressionei duro. —Ahh,— Kenny gritou novamente, —deixe-me! A porta se abriu, e Vikki disparou em nossa direção. —Segurança!— Ela gritou no corredor. —Preciso de ajuda agora! Manchas nublaram minha visão conforme interminável gradualmente tomava a minha vida.

seu

agarre

—Kenny! Vamos! —Vikki praticamente teve de romper o braço para levá-lo a libertar-me.


Eu caí para trás para fora da cama e bati no chão. Arquejando, eu engoli em seco e tossia enquanto o ar inundava de volta em meus pulmões. Dr. Evans entrou e correu para o meu lado. —Mia, o que aconteceu? Vikki tinha Kenny em suspenso até que uma outra enfermeira sedou ele. —Ele tinha ela no pescoço—, Vikki chamou. Depois que ele me ajudou a levantar e sair da sala, o Dr. Evans me sentou em uma cadeira e se agachou na minha frente. —Eu estou bem—, eu arquejei, mas as lágrimas ameaçaram vir. Ele pegou a minha mão, mas eu estava com as pernas trêmulas. —Eu só preciso de um momento. —Mia. —Por favor. Cada passo parecia chumbo, e meu estômago virou quando estendi a mão para a maçaneta da porta de um quarto vazio. Eu me enrolei em uma bola na extremidade da cama. Cada respiração era dolorosa, meu coração disparado, e os meus sentimentos estavam tão fora de sintonia que eu não sabia por onde começar a processar tudo. Um, dois, três, quatro ... Eu tentei me acalmar, mas não adiantava. A realidade da condição de Kenny não podia mais ser negada, e meu coração se partiu por ele. Fui com o que meu corpo queria, que era quebrar. Os soluços bateram duro; eles eram em sua maioria silenciosos, mas balançou meu núcleo a medida que vieram à tona. Minha cabeça estava enterrada contra meus joelhos enquanto eu tentava bloquear o mundo fora. Eu cedi e deixei toda a corrida na dor. —Onde ela está?— Eu mal ouvi os gritos através da minha própria luta pessoal. A porta se abriu e um conjunto de mãos quentes caíram em cima das minhas. —Merda—, Mark amaldiçoou quando ele me levantou e me segurou em seus braços. Ele se envolveu em volta do meu corpo, me segurando apertado. —Está tudo bem, Mia, eu estou aqui. Eu solucei mais duro, chorando pelo fato de que Kenny estava quase no fim, chorando porque eu queria a minha mãe para estar aqui


comigo para apoiá-lo, e chorei porque Mark entrava e saia da minha vida quando eu só queria que ele ficasse comigo. Depois de um tempo, eu me senti tão cansada e dolorida. Mark não se moveu ou se queixou-ele ficou simplesmente lá. —Posso ver o seu pescoço? Eu desdobrei a partir da rede de segurança que ele me tinha e vi seu rosto preocupado. Ele escovou meu cabelo para longe. Seus polegares secaram minhas bochechas em seguida, delicadamente inclinou a cabeça para trás. —Ai, Mia. Kenny ainda está muito forte. Eu fechei meus olhos e deixei mais lágrimas deslizarem para fora. Eu ouvi ele se mover. —Vamos te-la vendo isso.— Ele me ajudou a levantar sobre a cama. Eu me senti como uma rocha, drenada de tudo. Eu só queria dormir. Mark mudou-se para a porta e chamou alguém. Vikki chegou em primeiro lugar. —Oh, garota—, ela cobriu a boca com minha aparência, —você foi sortuda por apertar o botão de emergência. Dói? — Eu balancei a cabeça, mas não falei. Eu realmente não sabia o que dizer. Mark estava ao meu lado e esfregou suavemente. Vikki olhou para ele.

as

minhas costas

—Eu não sei quanto tempo ele teve ela assim.— Sua voz falhou como se ela realmente se importasse com o que tinha acontecido para mim. —Deus, Mark, eu não poderia conseguir que ele a deixasse ir. Eu realmente tive que fraturar seu braço. —Jesus Cristo—, ele murmurou, —Eu estou feliz que você estava lá. Ela colocou a mão na minha. —Mia, você deve tomar alguns dias de folga. —Eu concordo—, disse o Dr. Evans, da porta. —Seu turno nem mesmo começou ainda. O que você estava fazendo no hospital? — Dei de ombros. A dor pulsando em meu pescoço me deixou sem vontade de falar. —Bem, vamos te verificar pra você sair.


Mark ficou ao meu lado o tempo todo. Ele nunca disse muito, apenas se encolheu quando eu o fiz. Felizmente, não houve muito dano além de alguns hematomas intensos. Foi-me dito para tirar uma semana de folga. Eu não estava feliz com isso, mas eu não tomava as decisões. O chefe fazia. Eles também fizeram uma nova regra que eu não tinha permissão para estar a sós com Kenny mais. Essa foi a pior parte. Eu sabia que Kenny não tinha muito tempo. Depois que me foi dado alguns analgésicos, eles tentaram me mandar para casa. Eu parei Evans antes de sair. —Eu quero ver Kenny em primeiro lugar. —Não. Olhei para Mark, que lutava para manter seus sentimentos de volta. Eu pulei para fora da mesa e caminhei com os joelhos vacilantes. —Ele não quis fazer isso. Você sabe que ele desliza entre dois mundos. —Vá para casa, Mia.— Dr. Evans suspirou quando viu que eu não estava prestes a desistir. —Você pode vê-lo amanhã, mas não hoje. —Tudo bem—, eu sussurrei, assim que Mark pegou a minha mão. Evans olhou por cima do meu ombro, sua boca apertada com aborrecimento. —Vamos para casa.— Mark me impeliu para a frente e para o corredor. Ele abriu um guarda-chuva e me ajudou ao longo das poças d'água até que chegamos ao seu carro. —Está quente o bastante?— Ele virou o ar quente em minha direção e apertou o botão para o assento aquecido. —Sim—, eu resmunguei. Eu estava exausta. Uma vez em casa, me despedi fora dos meus scrubs(tênis) molhados e vesti um top e calças de ioga . Eu gostava de ficar confortável quando eu estava em casa. Mark mexeu em torno da cozinha enquanto eu fazia um ninho acolhedor no sofá em corte no estofado. Eu fui direto para o meu DVR e coloquei Tru Detective. Eu estava obcecada com esse show. Quanto mais escuro, melhor.


Mark definiu uma bandeja na minha frente com sopa de frango e pão quente. —Você precisa comer alguma coisa com esses remédios para dor em seu estômago. —Obrigada.— Fiquei agradavelmente surpresa por ele fazer isso por mim. Ele voltou um momento depois com a sua própria bandeja e estabeleceu-se perto de mim. Olhei para ele, confusa. Ele tomou um gole de água. —O que? —Você vai ficar? —Sim.— Ele baixou o pão em sua sopa. —Mas eu pensei que na noite passada você disse que tinha de ir embora. —Eu fiz. Eu tenho uma viagem. Havia aquela sentimento afundando novamente. —Então, quando você vai? Mark definiu sua tigela para baixo e escovou as migalhas de seus dedos. Ele se inclinou para trás e colocou seu braço ao longo das costas do sofá. —Optei por não ir. Eu balancei a cabeça, não seguindo. —Primeira vez—. Ele sorriu. —Por quê?— Soava estúpido, mas eu precisava dele para dizer. Ele virou-se um pouco mais para me encarar, seus dedos escovando meu cabelo para fora do meu rosto. —Um tempo atrás, Savannah teve muita dificuldade com Cole saindo quando ela descobriu que estava grávida.— Eu assenti. —Ele sabia e ficou. Cole nunca perdeu uma atribuição. Eu o vi tirar os homens com as próprias mãos, enquanto doentes com pneumonia. Somos treinados para lutar por tudo, —ele fez uma pausa,— tudo exceto isto. —Mas o que? Ele sorriu, aquele que fazia o meu estômago saltar em minha garganta. —Você.— Quando eu não disse nada, ele continuou. —Eu sabia que Cole estava apaixonado. Todos nós vimos isso. Eu não podia acreditar que ele pulou a viagem, ignorou a chance de tirar alguns caras maus. No entanto, quando eu acordei esta manhã e vi que você foi embora, eu decidi ir ao hospital para dizer adeus. Quando a enfermeira me contou o que tinha acontecido, nada importava, depois disso, exceto você. Mandei uma mensagem para Cole, e você quer saber qual foi a sua resposta?


—Qual?— apenas deslizou pelos meus lábios. —Ele disse: 'Tudo bem”—. Ele riu. —Acho que era mais evidente do que eu pensava. —O que era? —Mia ...— Seu dedo correu ao longo da minha mandíbula e em meu lábio inferior. —Eu tive namoradas antes, mas gosto de você. Eu normalmente gosto do meu espaço, meu tempo sozinho, ver minha namorada nos fins de semana ou uma noite por semana ou sempre. Mas com você, você é tudo que eu penso. Minha última viagem foi —, ele limpou a garganta,— dura. A única coisa que eu queria era te abraçar e dormir ao seu lado. Eu caí rápido, Mia, e, francamente, isso assusta a merda fora de mim. Eu acho que posso até ter perdido o meu senso de humor! Eu sorri para a sua tentativa de humor em um momento tão sério. Movendo meu cobertor de lado, me desloquei para me escarranchar em seu colo. Eu coloquei as minhas mãos em ambos os lados de seu rosto e olhei em seus olhos castanho chocolate. —Saí para que você não tivesse que ser o primeiro,— eu admiti em um sussurro. —Eu sei que é assim que vai ser com a gente, mas eu odiei a sensação da última vez que isso aconteceu de tal maneira que ... Seus olhos se fecharam enquanto seu peito subia e descia. —Está tudo bem, Mark, porque agora que eu sei que não estou sozinha em como me sinto...— Seus olhos se abriram. —Não vai doer tanto. —Você está dizendo que você gosta, gosta de mim?— Ele sorriu, brincando. —Sim— eu me inclinei para a frente, —Eu gosto, gosto de você.— Eu beijei seus lábios suavemente enquanto suas mãos corriam ao longo de minhas coxas. —Por quanto tempo preciso ficar com você? —Uma semana.— Ele me beijou novamente antes de me guiar para o sofá. —Você precisa descansar.— Ele me pegou olhando para a sua excitação e balançou o dedo para mim. —Descansar. Com um peito muito mais leve do que antes, eu descansei minha cabeça em seu colo e adormeci com os seus dedos acariciando meu cabelo.


Os próximos dois dias, principalmente eu dormi fora da dor e gostava de sua companhia. Mark pendurado para fora, cozinhava, limpava, e ajudou com Butters. Eu tinha que admitir que o sono e o descanso em geral era uma sensação maravilhosa. Tinha sido um longo tempo desde que eu tinha me permitido simplesmente descansar. Um estalo de um trovão me acordou. Eu sacudi para a frente, assim como um relâmpago encheu o apartamento inteiro. —Mark?— Eu chamei quando eu percebi que estava na cama sozinha. —Ouch.— Minha garganta estava ainda muito dolorida. As janelas vibraram cada vez que o trovão explodia. A tempestade estava certa acima de nós, e estava intensa. Clique, clique. O botão na minha lâmpada não acendeu. Droga, a energia estava fora também. Deslizando meu robe, eu saí para a sala de estar, mas estava vazia. O vento raspou um ramo ao longo do vidro, tornando a noite parecendo estranha. Um momento depois, eu estava assustada com a porta, uma vez que se abriu e entrou Mark e Butters, encharcados. —Hey.— Ele tirou Butters da guia, antes que se aproximasse. — Quanto tempo você está de pé? —Apenas alguns minutos. —Desculpe, Butters precisava fazer alguns negócios, e menino, aquele sujeito conhece as coisas dele!— Ele colocou a jaqueta sobre o encosto da cadeira. —Vamos, vamos chegar de volta para a cama.— Uma vez que nos instalamos, ele se virou para mim com um travesseiro abraçado ao peito. A luz das velas cintilaram sobre sua face. —Diga-me algo mais sobre você—, eu murmurei e movi meus dedos do pé frios para sua panturrilha quente. —Onde você cresceu?— Ele colocou meu cabelo atrás da minha orelha. —Eu cresci na Califórnia. Meu pai era um roteirista, e ele escreveu para Love Boat. —Sério?— Como é interessante. —Não, não realmente—, disse ele, rindo. —Mark!— Empurrei seu ombro. —Bem. A minha família viajava muito por causa do trabalho de minha mãe. Eu balancei a cabeça, querendo que ele continuasse. —Ela era uma stripper lésbica.


Eu cai pesadamente nas minhas costas enquanto ele ria mais difícil. —Esqueça. —Não, não, não.— Ele me rolou para o meu lado. Ele deu um longo suspiro, enquanto fechava os olhos. —Eu não sou bom com emoções quando se trata de mim. —Poderia ter me enganado.— Eu dei-lhe um olhar irritado. —Oh, eu vejo que alguém gosta de um pouco de sarcasmo. —Quando ele é necessário—, eu respondi. —Ok—, ele balançou a cabeça, —meu pai saiu quando eu nasci. Fui criado pela minha mãe até que eu tinha sete anos, e, em seguida, a babá de Cole me acolheu. —Sério? Ele sorriu para as minhas palavras. —Sim, de verdade. —Vá em frente, então. —Eu não tive um começo muito fácil para a minha vida, Mia. Não foi bonito. Minha mãe bebia e fumava muita maconha. Ela ficaria dias sem me alimentar. Havia essa velha senhora que morava no trailer próximo a nós, e ela era bastante agradável. De qualquer forma, o marido trabalhava para Hubba Bubba. Ela costumava me dar um pacote de uma semana para um deleite. —Oh, isso explica tudo. Ele me deu de ombros, mas eu poderia dizer que significava algo. —Eu aprendi que eu poderia enganar o meu estômago faminto em pensar que estava cheio com a goma.— Como é triste. —Mamãe logo descobriu que as pessoas gostavam de mim, então ela me mandava pedir comida. É assim que eu conheci os Logans e Abigail. —Abigail trabalhava para eles, então? —Sim, ela se tornou a babá de Cole seis meses antes de eu chegar à sua porta. Ela teve pena de mim e começou a alimentar-me algumas vezes por semana. Ela até me deu algumas roupas de Cole para vestir . —Como estava Cole sobre tudo isso? —Cole? Cole, ele estava ... bem. Ele se tornou meu melhor amigo quando me viu em uma briga um dia depois da escola. Acontece que estávamos ambos muito bom em combate. Logo depois, comecei indo para lá depois da escola durante a semana. Minha mãe mal notou. Enquanto eu levava comida pra casa alguns dias aqui e ali, ela me deixava em paz.


—algum irmão? —Ah, sim um irmão. Ele é sete anos mais velho. —Vocês estão próximos? —Não. — Isso é muito ruim. —Não, não é. Eu me mudei para roubar mais de seu calor. —Onde ele estava quando você estava crescendo? —Se ele não estava batendo em mim, ele estava jogando em algum beco. Ele ainda se mete na merda por causa disso. Ele é viciado. —Oh, me desculpe. —É o que é.— Ele deu de ombros. —Manuel é perigoso. —Você o vê muito mais? Ele lambeu os lábios. —Infelizmente sim. Eu queria perguntar mais, mas decidi contra isso. Eu não precisava empurrar demais sobre um tema que era obviamente delicado. —Onde está sua mãe agora? —E você?— Ele se esquivou da minha pergunta. Oh , rapaz. —Umm, nascida e criada, bem, em todo os EUA —Família militar?— Eu assenti. —Isso explica por que você usou minha posição tanto.— Eu sorri, porque eu nem percebi que eu tinha. —Um irmão, mas ele não está por perto agora, e eu não estou demasiada próxima com os meus pais mais. Eles não ficaram exatamente felizes que eu resolvi ir para 'escola de enfermagem. Eu queria ser uma enfermeira no exército, mas meu pai proibiu. Ele diz que não há lugar para uma mulher. —Eu dei de ombros. —Eu acho que ele está com medo do que eu possa ver. Para ser honesta, eu estava apavorada para participar. Eu só queria que ele parasse de se importar se eu me tornasse uma médica ou não. Ele só se voltou contra isso. Ele simplesmente nunca entendeu que eu queria ser uma enfermeira —. Ele beijou cada um dos meus dedos. —Então, o que lhe trouxe para Dakota do Norte? —Kenny—, eu sussurrei.


—Quem é ele para você? Eu pisquei de volta a dor que acompanhava este tema. Um trovão explodiu, e eu agarrei o braço de Mark. —Mais assustador do que realmente é.— Ele beijou a minha cabeça e me cobriu mais perto. A chuva batia contra as janelas, o som girando em torno da sala.—Lembra-me de uma tempestade de alguns anos atrás—, começou ele.—Cole e eu estávamos em uma trincheira no México. Tivemos de assistir a esta casa que estava segurando o nosso objetivo. Isto começou a derramar por volta das seis da noite, e nós literalmente ficamos em uma poça de lama após cerca de uma hora. A tempestade era tão intensa que mal podia ouvir uns aos outros, mesmo quando estávamos lado a lado. Não se podia nem ouvir o som de nossas balas. Nós nos sentamos lá por nove horas antes de podermos fazer nosso movimento. Eu gentilmente beijei seu peito. Eu sabia que ele não tinha permissão para compartilhar as coisas, mas ele estava. Isso me fez se sentir especial, mas também um pouco culpada. —Este seu objetivo está bem? Ele parou uma batida. —Sim, um estava. —Sinto muito pela sua última viagem ter sido tão terrível. Eu o senti engolir em seco. —Essa vai ficar comigo por um tempo. Butters saltou para cima e estava sobre os nossos pés. Mark me abraçou. —Isso é bom. —Correndo o risco de empurrá-lo muito longe, eu posso fazer mais uma pergunta? Seu suspiro não passou despercebido por mim. —OK. Eu me mexi e puxei o cobertor. Ele me deixou passar meus dedos percorrendo o corte profundo. —O que... Seu rosto caiu, e desta vez ele não escondeu. —Minha mãe tinha um monte de namorados. Eu tinha cinco anos quando o primeiro cara tentou fazer um movimento em mim. Eu acalmei. —Eu tinha encontrado uma faca de caça na floresta uma vez, e eu mantive isso por minha mesa de cabeceira para a proteção. Você sabe o que dizem, se você tem uma arma em sua casa, você está mais propenso a levar um tiro? Bem, eu lutei com ele pela primeira vez, mas


a segunda vez que ele voltou, ele decidiu infligir dor em seu lugar. Com a minha defesa contra ele . —Será que algum deles ...— Eu nem poderia mesmo terminar a frase. —Não—, o tom dele foi cortado, embora ele parecia um milhão de milhas de distância. —Quando eles vieram depois, eu iria encontrar outro lugar para estar. Vamos apenas dizer que Abigail fez mais do que apenas me salvar da minha mãe. Eu descansei minha cabeça em seu peito e o segurei com força. — Eu sinto muito, Mark. Depois de algum tempo, ele passou a mão na minha. —Eu também.

—Levante-se e mova-se.— Manuel chutou meu lado. Meus olhos se abriram, e eu olhava para ele em cima de mim, com os braços cruzados. —Vá buscar comida. —Estou cansado—, eu reclamei, lutando para ficar em pé. Meu colchão sujo no chão desgastado demais, que fez as minhas costas doloridas. —Será que eu perguntei como você estava? Você tem cinco minutos para sair antes que a mamãe acorde e veja que você ainda está aqui —. Minhas botas estavam ainda molhadas de estar fora na neve na noite passada. Estava sugado. Meu casaco era apenas um blusão e não significava nada para a neve que caía rápido. Com as mãos nos bolsos, eu olhei para minha mãe desmaiada em seu lugar normal. As nevascas estavam até os joelhos. Gelo se formando em torno de meus tornozelos, mas eu não me importava. Isso só me alimentava para me manter em movimento de porta em porta. Meus músculos queimavam, meus dedos estavam dormentes, e os meus ouvidos pulsavam com uma dor profunda. Eu não tinha que adivinhar quem estava no SUV preto quando a janela desceu. —Marcus?— Abigail gritou enquanto ela se inclinou sobre o corpo de Cole. —O que você está fazendo para fora em uma noite como esta, querido?


Dei de ombros, embaraçado, ela me pegou aqui novamente. O rosto dela caiu. —Pule. Uma tempestade está vindo. Abigail me deixou em casa mais tarde com roupas frescas, botas, um pote cheio de sopa quente, e pãezinhos. A neve caía com mais força, cegando o meu caminho de volta para o nosso trailer. Finalmente, depois de minutos, eu puxei a maçaneta, mas estava trancada. —Mamãe?— Eu bati na porta. —Você está aí? Nada. —Manuel!— Eu chamei. —Eu tenho comida, mas a porta está trancada. Nada. Eu defini o pote e retirei minhas luvas. —Mamãe! Manuel! —Limpei a neve e olhei através do vidro. Mamãe não estava no sofá, e a porta de Manuel estava fechada. Andando através da neve, eu trabalhei meu caminho para a parte de trás e rastejei para cima do tanque de propano. Avançando para frente, eu olhei no quarto de Manuel. Com certeza, ele estava desmaiado em sua cama com uma junta presa entre dois dedos. Eu bati com força, mas ele não se moveu. —Manuel! Com um empurrão, eu pulei em um monte de neve e trabalhei o meu caminho de volta para a frente. Onde estava a mamãe? O vento aumentou, soprando tudo ao meu redor. Peguei o pote quente e fiquei sob o trailer. Com meu corpo enrolado perto do aço agora quente, eu resistiria à tempestade. Eu nunca tinha estado com mais frio ou mais sozinho do que naquele momento. Como você pode esquecer-se sobre o seu próprio filho e deixá-lo para fora em uma tempestade de neve?

Minhas mãos roçaram os lençóis frios até que a encontrei. Com um gancho do meu braço, eu deslizei-a para mim. Ela se mexeu, mas não acordou. Mais uma hora de sono me parecia boa, e eu acordei com ela ainda ao meu lado. Eu puxei os cobertores fora como se esta fosse a


primeira vez que pus os olhos nela. Sua pele estava decente, com apenas algumas sardas ao longo da base do pescoço. Ela estava de costas para mim, e vi como a luz da manhã moldava sobre suas curvas. Eu adorava que ela dormia nua; isso me dava tempo para estudála. Com as minhas mãos colocadas na parte baixa das costas dela, eu arrastei por sua espinha e sobre os ombros. Ela gemeu enquanto eu comecei a massagear seus músculos. —Ohh,— ela ronronou, —você nunca estará indo embora. Eu ri e trabalhei meus polegares em círculos. —Quanto dolorida você está? Ela encolheu os ombros, e eu deixei o assunto passar. —Você fala em seu sono.— Ela esticou o pescoço assim eu podia ir mais longe. —Oh sim? —Algo como estar sozinho. Minhas mãos pararam. Ela se virou para ver o meu rosto. Eu apoiei em um braço e olhou para ela. Seus olhos se suavizaram. —Eu sinto Muito. Eu balancei escuro sentimento de volta, mas eu sabia que ela ouviu. Ela passou a mão por cima da minha barba por fazer da manhã. —Você não está sozinho, Mark.— Sua voz era baixa, e eu poderia dizer que ela teve a certeza que pisava com cuidado. —Você tem a sua família -. Cole, Abigail, e Savannah —E? Os lábios dela apareceram em um lado. —E eu. —Eu tenho? Seu sorriso desapareceu quando ela me estudou. —Sim, você tem. Inclinei-me e peguei seus lábios. —Bom—. Seus lábios estavam quentes quanto aprofundei o beijo. —Eu já disse a você o meu segredo? Seus olhos se iluminaram. —Eu nunca disse isto a ninguém. —OK.


Mudei-me para que ela estivesse deitada de costas e olhei para seus olhos sonolentos. Eu esperei um pouco antes que eu arrancasse as cobertas de cima dela. —Mark!—, Gritou ela, enrolando em uma pequena bola. —Você é tão mau!— Ela bateu-me pra longe enquanto eu soprava ar frio sobre ela. —Você vai pagar por isso! —Você provocou isso, boneca!— Eu chamei quando ela pisou fora para o chuveiro. —Você é tão sexy quando você está com raiva. Ela virou-se como um pássaro quando ela fechou a porta. Claro, isso me fez rir ainda mais difícil. Eu fui para a cozinha para fazer café. Butters tecia entre as minhas pernas, seus grandes olhos azuis me implorando para levá-lo para um xixi. O chuveiro ainda estava funcionando, então eu peguei a guia e corri para o elevador. —Vamos, cara, há uma árvore perfeitamente boa ali.— Eu apontei para o tronco gelado. —Levante e solte.— A temperatura caiu de ontem pra hoje, e eu estava grato que eu trouxe meu pesado agasalho. —Faça o seu negócio para que possamos sair.—Butters teve o nariz preso em algo sob o banco do parque. —Contagem regressiva está ligada, pequeno homem. Quando ele ainda não deu ouvidos, eu fui para ver o que ele estava procurando. Abaixei-me, assim como sua língua saiu para lamber o líquido amarelo. —Uau.— Eu levantei-o pela cintura para que ele não tocasse. — Que diabos?— Eu furei o local com meu dedo e cheirei. —Merda.— Não havia nenhuma razão para o anticoagulante estar no pequeno parque deste edifício que era privado. Eu rapidamente peguei a mangueira e dilui isso o melhor que pude. Butters, finalmente, foi ao banheiro e voltou para dentro. —Butters aproveitou você em um passeio?— Perguntou Mia, de costas para mim. Sua calcinha roxa e torço sem sutiã me fez olhar. Ela gritou quando eu corri as minhas mãos frias através de sua barriga. —Mark!— Ela tentou fugir, mas não ia acontecer. —Quando você veste isso,— minha mão moveu-se sob seu peito quente, —eu não sou responsável por minhas ações.— Eu endureci e olhei para o que ela segurava na frente dela. —Onde você conseguiu isso?


—Oh,— ela se inclinou para abrir o forno —, meu novo vizinho gerente os trouxe. Eles parecem muito bons, não é? —Eu não quero nenhum. Ela se virou para mim. —Por quê? Minha boca ficou seca quando vi os biscoitos de chocolate. Eles eram os mesmos que minha mãe utilizava para fazer, as mesmas que ela —acidentalmente— me enganou com um pote no meu aniversário. —Não estou com fome.— Ela fez uma careta. —Por que você está mentindo? Limpei a garganta enquanto eu encostava-se ao balcão. —Traz de volta algumas memórias desagradáveis. —Ok.— Ela pegou a bandeja e despejou o recipiente inteiro no lixo. —Não há mais, más recordações. Peguei a mão dela e a levei para ficar em frente a mim. — Obrigado. —Você está com fome?— Ela levantou uma sobrancelha com conhecimento de causa. —Faminto. —Bom.— Ela riu enquanto ela se dirigia para sua cômoda. — Porque depois do treino de ontem à noite, eu preciso de alguns carboidratos. —Faça um estoque, querida,— eu avisei. Nós caminhamos para pequena loja da estrada, onde uma pequena mesa em frente da janela estava livre. Notei Mia deixando o lenço após ter tirado o casaco. —Bom dia—, a garçonete nos cumprimentou. —Posso lhe oferecer café ou suco? —Ambos—, nós respondemos ao mesmo tempo. Com um rápido olhar para fora da janela, eu tinha que perguntar. —Diga-me uma coisa, alguém trabalha em carros perto do parque em seu prédio? —Não, não que eu já vi. —Hmm.— Agradeci a garçonete para o café. —Quando eu saí esta manhã, Butters encontrou anticongelante sob o banco junto à árvore.— Sua cabeça disparou para cima de seu menu. —Será que ele bebeu?


—Não, eu o parei antes que ele fizesse. —Jesus.— Ela jogou o cabelo do rosto. —Isso não faz qualquer sentido. Não há nenhuma maneira de obter um carro lá, de qualquer maneira. —Esse foi o meu pensamento. Vou falar com o seu senhorio mais tarde. —Ok.— Ela balançou a cabeça, em seguida, olhou para fora. —O inverno está chegando rápido.— Eu observei sua mão ir para seu pescoço. —Você vai visitar Kenny hoje? Os olhos dela se mudaram para os meus. —Não tenho certeza ainda. —Tem certeza que vai além do necessário para os seus pacientes, Mia.— Ela não disse nada. —Dr. Evans não tem tempo? O que está errado com o rapaz, de qualquer maneira? Nós não chegamos a isso na noite passada. Seus músculos do pescoço tencionaram enquanto ela cobria a boca. Peguei a mão dela para que soubesse que ela podia falar comigo sobre isso. —Ele tem CJD6. —Oh, merda.— Eu tinha ouvido falar disso. Eu esfreguei minha testa com a mão livre. Doença de Creutzfeldt-Jakob seria uma maneira horrível de morrer. Era a doença das vacas loucas para os seres humanos, tornando o cérebro parecido com uma esponja quando os nervos começavam a morrer. —Mas CJD ocorre principalmente em pessoas mais velhas. —Hereditária. Acabou por seu avô que era positivo para a mutação genética. O caso de Kenny é extremo. Eles disseram que nunca viram em alguém tão jovem e ter isso atacando tão rápido. —Jesus. —Ele teve isso durante cinco meses, e suas alucinações bateram duro.— Ela olhou para fora da janela enquanto ela falava. —Sua mãe, Kiley, era minha melhor amiga. Ela morreu um ano e meio atrás de uma lesão na cabeça. O pai de Kenny nunca esteve ao redor, e seus pais nunca quiseram nada a ver com ele. —Ela fez uma pausa para Doença de Creutzfeldt - Jakob. É uma desordem cerebral degenerativa rara e fatal caracterizada por rápida neuro degeneração incapacitante com movimentos involuntários 6


pegar o guardanapo e limpar o canto dos olhos. —Eu era tudo o que ela tinha, e ela me fez prometer cuidar dele. Ela foi a melhor amiga que eu tive no mundo. —Sua garganta contraiu. —E eu não posso a manter minha promessa a ela. —Hey,— Eu segurei sua mão com mais força —, você não poderia ter parado ele de ter essa doença. Ela assentiu, mas eu podia ver a sua culpa pesando nela. —O que não torna isso mais fácil, no entanto. —Não, não.— Eu balancei a cabeça para a garçonete quando ela fez contato visual comigo. —Então, é por isso que ele te chama de mamãe? —Ele a vê em mim. Nós somos muito parecidas. Nós éramos melhores amigas desde que tínhamos seis, e passamos muito tempo na casa uma da outra. Eu a amava como uma irmã. Eu não podia deixar ela para baixo. Se isso traz ao seu filho qualquer pequeno pedaço de felicidade, até o fim, vou colocar a minha vida em espera para ele. —Por que não o coloca em algum lugar que pode obter o cuidado adequado? Ela me deu um sorriso triste. —Eu não tenho a custódia dele. O irmão dela tem. All Edison vê isso como uma vaca leiteira do estado. Sempre que Kenny fica muito ruim, ele apenas despeja ele no hospital. Uma vez que ele está estável, ele o leva para casa novamente, mas eu duvido que dá a mínima para ele. Ele nem sequer o visita. —É por isso que você se mudou para cá? Ela deixou escapar um longo suspiro e assentiu. —Sim, quando eu descobri onde Edison morava, e havia uma posição aberta nas proximidades, eu o levei para manter um olho em Kenny. —O que seus pais pensam de toda a situação? Ela virou o copo nas mãos. —Eles conhecem Kenny desde que ele era bebê, e eles sabem o que aconteceu com ele, mas pensam que estou perdendo minha vida me preocupando com ele.— Seu queixo tremeu antes que ela cobrisse sua boca. —Ele é apenas um menino que perdeu a mãe e foi roubado de uma vida. Como você deixa isso ir? Como você pode simplesmente ir embora? Se fosse comigo nessa posição, eu não gostaria que as pessoas desistissem de mim. Eu sei que ainda há uma parte dele que sabe o que está acontecendo. —Ela viu a expressão que eu não tinha percebido que estava mostrando. —O que?


—Desculpe.— Eu beijei sua mão antes de eu deixá-la ir. —Você é apenas uma pessoa muito boa. —Eu trocaria isso, para Kenny para ter sua vida de volta.— —Eu sei.— Eu sinalizei a garçonete para trazer a nossa conta. Naquela noite, depois de uma longa caminhada, nós trocamos mais histórias e apreciamos o jantar no restaurante One em buraco na parede. Estava escuro, e o vento formava redemoinhos na neve recentemente caída em uma tempestade brilhante. Com a mão de Mia na minha, nós caminhamos pela rua em direção a seu apartamento. O dia tinha sido divertido, mas eu poderia dizer que ela estava cansada agora. Ela finalmente tomou seus analgésicos quando eu disse que estava machucando-a quando falava. Ela brincou sobre o fato de que havia escondido no bolso as pílulas quando eu entreguei a ela, mas aceitou e conseguiu engolir. Quando eu vi que o portão ainda estava aberto e à rua estava clara, eu puxei seu braço para seguirmos. —Para onde estamos indo, Mark? —Por aqui.— Eu a deixei entrar no parque pela primeira vez. Estava vazio, exceto por um homem com o seu cão, e eles foram embora. Parei quando estávamos a poucos pés dentro da floresta. — Olhe para cima. Ela inclinou a cabeça para trás e viu as copas das árvores foscas brilharem sob a luz da lua. —Uau.— Ela sorriu. —É lindo. Passando os braços redor da cintura dela e segurando-a perto, me abaixei e sussurrei: —Feche os olhos. —Ok.— Ela se mexeu contra mim. Meus lábios tocaram em seu rosto frio. —Você ouviu isso? A cabeça dela se contraiu ligeiramente. —Não. —Exatamente,— eu suspirei. —É perfeito. Seus braços cobriram os meus, e ficamos ali apreciando um momento raro em que nada importava, mas nós dois. Eu descansei minha bochecha contra o cabelo dela e comecei a cantarolar uma das minhas canções favoritas de Natal, uma que Abigail costumava cantar para Cole e eu quando estávamos escondidos na cama. —Oh, Holy Night—. Mia se virou em meus braços, dobrando um


braço dentro da minha jaqueta e segurou minha mão com a outra. Ela começou a balançar com a música, sua cabeça caindo para o meu peito com um suspiro feliz. Aqui e agora, foi por isso que eu lutei tanto para manter a escuridão fora. Eu não deixaria meu passado me enfraquecer. Com um passo para trás, eu levantei a mão e lhe dei um giro, e então eu a mergulhei pra baixo. Puxei-a para pra cima com segurança sem problemas, mas parei para lhe dar um beijo.

—Você gosta da casa segura?— Mia perguntou em voz sonolenta. Nós tínhamos estado na cama por uma hora até agora, e esta foi a primeira vez que tinha realmente parado de tocar um ao outro. Coloquei o travesseiro contra o meu peito para olhar para ela. —Eu faço. Tem sido minha casa por tanto tempo, agora é difícil pensar em viver em qualquer outro lugar. —Meu estômago caiu quando vi seu rosto. Estendi a mão e corri o dedo ao longo de sua testa. —O que há de errado?— Seu olhar caiu para o meu peito. —Hey. Ela começou a falar, mas depois parou ela mesma e mudou-se para sentar-se. Ela puxou o lençol branco sobre o peito. —Nós conhecemos um ao outro pelo, que, cerca de três meses agora?— Eu balancei a cabeça, curioso para ver onde isso estava indo, mas ela não disse mais nada. —O que? Sua boca abriu e fechou. —Nada. —Diga-me.— Eu tentei empurrá-la, mas ela deixou pra lá. Em vez de empurrar, eu a dobrei debaixo do meu queixo e ambos adormecemos.

Meu celular tocou por volta das onze horas da noite seguinte. Mia tinha adormecido depois que assistiu a um filme. Uma vez que eu vi o nome, corri para o corredor e respondi. —Como você conseguiu esse número? Manuel riu sem graça. —Você ficaria surpreso com o que eu posso descobrir.


Eu não mordi essa. —O que você quer? —Me encontre no lava carros na rua. —Espere,— minha pele se arrepiou, —você está aqui? —Dez minutos, pequeno bro(irmão).— Ele desligou. Eu dei a Cole uma chamada rápida e o deixei saber. Ele disse para ter cuidado, mas para ir em caso de que ele aparecesse no apartamento dela. Merda, merda, merda! Eu envolvi um cobertor sobre os ombros pequenos e escrevi uma breve nota dizendo que eu estaria de volta. Estava congelado fora. Uma fina camada de gelo já estava sobre o meu pára-brisa. Escorregando as minhas luvas, eu decidi caminhar desde que era apenas duas quadras. Eu tentei não pensar sobre como ou por que ele estava aqui. Eu estava feliz que ele queria que eu encontrasse com ele em algum lugar longe de Mia. Uma vez no lava carros, fiquei sob a luz para que ele pudesse me encontrar. O lugar estava morto, apenas um garoto jovem com fones de ouvido observando a caixa registradora. —Mark.— Sua voz veio de algum lugar ao lado do monte. Eu quase pulei quando ele emergiu das sombras. —Você veio. —Será que eu tinha escolha? Ele encolheu os ombros. —Olha, eu preciso de dinheiro agora. —E? Ele deu um passo em minha direção. —Eles vão me matar. —Você fez sua cama, agora durma nela. —Você deixaria o seu próprio irmão ser assassinado por causa de alguns dólares? —Não.— Eu estava ereto para que eu pudesse provar que eu não era o menino que uma vez eu fui. —Não coloque seus erros em mim. —Você tem alguns desses, não é, irmãozinho? Eu levantei meu punho, mas me contive. —Eu tinha sete anos, Manuel, em um lugar ruim, sem a ajuda de qualquer um de vocês. O que aconteceu foi um acidente, isso foi tudo. —Você deveria ter sido preso.


—Confie em mim—, quase gritei: —Eu estou.

Acordei com um mau cheiro, que me arrastou para fora do sofá e para minha lata de lixo, perguntando o que diabos era. Eu levantei a tampa e espiei para dentro, mas não encontrei nada, mas invólucros e uma casca de banana. Eu procurei debaixo da mesa, na lavanderia, no meu armário. Eu caí de joelhos e corri meu braço debaixo do sofá. Foi quando eu senti, e eu passei meus dedos em torno de algo molhado e duro. —Oh, meu Deus— Meu estômago virou quando eu vi o que eu estava segurando - um osso sangrento com um pouco de carne envolto em torno da ponta. Eu amarrei-o, corri para o caixote do lixo, e o joguei dentro. Eu lavei minhas mãos e amarrei o saco em um grande nó. —Maldito seja, Butters,— Eu amaldiçoei quando eu escorreguei minhas botas peludas. Eu olhei para as minhas calças de yoga apertadas e top grandes dimensões. —Que seja.— Eu peguei minhas chaves e saí para o corredor e para a rampa de lixo na esquina. —Você tem que estar brincando comigo!— Eu puxei a alça, mas não se moveria. Minha pele se arrepiou com o pensamento do osso enterrado sob uma pilha de invólucros. A única coisa que nos separava era uma fina camada de plástico. A pesada porta fechou atrás de mim. Olhei para baixo da escada e murmurava sobre o quanto de esforço que isso ia tomar. Eu fiz isso para baixo um lance antes de uma sombra em cima de mim chamar a atenção. Derrubando a minha cabeça para trás, tentei ver quem era. Uma luz azul brilhava ao longo da borda, mas disparou para trás quando eu defini o saco de lixo para baixo. —Olá?— Meus dedos enrolado em torno do trilho, inclinei-me para olhar para cima. Eu odiava este antigo edifício. Tudo era assustador, até o cheiro. Como um antigo teatro, mofado, e do sempre presente murmúrio das luzes fluorescentes. Bem, quem quer que fosse deve ter saído. Uma porta se fechou, comprovando a minha teoria. O saco de lixo desagradável se arrastando atrás de mim enquanto eu trabalhei a minha maneira para baixo. Assim quando eu bati o piso inferior, as luzes se desligaram.


—Merda.— Peguei o meu celular e me atrapalhei com a tela, mas finalmente apareceu minha lanterna. Eu estava examinando a parede ao meu lado quando algo duro bateu no meu braço e mandou meu telefone voando pelo chão. —Ahhhh,— Eu gritei antes de uma mão bater sobre a minha boca. Eu empurrei e consegui me libertar. Eu saltei na direção da escada, e eu consegui três passos antes dele agarrar meu tornozelo e trazer os meus pés debaixo de mim. Meus braços voaram para proteger minha cabeça, mas meus pulsos tomaram a maior parte do impacto, enviando uma dor intensa até os cotovelos. —Pare! Ajude, alguém, por favor! Ele tentou me fixar com o seu corpo, mas eu resisti e chutei. De alguma forma eu mexi livre e me arrastei para o meu telefone. Assim como eu fui para alcançá-lo, ele chutou as minhas costelas, e eu caí para o meu estômago com um grito. Minha adrenalina me empurrou, mas a dor era tão ruim que eu tinha certeza de que uma das costelas foi quebrada. Eu não conseguia ver qualquer coisa. Estava escuro como breu; ele poderia estar em qualquer lugar. Sua calça jeans emitiu um ruído flexível conforme ele se inclinava para o chão. Ele afastou meu cabelo molhado fora das minhas lágrimas. Eu apertei meus olhos fechados, com medo do que ele faria em seguida. —Pena ferir uma mulher tão bonita—, ele murmurou enquanto seus dedos deslizaram pelo meu pescoço dolorido. —Eu vejo que não sou o único. —Por favor,— eu solucei na escuridão. Ele fechou a mão em volta do meu queixo, que congelou os meus nervos no lugar. Seus lábios foram empurrado para os meus. Eu tentei lutar com ele, mas ele bateu meus braços para o chão. Quando senti seu movimento das mãos para as minhas calças, eu verifiquei. Eu não era de mim mais. —Alguém aí?— Alguém gritou do andar de cima. A lanterna se movia. Tentei gritar, mas sua mão cobriu minha boca. —Diga ao seu namorado para pagar.— Ele se afastou de mim. — Apartamento 5G—, afirmou antes de ouvir seus passos recuando. Eu rolei minha cabeça para seguir o seu som. Ele deu um passo em frente à luz do meu telefone, e eu vi a calça jeans pretas acima de tênis Vans brancos.


Com a última das minhas forças, eu deslizei para o meu telefone, e apertando-o com os dedos trêmulos, liguei para meu último número discado. Eu soluçava quando ouvi o seu correio de voz, clique em. —Você ligou para Mark Lopez. Deixe um recado. —Mark,— eu mal chiava, —Eu - ah ...— eu deixei cair o telefone do meu ouvido e chorei em minhas mãos. —Olá?— O cara gritou do topo novamente. —A força deve estar de volta em breve. Apressei para os meus pés e corri até as escadas com meu telefone iluminando o caminho. Meu lado ferido, mas nada importava. Eu queria estar em casa dentro do meu apartamento com um bloqueio. Sua lanterna me encontrou, iluminando todo o meu corpo. —Hey, senhorita, você está bem? De pressa, de pressa, de pressa. O sangue batia na minha cabeça. Atirei-me através da minha porta do apartamento, fechando de repente e girei a tranca. Tenha calma. Você está segura. Ele não estuprou você. Você. Está. OK. —Puta merda.— Minha mão tremia enquanto eu apontava para minha testa e apertava minhas têmporas para o alívio. Eu chupei em uma respiração afiada. Isso é loucura. Minhas pernas trêmulas vacilaram quando eu estendi a mão para o balcão. Eu já me machuquei uma vez este mês. Por que aconteceu duas vezes? Mais alguns passos, e eu achei um canto e afundei de joelhos. Mark está realmente envolvido nisso? O peso da situação me esmagando. Com um suspiro, eu deixei-me quebrar, e logo caí em um sono pesado sobre o chão onde eu queria acreditar que estava a salvo. Ele agarrou a minha mão, e eu estava pronta para seu próximo movimento. Desviei seu beijo, mas ele ainda bateu no meu rosto.—Diga a ele para pagar.— Suas palavras correram para minha orelha, como uma sirene. Eu sacudi acordada, mas gritei de dor. Porra. Meu telefone brilhava para mim, e eu vi que eu tinha perdido duas mensagens de voz e três textos de Mark. Com olhos embaçados, eu abri o ícone de mensagem. Mark: Eu não recebi o resto da sua mensagem de voz. Você está bem?


Dez minutos depois. Mark: Eu realmente sinto muito, Mia, eu tive que encontrar um colega de trabalho. Eu estarei de volta na parte da manhã, ok? Três horas mais tarde. Mark: Está difícil em adormecer quando eu não ouvi de você. Me ligue, por favor.Quando você puder. Xo. O telefone pousou na minha cama enquanto eu com muito cuidado puxei o meu moletom com capuz cinza escuro e Chucks. Graças a Deus que eles estavam gastos dentro e eu não tive que amarrá-los. As minhas costelas estavam em uma enorme dor nova eu não podia sequer explorar ainda. Peguei minha carteira e telefone e me dirigi para o hospital. Respirei fundo. Eu avancei para olhar em torno do canto, em seguida, puxei para trás. Vamos. Mais uma vez, eu me inclinei para a frente e encontrei Vikki Taylor conversando com Molly. Porra. Eu bati meu dedo contra a minha perna e contei até dez. —Mia? É você? Olá, Alvin. —Hey.— Eu dei um pequeno aceno. —Você está bem?— Ele olhou ao redor, em seguida, deu um passo em minha direção. —Não realmente.— Eu vacilei quando tentei ficar reta. Ele olhou por cima do meu ombro, e eu limpei minha garganta. —Você acha que poderia me ajudar? Você sabe, em silêncio? — Ele olhou para mim um momento e depois acenou para eu o seguir. —Inferno Infernal, Mia, você pode ver o amassado onde ele chutou você.— Ele balançou a cabeça para a minha cara. Eu estava além de chateada que ele tinha verbalmente batido a verdade fora de mim. —Eu diria que um tamanho quarenta e três de pontapé. —Sapatilha—, corrigi seu sarcasmo. —Em foda inacreditável. —Diga isso ao meu lado. Eu podia ver que ele estava preocupado, e eu estava contente. Foi bom ver isso em alguém que eu não conhecia muito bem. —Você está bem?


Eu olhei para baixo. —Eu honestamente não sei. Ele colocou uma mão um pouco estranha no meu ombro. —Você quer que eu chame Mark para você? —Não—, eu dei-lhe um sorriso fraco, —Eu liguei para ele. —OK. — Obrigada ... apesar de tudo. Ele deu um sorriso antes de sua expressão séria retornar. — Precisamos relatar isto. Minha pressão arterial caiu, junto com a minha capacidade de respirar. —Não! —Mia, você foi agredida em seu prédio. Deus sabe quem era aquele homem. Eu ia ficar doente. —Você acha que eu iria me vestir assim em público? Para ir ao meu trabalho? Não! Eu vim aqui esperando um amigo para me ajudar sem quaisquer perguntas. —Mia—, seus olhos se arregalaram em choque com a minha explosão —Eu só estou olhando por você. —Eu sei.— Eu escorreguei para fora da mesa e coloquei o meu casaco contra o meu peito dolorido. —Mas o que eu preciso de você é a sua amizade.— Apressei para fora e para o corredor. Antes que as portas do elevador chegassem a abrir, eu podia ouvir os gritos do andar inferior. —Isto é intolerável! Meu estômago afundou quando as portas se abriram. Saí e encontrei Mark andando pela sala de espera do ER como se ele estivesse prestes a entrar em erupção. —Mark.— A recepcionista balançou a cabeça em minha direção. Seu olhar estalou para mim, e seu rosto caiu e ele pareceu sacudir uma contração. Em três passos largos ele estava na minha frente. Ele começou a me tocar, mas se conteve. —Que se joda mi vida! Ódio que estoy siendo perseguido por una sombra codicioso7.— Ele balançou a cabeça em meu olhar vazio. Eu não tinha idéia do que ele acabou de dizer.

Que foda a minha vida! Eu odeio que eu estou sendo perseguido por uma sombra gananciosa 7


Eu abri a minha boca para falar, mas fechei quando ele andou para mim e beijou meu rosto suavemente. —Desculpe.— Ele fechou os olhos. —Acontece quando fico que com raiva. Eu posso te levar para casa? Eu balancei a cabeça e tomei a mão que ele ofereceu. Uma vez dentro do elevador, ele passou o braço em volta do meu quadril, mas ficou muito silencioso. Ele agiu da mesma forma até que estávamos quase em casa. —Mia, eu preciso saber o que aconteceu. Suspirei e puxei para baixo o meu casaco. —Eu fui para levar o lixo para fora, e quando eu estava no fundo... —Fundo? —Sim, o piso inferior tem as latas de lixo. —O que aconteceu com a rampa de lixo? —Não iria abrir. Ele olhou para a estrada. —OK. —De qualquer forma, eu tinha que andar para o piso inferior. —Por que não pegou o elevador?— Ele interrompeu. —Eu sou testemunha de algo, aqui, Mark? O que há com as perguntas? Ele fechou os olhos brevemente. —Desculpe. —Eu saltei o elevador porque havia novos vizinhos entrando e prenderam o elevador todo o dia, mantendo-bloqueado no andar de cima, enquanto eles carregavam e descarregava. Uma vez dentro da escada, vi alguém, mas só podia ver um pouco de um casaco. Eu pensei que eles tinha ido embora, e talvez ele foi, mas então ele estava lá. —me sentia deslizar, mas consegui isso junto. —O que ele fez?— Seu aperto aumentou em torno do volante. —Ele tentou forçar-se em mim, duas vezes.— Engoli em seco. — Deu as minhas costelas uma boa surra.— Mudei-me para encontrar uma posição confortável. —Ele me disse para lhe dizer ...— Ele olhou para mim com uma expressão estranha. —Dizer-me o que? Mia? —Para te dizer que você precisa pagar.


Ele nem piscou, estremeceu, ou recuou. Ele só olhou para a estrada e suavemente puxou para cima do ombro. —Como ele era? —Eu não sei... —Como você não sabe? —A energia acabou bem antes que ele... -— Eu limpei a minha garganta. —Tudo o que sei é que ele usava jeans e tênis Vans brancos. —Sotaque? Cheiro? Sentiu qualquer coisa diferente? —Eu..eu não sei. Eu não estava realmente tomando notas enquanto ele dirigia o pé nas minhas costelas ou quando ele tentou me estuprar. —Um soluço se alojou na minha garganta e cortou a minha voz fora. Mark fechou os olhos e colocou a mão na minha. —Você sabe quem era, Mark? —Eu tenho uma idéia. — Sua voz mudou quando ele pegou seu telefone e estendeu ao ouvido. —Lopez, ML536. Eu preciso de uma linha segura com o coronel Logan. Ele manteve os olhos para a frente. —Cole.— Sua voz quebrou através de todas as minhas tentativas de manter a calma. —Encomende-me um uísque, puro. Acho que tenho planos para o jantar que pode correr por muito tempo. Que diabos está acontecendo? —Nunca estive mais seguro—, disse ele, com os olhos vincando enquanto escutava. —Obrigado. Ele colocou seu telefone no bolso lateral da calça estilo militar. —O que você está fazendo? Ele pegou a minha mão, levou-a à boca e beijou meus dedos. — Protegendo você.


—Embale qualquer coisa, Mia, apenas se apresse.— Ela estava no fim de sua cama e viu-me encher a sua mochila. —Eu acho que você está exagerando.— Eu balancei a cabeça e peguei um punhado de calcinhas e empurrei para o canto inferior. —Confie em mim, eu não estou,— eu murmurei. —Eu preciso trabalhar. E sobre Kenny? —Kenny nem ao menos reconhece você.— Assim que eu disse isso, eu congelei. Oh, minha porra. Será que eu realmente disse isso? Virei-me para encontrar seus olhos brilhantes colados ao chão. Sim eu fiz. —Oh, Mia, eu não quis dizer isso.— Eu tentei puxá-la para mim, mas ela empurrou o braço para trás com uma careta de dor. Abaixei minha cabeça. Tamanho idiota. Ela atravessou a sala, a cozinha e abriu a porta da frente. Meus punhos foram para a minha testa. Eu queria levá-la sobre meu ombro e correr para a casa segura, mas eu não podia. Mudei-me para ficar na frente dela e sussurrei: —Por favor, venha comigo. —Eu te conheço há três meses. Conheço Kenny por dezesseis anos. Não faça-me escolher, porque eu vou escolher ele. —Mas ele te machucou. —Então, não é, com toda essa... — ela acenou com a mão em um círculo —, situação.— Ela fechou os olhos por alguns instantes. Eu queria dizer ai, porque ela estava certa. Eu fiz. Eu entendi o que ela queria dizer. Sua mão atingiu a maçaneta. —Eu acho que você deve ir. —Nós estamos terminando?— Minha mão foi para a dela. Eu precisava ser aterrado.


—Não—, seus olhos se mudou para os meus, —Eu acho que só preciso de um respiro. As coisas estão acontecendo rápido demais entre nós, e tudo isso é um pouco intenso. Bem vinda à minha vida. Enfiei a mão no bolso. Eu me sentia numa posição estranha no corredor enquanto seu coração magoado se afastava do meu. —Jesus, Mia, eu estou nervoso! Você estava apenas sendo atacada Eu não tenho certeza de como te proteger se você não vai me deixar entrar. —Eu te ligo mais tarde.— Seu rosto empalideceu quando ela fechou a porta de aço.

—Você disse o que, exatamente?— Savannah tinha estado tentando entender o que aconteceu com Mia e eu, durante os últimos três dias. Eu tinha permanecido quieto, mas agora eu tinha um sentimento terrível na boca do estômago, e estava enroscando com minhas emoções. Então, eu finalmente cedi, esperando que eu me sentiria um pouco melhor. Eu estava errado. —Você realmente disse isso sobre Kenny? —Sim, como se Cole não tenha fodido antes?— Joguei de volta. Ela havia me encurralado na sala de estar. Ela apoiou as mãos nos quadris. —Sim, ele tem. —Por que você desviou para mim?— Cole sussurrou da cadeira com a boca cheia de cookie. Eu nem sabia que ele estava lá. —Me desculpe, cara. —Não aponte o dedo, Mark. Cresça um conjunto homem —, ela repreendeu. Eu olhei para Keith, que tinha decidido se juntar a nós. —O direito da mulher. —Ahh.— Enfiei meus punhos contra cada lado da minha cabeça. Eu não aguentava mais os dedos correndo pelo meu cabelo. —Ok, eu estraguei tudo, mas será que podemos nos concentrar no que é importante? Acho que foi Manuel que a atacou. Cole passou os dedos limpo. —Bem, por que não podemos ir e falar com ele, então? —Eu tenho tentado chegar nele, mas ele não atende o telefone.—


Cole tirou seu rádio. —John, rastreie o telefone de Manuel Lopez. Eu preciso de uma localização. —10-4. —Nós ainda temos John olhando para ela. Ela só vai para o hospital e, em seguida, de volta ao seu lugar. Está encontrando-se bastante baixa. Só sai com o cão e de volta, —Cole me assegurou. —Mas você precisa chamá-la, Mark.— Savannah entregou-me o meu telefone celular. —Basta verificar sobre ela, pelo menos. Eu achei o nome dela no meu registro de chamadas e bati a discagem. Uma linha de suor quebrou sobre meus ombros enquanto ele tocava. —Oi, você ligou para Mia Harper.— Sua voz alegre me bateu duro. —Ei, querida, eu só...— Eu deixei escapar um longo suspiro quando vi a expressão de Savannah. —Eu só queria checá-la e ver como você está.— Ela sacudiu a mão em mim para continuar a falar. —Eu sinto sua falta, Mia, muito. Savannah parecia menos do que impressionada. —O que? —O que agora? Olhei para Cole por ajuda, mas ele fingiu tocar em seu telefone. Eu olhei para Keith para qualquer coisa. Ele deu de ombros quando bateu um biscoito em sua boca. —Eu teria lascado ela, mas isso é só comigo. Savannah jogou um travesseiro para ele, e ele o pegou, rindo. —Quando é o seu próximo trabalho?—Savi perguntou a Cole, que olhou para cima quando ela falou. —Esta sexta. —Ok, então.— Ela olhou para mim. —O que? —Homens—. Com um suspiro, ela deixou cair os braços e bateu as pernas com um baque. —Vá buscá-la. Reconquistá-la, lutar por aquilo que você ama. —Eu pisquei para ela. —Mark—, ela se moveu na minha frente — Cole lutou por mim, e olha onde estamos agora.— Ela me deu seu famoso sorriso doce que lhe permitia sentir o quanto ela se importava. —Eu quero que você tenha o que eu tenho. Estou feliz, e você deveria ser muito. Eu quero o meu feliz cunhado, roubador de cookies, de volta.


—Mas ela disse que queria espaço, e... —Já se passaram três dias. Você já falou com ela em tudo? —Sim—, eu afundei em uma cadeira, —Eu a chequei quando cheguei em casa. Uma vez, depois disso, mas apenas mensagens de texto, não no telefone. —Vá, pegue ela, então. Qual é o pior que pode acontecer? —Ela poderia me rejeitar! —Então—, seu tom de voz me fez olhar para ela —, não a deixe. Prove que você dois estão bem um para o outro. Convença ela de que foi simplesmente o seu medo de que algo iria acontecer com ela que o fez agir como um idiota! —Isso tudo é muito tudo o Vento Levou para mim—, Keith murmurou enquanto se levantava, mas Savannah virou-se e apontou em sua direção. —Não vá agora, Keith. Você é o próximo. —Eu? —Sim, você! —Corra, homem.— Cole riu enquanto segurava o queixo de Savannah e lhe deu um longo beijo. —Deus, eu te amo!— Ele sorriu. — Tenho trabalho a fazer. Mark, vá buscar Mia, mas eu preciso de você sexta-feira. Eu balancei a cabeça, sabendo que eu não poderia perder outra atribuição. Sinceramente, eu não queria. Keith saiu no momento em que Savannah estava sob o feitiço de Cole. Um beijo de Cole, e ela estava feita. Eu não estava muito atrás, mas decidi fazer um desvio para a cozinha onde eu roubei um par de cookies. Eu tinha acabado de fazer isso para o topo da escada, quando ouvi sua voz. —Marcus Carter Lopez.— Abigail estava em sua porta do quarto. —O que é isso que eu ouvi sobre você deixando Mia ir? —Eu não... —Sem desculpas, filho.— Ela deu um passo para a frente e me deu um abraço em seguida, virou-me para a porta. —Eu vou chamar o helicóptero sei que você vai estar pronto em trinta. Bem, eu acho que é isso. Em forma totalmente de volta para North Dakota, eu mantive em contato com Cole. O telefone de Manuel disse que ainda estava em


Dakota do Norte, mas ele não estava respondendo. considerando que ele era tão difícil até para o dinheiro.

Estranho,

Quando cheguei ao hospital, foi uma loucura. Aparentemente, um ônibus bateu um pouco de gelo preto e terminou em um rio. Dois mortos no local, e mais nove com ferimentos graves. O motorista de táxi tinha me preenchido no caminho. O barulho era incrível. —Hey!— Um homem gritou enquanto Alvin foi verificar o corte em seu ombro. Uma pequena haste tinham sido conduzida para o seu músculo. —Não me toque. Eu não sou homo... Alvin levantou as mãos. Ele olhava além de batido. Gostaria de saber se todos tivessem tido que puxar dois turnos por causa deste acidente. Corri apenas quando o cara fez outro comentário alto. Notei que a haste estava em um ângulo estranho e poderia estar perto da espinha do cara. Eu tinha visto ferimentos de combate suficiente para saber que estava em um lugar ruim. —Esse cara melhor estar indo para o OR, Alvin, essa haste está muito perto da coluna vertebral. —Ok.— Alvin não questionou ele simplesmente se afastou. —Pervertido!— O cara comentou novamente, olhando para Alvin se afastando. —Eu não estou em homens! Eu balancei a cabeça e me inclinei para avisá-lo para se calar quando o cheiro de bebida me bateu. Sua barba estava cheia de vômito, e sua respiração fedia. —Sorte a sua, que eu não sou qualquer um,— eu murmurei. Eu verifiquei que ninguém estava olhando, e cuidadosamente senti ao longo de seu pescoço. —Muitos homens foram colocados juntos errado. Eles têm paus e querem mamas. Uau —Você sabe, camarada, as estatísticas mostram que homens que são homofóbicos estão realmente se escondendo de sua própria verdade. Seu rosto se encolheu, mas ele calou a boca por um momento. Olhei para baixo e observei seus dedos ensanguentados. —Você executou sua boca no ônibus, amigo?


Ele me deu um olhar sujo, mas não negou. Eu notei que dois policiais estavam pendurados para fora da porta. Olhei para o quarto e peguei em um jovem com uma polo rosa ostentando um lábio inchado e olho roxo. As peças do quebra-cabeça caíram imediatamente no lugar. Assim quando eu estava prestes a sair, um dos oficiais estava ao meu lado em punhos. —Sr. Tarp, precisamos algemá-lo a cama até que tenhamos todos os detalhes do que aconteceu naquele ônibus. —O inferno que você está!— O homem tentou se mover, mas gritou de dor. O oficial algemou o homem e ficou ao lado da cama quando saí. Pedaço de lixo. Eu finalmente cheguei lá em cima no outro andar. Uma enfermeira Taylor esgotada estava lidando com dois telefones, falando em um e mandando mensagens de texto no outro. —Em que posso ajudá-la hoje?— Ela não olhou para cima enquanto eu estava no balcão. — Se ocupando no térreo. Sua cabeça se levantou, mas o seu sorriso normal não estava lá. —Ei, Mark, momento errado, querido. —O que está errado? Ela olhou em volta e estava prestes a dizer mais, mas amaldiçoou quando o telefone tocou. —Terceira porta à sua direita.— Ela apontou atrás de mim. Eu não fiquei por perto para perguntar. Eu apenas segui suas instruções ... a uma porta onde se lia 'Capela. Empurrando a pesada porta, eu pisei em uma sala escura onde as velas tremiam para o zumbido do ar-condicionado central. Uma enorme cruz de madeira inclinada para a frente a partir da base. A luz de fundo fazia sua sombra ainda maior. Eu não era muito religioso, mas eu acredito que a nossa energia tinha que vir de algum lugar. Eu não acreditava que nós fomos feitos para viver somente nesta vida. Eu pensei que quando esta vida estivesse acabada, nós só terminávamos e não voltávamos novamente como alguém ou algo mais. Eu não gostava de cavar muito fundo em como e por que disso. Eu encontrava a minha paz de outras maneiras.


Uma fungada a esquerda indicou onde ela estava. Mia estava parecendo tão pequena e olhando para o teto. Ela saltou quando ela me viu. Ela secou suas bochechas e soltou um longo suspiro. —Oi—, ela sussurrou enquanto eu me aproximava. —O que você está fazendo aqui? —Eu precisava vê-la. Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ela acenou com a cabeça tristemente. Em seguida, ela deixou escapar um soluço silencioso, sacudindo os ombros. —Oh, querida.— Eu agarrei seus ombros e a puxei para mim. Ela chorou na minha camisa. Baixei no banco e trouxe-a comigo. —Eu estou aqui.— Eu esfreguei suas costas, mantendo meu ritmo enquanto ela derramava a sua dor. A capela estava fresca e silenciosa e pacífica. —Ele se foi—, ela disse suavemente. Kenny. Dou graças silenciosamente a Savi pelo timming8 para que eu conseguisse estar aqui para ela agora. —Oh, Mia, eu sinto muito sobre Kenny. Eu fui um idiota antes. Eu sei o quanto você o amava. Eu sei o quanto você está machucada. Você sabe disso, certo? —Eu beijei a sua cabeça. —Eu sei. Eu estou muito arrependida, e tão triste e tão cansada. —Ela se inclinou para frente e olhou para a cruz. —Eu posso dizer honestamente que eu não sei o que fazer agora. Eu me sinto entorpecida por dentro. —É o choque.— Limpei a garganta e puxei o conselho da minha própria história. —É difícil ver o caminho que você tomará bem à frente. É difícil acreditar que a dor vai passar, mas vai, lentamente, ao longo do tempo. Você encontrará sua direção. Ela olhou para mim como uma lágrima escorreu pelo seu rosto. — No momento em que alguém entra em cena entre mim e Kenny eu coloco uma parede. Venho lutando para estar com ele por tanto tempo, contra o conselho de todos. —Ela fechou os olhos enquanto mais lágrimas vazaram. —Me desculpe, eu o empurrei para longe. Eu odiava vê-la sofrendo. —Quando seu turno acaba? Ela olhou para o relógio. —Duas horas atrás.

8

tempo


Levantei-me e lhe ofereci a mão, e ela me deixou ajudá-la. Comecei a dar-lhe um beijo, mas parei logo acima de seus lábios. —É isso que você quer?— Eu precisava que ela soubesse que eu não iria empurrá-la. Ela deslizou a mão no meu pescoço e gentilmente me puxou para ela. O beijo foi lento e suave. Eu mudei o meu corpo para mais perto e envolvi meu braço em torno das costas dela, precisando senti-la. Ela se afastou e descansou sua testa no meu peito. —Você pode me levar para casa? Minha mão encontrou a dela, e ela deslizou seus dedos entre os meus e segurou. Nós conseguimos sair do hospital antes que alguém a visse, embora Alvin fez com a boca um “obrigado” para mim quando nos viu sair, que era bom. Uma vez que estávamos no carro, Mia debruçou a cabeça contra a porta e fechou os olhos. Coitadinha estava exausta. —Quando foi a última vez que você teve uma boa noite de sono?— Perguntei, virando o ar quente sobre ela. Ela bocejou. — Há quatro dias. Amaldiçoei sob a minha respiração e acenei para o guarda de segurança que levantou o portão quando saímos da propriedade e fomos para o apartamento dela. Mia envolveu seu corpo em torno de mim enquanto esperávamos dentro do elevador. —Você está com fome?— Meus lábios roçaram seu ouvido. Ela balançou a cabeça. Meu telefone tocou, e eu vi que era Cole. —Lopez.— Eu dei a Mia um olhar sonolento quando ela olhou para mim. —Seu telefone diz Dakota do Norte, mas o sargento disse que ele estava em Nova York ontem. Vamos continuar a cavar. Enquanto isso, qual é o seu plano? —Não tenho certeza ainda. —Você está com Mia. —Sim. —Ok, me ligue com os detalhes. Eu vou puxar John de volta. —Entendido.


Abri a porta para deixá-la entrar em primeiro lugar. Uma sensação estranha me bateu enquanto examinava o apartamento. Algo estava fora. — O aquecedor no está prédio desligado?— Eu perguntei e fui até seu termostato. Dizia 50°F. —Não que eu saiba.— Ela colocou um cobertor sobre os ombros. —Está muito frio aqui. Eu não queria assustá-la, então eu calmamente me movi para sua cama atrás da divisória e encontrei janela de saída de incêndio foi esmagada aberta. Eu segui as poças molhadas para sua cômoda em seguida, para seu armário. Esta deve ter sido como eles chegaram dentro para plantar o osso para atraí-la para fora de seu apartamento antes. Com um olhar por cima do ombro, vi Mia encher a chaleira. Com uma postura defensiva eu puxei a porta e acendi a luz. —Ei, Mia, você pode vir aqui, por favor? Seus passos ficaram mais altos, então parou quando ela podia ver a bagunça que seu armário estava. —Oh, meu Deus.— Ela olhou para mim, com os olhos arregalados. Virei-me para encarar sua expressão assustada. —Você tem dinheiro escondido lá em cima? Ou qualquer coisa de qualquer valor? —Ahh,— ela balançou a cabeça, —nenhum dinheiro. Eu tenho rodapé solto para isso. —Ela entrou no closet e sentiu ao redor até que ela encontrou uma pequena caixa vermelha. —Só isso, o relógio do meu pai. Dei um passo para trás para fora e notei que as suas jóias, vaso de cristal, e câmera ainda estavam lá. —Eu não acho que isso foi um roubo.— Voltei para a janela e a fechei facilmente. —Eu acho que isso foi uma mensagem. —O quê?— A voz dela combinava com sua linguagem corporal. —Deixaram tudo, deixaram a janela aberta quando eles poderiam ter fechado isso, e as pegadas deixadas propositadamente. Mia, você não está segura aqui. Será que você poderia vir comigo dessa vez? Por favor? Seus olhos arregalados olharam ao redor de seu lugar enquanto tudo afundou. —Ok. —Ok?— Eu questionei e esperava que eu estivesse certo em meu sentimento.


—Ok, eu vou para onde você quiser. Com dois passos, eu estava em frente a ela. Eu passei meus braços em torno de seu corpo e a segurei com força. Fizemos as malas, chequei com o seu vizinho, e desci as escadas para o meu carro. Assim como nós entramos no lobby, um sujeito se aproximou de nós. —Oi, Mia.— Ele sorriu e chegou um pouco mais perto dela do que eu gostaria. —Você está fora em uma viagem? Mia olhou para mim. —Mark, este é o novo gerente do edifício, Chris. Eu ofereci minha mão, mas ele não aceitou. OK… —Sim—, eu respondi para ela e propositadamente envolvi meu braço em volta dela e beijei a bochecha dela. —Umas férias muito necessárias. —Legal—, ele murmurou, em seguida, abriu a porta para nós. — Divirta-se e fique segura. —Obrigada.— Ela acenou quando fomos para o meu carro. Eu notei que ele assistiu a partir do átrio. Expliquei a Mia no caminho para o helicóptero um pouco sobre o que esperar à frente. A maioria das pessoas estaria intimidada sobre ser levada para um destino desconhecido, mas ela sorriu a sua confiança em mim. Meu coração inchou, e se eu não estivesse tão preocupado, eu teria parado o carro e a abraçado. Pouco tempo depois, eu puxei o carro e cheguei por trás do assento dela e coloquei um contrato no seu colo. —Eu sinto muito por esta parte, Mia, mas... —Está tudo bem.— Ela pegou o contrato e começou a ler. Depois que ela terminou, ela o assinou e entregou-o de volta. —Eu entendo, Mark, e isso está bem. Não me importo de assinar. Eu sorri para ela e lhe dei um beijo no lateral da cabeça. Então eu dobrei a papelada na minha bolsa e movi o carro para a frente e em torno de um edifício antigo. —Bem, querida,— Eu sorri para ela, — espero que você não tenha medo de altura. —Por quê?— Ela olhou em volta, em seguida, sua mão voou para seu estômago quando viu o helicóptero. —Por favor, me diga que você tem um Ativan em sua bolsa! —Que tal uma bebida forte?— Abri a porta, peguei suas malas e fui ao redor do carro até sua porta. —Eu vou deixar você segurar a minha mão.


—Você sempre segura a minha mão.— Ela sorriu, mas pegou a minha mão em um aperto de morte. —Você ajuda a me manter em terra.— Dei de ombros. Eu não me importava como eu soava; que era a verdade. Eu puxei-a na direção do helicóptero. Suas lâminas, fiel ao seu nome, estavam cortando o ar em pequenos pedaços. Seu olhar bloqueou no assento do piloto quando nós decolamos. Eu me sentia mal por ela. Eu nunca tinha experimentado o tipo de medo que parecia paralisar algumas pessoas. Medo de voar, medo de altura, medo do escuro, nada disso nunca me incomodou, e eu estava condenadamente feliz por isso. Uma vez no ar e em nosso caminho, eu estendi a mão e livrei do aperto da morte de seus dedos tinha na frente do seu assento e dei o que eu esperava que fosse um aperto reconfortante. —Você está bem?— Minha voz estalou nos alto-falantes. —Pergunte-me novamente quando meus pés estiverem em terra firme.— Ela fez uma careta, mas voltou para a sua respiração profunda. Inclinei-me, levantando o seu queixo para que ela olhasse para mim, e a beijei suavemente. —Você lida com ferimentos de bala, colapso dos pulmões, e acidentes de carro, mas alturas fazem você congelar.— Eu ri. —Todo mundo tem medo, Mark,— seus olhos se estreitaram dentro dos meus, —mesmo você. Com um sorriso, eu assenti. —Eu tenho você. —Eu sei—, ela disse, mas seu sorriso apertado e rosto branco dizia o contrário. Eu sorri para ela. —Você sabe que eu posso dizer quando você está mentindo, certo?


Meus dedos agarraram o feixe de cinco pontos que, pela minha vida, eu não poderia liberar. Eu puxei, arranquei, e balancei a maldita coisa, mas nada aconteceu. Mark, é claro, saiu do dele com facilidade. Ele sorriu para o meu desastre, me beijou, e comentou que ele gostava quando eu estava chateada. Eu estava prestes a lhe dar uma cabeçada quando ele bateu as minhas mãos para longe e finalmente me liberou da besta. Uma vez que eu estava livre, eu me joguei em seus braços e deixei ele me elevar à terra doce. Suas mãos foram para os meus cotovelos enquanto eu tinha as minhas pernas ainda tremendo firmadas debaixo de mim. —Da próxima vez, eu acho que vou dirigir—, eu murmurei enquanto ele ria. Seu humor parecia aliviado uma vez que chegamos ao seu lugar seguro. O que era bom, porque isso só afundou em mim que eu estava prestes a conhecer a sua família. —Venha, deixe-me mostrar-lhe a minha casa.— Ele sorriu com orgulho óbvio. Ele me apresentou a Dell, que sorriu para mim e piscou quando ele levou nossas malas e nos seguiu por um caminho escorregadio. Parei quando chegamos a uma clareira. —Uau.— Eu fiquei de boca aberta com a visão especular de uma cabana enorme na frente de um lago, encravada entre as montanhas. Eu sabia que este lugar seria bom, mas isso ... isso era outra coisa. —Eu sei, hey! Eu nunca tinha visto ele tão borbulhante. —Oh, minhas palavras!— Uma senhora mais idosa com o sorriso mais gentil estava fazendo um caminho mais curto para nós. Suas mãos estavam no ar antes mesmo de chegar até nós, pronta para um abraço. —Deve ser você olhe para você! —Mia, esta pequena dama—, ele abraçou-a com força, em seguida, a enfiou sob o queixo, —é a luz da minha vida e a mulher que me criou, Abigail.


—Mark, me coloca no chão, menino, e deixe-me vê-la!— Ela advertiu ele, rindo. Eu podia ver o amor que os rodeava. Eu já gostava dela. —Oh, eu ouvi muito sobre você.— Eu sorri e a cumprimentei com o abraço em que ela me envolveu. —Estamos muito satisfeitos que você escolheu vir, Mia. Você está com fome, ou talvez você gostaria de uma bebida? —Uma bebida! Por favor! —Meu corpo definitivamente precisava de ajuda para relaxar. —Eu acho que eu morri mil mortes dentro daquele pedaço de aço no caminho para cá.— Eu tremi, olhando por cima do ombro para a coisa. —Por favor me diga que poderemos conduzir para casa. Abigail riu quando ela ligou os braços comigo e me levou para a casa. Ela esperou até que Mark conversasse com Dell, que estava educadamente esperando ao lado de minhas malas. —Eu montei essa engenhoca horrível uma vez, e eles nunca me levaram nele novamente. —Oh, Abby! Ela está aqui! —Uma mulher que se parecia com Abigail veio em nossa direção, sorrindo um bem-vindo. —Esta é minha irmã June. Ela mora aqui também. —Prazer em conhecê-la, June. —Oh, Marcus, ela é uma boneca.—June piscou, em seguida, ela e sua irmã me levaram até a sala. —Uau.— Eu não poderia segurar a minha reação. Este lugar apenas continuava. De alguma forma eu terminei um copo de vinho tinto e estava no meu segundo, eu pensava, e tentava absorver tudo. June era uma mulher escorregadia com a garrafa. Savannah apareceu mais cedo para me dar um abraço e me receber, mas teve que atender a sua filha. Vários homens iam e vinham, e cada um parou e foi introduzido. Todos eles pareciam legais, mas os seus nomes não tinham sido registrados. Apenas um cara se destacou Keith. Lembrei-me dele porque ele parecia estar um pouco na borda e ficava olhando para o seu telefone. Ele deve estar esperando por alguém. Eu fugazmente me perguntava se ele tinha problemas de namorada. Gostaria de saber se Keith é o seu primeiro nome ou o último? Quando Abigail chamou-o para fora, ele apenas balançou a cabeça e dispensou a questão.


—Vamos.— Mark fez sinal para eu o seguir. Ele me levou no andar de baixo e começou a me dar um passeio. Fiquei espantada por todos os quartos, particularmente a sala de entretenimento, os escritórios e sala de piano de Savannah. Eu consegui um chute de fora de Jolly Jumper ao lado do banco. Olivia era um bebê muito sortudo. Este lugar seria uma viagem para crescer. Assim, muitos pequenos quartos e cubículos. Eu só podia imaginar o que mais havia aqui que eles não podiam sequer me mostrar. Subimos as escadas para o piso principal novamente. —Portanto, temos a cozinha lá—, continuou ele, apontando para uma enorme cozinha com vista para o lago. —Sala de jantar, sala de estar. Então, por esse caminho —, ele apontou para um longo corredor,— é o escritório de Cole no final. A casa menor geralmente segura as sessões no escritório ao lado dele. —Ele pegou a minha mão, quase puxando meu braço em sua excitação enquanto subíamos mais escadas. —Estes são os nossos quartos até aqui. Todos da equipe Blackstone reside aqui em cima, assim como a equipe principal e alguns outros que se deslocaram em suas fileiras desde que cheguei aqui. Então Abby, June, Cole, e há alguns quartos abertos para quando temos convidados. O resto dos homens vivem na outra ala da casa —. Minha cabeça estava girando. Havia muito para tomar, e o entusiasmo de Mark o fez falar tão rápido que eu sabia que nunca iria me lembrar de tudo. Segui quando ele começou a descer o corredor. —Este é o quarto do Mike. Ele é realmente assustador de olhar, mas ele é um gigante... —Oh, eu não sou tão assustador,— uma voz profunda explodiu atrás de mim. Eu quase pulei nas costas de Mark. —Desculpe—, disse ele com um sorriso. Eu tinha que inclinar a cabeça para trás para obter uma boa olhada em sua aparência. — Tatuagens legais,— eu soltei, mentalmente batendo-me, mas tomando a decisão de enfrentar até o fim. Suas mãos eram cobertas de redemoinhos vermelhos e pretos. Dei um passo para a frente para obter um olhar melhor para a manga. Os guerreiros preto e prata estavam lutando enquanto um homem em cima de uma rocha ficou de pé e assistiu. Interessante. Aposto que havia uma história por trás dessas ... espera, agora. —Ahh.— Eu apontei para uma pequena tatuagem de boneca Troll quase escondida para baixo por seu pulso. —É uma longa história.— Ele sorriu, mas a expressão fugaz mostrou algo que eu não conseguia identificar. Mark riu atrás de mim. —Mais como uma obsessão particular.


—Lopez, me jogue uma bolha.— Mike balançou a cabeça. —Bem vinda à casa, Mia. —Obrigada.— Eu acenei quando ele desapareceu em seu quarto. —Meu quarto... Humm, eu quero dizer o nosso quarto é aqui embaixo.— Como estávamos prestes a ir para o quarto, um estranho tipo de som de campainha veio de um intercomunicador. —Jantar—, disse ele, em resposta ao meu olhar perplexo. —A casa é grande demais para gritar. Eu nunca tinha visto tanta comida na minha vida. Duas enormes galinhas estavam na outra extremidade da mesa com cada prato possível entre as duas. Tigelas grandes de purê de batatas, cenouras, feijão verde, brócolis e nabos foram distribuídos entre todos. O molho de cranberry era fresco e servido com algo chamado molho de pão. Isto parecia muito estranho, mas tinha um sabor incrível. Abigail explicou que era uma tradição britânica com que cresceu, e a refeição simplesmente não estava completa sem ele. Houve uma enxurrada de atividades conforme Savannah entrava carregando uma menina adorável que tinha que ser Olivia, juntamente com um casal de idosos que eu sabia devem estar relacionados com Cole. O homem era uma versão mais velha dele. Eles pediram desculpas por estarem atrasados quando eles tomaram seus assentos. —Você deve ser Mia.— A mulher mais velha ofereceu a sua mão. Estava congelando, portanto, eu imaginei que tinham acabado de chegar. —Eu sou Sue, a mãe de Cole, e este é seu pai Daniel. Daniel e Sue, Daniel e Sue, eu repetia para mim mesma, tentando manter todos os nome em linha reta. —Esta—, Savannah ergueu a filha, que tinha um pequeno tutu rosa sobre sua pequena barriga redonda, —é Olivia. —É um prazer conhecer todos vocês.— Levantei-me e apertei as mãos dos Logans 'e acenei para a bonita sopradora de bolhas. Cole pegou o bebê assim que Savannah se sentou. Ele a colocou em sua coxa e comeu com uma mão. O papai do ano, ali mesmo. Eu assistia com admiração a todos. Seu vínculo familiar era tão grande quanto esta casa. Os homens eram engraçados e brincavam em torno de um lote. Mark tinha o meu queixo caído com a quantidade de comida que ele inalava. Dell se inclinou e sussurrou —Ele ainda vai ter espaço para a sobremesa também.


Meu olhar foi para o seu prato. —De jeito nenhum! —Cinco dólares que ele vai ir para...— Dell inclinou-se atrás de mim a olhou para a mesa de sobremesas, —- um quarto da torta de maçã fresca, três biscoitos de chocolate, e Abigail, o pegará e a Keith um copo de leite. Eu esgueirei uma olhada em Keith, que ainda tinha uma montanha de comida para passar. Mark estava lustrando fora de uma coxa de frango, mas ainda tinha muito em seu prato. Não havia nenhuma maneira que poderia espremer dentro a sobremesa. —Estou dentro.— Eu apertei a mão dele debaixo da mesa. —Então, Mia—, Daniel disse, roubando a minha atenção, —por que é que você gosta de trabalhar no North Dakota Hospital? —É um bom trabalho.— Eu parei ali porque o rosto de Kenny apareceu. Eu notei que ele me deu um olhar estranho, mas não empurrou mais. —Espero que os meus meninos se comportem quando eles estão lá—, Sue comentou quando ela delicadamente espetou um feijão verde e colocou-o na boca. —Esse hospital tem sido bom para nós ao longo dos anos. —Bem, sim.— Eu pego Mark sorrindo para mim. —Embora este aqui tem todas as enfermeiras sob seu feitiço. Daniel riu. —Eu posso ver isso. —Mia, o que você gosta de fazer para se divertir?— Savannah mexeu a comida de bebê e tocou-a aos lábios antes que ela desse alguns ao bebê. —Ahh,— eu quase ri, —eu não sou realmente para praticar esportes. Eu pareço ter dois pés esquerdos. Gosto de ler, no entanto. — —Oh, sim? —Sim, a maioria sobre mistérios.— Eu não mencionei o meu amor por livros sujos, quando isso não seria exatamente conversa de jantar a mesa. —Isso é lindo.—June rodou seu vinho em torno de sua taça. — Temos duas bibliotecas em casa. Tenho certeza de que Mark ou Savannah terá prazer em dar-lhe uma visita. —Eu gostaria disso, obrigada.


Dell bateu no meu braço quando Mark virou em sua cadeira e pegou um prato fresco. Com certeza, ele pegou exatamente o que Dell disse que iria. Mark mesmo servindo um prato para Keith. —Abby,— Keith sorriu para ela, —você se importaria? —Claro, querido.— Ela levantou-se e voltou com dois copos grandes de leite. Tentei conter meu riso, mas não adiantou. Puxei alguns dólares do meu bolso de trás e atirei cinco deles ao lado do prato de Dell. —O que é isso?— A curiosidade de Mark foi aguçada. —Encontro quente mais tarde— Eu brinquei antes de perceber que poderia ter sido um comentário inapropriado, considerando que eu tinha dado aquelas strippers a Dell. Mas antes que eu pudesse me corrigir, Daniel começou a rir, ele realmente riu. Ele tinha que colocar o garfo para cobrir sua boca. Não demorou muito para que toda a mesa eclodisse. —Oh, você vai se encaixar muito bem aqui.— Mike proclamou, sua grande voz crescendo sobre todos.

Relaxando após o jantar, eu me vi assistindo Savannah e Cole. Fale sobre duas pessoas que foram feitos um para o outro. Ele obviamente adorava ela, e ela não poderia ir até mesmo alguns momentos sem tocá-lo. Em seguida, havia a pequena Olivia, que teve a casa inteira sob seu feitiço. Quem poderia culpá-los? Ela era a menina mais doce, com enormes olhos negros. Ela parecia tão feliz e cheia de sorrisos o tempo todo. —Você se importaria se eu segurasse ela?— Eu aqueci as minhas mãos antes que eu a levasse. Haviam a trocado para um Onesie9 roxo distorcido, e ela tinha pequenos Uggs10 de bebê em seus pés minúsculos. —Bem, Olá, querida.— Eu coloquei-lhe suavemente no meu quadril. Ela parecia gostar disso e sorriu seu sorriso desdentado para mim. Com um mergulho na minha direção, os dedos agarraram o meu colar, que ela imediatamente colocou em sua boca. —Desculpe,— Savannah disse com uma risada. —Ela adora jóias, e ela coloca absolutamente tudo em sua boca.— Ela puxou o seu próprio colar com um floco de neve oscilando dele e o ergueu. —Eu tive que substituir essa corrente cerca de três vezes agora. 9

tipo um body

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botas


—Eu não me importo—, eu disse em voz pseudo-bebê e descansei minha testa contra a dela. —Você é tão bonita que eu poderia te comer em uma mordida. —Ela é muito gostosa.— Mark se sentou no sofá e tomou um gole de algo escuro em um copo de cristal. —Não.— Eu virei o bebê para fora de sua vista. —Você me custou cinco dólares com a sua previsibilidade. —Eu sou tão previsível? —Sim—, Savannah respondeu, —você e Keith. Mas apenas quando se trata de suas barrigas. Mark pensou por um momento. —Eu faço, amo comida. Cole riu, mas depois gemeu quando um enorme gato levantou-se e sentou em seu colo. Ele fez dois círculos antes de encavar-se entre ele e Savannah e de forma muito grosseira baqueou suas pernas abertas. —Uau, ele certamente faz uma entrada.— Eu ri. —Este é Scoot,— Cole esfregou a barriga do gato —, o segundo em comando. Ele mantém os homens na linha, ou pelo menos é o que ele acredita. —Não é muito tímido, não é?— Eu balancei a cabeça em direção a suas pernas. —Ei, cara—, disse Mark ao gato, —deixe eles em paz. Olivia começou a se contorcer para entreguei de volta para Cole. Ela foi para encolhi com o pensamento do que ele faria, ele apenas ficou lá e tomou. Seu pai preocupado, então eu relaxei.

o pai dela, então eu lhe a orelha do gato. Eu me mas para minha surpresa, certamente não parecia

Me aconcheguei ao lado de Mark e escutei a todos falar. Eu podia me ver ficando apegada a este lugar. Essa vibração quente, com muitas pessoas, mas a sala de estar apenas. Por volta das dez, Mark percebeu quão cansada eu tinha ficado e ficou muito feliz em ficar de pé e dizer boa noite por nós e nos guiar até as escadas para o quarto. Eu estava dentro da porta, observando tudo. Sua cama marquesa tinha lençóis cinzentos com um edredom azul escuro por cima. Seis travesseiros e uma almofada descansando perfeitamente no lugar. O resto do quarto combinando o esquema de cores, e corria para o banheiro. Tudo era tão grandioso. Nenhum detalhe foi deixado de lado,


até as cortinas cinzentas mantidas no lugar por ganchos de ferro fundido que combinavam com o lustre no centro do quarto. Mark me deu um abraço e um tapinha na bunda para me empurrar cuidadosamente para dentro do quarto. —Hon, este é o nosso quarto agora, ok? Eu preciso ir falar com Cole por alguns minutos, então se instale Eu não vou demorar muito, eu prometo. —Ele beijou o topo da minha cabeça antes dele sair. As minhas malas estavam em cima de uma bancada. Eu consegui os meus produtos de higiene pessoal e fui até o banheiro e tentei decidir, banheira ou chuveiro? Chuveiro. Eu estava com medo que eu poderia cair no sono no calor da banheira. Quatro botões diferentes olhavam para mim, em seguida, havia o painel de controle. Bom Deus! Finalmente, depois de quase me escaldar, eu descobri como ligá-lo e obter a temperatura certa e entrar devagar para o retângulo de mármore. Sorri quando vi que havia xampu e produtos de senhoras tudo pronto para mim. Era estranho, mas Savannah tinha me avisado mais cedo esta noite para não se sentir estranha com o que foi fornecido para mim. Era apenas parte da rotina da casa, considerando o tipo de trabalho que eles faziam. Meu dedo correu ao longo do caminho dourado que passava através da laje maciça do mármore. A água quente bateu sobre mim enquanto o vapor enchia o chuveiro, me cercando com o calor que o meu corpo tão mal ansiava. Espremendo o adorável xampu perfumado floral na minha mão, eu ensaboei o meu cabelo comprido a partir do couro cabeludo até às pontas. A alça de bronze agitou a minha curiosidade, e eu decidi dar-lhe um toque cuidadoso, pronto para saltar para fora se fosse necessário. A água bateu um ritmo completamente diferente na minha parte inferior das costas e ombros. As luzes se apagaram, e um leve cheiro de lavanda me encontrou. Oh meu, isto era perfeito! Desculpe, Mark, mas estes jatos potentes que amassavam a tensão de meus músculos poderia se tornar a sua concorrência. O único problema era com deixar sua mente vagar inesperadamente e às vezes os pensamentos indesejados se intrometer. Eu terminei, na toalha seca e trançando meu cabelo. Com um golpe rápido da toalha em frente do espelho, eu olhava para o meu reflexo. —Diga a ele!— Meu subconsciente aconselhou. Eu não posso! Apertei meus olhos fechados. E se não estiver tudo bem pra ele?


—Você teve uma chance, e cada dia que passa só vai piorar as coisas!— ela gritou comigo e causou a minha cabeça uma dor. Pare. Eu apaguei a luz e fui para o quarto. A cama era grande - realmente grande. Coloquei meu braço em volta da minha cabeça e enterrei-me no cobertor inchado. Eu sorri no meu travesseiro quando o cheiro de Mark me rodeou de conforto imediato. Mark disse que estaria de volta em breve, mas não demorou muito para os meus olhos fecharem. —Diga ao seu namorado para pagar! Meus olhos se abriram. O relógio brilhava em números azuis para mim - 03:00 a.m. Mark não tinha vindo para a cama ainda? Comecei a me sentir estranha em estar aqui. Pensamentos tolos começaram a inundar o meu cérebro. Eu consegui fazer a escolha certa? Eu deveria ter ido de volta para casa? Eu decidi me levantar e ir lá em baixo. Puxei uma camisa longa em cima dos meus shorts e parte superior do peito e espiei fora da porta. Puxei livre o elástico e o meu cabelo caiu bagunçado na frente do meu rosto. Liguei de volta e pisei no chão de madeira frio, descendo as escadas e na sala de estar. Relâmpagos silenciosos enchiam a sala. Fui até a janela, observando os raios de poder à medida que mergulhavam em direção ao lago. Com meu cobertor na mão, abri a porta do pátio e respirei o ar da tempestade fresco. A umidade era pesada, e a promessa de algumas trovoadas era o suficiente para me ter dobrada em uma bola e aproveitar o show. Um ronco baixo rastejou até a montanha, um pouco mais de cada vez que veio. Meus pensamentos começaram a embaralhar e misturar com alguns dos mais escuros. O corpo sem vida de kenny passou diante de mim, que fez a espera no meu coração apertar mais forte. Não era justo; ele era tão jovem. Passei tanto tempo o tranquilizando que ia ficar tudo bem que eu quase acreditei em mim mesma. A mente é um instrumento perigoso às vezes. Minha única paz era que ele estava agora com sua mãe. Puxei o cobertor quando uma brisa fria da porta do pátio aberto mexeu no meu cabelo ao redor. Um forte trovão enviou minha mente correndo em outra direção.


A voz do homem no subsolo que roubou a minha coragem a partir de mim veio em seguida. Meus dedos enrolaram em torno de meus joelhos. Eu precisava de uma âncora. Mark havia perguntado tantas vezes se eu estava bem. Eu não contei a ele, mas eu não estava. Era por isso que eu não comuniquei tudo aquilo com ele quando ele se foi. Meu agressor me deixou com um gosto de medo em minha boca cada vez que as luzes se apagavam. Me tornou ansiosa sempre que o lixo estava cheio, e até certo antes que as portas do elevador se fechassem. Ele não tinha rosto. Nada além de uma sombra. Eu só tinha um vislumbre dele. Eu poderia ter esbarrado nele no mercado e nem sequer o conheceria. —Incrível, não é?— A voz de Savannah rompeu os meus pensamentos. Ela tinha uma xícara de chá na mão. —Eu amo uma boa tempestade, eu mesma. Muitas vezes caminhava para baixo aqui quando cheguei pela primeira vez para ver o tempo. —Ela apontou para a cadeira ao meu lado. —Posso? —É claro. Ela enrolou-se e soltou um suspiro sonolento. —Eu amo a minha menina, mas a criança não dorme a menos que ela esteja em cima de mim.— Ela riu suavemente. —Cole acorda em um estalar de um galho, mas sua filha poderia rastejar em cima dele e ele não se mexeria.— Ela me olhou atentamente enquanto ela falava. —Então, eu a ponho sobre ele e escapo para algum tempo comigo mesma. —Inteligente—, eu disse, rindo. Ela tocou no meu braço. —Um pouco sobrecarregada? A tempestade interrompeu a minha resposta com um enorme aguaceiro de chuva. Savannah riu com puro prazer sobre o que muitos amaldiçoariam. Eu amei isso. Era como eu me sentia. Chuva era como um banho para a minha alma; permitiu-me reiniciar. Talvez porque muitas vezes significou um dia dentro embrulhada com um bom livro. De qualquer maneira, eu adorei, e, aparentemente, Savannah fez também. Abri meu cobertor e estendi sobre o colo. O sorriso dela me fez se sentir em casa. —Eu acho que eu realmente deveria fechar a porta? —Não, deixe isso. É maravilhoso. —Ela correu ao redor para me encarar. —Então deixe-me dar-lhe a colher sobre este lugar. Eu me virei para olhar para ela. —Por favor faça.


—As tias. —Abigail e June? —Sim. Elas são as mais doces, mulheres mais amorosas que você alguma vez vai encontrar, ao lado de Sue. A mãe de Cole é incrível. Dr. Roberts é o namorado de Abigail, e eles são tão fofos juntos. Mas não traga isso até Mark. Ele é um pouco sensível sobre o tema. —Ela não podia esconder seu sorriso. —Paul e John são muito legais, e Mike, ele tem tatuagens por toda parte e parece assustador, mas ele é um urso de pelúcia enorme. —Eu realmente conheci Mike. Ele parece muito bom. Apesar de não ser alguém que eu gostaria de encontrar em um beco. —Ela balançou a cabeça, sorrindo. —E sobre Keith? Qual é o seu problema? —Ha! Keith é como o lobo mau de pijama macio pendurado em seu traseiro. Ele age assustador, mas ele é inofensivo. Nós somos realmente próximos. Ele me acompanhou até o altar. —Ela parou e pensou. —Por que você pergunta? —Ele só parece um pouco na borda desde que entrei aqui, e ele verifica seu telefone muito. —Sim, eu tenho notado isso também.— Ela pareceu se perder em pensamentos, então eu segui em frente. —E Mark? —Mark é o engraçado. Não importa o quão merda seu dia foi, ele vai fazer você rir de uma maneira que faz você se sentir bem depois, não apenas durante. Ele é protetor de nossa família, e eu acho que por muito tempo não namorava, porque ele não queria deixar Abigail ou Cole. —Seus ombros subiam e desciam. —Isso é o que me disse Cole.— —Isso é um forte vínculo de ter.— Minha garganta se apertou. Eu odiava que Mark teve uma família horrível em primeiro lugar. —Isto é. Ele gosta de jogar, apesar de tudo. Nunca jogue poker com ele. —Meu estômago afundou. Eu não gostava do som disso. Minha mente imediatamente voou para o vício de seu irmão e ao meu ataque. —Ele não perde—, ela continuou. —Eu não consegui vencê-lo. Cole diz que ele tem uma ferradura presa até a sua ... —Ela olhou para mim e fechou a boca. Então eu vi ela fazer a conexão. —Ah não. Mia, ele não é como seu irmão em tudo. Isso é diferente. —Quando ela viu o olhar surpreso em meu rosto, ela bateu no meu braço e sorriu. —Cole me diz que falo muito. Espero que esteja tudo bem? —Sim, está tudo bem.— Eu mal estava ouvindo quando eu respondi a ela.


—Mark e Manuel são pólos opostos, Mia.— A mão de Savannah descansou de modo tranquilizador em meu braço novamente, e sua expressão era sincera. —Mark ganhou dois mil quando todos os caras apostaram quando Olivia iria nascer. Você sabe o que ele fez com o dinheiro? —Eu balancei minha cabeça. —Ele começou uma conta de investimento para ela para a faculdade. Mark pode ter tido uma família horrível, mas ele não é nada como eles são. —Obrigada por dizer isso.— Eu acreditei nela. O céu se iluminou e caía mais chuva. O lago torcido e agitado com a mistura de chuva e vento. Eu precisava me concentrar em outra coisa. —E quanto a Cole? Alguma dica? Seu rosto se suavizou e seus olhos se iluminaram. —O que dizer sobre o Coronel? O seu latido é maior do que sua mordida. No entanto, nunca quebre as regras da casa. Ele tem uma política de um só golpe —Bom saber.— Eu tinha ouvido pedaços disso antes, então isso soou verdadeiro. —Ele é muito gentil e quente. Isso só demora um pouco para quebrar suas paredes. —Ela olhou para mim. —Você está bem com o que aconteceu com você? Voltei a olhar para a água e deixei esse sentimento estranho escoar novamente. —Ahh...— Coloquei meu cabelo atrás da minha orelha. —Não inteiramente certa ainda. —Eu entendo isso. —Eu sou muito boa em bloquear as coisas, e depois Mark e eu tivemos a nossa...— Parei para suspirar e apontar para a minha cabeça. —Bem, eu apenas empurrei tudo de lado por enquanto. Eu vou lidar com isso quando eu puder . —Fala como alguém que tem um monte a derramar.— Ela tocou no meu braço novamente e chamou minha atenção para ela.—Por favor, saiba que o Dr. Roberts é um homem maravilhoso que me ajudou muito. Ele está muitas vezes ao redor se você alguma vez precisar de algum conselho ou alguma outra pessoa para conversar. Você sempre pode vê-lo. Eu balancei a cabeça. —Obrigada.— Fiz uma pausa, considerado, e decidi perguntar. —Savi? —Sim? —Você sente falta de sua família? Mark me contou.


Seu rosto se contorceu por um momento antes que relaxasse. — Família não é sobre sangue, Mia. É sobre com quem você se cerca, que faz você se sentir amada e segura. Eu nunca tive isso com meu pai. Eu pensei que eu tivesse com a minha melhor amiga, Lynn, mas que provou estar errada. — Ela piscou algumas vezes, em seguida, esfregou os braços. Eu poderia ver que este era um tema difícil para ela, então eu não empurrei mais. —Eu sinto falta da minha mãe, embora, muito.— Ela se levantou e envolveu seu manto em torno dela. —Vou deixá-la, ou se você gosta de caminhar até seu quarto comigo? —Vou levar mais alguns minutos, então eu vou pra cima. —Tenha uma boa noite, Mia. —Você também.

Cole e eu vinha tentando caçar Manuel toda a noite. Finalmente chegamos a preensão de seus registros de telefone e vimos a última torre de celular que pegou o sinal estava em Dakota do Norte, apenas quatro ruas ao longo do apartamento de Mia. O que diabos ele estava fazendo lá? Manuel tinha sido instável durante o tempo que eu poderia lembrar, mas para ferir alguém como Mia ... Eu simplesmente não podia acreditar que ele iria tão longe. Decidimos que quando voltarmos de nossa próxima missão que iríamos encontrá-lo e confrontá-lo. Esta merda tinha ido longe demais. Não foi até depois de cinco horas que eu rastejei ao lado de Mia e a puxei junto ao peito. Ela estava tão fria como o normal e imediatamente a moldei a mim quando eu compartilhei o meu calor. —Onde você estava?— Ela se mexeu mais perto. —Desculpe, eu não queria ficar tanto tempo.— Eu beijei a parte de trás do pescoço. —Muito acontecendo. Ela se virou e olhou para mim. — Está tudo bem? —Não tenho certeza ainda. Vem cá, meu pequeno pingente de gelo, e deixe-me derreter fora algumas dessa doçura —, eu brinquei, fazendo cócegas nela. Beijei seu nariz, em seguida, os lábios, mas ela empurrou meu ombro para trás para que ela pudesse olhar para mim.


—Não brinque comigo agora, Mark. É assim que é? As noites atrasadas e poucas respostas? —Ela suavizou suas palavras com um rápido, beijo duro. Fechei os olhos e desejei que eu fosse apaixonado por uma profissão diferente. —Às vezes, talvez, sim.— Ela me deu um olhar, como se dissesse não se atreva a mentir. —Sim, muitas vezes é assim que vai ser. Ela me deu um leve aceno de cabeça antes que ela se mudasse para seu lado novamente. Com um suspiro, eu a rolei para trás na posição original e abracei forte. Meu estômago se retorceu e eu decidi pensar antes de falar rápido demais. Mia estava se tornando a minha rocha, a minha âncora, minha confidente. Eu amava a forma como ela me fazia sentir; mesmo o sorriso dela fazia girar a escuridão para cinza. A simples idéia das mãos de meu irmão sobre ela fazia saltar a minha frequência cardíaca. Uau, eu tinha caído duro. Olhei para o relógio e vi que era cedo ou mais tarde, dependendo de como você olhasse para isso. Eu não tinha certeza que meus próximos dias seriam assim, então eu decidi dar-lhe tanto quanto eu podia. —Eu fui deixado sozinho muito quando eu morava com minha mãe,— eu sussurrei, liberando o meu passado assombrado para o ar frio. Seu corpo começou a relaxar enquanto eu falava. —Mais do que qualquer criança deveria ser. Meu irmão Manuel era horrível. Se ele não estava alto, ele estava me dando ordens ou me forçando a sair para encontrar comida. Era uma desculpa para se livrar de mim a metade do tempo. Ele preferia muito mais que eu tivesse desaparecido do que ter que lidar comigo. —Encolhendo-se com as memórias que se desenrolaram na minha frente, eu continuei, querendo compartilhar o meu maior fardo. —Eu fiquei fora durante todo o dia na casa de Abby. Os Logans estavam tendo um dia do jogo por causa da tempestade de neve. Eles foram tão calorosos e convidativos que eu perdi a noção do tempo e não voltei para casa até que estava quase escuro. —Mia se virou para mim, com a mão espremido entre a bochecha e o travesseiro. Seus grandes olhos seguravam os meus, o olhar dela me incentivando a continuar. —Você sabe quando seu intestino lhe diz que algo não está certo? A forma como os seus pelos se arrepiam na pele e sua boca fica seca? Bem, quando eu abri a porta da frente naquele dia, o sentimento que tomou conta de mim era assim. Larguei a minha mochila e tirei um pedaço da minha HubbaBubba para me acalmar. Lembro-me que derramei um copo pequeno de Kool-Aid de uma jarra que estava sobre o


balcão e me sentei no banco e esperei pela punição que eu sabia que viria, mas nada aconteceu. Eu chamei pela minha mãe. Ela não respondeu, mas eu pensei ter ouvido um barulho estranho de seu quarto. Os dedos de Mia traçaram uma das minhas cicatrizes através do meu ombro. Seu toque era reconfortante. —Foi Manuel?— Perguntou ela, enquanto observava sua mão patinando em volta. —Eu não sei. Ela levantou os olhos, confusa. —Um minuto eu estava de pé na porta, e no seguinte eu estava no hospital. —O que? —Eu acho que eu apaguei. —Por quê? Minha visão balançou momentaneamente. —Porque eu ... Eu matei a minha mãe. Seu corpo ficou tenso, e ela quase não piscou quando isso afundou. Eu queria levar a limpo sobre tudo e contar-lhe o resto, mas primeiro eu precisava saber se ela estava bem. —Mia? —Quantos anos você tinha?— Sua voz era baixa. —Sete anos e três meses. Sua pele empalideceu e sua língua correu ao longo de seus lábios. —Apenas um menino.— Ela pareceu pensar. —Ok, então você estava no hospital... Eu não perdi uma batida. Eu queria mostrar que eu não mais esconderia as coisas dela. —Havia um psicólogo sentado em uma cadeira rosa clara boba, escrevendo em um bloco quando voltei a mim. Eu estava tão confuso e desorientado, e minha cabeça doía muito. A luz brilhante me fazia piscar, tinha uma senhora olhando por cima. Toda a atenção de Mia estava em mim. —Eu perguntei o que eu fazia lá, e ela me disse que eu tive um colapso. Eu perguntei onde minha mãe estava, e ela me deu um olhar estranho. Eu perguntei onde Manuel estava, e ela me disse que estava na sala de espera. Ela puxou uma cadeira e fixou os óculos para ficar ainda mais em seu nariz. —Cada detalhe era tão vívido. —Ela me


perguntou o que eu me lembrava. Onde eu estava naquele dia. O que a minha mãe fazia para nós. Toda a experiência foi estranha. Ninguém iria responder a qualquer coisa até que eu fiquei chateado. Finalmente, Manuel tinha permissão para me ver. Ele parecia horrível, sua camisa estava suja, e seu cabelo estava uma bagunça, como se não tivesse dormido em dias. Ele me disse que eu precisava manter a minha boca fechada, que eu tinha feito algo realmente ruim, e se eu dissesse alguma coisa, eles me levariam embora e eu nunca mais veria os Logans novamente. Eu nem sabia que ele sabia sobre os Logans. Mia mudou-se para sentar-se de pernas cruzadas. Ela puxou o cobertor em torno de seu meio, jogou o cabelo para um lado, e esperou por mim para continuar. Era difícil não olhar para ela. A luz fraca do banheiro lançava um brilho suave na metade do seu rosto. —Ele me disse então o que aconteceu, que eu a esfaqueei. Alguma espécie de colapso mental. Eu não tenho nenhuma memória, e nada remanescente disso. Tudo o que eu sabia era que ela estava morta, e eu fiz isso. —Engoli em seco e limpei a garganta. —Manuel treinou-me sobre o que dizer para a polícia. Eles vieram em seguida. Eu estava com muito medo, e eu não sabia de nada, então eu fui junto com ele. A polícia comprou cada palavra, e ninguém foi acusado. —Onde estava Manuel durante tudo isso? Eu coloquei minha mão em seu joelho, amando que ela queria saber todos os fatos. Isso significava que ela não estava totalmente me julgado ainda. —Manuel tinha um trabalho de lado para um de nossos vizinhos, fora o material de manutenção. Então, ele tinha um álibi sólido. —Então o quê? —Abigail ficou sabendo do que aconteceu e apareceu no hospital. O pai de Cole empilhou seus advogados e me liberou aos seus cuidados. A polícia voltou apenas uma vez para fazer mais perguntas. Minhas impressões estavam todas sobre a alça, mas isso não significa muito, uma vez que poderia ter tocado em algum ponto. Nunca falei com eles, como Abigail me manteve lá em cima. O pai de Cole lidou com eles. —O que aconteceu com seu irmão? —Eu não o vi muito depois disso. Exceto quando ele precisava de algo de mim. Ele bebia e se envolvia com drogas por alguns anos, em seguida, em torno de vinte e um anos, eu acho, ele começou nos cassinos. Ele sempre tinha jogado, mas entrou nisto muito ruim depois disso. Não demorou muito para eles para pegar que ele estava contando as cartas e ele estava na lista negra deles. Ele começou a jogar poker


clandestino, em locais realmente assustadores. Suas dívidas começaram a subir, e assim teve a necessidade de seu irmão mais novo. Eu fui socorrê-lo durante os últimos nove anos. Ele se juntou a força policial aos trinta, e como eles o deixaram entrar está além de mim. Ele é problema, e ele não se importa quem ele traz com ele. Mia balançou a cabeça, mas eu poderia dizer que ela estava a um milhão de quilômetros de distância. Peguei a mão dela para chamar sua atenção. —Eu tenho que viver todos os dias com o fato de que eu matei a minha mãe. Verdade seja dita, eu a odiava. Ela era uma bêbada, trouxe para casa homens aleatórios, me fez pedir comida, e ainda me fazia dormir na neve quando se esquecia de mim. —Eu senti a minha língua engrossar. —Eu sei o que eu fiz foi indescritível, e acaba comigo que eu não me lembro, mas eu juro que eu não sou um monstro, Mia... Ela se inclinou e segurou meu rosto. —Você não é um monstro, Mark.— Ela selou os lábios sobre os meus antes dela se afastar. —Você era apenas uma criança, em uma situação ruim. Ela se foi. Deixe isso ir. Livre-se desta escuridão. Tantas emoções correndo através de mim, mas o meu coração assumiu. Agarrei sua cintura, e num piscar de olhos, ela estava sob mim e meus lábios estavam nos dela. Empurrei sua camisa para cima e sobre a cabeça, e sua calcinha estava fora igualmente rápido. Meus dedos sentiram gravitarem em torno de seu calor e mergulharam dentro para sentir a sua excitação. Ela estava quente e molhada, e sua maciez revestindo meus dedos. Seu queixo inclinado para trás e um sorriso corria através de seus lábios. Suas costas se arquearam, os seios empurrando em meu peito. Pele à pele. —Mais profundo. Eu facilitei três dedos dentro, arrancando um gemido dela. Com tudo o que estava dirigindo através de mim, eu não poderia durar. Eu nos alinhei, e assim que meus dedos estavam fora Enfiei a minha ereção dentro. Ela respirou fundo e se acalmou. —Tudo bem?— Eu afastei o cabelo do rosto. —Sim—, ela ofegou e flexionou até que eu estava totalmente dentro. Eu esperei por seu corpo para se ajustar à invasão antes de começar a mexer os quadris. Jesus. Ela se sentiu tão bem, mas, em seguida, uma realização repentina tomou conta de mim.


—Eu não tenho uma camisinha. —Estou tomando pílula, e nós fazemos o teste anualmente.— Eu sabia que ela sabia que tínhamos também. O Exército, mas principalmente Cole, era rigoroso com a nossa saúde. Ela se mexeu para me manter em movimento. Estiquei e coloquei meu peso em meus braços. Ela enganchou a perna sobre o meu quadril e chegou acima para a cabeceira. A curva de seu corpo me agarrou de volta para o agora. Minha mão deslizou até o comprimento do seu lado, sob seu seio e no pescoço. Ela era tão linda. Ela roubou o ar dos meus pulmões quando vi seu rosto. Seu hálito quente disparando em pequenas explosões em todo o meu braço conforme construiu-se para cima. —Como alguém pode sentir tão bem?— Eu murmurei enquanto gozei. Nós balançamos juntos, segurando firme um ao outro, olhos fechados. Seus olhos vidrados e ela montou para fora seu orgasmo até que ele atingiu o pico, juntamente com o meu. Então dormimos.

—Você não pode dizer a ninguém o que realmente aconteceu, Mark,— Manuel me avisou pela décima vez. —Basta ficar com a sua história. Eu balancei a minha mochila sobre meu ombro. Eu queria começar com a caminhada para a casa de Abigail. Manuel correu ao meu lado. — Se você foder isso, você vai para a cadeia. Você vai ser conhecido como o garoto que matou a própria mãe. Eu parei para olhar para ele. —Eu não a matei, Manuel!— Eu engoli a dor. —Quero dizer, eu não lembro de ter feito isso.— Ele me estudou por um momento e depois colocou as duas mãos sobre meus ombros. —Eu vi você fazer isso. Eu balancei minha cabeça. —Como? Você não estava mesmo lá. —Eu estava, e eu vi que você apunhalou a nossa mãe como o animal cruel que você é. —Por que você não me parou?— Eu me senti traído e doente. —Não houve tempo suficiente. Olhe para as suas mãos. Eu olhei para baixo para encontrar que minhas unhas tinham manchas de sangue sob elas. —Ahh!— Eu chorei e as enxuguei em minhas calças, mas mais sangue brotava de debaixo de minhas unhas,


pingando sobre a neve. —Eu sinto muito, sinto muito!— Corri para um banco de neve, me ajoelhei, e comecei a esfregar as mãos limpas. —Eu sinto muito, mãe! Eu não queria isso!

Acordei com um sobressalto, meu peito arfando dolorosamente contra o pesadelo. Eu olhei em meu redor e percebi que estava em casa. Minhas mãos estavam limpas, mas a minha dor de estômago permanecia. Mia tinha ido embora. Olhei para o relógio e vi que era nove e meia. Esfreguei os olhos cansados e me forcei a levantar. Depois de um longo chuveiro, eu fiz o meu caminho para baixo e vi Mia e Savannah fora falando, enquanto Savi puxava Liv em torno de um trenó de madeira. Você dificilmente poderia ver seu pequeno rosto sob o capuz do casaco de neve. Eu assistia da janela da sala de estar com um café na mão. —Ela parece adorável, querido.— Sue sorriu quando ela levantou sua caneca à boca. —Cole disse que estava tentando encontrá-la uma posição na casa para que ela possa ficar até chegarmos com essa coisa esclarecida. Dei de ombros. —Eu espero que sim, e há sempre o centro médico na cidade. Isso supondo que ela quer deixar sua vida em Dakota do Norte. —Ela parece ser adequada e isso é apenas excelente.— Sue acenou para as meninas. Savannah se inclinou para recolher um pouco de neve caída nova e fez uma bola de neve. —Oh, não—, Sue disse com uma risada. Eu assisti com curiosidade. Savannah poderia fugir com o assassinato. Ela tinha todos os homens da casa sob seu feitiço, porque ela era uma pessoa incrível com um coração enorme. Ela se inclinou e sussurrou algo para Mia. —Keith ou Mike?— Sue perguntou quando os caras dobraram a esquina. —Mike. —Você acha? —Sim, ela lhe deve um. Mike teve o seu outro dia. Com certeza, Savannah virou-se e atirou a bola de neve para Mike, cravando-o no estômago. Então, para minha surpresa, Mia jogou


o braço para trás e bateu Keith no peito. Sue começou a rir enquanto os homens estavam em estado de choque. Mike olhou para Keith, que usava o seu olhar assassino, em seguida, apontou o dedo para as meninas. —Corra!— Sue riu. Mia pegou Liv e correu atrás de Savi, dirigindo-se para os estábulos. Os homens se apressaram em torno da casa, sem dúvida, para cortá-las. Podíamos ouvir gritos de alegria de Liv da casa conforme sua pequena cabeça balançava em torno dos braços de Mia. —Vá se divertir um pouco, querido.— Sue beijou meu rosto e pegou a caneca da minha mão. —Leve o seu irmão com você. Ele esteve escondido em seu escritório durante toda a manhã. Eu sorri. —Eu tenho uma idéia. —Cole.— Eu enfiei a cabeça na porta de seu escritório. Ele estava em sua mesa lendo um arquivo. Eu sabia que era o único que entrou ontem sobre os homens que mataram naquela casa cheia de pessoas. —Sim?— Ele não olhou para cima. —Nós saímos amanhã, certo? Ele levantou a cabeça. —Sim. —Vamos. —Onde?— Ele rolou a cabeça para trás para libertar alguma tensão. —É Savannah. Seu rosto caiu e ele se apressou em torno de sua mesa. —Ela está bem? Eu posso obter o meu traseiro chutado para isso. —Sim, ela só precisa de sua ajuda. Eu o segui pelo corredor e para fora até a porta, onde parou na soleira da porta da frente. —Agora!— Savannah gritou e quatro bolas de neve voavam em todas as direções. O ar se iluminou com pequenas faíscas de neve brilhando à luz do sol. Cole virou para mim, depois de volta para sua esposa, que já tinha uma outra bola de neve pronta para ir. Keith e Mike surgiram ao lado de Mia, parecendo poderosos satisfeitos consigo mesmos.


—Sério?— Cole afastou a neve fora de seu cabelo antes que ele pisou descendo as escadas propositalmente. Savannah sorriu e jogou a bola no ar e pegou isto. —Parece que meu alvo está ficando cada vez melhor.— Ela apontou para Olivia dobrada em seu trenó na frente dela. As luvas de gatinho balançando e suas botas peludas espiando para fora de suas calças de neve. —Seja legal. Você não iria querer assustar sua filha bebê, agora, você iria? — —Lopez.— Cole acenou para mim enquanto eu fechava para baixo e pegava a gatinha na neve antes de Savannah poder usá-la como escudo. —Você vê, rosto doce, mamãe está usando você como defesa. Que vergonha para ela. —Eu beijei sua bochecha fria e molhada. —Esta foi sua idéia!— Savannah jogou uma bola de neve em meus pés. —Keith?— Ela olhou para ele por ajuda. —Eu não tenho idéia do que você está falando, Savi.— Keith estendeu a mão e segurou a mão de Olivia. —Mamãe está tentando obter a todos nós com problemas, não é? —Oh—, ela ergueu a mão, —isso ai. Cole se abaixou e puxou Savi por cima do ombro. Ele bateu em seu traseiro, a fazendo rir. Ela estava acostumada a ele empurrando ela. —Mia!— Ela gritou enquanto Cole caminhava com ela para a casa. —Desculpe, Savi,— Mia moveu atrás de mim com uma risada, — mas ele me assusta um pouco. —Espere—, eu parei Cole, —vamos para a cidade e nos divertir um pouco antes de irmos.— Eu parei de falar, consciente de que Savannah não precisava do triste lembrete de que estávamos indo. Cole colocou Savannah em seus pés e colocou seu braço em volta dos seus ombros suavemente. —O que você acha? Ela sorriu e seus olhos brilharam. Oh, eu conhecia aquele olhar. Ela estava acontecendo. Joguei Olivia no ar e voei em torno dela como um avião. Uma pequena linha de baba pra baixo como uma linha em uma vara de pesca caiu na minha boca. —Oh, pla!— A coloco no meu quadril enquanto eu cuspia no chão. —Como pode algo tão bonito ser tão desagradável?— Limpei a boca seca. —Bem, eu posso dizer que você teve abacaxi esta manhã.


—E o leite materno,—Savi entrou na conversa com uma sobrancelha levantada, amando claramente este momento. Achei que esse era o meu karma. —Pla, pla, pla! Passei a mão na minha frente. —Linha. Você está a atravessando. —Ela riu quando entreguei Olivia fora. —Aqui, vá para o tio Keith. —Ok.— Cole se voltou para nós. —Vamos para a cidade, talvez um filme e jantar no Zack. —Na verdade,— Savannah colocou uma mão em seu peito, —Eu tenho outra idéia.

—Oh, meu.— Mia agarrou a mesa. —Não preciso de um capacete e joelheiras? Eu ri e tomei suas mãos trêmulas nas minhas. —Apenas deixeme guiá-la.— Ela assentiu com a cabeça, mas não se mexeu. —Você tem que confiar em mim. Vem comigo, meu pequeno pingente de gelo. A cabeça dela moveu-se para me olhar diretamente nos olhos. — Eu faço. Lutando contra o sorriso que apareceu no meu rosto, eu lhe empurrei para a frente. Ela tremia e balançava enquanto eu patinava para trás, mas logo ela conseguiu o jeito da coisa e tornou-se mais estável. Mike, Keith, Paul e John estavam fora do outro lado da pista jogando um jogo de hóquei. Abigail segurava Olivia nos braços enquanto ela a levava ao redor do gelo. Sua silenciosa risada de boca aberta teve todos nós em ataques. Savannah estava perseguindo Cole, que chicoteou por nós como um profissional. Sua mão arrastou ao longo do gelo quando ele mergulhou lá em baixo e enrolou em volta dela, deixando-a em seus braços. —Exibido.— Mia riu com seu aperto de morte em minhas mãos. —Você quer tentar por conta própria? —Não... vamos... vá! Eu apertei suas mãos. —Eu não vou, não até que esteja pronta. —E se...— Ela fez uma pausa. —O que, Mia? Ela olhou para mim, seus olhos verdes mostrando sua vulnerabilidade. —E se eu nunca estiver pronta para você me deixar ir?


Eu parei de me mover, sem saber se escutei a ela corretamente. —Sinto muito, eu não, quero dizer... —Mia, não.— Eu deslizei para mais perto. —Não diga uma coisa dessas e leve de volta. Ela olhou para baixo, mas eu levantei seu queixo para olhar para mim. Minha outra mão deslizou ao redor de seu pescoço. —Isso é o medo de me deixar? Ou você realmente gosta de mim? —Seria correto dizer ambos? Eu sorri o meu entendimento. —Sim é. —Eu realmente gosto de você, Mark.— Ela começou a se mover, mas perdeu o equilíbrio e caiu em mim. Eu a peguei em meus braços e a segurei firmemente. —Eu realmente gosto de você também, Mia.— Nossos lábios se encontraram, e eu não segurei, e nem ela. Eu sabia que era mais do que gostar um do outro, mas eu poderia dizer que ela estava nervosa em dizê-lo, e isso estava tudo bem por enquanto. Além disso, ela me fazia sentir como um garoto do ensino médio de novo, quando apenas gostar de alguém era um grande negócio. Você nem sempre tem que se apaixonar de imediato. O sentimento de amor levava tempo, e era divertido senti-lo crescer dentro de você. Uma bolha constante de calor que expandia a cada dia. —Ei, sem beijos durante o jogo!— Keith gritou, e eu lhe sacudi. —Ahhhhhh.— Meus pés foram por toda parte e, em seguida, em linha reta acima no ar, e os meus braços tentaram se agarrar em algo. Eu desesperadamente apanhei Mia, e caímos juntos duros. —Ai! Minha bunda dói —, eu gritei dramaticamente. —Você consegue sentir se eu te machuquei aí de algum modo, Mia? —Mark, você fez isso de propósito!— Ela riu, seus olhos brilhando. Ela me bateu na cabeça com sua luva. —O que? De jeito nenhum! —Apertei o meu domínio sobre ela. — Hoje à noite você pode verificar o meu fundo para ver os hematomas.— Eu a beijei, feliz ouvindo sua risada encantado. Depois mudamos para fora de nossos patins e fizemos o nosso caminho ao ar livre para o ar gelado. —Sério?— Paul gemeu para as duas carruagens puxadas por cavalos esperando por nós fora. —Isso vai ser humilhante.


—Não seja inseguro com sua masculinidade, Paul.— Savannah acariciou os cavalos e deixou Olivia sentar em uma das costas por um minuto. —Nem sempre tem que ser sobre os meninos. —Sim—, Keith falou. Ele subiu e sentou-se ao lado de John antes sustentar o braço ao longo das costas das almofadas. —É romântico. —Então,—Savi disse, ignorando-os —, Paul e John, vocês andam juntos, e Mark e Mia vai andar com a gente. —E quanto a Abby?— Mia me perguntou, intrigada. —Ela vai levar o bebê pra casa para dormir —Ha, ainda não. Nós temos um encontro com o médico. —Abby, que agora estava segurando Olivia, passou-a a John enquanto eu limpei a minha garganta livre no comentário sobre como tinha sido melhor para ela. Ela deu um passo para trás e riu eles três na carruagem. — Três homens e um bebê. —Savi...— John lançou-lhe um olhar, mas tudo que ela fez foi sorrir e acenar para mim se juntar a eles. —Seja uma boa menina para seus tios, querida—, ela chamou por cima do ombro. Abby pulou no SUV e foi em frente até o restaurante. Mia aninhou-se perto quando o cavalo começou a se mover. O vento estava muito frio, então eu só podia imaginar que ela estava congelando. —Há cobertores no baú debaixo de você—, disse o condutor chamando com a cartola. Puxei uma pesada malha profunda cobertor verde livre e cobri Mia antes de entregar um a Savi. —Obrigada,— Mia gritou e foi concedida uma ponta do chapéu do homem. Passamos algumas ruas laterais antes se transformarem em um caminho que nos levou sobre uma ponte de pedra iluminada. O condutor parou enquanto Mia tirava algumas fotos. —Uau—, disse ela, radiante, —este lugar é como um conto de fadas.— A camada de neve brilhava sob o brilho das lâmpadas de rua. O lago não foi ainda completamente congelado, por isso o movimento sob o gelo tremulavam. A cintilação de luzes encadeava através das árvores chorando dançavam na brisa acelerando. Eu não poderia pensar em um lugar mais romântico da cidade. No entanto, os gemidos da carruagem atrás de nós em breve roubaram o momento de mim.


—Vamos!— John chamou no meio da noite, fazendo com que todos nós parássemos e virasse. —Ninguém pode fazer esse tipo de cheiro!— (Olivia fez cocô) —Oh,— Keith fez um som de engasgos, —é tudo até as costas! —Eu estou chamando um táxi—, Paul anunciou. —Por favor, mantenha em movimento—, Savannah chamou para o condutor, em seguida, olhou para mim antes que perdesse a compostura. Todos nós rimos e mal paramos até que chegamos ao Zack. —Tome a sua filha, leve a carga malcheirosa, eu estou fora—, Keith bufou, segurando Olivia como se ela pudesse mordê-lo. —Estou oficialmente fora de serviço de tio até que ela esteja limpa de novo.— Cole voltou-se para Savannah, que atirou pra ele nem sequer dando um segundo olhar. Eu bati em seu ombro enquanto eu conduzia com Mia. Pela primeira vez, eu estava grato que eu não estava segurando aquela pequena cagadora. A última vez Savannah decidiu que era hora de eu aprender a mudar a fralda. Isso não estaria acontecendo de novo tão cedo. —Oh!—Zack nos viu no momento em que entramos em seu movimentado restaurante. —Como é maravilhoso ver todos vocês. Mia deu um passo adiante, e eu apresentei a Zack. —É um prazer conhecê-lo, Zack. Já ouvi falar grandes coisas sobre o seu lugar. Zack passou o braço em volta dos seus ombros. —Por favor, venha, você deve experimentar este novo vinho que eu trouxe da Espanha. Você gosta de vinho? —Sim. —Perfeito. Eu segui atrás com um sorriso idiota, apreciando como ela parecia à vontade com todas as pessoas importantes na minha vida. Eu só esperava que eu fizesse com as dela. —Bem, Olá, aí—, Jake, o bartender e melhor amigo de Savannah, nos saudou quando se aproximou do bar. —Zack quero que você experimente o novo vinho que chegou? —Acredito que sim.— Ela se debruçou sobre o balcão. —Eu sou Mia. Prazer em conhecê-lo.


Jake abriu uma nova garrafa, presa num decantador na parte superior, e serviu-lhe uma generosa porção. —Fica excelente com o salmão.— Ele piscou antes que tivesse que se mudar para um novo cliente. Ela rodou em torno do vinho, em seguida, tomou um gole. — Oaky, com uma pitada de cranberries? Zack olhou para mim antes que ele concordasse. —Muito bem. Venha, vamos dar a vocês algo para comer.

—Bom dia.— Bati na cabeça do gato gordo quanto eu fui para a máquina de café, pensando que cheirava como se o café havia sido cravado com uma pitada de canela. Com o meu café na mão, eu fui para fora e para baixo em direção à água. Uma cadeira de madeira vermelha estava na casa de barcos. Eu carreguei-a com cuidado para baixo e a coloquei no final da doca. Com os meus pés dobrados pra cima de um lado, eu me inclinei para trás e deixei a natureza gradualmente me acordar. Fechei os olhos e me concentrei na brisa fria que passava pela minha bochecha e piscava contra as partes úmidas de meus lábios. As pontas dos meus cabelos se agitavam enquanto eu inalava uma respiração profunda de ar fresco. Perfeito. —Eu amo esta hora do dia. Quase deixei cair meu café. —Oi, Daniel. —Você se importa se eu me juntar a você? —Nem um pouco,— eu estava satisfeita ele não pareceu notar minha expressão assustada. Ele puxou outro assento e se estabeleceu perto de mim. Nós sentamos e assistimos um falcão atacando para baixo e sem esforço arrancando um peixe fora da água. O que foi ainda mais espetacular foi o reflexo da ave sobre a água lisa quando ela deslizou por nós. —Passei a noite tentando colocar o seu rosto.— Daniel me deu um olhar de lado. —Você parece como ele. Meu estômago se arrastou em uma pequena bola, e eu pisquei algumas vezes, sem saber o que dizer.


—Vou dizer o que Mark não sabe. Eu balancei minha cabeça. Ele tomou um longo gole de sua caneca de viagem. —Mark tem tudo a ver com honestidade, Mia. Se eu puder sugerir, você deve dizer a ele em breve. —Será que vai ser uma negociação calma?— Eu sussurrei. Daniel apertou os olhos enquanto olhava por cima da água, os sulcos redor de seus olhos se aprofundando. —A confiança vai ser o disjuntor do negócio, querida. Não importa com quem você está relacionada. Eu balancei a cabeça. Ele estava certo. Não era um grande negócio, mas Mark tinha compartilhado tanto comigo que quase parecia que poderia ser tarde demais. —Não é—, disse ele, como se ele lesse minha mente. Ele se levantou e olhou por cima do meu ombro. —Eu sempre soube que ele tinha uma filha—, ele me deu um sorriso quente, —e eu sabia que ele queria mantê-la longe de tudo isso. —Sim—, eu murmurei para minha caneca. —Ele já viu muita coisa, Mia, as coisas que podem mudar sua perspectiva de vida. Difícil de empurrar esses pensamentos. —Sua mão livre deslizou no bolso. —Bem, eu vou deixar você para desfrutar desta bela manhã.

—Tem certeza?— Eu estava na frente de Savannah em uma roupa que ela me emprestou. A saia azul escura agarrada aos meus quadris, e a blusa de seda preta se encaixava como um sonho. —Mia, você está linda. Mark vai estar tudo sobre você hoje à noite. —Ela sorriu. —Eu estou realmente ansiosa para ver o show.— —Umm ...— Eu me virei para o espelho e coloquei um par de brincos através de minhas orelhas. Nós estávamos tendo bebidas antes dos caras saírem na parte da manhã. Aparentemente, esta era uma tradição na casa. Dei um passo para trás e tomei da minha aparência, mas, em seguida, a idéia dos caras saírem amanhã afundou. —É difícil, Mia, eu não vou mentir.— Ela se moveu para ficar ao meu lado. —Nós só precisamos se manter ocupadas e não pensar muito sobre isso.


Assenti com a cabeça e balancei o nervosismo das minhas mãos. A realidade que ele estava saindo era ruim o suficiente, mas agravado pelo fato de que eu tinha ouvido Paul falando sobre as armas que eles precisam. —Você está quente, então vá pegar sua atenção e dar-lhe uma razão para voltar para casa em segurança. Parei na parte inferior das escadas e esperei por Savannah para ir em primeiro lugar. Cole imediatamente a encontrou e bloqueou o seu olhar nos dela. Ela foi para o seu lado e deu-lhe um tapa no traseiro. Ele sorriu e a beijou apaixonadamente. Seu amor era intenso e me fez doer por Mark. —Você procura algo, mocinha, ou apenas olhando?— Keith sorriu para mim. Ele não parecia tão intenso como antes. —Vamos.— Ele ofereceu o braço. —Você não pode desperdiçar esse equipamento aqui fora. —Acho que me sinto um pouco fora do lugar. —Sério? Você parece se encaixar bem. —Obrigado, Keith. John bateu no braço de Mark e ele olhou em minha direção. Seu olhar se arrastou para baixo em meu corpo antes de seu sorriso malicioso encher os lábios e fazer meu corpo atordoado de cabeça em sua direção. —Uau.— Ele se inclinou e beijou meu rosto suavemente e ficou ali por um momento. —Você está maravilhosa. Meu pequeno pingente de gelo está hoje à noite muito quente! Embora eu amo o seu uniforme e Chucks. —Obrigado, é notável.— Eu inclinei meu queixo e esfreguei minha bochecha através da sua. —Você está corando—, ele brinca. —Você enche minha cabeça com todos os tipos de pensamentos, e alguns não devem ser compartilhados. Ele riu. —Eu?— Ele enfiou a mão na minha cintura e me puxou para ele. Dei um passo para trás quando Paul se juntou a nós e quase tropecei quando me encontrei com alguém. Mark agarrou o meu lado para que eu não caísse. A expressão aguçada de Daniel me chamou a atenção enquanto eu recuperava o meu pé.


—Oh, me desculpe...— Comecei, então, me virei e congelei. —Mia? Ah Merda! Não…


—O que diabos você está fazendo aqui? Mark olhou para mim, depois para Frank, meu pai. —Vocês dois se conhecem? —Vocês dois se conhecem?— Perguntou Mark. Oh, merda, isso é ruim! —Sim, Mia é minha namorada.— Mark me puxou para mais perto. Meu pai estendeu a mão e me puxou para o seu lado. —Sim? Bem, ela é minha filha. Houve suspiros audíveis ao redor da sala. O rosto de Mark caiu. Tanta coisa correu pelo seu rosto, de choque para perplexidade, mas todos eles terminaram com mágoa. Ele balançou a cabeça, deu um passo atrás, então se virou e foi embora. Eu comecei a ir atrás dele, mas meu pai me pegou pelo braço. —Nós precisamos conversar. Agora, Mia. Olhei para Savannah por ajuda, mas ela estava muito ocupada lidando com Cole, que parecia que poderia lançar a sua merda qualquer momento. —Mia—, meu pai ordenou a partir do corredor. —Mova-se, agora. Com uma respiração profunda, eu o segui até lá fora, agarrando o meu casaco no caminho. Eu ouvi Daniel gritar para Cole. O ar estava frio, e alguns flocos de neve caíam. Enrolei minha jaqueta em torno de mim e me inclinei contra o corrimão de madeira. Meu pai acendeu um charuto e sentou em uma das cadeiras com o tornozelo apoiado no joelho. —Que diabos você está fazendo aqui?— Sua voz esfregava-me para o caminho errado. ���Eu sou uma mulher de trinta anos de idade, pai. Eu estou aqui porque eu estou namorando Mark. —O inferno que você está.


Eu apertei minhas mãos em frustração. Eu estava tão cansada de meu pai tentando executar a minha vida. Dei de ombros, sem palavras neste momento. —Mia, ouça-me pela primeira vez na sua vida! O tipo de trabalho de Mark e caras como ele fazem envolve coisas horríveis, coisas que ninguém quer saber. Droga, amanhã ele vai a uma missão que envolve caçar os selvagens que mataram setenta pessoas. Muitos deles eram crianças. Você quer ter que lidar com as consequências desse tipo de trabalho? Que tipo de vida você vai ter? É isso que você quer para si mesma? O sangue drenou da cabeça aos pés, deixando-me tonta. Ele continuou. —Ele pode não voltar para casa de uma dessas missões. Você sabe o que aconteceu com Cole? Ele foi levado e mantido em cativeiro. O vídeo que enviaram dele sendo decapitado causou a Savannah um aborto de seu primeiro filho. Você sabia disso? —Ele se inclinou para frente e apoiou os cotovelos nas coxas. —Você realmente quer esse tipo de vida? O medo constante, se perguntando sem saber o que realmente está acontecendo com ele todos os dias? —Ele era implacável, suas palavras chocantes. Olhei para uma prancha de soalho, não sabendo o que dizer. —Como no inferno que Cole ainda permitiu que você viesse aqui? Eu senti a necessidade de proteger a casa. —Eu fui atacada no meu apartamento. —Em Minnesota? —North Dakota,— eu corrigi, sem se importar neste momento. — Mark ficou preocupado depois que meu apartamento foi arrombado depois disso, então ele e Cole elaboraram um acordo. Eu assinei o NDA e vim aqui para estar segura, até que se descubra quem está por trás disso. Agora era sua vez de olhar chocado. —O que? Diga-me mais sobre isso. Alguma pista? —Seu tom era misturado com preocupação e raiva. —Você deveria falar com eles.— Eu não tinha interesse em dar mais informações do que eu precisava. Ele balançou a cabeça, antes que ele se encontrasse. —Mentiras causam nada, mas ferimento, menina.— Ele se virou e apontou por cima do ombro para a casa. —Pegue as suas coisas. Nós estamos saindo.


—Não.— Eu sabia que precisava defender a minha posição. Meu pai não estava indo para assumir o controle da minha vida. Eu estava acabada com as suas táticas de intimidação. —Esta casa é construída sobre a verdade, e você quebrou a regra número um, mentindo para Mark sobre quem você é. Se você não sair comigo, Cole enviará você e as malas de qualquer maneira. Salve-se do constrangimento e pegue suas coisas para que possamos sair hoje à noite. Depois de minhas muitas conversas com Savannah sobre as regras da casa, eu sabia que ele estava certo, e isso tornou pior. Eu empurrei fora do trilho e fui para dentro, mas não antes de eu o ouvi murmurar, —mais uma vez, eu vou tentar limpar sua bagunça. Virei-me para ele, furiosa. —Eu só comecei a mentir quando você não iria deixar-me viver minha vida do meu jeito. Eu mudei para North Dakota por Kenny. Que, no caso de você não saber, faleceu. Eu mesmo perdi seu funeral porque eu vim aqui. Nunca medi o suficiente em seus olhos, pai, por favor, — eu limpei o rosto livre de lágrimas,— deixe-me limpar as minhas próprias bagunças. —Com isso, eu fui para dentro. Corri até as escadas e ouvi gritos. Merda. Eu escorreguei no quarto de Mark e joguei minhas malas na cama. Eu não tinha estado aqui tempo suficiente para descompactar completamente, por isso não demorou muito tempo. —Por que você não me contou?— Mark perguntou da porta. Parecia que ele estava bêbado. Uau, este não era o Mark que eu conhecia. —Para dizer que eu sou a filha do patrão? Porque você não teria mesmo estado comigo. —Fechei a minha última mala. —Isso realmente explica muito.— Ele quase riu. Sim, ele estava certamente embriagado. Quanto tempo eu estive conversando com meu pai? —Você disse que você veio de uma família militar. —Eu não tive a intenção de manter isso de você, Mark. Eu queria dizer-lhe tantas vezes, mas eu não sabia como. —Por favor, me salve do “eu queria” discurso. É uma fuga às responsabilidades. —Talvez seja.— Peguei as minhas malas e fiquei na frente dele. — Frank não é o homem mais fácil de gostar, e eu só queria que você me conhecesse antes de saber o resto. —Eu conheço você?


Ouch. Eu sabia melhor do que responder a isso, então ao invés esperava que ele se movesse. Ele fez, mas só um pouco. —Então você está saindo? —Você quer que eu fique?— Um vislumbre de esperança se mostrou. —Não... eu não sei.— Ele loucamente esfregou sua cabeça enquanto afundou em uma cadeira contra a parede. —Você realmente me machucou, Mia. Mordi a língua. Eu não queria chorar. Não era o meu direito. —Eu sei. —Eu compartilhei mais com você do que ninguém. Você era a minha pessoa. Uau. Eu engoli o soluço que queria irromper do meu coração. —Você quebrou a minha confiança, Mia, e isso é imperdoável. Comecei a dar um passo adiante, mas ele abaixou a cabeça, me enraizamento no lugar. Fiquei ali por alguns momentos, não sabendo se queria ir para ele ou não. Fui com meu intestino. Três passos apertando para frente, e eu gentilmente descansei as mãos em seus ombros caídos. Ele não olhou para cima, mas ele tanto não recuou. Tentei umedecer a boca seca antes de eu encontrar a coragem de falar. —Eu sinto muito, Mark. Você me conhece. Eu sou o seu pequeno pingente de gelo, aquele que, —uma respiração pesada passou em meus lábios,— te ama muito. Eu acho que nós só precisamos dar um passo atrás e... —Você precisa sair.— Ele se inclinou para trás e tirou minhas mãos de seus ombros. Ele se levantou e se elevou sobre mim. Ele não iria fazer contato visual, mas eu vi um deslize de lágrima antes que ele a enxugasse. —Você precisa ir embora, Mia. Eu quase desmoronei em suas palavras. Cavei meus dentes em meu lábio inferior para parar o choro, mas não estava funcionando. Eu estava prestes a quebrar. Ele abriu a porta e esperou. Enquanto eu juntava as minhas malas, ele se moveu para o corredor,as costas contra a parede. Passei pelo único homem com quem eu já tinha caído no amor. —Adeus, Mark.


Ele me deu um aceno rápido, enquanto seus olhos permaneceram colados ao chão. Virei-me devagar e desci as escadas. Eu pulei quando vi Abigail no corredor com lágrimas nos olhos. Ela inesperadamente estendeu os braços abertos. Eu não pensei; eu só andei direto, desejando que fosse minha mãe. —Eu sinto muito, Abby,— Eu soluçava em seu ombro. —Eu nunca quis machucar ninguém. —Eu sei, querida.— Ela acariciou meu cabelo com uma mão. — Eu sei. Marcus nunca deixou ninguém entrar como ele fez com você, e ele está sofrendo. Ele vai estar melhor amanhã de manhã. Venha, vamos colocá-la em um quarto vago. —Não—, meu pai sussurrou atrás de nós, —Eu estou levando minha filha para casa. Parece que temos algumas coisas a discutir. —Frank,— Abigail implorou, —pelo menos deixe ela e Mark consertar suas cercas antes de levá-la. —Parece que o seu menino lhe pediu para sair. Ela não queria sair daqui. Por mais que eu queria lembrar a todos que nós somos adultos, pela primeira vez na minha vida eu senti um toque de calor vindo do meu pai. Ele marchou e levou as minhas malas. —Vamos lá. —Ligue para mim.— Abigail beijou meu rosto. —Mantenha contato, por favor, querida. Assenti com a cabeça e o segui descendo as escadas. Olhei por cima do meu ombro uma última vez antes da minha partida. Savannah me chamou a atenção e me mandou um beijo rápido antes de Cole a chamar para seu lado. Eu estava grata que ele não me viu. Eu estava no meu pior, então quanto menos ao redor, melhor. Uma vez dentro do helicóptero temível, eu segurei pela sua vida. À medida que aumentou, meu coração afundou. Estava muito cansada para combatê-la, então eu acolhi a minha punição e deixei a dor e o medo me atingir como uma avalanche. Papai instruiu o piloto para nos levar para o aeroporto de North Dakota. Nós estávamos indo para sua casa. Eu nem sequer me importava se a maldita máquina caísse no caminho.


Localização: México Coordenadas: Confidencial

O som constante das pás do helicóptero fez a minha mente vagar de volta para uma semana atrás, quando eu estava deitado enrolado em torno de Mia. Eu nunca tinha sentido mais completo do que o momento em que eu disse a ela a verdade dolorosa do meu passado. Em vez de correr, ela fez amor comigo. Foi a primeira vez na minha vida que eu já tinha deixado de ir ao passado e realmente poderia me ver com um futuro. Onde tudo tinha ido embora? Esta seria uma viagem feita em duas vezes. A primeira missão foi abortada no meio do caminho. Eu quase levei a mim mesmo louco. Eu estava tão mal na necessidade de alguma distração. Eu não tinha sido capaz de obter Mia fora de minha mente, e isso não ajuda que Savannah e Abigail estavam sempre ali para me lembrar dela. Eu perdi tanto dela, mas eu ainda estava confuso e magoado com a sua mentira, e eu não podia superar isso. Eu sabia que tinha perdido a confiança nela, e eu questionei minha incapacidade de chegar a um acordo com isso. Eu simplesmente não podia colocar a minha cabeça em torno de sua pretensão. Minha mente voltou para a missão. Felizmente, finalmente fomos capazes de obter confirmação sobre a localização do seu ponto de encontro. Fomos capazes de marcar seu tráfego e encontrar um padrão, nos permitindo definir isto. Eu estava ansioso para o alívio. Eu precisava de ação. Keith bateu no meu pé e me jogou um Red Bull, dando-me um longo olhar antes que ele voltasse a observar pela janela. Keith e eu nunca estivemos tão perto quanto Cole e eu, mas eu tinha muito respeito por ele. Ele era um grande soldado, um verdadeiro amigo, e tinha a minha volta sem fazer perguntas. Embora, ultimamente, ele parecia estar lutando com algo pessoal. Ele não iria partilhar, e eu pensei que ele mesmo disse a Cole somente tanto quanto ele precisava saber. Cole me chamou a atenção e me deu um sinal, perguntando se a minha cabeça estava lá. Eu balancei a cabeça e desviei o olhar. Em torno dele passou na minha cabeça de novo... Como poderia ela não me contar? Com tudo o que eu compartilhei com ela, ela não mencionou que seu pai era meu chefe. Eu nunca tive um problema com


Frank, mas eu não saio da minha maneira de passar tempo com o homem. Claramente, ele manteve sua vida pessoal privada. Tanto, na verdade, nós nunca sequer soubemos o nome de sua filha, apenas que ele tinha uma. Eu me inclinei para a frente e esfreguei minha cara. Isto era tão ferrado. Savannah me deu a merda na manhã seguinte. Ela tinha ouvido o que eu disse a Mia e fiquei surpreso o quão frio que eu estava com ela. Sim, o feliz Mark teve um ponto de ruptura, e Mia tinha encontrado. Eu não estava pronto para relembrar internamente essa conversa. Em primeiro lugar, eu precisava passar por esta missão. Cole tinha trabalhado seus contatos e descobriu o grupo que originalmente tirou a casa cheia de ilegais foi morto por um pequeno ramo dos cartéis chamado de Reyes Mortales. Em Inglês, eles foram chamados Orgulho das Trevas. Eles eram relativamente novos, o que fez esta missão um pouco mais intensa, uma vez que não sabíamos muito sobre eles. Nosso informante disse que eles eram pouco mais do que selvagens, mais ainda do que o resto dos cartéis, e isso dizia alguma coisa. —ETA dez minutos, os homens,— Cole resmungou através do rádio. John acrescentou munição extra ao seu colete, enquanto Paul verificou seu clipe do rifle. Cole tirou uma foto de Savannah e deu-lhe um beijo antes de colocá-la dentro do bolso no helicóptero. Isso o matou por tirar a foto dela, mas depois da última vez, ele aprendeu a lição. Keith, por outro lado, estava sentado perfeitamente imóvel, olhando para a parede. Ele seria o nosso atirador nesta missão. Ele tinha a melhor pontaria e era o mais paciente. Eu fingi não notar que me queria na ação desta vez. Ele sabia que eu precisava. Com dois dedos, eu puxei um pedaço de HubbaBubba de cereja livre e coloquei na minha boca. O sabor correu ao longo das minhas papilas gustativas e passou por mim com uma onda de excitação. Nós mal havíamos batido no chão antes que saltássemos para os nossos pés dentro de uma nuvem de poeira. Movendo-se rapidamente em direção a nossa cobertura, nós nos espalhamos e verificamos dentro uns com os outros depois que o sol se punha. Quarenta minutos de corrida em linha reta, e trinta para fazer o nosso abrigo, correu bem comigo, mas as quatro horas de assistir me deixou impaciente.


O sol finalmente desceu, o que era bom, pois minha cabeça latejava. Eu nunca tive dores de cabeça, mas eu tinha uma puta de uma verdadeira. —Aqui.— Cole me entregou um pacote. Esmaguei um Excedrin com um pouquinho de Benadryl. Cole praguejou por isso. Rasgando o plástico, eu esvaziei isso na minha boca e deixei dissolver-se sob a minha língua. —Tome vinte,— ele ordenou, mudando para que eu pudesse descansar contra o tronco da árvore. Surpreendentemente, meus olhos estavam pesados, e eu estava fora.

—Mark,— Manuel sussurrou de algum lugar. Os meus pijamas estavam torcidos em torno de mim. Devo ter tido outro pesadelo. —Manuel?— Gritei, incapaz de vê-lo. —Eu vi o que você fez para a mamãe. Eu sei que você a matou. —Eu-eu não lembro de ter feito isso—, Eu chorava conforme a dor atravessava meu peito. —Eu não me lembro. Ouvi seus passos se deslocar em direção a mim. —Você a matou, e eu sou o único que sabe. Agora você tem que fazer o que eu digo, ou eu vou contar. —Você contaria? Mudei o lençol e a frieza do meu quarto me cercou. —Você foi um menino mau, Mark. Eu quero que você a mate. —Quem? —A menina que você ama. Mia.

Zip! Zip! Zip! —Lopez!— A voz aguda de Cole cortou o meu sonho. Eu me mexi para recuperar o atraso, e ele me jogou óculos de noturnos que eu escorreguei rapidamente para ver as linhas de verdes das balas. Sem hesitar, eu levantei minha arma e abri fogo. Vinte e uma balas mais tarde, e os idiotas foram para baixo.


—Vamos só espero que eles não apelem pra isso,— Cole bufou enquanto ele abria uma barra de proteína. Ele me ofereceu uma, mas eu balancei a cabeça. —Sério?— Sua boca estava aberta. —Sua mistura de pó levou a minha fome pra longe. Ele ainda parecia chocado. — A cabeça melhorou? —Muito obrigado.— Eu me conformei dentro do esconderijo subterrâneo, abri meu cantil e bebi mais da metade. Eu observei enquanto ele mastigava pra longe. Pouco antes dele terminar, eu peguei o último pedaço e coloquei na minha boca. Eu sorri enquanto ele me sacudiu. Quem eu estava enganando? Minha barriga nunca poderia ser negada. O que eu gostava era que Cole sabia quando me empurrar e quando não. Então, nós nos sentamos em silêncio até de manhã, quando acordei com o som de tiros ecoando nas montanhas. —Verificação!— Cole gritou no rádio. De imediato, a equipe verificou quem não fazia parte de nós. —Corvo Um, este é o Olho de Águia.— A voz de Keith estava tranquila, mas estável. —Temos companhia. —Eu preciso de confirmação de qual é o nosso alvo. —Entendido, Corvo Um. Aguardem para confirmação. Nós rapidamente recolhemos as nossas coisas e apagamos nossas pegadas do nosso esconderijo. No nosso caminho para baixo da montanha, paramos para camuflar os nossos rostos. Quanto mais misturado, melhor. Além disso, eu poderia ter um sobrenome latinoamericano, mas eu era apenas um quarto. Minha pele quase branca era uma oferta inoperante, e nós não precisamos para se destacar mais do que já fizemos. —Não.— Cole apontou para a linha das árvores, onde se abaixou e esquadrinhou a área. O meu rádio não estava em meu pescoço. Eu pensei que a combinação de suor e tinta estava mexendo com o velcro. Eu cliquei algumas vezes e consegui resolver de volta no lugar. — Olho de Águia tenho a confirmação de que os alvos estão na mira. Repito, os alvos está na mira. Cinqüenta e seis, para leste. Com meu olho ao alcance, eu segui as instruções dele e obtive a visão dos alvos.


—Entendido, Olho de Águia—, respondeu Cole. —Mova-se no meu comando. —Entendido, seguir em ordem:— John sussurrou a partir de uma distância. Eu vi quando ele e Paul se aproximaram para a clareira. Eles se misturaram perfeitamente, mas porque eu sabia onde eles estavam, eu podia vê-los. —Cabeças acima—. Apertei os olhos para um homem prestes a mijar ao lado para a direita deles. —Você tem companhia a suas três horas. —Entendido,—John respondeu que Paul saiu das matas, esfaqueando o homem no pescoço, baixou-o ao chão, em seguida, o puxou de volta para os arbustos como se ele nem sequer tinha estado lá afinal. Cole me deu o sinal, e nós reservamos para o lado da casa. Avançando lentamente o nosso caminho direção à parte frontal, paramos quando ouvimos a porta de tela fechar. Cole tirou o espelho e inclinou ele ao virar da esquina. Dois dedos subiram e, em seguida, deu uma contagem de silêncio para baixo. Em um, ambos rendemos os homens, cobrindo suas bocas, e estalando seus pescoços. Uma morte silenciosa. Rolando seus corpos sob a casa, nós olhamos através da porta de tela e vimos mais seis homens bebendo e fumando, muito ocupados para prestar muita atenção ao que estava acontecendo lá fora. Assenti para o caixote cheio de fuzis AK-47. Munições estavam espalhadas em todos os lugares. Enquanto eu avançava à frente, chutei algo macio com minha bota. Eu mergulhei e veio de olho para nariz com um gatinho pequeno laranja. Ele teve a audácia de assobiar e acertar o meu nariz com sua pequena pata. Depois de uma massagem rápida de desculpas no topo de sua cabeça, eu empurrei o corpo pequeno macio sob a borda da fundação. Este não era lugar para um animal. Gritaria veio de dentro, e nós saltamos para o chão e fora da vista. A porta se abriu e duas botas enlameadas ficaram na frente de nós. O gatinho se enrolou em si em torno de um dos pés do cara, apenas para ser chutado para o lado, caindo sobre o chão com um guincho. Eu comecei a me mover, mas Cole me parou. Ele me deu o sinal para se concentrar em nossa tarefa. Com um aceno de cabeça, eu obtive a minha cabeça de volta no jogo. Ele estava certo, é claro; era apenas reflexo. As botas se viraram e voltaram para dentro.


—Corvo Um, você pode ter companhia em dez.— Keith parecia que estava se movendo. —10-4—. Cole concordou e deu as ordens para os outros homens para se mover. Apenas quando eu estava prestes a encabeçar para dentro, avistei o gatinho novamente aproveitando a oportunidade para entrar. Eu peguei ele e o coloquei em um dos meus grandes bolsos se debatendo. Com a minha arma na mão, meu olho ao alcance, nos mudamos, filmando qualquer coisa que se movesse. Nós limpamos a cozinha, dois quartos, um banheiro e sala de estar antes que parássemos no final das escadas. Seis corpos estavam definidos, e sangue cobria o chão. Eu estava imune a este tipo de derramamento de sangue depois de anos de perseguir merdas como esta que matavam inocentes para sua própria diversão e lucro. Eu encontrei o que eu estava procurando, o cara que tinha chutado o gato. Eu queria estourar mais em sua cabeça, mas ele ofegava, então eu deixei ele se afogar dolorosamente em seu próprio sangue. Ódio queimando através de mim. Cole assobiou para eu o seguir no andar de cima. Eu odiava escadas. Não importa se você estava indo ou vindo, sempre havia pontos cegos e não há maneira de se proteger de fogo que se aproxima. Cole foi adiante na minha frente, e eu agarrei minha arma mais apertada a cada passo. Meu dedo estava confortável em torno do gatilho, e eu mantive virando meu corpo para assistir à frente, bem como nossa retaguarda enquanto subíamos. O suor escorria pela minha espinha e encharcou o cós da minha calça. Assim que Cole se encolheu, eu bloqueie para o que vi, e nós saímos da frente. Dois homens caíram pesadamente, e veio caindo para baixo em nós. Cole conseguiu passar, mas eu estava disparando quando ele me bateu e bateu a arma fora das minhas mãos. Ele se enroscou na minha cinta e caiu em cima dela. —Foda-se— Eu amaldiçoei e corri de volta para baixo as escadas depois. John estava na outra sala, assistindo a partir do canto. Ele precisava manter-se atento para qualquer companhia inesperada. Paul correu para se juntar a Cole enquanto eu tentava liberar a minha arma. Dois puxões mais tarde a alça finalmente se liberou da perna do homem. Um som me fez olhar para cima a tempo de ver o cara com as botas enlameadas correr para fora da porta traseira.


—Oh, inferno, não!— Eu pulei sobre o corpo morto, através da cozinha, e fora da porta de tela. Com meus dedos para o meu pescoço, eu apertei o botão. — Objeto em movimento.— Eu esperei, mas não tive nada. As árvores estavam mais espessas enquanto eu empurrava mais para dentro da floresta. —Olhos de Águia, está ouvindo?— Nada. Eu balancei os fios, mas só fez um estalido estranho. — Foda-se! Eu arranquei do meu pescoço e deixei á oscilar por cima do meu ombro. Eu estava ganhando terreno sobre ele, e ele estava diminuindo, por isso era apenas uma questão de tempo. A terra se espalhava, e o homem desapareceu momentaneamente. Corri para a frente, os pés batendo, enquanto o meu batimento cardíaco acompanhava seu ritmo. Pare, meu intestino gritou para mim. Toda a minha formação me disse para parar. Eu não podia ver o que estava por vir; eu poderia estar correndo a toda velocidade em uma bala. Meus calcanhares derraparam e eu cheguei a um impasse. Caindo de joelhos, eu avancei acima sobre uma rocha para dar uma olhada e vi o que caminho estava livre. Eu ouvi tiros de volta para a casa e olhei por cima do meu ombro. Fechei os olhos e contei com a minha audição para encontrá-lo. Filtrando todos os ruídos naturais, eu me concentrei no som de estalar da madeira. Eu pulei para os meus pés e corri para o meu lado esquerdo. Não demorou muito tempo para obter um bom visual sobre ele. Sua camisa vermelha escura se destacou contra os tons suaves da floresta. Adquirindo velocidade, ganhei alguma distância. Correndo a direita, e então me dei conta de que estávamos vindo para cima. Eu peguei um atalho e o esperava cortar. Meus pés estavam leves enquanto rapidamente pulava e desviava de pedregulhos e buracos. Apenas mais dois pés antes de... Eu sacudi a uma parada e levantei minha arma para o homem que tinha uma apontada para mim. Sua boca estava se movendo, murmurando alguma coisa. Espere… —Amém—, ele sussurrou em Inglês antes de ele enfiar a arma na boca e disparar. Seus olhos se abriram antes que ele se inclinasse para trás e caísse.


Corri para a borda e vi como seu corpo saltou e girou para baixo da montanha. Eu esperei até que ele caísse antes de eu sair. Um já foi, um bilhão para ir. A corrida de volta me deu tempo para processar o que aconteceu, mas também me permitiu tempo para pensar em Mia. Eu odiava a dor que vinha com o nome dela. Será que eu algum dia seria capaz de perdoá-la? Será que eu realmente seria capaz de viver sem ela? Eu diminuí e puxei meu rádio por cima do ombro para ver se eu poderia encontrar o que estava errado com isso. Um dos fios tinha balançado perdido. Ajoelhado, eu religuei cuidadosamente meu rádio. Com ele de volta no lugar, virei em diante, e ouvi, —Homem caído! Repito, homem caído! —A voz de Keith cortou pelo meu cérebro. Os bosques se tornaram um borrão enquanto eu corria de volta para a casa. Eu mal lembrava dos meus pés tocando o chão, eu estava tão focado na equipe. Assim que cheguei à clareira, vi todos os homens reunidos em torno de uma maca. —Lopez!— Cole grita quando me avistou. —Depressa! Eu não entendi como eu peguei uma alça e corri com eles em direção ao helicóptero que estava tocando baixo em um campo do outro lado da estrada. —Vai! Vai! Vai! —Cole gritou para o piloto. Dentro de minutos, estávamos no ar a caminho do hospital. —O que diabos aconteceu?— Eu olhei para Keith, que estava tentando embalar o buraco do tamanho de uma bola de golfe no peito de Paul enquanto ele falava calmamente com ele. Cole estava gritando em um rádio para preparar a equipe médica para a nossa chegada, e John, parecia triste, estava forçando um IV em seu braço. —Atirador furtivo. Foda-se! —Paul, amigo, você vai ficar bem.— Eu me inclinei para que ele pudesse me ver, mas ele não fez muito como piscar. Eu permaneci calmo - isso é o que nós fomos ensinados a fazer - mas eu podia sentir a gravidade da situação esconder-se em mim, e eu sabia que Keith sentia também. —Hey,— John agarrou a mão dele do outro lado e apertou duro, você não vai em qualquer lugar, está me ouvindo? Nada.


—Nós já passamos por muito, Paul. Mova seus olhos e olhe para mim, caramba! Nada. Eu olhei para Keith, que me deu um aceno de cabeça. Meus dedos avançaram até o pulso, e eu fechei meus olhos enquanto meu coração afundou. Quando eu abri novamente, os dois homens estavam olhando para mim, e a esperança começou a escorrer para fora do helicóptero. —Não— Apoiei-me de joelhos e comecei a pressionar em seu peito. O sangue escorria em torno de nós, e minhas pernas da calça começaram a ficar úmidas. —Merda!— Eu estava atirado nas pessoas, no qual um fecho de um cinto colidiu com a minha testa enquanto o helicóptero tomou um mergulho para o lado. —Tiros disparados!—, O piloto anunciou sobre os nossos fones de ouvido. Cole ficou em posição atrás de uma arma e começou a regar o horizonte de balas. Tudo correu distorcido enquanto eu tentava levantar a cabeça. Um puxão para trás, e eu me vi olhando para o rosto de Cole. Ele gritou alguma coisa, mas não havia nenhum som. Ele repetiu, e eu pisquei como eu lesse seus lábios. —Você está bem? Eu balancei a cabeça e deixei que ele me ajudasse a meus joelhos. Meu estômago virou, mas eu consegui lutar contra a náusea. Foi quando a realidade me deu um tapa de volta. Paul.


Minha mãe segurou a minha mão e meu pai ficou olhando para mim do outro lado da mesa. Nós tínhamos argumentado, durante cinco dias, e eu estava cansada disso. Entre a perda de Kenny e meu rompimento com Mark, eu estava acabada e sabia que tinha que tomar algumas decisões importantes sobre a minha vida. Eu tinha feito algumas chamadas e fui transferida para o Boston Memorial. Eu submeti meu aviso prévio de duas semanas na semana passada e só tinha de passar por mais seis turnos antes que eu terminasse. A mudança era necessária, e se eu ficasse em Dakota do Norte, eu teria que lidar com muitas memórias dolorosas. —Eu acho que eu posso precisar de ter uma conversa com Logan sobre essa bagunça—, meu pai murmurou. —Primeiro Savannah, agora você. É como uma festa da fraternidade maldita lá. —Há mais de trinta homens que trabalham lá, pai. Trinta homens que amam o que fazem porque acreditam nisso, mas eles também precisam de uma vida. O que Cole fez foi permitir que Mark fosse feliz. —Ele permitiu um civil em uma casa segura quando ela não precisava estar lá. —Cole lidou com isso profissionalmente. Eu assinei o NDA antes de saber qualquer coisa. Eu só sabia o que eu sabia por causa de você. —Eu inclinei meus ombros. —Eu conheço o lema Blackstone, conheço cada um de suas fileiras, e conheço um pouco sobre suas famílias por causa de você. —Você é minha filha.— Seu tom foi cortado. —E Mark era meu namorado. —É diferente. Eu me inclinei para a frente. —Sério? Diferente, como a forma como você deixou mamãe ciente de seu trabalho antes de se casarem? —Tenha cuidado, Mia— alertou. —Ou o quê, pai? Você vai me punir? Me enviar para o meu quarto? Caso você tenha esquecido, eu tenho trinta, vivo por mim mesma, e


trabalho em um trabalho que eu amo. Um trabalho que você nunca esteve orgulhoso por mim. Você tem alguma idéia de quanto isso me incomoda? Seu rosto caiu. Eu nunca tinha falado com ele assim. Nós tínhamos mantido sempre nossos sentimentos para nós mesmos. Bem, não mais. —Estou orgulhoso de você, Mia, eu só queria mais para você, e eu não quero que você no meu mundo. —Por quê? O que é tão ruim sobre estar no mundo militar? —É perigoso, e você vai sempre estar se perguntando se desta vez ele não vai estar voltando para casa. Não é nenhuma vida. —Mas, pai, cabe a mim decidir se eu quero isso, não você. Minha mãe falou. —Ela tem um ponto, Frank.— Papai balançou a cabeça, em seguida, deixou a mesa. O fato de que ele não discutiu mais não passou despercebido por mim. Mamãe esperou até que ele tinha ido embora antes dela mudar de tom. —Seu pai tem um contato que estarão assistindo o seu edifício para o próximo tempo.— Ela me entregou um pedaço de papel dobrado. —Aqui é o seu número. Ele disse para você ligar a qualquer momento —. De bom grado levei isso. Sem Mark na minha vida, todas as coisas assustadoras pareciam pior do que antes.

—Mia—. Dr. Evans abriu a porta do escritório e me acolheu. Eu levantei da cadeira e entrei. —Obrigado por ter vindo. Ele parecia preocupado quando ele cautelosamente pegou a cópia do e-mail que enviei ao Recursos Humanos e examinou-o. —Posso perguntar por que você está saindo? —Eu vim aqui por causa de Kenny, e agora que ele está... — Eu limpei minha garganta. —Eu não sou necessária mais aqui. —Discordo. Você é muito boa no que faz. Por favor, não saia por causa disso. Este hospital precisa de alguém como você. —Obrigada por tudo, Dr. Evans, mas eu tenho rondas para fazer, e eu já usei a minha pausa para o almoço. —Por favor, Mia, basta pensar em ficar. Fechei os olhos e empurrei para os meus pés. Minha mente tinha sido feita. —Eu preciso ir.


Com isso, fechei a porta e soltei um suspiro longo e pesado. Era o melhor. Eu não era de ficar muito tempo nos lugares de qualquer maneira. Parei no meu armário e peguei uma maçã. Meu açúcar no sangue estava correndo baixo desde que eu mal comia qualquer coisa. Enquanto eu circulava o posto de enfermagem, Vikki gritou comigo a partir das portas de emergência. —Mia!— Ela acenou-me sobre apenas quando um todo um mar de pessoas chegou correndo. Toda a equipe Blackstone estava lá. Eles pareciam como se tivessem de voltar de uma guerra. —Masculino, Henry Paul, idade trinta e três, tiro no peito. Não responde por cerca de 45 minutos. —Eu consigo isso.— Molly começou a latir ordens antes que eles apressassem Paul ao OR. A mão pesada de Cole pousou no meu ombro. Ele apontou para Mark, que estava coberto de sangue. Ele parecia um pouco pálido, e o corte acima de seus olhos parecia bem fundo. Eu vi quando ele saiu para o ar congelante da noite. —Vou buscar uma enfermeira.— Eu estava prestes a virar quando Cole me parou. —Deveria ser você.— Sua voz era plana. —Ele precisa de você agora. —Sim.— Eu balancei a cabeça quando me aproximei com cuidado do meu ex. A camisa branca de mangas compridas que eu usava sob meus uniforme azul escuro poderia muito bem ter sido de papel, era tão fino. Puxei meu cabelo livre de sua faixa para que ele funcionasse como um cobertor sobre os ombros. Mark estava em um banco, o rosto nas mãos, enquanto sua perna saltava. Seu uniforme era todo preto, e beirava o intimidante. Suas mãos estavam sujas de lama, e seu rosto tinha manchas de sangue que desapareciam dentro da camisa. —Mark?— Eu mal podia encontrar a minha voz. Eu estava tão assustada que ele ia me dizer para sair. Ele lentamente levantou a cabeça, e seus olhos estavam assombrados. Eu odiava que a primeira vez que víamos um ao outro novamente foi porque um dos membros de


sua equipe estava se agarrado à vida. —Posso verificar o seu...— Eu apontei para a minha testa, —corte? —Eu estou bem.— Ele se virou para olhar para os carros que passavam. Eu cruzei os braços e lhe dei uma olhada. —Por favor, Mark, eu preciso verificar o seu corte. —Você está indo para congelar, Mia. Volte para dentro. Minhas emoções estavam por todo o lugar, então em vez de deixar para separá-las, eu respirei fundo e mudei para me sentar ao lado dele, estremecendo com o frio que banco estava. —O que você está fazendo?— Ele estava chateado. —Sentando-se. —Mia—, alertou. —Mark, eu posso ser tão teimosa, você sabe. Ele se inclinou para trás e soltou um longo suspiro. Coloquei as minhas mãos entre as minhas pernas e tentei manter meus tremores a uma vibração baixa. Algo mexeu no seu bolso. Afastei-me, assustada, e uma cabeça peluda saiu do retalho. Mark estendeu a mão e deu-lhe um tapinha suave antes que o gatinho mergulhasse de volta para baixo para o calor. Essa foi aleatória... —Você vai ficar doente—, ele finalmente disse. —Eu vou viver.— Eu tive que lutar contra o desejo de me aproximar. Com uma respiração profunda, decidi que agora seria melhor que nunca. —Eu nunca quis magoar você, Mark. Eu sinto muito que eu fiz. Ele se levantou e fez um gesto para eu seguir. —Vamos fazer isso. Levei-o para uma cama vazia e fechei as cortinas, então teríamos alguma privacidade. Eu não disse nada enquanto limpava seu corte, gelei a área em torno dele, e comecei a costurar seu ferimento. Ele só olhou cima de meu ombro. O que eu não faria para saber o que estava acontecendo dentro de sua cabeça.


Virei as costas para ele enquanto eu jogava fora as bandagens ensanguentadas. —Tudo feito.— Antes que eu pudesse dizer qualquer outra coisa, ele estava de pé e recolhendo as suas coisas. —Obrigado.— Ele abriu a cortina e saiu. —De nada.— Eu vi quando a cortina se fechou atrás dele. Decidi dormir no quarto de plantão no caso de eu fosse necessária. Eu estava tão cansada de analisar o que aconteceu anteriormente que quando eu bati o travesseiro eu estava fora fria. Meu alarme não explodiu, e outra enfermeira teve que me acordar para que ela pudesse dormir. Eu Tomei banho e me troquei e fui para a pista de ER tão rápido quanto era humanamente possível. Era bem tranquilo, com apenas algumas pessoas espalhadas ao redor da sala de espera. —Mia—, Vikki acenou-me mais — eles partiram. Meu estômago afundou. —O que você quer dizer? —Todos saíram cerca de três horas atrás. —Oh.— Eu assenti. Bem, então ... qualquer esperança que eu tinha para nós se apagou. Ela colocou a mão na minha. —Nós deveríamos conversar.

Tudo dentro estava dormente conforme meus pés se arrastavam no solo. Cada passo levou esforço; cada respiração era dolorosa. Cada batida do coração erodia a barragem que estava me segurando junto. Keith estava do outro lado, em pedra enfrentando como eu, e todos nós mantivemos nossos olhos para a frente. Flocos de neve eriçaram a minha pele exposta. Era o único sinal que eu ainda estava vivo. Cole desajeitadamente limpou a garganta antes dele nos mandar nos mover pra dentro. Eu odiava esta parte, todos os olhos em nós, mas pelo menos era apenas uma pequena reunião. Meu aperto no punho era forte, e as minhas luvas brancas flexionadas sobre meus dedos enquanto entrei na igreja. Savannah estava na frente tocando —Graça maravilhosa.


Depois nós descansamos o caixão preto no suporte, nos viramos e saudamos um dos nossos irmãos. Tirei a minha luva e coloquei a mão na madeira fria. —Até nos encontrarmos de novo—, eu sussurrei, — vigilância sobre nós. Cole colocou a mão ao meu lado e esperou um pouco antes de remover. O serviço foi... Difícil. Fiquei feliz que acabou, e ainda mais feliz quando voltamos pra casa e todos nos separamos para a noite. Depois de uma bebida forte, eu estava deitado na cama e me permiti cair no sono.

Duas semanas depois A casa finalmente foi recebendo de volta algum senso de normalidade. Savannah manteve a decoração movimentada para o Natal. June manteve um olho em John, que tinha algumas quedas muito baixas sobre a morte de seu melhor amigo. Eles tinham servido juntos no Exército antes de se juntarem aos Sombras, e eles tinham um monte de história. Keith permaneceu o mesmo. O telefone dele parecia soar menos, e eu não tinha certeza se isso era uma coisa boa ou não. Um estrondo me fez pular, e eu me virei para encontrar Olivia tinha deixado cair uma tigela grande sobre a sua cabeça.

que

Clementinas rolou por todo o lugar. —Mark, você poderia levá-la para Abby, por favor?— Savannah tinha fita em sua boca enquanto ela amarrava luzes no interior da janela. —Claro que sim.— Eu parei quando vi que ela estava coberta de. —Oh, inferno, não.— Minhas mãos se ergueram. —Eu não faço brilhos. Savi bufou, mas eu podia ver que eu era o seu entretenimento no momento. —Agora, tio Mark, você pode realmente dizer-me que você não vai pegar a sua pequena companheira? Olhei para o, bebê de olhos escuros salpicados-de prata que tinha atolado um conjunto de chaves de seu pai em sua boca. Ela sorriu e estendeu a mão para mim, então eu a peguei. —Onde está Keith? —Não—, ele gritou de outro lugar.


—Livy, temos falado sobre brilhos antes. Pensei que tínhamos um entendimento, aqui. —Estendi a mão e puxei o cobertor livre. Ela riu quando eu rolei-a como um burrito e a levei até Abby.

Sentei-me em frente a Cole. —Você está bem?— Ele levantou uma sobrancelha para mim do outro lado de sua mesa. —Quantas vezes você vai me perguntar isso? —Tantas vezes for preciso para você admitir que você sente falta dela. Nós tínhamos estado ao longo deste tópico, pelo menos, nove vezes. Eu comecei a falar, mas ele levantou um dedo. —Eu encontrei Frank ontem na cidade. —E? Ele me estudou por um momento. —Mia entrou em um acidente de carro na noite passada. —O quê?— Eu pulei para os meus pés enquanto meu coração disparava. —Jesus, eu tenho que... Ele se inclinou para trás com um sorriso. Ele porra mentiu! —Isso foi fodido, Cole. Merda! —Eu fui para o bar e despejei um brandy duplo. —Sim, mas eu precisava saber onde sua cabeça estava realmente sobre o assunto.— Ele soltou um longo suspiro. —Esse sentimento que você tem, o que come você até que você veja seu rosto ou até que você esteja perto dela e pode inalar seu cheiro, o perfume que você precisa para aterrar você, não vai desaparecer facilmente, se alguma vez fizer. Confie em mim. —Seu rosto tornou-se sério. —Uma parte de você vai enlouquecer, e a outra vai doer tanto que você faria qualquer coisa para fazer ir embora. Você a ama. —Eu sei—, eu finalmente admiti para mim e para ele. Enquanto eu tinha sido capaz de liberar um pouco da dor reprimida, o que restava ainda pairava pesado em torno de mim. —Mark, eu estive onde você está. É preciso corrigir isso antes de ser morto no campo simplesmente porque sua cabeça não está no jogo —Nós dois nos encolhemos com seu comentário, mas nós tínhamos ultrapassado isso. Nós tínhamos que fazer. Mas não dava pra esquecer.


—Sim, eu sei.— Eu olhava para o chão. Ele estava certo. Fodame, ele estava certo. —Eu preciso ir. —Não! Nós, nos voltamos para encontrar Savannah na porta. —Sinto muito,— suas mãos acenaram no ar —, mas tanto quanto este bro-mance é doce para espionar, vocês dois realmente precisam de uma chamada de despertar do sexo feminino. —Baby—, Cole tentou cortar, mas Savannah lhe deu um olhar, e ele recuou. Eu adorava isso sobre eles. Eles sabiam quando o outro precisava falar. —Mia se machucou duas vezes desde que você entrou em sua vida. Você atacou em um tópico que ela amava ao coração pela primeira vez, e a segunda, você a soltou sem tentar trabalhar nisso. —Eu abri minha boca para argumentar, mas ela me parou. —É o meu conselho, e você não pode levá-lo, mas você vai me ouvir, porque eu estou ajudando você a recuperá-la. Você precisa colocar essa coisa toda de Manuel atrás de você antes mesmo de pensar em ter Mia de volta em sua vida. O couro na cadeira de Cole rangeu quando ele se virou para mim. —Eu concordo. —Agora, puxe esse pau magoado fora dessa bunda bonitinha e faça a merda acontecer.— Savannah poderia ser pequena e bonita, mas ela sabia como dar a você diretamente. —Você acha que minha bunda é bonita?— Eu pisquei conforme Cole revirava os olhos. Eu fiz usar o humor para me ajudar a lidar. — Ok, você está certa. —Oh, eu sei.— Ela soprou a Cole um beijo e fechou a porta atrás dela. —E se eu levá-la de volta? —Nós vamos trabalhar com isso.— Cole me deu um aceno de cabeça antes que ele apontasse para a cadeira na frente dele. — Podemos falar sobre Manuel agora?


Sob aconselhamento de Cole, eu tinha uma sessão com o Dr. Roberts sobre as peças que faltam da minha memória. Eu respeitava o médico, eu realmente fiz, mas eu tive um tempo duro com o fato de que ele estava saindo com Abby. Ele perguntou um monte de perguntas enquanto eu estava com a minha cabeça sobre um travesseiro, olhando para o ventilador de teto. Sem pensar, eu o deixei entrar e lhe mostrei através do labirinto de memórias confusas, algumas mais claras do que outras. Principalmente, eu notei que meu irmão estava sempre lá ao longe. Ele nunca disse ou fez nada, mas ficou de pé e observou enquanto eu dei ao doutor um passeio de meu passado. Ele era como uma imagem em uma parede que você já viu mil vezes, mas a menos que você estava pensando sobre isso, você não prestava atenção a ela. Isso era Manuel dentro da minha cabeça. —Eu vou contar de voltar do três—, a voz de Doutor era baixa e calma, — e quando eu fizer isso, você vai acordar totalmente descansado e alerta. Três, dois, um, acorde, Mark. Eu pisquei e notei a hora em seu relógio. De algum modo eu extraviei os últimos quarenta minutos da nossa sessão. —O que aconteceu? —Eu hipnotizei você. Todas as portas dentro da minha cabeça bateram fechadas. — Você o que? Por quê? —Você me pediu. —Eu fiz?—Sério? —Dê ao seu cérebro um momento para processar, então você vai se lembrar.— Ele tirou os óculos e usou a parte solta de sua camisa para limpá-los. —Você tem uma maneira maravilhosa de bloquear as coisas, Mark. Eu nunca vi alguém ainda tentar controlar a situação quando estão sendo hipnotizados. No entanto, você parecia estar distraído com alguma coisa. Você se lembra o que era isso? Esfregando minha cabeça, eu tentei puxar de volta a memória. — Meu irmão. Ele estava nos observando movendo-se sobre os meus


pensamentos. Quando ia se mudar para um quarto, ele seguia, apenas observando. —Hmm.—Doutor colocou os óculos de volta no lugar, sua expressão se voltando pensativa. —É bastante óbvio para mim que você tem bloqueado uma grande parte do que aconteceu naquele dia. Seu cérebro está tentando lhe dizer que Manuel está envolvido. Meu telefone tocou e eu puxei-o livre do meu bolso do Jeans. Cole: Faça as malas, encontramos Manuel. Fique pronto em trinta. Mark: 10-4. —Sinto muito, Doutor.— Eu estava indo para a porta quando ele falou. —Mark, eu sei que estive com o pé errado desde que comecei a namorar com Abigail. Eu quero que você saiba que eu realmente me importo com ela. Eu me senti nervoso. —Eu espero que eu não disse nada... —Você não, eu só queria limpar o ar. —Ok.— Eu respeitava isso. —Obrigado. —Ah, e Mark...— Eu parei na porta. —Ligue para Mia. Ela é a causa de suas dores de cabeça. Dei-lhe um pequeno sorriso. —Eu pretendo. —Bom.— Ele voltou para suas notas, surpreendentemente melhor do que eu tinha entrando.

e

eu

parti

Corri pelo corredor e subi a escada para embalar as coisas. Vinte minutos depois, Cole me deu um resumo enquanto nós correríamos para o helicóptero. Keith decidiu vir junto, enquanto John ficou para trás. Cole não tinha certeza para o que estávamos caminhando, e ele queria que ficássemos colocados mais para estar pronto para o caso de ser necessário mais tarde. Além disso, nós sabíamos que ele não estava realmente pronto para o trabalho de campo ainda. Nós pousamos em Dakota do Norte e estabelecemos vigilância em um hotel com vista de olho de pássaro de um antigo armazém que era usado recentemente como um açougue. Eu puxei o convite livre do envelope branco que foi enviado para Frank anonimamente. Era para um torneio de poker subterrâneo. Havia rumores que o prêmio seria de até setenta e cinco mil. Ficou muito claro


que Manuel planejava fazer uma aparição, de modo que fez com que eu fosse estar lá também. Meu dedo correu o número cinco; que era o quarto que eu estaria. —Verificando um, dois, alfa, beta, delta.— Cole esperou por mim para dar o sinal que eu pudesse ouvi-lo. Dei-lhe um polegar para cima de toda a sala suja do hotel. —Este lugar é a porra de uma -— Keith bateu com a mão sobre uma aranha, —- Lixeira. Cole se inclinou e descansou seu olho para a orla a distância. Eu encolhi os ombros em um agasalho sobre a minha cabeça e fiz com que o meu microfone ficasse escondido através dos fios pesados. Eu não podia deixar de olhar para o meu telefone. O que eu não faria para ouvir a voz dela apenas uma vez, para me aterrar. Cole e Keith pareciam estar preocupados com a preparação, então eu peguei meu telefone e entrei no banheiro. —Ah, porra.— Eu recolhi a minha mão a partir da pia onde um besouro se arrastava para fora do ralo. Virei um copo por cima dele, pegando-o e deixando cair para fora no peitoril da janela. Meu polegar deslocou através de meus contatos e parou em seu nome. Eu trouxe o telefone para meu ouvido e deixei escapar um longo suspiro. Claro que foi direto para a caixa postal. —Você ligou para Mia. Deixe uma mensagem. Eu olhei para o espelho e fui com o meu intestino. —Ei, sou eu, Mark. Eu... Hum... Estou prestes a ir encontrar o meu irmão para esta coisa de poker subterrâneo. —Fiz uma pausa e me perguntei por que diabos eu estava dizendo isso. —Olha, eu sinto sua falta, Mia. Eu sei que eu errei com a gente, empurrando você para longe, quando na verdade eu queria te segurar. Eu só precisava que você soubesse. — Minha boca ficou seca e minhas mãos ficaram frias. —Eu... —Pressione um para manter a mensagem, ou pressione dois para voltar a regravar. Porra. Baixei o telefone. Minha cabeça fez o mesmo. —Eu te amo. —Agite isso e deixe, cara.— Keith bateu na porta. —Sua vez. Com trinta mil no bolso, eu andei pelo beco para trás e bati três vezes, acrescentando outra batida rápida no final. A porta se abriu, e um homem Latino enorme me olhou de cima a baixo antes que ele perguntasse se eu estava carregado.


—Não.— Eu levantei minha camisa para mostrar que eu estava limpo. —Dinheiro? —Sim.— Eu não ofereci para mostrar a ele, apesar de tudo. —Quinta porta à sua direita. Eu me movi para dentro da sala escura e fiz com que o meu ombro digitalizasse o perímetro desde que Cole estava gravando tudo isso. Fumaça espessa queimou meus pulmões enquanto eu descia mais fundo no armazém. Eles definitivamente tiveram a certeza que você tivesse a sensação subterrânea com este lugar. Praticamente nenhuma iluminação e mais armas do que os cartéis levavam. Quando eu estava na frente da porta número cinco, eu me perguntei se eu deveria bater. Eu decidi contra isso e caminhei em interpretar o tolo em vez de um cauteloso. Cinco homens estavam em uma mesa de jogando cartas, enquanto outros dois conversavam no canto. Os homens jogando cartas se levantaram rapidamente quando entrei, assim como suas armas. Eu olhei para eles com falsa surpresa. —Você está apontando armas para mim? —Arma na mesa, e quem diabos é você?— Um latiu. —Bem, eu não estou levando, mas você já sabe que uma vez que ninguém poderia obter pelo sumo lá fora. Em segundo lugar, fui convidado. —Eu alcancei na minha jaqueta, mas segurei a minha outra mão para mostrar que eu não queria fazer nenhum mal. Joguei o convite aos pés do rapaz. Ele estendeu a mão e o examinou. —Dinheiro? —Sim.— Eu dei um tapinha o forro do meu casaco. Ele me olhou por um momento e depois acenou com a cabeça em direção à mesa. —A compra é de dez mil. —Encantador. Bem-vindo ao jogo. —Eu ri para mostrar que eu não estava nervoso. Peguei o assento aberto entre um indivíduo magro que eu imaginei iria enganar pela forma como ele estava olhando para o meu casaco, e outro que poderia morrer de um ataque cardíaco no


momento em que ele terminou suas batatas fritas e molho. Sorte a minha. A porta se abriu de novo, e entrou Dell. Antes que eu pudesse processar isso, Cole começou a tagarelar na minha orelha. Dell congelou quando ele me viu, mas ele recuperou a compostura quando ele deu um leve aceno de cabeça em direção ao bar fora num canto. Esperei algumas batidas antes que eu limpasse minha garganta. —Antes de comprar, você tem alguma Bourbon?— Eu apontei para o bar, apenas para obter um grunhido do homem gordo. —Então isso é um sim?— Eu olhei para ele. —Ok.— Eu saí da minha cadeira e para o bar, onde a Dell atirou um limão em seu rum e Coca-Cola. —Que porra, Dell?— Eu assobiei antes que eu pedisse. Dell ainda não tinha estado com Os Sombras por um ano, e agora ele estava aqui nesta porra de armazém. Ótimo. Mais uma pessoa para vigiar. —Isso ia ser a minha pergunta—, ele murmurou enquanto ele olhou para o relógio. —Você vem sempre aqui?— Eu olhei para a mesa de onde o indivíduo magro me olhava. —Nos últimos seis anos, tenho vindo. Olha, você não pode contar a ninguém. Logan iria proibir isso. —Foda-se, sim, eu faço!— Cole amaldiçoou no meu ouvido. —Não está ajudando—, eu murmurei para Cole. Eu me mexi de modo que não podia ver meu rosto. —Você acaso conhece um policial de Nova York chamado Manuel Lopez? Dell parou, o copo em seus lábios, e olhou para mim por cima do aro. —Sim, nós somos bons amigos. Ele é um cara bom. Qu...—A luz se acendeu em sua cabeça. —Puta merda, ele tem qualquer relação com você? —Meu irmão.— Eu olhei ao redor da sala. —Puta merda, eu nem sabia que você tinha um irmão! —Sim, bem, ele é apenas o meu irmão pelo sangue. Olha, Dell, você apenas entrou no meio de uma tempestade de merda. Nós não conhecemos um ao outro, e se Manuel aparecer... —Ele estará aqui. Ele me convidou. —Quando ele fizer e quando a merda vier para baixo, eu não quero ver você. —Entendido.


—Vocês planejam um encontro, ou você quer jogar cartas?— Perguntou um homem, irritado. —Tenha cuidado com isso.— Dell bebeu sua bebida e tomou o seu lugar à mesa. Duas partidas, eu propositadamente perdi, não querendo mostrar meus hábitos. Não foi até o terceiro jogo que eu ganhei de volta o que eu perdi. Dell estava desconfortável, sua mão esfregando sobre a testa mais frequentemente do que não. Eu joguei com ele vezes suficientes para saber que ele jogava melhor do que isso. Eu poderia dizer que ele estava agitado por eu estar lá. Então enquanto eu empilhava os meus ganhos na minha frente, a porta se abriu, e levou tudo que eu tinha para não perder a compostura. —Desculpe o atraso, Noah.— Manuel tirou o paletó e deu isto para o cara com quem falei anteriormente. Puta merda. Noah, como o Noah Beck? Eu não podia acreditar. Noah foi o melhor amigo de Manuel crescendo. Eu não o tinha reconhecido. Foda-me, eu odiava aquele cara! Manuel se sentou à mesa e olhou diretamente para mim. —Assim você obteve meu convite. —Eu fiz.— Eu não tinha certeza se éramos irmãos nesse ponto, ou se eu deveria estar jogando junto. —Abortar,— Cole murmurou em meu ouvido. —Não—, eu assobiei quando o rosto de Mia apareceu na minha frente. Isto era necessário para acabar esta noite. Manuel sorriu logo antes de ele assentiu para Noah. — Orelha esquerda e no peito. Noah veio e arrancou o pequeno fone de ouvido e esmagou-o com a bota. Ele fez o mesmo com o fio. Tudo o que restava era uma câmera, sem áudio. —Você é policial?— O cara magro embaralhou as cartas que ele soprou afastado em um cigarro. —Operações especiais,— Manuel interrompeu novamente. —O menino tipicamente americano. —Certo, e ele é um policial, então o que estou fazendo aqui?— Estranhamente, eu não estava nervoso. Tudo o que eu via era vermelho. Este era o confronto que precisávamos.


—Você,—Noah se mudou para a minha linha de visão direta, — vai ganhar o que seu irmão nos deve. —E se eu não ganhar? Manuel fez uma cara estranha, que eu não conhecia. Noah estalou os dedos ao Sr. Cara Ataque no Coração ao meu lado. Ele deslizou um telefone para que eu pudesse ver a foto que estava em sua pequena tela. Era de Mia lendo um livro fora do ER. Em seguida, a tela virou para outra foto dela falando com Molly através do posto de enfermagem. Não não não! Olhei para Manuel, que me observava atentamente. —Temos alguém assistindo a sua senhora bonita no hospital. Você não gostaria que nada acontecesse com ela, não é? Eu permaneci calmo do lado de fora. Recolhendo a minha força, eu compactei todo o meu medo e coloquei-o no centro do meu estômago e joguei o meu olhar sobre Manuel. Limpei minha garganta. —Você pode dizer a eles para deixá-la sozinha.— Eu deixei meus olhos queimarem em Noah. —Ok, vamos jogar. —Excelente.— Manuel sorriu para Noah. —Vamos iluminar essa merda. Noah abriu uma porta diferente para o lado e cumprimentou alguns novos jogadores quando eles entraram. —Bem-vindo, bem-vindo.— Ele bateu de empolgação. —Eu espero que você trouxe dinheiro suficiente para eu ganhar.— Os homens riu de sua piada coxa. Sete novos homens se juntaram à mesa. Eles foram servidos de uma bebida e foram informados das regras antes do cara magro dar as cartas. Com a cabeça baixa, eu joguei, e não uma vez eu envolvi mais do que eu tinha que fazer. Eu fiz apenas o que era necessário e continuei. Três jogos e duas horas depois, eu ganhei setenta e três mil dólares. Eu não pisquei para o dinheiro que estava se acumulando na minha frente. A raiva dentro era suficiente para me manter focado. Bati na mesa mais e mais. Nenhum deles percebeu que eu estava deixando Cole saber para se retirar. Tenho a certeza que os meus dedos estavam tendo em vista da pequena câmera no meu agasalho. Nada poderia foder isto. Eu precisava lavar as mãos limpas desta situação de uma vez por todas.


Com oitenta grandes, eu joguei minhas cartas para baixo. — Terminei. —Ah, não, você não .—Noah tirou a arma de suas calças. —A dívida de seu irmão é de duzentos mil. Olhei para o meu irmão, perguntando como poderíamos ser tão diferente e por que seu melhor amigo estava segurando uma arma na minha cabeça. —Não é problema meu.— Dei de ombros. —Mark,— Manuel advertiu, mas desta vez eu não me importava. —Não foda com esses caras. Dell se mexeu e esfregou o nariz, que era um sinal para não empurrá-los. Noah acenou para o cara perto de mim, que empurrou o telefone na minha cara novamente. Havia Mia, saindo do quarto de um paciente. Oh, Deus, por favor, não deixe que ela se machuque por causa de mim novamente. Eu sabia que tinha que chamar seu blefe. Blefe. Isso foi o que isso era. Tinha que ser. Eles tinham que saber que eu nunca jogaria se machucassem ela. —Como eu disse, eu estou feito. Noah pensou por um momento conforme Manuel começou a entrar em pânico. —Fodido atire na cadela!— Manuel gritou e jogou o copo sobre a mesa. —Ele se preocupa, Noah, você só tem que empurrá-lo.— Ele se levantou e agitou os braços. —Leve-o no outro quarto e deixe que ele brinque com os rolos elevados. Mark poderia bater o negociante em seu próprio jogo. Pare com essa prática. É hora de jogar para o real. Você vê que ele é imbatível. Noah olhou para nós dois, antes que ele apontasse a arma para Manuel e calmamente atirasse no seu joelho. Puta merda! Manuel gritou quando ele caiu no chão. Cinco dos homens pegou o seu dinheiro e saiu pela porta. Os outros dois se mudou para a parede, mas observou. O cara gordo ao meu lado, de repente empurrou a mesa para o lado e me deixou em uma cadeira de frente para Manuel e Noah. O indivíduo magro apontou uma arma para mim, embora fosse quase cômica porque o peso da arma parecia ser demais para ele segurar firme.


Dell estava no canto, pronto para intervir se necessário. Eu balancei a cabeça para ele ficar para baixo. Esta era a minha luta. —Eu estou um pouco confuso, aqui.— Eu atei meus dedos juntos. —Vocês não tem sido dois velhos amigos? Noah coçou a cabeça com a ponta do seu 40 cal. Seu cabelo oleoso preso no lugar. —Fomos até seu irmão perder duzentos mil do meu dinheiro em uma sessão. Virei meus olhos para Manuel, que rolava no chão, abraçando a perna ensanguentada. —Ele precisa pagar.—Noah olhou para ele. Mais uma vez eu levantei minha mão para que Cole viesse a ficar para baixo. No entanto, eu não tinha certeza de quanto tempo ele iria me deixar fazer isso sozinho. Noah pegou Manuel pelos cabelos e levantou-o de joelhos. Suas bochechas estufando dentro e fora como a dor aumentando. Saliva pulverizava enquanto ele chorava, tentando cobrir a ferida com a mão. —Mark!— Seus olhos me imploravam, mas tudo que eu podia ouvir era o comentário dele sobre Mia. Atire na cadela. —Deveria ter pensado melhor antes de confiar em um policial,— Noah vaiou quando ele se virou para Manuel. —Quaisquer últimas palavras antes de pagar a sua dívida? Limpei minha garganta. —Eu tenho uma. Noah olhou para mim, surpreso e sem dúvida perguntando por que eu não estava tentando parar com isso. Ele fez sinal para eu ir em frente. Eu deixei a escuridão me consumir. Eu cedi aos pensamentos horríveis que eu tinha tentado tão arduamente empurrar para longe. Com o coração batendo como um tambor no meu peito, ajoelhei-me para o nível do meu irmão. Alguns diziam que os olhos eram a janela para a sua alma. Eu digo que eles eram a janela para a verdade. Algo sempre me incomodou sobre o dia que a nossa mãe foi morta. Manuel disse que as minhas impressões estavam na faca. —Estes podem ser os últimos momentos que alguma vez teremos juntos, irmão—. A palavra colada na minha língua. —Se você quer sair com qualquer tipo de honra, me diga a verdade.— Eu engoli a dor neste tópico me trazia. —Será que eu realmente matei nossa mãe?


A contração de sua boca trouxe todos os meus sentidos a atenção. —Você é um idiota. Você não tinha idéia de como era viver naquela casa. —Suas palavras eram como gelo nenhuma emoção, apenas o vazio. —Tudo o que tinha que fazer era conseguir comida, manter a boca fechada, e ir à escola. Eu era o único que teve de lidar com eles. —Eles, quem? —Todos os namorados da mamãe.— Seus olhos se abriram e fecharam com a dor, e seu rosto e pescoço estavam cobertos de uma espessa camada de suor. —Alguns queriam mais do que apenas a mamãe.— Seus punhos flexionaram. —Eles me queriam também. Eu lutei, mas não os impedi. —Você não era o único.— Eu levantei minha blusa e lhe mostrei a cicatriz profunda. —Eu não sabia que eles estavam atrás de você também. —Claro que não, você estava sempre correndo para a outra família. —Por sua causa! Você me fez sair, mesmo que fosse uma porra de uma tempestade, só pra te encontrar comida, ou extrair com sifão de gasolina de carros então você poderia obter mais maconha. —Eu apontei um dedo em seu peito. —Confie em mim, Manuel, eu tive o meu quinhão de dor. Nós éramos apenas crianças. Mamãe deveria ter cuidado melhor de nós. — Eu olhei para Noah. Ele estava ouvindo a nossa conversa com interesse. Ninguém se mexia enquanto estavam para trás e assistindo, fascinados como o nosso pequeno drama desenrolava fora em torno deles. —Mamãe era um desperdício de espaço, então eu cuidei dela.— As palavras de meu irmão me puxaram de volta. Suor irrompeu em meu peito. —Você a matou?— Eu estava sem palavras. Manuel era um idiota, mas cometer um assassinato era uma coisa totalmente diferente. —Sim.— Ele riu, em seguida, limpou a boca seca. —Eu a matei.— Meu coração caiu no meu estômago. —Você porra matou a nossa mãe? Mas eu... —Eu odiava você,— ele tossiu, —pra caralho. Eu ainda faço. —Ele arrastou seu corpo para a parede e se apoiou. —Mas o que é pior do que matar alguém, hein, Mark? Ir para baixo pelo assassinato de


alguém que você ama, mesmo aquela merda de uma mãe que era a nossa. —Eu não a amava.— Eu tentei ficar na minha, enquanto isso se desintegrava abaixo de mim. —Oh, Marky—, ele flexionou o pescoço, —sim, você fez. Você não se lembra daquele dia, não é? —Você voltou para casa, derramou-se uma bebida de Kool-Aid.— Manuel zombou. —Será que o gosto estava engraçado? A memória veio depois... —Mamãe, eu estou em casa!— Larguei a minha mochila na porta e ouvi. Tudo estava calmo. Me servi de um copo de Kool-Aid cereja da jarra colocado no balcão. Ele deslizou na minha garganta. Havia um sabor engraçado que deixou uma membrana arenosa sobre os meus dentes. Imaginei que eu deveria ter agitado. Eu puxei meu teste de ortografia livre da minha pasta. Eu queria mostrar a ela que eu consegui 100. Talvez ela realmente estaria sóbria e se orgulhasse de mim. Quando eu fui passei a sala de estar, eu parei quando um cheiro estranho me chamou a atenção. Lentamente, eu virei minha cabeça e vi minha mãe no sofá com uma faca saindo de seu estômago. Eu congelei. O sangue atacou meus sentidos e eu comecei a ficar tonto. —Mamãe?— Eu chamei, mas ela não se moveu. Meus dedos do pé se arrastaram ao longo do tapete felpudo e ficaram entrelaçados nos fios soltos. —Mamãe, você está bem?— Tudo balançou e girou. Senti minha cabeça bater no tapete. Um barulho roendo estranho viajou de orelha a orelha, saltando como uma bola de borracha dentro de uma caixa. Um par de botas passaram por cima de mim. Noah ? A voz dele sussurrou para alguém se apressar. Manuel se inclinou e me sacudiu. Eu o vi, mas eu não podia responder. Meus braços e pernas eram como elas e não estavam conectadas. —Não, ele está fora,—Noah assegurou. —Seus olhos não tem foco. —Fodido assustador.— Manuel puxou a faca para fora de seu estômago e a enxugou limpa com meu cobertor. Wilfred! Eu amava esse cobertor. Era meu único amigo quando eu estava aqui. Ele me protegia de todo o mal nesta casa. Manuel limpou o punho, em seguida, envolveu meus dedos em torno disso. O que ele estava fazendo?


Ele cuidadosamente atolou a faca de volta para ela e jogou Wilfred ao meu lado. Eu queria estender a mão e segurá-lo para o meu rosto. Suas bordas sedosas me faziam calmo, mas agora ele estava cheio de sangue, sangue da minha mãe. Manuel abaixou-se para o chão e olhou diretamente para mim. — Eu nunca tinha odiado alguém tanto quanto eu odiei você. Agora é a sua vez de sentir um pouco de dor. Seu rosto mudou quando ele pegou seu telefone celular e fez um apelo dramático para o 911. Eu estava chorando por dentro, mas eu não podia me mover. A dor rasgou através de mim. Era tudo muito, e eu deixei a dor, deixe-me engolir tudo. Eu deixei a minha mente ir e cai em um mar de escuridão ... Minha visão voltou ao foco, e meus olhos concentraram-se em meu irmão, minha própria carne e sangue, sabendo que ele tinha matado a nossa mãe. Tantas perguntas vieram para mim, mas a única que deixou a minha boca foi: —Como?— Eu lutei contra a raiva. —Como você pôde fazer uma coisa dessas? Eu tinha sete anos, apenas uma criança. Nós compartilhamos o mesmo sangue. Ele deu de ombros como se estivéssemos falando sobre o tempo. —Foi fácil. Eles não podiam provar nada, e eu sabia que com os Logans você obteria o melhor advogado figurão. —Valeu a pena? Ter me culpado toda a minha vida por matar a mamãe? Ele sorriu. —Foi a cereja no topo do bolo. A cadela tinha ido embora, eu tinha o trailer, e eu tinha meu melhor - irmão americano me socorrendo sempre que eu precisava. Foi um ganho - ganho! Pop! Metade do pescoço de Manuel estava salpicado na parede. Ar alojado na minha garganta. Noah baixou a arma e observou como o corpo de Manuel caiu no chão. —Agora que o drama acabou—, Noah puxou um trapo do bolso e limpou a boca, —nós temos uma dívida para resolver, e você continua insuficiente. Eu estava congelado. Curiosamente, não havia emoção correndo através de mim. Eu não estava triste que Manuel tinha ido embora. Foi um grande alívio saber a verdade. A verdade tem conseqüências, e eu imaginei que essa era a sua. Agora havia Noah. Agora eu sabia que ele


era parte do assassinato de minha mãe. Ali estava ele, me dizendo que eu tinha que pagar a dívida do meu irmão para ele. Isso era demais. Enquanto esses pensamentos giravam na minha cabeça, o olhar de Noah balançou ao redor da sala. —Você sabia que sua mãe tinha uma tatuagem em sua pélvis?— Ele bateu em si mesmo nessa área genérica quanto eu canalizava toda a minha dor em raiva. Filho da puta. —Quando Manuel me disse o seu plano para fazer você pagar sua dívida para mim, eu não podia ajudar, mas jogar junto. A melhor parte para mim era brincar de gato e rato com a sua amiga moça bonita —. A pele apertou em torno de meus dedos, e eu olhei para Dell, que parecia igualmente zangado. —Ela negou quanto eu estava atrás dela no escuro. Eu podia ouvir sua respiração quando ela me sentia. —Os olhos de Noah se iluminaram. —Sabe aquela sensação, onde o cabelo em seus braços se levanta, seu batimento cardíaco se acelera, e seu cérebro está quase assustado demais para processar o que está prestes a acontecer?— Ele sorriu como se estivesse visualizando-o. —Então ela me sentia, e eu não poderia me ajudar. Eu precisava tê-la. Nada registrou quando eu me atirei em sua direção e bati ele na parede. Meu antebraço esmagando em sua traquéia, enquanto ele tentava lutar comigo. O indivíduo magro gritou quando Dell o deixou inconsciente. —No chão!— a voz estrondosa de Cole rasgou a minha fúria assassina. Tiros começaram a voar, e eu agarrei a cabeça de Noah e a esmaguei. Eu não era eu mais. Tudo o que eu via era Mia sob essa briga idiota para se libertar. Eu senti a movimentação e olhei para cima quando o barman apontou uma espingarda na minha direção, mas pouco antes dele apertar o gatilho, eu torci e deixei Noah receber o golpe. Seu corpo estremeceu com o impacto, e eu olhei em seus olhos com a vida drenando para fora deles. —Boa sorte do outro lado. Keith pegou o barman antes que ele pudesse descer quaisquer mais tiros. Larguei Noah e olhei para o meu irmão de novo, ainda sem sentir remorso por sua morte. —Você está bem?— Cole gritou quando ele deu uma cotovelada em um homem que veio correndo para ver o que estava acontecendo.


—Nós temos que sair daqui. Nós não temos muito tempo. Dell vacilou e pareceu tropeçar. Espera... Oh merda... Corri para o lado dele quando ele caiu. Eu o peguei e baixei-o para o chão de concreto. —Dell?— Sangue encharcou através de sua jaqueta. Eu rasguei-a e vi uma mancha escura rapidamente se espalhando no lado direito do peito. —Não! De jeito nenhum, não outra vez! Keith caiu de joelhos, arrancou o colete e camisa, e começou a embalar a ferida. Cole se virou e gritou: —Temos que se mover -— Seu rosto caiu quando nos viu. —O pegue e vamos. Merda. —Eu agarrei o braço de Dell, e Keith tomou o outro, e nós o levamos para fora da sala entre nós. Cole limpou o nosso caminho à medida que corremos para a porta da frente. Disparos atrás de nós me disseram que não tínhamos muito tempo. —Porra, Dell, use seus pés. Nosso treinamento nos manteve em movimento. Você é obrigado deixar a dor de lado até que você estivesse seguro. Era difícil de se fazer quando era um dos seus próprios. Keith fechou os olhos brevemente quando paramos em um canto. Ele estava colocando sua raiva. Ele era melhor nisso do que eu era. —Movam-se—, Cole sussurrou por cima do ombro, mas ele não olhava para nós. Estávamos todos aterrorizados demais que transportávamos outro cadáver. —Lopez,— Keith virou para olhar para mim, —se concentre em Mia. Vamos sair daqui. É isso agora, nada mais. Eu dei um aceno rápido e tirei a arma de Dell de seu quadril. Corremos com Keith e Dell entre nós. Estávamos instantes da porta, e os homens atrás de nós estavam se recuperando rapidamente. Seus passos estavam perto, e alimentou os nossos. Keith era tão forte como um touro e fez Dell parecer como se ele pesava tanto como uma boneca de pano. Passamos alguns corpos mortos empilhados um em cima do outro. Reconheci isto como o trabalho de Cole e Keith. Nós não queríamos sair da mesma maneira que viemos, então tivemos que fazer um desvio por uma porta lateral. Enquanto Cole estourava através da porta, fomos recebidos por uma equipe de agentes e uma ambulância. Cole deve os ter chamado antes deles chegarem para nos pegar.


Keith correu para os paramédicos e colocou Dell em uma maca. —Porra, cara!— Dell assobiou. —Suave. Keith balançou a cabeça. —Não poderia ter falado antes? —Então você não teria me levado.— Ele riu, mas depois tossiu de dor. Cole se moveu para ficar em cima dele. —Quando você chegar em casa, nós precisamos conversar. —Eu sei.— Ele acenou com a cabeça antes que os paramédicos saíssem com ele. Eu pedi a um paramédico se eu poderia usar um dos caminhões para fazer uma chamada rápida. O caminhão estava quente e ajudou com acalmar meus nervos. O telefone de Mia foi direto para o correio de voz novamente. Droga, onde está você, Mia? Com um golpe através de meus contatos, eu liguei para o posto de enfermagem no hospital. —North Dakota Hospital, esta é Molly.— Sua voz alegre não combinava com o meu humor. —Hey, Molly, é Mark... —Oh, meu Deus, Mark! Como vai você? Por que você está chamando essa linha? Apertei os olhos fechados na sua tagarelice. —Eu preciso falar com Mia. Houve uma longa pausa. —Ela não está aqui, Mark. Ela conseguiu um emprego em Boston. Saiu há poucos dias com a enfermeira Taylor. Elas foram juntas. Eu só desliguei de falar com ela, e elas parecem estar se estabelecendo bem. O que? Graças a Deus! Então Noah estava blefando. Mia não estava mesmo em Dakota do Norte. Eu me afundei no banco; meu corpo se sentia como massa de vidraceiro. — Mark? Mark, você ainda está aí? Eu sinto Muito. Você não sabia? —Não, eu não fiz.— Eu esfreguei meu pescoço dolorido. — Obrigado, Molly.

Três dias depois


Savannah tinha plantado uma árvore no jardim da frente em memória de Paul, já que sua família queria enterrá-lo de volta para o leste. Eu pensei que era ótima idéia. Era como se uma parte dele ainda estivesse aqui. Cole teve que ajudar, porque o solo estava principalmente congelado, mas ela insistiu em fazê-lo agora, em vez de na primavera. Ela disse que precisava de um lugar para ir para deixar a dor. —Miau—, o gatinho rangeu quando ela tecia através das minhas pernas na cozinha. Eu me abaixei e peguei a minha pequena cabeça quente mexicana. Ela deu um golpe contra o meu nariz e, em seguida, empurrou sua pata para o leite em meus Cheerios11. —Será que Scoot a trouxe até aqui?— Eu olhei para Scoot, cuja orelha estava sendo puxada fora por Olivia. Ele parecia chateado, mas eu sabia que ele não se importava. Éramos todos otários para esse pequeno monstro. Abaixando o prato, eu deixo a senhora pequena possuir toda a bacia. —Bem, Olá, aí.— Dr. Roberts parou na ilha e pegou Lady. —Qual é o seu no... — Lady rapidamente golpeou seu rosto e pegou sua bochecha com suas garras. —Uau, você é uma gatinha mal-humorada. Eu queria ver o que ele ia fazer. Para minha surpresa, ele sorriu e examinou a temperamental, gata às vezes francamente desagradável. —Ela é a sua?— Ele olhou por cima do ombro. —Eu a salvei, mas ela não é realmente minha.— Lady ficou em seu nariz de novo e acrescentou um silvo – no porte de um gatinho. —Ela poderia usar um bom lar. —Lady, hein? Não é bem o nome eu escolheria para uma tal diabinho mal-humorada. Coitada. Ela só precisa de alguém que a compreenda, não é mesmo, querida? Talvez você devesse ir para casa comigo, hein? —Ele a colocou no chão para que ela pudesse voltar a comer. Mas ela atacou os cordões dos sapatos em seu lugar. Eu ri. Ela era uma tal merdinha. Talvez ela estivesse chateada que eu pensei que ela era um menino em primeiro lugar. —Ei!— Ele tentou se mover, mas ela o perseguiu, trancando em seu tornozelo. —Ai!— Ele gritou. —Ela é toda sua, Doutor. —Obrigado—, ele murmurou e tentou se libertar.

11

sucrilhos


—Boa sorte com isso.— Eu ri, ao sair da cozinha e segui pelo corredor. Eu tinha pulado o serviço que a Polícia de Nova Iorque tinha por Manuel. Eu não tinha interesse em ver meu irmão ser colocado para descansar. Tanto quanto eu estava preocupado, os primeiros sete anos da minha vida nunca aconteceram. Ele poderia apodrecer no inferno por toda a eternidade, por tudo o que importava. —Mark—, Cole estava na porta, —Frank está lá embaixo e quer ter uma palavra com você. Merda. Acho que é hora. Dando dois passos de cada vez, corri para a sala de conferência. Bati antes de entrar. —Frank,— me dirigi a ele enquanto eu fiquei atrás de uma cadeira de couro alta. —Eu suponho que você quer um resumo detalhado do que aconteceu. —Sim, mas isso pode esperar.— Ele mordeu o interior de sua boca enquanto ele pensava. —Sinto muito por Paul. Ele era um bom soldado e um bom homem. Como você está indo? Deixei escapar um longo suspiro. —Pendurado lá. —Bom.— Ele assentiu. —Olha, Mark, eu sou um homem de poucas palavras, então eu vou cortar a isso. Mia e eu tivemos um caminho áspero pelos últimos dez anos. Desde que ela se mudou para Boston há alguns dias, nós não ouvimos uma palavra dela. —Ele parou e coçou o queixo. Ele parecia que estava lutando com ele mesmo. —A vida é demasiado curta para não ter as pessoas que você ama ao seu redor.— Ele olhou para mim. —Eu percebo agora que eu estava errado na forma como eu reagi quando a vi aqui e ouvi que ela estava namorando você. Eu tentei difícil manter Mia longe deste mundo. Pode ser 2015, mas o Exército não é o lugar para alguém tão bondosa como Mia. Ela é meu bebê, sempre será. —Ele limpou a garganta. —Eu ainda a vejo com tranças saltando para os meus braços e me chamando de seu herói. Dói o ego de um pai quando você a vê olhando para outra pessoa dessa forma. Este era um lado de Frank que eu nunca esperava ver. —Se isso conta para alguma coisa, você tem a minha bênção, Mark.— Ele se levantou e me ofereceu sua mão. —Você é um bom homem, e eu sei que ela se preocupa muito com você. Levei um momento para recuperar-me. Ele sempre foi direto, e desta vez não foi diferente.


—Isso, ah... Isso realmente significa muito, Frank.— Eu apertei sua mão, absolutamente deslumbrado com sua honestidade. —Certo, bem...— Ele foi para a porta. —Ela está trabalhando hoje, então... —Sim, tudo bem.— Eu me inclinei contra a mesa. —Eu quero esse relatório até segunda-feira. —Vai ter. Cole entrou, mas se inclinou para trás para se certificar de que Frank tinha ido embora. —Você se rasgou novamente? —Não—, eu ainda estava em choque, mas verifiquei meu relógio, —Na verdade, eu só tenho a sua bênção. —O quê?— Savannah gritou atrás de Cole. —Oh, meu Deus!— Ela bateu as mãos de Livy juntas. Eu sorri, e parecia bom. Tinha passado um tempo. —De onde você vem?— Cole colocou seu braço em volta da cintura de sua esposa. Ele beijou sua bochecha, em seguida, fez o mesmo com Livy. —Eu estou em todos os lugares.— Ela piscou, o que aliviou o humor. —Então o que vem depois? Dei de ombros. —Mesmo que ela me leve de volta, como poderia trabalhar? Savannah sorriu para mim. —Na verdade, nós viemos acima com um plano. —Oh? —Sim, mas primeiro você precisa ir buscá-la.


Eu odiava isso aqui. A equipe não era tão amigável como em Dakota do Norte, e Dr. Rice era muito cheio de mãos para o meu gosto. Para piorar a situação, ele era, pelo menos, alguns anos mais jovem do que eu. Fiquei feliz em deixar o meu antigo apartamento, mesmo que o novo senhorio, Chris, era bom, e ele parecia realmente triste em ver-me ir. Não que eu realmente conhecia o homem em tudo. Era um sujeito engraçado. Eu não era a mais feliz com o velho edifício de qualquer maneira desde que meu amigo se mudou para fora, e depois do ataque no porão, isso mantinha muitas memórias ruins. Meu pai e eu estávamos trabalhando em reparar nosso relacionamento. Ele fez uma verificação de antecedentes sobre Chris, e ele era inofensivo, apenas um pouco assustador. Independentemente disso, eu estava feliz por estar longe dele. Eu nunca descobri quem deixou o anticongelante no pátio, mas se eu tivesse que adivinhar, eu aposto que ele era o homem que me atacou. Meu pai me informou que o homem estava trabalhando com o irmão de Mark, mas eu não precisava me preocupar com ele mais. Eu empurro para trás a dor que seguia sempre que eu pensava algo a ver com Mark. A única coisa que me mantém indo era que Vikki Taylor foi transferida aqui comigo, uma vez que seu filho estava agora indo para a escola aqui. Com minhas pernas enroladas debaixo de mim, eu abri meu livro e tomei um gole de café enquanto eu sintonizava e fora da loucura do ER. As páginas resistentes de meu romance me deixava feliz. Eu amava essa história. Era uma que sempre recorria, sempre que eu precisava sentir amor. Jodi Ellen Malpas roubou meu coração com Jesse Ward. Quem não gosta de uma grande história de amor? Especialmente aquele que você poderia ler mais e mais e sei que esta era uma história que sempre acaba da mesma forma, com a felicidade. Não era isso o que todo mundo passava a vida procurando? Eles disseram que o momento em que você deixava de olhar para o amor, você o encontrava. Eu pensei que era uma porcaria. Estava


determinada a ficar com os meus livros para encontrar o amor. Dessa forma, eu sabia que eu poderia chorar, obter a liberação que eu precisava, e ainda fechar a capa e me sentir feliz com o final. —O que você está lendo?— Dr. Rice estudou a capa. —Este homem? Este homem, o quê? —Revirei os olhos. Homens. Eles nunca vão entender o mundo do livro de romance. —Algo que eu possa ajudá-lo?— Coloquei meu livro na minha bolsa e peguei meu café enquanto eu estava levantando. —Você parecia solitária, então eu pensei que eu ia conceder-lhe a minha companhia.— Ele levantou os braços arrogante. —Eu vou levá-la de volta para o seu andar. Puxa, obrigado. O que há com os médicos sempre dando em cima de você? Eu acho que é justo já que eles não saem do hospital o suficiente. —Então, Mia, você tem quaisquer planos para esta noite? Eu sou bem aberta, não tenho vida. Eu só tenho uma amiga aqui. A semana passada, eu passei todas as noites chorando no meu travesseiro sobre o meu ex. A pior parte é que eu não consigo nem sentir o cheiro dele mais! Eu odeio isso aqui, e iria vender a minha alma para rebobinar minha vida acerca de cinco meses. —Desculpe, eu tenho planos.—Mentiras, mentiras, mentiras. —Amanhã?— Ele me parou quando eu comecei a falar. —Não faria mal para você fazer alguns amigos. Onde eu ouvi isso antes? Verdade. —Mia—, Vikki me chamou a atenção enquanto ela apontou atrás de mim, —o paciente na sala 2056 está pedindo os seus analgésicos. Você poderia por favor me ajudar e administrá-los para mim? —Claro.— Eu estava feliz para dar o fora. —Oh, Mia?— Ela chamou. —Sim? —Drinks hoje à noite no bar de vinhos, em Barrington Street. Eu comecei a declinar quando as mãos dela se mudou para os quadris. —Parece bom.— Eu acho que não poderia machucar. O resto do meu turno se arrastou em ritmo de caracol. Minhas mãos agiram independentemente da minha mente, que vagava de volta sobre coisas que eu não poderia mudar, só me trazendo mais dor de cabeça. Depois do meu turno, eu me troquei, fechei o meu armário, e


fui para fora. Eu decidi parar no caminho de casa para comprar uma garrafa de vinho. Eu poderia precisar de um pouco de burburinho para passar esta noite. Meu lugar estava frio e vazio quando voltei para casa. Minha única alegria foi ver Butters estirado no sofá. —Bem, pelo menos você está confortável.— Eu sorri para ele, e ele mal se moveu exceto pelo rabo batendo. Eu estava tão agradecida que Ed foi bom para mim trazendo Butters comigo. Eu pensei que ele estava mais grato do que eu; Ed não era realmente uma pessoa para cães. —Olá, amigo.— Eu beijei sua cabeça. —Você pode me ajudar a escolher algo para vestir? Três trocas mais tarde, eu decidi ir com algo bonito em relação a sexy. Eu não conhecia ninguém, de qualquer maneira, e não queria dar a impressão errada. Corri meus dedos sobre um vestido de renda de mangas compridas roxo. Ele parava acima do joelho, e minhas botas paravam logo abaixo do joelho. Pareceu-me uma boa escolha. Meu cabelo caía cumprido, e eu enrolei ele nas extremidades para um salto extra. Eu parecia bem do lado de fora. Eu só queria que eu me sentisse bem por dentro. Antes que eu pudesse abrir a ferida, a minha campainha tocou para me informar que o táxi estava aqui. Tecendo através das minhas caixas lacradas de porcaria, eu me apressei descendo as escadas e dei ao motorista o endereço. O céu estava sombrio, com nuvens irritadas chicoteando através de bom ritmo. Deve ter muito vento lá em cima. Isso me trazia conforto. Eu poderia me relacionar com o tempo esta noite. Parecia refletir o que estava se formando dentro de mim. —Lower Deck, por favor.— Eu me inclinei para trás e lutei contra o cheiro forte da colônia que o motorista deve ter se banhado. Por que os homens usam isso? Sabonete cheirava muito melhor. O bar estava abafado, mas eu achei nossa mesa facilmente. Vikki estava no telefone quando eu cheguei. Ela acenou-me para uma cadeira vaga e entregou-me uma cerveja. —Você está ótima.— Ela olhou para o suéter dela e riu. —Eu perdi o meu surto de moda nos quarenta e cinco. —Eu acho que você está linda.— Eu bati sua garrafa na minha. Meu estômago quase rolou quando eu vi Dr. Rice, vindo em nossa direção. —Huh!— Ela bufou. —Você sabe, eu o vi fora do hospital um dia e o chamei Rice, e ele me corrigiu.— Ela revirou os olhos. —Eu entendo


que você trabalhou muito duro para usar o título de— doutor —, mas você não tem que ser um pau sobre isso. Eu ri. Ela estava certa; isso era um pouco questionável. — Vamos lá.— Ela pegou a minha mão e me levou para fora na pista de dança, onde nós - e eu quis dizer apenas nós duas - dançamos Hey Baby por Bruce Channel. Eu acho que posso ter caído no amor com este lugar. Pelo menos eles tem bom gosto na música. A música terminou, mas Vikki pegou meu braço para me manter no lugar. —Vá com seu coração. —O que? E o que isso -? Ela apontou, e eu comecei a mexer, mas retrocedi no lugar. Ela acenou para Mark, e ele voltou com um sorriso. A música começou a tocar suavemente. Levei um momento para reconhecer a voz cantando a música. Ela cantava em voz melancólica, emotiva, e desde a primeira palavra, seu tom de voz me fez querer chorar. Savannah estava sentada atrás do piano marrom, os olhos fechados, tocando “Cannot Help Falling In Love”. —O que na terra...— Eu não conseguia nem pensar direito. Mark deu um passo adiante, pedindo para chegar ao meu lado, e com um passo confuso para frente, eu aceitei. Sua mão quente instantaneamente me fez pensar em estar em casa. O braço livre caiu nas minhas costas e me segurou perto. Onde estou? Eu estou muito dura? Mil coisas passaram pela minha mente, mas acima de tudo, por que ele estava aqui? Eu fui sobre as coisas em minha mente até que seus lábios tocaram o meu ouvido. Ele soltou um suspiro doloroso, e foi isso. Tudo exatamente cedeu... Mais nada para me segurar, exceto seus braços. Meu corpo caiu contra o seu, o meu rosto pressionado contra seu peito, e nós balançando. Ele começou a cantar sobre a queda no amor. Sua voz tinha um pequeno problema com isso, mas havia um fio de confiança o que a tornou incrivelmente poderosa. Eu sabia que ele sentia minha hesitação. Eu comecei a me afastar, mas ele me segurou no lugar. Seus lábios se moveram ao invólucro da minha orelha. —Você foi a primeira garota que me abri a e disse meus segredos. Depois de você, quando eu acordava, eu não baguncei os lençóis na parte da manhã, porque eu não estava sozinho.


Eu tinha você. —Ele acariciou o meu cabelo. —Agora eu entendo por que você não me disse. Você estava certa; eu não teria deixado a minha guarda com você. O que teria sido uma vergonha, porque a minha alma não teria caído tão esmagadoramente difícil por você. Eu me pressionei em seu peito e olhei para aqueles olhos profundos e escuros que me desafiaram para duvidar dele. Mesmo sua mandíbula mostrava confiança, mas eu podia ver a vulnerabilidade atrás de seu sorriso. —Sinto muito pelo que eu disse. Eu a ataquei com raiva, e ainda havia uma parte de mim que estava chateado que você escolheu Kenny sobre sua própria vida, mas isso foi porque eu me importava muito sobre você. Kenny não era o único em perigo, mas você estava. — Ele deu um leve encolher de ombros. — O coração ganha da sensibilidade. Eu tive que desviar o olhar e tomar um minuto. Passei as últimas quantas noites pensando que ele me odiava? Que eu era a última pessoa na sua mente. Que eu era apenas reflexão tardia de algo desagradável. —Eu cuidei do meu problema, mas eu perdi um grande amigo ao longo do caminho.— Eu assenti. Enfermeira Taylor me contou sobre Paul. Eu estava tão triste; eu só podia imaginar o que a casa passou. — Eu não posso perder você também, Mia. Lambi meus lábios. —Eu nunca quis te machucar, Mark, mas se vale a pena qualquer coisa, eu senti a dor da minha mentira no momento depois que eu disse isso, e essa dor nunca me abandonou.— —Não faça isso. Não vale a pena, porque o resultado final é que me mostrou o quanto eu sou apaixonado por você. —Ele piscou como se ele não havia percebido o que tinha dito. Em seguida, um sorriso preguiçoso estalou em seus lábios e até aos cantos dos olhos. —Eu tenho um pouco de paciência quando se trata de você, mas, caramba, Mia, eu estou tão apaixonado por você. Eu joguei no ritmo dele quando eu deixei cair sua mão e me inclinei em minhas pontas dos pés para pressionar meus lábios nos dele. Ambos seus braços envolveram-se em torno das minhas costas e me segurou perto. Sua língua curvou ao redor da minha para aprofundar o beijo. —Eu também te amo, Mark.


Três meses depois —Onde ele está indo?— Tomei um gole de café. Keith caminhou até a doca depois que recebeu um telefonema. —Eu não sei.— Daniel me deu um olhar esperançoso. Eu sabia que ele pensava que Keith tinha uma menina(namorada), e talvez era isso, mas algo ainda não parecia certo. Parecia fora. Butters saiu correndo atrás dele com um enorme pedaço de pau em sua boca. Ele pulou e gritou até que Keith atirou-o para baixo na areia que se segui ao lago, em seguida, passou a correr atrás dele. Surpreendentemente, Scoot tinha aceitado Butters na casa como um visitante de tempo parcial. Embora não antes deles lutarem sobre a cama que Savannah tinha dado a Scoot no último Natal. Acabei por ter de comprar para Butters a sua própria cama, só para ter Scoot querendo aquela mais do que a sua própria. Bola de pelos estragado. Pelo menos eles tinham finalmente declarado uma trégua, e Butters esperou pacientemente por Scoot para escolher uma cama antes que ele pudesse ficar com a que não escolheu. Dell concordou com a cabeça enquanto se dirigia para seu jipe. Ele tinha mais um mês no pico antes que ele fosse voltar ao seu posto normal. Eu tremi ao pensar em minha última experiência lá. Tão divertido como ele estava tendo Savannah para jogar paintball, eu não estaria oferecendo-se a ela por qualquer outra coisa. Cole se mudou na minha linha de visão enquanto ele assobiou para chamar a atenção de Keith. Keith rapidamente terminou a sua chamada e correu de volta até o gramado com Butters duramente em seus calcanhares. Cole fechou a porta atrás de si. —Reunião na casa, três minutos, mesa de jantar. Dei de ombros para Daniel enquanto nós tomamos um assento poucos minutos depois. Uma vez que todos se reuniram, Cole colocou três caixas na nossa frente. —Eu estava indo para dar-lhes no Natal, mas eu decidi esperar.— Ele deslizou uma caixa preta, brilhante a Keith e uma para John. Cada um deles abriu a deles e sorriu para seus novos relógios Blackstone. —


Por dentro são dispositivos de rastreamento indetectáveis. Após o que aconteceu comigo, eu acho que é fundamental que nós usemos. —Obrigado.— Keith pôs o seu imediatamente. Olhei para John, que estava olhando para a caixa adicional, a caixa de Paul. —Agora—, Cole olhou ao redor da sala, —ninguém quer admitir quanto estão sofrendo agora, mas a melhor coisa que podemos fazer por Paul é para avançar. Avançando não significa que alguma vez vamos esquecer. —Ele olhou para mim antes que ele continuasse. —Eu realmente pensei sobre isso, e eu sei que o seu lugar ainda está quente, mas nós temos um monte de viagens chegando, e precisamos de nossa equipe para estar cheia. Então, —ele pegou a caixa,— o homem que vai estar preenchendo grandes sapatos de Paul é... —A tristeza foi misturada com um pouco de emoção, algo que a casa realmente precisava agora. Cole se inclinou e deslizou a caixa para a direita em uma mão coberta em redemoinhos vermelhos e pretos. A sala ficou em silêncio quando ele o pegou e admirava a caixa. John se inclinou sobre a mesa e estendeu a mão para uma agitação. —Bem-vindo a Blackstone, Mike. —Obrigado, John.— Mike deixou escapar um longo suspiro antes de Daniel começar a aplaudir e levantar o humor de volta. Ele tinha um monte de acordo para viver. —Vamos tomar uma bebida.— Dell deslocou seu braço com um arremesso. —Deus sabe que eu preciso de uma! Conforme o lugar começava a rugir com o riso feliz, me mudei para a janela onde um conjunto de faróis estava se movendo em toda a moldura padrão gelada. Mike se juntou a mim, interessado em ver o que eu estava olhando. Apontei para a porta com a minha caneca. —Aqui vem ela.— Eu tinha convencido Mia se mudar para Montana. Nós a encontramos um apartamento três quadras de Daniel e Sue, e a uma quadra do seu novo trabalho no Centro Médico Red Stone. Isso era perfeito. Eu tenho que vê-la quando eu quisesse, e ela parecia feliz que era capaz de passar algum tempo com seu pai com mais frequência. Era bom vê-los se dando melhor. Cole deu-lhe autorização para a casa, mas não podia dobrar mais quaisquer regras de tê-la vivendo lá. Tudo deu certo para o melhor. Ela e eu concordamos em levar as coisas um dia de cada vez. Afinal, nós ainda não tinhamos conhecido um ao outro por um ano ainda. Ela disse que estava ansiosa para sair


em noites de encontros para que pudesse verificar para fora meus movimentos de dança. As senhoras amavam meus movimentos. —Ei, você.— Ela puxou seu lenço livre e enganchou-o sobre a estaca de madeira na entrada. —Como foi o seu dia? —Melhor agora.— Eu beijei seu nariz congelado e a embrulhei em meu calor. Ela sabia que eu a amava, que eu não tinha dito isso desde Boston. Eu só queria segurá-la com toda a força e nunca deixar ir, não importa o que a vida jogasse em nós. —Mmm,— seu peito vibrou contra o meu —, eu precisava disso.— —Com fome?— Ela assentiu com a cabeça, mas não a soltei. Eu não a deixaria ir de qualquer forma. —Oh, ótimo!— Savannah quebrou o nosso momento. —Mia, tenho uma história para você!— Ela pegou a mão de Mia e a arrastou para a cozinha. Mia olhou por cima do ombro e lançou-me um sorriso que quase me fez sair do chão. Wow... Eu sou tão sortudo. Depois de tudo que eu tinha passado na vida, eu me recusava a olhar para trás, e eu não iria segurar. Eu sabia que não importa o que, eu tinha a mulher perfeita. Aquela que me ajudou a perseguir os demônios do meu passado, e uma que eu sabia que iria ficar solidamente comigo no futuro. Eu poderia realmente manter a minha cabeça erguida com honra. Eu sabia, porque eu estava finalmente livre de qualquer dúvida de que eu era um homem bom e honrado.

Fim


Honor vol. 1 (revisado) - J. L. Drake