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Diretora: Inez Naves Cunha Vice diretoras: Maria de Lourdes Pereira Ivani Fonseca Supervisora de Informática: Dagmar Imaculada P do Carmo Professora de Literatura: Júlia Magalhães Professora de Informática Educativa: Lucimar Pires

Os desenhos abaixo foram criados no aplicativo Paint do Windows, pela turma do 6º ano 2, para ilustrar a capa do livro de contos por eles criado nas aulas de Literatura e orientados pela professora Júlia Magalhães e pela laboratorista Lucimar Pires. Cada dupla de alunos fez o seu desenho para participar de uma seleção feita pela equipe administrativo pedagógica da escola. Uma foi a escolhida, mas as outras não poderiam deixar de fazer parte deste trabalho, uma vez que, todos alunos se empenharam para produzi-los.

Professora Lucimar (Laboratório de Informática Educativa)

Victor e Daniel

Thaynara e Júlia

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Erick e João Paulo

Eduardo e Ângelo

Matheus e Gabriel

Felipe e Welington

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Stéfani e Maria Clara

João Pedro

Nathaly e Ana Carolina

Pedro Henrique

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Dedicatória

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A Nova Era Da Princesa

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A Princesa E O Cavalo Branco

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As Aventuras De João

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O Rei E A Maldição De Darwlinghi

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Princesa Alice

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As Aventuras De Dick E Jane

18

As Aventuras De Dois Melhores Amigos

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Uma Linda História De Amor

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O Monstro Dançarino

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A Princesa Falsa

25

O Último Dragão

27

A Bela Princesa Mirely

29

A Fazenda Muito Louca

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Bela, A Linda

33

A Mulher E Seu Sapo Mágico

34

As Férias

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Biliografia

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Dedicamos estes contos, produtos de nossa criatividade, a nossa querida professora de Literatura, Júlia Magalhães, pela paciência e dedicação que nos dispensou ao longo deste trabalho. A nossa querida diretora, Inez Naves Cunha, pela presteza em colocar ao nosso dispor todas as condições para a concretização desta obra. Professora Júlia, diretora Inez, recebam através desta dedicatória a nossa imensa gratidão!

6º ano 2

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Giovanna e Pamella

Era uma vez uma menina chamada Sofia. Era uma garota comum não muito diferente das outras até que um dia ficou sabendo

que sua

avó era a rainha de um reino muito distante. Ela estava velhinha, doente e Sofia teria que viajar para o reino e se tornar rainha, substituindo a avó.. No começo ela até gostou, mas logo percebeu que uma rainha tem muitas obrigações.

Para começar, ela se casaria e, depois, sentaria em um trono e

governaria um povo. Ao chegar ao reino, Sofia foi tratada com a maior delicadeza. Lá soube que naquela mesma noite haveria um baile com princesas e príncipes, e nele ela escolheria com quem ia se casar. A hora do baile chegou e então todos brindaram a sua chegada ao reino , dizendo-se muito felizes, animados com a possibilidade de que ela fosse a rainha substituta. Mas, nem todos estavam assim tão animados. Havia um homem que queria que o sobrinho dele, Nicolas, fosse o rei. Sofia dançou com todos os príncipes até que chegou a vez de Nicolas. Porém, no meio da dança, um príncipe interrompeu e disse: ─ Você me concede a honra dessa contradança? E Sophia disse, bem animadinha: ─ Oh, mais é claro! Voltando-se para Nicolas, Sofia disse a ele que foi bom ter dançado com ele até aquele momento. E então o príncipe, que era baixinho, falou: ─ Posso falar em seu ouvido? E Sophia respondeu: ─ Só se você alcançar! Nicolas odiou a atitude e a fala da garota. E os dias se passam calmamente, até que chegou aquele em que Sofia teria que escolher seu noivo. Como os tempos são modernos, Sofia foi para uma sala de vídeos, com as conselheiras da rainha para conhecer os príncipes virtualmente. Uma conselheira ligou os aparelhos e começaram as apresentações:

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─ Esse é o príncipe Packer, que mora no Canadá, junto com os avós e tem 33 anos. ─ Não! ─ disse Sophia ─ Esse é o Príncipe Jack! Você até o conheceu na festa , tem 12 anos e passa cremes para parecer mais velho. ─ Nossa, coragem! ─ disse Sofia, quase desanimada. Depois de uma seqüência que já estava dando sono em Sofia, ela ouviu a conselheira dizer um nome e arregalou os olhos. ─ Esse é o príncipe Carly. ─ É ele!!! Ele vai se casar comigo. ─ Infelizmente não! Ele já é casado, eu deixo essa foto aí porque ele é um homem muito lindo e estimula as pessoas, tirando-lhes o sono. ─ Com certeza. ─ disseram todas as meninas da sala. Nesse momento, a conselheira da rainha falou: ─ Venha! A última foto do último príncipe está pronta. ─ Espero que eu goste! ─ disse Sophia. ─ Este é o príncipe Josh. Ele é formado em engenharia, é piloto profissional, e é um pouco atrapalhado. ─ Eu quero conhecê-lo! Sophia foi conhecer Josh e percebeu que ele era mesmo muito atrapalhado, quase tanto quanto ela. Mas gostou de seu jeito inteligente, carismático. Marcaram a data do casamento. Um dia, Sophia foi andar de carruagem pela cidade e encontrou muitas criançinhas de um abrigo. Dentre elas, uma menininha linda que estava sendo atormentada por uns garotos. Vendo aquilo, Sofia intercedeu e disse que isso não podia ser feito. Deu uma bronca nos garotos e se comprometeu a sempre passar por ali para saber se estava tudo dando certo para a menininha. Aproximando-se a data do casamento, Sofia resolveu fazer uma festa para se despedir da vida de solteira e convidou as meninas do abrigo para presenciar seu último dia de liberdade. A festa estava indo muito bem, até que Nicolas chegou e disse-lhe: ─ Você vai mesmo querer comemorar seu último dia de solteira com um bando de crianças? Sofia respondeu que estava arrependida, mas que não tinha outra ideia e Nicolas retrucou, convidando-a para saírem dali e irem a um lugar que realmente fosse interessante. Sem malícia, Sofia respondeu: ─ Se isto foi um convite... Sim! Para não criar problemas, ela desceu pela janela, pegou seu cavalo branco e foi cavalgar com Nicolas. Os dois passaram pelo rio e decidiram ficar por ali mesmo. Sem perceber, dormiram profundamente.

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Um fotógrafo, desses que correm atrás de notícias escandalosas, passou, viu os dois dormindo e os fotografou. Levou as fotos rapidinho para uma TV que as mostrou imediatamente. Sofia ficou indignada e gritou para Nicolas: ─ Você armou tudo isso para que eu não me case com outro... Josh não me perdoará jamais... Ela voltou correndo para o castelo e viu sua avó triste com a atitude da neta. Infeliz com o ocorrido, Sofia se arrumou para a cerimônia do casamento. As lágrimas corriam por seu rosto, mas ela foi em frente. Sabia que vacilara e o que acontecesse seria merecido. Ao entrar na igreja, todo mundo ficou olhando para ela com cara de vergonha. Chegando perto de Josh, no altar, antes que o padre começasse a cerimônia, ela disse: ─ Uma rainha não pode ser obrigada a se casar com quem não ama e com alguém que não a ame. Eu o amo e sei que você me ama. Desculpe-me, eu não queria ferir seus sentimentos! ─ Você não feriu meus sentimentos... você só quis a minha e a sua felicidade... Eu a amo e hoje é o dia mais feliz da minha vida... Casaram-se. Sofia se transformou em uma ótima rainha, Josh se casou com que amava e Nicolas... Nem temos notícias dele! O casal teve muitos filhos e viveram felizes para sempre!!!

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Lorena

Era uma vez uma bela princesa chamada Alice. Ela adorava cuidar dos animais, pois tinha por eles a maior paixão.

Alice vivia em um castelo branco rodeado por uma

floresta encantada com seu pai, o rei Bernardo, e a mãe, a rainha Vanessa.. Ela

adorava aquele lugar, pois lá

existiam fadas, duendes, animaizinhos espetaculares e uma linda vegetação luxuriante. Certo dia, bem cedo, Alice resolveu ir até a floresta para ver o amanhecer. Chegando lá, foi surpreendida por dois caçadores, que tentaram obrigá-la a entrar em uma caverna. Alice já estava desesperada e sem fala, muito amedrontada, quando, de repente, apareceu um belo cavalo branco que derrubou os caçadores e salvou a princesa. Agradecida, Alice deu um beijo no pescoço do cavalo, subiu em seu lombo e puseram-se a galopar. Ficaram bastante cansados e pararam em um brilhante riacho. Como Alice adorava conversar com os animais, falou: ─ Você é um belo cavalo! O que ninguém sabia era que o cavalo era mágico, e sabia falar. Com um relincho, murmurou: ─ Obrigado! Alice ficou de cabelo em pé após ouvir o que o cavalo murmurou. Ela sabia que na floresta existiam fadas, mas não sabia que os animais também sabiam falar, assim perguntou: ─ Qual é o seu nome? ─ Rafael. ─ Respondeu o belo cavalo. Alice achou muito estranho, pois nenhum cavalo tem nome de gente. ─ Mas Rafael é nome de gente! ─ É uma longa história! ─ Como assim? ─ Há três anos atrás, eu fui transformado em cavalo pela mais malvada das bruxas, a Tessália. ─ Como este feitiço pode ser quebrado? ─ Ele somente poderá ser quebrado se uma princesa com um coração muito puro jogar em mim a poção do amor. ─ Isso deve ser uma tarefa muito difícil! ─ Disse a princesa com um sorriso no rosto. Mas logo viu que não era motivo para rir. No dia seguinte, Alice acordou em uma casa muito estranha, cheia de aranhas, ratos, baratas e bichos nojentos. Estava deitada em cima de uma cama 10


toda empoeirada. Levantou-se e foi direto a porta para tentar abri-la. Na terceira tentativa, se deu conta que estava trancada. Como chegara lá, não sabia, pois não se lembrava de nada, nadica de nada... De repente, Alice ouviu um barulho vindo do corredor. Ela ouviu alguém abrindo a porta do quarto. Muito assustada, apavorada mesmo,

escondeu-se

debaixo da cama. Era a bruxa Tessália que logo puxou Alice debaixo da cama: ─ Você pensa que pode me enganar?─ Disse Tessália, cheia de raiva. ─ Foi você quem transformou Rafael em um cavalo? ─ Perguntou Alice, curiosa. ─ Fui eu sim! ─ retrucou a Bruxa rabugenta. E do lado de fora daquela velha casa, Alice ouviu um relincho que já sabia de quem era. Novamente o belo cavalo Rafael vinha para salvá-la. Com um empurrão derrubou a porta: ─ Solte a princesa Alice! ─ Nunca! ─ Disse Tessália, agarrando Alice pelo braço e levando-a para um calabouço. Quando Alice entrou no calabouço, encontrou no chão um frasco que tinha o nome de poção do amor. Assim, no meio do confronto entre Tessália e Rafael, Alice jogou a poção na bruxa. No mesmo momento, a bruxa se transformou em uma coruja que saiu voando pela janela. Alice procurou por Rafael, mas em seu lugar encontrou um lindo homem, que imaginou logo que fosse o belo cavalo. ─ Rafael? É você? ─ Disse a princesa com os olhos arregalados. ─ Sou eu sim! ─ Pelo jeito, a princesa do coração puro era eu. ─ Sim, com certeza! Assim, voltaram juntos para o reino, onde Rafael foi coroado como príncipe. Casaram-se e tiveram duas lindas filhas. Finalmente, como em todos os contos de fadas... Viveram felizes para sempre!

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Eduardo e Ângelo

Era uma vez um homem que se chamava João e que estava em uma cidade desconhecida, passando por dificuldades. João andava pela cidade, procurando um hotel com vaga para que pudesse dormir. Já cansado pela procura insana, que não dava em nada, pensou tristemente que jamais poderia imaginar que naquela cidade não teria nenhuma vaga em nenhum hotel onde pudesse descansar da longa viagem que fizera. E, de repente, apareceu um velho dizendo-lhe que vendia feijões mágicos. Sem alternativa e sem nem mesmo o que fazer, João comprou. O velho, então lhe contou que estava indo para outro lugar para plantar os feijões, precisava de um lugar abandonado. Sem escolha, João acompanhou o homem pela cidade em busca do tal lugar abandonado. Nas cercanias da cidade, eles encontraram um grande terreno que parecia abandonado. Felizes, semearam os feijões. Uma explosão enorme encheu de fumaça todo o terreno. De repente apareceu um pé de feijão enorme! João, assustado, mas curioso, começou a escalar a árvore e, lá nas grimpas, viu um castelo nas nuvens que era descomunal e o dono dele que se chamava Ciclos . João entrou pela fechadura da porta que era gigantesca e levou um susto enorme ao

ver o gigante muito feio, dormindo. Ele tentou acordar o gigante,

sacudindo-o, pensando que o homem feio talvez pudesse ajudá-lo a encontrar uma vaga para seu descanso. O homem bufava e roncava e nem deu mostras de acordar tão cedo. Então, João puxou a língua dele, colocou pimenta nela e isto fez o gigante acordar furioso. João, que não tinha imaginado a fúria do gigante, escondeu-se atrás de um móvel e lá descobriu muitas moedas de ouro que certamente teriam sido roubadas na cidade. Ficou fascinado com tanto dinheiro e pensou que talvez, se levasse um pouco, poderia conseguir a vaga para dormir em um hotel, poderia subornar um dono de hotel, por exemplo. João colocou muitas, muitas moedas no bolso e tratou de fugir. Rapidamente, sem que o gigante o visse, desceu pelas ramas da árvore. Chegando no chão, cortou o pé de feijão e assim a possibilidade de voltar a se encontrar com o feio gigante estava exterminada. Porém, mesmo com tantas moedas, ele não conseguiu um lugar para descansar. Desolado, não encontrou outra solução que não fosse voltar para a sua cidade. 12


Lá, resolveu fazer uma festa e encontrar os amigos, que eram muitos. Os amigos adoraram e ele prometeu que faria outra festa no dia de seu aniversário. Passaram-se os meses e a data de seu aniversario estava bem próxima. João descobriu que suas moedas não daria uma festa fenomenal. Teve uma grande ideia: voltaria ao terreno baldio, naquela cidade sem hotéis. Lá chegando, jogou a semente de feijão no solo e esperou o pé crescer. Subiu por ele, entrou pela fechadura, como da outra vez. Encontrou Ciclos dormindo. Mas, não precisou fazer nada porque o gigante acordou e saiu atrás dele, furioso, pois já dera falta das moedas. João entrou no quarto, pegou a sacola de moedas, todas, todinhas, e por ser mais ágil, desceu correndo pelas ramas do pé de feijão. O gigante tentou descer também, mas as ramas eram frágeis, se arrebentaram e ele caiu morto, mortinho da silva. Ao chegar ao solo, João viu o homem que lhe ofereceu as sementes do feijão. Ele disse ser um mágico e que gostara do jeito de João. Ele disse-lhe que de alguma forma ele confiara em João, por isso ele deveria dar um bom destino às moedas. Agora João era um homem milionário. João voltou para a sua cidade e fez a festa que prometera aos amigos. Nessa festa ele conheceu uma linda moça por quem se apaixonou perdidamente. Eles se casaram. João, com a ajuda da linda criatura, comprou uma enorme casa e adotou cinquenta crianças que não tinham onde morar. O casal também teve dois filhos seus e viveram felizes para sempre.

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Erick e João Paulo

Era uma vez, um rei que tinha um amigo que se chamava

Darwlinghi,

mas

Darwlinghi estava com uma maldição

terrível,

ele

era

comandado por outra pessoa. Quem o comandava era um mago negro terrível, que se chamava Troier. Darwlinghi era um mago da paz muito forte, que foi derrotado e dominado pelo mal. O castelo de Troier era tão sinistro que até um príncipe muito corajoso temia entrar nele. Esse castelo não tinha nome. Troier tinha muitos animais de outras dimensões, tipo Pégasus, Ultra T, que era um animal muito esquisito que penetrava em algumas coisas, controlando-as. E ele também tinha muitos outros bichos estranhos. Mas um dia, apareceu um príncipe que se chamava Gogit, que tinha mais coragem que todos os outros príncipes e não temia o tal castelo. Ele foi para lá e enfrentou Troier. Gogit levou uma jaula cheia de animais para lutar com os animais de Troier. Gogit, com toda a sua força e a força de seus animais, ganhou do Pégasus e do Ultra T. Mas faltava um que era o mais o forte de todos os animais de qualquer dimensão, o glebsquistawer, um animal de ataque fatal e até ali, indestrutível... mas Gogit ganhou dele mesmo assim. Porém, a grande luta estava por vir... Gogit viera para enfrentar Troier. Pronto para enfrentar Troier, Gogit começou a luta terminal. Gogit deu um ultra soco com fogo no Troier e não aconteceu nada, daí Troier segurou o seu cajado e lançou um raio vermelho e destruidor em Gogit. Isso foi o suficiente para deixar Gogit ferido e detonado, mas não morto. Ele não desistiu e mandou um raio amarelo com mega fogo em Troier que morreu, finalmente.

Depois,

Gogit

comemorou

sua

vitória.

Todavia, antes que pudesse se regozijar, o imponderável aconteceu: Troier levantou-se da morte e pegou as almas dos animais dele e ficou muito mais forte do que antes e continuou a luta sem Gogit saber o que fazer. Gogit era muito forte e sabia que não abandonaria a luta por nada, dessa forma, ficou

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desviando-se dos golpes e cansando Troier. Num determinado momento, Troier, não suportando o cansaço, desistiu da luta. Gogit se preparou para, finalmente, matar Troier. Nesse momento, apareceu Darwlinghi e impediu que o desfecho acontecesse. Troier não podia ser morto, pois segundo Darwlinghi, era ele quem o comandava e se um morresse, o outro não se salvaria. Gogit invocou as forças do bem e

outro mago, muito forte, chamado

Hawer, que não tinha maldição nenhuma, ajudou Gogit a vencer Darwlinghi e Troier. A luta foi dura, mas somente Troier levou a pior e foi morto impiedosamente. Depois, juntos, Gogit e o outro mago, mandaram uma grande esfera de energia e conseguiram tirar a maldição de Darwlinghi. Terminado o episódio, foram ao castelo para avisar para o rei que todos estavam bem, que o mal tinha acabado e que a maldição de Darwlinghi também. E viveram no castelo , atentos a qualquer perigo que aparecesse para derrotá-los, felizes para sempre!

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Felipe e Wellington

Era uma vez uma princesa chamada Alice. Ela vivia em um mundo encantado, chamado reino da paz.. Existia um reino ao lado, chamado reino da maldade onde somente faziam maldades com tudo e com todos. Um dia, a princesa resolveu dar um passeio pela floresta. Chegando lá, ela achou a floresta muito calma e pediu que um de seus soldados descesse e olhasse tudo por ali. Ele, obediente, olhou tudo muito bem, mas não encontrou nada . Todavia, na hora em que eles iam entrar na carruagem, cinco flechas os acertaram.

Todos

caíram

no

chão

e

a

princesa

começou

a

gritar

desesperadamente. Ela saiu correndo desorientada e, por acidente, entrou no reino da maldade. Os guardas do reino a prenderam e não acreditaram nela, pois ela estava descabelada, suja, sem seus guardas. Foi levada à prisão, como intrusa, sem direito a reclamar de nada e nem de pedir ajuda. Lá ela passou um longo tempo. Certo dia, um rapaz de capuz preto chamado Jorge que conhecia a princesa apareceu como num passe de mágica. Alice também o conhecia e pediu, desconsolada que ele a ajudasse e a tirasse da prisão. Ele respondeu que a ajudaria, mas, depois, ela teria que recompensá-lo ao que ela respondeu alegremente que sim, ela o recompensaria. Tramaram um plano mirabolante e, finalmente, chegou o dia de ela ser retirada da prisão. O plano foi executado com perfeição e Alice se viu fora daquele lugar sombrio, sujo e feio. Os guardas ficaram procurando-a pela cidade inteira, muito furiosos, mas ela estava num esconderijo embaixo de um tapete. Quando a busca serenou, Alice saiu do esconderijo. Com as dificuldades inerentes a todos que empreendem uma fuga, ela finalmente conseguiu chegar ao palácio. Surpresa! No castelo já tinha uma menina chamada Débora de Castro que se fazia de princesa e não permitiu que Alice retomasse seu lugar. Elas começaram a brigar, mas Alice se recusou a sair do reino. Dias depois, Débora deu uma mega festa no castelo. Alice, mesmo sem convite, foi. Então, durante a festa a princesa Alice fez Débora passar uma

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mega vergonha, dizendo a certa altura que a megera era uma impostora e havia surrupiado o seu castelo e o seu reino. Envergonhada, ela foi embora para o reino da maldade. E lá ela falou com um pessoal estranho, sem eira nem beira, e eles combinaram fazerem guerra contra o reino da paz . No dia marcado, eles foram para o reino de Alice, que assim como seus guardas, estavam despreparados e foram pegos de surpresa absoluta. Eles chegaram jogando bolas de fogo, pedras de vulcão incandescente e toda sorte de artefatos violentos. Alice chamou os guardas que chegaram rapidinho e começou a guerra. Enquanto os guardas guerreavam, a malvada Débora e a princesa Alice também brigavam e trocavam altos desaforos. Os guardas de Alice eram mais bem treinados e, apesar da surpresa, conseguiram levar a melhor. Débora e seus capangas foram varridos para fora do reino do bem e se comprometeram a nunca mais colocarem os pés ali. O reino ficou todo destruído, mas certamente esse não era mais um problema. Com o tempo seria reconstruído e organizado. Alice logo conheceu um príncipe maravilhoso com que se casou, teve três filhinhos lindos e viveram felizes para sempre.

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Jalles

Era uma vez uma princesa chamada Jane que morava em um castelo muito grande e sombrio. Ela morava sozinha e vivia perdida entre tantos quartos, salas e varandas. Um dia, Dick, um rapaz que morava no reino, estava passando pelo castelo da princesa e ouviu um grito de socorro. Prestou atenção. floresta a tinha

O dragão da

atacado e ela estava em maus

lençóis. Dick saiu correndo atrás de ajuda, mas ninguém lhe deu confiança. Voltou ao castelo, entrou medrosamente, foi à cozinha, pegou tampas de panela como escudo e um garfo de churrasco como espada. Entrou na sala onde estava a princesa e o dragão. Viu que a situação não era boa pois ele estava sendo asfixiada por ele. Protegeu-se com a tampa e com a espada improvisada deu uma estocada violenta nas costa do dragão. Ele soltou um rugido medonho e também soltou a princesa que caiu desfalecida. Dick se animou, deu outra estocada no bicho feio que saiu correndo para a floresta. Mas, o bichão estava chorando e Dick percebeu que não era somente pela dor. Com seu coração de manteiga, foi atrás do dragão e perguntou a ele o que acontecera. Pediu-lhe desculpas pela agressão, mas só fizera aquilo porque ele estava atacando a linda e indefesa princesinha. O dragão, com voz chorosa, explicou que não tinha intenção de machucar ninguém, mas seus filhinhos estavam famintos e ele só queria comida para dar a eles. Dick ficou condoído com a situação. Voltou para o castelo e falou para Jane que o dragão somente queria comida para os filhotinhos. Jane, então, providenciou cestas e mais cestas de alimentos e mandou para o dragão que agradecido passou a tomar conta do castelo. Os dias se passaram e Jane, aos poucos, foi percebendo que sentia falta de Dick, que se ele demorava a aparecer dava-lhe saudades. Descobriu, assim, que estava amando aquele homem bom de coração tão grandioso que poderia fazê-la feliz. Um dia, ela se declarou para Dick que emocionado também disse estar amando-a. Numa festa fenomenal, com todo o reino convidado, aconteceu o casamento. Foi um dia maravilhoso que ficou marcado para sempre na vida dos noivos e na vida do reino. Eles tiveram muitos filhos e viveram felizes para sempre.

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João Lucas e Henrique

Era uma vez dois garotos que eram vizinhos,

brincavam

sempre

juntos

e

se

tornaram os melhores amigos. Um se chamava João Lucas e o outro Henrique. Um dia, um deles viajou para Rio de Janeiro e o outro para São Paulo. Lá ficaram muito tempo sem se comunicarem. Até que um belo dia, Henrique conheceu Igor, que se tornou seu grande amigo. Tempos se passaram e João Lucas voltou à sua cidade. Sentiu-se muito sozinho, pensava sempre em Henrique e não agüentando mais de saudades, pediu para seu pai que contatasse o amigo. Seu pai, prontamente, deu-lhe a idéia de ligar para Henrique... Mas, ele não o atendeu porque estava com seu outro amigo. JoãoLucas ficou inconsolável. Dias depois, Henrique chegou à sua cidade para visitar os parentes e levou seu amigo para conhecer seus pais. João Lucas ficou sabendo da chegada de Henrique e se animou todo, pois veria seu melhor amigo, finalmente. Assim, entusiasmado, foi até a rua em que Henrique morava e o viu com seu amigo Igor. Ele ficou muito enciumado. Henrique foi brincar com Igor, e mesmo vendo João Lucas, nem ligou para ele. Percebendo certa situação embaraçosa, perguntou a João Lucas se queria brincar com eles. João Lucas respondeu que não. Muito triste,foi para sua casa, chorando porque perdera seu melhor amigo. Chegando a seu quarto rasgou todas suas fotos com Henrique. Henrique, sem saber de nada e não se importando mesmo, ficou brincando com Igor até o final do dia, quando foram dormir. No outro dia, Henrique foi até a casa de João Lucas chamá-lo para brincar em sua casa com ele e Igor. João Lucas, de novo chateado, disse não. Henrique percebeu que João Lucas estava com ciúmes de Igor. Igor e Henrique brincaram até o final do dia. Na hora do jantar, a mãe perguntou ao filho por que ele se distanciara de João Lucas. Henrique respondeu que havia um mal entendido. Na verdade, fora João Lucas que se distanciara dele porque estava com ciúmes de Igor. A mãe, pacientemente, fez o garoto ver que uma amizade é algo grandioso e que deve ser mantida para sempre. Amigos devem ser feitos, guardados e os outros que vierem, devem ser agregados aos que já se tem.

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Diante do que ouviu, o garoto percebeu que gostava muito de João Lucas, que ele fora seu melhor amigo até bem pouco tempo atrás e que valia a pena reaver essa amizade. Henrique foi à casa de João Lucas. Conversaram e disseram tudo que pretendiam um ao outro. Henrique disse que gostava muito dele e que Igor era só mais um amigo, que ele gostaria de ficar com os dois, pois ambos eram muito importantes na vida dele. João

Lucas

entendeu.

Pediu

desculpas pela sua imaturidade e deram um longo abraço que selou a amizade deles para sempre.

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João Pedro

Era

uma

vez

uma

menina que se chamava Luana e que estava muito desiludida com a vida. Luana

tinha

um

namorado cruel que só a fazia sofrer e chorar todos os dias... Com

ele,

não

tinha

alegria

nenhuma, pois ele era um grosso e a tratava muito mal. A garota era muito estudiosa, alto astral e tinha uma beleza que cativava todas as pessoas... Era uma princesa moderna. Assim que terminou o colegial, decidiu entrar na faculdade e, com garra, fazer o curso de direito. Logo passou no vestibular, pois era muito inteligente. A faculdade foi uma bênção na vida sem graça felizmente, ela conheceu

uma garota super legal, a Márcia, e

de Luana. Lá, ficaram muito

amigas, inseparáveis. Na terceira semana, depois da aula, as duas saíram para tomar um sorvete e Luana ficou conhecendo o primo de Márcia na sorveteria. Apresentados, Luana, na hora, não viu interesse nenhum nele, mesmo porque ela ainda namorava o tal rapaz. O tempo foi passando, e ao conhecer melhor o primo de Márcia, Tobias, mais se apegava a ele. A amizade com ele lhe trazia segurança e bons momentos. Com ele, ela conversava todos os dias, ele lhe dava conselhos, dicas de matérias e falavam sobre tudo... Era uma delícia. Um dia, saindo da faculdade para assistir a um jogo em um bar, Tobias disse que estava apaixonado por ela. Todavia, havia complicadores: o namorado de Luana e também a namorada de Tobias. Porém, ele falou que não conseguia mais parar de pensar nela e mais aqueles papos de garotos quando estão a fim. Na hora, Luana nem ligou, mas ponderou que não podiam ficar,uma vez que estariam sendo desleais com seus respectivos namorados. Ele disse que só queria que ela soubesse, mais nada. Assistiram ao jogo, conversaram com outros colegas, e mais tarde foram embora. Cavalheiro, Tobias se ofereceu para deixar Luana em sua casa. Embora

não tenha demonstrado nada , Luana ficou bastante

balançada, até porque o seu namorado continuava sendo um homem grosseiro, sem educação e fineza. Luana pensou bastante no fato, mas logo tudo sumiu de sua cabeça, outros pensamentos importantes e invasores

passaram a ocupar-lhe a mente.

Na semana seguinte combinaram um cinema. Iria uma galera e o namorado de Luana estava viajando. Tobias levou a namorada. Aquele dia foi

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horrível para a garota. Ela ficou muito mal e ele também... Ficou numa situação super chata em que ninguém sabia bem o que fazer, o que dizer, para onde olhar. Segunda-feira, na faculdade, Tobias pediu desculpas por ter levado a garota, mas também falou que sentiu a pressão e que seu coração era dela, como já havia dito anteriormente. Então, satisfeito, ele disse, ainda, que terminara o namoro com a namorada e que esperava que ela fizesse o mesmo para, enfim, ficarem juntos e darem vazão ao amor que sentiam e que não podia esperar mais. Luana ficou muito feliz por ele ter dito aquilo, mas ao mesmo tempo muito confusa. Luana pensou bastante. Resolveu terminar seu namoro de dois anos porque não sentia pelo namorado nem um fiozinho do amor que sentia por Tobias. Agiu completamente pela emoção, mas uma emoção que tomava conta de si, pois ela estava completamente cega e apaixonada por aquele garoto tão maravilhoso. Passaram- se alguns dias... Luana e Tobias, numa conversa definitiva, se acertaram e passaram a namorar. A vida passou a sorrir para a garota, pois agora ela tinha um namorado que a amava, a respeitava e fazia seus dias terem um colorido diferente. Esperaram terminar o curso, tornaram-se excelentes profissionais, cheios de sucesso. Hoje, Luana é muito feliz e diz a todos que finalmente encontrou a sua alma gêmea.

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Thaynara e Júlia

Era uma vez um monstro que vivia em um porão de um castelo. Todos o achavam feio e assustador.

Ninguém

andava

lá,

por

achavam

pois

que

sequestrava

quem

ele ali

passava. O mostro adorava balé. Assistia a vídeos e adorava as bailarinas. Certa noite, o mostro esperou que todos do castelo

dormissem

e

pôs-se a dançar sem que ninguém o ouvisse. O rei, sem saber de nada, de repente acordou muito assustado com um barulho amedrontador que além de tudo fazia o castelo balançar. Pensou que fosse um terremoto, prestou atenção e viu que não. Desorientado, chamou a policia. A polícia se recusou a ir ao castelo, pois todos temiam aquelas redondezas. Todas as pessoas já estavam ficando apavoradas até que o filho do rei, Charles, resolveu ir ao porão. Quando o príncipe lá chegou,

encontrou um

monstro dançando e com muito medo perguntou: ─ O que o terrível monstro faz aqui em meu porão? O monstro, observando, respondeu, sem pressa: ─ Fico aqui dançando, pois todos me odeiam e me desprezam. Sou muito solitário e por isso vivo sozinho. O príncipe saiu do porão avisando a todos que o monstro não assustava ninguém, mas ninguém acreditou. Charles resolveu levar o monstro até seu pai, sem que ninguém o visse, porque se condoeu com a solidão dele. Ao entrar no quarto do pai, sem avisar, desavisado, o rei se assustou muito e gritou por socorro, mas ninguém o ouviu. Nesse momento, o monstro pôs-se a dançar alegremente para o rei. Perdendo o medo, o rei acreditou que o monstro fosse de bom coração e preparou um show para todos o vissem. Chegou o grande dia: o monstro se apresentaria. Mas ninguém contava com o desfecho. Ao verem o monstro estranho, todos do reino saíram correndo desesperados. . Charles, desapontado, pensou que precisava encontrar uma

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maneira de mostrar que o monstro tinha bom coração, apesar da aparência tão feia e desajeitada. Tentam de muitas maneiras, mas ninguém prestou atenção. Então Charles teve a uma ótima ideia: fantasiar o monstro e o fazê-lo dançar no meio da vila. Tudo ia dando certo, o monstro dançava alegremente, todos o observavam e o aplaudiam. Porém, de repente, um grande vento soprou e levou as roupas do infeliz. Os habitantes, de olhos arregalados, não acreditaram no que viram. É o monstro mesmo? Sim! É ele mesmo!!! O monstro saiu em todas as manchetes dos jornais, em todas as estações de rádios, em todas as televisões. O monstro ficou famoso! Certo dia, um diretor de uma escola de dança bateu na porta do castelo, dizendo: ─ Por favor, quero falar com o senhor monstro dançarino ─ disse o diretor. Ele entrou no castelo, foi até o porão e bateu na porta. ─ Quem é? ─ perguntou o monstro. ─ É o diretor de uma escola de dança em Paris! ─ falou ele. Quando o monstro abriu a porta, o diretor faz a proposta, desesperado: ─ Senhor Monstro Dançarino, você quer fazer parte da escola de dança em Paris? O mostro pensou, pensou e logo respondeu que não sabia, pois amava as pessoas do reino assim como aquele lugar , também. Todavia, sabia que era uma grande proposta. Ele poderia ficar famoso, mas precisava de uma semana para pensar. Os dias foram passando e nada do monstro decidir. Era uma decisão que modificaria sua vida para sempre e por isso era tão difícil..Era um tremendo dilema e o monstro só colocando na balança os prós e os contras... Era tão feliz ali com seus amigos que, finalmente, haviam aceitado sua feiúra... No último dia, o diretor de Paris chegou e logo perguntou: ─ E aí? Já decidiu sobre a minha super proposta? ─ falou o diretor, na expectativa. ─ Sim, decidi que... que... Vou ficar! Porque eu amo tudo e todos aqui e não quero ficar longe deles. .Assim o monstro e seus amigos viveram felizes para sempre.

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Gabriel e Matheus Costa

Era uma vez uma princesa chamada Vanessa. Ela teve a infeliz sorte de ser presa pelo feiticeiro Ariel, um homem malvado, cheio de rancor e que aterrorizava o reino. Muitos cavalheiros tentaram tirála de lá, mas nenhum conseguiu! E como tentaram!!! Mas, um dia, um valente cavalheiro, chamado Diego, preparou-se e foi até a masmorra, tentar salvá-la. Ele enfrentou os leões que protegiam o castelo, venceu-os porque era muito forte e corajoso e, finalmente, conseguiu entrar no castelo sombrio e amedrontador. Ele olhou para todos os lados e viu muitas armadilhas, muitas portas e muitas torres. Enfrentando o medo, tentou abrir todas as portas, subiu e desceu todas as torres menos uma que lhe pareceu inalcançável. Muito cansado, viu a torre e começou a subi-la. A façanha parecia uma ação que não teria sucesso, mas foi, devagar e sempre. Quando chegou ao final da escada tortuosa por que passou, abriu a porta e viu a linda princesa deitada na cama. Aproximou-se dela devagarzinho, ela dormia profundamente. Diogo observou-a e achou-a belíssima... Tomado de uma emoção bem forte, beijou-a! Ela acordou, viu o grande cavalheiro, levantou-se e disse: ─ Olá! Eu sou a princesa Vanessa e ... Ela desmaiou, caindo no chão! O rapaz ajudou-a a se levantar. Mas... Surpresa! Quando a princesa se levantou, transformou-se em um enorme dragão de Comodo, que tem um grande poder de matar as pessoas com uma única mordida! O dragão o atacou! Só que a princesa não sabia que Diego era feiticeiro e a transformou em poeira! Diego foi embora bastante triste porque a princesa era falsa e ele a achara tão linda que sentia que tinha se apaixonado por ela. Sozinho, na cidade, encontrou uma mulher chamada Stefany. Eles conversaram muito tempo, viraram grandes amigos, viveram muitas aventuras juntos. Pouco tempo depois, eles começaram a namorar! Dois anos se passaram e eles se casaram. Tiveram dois filhos, um chamado Carlos e outra chamada Viviane! Tiveram muitas brigas ao longo do tempo e se separaram! Abalado foi até o castelo de Vanessa, para ver o que tinha acontecido com o castelo depois de ter ido embora naquele dia longínquo e malfadado!

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Ficou sabendo que Vanessa podia se incorporar em outras pessoas e também soube que ela tinha se incorporado no corpo de sua ex-mulher, Stefany, pois sabia que Diego a procuraria.! Saiu correndo para a casa dela! Estava apavorado. Algo lhe dizia que uma coisa muito ruim poderia acontecer. Chegando à casa de Stefany, viu-a procurando

seus

filhos para matá-los e comê-los. Apavorado, cheio de

uma

coragem não se sabe vinda de onde, disse-lhe: ─ Fique quieta, se não a matarei impiedosamente, agora!

-

E ela respondeu: ─ Faça isso, mas eu posso me incorporar em você ou até em seus filhos! Ele não teve medo e pensou que a única maneira de resolver a questão era realmente acabar com tudo naquela hora. Pegou um pedaço de pau e bateu forte na cabeça da megera, matando-a. No mesmo instante, sentiu uma enorme dor no estômago! Era Vanessa, cumprindo o que dissera! Passando bem mal, Diego foi em busca de um mago que fez um feitiço para livrá-lo de Vanessa. Ele tomou uma poção que destruiria tudo que estava dentro dele. Mas, ele não suportou a violência da beberagem e morreu. Vanessa também morreu varrida pelo líquido forte e poderoso. Stefany se curou e passou a ser a melhor mãe do mundo para o filho, Carlos, que se tornou valente como o pai e a filha, Viviane, linda como a mãe. Viveram felizes para sempre!!!

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Matheus e Mikael

Era

uma vez

uma terra em que cavaleiros e dragões eram amigos. Até que um dia, chegou um homem e começou a lutar com os dragões e o pacto de boa convivência foi quebrado. Daí em diante, começou a guerra entre cavaleiros e dragões. E, depois de muitas contendas e lutas ferrenhas, os dragões sumiram da terra. Mas, um ovo de dragão ficou escondido numa caverna, por anos e anos. Um dia, um jovem, andando pela caverna desabitada, encontrou um enorme ovo pulsante, parecendo ter vida. Tocou-o com reverência e o ovo começou a se mexer estrepitosamente. De repente, ele se abriu e dele saltou um dragão com cara de poucos amigos. Parecia furioso e maligno. O filhote de dragão mordeu na mão dele e logo apareceu uma marca muito estranha que ficou ardendo por muito tempo. O jovem levou o filhote para casa e passou a cuidar dele no celeiro de sua fazenda. O jovem, que se chamava Gabriel, tinha uma relação de amizade com o dragão, era quase como se ele fosse seu bicho de estimação. Um dia, ele o tirou de casa e colocou-o no campo para que aprendesse a voar. Tanto fez, que certa hora, o dragão voou. O filhote crescia a olhos vistos, forte e de cara feia. Era uma fêmea e recebeu o nome de Safira. Passaram-se os meses. Um dia, Gabriel percebeu que a marca deixada pelo filhote em sua mão estava brilhando e tinha uma forma estranha, mais escura. Não se sabe o motivo, ele percebeu que estava com problemas. Foi correndo a sua casa e descobriu que seu pai estava morto, que fora morto por estranhos monstros. Infelizmente, ele ficou com tanta raiva, mas tanta que começou a quebrar tudo em sua casa. Depois de alguns dias ele conheceu um homem estranho, mas bom de luta que tinha dois cavalos e o Gabriel começou a conversar com o homem estranho. ─ Como você se chama? ─ Maykon. E o seu? 27


─ Meu nome é Gabriel. ─ responde o jovem tranquilamente. O homem, então, lhe disse que não estava ali por acaso. Ele fora um dos causadores da morte do pai de Gabriel e que fizera isso para chamar a atenção do jovem. Disse-lhe, ainda, que suspeitava que o rapaz tivesse algo que lhe pertencia. ─ Agora chega de brincadeira, vamos falar a sério. Onde está o seu dragão, Gabriel? ─ falou o homem, sem rodeios. ─ Como você sabe que eu tenho um dragão? ─ perguntou o jovem surpreso. ─ Você não entenderia. Mas, preciso ver o seu dragão. O filhote, agora não mais tão filhote assim, chegou e ficou do lado de Gabriel. Ali, percebia-se claramente que havia amizade e amor entre o bicho e seu dono. Maykon começou a examinar Safira, que estava muito incomodada. Ela logo começou a mostrar os dentes para o invasor que não se importou e continuou a olhar tudo. ─ Ela consegue soltar fogo? ─ inquiriu Maykon. ─ Não! Ela é muito jovem. ─ respondeu Gabriel, já querendo que o outro fosse embora. De repente, Maykon achou uma marca mais forte na pele do dragão e disse a Gabriel que Safira era dele, que o ovo estava sendo guardado com carinho por anos e que ele o roubara. Agora, ele não tinha dúvidas de que Safira era mesmo dele porque aquela marca na pele a tornava idêntica à mãe que fora dele há séculos atrás. Inexplicavelmente, como que entendendo tudo que estava sendo dito, Safira, mesmo tão jovem, expeliu labaredas de fogo radioativo que transformam Maykon em cinzas imediatamente. Safira se virou para Gabriel e lhe lançou um olhar que dizia claramente que ele sim era seu dono. E eles viveram felizes para sempre.

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Milena e Beatriz

Era uma vez uma linda princesa chamada Mirely que vivia muito feliz com sua família. Eles eram muito ricos e viviam num lindo castelo cheio de jardins, flores encantadoras e animais exóticos. Um belo dia, a princesa Mirely foi a seu jardim real para passear

e

colher

flores

para

enfeitar seu quarto. Era primavera. Lá, ela encontrou uma bruxa que falou a ela que a seguisse para um lugar muito escuro do reino. A princesa ficou muito assustada e amedrontada com a feiúra da bruxa, mas logo disse: ─ Não, eu não posso acompanhá-la, pois não a conheço! A bruxa não gostou nada da resposta da princesa e retrucou que não estava pedindo, mas sim mandando que Mirely a seguisse. A garota não se deu por vencida. Repentinamente, correu para fugir daquele ser tão desagradável. Não teve sorte... Logo tropeçou e caiu ao chão. A malvada bruxa aproveitou a situação para alcançá-la. A princesa, porém, era ágil, como todos os jovens cheios de energia, levantou-se rapidamente, e saiu correndo em direção ao seu reino. Chegou ofegante e cansada, mas salva. A mãe, ao vê-la perguntou-lhe: ─ Por que a demora em voltar do jardim? Sabe que fico preocupada! Ela respondeu, assustada e soluçando: ─ Mãe, uma bruxa horrível estava correndo atrás de mim. A mãe desconfiada com a resposta de sua filha, retrucou: ─ Filha! Não acredito em você! Acho que mais uma vez, você se atrasou porque estava de papo com o Príncipe Toddy, aquele burro e pobre rapaz! A partir de hoje, você somente sairá desse palácio se estiver acompanhada por muitos soldados. Não adianta reclamar, viu! Toddy, o príncipe, não era rico, mas isso não é defeito. Ele era bom, tinha um coração grandioso e só fazia o bem para as pessoas ao seu redor. No fundo da floresta, a bruxa queria por que queria Mirely. Procurou-a e descobriu que agora ela andava escoltada por séqüitos de soldados e, portanto, seria difícil levá-la para onde queria. A malvada viu o príncipe nas cercanias do castelo e o levou a um lugar muito longe e escuro do reino.

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Logo, ao chegar, a bruxa falou para que dissesse tudo que sabia sobre a Mirely , e ele se recusou a falar sobre ela. A bruxa, indignada, retrucou que ele deveria falar, pois corria o risco de nunca mais vê-la por ali. Ela acabaria com a jovem garota. O príncipe continuou calado, sem dizer nada e desafiou a bruxa a tomar uma atitude. Aí percebeu que a maligna nem tinha poderes como todos pensavam. Ela era sim uma mulher amargurada que queria fazer algo de ruim para a sua Mirely somente por inveja. E ao entender que ele sabia de sua trama terrível, logo disse: ─ Agora, você sabe que eu não sou uma bruxa, sou sim uma pessoa que vai pegar sua bela princesa e destruí-la para sempre. No reino, a princesa estava atrás de seu querido príncipe, assustada com a sua demora e a falta de noticias sem saber que ele, de alguma forma, tentava acabar com a maldosa mulher para salvá-la. A princesa profundamente preocupada, não aguentando mais a angústia, falou para sua mãe: ─ Mãe, estou preocupada com o príncipe Toddy. Sei que você não gosta dele, mas algo me diz que uma coisa ruim está acontecendo. Você precisa me ajudar a encontrá-lo. Por favor, me ajude! A rainha era dura, inflexível, mas era mãe e, como todas as mães, não queria ver sua filha sofrer. Meio a contragosto, não querendo que a filhinha se angustiasse mais, resolveu ajudar a princesinha. O primeiro lugar onde passaram foi ao reino do rei Bismark, pai de Toddy. Ao chegar ao reino, a princesa saiu do carro correndo até a porta do castelo e perguntou para o rei: ─ Rei, você sabe onde está seu filho ? O rei respondeu assustado: ─ Como pude me esquecer de meu filho! Faz dois dias que não o vejo! Como pude me esquecer assim do rapaz? O rei se juntou à comitiva da rainha e da princesa e partiram para a floresta mais próxima. Logo encontraram a bruxa e o príncipe que já estava amarrado, pois fora dominado pela mulher má. O rei e os soldados, sem piedade, pegaram a mulher. Amarram-na e colocaram-na num carro. Certamente ali ficava a última maldade dela que foi levada presa e está até hoje nas masmorras do castelo. A rainha, não teve outro jeito, agradeceu ao príncipe pela tentativa de salvar sua linda garotinha. Reconheceu que eles se gostavam efetivamente e deu permissão para que namorassem. Depois de meses namorando, os príncipes decidiram se casar em um dia de Natal. Após o casamento, foram morar sozinhos em seu castelo real. Tiveram muitos filhinhos e viveram felizes para sempre. 30


Nathaly e Ana Carolina

Era

uma

vez uma fazenda muito

louca.

Nesta

fazenda

tinha

um

porco

muito resmungão, uma

vaca

cantava,

que uma

galinha que vivia no chiqueiro, um galo

que

fazia

mágicas,

um

cachorro

que

pensava que era rato e muitas maluquices mais. Todas as manhãs, o fazendeiro acordava bem cedo e saía de sua fazenda para comprar comida para seus animais. Enquanto isso, eles faziam uma festa para comemorar o dia internacional dos animais, que parecia ser todo dia. Eles cantavam, dançavam, bebiam, comiam... Um dia, quando o fazendeiro voltou das compras, o galo mágico fez uma grande magia para desaparecer tudo. Enquanto a mágica estava sendo feita, a mulher do fazendeiro ligou para o seu esposo, mas quem atendeu o telefone foi a vaca: ─ Olá! Como você está? Ela percebeu que a voz não era de seu esposo e perguntou: ─ Quem está falando? ─ Ora! Eu sou a vaca Mu. Primeiro ela ficou desconcertada, mas depois achou bem diferente conversar com uma vaca e o papo durou horas e horas. Mais tarde, a esposa contou ao fazendeiro que não acreditou muito. Achou que a esposa estava ficando maluca... Onde já se viu vaca falando? Passou a observar, mesmo desconfiado. Até que um dia, quando o porco resmungão estava conversado com o galo mágico, o fazendeiro descobriu que seus animais falavam. A partir daí, toda vez que levava comida para seus animais, ele falava, gentilmente, bom dia.

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Os dias foram passando, e o fazendeiro já estava acostumado àquela confusão que era sua fazenda. A galinha chocou muitos ovos de onde nasceram vários pintinhos. E todos os seus animais reproduziram. O cachorro, que pensava que era rato, morreu de velhice. O fazendeiro ficou tão triste que rapidinho comprou outro para deixar a fazenda mais animada. Os anos foram passando e a maluquice da fazenda era cada vez maior. Depois de muito tempo, o fazendeiro foi envelhecendo e um dia resolveu vender a fazenda. Não podia mais cuidar de seus loucos animais. Os animais ficaram sabendo e puseram-se a chorar. A fazenda sem seu bom dono não seria mais a mesma. Resolveram fazer uma festa de despedida e, com o coração partido, ensaiaram os números que apresentariam. Na noite da grande festa, que era surpresa para o fazendeiro, a vaca Mu cantou uma canção para comemorar os bons momentos que passaram ali juntos. O fazendeiro ficou tão fascinado pela música que chorou de alegria, nunca tinha ouvido uma música tão linda e tão tocante. Ele desistiu, naquele momento! Não abandonaria a fazenda jamais! Seus animais eram o máximo e ele era muito feliz naquele lugar. Ele ficou e eles viveram juntos e felizes para sempre!

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Pedro e Lucas

Era uma vez uma mulher que era muito linda. Seu nome era Bela e ela morava num castelo grande, em cima de uma verde colina. Seu pai, o rei, era casado com uma bruxa que era feia e má, cheia de inveja e ruindade. O rei, desgostoso, deixou de gostar da esposa, pois a sua maldade era algo arrepiante. Um dia, a bruxa descobriu que seu marido não gostava mais dela. Mas, também descobriu que ele era fascinado pela filha, a Bela. A malvada, irritada, mandou um feitiço para Bela, para que ela ficasse feia e má que nem ela. O pai, ao saber do fato, falou que era para a víbora tirar o feitiço dela. Mas, a bruxa falou que só tiraria o feitiço se ele gostasse dela de novo. O rei respondeu que não. A bruxa, revoltada, fez um feitiço também para o rei, que não pegou, pois o rei era um homem demais. Ela ficou muito brava e trancou o seu marido no porão junto com Bela. Ali, eles encontraram um buraco que era um esconderijo secreto. O rei e Bela fugiram. A bruxa pressentiu que suas maldades corriam perigo e foi ao porão ver como estavam o rei e a filha. Não os encontrando, ficou furiosa e mandou que seus soldados fossem procurá-los. Eles não foram encontrados e a megera fez um feitiço para que fossem encontrados. Depois de pensar um pouco, visualizou-os dentro da antiga casa do rei e mandou buscá-los vivos ou mortos. Eles já haviam saído da casa. A malvada matou todos os soldados e prometeu que, sozinha, procuraria o rei e Bela. Neste ínterim, o rei e Bela se encontravam no reino vizinho, do príncipe Enrico, que era apaixonado por Bela. Enrico prometeu ajudar os dois. Convocou seus soldados e mandou que eles trouxessem a bruxa e, se ela resistisse, podiam matá-la. Assim foi feito. Os soldados encontraram a abominável e ela foi pega de surpresa sem poder desferir nenhum feitiço contra eles. Foi levada ao reino de Enrico onde foi queimada na floresta negra. Bela e seu pai voltaram tranqüilos ao castelo. Passaram-se os meses e Bela e Enrico começaram a namorar. Casaram-se dois anos depois em uma festa que até hoje é lembrada pelos súditos. Neste casamento, o rei, também, conheceu uma linda mulher com quem veio a se casar. Viveram, assim, felizes para sempre.

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Stefani e Maria Clara

Era uma vez uma garota muito pobre que se chamava Marly. Seu maior sonho era se casar e ter muitos filhos, mas isso era possível porque ela não poderia darlhes sustento, escola e uma casa boa. Certo dia, estava lavando a roupa de sua patroa má, em um rio, quando uma blusa caiu no chão. Preocupada, pois a blusa poderia ter sido rasgada por uma pedra, foi pegá-la, cuidadosamente, quando percebeu que havia um sapo, que, pasmem... conversava. Marly levou um baita susto, mas o sapo lhe disse que não precisava temê-lo, pois ele era um mágico. Ela ficou encantada e levou-o para sua casa. Lá eles conviviam, brincavam muito e se divertiam. Um dia, ela criou coragem e perguntou a ele se poderia lhe dar um pouco de dinheiro, pois era muito pobre, e ele respondeu: ─ É claro que eu posso dar-lhe algum dinheiro... se você cuidar de mim! ─ Claro que eu cuido de você... mas, por que está me perguntando isso? ─ Porque daqui para frente terá muitas surpresas. A partir daí, os dias de Marly ficaram mais felizes porque o sapo todo dia lhe dava um presente. Emocionada, ela dizia que eram os melhores dias da sua vida. Mas, coitado do sapo, para ele era muito difícil, cada vez mais, esconder que era um príncipe. Um dia, ela pediu ao sapo que lhe arrumasse um emprego melhor e ele, com os poderes da sua mágica, deu-lhe um trabalho melhor, sem saber que a gerente do local era sua patroa má. Marly foi para seu trabalho muito contente, porém, assim que chegou deu de cara com a sua antiga patroa. Contrariada, Marly perguntou: ─ O que você faz aqui? ─ Sou gerente do local. E você? O que está fazendo aqui? ─ Sou a nova funcionária! ─ Então porque não vai começar a trabalhar? Ou você prefere ser demitida? ─ perguntou Lola enfurecida. ─ Já vou trabalhar, mas onde é o meu lugar? ─ perguntou Marly. ─ Em lugar nenhum, pois você já está demitida. ─ Mas... eu quero trabalhar aqui, só preciso que me diga o que fazer. ─ Acontece que sou eu quem manda e não quero mais vê-la aqui. Vá embora! ─ gritou enlouquecida.

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Marly voltou para casa muito triste por ter perdido o seu emprego logo no primeiro dia de trabalho. Contou todo o acontecido para seu amigo. Ele entristeceu-se e tentou animá-la, perguntando-lhe se ela queria um outro trabalho. Entusiasmada, Marly prontamente aceitou a sua oferta. O sapo fez outro feitiço e não é que esse deu certo! Lola, que na verdade era uma bruxa má e tinha um reino, estava com muita raiva de Marly por ela tê-la deixado sem funcionária tanto na sua casa quanto no seu escritório. Enraivecida, resolveu fazer um feitiço contra a pobre garota. O feitiço a tornaria uma rã toda vez que fosse falar com o sapo. Um dia, Marly procurou seu amigo para comentar sobre seu novo trabalho. Quando chegou perto dele, seu pé começou a diminuir e ficar igual ao de uma horrível rã. Ela ficou desesperada e estranhou muito, e o sapo, principalmente, pois ele se lembrou que assim começara o feitiço que também o transformara. Sofrendo muito, observando a situação se agravar a cada dia, o sapo descobriu que tudo não passava de um feitiço da bruxa Lola. Então, resolveu que precisava contar para Marly que era um príncipe e também que havia sido transformado em sapo pela feiticeira. Depois da revelação, todos os dias Marly e o sapo iam para o castelo tentar descobrir o antídoto para o feitiço. Um dia, passando pelo quarto de Lola, ouviu-a comentando com sua amiga como fazer para quebrar o feitiço. Sorrateiramente, ouviram as instruções, decoraram-nas e, saindo dali, fizeram tudo passo a passo, quebrando o encanto e destruindo o feitiço. O sapo transformou-se em um lindo príncipe, dono de um maravilhoso castelo, encravado em um lindo bosque cheio de flores coloridas, lagoas transparentes, animaizinhos saltitantes... Marly voltou a ser uma garota, agora de uma beleza estonteante, lindos cabelos encaracolados e pele alva. Apaixonados, casaram-se, tiveram muitos filhos e viveram felizes para sempre.

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Victor e Daniel

Era uma vez um menino chamado Diogo. Ele tinha 12 anos e vivia mentindo para sua mãe dizendo que ia para a escola quando,

na verdade, ia para lan house

jogar games no computador o dia todo. No horário em que terminava a aula na escola, ia para sua casa. Quando lá chegava inventava histórias que aconteceram e sua mãe sempre acreditava nas suas mentiras. Depois de enrolar sua mãe, ele ia para seu quarto onde ficava ouvindo música no seu Mp7 dado por ela como presente em seu aniversário. Quando enjoava de ouvir músicas no seu Mp7, ia jogar vídeo game. Seu vídeo game era um playstation3 e ele adorava jogos de ação e aventura. Ele tinha vários, como Formula1 2009, Dragon Ball e muitos outros. Num sábado, ele foi para casa de seu primo jogar bola. Depois do jogo foram jogar no note book, de última geração, de sua tia. Divertiram-se muito nesse dia e finalmente, à tarde, depois de muitas brincadeiras, voltou para a casa. Os dias foram passando, e ele só a brincar... Até que chegou a época das provas... Para as quais ele não estudou nada. Desesperado, assustado e aflito, Diogo percebeu que não sabia nada. Para se safar da derrota, ele pensou em matar as aulas na escola, mas isso não adiantaria, pois as provas eram nos últimos horários e somente mentindo que estava doente, poderia deixar de fazê-las. No dia da prova de matemática, matéria da qual ele menos gostava e que para ele era um mistério total, tentou encontrar uma solução. Pensou em falar que estava doente para não fazer a prova e ir embora para a sua casa para que pudesse estudar. Ele falou para a supervisora que estava com dor de garganta e ela ligou para a sua mãe buscá-lo. A supervisora saiu da sala para resolver alguns problemas e ao voltar percebeu que ele não estava doente, pois estava com uma cara muito boa, denunciando sua mentira. Ela percebeu isso e ligou para a mãe de Diogo falando que o menino estava se fingindo de doente. A supervisora e a mãe conversaram separadamente do menino. Elas resolveram dar uma lição nele, falando que ele faria a prova de matemática,

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mesmo sem ter cumprido o compromisso de estudar e estar com a lição na ponta da língua. Ao chegar na sala, todos os seus colegas já haviam iniciado a prova e

ele estava preocupado porque não sabia nada

e então resolveu colar. Pegou o livro escondido, procurou as respostas, mas não as encontrou. Pegando o caderno, achou algumas respostas, todavia a professora desconfiou que ele estivesse olhando debaixo da carteira e foi verificar. Ao chegar à mesa dele, percebeu que ele estivera colando. Irritada, não sem razão, a professora tomou-lhe a prova, deu-lhe uma tremenda bronca e mandou-o para a supervisão. Ele se arrependeu de ter colado, mas esse fato não comoveu a supervisora, que convocou a sua mãe, relatou-lhe o fato dizendo que Diogo além de ter zero na atividade, ainda estaria suspenso por três dias. Sua mãe, muito chateada e envergonhada, levou-o para casa e deixou-o de castigo por seis meses sem jogar vídeo game. Ele se arrependeu amargamente de sua atitude incorreta e resolveu ser um aluno estudioso, para, a partir daquele momento, tirar ótimas notas e não precisar recorrer a atos ilícitos. No outro ano, quando ele estava repetindo o 6° ano, chegaram as provas do último bimestre e Diogo tinha estudado muito para passar de ano e sequer precisava daquelas notas para a sua promoção. Na reunião, quando seus pais foram pegar as suas notas, ficaram muito orgulhosos com seus resultados. Esse fato incentivou-o a continuar estudando cada vez mais, sendo um exemplo de garoto que deu a volta por cima.

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http://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=w

Português Linguagens de William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães

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Era uma vez...  

Livro criado pelos alunos do 6º ano2 da Escola Municipal Prof. Otávio Batista, Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, 2010.

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