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REALISMO NATURALISMO


Realismo

01

o Realismo: 2ª metade do século XIX o Resgate da objetividade: Observação e análise da realidade interior e exterior o Combate ao Romantismo: não há idealizações o Gosto pelas descrições o Perspectiva crítica: preocupação com o social e com o psicológico o Retrata Classes Altas da sociedade o Análise da aparência X essência das personagens o Técnica narrativa: Objetividade Linguagem clara 3º pessoa


Naturalismo

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o Naturalismo o Procura explicar cientificamente a conduta e o modo de ser das personagens por meio dos fatores externos, de natureza biológica e sociológica, que condiciona a vida humana. o Conceitos científicos. o Determinismo (homem produto do meio social, histórico e raça) o Positivismo (conhecimento válido é o conhecimento empírico) o Darwinismo (sobrevivência dos fortes)


Realismo/Naturalismo o

03

Realismo/Naturalismo – escolas literárias concomitantes o resgatam a objetividade e combatem o Romantismo Naturalismo

Realismo

1 - Análise patológica das personagens Realismo científico (Romance de tese)

1 - Análise psicológica das personagens

2 - Retrata coletividade

2 - Retrata individualidade

3 - Retrata classes baixas (personagens tipificadas)

3 - Retrata classes altas


Realismo/Naturalismo

04

o Contexto Histórico

o Na segunda metade do século XIX, o contexto sócio-político europeu mudou profundamente. Lutas sociais, tentativas de revolução, novas idéias políticas, científicas... O mundo agitava-se! Era necessário uma arte mais objetiva, que atendesse ao deseja do momento: a de analisar, compreender, criticar e transformar a realidade. Como resposta a essa necessidade, nascem quase ao mesmo tempo três tendências anti-românticas na literatura, que se entrelaçam e se influenciam mutuamente: o Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo. o Primeira publicação universal do Realismo o Gustave Flaubert – Madame Bovary (1857)


Realismo/Naturalismo 05 o Contexto Histórico no Brasil Pós guerra do Paraguai (1864-1870) Campanha abolicionista e enfraquecimento de D. Pedro II Idéias Republicanas e a força da economia agrária (açúcar e café) 1881 – Marco inicial do Naturalismo O Mulato de Aluísio Azevedo

1881 – Marco inicial do Realismo Memórias Póstumas de Brás Cubas de M.A.


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Machado de Assis Template


Machado de Assis

01

o Estilo Machadiano x Escola Realista o Personagens metafísicos X Empíricos “Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas Memórias Póstumas”

“Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha: -Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?”

Memórias Postumas de Brás Cubas

Apólogo


Machado de Assis

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o Estilo Machadiano x Escola Realista o Capítulos curtos (inovação) X longos o Tempo Psicológico X Tempo Linear (cronológico) o Visão pessimista X Visão positiva o 1º pessoa (parcial) X 3º pessoa (imparcial) o Linguagem Ambígua X Linguagem Objetiva o Referência ao Romantismo X Anti-Romantismo


Machado de Assis

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o Estilo Machadiano peculiar o Metalinguagem digressiva o Conversar com o leitor “ Começo a arrepender-me deste livro. (...) o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e alías ínfimo, porque o maior defeito deste livro és tu leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda de-vagar; tu amas a narração direta e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como os ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem...” (M. P. Brás Cubas. cap. LXXI – O Senão do livro)


Machado de Assis

04

o Metalinguagem digressiva o Conversar com o leitor “A leitora, que é minha amiga e abriu este livro com o fim de descansar da cavatina de ontem para a valsa de hoje, quer fechá-lo às pressas, ao ver que beiramos um abismo. Não faça isso, querida; eu mudo de rumo.” (Dom Casmurro. Cap. CXIX - Não faça isso, querida) “D. Sancha, peço-lhe que não leia este livro; ou, se o houver lido até aqui, abandone o resto. Basta fecha-lo; melhor será queimá-lo,para lhe não dar tentação e abri-lo outra vez. Se apesar do aviso, quiser ir até o fim, a culpa é sua; não respondo pelo mal que receber.” (Dom Casmmurro. Cap. CXXIX: À D. Sancha)


Machado de Assis

05

o Referenciar a própria narrativa “Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor (...); a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo.” (M.P.Brás Cubas. cap. I - Óbito do autor) “Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro. Antes disso, porém, digamos os motivos que me põem a pena na mão” (Dom Casmurro. Cap. II – Do livro)


Machado de Assis

05

o Estilo Machadiano peculiar o Linguagem acadêmica o clássica, bem cuidada, regida pelas normas de correção gramatical

o Tendência para a frase proverbial “a vida é uma ópera” “ao vencedor, as batatas!”


WINTER DOM CASMURRO Template

Um clássico é um livro que nunca termina de dizer aquilo que tinha para dizer. Ítalo Calvino


Dom Casmurro

01

Ano de Publicação: 1889 Tema: Adultério

Enredo

Bentinho X Capitu

Promessa Seminário

Falta de vocação X Amor por Capitu

Saída Seminário X Conhece Escobar


Dom Casmurro

02

Casamento

Bentinho e Capitu

Sancha E Escobar

Ezequiel

Morte Escobar


03

Dom Casmurro Crise no casamento Separação do casal

Capitu e Ezequiel Vão para a Europa

Capitu morre

Bentinho vive de aparência

Ezequiel volta ao Brasil e visita o pai

Constatação Semelhança amigo/filho

Vai a Israel Morre de febre tifóide

Torna-se D.Casmurro Escreve o livro


04 o CXLV O Regresso “Ao entrar na sala, dei com um rapaz, de costas, mirando o busto de Massinissa,pintado na parede. Vim cauteloso, e não fiz rumor. Não obstante, ouviu-me os passos, e voltouse depressa. Conhece-me pelos retratos e correu para mim. Não me mexi; era nem mas nem menos o meu antigo jovem companheiro do seminário de José, um pouco mais baixo, menos cheio de corpo e, salvo as cores que eram vivas, o mesmo rosto do meu amigo. Trajava à moderna naturalmente, e as maneiras eram diferentes, mas o aspecto geral reproduzia a pessoa. Era o próprio, o exato, o verdadeiro Escobar.” “(...) A voz era a mesma de Escobar, o sotaque era afrancesado. Expliquei-lhe que realmente pouco diferia do que era, e comecei um interrogatório para ter menos que falar e dominar assim a minha emoção. Mas isto mesmo dava animação à cara dele, e o meu colega do seminário ia ressurgindo cada vez mais do cemitério.” “Contou-me a vida na Europa, os estudos, particularmente os de arqueologia, que era a sua paixão. Falava da antiguidade com amor, contava o Egito e os seus milhares de séculos, sem se perder nos algarismos; tinha a cabeça aritmética do pai.” “Às vezes, fechava os olhos para não ver gestos nem nada, mas odiabrete falava e ria, e o defunto falava e ria por ele. Não havendo remédio senão ficar com ele, fiz-me pai deveras.”


Dom Casmurro

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oTraços marcantes oTriângulo Amoroso Inovador mocinho

mocinha

Vilão Romantismo

Bentinho

Capitu

Escobar Em Dom Casmurro


Dom Casmurro

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o Traços marcantes o A traição feminina o Narrador personagem – 1º pessoa o Narrativa ambígua o Investigação Psicológica densa (flash-back) Bentinho – Frágil emocionalmente (Bentinho – Dr. Bento Santiago – D. Casmurro) Capitu – Forte emocionalmente


Dom Casmurro

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o XXXII Olhos de ressaca “Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, "olhos de cigana oblíqua e dissimulada." Eu não sabia o que era oblíqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira, eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas.” “O que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. (…)Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve.”


Dom Casmurro

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o As personagens secundárias DONA GLÓRIA – mãe de Bentinho, adora o filho e é também muito religiosa. Quer que o garoto se ordene padre como cumprimento de uma promessa que fez. JOSÉ DIAS – agregado que vive de favores na casa de dona Glória. Suposto médico, tem o hábito de agradar aos proprietários da casa com o uso de superlativos. TIO COSME – irmão de dona Glória, viúvo e advogado. PRIMA JUSTINA – prima de dona Glória, que, segundo o narrador, não tinha papas na língua. PEDRO DE ALBUQUERQUE SANTIAGO – pai de Bentinho, faleceu quando o filho ainda era muito pequeno. SENHOR PÁDUA E DONA FORTUNATA – pais de Capitu, que viam no possível casamento da filha com Bentinho uma possibilidade de ascensão social. EZEQUIEL – filho de Capitu, sobre o qual o narrador sustenta forte dúvida quanto à paternidade, pois o garoto tinha grande semelhança física com Escobar. Chamado pelo pai de “filho do homem”.


Dom Casmurro

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o Retomada do clássico tema do ciúmes - Otelo de Shakespeare o Intertextualidade e alusão irônica o Linha temática de Otelo - amor, casamento, traição o Otelo é um paralelo ao estado emocional do narrador: 1 - Pensamento suicida

4 - chegada de Capitu Indícios traição

2 - Ezequiel quem deve morrer

•Comparação Capitu e mãe de Sancha

3 - Arrependimento e revelação


Machado de Assis o Traços marcantes

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WINTER

oIntertextualidade: Tragédia grega Sátira grega ou menipéia

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o Num confronto entre o mundo bio-social e os nossos sonhos, fantasias, esperanças e alegrias, quantas vezes nos deparamos com a melancolia diante do imponderável. A tragédia elege a morte como solução dessas aporias. o Porém, uma risada tirada da sátira menipéia desfigura o pavor da morte.


Dom Casmurro

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o Traços marcantes o O ato libertador da escrita o O tempo é implacável na narrativa o A velhice de Dom Casmurro é perpassada de amargura, solidão e vazio o O drama do escritor Bentinho - resgate de si mesmo “atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência”

o Romance filosófico (independência de certos capítulos)


Dom Casmurro

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o Traços marcantes o Ambiguidade do Romance – Aparência X essência humana

“— Vamos, são horas... Era José Dias que me convidava a fechar o ataúde. Fechamo-lo, e eu peguei numa das argolas; rompeu o alarido final. Palavra que, quando cheguei à porta, vi o sol claro, tudo gente e carros, as cabeças descobertas, tive um daqueles meus impulsos que nunca chegavam à execução: foi atirar à rua caixão, defunto e tudo. No carro disse a José Dias que se calasse. No cemitério tive de repetir a cerimônia da casa, desatar as correias, e ajudar a levar o féretro à cova. O que isto me custou imagina. Descido o cadáver à cova, trouxeram a cal e a pá; sabes disto, terás ido a mais de um enterro, mas o que não sabes nem pode saber nenhum dos teus amigos, leitor, ou qualquer outro estranho, é a crise que me tomou quando vi todos os olhos em mim, os pés quietos, as orelhas atentas, e, ao cabo de alguns instantes de total silêncio, um sussurro vago, algumas vozes interrogativas, sinais, e alguém, José Dias, que me dizia ao ouvido: — Então, fale.”


Dom Casmurro

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“Era o discurso. Queriam o discurso. Tinham jus ao discurso anunciado. Maquinalmente,meti a mão no bolso, saquei o papel e li-o aos trambolhões, não todo, nem seguido, nem claro; a voz parecia-me entrar em vez de sair, as mãos tremiam-me. Não era só a emoção nova que me fazia assim, era o próprio texto, as memórias do amigo, as saudades confessadas, os louvores à pessoa e aos seus méritos; tudo isto que eu era obrigado a dizer e dizia mal. Ao mesmo tempo, temendo que me adivinhassem a verdade, forcejava por escondê-la bem. Creio que poucos me ouviram, mas o gesto geral foi de compreensão e de aprovação. As mãos que me deram a apertar eram de solidariedade; alguns diziam: "Muito bonito! muito bem! magnífico!" José Dias achou que a eloquência estivera na altura da piedade. Um homem, que me pareceu jornalista, pediu-me licença para levar o manuscrito e imprimi-lo. Só a minha grande turvação recusaria um obséquio tão simples.”


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WINTER Quest천es deVestibular Template


Questões vestibular 1.

01

(FUVEST) O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. É o que diz o narrador no segundo capítulo do romance Dom Casmurro. Afinal por que não teria ele alcançado o seu intento?

(A) Pelas dificuldades inerentes à estrutura do romance, na recuperação de outros tempos. (B) Pelo receio de confessar suas fraquezas e a traição sofrida. (C) Porque era impossível recuperar o sentido daquele período, pois ele já não era a mesma pessoa. (D) Pela falta de bom senso e de clareza na apreensão das lembranças. (E) Porque o tempo, impiedoso, apaga todos os acontecimentos e transforma as pessoas.

(C)


Questões vestibular

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2. (UFL) Todas as alternativas apresentam informações sobre Dom Casmurro, de Machado de Assis, exceto: (A) A questão do adultério, tratada de forma ambígua pelo autor, permanece em aberto no fim da narrativa. (B) O narrador, através do exercício da memória, busca ligar o presente ao passado, a velhice à adolescência. (C) O narrador protagonista, ao assumir a primeira pessoa, apresenta uma visão tendenciosa dos acontecimentos. (D) O autor, introduzindo-se na narrativa, fornece ao leitor informações que contradizem as opiniões do narrador. (E) A narrativa, marcada pela ironia, mantém uma relação intersexual com a tragédia Otelo, de Shakespeare. (D)


Questões vestibular

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3. (PUC-PR) Com base na leitura de Dom Casmurro, e considerando a importância de Machado de Assis para a literatura brasileira, identifique as alternativas como VERDADEIRAS ou FALSAS: ( ) Escrito quando o Realismo era a estética dominante, Dom Casmurro é antes um “romance filosófico” que um “romance social”. ( ) Ao contrário de diversas heroínas românticas, punidas com a morte por comportamentos inadequados para os padrões de sua época, a principal personagem feminina de Dom Casmurro não morre no final da narrativa. ( ) Ainda que acreditasse não ser pai de Ezequiel, Bento Santiago não deixou que isso interferisse na relação pai-filho, e sempre quis ter o rapaz muito perto de si. ( ) Assim como em Esaú e Jacó, a presença do Imperador e as referências à vida política brasileira são constantes em Dom Casmurro e interferem nos acontecimentos narrados. A seqüência correta é: (V, F, F, F )


Questões vestibular

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4. (Conc. Federal) Machado de Assis, em Dom Casmurro, mostra Capitu como personagem de maior destaque. Bentinho nutria, em relação a ela, sentimentos de (A) profunda admiração e respeito. (B) amor desmedido. (C) verdadeira veneração de ordem espiritual. (D) ciúme exacerbado, raiando os limites de doença mental. (E) nenhuma admiração ou respeito

(D)


Questões vestibular

05

5. (UFPR) No segundo capítulo de Dom Casmurro, o narrador-personagem expõe as razões que o levaram a escrever suas memórias. Relacionando esse capítulo com o romance, é correto afirmar que, ao procurar "atar as duas pontas da vida", Bentinho: (A) obtém um relato lúcido e imparcial a respeito do seu passado, vencendo os preconceitos característicos da classe a que pertencia, uma vez que, tendo sido, ele mesmo, vítima de um universo social baseado na rigorosa autoridade paternal, pôde, ao final da vida, avaliar o preço alto da solidão. (B) reconhece seu fracasso, apontando as lacunas de "um livro falho" próprio narrador que, apesar de todo o esforço empreendido para incriminar sua mulher, compromete a si mesmo, distorcendo as circunstâncias que o envolvem. (C) reconcilia-se com o seu passado e consigo mesmo, mostrando-se arrependido por ter sido injusto e extremamente cruel, nos seus julgamentos e atitudes, em relação às pessoas que mais amara: não apenas diante de Capitu e Escobar, mas, principalmente, em relação a Ezequiel. (D) convence o leitor de que Capitu foi de fato infiel. Os argumentos apresentados pelo narrador são suficientes para fundamentar as vagas impressões de um homem que, apesar de apegado aos valores tradicionais da família patriarcal brasileira do final do século XIX, compreende a independência de espírito de sua mulher. (B)


Questões vestibular

06

6. (UNIFESP) Texto para a próxima questão. Ultimamente ando de novo intrigado com o enigma de Capitu. Teria ela traído mesmo o marido, ou tudo não passou de imaginação dele, como narrador? Reli mais uma vez o romance e não cheguei a nenhuma conclusão. Um mistério que o autor deixou para a posteridade. (Fernando Sabino, O bom ladrão) Considere as afirmações sobre o que diz o narrador do texto de Sabino: I. O mistério a que ele se refere decorre de uma narrativa ambígua, na qual há uma constante oscilação entre a possibilidade — ou não — de Capitu ter cometido o adultério. II. No romance a que ele se refere, o triângulo amoroso é formado por Capitu, Escobar e Quincas Borba. III. A sua frase final denuncia-o convicto de que Capitu não traiu o marido. (I)

Está correto o que se afirma apenas em:


machado de assis, periodo literario  

Palestra realizada pela professora Luciana Cristina de Oliveira.

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