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Editorial C

aro Leitor:

RELATOS ÍNTIMOS é a revista excitante porque em cada página traz as cartas de leitores que não têm nenhuma vergonha de revelar suas transas mais alucinantes. É gente de todo o Brasil, numa demonstração de que em nossa Terra (abençoada e linda por Natureza) a paixão está à flor da pele, dilatando todos os poros e arrepiando todos os pêlos dos corpos calientes. Curta o prazer conosco! Até a próxima! O editor

Esta é uma publicação da Heavy Sex – Correspondência: Cx. Postal 16.352 – CEP 02515-970 – São Paulo, SP – E-mail: atendimento@edminuano.com.br – Heavy Sex é uma marca fantasia da Editora Minuano – Realização e Projeto: Studio Opa! – Redação: Luciano Serafim - Diagramação: Michelly Atalla – Revisão: Heitor Wizz – Distribuidor exclusivo para todo o Brasil: Fernando Chinaglia Distribuidora S/A – Rua Teodoro da Silva, 907 – Grajaú – CEP 20563-900 – Rio de Janeiro – RJ – Tel.: (21) 2195-3200


A PRIMINHA DO CORAÇÃO

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u vivia numa cidade pequena, no interior de Mato Grosso do Sul, Vicentina, que como diz o ditado: é “do tamanho de um ovo”. Mas não estou nem aí se descobrirem quem sou. Meu nome é André, e na época em que aconteceu a transa que agora relato, eu tinha 18 anos (agora estou com 22). Sou moreno, de cabelos crespos mas olhos esverdeados. Nunca tive problemas para arranjar mulher; desde adolescente sempre fui muito paquerado. Principalmente por uma vizinha minha. Como tínhamos crescidos juntos e nossas famílias eram muito unidas, eu a considerava minha prima. Sentia uma afeição muito especial por ela. Seu nome? Christiane! Tinha 17 anos, 1m62, cerca de 53 Kg, cabelos compridos, lisos e castanhos, olhos amendoados. Muito linda! Nos últimos anos tinha se tornado a garota mais cobiçada da escola. Sua bunda era a mais redonda, empinada e perfeitinha que jamais vi em toda a minha jovem vida! Nem mesmo as modelos de revistas chegam perto da beleza daquele traseiro. Para completar tudo isso, o seu sorriso era encantador. Quando ela me pedia alguma coisa, bastava abrir um sorriso

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que eu não resistia. Cumpria todas as suas ordens, com o maior prazer! A coisa mais importante que ela me pediu, foi para tirar a sua virgindade. O “descabaçamento” ocorreu lá em casa, na minha cama. Eu e ela havíamos acabado de passar no vestibular e teríamos que viver em outra cidade, Dourados, para estudar. Certa manhã de domingo em que nossas famílias tinham ido almoçar num sítio aqui perto, eu não quis ir. Estava dormindo tranqüilamente quando fui acordado por minha “priminha” Chris. Perguntou se podia usar o meu computador. Falei que sim. Eu sempre acordava de pau duro, e ao vê-la na minha frente, apenas de sainha e blusinha, meu tesão aumentou. Enquanto ela ligava o computador, levantei para ir ao banheiro, levando o travesseiro à frente da virilha. Ela deu uma risadinha marota, ao ver a cena. Mijei, tomei banho e como eu não podia bater uma punheta com ela ali perto, o tesão não passou. O “duro” era tentar esconder a ereção. Ao voltar ao meu quarto, ela estava teclando com umas amigas no MSN. Perguntou se eu podia ensiná-la a fazer download de umas músicas. Falei que sim. Sen-

tei ao lado dela e como no computador eu tinha umas fotos de sacanagem, comecei a mostrar pra ela. Obviamente, eu estava com quintas intenções... Ela ficou vermelha, mas também muito interessada. Perguntei se estava gostando e ela disse que gostaria mais se fosse feito ao vivo! Fiquei surpreso com aquela resposta descarada da minha “priminha”, que sempre pareceu muito recatada! Não deu outra: eu a abracei e começamos a nos beijar. Meu pau, que já estava duro, só faltou furar o tecido da minha bermuda! Eu não conseguia mais esconder! Ela olhou e disse: “Posso experimentar o seu pinto, Dé?” Rapidão, baixei a bermuda, expondo meu cacete duro, de

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cabeçona roxa. “Claro, é todo seu!”, falei. “Pode usar e abusar!” Para minha surpresa, ela se ajoelhou entre minhas coxas peludas. Suas mãozinhas macias envolveram meu pau. Acariciaram toda a extensão, indo até as bolas. Eu o olhava fixamente, encantada! Começou a chupar, desajeitadamente. Quase gozei na sua boca, tamanho o tesão! Logo percebi que era a primeira vez que ela fazia isso. Falei como deveria fazer para não me morder, e ela aprendeu mais rápido que eu pensava. Chupava como uma esfomeada, babando-me todo... Uma maravilha! Eu não queria gozar antes de meter na sua xoxotinha. Por isso, levantei e com muitos beijos, fui

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tirando sua roupa, deixando-a totalmente nua. Era linda, tinha uns peitinhos que até hoje eu ainda não vi iguais... Indescritíveis! E a sua xoxotinha? Era a visão do paraíso, com uns pelinhos ralos. Deitei-a na minha cama, abri suas coxas e comecei a lamber seu grelinho. Ela ficou doidinha! Começou a gritar, esperneando! Segurei-a firme e continuei lambendo, até que atingisse o orgasmo. Ficou largada na minha cama, sem fôlego. Quando se refez da gozada, ela pediu que eu a penetrasse no cu, mas que fosse devagar porque ela era virgem. “No seu cuzinho vai doer muito”, falei. “Você não prefere na xaninha?”


“Não!”, ela disse. “De jeito nenhum! Eu posso engravidar!” “Eu uso camisinha!”, argumentei. “Aí não vai ter graça, Dé! Come só o meu cuzinho mesmo!”, ela falou, e ficou de quatro na minha frente. Meu coração disparou de alegria, ao ver aquele traseiro magnífico arrebitado na minha direção! Fiz o que ela pediu e passei saliva no meu pau, especialmente na cabecinha, e depois no cu dela, que deixei bem molhadinho. Fui penetrando devagar, com cuidado. Ela gemia de dor e pedia que eu parasse. Quando ela se acostumava, eu empurrava mais um pouquinho. Beijei a sua nuca,

as costas e logo ela nem percebeu que eu já havia enfiado tudo (19 cm de tamanho por 6,5 cm de grossura). Quando comecei o movimento de vaivém, ela gemeu e gozou pela primeira vez. Para deixá-la mais doida de tesão, passei a acariciar o seu grelinho. A guria pirou, começou a mexer as ancas, ajudando na penetração. Era muito apertado aquele buraquinho; comprimia demais meu pau lá dentro e com toda essa deliciosa pressão, eu acabei gozando bem no fundão. “Ai, que gosma quentinha...”, ela gemeu. Depois de refeito, eu fui para cima dela outra. Entrei no meio de suas coxas. Ela quis escapar, mas

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não deixei. Comecei a beijar seus peitinhos e a morder seu pescoço, enquanto esfregava meu pau no grelinho. Assim, minha “priminha” acabou não resistindo. Arreganhou as pernas e pediu: “Vem, Dé... Me come logo... Mas mete devagar porque eu ainda sou virgem...” Era emoção demais! A primeira vez que transava com uma virgem! Eu iria ter a honra de descabaçar aquela garota lindíssima, gostosona! Lambi bem a xoxotinha, para facilitar a penetração e comecei a enfiar. Chris gemeu; era apertadinha aquela boceta. Tentei de todo jeito, mas nada de a cabeça do meu pau entrar! Ela respirou fundo e deu um impulso para frente, fazendo o caralho entrar todo de uma vez! A coitada deu um gritou forte, que

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eu contive com um beijo. Fiquei enterrado dentro dela, sem me mexer, por uns 5 minutos, até ela se acalmar. Quando olhei para nossas virilhas, vi que estava escorrendo da sua bocetinha o sangue do cabaço que havia estourado. Ao ver aquilo, Chris ficou com os olhos cheios de lágrimas e disse: “Ai, Dé! Agora eu sou uma mulher de verdade! E você é o meu macho!” Dei-lhe muitos beijos na boquinha e nos peitos. Ao sentir que ela estava bem relaxada, comecei a fazer movimentos carinhosos, vaivens prolongados, curtindo cada centímetro do meu pau que entrava e saía daquela xoxota apertadíssima. Ela não parava de gemer. De repente, atingiu outro orgasmo, e arranhou minhas costas com suas unhas.


Trocamos de posição; eu deitei na cama e ela veio para cima de mim. Ajeitou o meu mastro na sua boceta e desceu seu corpinho, até sentir a ponta da “lança” tocando o fundo do seu útero. Aí começou a subir e descer num ritmo frenético, gemendo de prazer e pedindo mais. Gritava tanto que fiquei com medo de alguém na rua ouvisse. Estiquei o braço para a mesa de cabeceira, liguei o rádio bem alto e disse: “Agora pode gritar, safadinha!” Daí Chris soltou a garganta, berrando enlouquecidamente, enquanto subia e descia o corpinho lindo, com o meu caralho atolado na sua xoxota. Ela gozou mais três vezes e só no seu quarto orgasmo é que eu gozei, sentindo o meu leite se derramar no

seu útero. Ela caiu ao meu lado na cama, super cansada. Fiquei preocupado com a gozada sem camisinha, pensando que a tivesse engravidado, mas ela disse que não tinha perigo, pois há mais de um mês estava tomando anticoncepcional. Já havia planejado perder a sua virgindade comigo. “Vamos morar numa cidade maior que a nossa, estudar numa faculdade... Lá vou conhecer outros caras, mas eu queria que você me descabaçasse primeiro”, falou. Ela estava sedenta por sexo e depois de alguns minutos descansando, já queria mais. Falei que iria ensinar a ela todas as posições sexuais que eu sabia. Começamos a nos chupar ao mesmo tempo, num 69. Lambi aquela

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boceta maravilhosa com muita vontade. Ela estava adorando, gemia de prazer, pedindo mais. Enquanto isso, caprichava na chupada ao meu cacete. Logo ela gozou, aí eu meti de novo na sua boceta. Nunca vi uma garota com tanta disposição para o sexo. Acho que era o tesão de anos e anos reprimido. Durante todo aquele domingo, transamos alucinadamente, tendo um orgasmo atrás do outro. Às 3 horas da tarde, eu já

estava esgotado; não saía mais nenhuma gota de porra do meu pau. A xoxota e o cuzinho dela estavam bem avermelhados, de tanto serem fodidos. Nossas famílias logo chegariam, por isso tomamos banho juntos. Ela se vestiu e foi para sua casa. Daquele dia em diante, sempre que o tesão batia, nós dávamos um jeito de transar. Em Vicentina ainda não tinha motel, o que nos obrigava a transar numa cabaninha no fundo do quintal de lá de casa, morrendo de medo sermos flagrados. Ainda mais porque ela gemia muito alto. Meses depois no mudamos para Dourados, para estudar na faculdade, em cursos diferentes. Nosso romance durou mais algum tempo, mas logo nos envolvemos com outras pessoas. Nunca esqueço que descabacei a minha “priminha” do coração.

André Dourados, MS

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SOBRINHA SAFADA

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ou casado, tenho 35 anos, 1m82 e 82 kg. Sempre pratiquei esportes aquáticos, por isso mantenho uma excelente forma física. Sou pós-graduado, trabalho como consultor jurídico e estou financeiramente bem estabelecido. Moro em Maceió, capital de Alagoas, desde criança. Relato aos amigos uma transa inusitada que vivi com a Vanessa, sobrinha da minha esposa Míriam. Conheci a garota em sua festinha de aniversário de 5 aninhos de vida (período em que estava no início do meu namoro com Míriam). Sempre gostei muito de crianças e por isso, toda vez que encontrava a pequena Vanessa brincávamos muito. Ela era geniosa, mas não sei porque, comigo era super meiga. O tempo foi passando; eu e Míriam nos casamos. Por opção, não tivemos filhos. Vanessa foi crescendo, sempre passando as férias conosco. Dizia que a nossa casa era o seu segundo lar. Já adolescente, ela começou a viver suas

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primeiras relações amorosas com alguns “namoradinhos”. Gostava muito de desabafar com minha esposa. Certa vez cheguei mais cedo em casa e escutei uma conversa entre as duas sobre as aventuras sexuais da garota. Uma frase me marcou muito. Vanessa disse assim: “Ai, tia... Faz tanto tempo que não transo que estou com minha boceta latejando, doida por um pau!” Quando ouvi aquilo, fiquei espantado! A Vanessa tinha crescido e se transformado numa mulher muito linda e atraente. Estava com 19 anos. Daí em diante comecei a prestar mais atenção

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ao jeito da minha sobrinha. Sempre provocante, com roupas curtas, justas, decotadas e transparentes, ela era o mais puro tesão! Exalava sensualidade por todos os seus poros juvenis! Para enganar seus pais, Vanessa passava muitos e muitos finais de semanas aqui em casa. Eu e sua tia somos mais liberais. Ela chegava sempre de madrugada. Cada final de semana com um “namorado” diferente — e muitas vezes meio “alta”, de tanto beber. Eu sempre deitava muito tarde, vendo filmes na TV a cabo. Minha mulher tem o sono pesado, nunca via quando a sobrinha chegava... Certa noite, Míriam dormia em nosso quarto e eu estava na sala vendo um filme, quando Vanessa chegou meio embriagada, rindo à toa. Sentou ao meu lado e falou baixinho no meu ouvido: “Cadê a tia?” Respondi, irônico: “Está no quarto, desmaiada de sono.” Ela deu uma risada, colocando a mão na boca. Usava um shortinho e uma blusinha que mal cobriam seus peitinhos, cujos bi-


cos “espetavam” o tecido. Conforme ela sentou ao meu lado, percebi que estava sem calcinha. Eu podia sentir o cheiro da sua boceta suada e perguntei como tinha sido sua “noitada”. Para minha surpresa, ela respondeu que não tinha sido como havia planejado. E deu mais uma risada, levando a mão à boca para não acordar minha esposa. Não sei o que me deu na cabeça quando Vanessa respondeu aquilo, mas coloquei a mão na sua blusinha e puxei até à sua cintura. Saltaram diante dos meus olhos dois “mamões” madurinhos, empinadíssimos e de mamilos rosados. Acho que nesse momento, sua “bebedeira” passou. Ela ficou horrorizada com minha ati-

tude e tentando se vestir, ameaçou gritar. Mais que depressa, coloquei minha mão em sua boca, segurei em sua cintura e abocanhei aquelas tetas maravilhosas, chupando com uma sede incrível! Eu estava completamente fora de mim! Rasguei sua blusinha e amordacei sua boca. Fiquei com as duas mãos livres. Minha sobrinha começou a choramingar. Eu estava “dominado”! Tirei seu short junto com a calcinha de renda vermelha e fiquei durante muito tempo apenas chupando, lambendo, mordendo, alisando e me esfregando em seu corpaço, enquanto falava incontáveis sacanagens no seu ouvido. Aos poucos ela foi entrando no clima e substituiu o choro

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por gemidos. Liberei sua boca daquela mordaça (minha intenção era enfiar minha pica entre seus lábios carnudos, mas ainda era cedo). Ela continuou gemendo, gemendo e gemendo... De repente, soltou um grito por socorro tão alto que não sei como minha esposa não acordou! Fiquei puto da vida! Amarrei sua boca de novo. Meu caralho estava bem duro, parecendo um pedaço de cano. Abri suas pernas, arreganhandoas ao máximo. Encostei o pau na portinha da sua gruta e fui enfi-

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ando devagarzinho... Cada vez mais um pouco... Vanessinha choramingava, mas era puro dengo, pois sua pele estava toda arrepiadinha. Sua xoxota estava totalmente lubrificada, escorrendo. Comecei a “bombar” freneticamente. Ela passou a gemer prazerosamente e acariciou minhas costas. Meti com mais força, enterrando todo o meu pau dentro dela. A coitadinha tremia de tesão. Resolvi arriscar de novo e tirei a mordaça que estava tampando sua boca. Assim que tirei, a primeira coisa que ela me disse (e que jamais esquecerei) foi: “Titio, o senhor fode o meu cuzinho? Toda vez que fico com muito tesão, sinto meu cu piscando... Enfia seu cacete nele, por favor...” Não pude acreditar! Eu estava sonhando?! Só podia ser! Aquilo estava mesmo acontecendo comigo? Começamos a nos beijar, ensandecidos. Continuei metendo na bocetinha durante muito tempo, antes de atender seu pedido. Como já estava morrendo de vontade de gozar, tirei meu


caralho de sua xana e pus em sua boquinha. Ela o “engoliu” quase todo. Em nenhum momento senti seus dentes encostarem no meu tarugo. Só sentia seus lábios, sua língua e principalmente sua saliva quente... Percebi em seus olhos que ela nasceu com o dom de chupar pau, tamanho o profissionalismo com que desempenhava aquela “arte”... Não pude mais resistir quando ela pediu: “Estou esperando... Quero beber toda sua porra... Goza, vai!” Atendi prontamente! Nunca gozei com tamanha intensidade! Sinceramente, devo ter despejado vários mililitros de esperma na garganta de Vanessa! Minha surpresa foi ainda maior quando, ao tirar meu cacete da sua boca, ele estava limpinho, sem nenhum resíduo de porra. Ela havia engolido até a última gota! E continuava chupando, chupando e chupando... Tanto que o meu mastro continuou ereto! Então, atendi seu pedido anterior. Coloquei-a de quatro, dei uma cuspida em

seu cuzinho, encostei o pau na portinha e comecei a enfiar, com muito carinho. Percebi que ela estava sentindo dores. Perguntei se queria que eu parasse. A putinha respondeu: “De jeito nenhum! Adoro esse tipo de dor! Mete tudo, mete!”. Imediatamente, obedeci a sua ordem, com todo prazer. Depois que entrou tudo, comecei o vaivém. Seu cuzinho foi se lubrificando cada vez mais, facilitando a trepada. Ela gemia, mordendo a almofada. Ficamos longos minutos nesse ritmo louco, até que

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A MULATA DO CARNAVAL momentos antes de gozar, ela me olhou e disse: “Bate na bunda da tua sobrinha preferida, titio... Adoro apanhar quando estou sendo enrabada!” Bati com força, deixando marcas vermelhas em sua nádegas. Quando a palmada estalava em sua pele, a putinha “piscava” o cu, prendendo meu cacete lá dentro. Depois soltava. Ficou falando as piores safadezas, até anunciar seu gozo. Tremeu todinha, no auge do prazer. Momentos depois, eu também gozei e caímos deitados no tapete da sala, completamente

suados. O “ar” estava impregnado com um excitante cheiro de sexo. Ela levantou meu deu beijo na boca e, peladinha, foi até o banheiro. Ainda com tesão, corri para o meu quarto, onde acordei minha esposa com muitos beijos. Ela ficou surpresa com todo o meu tesão, e respondeu à altura. Trepamos até de raiar o dia... Míriam também é muito fogosa; quando estou de “pavio” aceso e ela entra no clima, nossa cama pega fogo! Por isso que nem passa pela minha cabeça pedir o divórcio. De lá pra cá, eu e Vanessa nunca falamos sobre a nossa trepada incestuosa, mas pude perceber que ela não sentiu nenhum arrependimento pelo que aconteceu. Ao contrário: estamos até mais carinhosos e brincalhões um com o outro... Sinto que logo repetiremos a foda, assim que surgir outra oportunidade. Quando ocorrer, relatarei aos amigos leitores da RELATOS ÍNTIMOS.

Edgar Maceió, AL

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BRASILEIRINHA NO CANADÁ

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udo começou há quatro anos, quando meu irmão se mudou para o Canadá e depois de seis meses me convidou para morar com ele. Vim porque queria estudar e viver em um lugar diferente. Fiquei morando na mesma casa que meu irmão durante quatro meses, quando passei a morar com duas amigas. Logo ele começou a namorar a Samantha. Eu adorava ir a festas com as garotas. Ainda não arranjara um namorado, mas eventualmente trepava com algum carinha, só para baixar um pouco o meu “fogo” tropical. No Natal de 2004, meu irmão e Samantha resolveram ficar noivos e como eu ainda não conhecia a família dela, seria uma ótima oportunidade. Fomos para a casa dos seus pais, onde encontraríamos também os seus irmãos, Bryan, policial, de 27 anos, solteiro, típico canadense: olhos azuis, cabelos loiros, alto e de corpo perfeito, musculoso... E a voz? Forte, vibrante! Enlouquecia-me! Tinha também o Marcus, tão lindo quanto o irmão, porém casado... Fui bem recebida por toda a família, e senti um tratamento especial da parte do Bryan, que vira e mexe me

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abraçava, todo carinhoso. Sempre puxava assunto, perguntando sobre a minha vida e sobre o Brasil; tentava aprender algumas palavras em português. Um charme, o seu sotaque! Como iria ficar por lá durante uma semana, resolvi não passar má impressão e também lhe dei muita atenção. Uma noite ficamos assistindo a um filme, tomando cervejas e jogando conversa fora. O Marcus e sua esposa foram embora logo após o jantar; meu irmão e Samantha foram dormir... Ficamos Bryan e eu, sozinhos na sala. Os pais dele tinham saído com amigos mas não demorariam a chegar. De repente, ele mudou de canal, e caiu justo num filme

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pornô... Eu estava sem transar a um mês e ao ver aquelas cenas indecentes, fiquei super excitada. Rapidinho ele tirou do filme e eu resmunguei, pedindo para que voltasse ao canal. Como a casa tinha aquecimento, eu vestia uma minissaia e um top que mostrava a metade dos meus seios. Estava sentada no sofá com as pernas meio abertas, o que permitia que ele visse o fundo da minha calcinha, já que estava sentado em frente a mim. Fingi-me de boba, vendo o tal filme e esfregando de leve uma perna na outra. O volume sob a calça dele já era nítido... Essa provocação demorou pouco! Os pais dele chegaram e todos fomos dormir. Tive que dedilhar meu grelo sozinha para saciar o tesão e conseguir pegar no sono. Na véspera do Natal, enquanto eu me preparava para a ceia, Bryan apareceu no meu quarto. Perguntou se eu precisava de alguma coisa, o que ia vestir. Mostrei minha roupa e minha lingerie cor de rosa, bem pequenininha, que ficaria enfiadinha no rabo. O pau dele logo deu sinal de vida. Encabulado, ele disse que precisava respirar lá fora e saiu do quarto. Soltei uma risadinha de excitação! Durante a festa, percebi que eu estava mesmo arrasando! Vol-


ta e meia, flagrava até o pai dele olhando para o meu decote. Na hora dos comprimentos, Bryan me abraçou forte e colocou, disfarçadamente, a mão na minha bunda. Chamou-me de deliciosa! Aproveitei e disse que queria lhe dar um “presente” especial aquela noite. Tenho certeza que, como eu, ele também ficou pensando em como aquilo iria acontecer. Eu pensei muito num jeito de ficar a sós com ele, enquanto o gato me devorava com os olhos. No final da ceia, ele disse que iria à casa de um amigo. Convidou todo mundo, mas ninguém aceitou. Eu (é lógico) não poderia deixar aquela oportunidade escapar, e topei na hora! Já era madrugada; todos foram dormir. Bryan me ajudou a vestir o meu casaco; também vestiu o seu, e fomos no seu carro. Durante todo o caminho, ele manteve uma mão no volante e outra nas minhas pernas. Depois subiu, tocando os meus peitos. Abriu o meu casaco e passou a apertálos, com carinho. A essa altura, minha xoxota já estava completamente molhada. Quando chegamos ao local, ele deu a volta no

carro e abriu a porta para mim. Ao sair, senti-o passar a mão na minha bunda. Virei-me, ficando de frente para ele. Nos beijamos, calorosamente. Então, o gato me fez voltar para dentro do carro, dizendo que tínhamos coisa muito melhor para fazer e que me levaria para o apartamento que comprara há poucos meses, mas ainda estava deserto. No caminho inteiro, fomos nos beijando. Coloquei a mão dentro da calça dele; senti seu pau endurecer a cada segundo, quente, latejando entre meus dedos. Abri o zíper e libertei aquela pica enorme. Nunca vi um caralho tão grande como aquele.

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Quando Bryan estacionou na garagem do prédio, não o deixei sair do carro. Fiz um boquete bem gostoso ali mesmo. Ai, chupá-lo era uma delícia! Antes que ele acabasse gozando, saímos do carro. Já no seu apartamento, o mastro continuava duríssimo. Terminei de fazer o boquete e bebi toda a porra quente que ele derramou. Fomos para o banho... Ele me ensaboou toda, me secou e me deitou na cama. Começou me beijando a boca e foi descendo... Mamou bem gostoso nos meus seios, parecia um bezerro sedento! Seus lábios percorreram todo o meu corpo, até chegar à minha xoxota completamente lisinha e já

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molhada. Ele me lambeu o grelinho como nunca nenhum homem tinha feito antes. Achei que eu fosse desmaiar, de tanto gozo! Já não suportava mais todo aquele tesão! Implorei: “Ai, Bryan... Mete o seu pau em mim... Quero ser sua fêmea... Me fode logo, por favor!” Não precisei pedir duas vezes! Ele me atendeu prontamente! Estremeci, ao sentir aquele mastro duríssimo entrando devagar. Era tanta rola que não acabava mais. Quando eu achava que tinha entrado tudo, ele continuava enfiando. Fazia movimentos circulares, lentamente, como se estivesse reconhecendo a “área”. Pedi pra que me fodesse com força, pois eu já estava ficando louca. Ele me fodeu rápido; aquela picona entrava com tudo na minha xoxota, alargando-me ao máximo... Parece que ainda estou sentindo-a dentro de mim... Duríssima, grossa, gigantesca! Eu, que sempre pensei que os loiros tinham paus pequenos, me surpreendi com o membro daquele canadense tesudão! Ele olhava, encantado, a minha xoxotinha sendo fodida pelo seu caralhão. Suas mãos passeavam pelo meu corpo inteiro, dos seios à cintura e daí ao meu grelho, o que me dava ainda mais pra-


zer. Gozei inúmeras vezes! Minha boceta estava completamente arrombada! Bryan me virou de costas, começou a beijar e a massagear meu cuzinho. Pedia-me pra rebolar enquanto ele enfiava o dedo... Ai, que delícia! Eu estava gozando, quando ele enfiou o caralho no meu cu. Quase subi ao teto! Entrou rasgando tudo! Gemi, dolorosamente! Ele iniciou um vaivém rápido, e eu não suportei mais: comecei a gritar! Isso o deixou ainda mais excitado! Fodeume alucinadamente, chegou a tirar sangue do meu rabinho! Metia com força, dando-me tapinhas na bunda! Às vezes eu olhava para trás, pra ele ver a minha expressão de prazer. Com a maior cara de safado, ele pedia: “Rebola, brasileirinha! Rebola!”. Aí eu remexia meus quadris, igual às mulatas no Carnaval! O canadense ficava enlouquecido e aumentava as estocadas! Ah, que trepada fantástica! Até hoje meu cuzinho “pisca” quando lembro! Gozei tanto que fiquei meio desmaiada, de bunda pro alto, com ele ainda metendo. Isso durou mais de meia hora! Quando ele estava preste a gozar, tirou o pau do meu cu e jorrou todo o seu esperma pelo meu corpo. Muita porra quente e grossa! Amanheceu e continuamos

trepando até o meio-dia. Ao voltar para a casa dos pais dele, anunciamos nosso namoro, que foi muito celebrado por todos. No ano seguinte, houve casamento duplo na família. Meu irmão com Samantha e eu com Bryan. Nosso amor se fortalece com uma foda diferente a cada dia. Já trouxe meu esposo canadense para conhecer o Brasil. Foi quando li um exemplar da RELATOS ÍNTIMOS e resolvi escrever minha história. Espero que os leitores curtam ler tanto quando eu e Bryan adoramos trepar!

Larissa Montreal, Canadá

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~ IRMA DE AMIGO MEU É PUTINHA!

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ssa foda aconteceu comigo há três semanas. Quero compartilhá-la, pois foi muito boa. Não deixarei escapar nenhum detalhe ! Meu nome é Nacif, tenho 23 anos. Estudo Direito e nas horas vagas curto muito jogar futebol. Isso deixa o corpo mais disposto; é uma malhação completa, além de chamar a atenção da mulherada, que adora homem de coxas peludas e fortes, como as minhas. Era um domingo ensolarado. Meu amigo Rogério me chamou para ir à casa dele assistir ao jogo Barcelona X Chelsea. Ia rolar muita cerveja e mais dois colegas nossos também iam. Chegando na casa dele, me deparei com uma visão do paraíso... Sua irmã Diana estava deitada no sofá assistindo TV, bem à vontade, com um shortinho de lycra e um blusinha de babydoll, em que seus lindos peitões durinhos estavam soltinhos. Ela é uma gata loira, saradinha e safada. Eu já conhecia sua fama... Ela acabou de completar 18 anos, está naquela fase de quem começa a descobrir as coisas boas da vida.

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A loirinha ficou puta de raiva quando meu amigo mandou ela ir para o quarto, pois íamos ver o jogo na sala. Esperneou, xingou e só foi quando Rogério ameaçou lhe dar uns tapas. Quando ela fica com raiva, suas faces ficam vermelhas, seus olhos verdes ganham mais vida, a testa suadinha... Ela fica mais linda! Uma verdadeira onça! Entrou no quarto batendo a porta com toda força, num estrondo danado! Ligou o som, com uns funks tipo Tati Quebra-Barraco, MC Serginho... Enfim, essas putarias! Da sala dava para ouvir. Passaram alguns minutos. Assim que começou o jogo, meu amigo pediu para que eu fosse à cozinha buscar uma cerveja. Lá estava ela, toda deliciosa com aqueles peitos maravilhosos apontando para mim, por dentro da blusinha. Ela me olhou e disse: “Um monte de homem desse na frente de televisão vendo outro monte de babaca correndo atrás de uma bola... È um absurdo! Por que vocês não vão correr atrás de mulher?” Virei para ela e disse: “Gostei da sua idéia... Acho que vou trocar o futebol para ouvir música com você... O que acha?” Ela não esperava o convite, mas fez uma incrível cara de

putinha: “Você está doido?! Com meu irmão e os meninos na sala?!” Respondi: “Levo a cerveja pra eles, digo que recebi uma ligação no celular e tenho que ir embora, daí vou pro seu quarto... Topa?” A putinha abriu um sorriso maroto, e fingindo inocência, perguntou: “Mas o que você quer fazer comigo, hein?” “Faço tudo que você quiser, gatinha!”, falei. “Então vai logo levar essa cerveja praqueles babacas e vem pro meu quarto”, ela combinou: “Passa por aqui pela cozinha, que ninguém vai ver. Eu deixo a porta encostada.”

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Assim eu fiz... Disse ao meu colega que precisava ir embora. Fingi que saía pela porta da frente; dei a volta pelo lado da casa e passei pela cozinha, alcançando o corretor dos dormitórios. Abri a porta do quarto e ela estava deitada na cama com um lençol por cima. Olhava a maior cara de piranha! Eu adoro mulher assim, que olha pra um macho como se ele fosse um pedaço de carne! Fico doido de tesão! Ela disse: “Entra logo! Sente aqui do meu lado! A música está boa para você?” Tocava um funk que era só putaria! Respondi que estava o som ótimo e era ideal para a ocasião.

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Aí dei um beijo na boca dela. Que lábios macios! Que saliva quentinha e saborosa! Que língua safada! Foi beijo tipo “desentupidor de pia”. Ela cravou as unhas no meu couro cabeludo, arranhando a minha nuca. Fiquei todo arrepiado! Quando puxei o lençol, a safada estava só de calcinha. Seus peitões estavam com os biquinhos eriçados. “Sansão” (apelido do meu pau) quase estourou o meu zíper, que eu abri rapidamente, liberando o guerreiro. Caí matando seus peitões e ela sussurrando ao meu ouvido: “Que língua gostosa, Nacif! Chupa mais embaixo, vai!” Passei pelo umbiguinho e caí


de boca na sua xana, ainda de calcinha, que arranquei de sua pele e guardei no bolso. Afastei suas coxas macias, e comecei a passar a língua pelo seu grelinho. Ela se contorceu toda, de tesão... Esperneou, grudada nos meus cabelos e esfregando a boceta na cara. Enquanto a lambia, aproveitei para enfiar dois dedos no seu cuzinho. A puta quase subiu no teto! E a gemedeira? Parecia uma doida! Ainda bem o som alto abafava! Fui subindo, beijando todo seu corpinho, até os seios. Aí, quando fui ajeitar a cabeça do pau na entrada da sua xoxota, ela olhou com um certo espanto e disse: “Uau! Pra um cacete desse tamanho eu nunca dei!” “Relaxa, gatinha”, falei: “Vou fazer você gozar como nunca!” Diane pôs as duas mãos nas beiras da xaninha, abrindo-a para minha. Encaixei a ponta do “Sansão” e empurrei. Entrou a metade! Ela gemeu, pedindo pra eu foder devagarzinho. Fui metendo aos poucos naquela grutinha quente e apertada, que

apesar de molhadaça era muito difícil de ser fodida. Quando botei tudo, ela gemeu meio aliviada e disse: “Ai!... Não acredito que agüentei isso tudo!” Respondi pra putinha: “Agora vamos ver se você vai agüentar mesmo.” Comecei a bombar e ela gemia alto, igual uma gata no cio, mas do lado de fora não dava para ouvir. Comecei no papai-e-mamãe, depois fiz um franguinho-assado. A putinha enlouquecia a cada mudança de posição. Quando ficamos de ladinho, ela pirou de vez, pois meu pau entrava tão fundo

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que a cabeça batia no seu útero. Tirei um pouco o cacete de dentro dela, que reclamou: “Por que você parou?!” Respondi: “Fica de quatro que agora você vai ser comida de verdade.” Ela ficou com medo e disse que nunca tinha dado o cu e que meu pau era muito grande. Falei não ia meter tudo. Ela fez um biquinho: “Jura?” “É só você relaxar as preguinhas...”, sugeri. “Como?” Ensinei: “Quando caga, você não contrai o cuzinho, pra cortar a bosta no meio?” “Ai, como você é nojento...”,

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ela riu. “Agora, pra foder, você tem que deixar o cu solto, sem movimento nenhum; entendeu? Assim meu pau entra e sai tranqüilo.” A puta virou seu rabinho lindo na direção da minha vara. Comecei a chupar o cuzinho, deixeio todo molhadinho. Quando coloquei o dedo, ela deu um gritinho; disse para eu ter cuidado. Melequei bem aquele cuzinho, dei uma cuspida no meu pau e mirei o buraquinho. A cabeça não passava; ela mordia o travesseiro e gritava. Que cu apertado! Realmente era virgem! Fui pressionando até que a cabeça passou. Ela pediu para eu parar,


respondi que não, que era pra ela não se agoniar, pois eu só ia pôr a cabecinha. Dei mais uma cuspida no meu pau e comecei a bombar. Que visão linda aquele cuzinho rosadinho se arreganhando e meu pau rasgando as preguinhas. No meio da foda, tocou uma musica da Tati Quebra-Barraco: “Dako é bom, Dako é bom!” Ainda fodendo-a de quatro, puxei o cabelo dela, levantei-a e falei no seu ouvido: “Você acha que dar o cu é bom? Acha? Então rebola, vagabunda!” Gemendo muito, ela remexeu as ancas. Continuei metendo por mais alguns minutos e depois não

agüentei: enchi aquele rabo de leite. Quando tirei o pau, veio porra misturada com gotas de sangue. A putinha estava cansada. Vestimos a roupa e ela foi à cozinha ver se o caminho estava livre pra eu sair. Quando eu estava na porta da casa, ela me disse: “Venha mais vezes aqui em casa assistir futebol... E me foder, tá!” Dei-lhe um beijo e a piranha mordeu meus lábios. Vim embora com a minha moto. Não vejo a hora de fodê-la outra vez!

Nacif Vitória, ES

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VIZINHA CURIOSA

E

m novembro passado, ocorreu comigo uma transa muito excitante, e quero relatar aos leitores desta revista, que coleciono desde o número 1. Voltando do clube onde pratico vôlei, enquanto aguardava o elevador no saguão, vi que Gabriela, amiga da minha irmã, estava ali. Começamos a conversar, e percebi que ela não tirava os olhos da minha bermuda, “secando” minhas pernas musculosas e peludas. Sacana, falei: “Estou sem cueca, Gaby. É por isso que você tá olhando tanto pra minha virilha?” Ela abriu um sorrisinho cínico e respondeu que uma “ficante” minha lhe contou que eu tenho o pau bem grande e que sou muito bom de cama. Então, ela estava tentando adivinhar como era... “Ah, vem comigo pro meu AP, que eu te mostro!”, falei. O elevador chegou e para minha alegria, ela aceitou prontamente! Gaby é uma loira fantástica, de cabelos longos, encaracolados, olhos muito verdes, iguais a esmeraldas. Tem 24 anos e um corpaço muito tesudo.

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Confesso que já bati inúmeras punhetas pensando nela. Mas nunca a paquerei, por causa de um pacto que mantenho com minha irmã desde a nossa adolescência: ela não fica os meus amigos e eu não fico com as amigas dela. Para evitar maiores aborrecimentos, caso alguém venha com falatórios indiscretos e constrangedores sobre nossas intimidades. Sabe como são os amigos... Quando comem a irmã da gente, ficam contando vantagem pra todo mundo — e na nossa frente! Acontece que, daquela vez, com os olhares famintos da deliciosa Gaby para cima de mim, eu estava disposto a quebrar esse pacto. A loiruda vestia uma blusinha bem decotada, seus peitos pareciam querer saltar dali. Estava também com um shortinho de lycra, desses de academia, colado no meio do rabo, definindo sua bunda durinha e a xoxotinha rachada ao meio... Um tesão! Tenho 29 anos. Moro sozinho, embora ao lado da minha família. Ao chegar no meu AP, deixeia sentada no sofá e fui buscar a cerveja. Voltei apenas de sunga, da qual ela não tirava os olhos. “Agora sim, estou de sunga”, falei. Ela deu uma risadinha. Servi

as cervejas e “sem querer-querendo”, derramei um pouco na sua blusa. De surpresa, abaixei aquele pedaço de pano e comecei a mamar nos peitões turbinados de Gaby. Ela permaneceu de pé, enquanto fui lambendo sua barriga e seu umbigo, onde tinha um piercing muito sexy. Tirei o short dela já com a calcinha, fiz a gata sentar e caí de boca na sua bocetinha raspadinha e cheirosa. O grelinho estava vermelho, bem pontudinho, de tanto tesão. Quando passei a língua nele, a gata foi à loucura. Agarrou meus cabelos com força, tentando afastar minha boca dali. Enfiei dois dedos na gruta molhadinha, e ela

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perdeu a força, ficou toda molinha, gemendo igual uma cadela no cio. Lambi ela por uns 15 minutos; levando ao orgasmo por mais de três vezes. Quando gozava, ela sofria uma tremedeira feroz, parecia que estava morrendo. Além disso, era super escandalosa, gritava a plenos pulmões, sem a menor vergonha. Ainda bem que as paredes do edifício têm proteção acústica, senão a vizinhança toda saberia da nossa trepada. Deitei-me no sofá, puxei Gaby para cima de mim. Ela ficou esfregando sua boceta nos músculos da minha barriga tanquinho, molhando meus pêlos com seu néctar vaginal. Catei-a pela cin-

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tura e a encaixei no meu pau. Sua grutinha era muito apertada; estava úmida e quentinha. Iniciouse uma cavalgada animal. Gaby era uma verdadeira puta, pois sabia mesmo como trepar. Meu caralho sumia inteiro dentro dela, que remexia os quadris sem parar, levando-me às nuvens! Porém, antes de gozar, levantei-me e a coloquei de quatro, com várias almofadas sob sua barriga para deixá-la confortável. Abri sua bundinha com as duas mãos e meti meu caralho sem dó nem piedade, até as bolas, fazendo-a gemer e gritar como uma louca. A safada ergueu um pouco mais o traseirinho, para que a


penetração fosse mais profunda. Passou a remexer os quadris, loucamente. Por pouco não gozei! Ela sabia mesmo como provocar o tesão. Segurei-me ao máximo e continuei metendo, enquanto puxava seus cabelos como se fossem rédeas e dava-lhe palmadinhas na bunda. Coloquei o dedo no seu grelinho e passei a masturbá-lo rapidamente. Ela desabou, dando socos no sofá. Urrava de prazer! Deitamos de ladinho e segurando sua coxa no alto, meti o cacete na sua xoxota outra vez. Beijava-lhe a nuca e mordia seus ombrinhos macios. Ficamos trepando nessa posição por quase

meia hora, até que gozei, jorrando jatos e mais jatos de porra quente dentro dela. Abri um champanhe e começamos a falar sobre sexo. Ela disse que há muito tempo não dava o rabinho, pois o seu ex-namorado era um bruto e não sabia foder direito, com carinho. Uma vez chegou a deixá-la toda arrombada, sem que pudesse ao menos cagar direito. Porém, comigo havia sido diferente. Apesar de meter com força, eu a lubrificara bem e ela sentiu muito prazer. Elogioume, dizendo que minha “ficante” tinha razão de fazer tanta propaganda boa a meu respeito. Realmente, pelo que Gaby

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me contou, a minha “ficante” revelara tudo sobre mim. Falou de uma noite em que eu e a outra garota fodemos a noite toda, praticamente sem parar, e que ela tinha ficado com a boceta e o cuzinho inchados e lambuzados. Gaby disse que estava louca de desejo de fazer o mesmo. Havia quase um mês que não trepava, e com tanta propaganda, ela estava decidida a me “atacar” na primeira oportunidade. “Por isso eu estava lá no saguão... Estava esperando você chegar!”, revelou. Sem demora, peguei-a no colo e a levei para o meu quarto, dizendo em seu ouvido que iria

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foder seu cuzinho mais uma vez. Antes, lambi sua bocetinha, além masturbar o seu grelo. Em poucos minutos ela começou a gozar — era isso que eu queria, deixá-la doidinha de prazer. Coloquei-a de quatro novamente e com o néctar da sua xoxota, lambuzei o cuzinho. Para evitar mais dor, passei uma pomada especial pelas preguinhas que restavam. Meti devagarzinho. O corpo dela tremia e antes que ela pedisse pra parar, dei-lhe umas palmadas. Sua musculatura relaxava quando eu batia, e logo as pregas cederam passagem. Meti meu cacete inteiro e iniciei um vaivém gostoso. Ela gemia alto, sua respiração estava ofegante. Dedilhei novamente o seu clitóris. Gozamos juntos e permaneci com meu pau enterrado em cu por mais alguns minutos. Tomamos banho, bebemos mais champanhe. Então ela pegou o telefone, ligou para a minha “ficante” e disse que estávamos fodendo gostoso e que não tínhamos hora pra terminar. Conhecendo minha “ficante” tarada, que também mora ao lado do meu


AP, sabia que ela iria para a janela do seu quarto, de onde dava para ver minha cozinha. Peguei Gaby no colo e leveia para lá. Deitei-a na mesa, escancarei a janela. Minha “ficante” e vizinha já estava do outro lado, espionando. Começamos um show especial. Derramei champanhe na barriguinha de Gabriela e fui lambendo seu corpo inteiro, até chegar à sua boceta. Deitada, de pernas bem abertas, ela estava prontinha para receber meu cacete mais uma vez na sua xoxota. Segurando-a firme pelos tornozelos, passei a fodê-la com estocadas fortes e profundas, fazendo com que

ela perdesse o fôlego. Enquanto metia, soltei uma das pernas e enfiei dois dedos no cuzinho, a fim de dilatá-lo ao máximo, pois iria levar ferro de novo. Achei que ela não fosse suportar o meu pique, mas a safada agüentou firme. Virei de lado, ainda sobre a mesa e passei a meter no rabinho. Olhei para a janela e vi minha “ficante” em cima de uma cadeira, masturbando o clitóris. Eu dava risada, pois sabia que era a maior putinha tarada. Já havia comido o cuzinho dela naquela mesma mesa e naquela posição. Agora era a sua amiga que gemia de prazer. Quando percebi que Gaby já

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havia gozado demais, tirei meu cacete do furico e gozei na barriga, enchendo seu umbigo e cobrindo seu piercing de porra. Era minha “marca registrada”, despejar esperma no umbigo das garotas, uma “taça” natural. Depois, banhei a xoxota e o cuzinho de Gaby com champanhe. Com as bolhas que se formavam, ela atingiu outro orgasmo. Demos um “oi” para nossa amiga (que estava com a maior cara de pedinte) e fomos tomar outra ducha. Embaixo do chuveiro, Gaby me contou que as duas são como irmãs e que dividem tudo, inclusive as transas. Contou também que brincam entre elas, metendo bananas e velas na boceta uma

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da outra. Daí fiquei muito curioso e propus uma festinha a três, outro dia. Gabriela prometeu que nem ela e nem minha “ficante” (e sua amiga) contariam à minha irmã que trepamos. Ela adorou meu caralho e já voltou outras vezes para a mesa da cozinha, para minha cama, além de fodermos no meu escritório e no meu carro, na garagem do prédio. Ela topou a festinha três, mas a minha “ficante” está relutante. Se conseguirmos convencê-la, é lógico que contarei nas páginas desta revista onde a sacanagem dita as regras do prazer.

Bruno Cézar Campo Grande, MS


RELATOS INTIMOS # 6