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Lúcia Angelo Furlan PORTFÓLIO


Lúcia Angelo Furlan (11) 9 9106 7228 luciaafrl@gmail.com

formação acadêmica Graduação em Arquitetura e Urbanismo | 2011-2017 Faculdade de Arquitetura e Urbanismo FAUUSP Universidade de São Paulo Intercâmbio em Arquitetura e Urbanismo | 2014-2015 École Nationale Supérieur d’Architecture de Lyon ENSAL França

atividades complementares Workshop International Vienne | 2015 École Nationale Supérieure d’Architecture de Lyon + Universidad de Las Palmas de Grand Canaria Projeto de Intervenção Urbana para o festival de Jazz à Vienne, França

premiações Menção Honrosa | 2016 9º Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura


experiência profissional

trabalhos autônomos

Arquiteta | 2017-2018 Museu de Arte de São Paulo MASP

Logomarca | 2017 Nahu Colares

• elaboração do Plano de Conservação da Estrutura do Museu: • coordenação de pesquisa e organização de documentação histórica e técnica sobre o Museu; • acompanhamento de levantamentos técnicos de engenharia e patologias do concreto armado; • desenvolvimento de conteúdos sobre arquitetura moderna, conservação preventiva e significância cultural; • realização de peças gráficas para o plano de conservação.

Estagiária de Arquitetura | 2016-2017 Museu de Arte de São Paulo MASP

• elaboração de proposta para o plano de conservação do MASP; • acompanhamento de atividades diárias de manutenção do edifício.

Estagiária de Planejamento Urbano | 2016 Secretaria de Habitação da Prefeitura Municipal de São Paulo Sehab-PMSP

• participação em reuniões estratégicas junto ao gabinete do secretário; • compilação de dados habitacionais do município para os demais setores (Assistência Social, Regularização Fundiária, Mananciais); • realização de peças gráficas. para o Plano Municipal de Habitação.

Projeto de linguagem gráfica | 2015 Mapas para o livro Amazônia Azul. São Paulo: Brasileira Ilustrações | 2013 Atlas Ambiental Mata Viva - Palotina, PR. São Paulo: Geodinâmica

idiomas Português nativa

Inglês fluente

Francês fluente

Espanhol básico

softwares AutoCad Illustrator

SketchUp Indesign

Excel Photoshop

Qgis


ÍNDICE 19 21 31 33

arquitetura | habitação e patrimônio cultural

Rua Cultural

arquitetura | equipamento público

Henrique Mindlin

desenho urbano | intervenção em favela

Vivienda In Red

arquitetura | habitação e equipamento público

Qu’on vienne sur le fil

desenho urbano e arquitetura | patrimônio cultural

Les Entre temps

arquitetura | patrimônio cultural


19 21 31 33

trabalho final de graduação | FAUUSP | individual | 2017

Em conversa com o morador Rogério, foi informado que ali moram aproximadamente 26 pessoas, em uma média de 3 moradores por família. Rogério também informou que o aluguel de um quarto ali poderia chegar a 800 reais mensais.


A partir do estudo de quatro cortiços no centro de São Paulo, o trabalho propõe o morar como forma de preservar. O projeto visou atender às necessidades básicas relatadas pelos moradores, bem como preservar suas memórias e a história dos edifícios em questão. Cada casa apresentou particularidades, tendo um dos projetos partido de ruínas, uma vez que a casa tinha sido recentemente demolida. O banheiro individualizado foi requisito unânime entre as famílias, com a opção de deixar chuveiros e área de serviços coletivas, porém atendendo à quantidade de de famílias. A organização dos móveis previu o aproveitamento do alto pé-direito para uma estrutura que sustenta uma cama a fim de aproveitar melhor os espaços exíguos dos quartos de cortiço. Localização dos imóveis de estudo | sem escala


Elevação casa 19 | sem escala

Elevação casa 21 | sem escala

Planta nível térreo | sem escala Elevação casa 31 | sem escala

Elevação casa 33 | sem escala

Planta nível da rua | sem escala


Corte AA | sem escala

0,5

1,84

3,75

0,2

2,2

4,25

1,95

Corte AA | sem escala

Corte BB | sem escala

0,2 3,75

4,3

0,5

3,8

0,15

3,1

4,46

0,5

Corte BB | sem escala

Planta nível térreo | sem escala

Elevação frontal | sem escala

Elevação frontal | sem escala

Foi feito o estudo e análise das edificações, com identificação de usos, medição de dimensões e elementos adicionados sobre os edifícios históricos ao longo do tempo. Após o estudo e levantamento do estado atual dos imóveis e das entrevistas com os moradores seguiu-se a realização do projeto de intervenção nos edifícios existentes e da nova unidade no terreno vazio.

Estudo de cores | sem escala

Planta nível da rua | sem escala


RUA CULTURAL

9º concurso CBCA para estudantes de arquitetura | CBCA | coletivo | 2016

menção honrosa


Implantado num vazio urbano da fronteira entre São Paulo e Taboão da Serra, o projeto costura o território de um piscinão e retalhos entre os municípios. A proposta de projeto passa por uma revisão da ideia de centro cultural, evitando um grande edifício centralizador, abrindo travessias e gerando espaços públicos. A explosão do equipamento e sua integração ao cotidiano da cidade se dá ainda através de programas complementares, como oficinas, espaços de estudo, áreas compartilhadas de trabalho, comércio de pequena escala, restaurantes comunitários e praças de diferentes dimensões. Os volumes dos auditórios são elevados e transformados em pontes que ligam os edifícios e sombreiam os espaços públicos. Uma rua pedonal atravessa todo o projeto, ligando duas praças principais através de outras menores. Um curso dágua rememora a presença dos rios e faz florescer uma cultura da água na cidade. Ligando tanques de filtragem e espelhos d’água, também colabora coma umidade no desempenho ambiental do lugar e com o sistema de drenagem alterado pelo projeto. Nos espaços públicos, a água aparece de diferentes maneiras, seja contemplativa ou interativa.

Barreira urbana: piscinão e nós viários

Localização: Municípios de São Paulo e Taboão da Serra

Unificação do terreno e adequação viária

Implantação centro cívico e cultural

Explosão do edifício e costura com entorno

Galeria de arte

Esquema coleta de água e uso de energia solar

Implantação centro cívico e cultural


Planta salas de conferência | sem escala

Planta biblioteca e cinema | sem escala 14

15

16

17

18

Planta galerias de cnimea| sem escala 19

20

21

22

39.80 7.50

68.0

0

7.50

7.50

Planta grande teatro | sem escala

7.50

7.50

22.50 7.50

23

7.50

25 24

7.50

27

26

7.50

7.50

28

29

30

31

7.50

32

33

34

35

36

15.00 7.50

37

38

39

40

60.00 7.50

7.50

7.50

7.50

7.50

7.50

7.50

7.50

7.50

5,60 7.50

5,60

7.50

13

7.50 12.50

3.75

6.25

5,60 15.0

0

11.35

3.75

10.00

10.00

10.00

3.75

5,60

30.00

1

2

3

4

5

6

7

x

2 salas de cinema e espetáculos (200 lugares cada) galeria para exibição de artes café sala de conferências maior (700 lugares) salas de conferências menores (400 lugares) escritórios em co-working restaurante público estacionamento subterrâneo (200 vagas)

sala de cinema e espetáculos (200 lugares) oficinas e cursos restaurante escola biblioteca área de pesquisas e acervo administração geral

6,70

25.00

9,60

31.25

7.50

6.25

3.75

3.75

12

11 7.50

12.00

7.50

31.25

32.00

10

9 7.50

31.25

20.00

8

15.00

9,60

5,60

grande teatro (800 lugares) salas de ensaio camarins espaços de apoio ao teatro restaurante


Corte EE - Sala de conferência | sem escala

Corte DD - Cinema e galeria | sem escala V

Corte AA - Grande teatro e elevação leste do conjunto | sem escala

V

Planta geral do conjunto | sem escala

D

05

V

C

04

A

04

Corte BB- Grande teatro | sem escala B

04

05

E

D

-1,00 -1,60

05

0,00

0,00 05

E

C

A

04

B

04

04

Corte CC- Grande teatro, salas de cinema e elevação norte do conjunto | sem escala V

C


HENRIQUE MINDLIN disciplina de planejamento urbano | FAUUSP | coletivo 2016


O projeto é uma intervenção de desenho urbano na favela Henrique Mindlin, localizada no setor Americanópolis da Operação Urbana Consorciada Água Espraiada (OUCAE), na região sul do município de São Paulo. A intervenção foi pensada como parte de uma ação maior, que atuasse no conjunto de favelas ao longo da Via Parque proposta no eixo do córrego Águas Espraiadas. O trabalho envolveu solucionar a questão das habitações em área de risco buscando a menor quantidade possível de remoções de famílias, com sua realocação projetada na própria região. Além disso, também trabalhou o verde e o potencial de parque da área central da favela, próxima ao córrego, como elemento articulador da comunidade. Para as famílias realocadas foi desenvolvido projeto de “mini habitações” em edifícios de uso misto com a implantação de pequenos equipamentos comunitários, em solução modular. Para as áreas comunitárias foram propostas adequações de infraestrutura e o tratamento da área verde.

Localização Urbana - Inserção na Metrópole | sem escala

Localização Urbana - Inserção na Operação Urbana | sem escala


Fase 1

Análise do contexto, remoções e alterações | sem escala

Estudo de volumetria da situação atual | sem escala

Edificações do entorno Favelas vizinhas Favela Henrique Mindlin Edificações a remover Edificações a modificar Córrego Águas Espraiadas

Fase 2

Pós remoções e Estudo de realocação | sem escala

Situação pós remoções e alterações | sem escala

Edificações do entorno Favelas vizinhas Favela Henrique Mindlin Edificações a modificar Áreas de provisão habitacional Travessias Áreas de realocação Córrego Águas Espraiadas

Fase 3

Intervenções e módulos habitacionais | sem escala

Edificações do entorno Favelas vizinhas Favela Henrique Mindlin Edificações modificadas Caminhos às margens do córrego Nova área de acesso às edificações Área verde Módulos habitacionais Córrego Águas Espraiadas Intervenção e módulos habitacionais | sem escala


Unidade básica Tipo A com varanda para expansão

Unidade básica Tipo A Diagrama de áreas

Unidade básica Tipo A expansões realizadas

Unidade básica Tipo B para espaços residuais de casas removidas

Tipologia A: corresponde à maior parte das novas unidades e é composta por 4 unidades básicas de 36 m², passíveis de expansão em até 24 m² (varandas). Tipologia B: tem implantação flexívei por ser estreita, sendo útil para alterações pontuais na malha. As duas tipologias podem abrigar pequenos equipamentos comunitários ou comércio. Corte Transversal | sem escala


VIVIENDA IN RED

disciplina de projeto de edificações | FAUUSP | coletivo | 2014


O projeto realizado no centro de São Paulo foi desenvolvido para integrar-se ao espaço de seu entorno e atender às necessidades habitacionais da região, abrigando a diversidade de usuários da cidade. Para isso, optou-se por unidades habitacionais de tamanhos variados em edifício com embasamento comercial e uma praça pública no interior do terreno. Para atender a solicitação de projeto de realização de um poupatempo, este foi projetado como um edifício versátil. Sua configuração espacial permite a mudança de uso tendo em vista um futuro em que as funções de um poupatempo talvez se extigam. O térreo livre interliga os dois projetos. A linguagem dos dois projetos trabalha a transparência do vidro e o peso de chapas metálicas, dialogando com as texturas do entorno. Implantação geral - entorno com edifícios notáveis

Pavimento Tipo 1

Áreas Técnicas

Pavimento Tipo 2

Lojas

Pavimento Tipo 3

Praça de Alimentação

Área Condominial

Lojas

Administração Praça Coberta Setor Atendimento 1 Setor Atendimento 3 Setor Atendimento 2


3º Subsolo sem escala

2º Pav. - Atendimento

Corte AA | sem escala

Lojas sem escala

2º Subsolo sem escala

3º Pav. - Atendimento

Corte BB | sem escala

Térreo Condominial sem escala

Corte CC | sem escala

1º Subsolo - Casa Noturna sem escala

4º Pav. - Pça. Coberta

Habitação Pav. Tipo 1 sem escala

Corte DD | sem escala


1º Subsolo

5º Pav. - Administração

Elevação Norte | sem escala

Praça Rebaixada sem escala

Habitação Pav. Tipo 2 sem escala

Elevação Sul | sem escala

Térreo

Elevação Leste | sem escala

Térreo sem escala

Habitação Pav. Tipo 3 sem escala

Elevação Oeste | sem escala

1º Pav. - Atendimento

Elevação Norte | sem escala

Pça. Alimentação sem escala

Habitação Cobertura sem escala

Elevação Leste | sem escala


Q U’ O N V I E N N E S U R L E F I L master em história e patrimônio | ENSAL | coletivo | 2014


Realizado na cidade de Vienne, na França, o projeto traz uma leitura urbana dos monumentos históricos da cidade e de seus espaços livres públicos. Na escala da cidade, a proposta cria um eixo de edifícios patrimoniais costurados por praças e demais espaços de fruição e convívio, trazendo o verde e a água como elementos fundamentais para sua integração. Na escala dos edifícios, a intervenção se concentra sobre o Antigo Teatro Romano e Odeon, localizados no alto da colina, onde se instala um pólo cultural de artes teatrais. A proposta explora o potencial do Teatro partindo do seu uso já reconhecido no festival internacional de Jazz em Vienne. Enquanto este recebe intervenções para receber melhor o festival, o Odeon recebe um edifício inteiramente novo com salas de espetáculo, uma escola de teatro, um cabaré e um teatro ao ar livre. O potencial cênico se revela não apenas pela história desse local, mas também por sua força paisagística devido à localização no alto da colina do Monte Pipet. Dessa maneira, uma passarela conecta os dois projetos e um panorama sobre a cidade que se estende até às margens do Rio Ródano.

Praça pública com espelho d´água

Vista de espaço público próximo à catedral

Vista do conjunto a partir de jardim


Vista diurna do conjunto

Planta do conjunto - teatro, passarela e odeon | sem escala

Vista noturna do conjunto

Planta das instalações do Teatro | sem escala

Estudo de implantações do palco no festival de Jazz à Vienne

Intervenção nas arquibancadas do Teatro


Odeon - Térreo | sem escala

Vista do teatro a céu aberto no Odeon

Odeon - 1º pavimento e cabaré | sem escala

Odeon - 2º pavimento | sem escala

Vista noturna a partir do bar-passarela

Elevação passarela e odeon | sem escala


LES ENTRE TEMPS

workshop temรกtico | ENSAL + Prefeitura Arles | coletivo 2014


Localizada na cidade de Arles, no Sul da França, as Termas de Constantino são um importante patrimônio para a cidade. O projeto visou instalar programações culturais no edifício para que este deixasse de ser apenas um monumento a ser contemplato e se tornar um equipamento público, com apropriação da população local. Para tal, buscou revitalizar a praça frontal utilizada anteriormente como estacionamento, criando uma relação entre a margem do Rio Ródano e o novo espaço cultural. Após o acolhimento gerado pela praça rebaixada para evitar os fortes ventos alíseos da região, o usuário adentra o edifício e pode ocupar os diversos espaços com programas que vão desde uma biblioteca e um café até salas de cinema suspensas. A intervenção respeita a volumetria histórica das Termas e sua materialidade, além de recuperar o uso do local como hamam (sauna), muito comum na cidade.

Praça frontal

Implantação geral | sem escala

Relação com a margem do rio

Relação com a via frontal

Relação entre edifícios


Nível térreo | sem escala

Vista da praça frontal rebaixada

Nível superior | sem escala

Esquema dos programas


Sauna (hammam)

Ă rea de bilblioteca e pesquisa

CafĂŠ-restaurante

Corte Transversal | sem escala


Obrigada!

Portfolio - Lúcia Furlan  
Portfolio - Lúcia Furlan  
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