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MANUAL DO CONSELHEIRO


INTRODUÇÃO


Olá. Este é o manual do conselheiro. Um documento feito completamente dedicado a você, conselheiro(a). Nele você encontrará uma série de informações importantes para melhor entender a dinâmica de trabalho do Conselho Administrativo da Brasil Júnior. O manual está dividido em seções para que haja um melhor entendimento da organização Brasil Júnior e de como seu funcionamento é desenhado para atender uma gama de requisitos do Movimento Empresa Júnior brasileiro. Juntamente com outros documentos que balizam o trabalho deste órgão da confederação (como o estatuto e o regimento interno), o objetivo deste manual é ser um guia de consulta direta sobre as principais atribuições, ferramentas, processos e reuniões pertinentes a atividade de conselheiro da Brasil Júnior.

Espero que lhe seja útil. Tenha uma ótima leitura! :)


ORGANOGRAMA


Órgãos de supervisão/regulação

Equipe Executiva Negócios

Presidência

Comunicação

Brand Desk

Assembleia Geral

Gestão

Institucional

Internacional

PMO

Vice-Presidência

AdministrativoFinanceiro

TI

Conselho Consultivo

Desenvolvimento

Conteúdo

Administrativo

Educação

Eventos

Regulamentação

PEG

Relações Públicas

Expansão

Pesquisas

Rede

Suporte

Conselho Administrativo

Equipe Executiva

Conselho Fiscal


Negócios

Negócios

Institucional Internacional

negocios@brasiljunior.org.br

Presidência

Prospecção e manutenção de parcerias;

Captação de recursos;

Geração de negócios.

Coordenador Renan Vanzela


Institucional

Negócios

Institucional Internacional

institucional@brasiljunior.org.br

Presidência

• • •

Articulação política; Representatividade em eventos; Relacionamento com setor público e demais entidades civis.

Coordenador Renan Tibúrcio


Internacional

Negócios

Institucional Internacional

internacional@brasiljunior.org.br

Presidência

• • • •

Embaixadores na JADE; Benchmarking; Fortalecimento político; Expansão do MEJ mundial.

Coordenador João Negreiros


Gestão

Gestão

PMO TI

gestao@brasiljunior.org.br Vice-Presidência

• • • •

Gestão estratégica; Gestão tática; Gestão operacional; Gestão de pessoas.

Coordenador Fabrício Barbosa


PMO

Gestão

PMO TI

pmo@brasiljunior.org.br Vice-Presidência

• • •

Gerenciamento de projetos; Pesquisa e desenvolvimento em projetos; Emissão de relatórios de projetos.

PMOs Klysman Félix Diego Flausino


Tecnologia da Informação

Gestão

PMO TI

ti@brasiljunior.org.br Vice-Presidência

• • •

Gerenciamento de sistemas; Desenvolvimento de ferramentas; Gestão da informação.

Coordenador André Carneiro


Administrativa

Administrativa

Expansão

Regulamentação

administrativa@brasiljunior.org.br AdministrativoFinanceira

• • •

Relatórios financeiros; Elaboração e acompanhamento do planejamento financeiro; Manutenção das conformidades jurídicas.

Coordenadora Maria Tarciana


Expansão

Administrativa

Expansão

Regulamentação

expansao@brasiljunior.org.br AdministrativoFinanceira

• •

Orientação as federações não confederadas; Fomento a criação de novas federações;

Coordenador Pedro Rio


Regulamentação

Administrativa

Expansão

Regulamentação

regulamentacao@brasiljunior.org.br AdministrativoFinanceira

• • •

Selos EJ e Federação; Regulamentação junto as IES; Suporte jurídico.

Coordenador Sinval Emanuel


Conteúdo

Conteúdo conteudo@brasiljunior.org.br

Eventos Relações Públicas

Brand Desk

Comunicação

• • • •

Manutenção dos meios de comunicação da BJ; Geração de conteúdo; Comunicação dos projetos e programas; Geração de engajamento.

Coordenadora Natália Andrade


Conteúdo

Eventos eventos@brasiljunior.org.br

Eventos Relações Públicas

Comunicação

• • •

Brand Desk

Acompanhamento dos eventos regionais; Geração de documentos de apoio; Aprimoramento da metodologia padrão;

Coordenadora Luciana Marques


Conteúdo

Relações Públicas rp@brasiljunior.org.br

Eventos Relações Públicas

Brand Desk

Comunicação

• •

Contato com imprensa; Comunicação externa;

Coordenador Pedro Alves


Conteúdo

Brand Desk branddesk@brasiljunior.org.br

Eventos Relações Públicas

Brand Desk

Comunicação

• •

Elaboração de peças gráficas; Planejamento das diretrizes da comunicação dos programas e projetos;

Brand Desks Kaio Fialho Gustavo Lemos


Educação

Educação

PEG

Pesquisas

Rede

Suporte

educacao@brasiljunior.org.br Desenvolvimento

• •

Criação, armazenamento e disseminação de conhecimento; Desenvolvimento em rede.

Coordenador Haigo Porto


Educação

PEG

PEG

Pesquisas

peg@brasiljunior.org.br Desenvolvimento

• •

Rede

Suporte

Planejamento e execução do PEG; Disseminação da Excelência em Gestão; Diagnóstico da rede.

Coordenador Wellington Zacharias


Educação

Pesquisas

PEG

Pesquisas

pesquisas@brasiljunior.org.br Desenvolvimento

• •

Rede

Suporte

Planejamento e realização de pesquisas; Geração de informações relevantes para a rede.

Coordenador Vacante


Educação

Rede

PEG

Pesquisas

Rede

Suporte

rede@brasiljunior.org.br Desenvolvimento

• • • •

Gestão da rede; Coleta de metas e resultados do PE do MEJ; Trabalho com articuladores; Contato com núcleos.

Coordenador Pedro Vargas


Educação

Suporte

PEG

Pesquisas

Rede

Suporte

suporte@brasiljunior.org.br Desenvolvimento

Planejar e realizar o programa de suporte às federações.

Coordenador Gustavo Higino


Conselho Consultivo

Conselho Consultivo

Conselho Fiscal Conselho Administrativo

consultivo@brasiljunior.org.br Diretoria Executiva

• • •

Mentoria para a diretoria; Gestão do conhecimento; Manutenção da História da BJ;

Conselheiros Ex-presidentes da Brasil Júnior Cláudio Sassaki (Geekie) Rodrigo Brito (Aliança Empreendora) Rodrigo Teles (Fundação Estudar)


Conselho Fiscal

Conselho Consultivo

Conselho Fiscal Conselho Administrativo

conselhofiscal@brasiljunior.org.br Diretoria Executiva

• •

Auditoria de contas e documentos; Emisssão de pareceres.

Conselheiros Guilherme Penna Paula Ziroldi


Conselho Administrativo

Conselho Consultivo

Conselho Fiscal Conselho Administrativo

conselho@brasiljunior.org.br Diretoria Executiva

• • • • •

Orientação estratégica; Aprovação de orçamento e projetos; Eleição da diretoria executiva; Geração de insumos para a equipe executiva; Articulação de programas nas federações

Conselheiros Presidentes de cada federação Prescons de cada federação


Assembleia Geral

Assembleia Geral

Brasil Júnior

• •

Aprovações/alterações estatutárias; Aprovações/alterações de atos normativos de impacto direto na rede (CNEJ, código de ética etc.);

Conselheiros Presidentes ou Representantes de cada EJ confederada


FEDERAÇÕES


10 EJs

22 EJs

33 EJs

21 EJs

7 EJs

19 EJs

23 EJs

49 EJs

3 EJs

3 EJs

19 EJs

3 EJs

9 EJs

8 EJs

7 EJs


REFERENCIAL ESTRATÉGICO


Representar o Movimento Empresa Júnior e potencializá-lo como agente de formação de empreendedores capazes de transformar o país.

Em 2015, a Brasil Júnior terá forte capacidade de articulação dentro do ecossistema empreendedor e potencializará os resultados da rede através da integração de seus agentes. * O Planejamento Estratégico da BJ v6.0 completo pode ser encontrado em: bit.ly/dropboxconselhobj14


Buscamos gerar valor para nossas partes interessadas e nos comprometemos com a superação das suas expectativas, de forma perene.

A despeito de nossa diversidade, somos unidos por visões compartilhadas e trabalhamos em cooperação, para fazer com que o conjunto de nossas forças seja maior que a soma de suas partes.

Para formar empreendedores no MEJ, é necessário que sejamos empreendedores. Inconformismo, visão para oportunidades, pensamento inovador e capacidade de realização são características que nos definem.

Somos transparentes em todas as nossas ações, acertadas ou erradas. Temos plena consciência que um futuro melhor se faz com ética e compromisso com a verdade.

Somos apaixonados pelo nosso trabalho e trabalhamos por um Movimento em que acreditamos. Nosso orgulho de ser júnior é o que nos faz “gigantes pela própria natureza”.


CONSELHO ADMINISTRATIVO


Como já apresentado, o Conselho Administrativo da Brasil Júnior é composto por 2 representantes das federações confederadas a Brasil Júnior. Ele é o órgão administrativo de maior contato com a equipe executiva durante o ano pois, entre suas principais responsabilidades estão deliberações que impactam fortemente no trabalho a ser desenvolvido pela gestão. Entre os principais itens a serem apreciados pelo Conselho estão: • Planejamento Financeiro; • Projetos; • Escolha da sede do ENEJ; • Planejamento Financeiro do ENEJ; • Eleição da nova diretoria executiva; • Relatórios estratégicos da gestão; • Pareceres do Conselho Fiscal. A seguir serão apresentados mais detalhes sobre regime de trabalho do Conselho e informações sobre o Conselho Administrativo da 2014.


CONSELHO 2014


14 12 10 8 6 4 2 0

6 5 4 3 2 1 0

16 14 12 10 8 6 4 2 0

16 14 12 10 8 6 4 2 0 1986

1991

1992

1993

1994


Os slides a seguir foram baseados nas entrevistas feitas pelo Presidente do Conselho com as federações antes da Reunião Presencial de Janeiro. A entrevista objetivava entender o background trazido por cada conselheiro e quais informações sobre o Conselho da Brasil Júnior a federação já detinha. Para a consolidação dos resultados a seguir, o Presidente do Conselho redigiu as respostas obtidas com o máximo de fidedignidade com as palavras utilizadas pelos conselheiros para que fosse gerada uma tagcloud. Tagclouds, são nuvens de palavras recorrentes em um determinado contexto. Seu uso mais comum na internet é mostrar aos visitantes de um determinado site as palavras mais repetidas nas suas páginas. A análise foi segmentada em 1) Problemas, 2) Pertinência/Não-pertinência ao trabalho do Conselho, 3) Expectativas sobre o Prescon e 4) Alinhamento da Federação ao MEJ. Uma vez coletadas as palavras mais utilizadas (utilizando a ferramenta http://tagcrowd.com/), foram destacados, ipsis litteris, os trechos em que elas apareciam na fala dos conselheiros. Das 15 federações, somente não foram entrevistadas FEJECE e UNIJr-BA.


- Chegar a reunião sem infos - Conselho precisa de infos - Falha no envio de infos

- Prescon deve defender o interesse das federações - Prescon não deve ser diretor

- Dificuldade de acesso a informações - Dificuldade de comunicação


- Discutir ganhos estratégicos dos projetos - Focar no que é estratégico - Discutir questões mais estratégicas - Discutir aspectos estratégicos - Mais infos mais estratégicas

- Focar nos resultados - Resultados alcançados/não alcançados e por quê - RESULTADOS, NÚMEROS

- Não há tempo para assuntos operacionais - Evitar questões mais operacionais - Não se importar com questões operacionais - Não discutir programas e projetos a níveis operacionais


- Presenรงa com algum posicionamento - Presenรงa! - Presenรงa, repasses frequentes

- Cuidar com prazos. - Monitorar prazos para o Conselho


- Boa adesão a programas - PE da federação (ou ações) são baseado(as) no PE em Rede - Consegue gerar o entendimento de trabalho em rede - Trabalha sob as 5 funções, acredita na formação de empreendedores

- EJs não tem contato com o PE em Rede - Está anacrônica em relação ao ciclo dos MEJ - EJs divergem em relação ao objetivo do MEJ (formação empreendedora) - PE não costuma ser feito baseado no PE em Rede, EJs não conhecem bem sequer o PE da federação e isto é preocupante


MEMBROS CONSELHO 2014


PRESCON

Fernanda

Leonardo

Gleyson

Marco AurĂŠlio

Ana Paula

Yuri

Manu

Rafaela

PRESEX

Hemmily


PRESEX

Philipe

Ianna

Thaís

Hector

Rafael

Lucas

Pedro Henrique

Paulo

PRESCON

Adams


PRESCON

Furado

Valter

Thiago

Bárbara

César

Renan

Pedro Hita

Caio

Thalita

PRESEX

Tamiris


PAPÉIS DO CONSELHO


Historicamente, o Conselho da BJ sempre teve dificuldades em definir claramente o seu papel, em geral, devido as suas “incoerências” contextuais aos conselhos tradicionais (conselheiros mais jovens e menos experientes que a diretoria executiva, tempo limitado de gestão etc.). No último ciclo estratégico (Primeiro do PE em Rede), identificamos que era necessário articular melhor os agentes da Rede para a execução de iniciativas compartilhadas, algo que ficou claramente explícito

na Visão para 2015 (“... construiremos resultados de maneira integrada ...”). Após a criação de comissões (em 2012) para estudar modelos de governança, como os fornecidos pelo IBGC e práticas avulsas para a aplicação no Conselho da BJ, chegamos a uma conclusão e definição de

papéis mais ampla, que não se restringe apenas à dimensão de Conselho Administrativo, mas que traz mais dois papéis essenciais para que o Conselho gere valor para a Rede e para a BJ.


Conselho Acionista

Conselho Articulador

Conselho Cliente


O Conselheiro quando desempenha o papel de Acionista, deve tomar as suas decisões pensando sempre no impacto das mesmas para que a Brasil Júnior seja uma organização mais eficiente (gere mais valor para seus stakeholders, atinja as metas propostas de acordo com a sua estratégia). Principais Atribuições: • Aprovação do Planejamento e Revisão Estratégica da BJ • Aprovação dos Planos de Ação e Orçamento para o ano • Aprovação de mudanças no Estatuto e Regimento da Brasil Júnior • Aprovação da sede e orçamento do ENEJ • Acompanhamento e cobrança sobre os resultados organizacionais da BJ • Zelar para que a Brasil Júnior trabalhe com eficiência, e alinhada à sua estratégia • Representar as Empresas Juniores associadas em todas as deliberações do Conselho da Brasil Júnior • Representar as Empresas Juniores associadas nas Reuniões Virtuais e Reuniões Presenciais do Conselho de Administração


O Conselheiro quando desempenha o papel de Articulador, deve tomar decisões pensando no impacto das mesmas para o desenvolvimento da Rede como um todo. Além disso, ele deve zelar pelos princípios do PE em Rede para que as ações empreendidas estejam alinhadas com a nossa estratégia e propósito. Principais Atribuições: • Discutir e tomar decisões acerca do Desenvolvimento da Rede • Participar ativamente dos Programas da Brasil Júnior • Engajar Federação, EJs e Empresários Juniores de seus estados para atingir a meta de adesão aos programas e iniciativas da Rede • Difundir os conceitos do PE em Rede para os Empresários Juniores de seu Estado através de ações, eventos, e palestras • Participar e articular iniciativas que promovam o Movimento Empresa Júnior como o principal movimento de formação empreendedora do país


O Conselheiro quando desempenha o papel de Cliente, deve tomar decisões e contribuir com as discussões trazendo a perspectiva da sua Federação e a realidade do Movimento Empresa Júnior no seu Estado, Principais Atribuições: • Participar dos Programas da Brasil Júnior; • Responder às pesquisas de satisfação e contribuir com feedbacks para a melhoria dos programas e iniciativas da Brasil Júnior.


DINÂMICA DE TRABALHO


Devido aos seus múltiplos papéis, o Conselho Administrativo da Brasil Júnior assume uma carga de trabalho bastante intensa. Isso somado ao trabalho da própria federação pode tornar-se algo muito difícil de se gerenciar, considerando que fora empresário júnior, todos somos ainda estudantes, filhos(as), namorado(as) etc. Observando esses fatores e também buscando atender as expectativas anteriormente apresentadas, as páginas a seguir trarão detalhes de como estarão sistematizadas as reuniões do conselho (virtuais e presenciais), as reuniões de acompanhamento do Presidente do Conselho com cada federação, reuniões com os conselheiros presentes em cada evento, as entregas do ano (relatórios estratégicos, financeiros, de acompanhamento do ENEJ, pareceres do Conselho Fiscal etc.) os processos de coletas de insumos para formatação de programas e de feedbacks e as ferramentas que utilizaremos durante o ano. Desde já, é importante salientar que o sucesso dessa rotina, em essência, é baseada nos compromissos da Diretoria Executiva, responsável pelas entregas ao Conselho; do Presidente do Conselho, responsável por garantir a qualidade e a acessibilidade das entregas em tempo hábil para sua análise; e dos próprios conselheiros em se prepararem e assumirem adequadamente seus papéis, conforme a situação, cumprindo seus prazos.


REUNIÕES


• Reuniões Presenciais (RPs)

As RPs acontecem, ordinariamente, 2 vezes ao ano (nos meses de janeiro e outubro) e nos últimos anos, em caráter extraordinário, durante o ENEJ. Segundo determinação estatutária, as reuniões presenciais ordinárias devem acontecer no estado de São Paulo, salvo em caso de decisão contrária tomada na RP anterior. Por serem presenciais, as RPs tem um potencial enorme de integrar os membros do conselho entre e si e com a diretoria, o que facilita bastante o trabalho de alinhamento entre Brasil Júnior e federações. Entre suas pautas mais comuns estão momentos de construção e de fornecimento de feedbacks para a Diretoria Executiva formatar os principais programas e projetos para o MEJ Brasileiro e, na reunião de outubro, a apresentação de propostas de candidatura a Diretoria Executiva e a Presidência do Conselho do ano seguinte. Para as RPs é bastante recomendável aos conselheiros que se preparem com bastante antecedência, pois a reunião dura, no mínimo, 2 dias. Portanto, o volume de documentos de apoio tende a ser maior que o das demais reuniões. Prazos: • Solicitação de sugestões de pautas: um mês antes da reunião. As sugestões serão avaliadas pelo Presidente do Conselho. Prazo de uma semana para envio; • Envio da pauta: até 15 dias antes do início da reunião; • Envio dos documentos: até 10 dias antes do início da reunião; • Envio da pesquisa de satisfação: até uma semana depois do término da reunião; • Envio da ata: até 15 dias após a reunião.


• Reuniões Virtuais (RVs)

As RVs acontecem, ordinariamente, a cada dois meses, exceto nos meses em que já ocorrerão uma RP. Por serem virtuais, as RVs sofrem algumas restrições quanto ao seu tempo e as pautas a serem discutidas. Elas são mais curtas e mais rígidas no que tange a tempos de fala. A proposta para 2014 é que sejam discutidos menos pontos por RV para que essa restrição possa ser menos incômoda, pois, até o ano passado, o volume de pautas impedia maior fluidez no diálogo. Assim, a preparação para as RVs demanda menos tempo, e, portanto, a diretoria executiva tem um prazo mais largo para enviar os documentos de apoio. Ainda assim, a leitura prévia de todos é indispensável. Prazos: • Solicitação de sugestões de pautas: um mês antes da reunião. As sugestões serão avaliadas pelo Presidente do Conselho. Prazo de 15 dias para envio.; • Envio da pauta: até uma semana antes do início da reunião; • Envio dos documentos: até uma semana antes do início da reunião; • Envio da pesquisa de satisfação: no dia seguinte após do término da reunião; • Envio da ata: até uma semana após a reunião.


• Reuniões de acompanhamento do conselho

Reuniões de acompanhamento do conselho não compõem ainda uma rotina da Brasil Júnior. Diversos Presidentes do Conselho buscavam manter esta prática, mas diversos problemas durante a gestão impediam-no de consegui-lo de forma efetiva. Em 2014, a proposta é que estas reuniões ocorram trimestralmente, tanto para não onerar a Presidência do Conselho (afinal, são 15 reuniões, podendo, a partir do ENEJ 2014, vir a ser 16 e, se batermos a meta de expansão, 18 para 2015). O objetivo delas é acompanhar o andamento do trabalho dos conselheiros em relação as discussões que acontecerem durante o ano, aos papéis do conselheiro, a situação nas federações, entre outros.

• Reuniões com os conselheiros presentes nos eventos

Outra prática comum no Conselho Administrativo é a de reunir os conselheiros presentes em cada evento estadual/regional para conversar sobre o andamento das atividades do conselho e das atividades da BJ e do MEJ de cada estado de forma mais qualitativa. Como trata-se de uma reunião mais informal, não há costume de se enviar pauta ou ata. Elas serão marcadas pelo Sistema de Gestão do Conselho e quando o Presidente do Conselho não estiver presente no evento, recomenda-se que elas aconteçam com os diretores executivos que estiverem no evento.


Calendário Abaixo estão destacadas as datas das reuniões virtuais e presenciais do Conselho Administrativo. As demais reuniões serão marcadas a medida que se aproximem os deadlines. Data

Tipo

9 de março

Virtual

27 de abril

Virtual

29 de junho

Virtual

14 e 15 de agosto

Presencial

2 a 5 de outubro

Presencial

14 de dezembro*

Virtual

* Mantivemos a reunião virtual na periodicidade bimestral, porém, em caso de vacância no 1º Edital de Eleições, poderemos ter reuniões virtuais extraordinárias em outubro e/ou novembro para apresentação de candidaturas nos editais subsequentes.


ENTREGAS


Durante o ano, o conselho receberá uma série de relatórios e pareceres sobre a atividade da Brasil Júnior. Eles podem ser utilizadas para discussão em reuniões mas normalmente chegarão a parte e estarão disponíveis para questionamentos e discussões no sistema do conselho. A seguir, são explicados o que contém cada uma delas bem como sua periodicidade no ano. • Relatórios financeiros Os relatórios financeiros da Brasil Júnior trarão dados do andamento de sua gestão financeira, respeitando um dos nossos valores que é a Transparência. O primeiro relatório contemplará toda a movimentação realizada nos meses de janeiro e fevereiro. Daí em diante, o período de análise é mensal. Prazo: dia 10 de cada mês, a partir de abril.

• Pareceres do Conselho Fiscal Os pareceres do Conselho Fiscal da Brasil Júnior trarão dados sobre a regulamentação da Brasil Júnior frente aos órgãos governamentais e sobre a sua organização administrativo-financeira por meio da auditoria de contratos, extratos bancários, CNDs, etc. Elas ocorrerão trimestralmente. Prazo: dia 30 de cada mês de início de trimestre (abril, julho, outubro e janeiro).


• Relatórios de desempenho de projetos e processos Os relatórios de desempenho de projetos e processos trarão ao Conselho uma visão condensada do andamento da operação da Brasil Júnior. Eles contemplarão o desempenho dos indicadores de processo e o avanço percentual dos projetos, bem como trarão observações quanto a fatores que estejam influenciando de alguma maneira o resultado. Prazo Projetos: dia 12 de cada mês, a partir da aprovação dos projetos. Prazo Processos: dia 12 de cada mês, a partir da definição de metas de processos.

• Follow-up do ENEJ Os relatórios de follow-up do ENEJ objetivam transparecer ao Conselho informações sobre o andamento da organização do evento, contemplando suas principais áreas: programação, captação de recursos, situação financeira do evento etc., além de trazer observações e perspectivas sobre a realização do mesmo. Sempre que possível, eles serão trabalhados em reuniões virtuais ou presenciais. Prazo: dia 20 de cada mês, contemplando os avanços do dia 20 do mês anterior até o dia 19 do mês vigente.


• Relatório estratégicos Os relatórios estratégicos trarão um overview do desempenho da Brasil Júnior em relação a sua estratégia para o ano. Eles contemplarão a medição de todos os indicadores estratégicos e trarão as metas trimestrais como parâmetro (desdobradas a partir das metas anuais). Prazo: dia 30 dos meses subsequente ao fim de trimestres de gestão* (maio, agosto, outubro e janeiro). * Para fins de contagem do semestre, desconsideramos o mês de janeiro que é completamente voltado a cogestão e planejamento de ações. Portanto, o primeiro trimestre é composto por fevereiro, março e abril; o segundo por maio, junho e julho etc.; • Relatório de Gestão O relatório completo da gestão da Brasil Júnior será entregue para os membros dos conselhos de 2014 e de 2015. Ele conterá o detalhamento do desenvolvimento de todas as ações e iniciativas da confederação, bem como o seu desempenho estratégico final. Sendo um importante insumo tanto para o Conselho como para a Diretoria Executiva da gestão 2015, sua apresentação será formalmente feita, de forma mais geral na cerimônia de posse da 2015 e, em detalhes, durante a RP de janeiro de 2015. Prazo: até 10 dias antes do início da RP de janeiro de 2015.


PROGRAMAS E PROJETOS DE PROGRAMAS


Os programas da Brasil Júnior são processos ou projetos que impactam diretamente na rede. Como tais, é imprescindível que o Conselho esteja a par de suas definições para que possa melhor articular as ações relacionadas nos seus estados. Mais que isso, é salutar que o Conselho colabore ativamente com a construção dos programas para que eles atendam as necessidades do MEJ Nacional, considerando as particularidades de cada estado. Assim, cada programa e projeto de programa terá um período destinado a validação, co-criação e aperfeiçoamento das ideias e definições. Esta dinâmica pode ocorrer tanto na forma de disponibilização de um tempo anterior a realização do (projeto de) programa ou por meio de comissões estratégicas – estas, geralmente em projetos mais robustos como o PEG 2015 e o Escolas Empreendedoras.

Por fim, para cada programa ou projeto de programa, será disponibilizado também um tempo para envio de feedbacks de sua execução, buscando facilitar o processo de melhoria para os anos subsequentes.


Manual do Conselheiro Brasil Júnior  
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