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Sing.ular

MÃE! REVIEW DO QUE A GENTE ENTENDEU (QUASE NADA)

RICK & MORTY MAIS FILOSÓFICO DO QUE VOCÊ IMAGINA

DROP

TOP SÓ ALBÃO DE MÚSICA LINDA, PRA VOCÊ OUVIR

blond FRANK OCEAN


NESTA EDIÇÃO

AQUI VOCÊ OUVE, AQUI VOCÊ VÊ,

Conteúdo show e alguns memes.

UMA REVISTA DESSAS, BIXO...

LUAN PINHEIRO

A primeira edição dessa revista (e provavelmente a única, sorry) vem cheia de coisa muito boa pra ver e ouvir. O Mitchell Masterson fez uma matéria interessantissima sobre a série Rick & Morty, falando um pouco sobre a filosofia niilista por trás do personagem Rick, nessa mesma pagina tem ainda uma ilustração foda do Guilherme Rocha que também é nosso artista de capa (da uma olhada na próxima pagina!). Pra falar sobre filmes, Luan Pinheiro (vulgo, eu) falando sobre o filme “Mãe!”, filme esse que deixou a galera pensante até os créditos finais. Nessa edição, uma matéria sobre o disco Blonde do Frank Ocean (amém, Frank Ocean) escrita pelo Gustavo Aquino Bento, que traz um pouco de informação sobre as canções/hinos do disco. Ah, e na seção Drops, o nosso ilustrador (e também redator) FODA Guilherme Rocha escreveu um pouco sobre alguns albuns incriveis, muito que bem. Nossa playlist no Spotify é amor <3, todo mundo que fez a revista acontecer colaborando pra que você ouça só o creme de la creme, o link está na pagina 14!


Guilherme Rocha Ilustrador da edição

Guilherme é um Ilustrador paulista de 19 anos, estudante de Design Gráfico. Desenvolveu apreço pelo Blackwork, e adotou o Pontilhismo como técnica empregada em suas ilustrações. Sua estética é do chiaroscuro, ocasionalmente intimista. Sempre influênciado pelo que o cerca, mesmo quando não parte do intimo ele consegue transformar em algo pessoal e característico.

Uma boa caneta preta e um Moleskine são as ferramentas necessárias para Guilherme Rocha compor a sua obra. instagram.com/guidrawsstuff behance.net/guisantosr66d2


Sumário

#00 BLONDE Álbum da edição

10 Mãe

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Rick and Morty

Cinema

Droptop Reviews

8 Séries

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Turnê O Foo Fighters e o Queens of the Stone Age desembarcam juntos no Brasil, para uma turnê que vai passar pelo Rio de Janeiro (25/02) São Paulo (27/02) Curitiba (02/03) e finaliza em Porto Alegre (04/03). As duas bandas vêm promover seus novos álbuns, Concrete and Gold e Villains.

Festival A próxima edição do festival Lollapalooza já tem data, e dessa vez acontecera em três dias: 23, 24 e 25 de março, no Autódromo de Interlagos. Nomes de peso como Pearl Jam, Red Hot Chilli Peppers, The Killers, Lana del Rey e Imagine Dragons estão no line-up do Lolla, que prometeu mais de 100 atrações na próxima edição do festival.

Gorillaz Pela primeira vez, a banda virtual de Damon Albarn desembarca no Brasil para uma única apresentação no Jockey Club, em São Paulo, no dia 30 de março. Além dos clássicos, eles aproveitam a vinda para promover seu álbum mais recente, Humanz.


Mãe!

U

m paraíso, que se torna uma crescente e exponencial onda de terror. Mãe! é um filme de terror psicológico e suspense recheado de referências a Bíblia, estrelado por Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Michelle Pfeiffer e Ed Harris. O roteiro original e a direção ficam por conta de Darren Aronofsky, o

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Terror psicológico nivel hard Por Luan Pinheiro

mesmo diretor responsável por Cisne Negro (2010) e Noé (2014). Um casal formado por um escritor (Javier Bardem) bem mais velho que sua esposa (Jennifer Lawrence) leva uma vida tranquila enquanto renova sua casa isolada no meio do campo. Seu sossego é perturbado pela chegada ines-

perada de um homem misterioso (Ed Harris) e sua mulher (Michelle Pfeiffer). Conforme o fluxo de convidados indesejados aumenta, a jovem passa a debater seu relacionamento e sua devoção. Aronofsky levantou polêmica, intencionalmente, ao usar a Bíblia como alegoria de sua obra. No início do filme somos introduzi-


dos a Mãe (J.Law) que representa a mãe natureza, e Ele (o personagem de Javier Bardem) representa Deus. A casa representa a Terra, um paraíso recém-construído pelos dois, que é abalado com a chegada de um homem misterioso (Ed Harris) e a mulher (Michelle Pfeiffer), eles representam Adão e Eva. Posteriormente, seus filhos entram no enredo, representando Caim e Abel (personagens dos irmãos Domhnall Gleeson e Brian

Gleeson), ao longo do filme ainda somos apresentados a Cristo, e ao Anti-Cristo. O filme, que já era difícil de sintetizar, se torna cada vez mais intenso e aterrorizante. Quanto mais se aproxima o fim, fica cada vez mais difícil de funcionar o cérebro, até o ponto que é humanamente impossível captar de primeira todas as simbologias que o filme aborda.

A recepção da crítica foi morna, porém é característico do diretor Darren Aronofsky não se importar nem um pouco com a opinião geral e seguir a sua própria singularidade. Não dá para culpar o público pela recepção morna... é difícil até de entender se o filme foi bom ou não. Uma certeza que o filme deixou é: muita gente passando a semana inteira tentando entender o que aconteceu. 9


Rick and Morty De comédia à filosofia Por Mitchell Masterson

ocê deve estar se perguntando, o que é esse tal de Rick and Morty que está todo mundo falando? Rick and Morty é uma série de animação norte-americana de ficção científica e comédia feita para o público adulto, ou seja, muita violência, palavrões e piadas baixas! A animação foi criação da dupla genial Justin Roiland e Dan Harmon para o bloco de programação noturno Adult Swim. A ideia para a série animada surgiu de uma paródia animada, um curta-metragem do filme De volta pro Futuro criada pro festival de cinema Channel 101. A Adult Swim foi atrás do Harmon para conversar sobre ideias para um programa de TV e com a ajuda de Roiland eles desenvolveram uma série baseada no curta, com novos personagens. A série foi ao ar pela primeira vez em dezembro de 2013 e três anos depois em 2016, as duas primeiras temporadas foram parar no Netflix dubladas em português, a série está na terceira temporada, rumo a uma possível quarta temporada! Seria meu sonho? A série conta a história do cientista brilhante, niilista e alcoólatra Rick e seu neto Morty, que juntos uma vida de viagens e aventuras surre10

ais e interdimensionais, além dos personagens principais aparecem muitos outros personagens carismáticos na série. Cada episódio conta uma história totalmente diferente da anterior, é sempre uma nova aventura, novos personagens aparecem e desaparecem na mesma intensidade, ótimas referências, muita ciência do jeito mais escrachado possível e muuuuita coisa sem sentido que vai te fazer pensar “meudeusoqueéquetáacontecendo”, se você gosta de animação, ciência e comédia adulta, você certamente vai gostar. Por que eu amei essa série desde o primeiro episódio!

“Wubba lubba dub dub!” - Rick Além disso, tá rolando uma discussão entre os fãs e telespectadores a respeito da filosofia que permeia Rick and Morty. Acontece que vira e mexe o programa adota uma visão existencialista, mas também rolam outras referências a filosofia, como determinismo, niilismo e até mesmo o trabalho do Friedrich Nietzsche. Tudo isso por conta do comportamento de Rick e outras observações de outros personagens sobre coisas que acontecem na série. O exemplo mais famoso, que todos amam citar é protagonizado pelo Morty, no episódio Rixty

Minutes: ele argumenta com sua irmã Summer, dizendo que ela não deveria fugir de casa com raiva depois de descobrir que em uma das milhares de realidades alternativas, seus pais estavam mais felizes sem a existência dela: “Em umas das aventuras, eu e o Rick destruímos o mundo inteiro. Então caímos fora daquela realidade e viemos para essa aqui, porque aqui o mundo não estava destruído e, nessa aqui, estávamos mortos. Então viemos aqui, e nós nos enterramos e pegamos o lugar deles. E todas as manhãs, eu tomo café da manhã a vinte metros do meu próprio cadáver apodrecido. […] Ninguém existe com um propósito, ninguém pertence a nenhum lugar, todos vão morrer. vem assistir TV?” Dizem que a afirmação de Morty parece muito com a citação do filósofo existencialista Jean-Paul Sartre: “Todo o existente nasce sem razão, prolonga-se por fraqueza e morre por encontro imprevisto.” E você? O que acha? Será que a série de animação é realmente tão profunda? Disso eu não sei, mas sei que é uma animação incrível, dessas que nós precisávamos e que merece mais atenção, recomendo pra todos os meus amigos e agora recomendo também para você que está lendo!


Ilustrado por Guilherme Rocha

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blond

O tão aguardado disco de Frank Ocean veio de surpresa e mostrou porque ele é pica das galaxias do R&B - Por Gustavo Aquino Bento

B

atida lenta e vocais com pitch alterado. É desse jeito que o cantor e compositor Frank Ocean retorna ao mundo da música oficialmente, depois de mais de quatro anos fora de atividade e longe dos holofotes. Após a incrível mixtape nostalgia, ULTRA e o vencedor de Grammy channel ORANGE, Frank nos introduz seu novo projeto Blonde; e que projeto! Depois de muitos atrasos e adiamentos, o então projeto intitulado Boys Don’t Cry citado pelo próprio desde 2015 finalmente tomou a forma final como Blonde e fez toda a espera valer a pena. Em Blonde podemos observar Frank em seu auge criativo e melancólico, na melhor definição de “fora da caixinha” possível, mas vamos por partes!

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Tudo começou em um fim de semana de agosto de 2016. Após uma livestream de mais de 1h em seu site, Frank Ocean anunciava Endless, seu (também ótimo) álbum visual de exclusivo acesso pelo serviço Apple Music e que deixou todos pensando: “É só isso? Esse é o Boys Don’t Cry?” E a resposta era óbvia: claro que não. No dia 20 de agosto o single “Nikes” foi lançado sem nenhum aviso ou prévia. A já citada anteriormente, vem acompanhada de Frank com vocais alterados por cima de uma batida viajante, cantando sobre a futilidade da sociedade atual. Por exatos três minutos ouvimos essa versão Alvin e os Esquilos de Frank, e quando ela vai embora, dá lugar aos reais e incríveis vocais do homem que finalmente estava de volta e a música se transfor-

ma numa viagem completa. Contudo, o que mais intrigou a todos é que, no início do single, Ocean profere as palavras “I got two versions” (eu tenho duas versões), e mais dúvidas nasceriam ao redor daquele fim de semana. Todas foram sanadas quando naquele mesmo dia, Blonde ganhava seu lançamento oficial (e com de fato, duas versões). E falando em duas versões, o que resume e define esse álbum é a dualidade. Desde as capas e o nome (Blond e Blonde, inglês de “loiro” e “loira, fazendo referência a bissexualidade de Ocean) até as músicas. As otimistas e de certa forma animadas te deixam imerso a uma tarde de verão nos ouvidos (ainda com um toque triste), enquanto as melancólicas cumprem a missão de te deixar pra baixo refletin-


do o dia todo na chuva; uma verdadeira montanha russa do começo ao fim. Não é de hoje que Ocean canta sobre amor e tudo que cerca esse sentimento tão natural e intenso do ser humano. Ele conta que compor é um “ato necessário”, assim como se alimentar ou escovar os dentes, e não seria diferente no processo lírico de Blonde. A maioria das músicas deixa clara a ideia de dualidade, como “Solo”, que pode ser ouvida e interpretada como “Solo” ou “So low” (tão baixo). “Nights” também faz seu papel, com sua virada de instrumental que acerta como um soco na boca o ouvinte e muda completamente o sentimento cantado na música (mesmo a letra continuando a mesma).

A excentricidade é também um ponto a ser citado e elogiado em Frank Ocean, que desde nostalgia, ULTRA brincava com interlúdios e som ambiente, intensificando isso em Blonde. As mas notáveis são “Be Yourself”, que contém uma mensagem de voz de Rosie Watson, mãe de um amigo de Ocean, falando sobre os malefícios de se usar maconha, e “Facebook Story”, uma história antiga do pro-

“O que resume e define esse álbum é a dualidade”

Na maior parte do álbum, Ocean segue cantando solo (sem trocadilho com o nome da faixa do álbum), porém há algumas colaborações e são incríveis. “Self Control” se desenrola com Frank e seus vocais melódicos coexistindo com o rapper Yung Lean em uma colaboração surpreendente e um tanto incomum, visto o cenário em que Yung Lean costuma cantar, e não desaponta, muito pelo contrário, é ótima. “Pink + White” é a mais “otimista” do álbum, com a produção do consagrado Pharrel Williams, a música fala sobre os resultados positivos em ter alguém para amar, até que backing vocals surgem sorrateiramente na música com nada menos que Beyoncé cantando (sem ser creditada, assim como em “HYMN For the Weekend” do Coldplay), talvez como um ato de “humildade” para não atrair os holofotes de um “feat. Beyoncé” e deixar a essência da música apagada; felizmente, Frank Ocean tem luz própria. “Solo (Reprise)” também é um prato cheio pra quem gosta de surpresas, com o brilhante rapper André 3000 (saudades OutKast!!!) soltando rimas tão rápidas que você precisa respirar fundo para aguentar a pedrada, e mais uma vez inserindo a dualidade lírica – “tão baixo (so low) que eu poderia ver embaixo da saia de uma formiga”.

“Seigfried”, “Godspeed” e “Futura Free” são a tríplice (profunda e triste) que encerra o álbum de forma majestosa, como um beijo de boa noite. Por fim, os “créditos finais” de Blonde são uma entrevista bônus muito bonitinha com o irmão mais novo de Ocean, Ryan, ao final de “Futura Free”. Blonde é uma daquelas obras que ficam na cabeça por semanas, e a cada ouvida, é um detalhe a mais para se admirar. Há inconsistências de ritmo e momentos “fora da curva” que destoam um pouco a atmosfera do álbum (vide “Pretty Sweet”), mas são facilmente esquecidos e às vezes até aproveitáveis dependendo do contexto. Até o momento, Blonde só está disponível via streaming, mesmo que algumas versões limitadas em vinil tenham sido vendidas. Uma revista com o nome antigo do álbum (Boys Don’t Cry) também foi vendida em lojas pop-up ao redor do mundo. Com capas sortidas, a revista contém todo o processo criativo por trás de Blonde, com entrevistas, lista de filmes/álbuns que inspiraram Ocean e muitas outras coisas que hoje em dia só são acessíveis pagando no mínimo 300 dólares pelas revistas no eBay.

dutorzão da p#%! SebastiAn sobre uma ex-namorada que terminou com ele simplesmente porque ele não queria adicioná-la no Facebook – “Eu estou na sua frente, estou todos os dias aqui em sua casa (...) Puro ciúme, por nada”, conta ele. A montanha russa que Frank Ocean nos coloca chega ao ápice da melancolia em “White Ferrari”, uma música que não há como descrever o quanto é catastroficamente linda do início ao fim. A letra narrando o fim de um relacionamento que fora ótimo um dia, o momento do adeus e a carta de alforria, atestando que ambos estão livres pra vagar e descansar só complementam o instrumental também cheio de dualidade e torna a faixa uma obra completa; “nós tivemos bons momentos”.

Gustavo Aquino Bento Frank Ocean é o que gosto de chamar de “artista-cometa” , só aparece um tão genial quanto a cada 50, 60 anos. “Blonde” marcou a volta desse cometa que veio fazer história. Sente-se na varanda e o veja passar; ele pode mudar sua vida.

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Droptop

- Por Guilherme Rocha

Reviews de àlbuns incrìveis para baixar no seu streaming favorito<3

Recomeçar Tim Bernardes O primeiro trabalho solo do frontman da banda O Terno, que já vem se destacando desde 2012 com suas letras impactantes e ácidas, se mostra cada vez mais o quanto ele veio para se con-

solidar na música brasilei-

ra. Dessa vez em um trabalho bem mais pessoal do que com seu projeto principal, refletindo sobre seus relacionamentos e conflitos pessoais.

Pure Comedy Father John Misty O músico Josh Tillman, sobre seu pseudônimo de Father John Misty aborda em seu mais recente trabalho o pessimismo que sente em relação ao futuro da huma-

nidade, criticando o uso abusivo da tecnologia, mídias sociais, o peso da fama e da idolatria de pessoas que não deveriam ser idolatradas.

This Old Dog Mac Demarco Em seu quinto e mais pessoal trabalho, o músico canadense que é conhecido pelo seu jeito irreverente e descontraído de ser, se mostra melancólico ao abordar temas como o

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abandono de seu pai por conta do alcoolismo e do uso de outras drogas e do seu amadurecimento como pessoa, deixando de lado nesse trabalho os solos de guitarras lo-fi.


Todas as Bandeiras Maglore

Banda baiana, formada por Teago Oliveira, Lelo Brandão, Felipe Dieder e Lucas Oliveira, traz em seu quarto álbum de estúdio um trabalho cada vez mais distante de temas pessoais, centrado em aspectos

recentes de nossa sociedade, flertando com diversos estilos musicais, usando desde efeitos de guitarra característicos do rock psicodélico até as batidas envolventes do axé.

Manifesto Tropicale Selton

O grupo ítalo-brasileiro Selton decidiu muito cedo que sua obra seria o resultado de um estudo minucioso do Pop. Mesmo com o grupo gaúcho morando na Itália, os

meninos sempre tentaram trazer para sua sonoridade um aspecto brasileiro, seja nos acordes de bossa ou nas letras cômicas e sinceras em português.

Lá Vem a Morte Boogarins O terceiro álbum de estúdio da banda goianiense segue o mesmo padrão dos anteriores: não seguem regra nenhuma. O trabalho é composto de apenas oito faixas, totalizando pouco menos de

30 minutos de duração, mas sempre com altas doses de psicodélica e de doideira. Um “longo EP / curto LP”, como a própria banda apontou no dia de lançamento do álbum.

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Playlist #1 Hacienda Motel

Pickwick

Can’t Talk Medicine

Am i Wrong

Anderson .PaaK, ScHoolboy Q

Malibu

Strobelite (feat. Peven Everett)

Gorillaz, Peven Everett

Humanz

Pink + White

Frank Ocean

Blonde

So Good At Being in Trouble

Unknown Mortal Orchestra

II

Clonazepam 2mg

Maglore

Todas as Bandeiras

Girl Like You

Toro y Moi

Boo Boo

Culpa

O Terno

Melhor do Que Parece

Kiwi

Harry Styles

Harry Styles

J-Boy

Phoenix

Ti Amo

Luna In Riviera

Selton

Manifesto Tropicale

Quando Precisar de Alguém

Murilo Sá & Grande Elenco

Durango!

Best I Can

Michael Cera, Sharon Van Etten

I Was Just a Kid

Nothing But Thieves

Broken Machine

Cobra

Far From Alaska

Unlikely

Elogio à Instituição do Cinismo

Boogarins

Lá Vem a Morte

Peach Pit

Peach Pit

Sweet FA

Redbone

Childish Gambino

Awaken, My Love!

911 / Mr.Lonely

Tyler, The Creator, Frank Ocean, Steve Lacy

Flower Boy

Settle Down

The 1975

The 1975

Ouça nossa playlist no Spotify! https://goo.gl/Se3fKK

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Playlist gostosa e cremosa.


VAI COMEÃ&#x2021;AR A

NATAL TOUR A MANTEIGA CHEGA DERRETE...

Obrigado a todos os envolvidos. <3 17


Este projeto só pôde ser realizado com a cooperação dos meus amigos, Guilherme Rocha, Gustavo Aquino Bento e Mitchell Masterson, e também sob a orientação do professor Livio Lima de Oliveira. A eles eu dedico este projeto.

Sing.ular Projeto gráfico Revista Sing.ular Integrantes do Grupo

Luan C. Pinheiro 011892

Editor chefe/ Diagramação

Luan C. Pinheiro

Ilustrador

Guilherme Rocha

Redatores

Gustavo Aquino Bento Mitchell Masterson

Diagramação Grupo Solitude is Bliss, curso de Design Gráfico (noturno 2017-2). Sing.ular é parte do projeto integrado do quarto semestre do curso tecnológico em Design Gráfico (noturno 2017-2). Unidades Curriculares Direção de Arte e Estética e Linguagem Visual. Faculdade das Américas, Rua Augusta, 973, Consolação, São Paulo, SP, 01305-100 www.vemprafam.com.br


â&#x20AC;&#x153;Work hard in silence, let success be your noiseâ&#x20AC;? -Frank Ocean

Sing.ular behance.net/luancpinheiro

Profile for luancpinheiro

Singular #00 - Frank Ocean  

Singular #00 - Frank Ocean  

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