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O LIVRO I Loredana de Oliveira


à minha família que sempre me apoiou à todos poetas/poetisas que me transformaram

e especialmente ao menino lobo, pois sem ele nada disso existiria.


Este livro é uma declaração escancarada de um amor platônico que tive em um período muito interessante da minha vida. Talvez algumas pessoas me condenem por publicar isso, uma para ser mais específica, mas precisava fazer isso e espalhar para o máximo de pessoas que eu pudesse. Justamente para que elas saibam que gostar de alguém em pleno século XXI ainda é um assunto muito polêmico, além de ser difícil o “correspondimento” e sucesso na missão. Fiz muitos rascunhos para ideias de livros, escrevi muitas coisas, este pequeno caderno mesmo, foi lido sei lá quantas vezes (nunca por revisores) para que ele realmente ficasse claro e romântico, mas não pegajoso…o que é uma tarefa complicada, pois eu excedo facilmente meu nível de glicose quando o assunto é gostar de alguém. Admito que escrevi em uma onda forte de tensão pré - menstrual, com um pouco de álcool de um pós-sarau, e muito amor acumulado de invernos passados, por isso peço que o caro leitor (a) tente ser compreensivo. Agradeço a todos que me suportaram em minhas crises de choro, em minhas crises de risos, em minhas crises, obrigada a cada ombro amigo, a cada lar que me acolheu, a cada um que me abraçou e me entendeu, a vocês tenho uma eterna gratidão. Sem mais delongas, espero que de alguma forma a leitura possa agradar, caso contrário, espero que eu tenha vendido bem a ideia.

Boa leitura!

P.S: todos os desenhos são meus. sim, eu sou péssima.


tudo começa em um dia de domingo ensolarado... ela está de ressaca, dormiu fora de casa, fez amor com um completo estranho, jantou por curiosidade e flertou com o garçom, com o cozinheiro, até com o menino no metrô, então...


ele olhava, enquanto ela fazia sua poesia pela cidade... tantas hist贸rias... tantas...

Comecei a lembrar de quando nos conhecemos, enquanto aquele filme sobre rob么s acontecia. eu me refletia em uma tela gelada. como um espelho. como uma cilada. como o seu primeiro olhar...


quando tudo acabou, apenas fiquei paralisada.

não queria esquecer o momento que antecedeu sua partida e nem antes disso. prefiri lembrar do que existiu antes, e não do que veio depois. resolvi fazer o caminho de trás para frente. resolvi ficar com as lembranças boas.as que vinham com você ou antes. lembrei de amigos,cachorros,momentos... escolhi apenas os bons. como eu poderia te explicar? como eu poderia te falar, como palavras funcionariam para demonstrar o que eu sentia?

NADA DEMONSTRARIA


NADA, DO QUE EU FIZESSE, MUDARIA O QUE VOCÊ PENSA. mas, eu nunca quis mudar... nunca... o que me fazia gostar de você eram nossas diferenças as ideias cada uma delas cada plano mirabolante = cada instante = cada olhar


eu. sim. estou. agora APAIXONADA e nada do que eu falo faz sentido tudo é um resumo do que meu coração tem batido meu corpo nu é minha poesia e se você puder leia com atenção nas entrelinhas


NÃO QUERO QUE VOCÊ SEJA MEU SEJA APENAS SEU comigo compartilhe gostaria de entender, como chegou até aqui, como tem passado.

queria que você pudesse ver melhor...


onde estivesse queria que você entendesse o que é ser só e só ser sem querer

como gostar de alguém


de vocĂŞ...

como gostar

como se perder em cada resposta sua, como me encontrar em cada risada dada, como mergulhar em um olhar .


eu, não. nunca pensei nem imaginei que a história que eu contaria você pensou que pudesse ser assim?! seria sobre você.

prasêver. se fosse combinado, dava errado! (...)



The Book One