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Agrupamento de Escolas Professor João de Meira

Mãos à Escrita Editorial

a comunidade educativa o melhor dos nossos alunos, Bem-vindos: bem como motivá-los para a É com enorme alegria que cá prática da escrita e da leitura. Votos de um Novo Ano estamos de novo a apresentar o jornal que é de todos nós e nos dá muito próspero e BOAS LEITURAS!!! grande prazer a ler. Esperamos que as notícias apresentadas contribuam para um melhor conhecimento das atividades que vão decorrendo ao longo do ano, na nossa escola. O nosso objetivo, como A equipa do jornal sabem, é também mostrar a toda “Mãos à Escrita”

Dezembro 2013 Número 1 Nesta edição: Voz à comunidade  Trabalhos dos alunos  Notícias

GUIMARÃES: Cidade Europeia do Desporto 2013

Cerimónia de Encerramento Guimarães CED 2013 encerrou, no dia 22 de dezembro, o seu calendário de atividades, enquanto Cidade Europeia do Desporto, título que, pela primeira vez, foi ostentando ao longo de um ano por uma cidade portuguesa. Depois de um ano em que a cidade se dedicou à prática desportiva, celebrando o desporto nas mais variadas modalidades sob o mote “Desporto para Todos”, o Centro Cultural Vila Flor foi o palco escolhido para a cerimónia protocolar de encerramento. A Orquestra Juvenil de Pevidém foi a protagonista deste último evento. Sob a direção do maestro Vasco Silva de Faria, 63 jovens músicos interpretaram um reportório inspirado em temas alusivos a competições desportivas, filmes e personalidades do mundo do desporto.

A cidade-berço destacou-se no plano europeu pelo facto de, logo no ano de estreia de uma cidade nacional, ter sido distinguida pela ACES Europe – Federação das Capitais e Cidades Europeias do Desporto - como a “Melhor Cidade Europeia do Desporto de 2013” de entre as 10 cidades europeias que, ao longo deste ano, também detiveram este título.

A equipa do jornal Mãos à Escrita


Voz à Comunidade Receção aos Alunos e Encarregados de Educação

Nos dias 12 e 13 de setembro, a Escola E. B. 2, 3 João de Meira procedeu à sua habitual receção aos alunos e encarregados de educação, dando-lhes as boas-vindas com muita alegria e dinamismo. Assim, professores, apoiados pelos assistentes operacionais, e elementos da Associação de Pais e Encarregados de Educação mostraram as suas atividades, oferecendo o que de melhor a escola tem. No dia 12 de setembro, pelas 9h 00, os alunos do 5º ano foram recebidos por elementos da Direção e pelos seus colegas, cerca de 37, que receberam os prémios do Quadro de Excelência do ano letivo transato. Numa cerimónia muito simples e bonita, apresentada pelos alunos Alexandre Costa e Ana Luísa Lage, os novos alunos ficaram a conhecer os órgãos do Agrupamento e a Associação de Pais e Encarregados de Educação. Depois, os professores explicaram o funcionamento da escola aos novos alunos, realizaram uma visita guiada às suas principais instalações e, no final da manhã, tiveram direito a um pequeno lanche. No dia 13 de setembro, foi a vez dos encarregados de educação serem recebidos. Assim, pelas 18h15, a orquestra João de Meira ofereceu-lhes um pequeno e belo espetáculo musical, ao qual se seguiram as tradicionais reuniões com os Diretores de Turma de todos os anos de escolaridade. Enquanto estas decorriam, o subdepartamento de Educação Física promoveu um conjunto de jogos desportivos, que muito agradou aos alunos. Seguidamente, a comunidade educativa fez questão de mostrar as suas atividades, no âmbito dos Departamentos, Subdepartamentos, Clubes e Projetos, finalizando com a degustação de algumas iguarias, iniciativa da responsabilidade da Associação de Pais e Encarregados de Educação. Esta receção, organizada pelas professoras Maria Manuela Fernandes e Madalena Albergaria, teve uma forte participação dos alunos e encarregados de educação, permitindo-lhes um melhor e maior conhecimento das valências e do funcionamento da Escola Sede de Agrupamento. O Jornal “Mãos à Escrita” Página 2

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Clube de Robótica: o futuro ao alcance da tua mão! No dia nove de setembro, o Clube de Robótica da Escola E. B. 2, 3 João de Meira recebeu vários professores de diversos países da União Europeia, acompanhados pelo professor da universidade do Minho, Dr. Manuel Filipe Costa, com a finalidade de lhes ser mostrado e explicado o que se faz na área da Robótica. Esses professores estavam inscritos no Curso “School’ Robotics”, promovido pela rede Europeia Hands on Science. Foi feita uma demonstração de robôs de dança, de seguimento de linha e de um robô guitarra. Posteriormente, procedeu-se a uma visita guiada às instalações da escola. A Coordenadora do Clube de Robótica, Profª Eduarda Prezado

PARKING DAY” NA EB 2,3 JOÃO DE MEIRA Escola João de Meira associa-se ao Parking Day no âmbito do "Guimarães a Pedalar" A Escola EB 2,3 João de Meira aderiu, no passado dia 20 de setembro, à iniciativa “Parking Day”, no âmbito do “Guimarães a Pedalar”. A ERDAL, em parceria com o Clube de Jardinagem da Escola João de Meira, dinamizaram a atividade. Assim, durante a manhã deste dia, foram retirados ao espaço dos automóveis três lugares de estacionamento para serem ocupados pelos alunos, na disciplina de Ciências da Natureza, da Professora Maria João Cotter. Esta atividade decorreu simultaneamente na Escola Secundária Martins Sarmento por iniciativa da ERDAL, na Rua da Rainha, por iniciativa da AVE e na Avenida Conde Margaride, por iniciativa da DESINCOOPE. A iniciativa teve o apoio da Câmara Municipal de Guimarães, Juntas de Freguesia da Cidade e da Vitrus Ambiente. A ERDAL agradece a todos os que participaram nesta atividade, nomeadamente à Diretora da Escola, Dra. Manuela Ferreira, que sempre se disponibilizou no apoio a estas iniciativas. O Coordenador da ERDAL, Orlando Lemos

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¡Adiós Bombilla Incandescente! ¿Sabes si en tu casa usáis bombillas de bajo consumo? Pregúntales a tus padres. ¡Si no, ya es hora de cambiarlas! “Como ya lo dice su propio nombre, las bombillas de bajo consumo ahorran energía. Necesitan cinco veces menos corriente y duran ocho veces más que las bombillas convencionales. Los expertos han comprobado que una buena bombilla de bajo consumo se puede apagar y encender más de 193000 veces. Es decir, ¡podrías apagar y encender una bombilla así durante más de treinta años diecisiete veces al día! ¿Lo sabías? En un parque de bomberos de Estados Unidos, hay una bombilla de fama mundial que lleva encendida 110 años. Fue un regalo que se les hizo a los bomberos y desde entonces no ha dejado de alumbrar, día y noche.”

¡Navidad, Navidad! “¿Te imaginas una Navidad sin abeto? Para muchos sería algo inconcebible. Por eso, en España se venden cada año casi dos millones de abetos. Estos árboles se cultivan, por lo general, en el norte de la Península y el inconveniente es que los suelen tratar con productos químicos y no es fácil replantarlos. ¿Lo sabías? Hay varias especies vegetales en peligro de extinción por culpa de Las Navidades, entre ellas el musgo, el muérdago y el acebo. La alternativa más sostenible es comprar árboles de Navidad de cultivos ecológicos y replantarlos pasadas las fiestas para aumentar la producción de oxígeno y la absorción de dióxido de carbono, o , si eso no fuera posible, convertirlos en compost. También puedes adornar cada año un pino plantado en una maceta o hacer tu propio árbol artificial con mucha imaginación y cosas que tengas por casa.” ¡Feliz Navidad y Próspero Año Nuevo! Adivina… Siete en total ellos son Sabio, Romántico y Gruñón Sin olvidar a Mocoso y Bonachón Ya solo me quedan dos Mudito y Dormilón Respuesta… ¡Claro! Ellos son Los Siete Enanitos Y en una cabaña Viven como hermanos A Blancanieves Todos quieren ya Pronto a la mina Irán a trabajar O Subdepartamento de Espanhol Página 4

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Grandes inventos españoles España ha sido siempre un país pródigo en inventos e inventores. ¿Sabías que la grapadora, el chupa chups, la fregona o el futbolín fueron inventados por españoles? Y no solo estos; son varios los aparatos e instrumentos que usamos en nuestro día a día y ni siquiera nos damos cuenta de que son “made in Spain”. Por ahora te dejamos alguna información sobre estos cuatro inventos. La grapadora En 1920 se fundó en Éibar (Guipúzcoa, País Vasco) una sociedad denominada “El Casco”, cuya inicial actividad se centró en la producción de revólveres, destinados principalmente a la exportación. A partir de 1929, a causa de la crisis económica, la empresa tuvo que reconvertirse y a mediados de los años treinta, sus socios fundadores lanzaran al mercado la grapadora, diseñada por ellos mismos. Se convirtió en el modelo más utilizado de grapadora en la segunda mitad del siglo XX. El Chupa Chups Una innovación dulce y sencilla: ¡un palo hincado en un caramelo!, que revolucionó el mundo de estas golosinas. Con el palito, los niños podían comerse el caramelo con menor riesgo de atragantarse o de mancharse. Corrían los años cincuenta cuando Enric Bernat, nieto del primer fabricante de caramelos en España, tuvo la idea feliz de ponerle el palito al caramelo. La primera de estas golosinas, con palo de madera, apareció en 1958 y se comercializó al precio de una peseta. En los años setenta se comercializaba ya en países como Estados Unidos, la Unión Soviética, Japón, Alemania, México o Australia. Hoy día, sus ventas llegan a ciento setenta países, es decir, prácticamente a todo el mundo. La Fregona Al revés delo que podemos pensar, este no es un invento femenino; lo ideó un ingeniero y oficial del Ejército del Aire, Manuel Jalón Corominas, en 1956. La primera fregona consistía en un palo de escoba que, en su parte inferior, disponía de un penacho de fajas de algodón. Estas fajas se escurrían en un cubo con unos rodillos que se accionaban por medio de un pedal. A partir de entonces se fue perfeccionando hasta que en 1965 empezó a fabricarse en plástico y con la apariencia que a todos nos es familiar. El futbolín Este genial juego fue inventado por un poeta gallego, Alejandro Finisterre. En 1936, cuando tenía 17 años, Alejandro quedó herido en un bombardeo, en la Guerra Civil Española, y durante la estancia en el hospital, conoció a muchos niños heridos cuya mayor pena era la de no poder jugar al fútbol. Al recuperarse, y basándose en el tenis de mesa, encargó la construcción de su primera mesa de futbolín: una tabla de madera que representaba un campo de fútbol, pequeñas figuras -los jugadores- y una pelota. A los niños le encantó y años más tarde, este invento, hijo de la guerra, vino a convertirse en un juego nacional de excelencia. ¿Qué te parecieron las historias de estos inventos? Interesantes, ¿no? Ahora siempre que los uses te acordarás que tienen el dedo de “nuestros hermanos” y que muchas veces es de las ideas más sencillas que nacen las grandes creaciones. Fuentes: http://listas.eleconomista.es/historia/1036-los-mejores-inventos-espanoles Las profesoras de Español Dezembro 2013 Número 1

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Atividade de Natal Todos os anos, de modo a marcar o início da época natalícia, os espaços desta Escola EB2,3 são decorados com motivos que nos lembram esta época festiva. Este ano, a decoração do átrio de entrada da Escola foi da responsabilidade dos membros do Núcleo de Estágio de Educação Visual 3º ciclo, a professora Maria José Maçães (coordenadora) e as professoras Sandra Ferreira e Ana Costa. Trata-se de uma instalação que teve como objetivo mostrar uma perspetiva da árvore de Natal. Quem entra vê uma árvore de Natal invertida, onde o que se destaca não é a árvore em si, mas sim o reflexo desta nos dois espelhos que compõem a instalação. Um dos espelhos está pousado no chão e proporciona a ilusão da existência de um fosso; um segundo espelho, encostado ao primeiro e inclinado sobre a parede, garante um interessante efeito de continuidade espacial e de destaque à árvore. O tratamento da árvore também não foi deixado ao acaso. Utilizou-se uma árvore usada em anos anteriores, onde foram aplicados pequenos pedaços de fita plástica, que, depois de abertos, garantiram um novo volume e textura à árvore. Para a complementar foram colocados fios de ráfia vermelha, que contrastam com as fitas plásticas e são rematadas por bolas vermelhas brilhantes, que pendem sobre o espelho pousado no chão. Esta instalação, mais que um relembrar da época natalícia, é um apelo à sensibilidade artística da comunidade escolar, uma forma de mostrar algo diferente, de fugir aos estereótipos e de apelar à criatividade.

Núcleo de Estágio de Educação Visual (3º ciclo) da Escola João de Meira, Guimarães

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Atividades de Educação Física Jogos Tradicionais Populares No dia 11 de novembro, os alunos da Escola E. B. 2, 3 João de Meira realizaram variados jogos tradicionais. Os objetivos foram praticar e conhecer jogos tradicionais populares, de acordo com os padrões culturais caraterísticos e preservar o nosso património cultural. Os alunos participaram nos seguintes jogos:1. Tração com Corda; 2. Jogo de Precisão; 3. Saltar à Corda; 4. Corrida de Caricas; 5. Corrida de Andas; 6. Jogo do Pião; 7. Corrida de Sacos; 8. Subida à Corda. Os alunos adoraram!

Corta-mato Escolar Este ano o Corta-mato Escolar realizou-se no dia 11 de dezembro e contou com a presença de 495 alunos. Como vai sendo habitual, foi feito um balanço muito positivo desta atividade. Dezembro 2013 Número 1

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CLASSIFICAÇÕES: Infantis A - feminino 1º - Maria Magalhães - 5ºD 2º - Sofia Bastos - 5ºC 3º - Milla Hubmann - 5ºA Infantis A - masculino 1º - Gonçalo Fernandes 5ºA 2º - Luís Cunha - 5ºC 3º - José Magalhães - 5ºC Infantis B - feminino 1º - Carlota Ribeiro - 6ºF 2º - Valéria Vieira - 6ºA 3º - Marta Ribeiro - 6ºB Infantis B - masculino 1º Hugo Pereira - 7ºD 2º José Mendes - 7ºC 3º Luís Miranda - 7ºB Iniciados feminino 1º Mariana Costa - 9ºE 2º Rita Pereira - 9ºB 3º Maria Lopes - 8ºG iniciados masculino 1º Pedro Lopes - 9ºE 2º Pedro Mendes - 9ºE 3º Gonçalo Loureiro - 8ºC juvenis masculino 1º Pedro Fernandes - 9ºG 2º João Fernandes - 9ºH 3º Aurélio Oliveira - 9ºB juniores masculino 1º Miguel Teixeira - Iosi 9 2º Cláudio Marna - Iosi 9 3º Luís Azevedo - Iosi 9

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Torneios Inter Turmas Nos dias 12 e 13 de dezembro realizaram-se, mais uma vez, os torneios inter turmas nas modalidades desportivas de voleibol, basquetebol e badminton feminino e masculino. CLASSIFICAÇÕES Basquetebol - 5ºano feminino 1º - 5ºE 2º - 5ºD masculino 1º - 5º B2 2º - 5ºA2 Voleibol - 6ºano feminino 1º - 6º F 2º - 6º A masculino 1º - 6ºB 2º - 6ºF2

Vencedores do torneio de Voleibol Masculino e Feminino—6º F Mãos à Escrita


Voleibol - 7ºano masculino 1º - D 2º - 7ºF1 feminino 1º - 7ºG 2º - 7ºA Badminton - 8ºano masculino Carlos Abreu - 8ºF feminino Rita Padrão - 8ºF Badminton - 9ºano feminino Rita Apolinário - 9ºC masculino Paulo Fernandes - 9ºB

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Atividades de BTT

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Projeto: Educação para a Saúde Atividades realizadas Ao longo deste período, foram realizadas algumas ações no sentido de sensibilizar a comunidade escolar para temas importantes na área da saúde física e psíquica. Comemorou-se o Dia Mundial da Alimentação com uma oferta de fruta aos alunos, no intervalo da manhã. Pretendeu-se reforçar a importância do consumo de fruta nos hábitos alimentares diários. A fruta foi laminada e oferecida em espetadas junto ao bar dos alunos. Foi também realizada uma palestra sobre Bullying, promovida por uma equipa de um gabinete da Câmara Municipal - Espaço Informação Mulher, para divulgar meios e recursos disponíveis para auxílio e apoio às vítimas de violência. Foi definido o perfil do agressor e da vítima, sugestões de ação e meios disponíveis. Além destas atividades, foram desenvolvidas, em parceria com a disciplina de Ciências Naturais, sessões de esclarecimento sobre métodos contracetivos para alunos do 9ºano. As atividades contaram com o apoios de alguns assistentes operacionais, a quem agradecemos a colaboração. A coordenadora do projeto, Manuela Nunes

RECEÇÃO AOS ALUNOS No dia 13 de setembro, os alunos dos 2º, 3º e 4º anos foram recebidos para mais um ano de atividades escolares. Foi-lhes apresentado o tema do projeto “Contar e Encantar…” e para motivação do mesmo viram o filme “Os fantásticos livros voadores de Mr. Morris Lessmore”. De seguida, exploraram a história e elaboraram um desenho sobre a parte mais interessante. Esteve sempre presente a alegria e a boa disposição. Como recordação deste dia foi oferecido aos alunos um grande bigode ou uma boca rechonchuda acompanhados de um “chupa-chupa”. Uma lembrança “doce” para esquecer alguns possíveis dias mais “amargos”.

Escola EB1/JI S. Roque

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Núcleo de Educação Especial e Serviços de Psicologia Agrupamento de Escolas Professor João de Meira Pela Coordenadora da Educação Especial, Lúcia Ribeiro CAMPANHA DAS TAMPINHAS – ENTREGA DE CADEIRA No dia 2 de dezembro, cerca das 12 horas, no pavilhão da Escola EB1 Oliveira do Castelo, o ambiente foi de grande alegria e satisfação, pois, mais uma vez, fizemos sorrir uma criança e toda a sua família. Graças à vossa ajuda, no âmbito da Campanha das Tampinhas, presenteámos a aluna Ana Francisca, da Unidade, com uma cadeira para o automóvel. Não baixem os braços, vamos continuar a juntar muitas tampinhas mas, agora, para o nosso Pedrinho, também da Unidade.

COMEMORAÇÕES DO DIA INTERNACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA 3 DE DEZEMBRO - ESPETÁCULO NO CENTRO CULTURAL VILA FLOR A nossa voz Atuações pelas Instituições e Escolas O Agrupamento de Escolas Professor João de Meira juntou-se às comemorações do dia internacional da Pessoa portadora de deficiência, organizadas pelo Fórum Municipal de Guimarães. Nesse intuito, organizou vários espetáculos que, pensamos nós, pelo entusiasmo do púbico, foi do agrado de todos. A nossa apresentadora deu sempre o seu toque majestoso e os nossos atores brilharam como estrelinhas, anunciando a época natalícia.

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5 DE DEZEMBRO – PALESTRAS DAS RARÍSSIMAS A Associação Raríssimas - Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras, sita na Maia veio, a convite do Núcleo, comemorar o dia internacional da pessoa portadora de deficiência, realizando duas palestras. A primeira teve lugar na EB1 Oliveira do Castelo com a apresentação de um livro infantil, da Associação, «Marco vai à Rarilândia», oferecendo 2 exemplares para as bibliotecas das duas EB1, do Agrupamento. A segunda ocorreu na EB 2,3 cuja apresentação centrou-se, essencialmente, na apresentação do projeto da Associação e sua dinâmica. Estas palestras visaram dar a conhecer e sensibilizar a comunidade escolar para as doenças raras e o papel destas pessoas na sociedade que se pretende inclusiva. Foram proferidas pela Dr.ª Joaquina Magalhães Teixeira - Vice-Presidente da Direção da Associação e pela Fisioterapeuta Dr.ª Sara Vilaça. A assistência contou com a presença de várias turmas do agrupamento que participaram, ativamente, colocando questões e preocupações sobre o tema.

6 DE DEZEMBRO – MARCHA PELA INCLUSÃO No passado dia 6, realizou-se a MARCHA PELA INCLUSÃO. A concentração deu-se nos Paços dos Duques, pelas 10 horas, finalizando com a largada de balões, às 11 h, no Toural. Participaram, juntamente com as docentes de Educação Especial, o professor António Bessa, a turma 7º F e os alunos de CEI do Agrupamento. A Docente de Educação Visual, Júlia Faria, colaborou com a elaboração de cartazes alusivos ao tema.

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7 DE DEZEMBRO – ENTRADA NO RELVADO DOS JOVENS DA JOÃO DE MEIRA No passado dia 7, várias instituições como APCG, CERCIGUI, ABAÇÃO, FERNANDO TÁVORA e a nossa escola, levaram alguns alunos com Necessidades Educativas Especiais, a fim de entrarem no relvado, com os jogadores do VITÓRIA SPORT CLUB, para o jogo contra o BELENENSES. O sorriso e a alegria contagiantes dos nossos alunos aqueceram esta noite gélida.

HORTA BIOLÓGICA Ao longo do primeiro período, foram várias as atividades desenvolvidas na criação da horta biológica. Para tal, tivemos que estabelecer várias parcerias, uma vez que nenhuma de nós tinha grande experiência nessa área. Voltamos a ser alunas e, os nossos alunos, adoraram! Assim, solicitamos à CERCIGUI, a elaboração das tabuletas identificativas dos produtos semeados e plantados, pelos nossos alunos, sob orientação do Encarregado de Educação do nosso aluno, do 1º ciclo, Francisco Gonçalves, Sr. António e do Sr. Domingos, que é o “mestremor” da horta. Página 14

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CULINÁRIA Às segundas, escolhemos a ementa e pesquisámos as receitas; às terças, vamos às compras e todas as quartas-feiras, metemos as mãos “na massa”, na cozinha do 1º piso, sala 27, dando asas à nossa imaginação e confecionando o almoço, quer para os convidados semanais, quer para os nossos alunos CEI, de ambos os ciclos. O empadão de carne fez a delícia de todos, sendo que os nossos alunos se estão a transformar nuns mini-chefs de qualidade!

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Vivam as COMPOTAS! Ao longo do período, não tivemos mãos a medir na confeção de compotas de abóbora e kiwi. Muitos foram os acidentes de percurso com panelas e ingredientes queimados, para nosso grande desespero! Porém, e juntamente com os nossos alunos, nunca baixamos os braços e o resultado foi FABULOSO: mais de mil frascos confecionados! 620 completaram cabazes natalícios empresariais e o restante está à venda na escola! Deixamos o nosso agradecimento a todas as pessoas que colaboraram com o donativo quer de abóbora, quer de kiwi e nozes, sem as quais não teria sido possível dar vida a este projeto. Um agradecimento especial à professora Conceição, do Clube de Culinária, à D. Perpétua e aos Assistentes Operacionais que colaboraram. Ainda há muito para fazer para conseguirmos a tão desejada viagem à Disneyland Paris, mas sabemos que, com a ajuda de todos, concretizaremos este sonho!

Para o próximo período vamos ter uma prenda: Uma casinha para a Horta. Ali vamos poder vender os nossos produtos da horta e até servir um chá com bolachinhas. Estão todos convidados. Até lá! FELIZ E DOCE NATAL A TODOS!

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Trabalhos dos Alunos

Pequenos Escritores A deusa que esculpiu o mundo A pequena escultura começou a andar melhor, a falar algumas palavras, a ver e a rir. A deusa voltou a olhar para os rios, mares e florestas e achou que estes seres podiam viver nestas terras. Então, a deusa começou a esculpir mais seres iguais e também mulheres. Mas, depois, reparou que esses seres eram um pouco feios. Assim, começou a barrá-los com terra de um tom bege, contudo continuavam todos da mesma cor. Teve então a ideia de espalhar-lhes terra negra, branca como a areia, alguma mais rosada,… A deusa gostou do que fez e foi para a sua morada celeste. Foi assim que apareceram as várias raças dos seres humanos. Rodrigo Martins, 5º F, continuação da narrativa estudada na aula

Tipos de texto Texto Descritivo A Ana é uma rapariga simples, com o seu lindo cabelo loiro e os seus grandes olhos verdes. Tem sempre uma cara alegre, todos se dão bem com ela. A Ana é simpática, carinhosa, atenciosa e tem uma voz doce como mel. A Ana é querida, a Ana é assim… Texto Expositivo A escola é uma coisa mundial, e muito essencial. Na escola nós estudamos, nós aprendemos, nós fazemos amigos e segundos pais. A escola é a nossa segunda casa. Texto Narrativo No dia 20 de outubro, houve um grande acidente. Um automóvel com três adultos e duas crianças colidiu com um camião de carga, que levava três toneladas de cortiça. Infelizmente, nenhum dos passageiros sobreviveu. Catarina Leite, 6º F Página 18

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O verbo Amar

Fui para a escola aprender A escrever, a ler e contar Depois de algum saber Aprendi o verbo amar É difícil mas devemos Amar quem nos odeia Muito felizes seremos Se fizermos boa teia

Caderno cor-de-rosa Eu sou um caderno cor-de-rosa. Sou mal organizado, porque a minha dona, que se chama Catarina, é muito mal organizada. Eu só sirvo para rascunhos e chamo-me Daniela. Eu sou um miserável, porque a minha dona não me põe direito. A minha dona nunca me deixou, mas é só para fazer rascunhos. Eu sou muito traquina e ouvi dizer que ela gosta de mim. E eu gosto dela. A Catarina é a melhor dona que eu já tive. Eu já tive muitas donas e gostei mais da Catarina. Catarina Monteiro, 5º A

Desafio : letra proibida, letra A Quando algo me tortura Escrevo para desabafar Na escrita ponho a ternura Das letras do verbo amar E assim me sinto feliz Quando tenho que me calar Ouço o que o coração diz Porque sei o verbo amar

Num sítio onde existe um desconhecido cujo nome é José, um menino tem um boneco com um segredo… Esse segredo é misterioso: ele é um boneco com um cérebro de génio! Todos querem descobri-lo. Só o primo José é que descobriu esse segredo, o que os uniu e tornou-os inseparáveis. Maria Inês Magalhães, 5ºD

Quem na sua educação Aprendeu o verbo amar Tem sempre no coração Aos outros, amor para dar Tudo está no verbo amar Passado, futuro e presente Esquece o verbo odiar Que faz sofrer toda a gente E assim irei terminar Este meu simples poema Que escrito sobre o verbo amar Eu escolhi como tema Francisco Martins, 6º F Dezembro 2013 Número 1

NEMO O Nemo é um cão muito bonito. O seu pelo é dourado e muito brilhante. Tem olhos pequenos e azuis. As suas orelhas são caídas. Ele corre muito e come muito. Corre atrás das galinhas e brinca com o meu gato. Para os estranhos, ele é muito perigoso e assustador. Ele ladra por tudo e por nada. É um cão de guarda, protege muito os seus donos. O Nemo é muito querido! Alexandra Peixoto, 6º E

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Chuva de livros Continuação da história «O canteiro dos livros» O Francisco estava triste porque não tinha explicação para o aparecimento de livros; tudo o que se passava era esquisito. No caminho para casa, foi a pensar «Será que os livros ainda estão no quintal? Como terá isto acontecido?!» Chegou a casa e, sem olhar para trás, correu para o quintal e reparou que os livros ainda se encontravam lá, mas em quantidade maior... Havia centenas de livros! Inesperadamente, ouviu um barulho vindo do canteiro das hortências, coberto de livros. Afastou os livros e descobriu uma linda fada: tinha uma pele clara como a espuma salpicada de umas sardas encantadoras, usava uns óculos perfeitos para ela, tinha o cabelo preto como o carvão e usava o cabelo preso. Vestia uma camisa com folhinhos no punho da manga, uma gravata em tons de vermelho e preto, uma saia de pregas dos mesmos tons da gravata, umas meias brancas até ao joelho com um lacinho também a condizer. Calçava uns sapatinhos azuis escuros muito bonitos e o pormenor mais importante era que ela tinha apenas vinte centímetros de altura. A fadinha dormia consolada. O Francisco merecia uma explicação mas não queria acordar aquela criatura mítica, o que teria acontecido!? Ela parecia amável e compreensiva. Depois de múltiplas hesitações, decidiu não a acordar. Pensou «Se está a dormir de tarde, à noite estará acordada». Resolveu voltar à noite. Já estava escuro como breu quando, sorrateiramente, Francisco saiu da cama para ir ao quintal, ao encontro da fadinha. - Quem és tu?- interrogou ela. - Sou o Francisco e tu? - Sou a fadinha Lily, a fada da inteligência e da sabedoria, vim ao teu quintal porque sei que nesta casa havia alguém muito inteligente e que adora ler! - Devo ser eu!!!- exclamou o Francisco, muito feliz. - Ainda bem, vim felicitar-te e mostrar ao mundo a maravilha que é ler! - Ah… Eu tenho uma ideia que vai concretizar a tua missão, mas preciso da tua ajuda.- propôs o Francisco. - Combinado! O Francisco contou o plano à fada e executaram-no. Largaram livros mágicos no recinto escolar. - Missão cumprida! Que emoção!- concluíram em uníssono. Na escola, todos ficaram espantados a olhar para aquela chuva de livros; como por magia, tinham também todos uma enorme vontade de ler! Assim nasceu uma aventura emocionante. Francisco e Lily tornaram-se os melhores amigos do mundo! Maria Luís Lopes, 5º B Página 20

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Francisco entre páginas Quando voltou para casa, nesse dia com o seu coraçãozinho aos pulos, por onde passava o seu olhar, só conseguia descobrir livros e mais livros nos parques, nos jardins, nos campos… Chegou a casa, abriu a porta da entrada ainda com receio misturado com nervosismo e foi direitinho para o quintal. O que viu ele então? Os livros estavam todos no mesmo sítio, mas quando se aproximava para lhes tocar, surpresa das surpresas! Os livros desapareciam. Decidiu então arranjar uma estratégia que lhe permitisse observar os livros, sem ser observado. Só que, estava ele nas suas contemplações e desmaiou. Quando recuperou os seus sentidos, extraordinário! Estava metido dentro de um livro do canteiro do seu quintal. O livro chamava-se «Francisco na terra dos segredos». - Acorda! Acorda! Gritava a mãe do Francisco a chamá-lo para ir para a escola. Trabalho coletivo, 5º C

O acento agudo que queria ser til

Sou um acento agudo, mas quero ser um til. Estou a trabalhar para alterar o meu perfil. Encontrei uma minhoca, desisti do meu desejo. Apaixonei-me por ela e o meu novo sonho é dar-lhe um beijo. Fábio Melo, 5º E Dezembro 2013 Número 1

A Menina do Mar Sou a Alexandra, tenho 11 anos e moro em Guimarães. Para mim, o livro “A menina do mar”, de Sophia De Mello Breyner Andresen é um livro muito emocionante. Conta a vida de uma menina que tinha vindo de outro sítio. Encontrou logo animais que lhe perguntaram de onde é que ela vinha. Ela disse que não vinha do mesmo sítio que eles. Ela perguntou quem eram eles, eles responderam que eram o polvo, o caranguejo e o peixe. Então disseram: - Nós moramos numa gruta não muito longe daqui. Queres vir morar connosco? A menina disse logo que sim e foi morar com eles. E viveram felizes para sempre. Alexandra Peixoto, 6º E

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Madiba Nelson Mandela nasceu em 18 de Julho de 1918. Nasceu em Mvezo, numa aldeia do interior da África do sul e viveu uma parte da infância em Qunu. A sua família pertencia a uma tribo nobre. Aos 23 anos foi para Joanesburgo, onde estudou direito e onde iniciou a atividade política. Nelson Mandela via os pretos iguais aos brancos, só a cor é que não era igual, mas as outras pessoas não viam como ele. Então ele revoltou-se contra os brancos e eles prenderam-no. Estudou na cadeia e tirou o curso de direito. Nelson Mandela lutou contra o apartheid que era um regime em que os brancos tinham todo o poder, embora fossem uma minoria e os negros não tinham direitos nenhuns. Eles viviam separados, tinham serviços separados, mas os negros tinham os serviços piores. Ele foi preso e condenado a prisão perpétua e esteve na cadeia durante 27 anos. Em 1985, deram-lhe a possibilidade de sair da prisão, mas, em troca, ele tinha de abandonar os seus ideais e ele recusou. Depois, Nelson Mandela foi libertado e os brancos perceberam que não podiam tratar mal os pretos, só porque não eram da mesma raça. Ele foi o primeiro presidente negro da África do sul e foi muito importante na reconciliação do país. Por esta razão, recebeu o prémio Nobel da Paz. Nelson Mandela morreu em 5 de Dezembro de 2013, ficando para sempre como um símbolo da luta contra o racismo. Alexandra Peixoto, 6º E

O meio ambiente Segundo o dicionário, o meio ambiente é o conjunto dos fatores físicos e biológicos que rodeiam e influenciam os seres vivos. Para mim, isso significa tudo o que nos rodeia: a natureza, as construções do homem e o efeito que têm sobre o ambiente. Penso que devemos preservar a natureza e tentar que a atividade humana seja o menos prejudicial possível para o ambiente natural. Penso que daqui a poucos anos já não restam zonas verdes e que a poluição deteriorará o ar e a água. Por isso, defendo que devemos diminuir ao máximo o consumo de energia; por exemplo: andar mais a pé e menos de carro e preferir sacos reutilizáveis a sacos de plástico. Francisco Silva, 6ºF Página 22

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UMA AVENTURA NA VINDIMA Num belo fim de semana de outono, o João e Diogo decidiram reunir-se, de novo, para mais uma aventura. O pai do João tem umas vinhas no Alto-Douro e os dois amigos combinaram encontrar-se nesse mesmo local. À hora combinada, lá estavam eles com a farda de trabalho, preparados para vindimar. Em menos de uma hora, cada um já tinha feito uma fila inteira, enchendo assim dois baldes. Ambos estavam tão entusiasmados que nem deram pelo tempo passar e quando se aperceberam, já era hora de almoçar. Os dois amigos estiveram o almoço todo a discutir “quem é que já tinha vindimado mais”. - João, ainda vamos vindimar!? Acho que a vinha ficou sem uma única uva! - disse o Diogo com esperança do amigo dizer que sim… - À tarde, vamos esmagar as uvas e transformá-las em vinho doce. - respondeu o João, comendo o último pedaço de churrasco existente no seu prato. Acabado o almoço, dirigiram-se ao lagar. O pai do João colocou um ralador por cima do lagar. De seguida, o João e o Diogo, com a ajuda dos pais, deitaram as uvas para cima do tal ralador, que retirou parte do sumo das uvas. - E agora é só pôr numa garrafa e colocar álcool? - interrogou o Diogo, perdendo um pouco do interesse. - É obvio que não! Ainda faltam muitos passos para conseguir obter um bom vinho.- respondeu ele com ar de sabichão. Eles subiram para o lagar e começaram a pisar as uvas para retirar o resto do sumo. Ao contrário do que o Diogo pensava, as uvas ainda foram para uma espécie de pipa enorme a que eles chamam «prensa». E essa, sim, retirou o suco todo que, mais tarde, foi levado para outro recipiente. Diogo, vendo o pai do João aproximar-se com um frasco na mão, disse: - Ali está o álcool para pormos no vinho... - Não, aquilo é ácido sulfuroso, serve para matar os bichos existentes no vinho doce. Este líquido, depois de fazer o seu trabalho, evapora-se, portanto passa do estado líquido ao gasoso, por isso mesmo é que tem este cheiro tão forte. Depois de deitado o ácido sulfuroso, deixaram o vinho doce quarenta e oito horas para que a parte límpida subisse à tona. A parte boa do vinho foi levada para uma cuba onde iria ficar seis meses a fermentar. O Diogo e o João estavam exaustos, mas satisfeitos por terem colaborado nesta atividade agrícola e por terem percebido todo o trabalho que os agricultores têm, antes de todos os produtos agrícolas estarem à nossa mesa. Chegados a casa, cada um dos amigos elaborou um texto sobre esta aventura na vindima e sobre os vastos conhecimentos que guardarão para sempre nas suas memórias. João Miguel Amorim, 5º B Dezembro 2013 Número 1

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UMA IDA AO ESPAÇO A propósito do tema «As sombras», abordado na aula de Português

por João Miguel Amorim, 5º B

Um dia, dois amigos, João e Diogo, foram dar um passeio ao parque. Eles iam distraídos a conversar e, a certa altura, repararam que se tinham perdido. Ficaram desorientados, sem saber o que fazer. Continuaram a andar, andar, andar... Até que pararam para descansar. Diogo, avistando umas sombras estranhas, propôs: - João, olha ali aquilo! O que será? - Vamos lá dar uma espreitadela – respondeu simplesmente o João. Naquele local, a zona florestal do parque, viram dois homens com um ar muito esquisito. Resolveram segui-los. Os homens entraram num pavilhão gigante, cuja existência o Diogo e o João desconheciam. - Uau! Olha só para aquilo! - Exclamou o Diogo. Tinham reparado num alçapão, no cimo do pavilhão. Às escondidas, eles foram até lá. Mais surpreendente ainda, foi o facto de não hesitarem a entrar numa nave. Até então só tinham visto naves nos filmes e em sonhos. Não sabiam o que ia acontecer, mas a curiosidade falou mais alto. O João foi à cabine do piloto e começou a clicar nos botões, à sorte. Começaram a ouvir: «dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um, zero…» E a nave descolou! Mais estranho ainda: na nave, havia mantimentos e água para eles sobreviverem! Viajaram pelo espaço e conheceram os planetas de que tinham ouvido falar na escola. Como não podiam ir para o lado do sol explorar Vénus e Mercúrio, por causa do calor, seguiram para Este. À chegada a Marte, continuaram à descoberta. Procuraram, procuraram, até que encontraram um “ser verde” muito estranho com seis olhos, corninhos e uma boca com um metro. Sentiram algum receio e voltaram para a nave. Depois, já com mais coragem, tentaram falar com ele. Conseguiram apenas comunicar por gestos. O Diogo e o João perceberam que o ser verde queria ir com eles na nave. E os três continuaram a sua viagem interplanetária, até que o João propôs: - E se o levássemos connosco para a Terra? Ficaríamos famosos com esta descoberta! Mas ele podia não gostar... Tentaram perguntar-lhe o que queria fazer. O Verdinho apontou para a Terra, mostrando vontade de conhecer o planeta do João e do Diogo. Mas, de súbito, ouvindo a voz da professora, regressaram à realidade. - Ó João, viste o mesmo que eu? As sombras do parque aí em frente já não são cavalos! Eram os marcianos, amigos do Verdinho!- sussurrou o Diogo. - Eram mesmo eles! Imaginámos o mesmo! Temos de elaborar uma composição e partilhar o nosso sonho com a nossa turma! Eles não vão acreditar. A força da amizade não tem limites: partilhamos tudo, até os sonhos, as sensações mais incríveis e a recordação daquela nossa sala dos quatro anos da escola primária, que fomos visitar para matar as saudades! Página 24

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Leva-me contigo!… Vivo em Guimarães e frequento o sétimo ano de escolaridade da Escola E. B. 2,3 Professor João de Meira. A minha cidade é capital da cultura e do desporto! Na passada quarta-feira, dia dezasseis de outubro, de regresso a casa depois da piscina, um panfleto despertou a atenção da minha mãe. «Cidade europeia do desporto e da cultura – Agenda mensal de outubro». Parecia pedir-me carinhosamente. «Leva-me contigo…» Um convite destes não se recusa! Resolvi trazê-lo para a escola, para a aula da professora Alzira Guedes. Este documento é autêntico! Assim, só para que saibam, no mês de outubro, a cidade do desporto (a nossa!) ofereceu palestras no âmbito da formação e qualificação e a prática de várias modalidades desportivas: corfebol, badminton, speedminton, yoga, hóquei patins…. Tantas coisas para descobrir! Nem eu sei o que elas são! Nem que existiam em Guimarães! Cada vez mais, me convenço que a Educação Física, antes de passar a ser uma questão puramente física, tem a ver com os aspetos psicológicos: a colaboração com os outros e não querer fazer tudo sozinho, o respeito para não ser fanático ao ponto de empurrar os outros ou ser violento, pois há gente que se magoa! Se soubermos trabalhar, jogar, brincar e respeitar, seremos felizes. A Educação Física é também, e acima de tudo, uma questão psicológica e social, foi isso que o panfleto me ensinou. Ana Luísa Lage, 7º C

O rato, a princesa e o dragão Era uma vez... um rato destemido, chamado Despereaux. Ele era o rei do reino da Ratázia. Um dia, o dragão Stitch raptou a princesa Rapunzel e prendeu-a numa torre alta do seu castelo. Despereaux, ao saber da notícia, pegou na sua arma secreta - o livro - e foi para o campo de batalha combater Stitch. Com o poder mágico das palavras, derrotou o dragão, que ficou a chorar. Despereaux dirigiu-se, então, à torre do castelo, gritando: - Estou aqui, princesa! Venho salvá-la. A princesa Rapunzel ficou muito grata e os dois ficaram grandes amigos. E viveram felizes para sempre. Vitória, vitória... acabou a história! Trabalho coletivo do 5º A Dezembro 2013 Número 1

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Notícias Visita à Sociedade Martins Sarmento, no âmbito da comemoração do centenário da morte de João de Meira Na visita à Sociedade Martins Sarmento, aprendi várias coisas sobre a vida e a obra do patrono da minha escola – João de Meira. Nasceu em 1881, na rua D. João I, na casa que era a sede do Vitoria de Guimarães e morreu em 1913, com 32 anos, com a doença designada outrora por «Mal de Bright», e nos nossos dias, por «Insuficiência Renal Crónica». João de Meira tinha seis irmãos. Foi médico, presidente da câmara, presidente da Sociedade Martins Sarmento e da Escola Industrial O seu pai chamava-se Joaquim José de Meira. Este era, também, médico-cirúrgico. Com 9 anos, João de Meira foi para a escola São Dâmaso, no Convento de Santa Marinha da Costa, onde obteve vários prémios de distinção. Com 15 anos, foi para a Escola Médico-Cirúrgica do Porto, onde terminou o curso com 25 anos de idade. Em 1907 casou. Foi médico no Hospital da Ordem Terceira de São Domingos, em Guimarães. Foi também professor de francês e de matemática, no Liceu. Em 1908, foi dar aulas para a Escola Médico-Cirúrgica. Com 17 anos, criou o jornal “A Parvónia”, onde publicou muitos artigos e notícias. Assinava os seus trabalhos usando diversos pseudónimos: «Satan», «Lusbel», «Demónio», «Proserpina», «Nulo» e «Estélio». Em 1911, com 30 anos, foi escolhido para ser professor catedrático na disciplina de Medicina Legal e coordenador da morgue do Porto. João de Meira escreveu artigos muito importantes para a História de Guimarães. Escreveu contos e dois romances policiais, como “O Sherlock Holmes no Porto ao estilo de Conan Doyle”. Foi pioneiro neste tipo de escrita em Portugal. O seu túmulo encontra-se na capela da Senhora do Bom Despacho. Nele, existe uma pedra tumular com um poema dedicado à senhora do Bom Despacho, da autoria do próprio. Em sua homenagem, a cidade de Guimarães tem uma escola (a que eu frequento) e uma rua com o nome João de Meira. Nesta exposição vi, ainda, um livro muito bonito de caricaturas feitas pelo irmão, José de Meira, e poemas escritos por João de Meira. Margarida Oliveira, 5º F Página 26

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Dia Mundial da Alimentação

No passado dia 16 de outubro, com o intuito de comemorar o Dia Mundial da Alimentação, a professora bibliotecária organizou, juntamente com a editora Ópera Omnia, uma atividade de animação/dramatização da obra “Um chá não toma um xá”, de Sérgio Guimarães de Sousa, para todos os alunos da EB de Oliveira do Castelo. Em simultâneo, apelamos/relembramos aos alunos a importância de uma alimentação saudável. A Biblioteca Escolar agradece a colaboração da associação de pais, na aquisição de livros, de modo pela qual a atividade se efetuou.

Ana Pessoa: “O caderno vermelho da rapariga karateca” No dia 26 de setembro, na Escola E.B. 2,3 João de Meira, a escritora Ana Pessoa apresentou o seu primeiro livro, com o título de “ O caderno vermelho da rapariga karateca” e que fala sobre algumas memórias de infância da escritora. Ana Pessoa é uma escritora muito jovem, pelo que ainda só escreveu este livro. Começou a escrever pequenos contos com apenas 10 anos, foi viver para a Alemanha e, hoje em dia, vive no Luxemburgo, onde trabalha como tradutora. Ela afirma que gostou muito de escrever este livro infanto-juvenil e, por isso, gostaria de escrever mais. Ana Rita Martins, 6º E Dezembro 2013 Número 1

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Palestra com uma representante da Amnistia Internacional (Portugal) Com o intuito de comemorar O Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Subdepartamento de Geografia estendeu o seu convite à Amnistia Internacional. Esta palestra tinha como público-alvo os alunos do nono ano de escolaridade. Após a realização da palestra e sua avaliação, solicitou-se aos alunos participantes a elaboração de um artigo sobre a mesma. “No passado dia 10 de dezembro, a Escola E.B. 2,33 João de Meira recebeu uma representante da Amnistia Internacional do Núcleo de Guimarães. A palestra teve um impacto muito positivo desde o início. A participação dos alunos fez com que todos percebêssemos a desigualdade e quão injusto o mundo é. Nesta palestra, tomamos consciência sobre a diferença cultural e social entre as regiões. Eis um grande testemunho: Amina Lawal foi condenada à morte só por ser viúva e ter tido um filho. Esta mulher nigeriana foi salva depois da Aministia Internacional tomar a iniciativa de enviar cartas contra a sua condenação. 50 milhões de cartas/assinaturas fizeram com que Amina Lawal pudesse viver. De uma forma geral, gostámos muito da palestra, pois foi bastante elucidativa em relação à desigualdade entre os países/regiões e as suas diferenças culturais. Por outro lado, alertou-nos para o desrespeito que existe em relação ao cumprimento dos Direitos Humanos.” Carla Castro, Joana Carneiro, Filipa Fernandes e Ana Rita Gomes, 9º C

O caderno vermelho da rapariga karateca «Não é uma menina, é Karateca. Tem 15 anos e o seu maior sonho é ser cinturão negro. Não gosta de escrever, mas gosta de lutar.» Este é o início do livro «O caderno vermelho da rapariga karateca» que foi apresentado aos alunos da escola EB 2/3 João de Meira, no dia 26 de setembro. Esta é a primeira obra da jovem escritora Ana Pessoa, que conseguiu criar uma história cativante para as crianças. Fala sobre Karaté e sobre ela mesma. Os alunos fizeram muitas perguntas, às quais a autora respondeu, conseguindo, assim, entusiasmá-los para a leitura. Eduarda Machado, 6º E Página 28

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O Magusto na nossa escola No dia onze de novembro, festejámos o dia de S. Martinho, realizando várias atividades na nossa escola. Em primeiro lugar, fomos para a Biblioteca, com a turma da Prof. Raquel, visualizar a lenda de São Martinho. Cantámos canções alusivas a esta data e depois, na sala, fizemos o reconto oral e uma banda desenhada. Segundo reza a lenda, num dia frio e tempestuoso de outono, um soldado romano, de nome Martinho, percorria o seu caminho montado no seu cavalo, quando deparou com um mendigo cheio de fome e frio. O soldado, conhecido pela sua generosidade, tirou a sua capa e com a espada cortou-a ao meio, cobrindo o mendigo com uma das partes. Mais adiante, encontrou outro pobre homem cheio de frio e ofereceu-lhe a outra metade. Sem capa, Martinho continuou a sua viagem ao frio e ao vento quando, de repente, como por milagre, o céu se abriu, afastando a tempestade. Os raios de sol começaram a aquecer a terra e o bom tempo prolongou-se por cerca de três dias. Desde essa altura, todos os anos, por volta do dia 11 de novembro, surgem esses dias de calor, a que se passou a chamar "verão de S. Martinho". De seguida, acabámos de construir e decorar os sacos para as castanhas assadas, com diversos materiais recicláveis: pacotes de leite, folhas… Ficaram bem bonitos, como podem ver. À tarde, comemos castanhas assadas, cantámos e brincámos no recreio, festejando o verão de S. Martinho. Este dia foi espetacular e adoramos festejá-lo ! Turma 3º C - Prof. Emília Lemos

Ida ao Teatro no Centro Cultural Vila Flor No passado dia 9 de Dezembro, as turmas do 3º ano da escola Oliveira do Castelo foram ao Centro Cultural Vila Flor ver uma peça de teatro chamada “Comer a Língua”, do Teatro do Frio. A peça de teatro “Comer a Língua” foi escrita por Regina Guimarães, encenada por Catarina e a atriz chamava-se Susana. Primeiro, a Susana estava a imitar uns sons com s língua, um pouco esquisitos, juntos à luminosidade das lanternas. Havia uma loja de palavras com muitas janelas. A Susana fazia o papel de muitas personagens. Havia várias portas e janelas por onde a atriz espreitava fazendo caretas. Às vezes, saíam-lhe palavras feias e, outras vezes, bonitas Dezembro 2013 Número 1

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e também dizia palavras que não se percebiam. Havia também uma lâmpada chamada Senhora Dona que a ajudava a fazer um teatro de luzes e também nos falou das entoações. Começamos então a entender porque se chamava “comer a língua”! Percebemos que a língua não é só um órgão que serve para falar e para comer. A língua também pode ser dos países: língua espanhola, língua francesa, língua inglesa, língua portuguesa…O objetivo da peça era identificar as línguas que a língua tem. Ao longo da peça, a atriz exemplificou vários sons, palavras, várias linguagens e até palavrões. Esta parte foi divertida, sempre que a atriz dizia um palavrão metia uma tábua grossa e furada na cabeça, batia em si própria e fingia que estava a rezar. Por último, ligou vários candeeiros com sons e palavras que formavam uma música. No fim da música, a Susana desligou a luz até ficar tudo muito escuro. No final da peça, o senhor Rodrigo que nos tinha recebido à chegada e a atriz Susana fizeram-nos várias perguntas sobre o que vimos e ouvimos e responderam a perguntas que os meninos fizeram. Depois lançou-nos um desafio que era fazermos na escola desenhos ou textos relativos à peça e depois enviar para eles. Quando tudo terminou fomos para o autocarro cedido pela Associação de Pais da nossa escola, a quem agradecemos e chegamos à escola na hora do almoço. Mas, antes do almoço, a nossa professora fez-nos algumas perguntas sobre a peça e ficamos a perceber melhor qual o objetivo da mesma: mostrar a complexidade da língua portuguesa, nas suas variantes, revelando a sua abertura a múltiplas influências culturais. Temos a nossa língua (na boca) para ouvir, dizer, cheirar e comer e uma variedade de línguas pensantes, cantantes, línguas vivas. Foi uma manhã bem divertida e cultural! Turma 3º C - Prof. Emília Lemos

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Encontro com o Escritor Alexandre Parafita

O escritor de livros infantis, Alexandre Parafita, esteve na nossa escola, no dia 13 de dezembro, para promover os seus livros, no âmbito do Plano Nacional da Leitura da Educação Literária, para os meninos dos 3º e 4º anos. O encontro foi dinamizado pela Biblioteca Escolar da EB Oliveira do Castelo. A professora Paula, responsável pela Biblioteca, começou por pedir silêncio, seguindo-se declamação de poemas do autor convidado, por cinco alunas do 4º ano, da escola. Depois da declamação dos poemas deu-se início a uma sessão de perguntar ao escritor. Cada turma tinha direito a fazer-lhe três perguntas, previamente elaboradas na sala. Da minha sala foram a Teresa, a Clara e a Mariana que lhe fizeram as seguintes perguntas: quanto tempo demorava a escrever um livro e ele respondeu que dependia, mas normalmente era de quinze dias a um mês; em que se inspirava para escrever os seus livros infantis,. ao que ele respondeu que fazia recolha dos contos e lendas antigas das tradições populares e finalmente outra aluna perguntou o porquê de escrever um livro com muitas histórias infantis e ele respondeu que se inspirava nas crianças e que considera os livros como se fossem seus filhos. O escritor contou-nos, ainda, muitas coisas sobre a sua infância e sobre os seus livros para crianças e disse-nos qual o título do seu próximo livro que é: “Meia Dúzia de Contos Tão Alegres como Tontos”. No final, já na sala de aula, a nossa professora fez-nos muitas perguntas sobre o escritor e pediu-nos para fazer um relatório da atividade. Nós gostamos bastante deste encontro porque adoramos as histórias que cada um leu , na sala de aula, do livro “Diabos, Diabitos e outros Mafarricos”! Turma 3º C - Prof. Emília Lemos Página 31

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Escola EB1 Oliveira do Castelo O Natal na nossa escola

O Natal na nossa escola, este ano, foi muito diferente e divertido. Na sala de aula fizemos um pinheirinho de Natal de rolhas de cortiça, pintamos com spray dourado e deixamos secar. A nossa professora recortou muitas estrelinhas e cada menino escreveu “Feliz Natal” e colocou no topo do pinheirinho. Depois pintamos um postal e escrevemos uma carta ao Pai Natal. Finalmente, embrulhamos tudo em papel transparente e levamos para casa. Este ano, para decorar a nossa escola, contamos com a colaboração do Prof. Vilaça que veio à nossa sala ensinar-nos a ornamentar bolas e anjinhos. Distribuiu bolas simples transparentes a alguns meninos e a outros, anjinhos. Depois, ensinou-nos como devíamos cortar o papel e meter dentro das bolas. Os outros meninos embrulhavam os anjos com papel de prata. Quando ficou tudo pronto, também nas outras salas, decorou-se a entrada da escola com estes enfeites e ficou bem bonita, como podem ver na imagem. Entretanto, o Prof. Vilaça levou à nossa sala um boneco de neve para nós autografarmos, tiramos fotografias e depois colocaram também na entrada da escola, juntamente com as bolinhas e os anjinhos. Outra novidade deste ano, foi a representação que os professores de Religião Moral ensaiaram connosco. Fizemos uma recriação do Nascimento do Menino Jesus. Fizemos vários ensaios e correu tudo muito bem. A nossa turma, eram os anjinhos e como estávamos lindos! No dia da festa estava muito frio e a chover muito, por isso a festa realizou-se no pavilhão da escola. Todas as turmas se reuniram lá, acompanhados das respetivas professoras. No fim da festa fomos para a sala de aula e a nossa professora deu a cada menino um bolo, um sumo e um pai natal de chocolate, oferecidos pela Associação de Pais da escola. Foi realmente uma festa muito bonita! Feliz Natal para todos! Turma 3º C - Prof. Emília Lemos Página 32

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Viagem ao Paleozóico Visita a uma exposição itinerante, com réplicas de animais e fósseis, que viveram na Terra, durante a era Paleozóica. Realizou-se dia 21 de novembro, uma saída aos Bombeiros Voluntários de Vizela para visitar a exposição de “Viagem ao Paleozóico”- uma exposição itinerante, que já existe há 3 anos, é composta por réplicas, não só de trilobites, como de outros animais deste período da história da Terra, tendo como complemento exemplares de fósseis de trilobites de Arouca e Valongo. A exposição foi organizada por um docente da Escola de Vizela (Luís Barata). É propriedade privada, pertence ao senhor Carlos Dias e tem o apoio institucional da UNESCO e do AROUCA GEOPARK. Foi endereçado o convite ao subdepartamento de ciências naturais que procurou participar, articulando com os conteúdos curriculares do 7ºano. A entrada na visita foi gratuita, mas esteve associada a uma campanha de recolha de alimentos para os mais desfavorecidos. Prof.ª Manuela Nunes

Um Escritor apresenta-se: Moita Flores Reflexão dos alunos da turma F do 6º ano sobre a palestra proferida por Moita Flores. Os alunos assistiram, no dia 28 de novembro, na Escola, à palestra proferida pelo Dr. Moita Flores e fizeram uma reflexão conjunta sobre os ensinamentos que dela usufruíram. Dessa reflexão resultou o seguinte texto, escrito por eles: "Gostámos muito da palestra porque o Sr. Dr. Moita Flores é um bom escritor, sabe aquilo que faz e quer fazer a diferença. Aprendemos com ele muitas coisas que registamos: não basta ser bom aluno, o mais importante é sermos boas pessoas; somos todos diferentes por fora, mas todos iguais por dentro; sem leitura a nossa vida é incompleta; nenhum homem/mulher pode queixar-se do que faz, o que importa é sermos felizes naquilo que fazemos; a riqueza vem de dentro e não dos bolsos; drogas, violência, ..., presentes no nosso dia a dia, traduzem o atraso do nosso país, são temas que o autor desenvolve, pois tem uma grande preocupação social. Por último, chegámos à conclusão que copiar nos testes não é assim tão reprovável, pois revela alguma solidariedade entre os colegas (pensámos que esta última não será para levar totalmente à letra). Mas sim, temos de ser solidários. Página 33

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Agrupamento de Escolas Professor João de Meira

POEMA DE NATAL

Natal… Na província neva.

Mãos à Escrita maosaescrita@gmail.com Estamos na Web! www.wikijornal.com/meira

Nos lares aconchegados, Um sentimento conserva Os sentimentos passados. Coração oposto ao mundo,

Equipa de Elaboração do Jornal: Prof.ª Antonieta Beirão Prof.ª Manuela Ribeiro Prof.ª Júlia Amaro Webmaster: Prof. Jorge Carvalho

Agradecimentos: O Jornal Mãos à Escrita agradece a todos os que, de uma forma ou de outra, contribuíram para a sua edição. Bem hajam!

Como a família é verdade! Meu pensamento é profundo, Estou só e sonho saudade. E como é branca de graça A paisagem que não sei, Vista de trás da vidraça Do lar que nunca terei! Fernando Pessoa

Jornal “Mãos à Escrita” A equipa do jornal “Mãos à Escrita” deseja a todos os seus amigos, colaboradores e leitores, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo. E... BOAS LEITURAS!


Dez 2013