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Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012

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Ano XIII - Número 700 Jornal-Laboratório do Curso de Jornalismo da Universidade Positivo

Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012

lona.up.com.br

A peça “Os Saltimbancos” comemora 35° com roupagem nova nos personagens e na trilha sonora Pág. 4

Edna Froes

Fotógrafa faz exposição inédita no Brasil Edna Froes traz para Curitiba novidades de uma mistura da fotografia e do cinema - a Cinemagrafia. Registrou casamentos e outros momentos a partir desse novo método Pág. 3

Confira entrevista exclusiva com Ricardo Lísias participante do Paiol Literário de 2012 Pág. 5

Curitiba recebe a 3º Semana de Moda Pág. 3

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Editorial

Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012

Opinião

Grave Greve

Uma nova experiência, 700 vezes O desafio de renovar todos os dias e ainda assim proporcionar a vivência profissional necessária para prática jornalística: essa é a missão do Laboratório da Notícia, o Lona. Esta edição 700 traz consigo mais de 13 anos de acertos e também erros, por que não admitir? É justamente nos erros que aprendemos o certo, é nos erros que propiciamos a oportunidade para que alunos e alunas do curso de jornalismo da Universidade Positivo saiam prontos – para a vida. Não se trata de mera preparação para o mercado. O Lona é mais do que isso. A pauta, o processo de produção, as discussões, o tratamento, a edição... todas essas atividades são feitas dia a dia em equipe e aí está a formação humanística oferecida por esse impresso. Temos, aqui, o compromisso de levar ao leitor e à leitora informações com credibilidade, a notícia levantada com exaustiva apuração – nem sempre é possível, é verdade, mas ainda assim, enquanto laboratório, o Lona não é somente uma tribuna de publicação textual, é sim o reflexo do futuro comunicacional paranaense. Não à toa, rotineiramente, o jornal-laboratório é reconhecido e mencionado entre os melhores do Estado e do Brasil. Agradecemos a todos e todas que colaboram diariamente para que este impresso siga evoluindo: estudantes, colaboradores, egressos e professores, que nos permitem experimentar sem desrespeitar nossos leitores e leitoras. O Laboratório da Notícia cumpre a função jornalística de maneira aberta, multifacetada, sem amarras ideológicas ou comerciais, como acontece na mídia tradicional, e isso faz toda a diferença, tanto na preparação acadêmica, quanto na reflexão plural acerca da sociedade em que vivemos. Que venham mais 700 Lonas, boa leitura!

Expediente Reitor: José Pio Martins | Vice-Reitor e Pró-Reitor de Administração: Arno Gnoatto | Pró-Reitora Acadêmica: Marcia Sebastiani | Coordenação dos Cursos de Comunicação Social: André Tezza Consentino | Coordenadora do Curso de Jornalismo: Maria Zaclis Veiga Ferreira | Professores-orientadores: Ana Paula Mira, Elza Aparecida de Oliveira Filha e Marcelo Lima | Editora-chefe: Suelen Lorianny | Repórter: Vitória Peluso | Pauteira: Renata Silva Pinto | Editorial: Redação Lona. O LONA é o jornal-laboratório do Curso de Joenalismo da Universidade Positivo. Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 - Conectora 5. Campo Comprido. Curitiba - PR. CEP: 81280-30 - Fone: (41) 3317-3044.

Maximilian Rox

Atacar as deficiências do governo é uma ação fácil, digna das palavras que sobrevoam a Boca Maldita. Torná-las eficientes no resultado final dessa investida é a parte mais difícil, onde dificilmente a situação é resolvida sem que nenhuma das partes seja prejudicada. Caso esse como o dos professores da UFPR, que ameaçam a segunda greve na instituição nos últimos 10 meses. Por mais respeitáveis que sejam as reivindicações dos grevistas, o grupo dependente do bom funcionamento de ambos os lados será mais uma vez prejudicado: os estudantes. O descumprimento dos prazos estabelecidos na finalização da última greve estimula a paralisação dessa quinta-feira e a retomada do movimento. Afinal, é um direito previsto pela Constituição, e os professores, em qualquer escola ou universidade pública, têm motivos para isso. Muitos mesmo: são inúmeros os cartazes nos corredores da Federal, incentivando os demais docentes a lutarem pelos seus direitos. Sejamos sinceros: a profissão não é remunerada corretamente dada sua importância e jornada de trabalho. Por outro lado, a greve engloba também os estudantes, que precisam pressionar o governo para que ela não se estenda e que não somente os professores conquistem seus direitos com a greve, mas que recebam um melhor serviço. Mas o medo pelo impasse é enorme, e ao exemplo do episódio recente dos motoristas e cobradores, a situação pode encarecer os que dependem de um acordo rápido. De direitos a rodeios, o risco de uma nova greve ronda os corredores da Federal a cada dia que passa. Incerta e grave, greve essa que nos cerca.

Fruet 2012, Gleisi 2014 Aline Reis

Sabe-se que o único partido que tem efetivamente prévias para definir as candidaturas aos cargos políticos é o Partido dos Trabalhadores (PT). Também se sabe que o PT tem avaliação positiva no governo federal, sobretudo no que tange às políticas de transferência de renda, alavancando a população miserável para a classe C. Conhece-se também a história petista conduzida por vieses de esquerda e pautada pela participação popular, que outrora chegou até a ter fortíssimas tendências socialistas. O que não sabemos, contudo, é como esse partido vermelho decidiu apoiar o pedetista Gustavo Fruet no pleito municipal que acontece em outubro. Alianças entre PT e PDT são comuns, visto que as linhas ideológicas proferidas por um e por outro são semelhantes. Acontece que ideologia parece não fazer mais sentido na política. O Partido Democrático Trabalhista lança, como nome fortíssimo, Fruet, ex-PSDB (que embora a sigla represente outra coisa, representa o conservadorismo reacionário político-brasileiro), pessoa de extrema direita, que sem espaço entre os tucanos migrou para a sigla de Brizola. De tão improvável, a situação se torna até mesmo engraçada. O liberal apoiado pelos trabalhadores. É verdade que já houve alianças tão bizarras quanto essa, por exemplo, a dobradinha PT – PL em esfera nacional, mas a situação aqui no Paraná perpassa mais do que a governabilidade, perpassa o plano estadual petista, que, sem voz em Curitiba, precisa se articular com pessoas e não com partidos. No domingo passado, os filiados e filiadas petistas foram às urnas. Chapa 1, encabeçada pelo ministro do Planejamento Paulo Bernardo, defendeu a aliança com o PDT de Freut, a chapa 2 veementemente militante defendia a candidatura própria, na qual o nome mais forte era o do deputado federal Doutor Rosinha. Tanto Rosinha, quanto Bernardo estiveram aqui. Votaram. A decisão foi – e ainda é – contestada pelos partidários: chapa 1, apoio ao PDT. A cultura política tem dessas coisas: as velhas raposas. Militantes inflamados pelo amor partidário se esquecem que, em 2014, conforme planos da executiva estadual petista, a pretensão é que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmmam dispute o governo estadual contra o tucano Richa. É aqui que toda a aliança com o PDT se baseia. Com o apoio de Fruet, o PT espera chegar ao Iguaçu. A militância que defendeu (ainda defende) a candidatura própria está alocada numa contracultura política, porque a política hoje implica em governabilidade e para se governar é preciso ter apoio, ainda que joio e trigo tenham que ficar no mesmo armazém. Pelo Fruet, pelo Ducci ou por outro personagem, esperamos os próximos lances do jogo político. Recado à redação

Força aê no fechamento! Tudo nessa vida, passa... E o que sobra é aquilo q nos faz sorrir. Espero que o Lona seja essa parte que, mesmo às vezes sendo pesado, também é algo que será lembrado como um tempo bom. Abração.” Diego Henrique Silva, ex-editor


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Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012

Fotógrafa lança exposição inédita no O hall do Expo Unimed é palco da fotógrafa Edna Froes que lança seu Brasil trabalho “Realidade Suspensa” Edna Froes

Flavio Martins dos Santos Fernando Takizawa Tiago Pereira

Fotógrafa Edna Froes lançou ontem uma exposição sobre cinemagrafia. Não é uma imagem estática, nem um filme, mas sim uma foto em movimento. O serviço, intitulado “Cinemagrafia”, foi idealizado pela fotógrafa norteamericana Jamie Beck e agora chega ao Brasil pelas lentes de Edna Froes, de Curitiba. Após um ano de aprimoramento, ela lança o trabalho na exposição “Realidade Suspensa”, que ocorre de 19 a 22 de abril, no hall da ExpoUnimed Curitiba, com entrada gratuita. As imagens podem ser expostas em sites, telões

e TVs em eventos ou até em porta-retratos digitais. A riqueza de detalhes no minucioso trabalho transforma a arte da fotografia em um serviço ainda mais atrativo. “É muito diferente de tudo que é feito”. Essa é a opinião de Edna Fróes, fotógrafa que se encantou com a nova técnica, e decidiu usá-la também na cobertura de casamentos. “Entrei em contato com a cinemagrafia há mais ou menos um ano. Enquanto não fizesse, não ia sossegar”, explica. O trabalho de Cinemagrafia realizado por Edna contempla diferentes áreas, como fotografia artística, de eventos, moda, crianças, casamentos, entre outros. É possível conferir uma amostra do

trabalho no site www.ednafroes. com.br. Trabalhos inéditos estão na exposição. Serviço Exposição “Realidade Suspensa”, de Edna Froes. Dias 19 a 22 de abril, das 15h às 22 horas. Local: Hall da ExpoUnimed Curitiba – Universidade Positivo. Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido. Curitiba-PR. Estacionamento gratuito. Entrada franca.

Começou a 3ª semana de moda de Curitiba A novidade desse ano é o ingresso consumível; como o evento tem caráter colaborativo, o valor da entrada pode ser consumido em produtos na Feira LABModa Fernando Takizawa Flávio Martins dos Santos Tiago Francisco Pereira

Desfiles da 3ª Semana de Moda de Curitiba começaram ontem e vão até o próximo domingo (22). Os desfiles acontecem no museu Oscar Niemeyer, onde onze designers curitibanos têm a oportunidade de apresentar suas coleções de inverno 2012. São marcas de moda masculina, feminina, acessórios e underwear (roupa

Daniel Sorrentino íntima). Também faz parte da programação do evento o Fórum de Gestão e Criatividade, que começou na segunda-feira (16) e ocorre simultaneamente na Fnac do Park Shopping Barigui, onde profissionais das mais variadas áreas ligadas à moda, discutem sobre temas que permeiam o mundo fashion. Este ano a semana de moda curitibana está com um formato multicultural. Além dos desfiles, que estão divididos em duas categorias

– Passarela 1, com looks comerciais e Passarela 2, com looks conceituais – quem for ao evento ainda poderá ver atrações musicais e performances cênicas. Todas as marcas que desfilam estão presentes também no show room com seus produtos disponíveis para venda. Junior Gabardo, diretor criativo do evento diz que esse ano a grade tem menos marcas do que nos anos anteriores. “O objetivo não é a quantidade, é apresentar

um trabalho de qualidade, oferecer uma programação interessante, um espaço de debate”. Há 13 anos produzindo bolsas, pastas e mochilas, Elgson Lourenço apresenta nesta amanhã, em parceria com Camila Lourenço, a coleção de bolsas com tema Beatniks Brasileiros. “A coleção traz influência do Cinema Novo, da Nouvelle Vague e do Neorrealismo Italiano” diz. Além da Beatnik, Soraya da Piedade, Cocch e um convidado especial fecham a noite de desfiles.


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Cultura

Os Saltimbancos retorna repaginado

Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012

Em seu 35º aniversário, peça volta com novidades Fernando Takizawa Flávio Martins dos Santos Tiago Francisco Pereira

Os Saltimbancos completa 35 anos, mas parecem uma obra nova nesta montagem que está em cartaz no teatro Regina Vogue. O diretor Maurício Vogue é o responsável por sua nova roupagem, adaptada por Chico Buarque de Holanda em 1977, do musical inspirado no conto ‘Os músicos de Bremen’ recolhido pelos irmãos Grimm e adaptado por Sérgio Bardotti. Segundo a assessoria de imprensa da peça, o diretor Maurício Vogue já estava com esse projeto em andamento há dois anos. Com um carinho especial pela peça, já que interpretou o Cachorro em 1988, Maurício chamou atores que ele já conhecia, conta Liliane Costa. Quando foi adaptada por Chico Buarque, Os Saltimbancos tinha uma forte crítica social, por conta da ditadura existente no Brasil. Hoje, o texto não faria tanto sentido. Com isso, o foco

está nos animais, mais especificamente nos maus-tratos com eles. De acordo com Liliane, “os bichos estão revoltados pelos maus -tratos, por não ter proteção, por não ter carinho, não ter amor” Nesta nova versão, os clássicos personagens Jumento, Gata, Galinha e Cachorro receberam um novo visual. Ao invés das tradicionais fantasias de animais, recorrentes em adaptações do espetáculo, a caracterização é sutil e moderna – um dos elementos utilizados por Vogue para agradar a nova geração de crianças.

DJ narrador conduz o espetáculo A grande sacada dessa nova versão é a inclusão de um DJ no palco, que além de tocar as músicas, interage no andamento do espetáculo. O Dj-nossauro como é chamado conduz o espetáculo com a batida característica da música eletrônica, além de intervenções narrativas que guiam o enredo da peça. O “Dj-nossau-

ro” é interpretado pelo DJ Kleber Gregório, que é formado em Produção Sonora pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). O nome “DJ-nossauro” surgiu de um ‘insight’ do diretor da peça. “Do próprio nome do DJ começar com D, foi uma brincadeira com o nome do perosnagem”, conta Kléber. A princípio Gregório seria um DJ normal soltando as músicas de dentro do palco, como em um musical comum que funciona com playback. Com os ensaios, Kléber foi ganhando falas e ações importantes na peça. De acordo com Kléber sua função não se resume somente a tocar as músicas da peça, logo na entrada dos espectadores ela já está animando a galera. “Eu sou quase um mestre de cerimônias, aquele que comanda o espetáculo”, explica Gregório. Além disso, as músicas da peça também ganharam uma nova cara. “A gente tinha as músicas originais e eu, nos primeiros dias de trabalho, fiz umas bases. Conversei com o diretor musical da peça e bolamos as novas roupagens das mú-

sicas”, explica o DJ Kleber. Sendo assim, quem já conhece as músicas da peça irá surpreender se e quem não conhece irá se encantar.

Isabella, de doze anos. A peça também agrada os adultos, que com sentimento nostálgico relembram os momentos felizes de sua infância. “Trouxe minha filha, mas também me diverti muito com as músicas modificadas, e com os persoObra repaginada nagens nas novas roupaagrada jovens gens. Acho que combina mais com a época que e adultos eles vivem hoje”, comenObra agrada crian- ta Rejane Casserta. ças que batem palmas “No meu tempo, a coie dançam durante os 55 sa era mais política, mais minutos da peça. Con- séria, agora está tudo firmando o objetivo de mais brando, mais aleaproximação com o novo gre. Mas mesmo assim público infantil. “ Eu me surpreendi com as gostei de todos os personagens, principalmente inovações, gostei”, conta do DJ-nossauro”, contou Antônio Teixeira.

Serviço “Os Saltimbancos” fica em cartaz até o dia 3 de junho, no Espaço Teatro Regina Vogue. As apresentações são aos sábados e domingos, sempre às 16h. O teatro fica no Shopping Estação, na Avenida Sete de Setembro, 2775. Os ingressos custam R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia entrada. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 41 2101-8292. No twitter: @Saltimbancos_35 No Facebook: “Os Saltimbancos” - 35º aniversário do musical de Chico Buarque.


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Curitiba, sexta-feira, 20 de abril de 2012

“O meio literário brasileiro é muito provinciano e amador”, diz escritor Ricardo Lísias Danilo Georgete

O escritor Ricardo Lísias participou na última quarta-feira (18) da primeira edição do Paiol Literário de 2012. Ele já foi finalista do Prêmio Jabuti no, ano de 2008, com o romance “Ana O. e Outras novelas”. Ano passado, foi vencedor da Copa Brasileira de Literatura, com o romance “O Livro dos Mandarins”. No começo do mês de abril lançou seu último romance “O céu dos suicidas”. Lísias conversou com o LONA sobre a vida de escritor, os leitores, seu último romance e ainda afirmou que o meio literário brasileiro é amador. LONA - Tem como estudar para ser escritor ou a pessoa já tem que nascer com o dom? Ricardo Lísias - As duas coisas. Dá para aprender uma série de técnicas de ferramentas, a manipulação dessas ferramentas pode se dar conforme o talento que cada um tiver.

LONA - Quais são as circunstâncias ideais para escrever? Ricardo Lísias - Varia de pessoa para pessoa e de projeto para projeto. A minha é silêncio absoluto e ninguém em nenhum cômodo externo.

LONA - Algo lhe incomoda no meio literário? Ricardo Lísias - O meio literário brasileiro ainda é bastante provinciano e amador, mas vem melhorando. Aos poucos vem se tornando um pouco profissional e menos provinciano.

LONA - Escrever tem a ver com inspiração? Ricardo Lísias – Não, eu não acredito. Tem uma questão de técnica e uma questão misteriosa que faz com que as pessoas consigam fazer uma obra literária ou não. É muito mais talento e intuição, que pode ser controlado e melhorado.

LONA - Como avalia o brasileiro como leitor? Ricardo Lísias - Não existe, o público leitor brasileiro não existe. O leitor da boa literatura é um público muito raro. LONA - Como caracterizaria esse público? Ricardo Lísias - São pessoas mais ou menos parecidas comigo. Classe média, pessoas mais insistentes, cultas, mas é muito pequena essa parcela.

LONA - O que é capaz de destruir ou comprometer um livro? Ricardo Lísias - Quebra de concentração, de continuidade de um projeto, intervenção externa. Acho que intervenção externa e muita confissão do autor a elementos externos podem comprometer o projeto. Matheus Dias

LONA - Agora em abril aconteceu a publicação do seu romance “ O céu dos suicidas” nos conte um pouco sobre ele. Ricardo Lísias - É a história de um historiador que se especializou em coleções, menos obras de arte. Ele tem um amigo que se suicidou, por isso ele entra em uma espécie de viagem pessoal atrás de uma compreensão do que pode ter acontecido,de explicações e inspirações que podem ajudar a suprir um pouco a perda desse amigo. É uma espécie de viagem interior e exterior, pois ele se desloca a vários lugares. LONA - Como surgiu a ideia para escrever esse livro? Ricardo Lísias - É uma experiência pessoal.

Ricardo Lísias foi o primeiro escritor a participar do Paiol Literário 2012

LONA - Como vem sendo a resposta do público sobre o livro? Ricardo Lísias - O romance saiu há uma semana, mas por enquanto o público tem recebido muito bem.

LONA 700 - 20/04/2012  

JORNAL-LABORATÓRIO DIÁRIO DO CURSO DE JORNALISMO DA UNIVERSIDADE POSITIVO.