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Juventude Popular de Tomar – Projecto “Tomar medidas, obter resultados!”

Juventude Popular de Tomar

“Tomar medidas, obter Resultados!”


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Juventude Popular de Tomar – Projecto “Tomar medidas, obter resultados!”

Breve História do Partido Popular O CDS foi fundado em 19 de Julho de 1974, "correspondendo ao apelo de amplas correntes de opinião pública, abrindo-se a todos os democratas do centro-esquerda e centro-direita": entre as personalidades que subscreveram a sua Declaração de Princípios contavam-se Diogo Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa, Basílio Horta, Vítor Sá Machado, Valentim Xavier Pintado, João Morais Leitão e João Porto. Os primeiros meses de actividade caracterizaram-se por um esforço de implantação e esclarecimento, dificultado e impedido pelo clima de instabilidade, violência e anarquia que se vivia no país, que culminaria nos assaltos à sede do Partido em 4 de Novembro de 1974 e em 11 de Março de 1975. Em 13 de Janeiro de 1975, cumprindo a lei dos partidos políticos, o CDS entregou ao Supremo Tribunal de Justiça a documentação necessária à sua legalização. Durante a realização do seu I Congresso, no Palácio de Cristal, no Porto, em 25 e 26 desse mesmo mês de Janeiro, o CDS foi vítima da extrema-esquerda, que provocou distúrbios, cercou o edifício e tentou a invasão, tendo as forças militares permitido o sequestro dos congressistas – entre os quais destacados membros das democracias cristãs Europeias – durante 15 horas. Nesse congresso, foi eleita a primeira Comissão Política, que teve como Presidente e VicePresidente, respectivamente, Diogo Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa. Em 11 de Março de 1975, na sequência de nova viragem política, que teve como vectores principais a intervenção colectivista na vida económica e a tutela militar do regime, o CDS declarou-se partido da oposição, atitude que manteria até à formação do II Governo Constitucional, em 1978. Em Abril de 1975, o CDS elegeu os únicos 16 Deputados não socialistas da Assembleia Constituinte, que haveriam de votar sozinhos contra o texto final da Constituição, em 2 de Abril de 1976.


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Juventude Popular de Tomar – Projecto “Tomar medidas, obter resultados!”

Entretanto o CDS foi admitido em finais de 1975 como membro da UEDC, União Europeia das Democracias Cristãs. O grande objectivo do CDS foi alcançado em 1976, nas eleições legislativas: ultrapassar o PCP e colocar-se, ao lado dos socialistas e sociais-democratas, entre os grandes partidos democráticos portugueses, com 42 Deputados. Em Julho de 1976 decorreu o II Congresso, sob o lema: "Pelo personalismo cristão: um compromisso popular e europeu", que haveria de reeleger Freitas do Amaral e Amaro da Costa Três anos e meio após a sua fundação, o CDS chegou ao poder, num Governo de aliança parlamentar, presidido pelo Dr. Mário Soares, que incluía três ministros centristas – Rui Pena, Sá Machado e Basílio Horta, nas pastas de Reforma Administrativa, Negócios Estrangeiros e Comércio e Turismo, além de cinco Secretários de Estado. Em Dezembro de 1978, o CDS realizou o seu III Congresso, que reconfirmou Freitas do Amaral e Amaro da Costa. Foi acentuado o carácter Democrata Cristão do CDS. Em meados de 1979, o CDS propôs ao PSD e ao PPM a constituição de uma frente eleitoral, proposta que deu origem à AD – Aliança Democrática –, que venceu as eleições legislativas de 1979 e de 1980, com maioria absoluta Nos Governos da AD, o CDS esteve representado por cinco Ministros e dez Secretários de Estado. O fundador e Presidente do Partido, Diogo Freitas do Amaral, foi então vice-primeiro-ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1980) e Vice Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa Nacional (1981-1982). Em Março de 1981, realizou-se o IV Congresso – "Pela Democracia Cristã, com a AD renovar Portugal" – que, uma vez mais, reelegeu como líder do Partido Diogo Freitas do Amaral, desta vez já sem Adelino Amaro da Costa que morrera num trágico desastre de avião, em Camarate.


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Juventude Popular de Tomar – Projecto “Tomar medidas, obter resultados!”

Do V ao X Congresso o partido teve como lideres Francisco Lucas Pires, Adriano Moreira e Freitas do Amaral. Em Março de 1992, no X Congresso, realizado em Lisboa, foi eleito Manuel Monteiro, iniciando uma renovação “geracional” e de diferenciação ideológica do CDS. No XI Congresso (Extraordinário), realizado em Janeiro de 1993, aprovou-se um programa de renovação doutrinária e organizativa do Partido do Centro Democrático e Social. É aí que se altera a denominação do Partido, somando-se a expressão "Partido Popular" e passando-se a usar a sigla C.D.S./Partido Popular. Nos XII e XIII Congressos, a liderança de Manuel Monteiro prepara o Partido para uma recuperação eleitoral, que se confirmaria nas eleições legislativas de 1995, em que o CDS/PP atinge 9,1% e elege 15 deputados. No XIV Congresso, realizado em Coimbra, em Dezembro de 1996, Manuel Monteiro é reeleito, e a linha estratégica do Partido confirmada. O mesmo sucederia no XV Congresso, em Lisboa. Após um resultado eleitoral, nas eleições autárquicas de 1997, que leva o líder do Partido a pedir a demissão, é convocado, para Braga, o XVI Congresso. Há duas candidaturas à liderança: Maria José Nogueira Pinto e Paulo Portas, vencendo este último, propondo uma linha de reconciliação e a renovação de matriz democrata – cristã. por Eduardo Moreira Pinto (Vogal da Concelhia do CDS/PP de Setúbal)

Fundação do CDS-PP 1 (1974)


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Presidentes do Partido Popular 

Diogo Freitas do Amaral (1974-1982)

Francisco Lucas Pires (1983-1985)

Adriano Moreira (1986-1988)

Diogo Freitas do Amaral (1988-1991)

Manuel Monteiro (1992-1997)

Paulo Portas (1998-2004)

José Ribeiro e Castro (2005-2006)

Paulo Portas (2007 - actualidade [2011])


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Juventude Popular de Tomar – Projecto “Tomar medidas, obter resultados!”

Hino do Partido Popular Para a voz de Portugal ser maior junta a tua voz à minha voz e vamos cantando. Para a voz de Portugal ser maior junta a tua voz à minha voz e vamos cantando. Toda força que guardamos na mão solidários numa mesma canção e faremos um País que tem razão. Para a voz de Portugal ser maior junta a tua voz à nossa voz e vamos cantando. Para a voz de Portugal ser maior junta a tua voz à nossa voz e vamos cantando. O orgulho de nascer português a vontade de vencer outra vez cada um que aqui vier trará mais dez com a força que guardamos na mão solidários numa mesma canção e faremos um País que tem razão. Para a voz de Portugal ser maior junta a tua voz à minha voz e vamos cantando. Para a voz de Portugal ser maior junta a tua voz à minha voz e vamos cantando. Toda força que guardamos na mão solidários numa mesma canção e faremos um País que tem razão.

Música: Dina

Letra: Rosa Lobato Faria


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Breve História da Juventude Popular

Fundada sob a designação de Juventude Centrista – JC – em finais de 1974, a história da Juventude Popular (JP) confunde-se com a história da Democracia em Portugal. A JP estabeleceu desde o primeiro momento um compromisso inadiavel e indenunciavel com a liberdade. Repetidas vezes a nossa história demonstrou a indiponibilidade desse compromisso perante derivas totalitárias ou alegados concensos que mais não implicaram que a degradação da qualidade do nosso sistema democrático. Até aos dias de hoje ninguém logrou alcançar melhor fórmula para sintetizar a grande “marca” da cultura da JP do que Adelino Amaro da Costa: “A Juventude não é instalada!”. De facto, orgulha-nos pertencer hoje a uma organização que, ao longo de décadas, tem sabido honrar tal distinção e cujo inconformismo marcou gerações. Enquanto Organização Politica de Juventude e organização autonoma do CDS, a história da JP retrata uma caminhada solidária com os grandes designios e as grandes batalhas do Partido, mas é também marcada por uma independência que permitiu à JP manter um distanciamento crítico relativo à vida do CDS e, em momentos concretos da nossa história, poder divergir das opiniões do CDS por forma a não desonrar o superior compromisso com a liberdade. Três décadas volvidas sobre a sua fundação, a JP é hoje uma organização que atravessou e marcou gerações, contribuindo para a formação civica e politica de milhares de jovens militantes ou simpatizantes que por aqui passaram. O legado que encontra quem hoje milita na JP é o da maturidade e credibilidade de uma organização politica de juventude que tem sido capaz de sintetizar no seu discurso politico a luta pelas causas de sempre, as respostas aos problemas de hoje e o inconformado desafio do futuro quer construir.


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Juventude Popular de Tomar – Projecto “Tomar medidas, obter resultados!” Engrandecer a instituição e a sua história é o estimulo de todos aqueles a quem hoje cabe a responsabilidade de a interpretar e o desfio de fazer o seu futuro. E deveremos ser capazes de o fazer nas sedes, nas escolas, nas universades e nas empresas, honrando a JP pelo exemplo de compromisso com uma Liberdade que, exprimida na riqueza de todas as suas dimensões, só será plena quando associada à consciencia da responsabilidade que lhe é inerente. É este o nosso compromisso fundador. Devemos saber renová-lo diariamente. - Miguel Barbosa www.juventudepopular.org

Presidentes da Juventude Popular 

Eduardo Urze Pires (Interino - 1976-1977)

Alexandre de Sousa Machado (1977-1979)

Francisco Cavaleiro Ferreira (1979-1981)

Jorge Goes (1981-1986)

Manuel Monteiro (1986-1990)

Martim Borges de Freitas (1990-1994)

Nuno Correia da Silva (1994-1996)

Pedro Mota Soares (1996-1999)

João Almeida (1999-2007)

Pedro Moutinho (2007-2009)

Michael Seufert (2009-2011)

Miguel Pires da Silva (2011-)


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Juventude Popular de Tomar – Projecto “Tomar medidas, obter resultados!”

Breve História do Partido Popular Andei por aí completamente solto Andei por aí completamente livre e tudo o que vos trago, no calor da minha mão, desponta num sorriso que vem do coração Andei por aí completamente solto Andei por aí completamente livre e tudo o que vos trago, no calor da minha mão, desponta num sorriso que vem do coração CORO Semear este amor vem tu também o que eu quero fazer é mais além é mais denso que um mundo por achar é mais longe que o sonho de abraçar o mar. É cantar é saber voar, Completamente solto, completamente livre. Semear este amor vem tu também o que eu quero fazer é mais além é mais denso que um mundo por achar é mais longe que o sonho de abraçar o mar. É cantar é saber voar, Completamente solto, completamente livre. CORO Semear este amor vem tu também o que eu quero fazer é mais além é mais denso que um mundo por achar é mais longe que o sonho de abraçar o mar. É cantar é saber voar, Completamente solto, completamente livre. Semear este amor vem tu também o que eu quero fazer é mais além é mais denso que um mundo por achar é mais longe que o sonho de abraçar o mar. É cantar é saber voar, Completamente solto, completamente livre. CORO Música: Dina

Letra: Rosa Lobato Faria


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Juventude Popular de Tomar – Projecto “Tomar medidas, obter resultados!”

Juventude Popular em Tomar A ideia da criação da Juventude Popular Tomar nasceu de um grupo de jovens que partilham da mesma ideologia e convicções. TOMAR MEDIDAS, OBTER RESULTADOS é o nosso compromisso. Estamos cansados das políticas arrasadoras praticadas pelos sucessivos executivos e indignados com o clima de conformismo que se vive em Tomar, pelo que é nossa vontade fazer a diferença a favor do nosso Concelho. Tomar tem tudo para ser um Concelho de EXCELÊNCIA, mas infelizmente os responsáveis políticos não têm tido habilidade para nos conduzir a destinos mais profícuos.

Achamos que podemos fazer a diferença!


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Comissão Política da Concelhia de Tomar


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Mesa do Plenário da Juventude Popular de Tomar


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Juventude Popular de Tomar - Livro de Apresentação