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enem O primilivismoobseryávelno poema anteíioí dê Osìwald deAndrade,caracteriza, de íormamarcante, a) o regionalismo do Nordesle. paulista. b) o concretismo c) a poesiaPau-Brasil. pré-modernislê. d) o simbolismo e) o Íopicalismobaiano.

Habilidade:

a) aprêsenia,sem explicitarjuizos de valor,costumesda época,descÍevêndo os paatosservidosno jantarê a atiiudede Nhôïoné e deïa Policena. b) desvaloÍiza a noímacdltada ltnguaporqueincorporaà narrativausosprópriosda linguagem regionaldas peísonagens. c) condenaos hábitosdescritos,dandovoz a Tia Policena,que tentaimpedi.NhôToméde deitaÊseapósas reÍeições. d) utilizaâ diversidade sociocultural e lingüísiica para demonstrarseu desrespeitoàs populaçõesdas zonasruraisdo inícioJloséculoX)Í=.1 ê) manifestapreconceìloem relação a Tia Policenaao iranscíevêra fala dela com os eríosprópriosda rêg;ão.

Habilidade: Solução: "Errode Porluguês"dislingue-se como um dos texlos maisreprêsenlâüvos do movimento PaLr-Brasil. O primitivismo píesêntêno poemapriviìegia o indígêna. e.n confronLo com o portuguèiciviliTado. F. êxatamente,esteo Ìemânucleardo programapoéticopropostoporOswalddê Andrade,nasprimeirasdécadas do séculovintê. Resposta:letrac

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Solução: O autorCornélioPiresnarrae dêscteveno seu rexro um janlat caracteristico de um gruposocialem uma épocadelermÌnada enÍatizando o modode falardas pessoaspara,com isso,explicitar iuízode valor.

Depolsde umbomjantar:Íeijãocomcame-sêêa, Resposta:letraa

orclha de porco e couve com angu, atoz-nole engodurudq carne de vento assada no espeta, Têxtoparaas questões5 ê 6 toffesmoenxutode toicinhoda baÍiga, viradinho Aulade Português de milho verde e um prato de caldo de couve, jantar encerraclopot ufi prato íundo de canjíca A linguagem com tonões de aÇúcaí NhôTomésaborcouo cana ponta da língua fé Íorte e se estendeuna rede.A mão dheitasob tão fácil de falar a cabeça, à guisa de travesseirc,o indefectível e de entendet. cígarro de palha entre as pontas do indicadot e A linguagem do polegat envernizado,pela Íumaça,de unhas na superíícieestreladade letras, encanoaclase longas, ficou-se de pança para o sabe lá o que quer dizefl aL modoÍrcnto,a olharpara as ipas do telhado. PrcíessotCarlos Góis,eÌe é quemsabe, Quemcomee não deíta,a comidanão aproveita, e vaì desmatando pensava Nhô Tomé...E pôs-se a cochìlar.A sua '10 o amazonasde minhaignorància. modonadurcupouco;TíaPolìcena,ao passat peFígurasde gâhátìca, esquipáticas, Ia sala, bradouassombrcda: atropelam-mê, atuÍdem-me,seqüestmm4ne. - Êêh!Sinhô!VaídruniagoÊ? Não!Numpresta... Já esqueci a língua em que conia, em que Dá pisadêrae póde noftê de ataquede cabeça! pedia para ir Iá fora, Despoìsdo aínaco num tarma...màìsdespois em que levavae davapontapé, a línqua,brevelíngua entrccottada Cornélio P Ìês. Con!€.sas ao pé do fogo. sáo Paúla: do namorccom a prìminha. lmprensaOlicialdo Esiadodê São Pâuto,1987. O poíluguèssào doìs:o oútro.mislèna. NesseÌrêcho,êxtraídode texlo publicadoorigiCadosDÌumnonddè AndEde. Esquecer pamlenbmr Rlodê nalmentê em Í921,o narrador Janeiro: JoséOlympio, 197S-

Enem 2006  
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