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ao leitor Locaweb em Revista Edição 23 VP Comercial: Cláudio Gora Gerente de Marketing: Victor Sebastian Reis da Silva Coordenação de Comunicação: Daniela Veronese Coordenação Editorial: Daniela Pereira Editora Europa Editor e Diretor Responsável: Aydano Roriz Diretor Executivo: Luiz Siqueira Diretor Editorial e Jornalista Responsável: Roberto Araújo - MTb.10.766 - araujo@europanet.com.br Editores: Paulo Basso Jr. e Sérgio Vinícius Revisão: Marianna Russo Editor de Arte (projeto gráfico): Alexandre Dias (Nani) Colaboração: Felipe Magalhães, Leonor Ribeiro, Luciano Delfini e Yan Borowski Publicidade São Paulo: E-mail: publicidade@europanet.com.br Diretor de Publicidade: Mauricio Dias (11) 3038-5093 Executivos de Negócios: Flavia Pinheiro (coordenadora), Alessandro Donadio, Angela Taddeo, Claudia Alves, Elisangela Xavier e Rodrigo Sacomani e Marcos Roberto Criação Publicitária: João Paulo Gomes (11) 3038-5103 Tráfego: Renato Peron (11) 3038-5097 Circulação e Promoção - Gerente: João Alexandre Desenvolvimento de Pessoal: Tânia Marilia Ribeiro Roriz e Elisangela Tokashiki Locaweb em Revista é uma publicação da Editora Europa Ltda. e do departamento de comunicação e marketing da Locaweb Serviços de Internet. A Editora Europa não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios de terceiros. Distribuidor Exclusivo para o Brasil: Fernando Chignalia Distribuidora S. A. - Rua Teodoro da Silva, 907 - CEP 20563-900 - Grajaú - RJ

O construtor da internet Se você achava que o WordPress era usado apenas para construir blogs, nesta edição da Locaweb em Revista, irá descobrir os inúmeros benefícios desse serviço que virou febre na web. Tem muita gente construindo sites com o WordPress e ganhando dinheiro com essa incrível plataforma de internet gratuita desenvolvida em colaboração por pessoas do mundo inteiro. Você pode ter um site mais fácil, rápido, com inúmeras funcionalidades, além de poder se beneficiar de uma das principais características de desempenho de um site: a otimização para mecanismos de buscas. A reportagem principal desta edição, feita por Luciano Delfini, traz dicas valiosas para adequar um site às suas necessidades e fazer sucesso na web! Nossa equipe de reportagem também foi atrás das novidades da publicidade online para identificar quais são os melhores formatos de divulgação de uma marca no ambiente web. Além disso, você conhecerá um pessoal que descobriu boas práticas de como usar as redes sociais para business, verá como desenvolver aplicações para iPad e descobrirá tudo sobre o novo iPhone 4G, tão aguardado pelos brasileiros. De quebra, esta edição apresenta as funcionalidades e a tecnologia por trás do Google TV, além dos mistérios do e-mail, um dos serviços mais antigos da internet e que ainda causa tantas dúvidas. Boa leitura! Claudio Gora editor@locawebemrevista.com.br

Impressão: Prol Editora Gráfica Somos Filiados à ANER - Associação Nacional dos Editores de Revistas

O que tem nesta edição...

• WordPress 26

• Mídias Sociais

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• Mistérios do e-mail 48

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• Design 38

* Entrevista: Felippe Cunha....................06 * Notícias .................................................10 * Portfólio ................................................16 * Review: Thunderbird 3.1......................18 * Espaço ABRADi .....................................20 * Review: iPhone 4G ...............................22 * Artigo: Marcelo Trípoli ........................24 * WordPress.............................................26 * Artigo: Alexandre Bacci .......................36 * Design: formatos de publicidade........38 * Negócios nas mídias sociais................42 * Mistérios do e-mail ..............................48 * Google TV.............................................52 * Aplicativos para iPAd ............................58 * Como fechar PDF para o Google ........62 * Parceiros ...............................................66


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Entrevista

A computação em nuvem permitiu otimizar os recursos Felippe Cunha, analista de sistemas da área de TI do Bob’s, revela os impactos positivos que a computação em nuvens trouxe para a empresa Por Leonor Ribeiro

mbora a evolução do universo tecnológico ocorra a passos largos, encontrar empresas realmente dispostas a acompanharem o ritmo alucinado de desenvolvimento de TI é algo promissor. Afinal de contas, o incremento da tecnologia, invariavelmente, acrescenta ao menos um ingrediente importante na receita de sucesso das companhias em qualquer ramo de atividade: a inovação dos processos, que traz benefícios não só aos provedores de serviço, mas sobretudo aos consumidores. Um exemplo de quem se saiu bem ao investir na área de TI é a rede de fast food Bob’s, empresa que pertence ao grupo BFFC. Recentemente, a rede aderiu ao serviço de cloud computing oferecido pela Locaweb. Não demorou para ter a rotina diária modificada e começar a perceber os impactos positivos provocados pela computação em nuvens. Felippe Cunha, analista de sistemas da área de TI do Bob’s, conversou com a Locaweb em Revista e revelou que tipos de benefícios o sistema trouxe para a empresa. Confira em detalhes no bate-papo a seguir:

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Análise \\ De acordo com Cunha, os servidores dedicados do grupo BFFC, do qual faz parte o Bob’s, serão totalmente substituídos pela nova plataforma; o objetivo é tornar o gerenciamento de dados mais simples

* Com o serviço de cloud computing, otimizamos nossa performance em 40% e pudemos diminuir os custos operacionais, o que é um benefício para lá de atrativo Locaweb em Revista – O que o Bob’s estabeleceu como principal objetivo ao investir em TI, sobretudo no ambiente de cloud computing?

Felippe Cunha – Primeiramente, buscamos uma solução que nos ajudasse a processar informações de maneira consistente. Isso porque recebemos informações advindas das centenas de lojas espalhadas por todo território nacional e também do exterior. Assim, precisamos organizar os dados em relatórios que apresentem volume de vendas, produtos, informações gerenciais e até estratégicas, como a análise dos tíquetes médios. Ao migrar para a estrutura de cloud computing da Locaweb, esse processo ficou muito mais tranquilo e fácil de ser gerenciado.


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Entrevista

Mais do que isso, otimizamos nossa performance em 40% e pudemos diminuir os custos operacionais, o que é um benefício para lá de atrativo quando se está à frente de um operação bem enxuta como a nossa. LR – Qual modelo de trabalho é adotado atualmente pela área de TI da empresa? FC – Hoje, a área de TI do grupo BFFC é responsável pelos serviços de infraestrutura e suporte para toda a empresa. São, aproximadamente, cem funcionários, e a maior parte trabalha internamente. Temos também uma equipe dedicada e pronta para atender externamente as lojas, tanto no Brasil quanto no exterior. Já a equipe do Bob’s propriamente dita é menor e tem seis colaboradores. LR – O que levou o grupo BFFC a escolher a Locaweb como fornecedora da tecnologia? FC – Dois fatores foram fundamentais: a disponibilidade 24x7, ou seja, o apoio 100% dedicado à nossa operação, e a

* Ao diminuir significativamente o custo com a infraestrutura, conseguimos resolver nosso problema de capacidade. Esse é o grande benefício da computação em nuvem confiabilidade. Embora seja um conceito mais abstrato, esse é um detalhe crucial que todas as empresas devem prestar a atenção na hora de definir o provedor de serviços de cloud computing. Em ambos os quesitos, a Locaweb se distinguiu positivamente entre outros players importantes do mercado. Por isso, foi escolhida. LR – Quais foram os principais desafios encontrados na hora de migrar para o ambiente de cloud computing?

* Ficamos com frio na barriga no começo, muito preocupados com a estabilidade da nova plataforma, mas logo percebemos que tudo era bem confiável e estável

Nova plataforma \\ Com centenas de lojas espalhadas pelo Brasil, rede de fast food adotou o cloud computing como uma solução confiável para o processamento de informações de maneira consistente

FC – Como já temos um servidor dedicado, nosso maior trabalho consistiu na simples mudança de plataforma. Ficamos com frio na barriga no começo, muito preocupados com a estabilidade da nova plataforma, mas logo percebemos que era confiável e estável. Não demorou para percebemos que tudo estava funcionando perfeitamente para atender às nossas necessidades. LR – Com o sistema de cloud computing funcionando corretamente, quais foram os principais benefícios que o serviço trouxe para a empresa? FC – Assim como vem ocorrendo com outras empresas das mais diversas áreas do mercado, precisávamos ampliar a operação e também otimizar recursos. A adoção do cloud computing nos permitiu bater as duas metas. Basicamente, o que ocorreu foi o seguinte: ao diminuir significativamente o custo com a infraestrutura, conseguimos resolver nosso problema de capacidade. Esse é o grande benefício da computação em nuvem. LR – E para o futuro? Quais são os planos da rede para tirar mais proveito do cloud computing? FC – Temos planos ambiciosos, como trocar os servidores dedicados que ainda fazem parte da operação. Inclusive, estamos fazendo os estudos de viabilidade técnica para migrar o sistema em breve. Assim que tivermos acesso aos resultados, o próximo passo será desenhar como se dará a troca. Ou seja: impactos positivos ainda estão por vir. locaweb 7


Emails:W2008 22/7/2010 20:08 Page 8

e-mails Access online Tenho um site ASP que acessa um banco de dados Access. O problema é que, todas as vezes que preciso modificar alguma informação ou alterar a estrutura de uma tabela, sou obrigada a baixar o banco, fazer a alteração necessária e depois enviar novamente para o servidor. Como há um sistema de comentários nas páginas, perco todas as entradas que ocorrem neste intervalo. Há algum jeito de contornar esse contratempo? Sueli Margot – Por e-mail Você pode usar uma ferramenta como o MyAccess, que possibilita o gerenciamento dos bancos

de dados por meio de uma interface web bastante intuitiva, sem que seja preciso um download do banco. Os arquivos necessários para a instalação do MyAccess podem ser obtidos no endereço sorceforge.net/projects/ iissitelib. Copie o arquivo myaccess_0_1_8.zip para o seu computador e descompacte-o respeitando a estrutura de diretórios. O banco de dados que será administrado precisa estar na mesma máquina que o script, em uma pasta privada, mas com permissão de escrita para o usuário de internet (IUSR). Para configurar o script, abra o arquivo

Se você tem alguma dúvida, sugestão ou crítica, entre em contato com nossa redação pelo e-mail locaweb@europanet.com.br.

inc_config.asp com um editor de sua preferência. Primeiramente, altere as constantes que definem o caminho e o nome de arquivo do banco de dados, respectivamente: DB_DIR e DB_STR. A seguir, aparecem duas variáveis. A primeira, schema_edit_pref, especifica se é possível ou não alterar a estrutura do banco de dados com o MyAccess. A segunda, database_edit_pref, define se o script trabalhará no modo somente leitura. Finalmente, aparecem as variáveis de controle de autenticação. Com myaccess_use_auth, você escolhe se é necessário ou não fazer login para acessar o MyAccess.

SorceForge \\ Os arquivos necessários para a instalação do MyAccess podem ser obtidos no endereço http://sourceforge.net/; na página, o usuário também encontra informações sobre as aplicações

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// Envie seu e-mail

Como ninguém quer deixar o seu banco de dados vulnerável, obviamente, a melhor escolha aqui é deixar o seu valor como true. Para mudar o nome de usuário, mude o valor de myaccess_admin_user. A senha, armazenada na variável myaccess_admin_ password, é encriptada pelo algoritmo sha256. Isso assegura que mesmo alguém que consiga ter acesso ao seu código-fonte não possa visualizar a senha em questão. A versão atual do MyAccess ainda não possui um gerador de hash para criar o valor que deve ser utilizado na variável (http://sitesoft.ca/hash). Mas essa string pode ser obtida na ferramenta online. Basta digitar a senha que você quer usar e clicar em Generate que o site cria o hash para você. A seguir, copie a pasta myaccess para o diretório raiz de seu servidor ou suba-o via FTP para o hospedeiro remoto. Se estiver trabalhando localmente, o caminho é c:\inetpub\wwwroot. Pronto! O script já está instalado e deve funcionar corretamente. Para acessá-lo, use o caminho http://127.0.0.1. Caso não esteja utilizando o servidor local, troque o endereço 127.0.0.1 pelo seu nome de domínio.


Noticias_Parte1:W2008 4/8/2010 19:07 Page 10

notícias blog.locaweb.com.br Confira as novidades da maior empresa de serviços de internet do Brasil

Rails Summit LA vira RuByConf Brasil by Locaweb Com novo nome, evento mundialmente reconhecido pela comunidade de Ruby on Rails será realizado no Brasil nos dias 26 e 27 de outubro Com mais de 1,2 mil participantes, o evento Rails Summit Latin America, referência na comunidade de Ruby on Rails, recebeu um upgrade e passou a se chamar RubyConf Brasil 2010 by Locaweb. Após duas edições de sucesso e a comprovação da qualidade e do compromisso com a comunidade, a Locaweb conseguiu da Ruby Central o apoio de conteúdo e a autorização do uso da marca. Essa é uma conquista não só para a empresa, mas também para o Brasil, que representará a América Latina ao receber o evento reconhecido em todo mundo. Serão dois dias de apresentações, 26 e 27 de outubro de 2010, realizadas no Centro de Convenções Frei Caneca, na cidade de São Paulo. O evento deste

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ano será ainda maior que os anteriores, com conteúdo qualificado e palestrantes nacionais e internacionais. O melhor de tudo é que custará menos da metade do valor praticado em 2009.

Para as palestras internacionais, os nomes já confirmados são Charles Nutter, Yehuda Katz e Evan Phoenix, da Engine Yard; Chris Wanstrath e Scott Chacon, do Github; David

Black, da Ruby Central; e Adam Jacob, da Opscode. Para mais informações, envie um e-mail para

rubyconf@locaweb.com.br ou acesse a página

www.rubyconf.com.br.

Acima \\ Site oficial da RubyConf Brasil 2010 by Locaweb, no qual você encontra uma série de informações sobre o evento

Ao lado \\ Após o grande sucesso obtido em 2009, organização promete o mesmo conteúdo qualificado, mas preços pela metade em 2010


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e mais... LOCAWEB OBTÉM LIDERANÇA EM SERVIÇOS DE HOSTING NA AMÉRICA LATINA

• A Locaweb comemora o primeiro lugar em market share em Serviços de Infraestrutura de Hosting – com 15,69% de participação nas receitas desse mercado no Brasil e 9,14% na América Latina. Os dados são do IDC LA IT Services Tracker 2009 - categoria Hosting Infrastructure Services, estudo semestral sobre o mercado de serviços de TI realizado pela consultoria IDC Brasil. O resultado confirma a liderança há muito atingida no mercado de hospedagem de sites, no qual a Locaweb possui 23,29% de market share dos domínios .br, segundo o HostMapper.

CONHEÇA NOVO ESPAÇO ESPECIALMENTE DEDICADO A BLOGUEIROS NA WEB

• Se você ainda não tem um blog, saiba que, a partir de agora, pode contar com informações para ter ideia de como começar sua página pessoal. No novo endereço Locaweb.com.br/Blogueiros, há dicas para instalar o WordPress, personalizar temas e divulgar seu blog. Depois, basta começar a escrever, contar, dividir e publicar suas ideias.

Webcast: Navegação Segura elson Murilo, responsável por segurança da informação na Locaweb, dá uma série de dicas a respeito de como manter um ambiente doméstico seguro e como se proteger de fraudes, vírus e engenharia social, entre outros perigos da rede. Para conferir, escute o webcast a partir do endereço eletrônico http://bit.ly/revistalw.

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Locaweb é reportagem na revista Exame

Locaweb foi tema da seção Tecnologia da revista Exame, edição 969. Com o título “A Escalada da Locaweb”, a reportagem conta um pouco da história da Locaweb desde a fundação até os dias atuais, reconhecendo a liderança no segmento de hospedagem de sites no Brasil. Leia a reportagem na íntegra em http://bit.ly/examelw.

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Wishlist

O melhor da cultura digital Nesta seção, você confere o que há de mais interessante nas prateleiras ao redor do mundo quando os assuntos são alta tecnologia, conectividade com a web e diversão eletrônica

Pau para toda obra A Pentax W90 é um grande sucesso de vendas fora do Brasil. Com 12.1 megapixels de resolução, a pequena câmera digital é uma verdadeira guerreira, pois oferece proteções a poeira, impactos, temperaturas elevadas e resiste a até 6 m de profundidade na água. O modelo, que tem zoom óptico de 5 x e conexão HDMI, permite a captura de vídeo em alta definição (720p) e conta com a tecnologia Digital Microscope, que tira fotos macro a partir de 1 cm de distância. Apesar de oferecer tudo isso, a câmera nem tem um preço assustador: US$ 330. Mais informações: www.pentaximaging.com

Webcam de alta definição Com praticamente o mesmo tamanho de webcams convencionais, a webcam C910 se destaca por oferecer qualidade de alta definição a seus usuários (720p para streaming e 1080p para gravação local), dando um toque a mais de realidade nas reuniões ou encontros remotos. Outro ponto forte da C910 é o microfone duplo, que garante mais nitidez na voz. A câmera acabou de chegar ao mercado norte-americano e tem um preço bem atraente: US$ 100. Info: www.logitech.com

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Notebook pioneiro A Asus anunciou a produção de dois novos notebooks que contam com um detalhe muito especial: são os primeiros a integrar a tecnologia Wireless HD, que permite a transmissão de imagens em alta definição em tempo real e sem fio para televisores equipados com a mesma tecnologia. Os modelos ainda contarão com um hardware robusto, capaz de rodar até mesmo os games de última geração sem nenhuma dificuldade. Os notebooks chegarão ao mercado até o final de 2010. Preços ainda não foram divulgados. Mais informações: www.asus.com

Clássico e imbatível Se você está a fim de comprar um MP3 player, a dica é adquirir o melhor e mais clássico deles: o iPod Classic. Com um visual inconfundível, a versão mais conhecida do aparelho nunca sai de moda – consequência da alta qualidade oferecida. A versão de 160 GB, um gigantesco espaço capaz de armazenar praticamente 40 mil músicas, sai por R$ 800. Vale lembrar que, além de músicas, o iPod Classic reproduz vídeos e fotos. Mais informações: www.apple.com

Celular DTVi O Scarlet II GM600, da LG, é o primeiro aparelho celular do Brasil a contar com a Tecnologia de TV digital DTVi, que já está em funcionamento em diversas emissoras. Voltado para o entretenimento, o smartphone full touchscreen também oferece uma série de conexões, como Wi-Fi; 3G e GPS ficaram de fora. A única conectividade presente no celular é o Bluetooth, usado para troca de arquivos e emparelhamento com um fone de ouvido sem fio. A memória interna do Scarlet II dispõe de apenas 256 MB de capacidade. Porém, por meio do leitor de microSD integrado na lateral do aparelho, é possível expandi-la para até 16 GB com cartões externos. Preço sugerido: R$ 700. Mais informações: www.lge.com.br

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Wishlist

Laptop 3D Os primeiros notebooks com tecnologia 3D integrada já começam a dar as caras no mercado. Um deles é o A665 Satellite, da Toshiba. Com tela LED de 15,6” e processador Intel Core i7, o aparelho embarca o sistema NVidia 3D, que, por meio de um óculos ativo e um transmissor infravermelho, permite simular o efeito estereoscópico em jogos, vídeos e fotos. O computador ainda conta com um gravador de discos Blu-ray, que também permite a reprodução de filmes gravados nativamente em 3D. O A665 custa US$ 1,6 mil. Mais informações: www.toshiba.com

Computador de cabeceira O aparelho, que mais parece um porta-retrato digital, é um pequeno computador com tela LCD touchscreen de 8”, microfone integrado e conexão Wi-Fi. Ele permite o acesso a conteúdos de vários serviços online (como YouTube, Pandora, Facebook e Wheatercast) e dispõe de mais de 1,5 mil aplicativos gratuitos para baixar, entre eles jogos, comunicadores e assistentes. Para finalizar, o Infocast ainda reproduz conteúdo multimídia de pendrives e cartões de memória. Custa US$ 160 nos Estados Unidos. Info: www.insigniaproducts.com

Blu-ray 3D Enquanto os primeiros aparelhos de Blu-ray 3D estão chegando aqui ao Brasil, lá fora eles já são vendidos em qualquer esquina há algum tempo. Uma das melhores opções disponíveis nos Estados Unidos é o Samsung BD-C6900XAA, que, além de ser compatível com as imagens estereoscópicas, conta com recursos como streaming de arquivos multimídia do PC e acesso a conteúdo online de sites como YouTube, Facebook e Twitter. O modelo é vendido pelo preço médio de US$ 400 – um ótimo preço, tendo em vista que os novos players 3D que desembarcaram por aqui saem em torno de R$ 1.300. Mais informações: www.samsung.com

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Impressora fininha A impressora portátil Planon Printstik, que mede apenas 27 cm de largura e pesa menos de 700 g, pode imprimir (em preto e branco) arquivos de notebooks, celulares ou qualquer dispositivo compatível com a conexão sem fio Bluetooth. Seu compartimento de folhas (que são especiais para a impressora) pode guardar até 20 unidades e sua bateria interna permite a impressão de até 40 páginas. A pequena impressora custa US$ 300. Mais informações: www.planon.com

Pequeno smartphone O Sony Ericsson Xperia Mini X10 é o menor smartphone do mercado, com 8,3 cm de altura, 5 cm de largura e 1,6 cm de profundidade. Com tela touchscreen, é um aparelho completo, principalmente no quesito diversão. Com câmera de 5 Mpixels, um player de áudio esperto e alto-falantes, o Xperia é indicado para quem quer se divertir com ele. O fácil acesso aos serviços Google, garantidos pelo Android, atrai quem não se importa com telas pequenas. O preço sugerido é de R$ 899. Mais informações: www.sonyericsson.com.br

Tablet de bolso O Streak, da Dell, é um tablet equipado com o sistema Android que, além das conexões sem fio Bluetooth e Wi-Fi, tem completa compatibilidade com as redes 3G para navegação na internet (com suporte a Flash). O Streak ainda funciona como um celular convencional e, devido ao receptor GPS integrado, é capaz de rodar programas de navegação e geolocalização. O dispositivo conta com duas câmeras: uma traseira, com 5 MPixels, e uma frontal, com resolução de 0,3 MPixel, para a realização de videochamadas. Ainda sem previsão de chegada ao Brasil, o equipamento custa US$ 500 nos EUA. Mais informações: www.dell.com

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portfólio Confira o cliente do mês, destacado pela Locaweb, por produzir soluções e produtos diferenciados no ambiente digital JBTec A JBTec atua no mercado brasileiro planejando, implementando e gerenciando redes de sinalização digital, mídia dinâmica e interativa que, por meio de telas de variados tamanhos, formatos e tecnologias, exibe mensagens digitais em pontos de venda, espaços públicos, transportes, TVs corporativas, canais de TV a cabo, entre outros. Foi a primeira empresa no Brasil a oferecer projetos, produtos e serviços profissionais para o segmento sob o conceito SaaS (Software como Serviço), com um tempo de resposta e entrega acima da média do mercado.

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Confira alguns clientes da JBTEC www.jbtec.com.br

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UCI Cinemas www.ucicinemas.com.br

World Tennis www.wtennis.com.br

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Michelin www.michelin.com.br

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31 de agosto a 1 de setembro São Paulo

Aguardamos você no mais esperado evento de software livre da América do Sul.

Linus Torvalds

Trata-se do LinuxCon, primeira vez no Brasil, trazendo grandes personalidades como:

Criador do sistema operacional Linux.

Platinum Sponsors

Gold Sponsors Jim Zemlin

Andrew Morton

Thomas Gleixner

Jane Silber

Diretor da Linux Foundation.

Mantenedor do kernel Linux.

Mantenedor da arquitetura Intel (x86).

CEO da Canonical (Ubuntu).

Silver Sponsors

Jon Corbet

James Bottomley

Ian Pratt

Ted Ts'o

Desenvolvedor do kernel do Linux e Editor da Linux Weekly News (LWN).

Novell Distinguished Engineer Linux e mantenedor do kernel do subsistema SCSI.

Arquiteto chefe do projeto de código aberto Xen e fundador da XenSource.

Primeiro desenvolvedor do kernel na América do Norte e parceiro do Google.

Local:

Agenda disponível no site, acesse:

WTC Convention Center Av. das Nações Unidas, 12.551 Brooklin Novo — São Paulo/SP

http://events.linuxfoundation.org

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Bronze Sponsors

Realização

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review

Ficha Técnica

Nome e versão: Thunderbird 3.1 Desenvolvedor: Mozilla Licença: Freeware Tamanho: 9 MB Site: http://br.mozdev.org/thunderbird

Gerenciador de e-mails Thunderbird Versão 3.1 do robusto programa de mensagens eletrônicas apresenta excelente sistema de pesquisa e muita facilidade de configuração de contas Por Sérgio Vinícius

om a excelência de serviços de webmail cada vez mais presentes no mercado, os aplicativos para gerenciamento de contas de endereço eletrônicos têm perdido espaço nos computadores dos usuários. Afinal, os melhores webmails permitem anexar vários MBs de arquivos, têm corretores ortográficos, gerenciador de contatos e são extremamente usáveis. Entretanto, há no mercado alguns programas que, instalados no computador, permitem que o usuário gerencie com bastante eficiência seus e-mails. E mais: que não exigem uma conexão dedicada à internet quando querem acessar e-mails antigos, visualizar anexos ou checar contatos, já que os dados ficam salvos no computador. Um dos melhores programas do gênero é o famoso Thunderbird, que acaba de chegar à versão 3.1. Além de ser uma excelente solução de software, já que tem ótimo filtro de spam, corretor ortográfico, suporte a RSS, organizador de contatos, sistema de busca e gerenciador de downloads, o programa pode ser usado lado a lado com os webmails.

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Gerenciador // Novo assistente de configuração anti-spam do programa garante a fácil implementação de diversos filtros nas contas de e-mail no Thunderbird

Afinal, mesmo “baixando” as mensagens, o usuário pode deixar uma cópia na web, em seu Gmail ou Hotmail, por exemplo, fazendo uso misto do sistema de mensagens. Na nova versão, o Thunderbird repara bugs antigos, como má formação em mensagens com caracteres específicos. Como se não bastasse, implementa novidades como suporte a tags para classificar mensagens. Para os usuários do Gmail, isso não é novidade, mas para muitos outros, um grande avanço. Assim como o gerenciador de e-mail do Opera já faz há algum tempo, o

Thunderbird transforma palavras-chave de busca em “pastas”. A partir daí, de acordo com a vontade do usuário, o software agrupa e-mails com o mesmo termo. Isso é o agrupamento por “tags”. Para criar uma pasta de pesquisa, o usuário deve usar o menu Arquivo > Novo > Pasta de pesquisa. Se excluir uma mensagem da pasta em questão, ela será automaticamente removida da pasta “real”. Mas ao excluir a própria pasta de pesquisa, as mensagens não serão apagadas. Confira ao lado mais detalhes da nova versão do Thunderbird:


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A interface 5 4

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CONTAS

O assistente de criação de conta de correio eletrônico é uma das boas novidades das últimas versões do Thunderbird, finalmente aperfeiçoada nesta edição. Antes do assistente de criação de nova conta, o usuário devia saber as suas definições de IMAP, SMTP, SSL/TLS. Agora, apenas tem de fornecer nome, endereço de correio e senha. A partir daí, o novo assistente de configuração de correio irá procurar as definições. O sistema funciona com a maior parte dos serviços de webmail mais populares do mercado.

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BUSCA E FILTRO

Na interface do novo Thunderbird, há uma nova barra de ferramentas de filtro rápido. Ela permite ao usuário filtrar o conteúdo do correio rapidamente. Para tanto, deve-se começar a escrever palavras na caixa de pesquisa do

filtro rápido. Imediatamente, os resultados são apresentados. O usuário também pode filtrar correio por novas mensagens, etiquetas e pessoas.

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ORGANIZADORES

O Thunderbird chama de separadores, mas qualquer usuário dos browsers mais populares chama de abas. A versão anterior do programa de e-mails já tinha o recurso, mas na 3.1 ele foi melhorado. O correio por separadores abre as mensagens em abas independentes, para que o usuário possa saltar rapidamente entre eles. Dar um duplo clique ou carregar em Enter uma mensagem de correio faz com que a mensagem se abra em um novo separador. Um clique direito em mensagens ou pastas abre-as em um novo separador em pano de fundo. Assim como os mais populares browsers – como o Firefox e o Opera – , ao fechar o

* Ao pegar emprestada uma função do Gmail e do gerenciador de e-mail do Opera, o Thunderbird transforma palavras-chave de buscas em “pastas”, de acordo com a vontade do usuário Thunderbird com as abas abertas e, posteriormente, abri-lo, elas são recuperadas, mostrando-se de forma automática.

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ARQUIVO

Já há algum tempo, o Thunderbird conta com um interessante sistema de mensagens. Nesta nova edição, entretanto, ele ganha mais destaque justamente pelos webmails terem imitado esse recurso. Muitas vezes, o usuário fica na dúvida se vai necessitar de uma mensagem de correio no futuro. Entretanto, ele não quer deixá-la na caixa de entrada. Neste caso, o Thunderbird permite arquivá-la. O processo de

arquivamento requer um simples clique em um botão. Por meio desse processo, o Thunderbird coloca o correio em uma nova pasta de arquivo do sistema, que pode ser acessada quando o usuário julgar necessário.

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REDES SOCIAIS

Com suporte a diversas extensões, que visam dar mais funcionalidades ao gerenciador de e-mails, as que mais se destacam no novo programa são as que oferecem acesso rápido a redes sociais. Programinhas que permitem interação com Twitter, Facebook e outros serviços de comunidades podem ser instalados com um clique.

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artigo_assossiação:W2008 22/7/2010 20:00 Page 20

Espaço ABRADi

marketing Marcello Barbusci Diretor de planejamento estratégico da Addcomm, BrANDSgroup e IdeiasNet Email: marcello.barbusci@ addcomm.com.br Twitter: @mbarbusci Site: www.addcomm.com.br

Educando com a internet Conecte-se, navegue e transforme. Faça desse velho novo mundo algo diferente, melhor e mais interessante para todos nós Recentemente, fui convidado para palestrar na abertura de um evento em Campinas (SP) promovido pela TV Globo. Foi o EPTV na Escola 2010. Quando fui chamado, deparei-me com uma dúvida: o que falar para secretários da educação e proprietários de instituições educacionais privadas, que possa agregar conhecimentos e seja integrado à internet? Pois bem, foi um dos melhores desafios que me colocaram. Passei a pesquisar e estudar o tema da palestra. Conectei-me, naveguei, transformei e descobri o quanto já é feito e o quanto pode ser aplicado quando unimos tecnologia com aprendizado. Nós, que temos filhos pequenos e/ou adolescentes, juntamente com educadores, quase em sua totalidade, nos preocupamos muito com o que nossos filhos estão aprendendo, mas em nenhum momento pensamos em como eles estão aprendendo. Será que a forma de ensino ainda é a correta? Será que eles aprendem ou decoram? Qual a necessidade de ensinar que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, se hoje isso pode ser pesquisado naturalmente na internet e ainda recebemos muito mais informações do que é passado na escola? Por que não usar esse tempo para ensinar coisas usadas no dia a dia, que podem ser mais bem assimiladas? Isso pode ser um dos porquês que respondem a desatenção dos estudantes e a falta de conhecimento para determinados assuntos. O aprendizado não está atraente para o público. Ele não fala a linguagem que eles entendem. 20 locaweb

As ferramentas de aprendizado deixaram de ser o lápis e o caderno. Hoje em dia, o aluno usa o teclado ou o celular. Precisamos criar atrativos para a educação. Criar formas em que o aluno se interesse pelo conhecimento. E por que não usamos as ferramentas que eles usam? Será que é por não as conhecermos direito? Por isso as criticamos abertamente? Ou é porque temos medo do desconhecido e, assim, criamos artifícios para não encará-lo? Pois bem, independentemente da resposta ou do artifício que usamos para não entender, devemos aprender a usar as ferramentas atuais. Nossa maior preocupação com o ensino deve ser exatamente no momento em que estamos fora da sala de aula. Precisamos manter o estudante em constante aprendizado, aproveitando sua dinâmica. Hoje, o aluno é onipresente, ou seja, mesmo estando em um lugar, está em vários ao mesmo tempo. Pode estar em casa sentado no sofá e, ao mesmo tempo, conectado ao Orkut, Facebook, MSN, Twitter, lendo seus e-mails e navegando em um chat. Ou seja, além do sofá, ele está em mais seis lugares simultaneamente por meio da internet. Precisamos aprender a falar a mesma língua desses jovens. Precisamos quebrar nossos paradigmas e tornar o conhecimento algo mais tranquilo, livre da obrigação e próximo ao prazer de aprender. A inovação não depende das ferramentas, a inovação está dentro de cada um de nós, basta sabermos administrar os nossos preconceitos e quebrarmos paradigmas.


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Ficha Técnica

Nome e versão: iPhone 4 Desenvolvedor: Apple Preço: U$ 199,00 Site: www.apple.com

Apple iPhone 4 Com design levemente novo, chega ao mercado a nova versão do telefone da empresa da maçã, com câmera de 5 Mpixels e gravador de vídeos em HD Por Sérgio Vinícius

Apple apresentou o novo iPhone 4. O maior atrativo do modelo é o recurso FaceTime, que possibilita a realização de videochamadas. Outro item de destaque é o novo Retina Display, tela com a mais alta resolução já incorporada em um telefone celular. O modelo conta ainda com uma câmera de 5 Megapixels com flash de LED, gravação de vídeo em HD, processador A4 da Apple, giroscópio de três eixos e memória que possibilita até 40% mais tempo de conversa. De quebra, embarca o iOS 4, nova versão do sistema operacional móvel mais avançado do mundo, que inclui cem novos recursos (com relação à versão anterior do celular) e 1,5 mil novos APIs para os desenvolvedores. O iOS 4 conta com a boa função multitasking, que roda vários aplicativos simultaneamente. Fora isso, o Multi \\ Uma das novo OS trabalha melhor principais inovações com pastas, teve o sistema do aparelho é a Mail aprimorado, conta com capacidade de rodar mais de um maior suporte corporativo e aplicativo ao mesmo traz a nova plataforma de tempo, como publicidade iAd da Apple. um computador

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Review

FaceTime e Retina Outro recurso interessante do iPhone 4G é o FaceTime, que permite ao usuário ver seus amigos e familiares em qualquer lugar com acesso à internet por Wi-Fi. É tão fácil usar o recurso quanto fazer uma chamada comum, sem necessidade de se preocupar com configurações. Um dos recursos mais bacaninhas do serviço é que a pessoa pode rapidamente alternar para a câmera de trás do iPhone e exibir o que está visualizando com apenas um toque. Já o Retina Display, outra tecnologia inovadora, tem 960 x 640 pixels, quatro vezes mais que os pixels de um iPhone 3GS e 78% dos pixels em um iPad. Os 326 pixels resultantes por polegada são tão intensos que o olho humano é incapaz de distinguir os pixels individuais quando o telefone é segurado a uma distância normal, tornando os textos, imagens e vídeos mais nítidos.

Entretenimento Com 9,3 mm, o iPhone 4 é o smartphone mais fino das prateleiras. As partes frontal e traseira do brinquedinho da Apple são apresentadas em vidro aluminosilicato, fortalecido quimicamente para ser, de acordo com a fabricante, 30 vezes mais rígido que o plástico. Todo esse avanço, porém, não foi capaz de trazer uma câmera boa ao aparelho. São meros 5 Mpixels e algumas tecnologias, como foco

FaceTime \\ Recurso permite que usuário veja amigos e familiares em qualquer lugar com acesso à internet por Wi-Fi; é tão fácil como fazer uma chamada comum, sem necessidade de configurações

automático, zoom digital de 5x, sensor traseiro iluminado e flash de LED embutido. Tudo muito pouco se comparado com outros opções de mercado, que oferecem máquinas fotográficas com até 12 Mpixels e lentes diferenciadas, da linha Carl Zeiss. Com uma câmera tão fraca, o excelente recurso que permite gravar em HD fica subaproveitado. Tirando esse problema de hardware, o flash de LED do iPhone 4 é até que cumpridor: pode ser usado para tirar fotos e gravar vídeos. O novo aplicativo iMovie para iPhone permite combinar clipes de filmes, adicionar transições, temas dinâmicos e incluir fotos e música nas obras. Mas é pago, custa US$ 4,99. Do ponto de vista dos games, o celular é atraente. Ele permite acesso a dezenas de milhares de jogos e aplicativos de entretenimento, disponíveis na loja App Store. Como se não bastasse, conta com giroscópio de três eixos que, quando combinado com o acelerômetro, proporciona a

sensação de movimento de seis eixos, como para cima e para baixo, lado a lado, para a frente e para trás, longitudinal e transversal, recursos propícios para jogos.

Duração e disponibilidade O iPhone 4 oferece sete horas de conversa em redes 3G, dez horas de navegação pela internet em Wi-Fi e até seis horas em 3G. De acordo com a fabricante, o aparelho suporta até dez horas de reprodução de vídeo e 40 horas de áudio. Além disso, o modelo tem um segundo microfone, que permite anular ruídos secundários e melhorar a qualidade na chamada em ambiente com barulho. O iPhone 4 também oferece recurso de rede 802.11n Wi-Fi e adiciona quad-band HSUPA para fornecer capacidade de downlink de 7,2 Mbps e uplink de 5,8 Mbps. Originalmente nas cores preta ou branca, o aparelho chega aos EUA por um preço sugerido no varejo de US$ 199 para o modelo de 16 GB e US$ 299 para o modelo de 32 GB. Em setembro, deve desembarcar em 88 países, inclusive no Brasil. locaweb 23


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opinião/articulista

e-business Marcelo Trípoli Presidente da agência de marketing digital iThink e autor do blog ifound.com.br @marcelotripoli marcelo.tripoli@ithink.com.br

Conteúdo para chegar ao consumidor A estratégia é a mesma de sempre: contar boas histórias. A forma de fazer isso, no entanto, mudou bastante. É preciso ficar ligado O momento atual é de engajamento. A palavra de ordem é agregar valor à comunicação, seja por meio de entretenimento, conteúdo ou serviço. É hora de criar um laço concreto com os consumidores, de modo que eles escolham uma empresa pelo benefício que a marca gera no dia a dia. Soma-se a isso a premissa básica da propaganda que dá certo sempre: contar boas histórias. Histórias que emocionem e conquistem a atenção do consumidor. Nos últimos 50 anos, essas histórias eram contadas, principalmente, nos breaks de 30 segundos da TV. Com o advento da internet e o poder de escolha do consumidor sobre o que ele deseja assistir, novos modelos estão surgindo e se consolidando como uma forma eficaz de as marcas se conectarem e se envolverem com os consumidores. Diversos anunciantes estão colocando marcas em produções chamadas branded content, apostando na lógica de que, nos meios digitais, os consumidores querem interagir com as marcas no momento mais adequado, uma vez que as pessoas buscam se envolver com algo com que se identificam ou que tenham interesse. Soma-se a isso a disponibilidade da internet em oferecer conteúdo sem as limitações da grade das TVs. O resultado é uma profusão de webseries e conteúdos patrocinados. 24 locaweb

Um exemplo recente do sucesso desse tipo de estratégia é o projeto Replay, da Gatorade, premiado com Grand Prix nas categorias PR e Promo do Festival de Cannes 2010. Criado pela TBWA/Chiat/Day de Los Angeles, o case reedita uma partida de futebol americano universitário 15 anos após o jogo original. A preparação dos atletas, quatro meses antes do evento, foi o tema de um documentário exibido pela marca em episódios online e veiculados na Fox Sport e ativada pelas mídias sociais. O projeto gerou grande comoção e envolvimento. O jogo final teve ingressos vendidos no eBay e foi acompanhado por dez mil pessoas. O case completo pode ser visto em www.youtube.com/watch?v=f83tYPZdJX0. Todo o rebuliço que a digitalização anda fazendo atualmente está mudando de maneira profunda nossa indústria. Os papéis dos veículos, anunciantes e agências nunca estiveram tão difusos. Histórias que eram contadas em formatos bem definidos, como spots, prints e jingles, e que separavam claramente propaganda do conteúdo, estão convivendo com um número cada vez maior de produções nas quais a marca é a protagonista da história. Em resumo, podemos dizer que a antiga premissa dos publicitários continua valendo mais que nunca: o importante é contar boas histórias.


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Queridinha de nove entre dez blogueiros, a ferramenta conquistou a confiança de construtores e designers de sites e já se tornou o gerenciador de conteúdo mais popular da internet. Os usuários do popular CMS revelam o que ele tem de tão atrativo e como é possível tirar proveito de seus recursos

Por Luciano Delfini

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uando surgiu, lá pelos idos de 2003, com a proposta de ser uma ferramenta gratuita para criar e gerenciar conteúdos na web, o WordPress (WP) despertou interesse em inúmeros internautas ávidos por preencher o cosmo virtual com ideias, produtos e pontos de vista. Hoje, e algumas versões depois, o serviço caiu no gosto do público e se tornou o “framework” mais popular entre os blogueiros, além de ganhar a simpatia de muitos construtores de sites e web developers em geral. Na opinião de diferentes usuários do CMS (Content Management System), muito desse sucesso se deve à liberdade e à agilidade para publicar, gerenciar e controlar seu próprio material. Se hoje essa facilidade é tão destacada por produtores de conteúdo web afora, é porque o mesmo não acontecia com os primeiros aventureiros a pisar no território online quando decidiram publicar textos em um passado ainda pouco remoto. Quem resume bem as dificuldades é o empresário Jonny Ken Itaya: “Minha experiência para criar conteúdos na internet passou por diversas fases. A mais chata foi no começo da web, quando, para publicar qualquer coisa, era preciso locaweb 27


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WordPress //PLUGIN Na informática, plugin é um programa instalado no navegador para reconhecer recursos ausentes em HTML. O Flash Player, visualizador de conteúdos criados em Flash, é um exemplo de plugin instalado no FireFox para o usuário que precisa executar arquivos como banners animados, jogos ou vídeos do YouTube. Criado para rodar arquivos em formato PDF, o Adobe Reader é outro exemplo de plugin.

conhecer pelo menos o básico de porque nem é a cara da internet HTML. Depois que comecei a limitar produtos e serviços a seus aprender PHP, acabei mais diversos usuários. A partir daí, desenvolvendo meu próprio uma boa dica para quem pretende aplicativo de publicação de ter sua própria produção na web é conteúdo, o que facilitou minha vida prestar atenção no que esses e a de alguns editores do site que exploradores da grande rede têm a eu havia criado. Mesmo assim, dizer sobre as vantagens e foram horas e horas perdidas para desvantagens entre um CMS e desenvolver algo legal e que ficasse outro. Paulo Henrique Alkmin da mais parecido com o Word”. Costa, web developer da Pólvora Para quem ainda não se Comunicação e autor do blog familiarizou com esse universo Graveheart (www.graveheart.me), no //HACK digital, o depoimento do qual dá dicas de plugins e hacks, Em tecnologia, hack empresário pode parecer um destaca que o WP pode ser baixado pode ser descrito como a código secreto de guerra usado e instalado pelo blogueiro, o que modificação de um pelo inimigo. Não é nada disso. garante a escolha de plugins, programa, ou a Em outras palavras, ele quis dizer temas e funções extras empregadas. reconfiguração e a reprogramação de um que era necessário ter certo Para ele, o diferencial já começa sistema, para dar ao domínio da linguagem de por aí. “Outras ferramentas que usuário acesso a marcação usada para produzir estão surgindo na mesma linha do recursos não disponíveis. páginas na web, conhecida como WordPress, como o Tumblr, têm Em outras palavras, é HTML (da sigla em inglês para ganhado cada vez mais adeptos uma brecha em um browser que pode ser linguagem de marcação de pela facilidade de uso e interação explorada de algum hipertexto), que nada mais é que social, mas, nesse caso, o blogueiro modo para habilitá-lo a a combinação de um padrão para está sujeito ao sistema e qualquer realizar algo que representação estruturada de queda ou erro pode derrubar ou até naturalmente não faria. conteúdo baseado em tempo com mesmo apagar o site”, explica. O um padrão de formatação de textos. O mesmo profissional de TI lembra que o WP é como o vale para a linguagem de programação de Windows, ou seja, possui uma base largamente computadores PHP (ou pré-processador de usada e, portanto, facilita a descoberta de hipertextos), aplicada para gerar conteúdos na soluções e ferramentas compatíveis. grande rede. Confuso ainda? Não tem problema, já que um dos grandes trunfos do WordPress foi Ao criar um site ou blog em um gerenciador dispensar tais domínios das linguagens de conteúdo, seja ele open source ou não, é interpretadas pelos navegadores da internet, o preciso ter em mente que os recursos ali que democratizou, e muito, o uso de recursos disponíveis formam o arcabouço do serviço disponíveis na web. Hoje, Itaya já pode afirmar proposto pelo CMS e, portanto, conduzem à que “a popularização das ferramentas de blogs dinâmica de toda a produção. No caso das – sobretudo com o advento do WordPress, capaz de ser instalado em qualquer PC com Existem dois mercados PHP e MySQL [sistema de gerenciamento de abertos à possibilidade banco de dados] –, tornou tudo mais fácil. O foco das pessoas passou a ser a geração de se gerar receita com de conteúdo e, para fazer isso, basta o WP: cursos para conhecimentos extremamente básicos de desenvolver aplicativos edição de textos e internet. Quem já escreveu um e-mail agora pode publicar um texto”. em cima do sistema e Blogueiros e construtores de site sabem de instalação voltada a cor e com todas as letras que o WP não é o grandes empresas único gerenciador de conteúdo digital, até

Recursos sempre à mão

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Thelonious Monk 3.0 Download \\ A nova versão do WorldPress 3.0 pode ser baixada gratuitamente em http://br.wordpress.org. A página traz informações em português

Após farta divulgação e muita expectativa, as comunidades da blogosfera e dos designers de sites puderam, finalmente, conhecer a versão 3.0 do WP, colocada no ar em junho deste ano sob a tradição de homenagear uma grande personalidade do jazz – desta vez, o músico norte-americano Thelonious Monk. Passado algum tempo e com os ouvidos livres do ruído das vuvuzelas chamadas à época do lançamento, os relatos de quem já experimentou o novo release são reproduzidos a seguir.

Fusão com o WordPress-MU. A versão MU do WP suporta múltiplos sites em uma única instalação. Após a fusão, o núcleo passa a ter a mesma capacidade. Boa notícia para quem gerencia vários conteúdos na mesma unidade, mas é muito cedo para avaliar como o serviço se comportará no que diz respeito à velocidade e à estabilidade. Escolha do nome de usuário e da senha. Na versão 3.0, o usuário pode escolher login e senha a cada instalação do WP. Isso significa que não é mais necessário aceitar “admin” como nome padrão de usuário e, tampouco, a senha gerada aleatoriamente. O recurso é visto com bons olhos, já que a maioria dos scripts de invasão tenta adivinhar a senha, uma vez que parte do princípio de que o usuário é “admin”. Com a modificação, o invasor terá de descobrir, além da senha, o nome do usuário, o que deverá diminuir as chances de invasão. Isso, porém, não diminui a responsabilidade do administrador, que tem de usar uma senha forte.

Dicas \\ Blog Graveheart (www.graveheart.me) traz dicas de plugins e hacks interessantes para incrementar páginas criadas no WordPress

ferramentas oferecidas pelo WP que devem ser levadas em consideração, Costa destaca o sistema de permalink (do inglês permanent link, ou link permanente), recurso que exibe o endereço na internet (ou URL) de um post colocado na página. Se o objetivo do usuário é ter um blog que será modificado e atualizado constantemente, o permalink assegura o endereço eletrônico de cada postagem, permitindo que as entradas no blog sejam marcadas por visitantes ou ligadas a outros sites. “Vejo muitos sites que usam o WordPress e mantêm a configuração padrão apenas com o código do post na URL. O ideal é mostrar informações como categoria e título, fazendo com que o Google rastreie com mais eficiência o blog e o usuário saiba, só de olhar para a URL, qual o conteúdo daquele post”, comenta. O consultor em tecnologia e professor universitário Gustavo Guanabara Fiuza da Silva, fundador do site Guanabara.info (www.guanabara.info), compara o pacote de recursos do WP a um aparelho eletrônico moderno, simples e objetivo, adquirido para substituir um sistema ultracompleto e cheio de botões. “Essa troca causa estranheza no início, mas em pouco tempo se percebe que toda aquela complexidade do equipamento antigo era desnecessária. O WordPress funciona assim. Ele é mais enxuto, e essa simplicidade se transforma em melhoria da produtividade. Ao instalar o software, ele

Posts personalizados. Nas versões anteriores, era possível apenas adicionar posts ou páginas ao blog ou site. A partir do 3.0, o usuário pode criar conteúdos de qualquer tipo, como, por exemplo, listas de portfólio, biblioteca, catálogos e produtos. O WordPress garante que o novo recurso não substitui categorias ou tags, mas oferece um modo diferente de ordenar e exibir seu conteúdo. Gerenciamento de menus. O recurso do novo release integra um gerenciador de menus com função de arrastar e soltar, que combina páginas, links e categorias. De acordo com o empresário Jonny Key Itaya, esse item agradará mais a designers e a quem gosta de mudar a cara do WP. “Prefiro a cara limpa que ele dá aos posts”, avalia. Já o web developer Paulo Henrique Alkmin da Costa prevê que o recurso beneficia qualquer usuário que até então tinha de saber um mínimo de programação e layout para realizar alterações simples ou conhecer a estrutura de arquivos de um tema padrão. “Com a inclusão dessa função, basta que o designer/desenvolvedor inclua no tema as chamadas para menus e imagem, e o próprio usuário poderá fazer todas as alterações que quiser direto do painel de administração do sistema”, explica. Tema padrão. Para quem nunca ouviu a expressão, tema padrão é um recurso que altera a aparência de um documento ou página. Reúne opções de formatação com cores, fontes e outros efeitos. Batizado de Twenty ten (2010), o tema padrão do WP 3.0 agrega menus em cascata,cabeçalho e fundo personalizados, áreas de widgets e por aí vai. Modelos personalizados de autor. A nova versão permite que sejam criados modelos específicos para cada autor do blog, que poderá marcar seus próprios posts e entradas com sua assinatura. Plugins canônicos. Calma, o WP não entrou na disciplina eclesiástica, apesar do nome dado ao recurso. Na verdade, plugins são ferramentas que estendem as funcionalidades da plataforma, e a promessa do núcleo WP com os “canônicos” é de reunir plugins para que não se percam em outras versões. Itaya explica que o plugin não morre de fato quando é deixado de lado, uma vez que se torna um código aberto. “A vantagem do recurso está na possibilidade de desenvolver um plugin para um plugin.” Já Costa afirma que é cedo para avaliações. “No final, se o plugin serve a apenas um grupo específico de usuários, talvez nem mesmo eles queiram mantê-lo.”

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WordPress //RED. 301 É um método usado pelos serviços de busca para redirecionar sites ou outras páginas da web. Recorre-se a ele quando é preciso redirecionar uma página antiga para um novo endereço, quando se quer redirecionar vários domínios para uma única página ou quando o objetivo é mostrar apenas uma versão de sua página.

vem quase ‘pelado’, cabendo a cliques, você troca o layout e já terá você habilitar as funções que um blog com a sua cara, e sem se deseja e instalar os plugins que preocupar com mais nada. Mesmo achar conveniente”, avalia. as coisas mais avançadas, como Da Silva conta que trabalha instalar um plugin, são tão triviais constantemente em conteúdo que até quem nunca mexeu em uma para sites em WP e que a única linha de código pode alterar quantidade de plugins facilita várias funcionalidades.” bastante seu dia a dia. “Já tentei Para produtores de conteúdo //PÁGINA EM CACHE criar um site com outros que já experimentaram outros O provedor de busca gerenciadores mais completos e softwares de gerenciamento, a “fotografa” cada página da não consegui encontrar a versatilidade do WP acaba web pesquisada e a simplicidade e a eficiência a que sempre aparecendo como tema “memoriza” como um backup se a página inicial estou acostumado no WordPress. principal das discussões. A estiver indisponível. Assim, Se quero fazer coisas óbvias, como jornalista Letícia Sallorenzo de quando o usuário clica no Freitas, autora dos blogs OD redirecionamento 301, cachê de link “memorizado”, ele verá (www.objetivandodisponibilizar.com.br), páginas, sitemap, gerenciamento a página no formato em descrito por ela como um de downloads, artigos que ela estava no momento da busca. “caldeirão para exorcizar textos relacionados e feedback dos ruins”, e Notas de beleza visitantes, os plugins para //WIDGETS (www.notasdebeleza.com.br), WordPress podem ser instalados Pequenos aplicativos que e configurados em pouco garante que praticamente tudo o transitam pela área do segundos, e tudo passa a que você pensar em fazer com um trabalho para fornecer funcionalidades funcionar imediatamente.” post, você consegue com o específicas ao usuário. Ainda com relação à facilidade WordPress. “E se não conseguir”, São janelas, barras de para lidar com os recursos avisa ela, “é só buscar os widgets e rolagem, menus, ícones, tecnológicos, Itaya aponta a plugins que fazem o que você botões, entre outros. configuração como principal estiver pensando. A única coisa diferencial do WordPress em comparação a que não consegui fazer, ainda, é publicar um outros serviços de publicação online. “Com dois texto em duas colunas. Mas devo confessar que cliques, ele já está instalado. Com mais dois não procurei widgets para isso”. Blogs de categoria \\ Os blogs OD (www.objetivandodisponibilizar.com.br, ao lado), e Notas de beleza (www.notasdebeleza.com.br, abaixo), foram criados pela jornalista Letícia Sallorenzo de Freitas com os plugins e widgets do WP. As “categorias” da ferramenta foram apontadas pela autora como fundamentais para organizar os textos de maneira correta

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A simplicidade do WP se transforma em melhoria da produtividade. Ao instalar o software, ele vem quase “pelado”. Cabe ao usuário habilitar as funções que deseja e instalar plugins convenientes Gustavo Guanabara Fiuza da Silva, consultor em tecnologia, professor universitário e fundador do site Guanabara.info

WP seja a melhor solução para a criação de sites, mas garante ser o caminho mais fácil para o usuário leigo se acostumar. Na comparação com Letícia afirma que, como jornalista, o //TAG serviços como Joomla e Drupal, o consultor que mais lhe seduziu no WP foram as É uma palavra-chave ou em tecnologia afirma que o WordPress “categorias” – você pode criá-las no seu um termo associado a uma informação que o ainda é o mais simples caso o responsável blog como se fossem editoriais. “Mas as descreve e permite que a pelo gerenciamento do conteúdo não tenha categorias ‘organizam’ os textos dentro do classificação esteja experiência. No entanto, para quem já é mundinho do seu blog ou site. Para que baseada em palavrascalejado o bastante no ofício, o WP pode um texto/post/ideia/whatever fique bem chave. Essa informação apresentar um comportamento menos visível pro mundo, o segredo são as tags. associada pode ser imagem, artigo ou vídeo. eficiente quando o objetivo é buscar No Notas de beleza, por exemplo, eu soluções que envolvam múltiplos blogs em procuro resumir o post em palavras-chave, uma só instalação ou blogs com uma quantidade e listo todas essas palavras nas tags. Com isso, meus enorme de visitas. Nesse caso, Costa ainda recomenda a textos são facilmente encontrados pelo Google”, ensina. adoção do B2Evolution, velho conhecido dos “Ele vem com praticamente tudo pronto.” É profissionais de tecnologia. Por outro lado, o web assim que a também jornalista Paula Rodrigues developer aposta na versão 3.0, recentemente lançada descreve o WP. Autora do blog Órfã da Ofélia (www.orfadaofelia.wordpress.com), pelo qual se aventura por tudo quanto é assunto ligado à comida, Paula conta que chegou a ter outro blog no gerenciador de conteúdo Blogspot, mas acabou migrando para o WordPress pelo fato de não precisar entender nada de programação e conseguir montar um blog “legalzinho” com fotos e links. Também chamou a atenção da jornalista o painel com estatísticas embutido no serviço, o que lhe garante uma análise diária dos acessos, posts mais lidos, meios pelos quais o blog foi encontrado e links clicados pelos visitantes. “Isso deixa tudo mais prático e o blogueiro não precisa aprender a mexer no Google Analytics”, explica.

Ajustes necessários Como toda ferramenta tecnológica a serviço do consumidor, as limitações do gerenciador estão sempre em evidência. Da Silva, por exemplo, não acredita que o

Fácil \\ O blog Órfã da Ofélia foi criado no WP por Paula Rodrigues, que conseguiu fazer tudo com facilidade mesmo sem entender de programação

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WordPress

Ao lado \\ O B2Evolution é mais indicado quando o objetivo é buscar soluções que envolvam múltiplos blogs em uma só instalação ou blogs com uma quantidade enorme de visitas

Abaixo \\ O Joomla é um dos concorrentes do WP, mas conquistou menos espaço no mercado pelo fato de não oferecer ferramentas tão simples para quem não entende de programação

O foco das pessoas passou a ser a geração de conteúdo e, para fazer isso, basta conhecimentos extremamente básicos de edição de textos e internet. Quem já escreveu um e-mail agora pode publicar um texto Jonny Ken Itaya, empresário

pelo WP e aguardada com expectativa por toda a blogosfera. “Com o WordPress 3.0, a função de múltiplos blogs foi incorporada oficialmente ao sistema, mas ainda é cedo para dizer que ele ultrapassará o B2 em velocidade e estabilidade”, explica. Paula também tem suas queixas, uma delas com relação a recursos cobrados no WP. Segundo ela, o serviço ainda limita as mudanças e personalizações do blog. “Gostaria de ter mais liberdade para personalizar meu blog, como layout e outros detalhes, mas sem ter de pagar por isso”, comenta. A jornalista sugere ainda que a página de estatísticas revelasse outras informações sobre quem está acessando seu blog, como faz o Google 32 locaweb

Analytics ao mencionar cidade, Estado e país do visitante. E já que o intuito de um gerenciador de conteúdos popular é justamente simplificar a vida dos usuários, Paula lembra que sente falta de um recurso mais fácil e direto para colocar enquetes na página, sem precisar recorrer a plugins ou ao site Polldaddy (www.polldaddy.com), com o qual, segundo ela, nunca se deu bem.

Quem se dá melhor no WP Apesar da consolidação entre os usuários, as opiniões divergem quando o assunto é descobrir que tipo de conteúdo se sai melhor no WP ou para quais finalidades o gerenciador pode suprir as exigências. Na opinião de Costa, qualquer conteúdo pode encontrar tudo o que precisa no WP, de textos a fotologs ou videologs, desde que sejam usados os plugins e temas corretos. “Atualmente, o maior problema está na área de criação de posts, que sempre teve a mesma interface e podia ter mais opções que o necessário para quem só quisesse manter, por exemplo, um fotolog.” Porém, o blogueiro acredita que o gargalo possa ser resolvido, uma vez que a versão 3.0 permite criar telas “customizadas” de posts, com menos formatação. Da Silva também garante que todo tipo de conteúdo será bem gerenciado pelo WP, seja textual, em vídeo e até mesmo em áudio, no já conhecido formato podcast.


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Plugin: escolha o que melhor lhe convém WordPress

Os plugins são recursos que ampliam as funções propostas pelo WorldPress. A lista abaixo apresenta os mais citados por alguns usuários conforme a funcionalidade. Cabe ao blogueiro ou desenvolvedor do site, porém, descobrir quais são, de fato, indispensáveis para seus objetivos.

Com o WP 3.0, a função de múltiplos blogs foi incorporada oficialmente ao sistema, mas ainda é cedo para dizer que ele passará o B2 em velocidade e estabilidade Paulo Henrique Alkmin da Costa, web developer da Pólvora Comunicação e autor do blog Graveheart

“Trabalho com todos esses meios nos meu sites feitos com WordPress e acredito que não exista nenhum CMS no mercado que esteja tão bem preparado para gerenciar feeds de áudio para a criação de podcasts. Usei o podPress por muito tempo e agora migrei para o powerPress.” Segundo o consultor, o conteúdo em áudio é compatível com todos os agregadores do mercado e funciona perfeitamente com sistemas embarcados em smartphones, como iPhone e modelos com Android. Letícia garante que, como jornalista, o WordPress funciona bem em termos de conteúdo, uma vez que o serviço dispõe de boa estrutura para montar um site. Mas aconselha os colegas de profissão a não se descuidarem do //FEEDS São formatos de dados usados em ferramentas de comunicação cujo conteúdo é atualizado frequentemente, como sites de notícias e blogs. Distribuídos na forma de links, os feeds chegam até os usuários por meio de inscrição. Já um podcast é um arquivo de áudio digital, geralmente em formato MP3 ou AAC, publicado na internet e atualizado via linguagem XML, que serve para agregar conteúdo, conhecida pela sigla RSS.

Comentários • Subscribe to comments – Usuário é notificado sempre que se adiciona um comentário. • WP AJAX Edit comments – O administrador pode editar comentários no local com o AJAX. • Get recent comments – Exibe lista com os últimos comentários. • WP grins – Adiciona smiles clicáveis nos formulários de posts e comentários. • Show top commentators – Exibe no menu lateral os visitantes que mais comentam. • WordPress gravatar plugin – Mostra o gravatar dos visitantes ao lados de seus comentários. Gravatar é um avatar reconhecido globalmente. Trata-se de um serviço que coloca avatares à disposição de sites pela associação a e-mails cadastrados. • OpenID comments for WordPress – Somente usuários logados no OpenID podem comentar. • Extended comment options – Ativa e desativa comentários em diferentes posts de uma vez.

Anti-spam • Akismet – Verifica se o comentário é ou não spam pelo serviço do Akismet. • Math comment spam protection – Usa questão matemática para descobrir se o comentário é feito por humano ou spambot. • WP-contact form with spam protection – Cria um formulário no blog ou site usado pelo visitante para falar com o administrador.

S.E.O. (otimização de sites de busca) • Google XML sitemaps generator – Cria um sitemap de todos os artigos do blog ou site. • All in one SEO pack – Prepara o blog ou site para mecanismos de busca.

Navegação • Related posts – Exibe lista de posts baseada em palavras-chave. • WP-PageNavi – Facilita navegação entre as páginas do blog ou site. • Popularity contest – Registra os números de cada post para determinar quais são os mais populares. • Landing sites – Exibe posts relacionados com as palavras de busca quando o visitante acessa seu site. • Custom query string – Configura diferentes quantidades de posts que serão exibidos em cada página. • Permalinks migration plugin – Altera a estrutura de permalinks do site sem derrubar os links antigos ou afetar o ranking na busca.

Interatividade • Share this – Visitantes podem compartilhar artigos do blog ou site com redes sociais ou enviar por e-mail. • WP-email – Visitantes podem recomendar/enviar um post para um amigo.

• EasyTube – Ajuda na inserção de vídeos do YouTube e do Google Videos. • Twitter updater – O post do administrador vai automaticamente para seu perfil no Twitter.

Utilitários • WordPress database backup – Facilita a criação de backups no blog ou site. • WP-cache – Indispensável para blogs ou sites com muito tráfego. • WP-supercache – Cria arquivos HTML estáticos. • podPress – Adiciona funções para hospedar podcast. • Exec-PHP – Executa scripts PHP dentro do conteúdo dos posts ou das páginas. • WordPress reporter – Visualiza dados do Google Analytics e Feedburner na área administrativa. • WordPress.com stats – Estatísticas do blog ou site, desde que seja requerida uma chave API do WP. • Admin drop down menu – Modifica o menu da administração do WP, tornando tudo acessível com apenas um clique. • Instant upgrade – Atualiza o WP automaticamente. • Maintenance mode plugin – Adiciona uma página informando que o site está em manutenção. • Theme test drive – O administrador pode testar um novo tema enquanto os visitantes continuam vendo o tema atual.

Publicidade • Ad rotator – Exibe banners aleatoriamente. • AdSense deluxe – Opções de gerenciamento avançado e inserção automática de anúncios do Google AdSense ou Yahoo Publisher Network. • ML vitrine contextual – Adiciona e gerencia anúncios do Mercado Livre. • WP-HOTwords – Configura o blog ou site para anúncios do Hotwords. • BooBox – Facilita instalação do sistema de monetização BooBox. • Buscapé everywhere e Já Cotei everywehre – Insere formatos de anúncios do Buscapé e do Já Cotei, respectivamente.

Tradução • Global translator – Traduz o site automaticamente usando o Google Translator ou Babel Fish. • Auto translator – Insere no menu lateral bandeiras referentes à cada idioma, traduzindo o blog ou site quando clicada.

RSS Feeds • Feedburner Feedsmith – Redireciona o tráfego de feeds do site para o Feedburner. • Simple feed copyright – Adiciona nota de copyright em todos os posts do feed. • RSS signature – Adiciona uma linha de texto personalizado no rodapé do RSS feed do site.

Outros • FlickrRSS – Exibe fotos do seu Flickr. • Flexible upload – Redimensiona imagens, cria thumbnails e adiciona marca d’água no upload.

locaweb 33


Materia de Capa:W2008 22/7/2010 20:22 Page 34

WordPress

Problemas do WP \\ Usuários sentem falta de um recurso mais fácil para colocar enquetes na página, sem precisar recorrer a plugins (acima) ou ao site Polldaddy (www.polldaddy.com, ao lado)

“raciocínio jornalístico” na hora de criar e organizar o conteúdo da página. “Detalhes bobos como agendar data de publicação, por exemplo, fazem uma diferença danada para quem é blogueiro. E certos sites montados ‘na marra’ não te oferecem essa opção”, avalia. Por outro lado, ela se queixa de um “bugzinho irritante” que resolveu se instalar em seu WP e ainda não foi resolvido, mesmo após atualização da ferramenta. E explica: “gosto de escrever besteiras, coisas sem

Os eleitos

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Abaixo, confira alguns sites e blogs no WordPress recomendados para públicos variados. Entre eles, há dicas para criar um site e o endereço da comunidade brasileira do WP. Divirta-se:

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importância e marcar a palavra ‘preterida’ da seguinte forma: strikethru, ou texto tachado. Há meses que eu simplesmente não consigo fazer isso no meu blog. Mas não me pergunte o que está acontecendo, porque o problema apareceu de uma hora para outra. E, até agora, por mais que tentei, não consegui solucionar”.


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WordPress

Ao criar um site ou blog em um gerenciador de conteúdo, é preciso ter em mente que os recursos disponíveis formam o arcabouço do serviço proposto pelo CMS e, portanto, conduzem à dinâmica de toda a produção

$$$ É impossível garantir que um site ou blog no WP será capaz de gerar receita para seu administrador. De qualquer forma, cases de sucesso sempre servem de inspiração para quem está fritando o cérebro na tentativa de descobrir um caminho para ganhar dinheiro na internet. O mais importante é ter em mente que são muitos os aspectos que devem ser levados em conta nas práticas de cada um dentro dessa

enorme statusfera – novo ecossistema para descobrir, publicar e trocar atualizações e microconteúdos que reverberem por redes sociais (veja mais na página 43). Itaya, por exemplo, acredita que existam dois mercados abertos à possibilidade de se gerar receita: cursos para desenvolver aplicativos em cima do WordPress e instalação e desenvolvimento para WP voltado a grandes empresas. “Muitas vezes, as empresas só querem ter o trabalho de escrever, sem precisar se preocupar com instalação ou gerenciamento do serviço”, sugere o empresário. Já Da Silva parte da sua própria experiência para mostrar que é possível gerar receita no WP. “Criei meu blog em 2007 e agora consigo ter clientes fixos que anunciam diretamente com banners e posts patrocinados. Porém, para quem está começando, duas boas opções são Google AdWords e programas de afiliados, como Submarino e Buscapé”, ensina. “Eu ganho dinheiro com o AdSense. Coisas do Mr. Google”, finaliza Letícia sem deixar seu senso de humor de lado.

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opinião/articulista

e-business Alexandre Bacci Coordenador de Vendas da Locaweb alexandre.bacci@locaweb.com.br

Nossa infraestrutura como se fosse a sua Volte o foco para o próprio negócio e deixe as preocupações e soluções relacionadas à TI com quem está preparado para fornecer o serviço Está cada vez mais distante no pensamento estratégico dos líderes empresariais, de qualquer ramo de atividade, a ideia de criar uma estrutura interna própria de TI. Atualmente, focar exclusivamente no core business é o melhor negócio. Podemos observar isso nas empresas que vêm apresentando melhores resultados. Montar uma estrutura interna de TI vem exatamente na contramão do avanço, pois se percebe claramente que, ao perder o foco no negócio e prestar atenção em outras áreas, a empresa desperdiça tempo, capital, espaço físico e energia produtiva em ações que apenas irão aumentar as despesas. Não é nada tão difícil identificar esses fatores, já que, logo de cara, é necessário fornecer um alto investimento em infraestrutura. Isso sem falar em situações posteriores, como depreciação das máquinas, falta de segurança, importância de um link confiável, necessidade de uma equipe de técnicos “full time”. São muitos os aspectos negativos, ressaltando ainda que estamos tratando de um ambiente sem redundância (o que exigiria um investimento maior) e, por isso, sujeito a falhas. Pensando em possíveis “down time” ocasionados por essas falhas de infraestrutura, fica até difícil de calcular o prejuízo de uma estrutura de TI interna, pois isso varia em cada empresa e tipos de aplicação. 36 locaweb

Por outro lado, são muitas as vantagens de ter todo o sistema hospedado em um data center, onde tudo é preparado para oferecer a mais alta performance e disponibilidade possível. Afinal, tudo já está preparado com infraestrutura totalmente redundante, energia sustentável, segurança, atualizações permanentes de tecnologia, sistema de Firewall seguro e links redundantes. Além, é claro, da possibilidade de ter a parte lógica gerenciada por uma equipe 24 horas, cuidando de sistema operacional, banco de dados e backup de segurança. Alguns estudos de casos apresentam um comparativo interessante entre investimento interno e investimento com hosting em um data center, revelando que o investimento em hosting representa 25% do gasto numa estrutura de TI em um prazo de três anos. Leva-se em consideração hardwares, no-breaks, geradores, links dedicados, softwares, licenças, manutenção e gerenciamento. Para o CFO da empresa, faz muito mais sentido financeiramente/contabilmente ter este ambiente em um data center, pois é contabilizado como serviço, e não como um ativo se depreciando no seu balanço patrimonial. Assim deve funcionar uma empresa saudável, focada exclusivamente no core business.


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De segunda a sexta, das 8h às 19h 1 - Fonte: IDC, 1º trimestre 2010 (12/02/2010). Celeron, Celeron Inside, Centrino, Logotipo Centrino, Core Inside, Intel, Logotipo Intel, Intel Core, Intel Inside, Logotipo Intel Inside, Intel Viiv, Intel vPro, Itanium, Itanium Inside, Pentium, Pentium Inside, Xeon e Xeon Inside são marcas registradas da Intel Corporation nos Estados Unidos e em outros países. Microsoft e Windows são marcas registradas da Microsoft Corporation nos EUA. Empresa beneficiada pela Lei de Informática. Fotos meramente ilustrativas. © 2010 Dell Inc. Todos os direitos reservados.

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De olho no comportamento do consumidor Evolução de novas tecnologias abre o leque de opções interativas com resultados satisfatórios para consumidores e anunciantes Por Leonor Ribeiro

Q

uase 30% das companhias paulistanas fazem algum tipo de divulgação ou propaganda online, segundo dados levantados por uma pesquisa inédita de mapeamento da internet realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O mesmo ocorre em diversas outras partes do Brasil, o que torna cada vez mais 38 locaweb

desafiador definir quais são os melhores caminhos para divulgar uma marca na rede mundial. Muitos são os formatos disponíveis, mas perceber qual deles está mais alinhado ao cliente e às tendências do mercado é o grande diferencial na hora de oferecer o serviço. Alguns são velhos conhecidos, como é o caso do banner, formato que migrou da plataforma impressa para o meio digital, trazendo consigo parâmetros muitas vezes

não alinhados à nova mídia. Um dos principais erros é trabalhá-lo de maneira intrusiva, ou seja, inseri-lo em uma página sem que haja qualquer relação com o assunto, sobrepondo conteúdos ou, pior, apenas para preencher espaço. “Os banners devem trazer soluções inovadoras. Para que o formato funcione, é preciso explorar uma série de possibilidades que o meio digital oferece e que vai muito além de simplesmente animá-los.


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Design

* No Brasil, agências, anunciantes, veículos e operadoras de telefonia ainda não chegaram a um padrão a ser usado em larga escala para o mercado de mobile, que já suporta mais de 176 milhões de celulares Em suma, é preciso torná-los interativos”, explica Eduardo Santos, diretor de projetos de arte online. Isso significa trazer novos parâmetros para um formato que ainda é responsável por cerca de 80% dos investimentos no setor e que, dessa forma, não deve desaparecer tão cedo. Prova disso é o investimento recente feito pelo Google em banners, com as ferramentas AdSense e AdWords. Dentro desse cenário, especialistas

relatam que a premissa fundamental na hora de produzir banners é criar soluções em que as marcas possam se relacionar com os usuários de maneira inteligente. Confira alguns modelos aplicados com sucesso nos dias de hoje:

Banner TV Time Machine - trata-se de uma animação que pode transitar interativamente por todo o conteúdo do site. Banner Expansível - neste modelo, a brincadeira é tornar parte do banner integrante da navegação, garantindo uma interação lúdica do usuário com a aplicação. Rich Media Banner - este tipo de banner usa linguagens como Flash, Shockwave e Java para combinar áudio, animação e fotografias. Isso faz com que o usuário interaja sem deixar para trás a página original. O sistema é perfeito para todos os

envolvidos, já que o cliente ganha uma ferramenta nova e permanece no ato de comprar ou registrar informações, por exemplo. Há ainda outras opções interessantes, como os banners que adotam o sistema opt-in/ opt-out. No formato opt-in, por exemplo, o internauta pode escolher o tema do anúncio em novo formato publicitário. Na prática, trata-se de um banner especial que convida o internauta a selecionar que tipo de publicidade deseja receber em suas próximas visitas ao site. “A grande vantagem desse formato é que o publisher demonstra profundo conhecimento sobre sua audiência e pode oferecer um anúncio realmente mais relevante. Como regra geral, isso costuma alavancar bons resultados”, explica Ari Meneghini, diretor do Interactive Advertising Bureau (IAB).

Tipos de banners \\ Ao lado, exemplos de rich media banners, feito em linguagens como Flash e Shockwave; acima, um banner expansível, que tem como objetivo se integrar à navegação do Windows Live Messenger

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Design

* Nos países emergentes, o atual boom no uso de celulares mais sofisticados está abrindo possibilidades infinitas ao setor de propaganda Outros formatos Mas também há vida além dos banners. Sim. Certamente, o e-mail marketing, extremamente eficiente quando encontra uma imagem impactante para seu consumidor, é um exemplo. Outro bem conhecido é o Floating ad, em que a peça publicitária de rich media “flutua”

em uma página do site por cima do conteúdo. Também estão no cardápio pop-ups, oportunidades nas redes sociais, advergames que permitem uma comunicação direta com o público-alvo e ainda SEO e SEM. Alguns usam abordagem diferenciada, caso do interstitial, que funciona de maneira bem semelhante a um pop-up. Trata-se de uma janela com anúncio que abre sozinha e bloqueia o site. Este, por sua vez, fica atrás. Foi criado para atrair a atenção do consumidor em milésimos de segundo, tempo necessário para se clicar e fechar a janela, sem comprometer a navegação. Ao lado \\ O bom e velho pop-up, uma das primeiras opções de marketing online, continua sendo usado com sucesso em muitos sites, como o da Folha Online

Super Trunfo \\ Advergames que permitem contato direto da marca com o usuário de uma maneira divertida continuam em prática. Uma das primeiras empresas a usar o recurso no Brasil foi a Volkswagen

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Mobile Ao voltar os olhos para a plataforma mobile, percebe-se que há muito caminho a ser percorrido, especialmente no mercado brasileiro. Afinal, o advento do iPhone ou aparelhos equipados com Android, assim como do Blackberry, trouxe um novo fôlego ao setor de publicidade global. Nos países emergentes, o atual boom no uso de celulares mais sofisticados, que permitem acesso online para um número maior de usuários, está abrindo possibilidades infinitas ao setor de propaganda. É essa movimentação que inspirou gigantes como a Apple a criarem plataformas de publicidade móvel especiais para iPhone e também para iPad, como a iAd. Já o Google investiu US$ 750 milhões na aquisição da rede de publicidade móvel AdMob para também conquistar um lugar no segmento, que movimenta US$ 450 bilhões anuais, segundo a International Advertising Association (IAA). De acordo com pesquisa feita pela empresa norte-americana InsightExpress, a publicidade para celular causa um impacto quase cinco vezes maior que a feita para a internet e vista no computador. Mais do que isso, as campanhas por dispositivos móveis geram crescimento de 12% nas compras, contra apenas 2% de retorno pela internet.

* As opções são muitas, mas para definir corretamente qual modelo de marketing adotar, é necessário arriscar até entender o perfil do consumidor. No universo online, dá para voltar atrás sem grandes prejuízos


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Fenômeno \\ O Google investiu US$ 750 milhões na rede de publicidade móvel AdMob, uma das mais famosas do mundo no segmento de mobile

Oportunidades de publicidade em dispositivos móveis: Anúncios Click to Call - Recurso extremamente simples, porém útil e inteligente. Muitos portais famosos já estão inserindo nas versões mobile anúncios em que o clique, em vez de direcionar para um site, realiza uma ligação, deixando o consumidor em contato direto com um consultor ou atendente.

Mobile Games Advergames por si só já abrem uma nova categoria de mídia online. O potencial é exponencial em uma plataforma mobile e envolve um mix de funções que fazem parte de alguns aparelhos celulares, como GPS, gerenciador de fotos e acesso rápido a redes sociais. Um bom exemplo de mobile game é o aplicativo de iPhone/iPod lançado pela Disney para divulgar o filme Alice no País das Maravilhas, chamado Mobile Game Alice.

iAd \\ Apple conta com plataforma de publicidade exclusiva para iPhones e iPads, que permite aos desenvolvedores incluírem anúncios diretamente nos apps

No Brasil porém, agências, anunciantes, veículos e operadoras de telefonia ainda não chegaram a um padrão a ser usado em larga escala para este mercado, que já suporta mais de 176 milhões de celulares. A situação é alarmante, já que, ao redor do mundo, há muitas ações de mobile advertising sendo realizadas. “Para quem não quer perder a boa onda, o primeiro passo é entender o comportamento e também os hábitos de consumo do público-alvo. Afinal, o celular é um meio que oferece muitas possibilidades criativas, e é fundamental acompanhar cada avanço tecnológico como nova oportunidade de negócios”, comenta Gabriel Cunha, publicitário que trabalha na área digital. Para quem acompanha o mercado de publicidade digital, a conclusão é clara. O mercado de mobile marketing é a bola da vez. Quando investir? Agora, pois o celular se tornará um canal

indispensável de mídia à medida que a base de aparelhos com recursos mais avançados cresça. Ou seja, os dispositivos móveis se firmarão cada vez mais como um canal de mídia convergente, com papel capital dentro do mix de comunicação.

Conclusão As opções são muitas, mas para definir corretamente qual modelo de marketing adotar, é necessário entender o perfil do consumidor. Afinal, o universo online abre uma oportunidade valiosa de experimentação nem sempre aproveitada pelas companhias. “O ideal é focar em algo e tentar sem medo de ser feliz, já que, na plataforma online, há uma grande possibilidade de corrigir a rota em curso, sem grandes prejuízos à operação. Ou seja: crie, teste e arrisque”, recomenda Eduardo Santos.

QR Codes - Esta tecnologia é antiga (1994) e tem sido muito usada no Brasil. Trata-se de um código de barras 2D fotografado com a câmera do celular pelo usuário e é direcionado para um site ou um aplicativo. O interessante dessa ação é que pode ser parte de uma estratégia de cross mídia, na qual o planejador de mídia online oferece o código em uma mídia impressa, como revista ou jornal, e complementa a comunicação no site. Bluetooth Marketing - Esta ferramenta se aproveita de um dos grandes diferenciais do celular como mídia: o fato de estar sempre com o usuário. Isso possibilita excelentes estratégias de marketing de aproximação. Exemplo interessante é o da Rádio BBC, que posicionou pôsteres gigantes durante um evento musical. Eles convidavam os espectadores a ligarem o bluetooth e, assim, eram enviados conteúdos exclusivos, como wallpapers das bandas que se apresentavam. A ação se tornou um sucesso por trazer conteúdo relevante, e não intrusivo.

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Questionar as redes sociais é coisa do passado. Sai na frente quem já está discutindo a melhor maneira de usá-las para incrementar seu negócio e atingir mais clientes Por Luciano Delfini

E

specialistas em web, profissionais de TI, marqueteiros corporativos, publicitários, todos concentrados em fomentar ideias para um mesmo assunto: como aproveitar o potencial de repercussão e o alcance de redes sociais e outros aplicativos para aumentar os negócios. Algumas empresas – muitas ou poucas, dependendo da análise – já alinharam suas estratégias para abrir o canal e construir um relacionamento com os internautas, visando reverter essa interação em incremento das vendas. Mas antes que cada produto ou marca estabeleça esse canal de comunicação com o usuário de plataformas de relacionamento, é importante que as empresas enxerguem as redes sociais como parte da statusfera (veja definição na página ao lado), termo ainda pouco usado, mas que pretende refletir um universo da web em que tudo acontece agora e no qual as respostas que levam mais de um dia para chegar perdem o valor. Em outras palavras, uma empresa que decide botar os pés no Twitter, por exemplo, não pode ficar sem tuitar nenhum dia, seja fim de semana ou feriado. Isso porque os internautas e possíveis clientes continuam conectados. 42 locaweb

Ações \\ Segundo estudo realizado pela Deloitte, marketing e divulgação de produtos são as ações mais realizadas por empresas nas mídias sociais

De um ano para cá, surgiram na web diversos estudos com o propósito de mostrar que é possível ampliar os negócios a partir das redes sociais. Um deles, elaborado pelo Altimeter Group e intitulado “Developing and measuring open leadership stratergies” (Desenvolvimento e métrica de estratégias de liderança aberta), aponta que, das cem empresas pesquisadas com perfis em plataformas de relacionamento, as que obtiveram os maiores índices


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de crescimento bruto e da receita são aquelas que estão adotando um engajamento mais forte com as comunidades virtuais. Os aumentos relacionados à receita giram em torno de 18% entre as marcas engajadas, contra 10% das empresas que ainda mantêm uma participação menos ativa, restrita a anúncios de produtos, por exemplo. O levantamento pode ser conferido em http://is.gd/dqTr9. As cifras são bastante significativas para reforçar a ideia de que o mercado já deveria ter superado as inseguranças com relação ao papel das plataformas de relacionamento como mídias sociais, devendo agora se concentrar em como aproveitar os recursos oferecidos por esses sites para fomentar o

//O QUE É STATUSFERA Brian Solis, dirigente da Future Works (www.future-works.com), agência de mídia digital e social, e um conhecido guru da internet, descreve a statusfera como um novo ecossistema para descobrir, publicar e trocar atualizações e microconteúdos que reverberem por redes sociais e perfis compartilhados. A ideia é provocar um formidável efeito de movimento e resposta. Funciona como uma espécie de curadoria digital de conteúdos relevantes, pela qual nos mantemos conectados, podemos encontrar novas pessoas e forjar relacionamentos usando o “efeito amigos dos amigos”, ou FoFs, sigla em inglês para “friends of friends effect”.

* Estudos revelam que as empresas que obtiveram os maiores índices de crescimento bruto e da receita nos últimos anos são aquelas que estão adotando um engajamento mais forte com as comunidades virtuais capital social das empresas. No entanto, Fabio Cipriani, gerente responsável pela prática de consultoria em Mídias Sociais da Deloitte, chama a atenção para o fato de que o índice de crescimento da receita não está relacionado apenas à atuação em redes sociais. Para ele, existem uma série de fatores que impulsionam as vendas decorrentes de campanhas que não estão necessariamente ligadas às comunidades da web. Ainda que as opiniões revelem divergências quanto à influência efetiva das redes sociais no incremento dos negócios, no Brasil, ao que parece, o mundo corporativo revela interesse em pelo menos fazer parte dessa statusfera. No estudo “Mídias sociais nas empresas”, realizado pela Deloitte (http://bit.ly/pesquisa midiassociais), Cipriani aponta que, das 302 companhias pesquisadas, 70% afirmaram fazer parte de uma plataforma de relacionamento. locaweb 43


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Mídias Sociais

// REDES SOCIAIS NOS NEGÓCIOS A partir dos dados colhidos no estudo da Deloitte, Cipriani destaca algumas práticas adotadas por empresas que fazem parte do território online de relacionamentos e já obtiveram resultados positivos com suas estratégias.

•Conquistar o apoio da liderança da empresa para que a mudança aconteça.

•Contar com disseminadores internos que levem aos demais departamentos as vantagens das mídias sociais.

•Implantar as mídias sociais aos poucos: monitoramento online, piloto interno, participação em conversas online e lançamento das iniciativas na rede.

•Estabelecer o objetivo central da estratégia, definido conforme o perfil do cliente e a rede social que será usada.

Entre as iniciativas mais exploradas nesse universo, marketing e divulgação de produtos ou serviços aparecem na frente com 83%, o que expõe a maneira como o empresariado no Brasil enxerga as ferramentas sociais online. Em outras palavras, vistas apenas como mídias e não como plataformas de relacionamento. Fica fácil entender se levarmos em conta que 46% das empresas disseram explorar as redes online para vender e capturar oportunidades; 43% para suporte ao cliente, fornecedores ou parceiros; e apenas 17% para o desenvolvimento de produtos ou inovação por colaboração. Na opinião de Cipriani, esse posicionamento mostra que as empresas ainda resistem em envolver outros processos que poderiam gerar benefícios com as mídias sociais, como captura de pedidos, suporte ao cliente e integração de equipes. Quando se fala em processos que se convertem em incremento para o negócio dentro de uma rede social, é importante entendê-los como parte de uma estratégia elaborada especificamente para que a empresa atue nesse território online de relacionamentos. Para o executivo da Deloitte, é clara a necessidade de planejamento, uma vez que existem diferentes elementos a serem considerados na fomentação do capital social. “O público é um deles e a empresa deve saber quem deseja atingir com suas ações. Pode-se também integrar a

* O que tem de mudar é o envolvimento da alta direção, mas ela ainda tem receios, como o risco de vazamento de informações. No entanto, já há respostas para esse tipo de medo Fabio Cipriani, gerente responsável pela prática de consultoria em Mídias Sociais da Deloitte

participação nas plataformas de relacionamento com os sistemas internos da empresa, além de apostar em uma rede social entre os funcionários para ver como eles lidam com essas ferramentas”, sugere Cipriani. Esse pacote estratégico de ações corporativas ainda deve se alinhar a plataforma mais adequada aos objetivos do negócio. Ian Black, consultor de projetos em meios digitais e comunicação em redes sociais, explica que há ferramentas de orientação, informação, relacionamento e promoção. “Para quem trabalha com varejo, como o Submarino e a Dell, por exemplo, o Twitter funciona como ferramenta de informação e promoção. Tudo irá depender do negócio da empresa, o que ela oferece e quem é o público”, avalia. Cipriani também cita a participação da Dell no microblog mais popular da web e destaca que o fabricante de computadores mantém dois perfis no Twitter, um como canal de promoções e outro para relacionamento com o cliente. “Estamos falando de um gigante do setor. Para uma empresa pequena, um canal é suficiente”, explica.

Falta tempo e equipe de apoio?

•Um líder reconhecido internamente e uma equipe que possa crescer à medida que apareçam novas demandas.

•Dividir responsabilidades entre todos que serão impactados com o processo.

•Criar políticas claras de uso de mídias sociais e aplicar linguagem simplificada.

•Avaliar impactos e riscos das redes sociais nos processos da empresa.

•Encontrar formas de mobilizar o público. •Definir a linguagem que será usada. 44 locaweb

Dell \\ Empresa de computadores mantém dois perfis no Twitter, um como canal de promoções e outro para relacionamento com o cliente

Com tantos atrativos a serem explorados pelo mundo corporativo dentro das redes sociais, além de estudos ratificando as oportunidades de incrementar os negócios a partir da construção de canais com as comunidades que povoam esse território virtual, é preciso uma boa justificativa


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Mídias Sociais

para os tímidos investimentos e os baixos índices de engajamento. Na pesquisa coordenada por Cipriani, o argumento apresentado por 49% das empresas é que não há tempo para gerenciar mídias sociais ou comunidades. Divide o topo da pirâmide a dificuldade de mobilizar as pessoas nessas dinâmicas, resposta dada por 38% dos consultados. Relutância dos gestores em compartilhar informações foi apontada por 21% dos participantes, enquanto 14% afirmaram falta de comprometimento da alta liderança. Segundo o executivo da Deloitte, a questão não é se haverá Pesquisa \\ Estudo de desenvolvimento e métrica de estratégias de liderança aberta aponta que ou não uma equipe para gerenciar empresas engajadas em plataformas sociais tiveram um aumento de receita em torno de 18% as ações corporativas nas redes outras situações que requerem um tratamento específico sociais, e sim quem irá definir esse engajamento. No de outro departamento que não seja aquele responsável caso, a alta direção. “A ideia deve ser comprada pela pelas ações. E nesse caso, o resultado corre o risco de diretoria. Portanto, não se trata de uma questão de não atingir as expectativas dos clientes envolvidos ou tempo. A pesquisa [Mídias sociais nas empresas] revela contemplados pelas mensagens da empresa.” que esse tipo de investimento é estratégico, e isso vem de cima para baixo. Todo planejamento vem da diretoria Cuidados \\ e, a partir dessa definição, os demais departamentos São inúmeros os casos de terão de se alinhar. O que tem de mudar é o empresas e marcas que envolvimento da alta direção, mas ela ainda tem tiveram a credibilidade abalada com o poder e a receios, como o risco de vazamento de informações. rapidez de alcance dos No entanto, já há respostas para esse tipo de medo”, comentários lançados pelas avalia Cipriani. redes sociais, sobretudo no Twitter (ao lado) e Facebook Se levarmos em conta que 83% das ações (abaixo), revelando total corporativas em redes sociais são campanhas de despreparo na gestão da marketing, conforme mostra o relatório da Deloitte, não crise. É preciso ficar atento chega a surpreender que o departamento em questão seja o responsável pelas iniciativas de 73% das empresas que participaram do estudo. Por outro lado, o envolvimento da área de TI foi mencionado por apenas 16%, enquanto somente 5% das companhias contam com o engajamento da diretoria. Quando a questão é saber o número de departamentos responsáveis pelas ações nas mídias sociais, 26% das empresas responderam que possuem mais de um setor envolvido nas atividades, contra 74% que afirmaram centralizar tudo em um único departamento. Cipriani explica que, ao usar uma plataforma para determinada campanha, invariavelmente, a empresa será questionada, uma vez que o cliente enxerga aquilo como um canal de comunicação, e a rede social em si já constitui esse mecanismo de interação. “Qualquer a interação gera críticas, elogios, dúvidas e locaweb 45


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Mídias Sociais

Reputação vende

// COMUNICAÇÃO COM A IMPRENSA A jornalista Maria Carolina de Aguirre, diretora da Tuca Aguirre Oficina de Notícias (www.tucaaguirre.com.br), que há dez anos atua no segmento de assessoria de imprensa, acreditava que os jornalistas se pautariam pelas redes sociais quando decidiu criar um perfil de sua empresa no Facebook. Rapidamente, percebeu que a suposição não estava correta. “Em dois meses de uso, somente dois contatos foram feitos dessa maneira”, conta ela. Sem desistir da iniciativa, Maria Carolina constatou que a plataforma de relacionamentos, por sua vez, havia se tornado um canal fácil de comunicação com seus colegas de redação, já que muitos jornalistas não respondiam a e-mails ou telefonemas, mas sempre se comunicavam pela rede. O canal estava aberto e hoje a empresa também oferece serviço de produção de conteúdo em redes sociais para os clientes. A jornalista reconhece o potencial do Facebook como ferramenta para atrair a atenção de comunidades que venham a se interessar por determinado produto dos clientes, principalmente quando se trata de bares e restaurantes. Nesse contexto, cita como exemplo o caso de uma rede de lanchonetes para a qual sua empresa coordena as campanhas. “O primeiro passo foi descobrir na rede social quem era simpatizante dos produtos dos concorrentes e quem falava de sanduíches, hambúrgueres e outros itens relacionados. Em seguida, criamos uma página para nosso cliente e lançamos uma promoção incentivando o público que frequenta a lanchonete a preencher o conteúdo com comentários no Facebook e no Twitter. Agora, já partimos para promoções que levam o consumidor a visitar a casa. Está sendo um sucesso.” Segundo a assessora, o Facebook foi sua primeira escolha por haver muitos perfis de jornalistas e arquitetos na plataforma.

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Não é preciso esconder que o escopo de uma empresa é a venda dos produtos, tampouco é necessário mencionar os diversos caminhos que devem ser percorridos para se atingir tal objetivo. Mas uma coisa é consenso: reputação vende! Pelo menos é o que mostra o estudo da Deloitte, para o qual 85% das empresas responderam que visam melhorar a reputação de sua marca ao optar pelo uso das mídias sociais, ainda que o incremento das vendas tenha sido apontado como principal objetivo por 55% dos participantes. Apesar da atenção voltada à opinião dos internautas, Cipriani afirma que é impossível garantir que uma ação de marketing inclua a preocupação com a reputação da marca. Por outro lado, o especialista em mídias sociais alerta para o fato de que o consumidor que começa a despontar nas plataformas de relacionamento é como uma “criança mimada”, que reclama quando é minimamente contrariada. “Qualquer coisa que acontece, o usuário já diz que vai colocar no Twitter. Esse é o consumidor do momento, e a empresa tem de se adequar à realidade”, avalia. Nesse contexto, são inúmeros os casos de empresas e marcas que tiveram a credibilidade abalada com o poder e a rapidez de alcance dos comentários lançados nas redes sociais, revelando

* A única maneira realmente eficiente de uma empresa conquistar a decisão de um cliente por meio da referência de outros consumidores é oferecendo bons produtos e serviços Ian Black, consultor de projetos em meios digitais e comunicação em redes sociais

total despreparo na gestão da crise. Ian lembra os “clássicos” problemas enfrentados pelas operadoras de telefonia. “Por mais que invistam milhões para comunicar a excelência de seus produtos, elas [operadoras] perdem outros tantos por não entregarem o que prometem nas letras grandes. É como se os consumidores conseguissem aumentar as letras miúdas à força, com o agravante de virem acompanhadas de lamentações frustradas”, analisa o consultor. Na opinião de Ian Black, a única maneira realmente eficiente de uma empresa conquistar a decisão de um cliente por meio da referência de outros consumidores é oferecendo bons produtos e serviços. E isso ninguém ousa questionar. E se estamos falando de reputação da marca, canal de comunicação com o usuário e cliente em potencial, gestão de crise e possibilidade de aumento das vendas, chegamos à conclusão de que o recurso mais relevante oferecido pelas redes sociais ao mundo corporativo é a possibilidade da transparência. Segundo Cipriani, não há outro mecanismo mais efetivo do que o espaço criado pelas plataformas de relacionamento para que a empresa seja transparente no mercado. E os efeitos que essa relação aberta provoca, cedo ou tarde, serão sentidos no departamento de vendas Varejo \\ Empresas que trabalham com varejo, como o Submarino, de qualquer companhia. tem nas mídas sociais uma grande ferramenta de promoção


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Como integrar sites corporativos a redes sociais Um dos aspectos apontados por especialistas que discutem a melhor estratégia para incrementar as vendas a partir de redes sociais diz respeito às ferramentas disponíveis nessas plataformas que podem ser aplicadas nos sites corporativos. No entanto, na opinião de Cipriani, gerente responsável pela prática de consultoria em Mídias Sociais da Deloitte, existem sites que precisam ser totalmente mudados para que a integração obtenha bons resultados. “Tem site corporativo que é uma vergonha. Mas também há empresas que optam por criar apenas um blog, o que pode simplificar o canal direto de comunicação com o cliente, desde que os responsáveis pelo blog estejam constantemente em contato com suas comunidades. Não vi nenhuma empresa cujo site seja seu perfil no Twitter, mas acredito que não demore muito a acontecer”, avalia. Para Ian Black, consultor de projetos em meios digitais e comunicação em redes sociais, qualquer iniciativa de comunicação de uma marca precisa estar integrada aos demais meios, alguns funcionando como ferramentas de informação e outros atuando na orientação, como costuma ser o caso do Twitter. “Cada vez mais as reclamações nascem e podem se perder em um mar de informações paralelas sem que a mensagem do cliente chegue à empresa. Nesse caso, o dono da marca não terá chance de dialogar, pois o lugar correto de se iniciar esse diálogo seria nos meios disponíveis na empresa, como o Serviço de Atendimento ao Consumidor. Ao monitorar conversas no Twitter, uma companhia pode se deparar com uma mensagem de algum cliente e orientá-lo a procurar os canais apropriados para o diálogo”, ensina o consultor. Jeremiah Owyang, do Altimeter Group, escreveu no artigo “Evolution of integration of social media and corporate websites” que muitas empresas anunciam em seus sites: “siga-nos no Twitter” ou “seja nosso amigo no Facebook”, porém sem considerar as ramificações implícitas nessas redes sociais. É como se adotassem a prática de maneira arbitrária, sem a noção correta de como é a construção de um relacionamento dentro dessas comunidades virtuais. O analista levantou oito níveis de integração de um site corporativo com uma rede social. Veja: Integração social zero: a empresa não faz qualquer menção ou não promove qualquer ligação entre suas comunidades e seu site. Só perde com isso, uma vez que os usuários das redes irão considerar seu site irrelevante. Ligação entre um e outro, mas sem estratégia: são sites que colocam avisos como “siga-nos no Twitter”, “seja nosso amigo no Facebook” ou

“compartilhe esse conteúdo”. Segundo alguns analistas, é o primeiro passo para se estabelecer um tráfego em direção às redes sociais. Ao compartilhar seu conteúdo, cria-se uma abertura na estratégia da empresa para encorajar usuários e clientes a opinarem sobre seu negócio. Ligação entre um e outro, estimulando a conexão: passo muito parecido ao item dois, mas com estímulos para que o usuário de seu site espalhe as mensagens induzidas pela empresa. Tem de tomar cuidado para não atingir estágios considerados intrusivos pelo internauta e suas relações na plataforma social. Experiência socialmente integrada: nessa fase, é importante estender a experiência da marca às redes sociais e fazer com que os usuários estejam “com” a marca. É preciso criar, articular e conduzir diálogos sobre seu negócio nos canais sociais. Porém, integrar pessoas à sua estratégia de rede social significa trazer a voz delas para seu espaço e não fazer com que elas fiquem repetindo o que a empresa diz. Agregar conversações ao site: nesta fase, a estratégia vai se tornando real, uma vez que sua empresa começa a reunir no site conversas ou parte delas que giram em torno de seu negócio. O site se transforma em agregador de seu produto ou negócio e é por ele que o internauta saberá sobre sua presença na plataforma de relacionamento. A dona da marca não tem controle sobre o que é falado dela, mas pode controlar o que será mostrado de volta em seu site. Seu site com login social: colocado em prática o nível cinco, o passo seguinte é oferecer a possibilidade para que as pessoas se cadastrem em seu site e usem seus serviços com a mesma identidade adotada em uma rede social. O login social simplifica a vida do usuário e, nesta fase, o site passa a atrair a comunidade à medida que seus serviços adicionais tenham um público de verdade e que eles agreguem algum valor na vida desses usuários. Ampliando o uso do login social: os internautas passam a entrar no site usando seus logins sociais e devem encontrar maneiras de compartilhar conteúdos, resultados e opiniões com outros usuários de plataformas de relacionamento. O site se converte em rede social: o destino final dessa integração é fazer seu negócio ser a própria rede social.

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E-mail

Faça negócios com o velho aliado Que as mensagens eletrônicas têm grande potencial de marketing, todo mundo sabe. Usá-las com correção, porém, é outra história Por Leonor Ribeiro

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tempo passa, as plataformas de internet se multiplicam, mas o bom e velho e-mail continua como um excelente aliado na hora de fazer negócios. É interessante, porém, notar que, embora inserida há anos no cotidiano das pessoas, a ferramenta continua sendo um mistério para muitos empresários, empreendedores e até mesmo desenvolvedores de sistemas online. Se você faz parte desse time, não se preocupe. Afinal, o fornecimento de soluções que giram em torno das mensagens eletrônicas não para de crescer, bem como as opções de serviços disponíveis, o que torna fácil ficar perdido em meio a esse grande mar de informações. O primeiro passo para explorar o potencial do e-mail é ser criterioso. Por ser uma ação importante nas áreas de vendas e relacionamento com o público consumidor de uma empresa, o envio de uma mensagem eletrônica deve atender a uma série de quesitos na estratégia de marketing, como personalização, interatividade, integração, aproximação e convergência com o alvo a ser atingido. Assim, o foco deve ser sempre estimular o processo de decisão do consumidor.

* Caia fora dos spams. Esse tipo de comunicação intrusa, ao contrário de uma campanha mais estruturada, pode causar rejeição e desconfiança nos clientes e prospects

Tudo isso parece trivial, não fosse um detalhe: as pessoas recebem um volume avassalador de informações nas caixas postais e, caso a mensagem não tenha algum diferencial, o risco de ela se “perder” em meio a outras é enorme. No universo dos negócios, isso significa uma oportunidade desperdiçada. Para fugir disso, é preciso escolher com cuidado o sistema de e-mail a ser adotado. Na hora de contratar um prestador de serviço, por exemplo, verifique se a empresa oferece suporte ao planejamento, com equipe especializada que ofereça apoio ao plano de ações desenhado. O atendimento personalizado pode ser fundamental na hora de criar algo diferente. Outro item importante que o prestador de serviços deve oferecer é a possibilidade de personalizar as campanhas por meio de ferramentas intuitivas, que tornem a experiência do consumidor mais acessível e interativa. Também merece atenção contar com um serviço que ajude diretamente no gerenciamento dos contatos. Isso dá às empresas a possibilidade de qualificar a lista de contatos e excluir, por exemplo, destinatários pouco interessantes ou inválidos.

Com a sua cara \\ Um bom fornecedor de e-mail marketing deve oferecer uma série de possibilidades de personalização das mensagens

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SERVIÇOS DE E-MAIL LOCAWEB E-mail

Por fim, vale a pena contar com ferramentas que promovam o monitoramento dos resultados, pois elas ajudam os empreendedores a terem uma visão mais completa do andamento dos planos. Isso sem falar na possibilidade de correção da rota tomada e no consequente investimento nos caminhos que deram bons resultados.

Campanha de sucesso Depois de contratar um prestador de serviços de confiança, é preciso seguir alguns passos a fim de promover uma boa campanha de e-mail marketing. Confira alguns procedimentos que não podem ficar de fora na hora de divulgar uma marca por meio de mensagens eletrônicas:

Investir no branding - desenhe um modelo de e-mail que traga mensagens com a identidade da marca pois dá credibilidade. Criar uma ponte visual que torna constante a presença da empresa também é importante. Segmentação - classifique os destinatários em grupos de afinidades de acordo com as segmentações predefinidas pela empresa. Dessa forma, os clientes e prospects receberão informações realmente pertinentes ao universo deles. Integração - o comportamento digital, em função da evolução das tecnologias, está em constante mudança. Por isso, um plano de marketing bem definido deve considerar fatores como a explosão das redes sociais e apostar em integração das diferentes plataformas de comunicação. Tornar palpável o retorno sobre o investimento - defina claramente quais são os fatores 50 locaweb

Contar com os serviços de uma empresa especializada é o melhor caminho para obter sucesso com uma campanha de marketing via e-mail. Exemplo disso são os serviços oferecidos pela Locaweb. Divididos em duas categorias, Mobimail e E-mail marketing, os produtos foram desenhados para atender às necessidades específicas de cada público consumidor. Confira:

MOBIMAIL Serviço de e-mail exclusivo que oferece flexibilidade e mobilidade total para gerenciar mensagens, contatos e compromissos a partir de qualquer lugar com acesso à internet, inclusive do celular. As vantagens do sistema são: Mobilidade e Compartilhamento A sincronização via Push Mail possibilita que as informações de mensagens, contatos e calendário estejam disponíveis online, de forma automática e o tempo todo. Além disso, é possível compartilhar contatos e compromissos com outros usuários. A segurança é total pois os dados permanecem armazenados de forma segura no Data Center da Locaweb. Painel de Controle do Administrador O dispositivo permite o gerenciamento ágil das contas e dos usuários: ativação/ desativação de contas, alteração de informações pessoais, configuração de redirecionamentos e muitos mais. Instant Messaging Incluso Pacote vem com um programa de Instant Messaging baseado em protocolo Jabber e com criptografia, que oferece praticidade, agilidade e segurança para a comunicação instantânea entre os membros do domínio.

E-MAIL MARKETING LOCAWEB Ferramenta completa para gerenciar campanhas de e-mail. Com ela, dá para fidelizar a base de clientes e manter ativa a participação na web. Vantagens: Personalização de Campanhas Graças a um editor exclusivo, o usuário pode desenvolver mensagens HTML sem ter conhecimentos de programação, criando templates e acelerando o envio de novos e-mails. Além disso, uma galeria de imagens permite guardar dados de campanhas anteriores como referência. Gerenciamento de contatos Possibilidade de importar a base de contatos nos formatos .csv, .xls ou .txt. Trabalha para desativar e-mails inválidos e permite o cadastro direto de contatos. Relatórios de gerenciamento Possibilidade de acompanhar detalhes sobre e-mails devolvidos, usuários descadastrados e motivos de descadastramento, entre outros.

que indicam o sucesso do plano, considerando o que é importante dentro das características específicas de cada modelo de negócios. Nesse cenário, é importante que as companhias atentem sempre para a questão do “e-mail não solicitado”, “lixo eletrônico” ou, como é mais popularmente conhecido, “spam”. Esse tipo de comunicação, ao contrário de uma campanha mais estruturada, pode causar rejeição e desconfiança nos clientes e prospects. E os números assustam. Dados mensurados pelo instituto de pesquisa Jupiter Research indicam que um consumidor médio recebe mais de 300 e-mails em uma semana, dos quais 62% são spams. Para Walter Sabini Jr., CEO da Virid Interatividade Digital, as empresas que apostam nos spammers partem do princípio de que, quanto maior a base de destinatários, mais pessoas alcançarão. “Erroneamente, muitos usuários, mesmo não tendo solicitado determinados e-mails, abrem as mensagens mesmo sem identificar o remetente. Esta interatividade inconsciente contribui com a evolução do spam”, explica o executivo. Para o divulgador, porém, é melhor chegar a um público-alvo que o identifique e o receba sem rejeição. É preciso ser coerente e desenvolver uma estratégia inteligente e estimulante, que se aproxime do cliente e não provoque ruído na comunicação com o consumidor.


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Programação GoogleTV

Programe para a web e para a TV no GoogleTV A empresa que detém o popular motor de buscas divulgou seus planos para unir internet e televisão. Saiba como participar dessa revolução da web Por Felipe Magalhães

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TV encontra a web. A internet encontra a TV. Se você acessar o Google TV (www.google.com/tv/), esta é a mensagem exibida. Ela define curta e diretamente a finalidade deste novo serviço do Google. A apresentação inicial foi realizada em maio, em San Francisco, nos Estados Unidos. Em uma conferência anual de desenvolvedores, a empresa do maior mecanismo de busca do mundo mostrou sua pretensão de levar a web para a telona, deixando-a mais próxima do sofá, Site da Logitech \\ Empresa parceira do Google está produzindo set-up boxes que levam a ao lado da TV. O objetivo é, tecnologia até (teoricamente) qualquer aparelho; basta haver uma conexão HDMI no televisor inicialmente, promover duas coisas: comodidade e interação. A Logitech está produzindo set-up boxes que levam a A proposta do Google TV é fazer com que a televisão tecnologia até (teoricamente) qualquer aparelho, possa buscar conteúdos no YouTube, na NetFlix e em bastando haver uma conexão HDMI. Sendo assim, toda a outros pontos da web e reproduzi-los na sala de sua casa. estrutura de áudio e vídeo que você possuir em casa É importante lembrar que a NetFlix (www.netflix.com) é poderá abrir as portas para esta novidade. E é aí que entra a Intel. Ambos os produtos (a televisão uma empresa que fornece filmes diretamente online, por e o set-up box) possuem alguns itens em comum. Um streaming, e é utilizada como provedora de filmes e deles é um processador Atom da empresa, modificado séries para PlayStation 3 e Xbox. para as TVs que possuam a tecnologia nativamente e de maneira aceitável em outros aparelhos de TV que farão As parcerias uso do set-up box. Esses itens devem contar ainda com Para este projeto, foram fechadas boas parcerias com placa de vídeo dedicada, saída HDMI, Bluetooth, Sony, Logitech, Intel e DISH (companhia que transmite TV infravermelho, Wi-Fi e Ethernet. por satélite nos Estados Unidos). A Sony começará a Outro equipamento que chegará às prateleiras comercializar, nos Estados Unidos, televisores que trarão o adaptado para Google TV é o receptor da companhia de Google TV embutido entre os meses de setembro e televisão por satélite norte-americana DISH. A previsão novembro deste ano (especula-se que seja pelas lojas Best para lançamentos fora dos Estados Unidos é a partir de Buy), segundo os próprios executivos do Google. Para 2011. No Brasil, ainda não se sabe quando esta tecnologia quem não possui televisores com a novidade do Google, deverá chegar. não há problema. 52 locaweb


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GoogleTV Programação

* O objetivo é, inicialmente, promover comodidade e interação. A proposta do Google TV é fazer com que a televisão possa buscar conteúdos no YouTube, na NetFlix e em outros pontos da web e reproduzi-los na sala de sua casa Para as empresas que produzem muito conteúdo televisivo, a empresa ainda estuda a preparação de planos de distribuição com vantagens comerciais para estes geradores de conteúdo.

A ideia O Google planeja levar a experiência de usar a internet para as telonas, permitindo assistir a episódios de seriados, realizar busca por vídeos em alta definição no YouTube e até utilizar aplicativos baixados da Android Marketplace (www.android.com/market/). A intenção é que o usuário e espectador passe menos tempo buscando conteúdo e mais tempo assistindo-o. Sim, os programas que você tem rodando em seu celular com Android também funcionarão em aparelhos com Google TV. Estes aplicativos podem, inclusive, interagir, fazendo com que você use seu smartphone como controle remoto da TV. Convergência, como sempre, é o foco da empresa. Em uma das várias demonstrações realizadas, foi mostrada a busca por um episódio de seriado disponível por streaming por algumas emissoras norte-americanas. A ideia é que a “grade de programação” seja criada pelos usuários, por meio de controles remotos – e este termo no caso é levado ao pé da letra, pois poderá ser um controle remoto “convencional” –, um smartphone com Android e até a possibilidade do uso de comandos de voz.

A plataforma Google TV Basicamente, o Google TV se baseia nos seguintes softwares: Android 2.1, Chrome e Flash 10.1. A plataforma da Adobe, com quem a Apple tem se conflitado nos últimos meses, recebeu este grande apoio do Google, o que apimenta mais ainda as relações entre a empresa que faz o Photoshop e a maçã. O Flash vem com a função de exibição de animações, possibilidade de uso de games online e para executar os vídeos do YouTube. Quando o aparelho é ligado, é exibida uma barra de busca no estilo da barra de endereços do navegador Chrome. O que for digitado ali será buscado, e pode ser o nome de um canal que você deseja que seja sintonizado ou um determinado programa. A busca retornará onde ele pode ser encontrado, seja na grade de programação dos canais existentes no sinal que chega até você ou no NetFlix, entre outros lugares na internet. Outra opção é fazer busca por vídeos que estejam no YouTube, preferencialmente em alta definição. O Google pede que sites que forneçam conteúdo em vídeo pensem na otimização de suas páginas para que se adequem a uma exibição em telas maiores. Suponha que você deseje ver algum vídeo que só se encontra em uma determinada página. O Chrome irá te redirecionar para o local que contenha o vídeo e ele será executado. Lembre-se de que o Chrome é um navegador, esteja onde estiver – monitor, TV, celular. Algumas páginas fatalmente parecerão meio desajeitadas para a telona, mas será possível assistir a um vídeo ao mesmo tempo em que se lê notícias de um portal, por exemplo.

Abaixo \\ O YouTube, que pertence ao Google, também deve servir conteúdo para o Google TV: será possível fazer buscas por nome de programas e assisti-los no televisor

Netflix \\ Empresa que fornece filmes diretamente online, por streaming, já atuou como provedora de filmes e séries para os videogames PlayStation 3 e Xbox, entre outras plataformas populares

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Programação GoogleTV

Também será possível executar aplicativos Android simultaneamente. Você poderá assistir ao programa desejado enquanto faz uma postagem no Twitter ou utiliza o Facebook com seus aplicativos que estão no Marketplace. A integração com smartphones que rodam Android se dá pelo fato de o Google TV necessitar de um aparelho que contenha Bluetooth e Wi-fi. Se você estiver acessando uma página no seu smartphone, poderá transmiti-la na televisão. Há também a a possibilidade de comandar o aparelho por meio de softwares de reconhecimento e comandos de voz. Houve uma demonstração de integração evidente entre TV propriamente dita e web no evento de apresentação do Google TV. No case, mostra-se o espectador assistindo a um filme direto de um canal, fora da web, no Google TV. O filme não é legendado. Basta chamar o recurso de Closed Caption integrado com o Google Translator e tem-se na tela uma legenda na língua desejada, em tempo real, daquilo que está sendo exibido.

Android \\ Aplicativos desenvolvidos para o sistema operacional de telefones celulares também poderão ser usados no Google TV; espaço é aberto a programadores

Desenvolvedores Segundo o próprio Google, o relatado é somente a ponta de um vasto iceberg. A empresa está lançando o SDK e a API para os desenvolvedores. Isto propiciará o surgimento de aplicações interessantes, já que o próprio público poderá criar aquilo de que sente necessidade. Será possível oferecer o aplicativo no Marketplace, de forma gratuita ou paga. Uma ação como essa torna a tecnologia praticamente autossuficiente. Para isso, basta que os desenvolvedores estejam sempre buscando inovar e sanar a falta que cada um sente de determinada funcionalidade.

Use.It \\ Conceito de simplicidade elaborado por Jacob Nielsen deve ser usado para desenvolver programação mista de TV e também web

O Google ainda deixa algumas orientações para quem pensa em desenvolver para TV, realçando o ideal jacobnielseniano “Content is king” (Conteúdo é rei, em português). Desta forma, os usuários podem ser recebidos com conteúdo mais rápido e fácil que for possível. Google Translator \\ Em um exemplo prático, será possível procurar e inserir legendas na programação em tempo real; ao usuário, basta recorrer ao controle remoto

Google Code \\ Empresa acaba de lançar API e SDK para interessados em desenvolver plataformas para o Google TV; quanto mais entusiastas, mais diversidade e aplicações

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GoogleTV Programação

TV Aberta \\ Páginas de duas grandes emissoras de TV norte-americanas; Google pretende reunir em um mesmo ambiente televisão e internet

Outro item bastante atraente nesse caso é a “boa prática” de não poluir ou interromper a experiência do usuário com o Google TV. Em vez disso, desenvolvedores sempre pensarão em tornar a experiência melhor. Outro item que deve nortear os desenvolvedores é a máxima “não viole o contexto de uma sala de estar, pense como usuário: o que você gostaria de fazer enquanto está vendo TV e o que você não gostaria de ter neste momento?”. Ao criar para o Google TV, deve-se lembrar que a televisão não é como um computador. Ela é mais social. Não é de um usuário só e por vez. Levando esta socialização até suas aplicações, deve ser considerada a possibilidade de que o software será utilizado por um grupo de pessoas ao mesmo tempo, no mesmo ambiente. É importante considerar que o desenvolvedor irá produzir para um novo ambiente. A TV tem suas vantagens e restrições, assim como qualquer ambiente. Elas são mais largas, o sistema de cores é diferente, os textos apresentados nelas são lidos a uma distância bem maior que de um computador e o som é mais rico.

Botão Voltar \\ Em navegadores populares, como o Opera, o programador sabe que o usuário poderá clicar em Voltar; no Google TV, isso é complicado

* Ao criar para o Google TV, deve-se lembrar que a televisão não é como um computador. Ela é mais social. Não é de um usuário só e por vez. Deve ser considerada a possibilidade de que o software será usado por grupos Esse grupo de dados torna a exploração deste elemento de interface mais viável e útil. Já ouviu falar de KISS (“Keep it simple, stupid”, o que, em bom português, significa “Mantenha a simplicidade, estúpido”)? Pois é, mais uma dica das valiosas: deve-se apostar na simplicidade, oferecendo escolhas simples e ações mais óbvias e fáceis de se optar. Forneça uma experiência de uso que seja simples o suficiente para se adaptar a um controle remoto e lembre-se de que usuários de TV variam de 5 a 100 anos. Compreender que as interfaces de TV que fazem sucesso possuem simplicidade nos quesitos conceito e design é importante. Deve-se procurar identificar os elementos de interface antes de começar a desenvolver, agrupando informações e funcionalidades pertinentes. Não se deve esquecer de deixar de fora tudo aquilo que não for realmente essencial. Como programador, pense em um modo de navegação com informações dispostas de maneira hierárquica. Aproveite os hábitos de navegação que as pessoas criaram com o uso da web. Sempre tente deixar as ações mais necessárias ao alcance de um clique. Não vá contra as principais características de um menu e apresente sempre um modo fácil para que o usuário possa retornar a um ponto anterior. Não confie no botão “Voltar”, como ocorre em navegadores de internet e em ambiente web. Antecipe a próxima ação de um usuário: se ele precisa pesquisar algo, deixe o cursor posicionado na caixa de busca de uma vez. locaweb 55


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Programação GoogleTV

Seja direto com os ícones. Usá-los de maneira incorreta pode causar confusão na usabilidade. Evite usar ícones absurdos ou incoerentes. Utilize labels curtas e claras para o usuário e tome muito cuidado com o uso de rolagem. Navegar em um aparelho de TV é algo crítico. Arquitete tendo em mente que usuários abandonam rapidamente ambientes onde a navegação é confusa. Todos os dispositivos de entrada para o Google TV possuirão teclado QWERTY. Mas os usuários também poderão navegar usando direcionais, como controle remoto, por exemplo. Com isso, imagine que a aplicação deverá ser capaz de ser usável a partir de interações rápidas, com uma mão só e no escuro (vai dizer que você nunca usou seu controle remoto assim?). Não esqueça de criar um estado “hover” para links e botões quando forem focados. A TV é um novo tipo de tela, diferente de um monitor em vários fatores: tamanho, aspecto, resolução, formato de pixel. Evite cores muito saturadas ou brilhantes. Utilize com muita moderação o branco puro (#FFFFFF), pois pode causar aquele efeito de imagem “fantasma” ou excesso de vibração. Procure substituir por algo como o #F1F1F1. Além disso, é bom lembrar que o uso de brilhos em tons de vermelho ou laranja também causa uma distorção incômoda. Seja muito cauteloso ao usar gradientes grandes. Páginas do Flash \\ Aplicação será considerada no projeto do Google para a televisão; com isso, guerra com a Apple, que rechaça a ferramenta multimídia da Adobe, deve esquentar nos próximos meses

Google TV \\ A página oficial do projeto híbrido de televisão e internet é www.google.com/tv; no endereço, há mais dados sobre o assunto

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* Seja direto com os ícones. Usá-los de maneira incorreta pode causar confusão na usabilidade. Evite usar ícones absurdos ou incoerentes. Use labels curtas e claras para o usuário e tome muito cuidado com o uso de rolagem Existem vários modos de exibição em uma mesma TV: standard, cinema, teatro, Vivid, games. Crie elementos de UI maiores, utilize bem o espaço que você tem em mãos, adicionando mais elementos úteis à tela. Elabore hotspots de links e botões maiores e acessíveis. Faça design para resoluções 1280 x 720 (o recomendado para este caso é 1152 x 648) e 1920 x 1080 (neste caso, a recomendação é de 1728 x 972). Telas de televisores possuem um número fixo de pixels, tanto para altura quanto para largura, e a resolução nativa da tela determina se ela está apta ou não a exibir imagens em alta definição (HD). Lembre-se também que se sua imagem tem as mesmas dimensões da tela, ela será exibida como ela é. Caso ultrapasse, será redimensionada para caber no aparelho e haverá uma ligeira redução na qualidade.

O Flash O Google TV reproduz vídeos Flash em 720p e 1080p. Para tirar o máximo de proveito, utilize a codificação H.264 para todos os vídeos. Para ter uma experiência otimizada, tenha certeza de que apenas uma instância do player está sendo utilizada ao mesmo tempo. Evite anúncios que façam com que o player tenha que executar o vídeo concorrendo paralelamente entre si. Tenha consciência de uso da memória do sistema. Verifique limitações antes de executar conteúdo Flash, procure consumir somente o necessário. Na hora de decidir entre vetores ou bitmap, leve em conta novamente o quanto se gasta de recurso para reproduzir imagens vetoriais. Utilizar bitmap, na maioria dos casos, pode ser uma solução saudável para exibir conteúdo de qualidade e de maneira menos custosa para o equipamento. Vale ressaltar também que é recomendável limitar o uso de interpolação, pois isto também consome mais recursos. Designers e desenvolvedores que produzem conteúdo Flash têm costume de usar e abusar de interpolação. Tente, então, minimizar o uso deste recurso para executar o conteúdo de maneira mais rápida. Para saber mais sobre o Google TV, acesse o link http://www.google.com/tv.


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Programação Aplicativos para iPad

Desenvolvimento de aplicativos para iPad O novo brinquedinho da Apple invadiu o mercado e já está na mão de milhares de consumidores pelo mundo; saiba como criar programas para o gadget Jogo de corrida \\ Existem vários exemplos práticos no site da própria Apple de como usar Touchscreen e acelerômetro do iPad

Existem vários exemplos no site da própria Apple que ensinam de maneira prática como utilizar Touchscreen, acelerômetro, gráficos 3D, gráficos 2D, check de bateria, manipulação de áudio, dentre muitas outras coisas. Quem já está atuando na área de desenvolvimento para iPhone não terá muita dificuldade para desenvolver para o iPad, até porque, como você deve imaginar, o SDK é o mesmo.

Dificuldades

Por Yan Borowski

A

O maior problema do desenvolvimento com o iPhone SDK é que o Objective-C exige que você possua grande conhecimento das classes que compõem o toolkit. Existe um Garbage Collector na linguagem, porém ele não funciona para todas as classes. Sendo assim, se você não matar os objetos na hora correta, pode gerar um problema de memória no iPad, pois os objetos ainda estarão presentes na memória.

pós a explosão do iPhone e de todos seus aplicativos úteis, legais e inúteis enviados à Apple Store para venda, chega a vez do iPad. O iPad é, grosso modo, um tablet PC que serve para você acompanhar as notícias, ler seus e-mails, dentre outras utilidades. Para isso, temos que instalar alguns aplicativos que nos permitem realizar estas tarefas. Nesta matéria, serão mostradas algumas coisas que podem ser feitas com a linguagem de programação utilizada pelo iPhone SDK (Objetive-C) para tornar o iPad mais interessante. Será respondida a questão: “Se eu quero criar aplicativos para o iPad, por onde devo começar?”. Primeiramente, você tem que ter um Mac rodando o OS X Leopard (10.5 ou superior). Depois que você tiver em posse do seu Mac, instale o iPhone SDK para que você possa Leopard \\ É necessário ter um Mac rodando o OS X Leopard (10.5 ou superior); depois, começar a brincar. deve-se instalar o iPhone SDK para que se possa começar a brincar de programar no iPad 58 locaweb


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Aplicativos para iPad Programação

Outro problema é que, para você testar seus aplicativos, tanto de iPhone, iPod Touch, como de iPad, você deve ter uma licença de desenvolvedor da Apple. Esta licença permite que você envie seu aplicativo para a Apple Store e utilize as ferramentas de Debug. Hoje, a licença doméstica está em US$ 99,00 por ano. A empresarial, em US$ 299 por ano.

Atrativos A Apple disponibiliza um ambiente de desenvolvimento completo para programadores. Todos os componentes envolvidos no processo de desenvolvimento (hardware, sistema operacional e ferramentas de desenvolvimento) são feitos pela mesma empresa. Todos são preparados para trabalhar juntos sem remendos. Isso gera uma experiência mais fácil e intuitiva, em que os desenvolvedores podem focar em criar aplicações melhores. O iOS, o MAC OS X e o Safari permitem uma emocionante oportunidade para que desenvolvedores transformem seus conceitos em realidade. Construídos

iPhone \\ Desenvolvedores de aplicativos para o celular da Apple podem ganhar até R$ 8 mil por mês; o mesmo deve ser aplicado em breve ao iPad

na mesma base, o iOS e o Mac OS X oferecem ambientes dinâmicos, que vão te fazer repensar o que é possível fazer em um ambiente de desenvolvimento. Com o Safari, você pode testar e visualizar as aplicações como elas realmente deveriam ser.

Mercado de trabalho O mercado de desenvolvimento para produtos da Apple está em grande ascensão. A popularização do iPhone impulsiona a cada dia mais o mercado para o iPad. Há a uma média salarial de R$ 8 mil para contratados como Pessoa Jurídica e R$ 4 mil para os que trabalham em regime CLT.

* Para testar aplicativos de iPad, você deve ter uma licença de desenvolvedor da Apple. Ela permite que você envie seu aplicativo para a Apple Store e use as ferramentas de Debug

Aplicativos

Confira aqui alguns aplicativos interessantes para usar no seu iPad e quanto eles custam (os preços da Apple Store podem mudar sem aviso prévio) APLICATIVO

DESCRIÇÃO

PREÇO

Kindle

Recentemente, a Amazon lançou um aplicativo para o iPad que simula seu grande leitor de livros, o Kindle. Este aplicativo está batendo de frente com o iBooks da Apple.

Gratuito

Tweetdeck

O Tweetdeck é um agregador de Twitter muito utilizado nos desktops. Ele está agora disponível, também, para o iPad.

Gratuito

The Weather Channel Max

Um aplicativo no qual você pode consultar a previsão de tempo para diversos locais.

Gratuito

Pages

Um editor de textos básico, em que o usuário pode escrever, formatar o texto, inserir imagens, dentre outras coisas. Você pode exportar seus textos para o Microsoft Word e para um documento PDF.

US$ 9,99

Things

Temos aqui um To Do List no qual podemos adicionar tarefas, compromissos, anotações, entre muitas outras coisas.

US$ 19,99

Real Racing HD

Após o Real Racing para iPhone, a Firemint retorna com o seu jogo para o iPad. Aqui você tem várias opções de configuração para o carro e uma grande interação com o jogo por meio do Acelerômetro.

US$ 9,99

Reeder

Versão do Google Reader para iPad com sincronização com a sua Google Account.

US$ 5,00

O mercado de desenvolvimento para os iDevices (iPod Touch, iPad e iPhone) está vindo com tudo. Existem muitos cursos por aí nos quais, em pouco tempo, você já pode começar a desenvolver seus primeiros aplicativos e mandá-los para a Apple Store. Quem se dedicar e tiver boas ideias pode fazer dinheiro.

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Programação Aplicativos para iPad

Google \\ Há versões de serviços do Google, como o Google Reader, que foram desenvolvidas especialmente para serem usadas nos aplicativos portáteis da Apple

Modelo de desenvolvimento Confira o modelo de desenvolvimento de aplicações para o iPad, que segue o mesmo molde de outros aparelhos da Apple, como iPhone e iPod Touch: MODELO

Objetos Customizados Objetos do Sistema

Modelo de Dados do Objeto

Ambos VISÃO

CONTROLADOR

Aplicações UI

Janela UI

Aplicações Delegadas (Objetos Customizados )

Visão do Controlador Raiz Visão e Objetos de UI Objetos adicionais do Controlador (Customizado)

Apple Store \\ Loja da Apple permite a venda de aplicativos para o iPad; para que isso ocorra, o desenvolvedor deve comprar uma licença

Esses valores são referente a Rio de Janeiro e São Paulo. Vale ressaltar que, como o iPad está bem no início das vendas, muitas empresas estão recrutando pessoas com experiência em desenvolvimento para iPhone, que terão um futuro treinamento com iPad. Então, se você curte uma Maçã, corra atrás de um curso de Objective-C. Isso renderá, em breve, muito dinheiro.

• Plugins customizados e frameworks não são suportados; • As aplicações, diferentemente do iPhone, devem suportar os formatos de tela-retrato e paisagem obrigatoriamente; • A linguagem básica de desenvolvimento é o Objective-C, porém também podem ser utilizados C e C++; • A memória é gerenciada com o modelo retain/release; • As aplicações podem disparar threads paralelas, porém a tela principal do programa estará rodando na thread principal.

Gráficos e multimídia

Arquitetura de desenvolvimento

• Todas as tecnologias de mídia e gráficos utilizadas no iPhone podem ser utilizadas aqui, isso inclui suporte nativo a renderização 2D nativa, como o Core Graphics, o UIKit e o Core Animation. Você também pode utilizar o OpenGL ES 2.0 ou o OpenGL ES 1.1 para renderizar conteúdo 2D e 3D; • O Multi-Touch do iPad funciona da mesma maneira que o do iPhone, o handler de eventos é baseado em recebimento de eventos de toque na tela da sua aplicação. Sua aplicação então é responsável por interpretar estes eventos e transformá-los em ações na sua tela; • O iPad tem suporte a Reconhecimento de Gestos. Existem alguns gestos predefinidos e você pode adicionar gestos personalizados de acordo com a sua necessidade.

• Somente uma aplicação roda por vez e ocupa a tela inteira; • Espera-se que as aplicações sejam executadas e fechadas dentro de um curto espaço de tempo;

• É o mesmo do iPhone. É utilizado o modelo MVC (Model, View and Controller).

Guia de desenvolvimento Com o iPad, temos a oportunidade de criar aplicações Multi-Touch com uma tela grande. A resolução de 1024 x 768 do iPad proporciona muito mais área de exibição e muito mais detalhe com conteúdos existentes. A seguir, você confere detalhes sobre o perfil do brinquedinho da Apple, bem como informações que serão úteis para desenvolver para o iPad.

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Modelo de desenvolvimento


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Aplicativos para iPad Programação

Alguns aplicativos para iPad Contatos \\ Aplicativo que coloca o usuário a um simples toque de encontrar e contatar sua rede de amigos, parentes e colegas

Veja o que é distribuído com o iPad e não repita a aplicação

Mapas \\ Sistema de mapas que integra o iPad e permite ao usuário se encontrar em ruas e avenidas

Calendário \\ Inteligente sistema de agenda que organiza o dia a dia do usuário e mostra reuniões e compromissos

Notas \\ Blocos de notas do iPad que permite ao usuário digitar textos em geral, por meio do teclado Touchscreen

Vídeos \\ Um dos maiores atrativos do iPad trata-se do player que permite ao usuário assistir a filmes e conteúdos multimídia

App Store \\ Acesso rápido à loja de aplicativos da Apple, a mesma em que os programadores venderão seus projetos de soft

Settings \\ São as configurações do iPad que permitem ao usuário personalizar o aplicativo de forma a torná-lo mais pessoal

YouTube \\ Aplicativo que leva o usuário ao famoso site de vídeos; o sistema facilita a busca de filmes na página eletrônica

Safari \\ O rápido navegador da Apple – principalmente em ambientes da empresa da Maçã – integra o iPad nativamente

iTunes \\ Eis o tocador padrão do iPad – como de toda a família de traquitanas da Apple; garante fácil acesso às bibliotecas MP3

E-mail \\ Aplicação que baixa, lê e recupera mensagens eletrônicas é embarcada no aparelho da Apple

Fotos \\ Com um simples clique, o aplicativo de fotos leva o usuário ao ambiente onde pode conferir imagens

iPod \\ Permite ao usuário ouvir músicas no iPad que estejam em seu iPod, já que realiza a comunicação entre ambos

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Programação PDF no Google

Como fechar PDF para indexar ao Google O buscador agora consegue enxergar dentro de extensões no famoso formato de documentos. Para isso, basta que o arquivo esteja devidamente adaptado Por Felipe Magalhães

O

termo SEO (Search Engine Optimization) tem ganhado muita força nos últimos tempos. Atualmente, existem empresas que cuidam somente da otimização de seu conteúdo para que você possa encabeçar a lista de resultados em uma pesquisa não só no Google como em outros buscadores (Bing, Yahoo!). É complicado estar na web hoje em dia se você não se mostra, se não desponta pelo menos na primeira página do resultado da busca. No meio disso, o Google tem evoluído seu mecanismo. A prova disso é que, atualmente, ele consegue realizar busca dentro de um PDF. Na verdade, os motores de busca do Google sempre indexaram estes arquivos, mas agora eles também conseguem reconhecer o texto existente em PDFs gerados, por exemplo, pelo escaneamento de documentos, utilizando software do tipo OCR (Optical Character Recognition).

Para se ter ideia, vá ao www.google.com.br e busque por “www.locaweb.com.br filetype:pdf”. Você será remetido a um resultado de busca em que todas as ocorrências são arquivos PDF. Alguns itens possuem o link “Ver em HTML”, outros possuem o “Visualização rápida”. Ele, na verdade, irá direcioná-lo ao Docs do Google, onde você poderá clicar em “HTML sem formatação” e será levado ao mesmo ponto do item anterior. Existem, basicamente, duas origens para um PDF: impressão ou escaneamento. Os PDFs de impressão são aqueles que nascem a partir da impressão de algum documento que tenhamos no computador. Ele será exportado ou impresso com saída em um arquivo PDF (existem impressoras virtuais de PDF como o PDF995 – www.pdf995.com). Nestes casos, por terem se originado de um documento de texto, é mais simples indexar seu conteúdo. Porém, no caso dos PDFs escaneados, que é onde a imagem possui um texto embutido, mas não reconhecido, o Google realiza o processo de extração da informação com base nestas imagens por meio de algoritmos que permitem o reconhecimento óptico de caracteres.

Abaixo \\ Site PDF995: eis uma impressora virtual em PDF, que permite que o arquivo seja exportado em formato de saída da Adobe, de modo a facilitar as ações do usuário

Google \\ O buscador consegue “enxergar” dentro de PDFs; depois de lê-lo, o sistema do mecanismo identifica palavras pedidas na busca e retorna ao usuário. Há opção de visualizar o conteúdo em HTML

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PDF no Google Programação

O recurso está disponível no buscador desde o segundo semestre de 2008. Ele faz parte da ideia estratégica da empresa de tornar toda a informação do mundo acessível. Isto traz uma grande vantagem para empresas que desejavam disponibilizar em seu site os documentos em papel que possuem: não é preciso digitar tudo, basta escanear que o motor de busca do Google consegue converter a imagem em texto e encontrar o que for desejado.

* O recurso que lê o interior dos PDFs e os mostra em HTML está disponível no buscador desde o segundo semestre de 2008. Ele faz parte da ideia estratégica da empresa de tornar toda a informação do mundo acessível

Otimizando um PDF Será mostrado um passo-a-passo visando melhorar um PDF para a indexação. Para isto, você poderá utilizar o Adobe Acrobat Reader (http://get.adobe.com/reader), o leitor mais comum de PDF. Abra um documento PDF qualquer que você deseja utilizar como exemplo, vá a Arquivo e Propriedades. A aba Descrição é onde reside boa parte do conteúdo utilizado para otimizar o documento para buscas, nela estão os itens:

Arquivo: Neste ponto, vale recordar as recomendações feitas para qualquer arquivo quando o assunto é SEO. Sempre que possível, salve os documentos com nomes relevantes e que tenham relação com conteúdo. Título: O item mais importante das propriedades do PDF. O título é uma peça-chave na hora de se indexar o documento. Por isso, seja sucinto e use as palavras que se encaixam melhor com a finalidade do seu documento. Caso este campo fique vazio, o motor de busca assume com título o nome do arquivo.

Foxit \\ Usuários do popular e alternativo leitor de PDF também podem formatar seus documentos para que sejam encontrados pelo Google

Autor: É aconselhável colocar o nome da empresa ou do indivíduo que criou o documento. Assunto: O assunto funciona como uma metadata para seu PDF. É o item mais importante a ser preenchido, logo após o título. Preencha-o de maneira resumida explicando sobre a que assunto o documento se refere. Palavras-chave: Sua finalidade é autoexplicativa. Saiba tirar o máximo de proveito deste item, usando termos condizentes com o conteúdo. Não exagere na quantidade, isto pode ser prejudicial. Atenha-se a três ou, no máximo, cinco palavras-chave. Caso você prefira utilizar outro software que tem feito muito sucesso na leitura de PDFs, o Foxit, o processo é quase o mesmo. Vá a File e Properties. Será exibida uma caixa de diálogo com os seguintes itens:

Adobe \\ Por meio de poucos passos, é possível formatar um documento PDF de forma que ele seja encontrado facilmente pelo Google; um dos pontos mais importantes é determinar as palavras-chave

Title: Tem a mesma finalidade do campo “Título”, descrito acima. locaweb 63


PDF Google:W2008 22/7/2010 20:41 Page 64

Programação PDF no Google

Lembre-se de que esta informação é a mais importante para se indexar o documento. Subject: Idem ao campo assunto citado anteriormente. Utilize a mesma ideia de conteúdo enxuto e direto. Author: Mesma informação do campo “Autor”. Utilize o nome da empresa ou do indivíduo que criou o arquivo. Keywords: Deve ser tratado da mesma maneira que o item “Palavras-chave” citado anteriormente. Seja direto e claro, sem rodeios, isto conta muito na hora de indexar.

* Existem basicamente duas origens para um PDF: impressão ou escaneamento. Os documentos do primeiro tipo são aqueles que nascem a partir da impressão de um arquivo que o usuário ou desenvolvedor tenha no computador Dica para programadores Se você desenvolve e tem intenção de montar algum sistema para manuseio de documentos em formato PDF, não precisa se preocupar em solicitar que seu usuário tenha que fazer o cadastramento das informações nos campos citados acima. Para tanto, basta trabalhar com as configurações do arquivo diretamente via linguagem de programação. Confira este exemplo simples e prático em ColdFusion (www.coldfusion.com): <cfset config = StructNew()> <cfset config.Title = "Texto para o título"> <cfset config.Author = "Autor do documento"> <cfset config.Keywords = "coldfusion, desenvolvimento, pdf"> <cfset config.Subject = "Assunto"> <cfpdf action="setInfo" source="exemplo1.pdf" info="#config#" destination="exemplo1.pdf" overwrite="yes">

ColdFusion \\ Para desenvolvedores, não é necessário se preocupar com o fato de os usuários realizarem o cadastramento de informações no PDF

Neste exemplo, é feita a configuração dos atributos título, autor, palavras-chave e assunto.

Dois programas de PDF \\ À esquerda, a tela de propriedades do alternativo leitor do formato universal Foxit; à direita, a do famoso Acrobat Reader

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PDF no Google Programação

Ao lado \\ Issuu é um dos mais populares sites que abrigam arquivos PDF, que podem ser visualizados diretamente via browser; sistema simula a leitura como se fosse uma revista

Abaixo \\ Calaméo tem bem menos recursos que o Issuu, mas é uma boa pedida para usuários monoglotas – a interface pode aparecer em português e outros idiomas

Primeiro, armazena-se estas informações em uma estrutura (linhas de 1 a 5). Depois, aplicamos essas configurações a um documento, como mostrado nas linhas da tag <cfpdf>. Bem, o que foi mostrado aqui é um pouco do que pode ser feito em prol da otimização dos seus PDFs. Mas deve-se lembrar de que ele carrega conteúdo, informação em si. Então, pense em como distribuir esta informação de maneira válida para pesquisa.

Dica: procure alocar seus PDFs em uma pasta próxima à raiz do site. Isto ajuda os bots de indexação a localizarem a informação de maneira mais rápida. PDFs na web Em algumas ocasiões, por questão de quantidade de PDFs a serem disponibilizados, ou tamanho dele, alguns usuários optam pela utilização de sistemas de publicação online de PDFs. Estes sistemas são conhecidos por suas facilidade e por apresentarem maneiras interessantes de se navegar entre as páginas do documento. Estes sites apostam na ideia de que é melhor ler o conteúdo do site que ter de realizar o download para sua máquina, visto que em alguns casos o PDF pode ter um tamanho exagerado. O Issuu (http://issuu.com) é uma plataforma robusta para publicação de documentos (não se restringe a PDFs). Ele possui, inclusive, uma app para ser utilizada em plataformas Andriod OS (o link para instalação é http://m.issuu.com). Em seu site, há o anúncio de que, em breve, será disponibilizada uma versão mobile para uso

em iPhone, iPod e iTouch. É importante ressaltar que este sistema possui as mesmas limitações de indexação que sites desenvolvidos em Flash. Por outro lado, não se pode ignorar a beleza existente na apresentação do conteúdo neste formato, chamado “FlipPage” (ele simula o folheamento de páginas, como se você estivesse lendo uma revista fisicamente). A agilidade, já que o navegador só fará o carregamento das páginas que estiverem sendo exibidas por vez, e não de todo o documento, é outro ponto positivo. Mas o mais importante no Issuu é que, mesmo sendo em Flash, ele possui uma boa otimização para busca. Cada palavra que houver dentro de uma determinada publicação pode ser localizada por qualquer mecanismo de busca. Além do Issuu, existem alternativas como o Calaméo (www.calameo.com), que segue a mesma linha, porém conta com menos recursos. Uma vantagem para muitos usuários é que ele pode vir com a língua portuguesa como padrão. É mais focado em revistas, mas aceita qualquer conteúdo e também não se prende somente a PDFs. A outra alternativa é o famoso Scribd (www.scribd.com), que chegou a ser conhecido como o “YouTube dos livros”, tamanha foi sua fama. Funciona como uma grande comunidade de compartilhamento de documentos e se destaca por ser um repositório de inúmeros livros. Ele também aceita qualquer tipo de conteúdo, bastando ser PDF, DOC ou PPT. Possui filtro de busca para vários idiomas e permite o download do documento a quem for cadastrado no site. locaweb 65


Parceiros Locaweb:W2008 4/8/2010 19:53 Page 66

Bamboo Brasil www.bamboobrasil.com.br

Equipe S www.equipe-s.com

DDWB www.ddwb.com.br

Bis2bis www.bis2bis.com.br

Go2Web www.go2web.com.br

AgĂŞncia Penta www.agenciapenta.com.br

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kwarup.com

A Locaweb chegou a Belo Horizonte A Locaweb inaugurou sua filial em Belo Horizonte trazendo 12 anos de experiência, mais de 200 mil clientes, 500 mil domínios hospedados, parcerias com mais de 19 mil desenvolvedores e a liderança em Hosting no Brasil e na América Latina, segundo a IDC*. Locaweb, tudo o que você quer fazer na internet, você encontra aqui.

www.locaweb.com.br Data Center | Cloud Computing | Servidores Dedicados | Hospedagem de Sites * Líder em Hosting no Brasil e na América Latina em 2009, segundo a IDC. Relatório LA IT Services 2009, categoria Infrastructure Hosting Services.

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Revista Locaweb - Ed 23  

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