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Cada vez melhor! Informação e conteúdo pra você! Pesquisadores desenvolvem forma de obtenção de energia através da perda de calor “[...]pesquisadores do MIT e Stanford desenvolveram um método no qual ele pode ser usado para gerar energia. A maioria das pesquisas estão focadas em materiais termoelétricos, que são mais conhecidos por transformar energia térmica em energia elétrica, mas sua produção em larga escala é muito difícil por usarem

Volta ao mundo sustentável Fique por dentro de como funciona o avião movido à energia solar que já até sobrevoou os Estados Unidos de costa a costa! Tire suas dúvidas à respeito do seu funcionamento e desenvolvimento. E aí? Você teria coragem pra encarar uma viagem sobre os oceanos dentro desse avião?

matéria-prima escassa e por serem pouco eficientes. A nova alternativa desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Stanford e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), liderados pelo Prof. Gang Chen, utiliza um princípio chamado efeito termogalvânico, [...]” Continue lendo (página 4).

Um plástico que se comporta como vasos sanguíneos

Você pensa que já viu de tudo? Pois é, nem nós! Esse novo material desenvolvido possui características semelhantes aos vasos sanguíneos no aspecto de regeneração. Interessante não? Imagine a utilidade desse material em diversos campos como construções, aparelhos para medicina dentre outros.

Emprego: Já descobriu se fez as escolhas certas? Siga os passos do Lobo e seja feliz na sua futura profissão!


Energia pelos ares Conheça o avião solar Impulse 2 e saiba como ele funciona Por Adrianus de Queiroz Ferreira

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m março de 2015, o avião Solar Impulse 2 decolará com o objetivo de dar a volta ao mundo utilizando apenas energia solar como combustível. O primeiro protótipo, o Solar Impulse 1 o qual foi a primeira aeronave tripulada a não depender de um combustível fóssil, já foi capaz de cruzar os Estados Unidos de costa a costa no ano passado, o que aumenta as expectativas para a empreitada de seu sucessor. O novo projeto tem 72 metros de envergadura de asas, de ponta a ponta, sendo mais largo do que um Boeing 747. Entretanto, é superleve, pesando 2.200 quilos, cerca de duas vezes mais do que um carro de passeio. Nas asas, estão os painéis solares e os mecanismos de otimizar e armazenar a energia captada pelo sol. Resp o n d e n do à pergunta óbvia: podem voar à noite? A resposta é sim. O avião é inteiramente feito de fibra de carbono e coberto com 17.248 células solares as quais alimentam 4 motores elétricos de 10 HP cada. Nas asas, estão os painéis solares e os mecanismos de otimizar e armazenar a energia captada pelo sol para, logicamente, o avião ser capaz de viajar a noite. A velocidade máxima, entretanto, não é nada alta e alcança apenas 65 km/h. A cabine abriga apenas uma pessoa, que terá de se acostumar com pouca comida e ingestão de líquidos por canudo. As necessidades fisiológicas devem ser feitas na própria cabine para aproveitar o assento reclinável com vaso sanitário embutido como na imagem abaixo.

Para tornar o avião mais leve, não há nenhum tipo de aquecedor ou ar-condicionado, mas a cabine é isolada termicamente de forma a proteger o piloto de temperaturas extremas, que podem ir de - 40ºC a 38ºC. Cada piloto voará por seis dias, tirando apenas algumas sonecas, já que eles não poderão embalar longos períodos de descanso.

O voo sairá do Golfo Pérsico, no Oriente Médio, passará pela Ásia e se aventurará sobre o Oceano Pacífico. A expectativa é voar a 8.500m de altitude durante o dia, para recarregar melhor as baterias, e descer a apenas 4.900m à noite, visando maior consumo. Se a aeronave se inclinar demais, o piloto será alertado por um alarme vibratório na pulseira sobre a necessidade de correção da rota. O projeto não tem pretensão de criar um avião comercial movido a energia solar e, sim, divulgar e desenvolver tecnologia para uma geração de energia limpa e renovável, além de servir como fonte de pesquisa e patentes nas áreas de energia e aeronáutica, sendo esse último fator, o de maior rentabilidade.


Plástico de sangue Saiba mais sobre a descoberta de um material plástico que se comporta semelhante a vasos sanguíneos

Por Leonardo Hori

U m plástico que pode se regenerar poderia ajudar a diminuir o prejuízo de uma

estrutura danificada quando as condições de consertá-la são extremamente difíceis – como uma rachadura em um ônibus espacial. Polímeros que se regeneram já são uma tecnologia estudada a alguns anos, mas até agora só eram capazes de reparar danos microscópicos. Um estudo feito pela Universidade de Illinois combinou técnicas de engenharia mecânica e química para fabricar um material sintético capaz de se regenerar de danos com tamanho de 1cm em diâmetro. Os pesquisadores desenvolveram duas substâncias inertes que, quando misturadas, formam um gel que se endurece e vira um plástico resistente. Para conseguir manter as duas substâncias separadas, mas que entrassem em contato quando necessário, eles se inspiraram no sistema circulatório humano. Os pesquisadores criaram microcanais de plástico preenchidos com uma das duas substâncias. Seu comportamento é semelhante ao de veias no corpo humano, que ao serem rompidas liberam sangue, que possui propriedades regenerativas. O plástico foi submetido a um impacto controlado para testar a sua capacidade de regeneração. A estrutura foi danificada de tal forma que foi criado um buraco grande e várias outras fraturas. Os microcanais rompidos permitiram o fluxo das substâncias contidas, que ao entrarem em contato entre si, elas reagiram e se solidificaram. A quantidade de líquido foi capaz de reestabelecer a estrutura danificada, e o plástico restaurado apresentou propriedades físicas semelhantes às de antes do ensaio. Foi observado que há ainda a necessidade de desenvolver uma reação mais rápida entre as duas substâncias, já que um buraco de 1cm de diâmetro demorou vinte minutos para ser preenchido, e o gel demorou três horas para endurecer. Esta tecnologia pode ser utilizada para diversos fins, desde engenharia aeroespacial até implante cirúrgicos. Ainda seria necessário desenvolver métodos para criar estruturas plásticas maiores que necessitem um conjunto maior de técnicas. Um artigo com os resultados foi publicado na revista Science.

Para mais informações, visite: http://www.nature.com/news/plastic-material-imitates-veins-to-heal-itself-1.15190


Seguindo a sua vocação profissional em oito passos Ser feliz no trabalho é importante, descubra se você fez as escolhas certas Por Pedro Filipe Fontes

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ualquer ser humano, naturalmente, procura, em grande parte de sua vida, algo em que possa ser verdadeiramente útil de alguma forma, seja através de um emprego ou até mesmo de um hobby ou habilidade. Isso tudo remete à vocação, isto é, nada além de uma identificação das habilidades pessoais a fim de usá-las de forma útil, retornando assim, benefícios para a sociedade em que se vive. Depois de identificar a vocação, basta que haja bastante trabalho e dedicação para que sejam desenvolvidas melhorias no processo de uso das habilidades pessoais descobertas como úteis. Para isso, possuem vários estudos e procedimentos segundo cada tipo de habilidade como, por exemplo, faculdades artísticas para aqueles que descobrem que são muito bons em desenhar. Agora, pensando no contexto do emprego, ou seja, na vocação profissional, deve-se ter em mente que a vocação é onde está todo o sentimento pessoal de realização, por isso, é importante encontrar a vocação antes de trabalhar. Baseado nisso, O Lobo traz aqui oito sinais que te ajudam a perceber se a vocação identificada por você é, de fato, a mais coerente a ser exercida como trabalho para que, assim, não haja no futuro insatisfação pessoal e falta de realização profissional.

1 – Não parece trabalho As atividades no emprego são “leves”, no sentido de não serem desgastantes psicologicamente e são encaradas como um estilo de vida, ocasionando assim, maior eficiência e fluidez no processo criativo quando se trabalha e, consequentemente, crescimento pessoal também para o meio de trabalho. 2 – Está alinhado com os seus principais valores Sua vocação está ligada com quem você é e com que acredita, logo, todas as suas percepções de vida estão no que faz, dessa forma, o sentimento de motivação no trabalho, diante de qualquer fase, boa ou ruim, é constante. 3 – Você se sente disposto a sofrer Não que você não goste do que faz, mas, assim como a palavra “paixão”, que vem do grego passio, quer dizer ato de suportar ou sacrifício, você está disposto a sacrificar sua vida pelo que faz justamente pelo fato de que se sente gratificado por isso. 4 – O tempo passa despercebido De fato, quando se faz o que gosta, não há muita percepção do tempo uma vez que, naturalmente, qualquer pessoa, quando está satisfeita com o que está fazendo, se dedica com muita concentração não dando espaço para o tempo ter qualquer influência negativa no processo.

5 – Você aproveita sua vida Por ser algo, como dito anteriormente, “leve” de se fazer, você se sente sempre revigorado, disponível e bem disposto para aproveitar o que a vida tem de bom, isso acarreta apenas desenvolvimento no trabalho visto que, uma vez que você se sente bem consigo mesmo por saber aproveitar a vida, o trabalho fica cada vez melhor, fechando um ciclo que traz bons resultados. 6 – O comprometimento é automático Depois de passar por todos os pontos anteriores, quando se está motivado, a inciativa é grande, fazendo com que o comprometimento seja algo totalmente natural uma vez que você sabe o quanto o seu trabalho é importante para você. 7 – As pessoas percebem É fácil notar sua satisfação tendo em vista que nada fala mais do que a linguagem corporal, dessa forma, todos percebem sua satisfação e prazer no que você faz. 8 – Você fica cansado, porém não fica desanimado Apesar do trabalho duro, cada dia é empolgante e te deixa intrigado sempre querendo mais. Apesar do cansaço natural proveniente da dedicação, não existem problemas para continuar motivado a trabalhar cada vez melhor.

Analisando esses sinais, com certeza, fica muito fácil perceber se o caminho certo no trabalho está sendo seguido. Isso é importante não só para a realização pessoal e profissional, mas também para uma contribuição eficiente para a sociedade visto que um trabalho bem feito só traz consequências e influências positivas na sociedade, por isso, tenha sempre em mente esses indícios para que você seja capaz de fazer a diferença no mundo.


Perda de calor, ganho de energia Saiba mais sobre a incrível descoberta de pesquisadores de Stanford e MIT

Por Leonardo Hori

Todas as máquinas sofrem perdas de calor, uma

consequência conhecida de qualquer processo termodinâmico. Esse calor geralmente acaba sendo dissipado no ambiente, mas pesquisadores do MIT e Stanford desenvolveram um método no qual ele pode ser usado para gerar energia. A maioria das pesquisas estão focadas em materiais termoelétricos, que são mais conhecidos por transformar energia térmica em energia elétrica, mas sua produção em larga escala é muito difícil por usarem matéria-prima escassa e por serem pouco eficientes. A nova alternativa desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Stanford e pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), liderados pelo Prof. Gang Chen, utiliza um princípio chamado efeito termogalvânico, no qual se aproveita a relação entre a temperatura de uma bateria e a voltagem necessária para carregá-la. Esta nova bateria poderia ser utilizada em escala industrial, em siderurgias e refinarias, desde que a temperatura aproveitada não passe de 100˚C. Inicialmente, a bateria é aquecida com o calor dissipado pelas máquinas. Uma vez

quente, ela é carregada com uma baixa voltagem, e depois deixada esfriar. Devido ao efeito termogalvânico, a voltagem que a bateria pode gerar ao descarregar é maior do que a voltagem necessária para carregá-la, liberando uma maior energia. A nova tecnologia, ao ser aquecido a uma temperatura de 60˚C, possui uma eficiência de conversão de eletricidade 5,7% maior do que de sistemas com materiais termoelétricos. Além disso, ela utiliza materiais que já são normalmente utilizados na produção de baterias, além de ser facilmente adaptável para os processos de fabricação já existentes. Os pesquisadores ainda estão buscando formas de melhorar a nova tecnologia, já que ela fornece uma energia muito menor por grama de material, pode operar por apenas uma hora, e ainda não possui tempo de vida o suficiente para justificar sua produção em larga escala. Há, entretanto, muito otimismo para conseguir atingir os próximos passos. Um artigo foi publicado na revista Nature Communications descrevendo os resultados. Para mais informações, acesse: http://news.stanford.edu/news/2014/may/waste-heat-battery-052114.html


O Lobo - 5ª Edição