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Introdução Texto de Indignação DA Água A minha vida está em perigo. Aliás, a minha vida e a dos meus filhos está em perigo. Porquê? Todos os dias, a poluição vem para dentro de mim e ataca-me. Ao atacar-me fere os meus filhos, como os peixes e as algas. O que será deles se eu morrer? Nada. Irão morrer tal como eu. E depois o que sucederá aos animais terrestres, aos humanos? Também irão morrer como eu? E as plantas? Se a poluição me continuar a atacar, todos os seres vivos, assim como eu morrerão. Sou fundamental para a vida na Terra. No entanto, não me dão o devido valor. Não se apercebem que sem mim não haveria vida. Eu sou o oxigénio e alimento dos animais aquáticos, sou a amiga que nunca recusa um copo de água. E como é que me agradecem? Poluindo-me? A questão é esta: “Quem é que é o culpado?”. Serão as fábricas? Não, as fábricas não têm vida. É o Homem. O Homem não me sabe dar o devido valor, tal como não se apercebe do valor das árvores. É dele e só dele que depende a minha vida. Ajudem-me a mudá-lo!

Salomé Castro, 8ºA, Nº22.

A Água  

Introdução Ajudem-me a mudá-lo! Salomé Castro, 8ºA, Nº22.

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