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O paraíso

Num dia radioso, o Michael foi passear na praia que era muito próximo de sua casa. O Michael sempre gostou muito da praia e do mar, sentia-se no paraíso e, como o mar convidava a entrar na água ele decidiu refrescar-se. Entretanto, o rapaz ouviu uma voz monótona e suave: - Não me poluas, não quero ser o contentor desta população. - Estarei a falar com o mar? - Sim, estás, eu nunca falei com outras pessoas mas estou cansado que as pessoas façam de mim o lixo e decidi falar-te para me assegurar que não faças o mesmo erro. - Pois, está descansado, eu nunca iria poluir o mar, o mar é que me dá alegria todas as manhãs. - Então, não ias poluir-me? - Não, o mar para mim é como se fosse o meu melhor amigo, nem dá para exprimir o meu amor pelo mar. - Obrigado Michael. - Como sabes o meu nome? - Vejo-te a passear na minha praia todas as manhãs e quando estás com problemas falas comigo. - Eu não sabia que me conseguias ouvir, então porque nunca me respondeste? - Estou demasiado cansado para responder, é que na verdade eu também tenho um problema, um grave problema. - Qual? - perguntou o Michael preocupado. - A poluição! - É verdade, a poluição está cada vez mais a aumentar, mas no que te poderei ajudar?


- Avisar as pessoas, se elas continuarem a poluir o mar, vai ficar uma verdadeira lixeira. - Eu irei ajudar-te, todos juntos conseguimos ter um mundo melhor, sem poluição. E, na verdade o Michael conseguiu mesmo ajudar o mar. As pessoas já não poluíam o mar e estavam muito mais cautelosas. E o rapaz pensou para ele próprio "Espero que as pessoas não voltem a poluir o mar".

Beatriz Santos, nº3, 8ºA

Conto_Beatriz  

- Não, o mar para mim é como se fosse o meu melhor amigo, nem dá para exprimir o meu amor pelo mar. - Estou demasiado cansado para responder...

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