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Editorial Encontramo-nos todos a 25 em Tripoli! Chegou Abril, um mês no qual, como em todos os outros meses, aqui e por toda a parte, hoje e sempre, se vislumbraram possíveis as revoluções e se prepararam os revolucionários. Cada revolução como acontecimento, intensidade teoricamente irrepetível, perturbação e inflexão da linearidade do tempo, inscrição da novidade e diferença na História. Em cada trajectória e em cada vontade revolucionária a intensidade possível da palavra, da escrita e dos livros, cada um deles em si mesmo, como já resgatámos de Gilles Deleuze num dos nossos editoriais, um acto de criação e resistência como a filosofia o é, a preparação de um povo ou de uma comunidade (de seres livres) que faltam. Como escreveu Sophia de Melo Breyner Andresen a propósito de uma revolução: Esta é a madrugada que eu esperava/ O dia inicial inteiro e limpo/ Onde emergimos da noite e do silêncio/ E livres habitamos a substância do tempo. Este mês continuamos as nossas Leituras Fabricadas com o Estética e Política - A Partilha do sensível de Jacques Rancière, uma comunidade de leitores, com a orientação de Nuno Nabais, que agora se irão encontrar a 5 e 19 de Abril. A 17 aguardamo-lo para mais um encontro subversivo na nova sessão da Stand-Up Philosophy. Queremos convidá-lo também para o lançamento, no dia 13, de O Químico e o Alquimista, o novo livro de Maria Filomena Molder, editado pela Relógio d’Água, que acompanha a leitura de Baudelaire por Walter Benjamin. A 29, no final de tarde de Sexta, um encontro informal com a actriz Isabel Ruth e convidados ainda a anunciar, com o seu livro Fotopoesia e as suas canções. Esperamo-lo mais uma vez (e sempre) aqui na livraria. Os filósofos, os poetas, os revolucionários, os livros que a compõem aguardam-no.


http://www.jornalmudardevida.net/

Editorial


Novidades

http://www.assirioealvim.blogspot.com/

UM ADEUS AOS DEUSES Autor: Ruben A. “Preocupo-me com os deuses. O meu tridente não enxerga divindades.Mesmo no céu, no último reduto que julgava possível eles já o abandonaram. É novo mistério para explicar, para filósofos e religiosos penetrarem no poder das cogitações. Emigrados na terra, sem mar e sem espaço os deuses ficam mais limpos, mais puros, apeados da parafernália dos domingos e feriados.” Ruben A.

D. CARLOS — Drama em verso Autor: Teixeira de Pascoaes O drama D. Carlos não é um ensaio historiográfico. É um poema criado sobre a história, ou a partir de um peculiar modo de olhar a história. Dela havia Pascoaes recebido as convergências e as divergências acerca de quanto se passara, e como se passara, inteligindo as iniquidades, tal como as inteligiria no Jesus Cristo em Lisboa.

Antropologia do espaço Autor: Filomena Silvano “Antropologia do Espaço de Filomena Silvano, é um livro com vocação marcadamente didáctica, mas que constitui uma notável síntese (deveríamos dizer um mapa?) de uma disciplina (a antropologia) que tem vindo a ganhar (pelos motivos que Jameson enunciava) uma importância crescente na cultura contemporânea. Filomena Silvano percorre as etapas fundamentais de uma autonomização teórica da noção de espaço e de uma fundação sistemática da ideia de antropologia de espaço: passamos aqui pelo fascinante contributo de Henri Lefebvre.” Eduardo Prado Coelho


Lope de Vega

Novidades


Novidades A DIVINA PESTILÊNCIA Autor: João Rasteiro O poema serve de mortalha, ignoro de que ocultos metais é constituída a arte dos dedos.

ANTOLOGIA POÉTICA Autor: Lope de Vega «“Monstro da natureza” chamou Cervantes a Lope pela quantidade da sua obra. Com rigor e compreensão para os seus excessos, uma selecção que seja suficiente para conhecer essa obra ultrapassa as dimensões de uma antologia. Mas, organizada com vontade de compreender o homem e o poeta complexo e por vezes desmesurado, em diversos aspectos, que ele foi, é possível que seja a única forma de começar a aceder e compreender um dos melhores poetas da literatura espanhola, com defeitos que muitos souberam evitar, mas com uma pujança e ousadia que são quase só dele.» José Bento

ANTOLOGIA POÉTICA Autor: Luis de Góngora «Góngora teve como contemporâneo Lope de Vega e, vinte anos mais novo, Francisco de Quevedo, que se lhe opuseram ferozmente desde que tiveram forças para tanto. É discutível qual destes poetas é o maior e tal discussão não interessa e é inconclusiva. Contudo, o mais influente no seu tempo foi Góngora, pois não só deu origem a uma escola, nem sempre digna do mestre ao tornar o cultismo em culteranismo (heresia poética, como sugere esta designação, porventura formada a partir de luteranismo?), como até transmitiu algo do seu melhor a estes seus dois inimigos.» José Bento


http://www.brombergs.se

Novidades


Novidades

http://relogiodaguaeditores.blogspot.com/

Conversas com Woody Allen Autor: Eric Lax Eric Lax é o autor da mais conhecida biografia de Woody Allen. Neste livro divulga as mais reveladoras e divertidas entrevistas feitas ao realizador de Manhattan e Annie Hall. Entre 1971 e 2007, Allen discutiu sobre produção cinematográfica - os seus próprios filmes e o trabalho de realizadores que admira. ‘Tal como um conjunto de fotografias tiradas ao longo do tempo, ele proporciona-nos uma ideia clara do percurso que este realizou desde o início da sua carreira até à sua transformaçãonum dos cineastas mais aclamados do mundo e, também, do que aprendeu pelo caminho.’ Eric Lax

Vejo uma Voz Autor: Oliver Sacks Em Vejo uma Voz, Sacks convida-nos a uma viagem pelo mundo dos surdos, com a mesma perspicácia e entusiasmo com que conduziu anteriores ensaios, por exemplo um anterior, Musicofilia também pela mesma editora.

O duelo Autor: Anton Tchékhov O Duelo, de Anton Tchékhov, é uma novela narrada a partir do ponto de vista de diversas personagens reunidas no mesmo objectivo; esquecer os dias que perderam e aproveitar da melhor forma os que ainda têm por viver. Com tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra foi recentemente adaptado ao cinema. “Escrita em 1891, esta é a mais longa das novelas de Anton Tchékhov, mas partilha com os seus celebrados contos a leveza quase imaterial do estilo. Uma a uma, as cenas sucedem-se com um ritmo perfeito, e a descrição das personagens - tanto a física como a psicológica - é um primor de subtileza e minúcia.” José Mario Silva


http://www.nb.no/tilgjengelig/

Novidades


Sugestões

http://www.livroscotovia.pt/

O ponto de vista da cegueirA Autor: Paul de Man A imagem da leitura que emerge do exame destes poucos críticos contemporâneos não é simples. Em todos eles se nota uma discrepância entre as afirmações gerais que produzem acerca da natureza da literatura (afirmações em que baseiam os seus métodos críticos) e os resultados concretos das suas interpretações. As suas descobertas acerca da estrutura dos textos contradizem a concepção geral que usam como modelo. Não só críticos não estão conscientes de tal discrepância como parecem florescer à sua custa e dever os seus melhores pontos de vista às suposições que tais pontos de vista invalidam.

Judaísmo - Dispersão e unidade Autor: Moacyr Scliar Em Judaísmo – Dispersão e Unidade, Moacyr Scliar, membro da Academia Brasileira de Letras, cuja obra foi traduzida para várias línguas, procura ampliar a compreensão da trajectória dessa que, na realidade, é mais do que uma religião.Trata-se antes de tudo de cultura, no sentido mais amplo da palavra, de um povo que soube manter a unidade, preservando as suas crenças e tradições ao longo de milénios até os nossos dias.

Peças escolhidas 1 Autor: Henrik Ibsen Este projecto consiste na publicação, pela primeira vez em Portugal, de uma importante selecção de peças de teatro do grande dramaturgo norueguês Henrik Ibsen. Publicam-se, em 4 volumes, 14 peças: as 12 últimas, escritas em prosa, e as famosas Brand e Peer Gynt, em verso. Todas as traduções são feitas a partir da língua norueguesa original. A organização dos volumes obedece a uma inversão cronológica, isto é, inicia-se a publicação com a última peça escrita e prossegue-se recuando no tempo. Todos os volumes oferecem também textos, nalguns casos originais, portugueses ou estrangeiros, sobre o Autor e a obra. “Com Ibsen, a história do teatro recomeça. Este simples facto faz dele o maior dramaturgo depois de Shakespeare e Racine.” - George Steiner


Lançamento 4ªfeira, 13 de Abril, às 21H O Químico e o Alquimista de maria filomena molder

“Lembremos o provérbio hassídico ‘se queres encontrar o fogo, procura-o nas cinzas’, o que não só nos ensina a reconhecer no fogo uma força elementar que não se pode apreender senão nos seus efeitos, nas cinzas - quer dizer, todo o nosso esforço de conhecer o fogo nele próprio será vão, pois, como todas as forças, o fogo só é acessível pelos seus efeitos - e, além disso, acentua o esforço de surpreender nas cinzas o brilho e o calor do fogo.” O novo livro de Maria Filomena Molder pretende acompanhar uma leitura de Baudelaire por Walter Benjamin. A autora, a Relógio d’Água e a nossa livraria têm o prazer de convidar-vos para este lançamento de O Químico e o Alquimista - Benjamin, Leitor de Baudelaire. A obra será apresentada pelo poeta e ensaísta Manuel Gusmão. Seguir-se-á um serão musical com Catarina Molder e Júlio Resende.


Fábrica Junior Robinson Crusoe Autor: Daniel Defoe Editor: Relógio d’Água Robinson Crusoe é a história das viagens e aventuras de um mercador, do seu naufrágio e da sua vida solitária numa ilha. Baseado na vida de Alexander Selkirk, é uma obra fascinante pelas suas descrições de Crusoe, o modo engenhoso e imaginativo como criava e usava utensílios e como conhece e se relaciona com Sexta-feira. Um clássico importante e sempre controverso da literatura inglesa.

se eu fosse... nacionalidades Autor: Francisco José Viegas Editor: Booksmile E se tu fosses... japonês ou italiano ou inglês? Que lingua falarias? E o que comerias? Mergulha na imaginação do Leonel, a quem todos chamam Lio, um menino tão currioso como brincalhão e sonhador. Neste primeiro volume, Lio descobre com o olhar de criança como seria a sua vida se tivesse nascido noutro pais.

Policiais de Resolução Rápida Autor: Stan Smith Editor: Replicação Gostaria de engrossar as filieiras dos grandes detectives e de resolver o crime insolúvel? Poderá fazê-lo, com a ajuda destes fascinantes Policias de Resolução Rápida. Ajude o inspector Wal ker e o seu amigo, o lógico detective amador Stanwick, a resolver estes 23 mistérios. Se ficar desorientado, procure as soluções na parte final do livro.


Fábrica Junior

Ilustrações de J.J.Grandville

O livro infantil e o juvenil já integram o catálogo da nossa livraria e pretendemos que assim continue. As nossas sugestões de Abril aguardam na estante, junto a outros livros que igualmente o merecem, a vossa atenção e curiosidade.


Irving Penn

Destaques


Destaques Mitológicas (série) I. O Cru e o Cozido; II. Do Mel às Cinzas; III. A Origem dos Modos à Mesa Autor: Claude Lévi-Strauss Editor: Cosac Naify | Gustavo Gili Com esta obra publicada originalmente em 1964 tem início a edição integral em português da série em quatro volumes Mitológicas de Claude Lévi-Strauss, referência incontornável da antropologia no século XX e uma das maiores influências nos estudos académicos em todo o mundo. A série analisa um pensamento indígena, uma lógica nada arbitrária de ver e pensar o mundo, que se expressa não por categorias abstractas - como os conceitos utilizados pela ciência -, mas por categorias empíricas como “cru”, “cozido”, “podre”, “queimado”, “silêncio”, “barulho”.

Entre o sonho e a dor Autor: J.-B. Pontalis Editor: Fenda O autor é, de há largos anos a esta parte, um dos protagonistas principais daquilo a que poderíamos chamar a permanência e a actualidade da ‘revolução psicanalítica’. Tendo recebido inicialmente uma formação filosófica, psicanalista, ficcionista, ensaísta, tradutor (nomeadamente de Winnicott) e responsável editorial, é autor com Jean Laplanche de um Vocabulário de Psicanálise que se tornou um clássico e continua a ser regularmente reeditado em diversas línguas, sendo-lhe devida também a criação, em 1970, da Nouvelle Revue de Psychanalyse.

Raymond Roussel Autor: Michel Foucault Editor: Forense Universitária É a mais importante reflexão de Foucault sobre a literatura, a sua análise mais extensa de um só autor. Roussel trabalha intensamente com a linguagem, joga com ela, com homonímias que criam novas formas verbais. Esta leitura de Michel Foucault da obra de Raymond Roussel interessa tanto à filosofia, como à literatura e à psicanálise.


http://www.leseditionsdeminuit.com

Destaques


Destaques Eros e verdade Autor: John Rajchman Editor: Jorge Zahar Este livro investiga a obra de Jacques Lacan e Michel Foucault, e pretende demonstrar que cada um deles, de diferentes modos, tentou levantar de novo, a antiga questão do eros e da verdade; cada qual re-erotizando, a seu modo, a actividade do pensamento filosófico ou crítico nos nossos dias.

O que nós vemos, o que nos olha Autor: Georges Didi-Huberman Editor: Dafne Na primeira obra de Georges Didi-Huberman que se apresenta ao leitor português é convocada uma vasta constelação de referências teóricas e filosóficas (Benjamin, Freud, Lacan, Fédida, Merleau-Ponty e Derrida), artísticas e literárias (escultura tumular do Antigo Egipto e da Idade Média, Fra Angelico, Beckett, Joyce, Dante e Kafka), para propor uma antropologia dos “objectos” de Donald Judd, Robert Morris e Tony Smith, capaz de dar conta da inquietante intensidade e da dimensão de sentidos que os constituem.

uma proposta modesta | umargumento contra a Abolição do Cristianismo Autor: Jonathan Swift Editor: Alfabeto “É uma melancolia para aqueles que caminham através desta grande cidade ou viajam pela província, quando vêem as ruas, as estradas e as portas das carruagens apinhadas de mendigas, seguidas por três, quatro ou cinco crianças, todas em trapos e importunando os passageiros por uma esmola.”


Variações Editor: Braço de Ferro

http://www.bfeditora.net

Experimentação e questionamento em torno do livro.


Leituras Fabricadas Nas 3ªfeiras dias 5 e 19 Abril, às 22H

http://100mim.files.wordpress.com

- 10%

Há livros que resistem à leitura. Expulsam o leitor para lugares de cegueira, de confusão ou de simples aborrecimento. Na Fábrica do Braço de Prata acreditamos que alguns desses livros merecem uma segunda oportunidade. Para isso inventámos as “leituras fabricadas”: são protocolos de experimentação que procuram ligar os livros directamente à terra. Este mês continuamos as nossas Leituras Fabricadas com o Estética e Política - A Partilha do sensível de Jacques Rancière, uma comunidade de leitores, com a orientação de Nuno Nabais, que agora se irão encontrar a 5 e 19 de Abril. «É ao nível do recorte sensível do que é comum à comunidade, das formas da sua visibilidade e da sua organização, que se coloca a questão da relação estética/política. É a partir daí que podemos pensar as intervenções políticas dos artistas, desde as formas literárias românticas de decifração da sociedade, até aos modos contemporâneos da performance e da instalação, passando pela poética simbolista do sonho ou pela supressão dadaísta ou construtivista da arte. A partir daí podem voltar a pôr-se em causa inúmeras histórias imaginárias da “modernidade” artística e debates infindáveis acerca da autonomia da arte ou da sua submissão política. As artes só emprestam aos projectos de dominação ou de emancipação aquilo que lhes podem emprestar, ou seja, muito simplesmente, aquilo que têm em comum com eles: posições e movimentos dos corpos, funções da palavra, repartições do visível e do invisível. A autonomia de que elas podem usufruir ou a subversão que podem reivindicar assentam sobre esta mesma base.» (J.R.)


Stand-Up Philosophy Domingo, 17 de Abril às 22H Com André Gomes e Nuno Nabais A filosofia começa com uma imensa gargalhada. Primeiro, a gargalha da mulher da Trácia quando vê Tales a tropeçar num poço. Ela não podia evitar sentir como cómico esse contraste entre a pretensão a explicar os céus e a falta de jeito para as coisas do chão. Sócrates procurou trazer essa gargalhada para a praça pública. Mas os atenienses não conseguiram rir de si próprios. Sócrates teve que engolir o seu próprio riso (a que chamaram ironia) no momento em que foi obrigado a engolir a cicuta. Desde então o humor ficou domesticado no interior da comédia. Aristóteles ainda fez a sua reabilitação no segundo livro da Poética, opondo a gargalhada cómica à catarsis trágica. Mas essa metafísica do humor não sobreviveu. Umberto Eco tentou convencer-nos que teriam sido os medievais a queimar a teoria aristotélica do riso. Talvez tenha razão. O que é um facto é que ainda hoje a filosofia procura afirmar-se diante da opinião pública com a impostura do sério e do grave. Mas, não seria possível regressar ao poço de Tales e ouvir de novo o riso da mulher Trácia? E se a nossa falta de jeito já não fosse para as coisas do chão mas, pelo contrário, para os assuntos dos céus? Assim o novo humor seria o de cairmos para os céus no momento em que nos especializámos na arte de colocar bem os pés sobre a terra. O riso teria a forma de uma elevação involuntária. Não seria isso uma Stand Up? Uma Stand Up Philosophy? A partir de um qualquer conceito, dois comediantes que já dedicam algum tempo aos grandes livros da tradição filosófica procuram recuperar a gargalhada que se esconde nos pensamentos mais profundos.A próxima sessão será no dia 17 de Abril. Com imoderação de André Gomes e Nuno Nabais.


Rendez-vous

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Isabel Ruth 6ªfeira, 29 de Abril às 19H30

Ao final de tarde de uma Sexta já de Primavera, um encontro informal com a actriz Isabel Ruth e convidados ainda a anunciar, o seu livro Fotopoesia e as suas canções.


Sugestões - Exposições Fbp Por uma función crítica de la fotografía de prensa

Autor: Pepe Baeza Editor: Editorial Gustavo Gili Este livro pretende a consideração da imagem como forma de pensamento, pretende estimular o seu uso socialmente responsável e assinalar que uma das obrigações principais da imagem na imprensa é criar outras referências que não sejam as televisivas, que dominam a iconosfera e determinam modelos humanos com uma amplitude em todo o mundo. Defende-se a atitude crítica perante o fascínio pela velocidade das trocas que se estão a produzir e a clarificação das mensagens que nos chegam sem renunciar ao prazer estético e emocional.

Arquitectura para os pobres Autor: Hassan Fathy Editor: Argumentum | Dinalivro Hassan Fathy foi talvez o arquitecto egípcio mais importante do séc. XX. Licenciado pela Universidade de King Fuad I em 1926 (actual Universidade do Cairo), foi docente na Faculdade de Belas Artes do Cairo, onde chegou a ocupar o cargo de Director do Departamento de Arquitectura. Membro do Comité de Direcção do “Aga Khan Award for Architecture”, foi galardoado, em 1980, com os prémios “Balzan Prize for Architecture and Urban Planning” e ”Right Livelihood Award”.

A economia do artista * Autor: AAVV Editor: Braço de Ferro Os textos reunidos em A “Economia do Artista” propõem análises críticas às políticas culturais, às instituições e à própria estrutura de pensamento dos intervenientes culturais em cujo centro se encontra o artista. A forma de questionar a precariedade que subsiste no meio artístico é aqui apresentada por vezes como uma acção individual, por outras como o resultado de uma consciencialização colectiva de carácter associativo. As vinte contribuições apresentadas tomaram a forma de ensaio, de entrevista, de reflexão, de episódio biográfico – sem qualquer tipo de hierarquização entre os diferentes formatos por parte dos editores – são propostas de reflexão que procuram contribuir para o debate público.


* A economia do artista

* A economia do artista

Sugestões - Exposições Fbp

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Sugestões - Exposições Fbp Lugares Alentejanos na Literatura Portuguesa Edição: ESTAÇÃO IMAGEM As cento e cinco imagens reunidas neste livro são fruto do entrecruzar da palavra e do olhar sobre o passado e o presente do Alentejo, que aliam o imaginar de leituras originadas na escrita e o ler de uma crónica originada na imagem. Buscámos, primeiro, o lugar do Alentejo na obra de escritores e poetas portugueses que lhe pertencem por nascença ou adopção e em cuja prosa ou verso reside, ao longo de pouco mais de século e meio, a «viva, obsidiante memória» dos seus lugares. Confiámos depois a dois designers e doze fotógrafos a leitura dessas outras tantas obras, romances,e poemas, através de sete imagens suscitadas pelos trechos que agora as ilustram, os que mais especialmente lhes aguçaram o olhar.A estas leituras que atravessam o tempo no modo de imagem, ordenadas pela idade dos seus autores, acrescentámos uma outra, no modo de escrita, de sete fotografias tiradas da obra do fotógrafo eborense Eduardo Nogueira. Estes LUGARES ALENTEJANOS foram imaginados e realizados pela ESTAÇÃO IMAGEM , associação cultural sediada em Mora, que se dedica ao estudo e promoção da imagem, privilegiando projectos pluridisciplinares de carácter documental centrados no Alentejo.

Catálogo Prémio 2010 de Fotojornalismo Edição: ESTAÇÃO IMAGEM

Convidamo-lo a visitar a exposição do Prémio 2010 de Fotojornalismo, que inaugura na Fábrica a 7 de Abril (entrada livre). Ficará patente até dia 28 de Maio de 2011.

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Sugestões - Exposições Fbp

PRÉMIO 2010 DE FOTOJORNALISMO

ESTAÇÃO IMAGEM | Mora

O prémio, único nesta área em Portugal, promovido pela ESTAÇÃO IMAGEM com a parceria da Câmara Municipal de Mora, está aberto à participação dos fotojornalistas portugueses e dos PALOP, bem como aos estrangeiros residentes em Portugal ou nos PALOP. A RTP e a Agência Lusa foram os parceiros media da edição 2010. O objectivo do prémio é promover a reportagem fotográfica,género jornalístico em que os jornais e revistas nacionais cada vez apostam menos,e o elevado número de participações confirma a importância de que se reveste uma iniciativa deste tipo. Foram submetidas a concurso 636 reportagens de 190 fotojornalistas nesta primeira edição, resultantes de trabalhos produzidos para a imprensa em 2009. A presidente do júri do World Press Photo 2010, Ayperi Karabuda Ecer, acedeu em vir a Portugal para presidir ao júri do concurso. Ela é vice-presidente da Reuters Pictures, uma das mais importantes agências noticiosas mundiais.A seu lado teve o fotojornalista Francesco Zizola, premiado oito vezes no World Press Photo; a directora de fotografia da revista francesa Geo, Magdalena Herrera e a coordenadora europeia de fotografia do jornal The New York Times, Daphné Anglès. O júri reuniu-se em Mora entre 21 e 24 de Abril, e os vencedores foram anunciados numa cerimónia pública realizada naquela vila alentejana no dia 24 de Abril. No dia 25 o júri deu uma conferência em que explicou as razões das suas escolhas. O prémio estava dividido em sete categorias: Notícias,Vida Quotidiana, Retrato, Desporto, Artes e Espectáculo, Ambiente e Eleições. O vencedor de cada categoria recebeu 2.500 euros. De todas as reportagens a concurso, o júri escolheu a vencedora do prémio ESTAÇÃO IMAGEM | MORA, distinguida com 7500 euros. Coube também ao júri escolher, entre os 32 inscritos, qual o projecto que recebeu a bolsa ESTAÇÃO IMAGEM | MORA, no valor de 5.000 euros. O fotojornalista vencedor desenvolveu em 2010 um trabalho sobre o Alentejo, que será editado em livro e exposto na entrega dos prémios da edição 2011. Pela primeira vez em Portugal a apresentação dos trabalhos candidatos foi feita através da internet, no site da Estação Imagem.

http://www.estacao-imagem.com/home.html


18H-02H 18H-02H 18H-02H 18H-04H 18H-04H 15H-24H

Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal livrariabracodeprata@gmail.com | 216 090 816 | www.bracodeprata.com

Coordenação: César Morais Edição e direcção gráfica: Fabrice Ziegler http://exposicoesfbp.blogspot.com

3ªFEIRA: 4ªFEIRA: 5ªFEIRA: 6ªFEIRA: SÁBADO: DOMINGO:


Newsletter de Abril da Livraria Braço de Prata