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LÍVIA GIANINI VICTORIA PORTFÓLIO . 2018


CURRICULUM VITAE 13 .04 .1992 | São Paulo .SP Rua Carlos Weber n.790 apt.203c | São Paulo . SP . Brasil liviagvictoria@gmail.com + 55 11 944 604 377

FORMAÇÃO 2011 _2017 set 2014 _ jun 2015

2009

Universidade de São Paulo_ Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. École Nationale Supérieure d’Architecture et de Paysage de Bordeaux_ Intercâmbio em Arquitetura, Arte e Paisagismo. Escola Vera Cruz_ Ensino Médio.

CURSOS 2018 abr_ jun jan

Produção Cultural Contemporânea, Programação e Curadoria_ SP Escola de Teatro. Territórios da Luz: Combinando iluminação cênica e arquitetônica para exposições_ SP Escola de Teatro.

2017

L’art moderne et contemporain en 5 gestes_ Curso à distância do Centre Pompidou.

2016

Arquitetura e Técnicas Museográficas_ Workshop organizado pelo ICAMT.

EXPERIÊNCIA 2018 abril _julho

2018 abril

nov 2016 _dez 2017

Diplôme Approfondi de Langue Française_ Diploma de língua francesa, nível C1. 2013

2009

SketchUp, V-Ray e Photoshop_ Curso no escritório LABi. SENAC_ Curso de Formação Básica em Fotografia.

2016 abr_ dez

Cremme_ produtora

Gestão do projeto “Experimentando Le Corbusier” no Museu da Casa Brasileira; participação na consolidação do Instituto Cremme; apoio na criação de conteúdo e divulgação para a imprensa e redes sociais.

Centro Universitário Maria Antônia_ assistente

Participação na equipe de montagem da exposição de 70 anos da FAUUSP.

DPH_ estágio_ São Paulo

Estagiária na Seção de Monumentos e Obras Artísticas do Departamento de Patrimônio Histório da Prefeitura de São Paulo. Projetos de restauro e preservação de monumentos. Desenvolvimento de projetos executivos e As Built; vistorias e levantamentos técnicos e fotográficos.

Centro Universitário Maria Antônia_ assistente Exposição FAUFORMA: Designers, 10 anos do Curso de design na FAUUSP. Comitê de Expografia e Logística. Desenvolvimento de protótipos, mobiliário e projeto expográfico. Montagem da exposição.


COMPETÊNCIAS 2015 set_ dez

2014 jan_ jun

Agence Pascal Filatre_ estágio_ Nantes . França Escritório de restauro e professor da ENSA - Nantes. Desenvolvimento de processos de tombamento e projetos em edificações históricas. Vistorias e levantamentos técnicos e fotográficos; desenvolvimentos de projeto executivo para interiores.

Revista Contraste_ colaboradora_ São Paulo

Criação, edição, tradução e montagem e distribuição do terceiro volume da revista.

jan

QUAPÁ_ estágio_ São Paulo

Laboratório de pesquisa em paisagismo da FAUUSP, supervisionado pelo professor Silvio Macedo. Análise e mapeamento de São Paulo.

2011 set

TETO_ voluntária_ São Paulo

Primeira participação na ONG. Construção de casas de emergência em comunidades carentes.

Photoshop InDesing Illustrator SketchUp Auto CAD VRay Pacote Office

2013 set jul

mar_ jun

ELEA_ participante_ Montevidéo . Uruguai

Participante de visitas e ateliês temáticos entre estudantes de arquitwtura da América Latina.

CISV_ voluntária_ São Paulo

IDIOMAS

Primeira participação na ONG como co-diretora de acampamento internacional.

Português

Planejamento Urbano_ monitora_ São Paulo

Inglês

Disciplina da FAUUSP magistrada pela professora Raquel Rolnik. Realização de atendimento de alunos, participação nas correções de trabalhos, e organização do calendário do curso.

Francês Espanhol


* Trabalho indicado para representar a FAUUSP em concursos * Trabalho selecionado para a I Bienal de Artes da USP

2017

ESTÉTICA DOS ESPAÇOS DE PROTESTO

Trabalho Final de Graduação_ Individual Orient_ Giselle Beiguelman Banca_ Grasiela Kunsch, Clice Mazzilli, Sérgio Régis Martins

Este trabalho discute, por meio de um projeto expográfico, a política como campo de produção estética. Compreende-se, portanto, que a discussão estética se expande para além da arte, alcançando a política. Para aprofundar a discussão do tema foram escolhidas as manifestações do Impeachment de Dilma Rousseff e elaborado um banco de imagens e vídeos organizados por data e grupos manifestantes. Esse exercício permitiu um conhecimento quantitativo e qualitativo das imagens utilizadas nas manifestações de 2015 e 2016, no qual foi possível constatar que essas amostras visuais não se limitaram às ruas, com as performances, lambe-lambes, pixos, músicas, danças, adesivos, bandeiras, balões, infláveis, faixas, cartazes e camisetas, mas também se expandiram com o uso intensivo da internet em forma de memes, twittes, hashtags e selfies. Para auxiliar na identificação das partes do movimento, foram elaborados alguns exercícios gráficos. Como resultado foi feita a opção por sintetizar e expandir essa discussão através de uma exposição dos resultados dos exercícios gráficos e uma instalação de vídeo, que colocam em cena a síntese desses eventos e abrem a discussão do tema ao público. A exposição foi inaugurada no piso do museu da FAUUSP no dia da banca.


Todas as imagens produzidas para a exposição podem ser acessadas pelo código ao lado. Elas podem ser acessadas também pelo site flickr.com/people/estetica_dos_espacos_de_protesto


Primeiros exercĂ­cios de colagens digitais.


Perspectiva do layput da exposição.


Esquerda: Imagens produzidas durante a montagem da exposição. Direita: Corte e planta do layout da exposição.


projetor

tela de projeção A expositores

A

projetor 0

1m

2m

3m


Imagens da montagem da exposição e do dia da banca.


Frames do vídeo produzido para a instalação.QR code com o link do vídeo ou acesso pelo endereço vimeo.com/244227105


0

1m

2m

3m Em cima: Imagens da vídeo instalação. Em baixo: Corte da vídeo instalação.


2017

PRODUTOS GRÁFICOS DE DIVULGAÇÃO

Individual Departamento do Patrimônio Histórico

Durante estágio realizado no Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), produzi peças gráficas para divulgação de eventos. Todos os projetos foram realizados para circulação digital, ou seja, não foram impressos. Para sua execução foi utilizado principalmente os programas Photoshop e InDesign. O primeiro cartaz foi para divulgar palestra do ciclo Patrimônio em Debate, evento bimestral que promove conversas com especialistas em temas diversos relacionados ao patrimônio. O segundo projeto foi um convite eletrônico para a ocasião da inauguração do projeto de restauro dos Arcos da Rua Jandaia. O convite foi enviado para todos os membres da Secretaria de Cultura. Já o terceiro produto foi desenho no formato de imagem para divulgação de evento no facebook para ilustrar atividade da Jornada do Patrimônio.


Imagem para divulgação em evento do facebook da Jornada do Patrimônio.


Cartaz para divulgação da palestra do Patrimônio em Debate.


Convite eletrônico para a inauguração do restauro dos Arcos da Jandaia.


2016

FAUFORMA: DESIGNERS

Beatriz Machado, Camilla Mi Chang, Carla Takushi, Deu Rim Choi, Gabriel Barbosa, Gabriel Tolentino, Iris Fabrin, Julia Kao Igarashi, Lívia Naomi, Livia Victoria, Marina Ayumi, Rafael Jun Abe. Orient_ Giselle Beiguelman e Clice Mazzilli

Em 2016 o curso de Design da FAUUSP completou 10 anos, e para tal ocasião foi idealizada uma exposição que abrangesse a trajetória do curso na sua primeira década. Intitulada de FAUFORMA: DESIGNERS – 10 anos, a exposição tomou lugar no Centro Universitário Maria Antonia, do dia 18 de novembro de 2016 até o 27 de janeiro de 2017. Com caráter laboratorial, a exposição é fruto do trabalho de uma equipe formada por alunos, responsável pelo desenvolvimento do projeto expográfico, identidade visual, mobiliário e gestão da produção. Integralmente criada no ambiente da universidade, a exposição é decorrente da interlocução com seus técnicos e docentes. No seu conjunto, a exposição reúne 65 trabalhos resultantes dos processos de investigação, experimentação e produção desde 2006. Contempla TCCs (Trabalhos de Conclusão de Curso) e projetos premiados realizados pelos alunos durante a graduação em Design.


Estudos de layout e protรณtipos para a expografia.


Peças gráficas de identidade visual da exposição dialogam com o gride do projeto expográfico. Nesta página estão o cartaz de divulgação (superior esquerdo), convite (inferior esquerdo) e imagem de divulgação nas redes socias (direito).


Fotos do período de montagem da exposição no Centro Universitário Maria Antonia.


Fotos da inauguração da exposição no dia 18 de novembro de 2016.


2016

POÉTICA DA DERIVA URBANA

Primeiro exercício_ Individual Segundo exercício_ Julia Lopes, Lívia Victoria e Natalia Al Orient_ Clice Mazzilli

A disciplina optativa propõe duas atividades experimentais com base nos procedimentos da deriva -­técnica do andar sem rumo, da passagem rápida por ambiências variadas -­tendo como motivação a cidade de São Paulo, sua visualidade, seus conflitos e tensões. A partir de representações visuais decorrentes do livre caminhar e de estudos teóricos sobre a cidade contemporânea, objetiva-se: instigar a reflexão crítica sobre as tensões atuais que organizam a cidade, sua imagem e possíveis identidades; explorar os recursos gráficos, assim como fotográficos e/ou audiovisuais para realização da análise visual proposta; desenvolver projetos visuais orientados a partir de problemas propostos pelos alunos. A CEAGESP foi o objeto de estudo do primeiro exercício devido à sua variedade de atividades e sua inserção no complexo tecido urbano que a transforma em uma peça chave e cheia de contradições na lógica da região. As ilustrações visam focar os trabalhadores e consumidores do lugar, assim como as dinâminas criadas desses embates. Para tranferir essas multiplicidade aos desenhos foram usadas uma enorme gama de técnicas, como carimbos de frutas, frotagem, serigrafia, lápis de cor, caneta esferográfica, fotografias e folhas de flores e verduras, que foram concretizadas em colagens. Já na segunda parte, exploramos as vilas residencias que ainda resistem à especulação imobiliária no bairro da Vila Romana. O processo de deriva nos levou a descobrir onde estão escondidos esses uinversos e suas peculiaridades. Essa experiência resultou em um extenso registro fotográfico que posteriormente foi tratado, e onde se criou jogos de imagens e formas geométricas, colorido e preto e branco, afim de contar a história desse trajeto e suas descobertas à partir de seus elementos.


Colagens do exercĂ­cio de deriva na CEAGESP.


Colagens do exercĂ­cio de deriva na CEAGESP.


Imagens do segundo exercĂ­cio de deriva no bairro da Vila Romana.


2014

REVISTA CONTRASTE

Caio Sens, Calixto Amaral, Léo Shurmann, Lívia Victoria, Lucas Meirelles, Luis Rossi, Marília Müller, Nicolas Le Roux, Pedro Felix, Priscila Fernandes e Thais Viyuela

A Revista Contraste é uma publicação independente criada pelos alunos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo com a proposta de incrementar o debate coletivo na universidade. Incentivada pela herança de revistas estudantis de sua faculdade, ela pretende ser um meio de expressão e experimentação por parte dos alunos. Participar de seu comitê de redação consistiu em uma vasta experiência que passa por todas as etapas de elaboração de uma revista, como escolha do tema, redação, convocatória e seleção de autores de artigos e ilustradores, e divulgação. Além disso, o grande volume de conteúdo à ser publicado na terceira edição da revista possibilitou que o processo de diagramação se tornasse em um verdadeiro laboratório de experimentações gráficas, com destaque para a capa, que combinou serigrafia e corte de faca para resslatar o efeito de vazado do desenho da gaiola. Como complemento, ainda foi realizado um ciclo de conferências e uma exposição que acompanhou o lançamento da revista. Também foram feitos vídeos, folhetos e cartazes de divulgação.

Cartaz produzido para a divulgação da revista.


Produção da capa da revista com serigrafia.


Páginas da terceira edição da revista CONTRASTE.


Fotos à esquerda: Extratos do vídeo de divulgação da revista (https://vimeo.com/93792008). Fotos à direta: Ciclo de palestras realizado para o lançamento da terceira edição da CONTRASTE.


Croquis e montagem da exposição de lançamento da revista no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP).


2014

DESIGN GRÁFICO EXPERIMENTAL

Individual Orient_ Vicente Gil

A disciplina visa o desenvolvimento e aperfeiçoamento das linguagens individuais de cada aluno. Na formação do arquiteto é fator importante o desenvolvimento dos processos que lhe permitam criar e recriar o repertório de suas atribuições, por meio do desenvolvimento de uma visão critica da realidade e capaz de inseri-lo em uma visão ampla e que deve ultrapassar a idéia que atribui a esse ensino a função de produzir um profissional fechado e incapaz de pensar. O curso não visa o desenvolvimento de experimentações que privilegiem o uso do computador como ferramenta de trabalho, afim de favorecer outras ferramentas menos virtuais e mais eficazes no desenvolvimento do processo criativo. Os exercícios foram desenvolvidos sob a orientação do professor Vicente Gil, responsável pela disciplina, numa troca constante de informações e respeito ao partido adotado por cada um dos alunos. Os exercícios eram propostos na combinação dos elementos de uma família tipográfica e um tema pré-determinado. A exploração das característica de papéis era incentivada, assim como a descaracterização dos símbolos fornecidos. Os resultados mostram a evolução na composição da imagem após esse processo constante de criatividade.


Equipamento

ua na socieENAI - além

Moradores de rua

Habitação Infraestrutura

ma que ofernclusão dos de original, mente com oENTORNO de reabilita-

Residentes do bairro

AV RIO BRANCO

resto da população. As habitações, por exemplo, possuem tipologias mistas, umas adaptadas ao programa de reabilitação social e outras, que visam a venda no mercado imobiliário. Os cursos do SENAI, também não seriam exclusivos para o programa, e sim, abertos ao resto da população. Pode-se dizer que o projeto (tanto da habitação quanto o SENAI) adota flexibilidade como palavra-chave, partindo do princípio otimista de que a situação de moradores de rua é algo não-permanente. Tendo esse ponto em vista, os edifícios têm capacidade de adotar um programa alternativo. Finalmente, a intervenção de infra-estrutura agiria com o intuito de revitalizar a região, ligando as duas praças já existentes, as quadras em seu entorno e a Estação Júlio Prestes. Assim, a formação de novos espaços urbanos de qualidade, promoveriam mais encontros na cidade. Fica clara a intenção do projeto de propor uma alternativa a esse problema social por meio da convivência entre ambos em espaços públicos e privados, e não propor uma solução a essa questão.

2013

4 1

HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL 1. HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

2. CENTRO PROFISSIONALIZANTE

3. INFRAESTRUTURA | PRAÇA JULIO PR estação JulioPrestes

Lívia Victoria e Raphaella de Caires Orient_ Orestes Bortolli

| RUAS E REFERÊNCIAS

2 VISTA DA RUA DUQUE DE CAXIAS | ESCALA 1_1000

4

CLEVELAND

DINO BUENO

AL BARÃO DE PIRACICABA

AV RIO BRANCO

Projeto proprõe1na reabilitação de moradores de rua cujo objetivo principal foi a reinserção 3destes na sociedade através de um programa que se fundamenta em um centro de cursos profissionalizantes além de prover infraestrutura habitacional e revitalização do entorno. legenda das cores 2 O grupo propôs espaços onde os moradores em situação de rua convivam com a população como um todo. legenda ças já exisRUA DUQUE DE CAXIAS RUA HELVETIA Dessa forma, a palavra-chave do projeto, tanto da habitação quanto o SENAI, é flexibilidade, partindo do princípio e qualidade, referênciasde do entorno e problema otimista que a situação de moradores de rua é algo não permanente. 1 essa questão. área escolhida As para habitações, intervençãoque possuem tipologias mistas, umas adaptadas ao programa de reabilitação social e outras, que visam a venda no mercado imobiliário. Os cursos do SENAI, por sua vez, também não seriam exclusivos para o 1. programa, estação Julio Prestes e sim, abertos ao resto da população. IAS AV DUQUE DE CAX Finalmente, a |intervenção de infraestrutura agiria com o| PRAÇA ímpetoPRINCESA de revitalizar terminal de ônibus princesa 2. 1. HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL 2. CENTRO PROFISSIONALIZANTE 3. INFRAESTRUTURA PRAÇA JULIO PRESTES 4. INFRAESTRUTURA ISABEL a região, ligando as duas praças isabel Entorno e Localização já existentes, as quadras em seu entorno e a Estação Júlio Prestes. Assim, a formação de novos espaços urbanos de qualidade promoveriam mais encontros na cidade. Fica clara a intenção do projeto de propor uma alternativa a esse Referência do entorno 1. Estação Júlio Prestes Área escolhida para intervenção 2. Terminal de ônibus Princesa Isabel problema social por meio da convivência entre ambos em espaços públicos e privados. VISTA DA RUA DUQUE DE CAXIAS | ESCALA 1_1000

da populave, partindo sta, os edifí-

INFRAESTRUTURA URBANA | REQUALIFICAÇÃO DAS PRAÇAS

no

ntervenção O

s

princesa

PROJETO DE INFRAESTRUTURA

ELEVAÇÃO | ainfraestrutura partir de Avenida de Caxias No GERAL campo da urbana, Duque o programa prevê a reversa: a reintegração do restante da sociedade 1 : 2000 no espaço público, uma vez que, por definição, o espaço público é o espaço do morador de rua. Dessa forma, buscou-se repensar este espaço de forma democrática e retomar seu caráter verdadeiramente público. Procurou-se, então, tornar uno e fluido todo o espaço público do projeto, torná-lo vivo e movimentado, promovendo o que um espaço desse caráter deve promover por definição: convivência democrática e interação social, com o intuito de atender as necessidades de

ESQUEMATIZAÇÃO DA PROPOSTA DE REQUALIFICAÇÃO URBANA | CROQUIS | ESCALA 1_500 SITUAÇÃO EXISTENTE

SITUAÇÃO PROPOSTA edifícios com altura maior que 30m


RUA BARÃO DE PIRACICABA

IMPLANTAÇÃO E EDIFICAÇÕES DO ENTORNO DA ESTAÇÃO JULIO PRESTES | ESCALA 1_100

terminal de onibus Princesa Isabel

AV RIO BRANCO

RUA CLEVELAND

RUA HELVETIA

na socieNAI - além

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2 4 1

a popula, partindo a, os edifí-

3

legenda das cores

as já exisqualidade, problema sa questão.

RUA DUQUE DE CAXIAS

1.1.HABITAÇÃO HABITAÇÃO DE DE INTERESSE INTERESSE SOCIAL SOCIAL

2. CENTRO PROFISSIONALIZANTE INFRAESTRUTURA | PRAÇA JULIO PRESTES 4. INFRAESTRUTURA | PRAÇA PRINCESA ISABEL 2. CENTRO PROFISSIONALIZANTE 3. INFRAESTRUTURA | PRAÇA3.JULIO PRESTES 4. INFRAESTRUTURA | PRAÇA PRINCESA ISABEL

IMPLANTAÇÃO ENTORNO IMEDIATO 1 : 2000

VISTA DA RUA DUQUE DE CAXIAS | ESCALA 1_1000


A habitação atua como parte fundamental do programa de reinserção social de moradores de rua, B é projetada apenas para este público sendo flexivel de maneira que possa abrigar em suas B diferenno entando, não B B tes tipologias, simultaneamente, as mais diversar composições sociais. A mistura dessas diferentes realidades foi vista pelo grupo como uma estrategia de reinserção que se inicia no próprio espaço condominial.

A

CORTE TRANSVERSAL AA | ESCALA 1_500 B

B

A

A

A

Os apartamentos/quartos variam em três tipologias que se transmutam de uma para outra atravez de paredes móveis. Eles foram pensandos de maneira a atender as necessidade de cada fase do tratamento bem como das diferentes necessidades de cada grupo.

B

A

O PROJETO DA HABITAÇÃO

A

PLANTAS PAVIMENTOS TIPOS | ESCALA 1_500+ 758,00 | ESCALA 1_500 PLANTA ANDAR CONDOMINIAL | NÍVEL

A

A

PLANTAPLANTA TERREOMESANINO | NÍVEL + 752,00 | ESCALANÍVEL 1_500+ 755,00 | ESCALA 1_500 DO COMÉRCIO|

Os espaços condominiais, bem como os apartamentos, baseiam-se tambem na flexibilidade dos espaços, de maneira que eles possam se transformar conforme for necessário, atravez das mesmas paredes móveis. Estes espaços são amplos e conectados atravez de diversas vistas com a rua, acompanhando o movimento da Av. Duque de Caixias, da Praça Princesa Isabel e do equipamento público. A intenção é chamar para o convivío os habitantes do edifício bem como aproveitar a conexao destes moradores com a rua.

PLANTA TÉRREO | nível + 752,00 | 1 : 1000

CORTE FRONTAL BB | ESCALA 1_500 PLANTA MESANINODADO COMÉRCIO| NÍVEL + 755,00 | ESCALA 1_500 O PROJETO HABITAÇÃO

PLANTA ANDAR CONDOMINIAL | nível + 758,00 | 1 : 1000

PLANTA ANDAR CONDOMINIAL + 758,00 CORTE TRANSVERSAL AA| NÍVEL | ESCALA 1_500| ESCALA 1_500

A

A

A habitação atua como parte fundamental do programa de reinserção social de moradores de rua, no entando, não é projetada apenas para este público sendo flexivel de maneira que possa abrigar em suas diferentes tipologias, simultaneamente, as mais diversar composições sociais. A mistura dessas diferentes realidades foi vista pelo grupo como uma estrategia de reinserção que se inicia no próprio espaço condominial. Os apartamentos/quartos variam em três tipologias que se transmutam de uma para outra atravez de paredes móveis. Eles foram pensandos de maneira a atender as necessidade de cada fase do tratamento bem como das diferentes necessidades de cada grupo. Os espaços condominiais, bem como os apartamentos, baseiam-se tambem na flexibilidade dos espaços, de maneira que eles possam se transformar conforme for necessário, atravez das mesmas paredes CORTE móveis. FRONTAL BBespaços |1 : 1000 Estes são amplos e conectados atravez de diversas vistas com a rua, acompanhando o movimento da Av. Duque de Caixias, da Praça Princesa Isabel e do equipamento público. A intenção é chamar para o convivío B os habitantes do edifício bem como aproveitar a conexao destes moradores com a rua. B

B

B

B


PLANTA TERREO | NÍVEL + 752,00 | ESCALA 1_500 PLANTA TERREO | NÍVEL + 752,00 | ESCALA 1_500 A

A

ESQUEMA DE FLEXIBILIZAÇÃO DAS PLANTAS | ESCALA 1_75 ESQUEMA DE FLEXIBILIZAÇÃO DAS PLANTAS | ESCALA 1_75 2 apartamentos avarandados de 44,5 m²

A

A

A

2 apartamentos avarandados de 44,5 m² ESQUEMA DE FLEXIBILIDADE DAS PLANTAS 2 apartamentos avarandados de 44,5 m²

B

B

B

B

B

2 apartamento de 52 m²

A

B

A

A

A

B

PLANTA TIPO 1 | 44,5 m²

A

2 apartamento de 52 m² 2 apartamento de 52 m²

PLANTA MESANINO DO COMÉRCIO| NÍVEL + 755,0

A

A

A

PLANTA MESANINO DO COMÉRCIO| NÍVEL + 755,0 PLANTA MESANINO DO COMÉRCIO| NÍVEL + 755,0

PLANTA TIPO 2 | 52 m²

CORTE TRANSVERSAL AA | ESCALA 1_500

1 apartamento avatandado de 89 m²

PLANTA PAVIMENTO TIPO | 1 : 1000

1 apartamento avatandado de 89 m² 1 apartamento avatandado de 89 m²

PLANTA ANDAR CONDOMINIAL | NÍVEL + 758,00 | ESCALA 1_500

B B

A

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A

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PLANTAS PAVIMENTOS TIPOS | ESCALA 1_500

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PLANTA TIPO 3 | 89 m²

0 10

CORTE TRANSVERSAL AA | 1 : 1000

B

B

50

100

PERSPECTIVASO PROJETO DA HABITAÇÃO

O PROJETO DA HABITAÇÃO A habitação atua como parte fundamental do programa no não éDA projetada apenas para este público sendo flexivel de O entando, PROJETO HABITAÇÃO tes tipologias,Asimultaneamente, as mais diversar composições sociais habitação atua como parte fundamental do programa


2014 . 2015

FOTOGRAFIAS AUTORAIS

Individual

O segunite confunto de fotografias é autorial e foi tirado ao longo do um ano e meio de intercâmbio na França (julho 2014 - dezembro 2015).

Direita: Porto. junho ‘15 Esqueda: Nice. agosto ‘14


Direita: Veneza. maio ‘15 Esqueda: Rotterdam. fevereiro ‘15


Direita: Porto. junho ‘15 Esqueda: Toulouse. fevereiro ‘15


Portfólio . Lívia Gianini Victoria . 2018  
Portfólio . Lívia Gianini Victoria . 2018  
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