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Programa Lista B eleições AEFAUP 2012 2013


DA DIRECÇÃO DA AEFAUP PRESIDENTE Diogo Silva VICE-PRESIDENTE COORDENAÇAO Adriana Correa VICE-PRESIDENTE ACTIVIDADES Inês Nunes TESOUREIRO Sara Gusmão SECRETÁRIO Luís Piteira

A Direcção da AEFAUP define-se como uma estrutura de representação política, de discussão pedagógica e de promoção cultural. É da total convicção desta lista B, que muito há ainda por ser feito para que se honre verdadeiramente esta definição. Estamos certos que no corpo desta nossa Lista reside o valor e a capacidade de acção imprescindíveis a essa transformação profunda da AEFAUP, que lhe retire a presente e quase exclusiva condição de organizadora de eventos e a dote de uma postura de: - representação verdadeiramente participada e transversal – recusando o progressivo encerramento da Associação na sua cúpula administrativa; - crítica e discussão consequente, contínua e pró-activa – que recuse a postura de acção de socorro ou de negligência; - acção que privilegie a pertinência cultural e pedagógica e a fomentação de um pensamento político e crítico – em desfavor da inactividade ou da dispersão em torno de acções cujo valor não seja óbvio.

A Estrutura Hierárquica a partir da qual se organiza a Direcção da AEFAUP justif ica-se a nosso ver pela exclusiva necessidade de resposta eficiente a imperativos de ordem funcional. Ou seja, garantir que existe uma cadeia de responsabilidades que garante uma gestão eficaz, mas em que a importância e peso de cada membro nada tem que ver com a posição em que se enquadra. A Direcção centra portanto em si, a responsabilidade de fazer cumprir um Projecto. Cuja Estratégia depende obviamente de um conjunto de posturas basilares que aqui de seguida expomos à medida que apresentamos a estrutura em que nos organizamos: À Vice-Presidência da Coordenação compete a gestão de questões de ordem política e pedagógica, que em articulação com o Departamento Arquitectura, Política e Vocação procura promover uma fomentação do espírito crítico e do debate político em torno das questões associadas à Profissão (Arquitectura), do exercício da democracia, do direito à Participação e à Cidade, bem como de um questionamento sobre o papel da Academia e da Arquitectura no contexto em que se inserem. Com o Departamento de Protocolos encontrar o apoio e ligação a essa Academia e às estruturas de representação de Estudantes dentro dela, bem como o estabelecimento de uma serie de pontes que permitam a estruturação de uma rede de intercâmbio de interesses e potencialidades exteriores à AEFAUP. Em associação ao Departamento de Política Educativa dar resposta a tudo quanto diga respeito à representação dos Estudantes em questões de ordem interna, a defesa activa dos seus interesses e da sua representatividade em órgãos de decisão e a promoção de uma crescente postura de participação activa e consequente (que viva de uma sistemática partilha de pensamento e do debate entre os diferentes órgãos de representação).

Tomamos como princípios basilares do exercício deste Corpo da AEFAUP a defesa do Ensino Superior acessível universalmente, em condições de máxima justiça e igualdade de oportunidades. Repudiando portanto de forma


veemente o progressivo aumento do valor das Propinas, simultâneo aos exponenciais cortes nos Apoios Sociais (em que a referência mínima de apoio mais não é do que a do limiar da pobreza). A luta inquestionável pela democratização da Academia, que só pode ser obtida pela acção dos estudantes em defesa da sua representação em condições de equidade e da sua constante presença nos Órgãos de Decisão. A radical recusa à retirada dos Estudantes desses Órgãos, os quais têm sido substituídos progressivamente por Personalidades Externas, cuja cooptação depende de forma invariável de motivações financeiras. Coloca-se desta maneira em causa não apenas a força da nossa representação, e com isso a Democracia desta Instituição, como ainda a autonomia dos Currículos. A defesa de uma Academia feita para os Estudantes e orientada segundo os seus interesses não se poderá conciliar com a progressiva orientação dos seus Currículos para os interesses de quem a financia. Estamos convictos que a autonomia intelectual dos Estudantes só poderá ser promovida a partir de uma organização dos Horários eficaz (em que a refutação do critério de assiduidade se insere), que permita a cada Estudante a organização rentável do seu tempo, a possibilidade da sua organização comunitária, a sua verdadeira emancipação intelectual e cultural num processo de enriquecimento pessoal que deve definir um Percurso Académico, que depende ainda de uma autonomia das Faculdades, dos seus Órgãos de Representação, dos seus Currículos (e da sua variedade). Com isso apresentamos a nossa óbvia oposição à mais recente proposta de revisão do modelo orgânico da UP, que aponta indubitavelmente num caminho de completo autoritarismo anti-democrático centrado na cabeça do Reitor, e de uma omnipotência do Director (apontado pelo Reitor) no seio de todos os órgãos de representação de cada Faculdade. A nossa oposição não podia ser mais inflexível quando assistimos não apenas à retirada aos Estudantes da sua força de Representação, como ainda pior, da possibilidade de se poderem eleger entre si. É absolutamente inaceitável que os Representantes dos Estudantes passem a ser nomeados por um Reitor, e ainda mais inaceitável será assistir à destruição do que resta de Democrático nesta Academia sem a mais radical oposição e acção. É neste sentido que nos apresentamos como claros promotores do Debate, da Participação e da Acção Subversiva como resposta ao claro atentado com que a Democracia da nossa Academia se depara. Regressando agora à orgânica da DAEFAUP, compete à Vice-Presidência das Actividades a gestão do património da Associação e a coordenação da concretização do Projecto de âmbito Cultural, Recreativo, Desportivo e de Viagens a que se propõe esta Lista. Dependendo obviamente o exercício da coordenação das actividades de uma gestão de fundos transparente, que só será possível com um exercício constante do trabalho de Tesouraria, com produção sistemática de balancetes mensais, que garanta um real retracto das possibilidades de investimento da AEFAUP. E com isto concluir que a partir dessa gestão sustentável, a AEFAUP deverá recusar uma postura de gestão empresarial com vista ao lucro, mas antes uma postura de máxima repartição de apoios (não esquecendo o incentivo à adesão de novos sócios). Mantendo uma estratégia de atribuição de vantagens a esses sócios, a AEFAUP não deve no entanto continuar a fechar a sua potencialidade universalista com valores excessivamente altos de cota, que acabam por catalisar apenas uma estreita parcela dos seus membros. Temos ainda a convicção que se demonstra imperativa a redefinição do papel de Secretario. Tendo como base a sua normal definição como elemento que coadjuva todos os membros da Direcção, consideramo-lo por isso um elemento com plenas capacidades de Coordenação daquilo que serão os âmbitos da Comunicação, Imagem e Editorial. Até agora encerrados no apoio directo à divulgação de Actividades ou simplesmente inactivos em muitas das suas potencialidades e obrigações, consideramos que a Estratégia a seguir deve sofrer de uma completa revisão. Estes Departamentos devem funcionar como apoio transversal a todos os outros, num Projecto de: - imperiosa clarif icação da estrutura e das obrigações dos corpos que compõem a Direcção da AEFAUP, bem como dos seus projectos de discussão; - divulgação de toda a Actividade desta Organização (não só cultural ou recreativa, como também política e pedagógica); - superação da condição de encerramento da nossa Faculdade, procurando plataformas de comunicação e intercâmbio mais transversais e diversas; - facilitação para materializar a publicação de projectos de valor cultural ou pedagógico.


COORDENAÇÃO

POLÍTICA EDUCATIVA Inês Oliveira Fernando Pimenta Fábio Veríssimo Santos Jorge Miguel João Miguel

VISÃO O Departamento de Política Educativa assume-se como ferramenta preventiva e pró-activa, de mediação, debate e educação, dentro da comunidade FAUP/UP.

PROPÓSITO O Departamento de Política Educativa (DPE) para o seu projecto considera que é essencial a inclusão dos representantes de ano e do conselho pedagógico na discussão e debates associados ao DPE, fomentando um diálogo constante entre alunos e órgãos de gestão e assume como fundamental a sensibilização e promoção do debate e divulgação dos resultados atingidos. É urgente envolver a comunidade académica na discussão das múltiplas questões que lhe dizem respeito através das plenário/AGE, tornando-as espaços de debate fundamentais para auscultar e resolver os problemas dos alunos, assim como assegurar o funcionamento correcto dos serviços da faculdade de forma bilateral, correspondendo ao caracter e às necessidades da comunidade FAUP. É do interesse da comunidade educativa saber os resultados dos inquéritos que semestralmente se realizam, quer por uma questão de transparência, quer como ferramenta de trabalho na optimização do plano de estudos e do corpo docente. O DPE vê como vital a criação de plataformas de cooperação com Associações de Estudantes de outras faculdades para que em questões de âmbito alargado, se possa intervir junto dos órgãos da UP. Tendo em vista o futuro da escola e dos seus alunos, é necessário desenvolver um trabalho consequente, adequado à nova realidade que é a Arquitectura.

ACÇÃO O DPE propõe-se a estimular a cooperação entre os múltiplos representantes dos estudantes; prestar auxilio ao Conselho Pedagógico na eleição dos representantes de ano; consciencializar os estudantes para a eleição dos seus representantes, nomeadamente para o Conselho de Representantes, Conselho Pedagógico e Comissão de Acompanhamento e a agendar plenários, AGE, divulgando e incentivando à participação. Propõe-se também à revisão e apresentação de nova proposta relativa aos horários e calendário académico; É também necessário obter, através dos órgãos da Faculdade, os resultados dos inquéritos feitos através do SIGARRA. Por outro lado, vê como fundamental a realização de inquéritos aos serviços e a criação e gestão de uma comissão composta por alunos, professores e funcionários que re-equacionem normas de funcionamento dos múltiplos serviços da faculdade (cafeteria, serviços académicos, biblioteca, papelaria e reprografia).


UNIDADE DO DIVERSO: Como resumo de acção, e tendo a convicção que o DPE tem o dever de se transformar também num Departamento de materialização de ideias e de perpetuação de pensamento, propomo-nos àquilo a que chamamos Projecto de Unidade do Diverso.

Tomando como base todo o diagnóstico, todo o debate levado a cabo pelo DPE, o Departamento Arquitectura Profissão e Vocação e o Departamento Protocolos, e com vista a uma atitude propositiva, criaremos um arquivo de acção, com a compilação dos textos que se vão produzindo, representando isto, um projecto original dos alunos para a revisão crítica da escola: os Currículos, os Objectivos e os Métodos do Curso do nosso tempo. Temos a convicção que só partindo dessa profunda Análise Crítica, e não da adopção de uma série de pressupostos aparentemente consensuais, que vão marcando um discurso imediato em torno de uma “Escola do Porto”, poderemos chegar a uma Construção Coesa e Realista.

É imperativo abrir espaço ao Conteúdo Crítico na Prática Disciplinar.


PROTOCOLOS Mariana de Almeida Santos Inês Loureiro João Máximo

O Departamento de Protocolos (DP) toma como base de acção a dinamização das relações da Faculdade com organizações externas à escola – na política, na arquitectura, na arte e nos diversos campos que sejam do interesse do universo dos estudantes. Neste nosso projecto será fundamental materializar e documentar o diálogo abrangente com a academia, desencadeado através dos Departamentos de Arquitectura, política e vocação e Departamento de Poli tica Educativa. Sobre o uso dos espaços e instalações, reconhecemos no Protocolo com a FAUP a sua matriz essencial e, portanto, assumimos a mediação entre a formalização desse protocolo e a postura comum de toda a Direcção, bem como o funcionamento dos vários departamentos, nomeadamente o Departamento cultural, dinamizador do espaço, e o Departamento recreativo, qualif icador dessas instalações. Vemos também como importante a reivindicação de uma Sala de Alunos, que permita, entre outras comodidades, a possibilidade de aquecer refeições. É vista como imprescindível a interligação deste departamento com os restantes, no intuito de estabelecer novos acordos com entidades que sejam do interesse dos estudantes, a fim de complementar a actividade de departamentos como o Desportivo, o Cultural e o Recreativo dentro e fora do espaço da Escola. É já confirmado o interesse de parceria por parte da Casa da Juventude de Matosinhos na cedência de espaços para diversos eventos (inclui também outros espaços pertencentes à Câmara Municipal de Matosinhos – Biblioteca Florbela Espanca, etc.) e na participação das actividades já existentes que incluem: ginásio low cost, eventos de jazz e workshops. Esta parceria terá também importância no contacto com o Conselho Consultivo da Juventude. Para além desta já confirmada parceria, o DP propõe-se à realização de uma actividade sistemática e informada da busca de actividades/eventos que possam ser do interesse dos alunos procurando, deste modo, oferecer benefícios relativamente a publicações, peças de teatro, workshops, actividades desportivas e aquisição de material.


ARQUITECTURA POLÍTICA E VOCAÇÃO* Pedro Levi Bismark João Amorim Rita Pinto da Siva

O que é ou o que poderá ser, nestes tempos que se avizinham, este ofício a que chamamos arquitectura? Em tempos de crise não apenas económica e decididamente não apenas financeira, mas de crise da cultura e da política, crise de modelo e de sistema, que tarefa pode estar consignada a essa arte de construir que parece agora nada mais ter para construir? E se, de facto, como tudo leva a crer, vivemos já na iminência de uma radical transformação, estaremos aptos a ver as exigências que se prenunciam nesse horizonte? Para que pode servir então a arquitectura, o que tem esta prática teórica e esta teoria prática a dizer e a fazer, ou melhor, o que pode ainda este ofício-vocação oferecer e propor ao mundo? Ou estaremos irremediavelmente condenados a uma prática arquitectónica, que entretida no jardim encantado dos seus estiradores, como já dizia Adolf Loos, deixou há muito de se confrontar com a realidade e com o mundo? Que a arquitectura seja política não deveria ser novidade, ela pertence ao domínio da polis, isto é, da cidade, do fazer cidade, isto é, de um modo de construir e pensar a comunidade. Enquanto produção de espaços e formas ela investe esse território, organiza e dispõe os lugares onde decorre o nosso quotidiano. A arquitectura não é simples profissão, tarefa burocrática, carreira pessoal ou puro devaneio criativo. Pelo contrário, se ela tem na sua génese a palavra arte, é porque ela pertence ao domínio de uma certa forma de tentar compreender e pensar o mundo ou, arriscando um pouco mais, de transformar o próprio mundo. Sem essa dimensão problematizante, sem essa promessa que a arquitectura contém no fundo informulado de cada traço seu, ela será apenas uma pálida sombra de si própria. E, por fim, o que queremos nós que sejam as escolas e as universidades? Simples máquinas burocráticas de produção de mão-de-obra ao serviço das necessidades dos mercados, lugares de passagem para uma mera aquisição de competências técnicas? Ou, pelo contrário, lugares-condição para uma formação e uma emancipação intelectual capaz de nos desvelar e preparar para esse mundo em transformação? É a partir destas coordenadas, arquitectura, política e vocação, que este departamento se irá constituir, organizando um conjunto de sessões periódicas, em formato de grupo de discussão, aberto, entre-todos, participativo e informal. A estratégia passará por convocar um conjunto de temas, problemas, questões, mas também, diversos convidados (arquitectos, professores, autores, etc..) com o objectivo de fazer lugar e hábito para uma reflexão alargada sobre a condição presente e futura desta profissão-vocação que nos pertence. *Correspondente à antiga designação de Departamento Pedagogia Inversa, constante na Lista de Subscritores entregue à Comissão Eleitoral. Antiga designação cujo carácter meramente indicativo (não-vinculativo) considerámos merecer revisão no processo de desenvolvimento do seu Programa


ACTIVIDADES LIVRARIA Margarida Lourenço Filipa Ferreira

Parece-nos importante que a livraria ultrapasse a sua função primitiva de espaço de venda/compra de publicações, para se afirmar como uma plataforma de leitura. Pretende-se, deste modo, cultivar o interesse e o gosto pela leitura, seja ela limitada a temas de arquitectura, ou abrangente às mais diversas áreas do saber. Neste sentido, torna-se pertinente a existência de ciclos/workshops de leitura, que serão organizados em parceria com o Departamento Cultural; assim como a preparação de concursos ou exercícios de arquitectura que visam a conciliação da leitura à prática do projecto. Serão, ainda, estabelecidas promoções e descontos sazonais, que propiciem a aquisição de livros/revistas/outros a preços mais apetecíveis (“o livro do mês” é uma das ideias que pretendemos pôr em prática). Em segundo lugar, entendemos que é essencial a dinamização do espaço físico que acolhe a livraria, que, pela sua localização privilegiada à entrada da faculdade, se torna o espaço ideal para receber exposições ou instalações temporárias. Além disso, o espaço da livraria poderá ser utilizado também para a apresentação de novas publicações literárias ou, mesmo, como palco de pequenas conferências e tertúlias. Finalmente, é imprescindível a gestão e (re)organização do catálogo da livraria, procedendo-se a uma revisão criteriosa das publicações disponíveis, para se constituir depois uma proposta de novos materiais a adquirir. Neste âmbito, é nosso objectivo o estabelecimento de novas parcerias editoriais que permitam a existência de publicações que ultrapassem o campo evidente de interesse arquitectónico. É também importante a renovação e actualização do catálogo online, de modo a facilitar o acesso e operatividade deste recurso; e a construção de uma ponte entre o catálogo da biblioteca da Faup e o da livraria, auxiliando assim a pesquisa particular de publicações.

DESPORTIVO Francisco Pais Fábio Castro

PARTICIPAÇÃO REGULAR E ACTIVA Este programa apresenta algumas medidas que fortalecem a ideia de mudança, por nós manifestada nesta proposta. O Departamento Desportivo da Associação de Estudantes enquadra-se num projeto mais abrangente de participação activa dos alunos, logo, aliar esta ideia à prática desportiva parece-nos essencial. Para além do seu objectivo mais óbvio de incentivar a prática do exercício físico dos seus estudantes e, consequentemente, da promoção da sua saúde, o Departamento Desportivo também deve procurar promover a interacção entre os estudantes. Originar uma comunidade estudantil consciente e com maior integração dos seus membros, enriquece não só a partilha de conhecimento como consolida elos que levam ao bem estar de toda a comunidade. Pretendemos então que este departamento promova o convívio, a noção moral de fair-play, e a democratização e promoção do desporto em seio escolar, criando assim, hábitos de vida saudáveis. Temos também como principal objectivo criar actividades gratuitas para que este departamento seja de todos os alunos, sem qualquer tipo de constrangimento financeiro. A existência de aulas de dança gratuitas, a realização de 'Trekkings' em montanha, passeios de bicicleta e corridas matinais ou vespertinas, são uma prioridade deste departamento. Propomos também treinos (Bi-)semanais de várias atividades desportivas, como o futsal, o voleibol, o andebol, o basquetebol e natação. Cremos igualmente que a criação de protocolos com entidades exteriores à faculdade não podia ser mais pertinente, com vista a descontos nas mensalidades - Empresas de desportos radicais, ginásios; em colaboração com o Departamento de Protocolos.


CULTURAL Joana Polónia Francisco Castanheira Mafalda Salgueiro Pedro Stattmiller Susana Guerreiro

NOTA INTRODUTÓRIA O ambiente é de cooperação e liberdade - dentro do próprio departamento e de toda a lista - com expansão de possibilidades de participação a todos os alunos da Faup. A cultura não se pode restringir ao que se passa apenas dentro da faculdade, é do nosso dever instigar a utilização da FAUP enquanto plataforma física e virtual de actividades culturais. Firmaremos um olhar atento e crítico que se paute pela atenção a eventos culturais a acontecer no contexto da cidade e do país. Avaliaremos a pertinência e a viabilidade da inter-relação dessas actividades com os espaços da faculdade – espírito crítico e aberto à novidade suportado por uma pesquisa intensiva de tantas outras hipóteses, como a aproximação a diversas organizações culturais. A vontade do nosso manifesto é reavivar o que se tem vindo a perder. Apostamos numa estratégia de abordagem diversa e coesa, em que as artes se relacionem entre si de uma forma estruturada e com um fio condutor, tendo em conta que gestão estável e exequível dos fundos da AEFAUP.

CINEMA Periodicidade: 2 filmes por mês; 3 por ciclo. _ FAUP _ TCA O programa assenta na estratégia de adoptar o cinema enquanto actividade intensa, sistemática e pedagógica na FAUP. Propomos a recuperação dos ciclos de cinema apresentado mas dotando-os de uma nova roupagem: estender o âmbito e deixar a apresentação dos filmes a cargo dos alunos. Pretendemos provocar e sustentar maior discussão, fomentando o espírito crítico, sendo que, para tal, as participações serão submetidas a uma selecção prévia. Abrir-se-á a concurso uma infinidade de propostas e ideias que os alunos queiram partilhar e defender, com máxima liberdade para propor tema de ciclo à sua escolha que considerem pertinentes. Cabe ao departamento cultural garantir o arranque do projecto, comprometendo-se a assegurar a existência dos primeiros ciclos com os seus respectivos programas desenvolvidos e apresentados. Cada ciclo desenvolver-se-á em três filmes, dois por mês. A última sessão de cada ciclo pautar-se-á por uma tertúlia sob um ponto de vista crítico, um debate que dê lugar à discussão. Esta estratégia permitirá a salvaguarda de um registo descomprometido, isto é, da partilha informal de escolhas que favoreça e proporcione a genuína fruição, mas simultaneamente dotar os alunos de um carácter mais activo na partilha de cultura dentro da faculdade - O aluno enquanto agente. Pretende-se firmar um acordo entre a FAUP e a sala de cinema do Teatro do Campo Alegre numa cooperação mútua e sistemática. Propomos, assim, realizar sessões de cinema abertas e estender a amplitude dos eventos ao público em geral.1 Pretende-se realizar um grande evento de relação entre arquitectura e cinema em que estejam presentes importantes cineastas e arquitectos, que sobre a temática o seu estudo se debruce, estimulando o debate entre ambas as áreas. O evento seria também aberto ao público em geral


MÚSICA Periodicidade: Um por mês _ FAUP Realizar-se-ão SERÕES para promover a reunião dos estudantes. A selecção musical estará a cargo de professores da FAUP, promovendo o convívio e o estreitamento de relações entre estudantes e docentes. Difere do conceito do churrasco pelo seu carácter mais intimista. Sem periocidade definida, existirão concertos à hora de almoço numa tentativa de criar relação sistemática de cooperação e divulgação com a ESMAE e artistas independentes. Mais do que um complemento, a música terá um carácter estrutural na delineação das actividades a desenvolver.

DANÇA Periodicidade: 1 fim de tarde de danças do mundo por mês, seguido ou na sequência de um jantar disponibilizado pelo Bar sob pagamento dos alunos _ FAUP Introduzir-se-á o conceito de danças do mundo inseridas numa lógica contextualizada com as restantes actividades, nomeadamente com as temáticas dos ciclos de cinema. Pretendemos a salvaguarda de um registo informal que promova a interacção entre alunos mas também estender o convite a grupos culturais, designadamente grupos portuenses com participação no Andanças – para que ensinem coreografias e contribuam para uma maior diversidade. Para suscitar uma maior simbiose, coesão entre as áreas artísticas abordadas e fruição pretendemos incorporar música ao vivo.

TEATRO _ FAUP Periodicidade: 1 a cada 2 meses; Pretende-se a dinamização do teatro na sua forma activa, ou seja, encenação de peças no espaço da faculdade uma vez a cada dois meses. Por outro lado, também a promoção de um concurso com periodicidade a definir em que se aborde a pertinente temática do espaço cénico.

BELAS ARTES _FAUP _FBAUP Estabelecer-se-ão plataformas de produção, divulgação e exposição de formas artísticas – carácter intenso, sistemático e simultaneamente pedagógico. Criação de uma galeria virtual aberta ao público em geral em que alunos de ambas as faculdades possam expor o seu trabalho. Utilização de espaços de ambas as faculdades para a execução de exposições físicas trabalhando a par com o departamento Editorial / Curadoria. Interessa-nos que a exposição seja o mote para uma discussão alargada entre práticas, métodos e processos.

LITERATURA _ FAUP Periodicidade : uma / duas vezes por mandato. Será necessário conciliar a disponibilidade do autor de determinado livro, de professores que possam acompanhar o desenvolvimento dos projectos, e dos próprios alunos. De qualquer forma só o sucesso/adesão de um primeiro workshop deste género poderá ditar a sucessão dos seguintes. Far-se-á um workshop/seminário/ciclo de conferências em que se desenvolva a ponte entre a materialidade e a ficção. Salvaguardamos o acompanhamento crítico por parte do autor a par da orientação de arquitectos docentes desta casa interessados na temática. Os resultados serão discutidos e divulgados. A promoção e o estreitamento de relações interdisciplinares é algo que o departamento cultural deve promover, mediante a vontade de conciliar a leitura à prática do projecto. Convidar o Teatro do Campo Alegre a usar os espaços possíveis da FAUP para a realização das quintas de leitura. Apresentação de textos ou livros escolhidos por professores, com o intuito promover o debate, discussão entre pontos de contacto.

ACTIVIDADES ESPORÁDICAS Realizar-se-ão workshops que abranjam áreas específicas (cadeiras optativas), para a dar uma oportunidade às pessoas de aprofundar a sua formação. Rever a estrutura do Go! Architecture e atribuir-lhe uma nova roupagem. Estabelecer uma colaboração directa com professores, com o intuito de estimular uma vertente pedagógica que promova o debate, a discussão e a variedade.


RECREATIVO Sara Amorim Arménio Silva Francisca Barros Joana Torgal João Sousa

INTENÇÃO DE PROGRAMA A intenção de desenvolver um programa que visa não só o meramente recreativo, como o próprio nome indica, deu origem a uma necessidade de interajuda entre os departamentos recreativo e cultural. A sua interação e apoio mútuo pretendem o enriquecimento de várias actividades a realizar. SESSÕES DE CINEMA/LITERATURA APRESENTADOS Existindo esta complementaridade dos dois departamentos, um dos planos do programa está relacionado com as sessões de cinema/literatura apresentados. Estas sessões são na maioria das vezes passadas ao final da tarde ou á hora do jantar e por esse motivo pretendemos elevar a motivação dos participantes complementando-as com um lanche. Trata-se assim de tornar estas sessões mais agradáveis que por vezes se prolongam por algumas horas aumentando o desconforto de todos. DANÇAS DO MUNDO Numa linha de organização semelhante teremos as Danças do Mundo, promovidas pelos alunos e de acesso livre, das quais se pretende um ambiente descontraído e de envolvência interpessoal através da música e da dança.


SARAU-FESTA NOCTURNA, DENTRO DE CASA, ONDE SE DANÇA, EXECUTA MÚSICA E RECITA Para além destas questões e no âmbito do trabalho conjunto dos departamentos recreativo e cultural, um dos planos a desenvolver será um convívio, que envolva não só quem esteja directamente relacionado com a FAUP mas com toda a comunidade estudantil da cidade do Porto. Um convívio que poderemos dar o nome de Sarau que, segundo o dicionário da língua portuguesa, é uma festa nocturna, dentro de casa, onde se dança, executa música e recita. É pretendido que, fora de um ambiente habitual dos Churrascos da FAUP, possa haver uma espécie de evento de carácter artístico, onde se possa discutir questões acerca de artes em geral (música, fotografia, poesia, pintura…). Para isso é necessário uma organização prévia que permita a este evento uma espécie de tema, com apresentações de estudantes ou professores. Não é pretendido um ambiente formal, pelo contrário, estes convívios visam a partilha de informações numa linguagem comum, com fotografias, vídeos ou simplesmente a leitura de experiências de cada um. Um convívio onde se possa discutir com estudantes portugueses que estiveram no estrangeiro ou os próprios alunos Erasmus que escolheram o nosso país. Parece-nos importante desenvolver esta relação de culturas que a partir de um programa estudantil ganha mais adeptos de ano para ano. Consequentemente, poderá haver convidados, consoante as temáticas, alunos ou professores. CONVERSAS ESPONTÂNEAS Num ambiente que abandona a apresentação física de elementos complementares aos convívios, pretendemos também desenvolver o plano de um evento mais espontâneo e de carácter mais recreativo. Trata-se mais uma vez de pôr de parte o ambiente dos Churrascos FAUP, onde a venda de bebidas é excluída e a música, que poderá eventualmente existir, adquire um ambiente mais calmo e de conversa. Nisto, á semelhança do plano anterior, é pretendido o encontro de pessoas numa linha festiva que quer promover a interação cultural mas desta vez num envolvimento mais pessoal e directo. O objectivo é que cada um tenha a sua própria comida e bebida, e assim alimentar a convivência entre os alunos da FAUP. CHURRASCO FAUP Para além destes convívios não podemos esquecer o Churrasco FAUP que pretende seguir as linhas já existentes há alguns anos. Um ponto a acrescentar é a questão do espaço de convívio, que normalmente se desenvolve debaixo e fora da torre E. Como se pode observar em cada Churrasco, esse espaço está cada vez mais lotado e pareceu-nos importante propor elementos como instalações/exposições noutros espaços exteriores da FAUP. Oferecer uma alternativa ao espaço principal para quem prefere um ambiente mais calmo e onde possa conversar mas onde, ao mesmo tempo, haja algo cativante. Instalações como projecções, cartazes ou telas serviriam para dinamizar estes espaços mais afastados envolvendo os alunos que ali queiram permanecer. BARRACA DA QUEIMA Uma outra questão pertinente com a qual é necessário lidar todos os anos é o concurso para o desenho da Barraca da Queima que em alguns casos criou uma certa polémica na questão do Júri. Parece-nos mais apropriado que os membros que irão formar o júri sejam alunos da FAUP, pessoas que participam ativamente neste evento anual e que irão relacionar-se directamente com a própria barraca. MERCADOS Fica ainda a intenção de incorporar nas instalações da FAUP, mais concretamente no pátio ou até nos espaços exteriores entre as torres, a feira mensal de vintage e segunda mão Flea Market. Parece-nos pertinente que as potencialidades dos espaços exteriores da faculdade sejam evidenciadas, não só por aqueles que se relacionam directamente com a arquitectura. Este evento parece ser uma boa forma de o dinamizar, para além de chamar mais pessoas a uma zona que é (quase) inteiramente dedicada a estudantes e professores. LABORATÓRIO DE MAQUETES O Departamento Recreativo é também responsável por influenciar a qualidade e as potencialidades das instalações. Como tal parece-nos inconcebível que não exista um espaço dedicado somente ao estudo das maquetes projectuais desenvolvidas por cada um pelos alunos da FAUP. Logo, a criação de vários workshops com diferentes temas e convidados entre sessões, relacionados com um dos instrumentos mais importantes no desenvolvimento pedagógico de um estudante de arquitectura: a Maqueta, parece-nos essencial. Os Workshops irão funcionar como um método de ensino da elaboração de maquetes em vários materiais, não só aqueles com que todos já estão familiarizados. Sendo mais específicos, serão elaboradas, por exemplo, maquetes em betão, gesso, epoxy, papel, cera, ...sendo esta actividade gerida por um professor ou aluno.


VIAGENS Elói Gonçalves André Gomes Alfredo Motta Ana Sofia Macedo

Num Projecto para a Associação de Estudantes que se compromete a uma maior aproximação aos alunos e com eles à Escola, ao Departamento das Viagens compete a elaboração de um programa que responda ao interesses e necessidades mais basilares dos estudantes.

MÉTODO DE APRENDIZAGEM Nesta relação de proximidade entre as viagens e a prática da arquitectura é fundamental o vínculo dos conteúdos programáticos das Unidades Curriculares com a prática de uma profissão futura, assente numa abordagem sistemática e direccionada. Sendo a Arquitectura manifestação da existência do homem e da sua necessidade de organização do espaço, é imperativo que as viagens espelhem a amplitude temporal e cultural da mesma; tanto o que se faz como o que se fez; a de arquitecto e a anónima. De modo a complementar estas aprendizagens e a torna-las mais operativas, é indubitavelmente associada a presença de um professor da escola ou de um personagem convidado. No rescaldo de cada viagem é proposta também uma exposição com os documentos elaborados pelos alunos (desenhos, fotografias, filmes, textos) para dar a conhecer a quem não foi, o que foi visto. ESCOLHA Este não é um projecto autista. É tomada em conta a grave situação financeira e adequado o orçamento de modo a ser possível a participação ao maior número de estudantes. São ainda propostas viagens de caractér informal, sem inscrição prévia e sem custos. Os estudantes participarão ainda na escolha dos destinos, nomeadamente na viagem de longa duração, fazendo do aluno o elemento efectivo da sua existência. Propomos assim, um ciclo de reabilitação no Porto, dividido em 3 partes - habitação, equipamento, espaço público e também um ciclo de viagens sobre temas disciplinares. Também três viagens de média duração, com o máximo de quatro dias - uma ao Algarve, outra ao Minho e, por fim, Alhambra. Para a viagem grande, temos como proposta inicial uma viagem de 12 dias em que os percursos possíveis seriam Itália – Grécia, Grécia – Istambul ou sul de França. Estas propostas, de acordo com o que foi dito, estão obviamente sujeitas a mudança de acordo com a vontade dos alunos. Outras viagens, que no decorrer do ano se considerem pertinentes para os estudantes, serão ponderadas e levadas a discussão.


IMPRENSA COMUNICAÇÃO E IMAGEM Diogo Paixão André Vendeira Daniel Laranjinha Diogo Mina João Nuno Lago João Sá Couto

Propomos duas pautas|preocupações gerais de orientação para o Departamento de Comunicação e Imagem (DCI), nesta candidatura da Lista B à direcção da AEFAUP:

A primeira tem que ver com a elaboração do material gráfico, em que lemos como fundamental a participação da comunidade académica. Propomo-nos assim a criar um sistema de concurso-recompensa, em que possam participar os interessados na elaboração desse material gráfico para as actividades da AEFAUP.

A segunda refere-se à eficácia do material comunicado em 2 escalas|esferas distintas, nomeadamente as praticadas entre AEFAUP e estudantes, num primeiro momento. Primeiramente é imprescindível garantir a comunicação à comunidade escolar de todas as actividades promovidas pela AEFAUP. Neste sentido, para além do tradicional suporte cartaz criar-se-á uma newsletter transversal a todos os departamentos, que compreenderá anúncios de eventos futuros, informação sobre trabalho já realizado (especialmente o da actividade menos visível) e notícias de caracteres distintos, extravasando o âmbito puramente arquitectónico ou académico. Para a sua concretização será criada uma plataforma online aberta à participação de todos os estudantes interessados em publicar, anunciar ou noticiar determinado conteúdo. Como complemento à plataforma digital, será impressa mensalmente uma versão em papel, a distribuir pela faculdade, que incluirá os textos mais pertinentes. Motivada também pela necessidade de informar os estudantes sobre temas relevantes que se devem banalizar positivamente, produzir-se-ão cartazes e panfletos alertando para importância de determinados pontos dos Regulamentos do Ensino e da função dos órgãos que deliberam sobre eles – A.G.E; Conselho de Representantes, Conselho Pedagógico, Conselho Científico e Direcção da FAUP; Reitor, Conselho Geral e Senado da UP. e as outras entre AEFAUP e os mass media, que projectem a qualidade do trabalho dos alunos da escola para o exterior. Procurar-se-á estabelecer, em colaboração com o Departamento de Protocolos, um contacto constante com a Televisão e a Imprensa, formalizando positivamente uma ideia real sobre a escola, os seus agentes e o seu trabalho, longe da pura ilusão apolítica das aparências, sugeridas pelos prémios internacionais ou Rankings de avaliação limitativa.


EDITORIAL Francisco Rocha Carlos Trancoso Alexandra Morais Vasco Antunes

CURADORIA O departamento editorial (DE) surge reformulado relativamente às funções que pode desempenhar. Somámos ao Livro, exposição fechada, a Exposição franca e aberta. Neste sentido, desejamos realizar um forte trabalho de curadoria, tendo como base as exposico es organizadas pela FAUP e AEFAUP - anua ria, clube de fotografia, concursos - que poderão ser remontadas fora do espaço da FAUP; bem como a importação de material de outras instituico es e associaco es externas, expondo-o dentro das instalações da escola. Levar as mesmas exposições ao debate aberto, à reunião, em consonância com o programa do Departamento de Arquitectura, Política e Vocação.

O LIVRO DE ONTEM E O DE AMANHÃ É igualmente importante para a LISTA B, no seguimento das orientações gerais do nosso projecto, mostrar, através do vários departamentos, a nossa proposta de Escola. Assim, o DE promoverá a criaca o, em conjunto com os respectivos docentes, de um banco de dados sobre o trabalho dos estudantes de Anos lectivos anteriores, tornando-os localizáveis e, portanto, consultáveis. Idealizamos também levar algum desse material até às estantes da biblioteca – a escola de ontem; Nesse seguimento, será, em conjunto com o departamento de comunicaca o e imagem, organizada uma newsletter, de projecção para o futuro, de divulgação de trabalho académico, actividades e conteúdos heterogéneos – a escola de amanhã. Será dado também apoio à nova publicação - “Embrulha” - o que poderá funcionar como primeiro passo para estabelecer, no tradicional protocolo da AEFAUP com a FAUP, e em colaboração com o departamento de protocolos, uma rotina de publicação de trabalhos originais da comunidade estudantil na editora da Faculdade -“FAUP Publicações”.

ROTINAS É com esta vontade de futuro, que é também transversal a todos os departamentos, que continuaremos a gerir, apoiar e promover as publicaco es já existentes que desempenhem um papel importante nas rotinas da FAUP – De dalo, Unidade, bem como outras iniciativas de alunos ou ex-alunos que se mostrem importantes para a continua estruturação e sempre mudança da escola.



Programa Lista B